Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06875


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Full Text
Anuo XXVI.
Sal.b.ido 2
m
PABTIDA SOS COBHElOa.
Coianna e Parahlba, segundas r (Has feiras.
RIo-Grande-do-Nortc, quintal feiras aomelo-
da.
Cabo, Serinhacm, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no I.', a II, e 21 decadamez.
Garaiihuns e Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, t quinta feiras.
Olinda, lodos os dial.
Piusas tu 1X1.
XPBEMEIUSXS.
Ming. a 5, ih.e40m.dat.
Nova a I .'I, as 8 h. e 57 Di. da t.
Oesc. a 12, s 1 h. e38 m.da m.
Chela a 27, s 9 b. e 7 m. da t.
paK&MAn BE HOJE,
Primelra as 7 horas e 42 minutos da manbaa.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
de Marco de 1850.
N. SI.
FBZOOS SA lUBSOaiVOAO.
Por tres mezes (udtanfado*) 4/000
Por seis mezes 8jKK)0
Poruuianno 1&/U00
da da skmava.
25 Seg. S. Oa rio. Aud. do J. orf. e do m.da I. v.
2ti Tere.. *i. Torqu.ilo. Aud. do chae, do J. da 1.
v. do civ. e do dos ft'itos da fuenda.
27 Quart. S. Leandro. Aud. do J. da 2. v. do clvel.
28 ulfrt, S. llomao. Aud. do J. dos orf. e do m.
dal.v.
1 Seat. S. Adrio. Aud. do J. da 1. v. do civ. e do
dos (ellos da fazenda.
2 Sab. S. Simplicio. Aud. da Chae, e do J. da2.
v. do crime.
3 Dom. S. Heineterio.
CAMBIOS EM 1 D MAHOO.
Sobre Londres. 28'/, d. por l/WO rs. a 60 dias.
. Paris. 316.
. Lisboa, 95 por cento. ^^
Oaro.-Onc.as hespanhoes......... 28/000 a 28/500
Moedasdeb>i00velhas.. M00 a 6/80
de /U* novas .. 10/100 a 181300
. de 4/000........... 100
Prta.-Patac8e.bra.ilelros...... J/W M*
Pesos columnarios....... 1/W a *Sr
Ditos mexicanos.......... 1/S00_a 1/820
PARTE OFFICUL.
MINISTERIO DA FAZENDA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 29
DE JANEIRO.
A' thesnuraris da llallis em deferi-
mento.ao requerimento do guarda-mr da
alfandegs, Jos de Lima Nobie, se declara
hem fundada s recia macHo em desabono do
procedimenlo da nova avslisQflo dos temis
por elle a npre bellidos abordo da polara
nacional F.tperanca, porqu* tendosido f--ta
em rasflo do extravio de direitos de vida <,
tendo-se formado o proresso de apprehen-
s3o nos termos dos rticos 284 e seguirles
do regula metilo de 22 dejunhn de I83fi,
cnmecarido-se pela avalhcu delles, a qual
foi feita rom relapso e referencia a pipas,
como tfm declarado os avaliadores, e ten-
do-se procedido regularmente em todos o
termos do process, sem que jamis na
pendencia delle se imnugnasse ou eontra-
dissessea referida avaliaeflo, sem duvida ir-
regular, Ilegal e menos justamente, em
P'pjuio doapprehensor e da fazen la na-
cional, se nrdenmi a nova avaliacSo depois
da ultima definitiva decilo, e quandn s
tiolia a tratar de executa-la tal qual titiba
piSSado
DEM DO Dl\ 6 DE FEVEREIRO.
Ao inspector da alfand-ga, declarando
que se as pe'lesde que trt o requerimen-
to de Jos Antonio GuimarSJes deLmns&
Cnmpauhia, snbre que informen em 31 de
Janeiro, servem para dellas se cortar o
p- lio para chapeos, nenbuma duvida ha em
se cou-prenend'-rem na coucessl fi-ita :
mis se p tem ser applicadas a outro uso,
sem se Ihe arrancar o pello, v. g. a factu-
ra de bons, rniao devem pagar os compe-
tentes direilos.
Ao administrador da rccebeJori, que
em vista do que tepiesenlon em 30 de j -
neiro, mande organisar a cunta do alcance
do producto do sello em que eslao as com-
panhias de seguro de que he agente Carlos
J.e Blun, afim de exigir o seu pagamento ; e
bem assim o juro correspondente a 9 por
ceutoao anuo desde o lempo da indevida
deleueflo ; eslondendo esta provincia sos
litros caixasque lenham retardado a en-
trega do seloalm dos no artigo 36. 5, n. 1, do regulamenlo de
SS de abril de 1844, depuis da t ublicac.au da
lei de 28 de outubro de 1848.
IlEil DO DA 7.
Circulares aos presidentes e as thesoura-
rias ncommendando o exacto cumprimen-
lo dos o pitlos 17 e 18 do regula monto de
28dejunliode 1886 eartigo 177 do cdigo
criminal, afindese evitar o contrabando
feilo pelas embarcaces que coslumam en-
trar nos porto* onde nao ha altan.legas.
B1INISTELUO DA MAlUNHA.
I EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 12
DE JANEIRO.
Ao cnsul geral do brasil em Inglaterra,
autorisando-o a comprar urna machina
( pateni slyp) propria para eucalhar naos
de primeira ordem; a quaj deveri vir a-
companliada niu s da mais minuciosa ex
posicAo cerca do modo de ser collncnda, e
de fuoccionar em todas as differenle* cir-
cunstancias, e para toda a classe de embar-
caces, mas ain ia de uros peasoa sufUcien-
tt mente habilitada, que po lera eugajar,
smeule no caao de ser ella indispensavel
para a collocacoe uso da metan machina;
e preveniiiio-u do que ora so solicita do
ministerio da fazenda a expedido das con-
venientes ordens afim de se por para tal ub-
jecto i disposicSo do ministro brasileiro em
Londres, com quem se deveii entender
v...... 111.11111 resieito, al a qnanlidade
5,000 libras sterliuas, em que importar a
mencionada machina.
MIN ISTERl DO 1M PE 11 I O.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DlA 6 DE
FEVEKEIRO.
Ao Dr. provedorda sade, afim de sub-
Jeilar a qu>rentena as embarcaces que
u'oraem dianle chegarem do porto de Ce-
nova, visto ler apparecido o cboiera-mor-
bus n i provincia deNovi.
l.ELATOl.K)
da repnrtlr&o dos iieROcios do lin-
perlo, nprrsentndo nsseinbln
giinl IcgiNlntiva, na piimcirn
xeaao da Hava lt-glaiotiirn, pe-
lo respectivo ministro c secreta-
rlo de estado, vlseonde de Aln-
te- Alegre.
(Continuscao do n. 50 }
limites provinelaes.
Em additamenlo ao que v H foi participa-
do no relatorio aiileOdenle sobre as provi-
dencias que dera o governo para |>6> lern.o
squesle de limites entre a freguz a de ;
l'o- ios-Ferros, na provincia do Rio Crande,
donotlr, ea deS.-Cmn.e o Damiflo, na do ;
Ceara, cumpre- r. e trazer so vosso conbeci- '
ment que os presidentes de ambas as pro-,
vinciasae lem j entendido a este respeilo,;
mas que nao fui anda possivel chegar a um .
icoonio definitivo para ae fuarem meamo
provisoriamente os indicados limites a con-
teni dos i ovos. I.ogo que o governo le-
nii.i recebido tO'los os esclarecimentos que
julga indispensaveis pata poder com acert
lomar-se urna deliberagilo decisiva, os sub-
mellcr vossa cousiderafiao.
As camrs municipaes da cidade de Cam-
pos, na provincia do Rio-de-Janeiro, e da
Villa-de-Areias, na de S.-Paulo, rerresenta-
ram, esta contra a diviso de limites man-
dada observar pelo decreto n. 408 de 28 de
malo de 1845, e aquella pedindo se Ihe con
serve a porcSfl de teri itorioquo pelo projecto
n. 96 de 1847 se Ihe pretende tirar da nova
demarcaco entre as provincias do Rio-de-
Janeiro e Minas-Ceraes. Ambas as re-
presen'.sques vos foram enviadas por avi-
sos do 26 de julho e 14 de agosto de 1818 ;
e bem assim o foi urna oulra da assemhla
legislativa da provincia de Sergipe, relati-
va a urna parle dos limites que separam
aquella provincia da Rihia. afim de que
pussiis deliberara semelbant-* respeilo, co-
mo em vossa sabeJoria julgardes acertado.
Palacios prorineiats.
O cielito ordinario votado para o asseio
o mobilisdos palacios das presidencias he
absolutamente iisuluciente para alten ler,
como convm, flia que ha e>n quasl lo-
dos dos airanjos indi-pensaveis. U ou
outro est prvido do que he mais u'gente
e sensivel necessidade, mas de milita* pro-
vincias petidem reclamagoes a que nao l
ra possivel salisfazer sem que augmentis
convenientemente a ConiignacSo para Ues
desbezas; nem de outro modoseriln arranja-
dos com a devida descela os edificios on-
<>e tem de resiJir a primeira aulonJado de
cada provincia.
Archivo publico.
Durante o anno de 1848 Oram reeolhidos
ao archivo puldico 244 documentos; sobe
ja 13.135 o Catalogo dos que neUe su tem
classificado perlenconles ao extincto de-
sembargo do paco, e a 5,310 o dosquo per-
lenciam aotiibunal da mesa de conscien-
cia e orilens ; coinpletnu-se o catalogo ls
aosmanas encontradas no archivo do amigo
vice-reinadoj em numero de 2,067, e deu-
secomegoao dasoidens regias excedidas
durante o mesmo vice-reinado, que talvez
excedam de 6,000. I'roseiue, pois, esle es-
lalielecimeiitocn seus traballioscom Unta
regularidade e presteza como o permutem-
os obstculos com que Iota desde a sua
fundaefio, eque nilo pdemdeum s jacio
remover-se. Expr-vos esses obsluculos
seria intilmente can*ar a vossa pasciencia,
reproduziiido o queesi dicto nos relato-
tios anteriores, aos quaes inteira-ienle me
leporlo; nilo posto, poim, dispcnsaf-me
de chamar a vos cessidade que rOfiuto urgeutissima. O e-
dilicio em que se aclia o archivo, sobro ser
em extremo acanhado e improprio para a-
quvlle din, tem o inconveniente de eslar
junto uu ans de fazer in>r>- '- outro edi-
ficio que hooccupado pui .....ai fainiiias
indigentes, o que o torna sobre molo ex-
posto s contingencias de algum incendio.
Cumpie, pois, prev ni reste risco, e propor-
cionar os commodos indispensaveis ao im
portantissimo cstalielecimenio que he des-
liuado b conscivar intaclos os mais precio-
sos documentos do estado. I'aia esle fin
espera o governo que consignis animal-
mente alguma quantia que pessa serappll-
cada conslruc^Sode um novo edificio.
Imlrucfo publica e ttlabelecimtntos icicn-
lificus f. Iliterarios.
Pelos mappasdeii.3an.lt conhecereis
o resultado dos trabadlos do anno lectivo
nosdiversns estabelecimentos de instruc-
cilo subordinados ao ministerio d" impe-
rio. Como, porcm, no slo sullicienies
esses dados para que possaes comexclid;1o
calcular o prog'csso o adianlamenlo, ou
os defeitos e vicios da instruccffo passaiei a
expr-vosoqueha de particular! respeilo
de cada um daqiiclles cslaheleciiiienlos.
Em peral bastara dizer que subsislem an-
da todos os inconvenientes que vos leem si-
do ponderados nos relatnos anteriores;
que por toda a parte he pouco lisongeiro o
quadro do progresan e do aperfeicoamenlo,
e que este mal subsistir emquanto nao r
como convm cortado pela raiz, embora
o numero das escolas se multiplique na
mais larga ccala. Consi.-te o mal na falta
de unidade de pensamento no syslema de
ensino, nos melhodos na disciplina, afim
de que esse pensamento bem comprehen-
dido t 'iilia em todas as capacidades do ma-
gisterio um desenvoJvimento conveniente. O
mein de remnvc-lo he pois organisar um
plano de instruccSo subordinando-a por
toda a parle a um s e me>ma iusueceflo,
que figurando romo a fonle ou origcm da-
quelle peiisamenlo, possa velar no seu ca-
bal deseiivolvimento, e corlar-lhe os vicios
apenas se manifcsiem. NOo he, poilaulo,
Minente as grandes escolas, nos lyceus,
nos collegios que se devem maoter aquella
unidade oe vistas na direceflo, na discipli-
na, no nulhodo de ensino e navaiiedaoe
dosobjectos que elle compreheiide ; ella
se de ve eslender a todas as oapeciesdc que
secompOe a inalrurcao publica, o deve por
tanto abranger a nsirucQao primaria, sys-
temaiisando esle genero de entina de me-
neira que se llie possa recoiihecor um s
centro de movimeiilo e de (iacalisacfio, que
leve por assim di/er a vida aos espalhi>dos
membros desse grande corpo, e Ibes trans-
mita o pe.isameuto e o meihodo. Desie
modo os mcstres-nlo serio mais, como at
aqu, existencias desligadas e incoherentes,
mas sim unidas esuboidioadas, cujotyio
se ver estanipado noa caracteres do seu
centro de vida e de accSo Kallo-vos da
fi.ndac.3o de urnauniversidade compostados
eslabeh'Cimcntos tcieutiilcos ja existentes,
e de alguna oulros que convm auuexar-
tbe ; e, em quinto isso se no fizer, da
creaefio de una conunissao perinanente,
udeuu concellto director da iustrucc,ao
publica, composto de pessoas Ilustradas, a
quem se entregue a realisacilodestas deias,
sendo eso conselho cnsdjuvado <>or mitras
commissfles, e por individuos especialmen-
te incumbidos de dirigir e inspeccionar ca-
da um dos estabelecimentos deslocados. S
desta sorte sn uniformisar a mstrucc>>
publica, s assim se tornar ella urna ns-
iitniivio verdaiteiramenle nacional, e ser
o que devo ser, til e proveito*a, sabia e
philosophica como o exgm as lnzes do
seculo em que vivemos, e os grandes futu-
ros do nosso psiz. Se vos dignantes de au-
torisar o governo para crear >ssa co-nmis-
silo ou concedi e marcar-lheas allribui-
coespormeio de um apropriado regula-
m-nto, desde j vos aflanCQ que elle se es-
merar para que poWM corresponder digna-
mente vossa ennuanca ; de OUtra aorta
continuar em pura per.la urna gran le par-
lo de enorme somma que con esle objeelo
se des leude, en que mais he, a mocnlade
nilo sera como convm instruida.
Como Complemento da medula indicad,
que repulo capital, relevareis que insista
Umhem na conveniencia da ser sutorisado
o governo a enviar Europa urna pessoa
eio quem concorram as habiliacdes que
>equer o Cabul desempenlio de Iflu imuor-
tanio eommiwBo, alim de estudar aili os
liversos .systemas de instrur^.lo, e de con-
feccionar assim nina va>ta noticia, que se-
ra de grande auxilio para o acert da refor-
ma p'ojectada.
I'assaudo agora a oxpr-vos o estado de
Ca.la ii ii dos diversos eslaheleci'nentos de
slrucQilo publica subo din idos repar-
tiC'lo a ineu cargo, COitieCarei pelas acade-
miis jurdicas de San-Paulo Olinda. En
auibas lram regulares os cursos lectivos,
mas ambas lotsm com m diQculdadea in-
dade quetinhim os doutoranlos na esco-
Iha dasquestes para astlieses, dava Iu2ar
ao abuso de conterem ellas nilo rara vezes
meras trivialidades ou de versarem sobre
materias pouco connexag com a iciencia
do que .! vi;i ti occupar-S" ; e o methodo vi-
cioso das vo>aqbs nos exames e actos, pro-
vocava repelidos conflictos Para obviar a
ambos os inconvenientes anprnvou o go-
verno, por aviso de 21 de maio ultimn.n re-
Bulamento provisorio, que na conformida-
de lo artigo 26 da lei orgnica da escola
prnpuzera a f^culdade. Do mesmo molo
exlirpou o aboso de recorrerem os litulajos
por academias estrangeras a urna das es-
colas, quandn por uco!8ao da verificaefio
de seus tituluseram reprovados na oulra ;
e -l .i va ni el lea assim de melhor con lisjfio que
os esttidantes das proprias escolas, qui em
virtude do aviso de 3 de marQo de 1842 nSo
pOJem fizer em urna oexamedas materias
que estudaram na oulra sem ptrticioacSo
nluCial depol:om s-r a ello adiuittidos.
