Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06877


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Full Text
Anuo XXVI.
Ter$a-feira
i
FAI1TIDM BOI COBBSIO.
Gniannae Parahlba, segundase sextas feiras.
rtio-Grande-do-Noitc, quinlai fe i ras aomeio-
dia.
Cabo. Serlnhem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no I .'^a 11, r 21 de cada mez.
Garanhuus e Bodio, a 8 e 23.
Hoa-VIsU e Florea, a 13 e 28.
Vii-iuiia, as quimas feiras.
Oliada, lodos os diaa.
0
irHtMiniDij,
Ming. a 5. as 6 h. e 40 m. da t.
Nova a i:t. s 8h.eft7in.dat.
CuMe. afeas Ib.e38m.dara.
Cbeia a 27, s 9 h. e 7 in. da t.
ruciMAa bi'hoji.
Primelra as 10 horas e 6 minutos da inanhaa.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da larde.
de Margo de 1850.
PBxgos sa iDBscair^lo.
Portresmezes(adnldo) 4/000
Por seis mezes 8/1X10
Por uui auno 15/0001
DI.VS DA 8BMAWV
4 Seg. S. Casiinro. Aud. do J.orf. e do m. da I. v.
5 Tere. .-. Tneophllo. Aud. d chae., do J. da I.
v. do el, e do dos feitos da hienda.
6 Quart. S. OHegario. Aud. do J. da 4. v. doclvel.
7 yuiut. S. Tliom.z de Aquiuo. Aud. do i. dos
orf. e do ni. da l.v. .
8 >iexi. S.J i'de Dos. Aud. do i. da 1. v. dociv,
e do dos feilos da faienda.
9 .i.ii). S. Francisca Romana. Aud. daClianc. e do
J. el.i i v. do crime.
10 Doui. S. Militoe39 companlieiros.
as*"
CAMBIO KM < DB MBCO.
Sobre 'podres. 28'/, por 1/000 rs.
. Pars, .'!<().
. Lisboa, 95 por cento.
Ouro.ticas bespanhoes......... ^S*"00
Moedas d#b>4U0velbas.. lb> de olno novas .. 1(5/100
. de4/U00_____: *IO0
Peala.Pataces bra.ilelros...... IpW
Pesos columna, ios....... Sn
Pilos mexicanos.......... 1/800
dlu.
a 28/300
a 10/800
a lofMH)
a 9/300
a 1/nHO
a l'iKo
a 1/820
PARTE OFFICfAl.
destas linha o governo mandado vir por In-
termedio da nossa legajnos Estados-Uni-
dos outras sementes de fumo do llivanie
de Maryland, que foram desteibolda* pelas
provincias do llio-de-laneiro, S -Paulo, Mi-
nas e Baha, reservanlo-se una porcSo que
f o i posta a disposicjlo da sociedade A uxi -
Mador da Induslria Nacional para a fajar
distribuir pelos lavradores que a Solicitas-
sem. A'excepc.lo da provincia de Minas,
m cujo ja ni i m botnico consla terem bro-
tado com rapi loz as smenles dude llava
na, nonliiima nolieia se le'm por ora recobi-
dodas domis a que so fez a indicada ro-
messa.
No relatorio de Janeiro de 18-5 vos n-
fbrmou o governo que, Lando comprado a
Augusto M.rletuma machina de destro-
car alsodilo por elle inventada, miniara
construir seis semelnantes coin o intuito de
vulgarisa-las as provincias onde se culli-
va aquelle geivro. Agora lenlio do accres-
cenlar que efl'eclivam-'nle se construirn)
aquell ts machinas, o foram o auno pasudo
remetti las para as provincias-de Minas,
Marannil-, Hio-Granlo do norte e Piauliy
sendo urna eolreguo soe.icd.de Auxilia lo-
ra da lulustri Nacional, para qu-> a p.-
tenteie aos cultivadores que a quiz-rem
examinar, o out'a conliada ao fazendeiro
da provincia do IUo-de-J*neiro, Itaymumlo
Jos do Menezes Eros, que ensaia eoi suas
Ierras a plantario do a^o liio em grande
escala Al n disto vendo o governo eom-
quanlo proveito se cultiva nos Estados-l! i-
dos o ligodSo herbceo, se p>opo a en-
saiar a su* cultura no nosso pa7, man,lan-
o vir suHiciento porcHo de sement, que
UELATOUIO
a repnrtico dos negocio ilo im-
perto, api-, seniulo i asicinbla
gernl Icglslntivn, na prime! ra
Ncs8o da ol.iva lcgislutnra, pe-
lo respretlvo ministro e secreta-
rio de estado, vlscondc tic Mon-
te-Alegre.
(Continuacflodon. 52.
Agricultura.
No jsrdim botnico da ligoa de Hodngr,
de Frcilis, durante o anno de 1848, apenas
liveram lugar os trshalhos ordinarios de
conservacSo, reduzndo-se as acquisieesa
algumas sementes e plantas de diversas ar-
vores floreslaos de madeira do lei, a muas
de qualro especies de flores do cultivo, e a
algumas sementes de urna palmcira. Ten-
do este estahelecimento allingi.lo ao lim
do seu primitivo destino com a prnpagac.no
de grande copia de vegelaes de subido va-
lor, que se achamje aclimatados, he pal-
pavel a conveniencia dp addicionar-llie ou-
Iras incumbencias, transformando-o por
assim dizer em lima e-col i praii-ado agri-
cultura, Debaixo desta nova forma ce lo
muiln ennrorreria para o mcllioramento da
induslria agrcola, proporcionando aos no*,
sos lavradnres a inslrucc,iio prtica sobre os
mi-ios de lirarcm lo lo o partido das Ierras
3ue cullivam, ja simplilicando os procesaos
a lavoura, j aproveiUndo os prados e flo-
restas om a cieacao do sirgo e das abe-
Ihas, e com nutras induslria semillantes.
Depende, porin, a renlisacao de qualquer
projecto da ronsignatio dos precisos meios,
pois que com os actuaes nilo ss pJo com-
preheuder cousa alguuia.
O jsrdim botnico do pnsseio publico
acha-se no mesmo estado em que o lem des-
cripto os passados lelatorios, uo permit-
timlo a ezieuidade dos meios consignados
para o sen costeio que se atienda ao me-
nos aos leparos de que carecein- as grades go prupio i a-a semear, quo fo pe'a mes-'Por "v so ,l fi do mesmo mez, conredi-iii
deposito fr to rico como adirma o facul-
tativo que o cxtraliio ; equanto aocarv.lo,
se bem quo nilo lenlia a importancia do de-
nominado de pedra, nilo ilein lo lavia de
t'T a'giima pelo u*o que dellese faz, mis-
tnradii com aquello ou com a lenhs, na
fun liefio o refino di ferro e de ontros me-
taesem fornos proprios ; serviulo tamb'Mii
para o fabrico da cal o varios usos doms-
ticos.
Tendo o presidente da'p-ovincia de Matlo-
Gr.sso remetii lo urn barra de cobreextra-
In los il-is mor- ns n Jaui n,n mes na pr ivin-
cia,mul se allirma que silo mili ricos os de-
psitos daquelle metal,M ella inalySadS no
museu, cujo director informa quo pelos
ecarnea que proceden, a recnnliocu ser
o cobre poro o propno para tolos os usos
em que se exige o empreg de cobro refina-
do, sio he s-m mistura de qualqu-r otitrn
siilisiau.i i eslranhs. as sliciUQOes do mes-
mo director seexigiram InformacOes mais
positivas, e ano>lras dns jazitos dos mi-
neraes de cobro -chados nos refer los mor-
ros, as quaes nilo sservirm para aug-
mentar as C0ll6CCBiM mineralgicas que
linssue o nosso museu, e verificar a naiu-
r -za ilo terreno cm que existe aquello me-
tal, dando tima ideia apprnximnda da ri-
queza da mina, mas lamben), submetli-
das aosensaios in'tallurgicos iiroporciona-
raui os meios deindicar os procesaos mais
vanlajosos e econmicos para a eXtracflo
do mesmo metal.
Na provincia a que acabo do referir-me
alm do cobre, do uuro e diamantes, cuja
extraccito consliluia outr'ora o principal
rimo da sin industria, enconlraratn-se
Curral-Alto justifica oslrabalhos do exlo-
racilocom o fim da dascoberta de carnadas
mais ricas que an nem urna lavra, enten-
deii o govo'no que Ihe cumpria maular pro-
seguir nos trabalhos j eni-etailos, fazen lo
eslud ir ontros nootoi da provincia onda si
m nos lugares que esse esludo Indicar como
mais apropriadns.
I) pendendo.porm.a realisiQO 'leste pro-
ieclo de nina son la capaz le furar a gand
pro fun ila !e, e deoutros instrumentse
reagentes, para coja acquisiclo n!io ha c e-
dilo nalei n 514 de28 deoutubro de isis,
nem era sufficiente o consignado pan even-
luses por cuja veiba lin'iam at entilo cor-
r lo as respectivas desic/as, foi O minis
terio a meu cargo, na couformi lade do
art 53 .laquolla lei, aulorisa lo pe i de-
creto n. 636 de 15 dselenih-o ultimo, a
despen lor com osle ohjecto 5 o'0,000 rs.
orno veris do qua 1ro n. 1. Iieala soinma
fo'am poslos a iliSDOSiQflo di nossa legSQo
m l'.iiiz 30.000 francos para proceder n
cooipra de urna sonda propria pan fura-
al 301) metros ou 11G bra<<8 u'e profon 1-
dade. e de todos os ontrosi reagenteJ e pagViicla mcsa'dV'r
instrumentos necossanos ; e foi tgualmen-iduospretsedespezai
INTERIOR.
* AI.AGOAS.
Extracto do exfdenl' do Exm. Sr. presi-
dente Dr. Jas Dent da Cunha Pigueirtdo.
3i DE JANEIRO.
Oirlci.i. Ao inspector da thesourana pro-
vincial, aulorlsando-o para mandar fornecer
as camisas e culpas que requisita para nove
presos sentenciados o Pr. clicfe de polica, no
officio que se llie devolve.
PEU DO DA 1 DE FEVF.HEIRO.
Oincio- A I.iiIj Joaqnim da Costa, nomean-
do-o para exereer iiilerinameiile o logar de
inspector da inspeccao do algodao da cid.ide
de Uacei, din-sute o impedimento por moles-
tia, do ell'ecuvo c do escrivo da mesma ius-
pcctfio.
Pito. Ao inspector da tliesotiraria de fa-
zeiida, para mandar IStlsfazer ao capitn Vna-
clct Lopes de S iiii'.v un, a quanlia de 7(3,400
rcis noustanteda pret em duplcala que se llie
reinclte das races dos recruus no inet de Ja-
neiro prximo lindo.
Pilo. Ao iiiesmo inspector, para mandar
endas da cidade de Penc-
as de agoa c lii/. do dcsta-
foi distribuida pelas provincias de Santa- muilosoutros mineraes ; ha grandes nitrei-
Calharina, Saii-I'aulo, llio-de-laneiro, M-, ras. das quaes ain la o anno passa m s e\-
nas, llahia, Pernamimco, Itio Gramo do'p-irlaram perto de cent arrobas de salitre;
nortee Maranliu ; apenas, porm, da pri | ltimamente se tem fabricado as mar-
mera das indicadas provincias ha commu-iiH'" 'lo lla'xo-l'anguay tao grande quan-
iiicaco do destino dudo aquellas si-ment- s, ttdade de sal romuium, que nao diminuir
que oram all ilitrihudas ieUs colonias >u i producijiio cessara de ludo a necessi-
agricolasc pelas cmaras miiiiicipaes. dada da impo'laQflO desto genero para a-
l'or proposta da sociedade Auxiliadora .'a quella provincia.
Industria Nacional se mau.lou vir de Por-' Tenlo-s por decreto de 9 de novemhro
tugal e dos Kstados-L'udos urna po-Qilo de de 1848, submeiitdo a vossa ap rov cHo
de ferio e os edificios quasi completamen- '
le arruinados.
U-n esl'beleciment de horticultura ara-
ba de ser fundado tiesta cidade com a de-
niiminai>'3o de Nuc eo lio-lenlo llrasi-
liensepor urna sociedide do quelm pre-
sidente u cidadilo Jos l'iaxedes IVrcira l'.i-
UiARI M
IILCO.
le posta dJSpOsjgfio do peesidenlO lia pro-! cameulo da guarda nacional de Agoa-llnnea,
vinel* a quanlia de 8:00i>,O3U rs. para OC-(caiiiiuandadopelo primeiro lente Severiauo
correr as despejas que denwndan os ira-i Munins da l-'-jnseca.
bslhos da ex ilorafSo, fican lo em reserva
a quanlia reatante para ser applicada aos
domis gastos que f-etn indispnsavels.
Sendo dejnonslrada a urgencia desta des-
pez* pe| i necessi lade de fazer progredir os
trabalhoi comefados, o pla importancia
ile.ssi's inili linos qo piloo dar em resul-
tado o mu ioexhaiirivel fonte d riqueza pi-
ra o imperio, espera o gove no queajul-
gtis diglli da VOSSS apit'JVaQiiO.
Commcrcio.
BECIFE, 4 DE MARCO DE 1850.
