Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06881


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Full Text
Anuo XXVI.
\
SabbiMo 0
NUTIDll DO COBBriO.V
Coiannae Pa rali iba, legundasr sextas felrai.
Hio-Grande-do-Noile, quintal feirai aomeio-
dia.
Cabo, Serlnhaem, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.", a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuoi c Bonito, a 8 p 2'1.
Iloa-Vilta c Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quinta felras.
Olinda, todoa o dlai.
..-f.'.Matau
^
PBEMEUIDC1.
I'lUSI.S DI UII
MIf, a 5, t 5h.e4lim.dat.
Nova a 13, as 8 h. cft? in. da t.
Cieic, a 12, i 1 h.e.'tS m.da m.
Chela a 27, a 0 b. e 7 m. da t.
rBIMUt BE BOJE.
Primelra a 1 hora e 18 mioutoi da tarde.
Segunda a 1 hora c 42 minutos da inanbaa.
de Marco de 1850.
N. 37.
VHE0OS DA SUBSORIVOAO.
DIA DA ItMUl
4 Seg. S. Casiinro. Aud. do J.orf. e do m.da 1. v.
5 Tere. !*. Theuphilo. Aud. doclianc, do J. da I.
v. do civ. <' du dos feitos da faienda.
6 Quart. S. Ollegarlo. Aud. do J. da 2. r. doelvel.
7 Quint. S. Ttiiini./. de Aquino. Aud. do J. dos
orf. e do m. da I. v.
8 Set. S.JoajdeDcoi. Aud. do 1. da 1. v. doclv.
e do dos feitos da faienda.
9 Sab. S. Francisca Romana, Aud. da Chae, e do
J. da2. v. do criuie.
Portresuiezcs aditnlados) 4/000
Porieismezcs 8/00"
Por uui anno 15/0001 (n Dom Miiufio e 39 conipanheiroi.
SUL-ja^* i ^iii ~ -" -----"*"I^T
CAMBIOS SM 8 DEMAUCO
Sobre Londres, 28'/, d. por 1/000 n. a 69 dia.
Paris, 31fi.
. Lisboa, 95 por cento.
Omro. Oncas hespanhoes.........
Moeda de 6*400 velbas..
de 6/4 . de 4/000...........
Prtta.PataoSe brasileiros......
Pesos columnarioi.......
Ditos meilcauos
28/000 a 28/TiOO
ItOoO a 1GJB0O
16/100 a 16/300
9/100 a 9/500
1/HiO a 1/0H0
1/C0 a 1/1811
1/800 a 1/820
tMBUGO

revoltaram.eqiu julgando que a provincia
uilo marchava hem, tratou de fazer aquillo
que lodo o presidente tem o direilo de fa-
zer, aquillo que os seos antecessores tinhar:
feitn om extraordinaria escala ? Quem n80
sabe que apenas o Sr. Mannel de Souta Tei-
xeira dnu algumas demissfias a agentes de
polica e a olliciaes da guarda nacional, o
espirito de desobediencia se desenvolved,
e se quiz logo excitar a resistencia armada
cjntra esse vire-presidente.
Sr. presi leulc, a npposicflo desarrazoada
os aclos d-sso vice-nresidente chegou a
ponto que.nfin s o chefe de polica resisti
i"..i ni i:ni -iiv<> a suas determinecOes iexaes,
onlenaiido a lo los es empregados dimit i
dos que nflo largassem os seus lugares, co-
mo al proclamaces incendiarias se ds-
tribuiratn pelas ras da cidatla concitando
o povo a ssassinar aquelles que se suppu-
nha havorem concorrido para HMI ilernis-
Sos. A cmara permiltira queeu Icia es-
tes documentos, porque os julgo mpor-
tunles. 1/
Circular.--Illm. Sr.Tendo-mo com-
municado o Exm. vice-presidenle da pro-
vincia, em (idicio de 23 do correle, que
h ivih uVmittidoa V. S. do lugar de subdele-
gado dessa freguezia e nflo tendo a o.te aelo
precedido o dispo-to no 2 do art. 28 do
regulamouto de 31 de Janeiro de 1842, nr-
dono-lhe que continu no exercicio de seu
cargo, nflo s porque lenho de levar esse
proce lmenlo ao conhecimenlo do Exnt.
prndente da provincia, como porque nfto
devo mandar cumprir urna ordein lltegal.
Dos guarde a V. S. Secretaria da poli-
ca de pernambuco, 2C da abril de 1848
lllm. Sr. subdelegado do primeiro districlo
da fieguezia d..... O chefe de polica, An-
tonio Affonso Ferreira.
Eis,pois,uma circular do chefe de polica
ordenando mulo positivamente aos em-
pregados dennltidos que nlo largassnm
seus lugares, que resistissem as demis-
soes dadas pelo vico-piesidenle que elle
rbefe de polica considerava como actos il-
legaes ; mas a slo nilo se liinilava a OppO-
Si?So : n3o supponha a cmara que si quei-
ra apenas oppr una resistencia passiva,
isto lie, de uo ei.tregar os lugares, mis
lamliem de nflo reconer as armas; nlo,
Sr presidente, una proclamado incendia-
ria se cspalliou na cidade do Ilecife, nina
proclamar;jo que concilava a populacflo as
armas que cuncitava-a para o assussmalo.
Ei-la : (L)
l'ernaiuliuraiios. Alerta! Conhecei os
verdadeiros Calbales. Lembrai-vo* da al-
_ leluia de184S. Lembrai-vos destes phari-
co da estrada do l'o-d'Alho de 19 de janei- se representado em l'ernambuco. Eu posso seus que desde as trevas al e paixilo de
ro ultimo ao 1 ,,0.J,.e1l|1le'wi.,''i,l" ....l.11"? considerar, Sr. presidente, esses movimen- Chrislo fizeram o que fez judas e plalos;
venderam-nos, senicnciariim-nos, enlre-
gando-nos aos Cavalcantei; |iorcai enga-
naram-se, descubrram-so tilo gmente.
Kilos nos pagaro, e com usura ; nada mais
vos podera iliudir, taes ministros n3o de-
vem existir. l'revenQoecoragein be qu. li-
to basta. I!m recrutamento feroz se vos
prppara. Pr*f ri o campo. Morram os tiai-
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEBIENTE DO DA 5 DE FEVF.rtEiriO.
OfTIco. Ao commandante da praca, pa-
ra rMQ mand presentar nojuz municipal
do termo de Olinda o cadete Manol Joaqoim
Paz nrrelo, que tem de ser julgado pelo
jury diiqnella cidade pelo citme de tenta-
tiva de homiridiii. CommuDcou-se ao
dito juiz municipal.
Dito. -- Ao meamo, remeltendo copia do
aviso do ministerio da guerra de 3 de Janei-
ro ultimo, afim deque ordene aos ofliciaes
e cadete, constantes do mesmo aviso, que
presentero no prazo de 15 das documen-
tos que provem haverem satisfeitoas quan-
tias dellea exigidas no mencionado aviso;
e prevenindo-o de que, no cuso contrario,
d parte a presidencia para que determine
a pagadura militar, que proceda nos ven-
cmenlos dos ditos ollicincs e cadete aos
descontos das referidas quantias.
Dito. Ao juiz relator da junta de Justi-
na, transmittindn para ser presente em ses-
iioda mesma junta o processu verbal do
Mildadn do segundo balalliito de fuzileiros,
Francisco Alvcs do liis. Inteirou-se o
commandante da praca.
Dito. -- Ao inspector da thesouraria da
fazenda provincial, remetiendo a conta da
ileapezafeita do l. de oulubroa 31 de de-
xembro do annp prximo passado, com o
sustento dos presos pobres da cadeia do l.i-
mueiro, afim deque mande pagar a Cui-
Iherme Augusto Rodrigues Selle a quanta
de 125,160 rs. ,em que importa a mencio-
nada cunta. loterou-se o chefe de po-
lica.
Dito. Ao mesmo, ordenando mande
a lianlar aos destacamentos de polica esta-
cionados as comarcas da Boa-Vista e Flo-
res, a visla dos prets e folhas que Ibes f-
rom ipresenlados pelo commandante do
respeclivo corpo, tres mezes do sold n con-
tar do primeiro do corrente. Scientificou-
se o commandante do referido rorpo.
Dito. Ao administrador das obras pu-
to, principalmente noque toca provincia
de Pernambuco, pns. que he justamente
sobre os Tactos occorridosnessa provincia,
cujos interesses represento, que lem prin-
cipalmente versado a discusslo sobre a po-
ltica.
Sr. presidente, ccua<:f>es e accusac,es
gravissmas tecm sido feitas ao governo do
paiz, equanlo se pe lem as provas deltas,
nos temos lodos observado que ellas se
vilo buscar na provincia de Pernambuco,
nos fados praticados por necasiilo dos acn -
tecimcnlo.s extraordinarios que puzerain em
pergo as InslitucA-S do pniz e iulegridade
do imperio. {Apiados.)
Sr. presidente, a ojposiilo a esle respelo
tem cbegailoa um ponto tal que nilos se
lem aecusado todas as medidas tomadas
pelo governo para salvar a ordem publica,
a iulegridade do imperio e as inslituicOes,
seno al so ha dito que o governo fui o
provocador da revolla do Pernambuco. E
quandose aecusa o governo do paiz Je pro-
vocar urna revolta, cu crcio que se Iho tem
feito a acensado mais grave que se Hip po-
de fzer, porque um governo que acinte-
mente provocasse urna revolta seria sem
duvida um governo, cujos actos nSopole-
riam deixar de ser altamente reprovados
pelo paiz, por ter calcado aos pos as leis
mais sagradas.
Assim, Sr. i residente,cu examinarei prin-
cipalmente essa propnsicflo lanQada na casa
por um nobro deputado pelo Para que se
acba na opposi(,1o ; cu examinarei se por-
ventura se pule dizer que o governo do
paiz foi o provocador da revolta do Pernam-
buco. Considerar o governo que lomou a-,
redias da ailininislragilo em 29 de sitembro
do 1h48 como provocador de. una revolta,
que leve seu conteco anieriorniente, be sem
duviJa faltar as leis mais ordinarias da l-
gica ; e por consequencia me parece que su
eu poder demonstrar que a revolta de Per-
nambuco, comquanlosa c(Tecluas>e de .os
que tomou conta do governo o gabinete ac-
tual, todava estiva preparada com multa
antecedencia subida dello r.o poder, po-
dere concluir infcllivelmente que oi gabi-
nete actual nao foi nem poda ser oVrovo-
cador da revolla.
Sr. presidente, revolle de Pernan
se prende um fado muito nolavel no
blicas, enviando a conta das despezas feilas
de 13 a 19 de Janeiro ultimo com as obras _
do 17.' lenco da estrelladaVictoria na '"-, 'n, faC(0 de que a imprensa tem por
ponencia de 91,740 rs.. allm de que mande d.1(|o conhecimenlo, um Tacto que pelo
acreditar ao engenheiro Milel na referida' l(|do |ie,sflr,do ; eu q%em faltar do a
quinlia. Inleirou-se o mencionado cn-j i,,clnienlos ae g e 27 de jnnlio, aconteci-
genheiro. I tneulosque izeram apparecer na bella ca-
Dito, Ao mesmo, remeltendo as enntas
das desrezas fritas com a obra do 12 lan-'
quartelans inimigos dahi, e depois fazen- cediam ellos ssim? Porque tendodeiro
Dito. Ao mesmo, n M, pital da "minha provincia scenas baibar-s,
arredile o engenheiro Milel na quantia de, los comn um ensa0 d) revolta que appare-
141,980 rs. ,em que importaram as refer->ceu em novem,)r0 e 18j8.
io juncQSo com os nossos de Nazareth, Po-
d'-Alho e Coianna marche sobro (Minia, o
entilo esto padre ver que se lan<;nu em bra-
cos fraco-e sem apoio....4 do maio do 1848.
-- Peixot de lirito.*
Creio que o Sr. Peixoto de Brito, no ne-
gou no seio da representadlo nacional que
esla caria fose sua
l'm Sr. Hepulado : Confessou que era
dclle.
USr. Joagitim Viklla :--Mas, senlior pre-
sidente, nao foi ne*la carta que se cifra
r>n os preparativos feitos pira a guerra ci-
vil : no Catuc cliogou a luver rcunio de
gente, o testa d-ssa gente se p'^z o Sr.
lodo Boma. Ni Cabanga houve lamhem
regniflode gente para atacar o llncife ; a
no sabe o nobre depula lo que varias noi-
ls tocou-sn rebato no Becife, {apoiados)
onde sidizia publicamente que se eslava
preparando o rnmpimento ?
E quandu isto aconteca j etava no
nndr o gabinete de 29 de seteinbro du
1848 ?
Senhor presi lente, era io melindroso o
estado a que ficou reduzida a provincia de
l'ernambuco, queoSr. Pires da Molla se
vio na necessi lade de man lar chamar para
a cidade lodos os destacamentos que esla-
vam no interior, eofflciou ao governo geral
10 lindp frca. ( Apnindat ) C'diO que 0 no-
bre deputado pelo Para lleve siber desse
pedi lo Teilo poloSr. Pues da Molla ; e por-
que obrou assim o Si'. Pires da Mottar Nio
foi porque julgou a etpial om pergo,
uo po quevioa n-volta relu/ola a efTeiio?
Mas, serflo somante estes os fados que eu
POSSO apresentar a c isa para demonstrar a
ligaQo que lem a revolta de G de setembro
com os lacios anteriores, para demonstrar
que ella eslava plinejada e determinada
de ha mui'o, ans que o gabinete actual
assumisse as re.leas da administrarlo ? Nao,
senhor presidente, eu tenho fact'is muito
significativos, como lis a conduela da as-
sembla provincial de l'ern nnbuco durante
a curta admlnislrsrjSo do vice-presilente o
Sr. Malaquias e durante a administrarlo do
Sr. Pirra da Motn.