C era isou-se,pois, esla providencia ao ac-
to da veriIicaQflo de laes ttulos, onlenan-
do-se por aviso de 3 de agosto proxi no
passado que as reprovarei dadas em urna
escola seja n logo communicadas ootra.
para que india se nilo admita o reprovado
a novo examo, sc:n que pass.! c intersticio
marcado nos estatuios lia ain la outro abu-
so, que 80 pode de lodo extrpar-se por
acto legislativo : pela resoluco de 29 de
julho de 1H33 fram dispensados de fre-
quentar o curso phamaceulico, e se uia:i-
dou dar titulo, mediante simples exame ,
s pessoas que auihenlicamente mostras-
sem ler as babilitaces exig las pelo antigo
r gimenio da phys'Cat ira-mr ao te upo em
que foi pro'nulg'a la a lei de 3 de outubro j
de 1832, que reorganisou as escolas de me-
separaveis da falta de bous estatutos Nosjdicina. Dar disposictio excepcional da-
acluaes ha todos os-icios e defeitos quequella resoluefio nina duraqBo .llunilola
por vezes se l?in trazido ao vosso conlie-
ciinenlo; sua reforma be pnrlanlo a pri-
meira e a mais urgente nece-sila.lo. Con-
vm que sejam bem defin las as tltribui-
cOes dol directores e da congregfiQiio ; que
se d quellesa precisa auloridade para ve-
lar sobaft con lucia dos lentes, e chama-
os aos seus deveres ; que sua acc.lo seja
seria at cerlo ponto nullilicar o curso
phsrmaceutico creado tela nova lei, e pois
que no lon^o espaqo de 1t anuos deve pre-
sumir-se que se lenham apiuveilado do fa-
vor da mcsina resolocSo aquelles que ella
com. rehendia, be evidente quanlo importa
revoga-la, fechando assim apoita aos abu-
sos que o governo tem quanlo pie procu-
prometa e eficaz em todas as medidas que rado icprunir com as pievidencias conslan-
Oaibam na nrliila das suas tltribuic0eg;les dos avisos de 96 de marco de 1840, e 20
que se estbanos urna polica especial pro-jde stembro de 1849. Urna occurrencia des-
pria de corpos seuielliaiiles, esem a qual ( agradavei fez sentir a necessdailc de ine-
nflo pode nelles manler-sea ordem e a su- didasque conciliem a publiciJade das au-
bjrdmagilo ;eque nnalmenlu se regule de las garantida pela lei, com a orden e dis-
unia maueira mais conveniente o esludo' ciplina que pellas deve maiiter-se ; por oc-
das aulas menores, o ule muito importa ex- casiSo desasistir um medico s licffes de
lirpar velhos e escandalosos abusos. Em clnica exlerna manir stou-so as enferma-
Oljnda um dos mais graves inconvenientes ras nina assuala, em que lomaram parte
destas aulas lie o de ensnarem alguns de os estudantes; reprehendidos esles orde-
seus profesores particiiUrmentoe por paga nou o governo, por avisos de 4 de maio e 5
as mesmas malcras que SSo obrigados a'dejunho ltimos, qiaeiid rector prohibis-
ensinar publica e gialuilainenle; e em San-j se a entrada no recinto da escola a toda a
Paulo a falla de assiludade dos professo- pessoa que durante as lines ou outro "Cto
res, e inegularidado de comecarem as' acadmico, l'allasse ao respeilo devido aos
aulas depois do dia lado mar^o, quando. lentes ou a Congregacito, provocasse desor-
devein abrir-se no 3." dis til de fevereiro, dem ou tomasso parle na que lizessem os
se junta anda a carencia de substituios! alimona. I'or n.eio das providencias indl-
para as cadeiras de geometra, fiancez, in-^adas lem o governo, quanlo cabe na orhi-
glez, geographia e llisloiia. Para por termo', la de suas Itriliuices Bttendi-lo S neces-
a irregulariiiade com que se coinecava ttoj sida.les do ensino ; mas frca he confestar
tarde a leccionar naquellas aulas, ordenou qoe a primeira e a mais urgente de todas as
o governo, por aviso de 15 de julho de ttt& providencias lie s de por termo ao estado
I que einhora nilo concorressem esludantes a"''provisorio em que seacham as escolas por
matricula se tbrisaem imprelerivclmciite j falla de spropnsdos estatutos; so que a
no da marrado cunipsrerendo nellas ef-. tal respeilo se lem dito nos anteriores rela-
' feclivameote os prol'essores ; e com o flu torios accrescenlarciapeii'S que, se vos dig
'de occoirer falta de substitutos se lemjnardes de conferir ao governo a precisa
' providencia ni por meio de nomeaces inte-' aulorisacto, nilo sera por mais lempo addis-
rinas maaqur urna, qur oulra provid-n-1 da esta providencia. Alm del la continua a
ca leem sido ineiieszas. No remedeaui o escola desta ci lado a lular com todas as
1 nial as nomeacOes interinas porque s a-l dillieul lades queoppe ao progresso do cn-
prevcilain quando o iiiipedimenlo he pro- sino a falta de um edificio coiii os comnio-
longado, nico caso em que ha quem as dos indispensaveis ; o acanhado espaco que
acceite; eso pode, poitanlo, 0>coner-sea e la hojeoccu:ia, ObrigOU a remover para
este inconveniente com a crea;3o de dous'urna casa distante as aulas pralicas, eesta
lugares de substituios, um para a aula do IseparsCflo dificulta a fiequencia simulta-
francez e ingiez, e outro para a do geum<-
Iriae historia ; conviu.io que a adoplar-des
esla medida, providenciis tainhem sobre a
crescilo de um aju jante do bibliolhecario
cuja falta heassaz sensivel. Nennuina vau-
tagem se lem gualmenlo lirado da obriga-
cAoimposta aos professores pelo citado a-
viso, por isso que a de-peito delle no se
malriculam osestudamos de preparatorios
se nilo quaudose abiem as aulas maioios,
istohe, depois de 15 de marco; sem que a
isto se oppouham os estatuios, que alias
peimillem laes malficulas al o fin de
marco : e suppusto se oroenasse por aviso
de 26 de junlio ultimo que a congicga^lo
propuzesae as medidas que Ihe parecessum
iiivita.iiis, neiihuiiiu acredito que pus-a ser
eficaz se ni que se aileiem os estatuios, ua
refima be poitantoa mais palpitadle ne-
cessiuado porque sem estatuios acouse-
Ihados por urna louga experiencia que os
torne api opilados ao eslabelecliitenlos
que lem de reger, tio lid possivel syslema
algum proveiloso Ue instrucc.au;eo governo
esla prooiplo e empreliender esta lefurma
logo que para isso o aulouseis.
As obras do uovo eulicio para o curso
jurid co de Ulmda eslavain a lerminar-se,
e he de crer que se acliem boje concluidas.
Das cotilas apresentadas v-sc que at 2S ue
Janeiro do uno passodo se tinliam com
ellas despendido 34.406,305 iis., sendo
en lio oreadas em 16:1/26,000 rsasdespe-
zas do que fallava para a sua conclusao;e
para occorrer a ellas lrain cuuaiguados
os precisos fundos.
Na escola de medicina desta corte fram
regulares os trabamos acadmicos; mas
subsiste aind > a mcessidade de providenci-
ar sobre os exames preparatorio*, paraos
quaes nao ba all prolcssores especiaes;
basta para isso que sejam folios laes exa-
luea uo collegio de redro 2.' A ampia liber-
ii a, especialmente da aula de auatimia ,
acrrela irregularidades ao servico pela di-
visHo dos embregados e torna impossivel
a subslituiQo a lompo, nos casos de impe-
dimonlis repentinos; aislo sccresce que
nflo tardar a demolir-se, para sa continua-
ren) as obras do novo hospital da miseri-
cordia, a casa para onde se iransferiram a-
quellas aulas o que trar novas diliculda-
des, as quaes em vilo tem o governo procu-
rado remover, diligenciando o arrcmiameo-
to de alguma casa paiticular ; nenbuma se
tem chado convenienlemeiile collocada,
e com os commodos precisos, oque torna
cada vez mais necessana a construegno de
um novo edificio, cuja planta eorcamenlo
vos foi ja aposentado. Neuliuma acquisi-
cSo fez a bibliotheca de novo* livros, nem
ao menos se tem podido completar algu-
m*s das obr*s que ja possuia, mas cuja
continatelo se tem da lo ao prelo posten-
ormente. Os gabinetes de phrsica e ebimies
supposlo nao estejam cmplelos, eslao
prvidos do iudispensavel ; e o de aualo-
iiii.i e cirorgia acaba de adquirir alguns
instrumentos e pecas de cera de que linha
intuir falla. Outras scquisn,es sao aiuda
leclamadas pela escola a bem do ensino.
sendo dellas a mais uolavel a cu npa do
gabinete auatumico da Mr liupou, e a de di-
versas pecas do da Thiheri, constantes dos
papis que vo* fram remellidos cun aviso
ue 30 de novembro de 189. iConiiitu'u.)
INTERIOR.
ALACUAS.
Extracto do expediento do Exm. Sr. presi-
dente r. Jote tiento da Cunha Figueiredo
26 DE JAM'.IUO
Ollicio.- -Au 0r. ebefe de polica, para que
exieca suas ordens para a cartura do re-
crula Jos Antonio Gomes que vindo do Rio-
de-Janeiro remettido par* Pernambuco no
vapor Imperador, evadio-se no porto desta
rilado, como declara o comman tanle do
mpsmn vanor no ollicio que por copia se Ihe
remelle, do qoal tambern constam os sig-
naos do dito recruta
Dito Ao commandante do brlgue es-
cuna Canpo, dizendn-lliH em resposta ao
seu officio da 21 do corrente, que o chpfe de
polica interino na reqillsictlo que lh fizera
onra a entrena do preso Jos l.uiz R dtrlo
Mavivnior que se mandou pissar para a pri-
so do trra, executoii um despacho da pro-
si lencia ; n s a descuido se pode attribuir
o nao ler ellos licitado previamente a or-
dem di ecta para S. Me, que merece da mes-
ma presidencia toda a Con*uler*CBo e lou-
vor pelo bom des impenho das commisscs
de que o lem encarregado.
Dito. -- Ao procurador fiscal da thesou-
raria g> ral.--Para poder-se colher os bons
resuda lo<, que he do esperar da medida por
V. Me. solicitada ao governo imperial e
adoptada pela ordem 'lo tribunal do Ihesou-
ro de 16 de judio de 1819, cumpre que, sem
perla de lempo trate V. Me de haver dos
lab-dies do nolis o escrives das execu-
ces da provincia, todas as certidoes dos
conhecimenlos dassizas dos bens de raiz,
que Ibes forem dados e passados pelos res-
pectivos administradores e collectores das
ren las nacionaes, provenien'es de arronia-
lacfies dos ditos hens, que tinham sido (Vi-
tas em liasta publica em grao de esecuefta ;
assim como a dos conhecimpntos desizas
que devem estar encorporados as cscrip-
t-iras de compra e venda dos bens de raiz
sulii-itos tal imposto; e tambern as cer-
tidoes dos conli'cimeiitos que os menci-
nalos adminslrndores e collectores hou-
verem passado dos dinheiros dos orphaos
recolhi los aqu-llas estacos em virtude
lo decreto n. 231 de 13 do novernhro de
1811, einslruccoes de (2demarco de 1812
sob n. 51; alinde, que, combinando-as V.
Me. com os livrosde recoia da tbesouraria
possa conhecer exactamente se para os co-
fres tem entrado tola a receita po- laes
exactores arrecadada, ou se existe alguma
ilefraudacao fazenda publica, que deva
ser logo reparada promovendo V. Me. exe-
culivo contra ns delapidadores e seus res-
ponsaveisou Oidores. E porque urna di-
ligencia desla ordem que des-jo sjja j exe-
culada, dependa de nilo pequeo trabadlo,
podera requisitar-me um empregado da
tli 'mu' ar a, que mais hlbil Ihe psrecer,
para ajuda-lo a compulsar os livros de re-
ceia e compara-los com as mencionadas
certidoes, esperan lo eu muito do seu co-
nbeci lo z-lo pura com os intercsscs da fa-
zenda, lo la a brevi lade possivel no desom-
penho desta laref i.
I'orlaria.--Nomeanlo para subdelegado
do polica ta cidade das Alagas a Francisco
Mauoel da Cunha, Meando exonerado o ac-
tual francisco Honorato de Cerqueira Bar-
bosa.
Dita. Nomean lo para sulidelesado de
polica do dislrieto de Quebranglo a II-r-
nardo de Son/a Santiago, fie indo sem effei-
lo a nomeaciio de Agoslinho Teixeira de
Macedo.Fizcram-se as comniuniracoes ao
respectivo cliefe de polica.
Dito -Aojuil de direito Jos Tavares
Bastos dizendo-llieem ivsposta ao seu ofll-
cio de 24 do crrente, que pode usar da |-
cenga <|ue pede para nos teriiins do mes-
no ollicio sabir fra da comarca por 21 ho-
ras ale 3 dias, quando Ihe sej i preciso por
uiolivode molestia de sua familia.
Pondra.Momeando para alferes porla-
handeira do segundo batalhSo da guarda
nacional de Porlo-de-Pedra ao sargento
ajuJanie Joaquim Jos Alvim J muir.
Communicou-so ao respectivo teuente-co-
ronel.
"PEr.MAWlBUCiT"
BAI.A.NCO D\ RECEITA E DESI'EZ
MAMA MUNICIPAL DO RECIFE
DEFEVEREEIRODE1850.
. Receita.
Imposto do 2,000 rs. sobre mas-
cates 0 boceteifas, ns. 81 a 90
CordeacOes e licencas, ns. 47 a-
51
Praga do mercado] da freguezia
deS.-Josn. 2
Multas por infraeces, de postu-
ra* arrecadadasdealgumarmo-
creves, pelo fiscal do Rccife ns.
50 a 51 |
Ditas dita adiadas pelo mesmo
ns. 38 a 49
Dita pelo dito de S.-Antonio ns.
67 a 70
Dita neln dito de S.-Jos ns. 45
a 64
Dita pelo dito da li i-Vista ns.
21 a 38
Dita arrecadads pelo subdelega-
do (lo Ii 'cite n. 4
Dita dita dita dita de S.-Antonio
os. 5
Dita pelo jury n. 1
Extraordinaria U. 1
A DA CA-
NO MEZ
Bataneo em 31 de Janeiro p. p.
20,000
24,600
205,000
110.000
61,000
82,000
190,000
172,000
30,000
6,000
2,500
. 559,460
1:462,560
553,517
Ris 2:016,077
Peipeza.
Ordenados e commissAo no mez
de fevereiro n. 5. 1:017,883
Limpeza das ras ns. 42 a 56. 259,800
tul ITTII AnO


HMI
Evntnaps ns. e 15 16.
Obra dos pateos de S.-Pedro
Carmo ns. 25 a 36
Ralanco a favor da rereita
32,800
559,460
1;89.9*3
116.131
neis.
2:016.07^
mu.!.."
Conlndom da amara municipal do Ro-
cife, 28 de fevereirode 1850.
O contado1,
Manoel Gregorio da Silva.
Correspondencia.
TenMo o Sr. I>r. Joaquina de Aqninn Fon-
seca, presidente ilo concelho de salubrid -
d\ assveradoaoFT ta provincia, rm officio de i| do eorrento.
quecom rheeada do nvio franerz Aler-
n, vindo da Rabia, n entrado nestr pono
sem qnn fosar submrtti 0*0 a qurenipn. le-
vedeohsrrvsros orimeiros canos diferir
epidmica que reina, cumnre-mr como chc-
eda rnarlirtnda sr'cdrsviflr drlls qul-
qnpr odiosid'de. mi sinistra interprelacSo
que se poma dar a-essa .erc.lo.
