Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06833


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Full Text
AUMO XXXV. HUMERO 209.
QFARTA i I IRA 14 DE MCTEIIIIRO DE 1859
Por tres metes adlantadoa 4$000,
Por (rea mezea vencido SfOOO,
Por anuo adfantado ilgooo.
Porte franco para o subscriptor.
IICIalEUDO II SUISCnl. CIO RO NORTE.
Parahibo, a Sr.Joao Rodolpho Gomes: Natal,o Sr. Antonio
PARTIDA DOS CORhEIOS
Olinda todDS os das as nove e mcia horas do dia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas e sextas-feiras
S. Ania", Becerros, Bonito, Caruar, Altinhu e Uaranhuns
as tercos (ciras
'UDICHCUS IOS TRIBUNIES 01 CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Rea .mi: tercas (oirs e saneados.
Fazenda: Ierras, quintas e -abluidos as 10 horas.
Marques da Silva; Araraly, o Sr.A. de Lomos Braga ;Cear,; Po d'Alh'o, Nazareth, I.imoeiro, Brejo, Pesqucira, Ingazei-
0 Sr.J. Jos de Oliveira; Marauhio. o Sr Manuel Jos Marlins! ra, Flores, Villa Bella, Boa-Visla, Ouricury e F.x as Jui/o do i aminrelo: quimas ao meio da
Ribeiro Guimaraes; Piauhy, o Sr.Jos Joaquiui Avelino; Par, quarlas feiras. Dito Je orphios: trras e sextas as 10 horas.
o Sr. Justino J. Hamos; Ama/unas, Sr. Jcrouyujo da Cabo, Serinhiem, Rio Formosn, Una, Barreiros, Agua l're- Primeira Tara docivel: lor, as e sextas ao meio dia
Costa, i iat Pimenteiras e Natal quintas feiras Segunda vara do civel: quarlas e saneados ao meio dia.
^^^_ l (Todos os correios nartem ai 10 horas da manhia.
EPHEiERIE 00 KU DE SETEMBRO
i Onarlo crescente a 1 hora e minuto da manhia.
12 La cheia as G horas e 12 minutos da manhia,
10 Uuarto muiguanle as 7 lloras e "> minutos da larde.
26 Lia nova as 11 horas e 36 minutos da man lia a.
PREAMAB DE IIOJE.
Primeiro as <> horas e "ii minutos da manhia.
Segundo as 7 horas e lti minutos da tarde.
INTERIOR.
Ilr.
1."
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SUS. DKPITADOS.,
SESSO EU ist DEJUI.HO DE 1859
PrtUueia do Sr, litan Horros
Val i > huras da manhia
rliando-se reunidos 72 Sis
sessio.
Lida a arla da antecedente,
O Sr. Primeiro Sterslstrii
i inte
feila a chamada e
deputados, abre-se
t approvada.
d eonla do
ie-
rxri'.mv.vrF. :
I ni oflicio do ministerio do imp.irio. remetiendo
o decreto pele qual s. |. Imperial honre por bem
conceder a pensio annuil do 1809 viura do ma-
rechal de campo reformado Hannel Amonio l.eitao
Bandeira. v commissao de penses e ordenados.
Hito do mesino minislerio enviando, as informa-
i.i es pedidas por esta cmara sobre a alteraoio das
aulas do ." anno das (acuidades de direilo do un- reptara a benevolenria popular,
sao para so au abysinar o paiz. i.iue lgubres
presenlimentos nao devenios nos ler cora as ennse-
noneias do actual projoclo, lio mal recibido pela
iioarao '
Foi por nao ler informaees que o orador fi/.cra
as inlorpellaocs ; mas infelizmente o nobro minis-
t ro nao as dora de modo a alisozer : o que prora
que s. Exc. apresentou oprojeclocom precipilacio
sem esludn e sem came.
Cuanta opiniio de S. Exc. que jutga Ilegal c
inronsiilucional a crearan dos bancos polo poder absoluta
execiitiro, esta opiniio, diz, alm de errnea: c pe-
rigosa, i de falaes confwquencas.
Pergunta ao Sr. ministro : na posicio que to-
mn quinto a esses bancos, o que pretende I izer
so a le nao passar, coi porque cata nu porque nao
baja lempo de passar no senada Pretende S. Exc.
tolerar os ditos ham os ou deslrui-los r \ pii o ora-
dor dirigio-se a s. Exc., que declarou que respon-
dona opportunamenle.