'( que vimos na assembll provincial de
Pernambuco ? Vimos fazei-se ludo aquillo
que faz aquello que se esia preparando para
aprescnlar urna revolta, que qu"r lirar ao
governo todos os meios de a cornbater, A
forrea policial de Periiinbuco foi reduzida
por um projeclo da assembla provincia
iim numere inferior quelle que n provincia
bavia tilo sempre; um proj-clo da assem-
bla provincial lixanlo a Torga policial a re-
duziu a 240 praQas conunan ladas por um
Capilu ; e quandu na discussilo se demons-
trava que essa l'rc/a era inferior as necessi-
dade doservico.queella nSopodiilser conve-
nienlemente distribu la por todo o interior
para o servido mesmo da polica ; o quo se
dizia .' Diza-se:o presidente da provincia
be noss ) adversario, nos llie tiraremos lo-
dos os meios deopprimira provincia ; por
quo estamos r-solvidos a fazer-lhe a mais
.lisde-pez.s. -- Intel igenciou-se o mesmo 0ll0i)re depula lo pelo Para disso que es-
engenheiro. 'tes acontecimenios eram contraproducen-
Dito.--Ao inspector do srsenal de man-; ,, queel|es |ullge 0e provarem que a
i.ha, duendo que. a vista de seu efllcio dej |u tMan prepl)rail8( proavam o con-
31 de Janeiro ultimo, e das informaron doSi ,rrj) provav.1';il exactamente quo o gover-
periios, a quem S. n.c. encarregou de *xa-lno rui 0 provowjr da revolti depois appa-, ,
minar o maclnnismo da barca de vapor rpcija. nl8S ern ,e lrmou o honrado depu- dores. Vivam os Pernambucaiios livres| dura opposic.ln, resi-tr-llic mesmo com
TAtlis, concorda em que S. me. contrate U(Jo g gu, pi-opSen<.? Disso elle:-l'orque a \{>ignat$ de admiraran.)
com os engenheiros (.. Slarr & Companhia ,.ev0,la n,u {{ll avante, porque foi sufocada, K pergunlarei ao nobre deputado pn>
osrepaiosdeque nncessila a caldeira da |>orqU(, c|t||n 0 partido que .at entilo esla- Para, quaudo se espulbava essa proclama-
referida barca ; e prevenindo-o de que lica vg ^ cj|na leye t fo is a su|rCar r.lo concitando a populaco do Recife al
espacado por lanos das quanlos loreni ne- g re|)c)dja r,ir ,, nssassinalo, j nflo se [ reparara a re-
cessarios para com presteza apromptarem i Sr plente, estes argumentos a meu volt que veio a rebenlar em novembro de
se os referidos reparos, o pra.o marcado rh0 Um ger dllzdos pelu noblo 1818 ? f Apoiados.)
no artigo 3. do contrato de 22 de dezeni |depuliUi0 pf|0 p(, qt0 nSo esta sciente Mas dirilo :--Essa proclnmicio n5o pro-
brodo anno l'rr-xima passado, pelo qnalod,,crreoBlrtanelaa peculiares que se deio duzio o elTeilo desejado, nflo appaieceu a
as armas, se elle nSo estiver por aquillo que
lio-. I| M/ I lilil
E-tl lingoagem cynica se tinha na assem-
bla provincial ; c eu s'nlo nflo ter s mios
a collec^flo dos biariot di l'ernaiubueo,
poique putera apreseular a casa provas da
mirilla assenjio. E lauto era o ponsamea-
to da assembla provincial redu/ir a lrca
para tirar ao governo os meios derombaler
de
mencionados engenbeiros se obrigaram .f lla niiiilia provincia, que nflo sabe como as revolla que se quena com ella concitar;- a revolla, q ie apenas chegou a noticia de
fazeras oito bulas para o poito dcsta ci- Cous,s a|| M encaminhara.n, porque, se o m*s porque, Sr presidente? Porque em 26que o !
dde. .... ." I nobre deputado tivesse conhecim
DitoAo administrador docorreio, at- raclog eda maneira poique elle, se tem pas
tendendo a necesa.dde que ex.sie uo ala- d ^ ^ argumento conl.a a sua
belecer-se urna communicacfl entre as vil- fl d f ,0 ,,,,, ,, reV||a n,,0
laadeuricury eMorea. ter.hu eTto <*"-1l0Pr Wotato ,diaaSe e7 de junl.O. lie
tratar a dous estafetas, Adriano Teixere e flu |U1 ,v,nll!t revul-
Lima e Paulo rerreira Lima, pela menaali-, {* ,moqM oS /,,ctos de 2C e 27 de jui.ho
dade de 12,000 rs cada u. para onduz.-, JJ cu e^n (|ij.
correspondencia das duas citadas *
rem
villas ; assim cumo que o delegado de Ouri-
curypropoz-me para agente do curreio na-
quella villa a Manoel dos Santos llego. U
que communico a Vroc. para que baja de
approvar o propusto e fiz-lo entrar logo,
em exercicio, assim como oivrcaros prasns'
era que devom partir os
lasScieiililicou-se o delegado deuri-
cury
' veinbr'o ue 1818, eslava preparada para
avante quaudo fosse nece>s>ria como a ul-
tima carta que se devia jogar.
lie nece.ssiiio, senbores, nflo conciderar
os fados em si smente desacompauhados
do uniros que os preceden) e segueui; be ne-
cessario que nos na apreciadlo delles ligue-
mos as circumslancias que a ellas se acham
necessariamente ligadas; olbemos para
seus antecedentes e consequenles, para esla
l.1to.-Aocnca.regado das obras rn.l.U- iren res, para que inii.de introdiizir ua parede(d f ag verdeirBj collSeUU,lc.as. tu per-
do quaitel da fortaleza do Buraco os tufos gu7,tarei I0 0h.edepulauo, qua considera
de ti.ade.ra que forem necessar.os, para se0 MWnale arlU)1| coni proV0cadur da re-
pregar os cabides; e bem assim ciar oiVu||ade pcrlum|)UCO( se porventura ja es-
lava no poder essu gabinete quaudo fac'os
nes"mo quartel. Inteirou-se o coinman-1
danle da praca.
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
C\MAIA DOS SUS. DEPUTADOS.
SESS0 no ni 4 ue KEVEaaiao.
t'ixac&o das forras de mar.
O Sr. Presidente : Tem a
ivra o Sr.
nenio doslde ubril de 1848 lomou posse da presiden-1 luido p
e tem pas- cia o Sr. Pires da Molla, e tomando conta se dizia
da presidencia um novo administrador) ap-
pareciam as esperantos de que e>sc admi-
nistrador deslizesse os actos do vicc-presi-
di nte, e por consequencia oessava, anda
que momentneamente, a rasiio porque se
quera recorrer s armas
E com eleilo, Sr. presidente, apenas o
Sr. Tiies da Molla tomou conla da presiden-
cia foi cercado por esses bomens, e o que
queran, elles? Queriara a reabilitaQflo de
todos aquelles que pelo vice-presi Jente ba-
viam sido dennltidos. U Sr. Pires da Molla
pode sulocar a revolla por emqoanto, mas
elle nflo a pode pievenir absoliilauenle,
porque ella sempre levantou a Cabeca. Com-
quanto o Sr. Pires Molla Tizesse algumas
concosses esses homens que estavan.
preparados para se revoltarem. coniquanio
livesso reintegrado quasi todos os empre-
gndos demiltidos pelo -Sr. Manoel de Souza
(apoiados), como Sr. Pires d Molla uo se
conslituio meio instrumento desses bo-
mens, como nflo quiz collocar-se no esta io
loSr. Antonio da Cusa Pinto, que
porlencer ao partido dos revolto-
sos, a lorca policial foi em oulro projeclo
elevada a 402 praxis.
Vma Vas :--Projeclo do mesmo anno ?
OSr. Jeaguim VHelia :Do mesmo anno,
da mesma sessflo ; o anda nflo fui tildo : nflo
Balisfeita anda com .sse augmento, a m a lo-
ria da assernbli provincial elevou o corpo
a mais lOOpracas, por urna emenda ua lei
do oreamenlo, de maneira que o corpo po-
licial que se lin'.a julgado dever-so redu-
zir a duzenlas e quarenta pravas, foi ele-
vado clepois 502, apenas so leve a certeza
de achar-so nomeadn presidente de Pernam-
buco o Sr. Costa Pinto !
Sennnr presidente, alm (leste fado, an-
da outros appareceram em Poriiainbuco,
creio que a c.mara dever ter coiilncimen-
flo sabe que as mas de
Sr. Costa Pinto, que elles suppunliam ser-
llies favoravel, mas que entretanlo nSo sa-
biam se seria um fiel instrumento de suas
vonlades, queriam que o Sr. Cost Pinto
tetase ames ser o conservador do que o re-
formador daquillo queachassB e por conse-
quencia queriam que o Sr. Malaquias sa-
bisseda presi lenci, e a entregasse ao Sr.
Manoel Paulino para que este izesse ludo
quanto ellos qui/.essflin. Assim apparoee-
ram os aconlecimentos de 26 e27 do junhn
para aterrar o Sr. Maliquias, porque sup-
punliam que este cidado em urna lade
provecta nflo lera a coragom cvica precisa
para resistir a periaos da ordem desses que
se deram por occasiflo desses aconlecimen-
tos. Enganaram-sc, porm, porque lo Sr.
Malaquias provou que tinha a coragem pre-
cisa nflo s para aff.ontar estes porigos,
como para rebater a rebelda. E oorque
nflo fui entflo a revolta avante? Porque,
ven lo que o Sr. Malaquias tinha de largar
a presi leticia, esperavam que o Sr. Cosa
Piulo viessa fazeroqueelles desejiv.m. V.
eis porque eu disse quo o fado da nflo ha-
ver progredido a revolta nos das 26 a 27 do
junlio longe do provar o que o nobre depu-
tado pelo Para disso, prova que estes acon-
tecimentos eram o preludio da revolla do 6
de novembro.
Nflo sei se terei neeessbla le do demons-
trar que esses aconlecimentos de26e27de *
jurilio Tram motivados pelo partido que se
revoltn om novembro; mas se a casa exi-
g eu passarei a dar urna breve denunstra-
eflo.
Ioii'k senhores :STT, sm.
OSr. Joaqun Villeta :Por quem fram
preparailos os acontecmenlo* de 26 o 27 de
junho no que respela imprensa ? Nos si-
bemoi muito bem que quan lo se quer pro-
dusir aconlecimentos desl ordein quisi
sempre s^preparam os espritos pela im-
prensa. A folln que se aprcsenlou em Per-
nambuco promovendo esses icontecimen-
los foi a Vos do Brasil ; e amili ha slgusm
quo duvide que a Vos do llrasil era folha
desse parli lo que entflo dominava ?
Sr. presi lente, do alto da tribuna se di-
zia que esta folha era um aborto da impren-
s, quo o partido nflo carreg.iva com a res-
ponsabilidad'? de suas publicaeOos; mas
Mo era para o llio-dc-Janero ; para Per-
nambuco a Voz do llrasil era o mimo do
partido. [Apoiadat) A Fea do llrasil ti-
nha como redactor um liomem que era em-
pregado na secretaria da assembla provin-
cial, o sustentado all por consequencia
pela maioria da assembla provincial que
entilo portencia a esse partido. Eleno-
tnein era considerado como urna figura
pro'minenlo no parlido, e ca por to lo ello
carinhado. E sabis, senhores, como a
Vos do llrasil. que llavia preparado esles
aconlecimentos, so ixprima poneos das
ariles d. lies anparec- rem? D. sui lingua-
gem nflo se pode deixar de reconhecer quo
ella pcilencia ao partido que se rebellou
en. novembro de 1818. Se a cmara qui-
zosseeu lena alguin tpicos da Po: do llra-
sil q io dr-monslram bem a sua cor poltica.
Alijun Senhoru : Lea.
O Sr. loaqaim Villela : Ei-los : o Pelo va.
por entrad bonteni dos portm do sul, coma-
nos que o senado anniillou pela segunda vez
as eleices de dous lenadurc por esta provin-
cia : temi approvadn apezar de linanaveis
uullidales eleifao de Muas, onde foi elcilo
pelo poder ds bayonetas dos marolas, o mari-
iilieiio Antonio Paulino Limpo JeAbreu. Nao
lia nem ptideharer un Insulto seinelbante fei-
to, nao sa Pernambuco icnao ao Brasil intei-
ro, e iiirsmn ao eliefe da naca Convenfnm-
seos llrasileirosque.qucn. domina a uiaioriado
senado lie a facffio portuguezi acasteliada no
Itio-de-Jaueiro ; e emitan, tanto com o leu po-
der que os inarlnheiros desta cidade apenas
avistaraiii o vapor atroaram os ares com girn-
dolas de logo c repiques de linos, como que
por escarneo aos brios peri.ambucanos. Nao
queremos entrar nos inl.-iese que ordinal la-
mente iiiovcni ai eleicoei no Brasil; mas lein-
brainos nicamente que ao podr irresponsa-
vr-l loram aprcsentadps seis Brasileiroi, e como
nSofram seis niariiiheiroi da laia do Limpo
de Abreu. Maia, Jos Clemente c outros, r-
raniniillil as eleicflei. e serao sempre, um
vetque os Peinanibiicanos nao le curven, ao
capricho da inaiorla dos senadores mariiihei-
ros! Veremos quem pode unli, se ineiadiuia
. de marolas, ladr, devasssos e prostituidos,
o! olio poder soberano do povo peiiiainbucaiio.
Este passo, Sr. presidente, he do numero 3
de 15 de iuiibo. Nessc mesmo numero e II dias antes dos acontecimeiilos de 2b e J7
lo delles. Quem iiiiuwuhi.......-""it
Pernambuco. appareceram grupos de ln-1^ j,,|10 aindase leo leguinte :
dividuos capitaneados por boii.ens que sel QUa,uo, porm, as girndolas e repique
dizia m proeminentes no partido enlflo do-'y ,, com que esses niaroioi ouiaraiu in-
" ...nli o no-, cllea o pagarao eu. lempo cou.pc-
Josquim V.b lia-
O Sr. Joaqvim Vilella : Sr. presidente,
cuando ped a pilavra para Tallar sobre o. Ouem nflo s,.be que ossas appreheusOes le-
bem signilicativos de urna revolta se deram
na provincia de Pernambuco i' Quem nflo de leceber todas e quaesquer uispracOes
que porvenlur este ou aquelle individuo
quesejulgasse chefo^e pailido Ihe quizea-
se fazer, foi victima da aggressflo desses
domea. A casa lera oonbeeimeoto de una
carta do Sr. Flix i'eixoto de Unto : ecieiu
que nflo sera mister l-la.
Voses : Leia, lei sempre.
O Sr. Joaquim Vilella : Pois bem : so
querem eu a lerei.
Tudo esta perdido sem remedio, s se
pdem salvaras nossas vidas e propieda-
des, e a honra pernambucana. Us inimigos
searmam por toda a paite para esmagir-
nos, he preciso cunvenc-los, quo ufl. p-
dem fazc-lo, he preciso ensillar a um go-
verno traidor, que os povossflo a nica en-
tilade, que existe no estado social, e que
n io he com semelhaute insulto, que se traa
a urna provincia tflo imprtame. Km occa-
sabe que durante o auno de 1848, e lugo
que elle principiou, si as apprelienses li-
veraiu aquellos que se acbavam du posse do
.poder na provincia de Pernambuco, aquel-
les que se julgavam por assim dizer inves-
tidos de una dictadura, que se julgavam at
com aulondade para disporem do direilo
mais sagrado, quero dizer, que al disigna-
viii. as vagas da deputaeflo ; quem nflo sa-
be, dizia eu, quo logo no principio do anno
de 1848 serias appreheiiseN Uveram esses
li .indis de que por es la ou por aquella Tala-,
Ihlade podei laui per le em breve o poder '/
Iniecto'de le, que lixa as Torcas navaes,'vaiam-nos a couceber o palio de se man-
ilo da .So ttnha dado casa o nobre minis- lereii. no poder, seuflo pelos me.os cousii-
\ oda inarn.li as explcacOesque depois lucioiiaes ao menos.pela lrca ? Quem nflo
deu em"a a dellsa eu me julgo dispena- Sabe que desde enlflo fonm-se amonloau-
.*",' "' .! re,, tito dc-lo Vrojecto as ob- do os coo.busl.veis que uevian depois .r-
dode l>zera respuio ^. j produzir o incendio que lodos vimos siflo que si trata de una causa tflo grande,
ervscoeaquelinliaernila ,'"Zler 'he est'vi 11., revolta de novembro ? Quem nflo sabe lamben, mu.lo grande deve ser a aceflo ;
que V.Exc. me deu a>r*b>*> 'Xeus-1 que npin"a lomou conta da v.ce-presu.en-' queixas. resentimente ludo vai ..... '-
da casa irazer-so neslas nuterias cu JJ ^ j|lublr( cidadflo queja llIlhll em u. uo assim fa 0 bom cdadflo. --------- .. ........
sflosobrea poltica, ".)", n. I lras locs uiciecido vs elogios dos que se' armado bala com lodas as Torcas sem dar lliouicui coui quem conlavui; e porque pro- dominava u\essa poca cque fesuepoisa rev-l
ru que cu diga alguuia couaa a tsio iopci i
minante, que esuancaram esmo aquelles
que nflo linliam suas opinifljs polticas ?