O citado navio Aleyon fni o primeiro que
enlrou nestr porlo, vin'o da Rahia, depois
que alli arpurecpu a febre : fouxe a sua
resperliva crla de asirle sem a mennr ob-
servacilo ; po acto d visita qup se lhe fe7.
nflo appareren. um s duPi>te, nem constmi
que na viagem tivesse morrido tessoa al-
gnma.
Segundo o rrgulamentn oun rege a rerar-
licito, nflo me era permillido rr rm qua-
rentpna um tal navio, sobretodo nada enn"
tando anda nrsta cidade a rpsppito da enr-
demia, que prassava n mencionada pro.
vi' cia. Neste sentido o(Teie a S. Fxc. o Sr
presidente, trinsmiitn lo-lhe. par minha
justifieacoeni qulqner lempo, a mesma
carta de sn'ide daqu-lle navio, e nedndn-
llinns su>s orlen, tanto a resprilo deste,
quanto dos ontros que daquelle porto rhe-
gassem, informando-lhe ao mesmo lempo
que, visto terem adoecido nous marinhei-
ros a bordo, depois do navio fun 'eado na
franqua, se devia manda-ln para fura do In-
flar em que se acbava, ilim de tolo fm
qtiarentena. Responden-me S Esc. que, se
visse quo rra conveniente, como preserva-
tivo da sale publica, pndiair em qua-
rentenaa r.frrtla barca Aleyon. assi n co-
mo oulrus navios que viessem daquelle
porto.
Com rffeito (ritei inmediatamente de
excctitsr asrdeos de S. Exc. o Sr. presi-
dente. Aquella barca fui rosta logo em qtta-
rentrna. ensdemais navios que da Rabia
tem aqui ehegado. lecm Arado (ubjeitus
a mesma rigorosa nuarentcn*.
Os empregadns da reparlicflo ila s'leco-
nbrceui os seus deveres, e se rs'neramem
eomprl-toi com o telo e lealdade, que con-
ven ao interesar pul) ico.
Rec fe, 26 de feverero de 1850 Dr. f.ui:
de Franca Uuniz lavara, provedur da
mu le.
V\ni5l>Dl.
INSTITUTO DF.FRANgi.
El-igio do conde lloiii por Mr. Mignit.
' Senhorrs. Tenho de narrar-vos urna vi-
da ebria de cuidados. Iinpelllda de paz em
pai/. polo sopro da) revolucoes, aberla p. lo xi-
to, terminada pelo aaaaailulo, eeuire ifiodolo-
oso principio, e Lio trgico fin, niarr.idu de
urna fclicidaile que nunca se desiifiuio, re-
servada a una elevaeo que e fui augmentan-
do por rapaco ile 33 anuos. O eminente pol-
tico, que inultos estados receberain principio
como bnspede, para adopta-lo drpi>is como el
dadiio. fui t'iinbeni mu labio ceVIire, uui pro-
fessnr liabll, Ulll pensador profundo, e suas
obras llir grangeaiam a honra de assentar-se
nu meio de vus.
No discurso, que os VOMOI costumrs e o
meu dever me fazem consagrar-tur boje, terei
(pie apreciar as suas doutrlnas, e Igualmente
os seus acls, uinstrarii como o bomein, qu,.
com uiua gratule aliura de espirito se fez o me-
lliaphy.lco do drcilo, e pelo iullcxivel rigor
de auas dedurcoes, se tomn por atslm ili/.er,
o gemetra da economa poltica, (..i modera-
da as api>iu-.)\oes (i i (ciencia, proporcionando
as refriuas das instituc.-s aos pio^ressos dos
estados, e osdinitos dos cldadaoi neceas!
dadesc s luzesdos povos. esiina vrrdadel-
ramente extraordinario couipleado em tuga-
re to diversos, e na cunsccucfl dos incluios
Anal
O refugiado italiano, redolido em 1815 a
cravldiio, o cidado de Genibra, cooenrreudo
noscoucellios delta repblica par. lurlhorar a
sua legislaciio ; o depuiaito i dieta helvtica.
cnrarrrgado em 18,'H, de rever o pacto federal
de 1814 para dar Bulla mal forjo, danJo-lhe
BMla ntlMade ; professor do collrgio de Fran-
ca, e da facublade de direilo de Pirtl, entinan-
do as Ideias mal favoraveis ao bein estar, co-
mo a di^ndade das naces; o einbiixador
l'iaiicezem Roma, aciuiliIbaudo com u i tur-
nos labcdoria.qur opportuiiid.idca ri forma ilo
^oveno poi.i i.'.il iiialmeote o ministro de
Pi IX coiisagiaiidn sua expeiienria e sua co-
r.ig- ni nubrr, mas perigosa, tentativa de tor-
nar os ilomanis livics. r os Italianos uuilos,
lie o mesmo houiem que seguc em toda a pai le
o un sino pensanieiilo sd diversas formas.
Mr. Mossi teve muilas patrias, mas uo servio
senio a urna ^ causa. Essa bella causa da sci-
encia qne desenvolvc a civiliiaeio, dajuilici
que firma os estados, da liberdade que apeilei
coa as leis, foi por rile sustentada em leus cur-
aos, propagada em seus livros, e sellada co
seu sangue ; elle lhe servio de eloqueutc duu-
tore de corajoso mailyr !................
Foiem 1845 que Mr. Rosa exlraordinaria-
mente revestido dos poderes de ministro ple-
nipotenciario, antes de ser revestido do carc-
ter de embalxador, parti para Roma encarre-
gado de urna missau mui il. Iic.ul.i.
cDepois de '28 annos de ausencia, rile visltou
O seu paiz natal no oiitouo de 1844. e fui ah re-
ceb'lo com urna benevolencia lisougeira noi
GregoiioXVI que miau oceupava a ca-I. na de
Sao-Pedro, tste papa, qnedaeelli de um con-
vento lulu'ra ao Himno pontifical, tiuha jiari
abi levado as virtudes de um religioso, ames
que m qualidades de um principe. Klledlii-
gia o mundo calholico como poiitifice moilera-
do, mas nao goveruava como.....n ret i pru-
dente os estallos romanos, privados ao mesmo
te jipo de1 liberdade e de seguranza, opprimi-
ilo. de al.u-us, nao pudendo obtir, nem a rr-
gulsridade da adiniuistracao, nem a indepen-
dencia da justiya, freqarnte'incirte sulnevados
desde 183l, e em -ni iintispoiivio ce cenle
promptos a iubliabii-se ao Uomiuio ec< lesjai-
tico, que se inusirava tao lucapas, quinto iufl -
xii I Os t'oucelhoa ua santa -e ovam dcaua-
si idaineule euliegues a iniluencii de una in-
ciedade celebra, que instituida no teculo XVI
para dc/cuder o principio da auturiilade, tiuu-
tldo a desgraca de compromett-lo em toda a
narte, _e tiuha lucceisivaincnle perdido todos
os poderes, que procurara servir. Todava os
seus revean nao tinbain refreado as suas am-
lii;es. tila divida intempestivamente a Suis-
a, agitava de novo a Franja, onde se eslrndia
por empresas Inoportunas. O governo deste
paiz acensado pela opiaiio publica e interpel-
ado as cmaras, j nio poda ignorar os seus
prngressoa. nem lolTrer a sua existencia.
Era sobretodo para pedir a suppressao dessa
lociedade que Mr. Ilnssi etiegava a Roma.
Fcilmente se pode imaginar,como foirree-
liidoo antlgo desterrado italiano, apresrntan-
do-se, porassim dizer, como revolucionario
novo. A sua pessoa desagradou alli lauto quan-
to a sua nussao, e pouco faltou que o uo reco-
nliecrssein ; porin Mr. Rossi nao se abaleu
c un isso. Mais calmo, e to pacieutecomo un
ecclesiastico sabeudo calar-se, esperar, ensi-
nuar-se com destreza, fallar com persnasao,
obrar com autoridade, e como prrfeito nego-
ciador, escolber o bom iiiomenlo e os bous
meins, ellcconseguio ser bein acolhido, e f.i-
zer tiiumphar sua missau.
Pouco lempo depois, Gregorio XVI inor-
reu. O instante era decisivo. Da escolha de
seu successor deprmlia a surte da autoridade
temporal do papa nos estados romanos: todo o
mundo compreheiidia isso, e Mr. Rossi inelbor
que uinguem. Ja elle tiuha adquirido grande
ascendente em Roma. Por issn, quaiidoos car-
deaes se reuniram em conclave, usando do di-
reito que pertencia a uiii eiub lixador de Fran-
ca, elle os vi/.ituu mu por um em auas .-ellas,
para Ibes demonstrar as cousequeueias t\o
grande acto, que i .un cii.nprir. Fui cada celia
dina as mesiuas palavras, breves como a sabe-
doria, seguras como a previdencia,firtrs cuino
a necessiilade. Seus cuuseihos ftaiu ouvidos;
mn papa reformador sabio de um conclave
que mi o era, c Pi IX subi ao lluouo ponti-
fical.
a Fiel ao espirito que tiuha inspirado a sua
allelo, o novo papa enlrou pelo eaiiunbo da
clemencia tan cundirme a maiiciilo de seu cu-
rajan, as reformas, que elle sonbe mal ilese-
jar que clleiliiar: \ amnista fui o magniico
exoiitio de seu pontificado,* segundo a expres-
siiu de Mr. Rossi, cujos uleis couselhus Po IX
procurou sem se^m-los comnU'tameiite e su-
brrtudo inmediatamente. Generoso, porcau
lento, seu.ivel s acclamajdes recoulieciftas ile
seus povos, e ao entiiusiasuio rrspeitoso do
mundo, purui retido pelos escrpulos, que
lhe siiggeriaiu os defensoies iniiiovris do puu-
lilicado ab'uluto : cunteule pelos illreitus que
conceda, mas a-sustailo pe is esperanras que
fazla nascer o regenerador um tanta irresolu-
to dos estados romanos loi levado successiva-
mente a conceller a iiistiluijao das guardas c-
vicas e das ailiuiuistrajes uiuiiicipaes, a reu-
uiiio dos delegados proviuciaes em Ruma, a
iutiudurjiio dos higos no cuncelho reo gaui-
sailo di>s iiiiuistros e o estabclecimcuto de nina
consulta de estado junta santa s. Colloca-lo
entre as resistencias d-i partido rer-grado,
que retardava as conosses sem as impedir,
e as exigencias lio pulido revolucionario que
as obiluia sem uellas parar, elle uo labe cu-
ino Ih'o aconselhava halnhiieiile Mr. llossi,ope-
rar as reformas uecrssai ias com decisao, cir-
emiiscrev-1as com liruiesa, e firmar um par-
lido media que satisfeito de seus novos direi-
tos, o ajudasse a goveruar com modcr-ijao e
justica. (iiieni le a currespoiidrucla de Mr.
Kossi, uo jide dcixar de licar iuqiressi inado
pelo rigor de seu espirito, pela liberdade de
cus couselhos, pela lecuudidade ile seus ex-
pcdieules, e pela juslesa de suas previsoes. *
oolulca que elle prupde. lie seuiprc generosa,
sem delsar de ser pralicavcl.
.a,
asa/
Porm, escrevia elle.nesse governo da inac-
jo. a iulelligencia nada p le contra os hbi-
tos; elles comprehemleiii,se nao uusam obrar
Emoutra pane, elle dizainda: Perseveran!
as boas iuteojdes, pori'm u.'io oliram. Nao
he o iih-ial do governo, be o governo em o es-
lado de Ideia.a
Entrelauto, os penraiiienlos liberaes, e as
magnanlniai palavraique desodas do throo
pouiilical seespilhavaui pelo uiun-lo, e nelle
exeitavam tianspurtes, aninarju suhretudo a
Italia, cojos povos coininoverain e cujoi ret
arraitraram. Ilonve por toda a |iane una einu-
lajao de refirinas, e como urna elfervcseeiici i
de liberdade. Em o mez de Janeiro de 1818
cmisliliiicdes fram proclamadas em .aples,
em Tiiriin r preparadas em Floreuja.
O prop o papa se dispoz a transformar em
governo representativo, o governo consultivo
que Navia eslibelecido eui Roma. Mr. Rosm
oreveu o seguiuie a "28 de Janeiro acerca de
iiuiacouitliiiijao appllcavel aos estados ponlii
(icios: N:i" julgo o prolilema iusoluvel, de-
pois de ter nelle rifieclido maduramente; tim
h u nlo lautas e l.'io diversas pai lilhas da sobV-
rania neate mundo, nartilhas que teeinduiadoj
eculoi, que bein se poderla tentar um .i, 00-
inejaudo por separar bem o leinpural iloespi-
i iual, o papa do rei. Svmente cumpiiiia del-
xar iuteiraineule ao espiritual, e ao clero a|
materias que sao mixtas entre mis.a Alguns
dias depois elle accrescentou : 0 papa dar
em pouco lempo a eonsliiuijan ; rila oceupa-
se siiaiuentc com ella, elle esl no bom ca-
iniuho
Este caiiiiuho era aqurlle eni que o pro-
prio Mr. Itossi o tiuha eiupeuhadn. A 14 de
marco Roma receben o aslalelfl fttHdnmtnta.1 para
o governo temporal dot tfli.l.. da sania s.
Ella culi u no rgimen consiilucional com
dualcamirai. una vitaliils e outia electiva
pira volar as Iris ; um conceibo de estado as
devia preparar; um miuisieiio respondera
pela sua exerujrin ; e um collegio de cardeae,
senado permanente do papa, gerla cousultailo
sobre a sua lanceis, i lu i odo essa lei tirada
da nussa foi proclamada, a uoisa j au exis-
tia. Eda iioi.j sillo deiiriiida em feverero,
e M'. Rossi cessnu de ser einhaixa no tempe Finque cessnu de existir um gover-
no, cuja forma livre e moderad.i elle aiuava, e
ciijus peiigus elle llnhl pereebldo sem suspei.
lar a sua queda tan dilucil de se cir, e io f-
cil dr se evilar. Elle nao s deutm o grande
cargo publico que oceupava em Ruma, seno
que foi ion In-iii privado em Franja, em es
peeao das leis, he verdade que pouco respeita-
das nese mntenle, da radeira modesta em
que tiuha eu-iuado cloquete mente a tcieucia,
como para exprllir do pais um h mu ni que
entretanto o tiuha servido por sua babilidade
e o h mrava pelasen espirito, hile se allligiu
com liso, como com um segundo desierro.
sua amiade, de um espirito elevado, e de um
nascimento llliutre, corneja por estas bellas
e tocantes palavras:
Lembra-se a Senhora dos versos do seu
po ta sobre o cadver da Grecia ? Para a
s-Milinr.i, para niim, para quam ama a poe-
sa, a sciencia, a civilsac,io, a Grecia ea
Italia s.Mi duasirmSas diversas na idade,
iguacs na belleza, iguaes na gloria. Am-
bas eslavim murtas ; mas desde que a pri-
meira comerjou a revjver, a senhora nio
podia recitar-me esses bellos versos, sem
quoonosso pensamcnlo parasse doloroza-
inonie sobre aquella, que anda jazia es-
tendija, senipre bella, mas inanimada c
fria. Bcmdilsrja Deus Pois vimos esse
ueilo enclier-sedo novo do sopro da vida,
vimos es faces en>ubucereiii, esse hrac, i
levanlar-se. Seu primeiro movimenlo foi um
combate, una victoria, um prodigio. A
Sra que he mulher, chorou de admira^o e
de prazer ; ei, que sou homem, ( escarne-
(i disso quoin quizer) tambom chorei co-
mo a Sra. a
Um momento elle esprou que essa
grande causa, graeai a experiencia chara-
mente adquirida dus Italianns, e a sua cora-
gem, lomada emureiiendedra, triumpha-
ria peiu aecrdo dos peusaaientos e uniiln
dos Id.uMis. i-;iie at lhe du um de seus fi-
los. Fui o mais moco, o qual sua ternura
i linlia afastalo al enio dos perigos un-
Miares, para osquaes o arra^tava um nobre
inclinaeii, e que vei i eiilSn pedir-lhe licmi-
ca pota ir defunder como voluntario a in-
dependencia italiana. File o ouvio em-i-
Icncio, e s lhe respondeu estas palavras:
Vai, a causa he assaz bella. Na
mesma tarde se separuu delle com as lagri-
mas nos olhus. e u mandou combatir uas
margeos do Adige.