ma sociedade distribuido pelas provincias,|" cou-le deZabielo privilegio exclusivo
cojos climas paree-m mais a laclados a s P"r le,"l' de do/e anuos para Inlrodnzir
la cultura, e especialmente pola de S.-Pe-j ,,04,'' '"'P0 l0 machinas o processos maTs
do onde ha fundada esperanca deque ella' aeifeicoa.los do que os artualmente u-
venlia i renascere prosperar como inti;i- u,,s M InerajBo do ouro com a clausula
mente. I'on lerun lo. porm, o respectivo de s-rem taes machinas e processos deseo-
presidente que alm do Ihe chegarcm fra nhecidos no paiz. o de verihcar-se a soa
checo; fram apprnva los, por aviso de 8 de da eslaafio propria as duas rem. ssas quo se inlroducclo no prazo detiesannos, f.iau-,
agosto prximo passado, os estatutos desta fi/eram he o trigo vennellio o que mus lorisado o concelheno o'estad-1 Oaelano .Ma-
S.)Cielade cSua M..g-stade o Imperador, convm'ao clima e naloiali l.de do solo dn- ria Lopes Gama, por outro decreto de 28
alm de liberalisar-lbe a sua imperial pro- i quella provincia, acaba oguven.o de ex-1 ue junho de 1849, para enip.-ehender pela
teccao, houve por bem,. por porlaria de 27! pei|ir as necessarm-s rdeos, mundando vir! applicaQlo os ditos processos amachinas
de selembro ultimo, conceder-lhe o titulo l,ioS Estados Unidos urna poreflo do deata I' esidofacjlo das minas de ouro doltio-Ma-
deimper-al. especio, que Ibe ser a lempo enviada. ranbiio. 0 do Itio Glaro c seus confluentes
No relalorio anterior fostes info'midos Igualmente se exigrain do presidente da l,a t-nivincia de Goyaz, debaixi das cui-
do resultado dos exames a que iVa sub-| provincia dol'ai algumas plantas da ean- dicOes exaradas no mesmo decreto, e das
meiiido em l'ariz o cha da provincia de S.-:^ na vulgarnienie chamada de (.ayena, pra,>l,", fossem estipula Iss no contracto que
Paulo, cumpre-me agora pa'licipar-vos.:serem dist buidas pelas provincias ondea'linl,a de celebrar na confo mida le do 3
que len,do o presi lento da destinas remet-l PCe1, ,ai|e j., renovacOo da sement se i ^ ",l- 5 'I* lei de 8 de oulubro de 1813
lido seto amostras de oulras tantas quali la- tem [l(rnau imperiosa ; tendo sido remil-i Na provincia de San-Pedro procede se
des do que se fabiica un jardim botnico da! t,jas ls prj((eir:s mudas que eiiegar, m ;irl laluicuie Irib lnos d miner.-cfio, que
capit.l daquells provincia, con, o deslino: ., a provincia ilo Mio-de-Jaueiro, onde s" forem coiados de suresso daro no inm
de ser tambom analysado na Europa, foi el-
le submetlido por intermedio da legaciio
imperial emLondres ao exan.e da |.essoas
entendidas, pelas quaes, principalmente
tres das tmnstras fram jnlgadas de boi
qualidad.e, viudo a respeito de cada urna
aellas colado 0 preco que pudm iam alcan-
Snmos cliristos, jaclamo-nos da o ser,
e procuramos convencer, por alguns ac-
tos, iquelles qu> nos ouvcm, quo nilo
Nainteira Talla de ontros dados e nfor- mentimos quando tal lliesasseverauos -. en-
macOssubreomovimei.toconimerei.lve. titanio, a primera vlrtudo do obrisUo,
reiano quadro n. 14 o valor das merca lo-1 quella que mais recommend.o evange-
rias eslraeg-iras qu Mra.n desp-.cha l-s 'lio, queremos dizer. a (.AltIDADE, como
para consumo na* alfandcgas do imie-io qoelieesqueciila por nos, como que n3o he
llorante o auno flnanreiro de I8V7 -- 1848, P""cada pelos IVrnanihucauos
bem como o dos gneros de proluccfln do "'' hlU>' ,8sim P*1 paizqua no decurso do mesmoanno fran ; ao aliavessaras POulcs desta Cidade, ao per-
exi.o.tsdos parapaizea ealrangeiroa. V- correr varus de auaa ruaa. e ao oproxiojar-
se.lo indicado quadro que o valor da i,n;jdaspracase mrcalos, observar o Insto
poilaca,, subi a rs. 41 lui:i6S,243 : 0 s..n. i s.ieclaculo que aJu sa aprsenla nesses
loo da .x ortaco do rs.55.415:850,173,1fruP" ne*110* w-gos, ou-
ha urna dilf-.enca a f.vor desli de ris >os aleija los, e ouuos chagados, ou atroam
14.31 M81,9:10. II-, po-m, esta cifra ap- os ri's com-as P"""'f -Ppl-c-s cora
prenle, visto q.....lell* ha a diminuir o va-hue C(,s,u,"a,M ""!ll,r Mmo,, oi. l*lrnfs,
aliumat i.n>*imd>J" c""1 penetrantes e repetidos gemidos
Inr da impoilacS > d^
provincia'
entre is quaes l'uu a a da llahin, que so
bastar* para eliminar d.iqmlle algirisTio
algons illilharas dri cont* Pituco he, pois,I
i iies.cdaQMii-llies os c.jracO-'s, o os reduzem
a lastimavel esta lo de tnstota e melanco-
la, a menos qu-1, absortos nos prObrlos pe-
o pre-limo .le un tilhalhn tflo ilieom|lIc.. zares e por coos-guinle entregues to ioh
i., jul.-uei, porm, come,.....ite apresan. or, nu de alma Uo endurecida quo nao
la-lo mesmo assim, poqne lr-se-l.a melh.i- *"; os m.lesallialos, nao lej a attenQno
r.n-lonos fulurns relatnos; a logo flll0 'liles despeitada por aquellas supphcsa,
aquella iioce-^ihlado be mais seiisivel, { vimento industrial do paiz um impulso ex-
Uem quizera poder terminar esto artigo traordinano ; nfiro-me a explorlo dos
ndo-vosuma oxactanot ca do oslado da j*igns do ca.yflo de pedra e de ferro des-
da
agricultura em todas' as provincias, com c.'beitos em diversos pontos daquella pro.
carnaquelle mercado. O governo nilo-s ur-me-hei a expor-vos muito em geral e
seapressou en dar publicnlade pela im-jembem foucas palanas que excepcilu
prensa quelle documento, mas lambein o
enviou por copia ao presidente d* mencio-
nada provincia, para que assim possa nell*
vulgarisar-.se a sua noticia.
Da mesma provincia de Minas vieram
mais seis amosiias, que sendo remet-
ilas i nossa legac/io nos Estados-Unidos,
fra ni distribuidas rolos edictores de al-
gn* jornses crodilados por meio dos
quaes ins i* fcilmente se tornara all conde-
cido aquello m sso producto, augmentando
assim a sua demanda o consumo ; ,e a pe.
dulo da mesma leg*<;ilo nc^ba o governo de
de exigir lano da provincia de Minas como
da das. Paulo slguiees | o (Oes do cha pelo
e errla labricado em cada orna dellas, por
seiem eslas doas qualidadas as que go-
rulmeule mais se apreciara iisqueiles es-
tados.
Segundo participa o iuesdenle da pro-
vincia de S.-Paulo ha alo fazendeiro que
dedicaudo-se a osla cultura colbe j annual-
mei.te de 20o a 300 arrobas ; sccrescenta,
porm, que ltimamente tem apparecilo
alguma fiieza e desguato por causa da de-
leudo feio extraordinarios inogie.sSos na,
primeiraa plaiiiacodo cal ; na da llahia
he tambera notavol o augmenlo da proluc-
CSo do fumo e?lo caf ; nado Cear pros-
pera a cultura do algodao, o comeQa a des-
envolver-Be a do rale e canoa de assurar ;
na do Maranbilo. que como sabis exporta
grande quantidade de algod3o o arroz, co-
meta a avultar a plan 1 .c.n> da canoa a pon-
to de so ti-rem j fuidaoo alguns engeuhos;
na da 1',-raluba do norte prospera a canna
e o algod.lo : e lioaimentapLde Sei gipe, que
quasi exclusivamente se d a cultuia da
canna, produz bem a baunilha.
Uinerafio.
No municipio do Patrocinio da provincia
preciaefio em que parece lTchido a"quei-[a0 MlIlas- se JesC"br' em abundancia um
leanigo. Com o fim de veiilicar se be ver-1 mineral condecido debaixo donme delirio
dadeira a auppost* dep.eciacao, e conbecer Natron.que submetti lo a analyse na im-
perial academia do medicina,sevenficou ser
desiguacilo oas causis de sua prosperla le i vmcia.
ou decadencia ; mas na deficiencia de dados I >*e de lia muito conhecida a existencia
para poder roaiisar este pens-menlo, limi-'|e lacsjazigos, de nenlium delles havia,
' porem, desiripcoes minuciosas, e meuus
ain la caitas geolgicas ; Sabia-80 apenas
le algumas novas'culturas," anda que de que ocombustivel tirad... ao acaso das cama-
subido valor, quasi por tola a parle se a.i das mais supcrliciaes nliin-nlava lia mudos
pres uta a industria agrcola estacionaria lM* algumas forjas de lerrer,., e.cco-
Oii decadouto.
as provincias de S-Paulo e Minas pros-.
pera, como la sedisse, a cultura do cha, e
nesla ultima, ainda que lanamente, vai |
tambera prosperando a uruinbeba o o jnlil
um sesi]oi-c,irhonalo de soda impuro se-
as causas qua para isaotenbam roncorrido,
Diianhi > i'ov-einu ns infor rfl.-i que esi-
gTra do sCicda le Auxilia lora da Industria melhante ao producto salino queso encon-
Ni.ciun.tl. A'em desta provincia, o d* de t era alguns lagos da Hungra, Egyplo e
Minis em cujo jiidim botnico se fabrica-
ram no anuo ou 1818 Iruila e qua tro arobas
de cha es avaliava em quareula o que lei
riadefabitcsr-secm ll, em oulras pro-
vincias comee* a propgar-se osla culiura,
como sejao a ce Goy^z, ndeo teiienle-co-
ronel Antonio Flix de Souz. lera ja urna
planteceo de"is mil pos. e as do K.pirilo-
Santo e Sanla-Gaihar.na par onde ultima- mcipiod* cidade de Areias ; l'Oram analy-
mrnleseinvi*ram sementes a pediJO dos'sa los no museu nacional onde so reconhe-
esneclivos preMdenies leeu que urna das amostras coiitinha salitre
Odoutor F. Schmidt. que nilo cossa de' era estado deservir para todos s usos em
outros lugares ; contera este mineral urna
grande porciio do carbonato de soda, o quo
o tomarla mu provoitoao pura as artes,
so os gastos da conducciio, anda entre nos
Uto diftlcil, podessem lutar com o baixo
preco que elle tem no mercado.
Da provincia da Purahba vicrara amos-
tras de dous minoraos descobertos no mu-
Cuba, que varaia aquelle destino
n'ieceu-se por experiencias felas poste-
riormente que po.iei ia tambera applicar-so
s fornalhas dos vapores. Com o fim de
fazer estu iar o terreno, sonda-lo, e assim
verificarse bavia ou nilo algoma mina pos-
sanie, explnrave! e bem sduada, que con-
vidasse no oslahelccimonto de urna lavra
reguUr,leterminou-se o governo a incum-
bir desta commissilo um cugenhei-o de mi-
nas com as ucees-anas habililacOes, e mi-
nisl.ando-lho os instrumentos deque mais
podia carecer para os trmeros trabalhos,
pu-iio elle | ara aquella provincia a dis|0-
sic.lu do seu actual presidenlc, quo a c.-te
lempo linha ja mandado proceder a alguns
oxames nos tenetios carbonileos do Gur-
ral-Allo por um collouo allemilo quo no
seu paiz seoecupra em trabadlos semo-
Ihantea. Comecuu aquelle engenlieiio por
esludar csses le'renos, o dep..is do ler co-
lindo os dados quo jti'giiii precisos, allir-
ma, na rxpoaicftodoa seus primeiros en-
sai os, que nen huma das cumadasdesCoher-
las pelos trabalhos alcnlilo feitos convi-
da vara no si u i cus rao esta belr cimento de
una lavra, ja por serum pouco ticas, em-
bora em oulros paizes, qu* S* apontam co-
mo raros exem los, ^e lavrem algumas de
iual espessura, j por ser o cou.bustivcl
de (juali ludo i'feiior.
Gumpre, poim, observar que nos tra-
halhos de pesquiza apenas so tem feueuisii
de iima sonda que nilo alcanza a osW.i-
cinco bracas do pmfnndidade, e qua*ST.n
disto, con.o o observa o uiesmo eugeobci-
ro, he em extremo ainscado piognosticar
sobie o es ilo das explort0 s a quo se osla
procedendo ; nflo s porque nunca pJc
liavr certe/a de una carnada pussaiiio de
c-rilose nilo quando ello se avista, mas
liiinlic.il porque ...ainfestaiido-so carnadas
do combuslivel em pontos mu dislame-,
sena imp.u lente emitir um juizo sobre
todos osjazigos fundado smeule no que
se salto ue um ou dous que anda nilo estilo
bem Condecidos. K sendo por outro'lado
incoulestavrl quo a picsenca do carnadas
de combuslivel em terruos anlogos ao do
II m\/FI
Se]* perle
le comji
ilo e se possa csliih -locer o termo ; l,0,r "'I'1011,'? "'1,lo,s- .
araciio entre trabalhos idnticos lsl"' >""-''" >e(0. altamente contra os
de diversos anuos, le'-se-lia um dado Ido noMO lsnllll",,llluV"s"'SM' .. n'u ,ne"
seguro, qualo que ministra a compinacm,. nos contra os toms da povo civihsalo, aos
entre a produccaii e o consumo, entre a im- i '",es "os suppomos cora d.reitu, e por coa-
purlaco o a eiporUto, para ajuizar do s-qu-ncia deva de cessar cora a mxima
possivel brevid ule.
Felizmente ja nao he 15o difllcil odesap-
parecimente desta lesiomundo permanente
ilo nosso puucoainor ao prximo : alguna
lio'iiens piiilantropicos estilo dispostos a
servirem da ncleo a urna as*oci-Qlo que,
siib o helio lilulo do -- IIENF.l-'IGKNGIA PEK-
NvMBUCANA--, estenda milo protectora a
esses desvalidos que ahi ge.nein e carpera
sua triste -o ii-, sera que uingue n os ouc i,
em que ningueni va soccorr los, cu no se
vivessein en uaiz ba.baiu, como se nilo es-
livessem eolio individuos que a religiiio,
que com ellos professam, manda conside-
rar como ir.ii.ius, e que, p irtanto, teem ri-
gorosa ob> igafSo de trata-Ios coniu taes.
Ksses liuine is. dominados das mais puras
intences, querem suavisar os solTrnnentos
de entes to desgranados, querem curar-
Ibes as enfernuda ios, querem mitigar-lhes
as dures, quoieni proporcionar-lhes o sli-
meiito, querem cotuir-lhes as carnes ; toas
falUm-llies os meios para, per si sos, e sorn
cnadjuvaclo do outros, levarera a elreito
l;lo louvaveis inlencOes. cuja realisagilo de-
pondo da existencia de urna subscriecilo
que produza men pro^resso ou decadencia do eomm-.cio.
( Continuar- se-ha
Com mando das arm >s.
Qnurltl-general d>> Caminando du armas lie
l'erniiiibwo na tilla du Bonito, iKdefe-
tertiro de 1850.
0RQ.EM no DA.
I|ivendoS. M. o Imperador, por decreto
de. 31 de dezemhro do anno passido, romo*
vido-me do comm ndo das arniis desta
provincia para o da Babia, nssim o faQo
co-siar a guarnieflo, BCienliOcando-a ao
mesmo ten.po deque o meu successor, o
Exm. Sr. i-i.-ii. i-;.,-ii Antonio Correia Sera,
acaba de ebegnr e entrar no exeicicio da
coiiiinissilo, 'para que fia nomeado.
Ao entregar o com mando das armas emi-
gra tu I o-me ( por isso que na gi-rra. civil a
patria tura sem .'re de gemer, a vestir o luc-
io qualquer que soja o lado vencedor ) com
o meu digno successor, a quera aliauco que
pone i testa a fazer para a lina I pacilicacilo
da provincia, do mancira que lalvez nilo le-
uda el;.- hit ,si,-io de ilar anda a conbecer .
aos ininiigos do governo quaulolie iosens- QL'IMIE.NTOS Mil. IILIS :
la a Ideia quo nul< iam de impr a lei ao en-
verno, e du quanlo valem soldados legalis-
tas dirigidos por tilo distinelochefe.
Eu me retiro saudoso ao deixar o com-
mando de urna guarnicS, cuja tropa se
lem porta lo de orna maueira tao d..-inicia,
que me encbia de nobre orgulno, quando
me lembrava que tuina a disliucta honra
le a com mandar, sasegutando nos meus
companneiros d-arntas, quo s ocompii-
fiicnlo das ordi ns do governo me tirana o
|irazer de os acuinpai.li.ir ate a eooclosflo
da euerra e total pac.licaciio da provincia.
I'oicnso he, pois, queeu ileli--s me des-
peen, aproveitMido a ocrasiilo para louvar
e agradecer aos Srs olllciaes do meu quar-
tel-general a maueira oistincta por que
seo.pr.; se portaram, e o bem que desempe-
ulinram o* deveres luheieutes aos seus dif-
I -re.iles encargos : assim como os Srs com-
maiulsntis du lu >gad..s, Corpus o mais Srs.
ufliciaes ; nilo pudendo ooixar de eslen.ler
us gra lecimenlos aquellos ciladilos
guardas dacioiues e paisanos, que com liu-
lo Hinco o i o vonu.lo sa liSo presta o a
causa da ordtsm, e por isso sa uzni'ain cre-
.1 oes da atlencao do gineruo e da estima
publica.
Tambem mereco especial menguo a re-
jiuiiQiio de sale pelo bem que lora cuiii-
prido ossous uoveres.
Jo$ Joaqun* Colino.
Para conseguiris, pois, essa coadjuva-
gilo, organisaram um programraa da asso-
ciagflo que.preleudem fundar, e no-lo cntre-
mi um, para que dando-Uto poblicidade. o
Hzeasemoa acompanhar de alunoias r 11,;-
xes, loodeules a despenaren a cari lado
d.iquelles que esl iio em circo instancias de
concitirer j.ara obra tSo meritoria, e que
sem duvida recommendar mais seus no-
mes A posteridad, e os tornar mais dig-
nos das grabas de lieos do que outros inul-
tos actos, cujos nicos motivos pareccm ser
i. oslenlnc,ao e o fausto.
Esse programis he o seguinte :
1. A as>oc*Qilo se denominarBene-
ficencia l'ernambucana-
* 2. O seu lim he exercor a candado,
dando asylo, alimento e roupa aos misera-
veis impossibililados de liaba I liar, e trata-
ment aos mendigos enfermos, que nilo po-
drera obier adoiissfio no dos, tal de can-
dad,-,
3. Esta associacilo se compor de todas
as pessoas de ambos os sexos, que quize-
n.-in contribuir ineiisalineiile cmn um do-
nativo pecouiaiio para as despezas leden-
les ao seu lim.
t 4. Logo que se obtonham subscripcOes
na iraporiaucia de quindenios rail res oten-
saos, sera insialla.ia a associago: para o
que reunir-se-dfio os s -odores subscripto-
res, alim doelegerom d'eulre si urna direc-


BMMKB
if>.