Quem nlo sabe que o Diario Novo orgflo
desse parlido nflo s relalava esses fados
rom a maior lidelidado, como at se jadava
do que elles livrssem acontecido, dizei.do:
os gualuriisfram levados a ponlaps e a
iien j;i i.ii.i-'.' i. Apoiados. )
Esses fados nflo acoulcceram s no Ito-
cife, elles liveram lugar timbem no Poco-
da-Panella, onde se deu urna secos bem
escandalosa. Esses fados trouxeram como
consequencia os acontec montos de 26 e 27
de junho, e porquo .' Porque, senhor pre-
sidente, os aconlecimentos de 26 o 27 de
junho loram anda um meio empregado pa-
ra se arredar un. administrador que nflo
rouvinha ao partido que eslava dlspuslo a
governar por fas ou por nefas
Knlflo linha lomado conta da adminis-
ir.icflooSr. Domingos Malaquias d'Aguiar
Pires l-'envira ; os homens procmiiidnles
do partido dominanlo se naviera dirigido a
elle, e lihviain pedido quo elle nflo accitas-
l ni-,i o la-se presidencia para quo ella recahisso no
Se ja c-lalsr. Manuel Paulino de Couveia^ quo era
lente.
E anda mais, Sr. preiidentc : Pernam-
bucani'S livres! Um insulto leuielhaute e por
bregeiros taes, dcve-ie rcpellir com unta asco-
vailella de pitia..
Mas qur a cmara um paiso deisa folha an-
da mal signilicaiivo de sui cor polilica .' Ri-
lo: Encorajados cise maroloi con. os gua-
ini o e praiaa novas, asseiiuram de pisar os
Periiaiubucanns, que fo: man. a maioria da pro-
vincia, o grande parlido. nacional praielro...*
Ura, p le haver duy-ida i vista da lingoagem
desta t 11 n.i que ella^erlei.cia ao graude part-
ido nacional .I;>uuh\ii.j Ella eslig.nalia o se-
nado por ter aiiullajju as eleicei de senadores,
c declamando con/ira esie corpo respeilavel.diz
que os iiiarinhefoa he que lancarau. fugeles
l't-la nulliclaibf! ,|,, t-icicao ; dizque os guabirl
e o pralaiVovas cslao ligadoi par opprlmi-
rem os Pjn^naiiibuca.ioi, I que lado, poii, per-
lence e/a? note a cmara que foi depois
que essffjiha excitou apaideipor uina ma-
neira desVomunal, que appareceram esiei es-
pancaim i\iu je que jfallei, e que troujeraiii
como resjitado os aconteciii.enlos de 28 e 27
de junho/ e pode vista de ludo isto duvi-
dar- sr o a. moiiiciito que os acontcclmentos de
2(i e 27 de junho foram obra do partido que
miitii Ann


I.i f Mas. qucr a cmara anda nutra prova?
Appaieceraui os ncuuipciineiitoi dp 20 e 27 junhn ; o povo porque n.o confundo com o p vu de Peniam-
l)iiro risa rali- que se ainoiliiou ; o poro dr-
> rrnanibuc nao era capaz de malar hnwens
;.ppia./w) ppbs ruis ; fu.am rssrsrus de ,oli-
11-i i|in' inl li/.iin n i.- eiisipm on mais ou mc-
noi mi lodos os palera inriino riviiisadna
lain'iad(ii); mal, Sr. prrsidrnlr. a ralr de Per
iiambuco reunio-sc na ru.i da Praia para nmn
l'oi tognczci, mas rila pedio tan.ibciu a substi-
luicao dr cerlas auliirirtadci. pedio a deiuluo
do subdelegado de Santo-Antonio, pn.poi mu
subdelegado, rqiirm f,l rile Era um liuinein
todo do partido que sr revoltn pin nnvriiihrn,
uni homeni qurj liavi.i servido oquelle lugar,
un. lioniPin qup toinou una parte importante
na tiiriiua rrvolla de uuvriubrn. E ie por
ventura essa rale que ie concii-u nos das 26 e
27 de jiiiilin. coiiiuifttPndo psciidalos na ca-
pital da mlnha provincia, nao p-rtencesse ao
partido que je diz a nacional, pedera elle a
noiuea(o de,se boiueni ?
Ain.la mus. Sr. presi lente, tima casa
foi trrida por ras* Rento amotinada, e
qual fui rila ? A do Sr. .Mano-I do Souza
Teixeira !!! O |>aiti to que entilo domina-
va arhava-se possuido ne um ranror lal
contra o ex-presidenle Mano! de StU70
Ti ixeira, que procurava tudas as ocraies
de (l-sf'itia-lo na assemblca provincial
clmni .ii-so a cotilas o seu lelalorio feloao
Sr. hresdi Molla, s para aceMar-se com
um i uerasiao de o cubrir de insultos e.im-
properios. KS'nor nrcasiao .losaconta-
cimento* do 26 a 27 de juniio fui cas* des-
811 illiiMlre p| latino con ida a pretexto dw
rXiatlreOl la l'm liit;i' "-'i'-; m-cnIt .s. qil'lse-
lia o tu-II i do que assim oiisatia desfeiir o
Sr. Miiio I .lo SOUH Teitrifa ? Nao seria
tquellc a quim tile (inri. tirado alguinas
|>u*l 0 s ouciaes, e que por issit eslava
conspralo contra elle roo liava ?
( Continuar-se-ha )
augoas.
Extracto do expedienta do E.rm. Sr. prn-
dente Dr. Jos tiento da Cunha Figueiredo.
7 DE FEVEtEIRO.
Oflicio. Aojuit dedireito da comarca de
Murci, (leerlarando-lhe que nao tendo al Pi-
ta data dado eiecurao ao dispnsto no artigo 38
do regulamento de 31 de Janeiro de 1842, cuui-
prc que senl penla dp lempo Pihiba a rasan
porque o nao trin feito, cuidando logo de re-
mediar essa lacu'na do tervico publico, anu
de que riteja a presidencia habilitada a ial<-
fazer a intcoco do artigo 37 do iiiesmo regu-
lamento.
Do mriiiio teor ao juiz de direito das co-
marcas das Alagoas c Anadia.
Dito.Ao cirurgiao Antonio Gomes de Ar.iu-
jo, ileteriiiiiianlo-lhi- que marche j para Ja-
cuipp. a aprc.entai-se ao director geral dos lu-
dios, anu de ier all empregado como cirur-
giao do acampamento.
DEM DO DA 8.
Oftirio----Ao inspector da tlipsouraria de a-
/enda N. 51. lllui. Sr. Os dnui recibos
que de novo Ihes remeti passados, um pelo
director geral 'los Indios e outro de sua ordeui,
pelo aderes Elias Marlins de Olireira, san de
duus ciintns de res que no inesuio director
nandei entregar prloiiegociante Eiuigdio Jor-
ge de I .Kii.i, e queja l.n.uu pagos por essa thc-
aouraria ao cominandaiite superior Jos Anto-
nio de Mendonna como procurador daquelle
negociante em vlrlude dos tueui oflicios de 15
de dpfcmbrn e 9dc Janeiro prohiuios passados.
Agora val maisuin lerceiro recibo paliada pe-
lo referido director ger.l da quanlia de tres
contos de i cisque Ihe forain rnlregiies pelo
aderes Rozendo .Mouleiro de Lima, c devem
lodos esses diicuiucutoi ser aichivados uessa
iIh -.oiii, ir 11, ti ni de que a lodo o teinpo Olis-
te a historia dos dinheiros que por diversos
portadores sao enviados ao duo director geral.
va Pinto com trp tiroi dados pin una cinbni- fado digno de admiragflo e Olllros 0CCT-
cada. dos qnaes un ie rnipregou no dito ca- ulns nesta suacis, ClijOs resultados f-
pitio que sabio baleado em una perna ; c
emulando seren os autores riPSSr al le n t ,d n lies
lillioi de .losr1 de Soma Mo>rlra, recoui'iicnda
qup rnipregue toda a aclivid ide Pin promover
o tevido procrdimrnto da Justlca entura taca
a.;,;rc.orcs, artlll de qup aejair. punidos din o
r g.ir da lei: e do resultado dar parte a pre-
potencia.
IPABI lg PgKVBli:.
BXC1FB, B DE MABOO DS lb50.
lia ven o suspeitas de que a barca Braca-
rente, de propriedade do Bento Jos da Silva
Magalhiles, e fabricada, sli a inspeceflo
IpsIp, na cidade do Porto, era portadora de
Hvultsda (oreflo de notas falsas de diverso
valores; a polica, do combinaeo com a
alfan lega, e coadjuvada por un navio de
guerra, visitou honiem a referida barca,
loguque ella s-i api.ruiiinnu desle poito ; o,
comquiintoal agora n.1o se leuhstn achado
taes cdulas a bordo diquella enibarca^ln.
todava 1'i'irani prosis o esto incotnaiun t-
Diveil o mencionado Denlo Jus da Silva
MiealhPse mais duus passigeirns, contra
os iiuai'.s psrece que a polica liulia denun-
cia a rospeito.
Trnsoguc-se as necessarias averigua
coes; e, logo que ellas t-rminarm, dare-
mos conla do resultado aos leilores.
rain igualmente satisfactorios : c jamis
em tal conviria um coracSo grato, como o
que pre>umo ter.
Qtnfr, poi<, V. S. acollier i'-iiigiia-nenlc
os ui-iis sinceros agrailrcitnentos o os prfi
lostos e cor leal estima de qiiein he de V
S. alTecluos cria loe obriga lo
Antonio Manuel da Silva Mata.
tCHMfWEftCtd.
Com mu nica do.
UMA LAGRIMA liE 8ADA0E
Pelasentidittima inortr. do Dr. Mtinoel Mar-
tins Ribeiro.
Abrp-ie, rampa qup pncerras
Os restos do nosso amigo,
guereiuos v-|o nina vez,
il luixir ao sen jaiigo.
?
Marlins, prezado collcga, duro amigo!
ain.la hontcm eras'um ser animado.vl an-
da liontem l'a/ias as dilirias d- um pal, que
para lu* apurada educarlo tanto se disv-l-
iura, riparancoso no brilhaute porvir que
(n aguardava una existencia anglica, e di-
rigida pelo trilito da honra e da virio le ; --
anda ha pouco, rodeado dos leus leaesrom-
tiheiros o vernadetros Bmigos, que saho-
reavnm as doQiiras das tilas qualhladog, rc-
lebrav%yiogM'tnio da lu honrada famili
a conscciitj'.o da forntatura, o prpinio mer
Cilio de tantos Iratialllos, cuidados csaci-
lico; qiiando prinoipiavta a fruir o I titilo
da la corda scientilira .... hoja Olllroisflo
os leus conviva?, osqu"a lagrimase suspiros deploran! to dina au-
setici-i e dnlurosa soi.aracii ; hoja iudo e
inauido siih o glido sppolcliro, Instes ro i-
bado pela peneiranU ftico da ten i val par-
ca, que sempre impa e-quereu n barba*
ro assas.Mii que, se ienlo Je" sangue, rc-
(iirsenta na tocedadeo papel Ufe tigre as
selvas, e a cada pauso trz o lucio k a cons-
ternicSo a tintas familias o lillio dosni-
lurado e reprobo, quefjz seu velho eal-
quebrado pai tragar gota a gola iodo o fel
d'amargura --a raposa infida que oconor-
loalraici'n, e lega op.rolinos a sita inft lis p
innocptiie pro'e os despolas que oppri
niei-i as tiarOHS os avaros que sens llie-
ALFAtNOEGA.
Rendimento do da 8 ; 5:588,503
betcarregam Aoje 9.
Patacho frnr;eZ"l?/,nnfO'*-Aroe/er merca'
dorias 0 haUtaS.
Barca portuguoga Ligiira --oinrcadorias.
iir gno brasilero Empresa dem.
Barca ingle/.a Thomai-llellors idoro,
ferro e alca irSo.
GOfBOLADO GEItAL.
Itomlimento do dia 8.....
Diversas provincias......
2:369,715
EXP0HT4CA0.
Despachoi maritimoi ni dia 8.
Barcelona, patacho hrspanhol fmgn, de 192
toneladas: conditz o segiunle:
MI arcas de algodao rom 3,2f)9 arrob is c
libras de assucar c40 couros seceos.
lialtiinorc, hiate americano Abegatl, de 154
ton-hdas: condui o seguinte:
2,61)0 saceos com 8.5 M) arrobas de assucar.
CONSULADO PH0VINCIAL.
Rendimento do dia 8..... 1:118,180
rtovimento do Porto.
Dito. Ao inspector da tlicsouraria provui- Siluros alTerrolliarn para revar sua srdida
cial, para mandar salisfazer a Amonio Gomes
de Morars a quaniia de -Jj.nuu rs. proveniente
da troca que fez deuui cavallo com outro da
..inpai.lii.i de polica.
Dito. Ao capilla do porto interino, deter-
iitiuando-lhe que mande li/er o concert de
<\ ue precisam as pipas de couduzir agoa de que
trata o ollicio da mrsiu.i capitana de 'I de ja-
ni iro prximo passado, e que manda a cont-,
para ser paga.
Portara. Nomeando alguns olbciaes para
0 segundo balalho da guarda nacional do mu-
nicipio do Porlo-da-Folha. Coiiiniunicou-sc
ao co.iiiiiaudaute superior respectivo.
Ofnciu. Ao commandaute do destacamen-
to de Agea-llranca, dizcndo-lhe cni re.-postaao
seu ollici.i, que nao he possivel por ora aug-
mentar o seu destacamento, e logo que ie pul-
sa dispor de maior frca se coiupleaio as 25
1 o.i cas de que falla.
Dito. A Juiio Kaptista Corrcia, declarando
Sue atlcndendu ao que eipoe Pili seu ulfciu de
de Janeiro ultimo concede-lhe a dcmliaSo
que pede do lugar de subdelegado do dist.iclo
da Malta-Grande. Couiaiunicou-se ao clitfe
de polica.
Dito. Ao capilao do porto interino, para
que, vista do aviso do miniterio da mariuha,
datado dr 5 de Janeiro ultimo, que devolver
com o oflicio que vai junto, intu me o que oc-
correr acerca do iccrrlaiio da capitana.
Dito. An juiz de direito de Anadia. Sen-
do-me siiuiiii.iiiienie desagradavcl a noticia
que me da Vine, cni icu oflicin de i do corren-
te, no posso deixar de reprovar inui severa-
mente o prucedimento do iircsuniido autor do
alternado couimeltido contra o capilao Aprigio
da Silva Pinto, poii que por mais provocado
que livcsse sido pelo subdelegado de polica,
deveria esperar o remeoio da auloridade su-
perior, e nunca procurar viugar-se por suai
proprias nios. Portanto, leuhu nesta dala ex-
pedido as ordens convenientes para ser pro-
cess .do e punido o autor ou autores do del c-
in.di veniln Vine, de sua parte fjzcr ludo quau
tQ eitiver cm suai alliibuicdei para que se
limite ola o imperio da lei nessa comarca, por
cuja traiiquillidadc o respousabiliso mui posi-
tivamente.
Dito. Ao delegado de Anadia. Rccebi o
seu oflicio de 4 do crreme, e nesta data expe-
co o ilein ao Dr. chele de polica interino, pa-
ra qued as urcriiarias providencias, alim de
seren prucestados e puuidos com todo o rigor
da lei os perpetradores do alternado que leve
lugar contra a pessoa de seu loluiulio o cap-
tas Aprigis da Silva Pinto ; coiiviudu dizer a
Vine, que, przando bem a sua posicao de oC-
fendido, ,!, .. cobiI>>r-sc de todo o SMu de vtn-
-ini.a, e eiprrar da legitima auloridade a pu-
nlro do delicio, nad.se couliando nunca nos
recursos prnaaei coiu tjue Vuic. acea o go-'
veruo no dito leu iilli..!ii,'|li.'nn nesta pane da
mais severa censura e'inteira reprovacao.
I .iiiilxin acabo dr olli. i,ir Jf" promotor pnbll
co dessa comarca para que pitpuiuva de la pai -
te o prncedimenlo da ju,n, a -acerca do (acto
occorrido.