Vos sabis, senliores, o que acontceu
A disc.inlia per-leu de nuvo aquillo que s
um estreilu cunceito teria |io li lo salvar
Um lanilu extremo em seus desejus, as-
s; ni como em suas doutt iuas, o qual c na-
ta ter, quando uo tem ludo, e, quandn
tem lulo, nada sabe fazer daquillo que
tem, sutibou com o estabelecimentu da re-
pblica em um paiz, apeos capaz de che-
gar a uiunarchia represeutaliva, e no qual
nao se devia cui lar seno ua independen-
cia territorial. Fsle partido dividi os pen-
satneiitns. eiifiaqueceu os esfircos, fez cun
que deSi'OnliaSSem UIIS dos uniros. OS go-
venios e os pov-is. os quaes, reconciliados
na liherdadu consiilucional, estavam de in
telligeucia contra o Ininiigo cnminum, e
Com prometan i!os'arlea libertario do so-
lo. Gom ell'eito. o rei de aples, ameiQa-
10 por una iusurreic.no em sua capital, re-
levo as suas tropas promidas a ,-aiiir pan: o
thealro da guerra, o tiapa parou em suas
aniliactl s, o rei do Piemunte vacilou em
sua marcha, e a Italia, agitada sem ser II-
vre, tornada nova mente inipoieute, porque
e.slava desuui la, vio nutra vez os Austra-
cos reapparecerem como vencedores, e es-
tnhelecerem->e como senhores nasplauices
recuaeradas da l.ombarlia.
^ Tal era a Inste siluacio dessa drsgra-
cada peniniula, quando Pm IX, eonat'angi-
lo pelo paitido ilaliaiio a declarar guerra
Austria ; einlnii .ira.lo nos movinuiitos des-
acosluinados de um governo Jivre; ten lo
ja rxperimealadn muitos mlfiislerios sem
podCr conservar uenhum, recorteu hahi-
lldade condecida de Mr itossi, e propoz ao
litigo euibaixador da Franca tornar-se o
clpfe dos concelhos ilu tanti-f. Mr. Itos-
si hesiten a principio. F.lle sabia quantos
problemas formidaveis linhatn que ser ra-
so vidus: fa/.ermarchar constituciuiul nenie
um poder ha pouco absoluto; administrar
por meio de seculares um paiz at ent5o
suli i ei ti lo a ecclesiasticos ; introduzirem
una liga italiana um estado quasi conslan-
l'-men'e contrario a unilo da pennsula;
enlabelecer em una pslara e de urna vez
um governo poltico, tuna administrncSo
civil, urna i'.oii-i aco uncional, niioeram as
nicas (Mlietililadi's, que elle teria que ven-
'iier. Ministro de um principe, cuja eonflan-
ca lhe despi.taiiam, eslraiiho em um paiz,
onde cxciceria a auiori-lade publica, elle
estara espnsto a nflo encontrar apuio, ape-
zarda sua dedicaco, a nloohli r approva-
r.io, uo ohsian os seus sei'VQOS,' a ser
ataca lo como evolucionarlo pelos defenso-
res ioscgosabusos.aser consuleradocomo
IllimigO da liberdade pelos paludarios vio-
lentos daschinieras. Mr Rossi resisti por
milito tempo, e como as coudic(V's que ao
principio piopozao soberann puntillee nflo
lu um sidu appruvadss, juigou lar escapa-
dua surte que oesperava ; mas, depois da
intil nomeaeflu de um iiuvo ministerio, o
pa|ia iualOU com elle mais vivamenle no
mez de Miembro para que u aju lasse, e lhe
olfereceu a plemtude de sua cunliineja eda
auturidade.
Mr. Rossi aceitou. Associando-se com
alguns collegas generosos, elle emprehen-
deu com muda cuiagem, e espern, talvez
com deinasimla imaginaeflo, o complemen
toda obra a mais difJleil no paiz o mais
desorgatusado. Consagrou se iuleramente
a isso. Teve a arte de obler do rlero tres mi-
litos de escudo* para o thesou'o vasio do
soberano ponliflcs. Nflo s projectou a
reurgaoisaeflu civil du estado romano, ro-
o o tamben), lim de preparar fortemeute a
independencia teriitnrial da Italia, procu-
rou negociar em Turim, em Florencia, eni
aples, urna eonfederaqo quo u.lisse em
um s os estados italianos, lixassn suas re
Este disqurso no foi pronuneido. A
faccSo violenta, queja tinha desunido a Ita-
lia, ia acabar de perd-ln. Ella vio um
obstculo aos seus designios no ministro
hbil de Po IX. Procurou lorna-lo im-
peli so partido nacional como astrangeiro,
ao pssso que o dassereditava pira cum o
povocomo hertico, o resol ven depois des-
fszer-se delle. 0 lia 15de novemhro, aquel-
Id em que Mr. Rossi devia apparecer na as-
sembla dos depula lus, no palacio da chan-
cellarla, foi marcado para a execucSo do
trama.
Os projectossinistros dos partidos nun-
ci (icam inteiramente mysteno dez osdivulga eo o'gulhoos annuncia. Nes-
se dia fatal Mr. Rossi foi visado quatro ve-
zes. Urna carta annnyma o nrevenio desde o
principio do perigo ; elle a desttinhoti. As-
suslada dos rumores e presentimo tos p-
blicos, a mullier de um de seus cullegas lhe
screveu para lhe exprimir as suasinqilie-
tsQes, e aconselhar-lhe uteis precauces.
Ele lhe respondeu por urna carta, melad'
em ilaiiano, metade em francez, cheii de
urna abnegarlo engranada, e de urna segu-
ranza agradecida. Antes chacnellaria, elle foi ao Quiritial, e ahi um
camarista do p>pa lhe renovou as mesmas
advertencias, e lhe communcou os mesmns
recejos. Sua firmeza nflo foi abalada ; e
sellando o padre santo, elle procurou Iran-
quillisa-lo ; porm, r.o sabir do gabinete
[nuil i liinl. enrmilra um sacerdote que o es-
perava para inteira-lo do lerrivel projeclo.
Nflo ten'io agora tempo do ouvi-lo, lhe
disseMr. Rossi, be preciso que ru v in-
mediatamente ao palacio da chancellara. *
-- Trala-se da vi-la de V.Exc, contmuouo
padre, retendo-o polo braco. Se V. Exc. l
h'ir. s -i a nuil i i l a Abalado por ess'S avi-
s is sueeessivos, Mr. Rossi para um instan-
te, reflecte em silencio, e depois c-mli-
ui o seu caminlio, dizendo : A causa papa he a causa de Dos; Heos me juda-
ra, K dirigi-se para onde a fatalidade de
sus situa(flo o chama, e a gran Jeza de sua
coragem o conduz.
Ghrgando ao pateo do palacio, o qual
lous batalhes da guarda cvica parecem
lefender, elle ouva sahir da inullid9o gri-
tos que nflo tem o poder de agita-lo, e qu
o fizem sorrir desdenhosamente. Ciminha
ate o peristylo da chancellara com passo
llrme e semblante ol.no. Era la que o-
conjuradus o esperavam ; uns debiixo da
columnata que elle devia atravessar, outros
nos degraos da escada por onde devia subir
para a sala em que estavam asseutados os
depuladosja reunidos. Au vc-lo, os pri-
ineiros so gi upam em roda delle, os segun-
los vilo ao seu encontr. Ro leado dos seus
inimigos, Mr. Ilnssi, sem so perturbar, pro-
cura abrir pissagem por entre elles. Rntfii,
com urna hoinvel habilida te, e para faci-
lilarao assassinu golpes mais seguros, um
dos conjurados o toca de repente no hom-
bro ; r, emqusntu o desafortuna lo Rossi
rolli-SC para elle com tod i a altivez de seu
othar e seguranca de sua coragem, entrega
o pescoco ao assassino, que lili crava u n
punlnl na garganta e o fere mortalmente.
> Esse en un1, a que a guarda cvica assii-
lio porassim dzer, sem tnpodi-lo, de que
osdepulad'os sutiheram sem se commuve-
rem, nflo licou s uento impune, rile ful
louvado, 0 partido que o tiuha man lado
eommetter, ousou confessa-lo, e deu-se'
pi essa a servir-se delle. Ultrajou com a sua
alegra a familia consternada e ameacada
da eminente victima SitioU no Qui'inal
com una ingratidflo insensala oveuaravel
Po IX, e despojou de sua autoridade tem-
poral, depois de t-lo couslraiigiJo a fugir
de Roma, papa que s mostrou
reformador, o que teria falto lu/.ir sobre
seus povos as novas luzes polticas. As pros-
peridades du violencia nflo pdem ser du-
radouras, e nflo era dado a urna dominaeflo
i'oiiH'tNida pelo homicidio, conliuuada na
desordem, e ;ue se diriga a dictadura, e se
punha em guerra com o mundo cvilsado,
subsistir por milito tetnpo. Mas, le in lo a
Mr. Rossi, ella fez Italia um mal irrepara-
vel. I'rivou-ade um de seus mais gloriosos
iiliios Tirou a um paiz fallo de bomuns ex-
peiimrntados e haheiso grande seivenlua-
rio, cujo espirito fecundo, saber cxercilado,
forte previdencia e iuconteslavcl assrnden-
tc, podeiiain ser boje to uleis ao manejo
de seus negocios, e ao esubelecimeiito je
sua liberdade.
iC.omiilutionnel.)
vinagre. firdoi cora li arrobas e 30 libras de
fumo eiu folba, 25 calas com 910 llbrai de
sabio, i liceo com 400 dusias ie bilros. 10 il-
la* com 40arrabal de arroz, 25 canas com 2>
arrobas e24 libras de sabio.
Barbada!, brigue Inglez Cormlia. d 198 to-
neladas: cuuduz o, seguidle:
50 toneladas laitrode arela.
GUNSULA00 PROVINCIAL.
Rend ment do dia 1..... 2:667,236
.fiovimento to Porto.
Navioe enlradoi no dia i.
New-York 43 dias, patacho americano ^navi-
A'/ii'i, de 144 toneladas,capitn F. P. Porker,
equipageui II, carga taboado, carne de vie-
ra porco; ao uapltao. Por nao trazer
carta de sade legue para a habla.
Montevideo 48 das, escuna Inglesa genosla,
de 104 toneladas, capito Challes De Guu-
eley. rquipagem 9, carga cabos, couros e lia;
a I.e Bretn schratnoi ai C. Eulrou por es-
tar f.izeudu agoa,
Babia 8 dias, brigue americano Ostialf, de
761 toneladas, capiau James Faisf icol, etiui-
pagem 9; em lastro : a II. Fotter vk C
E1HIWL
tOWWE%CIO.
7:582,170
- Mas quando a revoluca Paris a Vieiina, e de Vicua a Millo, abalou a
Ausiria ha taul lempo iiuinovei, siiievou a
Loinbardia, ha lanos seciilosopprTni.la,quan-
do Mr. Rossi vio a Italia lutrlrai que liuli i ale
enlao inarchado sb a conducta de Pi IX para
a liberdade regular, illllar-se sb a baudeira
do in.bie Carlos-Alberto para a Conquista de
sua Independencia, e perseguir valerosamente
os estraugriios levados de vencida al as mar-
K'-ii do Adige. rile foi t>aiispnrlado de eiilhu-
s asmo c de ]ira/.rr. Esqueceu a sua profunda
3oii la e sua nova cspairiacan. A ressurrelcao
I seu aiiti.o paiz o tu> o i no ultimo pont .
Retirado a Priscal!, d'onde cootemplava Coui
olbo penetrante e 111 me. os espectculos con
luso, que davam a n>6r parle dos povos, e es-
sa iciiipc-laile violenta de lodos os elementos
sociaes sibieo coiiiueule perturbad-', elle es-
crrvru rui italiano tres carias fortes de ideia.
e vivas de loigoagem Sobre as revoluedes da
ri iio i, da Alleuiauha r da Italia. Juis seve-
ro da pr inclra, stenlo nbv rvail.-r (las gnu-
da, elle era o paitidaiio enllmsi isla, o conse-
Ibciro allecluoso da ultima. A long i ca 11 so-1
brea llalla, por elle dixigidaa uuiaieuiorade'PfuviJeucia iuipreme a vida dospovo.
lices em lempo de paz e deicrinnasse os
seus conlingeutes militares em caso de
guerra ; flnalmenle, lemhrando ao papa o
exemplo de minios dos seus grandes pre-
decessores, elle o decidi a fazer-se o fun-
dador e o guia dessa confederacSo.
< AindanSo havia dous mezes que elle
diriga com desla superinridade e firme
pri-v 'enca os negocios du pontificado cons-
titucional. A' 15 de novemhro elle devia
exprseus projeclos cmara dos depula-
dos romanos, e pois de ler leinbrado em teimus magnificns
a revolueSo uperada por Po IX, elle li i a :
Dentro de alguns niez-s sua sanlidade
compieiuu por si mesmo una ohn quo bas-
ti -a para a gb-rta de um longo rein-i, e deu
aos C ufes das naces OS mais nobres ex-
em|.los de sii'edoria civil. A historia Im-
pi'ct.il c verdica, narrando os actos deste
i ont lica Jo, repetir, e com rasflo, que a
Igfeja, i naba lav.-l em seus fundamentos di-
vinos e iufl'iXiVel na Santi lade de seus dog
o as, conipielirnde e favorece setnpre com
aduiir vel prudenciis hunestas mudanzas
das cousas da trra, e os moviiiienlos que a
ALFAiNDEGA.
Rendimento do dia 1 .
bueurregam Kojel.
rigue portuguez Sun-.Vanotl-l lastro
de peora.
Rri gue nacional Srm-l'ar harneas aba-
lid-ise pipas.
Polaca franceza -- ///opo/i'i_rnercadorias
Rrigue nacional -- Emulacto sola.
Escuna brasileira --aura colla, charu-
tos e drogas.
Barca franceza lulle --mercadorias.
N, B. Por engao devidn a compaginado,
sabio no rea lmenle da alfaadega, publicado
Di iri-> de honicoi, o Home do Sr. inspector
l.ui/. Miiuni.i de Snnpai.i Viaiiua em lugar do
0 lllm. Sr. segundo escplurario, ser-
vindo de inspector da thesouraria da fazeu-
da provincial, em cumprimenlu da onlem
doE*m.Sr. prndenle da i-rovincia da 11
do i: i' retiH'. man la fazer iwbl'co qua, nos
lias 1-J, 13 e II de marco prximo vinlou-
ro, ira a praca, perante o tribunal admi-
nistrativo da mesma thesourari >, para ser
arrematada, a quem por menos IIter, a obra
da coittinuacSo do caes denominado II*
mas, sb as clausulas especaes abaixo
transcriptas, e pelo preco de i I :S 45,000 rs.
As pesso.s que se propozerem a esta ar-
re nalsQflo compa'ecam na sala das sess-s
lo sobredilo tribunal, as dias cima men-
cionados, pelo uieio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda
provincial de Pernambuco, 15 de fevereiro
de 1850. O secretario, Antonio firrtira
d'Xnnunciag'io.
c Clausulas especiaes da arrematarlo.
1." As obras da c oiiiouaQao do caes de-
nominado Ramos sero fetas de coufjrmi-
dadecom a planta e orcamento ns'a dala
atiieseitiados ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo p eco de 11:385,000 rs.
2* Esta obra sera piincipiada no pra-
zo de dous mezes, o concluida no de 7, am-
bos conforme o artigo 10 do regulamen(.o
das arrematarles do 11 de julno de 1813.
3 Os pagamentos da rrrmatacflo SS-
rflo feilos segundo disue o artigo 15 do su-
pracilado regula ment.
4* Todos os maleriaes serllo examin
los pelo engeuheiro antes de seren embre-
gados, e, approvados, lavrar-se-ba um ter-
mo em que assignarflo o engeuheiro e o ar-
rematante.
a 5." Para tudo mais que nflo esliver de-
terminado nis presentes clausulas seguir-
se ha inteiramoiite o que disptV.* o mencio-
nado regulaueulo de 11 de juim de 1811.
Recife, 13 de feverero de 1850. O en-
geuheiro do termo do Recife, Jote Mamedt
Alvts remira.
IPochiragoes.