Pondera que, nao leudo o governo preparado a
opiniio a favor do projecln, quena agora rer se
piorlamaiide que
Jos Harlius Puntes..... 58
Suppli
|tr. Galdino da Carralhn Andrado. 58
2." Itererendit Pedru da Silra Correa. 55
:i." Capilio Manuel Morona de Sauza
Macieira.......... C
ii primeiro supplente (oi designado pela sorle por
ler saludo empalado non o Ilr. Foulea na rotceo
lo iiiipononie e horroroso: ,is lava- incendiadas
que arroja q vomita a crtera chegaram al : ao eol-
legio-seminano de S. Itiguel.
i )s hahilantesda cidade, e es|.....ialmeoie os do
arrabaldc Koig, deixam as suas muradas u logara pa-
ra p/ir-so oais distantes du periga que us nmeaca.
xs Ierras rnutignag & dita inontanha, e a co-
Ihcita de algodao, riqueza hoje do paiz, jnzem cu-
cscolluda, mu lugar lio distinclo, careca de. im ora-
dor, que rice ile espirita e saber, de cloquenuia o
rapulacin, podesse chamar-vosa allenciOa ecep-
\ ir as \ ussas sympathias.
vun se inuslraram os queme lem precedido
neste lugar.
Mas qu.'ui, romo en, absolutamente descooheci-
lo, novo iuqiiilino nesla capital, caneado, sem en-
LIS DA SEMANA.
Secunda. S. Aula v. tn.: S. Juvenci b. S. Guido b.
|:l Terca. S. Pelipne m. ; S. I.igorio; S. Cypriano b.
11 linaria Exaltacioda S. i no: s. Materno b s. Salusla
i lo Quinp. S. Domingos com Snriano; s. I.eobino b.
Id Se\ia. Ss. i nrnelio e i ypriano mm.; s. Eufemia.
17 Sahbldo. S. Pedro de Vrbuos ni.; S. HidelgordcS.
ls Dumfego. i'o-ia oas Dores doNossa Senhora.
ECARREEA3" OA SSSCRIPfjIO KO MI
Alagoas, o Sr. Clandino Falcio Dias; Baha, o Sr. Jos*
Martina Alvs; Rio de Janeiro, o Sr. loAo Pcreira Martina.
FM PEBNAsTBUCO.
O propretario do DlABlo Iknoel Piguelros dy Paria,
sua livruiia praca da lifdependencia os. li o 8. )
Irioli
inios
ciai
sauda
no. Idt: araul ; e receboi o abraQo de ir-
pie ros presam, o amplexn asiruilo 'l i vsso-
typographica Pernambucana, que ros
para deputados, e o leri-eiro fei eleilo etn segundo heras pelas cinzas abrazadoras: ludo sao lagrimas, lliusiasmo, sem poesa, sera um sudte enilim. q
ruiinla por nao ler no primeiro obtdo matoria
pono.A quem fes a requisicio. | o projoclo era eni beneficio das classes menos abas- '
Hilo do mesmo ministerio enriando a consulla lanas. 2
ilo conselho de estado sobre negocios da provincia i poro, que lem sido espingardeado as elei-
dii Rio Grande do Norte.A" commissao do assem- coea e chitmlado pola escola qio' est dominando, >
blas provinciaos. i nao erem seuiellianles prnmessaa. 1/m.oo/-...
Hilo do mioislerio da (azenda. dando as informa-! Paz ver que nina injustira dlzer o gorernu lo-
ciies pedidas sobre a pretencao de Joaqaim Das Ki- dos os dias que a oppostci na cmara o insulta,
calho.A quem fe/, a ni|iiisicao. I Insulto que atira o gorerno qnando diz que so
Hilo da presidencia de Gniaz, remetiendo done fax IsIa de proposito para desgosta-lo e faze-lo re-
oicmplares do relatorio apresenlado i essembla I Urar-se [Apoiaiu aOfpoairo.)