Olio Ao chefe de policia, rer0"""do o
oflicio do delegado de Anadia, recoili'tnciidaii-
do-lbe que mande proceder com todo1 'Igor
das lel contra os perpetradores do attentado
ni I le narrado. '
Dito. Ao promotor publico dacjoniarca da
cohica. surdos e itnpassiveis as supplioase
nos gemidos los seus miseros irmfios ; em
simuii.i, ella ludo preterio, o puspo/, para
lemlirar-se do lilho extremoso, bom irm.ln,
discpulo honesto, collega exemplr e ami-
to sincero.....Pavorosa realidad, fatal cer-
teza de immetisa ilor !!. eis o crepuscu o
de urna rpida nassagem no occaso desta
vida transitoria, Din de lautas esperanzas p
es-jos, de tantas al-grias e pezares, de
tantas asniracfs o desengaos para des-
POnlar no oriente da Vida d'alemHumulo,
eelelinin lo no magestoso coi tejo as pom-
pas do Creador !
Ealbora o liorlmriuho do mundo procu-
re fascinar-nos, a nossi existencia asseme-
llia-s- i u ni ver.'adeiro ouropl ; nella lu-
do corre, escoa e passa, loul ttt tamb, tuut
eitevanoui, tuut ett echup.... o s possuimos
um sornso de esperanca, e essa esperanca
he a volitada de Dos, da qual merecemos o
soccorro eo lenitivo para osnossos malas,
Mi.'Senil ir, liumillto-me o cuivo-me rec i-
nhvcidoa vossi sabedoris e omni.iniencia,
aqnem s cabeotitorgsr a ledice eterna po-
ra fruiQai-) dos virtuosos! Equem seiia mis
digno de sahotea-la que aquella alma can-
dida, o lypo de itioralidade ?.... As>im co-
iio no con ha Dos, que he lodo amor, no
eco ha anjos que urclehram em harmonio-
sos hyuuios, o complexo de immensas ma-
ravilbaa.impossirel ne,qu.ila noiaibam
coraQes saudosos, do mcsino moJo care-
cemos de revelar nossas doces e sinceras
aireiccs com preces lgubres, amis ex-
pressiva o eloqueiile lingoagem sobre as
llores, que duram um s dia sobre a podra,
que dura seculos as palavrs, que silo o
balsamo dos tnorues, a lembiam;* dos vi-
vse o nico co que liga a motlo vida, o
creador ciealura.
Seja, pois, o seu apanago o pranlo de
amargura na intensidad^ de urna dr pro-
funda ; e as lagrimas que vertemos sobre n
sen luiicbi remanso seiito o consol e o
holocausto da m-ssa perenne saudade; o
sen Singelo tmulo sera o nosso oppresso
corafo, e o seu epiUphio, inspirado, pela
magua que punge u uossa alma, inscripto
em sublime e eterno relevo.
*
r.'iiblic.ico a pedido.
lllm. Sr. Dr. Onsniuva.--8 C 8 de mar-
qo de 1850. -- Quando no meio dos horro-
res o outros lurmeiilos occasionados pulas
fehres epidmicas que vigorosamente m
assaliar.ini, ten lo ja no espacu de 8 das cs-
gotado os recursos da allopatnia styn cx-
peiiinentar allivio algum, a ccesconJu o
men mal a pontos de mo fazerd-ilar vmi-
tos negros e sanguneos; e ja deseugaindo
pelos mdicos allo,-athas,esperava termina
aa minlia existi-ncia, recorr a V. 8. para ipf-
Auadia, que. paiiiripando o deleWtrar-me as dost>s honicejaaihicis, lias
ma comarca, que no dia 3 do con cupe'entaramqoaes como por um encanto beb a vida; ------------, r.
ni usa villa assastinar o capilao Apr''e'oda Sil- JuSo era para doixar eui esquecimetito esse | habilitadas.
Natioi entrados no dia 8.
Macei 42 horas, brigue de guerra brasile-
ro Ciiltope, commandaute o capilan-tpnente
''arloi Augusto de Kigueira. Conduz 62
pracas uc cuardas nacionars. o Icnente do
quinlo batalhao de cacadores Antonio de
1 l-iil ind.i i iv ileanie c 30 presos.
Parabiba 2 dias, hiale nacional Coneeico-
Flor-das-Virtudei, de 23 toneladas capilao
llu-. do Rosario, equipageui 4, carga toros
de mangue ; ao capito.
Philadelphia 31 dias, brigue americano Piit-
mim, de 187 toneladas, capilao Joieph Faroll,
rquipagem 10. carga 7,000 barricas de baca-
Iho e velas de espermasete ; a Deane Youle
-v C I- u mi en ii no Lameiro, c velo o capi-
lao trra.
Vatios tahidot no mesmo dia.
Venea Hrigue ingles Cnrotine, capitn VVil-
Ii.ini Nante, carga assucar.
Liverpool pela Parahba llriguc inglcz ^nn-
Jnfinilun, capito Jonai Lpez, carga baca-
iho.
ObservacaS.
_ Os navios Fmucoit-Xarter, Altreu-I, L'lrice,
liemge-.liin e Itiibrrl-CumiMt, deve Icr-se cuino
enlrirlns e uno como sahidos como por eugauo
se publicou em o numero antecedente.
EDITAjES.
0 lllm. Sr. Inspector da tlicsouraria da
fazonda provincial manila fazer publico que,
do din 11 do coricnle mez em diante, pa-
ga m-sc os ordnalos o oais despegas do
moz de fevereiro prximo passado.
Secretaria da lliesouraria da IV/cnda po
vincial de l'ei iiaiiili.icn, 6 de marco de
1850 0 secretario, Antonio l'erreira d'An
numiiiido.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria
da fiiz-ti.la provincial, em cumplimento da
ordein do Exm Sr. presidente da provincia
de 6 do coi rente, manda fazer publico que,
os das 18, 20 e 21, ir a (iraca, pera tilo o
tribunal administrativo da mesina iinsou
i... i.i, para er arrematudo a quem por ma-
nos li/er, a obra dos concerlos do caes do
l'asseio Polilico e no do Ramos, sb as
clausulas especiaos abaixo transcriptas, e
pelo preco de 1:980,000 iris
As pessoas que se piopozerem a esta ar-
rematarlo comparecan na sala das se;soes'
'lo soiirc.iiin tiiliiiual, nos das cima men-
ciona 'os, pelo meio-dia, compeienlemctite
habilitadas.
E para constar se mandn lixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria da fazenda pro-
vincial do Prrnainbiico. 7 do marco de 1850.
-- O secretario, Antonio t't'rtira da Aunun-
ciardo.
Clausulas especiaes da arrematando.
1.* As obras do concert do caes do Pas-
seio-Puhlico, o no do Ramos seiflo feitos
de conformida le com o ornamento tiesta
data aposentado oo Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo preco de 1:980,000 is.
2 Esla obra ser principiada no prazo
lo um mez o concluida nodo cinco mezes,
mi.lu-, contados em tMuoriiiiila.li; do artigo
lOdo regulamento das arremala(0es de II
dejulho de 1813.
3' Todos os matetaes seio examina-
dos p.|o engenhciio autos do serem empre-
gados, e app> ovados lavrar-sc-ha um termo
4.a 0 pagamento da arrematado ser
feito conformo determina o artigo 15 do
sttpracilado' regulamento das arremata-
cOes.
5.' Para ludo que n.lo esliver determi-
nado as presentes clausulas, seguir-se-ha
iuteiramonteo que dispou o regulamento de
II dejulho de 18(3.
Recife, 28 de fevereiro de 1850. O en-
gptilipiro do termo do Recife, Jote Mamede
iltt Firreira.
O lllm. Sr. segundo escriplurai o, ser-
viudo de inspector da lliesouraria da fazen-
da provincial, em cumprimenlo da ordein
doExm.Sr. presidente da provincia de 14
do crrente, manda fazer publico que, nos
dias 12, 13 e 14 de inar^o prximo vindnu-
ro, ira a praca, petante o tribunal din
ntstrativo da inestna lliesouraria, para ser
arrematada, a quem por menos Ozer, a obra
da coiilinuafSo do caes u. nominado Ra-
mos, sol ,s clausulas esieciaes abaixo
transcriptas, e pelo preco de ll:3S5,000 rs
As pessoasquese propozerem a esta ar-
ii'iiiai.cjii coinp i.-.'caiii na sala das aess.'s
do so'itedilo Irihunal, nws dias cima men-
ciona Jos, pelo uieio-dia, competentemente
E para constar se mandou allixar o pre-
ifliitne publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria da fazonda
provincial de Pernambuco, 15de fevpreiro
de 1830. 0 secretarlo, Antonio terreiru
d'Xnnunriaciio.
Clauuilan especiaes da arrematado.
I As obras da continuaco do caes de-
nominado llamos sero fritas de couformi-
Itdo com a planta e orcamenlo tiesta data
apipsiMiiados ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo p et;o de 11:385,000 rs.
-2 Eslaolita sera piinclinada no pra-
zo de dous mezes, e concluida no de 7, am-
bos conforme o artigo 10 do regulamento
das n ruin ilaees d" i I de julho de 1843.
3 Os pagamentos da arrematado se-
i'flo l'-iios si-gtiudo disude o artigo 15do su-
pracitado regulamento.
1 Tolos os mal. -riaes sertlo examina-
dos pelo eligenheiru antes de serem empre-
ados, e, approvados, lavrar-se-ha um ter-
mo em que assiguaruo o engeuheiro e o ar-
remtame.
5.a Para ludo mais que no esliver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se h i inleirainoi.te o que dispd* o mencio-
2:016,885 nado regulamento do II de julho de 1843.
352.8BO c Recife, 13.le fevereiro de 1850.--O en-
geuheiro do termo do Recife, Jos Mamede
Alves t'ernlra.
Pela inspectora da alfinil-ga Se faz
ntiblieo que, no di* 9 do concille, depois
de ttieo-d i a, e na port da mesma, so ha de
arrematar em hasta publica, fe a requeri-
mettto da prt, iiifi-nni do art. 291, as
SPgtlinlos m-icailoii..s peTlencenlrs a cai-
Xa J. V. A. & ('.' n. 79, viada do Idvre
pela harca franceza Zilia, aoprenen lid i
pm acto de des acbo pelo fetor Mino. I
Ephigeiuo da Silva, na conformidade da
segunda i arto do art. 203, a saber : 2 vi-
deos COin Snlplnile de quina, peso bruto 7
tincas, utiii oiicaI-SOO, total 11:290 ; 1 di-
to con sulplial jinnilitia, peso Imito 4
oncase cinco oitivss, 1 0115a 16:000, total
74 000 ; 1 dito com acetato de morfina, pe-
so brtno 2 nucas e 5 oolavas, 1 onca 12,000,
total 31,500; I dito com oleo volat-l de
flor de laranja peso bruto 6 ontjase 6 oita-
vas, 1 libra 20,000, total 8,437,1 garran
rom agoa de Ionio cereja, peso bruto 6 li-
bra, 1 libra 1,000, total 6,000 ; 1 vtdro
com hiilrindito de potassa, ppso bruto 3
l|2 libras, 1 libra 4.800, tot te .I- louca com extracto de timbro, peso
bruto 2 libra, I libra 1,920, total 3 810 ; I
vidro com kriosoto puro, peso bruto 2 li-
bras, 1 libra 1,600, total 3,200 ; 34 libras
niiimvll 1 IV.iiie-/., I libra (Un, .tul i| 20,400;
2 garrafas com 15 libras de espirito di: sal
amoniaco, I libra 800, total 12,009 ; 2 di-
tas com 9 l|2 libras de ether sulphurico, I
libra 2,000, tolal 19,000; 2 vilrmi com
astil de Rerlim, pesando bruto 12 libas, 1
libra 2,000, tottl 24,000; 2 ditos com ail,
pesando bruto 8 1|2 libras, 1 libra 1,600;
total 13.C0D ; 1 dito com pliosphato de so-
da, peso brillo 6 libras, 1 libra 800, total
4,800; 1 tlito com acetato de colimbo, pe-
so bruto 6 libras, I libra 400, tolal 2,400;
2grosasdo ixinhas para pillas, t grosa
1,120. total 2,210; 1 vi Iro com limalha
da Ierro, peso bruto 4 1|2 libras, 1 libra
120, total 540 ; 1 dilo com lecopodo, peso
bruto 5 libras, 1 libra 1,600, tolal 8,000;
1 dito com nitrato de basisia, $so bruto
2 libras, 1 libra 800, total 1,609; I dito com
-tro neja na. pesn bruto 2 l|2 libras, 1 libra
700, total 1,550; 1 dilo rhuibarbo em p,
peso bruto 2 1|2 libras, 1 libra 3,000 to-
tal 7,500; 1 dito com cochonilha, peso bru-
to 2 libras, 1 bra 6,000, tolal 12,000; I
dito com accido oxlico, peso bruto 1 l|2
libia, 1 libra 2,400, total 3,600; 1 dito
com calomelanos preparados, peso broto
2 libras, I libra 2.400, total 4.800 ; I dilo
crin sulphincto do antimonio, ppsob.uto 5
libras, i libra 2110. lutil 1,000 ; 2 ditos com
trtaro pmelico, peso bruto 9 libras, 1 li-
bra i.t t); tolal 14,400; 1 dilo com iodo.
0 Sr director n'orinodo lyceu manda
fazor pubc i que, no da 15 do enrrontn, g0
cnserrarao as matriculas; e os Srs. es'u-
lantrsj rrntriruldn?, queja se acharen
rrstabeleci.losqueiram comparecer no ly-
ce-i; pois que ns aulas eslo em' ejerci-
cio O secretario inletino, Antonio F.gi-
dio da S>Ira, professer dr geometra.
Avisos martimos.
Para o Ceara arge viagem o hiato
A'opt).Olinda,deque ho meslre Antonio Ju-
s Viantis, por lorjA tratado parte carr^ganiento t os pretendenles a car/a e
passageros, dirijam-.*e ao mesmo mestre,
ou ra da Cadeia-Velna, u. 17, segundo
andar,
Para Porto-Alegre pelo Rio Grande do
sol segu, em poucosdas, n brigon Flores :
> lecebe passageitos e escavos a frpte, pa-
ra o que lem bons commo.los: lrata-s
com o capildo a bordo, ou com Amorim
Irmaos, na ra da Cadeia do R cfe, n. 39.
Para o Rio-f.rando do sul eguein cun
hrevidade o brigun lirasdeiro Juno e o pa-
tacho Astrea: quem nos mesmoS quizer
carrpgar, ou ir de passagem, para O que
tem bous conimodns, e mesmo para escra-
vosafiete: trata-se com Amcln Irmflos,
na ra da Cadnia do Recife, n 39.
Para Lisboa segu com brrvi lade, por
ler parte da carga prompta, a liare'orlii-
guoza Llgeira, de que ne capillo Antonio
Joaquim Rodrigtiez : quem quizer corregir
ou ir de p^ssagem, Talle com o mesmo ca-
pitlo, oo rom Eiancisco Seveiiano Rabel-
lo&Kilho.