SUBDELFGVGIADVFREGl'EZIA DE S.-PE-
DRO-MARTYII DE OI.IMIA
Por esta subdelegaci se faz saber sos
respectivos moradores que o Exra. Sr. pre-
sidente da provincia tem nomeado ao dou-
tor Joo Jos Innocencio Pogge, para tra-
tar dos indigentes qmfrem atacados das
febres epidmicas reinantes neta ri lade,
aos quaes serilu gratuitamente f.irnecidosos
remedios, sendo as recetas rob'icadas pe-
lo subdelegado, ou, inspector de quarlei-
rffo es'ieclivo ; assim como que se arha
designado o lugar de S.-Amiro-de-Agoa-
Fria para o ntnrramenlo daqurlles que in-
felizmente suecubirem dila febre.
Pela inspectora do arsenal de mari-
nha se convida a lodos os individuos livrrs,
ateo numero de cincoenta, que se quise-
rem empregar como serventes ni obra do
mesmo aisenal. e as do melburamenio do
porto, a se entrnderem com o resp-ctivo
inspector,-o qual, em vutude dasordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, Ibes ga-
rante a iiseneflo do rerrulameuto, em
quanto se emprogarem efleclivamenle nes-
sis obras.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMBIIGO.
Sendo muito nrcessario que nesle con-
sulado hajam inforniacrs exactas i rrs-
peito dos subditos porluiruezes que infrlz-
n>e te teem fallecido da epidemia da felire,
roga-se aos parent"S, amigos, ou prssois
inieressadas dos mesinos fallec 'OS, quri-
ram comparecer nes'e consulado, aim de
darem os esclarecimentns precisos.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 21 de fevereiro de 1850.
Joaquim faflixta Voreira,
tice-consol,
Ca'l's seguras, vindis do sul pelo va-
do eicrirao o Sr. lenlo Jos Frriodei'"Sartot Pnr S Seboitiao. pan os Srs. Ansclrto Ju-
rnvuin aran rvon I s de Man lonct, Francisco Raptisla di Cus-
CttNSGLAO GEUAL. I u v u| Krancigc0 jose j4 c Rendimento do dia 1.....5:653.504 me Rayinunlo, Jos Garlos Telxeira, Jo
Diversas provincias...... 84.05J do Santos Neves, Mannella Rrasida de Je-
------------_-' sus, M Mioellf.lemcnl'no liirneiro di Cunta,
5:737,556 Pompeo Gapistrano do Reg Lobo, Ricardo
EXPORTACAO.
Despachoi martimo! ni dia I.
Parahiba, biate nacional Eipadarle: conclu
0 segulute:
I caixa e 2caisotei inludezas. 300 arrobas de
carne. I lian ica ferragrus e miudesas, I a-
uiarrilbo com 12 parualnbas, 3 barrica prrgos,
1 embrulho fio de sapateiro, 2 barricas grasa, I
Jila prrgos e mais objectos, I anianilhn bra-!
Joflo de
F'llio
Bitancourt l.i-ite, Viuva Vieira &
. i" l-SJuasg
Avisos martimos.
-- Para o Marsnhfioe Par s he, em pou-
cos das, em rasflo deja ter parle de sua
carga, o bem conhecido brigue-escuna
Laura: quem no mesmo quizer carrrgar,
cosde batanea, I barrica ferros de engoiiimar,' ir de passagem. dinja-se ao CeoHIu ni
IGU ditas bacallio, 2 caixas diversos i.bjeclos, praca do Coinuiercio, ou a Novaes & Gom-
I dila liuhaa, 5 pipas viudo linio, 2 barra dito piuhia, m ra do Trapiche, n. 31.
doce, I baila pqirl de embrulh i, l|2 arroba ite! Para o Rio-de-Janriro sabe, com a
cauella. I|2dita de erva-doce, 1 cala canella,' nmor lirevi la le possivel, por ter j parte
I saecoerva-iloce, I dtio cominhui. I barril vi- j seu c-rregimenlo Iralado, O brigue na-
\tasua\a '-" *Eq,,em t^Sss.
de trigo, i baila papel, Sealiaaletrla, 40 pare- carregar.ou irde passagem e embarcar es-
Ihas albos, I ca.xi esper.nasele. I barrica envesa frele, dinja-se an cap fio, na pra-
breu, 2 caoastras ceblas, 10 gigos batatas, i ca do Commercio, ou a .\ovaes & Gompa-
Oairll aieite-doce, 50 cabos de albos, 1 pipa! uliia, na rus do Trapiche, u. 31.


Pan o Rio-do-Jneiro sabe o msis bre-
ve possivello brigue Minerva, por lera bor-
do mis de dous tercos <1e seu carregamen-
to : qnem quizer carregar o resto, mandar
escravos a frele on ir de passas-orn, cnten-
da-se com o capitn a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alves da Cunta,
na ra do Vicario, n.U, primeiro andar.
O patacho nacional Km/afosaliemui-
to breve para oUaranhitu com escala pelo
Ccar : quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se ao ei-criptorio de
Manoel Conca I ves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recife, ou ao capitSo a bordo.
Para a cidade do Porto segu viagem
com tola a brrvidade o bergantn! portu-
guez S -Manoel-l'rimtiro, capio Jos Fran-
cisco OnuMio : quea Titile quizer carre-
gar, on ir de passagem para o que tem ex-
celentes commoilus, dinja-se ao meamo
capitSo, ou ao consignatario, Manoel Joa-
quim Ramos e Silva.
Para g cidade do Portnl segu viagem
com brevidade a barca porlugueza Flor-da-
Maya, capilflo Jos de AzeveJo Canario :
quem nidia quizer carregar, ou ir de pas-
sagem, dirija-ge ao meamo captiio, o ao
s?u consignatario, Manoel Joaquim llamos
e Silva.
Para o Rio-de-Janeiro
segu vlaeem com promptidiloa polaca rV.-l
S.-da CimceicSo, por ter parle da sua Carga :
recebo carga a frele e escravos : quem pre-
fosse perlencente, nao sondo do rigorosa
necessida li! qui- o procedimento do um es-
teja depen lenledo oulrn: considerando que
snente na apresinlncm) das cuntas tic que
tem lugar o spreciamcnlo do lo la e
qualquer ras3o que possa eslaheli-cer o
grao de eligitimi la lee exactidilo que deve
ter essasmesmas cuntas, para a vista dislb
profer r-se a dicisSo, conforme a quesillo
que se iiuii ver de agitar: c nsderaniio
que o loo como caita da socie.Iado tem
obrigacflj de exihir os livrose mais eserip-
turacio, para a vista dessa prestar as suis
contas Cor. Tell. Uoutr. das Acg. ( tlO
e Not. Cnd. Com. Port. Art. 653 : Consi-
derando finilmi"nte que o prazo indicado
pelo autor lie por curto asss limitado, urna
vez que nilo p'ovou serem estas cuntas que
possam prestar se em poqueuo exuasso de
tempo. Modo que pela p> escote quesillo se
conhpce nSo poder ser fcita essa prMt'Qlu
do coutas, que complicadas on mi se depre-
hende ilos auto", donandam maior prazo
que o pedido pelo autor : julgo a notifica-
cSo por sen lenca, econdemno aortT a que
n<> expasso de setenta dias improiro^aveis,
contados da puhlicacio da presente se.11-
tenca, preste as coutas pela forma exig Ja
a II :i, m'iIi pona de sequeslro, o pague o
reo as cusas. Recife, 21 de agosto de
1819.-Custodio Manuel da Silva Guimarits.
N. B Asentenca cima fui apael'ada
pelo socio gerenlo, bem que csse pedisse
ajt
Ama de I'
te,
tender embarcar, prpeuro a Manoel Ignacio I em sua conlestac.au um prazo quasi igu
rl. Ha a ra..o_ I,. t* .-. ru-, H ~ i j^ .* ( .... nal n '.- !!- r> ,.i.., 1.1.1 11 I I i i I1 i I I i 1 I t lili
ao que o Sr. mil concedeu,e declarando qu
eslava obrigadoa prestar as cuitas exigi-
das : avalie-.se, por ato, o que tem em vis
tas o socio g-jreuto acerca das referidas
cenias.
Precisa-se de dous mogos para caixeiro
depadaiia, os quaes aboneinasua capaci-
dad ; na S -Cruz, padaria por bdixodo so-
brado, se dir quem precisa.
~ A pessoa que antiuuciou precisar de
um feilur decampo, para o eiiguuliu Am-
paro, queira aniiunciar aonde nesta praca
possa ser procurada.
Agencia de passaportes.
Tlram-se passapoites para dentro e fura
do lfflipr io, por en mmo lo prego: na ra
do llaiigel, n 57. sobrado. ,
- I)e lia de nliu'ira, viuva do fallecido Jos Gon-
J'lves de l.aranjo, que veio da illia de S.-
Miguel lia 16 anuos : na ra .Viva, n. 20.
modos : a tratar com a consigna-.. .-Precisase de um cozinheiro para o
de Oliveira. na praca do Cnmmercio, n. 6.
Preoisa-sn (retar urna embarcarlo de
lote de ino a 150 loneladas, para ir a Luan-
da ou Itenguella : prefere-se ingleza ou
americana quem a tiver neslas piopurces,
anniinrie para se tratar do ajuste.
Para o Rio-de-Janeiro segu com bre-
vidade, por ter parle da carga prompla, o
brigue Candrictndencia : para o resto da
caras eescravos a frote Irata-se com o ca-
pitlio Joaquim Jos Martins, ou rom Juju
Francisco da Cru7, na ra da Cruz, n. 3.
I'araollavre pretende sa-
bir ateo dia io de marco infali-
velmente a barca ranceza Leonie,
ide primoira mar;lia : recebe al-
go, ma carga a frete e passageiros,
para o que tem exccllentes cons-
tara da mesma barca, viuva Las-
serrr, na rua da Sen/.allj-Vellu,
n. i38
Para o Aracaiy tem de seguir viagem
o hialft Novo-Olinda, dn qual he mostr An-
tonio Jos Viauna: os pretendentes a car-
regar, se entenderflo com o mesmo mostr,
ou na rua da Cadeia-Velba, n. 17, segun-
do andar.
Para o Rio-de-Janciro
segu no dia lo do torrente opa-
tacho nacional Industria, novo,
forrado e pregado de cobre : para
o rcslo da carga, escravos e pas-
sageiros, para os quaes tem pti-
mos commndos, tiata-se com Ma-
chado & l'iulieiro. na rui do Vi-
gario, n. ig.
Leiio.
PeaneYoufe & Companhia fanlo le
13o, por inlerveiiQflo do ron-olor Oliveira,
de crea de 100 bai ricas do farinlia do trigo
da Pliiladelpbia, para liquida cao, lotes a
vontada dos iiretendontes : segunda-feira,
4 de marco, s li horas da mandila, nu
armazem do Sr. Molla, porto das Canoas.
Avisos diversos.
>Foi pegado em o lugar da Maria-Farl-
nlia. no dia 15 do prximo passado, um prr-
to que diz chamar-se Valerio, de nacilo
Cosa, um tanto bucal, e que nao quer di-
zar quem he seu sentior: quem se julgar
com direito a elle, procure no dito lugar a
Jos Adelo Pereira, que, dan lo os sig-
naos, Ibe sera entregue, sat'sfazendo as
despeas, nao (cando o annuncianto res-
ponsavrl pola fuga do dito escravo.
Ifonso Jns de Oliveira, professnr ju-
biladnna caleira de gongraphia e historia
do lyrou desta cidade, tem aherto sua aula
particular de primeiras letlras egrammati-
ca latina : as pessoas quede seu presumo
se quizerem uliliaar, pode ai procura-lo na
rua P'reila. n. 120, segundo andar.
Oabaixo a-signado, como administra-
dor da sua mullie-, Klha do finado Jos An-
tonio Alves da Silva, puplica a senteuQx
altaico declara-laque ohteva nlativamen-
tna anciedade sh a rma de viuva Alves d
Silva & Fillms, para conliocimento dos de-
vedorea do dito finado, Jos Antonio Alve.s
da Silva, alini de Hcarem scientes que to-
dos na bens do casal do dito Alves da Silva
nstiloobrigadosa dita socio.da le, e igual-
menta os piopriot bens do socio gerente.
Miircillino lote Lopei.
SEMEIVCA.
Visto estes autos, pede o autor Marccl-
lino Jus Lopes, como administrador de sua
niullier, liiba do fina lo Jos Antonio Alvos
da Silva, que o reo hachare! Francisco JoSu
Carueiro da Cunha, casado com oulra II-
l.na dnqnelle fallecido, dentro do prazo de
10 dias venha a este juizo prestar contas, e
por ellas o dividendo dos lucros provenien-
tes da exlincta sociedade, representada pe-
la firma social de viuva Alvesda Silva S !'i
hos, da qual eia o mesmo roo socio geren-
te, e elle autor tamhem sucio, por parte de
sur nmlher, deven lo o mesmo reo apre-
centar igualmente os livros e toda a escrip-
turaQu a essa sociedade, alim de serem
confrontadas essas contas com pena de se-
questro. O reo defende-se com a contesta-
Cfio; sssim, oque ludo visto e nmis que
dos autos consta, consi turando que o leo
nilo ilisroiihece .a obrigac.to em que rsl
de prestar as contas exigidas pelo autor, c
que nSo obstante estar a piocedrr-se in-
ventario, a prestadlo de coutas he indepen-
denle de qualqu r nutra accllo que nflu po-
de embarazar o coniiecimenio e exame do
resultado, ou transaCQ.Io da sociedade d
que se traa, sendo que pelo contrario da
prestacio dissas contas mais regular se tor-
nara o mesmo inventario, o o que a esto
um cozntieiro para
hospital provisorio da ilha do iNogueia : n
ni i do l.ivramonto, n. 33.
~ O major Joilo Valeutim Villela roga a
quem se dignou receber do correio duas
cartas, vindas do Itio-de-Janeiro, as quena
entregar, ou dizer aondo as deve procu-
rar.
All persona having claims upon the
late Mr. James liara*! are requestid lo senil
ilieni in immediately tu the Counting llou-
se of Me' s. James ItyiJer & C, n. 48. rua da
Cadeia Itocife, ihatlhey tnoy beexaminoi
and poid.
Avisa-so as pessoas que liverem con-
tas do fallecido James Maish de ai apresen-
lar no escriptorio de James Ryder & Com-
panhia, no espado deoito dias, para serem
pagas
O ahaixo assignado lendoem o nume-
ro 49 desta tulla um anuunrin em que n
Sr. Anlniiii Uotelho Pinto de Mosquita pru-
leta contra a aiTeinatai.'o das lujas de fer-
ragem e cal ioireiio, perloncentes ao casal
do fallescido Jns Peroira Teixeira, sogro (
socio que fui do mesmo abaixo assignado
arrcmalacno esta que vai ser frita pelo con
sentimento expresso dos herdoiros do ca-
sal, tutor dos menores e Dr. curador geral.
que todos fiiram ouvidos por despacho du
resiiectivo juizo de urphos, apr^ssa-sn
contestar este annuncio pela seguinle for-
ma:
Nenhum diieito tem o Sr. Mesqliita a obs-
tar a arrcmalacno deque se ir la, nao s
porque o abaixo assignado pres'ara um
fianza idnea pelo liquido do casal, como
porque quando se traa de dividas leg.li-
gada em form, como a quo d lugar a men-
cionada arrematado, niuguem pote obs-
tar o pagamento dellas, visto que s se re-
puta em direito pertencer fazenda de
qui Iiiiit fallescido aquillu quo resla, de-
pois de deduzidas as quantias que elle era
devedor. Ora, o aba i lo assignado be ere
dor legitimo trila e um enntus quatrocentos e tantos
mil ris, como fui eomj elenteinenle prova-
do peanle ojuizu de orplnloa : portanto,
nenhum direito tem oSr. Mosquita du ar-
gir o pagamento deste debito, e muito
menos de objectar contra a arrematarlo.
A sociedade de que elle faz mensflo, e as
sentencia que invoca em seu favor, silo i '
jeclos oxt'anlios aquelle assumpto ; e pe-
lo que diz espeito a elles, posso aflirmar-
Itiequetenho f nos tribunaes superiores
do paiz, ponite os quaes o mou direito se-
ra indubilavelmeiile garantido. Asaim,
pois, pode qualquer um que quizer, con-
"Orror a arrematagJo, S'in embargo do pro-
t si i do Sr. Mosquita, porque ella he feita
peante iiutoriiiade legitima o com as for-
malidades da lei.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade.