cflo que se encarreuo de administrar e dar
principio tosIrabalhos da as-mciacflo.
5. Cata ter vol nas delibetaco sdaa-
sociacfloe ser eleilo para os cursos d'ella
he misler contribuir paras mesma pelo me-
nos com cinco mil tis monsaes.
6. A direccfln constar de nove mem-
bros, os quaes d'entresi nomeVflo um pre-
sidet.le, um vice-presidente, um tliesourei
roe dous secretarios.
7. Kleita a direccflo, cuidar ella :
I. fie formular os estatutos da associa-
c,5o, scrvindo-lhes de base este program-
ma.
o 2. De Mugar urna casa n'um dos su-
burbios desta cidade para oasylo da men-
dicidade.
3 Denomear provisoriamente os em-
pregadosindispensaveis ao dtoestabelcci-
mento.
4. Derequoreraquemcompeliroauzi-
lo, privilegios, etr, que julgar nacessarios
para a prospendade da associaeflo e conse-
cucflodo seo fim.
5. De administrar todos os negocios e
promover os inioresses c eslabili la le da s-
sociscSo, da mapeira que Ihe parecer mala
conducente sua prosperidad-, eniqunin
que nos eslados se nflo fxam assuasattii-
buicOes.
8. !i casa que a direccflo alonar para
cumplimento do art. 2. se irflo recolhen-
do em primeiro lugar os mendigos eiif. r
nios que vagam pelas ru is dota cidade sem
abiio, nem tralamento.
9. As .si.hsciipiOes serflo pagas rren-
saluionle, e a sua cobra nca lera principio
logo que (Or eleita a primcira dircccflo.
10. A contribuicao ser obrigaloria
por um auno.
II. A pesso que, lindo o primeiro an-
nodaiua subscripcflo.quizrrdeixsrde con-
tribuir para as despezas desla associaeflo.
oh diminuir a quota que \olunlariameule
livor assignado, lSm o fara constar poi
eseripto' dirercao com antecedencia de
lies mezes. Emquan o o mo tizer. enten-
der so-ha que contina da mesira forma,
ese- obligad* ao pagamento da quantia
assignadn porseis-mezes depois da sua de-
claicflo ou repugnancia verbal.
12. Publicar-ae-ha peridicamente urna
relacflo dos benemritos contribuintei, p
igualmente a cunta da receita e dtspeza da
associaeflo.
Alii nflo be smenlo aos homens que se
subministra um nsejo de | drem praiiraa
bencliconcia p>la qual u cieatura mais se
apptoxima do Cieador; as S'i horas, cejo
.cori-c.no he natuialu i nli' (lo brando e com-
pasmo, equp, na Europa e tambeni ja no
Brasil, lano se teem distinguido m s-a cor-
poracflo pa, conheeida pelo titulo de11;-
MA'AS DA CAUIDADK--, as se......ras, di-
7.en>os i,s, (lio igualmente ronvida-las a
darem expensaos seu genio camalivo, coo-
perando para a nsUllacflo e progresa* da
associaeflo UF.M-.l HF.IVUA 1'EKNAMItUCA-
NA. Queiram ellas, ce iam s propria ten-
dencias, e cssa associaeflo me-irar.i, o |vr
namburo lea mais este padrao de friona
pois que, iilnifccoiiiiibiiiiem por si con.
oquanlilalivo exigido no proramma qur
cima deixamos inserido, pileni conse
guir dos pas, uos esposos, dos lillms c
dos prenles, que se apressem n prcstar-s
a seuielbaiilu c.nlibuicflo. .Vos, pois, as
conjuramos alim que a.-sim pnredum;
adverlindo-lnes que, slm de praicrem
um acjo que Ibes conquistara as hencflos e
oeli-rno reconliecimeiito dessi poicflo bunianidade desval.la que, ab-ini-nada,
alii iazexnosta aosiigorrs das estarucs, a
nudez, a Comee asmis intrusas cnfeimi-
dades, sem espt-ianca do mais l>g< iio soc-
corro, serlto causa de remover-se de urna
cidade rhrisifla um documento vivo e iu-
conlraslavi-l c. ntm um dos primeos pie-
ceilus no cristianismo.
Es; eramos que nossas vozps gorSoouvi-
das, equeiouco lardis que liquen, rreeu-
clndas as lisli-s em que teem de inscrever
seus non es os fundadores da a-s.icicflo--
LM-FICEM.IA l'KRNAslBCANA-,sS quaes
sescbam depositadas na sala da sssociacflo
eommercial e na pisca da Independencia
n. lie 8, Imana dupruprielanodesio Ma-
rio.
ns filtros generaos membros da assembla
n cional nilo permanecerflo com as e-padas
e libainhadas, se o general Cavaignac pu-
xar i ola sua. Estejam firmemente determi-
nados os militares eescriptnres que defcn-
dcm a cnnslituicflo sentinellas armadas
a morrer, se nessario fi^ em seus puslns,
quo osuccesso de um i-olpe de estado n.lo
he para temer-so. Se fr lenta lo, elle f-
Ibar, e fara nnalmenteque as po'tas da
cidadell de Doullens se fechem sobre a-
quelles que, podendo abri-las por utia am-
nista, n.to o quizaran) fazi-r Sejamos vi-
gilantes, poim i.r.o cun inri u. m.is o erro
le incoiisi leradamenle propagar boatos
que, sendo peridicamente espalha los, tem
por ol-jecto e eflelu ncoslumar o espirito
publico enm i ideia de um golpe de e>tado
Fallar nelle lio anima-lo, he prepara-lo, he
facilitara sua execuc-lo, he (iualinenle, lor-
nar-se cmplice do mesmo. Mo fallemos
mais em tai, po>cn. cuiiseivenio-nos promp-
tos pa.a cumprir com o nosso devor. Ver-
koiiIh eienia aos lepresenlantes do povo
perleucentos ao exercito, qu permiltirem
que a sala I -gislaliva Sejl violada, e nao
"'oncreni, dep n lon na aos escriplores pblicos o|ipiiMi-io-ii>t s
que lolcarem a invasflo do. inr torio do
i>ensamento, -- territorio tanjo mais sagra-
do quanlo as Icis o tem feto mais limita-
do. Vergonha a todos. .lepois de tres revuluci-s, fii em tilo vis
que sofTiam o jugo de um despotismo soiu
Klmia, aeui ideias, Sem neill.Uill*filos pas-
salos, sem nenbuiii prospecto, fulafu que o
recon.mende! s
t) i\apultutt, peridico semanario, que se
diz ser icdigido pelo propriu presi.leule da
repblica, procurando defender o guverno
hSSoi se exprime :
A pusieo n que os inimipos da prrs-
peridade publica collocamo piverno he es-
ta : Se o poder exrci-tivo nilo propO-) lo-
dos os das urna nova |e, sccusamna de
inercia. Se prope uina le destinada a me-
Ihorar b condii.no das class.s indlgenies,
aecusam-no de intentar i.ngariar a si o po
voe proclamar 0 imperio, Su pin|Oe leis
um tanto impopulares para prevenir que a
Franca se expunba aos riSCoS de urna expe-
diclo Ini.giuqi.a, ou para restabelecer nos-
sas (naneas, accusa.i.-.io do meiinsprezar a
Oi>iuiffo do paiz Se por m-io do restabeleci-
niento dascoinpaiihias dos caninihos de fe.-
io, contempla reatauaraartividadeso tra-
halho, n animaros estrangeiros a nmprega-
remseus cspilaesns emp esa francezs, ac-
ciisam-no de obedecer as iuspiracoes de un.
iordido inti resse. Se aucioso procura me-
iiior..r* sorle d s que servem no exercito,
aecusam-no de querer se.tiizir ..s soldados
paia destruir a CO-iSllnlClto. Q.ie tctica
miseravel e udioss Ettcs inventores tleae-
ciissi Oes, osles detractores descarados dflo
claiiu.i lite a ron lleco r qual se. i a a sua Con-
ducta, se o soaso Ibes pw-ssom um mo-
m.iilooio r as mil os. 1,'in governn que
cnnlia ns popula<;*io, equetum ciinsciencia
dess f qa nflo procura urna popuhrids*
dvfls. Elle piopoi.- ssmedidas que consi-
dera uieisao paiz, sem nenhuma segunda
leen", S--HI nll'.oniar opiniho publica,!
pnrni tan be.ii sem a temer, em urna pa-
|avra, elle cuaipre o sen .lever. yue fingi-
da iinorancia oa liislnria dos ulilm<>.< is
mezes! Appellamos parallos os I,
Pela barca lhomai-\lellur$, chegada ante-
lioiiten. de Liverpool, iecrl.ca.os us limei
de 9 a 15 de Janeiro prximo psssado, f.t-
tsndC-OOS os de 5 a 8, que sin la nflo nos
vieram a n.Sos. Temos tambem prsenles
cinco nmeros da gaz> ta frsocozs La l'a-
trie, datauos de 9 a 13 do u.esmo niel de
Janeiro, e o que en. to.lus estas folhas en-
coniramos de mais inloresM be o segoiute :
Inglaterra.
Este paiz fiera perreitamente tranquillo,
o parlan i-i.lo nflo se reuni no dia 15 de Ja-
neiro, como*navia sido determinado, em
Ciiusnuueiicia de ter sido oi.tra vez adiado
pela ranilla para o da 31 do ntesn o mez.
. A leuda do lleino Lini io no auno prxi-
mo passa.o foi de 48.742,338 libias ester-
linas, eiliPlanto que a oe 1846, que pode
ser considerado como o uliimonnn<.do svs-
tema de prolercfln, foi de 48,t8,4!8, o q'ue
mostra que i.oespaco de tres sOlios a mi-
da pul lien daquelle paiz nflo auyo.entou
senfio de 57.920 libras este, linas, augmento
que, secundo o Uorniug Herald, nflo esta ae
nenhuma soileem n-lac3o Cun o ciesci-
menio da p..| ulaeflo.
Osconjo/hcaram em Londres, a 96 *-/8 ;
os fundos biasileiios, os pequenos, a 88 ; u
os cinco por tent poiluguezes, de 82 a 83.
Francm.
Nada de extraordinario havia ti'lo logar
nerse paiz, posto que presenleineiile oais
que nunca coiressem all boatosdr om u
pe de estado, os quaes, sendo reprlljdos Du-
la massa ger-ld. po.ul.580, rm comiu-
do mu. religiosairenle aceitados pelos
republicanos ex liados c pelos I- gitmiislas"
EIS o que a este r.sneito se le na l'rtie
F.lle-se uuna v. em golpes do esiado'
Esta manbS as gazelas dos partidos os mais
oppostos lepetnam os boatos da proi-ciada
usurpaeflo, aos quaes as expressO s ciimi-
nosas de um ministro inconsiderado tem
dado alguma conslatenrie. Verdadeiros ou
falsos despiessmos esles boatos. Nflo de-
clarou da tribuna o general Ca.aignac que
em defensa da roiistiiuicil e da repblica
airiscaiia a sua propria vida? por nossa
parte confian.os em sua palavra. A historia
ten. recordado o seu juramento; easeju a-
menlo o obriga irrevogsvelmente, o sem
loinens
le boe f.--Jse esqueceu algum do .ti-
20 .le de/en.bro, dia .la ejeleflo do presi-
dente s do dis 29 de Janeiro, e do dia 13 de
un o? F.oi qualquer -lestes penlos 1,1.1
sespresenlou urna ocrasiflo f.voravel1 Nfln
foi ella proclamada? ,No teria silo fcil
ao presidente prove la r-se tiestas occasl
Os ds tendencia e moviment da popule
Qflo ? Se o presidente o nao fez, fon peln
respeilo que consagra no juiamento que
prestou, enflo por que-ihe raltassem ele-
memos de soccesso. rranquillisem-se, por
tuto, os amigos ds or-b-m, c calein-se os
nossos inimigos,'poisn&o ha nenliuma lo-
uicaemsuas accusucoes Qoainlo um ho-
nieni tem a sua Jisposlcflo mais poderosa
das alava cas. a sReicflO do povo e do ex"r-i|
eito, para mover um peso immenso, elle
nflo r> corre a meios bracos e misera veis que
uo levanliiriam urna pedia,
A quesillo do prala foi mui debat le na
assemble. Mr. Tblers e varios outros mem*
br. s disliiiclos, assim como tuda a noula-
i.ba. v.-t-iam contra a 1 olllilica pacifica do
gabinete, a qual nflo foi approvada senflu
por 338 votos contra 300.
Sem embargo da deelaraefin feita na as-
semi-la pelo n.inisim dos negocios estran-
geiros, valias gazetas innuuciarsm depois
que o toverno bavis linaloente resolvido
enviar urna expedicSo militar ao llio-da-
l'rata, e at determiuaram o numeio das
piscas e o uome do Commandaiite ; mas o
CoflWilufionnei que gofa piesentemente em
grao consideravel da coufisnea do govemo
publica em#seu numero de 12 de Janeiro o
segunde artigo :
Varias gyelas annunciain que o go-
verno l.-m adoptado, relativamente ans ne-
gocios do Prala, mi-di >as que parecetn op-
poslasa lolilica que sustentis na discus-
Sflo, e ao d.s-jo expresso da assembla.
E las gazetas fallam de. nina expedicSo mi-
liiar ; mencionan! o numero das pracas cm-
I.airada-, e at do o lime do almirante
Horneado pata o commando da expedid-So.
Nada ha queseja ve.dadeiro em tu-ioisso.
Mr Cailier, preleito .le | ol ca do sena,
determinando csiabebcer na p.efeitura
urna livraiia central par o uso dos preso-,
e 11 n encontrando no orcametno munici-
pal nenhuma verba para esto Hu, dirigi
una circular sus a: totes, editores, iu pren-
sores e livreiros de l'.ns. app.lland-j para
a generosi-lade ilos D.esmoa a bm de podOr
realisar esta tflo pliilat.thropca ideu
eViio basta, uiz Mr. Larlier, impedir que
0 prSuS i. ..".o gaz i-s anal'clUCas e llV. OS
11.aos, os quaes lito fcilu.ei.li; eiiconlian.
syinpalllias lias ras^s de deten. :.., icunti a
isso ja provi lencie.;; hu neeeseario que
seus espritus sejatti utilmente oceupauos,
que sua mural seja sustentada e que elle.-
se lomen, reconciliados com os principios
subie os quaes lepotisaiit a laiiiilia e a so-
ciedade.
tafia.
Todos os estados desta pennsula fie ira ni
tranquillos
Na lo.-ciia fallava-se mui'.o em Uina mo-
dificaco ministerial ; di/.ia se que o uiar-
quez de lioccella, tninisiro da m-trut'vflo
pui.li.-a, e o general L Ugier, unin-ir.. da
gea estavdin elerminajos a data sua
seria reunida da juslca, sendo a segunda
confiada ao coronel Uilluomini.
(I Hiiorghnenlo de Turim de 5 de Janeiro,
refer mo-son cartas de Florenca, annunci-.
que urna conveneflo fdra concluida entre a
Toscana e a Austria, em virtude da qua! os
Austracos peimanecerflo no primeitu des-
tes dousestados durante um lempo indeter-
minado, com a condic-to, pnr-n, de o pva-
cuarem primeira inlimaeflo do grfla-
duque.
Corra que o corpo de oceupaeflo eslava
fixado em 10,000 bomens, e que a Toscana
nflo pxgaria seuAo as d^spezas de aquarte-
lamento e as extraordinarias de guerra,
devendo os Austracos permanecer neutros
nos negocios internos.
Em vi.tuilu desta convncelo, o parlamen-
to tosca.io doia ahnr-se ncessanteinente.
A fllha dn ^ra- liiqu.t eslava para casar
con o principe de liapani, irmitoda rei de
Vapoles e da nossa imoeratriz. Kste acto
(vado pri.neiramenle para o mezdejanoi-
ro, foi depois adiado para o carnaval.