Para Lisboa
i-eso bruto I l|2Jibr*, I libia 8.000, total
12 000; 2 potes de louca com extracto de
h'lladona, poso bruto 3 libras, 1 libra
4,000, tolal 12,0 m ; I vidro actalo de fer-
ro, poso broto 1 libra, II 000, castorio 4
oncas, libra 16,(00, tolal 4 000; 1 vidro
com oleo de crotn liglmm, peso bruto l|2
libra e 10 oitava, lotal 5,781 ; 2 ditos com
valeranatodeztico, peso 5 oncas e 7 oita-
vts. 1 onca 5,000, total 29,375 ; I dilo com
valerionato de qiiinnina ezinco.poso bruto
2 uncus fl 1|2 oitava, 1 O0(a 6,000, total
12,375; 1 polo de Inoca com extracto de
opio, peso bruto 2 libras, I libra 24,000
tolal 48,000; 1 vidro com oleo volatel de
mil floro,*, pe 4,000, total6,000; t dito com enzorre dou-
ra lo de antimonio, i-eso bruto 10 oncas,
libra 2,000. total 1,250; 1 duo com laniuo,
peso bruto 6 oncas, 1 miga 800, total 4,800,
1 garrafa com oleo volatel de crwvo, prso
bruto, 6 1|2 libras, I libra 6,000, total
37.000,1 libra de escamonea de alap, 12,000,
sal amoniaco branco 3 libras el|4, 1 libra
400, tolal 1,300; 1 vidro com oleo volatel
de verga mola, peso bruto 2 libras, 1 libra
6,000, lotal 12,000; I dito com oleo vol-
til de limlo, p-so bruto 3 libras, I libra
3 000, total 9.000 ; 1 dilo vinagre aromti-
co, peso bruto l|2libra c 14 oilavas, total
4S7 ; toditos com roh anti-sy philitico, 1
vHw 8.0O0, total 80,000; somtnando ludo
em 665,975 rs : sondo a arrematagilo livre
de direitos.
Alfandega de Pernambucn, 6 de margo
do 1850. -- O inspector, Luis Kntonio de
Sampaio Yianna.
J)cT.lar;it;6es.
-Ocscriv.lo servindodc adminislrado-
da recebedoiia du rendas internis genes
abaixo assignado avisa a lodos os collecla-
ilns pelos diversos iinpottos que silo ; i r.--
cados pela mesma recebedoria, que arhan-
do-se creados os dous cobradores, de que
trata o artigo 32 do legulani-nio de 15 de
junho de 1844, n. 361, para receberem ami-
gavelmenle no domicilio dos devejores a
importancia de seus dbitos, a elles pode-
rUo pagar, lando por desobliga os recibos
uxlrallidos dos tiilO-s para esse hu orgaut-
sados, SSiignidOS pelo thesotircto, Joa-
quim Mara de Carvslho, e os empregados
que os passarem, rojos agentes rec;bedo-
ivs Humeados e habilitados psra esse re-
cebimei.to, s3o Jos Chrispim de Assump-
gflo e l.uiz Gomes Silverio.
Manoel Antonio SimOei do Amaral.
segu, com a
maior brevidade possivel, por ter
a maior parte tlesua carga promp-
ta, o patacho porluguez Jbret-
Primeiro : quem no mesmo qui-
zer carregar, ou ir de passagem ,
dirija -se aos seus consignatarios,
Oliveira Irmaos & Gompanbia, na
ra da Cruz, n. 9.
-Para Macei salte, no dia 14 do correte
nfalivel nenie,o bem conlieriilo brigue na-
cional Empresa, capitSo Guilherme Pinto
da Silva : recebe carga e passageiros : tra-
ta-sena ra da Cndea-Vclna, 11. 17, segun-
do andar, ou com Augusto C. de Abreu, na
mesma ra.
Para o Rio -de-Janeiro ahe, com a
maior breviJade possivel, por ter ja parte
do seu erregamento tratado, o brigue na-
cional Sem-Par : quem no mesmo quizer
carrpgar, ou ir de passagem e embarcar es-
cravosa frele, dirija-se ao cap io, na pra-
ga doCotnmercio. ou a Novaos le Compa-
nbia, na rus do Trapiche, n. 31.
Para o Rio-de-Janeirosahe o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por lera bor-
do mais de dous tergos de seu carregamen-
to : quem quizer carregar o resto, mandar
escravos a frele ou r de passagem, emen-
da-se com o capilao a bordo, ou com o seu
consignatario, francisco Alves da Cunha,
na ra do Vigario, 11. II, primeiro andar.
Para o liio-de-Janeiro sabe,
no dia 15 du concille, a inulto co-
nhecida e veleira barca nacional
Firmeza : para o resto da carga e
passaoeiros, ou e>scravos a frete,
ttata-se com o capito, Narciso
Jos de S.-Atina, na praca do
Conimeicio, 011 a bordo, ou ra
da Cadeia, n. 4o, terceiro andar.
Para o Rio-de-Jmeiro sahe Imprele-
riv-lment a' olim da prsenla semana o
patacho Nereide, de superior mi relia, e for-
rado de cobre ha 2 mezes: para o resto da car-
ga, pissageiros, ou escravos, traa-se rom
Joan de Carvalho Raposo, na ra do Viga-
rio, 11. 5.
I'ara o Ro-de-Janeiro
segu no dia lo do corrente o pa-
ticbo nacional Industria, novo,
forrado e pregado de cobre : para
o resto da carga, escravos e pas-
sageiros, paraos quaes tem pti-
mos com modos, trata-se com Ma-
chado & Vinbeiro. na ra do Vi-
gario, n, 19.
Avisos diversos.
Jollo Jos Lopes da Silva faz sciente
aos credores de seu fallecido mano, Ale-
jandre Jos Lopes, para que apresentem
suas cuntas, no prazo de 8 das, para serem
conferid ns.
Precisa-se do um homem que queira
levar urna carta distinto desta praca oilo
leguas : paga-se bem : atrs da matriz da
Boa* Vala, n. 21, sobrado
Quem liver una cisa terrea com chSos
inoinns us roas Direita e Hurtas, paleo
de S.-Pedro, Camboa e paleo do Carmo,
ras estrellado llozario e Cruzes, annun-
cie.
Qtiaila-feira, 6 do correle, pelas
horas da manliaa, sthindo a dona da casa
do Iipccu da Viragfio, n. 6, enlrou pla ja-
nella da mesma casa um pr lo, a vista de
alguns moradores do mesmo liecco. e fur-
tou urna suia d seda que urna vtzinha de
nome Manoella havia dado para coser .* ro-
gi-se a quem fi'ir olferecida, que falle a
Jo.lo da Costa Palma, ou leve a casa refu-
nda, que sera gratificado com 8.000 rs.
-- l'recisa-se de urna ama de leite : no
Aterro-Ja-Roa-Visla, n 48.
Antonio Jos Pedro Gongalvas embarca
paia o Rio-de-Janeiroo seu escravo Joo,
de nagiio.
No dia prjmeiro do corren-
te mez desappareceram dous es-
cravos, a saber : uin pardo meio
escuro, secco do corpo, rosto um
pouco comprido ; tem um lalbo
qtiasiorisouial em cima do nariz ;
tem pouca barba representa ler
de idade 2o annos e be alio; e um
molcque, de nome Anastacio, sec-
II FRIVFI


*tK
co do corno, meio corcovado : hei!'wrno,10 "f""01*' f'vor de declarar por esto
, _._ i. I to'n'l qul a resana n quem remetlou d-
bein prelo e tem marcas ili pannos
pelos braco*. O pardo he confie-
cido por Jo5o Grande, e ambos
perlencem a vuiva de Jos Joaquim
He Mesquita: quem os npprehn
der pode condnzi-los ra de San
to-Amaro, sobrado de dous'anda-
re?, n. 6, qoe ser generosamen-
te recompensada.
~ N ra Do-cita, sobrado n. 120, segn-
do amlar. prcrisa-se alugar un ama que
saifa onzinhar. engommar c fazerloln o
n>is servido interno e urna casa do rami-
lla.
No se tendo reunido oj Srs. irmBos
da i'in 'iida le deS. Jos de II i lia Mi r, o jiiz
da m mes-nos p.ira se reunirem domingo, 10 do
crrante.
A mesa rgdo'a de N. S. do Cusde-
lupe, len reja <* mesma s*nriora, convi la a todos
os nfll!a-* He peireiro e carpina que
qnei psrecerem noescriptO'io da megma groja,
no.lia 10 do co rente, aa 10 horas do da,
para contrataren! cot a mega.
Tendo visto n"8 Diarioi de Pernambu-
oannuncin porSr. Antonio Boiellio Pin-
to de Mosquita dizemlo que o meu amigo,
o Sr. Joaquim Antonio dos Santos Andrs-
de, socio que foi do meu amigo, o finado
Teixeira. testamenleiro e inventar jante do
n'PSTio finado, a titulo de ter pago multas
dividas iio oasl, tiniia requer lo para se-
ren arrematados os ohj"Clos das lujas dr
ferragena e caldeirero do mesmo lina lo.
e declara o ter sto lugar, e diz que ja
leve iluas Si-ntenC'S a son favo-, e neseus
di'eitos. Ora, cgmo cu tivesse entretido
relacfles de amizade com o dito liudo, e
[Hire-tc motive estar a par de seus nego-
cios, no posso deisar passar em silencio
este aviso do Sr.Mesquita, e dizer que sei,
que no casal havia dbitos, e Cites por let-
tras que corren premios, e milito des-
aoreditain an negociante ellas no seren
pagas em da, o quAaeio, que o meu ami-
go Anlrade lea, e he a quem o casal hoje
obrigado a pagar primeiramenle para se
conhecer do liquido do mesmo, pois onde
ha dividas no na heranca, e isto he cor-
rente as leis que nos rega, quinto mais
queme consta que o meu amigo Andrade
Jera liador idneo an liqui lo do casal.
Agora tratando de sociedades lenno mo-
tivas para saber peifeitamonle que o Sr.
Mesquita no tem tal sociedade, pois o Sr.
Mosquita nunca vio ha annns as portag
desasa casas de commercio que diz Teixei-
ra & Andrade ; a mini nunca me constou
que o Sr. Mosquita em vida doTeixeira im-
pugna-se esse titulo, e pedisse para cau-
tela que seu nonio entrasse na firma com-
mercial dessas casas, pens que tambem,
como assim era notorio ao Sr. Mosquita,
q-,w Toixen rom a sua auto^idade dedo-
no que era dessas casas, dava bulanco to-
dos os annos, e mo me consta que o Sr.
M"s.|inta exigase copia desses Im laucos
com deelaraeflo de quanto Ibe pertencii,
nem sem tal declaradlo ; vi esses balaucos
em livros paia isso destinados, com *s de-
clarares neessarias, as qnaeg nJo se
falla em dito Sr.Mesquita. e s silo asig-
nados por Teixei'a dt Andrade.
Anda mais, estando o meu amigo, o fina-
do Teixeira, bastante doenle, n em perigo
de vi la, aconselhando-lhe os mdicos de ir
a Portugal, elle antes de retirar-se annuu-
ciou pelo Diario a sua retirada, e quequem
com elle livessa cenias as apresentasse em
prazomarcado; ora, embarcando Teixeira
em perigo de vid, nfio ha cousa mais na-
tural que qualqucr que com elle tivcss
urna sociedade, e nflo tendo documento de
quanto Ine pertencia, se apresentasse logo,
anda que dr-baixode toda a poltica e aini-
zade, e pdisse, atiendo o estado em que
ia embarcar Teixeira, um balance e docu-
mento de quinto Ihe pertencia, be isto que
nito me consta o Sr. Mesquita fizesse, nem
impugnasse pelo Diario o a n nuncio que lez
Teixeira.
Tenho visto toda a escripturaco da cisi
do linado Teixeira, e india no vi declara-
cflo alguma que diga que o^r. Mesquita
he socio.
Sei que o linado Teiieira tevo socieda-
de com diversos, e u9u me consta que fos-
se com autorisicto do Sr. Mesquita, e nem
que nellas entrasse.
Mono Teixeira, sei quo Mesquita se
apresentou e quer ser socio da casa do fi
nado meu amigo Teixeira, segundo me
consta, s com um trato lindo ha anuos,
sem mais nada.
m iim, por ora nada mais digo porque
pretendo ver se obtenho a ter em minia
no algumas horas os autos dessa questo
que o Sr. Mesquita poz no casal do tinado
meu amigo Teixeira. Um amigo dos Aer-
eiro* tU Teixeira.
Na ra Nova, n. 58, se dir quem di a
premio ^uantias de 300, 400, 500 e 600,000
rs., com hypolhrca em casas terreas. Na
meaoia casa vende-ge urna carroca para um
boi.
Na rus do Trapiche, n. 34, segundo
andar, deseja-se Miar cum o Sr. Juo de
Lima Basto, a negocio de seu interesse, ,e
juntamente eulregar-se-lhe urna carta.
~ No domingo, 94 do prximo passado,
do liecco das Harreiras, da casa do lam-
pea, fugiram duasovelhase um carneiro,
lodos lmenos, e senlo urna ovelha branca
coulra pintada depreto, ambas prximas a
parir: que n as levar a dita casa, ser re-
compensado.
--l'rccisa-se alugar urna ama que saiba
eozmiiar eengommar: na ra estreitado
llozario, lio primeiro andar do sobrado,
passan lo a bo'.ica doSr Parando*.
Aluga-seo primeiro andar da casa da
ra da Senzalla-Nova, n. 42: a tratar no
armazem da megma casa.
I'ierisa se de urna ama para cozinbar
ecompfar: no paleo do Torco, n. 21, ta-
berna
- Rog-se ao Sr. que tem em seu poder
o primeiro e segundo voluntes dos Mysie-
riosde Londres, empreados pelo falleci-
do Ca. t.no Lu/. Fi rrcira, O obsequio do os
mandar entregar no Aterro-da-lIua-Visla,
n. 44; ese o mo lizer, no prazo de oito
dias, sera publicado o seu nome por exten-
so neste jornal, para o publico o conhecer.
Itoga-se ao Sr. Fredcrico Augusto di
jo-n^t qut a resana n q
nnoiro, para llis solicitar alguma reOffia
na corle do Rio-de-Jxneiro ; corto de que,
por tal declanc3n, muilo'obsequio faz a
Francicn do L>nvn Dtiatle.
"Off-rccc-se 12,000 rs. por mei i um
crialafirri ou caativfc 1" saiba muilo
bem lava', engommar e co.er : no cnnsu-
li-ln francez, na ra do Torres, n. 34, so-
brado.
--Precisase de nm preto para vender
fazenda com um i pessoa, qno soja fiel : di-
se-lhc o sustento : na ra das Cruzes, n. 4,
das Gas9 lloras da mailha e das 4 di tar-
de em diante.
I'recisa-se de um fe lor que
entenda de arvoredos, borlalice e
11 u m : na Capunga, sitio ao pi-
do porto, a fallar com a viuva
Lasserre.
--Aluga-se urna casa terrea na_ ra Pel-
la, com cius galas, 3 Icovas, cozinha fra,
quintal e cacimba : a Iratar na ra do Col-
legin, n 15. segundo ailar.
O Sr. Bernardo Poreira do Valle dei-
xou de ser caixeiro do abaixo assignado
lesde o dia 7 do corren'".
linar te Borget da Silva.
0 Sr., cujo nome se ignora, que vejo
no dia 3 do corrente, a casa da ra do Hos-
picio, per mando doSr. do ongeuho Jacai
Iratar da compra do escravo M.mo-I, que
m ditengenhose acha, queira compare
cenia inesma casa, para coucluir-se o ne-
gocio quanto mt'-s.
Precisa-se alugar serventes do pedrei-
ro:quem os liver, dirija-ie ra Nova,
porto das canoas, armtzem ilo Torres.
^ Alugam-se e vendem-se as verda-
q deiras hixasde llamborajo : na prai;a ^
q da Independencia, rwO, ao vollar q
n para a ra das Cruzes.
O C
* Na noiti de 5 para 6 de marco ronda-
ran) d* cas n. 24, na travess* do Veras, 2
vestidos de sarja preta, si-n.io um novo e
nutro em meio uso, tima casaca de panno
prelo com muitu pouco uso, 3 cimisas de
hoiriom, tendo a marca na frallaJ. I'. M .
urna calca de brim trancado branco, um
lencol de madapolitj com baba los de cassa
de listras, urna colherde prata grande, um
canivete do follia de prati com o cabo de
madre-perola urna madeixt de cabellos
louros encasloidos em ouro. Riga-sea pes-
soaaquem frofferecido quaesquer dcslas
pegas, ou lenba noticia deltas, e avisar na
mesma casa que ser recompeusida.
i^mm
MSV^^^K^'
BOVVMAN & NC. OALLUM, engenhei-
ros macliinistas r. fundidores de ferro, iwi-
respeilosamente annunciam aos Senhore?
proprietanos deengenbos, fazendeiros, mi-
neirns, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, quo o seu estabelecimenlo
de ferro movido por rrachina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelbns da pri
meira qualidade para a perfeila confeccilo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Kowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar t
allenc-To publica pay a sseguihtes, por
terem deltas grande sortimento j prompla,
as quaes constrbidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
Irangeiro, tanto em prero como em qua-
lidade da materias primas e mao d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccSo
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos independentes para cavallos.