No dia priuieiro do crten-
te mez desappareceram dous es-
cravos, a saber : um pardo meio
escuro, secco do corpo, rosto um
pouco comprido; tem um talho
quasi orisonla! em cima do nariz ;
tem pouca barba representa tei
de idade 2o anuos e lie alto; e ii.n
Precisa-se de urna ama de eile forra ou
captiva: na rua a M-r.- la, li. 7, primeiro
andar.
0 Sr. Jos Joaquim Je S Pogado quei-
ra ter a hunda le de vir ou mandar pagar a
quanlia do 3'i,960 rs, da qual he devedor
ualoja de calcado* da praca da Indepen-
dencia, ns. 13 e 15.
Hdame C. Anccllc
com casa de modas francezas, rus
do Aterro-da-Ba-Vista, n. la,
Receben polo ultimo navio vindo de Fran-
ca um grande sorlimcnto de modas, tes
como : chapeos ricos de seda e de palha,
tanto armados, como sein s-rem rmalos;
filas de se la para chapeas ; hicos de blun le
e de linhn, lauto braticos como pr-los e do
to las as larguras ; manteletes prelos e de
cores, da ultima moda ; flores de todas as
qual i lades ; romeiral de lil e de cambala,
bordadas; camizinhas de Cmbrala, borla-
das ; lenqos de inflo, milito licus; luvasde
pillea, brancas ccor de palha, tanto para
homem como para senliora ; ditas de sola
prelas e de cores ; ditas de lio da BsflOCia ;
diuis prelas soin de los de malla aborta ;
trancas e franjas para vestidos e manlelc-
tes; meiasdeseda paru senliora ; bonetes
de panno e velo lo, para montara. .Na tnes-
ina cas faze'n-sc chapeos para senhoia do
mais apu
nhnra tem em sua casa urna mo lista, che-
gala ltimamente Ue Frauga : tamhem sa
iQlia na mesma casa um grande lortimen-
t de perfumaras hygienioas, sendo estas
jcrfu'iiirias as melhoros que so teom Ta-
ndeado al o presento : ha tambiim um sor-
limenlo do vasos e outros nhjecloa de por-
ccltana muito ricos ; escovas de lo.las as
i|Uali la les ; esponjas multo tinas ; espellios
para cima de mesa o para viagem ; caixis
le cusiera muito ricas, com msica e sem
olla ; grvalas de seda, prelas e de cores
para liumem ; lencos de seda ; meias curtas
de algodilo para homem e menino; oa.ni-
as para homem, brancase de cores; e mui-
li.-s outros ohjeelos por menos pioco quo
em outra qualquer parte.
9 Consultorio liomoeopathico <3
X em l'ernambuco, rua da 9
^ Cadeia de Santo-Antonio, >
:> n. 17- O
CJ As iiessas que se qui/.erem Iralar O
"^ pela Iioiiiod ipatnia, podem dingir-se 0
^ ao mesmo cunsulluiiu a qualquer 0
Q hora do dia.
9 O
-O juiz da irmandade de S Jos de Iti-
ha-Marconvida os irnios da niesoa |r-
'iiinid.iil para se reunirom domingo, 3 do
prximo mez de mano, para se proceder
a el.-leo dos empregadus que teein de ser-
vir.
Precisa-sa aluear una ana forra, ou
escrava, para cozuih ir o diario de urna casa
de homem sol le i ro': na rua do Queimudo,
n. 42, luja de fiizcndas.
A profssora publica de primeiras let-
lras de l'ra-de-l'orlas, Joaquina Hollina de
Mello, mudou a sua aula di rua do Pilar,
n.85, para o primeiro andar do sobrado n
68 da mesma na do Pilar, aonde pule ser
procurada para u negocio de seu magiste-
rio.
Aluga-se um sobrado na rua da Uniflo,
eom excellentes commodos para duas fa-
milias, com vista para a barra, grande
|uinUI murado, cacimba c todus os mais
commodos deslavis em una Casi, sendo
alm disto bstanle fresco : a tratar na rua
da Aurora, n. 4.
A arrrnintee.no da casa sita na rua du
Clin 1.1 da Ra-Vista, penhurada a Paulo Jos
de Almeja e sua mulher.por PXfCucSo
de Jos Joaquim i'a Costa, UCOil Iransfei-
da para odia sahbado, 2 de marco prximo
'inlnuro. as 4 horas da tardo, a porta do
iniiloi juiz do civcl da segunda vara, na
rua Nova,
Aluga-se o segundo andar, na rua do
Itangel defroiite da botica : a tratar na
rua do Queimadojuiito a loja do ccia, u. 33
Piecisa-se da una ama captiva ou for-
ra, qun he para tratar de una enanca: pa-
ga-se bem : na rua da Cruz, no Recife,
n. 27.
DAURORA
.....,. !:..
molcque, de nome Anastach), sec
co do corpo, meio corcovado ; he
bem preto e tem marcasdt* pannos
pelos bracos. O pardo be conhe
cido por Joao Grande, e ambo
pertencem aviuva de Jos Joaquim
te Mesquita; quem os apprehen
der pode conduzi-lo rua de San
to-Ainaio, sobiado de dous anda
res, n. 6, que ser generosamen-
te recompensad*.
Roga-se as pessoas qua team penhore
em caga do tallecido frmicez JoHo liuho
le se apresentarem no co ul..do (ranee/
para darem infuimac-s OU rrecadareui u
ditos ponhoies, sahbado, 9 do marco, das
10 huras da maulia t meio-dia.
C. S'arr & Companhia leem a honra de
avisar aosseus freguezes, o ao publico em
geral, que a sua grande fundieflo em S.-
Amaro, alm do sortimento que constan-
temente tem acha-se de novo provida de
muilss moendas de carina, e de varios ta-
iiiaulios feilas no mesmo estabelecimeulo
pelos mais peritos ofliciaes, e com o maior
cuidado e perfeicflo; tanto assim he, que
osaniiuneiaiilos.se ufana ni i'in gara 11I1-I...S
pelo primeiro auno. As moendas inieiras
todas de ferro construidas as ofliojnag
dos annunciantes s3o muito superiores a
qaesquer oulras da mesma natureza que
al agora teem sido aqu oflerecidas, pois
aquellas encerram em si cortse importan-
tes melhoramentos resultado de mais de
20 annus dt experiencia e pralica do paiz
OOs?O^OOOS>0 oooooooe
O
3 Alugam-so e vendem-se as verda- g;
q deiras hixas de llamburgo : na prac%s
a da Independencia, n. 10, ao voltar 5
31,000 rs. paga ao recebar o l. e 2." trolu-
ms, de que j existem vanos exomplares
em poder oo annunc.ante e brevemente sa-
hir a luz o terceiro volumo Na loj* de
livros do Sr. reveren lo padre Ignacio P.an-
eiscodos Santos na rua da Cruz do Reci-
fe, e na do Sr. Manoel r.gueiro; de Faru
na praqa da In lepen leic.a, po to tambem
assignaro seu nome quem qu-zer ser as-
sign-nlede qualquer das refer, l ob as.
....... .........--------,.........- Us Srs assignantes a-e ja recebaran! o ti-
csl'oi i-os ili.s hornees mais eminentes em med- m(,jro vo|unie do indica ChronologlCO, illg-
rini do que aquella que he goralmenie conhe- ne_.rt mnj'ar buscar o segundo casa do
cida por mcletin ao buft. F.m vallas pocas
Xiropedo bosque
para cura de phthisica em todos os seus dlfTe
rentos graos, qur motivada por constipa-
{6>J, toase, aathma, pleurlt, cscarrns de san-
gue, dr de costado e peito, palpitafiio no
cora^ao, coqueluche, bmuchite, dr na gar-
ganta e tudas as molestias dos orgaus puluio-
iinres.
I)e todas as inolc tas que por hrranfa ficam
ao C'U'po hinnaiio, nenhouia ha que mais des-
tructiva lenli.l sido, 011 que leu lia /niiili uto dos
F.m
loseeul'i pasj.ido tem se oflererhlo ao publico
dlllorontes i'Pinedios com alteslados das extra-
ordinarias curas que elles teem filio, porni
quasi que em Indos os casos a illuso tem silo
apenas passagolra, e o doenie lorna a recatiir
annuncianle.
Drilles arlificiaes.
J. A. S. Jane, dentista, p:>nicipa_ao_rest-
peilavel publico quo conti'.lia a
ostroila
im peior catad., do que se aetiava antes de ap- slia BlOlssJo, na rua i
.lloaro remed i tilo recommendado : outro- lg primeiro odor,
auto nao acontece com este eitraordiuanu xa- '|,n,cj se le in
errreer
do lio/ario,
i
laiii"
rope do botque.
O pruprietario ao principio fot ioduzido a of-
ferecer osle xarope ao publico, depois de ter
ell'ocliiado-rin .11 infamo una cura permanente,
q un iiiiieueuueiicia, II. ni, ao vollar 3
n para a rua das Cruzcs.
& o
--Piecisa-se de6 serventes, prefenn lo-
se rscravos, para a ob-a do caes da rua da
Aurora, pagmido-so 610 rs. diarios por ca-
la um : a iralar na mesma obra.
Precisa-se de urna ama para o servico
le urna casa de pouca familia : na rua lar-
ga du Rozario, 11. 21.
- Precisa-so de urna ama forra ou cap-
tiva, que saiha bem engommar e cozinlu
para urna esa de pouca familia, onde nilo
ha enancas : na rua do Pilar, cni Fra-de-
Portas, n. 72, seguudo andar.
Poitugucz.com pre-
ferencia a iilliodasilhas, que saiba traba-
Ibarem sitio, para irabalharetn um no Itl-
gjr do Remedio: q ioin estiver nestas cir-
e depois do ter a opiniao dos nrimeiros iiiedi- ruuistancias dirija-so rua do Crespo, 0.
co da F.uropa e dos Katados-Unidos, >te que
seu estado la nao dava esperamos do nielhora,
e era como segu. No auno de 1837 apantle]
tima grunde constipando que mo atacou o pei-
lo, c lodos os lyiuptoiiias de phthisica pulmo-
nar logo se seguiam. Ku tllllia una toase con-
liuiiadd com dor no peit >, salivava urna fleu-
ma dura e algUiuai ve/os misturada com san-
gue, nina fobre tica, suures de uoite, eina-
groci Rpidamente, e em pouco teuipo liquei
rediuido extrema debllidade.
Oa meus medicus (entre os quaes havia al-
guna d is principan dos Estados-Unidos) junta-
mente com meiM amigos perdern! toda a es-
peranca de mou inethorainento, e eaperavaua
que eil brevemente uccumbiiia.
Neste osudo de mnleslia por easualidade en-
ennirei Com una antlga rccoila dos ludios, e
reaolvi-iiie com o coDsenUuirnto dos mcus me-
dieos a expoiimeiila-la, visto o estado deses-
perado do ineu taso.
Qual nao seria a admirafo dos meus medi-
os, e o llieu coiitenlainonlo yendo que desdo
quo principioi a lomar o xarope, coul.cci logo
Urna iinid.nn-.i no ineu systeuia, c pela conti-
nuaco do uso a molestia madurou, os tun-
les lui'uiarain caboca e arrebentaraui laman-
do grande p0r5.no de sanguo e nial ria. Depois
de ter cooliiiu uto pelo esparo de 3 1ne7.es com
o reiuedn, a luinlia moloslla cessou inleira-
m'ente, e acbei me restabolecnlo de perfeita
.s mil.', o bule desde aquelle teuipo tem conti-
nuado sein a menor il>Ctaco de enferinida-
de. Nestas clrcuuntanclai be que me resolv
ao principio a oll'oror-lo ao publico. Orine
inenlo convencido de que he o nico remedio
que se toin deseobci m, no qual so pode ter
eonOanfl para a cura de plillusiea pulmonar.
Cutiiii onde todos os mais remedios linbam fa-
Ihado. e, se for t'imado e applicado segundo as
dirercoes, pouoas ve/.ei dcixar de producir
una tura radical.
0 seu pnmipio de operar he fcil de expli-
car : mi .vis.1 c acalma a IncOimiioda loase,
amadurrec o abteruo, facilita a talivacSo, e
em punco teuipo livra os bofos da matera que
se rene nos tubos de ar. Regula as fuuc(0ei
usuaea lem nrcotsldade de outra qualquer me-
dicina, for tilica o lyitema c puricao aangue,
NAo tonini, nein mercurio, opio, ou outro
qu-dqurr ingrediente venenoso, che feilo uni-
taineulc de riiif e hervs. Toui-sc usado lia
mais de nove anuos, e he uiiiversaluieiile con-
siderado como o grande e nico remedio para
PSUl horrorosa molestia, s seos ill'oilos sao
0111 lodos os lugares o mesmo, admiraseis t tri-
umphunles !
Como medicamento preventivo e anlidolo
contra as tendencia! do clima para a plitbltioa,
lie de grande valor, o nao d,segundo faz qual-
quer medico ou couliecedor de drogas, poreni
emqnanto se est paliando com estas rnjpiaotai
iiiiiiui(u.o doenie v i rpidamente euiMlorau
do, c cada dia mais : mais col loca o seu caso
jora do alcunre de esperrteos Nao siicccde as-
sim com esta preciosa inrdirina. lie sempre
-alul.ir, e seus cuellos nunca sao dainnosos.
Nao lie opitica, niu be tnica, nao he mu me-
ro expectorante, nilo tem por objecto nf'15'ir o
doenie para lor una fatalseguranra. le um ron-
de remedio, una grande couiposi(o curativa,
o grande c nico remedio que a scientia e o
coiihotiiiioiito medico leem al lioje produiido
para o iiatamcnlo desta molestia, at boje in-
tonquislavcl.
Km urna palavra he o iiielhor remedio no
mundo, o neiihuiiia pessoa tocada com este fia-
geilo da familia humana ser jnslo pira si e para
seus amigos, se doscrr sepulniia s..... altos-
lar sii.is (iiialidades virtuosas. Urna nica gar-
rafa qu .si que eiu lodos os casos produiir
lima considoravol mudanCS no estado de qual-
quer d'ier.ca, s-ja ella qual r.
Tem curado cosos que se suppunham supe-
riores an pod*r medito. Tem levantado doen-
ie como que da sepultura. Tem curado de-
luda que lodos os euros sysleinaa, medica-
mentos e melhodos de trataiuciilo leem fallia-
do. Km nina palavra, dcscobrio-sc o tegredo, a
phlhiiica cura-so.
A autiga opinio de que phthisica nao po-
da curar-ge teas degapparecldo desde a intro-
ducco dosia milagrosa meilioiua. A pbtbisica
pela ilescobcrta desle medicamento atba-se
despida de metode dos horrores que cauava.
Km lugar de se enlregareiii ao desespero quan-
do eslavam seguros de que a phthisica llie ti-
uha laucado as suas gana, milnares de pes-
soas teem recorrido a esto infallivel remedio, c
com prascr e regosijo eonliuiiaui desfructando
sade neslc seculo que pi o.linio tal beneficio
I i\- I iniinili I.
1 .'-ni lo 1 ni -se todos xquelles que.se acham to-
cados de molestia pulmonar, quer por losse,
conslipaces, anilina, bronchites, pleuris. ea-
eai-i-i-s de sangoe, dr de costado e no peito*
pal|iiiaco no enrabio, dr de garganta, c to-
das as mais molestias dos orgaos pulmonares,
que o nico remedio irguro lie o xarope do
bosque.
I.einhrar-sr-ha o publico que cada garrafa
Ir 111 dous papis com a proprio asslgnaturados
ageules II. C. Yate e Cou.p.. um na garrafa
com una perfeita directa sobre o mclhodo
de usardelle, e outro no papel inrollo.
Pode ser mandado com toda a secundado
para qualquer parte do imperio. As orden
cxctniain se poutualuicnte.
Vendc-f na rua dos Quarteies. 12.
A" casa da residencia do Dr. I.ourencoda rasao commcrcial de Viuva
rrigo de Lourcirn, no btirroda Ra-Vista,
14, terceiro andar.
Ov.-is ?o sertao.
lie ch'gado alguns pares desle exce-
lente pelisco : na rua do Queimado, loja do
ferragens, n. 14.
Jofio Pacheco de Queiroga arrenda a
loja dos obrado do Aterro-da-Roa-Vista, n.