No Hieinonte reinava a melhor barmonia
entre a assomhli eoRoverno. A resposta
a falla do throiio approvada pelo senado he
do teorseguitle :
11 Senhtir.A harmona quo felizmente
existe entre o principe e o seu povo he um
fncto de anliga dala na monarclna de Sa-
boia. Os interesses da nacflo fdraic sempre
-..nulos para o principe. O povo tem sem
pre amado urna' monarchia, cujo encopo
tem sido melhorar a condieflo moral e pliy
sica do paiz. ma ter sua independencia e
guardar sua honra. Este fado, que be raro
na historia das uacOes, estamos certos que
nunca ib-ixar de subsistir.
Estamos convencidos de que o systema
constitucional, felizmente inl-o tuzi-'o pelo
magnnimo liarlos Alberto, ofle ecera ao
povo mais Irequetiles occasiOcs de 0 confir
ntrj e ja entre nutras pravas -te eUvitOo, V.
Mage-tade recordar-nos juslamentri a que
lliu .:i-..i,.|i- niin.-ri) a responder o convite de V.
M. para lomarem pa.lcem mndos mais im-
po.t.ules actos da vida poltica,a eleicflo
dos debutados.
A nacflo, senlior, deposita inteir
coi.fiaiica em V. Mage.-tadp, que com inten-
sa alfeicnn e vontade deliberada linio o seo
l.-sli. o com o nos-o E-teja certoV. Mag-s-
tade qiieenconlr ra a mps.tia harmona as
deliberscflesdo psrlamento.e que e|l lugar com ess.i sinceruade ronslenciosa
que be a bise do I10111 guverno co-.stituc.o
..al, equo be proplia para facilitar as re
fr as internas, para augmentar o C'e i'o
Ipublii'o e para proit.uve' ns nossas rplacOes
imigav.s com as potencias est'MIgeiras
Man ter, senlior, em sua inlegn- ladea nos-a
lil.er.laiee independencia, entretanto que
c-insideamos a V.Mig-sl^de cuno o pri-
mer., carnued 1 desla causa ; defender a re-
ligifln, sem a qual a liberdale perece o a
socieda lusedissolvo ; promover* instruc-
eflo elementar, pars que o povo p..s-a a-
prender a conhecer seus direjtos e deveres,
ass.mco.no a distinguir a verladeira lili r-
d da iusubordi.iacflo a tola a aulori.la-
de, e seus verdadeiros amigos lUquelle-
que procurauicoriom,e-l e perd-lo; me-
Uiorur, tanto quanlo o penniltire.n as cir-
RumstanClaS, a con lcito d pob.es; providenciar cont a a penuria do
Ihsoun sem injuriadas fintea de repro-
lUCCflo; inlrodu/ir as re, rtico s pulili-
cas us it-fnnas reclamadas |.elo systema
conspracflo que tenda para um novo levan-
lamento.
O paiz he p-rcorrido por columnas mo-
vis, as quaes impedem todo atnuvimento
poltico o rnaniem a seguranc dos viajan-
tes.
Allemanha.
Todos os oslados deste paiz ficaram em
paz.
Na Austria, porm, continuavam a mar-
char tropas de todas as partes do imperio
para a bohemia, e um gran la corpo dal-
las permaneca estacionado sobre as fron-
teiras da Saxoni*.
Segundo o Ll'iyl, as dietas particulares
dos paizes da corda serflo convocadas par
o o.itn.io prximo, e a reuniflo da dieta
do imperio poder asjim ter lugar consti-
tuconalmentt em n.iode 1851.
A mesma gazet* aiinuncia que o estado
011 maio, e que o da capital da Bohemia o
ser antes disto.
Na Prussia houva ltimamente urna crise
ministerial, que agitou por slguns dias o
paiz. ,
(lomo o rei nflo quizesse aceitar a cons-
tituicflo r.-vista pela assembla o gabi-
nete .leu a sua lemisso ; mas, iSsolvendo-
se depois o mesntO soberano a prestar o ju-
ramento a que se havia recusado, com tanto
quu assembla Jizesse na consliluicfio
certas modificacOcs po.- elle propostas, o
ministerio rpiirou a deinis-flo T^ue havia
olferecido. <:ri-se que as modificagOes
propostas pelo rei seriam adoptadas pela as-
sembla, e que a co.islituicflo soria por
eonseguinto brevementej irada.
Turqua e Rusiia.
A) titelligenciis da Turqua com a Austria e
a Ittissla fram paeiOcamenie ajiislidai. A.
rrl(6es diplomtica* entre esta tres poten-
cias; devi.1.11 ser renovadas no dia 31 de detrui-
l>ro. Todos os arranj imetito para eU med-
da, diz o correspondente do 77ie< em sua car-
ta d.. inesino da,aclia..,.se j. promptus, e todas
as olijeero.-s li.j.. (ido resol mas. 0< Polac
implicados ni ultima insurreifio da Hungra
-e.:i expelilos, e os refiig.a.bis hongaro te-
rao mandados para a cidade de Kuuiak na Asia.
.Menor.
N'eui a Porta, nem nenhuma outra potencia
e-na.igeii a p.-derao para o futuro proteger os
criminosos poltico que fig.rem da llus-ia ou
da Austria para a Turqua; todava ueiihum
individuo provi-lo de u.u pass.porte, qur iu-
glez. qur fraucez, poder ser preso pelas au-
toridades ru.-.is ou austraca eiiiquaiilo se
aelnr no i.npe.i-i ou-.mano, uipuos que oc.i-
uiede que for aecusado. s-ja plenamente pro-
vado pera.ue o euiaixador, cnsul ou agente
d\j goveruo que Ihe liver dado o passaporlv.
boiSes de seda, de Ua e de metal a I. Kdier
a:.
1 cala bengalas e baleias para chapeos; a J.
Falque.
3 piano; a Vignes.
1 cala bona, 4)*3 gigo batata; a Didlcr,
i.oloniliiez Si C. *
4 cala garrafal de manlelga, I dita vidroi,
I dita eaduilrin de Par e caria de jogar, I
dita chapeo de sol, palka e tecidu de algooo,
I dita porcellana, I dita caliuigas, I dita me*
..anas, 1 dita calcado, 20 caixas velas, 50 g-
goa cerveja ; a J. Routlcr.
1 calxa baldes de porcellana, 2 ditas Chapeo,
I dita fazenda de algodio, t dita llhoe e ta-
fetae, 1 dita obreia, i dita vldro, 4 ditas cl-
chete. 1 dita perfumarla, I ditas tinteros, 1
dita uierciaras; a Oencker & C.
.S'.iii-.l/.iiiofi-i. bngue portuguez, viudo do
Porto, eutrado no mez proihuo paaiado. t-ou-
ignido a Manuel Juaquuu Ramo e Silva, 111-
nil'estuu o segu.ue :
3 cais peuteie cala decidir. 15votumcs
ferragens, 4 calas ardiles, 2 pacoter 60 p..r
rete, 20 harrlt pregos, 4 dito pi-eaunins, 1 la-
ta obras Je ouro; a Jos Aliono Murelra.
6 cala liuha, 2 ditas ferragens; a Tbomat
de Aquiuo Fomeca.
1 cana coma, gallors, renda e linhai; a
Joaqiiiui Monteiro da Cruz.
2 barr pnsimios esalpices, 1 calza obreas
e phospiioros, 3,000 peso hespauhe e pata-
i'ie braileiro; a Manoel Juaqiiim Ramos e
Silva. -
4 cala ferragens, 9 barra prezuntoi; a An-
tonio Valentn, da Silva Harreca.
26 rodas de arco de pao, 1 barril plan tai; a
Jos Francisco Carnelro.
2 barr presuntos, a Manoel Ramos Pontea.
288 ca.lei.-as de pao prelo, 456 de oleo e 6 di-
tas de castauheiro ; a Jos Antonio Carvalho.
1 caita chapeos; a JoaqulindeOlivelra Mala.
1 cala obras de prala ; a Uoreira & imane
12 caias poiua.la, I dita ferragens, 10 bar-
ril prego, I cala panno de I i..lio e diversos
objectus, I dita panno de linho,50cunhrtes ve-
las de cebo; a Franciico Xavier Martin Bailo*.
4 pac.ucs fio, 3 calas ferrageu, 18 canas-
tras aillos, I cala doce; a oreui.
.'I..IS.I restas de cepillas, urna purcao de pe-
dra, 1 cana eucomendat; ao capilao.
CUNSULAUo liKItAL.
Hendimeato do dis 4.
Diversas provincias. .
2:091.663
301,15*
2
.393.87
Correspondencia.
Com 1 o Sr. Dr. I.uiz de Franca Muniz Tara-
re*, prnvedor da ja-le do Porto, eui sua cor-
respoiideuoia de (i do mez lindo, publicada
liiile.ii no Oiirt de 1'ernamhneo, assevereque
fubmettra quarentena a barca francesa .1/
ry.in, depois que recebra as orden* do Eim.
presidente da provincia, devo declarar que
nao me consta que a .lita barca tivesse sabido
do ancoradouro para fjzer quarentena, eicep-
to se a fez no mesilla fugar em que se achava ;
pelo menos niuda I eslava quando os navios
Jouphinn, Athitri, Cumiante t C'.iniPinfrt.., que
licavajl em suas iininediacdes, j tii.lii.o doen-
le* a bordo, os quaes fora.u vistos e tratados
pcloSr. Dr. C.soie deS Pereira, quedissodeu
coiiiiiiiinicacao ao concelliogeral de salubridi-
de publica, sendo al
. p-blica, sendo alguus recolbidos ao bosui-
eonsl.tiiClonal; laessito, senhor, ,,u IIOSSO tal provisorio da illi.i do Nogueira. do quaes
ver, us pontos para os qiues se devem diri- dous do fauphtm ttearam rejlabelecldos, de
quatrn sardos que entraran.; e devo declarar
mais que o lin ido B Lasserre fez esforcos pira
conservar no ancoradouro o dito navio, vmdo
at icpenl. ir-se conimlgo.
Nao tluvi-lo que os en.pregados da prnvedo-
li da sa.'ole se e-meien. en. ciin.pl ir com zelo
e lealdade os seus deveres ; o que sei he, que
j.i em 1816 deiiaram entrar a barca belga Ama-
lia, viuda de Gabiio, aprzar da dispongan de
um aviso imperial. Nao duvid.i tambeui que a
carta da barca Alryun eslivesse acm nota ; ma
o Sr. prnvedor, leudo noticia de que ua Babia
reinava uina grande epidemia, c sabendoque
a tripul.icao, posto que neuhum sollViiueuto
apies-'iitasse, segundo diz, poda todava estar
no periodo de incubac.ao, devla, apezarda car-
ta, pr de quarentena rsc navio. Seutiveise
feto, talvez nao reiuae 110 ancoradouro a fe-
ble auiarella, que sem duvida alguuia parti
de bordo do .l/r./-n., e se foi couiniuiiicaudo
aos quatro navi-i cima citados. Son. etc.
- r. Juaquim de Aquiuo Fornica.
Recife, 3 de marco de i850.
^ira ailencflo do governo e o escrutinio
overo do prlauienio.
-. 0 senado prmni-Ue a, Vossa Magestade o
se,i 100 n 1 loe leal apuio. Klle tem plena
confanos no rei e na constiiuicflo ; t lie esta
convencido de que esta generosa e pruden-
te nacflo mostrara Europa que est habi-
litada pura o cxeicicio dos direilos precio-
sos, cujo gozo lliu foi ltimamente conce-
dido.
0 papa ainda estavn em Portici, e dizia-se
que s voltaria ao Vaticano pela semana
s-nila.
A seguinle caria de Moma, publicada pela
Patrie, da algumas noticias bem desagra-
daveis do estado uaquella cidade.
A populacflo desta capital contina a
esperar o papa com urna viva impaciemia.
Corre que Sua Satilidadedisstra aum alto
pesotmgem que sna conseiencia o oh. igava
a voltar o mais Ce.lo possivel. A municipa-
lidade prosegue com actividade nos seus
oreparativoide festa ; os quarlos do Vati-
cano estoj prumptos para receber os seus
hospedes.
- Falla-se muilo em Roma de conjura-
cOes ; ale se fjzein aniiacas de vesperas si-
cilianas por oceasifloda Volts do papa as
prociamrco.-s as mais incendiarias sflo'di-
rig las SOSSolJadoS fianCezes; lio I mente
reunioes clandeslnas teem tido lugar.e urna
coriespoii.leiicia u.ui activa he tuaniia
com us levolucionai'ios de l.iome.
lia poneos das, lias principies cida.les
da Itomaiiia l am arrombados, durante a
noite,osarinazensdos principaes pharma-
ceuticos, sen,o carrjalas todas as subs-
tancias venenosas quo nelb-s se achavam
?em queosestiatihosomysteriosos ladrdes
locassem em......i,nina outra cousa. A q-ian-
tilaue de venenos Cirr.-gaJa lie sulliciei.t-s
pa a dar a monea lodos o- habitantes dos
eslados poiuilicios. Este laclo espallia o
terror por lo .a a paite.
< Finalmente, a polica acaba de fazer
piWIo importante por mejo da qual
COfflMEHCia.
,,,: .....,*-,;,., i 7 "'" S-"'. vaiavoui uctBI UlIIIdJOS a uar a sua
duvi d nejrfiunin o general tamoncire, eluemissflo, c que neste caso a primeira pasta
talvez venha ao cuno, cimento de todas
las maeliiuaces. O advogado Salmi, go-
Vernadur deJesi.foi preso econdu/i lo pa-
ra Ancolia. Aciiuu-seem sus casa um enor-
me fardo de tupes e uuas Uandeiras lri.olo-
re, mullos paies de pistolas de alglb.-na e
un grande numero duesiyleie epuuhes,
tresds quaesesUva.ii preparados pura re-
cobtr vei.eno ; aciiuu-se mais uu.u Corres
paBti.c.a in cillas com os principaes che-
lekrua .cvolucDo da Italia.
Em Mapolea neiiuuma uovidade titiha ti-
do lugar.
A Sicilia tambem fiera tranquilla ; mas
o mito o iio entre 0* Sicilianos e os Napo-
litanos anida ii.io lini.., desapparecido, e
dizia-se que os agentes inglezes naquella
iliia eramos pnmeiios em procuiai eulre-
ler esta auiiiiusiddde.
0 c-rrespon lente da Patrie, escrevendo
em 9 de di-zuit.bro, diz que numerosas pn
.-dos liutiam sido feias simuluneameuio
naque.I.i data em Palurmo, Messiua o Cata-1
ALFANUEUA.
Readimento do dis *.....10:785,557
beicarregain hoje 5.
Brlguo brasileiro --Empresa meicadorias
Brigue naciouai Scm-Par pipas vazias.
Urigue inglez --Qneen bscaliio.
Uarca ngleza Thvmai-Uttlors merca-
dorias.
Brigue inglez onkoston bacalho.
Barca portuguez Ligtira mercaduras
e cebollas.
IMPORTACAO.
llcliopolei, brigue francez, vindo do Havre,
entrado no mez'pintlmii passado, consignado
a L. riigure, iiianif-st.iii o teguinte ;
30 barr e 60 lucios mauteipa ; a Nicolli.
dO gigos cbaupanlia, I palla pannos euver-
nisail., 1 dita escova, 3 ditas cliapo. l dita
pecuniarias, I dita Don c faca, I dita ban-
deljas, I dita bco de algo.la... I dllateeldos
diverso, I dita iiiarr.-quius, 3dita porcellana,
1 dita Ras de seda e algodo; a J. Pedro Adour
7 calas fazenda de teda, 2 dita fizendas
deiaa, 150 barr e 60 meios dito inanleig, 20
barr t-rC, 10 barr oca, 28 dito alcalr.m, 3o
caixas quejos, :| ditas sellis. 3 ditas chapeos
de sol, 4 -lilas chapeos, 12 caias papel, II d.t.s
velas, I cl.ia casimira, 6 dita fazenda de al-
gudo, I dita cande vados ; a I.. Ilrugiere.
I calla mercraria ; a ordrin.
1 caia perteuce para chapeos de sol ; a J.
Loubet.
I caita com duas pecas do blnmle,20 peca
ana iu.liaca... Ift sellns, ;t6chapeos deso para
enhora e 7 cOrte de coleles; a II. Gadault
I q un lula com ca-ias e queijo, 2 calas fa-
zenda de algodau, 1 dia dita de teda e algo-
do; a ScbsplK-itljni & Tobler.