Bodas dentadas.
AguilhOes, bronzesechumaceiras.
CavilhOes e parafusos de todos os tama-
nhos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
^toinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaos, n prensas para a dita.
Chapas de fogiloefrnos de farinha.
Canos de Trro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrageos para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portOes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do inflo e arados de ferros,
etc etc.
Ali'-ni da soperioridade das sitas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos souhores que se dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveitandoa occasi.to
para agraileccrem aos seus numerosos ami-
gos e treguezes a prefi-rencia com que leen
sido por elles honrados, e asseguram-lhe.
que n'io poiiinirflo e.-forcos e diligencia.*
para continuarem a merecer asuaconli-<
anca.
lenles arlilicaes.
J. A.S. Jane, dentista, participa ao res-
peilavel publico que contina a exercer
sua profissSo, na ra estroita do Itozario,
n. 16, primeiro andar.
Precisa se de urna mulher para tratar
de oulra, durante o seu parto, e s tratar di
seos caldos, e depois paia litar Ibe fazendi
companhia : quer-se pessoa capaz : quen
so acharnest8ScircumstHncias, dirija-seai
Hospicio, casa do Sr. Antonio do Amaral i
Silva, para tratar do ajuste.
Precisase de urna preta captiva pari-
oservico do urna casa aaaaaaaaaaaaaaaWJJt* '% mm^m^mmmB
Ama de leile.
Precisa-se de Brria nina de icite, forr
ou osciava : pnga-sc bem : na ra da Praia
do-Caldeireiro, n. 8.
Precisa-sj alonar urca cscrava para o
servico int'Tiio eexierno de u-na casa, que
saiba lavar o engommsr: no largo das
Cinco-Ponas, subr oto do letiutitu-coronel
Bruce, em frenio da iureja.
>-4i>#44VaVvSv^'4>
irw W
9 O jnii da irmandiidcdo SS. 9
: Sacramento da Iregticzia de S
JO S -Jos do Recife f*i scieu- i
f te a todos os seus irmSos que, 9
v n5o tendo si lo poisrel por ia
# motivos de molestias, reu- fl
nir se nu'itero legal de ir- <*,
M inSos para mesa gerl, an-
J ntiiiciada para o di 17 do S
_ prximo passado, novainen- ?
;. te os convida para doming, ?
' 10 do corrente, pelas 9 I10-
| ras da nnnliaa, se reuni-
^ rem na i^-rej de N. S. dj
1 Terco, que ota serve de ma-
^ triz, afim de se proceder a
I eleico da nova mesa
dora.
rege-

4
No engenho Paco-Fundo do Po-.I'A-
Iho deixou-se, por c-ipi' i'iini'ntu, a mar-
aem do rio Tap^cura que por all passa,
um relogio de onro com vidro o ca com 'mis siuoles com pe Iras rouxas o urna
chavinha : ludo de ouro : qu-in o tiver a-
cli ido recebera a quanlia de 30,000 rs en-
t egando-o na Boa-Vista, ra da Alegra,
11. 31.
-- Paulo Jos Alves da Silva retirase pa-
ra Lisboa, julga nflo deve- a esta ['rac, po-
rm, se or acaso alguem sejulgar gi-ucre-
dor, aprsente sua couta no prazo de oito
das, que depois da veiificad se> promp-
'amoiitc salisfcito : igualmente pede aquel-
las p'-s-u is que anda Ihe restam algumas
pequeas quantias inj-m !r o inleinmsir
no mesmo prazo, para evitar maior t-a-
balho.
Becife, 6 de marco de 1850.
Pedro Carlos da Costa Cabral, doutor
em medicina, chegado rccenti-menlc a esta
capital, reside na ra da (oiiceicflo, so-
brado n. 8, onde p le ser procurado a qual-
qucr hora do dia, dan lo consullas gratis
os pobres pela manhila.
Na ra do Vgario. n. 19, desoja-so sa-
ber a inorada dos Srs. Domingos de Alint-i-
da Passos, Leandro Jos Itiboiro, padre Jo-
s Luiz Alves Freir e I). Mura da Concci-
Cflo Vieia.
Precisa-3e alugar um prelo mental-
mente, e quo seu senhor se responsaihse
pela conducta do mesmo escravo : na 1ra-
vessa do Theatro, confronto ao botiquim
do Sr. Paiva.
-- Roga-sc a pessoa que tirou urna car-
la para Jos de Mello Costa Olivei'a^ vinda
da Parnhiba pelo correio da. semana passa-
da, da casa dos Srs. James Crabtreei Com-
pmbia, o favoi de mandar entregar na ra
da Praia, 11. 18, visto de nada Ihe servir di-
ta caita, c de se acbar prevenida a pessoa
sobre (iii.Mii vinha o snque de urna Icllra de
400,000 rs. para no pagar scuflo ao an-
nunciante.
Precisase a'lugar um primeiro andar
de sobrado em quatquer das ras do bairro
deS -Antonio, cujo aluguel nlo exceda de
250,000 rs ,e nflo seja calrenlo nem fu-
macento, e que (enha quintal : tambem
se troca por outro com bons commodos,
boa vista e muitn frtseo, daudo-se algumas
luvas, sendo bom e accominodo a pessoa
que faz tal negocio : tambem sealugauma
casa terrea a moderna, que tciiha bons
conimodus, quintal e cacimba, dando-se
fiadores a contento ou dinheiro adiatitado :
quem tiver annuiicie.
Aluga-se una muilo boa sala, hem
fresca, de esquina e com duas frcnlessem
serem devsssadas, ten lo um quarto e cozi-
nha, propra para um honiem soltciro, ou
para pequea familia : a tratar na ra da
Senzalla-Nova, n. 42, primeiro andar.
Na ra Nova, n. 63, ahrem-se e imrri-
mem-secom toda a perfeicflo, 0111 qualquor
genero de gravura e em qualquor metal,
estampas le resistos, vinbetas, retratos,
msicas, alm de outros ohjectos que de-
mandan) preceitos calligraphicos como let-
tras de commercio, hilheles de visita e r-
tulos : ludo por commodo proco.
. Precisa-se alugur um sitio que nflo
seja distante desta praca maisdi que cerca
de urna legoa pouco mais ou menos, e que
tenha capacidade para pastarem 8 a 10 vac-
cas de leile, baixa para capim, Iguns ar-
voredos de fructo, agoa para beber e casa
decente para urna familia regular: quem
tiver annuncie.
No dia 9 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, va a praca, peranle o Sr. I)r. juiz do
civel da segunda vara, de arrendamenlo
por 3 anuos, a requerimento do con-se-
nbor, Caelano Piulo de Veras, o sobrado
silo na ra l)ireita>lesla cidade, n. 36: quem
no mesmoquizer laucar, comparoca as ho-
ras cima marcadas, na ra Nova, casa da
residencia do dito juiz, pois he a ultima
praca.
Precisa-sede pretas quo vendam pito,
pagaudo-se a vendagom que se convenrio-
nar: no Forto-do-Mallos, ra do Burgos,
11. 31, padaria.
~ Precisa-sede urna ama captiva, ou for-
ra, para tratar do urna enanca: paga-se
bem : na ra da Cruz, no Becife, n. 27.
Aluga-se um sobrado na ra da Unio,
com excedentes comino los para duas fa-
milias, vista para brra, grande quintal
murado, cacimba, o todos os mais com mo-
los desejaveis em urna casa, sendo ale u
dislo bastante Iresco : os preleiidentes di-
rijam-se a ra da Aurora,"n. 4
Precisa-se alugar urna preta qun saiba
lavar, engoinmar e coser, para urna casa
estrangeira : na ra II horas al as 3 da tarde. Na mesma casa
tambern se pccisa alugar un prcto que
ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
'aton d Companhia.
J'VVVV'v'ftff ^vf FTfW
<
Consultorio homeco-
Rita do Trapiche, Hotel
b rancisco,
Dlriai lo pelos dnntorcs SabinoO. L.
Pinho, J. A. Luz, e C. Chi lloe.
2'
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IV
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O-
*
^ ossoccorros iln qu pr^cisareo, a s>
s*> qualquor hora do da ; alveninlo -te
^ que, serSo soccorridos com prefe- -<*5
rencia, nquelli'sque logo no princi- *
pin da molestia recorrerem to- *
mee paihia, sem baver tomado re- 2
muJio ..l.'iim allopalbico.
Todos osdias, desde as 7 horas da
inanhfla teas 3 da tardo, plcm ser
procura los qnalqiier destes Snrs.
As cnnsultns serflo recibid >s por
qual'iuer dos tres mdicos que se
adiar no consultorio.
As pi-ssoas necssitadas continua- ^
rflo a recebar gratuilamente. tolos <:.
do
<<
->
>
->
*
>
Precisa-sede um Po'luu'ucz. com pre-
ferencia a fi I bo das Ibas, que saiba Uaba-
arem sitio, para traballiiir em um no In-
itar do Bomoilii): quem eslivor pealas cir-
cumstancias dirija-so ra do Crespo, r..
w, terceiro andar.
Koubo.
Na noite de 6 para 7 do passa lo, foi fur-
tado a un prelo quo ven lia fazeudas, urna
gran le I -la e um carlflo com diversas fa-
zendas linas ; pois tendo o mesmo prelo,
por motivos do embriaguez, c'iamado um
ganhador para carrregar a Tazen la, o mes-
mo so evailira com Indas as fazendas e al-
Kum dinheiro que carregava. Itoga-se, por-
lanlo, a polica ou a qualquor pe;soa que
tenba noticia do occorrido, d.i dirigir-se
roa da Csdeia-Velha n. 2t, casa de Manoel
Antonio da Silva Antunes, que sei gratifi-
cado com 100.000 rs.
teiro, pracinha do Livramento, n 44 ; no
Atorro-di-Boa-Vista, lujas do GuimarSes,
11. 44. e de liuarte Boiges da Silv-i, n. 18.
dXrora
C. S'nrr & Companhia teem a honra de
avisar aos seus fregupze.s, e ao publico em
geral.quoa sua grande fundic-flo em S.-
\maro alm do surliinen'o qno constan-
temente tcm acha-se de novo prvida de
militas moendas de cannn, e do varios ta-
maitos feitas 110 mesmo aslabelecimcnto
pelos mais peritos officiaes, e com rrmaior
cuidado e perfeicflo ; tanto assim he que
os annnnciaittes se ufanan) em garanti-las
relo primeiro auno. As moenlns jnteiras
todas de forro construidas as obVinas
los annunciantes, silo milito superiores a
quaesquer nutras da niestia natureza que
al asura toem sido aqui olTerecdas, pois
aquellas eucerram ern si corlse importan-
tes niollioramcntos resultado ne mais de
0 annns i\ experiencia pratica do paiz-
Compras.
--Conpra-ie um boi manso para cirro-
Ca : na Ponte- Vcltia, serrara.
Com pa se tima preta de bo-
nita figura, quo nao tenh vicioSi
muilo eiuliora nao tenha habilida-
des, mas que saibt andar tom
urna crianca : na Boi-Vista, ra
da Aurora, n. 38.
--Compra-se urna casa Ierre, com pre-
ferencia m freguezia do S.-\nlonio: na
ra de Apollo, n. 8, se dir quem onpr.i.
Compra-se unta canoa de carrera, de
um si'i pao, usada, mas em bom estsdo, e
le modo que quatro ho-
que seja mam-ira, 1
O Jr. Francisco Xavier Car-;mensa possam transportar para qualquet-
, r> \ n 11 'parte: quem tiver anuuncie por esta Toma.
netro da unna Lampello queira -c0mpram-se duas rotulas: nesla ty-
por obsequio apparecer na ra pograpbia, ou na praca da Independencia,
,i c n:, .. it ( ivrana ns. 6 e 8.
lie o.-ma, 11. OJ. BB1BBBIi>BB1BBBBBaa1>aBBSBBBi
Alfonso Jos de Ulivcira, professor ju-! Vp'iiae
hilado na caileira de geographia a historia i %l.tltSr
do lyceu desta cidade, lem alierto sua aula; ^-^^
particular do primeras letlras e grammali- j
ca latina : as pessoas quo de seu prestimo
se quizerent ulilisar, pdoai procura-lo na
na Direila. 11. 120, segundo andar.
2 DEPOSITO GEUAL
4: da fabrica deGantois Pai- > I
i IhetSc Companhia, na Ba- I
I hia. SI
f Domingos Alves M.itheus, spentoda
.. fabrica de tap superior areia preta
1$ e mcio grosso da Babia, lem aberto o
i, sou deposito na ra Cruz, no Becife ,
p n. 5-2, primeiro andar, onde so adiara
i sempre deste exccllenlo e mais acra
>) ditudo rap que al o presente su lem
) fabricado 110 Brasil: vende-se em bo- )
r les de urna e tneia libra, por pn-co )
O mais commodo do que em outra qual- *
i. quer parte. 1
M %*,*** a A ji^.v ,*.** i. ttZ Par "esti,s ".-casioo. diiiiiiiuir lio tcrrivel <
> t 1,-slia porm nunca pude oblrr mclhora al-
ft
i
?
i
l)!e> do 111'* tiran a.
Vende-se leo de mamona ,
a 1 ,^!\o rs. a gana, e em porcAo a
l,a8o rs. : na ra das, 1'ores,
n. 31.
-- Na na da Madro-de-Deos, venda n. 3G,
vendem-se batatas escolbidiis, a 480 rs. a
canaslra.
Xrtrope do bosque.
CASO DEM NEGOCIANTE DF.STA PBAC1.
K11 abaixo assignado ( certificado original
disto inosira-sc a qualqucr pessoa que quizer
cheg.ir ra lo Hospicio, n. 4(), Rjo-de-Janc-
10, vcritican pcraule o tabcllio Castro) com.
i casa de negocio, declaro que lia vinlc c duus
! anuos que pailrcia de una palpllacao do cora-
'J (lo ; cita palpilacao era tan loilc que, quando
ineaiacava, perda nt sentidos, e arifplraclo
de tal forma, que as pessoas que presenciavain
Deltasoccasiocs csperavain seniprequc cu suc-
CUinbisse fin alguns destes terriveis ataques ;
tudos os recursos da medicina quantos me f-
ram pruilig.ilisailos nunca serviam mais que
I Chapeos de aol
Rtia do Passeio, n. 5.
a?
Ntsta fabrica ha presenlemcnle um rico
sortimento destes objectos do todas as co-
roso quslidades, tanto do seda como de
paniiinho, por procos commodos; ditos pa-
ra scnbora, de hom gosto : estes chapeos
silo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retioz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda c pan-
uitihos io.liando sedas, para cubrir al-
guma. Alm dcsti molestia sobreveio-me nina;
outra : qual baria ella ser? a terrinl phlhiii-
ca, causada por una constipacao ; e tao rpi-
da se declarou, que suppunha o meu nico re-
medio ser a morte : osanguc que continua-
mente deitara pela bocea, a palpilacao, a loa-
se, o faitlo, ns suores noite a. febre continua,
tudo isto rez-me perder toda! as esperan-
fas, e estar bem persuadido que era impossi-
vi'l poder livrar-iue da inorle.' Nena deplora-
ve| crise, entregue tritteaa, e rendo qoe ti-
tilia gastido nao pequena quantia e sem nc-
nlitini proreitn, foi quando de volta das Laran-
gelras, onde estar residiudo, por felici-
dade iiiinli ino-lrarani-nie- um annuncio eui
macOes servidas : todas os tas riendas ven- UI11 Jorna, quc na n.a do Hospicio, n. 40,
de i.-seem porcSo c a retalho : tamber se '
concerta i|tialquer chapeo de sol, tanto do
basteas de ferio como de baleia, assim co-
mo umbelas de tgrejas: tildo por yieqo
commodo.