78, com armacau ou sem ella, podendo-sa
lar mais fundo a dita lija 110 caso do quo o
ai rendante o exija : a chave acha-se 110 se-
Kun la loja do mesmo sobrado, para que.11
a quizer examinar,
Piecisa-se de um pequeo de 1* a tt'
anuos paia caixairo de urna venda, o qual
: Dador a sua conducta : ca Fra-de-l'or-
tas, ti. 86.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Gonra-
vel da Si'va, pretende nilo illudir a eXc'oe-
tac;ilo do publico rom aniiuticins importu-
nos do andamento das rodas desta loteriar
esforear-se-ha quanto couberem suas fOr-
i;as para com a po-sivel presteza annuncia ;
o ilia, ulein do qual nao devers passar a es-
perinca dos compradores ; porque entende
que a essa illuso em que alguns teem por
vc7os doixa do o respeitavel publico, sede- ,
ve essa especie de descrdito, que tanto
lem demorado o andamento das nossas lo-
lenas ; por isso limita-so por ora a annun-
ciaraveinla dos buhles, e a extrahi-los
com lodo o etnpenho, alim de poder asse-
gurar aos comp'adores o dia em q'ue deve-
rella imprelo.rivelmente cuner.
A vaulagem do plano ja publicado e o fim
religioso pina q e foi esta lotera concedi-
da, convida e sedozos Untadores da serte
a cmicorrerem sem demora para a compra
dos num ros que Ibes preparam a suave
'-cquisiciio de hens da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o inporle smen-
te da diminuta quanlia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos das.
Desde ja achar-se-hao os bilhetes : no
Recife, lujas do lliasoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica de Ju3o
MoroiraMarquos.no paleo da Mal7, e do
Francisco Antonio das Ctugas, na rua do
L'Vrameoto; loja db IternarJino Jos Mon-
teiio, prarinha do Litramento, 11 44 ; no
Alerro-d -Roa-Vista, lujas de Cuimariles,
n. 44. e do liuaile Boigesda Silva, n. 18.
I'recis^-se'Mugar um preto para botar
sentido a ums lequeua casa do ciuipo : na
rua do Trapiche-Novo, 11. 10, casa de Jones
Paln & Companhia.
8
*>
# l)tilOSlTO GEHAL '-ti
*
do superior rap area-preta !
da fabrica de Gantois Fai-
Ifiei&c Companhia, na Ba-
ha.
Domingos Alves Mstheus, agento da
fabrica de rap superior aris prcla
e meio grosso da Rabia, tem aberlo 0
^ seu deposito na rua Cruz, no Recife ,
f sempre deste excedente e mais acro-
@ ditndo rap que at o presente se tem
^ fabricado no Brasil: vende-se em bo-
& tes de urna e meia libra, por preco
V) mais commodo do que em oulra qual- j
S quer parte.
i
i
i
i
^a,4'.gSAs4:^:iV.aSsi
-*-Precisa-se alugar urna pre.ta qua sailu
lavar, engommar e coser, para urna casa
Ostrangeirt : na rua do Torres, n. 34, das
11 horas al as 3 da tarde. Na mesma casa
tiio.bem se precisa alugar um preto que
enlonda do servico interno, e saiba tratar
de cavados.
D. Candida Senhorinha Vi-
eira Lasscrrr, viuva de Bernar-
do Lasserre, por si e como tu-
lora deseos filhos, resolveu con
tinttr todos as opera95es com
merciacs de sua casa no mes-
mo pee da mesma sorte que ellas
eram dirigidas pelo finado seu
marido, tendo nesta data autori-
sado Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar todos os
negocios em seu nome, debaixo
rua da Saudade, defronte do Hospicio, p-
icoi dirifi'-se por carta, ou pessoalmeute,
aioiim do n.ez do fevereiro prximo fu-
turo, todas as 1 esso s, que quizerem ser
assignan'es do novo compendio de pralica
do procesan adoptado pela congregacAo dos
lentes du curso de scicncias sociaes e ju-
rdicas de (Unida para a segunda aula do
qu mo auno, sendo citico_ mil ris o preco
la asignatura de cada exmplar; e eni lo-
do 0 tempo as que o quizerem sor do inio-
ressantissimo indico chronologco da le-
ei.slacl" brasilejia que ha d"a conler em
oito voluntes in folio, ou pouco mais, inda
a legislacfio biastieira vigente desde W2i
alo 1848, a qual, com a que esta revngaia e
a que tem cabido em desuso, compenas
C'dieccoes actuaos vinte e tamos giossos
vnluuus, e cusa para mais de 150,000 rs ,
entretanto quo o preco da assignalura do
referido ndice lio a pequea quantia de
Lasserre .
i id libo.
Na noite de 6 para 7 docorrente, foi fur-
tado a um preto que venda fazendas, urna
grande lata e um cartflo com diversas fa-
zendas linas ; pois tendo o mesmo preto,
por mol vos de embriaguez, chamado um
ganhador para carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com todas as fazendas e al-
gum dioheiroquecarregava. Roga-se,por-
tento, a polica ou a qualquer pe.soa que
tenha noticia do nocen rulo, de dingir-se i
rua da Cadeia-Velba n. 34, casa de Manoel
Antonio da Silva Anlunes, que ser gratifi-
cado com 100,000 rs.
Aliiga-ao a casa terrea n. 73, sita no
Atorro-da l'oa-\ isla, com quintal o CnCim-
ba, a qual serve para morada ou para ne-
gocio, por ter bous commodos: a tratar na
praca da Boa-Vista, n. 6, botica.


- Os libertos Antonio, de ne(So C.ota,
e I.uiza, de'nagfio Cos, vilo par* a Rahia.
Frecisa-se fallar ao Sr. Jos
da Silva Alves, que tepe ou ainda
tem negocio na cidade da Victo-
ria comarca de S.-Ant3o: na
praca da Independencia, ns. i3
e i5.
Precisa-se de urna am le leite, que
nao tenha menino : na ra nireita, n. 78.
--Precisa-se de um pequeo para eai-
xeiro de venda : na rua'da Cruz, no Recite,
n. 41.
Milito se precisa fallar rom o Sr. l)r.
Vascurado : na ra do Vigario, n. 15, ter-
co ir o andar.
Xa ra Imperial, n. 22. aluga-se um
ama forra ou captiva, para o servido de
nii.ii casa de pouca familia, a qual deve
comprar: paga-se bem : tambem se aluga
um sobrado de um andar.
Aluga-sea lojada casa do Alerro-da-
Bna-Visla, n. 22, com bastantes commodos
efundo: a tratar com Manuel I.ulula Veiga-
Quem annunciou querer 601,000 rs. a
premio, dando poV hyixitheca om obrado
de um andar, dirija-se an Aterro-da-Boa-
Visin, n. (8, toja de fa7endas.
Prerisa-se de um amassador: na ra
do i'"/'!', n. 13. padaria.
A senbora que mandou fazer una saia
de bordado de susto, haja de mn<1a-la bus-
car, visto que a dita saia ja esl prompla
desde Janeiro?; pois a senbora Victonna fl-
cou de vir buscar : e como no tenha appa-
rerido, faz-se o presente arinuncio, para
intelligencadadona. ftua da Cruz.n. 68,
por cima a loja de louca.
Manoel Jos Teixeira Bastos, subilele-
gado supplente em exercirio da freguezia
deS-Jos do R>cife, e juiz de paz da roes-
ma freguezia, faz scieute que mudou a RUI
residencia para a ra Imperial, sobrado
n. 39,
Alug-se o primeiroandar do sobrado
n. 41 da roa do Amorm, com commodos
para pequea familia, por preco barato : a
tratar no segundo andar do mesmo so-
brado.
O Sr. Francisco Xavier Car-
neiro da Gunha Canipello queira
por obsrquio apparecer na ra
ile S.Hila, n. 85.
Aloga-se o primeiro andar do sobrado
n. 8. no largo da Assemblca: a trillar com
Joaquim Francisco de Alm.
hers -se alugar urna ama que tenha
bom leite : na ra do Hospicio, ti. 9.
-- A essoa que precisar de urna ama para
casa de homem solteiro, dirija-se ra das
Cruzes, n 36. loja junto a esla lypograj liia.
Alugm-se duus escravos ladinos para
o servico bracal, pelos quaes se afiance a
conduca : quem os tver aiinuucie, cu
dirija-se ra da Concordia, n. 8.
D-se dinheiro a premio sobre penlio-
res de ouroou piala : na ra da Sol, n. 9,
se dir quem da.
-- Na na Nov, u 63, ahrcm-se eiini ri-
men, -se com luda a perfeicio, em qualqoer
genero de gravura e em qualquer metal,
estampas ile esistos, vinliclas, retratos,
msicas, alm de onlros ubjerlos que de
mandam preceilosralligrai lucos Como let-
tt>s de commeicm, hilneles de visita e 10-
lolos : ludo por commoclo picc_o.
Precisa-se de uuu ama com bom leite,
forra ou captiva : na ra du (jaieiu.a lo, n.
38, loja.
Compras.
Compra-se urna canoa de carreira, de
um s pao, usada, mas em bom eslado, e
que seja maneira, de modo que quatro do-
mea a possam transportar para qualquer
parte : quem liver aununcie por esla folln.
( < mp'iim -se i s llysterioa de Londres
em poitugoez ; e o primeiro v< lmne da*
obras de Cames, CdicSo de Ilamburgo :
na tua estreits do llozmio, n. 4, ou anuuii-
c e.
Compra-se papel de embrolho, (diariosj
a tOO rs a libia, ou a 3,00 ra. a arioba i
no palco da S -Cruz, n. t( 0. padaria.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
A os 20:000,000 de rs.
Na loja da praca d Independencia, n. 3,
que deita para ra do Queimado e Crespo,
estilo venda hilhetes, meios. qu arlos, oi-
tavos e vigsimos da 12' lotera a beneficio
das matrizes daquella provincia. Na mes-
ma loja estso patentes as listas da 52' lote-
ra da santa casa da Misericordia.
t'onfeitos de Cclis,
econlde laclo de ferro, approvado pela
academia de medicina de Pars, confor-
me o parecer de urna commiss.lo compos-
ta dos Sis. Bouillaud, Fouquier e Hailly.
As preparares ferruginosas se conlam
no numero dos medicamentos, cujas pro-
priedades nao se pdem por em duvida
rom effeito ha poucas pieparacOes medicas
que tenham sido estudadas com tanto es-
mero por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados receilaram
estes contritos com muitas vantagens, e-
poisde terem analysado sua composic^o.
O benvolo acolni.neuto que esta piepa-
raciio obleve da escola de medicina de Pa-
rs nos dispensa de fazei seu elogio.
Estes coiifcitos jJii empreados com gran-
de sucresso na clorosis ou palliJas cores,
as inflammueOes chronicas do estomago
ed<'S intestinos, na falta de appelile, as
amenorrheas, ou suppiev-iio de menslrus,
as enfermidades escrophulosas, e inconti-
nencias das urinas, provenientes da d-bil-
dade da bexiga : na leucorrtiea ou flores
ahrnras, opilacSo, bbalimenlo de forjas,
noescrobulo, em lodos os casos de enfla-
queci cnlo do organismo, na animya, vul-
go Irialdade, na hydrope.sia, consequenria
deslas molestias, emlim em todos os Ctsos
em uuu ha alterado na composicDo do
sangue.
A espeto da dse que se deve tomar,
baslam Ires confritos pela manila, e uu-
tios lies de larde, e u mais distante possi-
vel das horas da con ida, augmentando i>i o-
gressivamente al 6 de u man lula e 6 de
lame.
Itealivamente sos meninos, as doses va-
ram conforme a idade; nas lomando o
t. rino medio, se darilo de 6 a 8 lodos os
das, na idaue de C a 12 anuos, e 4 aos mais
jovens.
Em aa principan cidades da Europa se
arbam os ii'i osilos dos ditos con I', itos, em
l'i rnamhuco na holica do Sr. Paranhos, na
ra eslreita do Kozaiio, n. 10. e no aima-
zem de urogas e titilas da na da Cruz, no
lenle, delionle da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
Charutos de Ha va na
verdadeiros :
vendem-seem casa de Kalkmaoo IrmSo?,
na ra da Cruz. n. 10.
Vendas.
--Vendem-se garrafas com agoa de La-
barraque receir mente chegada i.oarma-
zem da ra da Cruz, n. 48.
-Vendem-se amarras ue arro : na-ra
da Sen/alla-Nova, n. 42.
Venden -se 3 molecotes de 10 a 18 an-
nos ; 4 esclavos ooqos, de bonitas figuras;
4 iiegiot de lindas figuras, que engom-
rn.irii e co/nham ; un,a ptima parda: na
ra Direita, n. 3.
Atrs do theatro, armazcm
ionio a mat, vendem-se leloas
de pinho da Suecia de (odas i.s
grossuras, larguras e comprimen-
tos, assim como americanas, al
tres palmos de largura e urna por-
c5o do mesmo de redigo, por to-
do o preco : approveitem-se, fie-
guezes, da Lai ateza.
Agencia de I dwin llaw.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
moni c. (.mi,paolna, acha-se constantemente
um grande sorlimenlo de ferragens ingle/as
para cngeuhes de fabricar assucar, bem
como taixas de le ro Coado e balido de dtf-
terenles tamaitos e modelos, muendas
de dito, tanto para armar em madeira como
rodas de ferro para mimaos e agoa, ma-
chinas de vapor de torca do 4 cava I los, alta
presso, reparlideiras, espumadei'as, ele.
de ferro eslanhado. Na rnesma agencia adia-
se um sorlimenlo de pesos para balancas,
escovins paia navios, ferro em barra, tanto
quadrado como redondo, salra para errei-
ro e urna porcilo de tinta verde em latas:
tudo por barato preco.
Vendem-se dustos de gesso represen-
tando Del mente a rainha Victoria e o prin-
cipe Alberto ; relogiosde ouro e de piala,
ci.egados ullimainente da Suiasa : estes le-
logios que s3o mili bem acabados.se tor-
nam muilo recoinn.eudaveis a qualquer
particular, e adverle-se que ha entre elles
iilguiisque andaui 8 dias sera precisaren)
de corda : na ra da Cruz, no Itecife, n. 55.
Billietcs do hio-de-
laneiro.
Aos 20:000,000 de res.
NAP.IJA lUCAUFlA DORECIFE, N 24,
LOJA DECAMIIId HA VIUVA VIEIItA
& MUIOS.
=4
Novo sorlimento de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea.
Vende-se cassa-chitt multo Una, de bo-
nitos padrOes, cures lisas e cum 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado ; eassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; rlscadioho de lis-
Iras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
algodSo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrees, a 320 rs. o covado; brlm
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarla ; cassa preta com
ramagem hranct para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodBo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-Joie, chrgado
prximamente, vende-se farinba de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco doqueemoutra qualquer parte: os
preirndenles dirijam-se a bordo do dito
brigue, Tundeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao Itecife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se auperior farinha
de millioem poredes e a retalho,
tendo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle; na ra do
liiiitn, n. 28.
A 2#000 o corte.
Vendem-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padiOes e com 6 varas e meia, pelo
diminuto pieco de 2,000 rs. o corle : na
iu* do Crespo, n. 6, loja ao p do lampeSo.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, ehegaoas 10 ultimo navio
de Ilamburgo : na luadoAmorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Vende-rea boa qualidade de semenlc
de i 11 iIIih para sanear, ditas bollas, bem
cono de molanla cuspa : na venda da es-
quina da tua das Trincbeiras que volta para
o paleo do (armo, n. 2.
Os mclhres charutos de
S.-Felix.
88o chegados os melbores charutos de
S.-IVlix : na ra do Queimado, n 9, loja.
-- Venden -se pecas de n ailapolio largo,
muito enconado, com 20 varas, a 2,5d0,
2,600 e 2,8(0 is. ; ditas do cimas, a 4.20U
is. ; ditas de algodaoznbo, boa largura,
com 20 jardas, a sele patacas ; el fulo de
'olear formigas : por tris do Ihealro veldo,
n. 20, pi unen o andar.
A 7,000 rs.

Vcndcm-se eseellenles chapeos
prelos de massa, chamados azi de
n i sea, de linissima seda e do mais
moderno goslo, pelo comn odo pie-
co de 7.00o rs.: ni ra do Crispo, n.