75 birri e 25 uu-lot ditos manlelga ; a N. O.
lueberSiC.
1 cala faiendas de algnde e seda ; C. J.
Asiley St C.
' 1 cala fazenda de la e aleodao; a Kalk-I
*-| mam Freri-s
2 calas faiendas de algodau eseda, 1 dila fa-
EXPORTACAO.
Despachoi martimo no dia 4.
Genova, polaca (arda Due-t'ratetti, de 219
toneladas: conduz o seguinle :
2,200 sacos com 11,000 arroba de astucar,
:> pipas, 18 nielas ditas e 2G quarlos de dita
con. 4 500 caada.
Veio do Itio-de-Janeiro por reexportarlo,
1.880 libras de cobre \ cilio
Parnlilba, biale brasileiro BxaUc&o, de 37
tonel idas: couiuz o seguinle :
250 barricas de bacalho, 2 barr* azeite, 2
rana- de cha, 1 barrica breu, I pipi viuagre.
18 gigos batatas, 2 barril e 1 pipa vluh", I em-
brullio ferragens, 2 birri manlelga, I gigo
tonca, 1 barrica sardinha, 75 resieas de albo,
12 resma de papel, 80 barricas de firlnlia de
trigo, 1 i .i va sel... de llollauda, 6 barr bola-
cliiulia, I cala quejos, I dita espermasele, 1
dita litria, 1 ditas passa, t dita carnauba, 30
ditas charutos, 5 ditas rap, 55 ditas sabo, 1
acca pune.ua, 5 dita arroz, 39 arioba de
bolacha e 500 cebolla.
CUNSULADO PROVINCIAL.
K.--i lim.-iiio do da 2 1:245.713
Hilo do da 4......... 1:671,878
Viovimeulu do *orlo.
Navio entrado no dia 4.
Ncvr-York 21 das, vapor mercante america-
no A>u>-H>i/./.deft25 toneladas.captaoK. W.,
rqulpagem 30, em lastro Vem refrescar e
segu pata a California tocando no Itio-de-
Janel o. Paoageiro, G. S. Leun-rd rucar-
regulo de m-goco da America (segu para
o Un,:, B. Williams, Evirltt.
Novios sonidos no mesmo dia.
Em commixo Vapor de guerra brasileiro
Vrahia, couimandaute o piiuieiru, lcnci.tr
Jos loa-| u i ni da -ilva Guini.iracs.
Nciv-Voik barca ingleza Criamore, capilao
Thoiua Kemp, cargaasiucar.
J5IHTAL
0 lllm. Sr. segun-lo escripturaro.ser-
vindo de inspector da thesouraria da fazen-
la provincial, em cumplimento da ordetn
ilo Kxm. Sr. presidente da t-rovi.ncs ds 14
do crrenle, manda fazer publco que, nos
dias 12,13 e 14 de marco prximo viinl.ni-
ro, ir a praca, peanlo o tribunal admi-
nistrativo da mesma Ibrsourari i, para ser
arrematada, a quem pur menos fizer, a obra
da continuaeflo do caes denominado Ra-
in s, siib as clausulas especises abaiso
transcriptas, e pelo preco de 11:3x5,000 ra.
Aspessoasquese propozerem a esta ar-
remala^flocompaeecain na sala das sessOes
do sobredilo tribunal, nes dias cima men-
cinalos, pelo meio-dia, compoteulemente
habilitadas.
E para constarse mandnu adlsar o pre-
sente e publicar pelo Mario.
Secretaria da thesouraria ds fazenda
provincial de l'ernambuco, 15 de fevereiro
de 1850. O secretario, Antonia firreira
d'AnnuHciaciio.
a Cluumlat espeeiaes da arrematarlo.
1.' As nbrss da cuiimuacc do caes de-
nominado llamos seiiin felas de ooiif.irmi-
ia.lecom a plaa e orcainenlo n- si dala
aprcs.-niados ao Exni. Sr. presidente da
provincia, pelo p eco de 11:385,000 rs.
2* Esta obra sera principiada no pra-
zo de dous mezes, e concluida nu de 7, am-
bos con forme o artigo 10 do regulamento
las ai rema lacoes d- lt dejulhode 1843.
3 Os pagamentos da arremalacflo se-
rflo r-iios s -guiido dispoe o artigo 1S du su-
pracit.ilu regula-i.rnto.
* 4a l'o los ..- mal. naes serflo examna-
los pelo engenheiroaules de erem empre-
gados, e, approvados, lavrar-se l a um ter-
mo em que sssiguarflo o engatillen o e o ar-
remalante.
< 5.' I'ara ludo mais que nflo eslver de-
t"iu.inailo as presentes clausulas seguir-
se ha men a me..le O qoedispO- o mencio-
nado legla.nenio .le II de julbo de 1841.
Recife., 13 de fevereiro de 1850. O en-
genb.-iro do termo do Recife, Jote Mamede
Alvet t'erreira.
i i i ai'inM'vr i "~fr1/kWkWim
Declara^oes.
Pela inspectora do arsenal de mari-
nha su convida a todos os individuos livres,
ale o numero de cincoenta, quo se quise-
na em coiiseuiienci* di d.'sealiri.. .1- ,,,,.., / ir ,""."......I" "". i m u- ". -.iicocnia, que se qu se-
na, em touscquenc dadeacoberta de uina/zcmbudealgodao, l emtorulbo livro, l caUaIreai empregar Jmo serventes na obra do
II sTi^V/ITI


mesuio arsenal, o as do melhoramento do
pnrlo, i se enlfnd-rem rom o resp-ciivo
inspector, o qual. em viitude das or.lens.do
E*m. Sr. Presidente da provincia, Ibes ga-
rante a nsendlo do rerrutamento, em
quaulo e empregarem effectivanicute nes-
sas obras. ... .....
Oescriv3o servindo do administrador
da reccbedoria de rindas internas geraes
ebaixnassicado avisa :i todos os cnllecta-
des pelos diversos impostos que silo atra-
cados cel mesraa recehnilora, quoachan-
do-se creados os ilous cobradores, de qua
trata o artiao 32 do regulamenlo do 15 de
jnnlio ilo 1844, n. 361, para receliTem ami-
gavelmenle no domicilio dos deve loros a
importancia de seus dbitos, a elles pode-
rSo pacar, dando por desobliga os recibos
CXtrahidos dos talaos para esse flm organi-
sadus. assipnadns pelo tbesoureiro, Joa-
qmm Mara da Garvalho, o oa empreados
que os passarem, cojos agentes recebedo-
rea nnmeados e habilitados para esse re-
cebimei.t'i, s3o Jos Chrspira de Assump-
(9o e l.uiz Gomes Sdverio.
anoet Amonio SimOes do Amoral.
Itcparlico da polica.
Illm. e Exm. Sr.Segundo as commu-
nicac,os hoje transmettidas a osti repirii-
cflo, foram sm-nle presas em o dia de
hontem : orlem do delegado do segundo
diirielo desln termo, o prelo forro Cn-tnin
de Tal, por correc(3o : do subdelega li.
da freguezia da S.-Antonu. o crioulo Luiz
dos Sanios Itarreto, por infraccSo de pos-
tura municipal.
D-os guarde a V. Esc. Secretaria d
polica de Pernanibuco, t de marco d*
1850Illm e Esm. Sr. Honorio llermto
Carncrol.eiJo, concelheiro de estado, pre-
sidente desla provincia. Jote Nicolao Re-
guara Coila, chele de polica interino.
IIIii). eExm SrFram hontem por mi-
nha ordem posto em custodia no quarlel
do corpo de polica, oa logleies James l'hil-
Jps e G-orge Dean, para averiguares po-
lciaes : e presos a ur lein do subdelegad"
da freguezia de S.-Jo* o pelo Miguel, es-
cravu de Caelaoo Dellino M nteiro, por is-
sim o hsver requintado o respectivo se-
nhor, earriouU l.uza Mua da Concei-
cilo, por correceflo : a do sub (elegido da
freguezia da lloa-Vista, o escravu Juv-n-
cio, sem que o motivo me livessts sido com-
miini'ado.
Dos guarde a V. Exc. Secretara d>
polica de P rnambuco, 2 do marco di
1850 Illm. e Exui Sr. Honorio llermto
Ciineiro Lco, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia --Juta Mclo lie-
gueira Costa, cuete de polica interino.
-r-iA___lu___Hal tm -l=&*
Avisos maritimos.
V
Para Mace sabe, no dia II do cdrrentt
irifilivi I norte,o bem conhecido brgue na
cioual Empreza, ca lilo Goilberme Pinto
da Silva : recebe rarg e passageros : tra-
ta se na ra da Cadea-Vclha, n. 17, segun-
do andar, ou com Augusto C. de Abreu, Da
mesma roa.
Para o Aracaly pretende seguir vigen
o hiate Noro-Olinda, do qual lie niestre An-
tonio Jos Vianlia : para caiga e passagei-
ros trata-se com o mesmo nostre, ou n
ra da Ca'leia-Velha, n. 17. secundo andar
-- Para O Maranhoe Para S lie, em pou-
cos dias, em rasflo de ja ter parte de su
cama, o hem conhecido brigue-escuna
Liutii : quem no mesmo quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-ser an caoil.lo n
praca do Comniercio, ou a Novaes & Com-
paiihia, ni ra do Trapiche, n. 31.
Para o Rio Je-Janeiro sabe, com *
maorbrevida le^ossivel, por ler j parle
de seo c-rregamenlo tratado, o brigue na-
cional Sem-Par: quem no tnesnin quizti
carregar, ou ir de passagem e embarcar es-
cravosa (rete, dirija-se ao cap lio, na pra-
ca do Gommercio. ou a Vovaes & Compa-
nhia, na tus do Trapiche, n. 31.
Para o Rio-de-Janeiro sabe o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por lera bor-
do oais de dous tercos de seu carregamen-
to : quem quizer carregar o resto, mandar
escravos a frece ou ir de passagem, cuten-
da-se com o capitn a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco A|ves_ da Cunta,
na ra do Vigaiio, n. II, primeiro andar.
O patacho nacional Emnla{'o sabe mu
to breve para o MarauhSo com escala pelo
Cear : quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se aoescriptorio de
Manoel Goncalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recite, ou no cepilSo a bordo.
Para o Rio-de-Janeiro
seguviagem com proiuptid.toa polaca fl-
5.-da ConceitOo, por ler parte de sua carga :
recebe carga a frele e escravos : quem pre-
tender embarcar, procure a Manoel Ignacio
de Uliveira. ii< praca do Gommercio, n. 6.
Har o Itio-de-Janeiro sahe,
no dia 15 do correle, a minio co-
ndecida e velera Larca nacional
Firmeza : para o reslo da carga e
pnssageiros, on escravos a fele,
traia-se com o capitao, Narciso
Jone de 8 -Anua, na praca do
Comniercio, ou a bordo, ou rua
da> Cudeii, n. 4o, lerceiro andar
Para o Rio-de-Janeiro segu com bre
vi iade, por ler |.rlo da caiga prnmpla, o
brigue Cm-dfMcendeneia : pura o reslo d
?'! eweravos a frete Irals-se com o c-
pitfl Jnaijiiioi Jos Mu tins. ou com Joflo
Ifancisro 1'araoHuvre pretende sa-
dir at o di i lo de nirco infali
vetmenten barca francea Leonie,
de pruno ira manda : recebe al
guma carga a fele e passageiros.
para o que tem exee lentes com-
modos : a Iratar com a consigna-
tari i dt mesma barca, vitiva l.as-
serr, na ra da Seuzalla-Velda.
n. t38
l'ara o Rio-de-Janeiro
segu no dia lo do corrente o pa-
tacho nacional Industria, novo,
forrado e pregado de cobre : para
o reslo da carga, escravos e pas-
sageiros, paraosquaes lem pti-
mos com modo*, Irata-se com Ma-
chado & I'indeiro. na ral o Vi-
gario, n. 19.
Para a ci Iade do Porto segoe viagem
com tola a brevilade o berganm portu-
guez5-lo'>')/-;,r cisco Garnero: quen nelle quizer carre-
gar, ou ir de-passagom para o que lem ex-
celentes commoios, dinja-se ao mesmo
capifio, ou ao consignatario, Manoel Joa-
quim Ramos e Silva.
Para a cidade do Porto" segu viagnm
rom brovdade a hirca portugueza Flr-da-
Maija, capitflo Jos de Azevodo Canario 1
quem eolia quizer carregar, ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao mesmo capitfio, ou ao
seu consignatario, Manoel Joaquim Ramos
n Silva.
Leilu.
-- Ocoiretor Olveira far leilSo, oor or-
dem eem prosenca do Sr. cnsul da reou-
blica franceza.da mobilia e mais ohjectos
do (nado J0S0 Dubois, sublito francez,
consistindoem carteiras para escriptorio,
mochos, aparador, commoda, hanquinhas,
dita com estante, cadeiras de Jacaranda,
soph, marquez, 1 jgo de pistolas, es-
pitigar las de caca, quadros, relogo d- ci-
ma ile mesa, serpentinas douradas, rasti-
eaesecolheras de prala, porQo de livros,
oulros muitos objectos assas necessaros :
luinla fera, 7 do corrente, as 10 horas da
manliia, no sobrado do um andar n. 8, ra
dqs Quarteis.
Avisos diversos.
Precsa-sedo um bom fornero para o
Rro Fr do Aoiorim, n. 33.
'recisa-so alugar um sobrado de dous
nd>re< na regue/ia deSinlo-Antonio ou
San-Jos: dse alquil) dinhtiro a vista :
na ra 1) reita. n. 66.
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Todos os das, desde as 7 horas da <<
inanhSa ateas 3 da larde, pdciu ser procurados qualquer desies Surs. A consultas serilo rec-lnd. por
qual'iucr dos tres mdicos que se
adiar no consultorio.
as pessoas iiecssitadas continua-
rlo a receher gratiitameiile, tolos
os soccorros de nu i>recisarom, a
q 11..1,111 > 1- hora do da ; adveninl
que, ser.lo sucroriidos com prefe-
rencia, aquellos que logo 110 prmei-
>
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Consultorio lumm'o
pi thico.
Ra do Trapiche, Hotel-
Francisco,
Dirigido pelos doutores Sabino O. I,
Pumo, J. A Luz, eC. Chillos.
al
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*t
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po da liiolesiia recorrerem ano- ^
11.ce 'patina, sem ha ver lomado re- *;
medio alguin allopainico. ^'.
Carlos Eduardo Dest'a, cidadilo ame-
ricano, vai l'.izn- urna viagem a America do
uorle.
Nodia 9do coirente, pelis horas da
larde, vai a praca, perantaoSr. Ilr. juizdo
civel da segunda vara, de arrendameulo
por 3 anuos, a requerimiento do con-se-
nbor, Caetano Piolo de Veras, o sobrado
sito na 1 un Hireit Jilesla cidade, n. 36: quem
00 nesmoquizer langar, compai'd(a as ho-
ras cima marcadas, na ra Nova, casa da
residencia do dito juiz.'
--Precisa-sede prelas que ven lam pilo,
pagando-se a vendagem que se convencio-
nr: no Forte-do-Mallos, ra do Burgos,
n. 31, pallara.
Precisa sede urna ama capliva, ou for-
ra, para tratar de urna crianca : paga-se
bem : na ra da Cruz, no Recife, n. 27.
Aluga-se um sobrado na ra da Unio,
com excelientes comino ios para duas fa-
milias, vista para birra, grande quintal
murado, cacimba, o todos os mais cuinnto-
los desejaveis em nina casa, sendo aloi
dislo b rijaiii-sna rua'da Aurora, n. ?
Traspassa-se o foro de 11 m terreno no
lugar da Torre, com 150 palmos de frente e
i.aooiiu 1 un 'o : na1 ra da Gadeia de S.-
Aulonio, n 18.
Frecisa-se de nina pessoa
que se enesnegueda direceo dos
enterramentos da ilda do Moguci-
ra : a trator na ra do Livramen-
lo, n. 33, com o medico do muni-
cipio.
Aluga-se, ou vende-se um sitio: na
ra .Nova, n 46.