Ovas do serlio
He clt'gado alguns pares deste exccl-
leule pelisco : na ra do Queimado, loja de
ferragens, u. 14.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16
annos para caixairu de urna venda, o qual
d li i lu a sua conduela : em Fra-de-for-
tas, n. 86.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado
n. 8, no largo da Assembla : a tratar com
Joaquim francisco de Alm.
Lotera da matriz da Roa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Gonca- fc
vel daSt'va, pretendo no illudir a expec-( pulido, ,,ue foi a.....ha saiulc. le nao peff.i-
tacQdo publico com annuncios imporlu- ia> ao ,euS qUasi perFciu. Nao fui s eu em
nos do andamento das rodas desta lolcriar ininlia casa que r)z usodeite poderoso xarope .
esforcar-se-ha quanto couber em suas fr- tive muias occ.isie de o applicar em prsaoas
Cas para com a possivcl presteza annuncia ; de miolia faoiHta em ciaoi de coni(tpa(0ei t
o dia, alem do qual nao dever passar a es- ,OMei e meimo tenho dado dote xirope a al-
peronca dos i-ompradores porque enlcnde Ku'"" '">*' d meu eoBhccimenio, e anda
quoaessa illusSo em que abuns teem por ''" ""'!"!'!,'uT-'T 1^1 t" .' >,rodulird-
:i.oi......i;... .. i-J "",re,s '"'lo! porlaoto, recommendo a
todas as pessoas que he o mais evrpltente re-
s
venda o xarope dos bosque, remedio queja
linlia i, un admiraveis curas na America do
norte; rcsolri-me e fui comprar na dita casa
una HarraTa. Principiei a tomar, como declara
o .i ii mi i ni un papel que acompanlia cada gar-
rafa ; fui a iniilia satv.icao este poderoso reme-
dio : mi menos de oito das de uso j era ou-
tra pessnn ; dcsappareceram o sangue pela boc-
ea, o l.isiio. a tosse e 01 suores de noite : con-
tiunei a tomar, e frain dciapparecendo tilo
consideraveliiiente todos os mciis sollrimeiitos
de tal forma, que lodos o meus amigos e co-
ndecidos se admiraran! de rer-inc to rpida-
mente melborar : hoje o que me resta de todos
os uieui sullliuii'iiins lie de das a dias me np-
parecer a palpitado; porm vejo-me de (al
n i i ni 11 i que j me non d cuidado, porque
umitas veies tein sido sufliciente un copo de
agoa para fazer desapparecer, ou tomando urna
eolher do xarope do bosque desfeito em una
pequea por^o de agoa : oigo que nunca p.is-
sei to bem de sade durante vintc e um anuos
de molestia como agora lia setc para oito ine-
zes, depois que principiei a tomar o xarope do
pagando-se-lho mensalmenle : no Aterro-1 entenda do servico interno, e saiba trata
da-Bon-VIsla, n. 1. I de cavallos.
-- Pedro Nunes du Foncoca rctira-se par I -- rrecsa-sc alugar um preto para botar
a Europa. J sentido a urna pequea casa de campo : ua
vezes deixado o rosp< itavel publico, se de
ve essa especio de descrdito, quo imito
tem demorado o andamento das noss-s lo-
teras ; por isso limita-se por ora a annun-
ciaravonda dos biHieles, e a extrahi-los
com todo o empenbo, afim de poder a>.se-
gurar aos compradores o dia ern que deve
ra ella impreterivelmente cuner.
A vanlaj;em do plano j publicado e ofim
religioso para qoe foi esta lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da sorte
a concorrerem sen demora para a compra
dos r 111 -ii- mis que Ihes prepsram a suave
acquisicAo de heos da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe semen-
t da diminuta quantia de 5 ou 10,01)0 rs.
porpoucos dias.
Desde j achar-se-h3o os bilhetes : no
Recile, lujas do thesoureiro e do Vieira
cambista jem 8.-Antonio, botica de Jofio
Mnreira.Marques, no puteo da Matriz, o de
Francisco Antonio das Cbigas, na rita do
Uivratueulo ; loja de Uernardino Jos Mon-
inedio para as moleslias que o ieu autor ae-
comuieiiita lem eiageraco porque ningueui
pniii'i.i di/.er nielhor o que he eite remedio do
que eu mesmo.
Tudo quanto cima tenho declarado he a
pura verdade debaixo de minha palavra de
honra, o que jurarel se necessarlo fr,
e justificare! com quantas pessoas frem
nreessorias as que me virain dornte, e me
psto vendo agora no estado rm que me
aclio ; e qualqucr prssoa que incllior se qul-
icr informar pode dlrigir-se ra do Hospicio
n. 40, que o abaixo assignado Ihe n-tirira im-
uicusus casos em os quaea o excrllenle xarope
do bosque tcm fe lio seus extraordinarios ef-
fcitos.
Esta minha declarajo mande! fazl-laeas-
lignei de minha lirre vontade, e com o nico
interesse de prestar um servl;o bumanldade
he que a li/ para ser mostrada a quem quizer
saber o que he u xarope do bosque do Dr.
Molts.
Rio-de-Janeiro, 4 de Janeiro de 1848.
Vende-sc na ra dos Quarteii, d. 12,


I.olera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, n.
4, vendem-se bilhetes, meios,
qnortos, oitavo? e vigsimos da
12.* lotera das matrizes.
-- Vendem-se superiores bichas de lia ai-
burgo, lambemso alugam, por preco com-
modo: no Alerro-da-Boa-Visla, n. 41, v.-n-
a que foi do Maya.
--Vende-se, para fra da provincia, um
escravodaAngola,de28 a 30 annos : ven-
de-se por no querer servir a senhora: paro
ver, na eadeia de Olinda, e para Iralar, no
engeoho Forno-di-Cal.
Farinha de mandioca.
Vendem-se peonas de ema muilo boa fa-
rinha de mandioca: ludo por preco com-
modo : na ra do Queimado, n. U.
-- Vende-so urna preta crioula, de boni-
ta lisura, ilo 22 anuos, que cozinha bem o
diario de urna casa, lava de sabilo e lem
principios de engominar: na ra do Ara-
lio, n. 28.
--Vende-se um sobrado de um andar na
i ua das Cinco-Pontas, com quintal e cacim-
ba, terreno proprio : Da ra da Cadeia de
S.-Antonio, segundo andar do sobrado da
esquina do becco do Ouvidor, so dir quem
vende.
Vende-se urna capa de gO'gurSo rou-
xoe nova, muilo bem feila, com borla de
ouro : na ra da Senzalla-Velhs, n. 68
ou 94.
Vende-se a taberna da roa
do Padre-Florianno, n. 7a, com
poucos fundos, e que regula 10 a
13,000 rs. por dia : a tratar na
alfandega, das 9 horas da manba
as 3 da tarde, com Joaquim Fran-
cisco Franco.
Vende-aeo novo mappa geographico
de Portugal, em grande formato, gravado,
dividido por provincias, districlos, admi-
. instintivos e roneelhos, conforme a ultima
le di divisflo do territorio, e contendo a
^demarcacSo dos paizes vinhaleros 110 Dou-
ro e Unir rada, as esliadas militares, todas
as Ierras e lugares nolaveis, com disigna-
Codaquellasem que lia corroio ordinario,
a escalH daa distancias das trras princi-
par* entre si, o mappa dos concelhos e n-
meros dosJugos de que se compete cada
districto administrativo, correcto e me-
Iborado em todas as suas especie lidadeii,
segundo as a Heracles que tem liavido al
boje: na ra da Cadeia-Velba, luja de li-
vnis, de Carduzo Ayres.
~ Vende-se un a preta muito boa cozi-
nheira, que lava muito bem e vende na
rua,daqual se afianza a conducta; urna
dita por pceo cnnimodo ; una inulatiiihn
de t anuos, muilo lindo para papcm, e que
serve* una casa : um muleque de 1 an-
nos ; um prelo bom coziiibeiro ; umdilo
boa> bolieno: na ruado Cullegio, n. 2t,
se dir quem vende.
s
IRua doCoIIegto, n. 9,|
LTEUASDr.l-DE-
' JANEIRO.
20:000,? 000


1
.ii
n
12.' DAS MATP.1ZICS.
Pelo vapor S.-Seb"slio, sabido do g
Rio-de-Janeiro em IC da passado fe- f
vereiro, edegaram bilhetes ecaulelas p
% desla lotera, que devia extraliir-se jj)
j 110 oiu 9| Jo inesmo me/.
d V
*%.simw* raw fsmwmmvw m
.-Vendem-seamarras ue larro: na ra
da Seuzalla-Nova, o. 42.
Lotera do Itio-de-
Jane.ro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja da praca da Independencia, 11 3,
que deila ptra a ra do Queimado e Crespo,
e*tio venda bilhetes, meios. quarlos, oi-
tavos e vigsimos d t2' lotera a benelieio
das malrizrs daquella provincia. Na mis-
ma loja esto patentes as listas da 52* lote-
ra da santa rasa da Misericordia.
Aos Srs. jurisconsultos.
Na ra dol'iapicbe-Novo, n. 6, vendem-
se as segunles obras de direito, 1 llegadas
ltimamente, por preco comniodo :
l.obio, nolas de Mel'o ;
HorgesCarneiro, direilo civil;
CoelbO da lioclia, dito ;
l.iz Tcixeira, dito ;
Laivalho, linbas orfanolugicas ;
Correia Telles, dlgesto porluguez ;
111 iiMi.ii.i s do reino;
Mollii, op?ra.
Casa de modas franeczas.
Ituc.ssard M llochau.
Ra do Alerroda-Boa-
Vista, n. 1.
JMos ltimos navios viudos de Franca este
eatabelecimenlo letcheu um graiide;sorli-
niento de modas, como sejam : chapeos de
seda e de palha para sendera; lieos bien
de Idoiiile paia noivas ; corles de seda para
ditas; ramisiulias de cambraia e lil bor-
dado ; ricos cabecOes. brancos e pretos;
Ii neos de nulo, de cambraia de linho, lisos
encmente bordados; capolnhos de seda
e de bico ; manteletes de dito ; litas nuvaa ;
lucos linos ; capellas para noivas ; florea de
laraoja ; cassas e cambraias ; lils braucos,
lisos e bordados ; fil prelo de seda e de li-
ndo, liso e bordado ; (uves de pellica para
lioniem esenbo'a; luvasde malha a berta,
muito finase verdadeiras ; mantas de lu-
co preto, proprias para a quaresma ; lenci-
nlios de se la, garca e de rede de ludas as
crese pelos; prscociulios e romeirus del
para vestidos e manteletes; bicos pretos
le todas as larguras ; bonetes de montara;
hareg preto ; mantas de dito assetinadas
para luto ; charcos de luto para senhora;
Invas de pellica preta ptra homem e senho-
ra ; botfles para enfeilar vestidos ; ricos es-
partilhos para senhora. Tambem se fazem
chapeos e vestidos de senhora, de verda-
dera moda, por preco comino.lo.
Vendem-se lijlos para limpar' facas,
em grandes e pequeas porefles a vontade
dos compradores ; graxa ingleza 11 97;
conservas e s! refinado : noarmazemque
foi do fallecido Braguez.
Vende-se o patacho ameri-
cano Ramp muito bom veleiro,
forrado de cobre, e de lole de
8000 arrobas : os pretendentes d-
rijem-sea casados consignatarios,
Ilenry Forster & t'ompanhia, na
ra do Trapiche, n. 8.
Vende-se a' l'almira, ou a ceguinha
brasileira. romance em 7 cantos, pelo doii-
lor Francisco Bonifacio de Abreu, pelo ba-
rato prego de 3.000 rs : no Alerro-da-Boa-
Vista, loja n. Ii ; em S.-Antonio, na praca
da Independencia, livraria m. 6 e 8 ; no lle-
cife, loja de livros, do Sr. padre Ignacio.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Italiia
Vende-se em casa de N. O. liieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
aquella fabrica, muilo proprio para|saccos
deassucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Chegaram novamenle a ruada Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouro e prata
patente inglez, pura homem e senhora.
-- Vende-se a exceden te obra de Direito
civil de Coelho da lloclla, por 5 000 rs.
obras completas de CarrOes, da ultima 1
mais ntida edicSn, 3 v. por 5,000 rs : u<
Aterro-da-Boa-Visla, n. 14, foja.
AGIOS CA
da undico Low-lfoor,
BA DA SENZALT.A-NOVA, N. 42.
Neste estabelecimento conti-
na a ha ver un completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho; machinas de
vapor, c tachas de ferro batido c
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
Vrnde-se a |ro|riedade do Bollo, na
freguezia de Tracunliflem, com 11 ca legoa
em quadrn, capaz de levanlar-se um gran-
de engenho, por seren ierras de glande.
piodiH (,"10 de toda a laviuira, com bous lo-
gradoures, mallase ptimos partidos: a tra-
tar com o capilftii Jo> de Barios Ca va lean-
le Maraiih.'io l-'alco, no engenho da Birra,
comatru de Nazan lli.
I'ecli:ii(']i;i.
Na ra do ('respe, loja n. 5 A, de Itirar-
do Jos de Fichas liilxjio, vend m-se len-
cos ile ratubraia de linho linos pelo mdi-
co pieco de 4,(00, 5,000 e 6.000 is. a duiia,
conforme >ua graduaeno e finura.
Vende-se um pelo possantc e de boa
estatua : ao comprador se dir o motivo
por que se vende : na ra do Vigarin, n 29.
Vende-se a taberna da esquina da Ira-
vpssa doSeigado, 11 1 : a tratar na mesma
taberna.
Vende-se umacaixa de tartaruga, to-
da eneastuada de 01110, propiia paia pre-
sente : na ra Vellia, o. 5t.
Con'eilos de ( lis,
aconte de laclo de ferro, approvado pela
academia de medicina de l'aris, confor-
me o narecer de urna commissflo compos-
ta dos Srs. Bonilla ud, Fouquier eBailly,
'4
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacca :
na ra da Cid"a do Recife, ao p do arco
da ConceicSoe junto a botica do Sr. Anto-
nio Pedro daa Nevea.
Novo sortimento de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea".
Vende-se cassa-ebita muilo fina, de bo-
nitos padroes, cures lixas e cun 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado ; cassa franceza de quadros, muito
fina, a 960 rs. o covado; rlseadinho de lia-
Iras le linho, a 240 rs. o covado; brim de
algododeeorescomlistra aoladoe de bo-
nitos padroes, a 320 rs. o cavado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ; cassa preta com
ramagem branct para luto, a 140 rs. o co-
vado; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chilas de
bonitos padrOes e cores Usas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales da tarlatana, a 500 e
800 rs.; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
--A bordo da brigue S.-}oi, chegado
prximamente, vende-se farinha de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco doqueemoutra qualquer parte: os
preiernlcni's dirijam-se a bordo do dilo
hrrgue, fundeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao Recife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinha'
de milbo em porces e a retalho,
tendo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle; na ra do
firum, n. a8.
A #006 o corte.
Vendem-ae cortea de cassa-chita, fina, de
bonitos padiOes e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco de 2,006 rs. o corte : na
ra do Crespo, n. 6, loja ao p do lampeSo.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sareas grandes com 3 arro-
bas de farelo, rhegauas no ultimo navio
de llamburgo : na la do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Os melhores charutos de
S.-Felix.
Silo chegados os melhores charutos de
S.-Felix : na ra do Queimado, n. 9, loja.