legistatira provincial.A archirar-ae. Este manojo o gorer.....pieopralice, mandan-
Uin reqiieriuentn de Manuel de Alinela Macado I do por lameos estipendiados pelo Ihesouro insultar
Sudr, pedindo cnnc.cssao para fa/.er exame do 1." i calumniar e injuriar os deputados, ionio lem feilo
auno de direilo na (acaldado do S. Paulo, depois de com elle orador eoulros, a rer SO os desgOSta e
habilitado no exame de geometra.A commissao |.bs com que arrefecam osen patriotismo, lu-
de instrueco publica. gana-se, portn, o gorerno. Podo insultar-nos
Dito de ). Auna Joaquina Mari/. Sarment, filha i quante quizer, observa > orador, haremos es-
ilo fallecido brgadeiro Jnao Manuel de Mari/ Sar- maga-lo rom a verdade e com as censuras de seus
ment, pedindo urna oeusao.A cominissiio de pon- j acios desregrados. 'ifuitoa apoiadot.)
soes a ordenadas. i O governo actual tomn o papel que em outros
K approvada sem dbale un parecer da conmiis- lempos loniaran corlas opposiroes na imprensa.
sao de penses e ordenados enviando ao governo Hojea opposicao nao lem una s folha que insulte
pira deferir policio do soldado Joio Pereira da ndicularise o gorerno; por desgrana do paiz o
Silva. proprio gorerno desmoralis a mprensa, mandan-
Julga-se olijoclo de deliberar-o e rai a imprimir' insultaros deputados por (olhas indecentes e in-
para entrar na ordem dos Iranalhos um parecer da lames por elle creadas e pagas, o que podia Ira/.er
conimissio de instrueco publica mandando aduiii-, represalias. Vitmerosos aaouUu.
tira exame do 1." anuo da faculdade do llecifu ao Qnanto elle orador, pode o gorerno continuar
esliidanio Joaquiai Francisco de Azeredo. a manda-lo insullar, pois que islo nao o demore
O Sr. Slarinlio Campo* i pela ordem ) manda mesa urna represenlacao dos negociantes eommis- calor : nao usar de iguana ineios, mas o ir pro-
sados de caf nesta cArte contra o projecto do Sr. nigando na tribuna emquanto nolla estirer. Ipoio-
ministro dafazenda que restringe o crdito do pa- ''"'. stailo hem). Mas pupno gorerno a dignidade
pe nioed.i, a qual lira sobre a mesa para ser loma- da cmara, nao a desmoraiiae, pois nos dias a/.ia-
da na devida considerac.io. gos, se a cmara nao livor forra moral, nao ha de
lis Sr*. Pacheco Marlinlw Campo* rectamam ser um gorerno como o actual que ha de salvar o
contra a grande Corea policial que rem todo- os das paiz. [Muiotopoiadot.)
para as proximidades da cmara o os soldados que la/, niais algumas Obserrares e concille pedindo
SEGUNDO DISTRICTO.
na i.imiu. in i -i i\ i v.
Deputados.
Teiiente-rnroncl Joo Damas Martius
dos Seis..........si; Votos.
Tiiienie-coronr Lies, Vicente de Souza 72
Ilr. Francisco Autonio de Ulireira Ri-
beiro. ..........72
Ilr. Antonio Ribeiro lama .... 72
Dr Antonio Nobre de Almeida Castro 07
Manuel da Silva Iteg.......C5
SUpplt nh '.
' Vajor Jos Vntonio Brrelo. SI
' Tenente coronel Domingos Mon-
din Pestaa........SI
Major Jos Raymuudo Gosta Gar-
valh......'......li
A > irte desiguou os dous supplentes de igual nu-
desnlacio e espanto Heos s compadiva de in
Nao posso dar mais particularidades, porque nein o
pulso est tranquillo, nem a cuiiosidade para ri i
que so passa um permtltc
Islo allribne-se aoscalores, nunca experimen-
tados o.-' < solo, ;.eo- li i m irea > ihermomotro de
Iteamnu :lf graos sobra /oro
i'v i un. No ultimo meeti
Discurso reriada pelo Sr. Guido Mariin* Duar-
'-. por parle do Instituto Pi Lilterario.