Precisase alugar um sitio, da Gapun-
ga al a passagem em S.-Anna, sen lo do
lado de l'onie-de-Ue!io.i, e que Lentu banho
caa o no: a Iratar na ra no Collegio, n
12, U I lema.
-- precisa-se alugar um sitio, ou mesmo
cas, queseja perlo da pise, nos lugares
ia Sulfda h Maiiguinhu, Gapunga, Cslau-
-:;:, ou l'assagem-da-Magdalena : quem li-
vi r aniiiincie, mi frlja-M a ruado Rrum,
sobrado do bt. F. A. da Guliha, segundo
aii ler.
I'recisa-se de urna ama par o servico
le urna casa ustrangeira de punca familia
o* ra do RiU'ii, sobrado do Sr. F A. da
Cumia, segundo un .r. Na mesma cas*
precisa-su de umcozmheiro forro uu cap-
tivo.
-- Qualquer homem soliciro que qui/er
lugar urna sala coji dous quaitos de um
oimcHO anliir, 110 pateo do Coilegio, di-
rija-sea ra Nova, n. 63, segundo an lar.
Jos Pi-reir. Teixeira faz scienle ao
res eilavel publico que de boje em diaute
leixou deser seu caiseiroo Sr. Jos Mari
ios S .11 os, e que pur isso nao lica respou-
avel por qualquer transacco que em seu
lime O Husmo possa l.zor.
-- No dia i de marco furtaram urna sal v-
de prala de cuna de urna cuiumoda da casa
atrs da matriz da Roa-Vista. 11. 8, cnirt o
peso de urna libra, sendo elh .arrendada
em roda et a pessoa a quem for oTeiccilj, baja do a
apprehender e leva-la ao Aterro-da-Uoa-
Vista, n. 78, que ser gratificada.
Precisa-se de urna ama captiva ou for-
ra, qua saibi i'inn cozinhar : na.ra do
Queiinado, n. 40.
Prevenirlo.
Manoel Jos Ferreira Gusmilo faz ver ao
publico queniuguem fiQa negocio com Mi-
guel Concalves de Farias sobre urna escra-
va cabra, de nomo Antonia e urna cria li ha
da mesma, de noine l.uiza, pois lio proprie-
dade do mesmo, corno mostrar de docu'
montos passados no primeiro de novem-
brode.1849.
-- |)esappareceu,no dia 2 do corrente.um
preto com tres einbrolhos de miu lezas,
conten lo ditos embrulbos, bico e reodas,
litas de linho e lila, linh.s de nvelos de
cores e brancas, dedal*, lapes e penis de
pato, rozarlos e coritas, lesouras e facas,
caixas de raiz americana para rap e rame
de pescar; este prelo se chamou na ra
para carregar ditos embrulhus e ir com o
tono dos ditos levar na barcaQi no caes do
fallecido Ramos ; e depois. discui laud-
se ou iotretendo-se o dito dono d'as miu-
lezas, Joaquim Meudes da Silva, nao sou-
be. mais que descaminho levou o preto
com as milldezis : mas. julgando elle o li-
vesse perdido'le vista, eque traria as ditas
rniu lezas nutra vez para a luja, dMcancuu
no caso; ma nSo aconleceu assiin, por-
que nao se vio mais o preto ; eassim ro-
la-se aos ven lelhes e auloiidades poli-
ciaes, ou mesmo a qualqu-r pessoa parti-
cular a quem elle as offeiecer Ih'as loniem
e o segurein, IrazeoJo o dito ou asmlu-
dezas na ra do Rozario larga, n. 22, loja
demiudejas, aenlrei;arao seu proprio do-
no, que se gratificara o seu trabadlo : a_l-
verlindo que laiiib-in lovava as dit-smiu-
dezas seis pedras de louza c creoes do
escrever.
AlToiiso Jos de Oliveira, professor ju-
bilado na caleira de geographia e historia
ilo lyceu desla cidade, tem aberto sua aula
parde ilar de primeiras lettras egrainmati-
c.i latina : as pessoas que de seu prestimo
se quizaran) ulilisar, polen pr*^ora-lo na
ra Direila, n. 120, segundo auuar.
~ I'recisa-se de dous mocos para caixeiro
da padsria, <>* quaes abuneui sua Capaci-
da le : na S -Cruz, pa laria por laito lo so-
brado, se dir quem precisa.
Agencia de passapnrtes.
Tiram-se passapoit s para dentro e fra
do imperio, por cornoio lo prego: na ra
do Railgel, n 57. sobrado.
No di i primeiro do corren-
te me7. desap|iareceram dous es-
cravos, a salier : um pardo meto
escuro, secco do corpo, rosto um
pouco comprido 5 tem um laido
quasiorisonlal em cima do nariz -.
tem pouca liarda representa ter
de idade 2o annos e de alio; e u:n
moleqoe, de nome Anastacio, sec-
co do corpo, meio corcovado ; de
bem prelo e tem marcas de panno*
pelos bracos. U pardo de conde-
cido por Joao Grande, c ambos
pertencem aviuva de Josc Joaquim
de Mesquita: quem os nppreden
der pode conduzi'-los ra de San
to-A maro, sodrado de dous anda-
res, n. 6, que ser generosamen-
te recompensado.
Precisa-se de um cozinbciro para o
hospital provisorio da Iba do Vogueia : na
rui do l.ivramenlo,.n. 33.
D. Candida Senhorinha Vi-
eira Lasserre, viuva de lirnac-
do Lasserre, por si e como tu-
tora deseos Pilhos, resolveu con
tinuar todas
de
Victo-
ria comarca de 0.-/iniao : na
da Independen :ia, ns. i3
tem negocio na cidade da
de S.-Anto
praca
e i5.
Na rua Imperial, n. 22. aluga-se um
ama f >rra ou captiva, para o sorvico de
urna casi de pouca familia, a qual deve
eomp'ar : paga-sa bem : lambarn se aluga
um sobrado de um andar.
te*; meiasdeseda para senhora ; bonetes
de panno evelu lo, para montara. Na me+-
ma casa fazom-se chapos para seniora do
maisapu'adogoslo, pois qua a mesma se-
nhora t"m em sua cisa urna mo lista, c!ie-
gaita ltimamente de Franija : tambem se
acia na m*sma casa um grando sortimen-
lo de perfumaras hygienicas, sendo estas
nerfumarias as melhores que se teem r.i -
brina.lo al o presente : ha tamben, um sor-
timento de vasos e outros ol'joct is de por-
j-Alugam-S as tojas lo sobrado do Cor-r0|Una mil0 ric.,s ; escovis de tojas s
redor-do-Riso. propriaspira morar quil- nU,ii la les ; esponjas minio unas; espellios
1____-._. .i..i,.j^-i n narn viacem ; CUXiS
s
:>aracima de mesa o para viagem
le costura muitoric8S.com msica e sem
ella-eravalas de seda, prelas e de cores
pa-a homimilenc/isdoscda : meiascu-las
qticr pesso aln I ten lo alguma fimia : a
iratar no sitio do Gimao-Ver le.
Precisa-se alugtr um proto : na nada-
ra defronto da fortilezi das Cincn-Pontas
Alusja-sia loja da casa do Aterro-la- ,| aigmliio para bomem e menino; cami-
Boa-Visla, n. 22, co-n Instantes commodos | ffls p,rH homem, brancase de cores; e mui-
e fundo: a tratar con Manuel l.uiz la Veiga t0s oulros objectos por menos prego que
em outra qualquer parte.
Precisa-sa alugar urna ana Torra, ou
escrava, paraxozinhar o diario de urna cssa
de homem snlleiro : na rua do Queimado,
n. 42, loja de fazendas.
- Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que sa'iha bem engommar e cozinhar
nara urna casa de pouca familia, on le n3o
ha enancas: na rua do Pilar, em Fra-de-
I'orlas, n. 72, segundo andar.
Ov;is rio sertao.
lie ch'gado alguna pares desle escl-
lenle pelisco : narua JoQueimalo, loja de
Terracens, n. 14.
-Precisa-se de um pequeo de l a ib
annos para caixairo de urna venda, o qual
d li i-ior a sua conducta : cm Fra-dj-Por-
tas, 11. 8G.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
0 respectivo tbesoureiro, Manoel Gonca-
vel da Si'va, pretende n1o illudir a expec-
laQilo do publico com aniiuncios importu-
nos do Miidamen'o das rodas desta loleriar
esforcar-se-hi quinto couberem su^s for-
Caspara com a possivel presteza aununcia ;
o dia, nlem do qual nSo devera passar a os-
peranca dos looipradores ; porque enlendo
Precisa-se de um amassidor: na rua
lo Hoz-rio, n. 13, padaria.
A saohora que man Ion fazer urna saia
le borda lo le susto, h ija de m m la-la bus-
car, vislo que a dita saia j esta prompla
des le Janeiro; pois a smhora Viclonna li-
enu devir buscar: e como no tnria appa-
reci lo, faz-so o presente a .nuncio, para
intelligenola da dona. Rua da Cruz, n. 68,
por cima da loja de louca.
Manoel Jos Teixeira Rastos, sub lele-
sado ffupolentfl em cs-rciciu da freguezia
de S-los do II cife, e juizdo paz da mes-
ma freuuezia, faz scientequa mulou a su<
residencia para a rua Imperial, sobrudo
n (3!),
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
o. ti da ma do Amono), com commodos
nara pequea familia, po' preqo barato : a
trntar no segundo andar do mesmo so-
bra lo.
$
na doPasscio, n. d
Nf-sta fabrica ha presentemente um rico
snrlimeiitodesles objectos do todas as c-
rese i|ii-ih ladcs, lano deseda como de
panilinho, por pre^OI comino los; ditos pa-
ra seribora, de bom gusto : estes chapeos
Chapeos de sol.
EtuadoP'
snofeims pela uHima nimia; seda dama8J|q0eaeasa illuso em que alguna teem por
cada com ricas franjas de reliOZ. Na mesma ve7es deixido o respt ilavel publico, s<) e-
casa se acha igual so lmenlo des-da e pan-' ve esS(t especie de descrdito, que lano
ninhos imitando sedas, para cubrir ai -, icm demorado o andamento das DOSSM lo-
maces servidas : todas esls bz'ndaa veii-l (crias ; por isso limita-se por ora a annin-
de r.-se em pnrcSo e a relalh > : tamben- sh i ci,ra venia dos bilbetes, e a extrahi-los
cnncerla qualquer Chapeo de sol, tanto del rm iodo o empenho, afim de poder asse-
surar aos compradores o dia em que deve.
r clin mprelerivclmente correr
basteas ile ferio como de baleia, assnn co-
mo umbelas de igrej is : ludo por pre?o
comino lo.
Al I persona having claims upon I lie
lateM', James Mirs'i are requeslid lo send
tbeo io ilnmediately lo llie Counling llou*
se of Mes. Jumes Ryder & G., n. *8. rua da
Cadea lUcifc, llialiliey mov be esaiiiiiier
and pold.
Avisa-o as pessoas que liverem coti-
las do fallecido James Maish de apresen-
tar no escriptorio da Junes Ityler &Com<
panhia, no i spafO de oito das, para seren
pagas
A vaniaicem do plano j publicado e ofim
religioso para qoc foi esta lotera concedi-
da, convida e seluz os tentadores da sorte
a concorieiem sem drtnora para a compra
dos num ros que Ihes preparam a suave
acquisicSo de nena da loriuna, sem isco
de grande capital, e com 0 importo semen-
t da diminuta quantia de 5 ou 10.000 rs.
por poneos das.
Desde ja achar-sc-ho os bilbetes : no
Reciie, li.jas do tbesoureiro e do Vieira
cambala ; em 8-Antonio, botica de J080
Oabaisn assgna lo bmloem o numc-l Mureira Marques, no pateo da Uatrir, e de
Francisco Antonio das Chagas, na rua do
l.'Vramenlo ; loja de lleruardno Jos Mon-
teiro, praciuha do l.ivranieiito, n 44 ; no
Aterm-da-Boa-Vista, hijas de Gumariles,
n. 44. ede liuarte linrgesda Silva, n. 18.
Precisa se alugar urna preta qu-i saiba
lavar, engommar e coser, para urna casa
estrangeira : na rua do Torres, n.#34, oas
II horas al as 3 da tarde. Na mesma casa
tan bem se precisa alugar um preto quo
emenda do servico interno, e saiba tratar
de cavallos.
Aluga-se a casa terrea n. 73, sita no
Aleiro-da-Poa-Vista.com quint-le C- cim-
ba, a qual serve p*ni morada ou para ne-
gocio, 1 or ler bous commo los : a tratar na
praca da Ron-Vista, n. 6, botica.
O
O Consullorio homoeopathico O
em Fernamhuco, rua da g
Cadeia, de Santo-Antonio, 0
n. a*
Aspessasque se quizerem tralar O
ela bornee ipatnia, podem dirigr-se CJ
ro 49 desta folhl -um aiinunrio em que o
Sr. Anionio Botelho l'nio dellesquita pro-
testa conlr 1 .-nreuiulaco i'aa lojag de Ter-
r-igei e Cal lereirii, pcrlcnreilteS ao Casal
do fillescidoj se peicra Teixeira, sogro t
socio que fui do mesmo abixo agsigliado,
arreinatacflo e-ta que vai ser f-ita pelo con-
sentimeuto expresso dos lierdeiros do c-
aal, luior dos menores e Ur. curador geral,
que tolos frtram ouvidos por despacho do
respectivo iuizo. de orphSos, apressa-se a
contestar esle annunciu pela seguinte for-
ma :
Nenhum direito lem o Sr. Mesquita a obs*
lar a arremtatelo deque se Ir la, niiu 80
porque o abiixo asignado presura urna
Dancaidonea pelo liquido do casal, como
porque quandu se trola do dividas leg-li-
gada em forma, como a queda lugar a nifii-
cionada arremalacSo, mugueui 1 -io obs-
tar o pagamento dolas, vislo que s se re-
pota em Idireilo pcrlei'Cer a fazemla de
i|u. I 11-1- fallescido aquilloque resta, de
f>|iois de dediiznlas as quininas que elle era
devedor. Ora, o abaiso assignado he cre-
dor legilmo do casal na importancia de
nula 1: um coritos qnatrorentos e lanos |
as operacoes com
merciaes de sin casa no mes
mo pee da mesma sorte que ellas
eram dirigidas pelo finado seu
marido, lendo nesta data autor!-
sado Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar todos o.s
negocios em seu nome, dedaixo
da rasao commercial de Viuva
Lasserre .
-- Os libertos Antonio, de nacio Costa,
o Luiza.de nac.00 Costa, vilo para a Rabia.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite forra ou
captiva : na rua da Moda. n. 7, primeiro
andar.
Aloga-se o primeiro andar do sobrado
n.8, no largo da Assenililca : a tratar com
Joaquim Francisco de Alm.
Muito se precisa fallar com o Sr. D".
Vascura lo : na rua do Vigario, 11. 13, ler-
ceiro andar.
F01 pegado em o lugar de .Maria-Fan-
uha, no dia 15 do prximo passado, um pre-
lo que di?, ciiamar-se Valerio, de incito
Cosa, um lano bucal, e que 11.10 quer di-
zer quem he s'-o sentior : quem se julgar
eom direito a elle, procure 110 dito lug>ra
Jos Adelo l*< reir, que, daO naes, llie sera entregue, salisfazen.lo as
despezas, IlAo licanni O a.....nielan lo liS-
ponsavcl pela fuga do diloesciavo.
lloubo.
Compras.
A.
laS^ini>
Na noile de 6 para 7 do corrente,
lado a um (ircto que venda fazenda:
grande I-la e um carillo com diversas fa-
zendas Anas; pois leudo o mesmo pelo.
por mol OS de embriaguez, coamado un
gaubador para carrregar a fazen la, o mes-
mo se evadir com todas as faz-ndas e al-
giiin diobeiro que carregava. iloga-se, dfir-
tanio, a polica uu a qualquer pe.eoa qu>
tenlia noticia do occoirido, de dirigr-se u
roa da C-ideia-Vellia 11. 21, casa de Manoel
Viitonio da Silva Anlunes, que ser gralili-
cado com 100,000 rs.
t'rccisa-se fallar ao Sr. Jos
da Silva Alves, que teve ou ainda
mil res, como foi com,eti'iileinenle prova-ljA 80 mismo cousulloiio a qualquer 0
to permite ojuizo do OrphnoS: porianlo, r^ hora do dia 0
neiihuin direito tem oSr. Mesquita dear-l^ ^
gu.ro paga-nenio deste debilo, o n.uito| nraG0 menos de olqedar contra a aneinatacnu. vwvvvv>. vvv-v-v--v--- v-v
A socie Iade de que elle faz nienso, e as } -- Precisase alugar um preto para botar
senlcnc s que invi ca em >cu favjr, silo oh-' sentido a nina pequea casa de cto.po : na
jectos ext.anhos a aquello assumplo ; e pe- : rua do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
loquediziespetoa elles, posso aflirmar- l'alon & Gonipanhia.