Ovas do serlo.
Vende-se este e.xcellente t elseo na ra
do Queimado, u. 14, loja de ferragens.
Vende-se vnho do Porlo muito supe-
rior, em barril de quarln e quinto ; farinha
de trigo de todas as qualidades e em meias
barricas; retroz do Porlo, rrlmeira quali-
dade ; panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinha de mandioca em sacras
grandes e a garnel a bordo da sumaca B.-
S.-ilo-Carmo: ludo por preco commodo:
na ra do Vigario, n. II. primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgem de Lis
boa, por preco muitu commodo.
\ rados de ferro.
Na fundicflo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha deS.-Cntliariii!ia, muito
superior, | or preco commodo : a bordo do
Taixas para engenho.
Na fundicSo de ferro da ra do Brum,
icaba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, *
quses acbam^ae a venda por preco'com-
modo e com prompUdo embarcam-se,
ou carregam-seem carrossem despezas ao
eamprador.
Tecidos de algodao lirau-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 8*1,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Potassa da Itussia.
Vende-se superior potassa da Itussia, da
mais nova que ha no mercado, por preco
commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
Farinha nova de S.-JWa-
theus, por preco mui-
lo commodo :
vende-se a bordo do patacho na-
cional Jmiiode-Comante% entra-
do recchlemente doquelle porto,
e fundeado em frente da escadi-
nha do Collegio, ou a tratar com
Mocbado & Finheiro, na ra do
Vigario, n 19, segundo andar.
Flores.
Vendem-se caixinhas tom dif-
ferentes qualidades de sement*
de flores, com urna municiosa no-
ticia de onde 8o uriundas, e a
mtneira de preparara Ierra para
a sua sementera, cousabrm curio-
sa c interessante : na ra da Crur,
n. 9, escriplorio de Ulivein lr-
mos & Coropanhia.
Vendem-se acedes da com-
Vende-se um prelo bom earreiro, e de
boa conducta : na ra do ftangl,n 57.
Yende-se, por preco commodo, urna
caxa com mcela, vnda do Porto, para
fechar contas : no caes da Alfandega, ar-
mazem de Uias Ferreira.
Veodem-ae 9 escravos mocos, carroi-
ros; 4 escravos de todo o servio ; 4 ne-
grotas que cozinham e engommam; urna
parda propria para todo o servio de urna
casa ; 2 orgRos, sendo um proprio para
igreja. p'or conter varias peeaB de msicas
decente* para esse Ora : na ra Direitt,
n.3. .
--Vende-se a escuna brasileira Europitla,
de lole de 116 toneladas, forrada de cobre o
prompta com ledos oa pertenoes para fa-
zer viagem : quem a pretender poda ir exa-
minar a bordo, a qua] te acha fundeada de-
rrontedoPasseu-l'ublico, e trala-se con
Amorim IrmSos, oa ra da Cadeia do Re-
cife, n. 39.
Vendem-se 18 cadeiras e um aophi de
Jacaranda ; 2 parce de oslicaes de prata
para lanlernas : tudo de bom gosto e era
hom estado : na ra da Cadeia do Recife,
n.3.
Na ra Nova, taberna n. 40, defron
da Cnnceicfin. vende-se manleiga ingleza,
a 160,940, 400 e 640 rs. ; olote ia, a 940 rs.;
feijto, a 160 rs.; azeite de carrapato, a 6 pa-
tacas em garraf, e a 7 patacas a retalho ;
dito de coco, a480rs. ; dito doce, a 680 ra. ;
cha muilo bom, a2,210ra ; espermac-le. a
800 rs. ; banda, a 320 ra.; n,ilho, a 100 ra. ;
tapioca, a 120 rs. ;e oulroa minios gene-
ros, que ae diiSo os piefoae vala dos com,
pradoiea.
Sardinlias recentemen-
techegadas.
Vendem-se barricas com 600 a 800 tar-
do has grandes, por commodo preco: no
caes da Alfandega, n. 7, armuzem de Fran-
cisco Das Ferreira.
por observadores saliios.
Os mdicos mais acreditados receilaram
estes ronfeilos com muitas vanlagens, de-
posde terem analysado sua composico.
O benvolo acoliii.nento que esta prepa-
rar.oi oblevc da escola de medicina de Pa-
rs nos dispensa de L/ei sen elogio.
Estes coofeitos -3o empregados com gran-
de succeaso na clorosis ou palliJas cores,
as inflammacOes chronicas do estomago
edis intestinos, ua falla de appelite, as
anienoriheas, ou suppressflo de menstrus,
iss enfermidades escrophulosas, e ineonti-
neuciasdas urinas, pruveiiientet da debili-
dade ila bexiga : na leucorrhea ou flores
alirncas, opiUcSo, abalimenlo de fiircas,
nofserubutu, em todos os casos de eufia-
quecii.'.ento do organismo, na aninya, vul-
go Irialdade, na hydropesia. cousequencia
tiestas molestias, cmliui em todos os c. sos
em que ha aileraco na Composic-lo do
sangue.
A espeilo da dse que se deve tomar,
ha*tam tres ronfeilos pela manlia; e ou-
tros ties de tarde, e o mais distante possi-
vel das lloras da comida, augmentando pro-
gressivamente at C de atiianh.la e 6 de
larde.
Belalivamenle aos meninos, as doses va-
riam conforme a idade; mas tomando o
termo medio, se darSo de 6 il todos os
dias, na idade de 6 a 12 anuos, e 4 aos mais
joven.
Em as principaes eidades da Fnrnpa se
achara os depsitos dos ditos conl. tos, em
pernambuco na botica do Sr. Paranhos, na
ra cslieita do lluzario, n. 10, e no arnia-
zem de drogas e tintas da ra da Cruz, no
quem tem para vender urna preta de 20 a
22 annos, de bonita vista, a qual ro/inha o
diario de urna casa, com algum piincipio
de engommar e lavar ; bem como urna par-
da de 25 annos, que engomma, lava e cozi-
nha ; 11 ni pardo de 10a 18 anuos, de boni-
tr figura, proprio para pageo, por ser mui-
lo esperto.
-- Vendem-se saccas com muito boa fa-
rinha da trra ; iiit.is com millio, por pre-
CO commodo: na la da Senzalla-Novt
n. 22.
Vende-so um sellim com muito pouco
uso, por commodo preco : na ra de Her-
as, n. 128.
Vende-se, por lodo o preco, para ii-
quillazo, seda pnla lisa e lavrada ; los
pelos ; chales escucezes; mantas para me-
ninas; riros corles de seda de cies; urna
colcha da India ; um piano ; rorreles para
senhora ; 2 relogios de ouro ; 3 snnelOes ;
lioles de abeitura ; cruzese outras obras :
na ra estreila do Horario, 11. 28, segundo
andar. Na mesma casa ae dir quem di di-
nheiro a premio.
Vende-se, por commodo preco, um
piano foite de excelentes vozes, e de mui-
to boa coustrucefio : na praca da Indepen-
dencia, n. 19.
Xn armazem de motila-
dos do A le ro-da-Koa-
Yista, 11. 'A,
vendem-se por menos preco do que em
outra qualquer psrte os seguintes gene-
londrinos ; ditos
naci.
Chicotes para carro.
Ha urna pequea quantidade para se ven-
der era casa de Eduardo II. Wyatl, ruado
Trapiche-Novo, 11. 18, aunde tambem se
vendem caudieiros de milo para azeile, di-
tos para escada, caixinhas de folha enver-
nisada para guardar c- dulas e Ultras, com
i>Ua competente (echadura e chave de paten-
panhia de l'ernambuco c Parahi-
ba ; no escriplorio de Oliveira Ir-
mSos & C na ra da Cruz, n. 9,
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potasa*,
de boa qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco bamto, como j ha muito
tempo se nao vende-i nc rtecife,
ra da Cadeia, arnazem n. 13.
-- Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de preto muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos portuguezes para panella, latas
com 2e4 libras de marmelada, ditas com
bolachiuba de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com hervidlas, frascos com conservas
inglezas, queijos de qualha vindos do Cea-
1 a, por barato preco, maulas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.e
outros muitos gneros de boa qualidade:
na ra da Cruz, no Kecifc, n. 46.
Mociuhs superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Corapanhia ,
emS.-Amaro, acham-se venda moendas
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
conslruccao muito (superior.
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lis: queijos londrinos; ditos de pialo;
lecife, defronte da loja do Sr. Padre Ig- conservas de todas es qualiJades, sal refi-
nado ; lijlos 1 ara limpar facas ; latas com
su din lias; da ; cewidmha ; arar ula, tan-
to em familia aun 011 bolacbinha ; e ou- vend. m-se
tros muilo gneros novos e com muito as-
elo.
Vendem-se 300 varas de algodSo fa-
bricado nesta provincia, pelo baratissiraui
preco de 180 rs. avara: 110 Aterro-da-Boa-] eos de garca e de seda, com franja escun
Vista, n. 18, loja. ella, de muilo bonito gosto; los pretos,
-- Ve ndt-se cera om velas do Itio-de-Ja-'de lindo e de seda; sarja preta; pannos
le, muilo superiores oculos de alcance, bu- neiro, n.uito bom sortimento, em caixas pretos e de cores; caimiraa pretas e de
lesde metal ,>aia cal o cha : tudo recen-, de 144 libras, por pieco niuito commodo : cores; chapeos de n.assa muito moder-
Ka praca da Indepen-
dencia, n. 59.
Vendem-se bilhetes, meios. quarto, oi-
tavos e vicsimos da 12.* lotera a benffi-
cio ilas couslruccOes e reparos das malri-
zesdo lo-de-jMieirn, cujas rudas devem
ler andado no dia 22 do prximo passado.
rungos.
Itillieles 22.000
Meios 11.000
Qnartns 5,500
Oilavos 2,810
Vigsimos 1,300
Vende-se por preco commodo, um
carro de duas rodas, inglez, de excellente
qualidade, com arreios para um ou dous
ravallos : no Aterro-da-Boa-Vista, cochei
ra do Sr. Miguel Souger.
Vende-se urna bonita escrava recolhi-
da, de 18 a 20 annos, sem vicios nem acha-
ques, a qual engomma, cose e tem princi-
pios de cozinha : defronte da ribeira do
pexe. n. 3.
Vende-se, por preco commodo, um
atlas geographico por Goojon ; e 1 Thomp-
son anda novo : na ra do Cabuga, n. 7.
Vendem-se duas caixas de tartaruga
para rape, felas no Araraly : na la do Ca-
buga, loja da v. nina defronte da matriz.
Novo sortimento de fa-
zenrias as c baratas,
na ra do Crespo, n. o,
loja aruarella,
excellentes chitas francezaa,
pelo barato pieco de 400 rs. o covado; du-
las inglezaa por lodo preco; cassa-chi-
ta.s linas de inuitn-gostn, a '800 ra.; Chales
de todas as qualidades; manteletas; len-
cambraia elil ; trancas de todas as cores I teniente chegado [a tialarcom Novaes & Couipaiihia, na ra. nos; e outras rauitss fazeuda de bom gos-
para vestidos; cliauwlole e seda pretasl Vendeui-se saccas com muilo boa fa-1 do Trapiche, n. 34. lo, puis quera quicer saber pode apparecer.
Ff-ciavos Futidos
Qualquer senhor emi regado da.ioli-
ciae rapiliies decampo, poder pegar o pre-
to Francisco, de nacflo Mocainbique, vesgo
de um Qlho, baxo, grossodo corpo, cara-
pinha crescida ; levou calcas de algodSo
da Ierra e camisa do meamo, de mangas
curias, queiram levar a seu senhor, Joflo
.eile Pita Orligueira, na ra da Cruz, n. 12.
Fugio, no dia primeiro do
correnlc, o pardo escuro Joao
Grande ; tem o' rosto comprdo e
1101 lalboquasi orisontal no nariz;
he alto ; representa ler ao annos:
quem o pegar leve-o ra de S.-
A maro, sobrado de 3 andares, 11.
6, que ser generosamente re-
compensado
Itesappareceu, no dia primeiro do cr-
ranle, da casa de Manoel Jos Ferreira Gus-
miin, a cabra crioula de nuine Antonia, de
98annos pouco mais ou menea; he fula,
de estatura regular, beicos grandes; tem
nsnios alguma cousa foveiras ; lem al-
gorras cicatrizes de chicote pelas coy las ;
inltula-se forra ; levou em sua companhia
urna cria lilha da mesma, tambem caba, de
3 a 4 annos pouco mais ou menos; foi vista
naCapunga. Itoga-ae aa auloiidadra poli-
cines e capiles de campo, que a apprehen-
dam e levem-na ra Imperial, 11. 43, que
serSo gratificados; asaim como ae protesta
contra quem a tiver oceulta.
-- Oflerece-se gratificar com generosi-
dadee prorapliJSo a quem levar na casa
sita na beira do rio do Poco-da-Panella, ou
na praca do Commercio, a Joa Antonio de
Araujo, um escravo da Cosa, que desappa-
receu do Poco-da-Panella, no dia 7 do cor-
rento marco, as4 doras da manda ; sup-
pOe-se ler lomados directo da estrada
nova, engenho do Cordeiro, etc.; tem 20 a
22 annos, falla pouco, por ser bruto, altu-
ra e corpo r guiares, cara rompnda, nidos
grandes, beicos grossos, barba pouco cres-
cida, cabello corlado a moda de lrade,pei-
lo sacado, em o qual lem una' colura de
um laido abaiao da clavicula, hombros pa-
ra tras ; anda o.m o corpo para uaa e uu-
tro lado, sendo este andar natural; lem oa
pschciosde bichos; cbama-se Alia ; le-
vou chapeo de 1 alba que o pretos coslu-
raam a fazer, camisa de algodSo america-
no de listras brancas e azues de mangas
comiridas, poimsem pundos, calcas do
inesmo sendo Coilas com plepas e doleos ao
lado, ceroulas de algodSo americano a/ul,
sendo eslas curtas, bem largase de enriar,
um leneol de 2 palmos de algodiloztiho li-
so ; ro>tuma andar n da cintura para cima
e trazendoa camisa, ora sodre oa hombros,
ora vestida sem aboloar o collerinho, e ora
por cima das caifas ou ceroulassimplia-
mente.
Fugio, no ilia 2 do coi rente, a escrava
Merencianna, dealiuru regular, cor baa-
tante preta. picada daa bexiga; levou
vestido de chita branca com flores encar-
nadas, panno da Coala, e mais urna trouxa
com roupa ; quando foge cnstums .ir para
o Monteiro, ou ciuade de Olinda. Itoga-se
aaautoridadespoliciaes|ecapilSea decampo,
que a apprebendam e levem-na a ra da
Cadeia do Itecife, n 22.
Km a noiie de 28 do prximo paseado,
fugio, da povoaco do Monteiro, da ctsa da
residencia de Manoel Antonio da Silva Au-
tunea, a preta Maiia, do gento de Angola,
moca, de estatura corpo regulares, cor
preta, rosto aboceilado, falla bem o vulgar;
tem os ps um tanto grossos: quem a pe-
gar leve-a a ra da Cadeia-Velda, n. 24,
que sera gratificado.
Fugio, 110 da 16 do eu nenie, da casa
doabaixuassigntdo um inoleque deuoine
Juiio, o qual diz a algumaa pessoas chamar-
se Constantino, de 19 a 20 anuos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueo ja usada ; lem una
belide no olhodireilo, um dente cavalgado
em cima do outro e urna marca em qua-
dro na p dimita, proveniente do um caus-
tico : roga-ae s autoridades policiaca e'ca-
pil.l.s de campo que o apprehendam ole-
vem-no a ra deaThncheiras, por cima do
cartorio do Sr. Cuilbern.e lat icio.
Rufino loti Irnandes de ligiieiredo.
Pbbn. :k* rre de u, f ve raau.- 1850


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