Respeitareis senhores do gabinete Pnrluguezde
Lellura. Celebrando hoja o8. annirerssrio da
11 rec iinincii lo e a hablilla p ira elerai 3 ro dtin- rossa magestosa asso i o, nio vos quizesles pg-
lo de lanas n lio dstinclas illuslracoes, como p0- quecer do Inslitulu Pi Mtlorario, o qual para de-
don! merecer a rnssi beiierolenria i E ou ro-la nonsiraro quaulo grato e reconhecidq a esta
pe 'o, senhores um derer m'o impoe. prora de arai/1 le qui Ibes desles, me enva peran-
N i i ros (aligara roma historia doste estanciera- le ros como u interprete dos seas seulimcnlos,
memo, que lodos i.....hecem ; basl inte ja disseram apezar d >. que a Impericia do ora lor ara lis aeh ir
meus predeccssnrcs menos com a sua utilidade ; evpeess is, qun traduzam com Icaldade .. Inrmcns i
da so- seria mostrar que o sal brilha, qi.....Iiomem pensa. jubyle que no dia de ross i tesl i, transborda .1" co-
dos qu-i imp p mi o iii-iiiuio p o Lite-
Hr.
Huiv
cieilade iigleza de eslatislira, produzida pelo Dr. Posto no mais modesta grao "da illuslracao, me-
Fnrr, o Di. Gu) leu um Irobalhu sobre a duracu dincre, ou inelhor, sem tlenlos, extincln Klgo da
da vida des homens dcletlras, e lirou porconcu- primeira vida, sumo reala a (analice admiracope-
sio da- ciiVas. que o-iralialhos lilterariosnaoeram lo -euio.
obstculo longei id.ele.
Koseculn \ni aduraeio media da vida do- es-
I I ei
rario.
abra ereia todos. Porluguezes e brasileiros, como
amigos, con,o irrnans, como habitantes emQni de-
te solo ahen.-oado que so chama Pernambueo.
Eis, senhores do l.aliinele PortUgUBZ de I.RIlur.1,
o que me manda di r-vos. pouco mais ou meao-,
o Inslitiito Pi e l.itlerario.
D1SCI llu recitado pphy Sr.Fcanciftca Josrdo* Passos
Guimaraes, por pa.lt dasociedadtrniua /:
ceate do* arlistn* selleiro*.
Senhores :.\ sociodade Unio Beneflcenle dos
is selleiros pen torada pela benerolenea rom
qae vos dguastes co irida-la para assisltra ume lio
ublime reumas nos inriaa correspondar ao rosi i
sonviio, por meio da commissao de que ilnmedia
tacmenle me cdnsliluiram orgo.
. Senhores; as sciencias que mostram o humano
entendimeulo, as artes que erabelezam a existencia
e mandara
meio de
mes.
utos da ordem em que
TERCEIB0 DISTRICTO
lo SCUS lio-
alves Barbosa .
Hilando de Araujo
lh IIVBVUNV.
Primeira turma de eleiiores, cuja mesa interina
(oi presidida pelo jui/ de paz mais volado.
Depnladoi.
FsqsciKco Ravmundo relies de Mene-
en ...........
Dr. Francisco Sabino Coclho de Sam-
paio...........
Vigarlo Jos tion
Dr. Salustiano
Costa, .
Jos de Souza Contreiras.....
Dr. Antonio Dias Coelho e Mello .
..Vii^/'/r/ifi'.-'.
1 Francisco da Molla RaDclln. .
2." T......nlo-corouel'Monoal da Fon-
seca Menezes........Wl
:!." renenie Joaquim Martius Fontes
Jnior..........l i-
Nao se menciona o resollado dos trabalhos da sc-
unda turma, porque por paite desta nem urna par-1 colleci
rriplores (oi de61 a.....is ; no XVII, (:!; e no XMll,
de i"i.
Segundn Animal Rcesfer, o termo medio da
villa da aristocracia, dejaos de um seclo, dc D7
anuos o :j me/es.
Na alta burguezia de 70 annos c 3 me/es.
as profissoes nobres de 8 anuos e0 i;:
\o commcrcio, o mnmo.
No exerritn o mannha 07 anuos oG me/es.
Xa rlasse de Iliteratos e sabios de 07 annos e
/es.