Ihe queleiiho f nos trbunaes superiores
do paiz, pcraole os quaes o meu direito se-
ra indiibitavelmcnte garantido. Assiin,
pois, pode qualquer um quo quizer, con-
eorrer a arrematac.lo, sem embargo do pro-
t stoilo.Sr. Mesquita, porque ella be feila
peante autoridade legitima e com as for-
malidades da le.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade.
I'r.cisa-so de urna ama de leite, que
nao tcnlia menino : na rua Direila, 11. 9t.
O Sr. Francisco Xavier Car-
neiro da Cunha Campello queira
por obsequio apparecer na rua
de S.-hila, n. Sj.
Na rua \uva', n 63,"abrem-se oimpri-
mein-secom luda a perfeiciTo, cn qualquer
genero de gravurae em ajualquer niilal,
eslampas tle resisto, vinlielas, retratos,
msicas, alm de outros objectos quo de-
mandan! preceitosralligrai lucos como let-
trs de coiiiinei co, bilneles de visita e ro-
luios : iuuo por couimodu prefo.
ti.i.iiiii- C. Auccile
eom cas de modas francezas, rua
A,i Alerro-da-Ba-Viata, 11. la,
Receben pelo ultimo navio viudo de Fran-
ca um gramil' mu lmenlo tle modas, taes
t'O'i'O : chapeos ricos de seda e de palha,
lauto armados, coinosein Si-reiti arma ios ;
litas le seda par* tb i, -.is ; lucos de blonde
ile liu Im, lauto lu. neos ,-ouio pn los e de
(o,las as larguras ; m .nileles pretoS e de
cores, da ultima iimda ; llores deludas as
qual 1 la.les ; roineiras de lil e de Cambala,
.01 il.ulas; camiziubas tle cainbraia, borda-
las ; lencos de inflo, multo lieos ; luvasde
idlica, brancas ccor do palha, lauto para
homem como para seuhora ; ditas do soda
Compra-se urna carroqa e um boi
manso : na rua da Cadea de S.-Antono,
n. 18, loja da marcineiro. Na-mesma loja
tambem se compra urna duza de cadeiras
de Jacaranda, e mais alguna trastes em
bom uso.
--Gompram-se pares de meias largase
com-inl-s .le laa. oe algodSo ou ie seda
preta : na rua do Cald^ireiro, atrs dos
Marlyrios, sobradinliu n 4, 011 antiuncie.'
Compra-se urna canoa de ca reir, de
umspao, usada, mas em bom estado, e
que seja maiieira, de modo que qualro ho-
mt'iis a pnssam transportar para qualquer
parte : quem tiver aonuncie por esta folba.
Cojnpra-se papel de embrulho, (diariosj
s lOOrs a libra, ou a 3,200 rs. a "arroba :
no pslt'O >la S -Cruz, u. i m, padaria.
-.Gonipram-se duas rotulas: nesta ty-
pograpliia, ou na praca da Independencia,
livraria ns. 6 e 8.
--Com ram-se 6 ou 8 duzias de laboas
de iuuro, com :iu palmos de comprimeulo d
2 a 3 de largura : na rua da Gruz, n. 46.
Compra-se urna escrava do riacho, de
meia idade, sem vicios neni achaques, e que
siba fazer o servico de urna casa: narua
de S -Rila. u. 63, ou annuncie.
-- Compra -su um preto mogo : na rua
Direila, 11. 24.
cas o de cores ; ditas de lida Escocia
diios prelas sem dedos de mulla liberta
trancas e franjas para vestidos e mantele-
V tildas.
-- Vende-se um sobrado de um andar na
rua das Cinco-Puntas, com quintal ecacim-
ba, terreno proprio : na rua da Cadeia de
S.-Antonio, segundo aniar do sobrado da
rS|uina do becco do uuviUor.se dir quem
vende.
-- Vende-se feijo mulatinho por prego
commodo : na rua da Senzala-Nova, n. 2.
MIITII ARO


dkri
\
Vemle-se a taberna da roa
do Padre-l'lorisnno, n. 72, com
poucos fundos, e que regula 10 a
i a,000 rs. por dia : a tratar na
alfandcga, das 9 horas da manhaa
as 3 da tarde, com Joaquim Fran-
cisco Franco.
Vende-so urna urna propria para altir,
com alguns pertcnces: na ra do Sebo,
n. 52
Vende-seo novo niappa geographico
de Portugal, em gran le formato, gravado,
dividido rr provincias, ditlricto, admi-
t .-> i.. 11 v. ..-> e concebios, conformo a ultima
le da divisao do territorio, e contomlo a
demaicacflo dos paizes vinhateirns no hoo-
ro e Itairmda, as estradas militares, tolas
as toi rus e lugares nolaveis, com designa-
cSodaquellasem que ha correio|ordiuario,
a escala daa istancias das trras princi-
rap* entre si. o mappa dos concelhos e n-
meros dos fogos de que se compoe cada
nistncto adiiiinistrativo, correcto e me-
Ihorado em todas as suas especialidades,
segundo as alteraQOeg que tem havido al
lioje: na ra da Cadeia-Vellia, loja de li-
vros, de r.ardozo Ayres.
Vestem se aojo* (figuras)
para procissSo, com lodo asseio,
c por mdico preco ; nssim como
alugam-se aas e (lores p3ra os
meamos: na ra Nova, n. 4i,
primeiro andar. **>
--Vende-so un a preta muito boa cozi-
ulic'ir, que la\a muito liem e vende na
rua, da qual se afianija a conduela; urna
.lili por preco coininoJo ; una mnlaiinhi)
de 15 anuos, muito lindo para pagem, e que
serve a una casa: um moloquo de H an-
uos; un preto liom cozinheiio ; uindiio
booibolien o : na ruado Collegio, u. 21,
se dir quem vende.
Na rua do Crespo, n. 17, vende-se um
chapeo ile pasta, de milito hom gosto, pro-
piio para cortejo, por preco eommodo.
Veu.lc-se urna esciava de 19 a 20 an-
uos, a qual engomuia, cosee lava de sjhfio
soflrivel mente : na rua da Cadea-Velha, lo-
ja de ferrayens, n. 56.
--Vendc-se um lindo escravo do genlin
do Angola, de 18 a 20 anuos, setn vicio nem
achaque : quem oquizer comprar dirija-se
a rua de Sanla-Cieilia, casa, n. 10, que ah
achara com quem tratar.
par vestidos e manteletes; bicns pretos
ile todas as largura.s; bonetes dp montara;
harege |.r. lo ; mantas de dilo assetmadas
para lulo; charosde luto para senhora ;
I uvas de PPilica preta p-ra hometn e senho-
ra ; botOes para enfeilar vestidos ; rirns es-
partilhos para senhora. Tambero sa f.zem
chapeos e vestidos de senhora, de verda-
deira moda, porprpcocommolo.
Vrndem-se latas com excellente sra-
'uta, viuda do Rio-de-Janeiro : no caes da
Alfandcga, armazem ns. 5 e 7.
7, vendem-se batatas, a t>oo
JKua doCnllegio, n. 9.?
loterasdoiuo.de-
J A MIRO.
m 20:0005000
ftatatas-
INo armazem de Prancico Dios
Ferrcira no caes da Alandega,
n.
rs. a arroba.
Nn engenlM) Paratibe, distante desta
praea 3 lefioas, do lado do norte, ha para
vender 18 hestas de roda, c 8 qimrtns lam-
bem de roJa e de carga, em bom estado,
e muito bous de rod< : vendem-se por pre-
co muilo em conta, por querer o dono re-
lira r-se d esta provincia, e deseja que os
compradores apparecam quanlo antes, vis-
to se querer sabir do lugar o mais breve
possivel.
Estrella.
Vende-se a superior holacbinha intitula-
da estrella, muilo propiia pura os (lenles
das febres, por uilo conler em si assido que
provoque o estomago : na rua Diteila,
n. 79.
Vendem-se easaes de pnmhns os mais
batidores c de mi Ibor qualidade que ha na
provincia : na Koa-\ist, rua da S.-Cruz,
n. 38. a: as 8 llorase meia da manhfla.
Vendem-se duas caixas de tartaruga
para ra; feilas no Araraty : na rua do
Cabuya, loja da esquipa defronte da ma-
triz.
Vendern-sc 10 lindos nioleques de 12 a
18 anuos, serillo um dilles ptimo cozi-
nlieiro, ontro empalhndor; 8 pretos de 20
a 25 anuos ; 4 pardos de 16 a 20 anuos, sen-
do um ptimo cozinlu i o, e oulro sapstei-
ro ; 3 pardas de 14 a 22 annos, com hahi-
i lades ; G P'elss de 14 a 25annos, tendo
algumas lidias habilidades, e proprias pura
todo o servido : n rua do Collegio, n 3.
Vendem-se lijlos para limpar facas,
em grandes e pequeas porefles a volitado
lios compradores; graxa ingleza n. 97;
conservas e sil refinado : no armazem que
fui do fallecido liraguez.
Vende-se o patacho ameri-
cano fampf muilo bom vtleiro
4
r-a
Vendem-se saccas com-muilo boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada saoca :
na rua da Cadia do Recife, ao p do arco
da Cnnceicfloejuntoa botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
> ovo sor tmenlo de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea >.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nilos padrses, cores fizas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
eovado ; css;> franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o eovado; riscadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o eovado; brim de
algodilode cores com listra ao lado e. de bo-
nitos padrees, a 320 rs. o eovado ; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarla ; cassa preta com
ramagem hranri. para lulo, a 140 rs. o eo-
vado ; zuarle de crtres, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o eovado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o eovado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o eovado; chitas de
bonitos padroese cores lixas, a 160 e 180
rs. o eovado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-ioi, chegado
prximamente, vende-se familia de man-
dioca de superior qnalidade, e por menos
preco do que em nutra qoalquer parte: os
prelpiidenles djrijarn-se a bordo do dilo
brigue, fondeado defronle do arsenal de
guerra, ou ao Uecife, rua da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinlia
de milboem porcoes e a retallio,
tendo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais eommodo do que em ou-
tra qualquer parle; na rua do
Brum, n. 28.
-Na rua do Quelmado, n. 14, se dirj Vendem-se 2escravosde 20annoa.de
quem lem para vender urna preta de 50 a bonitas figuras, o que lo bona carreiros
22 annos, de bonita vista,aqual corintia o doua moloques de 10 a 16 annos : 4 negro-
dianode urna casa, com algum principo, tas mocas, muito lindas, quo enaommani. '
de engommar elevar; bem como urna par- cozinhao. e fazem lodo o mal* s-rvico ; 3 I
de boa figura, e que corintia bem: aocom-
j-prador se dir o motivo por que aa vende.
Taixas para engenho.
Na fundicio de ferro da rua do Prum,
caba-se de receber um completo sorlmien-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea, aa
quaes acnam-se a venda por prec,o eom-
modo e com promptidSo embarcam-ae,
ou carrepain-seem carros sem despezas ao
comprador.
Tecidos de algodSo tran-
cado da fabrica de To-
(Ios-ks-S.idIon.
Na rua da Cadeia, n. 5*2,
vendpm-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Polassa da Russia.
Vende-se superior potassa da Hussia, da
mais nova que lia no mercado, por piteo
eommodo : na rua do Trapiche, n 17.
i'arinlia nova de S.-tta-
jacaranda ; 2 paros de osticaes de prata
para linternas: ludo de bom gosto e em
nom estado ; na rua da Cadeia do Recit,
nrrny*nd'"8e um* 'macSo envidrando,!
propiiaparaMp.tfiro chHarutfiro 0U ou-
tro qualquer est.belecimenlo; juntamen-
no l-o te-do-Wanus. ru, do Bur(i0( 3|-
o.i" n 1",ifrn8d' '" 0 S en-
calo, n. 25, muito bem ereguezada para a
ierra, ptima para um principiante, por '
ser o seu aluguel muito em coota.e ter mui-
to poneos Tundos: lambem se vende s a
armado : a tratar na rua do Uondego, i
-" v""le-e urna linda mulalinha reco- 1
Ihida, qucengt.mma, cose peifeitampnie
e be ptima para mucama ; na rua do lian-
gel, n. 57, sobrado.
Escravos Fuptos
-Em anoiiedeasdo prosimo pastdo,
rugir, da povoacSo do Monteiro, da c residencia de Manoel Antonio da Silva An-
12.* DAS .MATRI/KS.

forrado de cobie, e de lole de
8ooo arrobas : os pretenden tes di-
mtni-se a cusa dos consignatdrios,
Ilenry F*rler k ( ompanliia, na
ni.t rio Trapiche, n. .8.
Vende-se um jmenlo por 100,000 rs. :
na rua da Guia, n. estribarla.
Pelo vapor $.-Stb**tio, sabido do
-. ; Hio-de-Janeiro eni 16 do |a>8adofo- '
viieirn,ebegaram bilbetesacautelas ;.
deala lOlefia, que devia exliahir-se
} no dia 39 do mesmo mez. -
i
f :..... .....^"rife' ">,
Vende-se urna prela de na^o Cosa,
porm ladina e velha na trra, aq_u.| sabe
cozinhir, lavar roupa, engommar liso, fa-
zer todo o mais ser vico do urna casa e he
boa quitandeira de veflder na i ua : quem a
|in tender comprar, diriji-se rua larga do
llozario, n. 22, loja de miudezas.
Vendem-se garrafal com agoa del.
barraque recen!' mente cheada no arma-
zem da rua >a Cruz, n. 48.
-- VendiMii-sf aounrraa ue irro: na rua
Ja S"ii7ala-i\ova, n. 42.
- Venden.-se 3 molecoles de 10 a 18 an-
llibeles to iMo-de-
Janeiro,
Aos 20:000,000 de ris.
NA PDA n\CAIiriA DO RECIPE, X 24,
LOJA DECAlBIli HA VIU\A VIElliA
& I II.IIDS.
Pelo vapor 5. Sibonii; enlrado nefle
A #000 o t rte.
Vendem-sc cortes de cassa-chita, fina, de
bonitos padiGcs e com 6 varas e meia, pelo
diminuto i i' n de 2,000 rs. o corte : na
rua do Crespo, n. 6, loja ao i do lampeSo.
Fardo novo a 5,300 rs.
Venden- e sarcas {yandes cmi 3 arro-
bas <(e faii.o, rhegaoas no ultimo iuvio
de llainhotgo : na rua ilo Ainorim, l). 35,
c.imi de J. J. Tasso Jnior.
Os niclborcs cliarulus de
S.-Fellx.
Sao chegados os melhores charutos de
6,-Peliz : na ma do QueOiado, n 9, |nj.
Venden.-se pecas de n adapoblo lurgo
moilo n.i-ui. olii, com 20 varas, a 8,600,
2,600 e 2,8(0 rs. ; ditas ilccbias, a 4,200
is. ; inl;i- ile aliyodiloznlio, boa larcura
Com Sfl jardas, a teto patacas; el fule d
folear forniigag : por tris do Ibealro vclho
n. 20, piimeiro andar.
A 7,000 rs. t
Vendem-se exrellenles chapeos f
prelos de massa, chaados aza de
licsca, re fmissim* seda e do mais fr
.1. I'unes, a prela Mmia, do eenlio de insoli
llietlS, por preCO IIIU- n>C. e csla.ur. e corBpo regur.rts, crt
lo Pnmninrln PrtlB, rosto ahoceitado, ralla bem o vulgar:
l0tJ0 len's I es m l-nlo gromos : quem a pe-
garTeve-a rua da Cadeia-Veltia, n. 24.
que sera gralificado.