II, loja de Antonio l.uiz dos Santos
& Com mina.
Vende-se um mulatiiiho mullindo.de
II minos ; um moleque, de 10 anuos: ludo
em conla, ejlivre das febies andantes:
na tua larga do flozario, loja n. 35.
lili! quepechincha
Na loja nina de Ateno-da-lloa-Vista,
Pelo vapor S.SibaiHl; enlrado nPS|e'n-8, vendem-se lencos de pura seda e de'
porto no da 27 do prximo pessado o e* "(lV0S PdrOes, Unto para homem como
recebemos os muitos ifurtunedoa bilhrtes,' j 'tra s' ''f'. I.OOOrs cada um.
mcios ecaultlasda 12.* lotera a beneficio
ila consiruccno c leparos das matrizes do
Itio-de-Jaiiero, cujas rodas ileviam Irr an-
dado a 22 do niel passado : tambem lece-
bemosalisla da 52" lotera da Misericor-
dia.
pecos.
Kilhetei 22,noo
Meios 11.(00
Ojiarlos 5.5O0
(litavos 2,800
Vigsimos 1,300
Vendem-se saccas com muito boa fa-
rinhodi! mandioca, a 2,500 ra. cada sacra-:
na na da Cid"in do Itecife, ao p do arco
da CnnceicSoejunioa botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
Na ra do Queimado, n. 14, se dir
quem lem para vender urna preta de 20 a
22 annos, de bonita vista, a qual cozinha o
diario de urna casa, com algum principio
de engommar e lavar ; bem como urna par-
da de 25innos, queengomma, lava ecoz-
nba ; um pardo de 10 a 18 annos, de boni-
tr figura, propro para pigem, por ser m ui-
lo esperto ; um molecote de 18 a 20 ann os,
de boa figura, e que cozinha bem : ao com-
prador se dir o motivo por que se vende.
Taixas para engenho.
Na fundieflo de ferro da ra do Brum,
caba-se de receber um completo sorlimen-
lo de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por proco com-
modo e com promplidao embarcam-se,
ou carregam-seem carrossem despezas ao
comprador.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 3'J,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Polassa da Russia.
Vende-se superior potassa da Itussi, di
mais nova que ha no mercado, por preco
commodo : na ra d Trapiche, n 17.
Vende-se a refinacjio da ra llireila,
n. 22, bem afreguezada, lano para a leira
como para o mallo, com dous prelos peri-
tos na arte, ou sem elles, a vonlade do
comprador: vende-se pelo dono ielirar-se
e nflo poder continuar : a tratar na mesma
refinacHo.
\endem-se, narua das Cruzes, n. 22,
segundo andar, 5 esciavas, sendo urna
rnoula rtcolhida, de 18 annos, com al-
guiinis habilidad-s ; urna dita de 20 annos,
com um ib l'eiio em um olho ; urna dila da
Costa, de boa figura, ptima quilandeira ;
urna dita de Angola, que cozinha lava de
sabSo, e he ptima quilandeira ; um esrra-
vopara o seivi(o de campo; um niulali-
iiho ptimo para pagem.
Na ra estreila do Rozario, n. 4, ven-
dem-se os seguintes livios : lUccionaiio
jurdico por Pereira e Sou/a, 1 v.; Direilo
comineiciol. 5 v.; Feliz Indepeimeiite do
mundo e da lorluua, 2 v. com esl-mpas;
Quadros historeos de Poitugal, com ricas
eslampas, 1 v. ; Memorias histricas de
Pernambuco, 4 v.; Segredos necessanos,
1 v. ; o Pastor e a Ovelha, 1 v.; Santa Ui-
biia, 1 v.; onicio da semana sania, 1 v. ;
ImilftCilode tbristo por Kempis, em por-
luguez.1v.; Ilisloria de Poitugal por A.
Herrulano, 2v. ; Mimoiias por um oflicial
de iuiillo.ua em campanba, 1 v.; Diccio-
nario da n iirinba, 1 v ; Lgica racional,!
v ; Ceico do Porto, ou a gLtrra entre I).
Pedro < I) Miguel, 1 v. por 1,0(0 rs. I lo-
dos estes Iimos silo novos, e vemlem-se
por preco rom mudo.
Farinha nova de S.-.Va-
panliia de Pernamlmco e ParahU
ba: no escriplorio de liveira lr-
mSog tk C. na roa da Gru, n. 9,
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinhoa
pequeos de quatro arrobas, por
pre$o barato, como j ba muito
lempo se nao vende: nc Wecife,
ra da Cadeia, armaiem n. 12.
- Vendem-se bons queijos londrinos
dito de pralo muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos portuguezea para panella, Utas
com 2e4 libras de marmelada, ditas com
bolachinha de Lisboa, ditas de aardinba, di-
tas com bervilhas, frascos com conservas
inglezBS, queijos de qualha vindos do Cea-
r*i por barato preco, mantas de toucinho
nglezde fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.e
outros mullos gneros de boa qualidade :
ni ra da Cruz, no Recife, n. 46. ____
Moendas superiores.
Na fundieSode C. Slarr & Companhia ,
em s.-Amaro, acham-se yenda moendas
de carina, todas de ferro, de um modelo
conslruccfio muito Isuperior,
jfo ciavos Fu pin us
Deposito da fabrica de
rodos-os-Satitos na Rahia
Vende-se em casa deN.O. Hieber & C.
la ra da Cruz, n. 4, algodo trancado
daquella fabrica, niuilo pioprio pra!arcos
deassiicar, roupa de escravos efioproinio
para redes de pescar, por pre$o muito com-
al odo.
ExcclIciUe doce de
arass.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 1, arma-
zem de mulla Jos, vende-se excellente do-
ce de arassa.
Chegarsm novamente ra da Sen
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouro e pra
patente inglez, para homem e senbora.
AGENCIA
da fundicao Low-llopr
RA DA SI^ZALI.A->OVJf, K. 4^.
Neste estabelecimento conti-
na a haveium completo sorli-
menlo de moendas t meias moen-
das, para engenho ; macliinas de
vapor, e taclias de ierro batido
coado, de todos os taannos,
para dito.
Ka' novo.
0 excellente raj Palo Cordeiro, fabri-
cado no Rio-de-Jaiieiro, e chepado no ulti-
mo vapor do sol, acha-se a venda na la
da Cadeia do Itecife, n. 19 ; ra do Vigario,
n. 13 ; Ateiro-da-Uoa- Vista, casa dos Srs. (
Estima llamos ; e na ra do Queimado, i Marselba : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
loja de Jos Dias SimOee. (ruado Amonio, n. 35. i
Ovas do serlo.
Vende-se este excellente petisco na ra
do Queimado, n. 14, loja de ferragens.
Ursina de angico.
Vende-se resina de angico; peonas de
ema ; muro boa faiinha de mandioca : lu-
do por preco commodo : na ra do Quei-
mado,.n. 14.
Na casa de modas francezas de mda-
me Buessard Millochau, Atterro-da-Boa-
\ isla, n 1, ha para a quaresma riscas man-
as de loco prelo ; Cabecees de bien preto ;
sedas prelas ; luvas rom dedos; ditas sem
dedos de malln lina vi nladeira ; lencos de
seda de rclroz para pesroco desenhorat;
manteletes de sena e de bico preto; cha-
peos de lodas as qualidades e de lulo.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barra de quarto e quinto ; farinha
de trigo de tudas as qualidades e em meias
barricas ; relroz do Porlo, i rlmera quali-
dade : panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinha de mandioca em saccas
grandes e a garnel a bordo da sumaca t.-
S.-tio-Carttto ; ludo por pre?o con modo :
na ra do Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunba.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ba
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo,
rados de ferro.
fundicao da Aurora em S.-Amaro ,
vemem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha deS.-Catbarinba, muito
auperior, 1 or preco commodo : a bordo do
bngue Cunceifo, tundeado na volta du Kor-
te-do-Malio, ou a tratar com Manoel Alves
Guerra Jnior, ou na ra da Cadeia do le-
nle, 11. 38.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Provenca, chegada ltimamente de
theiis, por preco mui-
to commodo :
vende-se a bordo do paiacbo na-
cional Jmizode-ConilarHe, entra-
do reccbternente daquelle porto,
e Tundeado em frente da cscudi-
nha do Collrgio, ou a tratar com
Vlacbaifo & Pinbeiro, na ra do
Vigario, n 19, segundo andar.
Dtalas novas,
a i,2oo rs. ogigode44 libras,
recenleniente chegidas do Havre pelo navio
fiancez Ueltopolii: vendem-se no arma-
zem de Joaquim Kilippe da Costa, na ra
doAzeile-de-Peixe, 11. 19.
- Vende-se urna bomba propria para ca-
cimba, por ter todos os seus perlencrs, por
preco muito commodo : na la do Pires,
n. 19, se dir quem vende.
Vende-se urna esciava boa cozinheira,
lavadeira e engommadeira : na ra da Glo-
ria, n. 18, ou no Foite-do-Matlos, n. 1,
prensa
Alrmelada muito nova.
Na ra da Cruz. n. 60, vende-se maro e-
ladi de Lisboa, muito nova e por preco
commodo.
Fugio, no da 28 de fevereiro, pelas 9
horas da tarde, o preto Joaquim, de nacSo
Costa, alto, eheio "lo como, picado das be-
xigis;(em tres tillios em caia urna das
faces do rosto muilo sabidos 1 ara Tora ; tem
urna marca de ferida aonde Gcou a cisura
branca em cima de um dos lornozelos do
lado de lora ; quando anda faz um peque-
o pelo; he. padeiro ; levou calcas de ris-
rado airouxiado, camisa de algodUo tran-
cado de n angas toradas ; rosiuma mudar o
homepara Domingos quando foge; lalvez
nSn saiba dizer todo o nomo do senhor :
quem o pegar leve-o ao paleo da S.-Cruz,
11. 6, que sei recompensado.
Aoamanliecerdo lia 85 de fevereiro
de 1850, fogiram. do engenho ("ai-pe, da
frpguezia delguarass, dous escravos com
os signaes >euintes: Mximo, cabii-ne-
gro, baibado, clieio do rorpo, olhos teque-
nose hrancos. falla mansa, j loi suirado;
lein 35 annos; lem urna pequea ferida 110
dedo mnimo de um dos ts. nos quaes
leem ilgumas rarhaduras; foi comirado
ni si piaca 11 Rayn undo Carlos i eile, vin-
lo da villa do Grato; foi esrravo do Sr. An-
tonio l.uiz Alves Pequeo Jnior: Antonio
Ci mulo, alto, che o do corpo, olhos peqne-
nose esbranq'icados, talla grossa, es bem
feilos ; foi comprado ao Sr. l.uiz Antonio
Rodrigues de Almeida, vindo de Caiirys-
Novos ; lem 25 anuos; suppO'-se qoe islea
escravos fdram paia estes seiloes. Hopa-se
as auloridadis |Oliciaes e capules decam-
po, que os appreheudam e levem-oa ao
dito eiginbo, ao seu senhor, l.uiz Amonio
da Silva, ou a esta praca, em casa de Jos
Peieiri da Conhs, que gratificar com 50/
rs. rorcada un.
~ Fugio, na noilo do da 25 de fevereiro,
da ra da I en lia, ti 21. parda Concia una,
escrava do Sr. Manoel Caineiro da Cunba o
Albuquerque, senhor do engenho Bella-
C.osa, da Iregueziade S.-l.ourencn-da-Mat-
la ; linha sabido da cadeia ha Ires dias, por
lersido ipprehendids no da 16 do ilo
mez, ns Cinco-Ponas, em urna casa junto
a venda do Portuguez Antonio; he balxa,
dieta do corpo, cabello cacheado, feia de
cara; he muito marcada debexigaade pou-
ro lempo : recompensado.
50,000 rs. de grilificacflo. "
Fugio, to engenho Canzunza, Ireguezia
de JaboatSo, na noile de 84 do prximo pas-
sado, o esrravo Joflo. de 30 annos, estatura
regular, barbabado, denles alvos e lima-
dos, ps largos; tem urna cicatriz de um
lado do rosto ; heilfaiatee trabalha tam-
bem de sapaleiro ; foi sonado ha pouco
lempo, por issn ha de ter cicalrizes de
bacalbo as nadegia ; levou camisa de ris-
cadoazul. calcas de enliar da mesma fa-
zcndii, lem desla roupa levou outra em
urna trouxa, entre a qual ai cuas te sabe
de um rollete amarello com Iiitraa encar-
nadas : quem o pegar leve-o ao dito enge-
nho, ou nesta praca, so Sr. Jos Tbeodoro
de Sena, na ra da Cruz.
Fuitaram, no dia 26 do prximo pas-
sado, do engenho Tapngy. piopiiedade da
Antonio Peieba deSoiua Barrozo, urna os-
era va de Angola, alta e se cea do rorpo, ps
grandes e grossos; j lem alguna ca-
--Vende-se um bonilo cavallo por ,D.ello brancos. Roga-sea auroiidades po-
barato pico: 00 Hospicio, em casi de D.',,,r,Mes e pitaes de campo, ou outra qual-
1 quer pessoa, que aapprehendam e levem-
na ao dilo engenho, ou as Cinco-Puntai
Fraucisca Tbomazia da Gonceicflo Cunha.
Vende-se um negro de bonita figura e
muilo bom trabalhador de campo, assim
como oulru bom canoeiro: ambos sem de-
leilos ;.uma negra da bonita figura e muilo
boa coslurcira, cozinheira e lavadeira : o
motivo jorque se veudem se dir ao com-
prador: no Hospicio,em casa de D. Fraucisca
1 homazia da (.onrcicflo Cunba.
- Vende-se um pardo moco, sem vicios
ncn achaques, e 1 om principios de pedr-i-
10 : na ra do Cabuga, n. 1 D, loja de mtu-
dezas.
Lotera do Hio-de-
JaiH-iio.
Aos S0:Oq0,000 de rs.
Ma praca da Independencia, n. 4, ven-
dem-se bilbeles, meios, quartos, oilavos e
vikesimosJua 12 lotera das matrizes. Na
mesma luja se musir a lista da 52 lotera
da Misericordia, ese lecebem bilheles pre-
miados em truca dos que tem a venda.
Flores.
Vendem-se caixinhas com dif-
lerentes qualidades de sementea
de flores, com urna municiova no-
ticia de onde sao uriundas, e a
maneira de preparara Ierra para
a sua semen le 1, cousabrm curio-
sa e iuteitssanle : na ra da Cruz,
n. 9, escriplorio de liveira lr-
mos Se ( ompanbia.
Vendem-se acedes da com-
venda n. 66.
Roga-se as autoridades policiies. prin-
cipalmente as de lora, loda a vigilancia
nos combois que daqni sahirem paia ap-
preheusfio do escravo Jos, que sejulga ter
sido seduzidoe fui lado no da 25 do cor-
rente, i>or ceitosujeilo de quem muilo se
desconfa, de quem se protesta usar do di-
reilo que a le concede contra tal ladr.lo,
por estar elle trabalhando no Recife, arma-
zem de Jos Rodrigues, para o Forte-do-
Matios, cornos signaes seguintes : de 110-
me Jos; he da Costa, de nacflo Tapa, da
estatura regular, cara talluda, olhos ver-
melbos, heteudo, naiiz 1 equeno, urna ote-
Iba Turada, anda nflo tem barba, rnDos e
1 es pequeos ; tem 11 tu lalho levantado en-
tre os peiios, e dous em um dos bracos;
levou camisa e calcas de riscadn avijj, cha-
peo de palha enveinizado de preto : quem
o pegar leve-o ra do Fogo, n. 14, que
sera gratilicado.
Fugio, 110 da 16 do correrle, da casa
do abano asslgnf do um moleque denome
Julio, o qual diz a algumas pessuas chamar-
se Constantino, de 19 a 80 anuos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueiro ja usada ; lem urna
helle no olbodireilo, um dentecavalgado
em cima do outro e urna marca em qua-
dro na p direita, proveniente de um caus-
tico : rogase s autoridades puliciaes e ca-
pules de campo que o ap, rehendam o le-
ve m-no ra dasfrincheiras, por cima do
carloiio doKr. Guilherme Patricio.
Hv/ino Joti l mandes de igueireio.
PaN. : ni ttp ir. a. t de paria. 1850


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