Na de artistas de 00 annos.
ti genio croa, o o poder da creacio s Deosocon-
1 I.....spirilOS escollados.
Pormilfl-ma, senhores, que, conridando-ros a
celebrar o oilaro annirersaria da InauguracJio do
Gabinete Portugnez, primeiro vos record
a posleriilade os altos Utas, ,.' '" "'"''''! Pr.,nC,P' cora especiahdade oca! olas pela liberdade, i idos
v ti" i !V v"''i ';v,s|,>1"'"; "'"l"- Ml"'v''; '' homens de talentos todos aquellos que i......, al-
IV?" conlenlamento c enthu- nm?io |ugar lutinclo na carrera litleraria
^om,',1 '""','" v": "'' 's"' u",:l ua eom' "' rmiosqualquer que seis a patria em que nasce-
panheira, porque a estima como tal. viim K '
Neata dia, lio (estiro e Lio solemne, era por tan-1 k 'impossivel. senhores, ni
7 Votos.
0 -
56
r.3
i-lem s sesses por ordem | paisana e arma- ao nolue ministro que pare nos seus projectOS han- "r
dos as galeras. carios e faca ciyno lacero, que costumara dirigir a
F. apoiado o seguinte requ-uimeolo : s| proprio eslaJbergunta : '.nie dir de miin a his-
i Koqueiro que se peca ao governo pelas re- bariadaqui a aj&ins seculos i
particoes complanles as inlormaeoes seguinles : se S. Bxc. nao mudar de marcha, a historia re-
t I." Se evado que o ex-prsidente da pro- RSlrar daqui ha ponen lempo 0 sen nome. Ella
vincia do Piauhy, Dr. Antonio Correa do Coiilo, de-i dir que s Exc, dolado de tlenlos que podiun
pois de harer recebido a communicacio oilinal de seraproreiudos em beta do paiz, por suaa cxage->
oslar demillido, com ordem expressa" de passar a races nanceiras, por son amor proprio, produzia Reverendo l.ucindo Aprigio de Sania
nha.
presidencia a quera compelisse, conlinuou, nao obs-! agitacio no mesmo paiz
tanie aquella ord,;m do gorerno, a exercei o careo Chamado aos eonselhns de um prncipe generoso
de que (Ara desiiluido, achando-se prsenles dous I nue souoe perdoar oOensas. perturbou o sen rei-
dus vire-presidentes juramentados e desimpedidos, laedo com adoprAo <)e ama le que niara a pro-
2." yue providencias tem o governo expedido priedado em su i base e q..... repellida pela opi-
Siara cohibir semelhante excesso e reparar os e/- "i'10 da naci. Esta celdbridade o Sr. ministro ga-
silos dos actos illegaes praiicadus pelo referido ex-
preeidenle.
:l." Se evaelo ter S, Ene. mandado prenden!
na provincia do Maranhio o medico do corpo do
saudo do exercito Ilr. Cesar VugUStO Marques que
em rirtude de ordem sua recolheu-se corle hm ,
de apreseular-se ao Sr. ministro da guerra.
1 Se exaclo que s. Exc. (azendo retirar da
Ov.al.iquo o orador se engae Uval que os
-eus preseniimenioss.. nao realiscm UhIo apoia
O hr. Athuydr pede 0 er.ivrraui oilo .i di.-cas-
so.
i insultada i asa decida afflrroatiramenle.
Contina a discossan dos artigos addilirosao
projoclo que reslrinii.....'redilo do papel moeda
licipaco ollicial existe
01 ABTO DISTRICTO.
III. I'HOIMIIV.
I> c p II I il '10 s .
Ilr. Joio Paulo Vieita da Silva. .
Dr. Joaquim Sobral Pililo.....
Tencule-coronel Thomaz Pinhciro di
Souza Costa........
Guillierms Pereira Rebollo. .
Ilr. Joo de Agujar Ti lies de Me-
nezes...........
Dr. Jo- Ignacio de Barros Piuienlel.
Suppteate*.
Dr. Sebastiio Jos Rasilla Pyrrho. .
Capitn Pulydoro Pi reir da Fonscca
Gomes
dos l'.u/es Ba.vos, onde Madama Rislori Se hara iodos que sabem avahar a generosidade da tu E ludo si,',Tmuhu lielio"" Senhores. na ver- |1r,^iUus'ul'1,; a llrluJC sobre a immortalidade
apelado, para dar celebre artista una biilhanle -A'ande alma, nicamente inspirada pelo amor do dade enthusUsmador 0 esperlacilo de 'lanos pe- ll'hoincm collocao no lempo e no esoaCO para
""'""vdmiuidos na p,es......a da diva, nove eommis- Agora : ros, senhores. ,,., traduzindo lio inte.- K^rem^Vres i:"su';"'S.asS'"Ma: SS? ZF^JZZ "5, **?* "i0^""-
, estes Ihc ollereceiau, un, ramo de fieros I geulemcnte a idea superior de um rompa.rio,., ,;, ^ qual ser o co que os deve nir\ lira a o eel y, II o a, (2 JtSS. i"? """"SE ''""
"'?."*"?. .......' stas de Amsterdam. urna | dfgno, pbedecendo anim.ao progmse Sci... que se 0t?Vrm Ju.l -c, ^ podra % ?o^e. nS ; So mundo mo1.W'or.Z o^r t^rM
'COlhid ooi os li-il.i I.I ^p ^ anlra i>.. i. ...... .