"-*na,m"l'ecerdo dia |25 de fevereiro
de 1850. rugir.m, do enger.ho Calap, da
Ireguezia de lguaras., doua escravos com
os signaes seuinies : Mximo, cahra.ne- J
gro, barbado, cheio do corpo, olhos pe.iue- 1
nos e hr.ncos, talla mansa ; ja fi surrado ;*
lem 35 anuos ; tem una pequ na ferida no
vende-se a bordo do palacho na-
cional 4 miza de- Comante, entra-
do receiitemcnte daquclle porto,
e fondeado em frente da escadi-
nlia do Collegio. ou a tratar com
Machado & l'inbeiro, na rua do
Vigario, n 19, segundo andar.
Slarniclada muilo nova.
Na rua da Ciuz: n. 60, vende-se maro e-
laila de Lisboa, muito nova e por preco
moderno gosto, pelo comn odo pre-
co de 7.000 rs.: na iua do Crispo, n.
II, lija de Antonio Luil dos Sautos
& Couipatihia.
4
i
999
Vendc-se um molatuiho mui lindo, de
11 annos ; um nmleque, de 10 anuos : ludo
em conta, ejlivre das febres andantes:
na la Luga do Rozarlo, loja n. 35.
l>h! qtteptcbinclia !
Na loja moa, do Aterro-da-lloa-Vista,
eommodo.
Vende-se um bonito cavallo por
haralu preco: no Hospicio, em casa de I).
Francisca Tiiomazia da Conrei(8n foub.
-- Vende-se um negro de honila figura e
muito hom traballiador de campo, assim
como nutro bom e*nein>: amboa sem d-
tenos ; urna neyra de bonita figura e n>uito
boa cosluieira, rozinheira c lavadei>a:o
motivo 1 or que se vendem se dir #0 com-
praoor: no llospicio.em casa de II. Francisca
Ilion azia da Conccicfio Cunha.
Lotera do ltio*de-
Jaiifro.
Aos 20:000 000 ders.
Napra; da Independencia, n. 4, ven-
(lein-se l.illifli's, lucios, i(liarlos, oitavos e
vicsimos niesiiia |. ja se muatra a lisia da 5-2 lotera
da Jlisertci rdia, e se recebem bilhelea pre-
riiiados em troca dos que tem a venda.
Flores.
Vendem-se CBxtnliaa com dif-
ferentes (jiialidades de cemente*
res, com una municius-a
no-
1
no.; 4 escravos oco,,de bonitas figura-!rorio no da 27 do prMlno psa,do me',7 J* ^hX."*"i'!.T'J!L*!!2? e ''e
Aucgiotasdeliodasiigur-s, que engom- rerebeo.oa os ntuitos aforlunadna bilheu!, raleahf .*! Sb^T" n
mamecozinham; urna ptima parda: na mel e canMaa da 12.'loteria a benefici 'hoia.al.OO a. cada um.
rUa liireita, n. 3.
Lotera do Ilio-dc- .
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja da praca da Independencia, n. 3,
que deita para a rua do Qucunado e Crespo,
esli a venda billieles, rucios, quarlos, oi-
tavos e vigsimos da 12* loteria 1 beneficio
das malrliea daquella p>ovincia. iNa ri.es-
ma loja e>tB0 palentes as listas da 52' lute-
ria da Balita casa da lUtericordia.
Aos Srs. jurisconsultos.
Na rua do Trapiche-Non., 11. 6, vendem-
se ts seguinles obras de direito, chegadas!
ltimamente, por preco eommodo :
l.obo, olas de Mel ;
KorgesCarneiro, dinito civil;
Coell.oda lloclla, dito;
l.izTeixeira, rlilo;
1 iivjIIio, linhasorfanolngicas;
Correia Telles, digesto porluguez ;
OrdenacOt s do reino ;
Mollii, dp -i a.
Casa de modas francezas.
Bu>sard llillqchan.
Rua d\Aicrro-.d/.ii0a.
*** n. 1. "
'' Tus ultimof navios viudos de Franca este
eslabelecimenlo icrebeu um grande sorli-
niento de modas, como sejam : chapeos de
sedaedepalba para ;enhoia'; 1 icos bicos
de blondo para noiv.-is ; crlesele se.ia para
ditas ; carr.isinhas de camhraia e lil bor-
dado ; ricos cabeces. brancos e pretos;
bncos de mfio, de cambraia de linho, lisos
,. 1 icio enle bordados; capolinhos de sel
e de bico ; manteletes de dito ; lilas novas ;
bicos linos ; capellas para noivas ; flores de
laranja cassas e cambraias; filos traucos,
lisos e bordados ; fil preto do seda e de li-
nho, liso|e bordado; luas de pellica para
humem e seuho a ; luvasdt) malha aberls,
muito linas e veiddciras; n.snlas de lu-
co preto, proprias para a quareimi; lenci-
ria ronsirucooe reparos das matrizea do
Itio-de-J.neiro, cujas nulas deviam 1er an-
dado a 22 do mez pasaado: lambem rece-
bemos a lista da 52.* lotera da Misericor-
dia.
PftECOS.
Rilbeles 22,00
Meios 11,100
0arlos 5.500
Oitavos 2,800
Vigsimos |,300
Deposito da fabrica de
fodos-os-Ssntns na Rahia
Vende-se em casa de N.O. Hiel.er & C.
b rua da Cruz, n. 4, algodSo trancado
ilagnella fabrica, muilo pioprio [mrafaaepos
ileasMicar, roupa de escravos ffloproplio
para redes de pescar, por prtQo muito eom-
modo.
Excellente doce de
arass.
da Cadeia do Itecife, "
!Va ru
7em de molhados, vende-se
ce de arass.
--Chee'"-m "
y, ... 1, arma-
exccllenle do-
zal'
lvamenle roa da Sen-
...a-Nova, nB42, relogiosde ouro e prata
patente inglez, para homem e senhora.
agi:ncia
da fundicao Low-foor,
RUA DA SKNZALI.A-NOVA, N. 4^.
Neste estabeiecimento conti-
na a havefiini completo aorti-
mento de moendas e meias moen-
daa, para engenho; macbinasde
vapor, e, taclias de ferro batido e
coado, de todos os tamanhoa,
para dito.
lia c novo.
Ofas do serlao.
Vende-se este excelltnle pelisco na rua
do Queimado, n. 14, loja de ferragens.
ursina de angico.
Vndese resina de aigico; pennas de
ema ; muito boa familia de mandioca : lu-
do por preco eommodo: na rua do Quei-
mado, o 14.
Na casa de modas francezas de mada-
me Buesaard llillochau, Atlerro-da-Doa-
\ isla, o 1, ha para a quaresma jiscas imin-
tas de bico preto cabe(Oca da bico preio;
sedas pretas : luvas com dedos ;-ditns sem
dedos de malha lina vi rladeira ; lencos de
serla de relroz para pescoco de aenboras;
manlelcles de sena e le bico p,reto;-i a-
pos de todas as qualidades o de lulo. v i
Vende-se vinlio do Porto muito supe-
rior, em barril de qojr'& j;0 rrit>li
de trigo de lnd*g (,alidades e em meias
J,rrlc*J^*Tro.do Porto, prlmeira quali-
<*|,jl* 't panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinba de niaudioca em sarcas
grandes e a garnel a bordo da sumara V-
S.-do-Carnio ludo por prer;o eommodo:
na rua do Vigario, n. II. primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Antigo deposito de cal
virgen..
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgen) de Lis-
boa, por preco muito eommodo.
Arados de ferro.
fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
rjflus
lein-se arados de ferio diversos
Farinba de mandioca.
Vende-se farinba de.S.-Cnlharinha, muito
superior, 1 or preco coromodo a buido ilo
lfigue Conceifio, runleailo na volU 00 l-or-
e-ilo-.M. no, 1.11 a tratar com slmioe! Alves
Coerra Junior, un na rua da CaJeia do I. -
rile, II 38.
Vende-se urna rarleira grande, rom 4
O excellente ra| Palo Cordeiro, fabri-
cado no llio-de-Jhiieiio, e Cbegado no ulli-
mo vapor do sol, aclia-se a venda na la
iih'aeVia', gaic'ae de rede de ludas as j da CadeU do Recite, n. 19 j rua do Vigario, faces ; um roe de ierro ; um< u china do
corea e pelos Jpescocinhos c romeiros de la. 13; Ateno-da-lloa-Visia, cas'a dos Srs. I Copiar ca Us, ja usada, mas em bou. eala-
cambraia elilo ; Irangas de todas as cores! Estima llamos ; e na rua do Queimado, I do : na iu do1iapich>Novo, 11 14, pii-'arder. Na mosma casa aa dir quem da
para vestidos; chamalote e seda pretas I loja de Jos UiasSunOcs. {meiro andar.
de lio
ticia de onde sSo uriunilas, e
maneira de preparara trra para
a sua sementera, rousabrm curio-
sa c interese-ante : na rua da Cruz,
n. 9, escriplorio de Uliveira lr-
mos \ (ompanhia.
Vendem-se accoes da com-
panbia de I'ernanibuco c Parala-
ba: no esciiploiio de Uliveira li-
maos & C. na rua da Cruz, n. 9,
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa.
de boa qualidade, em barriszinhot
pequenoa de quatro arrobas, por
p/eco barato, como j ba muito
tempo se nao vende ; nc lecile,
rua da Cadeia, armazem n. ia.
Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de pralo muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos iugjezes ,paja.fiam-
bre, ditos portuguezes^.ra~panella, Utas
com 2 c 4 libras de mermelada, ditas com
bolachiuha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
ll,s r,' hervillias, frascos com conservas
'inglezas, queijos de quallia viudos do Cea-
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras ca oulros mullos gneros de boa qualidade:
na rua da Cruz, 110 Kecifc, n. 46.
Moendns superiores.
NarundiQSode C. Starr i Compatible',
em S.-Amaro acham-se a venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
eoiisiruri.-So muito Isuperior.
Vendem-se velas de carnauba, feitas
com a melbor peifcicno e lemreiro para
daieru ptima luz, a 0,500 rs. a arroba, e
a ;i;0 rs. a lihra : na loja do primeiro so-
brado da rua Augusta dos quatro do Mu-
iiz, dO UdO do 11O' le.
Vende-se excellente bolacha para em-
barque e par oiirraiij ele fmillia, a 3,200
rs a arroba ; e lina e prime ira qualidadu
e da o eihor farinha que ba 10 mercado, a
5,Soo rs : na rua amiga do (Juarlel de po-
no- lici, padaiia 11 18
Vende-se un. cabriole! com pouco uso,
por pieeo commooo, com 11 ca vallo ou s>m
rile: na rua do Ara^o, casado Sr. La-
man.
--Vcnde-se, por lodo o preco, para li-
quidiicflo, sei'a preta lisa e lnvrada ; los
pelos ; chales esCuCe/es; mantas para me-
ii'iias; uros c1 les dse la de cores ; urna
colcha da India ; um piano ; correles para
senliora ; 2 relogiog de ouro ; S aunuloes ;
l.ulOes deaherlura ; cruzes e outrasubras :
na iua e-treila do Itozarin. 11. 8, segunda
ardar. Na u.esma casa se dir quuin da di
ol. 11 o a premio.
dedo meuimo de um dos ps, nos qnae
tem algumas rachaduias; foi comprad
nesla pra?a a Ilaymundo Carlos l.eite, vin
do da villa do Cato f escravo do Sr. Au
Ionio l.uiz Alves Pequeo Junior : Antonio,
crioulo. alto, cheio do corpo, olhos peque-
nos e eshranquicados, ralla gross, ps bem
felos; foi comprado 10 Sr. l.uiz Alomo
llodriura de Almeida, vil.do de CBrys-
Novos; lem 25 anuos; su ppOe-se que estes
escravos fram par estes sertOes. Itoga-se
asautoiidadespoliciaese capItAes de cam-
po, que os apprehendan e levem-os ao dito
engenho, ao seu senhor, Luiz Antonio da
Silva, ou a esta praca, en casa de Jos l'e-
reira da Cunha, que gratificar com 50/ rs.
pur caria 'im
Fgio, no dia 27 de feverriro prximo
passarto, pelas 6 horas da tarde, a etciava
Josepha, crioula. de 22 a 25 hipos oouco
mais ou menos ; he bastante leiorca.ia do
corpo, algoni lano fula, caa laigae rmlon-
da, com sipnal de pannos no Calilo da boc-
ea e oulro de chicote junto do olho diierto,
o tan bem lias celas ; le muilo desemba-
rcada no fallar e risonba ; levou um ves-
li 'o deriscarlo azul e un.aullo esbranqui-
cado de (bilae por baixrt do momo una
sala de zuarle azul ja bstanle usada'; fui
vista com urna Iroux i 11 odo sitio do Ar-
raial 1 ara o Itecife onde existe, 1 orem igno-
ra-se o que conten a trouxa. Ksta prela
ro do Tallecido Uiguel Piro. e ltimamen-
te de Paulino da Silva Mindello Itoga se aa
autoridades ioliciaese capitao de campo,
queaapprrhenilam olevem-iia ao sitio do
Arraial, indo para o hecco do Quialm a> o
fin na ladeira do iludo, onde exislio Jos
llodrigois de Mello, que scr.lo graiilicados.
lambem se recoo nienda a lodos os capitaes
do embarcaeoes que a no teceba, pois
se protesta com as peifas da lei contra
quem a tiver oceulta.
Fugio, no da 28 do fevereiro, peles 2
horas da larde, o prelo Joaquim, dr nac.3o
Cosa, de24annos pouco mais ou meros;
be alto, cheio do corpo,; lem lies tullios
em cada urna das faces em comprimilo
rio rosto mulo sabidos r,ara tora ; picado
das bexiges ; lem urna das orelhas furadas;
a barba agora he que Ihe e>i siliindo; Irm
una marca de ferida em rm di s |s em
cima do tornozelo do lado de (ora em
que ficou a cisura branca; quando aipla faz
um pequeo geito; he padeiro ; levou cal-
vas de algodSo trancado airouxiado, can.isa
de algoriSo trancado branco com as nan-
gas toradas no logar do sangradouro ; pos-
tuma mudar o mime para Domingos quando
foge; talvez n.1o saiha diief o nomo do
seu senhor :guem o pegar leve-o ao paleo
da S-Cruz, n. 6, padana, que sei recom-
peisado.
No dia 1 rimeiro do corrente, fugio, da
otaria de Ben.fica, um moleque canoeiro,
que indo levar urna canoa de lijlos ao Sr.
Jos llaplisla flibeiro de Fatia na Kslancia,
depois da rulrega abandonoua canoa dei-
xando-a na camboa do Chora-Menino, e
relirou se; este moleque chema-se Joa-
quim, de i.acSo Cacange.de 18 a 20 annos,
sem ponta de baiba, rnslo redomio, bei-
Cs um pouco grossos, nariz chato e em ro-
lla do no-Mi o a pella loda arrepanluida que
mais parece queimadura do que defeilo
natural ; he quebrado da verilba direila,
porisso usa de fun-ta ; levou calesa e ca-
misa do algodAo de fra ; usa de duas ral-
Cas urna por cima da outra, e a camisa tam-
ben! costo ma 11 uda-la fra, que aa vezes
apparerecom urna de liscado azul, ou de
mailapoliloe chapeo de palba. Itoga-se as
auihoriilades policiaes e capiflcs de cam-
|o, queoappiebeniiam e levem-no a rua
amiga dos Quarteis de polica, parlara n.
18, que srrfiu recompensa ios.
Fugio, no da 16 rio corrente, da casa
do aba 1x0 assign.do 11111 moleque de non.e
Joioi, o qual diz a algumas pessdaa cran.ar-
se Coiistaiiliuo, oe 19 20anuos.altura re-
gular, corpo aeccu ; levou camisa branca e
Calca de brim Iripurboja usada ; tem 011 a
bil le no oltio 1I11 eilo, u 111 denle cavaigado
em cima do oolro e urna marca em qua-
dro na p oireila, proveniente do um caus-
tico: ruga se < autoridades policiaes e ca-
pilies de campo que o ap reliendan e le-
vem-no a roa dasTrincheiras, por cima do
Cartoiio doSr. Cuilhern e l'nlnrio.
Rufino Josi inundes de I iqueiredo.
l'Ba.N. Ni TVP. _DE M. I DE FA1U, 1850
ii miwri


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