graruras representando os diversos o limare da nssso seculo, com o afn, com que signni de
09 Votos.
o
li.1
0:1
61
01
,r ,:; '-----i "' "'""i" ihuii ouu ora 1,10 onscuras perieucni
que. os habilitara a entrar no hojea omdeseurolnmeoloque oroOexnmaduros
,1"1 da razio nunca a poderio ministrar.
iru.eao, senhores, o homcm no estado | Vos,senhores membros do Gabinete PortuSuez
coslumn naeiiuiaes, e ama ftillia de pergaminhos haris trabalhado no engrandecimento desta insli-1 sagrado le
ricamente ornada, e sobre a qual eslava inscripta a i luieio, que vos instrue e cirilsa, haris cumprido E a
di-diea.o de- mi unos o a exprcssio des rotos ai-: um de ver sagrado para rom a patria : lazando ver natural do solvaiaria diltre lano du homem illu- I ,1o 'i'i>.'r'*'i'.'t* "''a".'" i"" "";,"".'"; ono.u.v
demos pela I,,,,,:, eprosperScarreira artstica da que nio leudes degenerado ressoa predeces- minado ,, as h!.....ti,L^!,,, s en!"a."., in-1 tr ;, S I 'IlS' ;;;?S
iragica, e sua prompla volu & llollanda. Madama sores. lio os raios de sol dillerem das treras da noite. O zes? rcionhcudo tamas >. -
, BisUiri exprimi em. patarras elwiuentes, o que ella Onde quer que riles esliveram. oiide a fortuna es descobrimento da rerdode ou o ni/r n iprno nI .,i,ii. >.-... > j i .
nio tinlia mdido fazePr al elio7e depeis acrescen- levo,,, ni dexaran. um monumento, ames que da para onde leude taaSaVaSn. o red, metejo' c^oT^VV^ZSS 'SSlTSa
lou com a ro* vibrante do umocio -Vira a Hol- sua torea, da sua illuslracao. N........lie tempo.., mas easa tendencia ser totalmente amortecida, suasiorM asnociason ao apogeo do
lauda Vira Voislerdam sagrado emblema da Croa signiOcara luda a sua acaso o homem nio retirar do si os obstculos que vs podis invocar os une tono fundado estabe-
bolre os ueneraes austracos aquella que mais selencia. Na vola simples das pocas, que foram se oppoem ao seu trajelo de nina niar'em da i"-: locimioi,,,- i.,-i.. ., .
excitaaadmircSo.dizo rias.oc.....le Xugciil. toda a pbilosophia social cifrava-s...... Evangelho, norancia outra margem radiante dwC swrS- T V PpdeM desafiar aquellos
de idade de olentae dous annos. A 44 do ju.ih a coracoes innocentes, a inlellgencas doceisbas- dos da sciencia. 11"!-?_es:odado m:,cl"'sn'o social para que
Auna.
Correio Sergipemt
provincia o nico medico militar que all baria, ? Sr. Hartiuho Campos da que nio porque o
nomora para curar aos doentes da enfermara mi- ; srtigo em discu.ssia (oi ,,l ai, Innado pelo seu nobre
alar um individuo que nunca aprenden nem prali- '"""i" que tomn a palana ; fe-!o para pedo ,--
ou tal arle ; e quautos soldados teum fallecido na clarecimentos ao nobre ministro da (azenda. A dou-
enfermaria depois que comecou a exercilar se-1ir'n" ? addilln decenle, doulrinade mu alio
melhanle commissao
f>." Se exalto qae S. E\c. por inlermedio do
i-apil.io commaudante da guarnicao da cidade de ia-
Xias ordenara ao Dr. Audreini", medico engajado
para a enfermarla da dita guarnicao, que fus-e Li-
mar conta da enfermara miltiar do Piauhy, sem
luiicion.ii,,, publico : auxiliar oalliado importan-
ledo governo actual, doulrina dilferentc da que
contera o projecto do Sr. mioisiro da fa/.enda, cuja
consecuencia.....asara o repudia du urna grao-
de paite da divida nacional.
0 nico argumento du nobre ministro
PERHAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Ni, dia 12 do cunete o Sr. coronel Joo Fran-
cisco de Chab) fez pnlrega da sdminiatraciu do
I arsenal de Guerra no Sr. Coronel Antonio Gomes
1 Leal, passando a servir no conselho de compras do
mesmo arsenal. Laborioso, econmico jusl reiro
como o Sr. coronel Cbaby, sua admimsiracao foi
iss iz regular: c para os educandos,!,, mesmo irse-
nal, ella foi mmio superior a nutros : perqu alcm
da sustentacn melhnrar milito, por paisan :n a
comer fresco tres ve/es por semana, (ez-lhes novo
lu.intento, com Ires mudas das oulras roupas, e
deixon em cofre mais I :i"t .-irll rs. do que aclio'u,
tsio ; ua seis me/es incomplelos que uceupou
Apezar do seu lonso servico na tuslria, e da facili-1 conlinoo se vos presta, aos fnlizes resultados que rcperculri em todo o universo, sera i
dado, c..... que falla a maior parte dos dialectos do al, aneaos desse agasalho, dessa proteccao, cumpria mais larde, J se sumram os jardn.? d.
enlender-se previamente com o Hca-prestdeiile da (Simplesmenle que nota do banco moeda ; nada
provincia do Maranhio.
Paco da cmara dos deputados 18 de julho de
1S9.Parunayui.
ui'.iiui no un.
F.ntram em diseussao as inlerpellaeoes do Sr. Pa-
ao Sr. ministro da fa/.enda sobre negocios du
banco do Brasil
O Sr. Torres llomem ( ministro da lateada
lugar
Foi hoje recolhidoa fortaleza do Bruna ,, atie-
res da guarda nacional do municipio de Garuar,
i Joio Carlos da Cunta por estar pronunciado em
crin,o de (ermentos graves na provincia de Ma-
mis, g'las. Esta nii-o i,,i t'eii.i pelo delegado de Ca-
feto um erro crasso de s. Exc ; esta dontrina nl,1r" requwicao do Dr. chefe de policio desta pro-
pie fui sus. nada na Inglaterra, nioacha mais par-' *
e pura e
lidariiis, nem nos proprios sectarios da escola res-
trictiva.
Os buhles do banco sao eomo as letras de cam-
bio que podem com mais fcil idade gvrar na rrcu-
,]u lacio : esta facilidad, que faz a sua excedencia
que
que julga salisfazer ao primeiro que.lio das nter- I I"""
pellicfiea do Sr. Pacheco com a tabella que cuna emissao.
mesa alim de ser transcripta. Nao sabe que conclusn
o., lor defende o direilo d
pa. -Nao sabe que conclusn o nobre ministro lira na- ,
Ao segundo quesilo nio pode ja satisfjzer, por- suas liis di/endo que o bilhele bancario ni-"!".".""".T ff>.r.,inen,os -llvl,"i "'' P*
que depende de e\ame mais longo saber qual a
quanlia de moeda motalliea existente na circula-
cao.
Qnanto roncessfo dos bancos de emissao feila
pelo poder executivo*, assumpto connexo mate-
ria do projecto que se tena submeltido delibera-
gio ila casa, e sobre o qual j o orador mais de
nma vez lem lid oecastao de emiltir francamente
a sua opiniao.
(.oanlo ao lerceiro quesitn enlendo que compele
ao corpo legislativa aulorisar a creacao dos ban-
cos de niasAo e regular as condicoes desta.
Com efleilo a>bilhete bancario na circulaco nao
um lilulo de divida particular, um tiluu de di-
vida geral, lirre da apreciacao das Brmas, 'etc.,
qualidades que o lornam proprio para exenv'r as
(niiccoes da moeda ; circula em todas as nares
saldo as Irannecea ; portanto, os seus effeilos'
Por portara du 11 do crrante foi exonerada
do cargo iie segundo supplente do subdelegado do
primeiro distrrlode Moranguape do termo d i din-
da, o Sr. Joaquim de Si Garalcanli de Albuqnerque.
Escrevem-nos de Garuar em dala de 16 de
selemhro :
I o preso na povoarin de Jurema Joo Garlos
da lanilla, alieres da SCCeio de lesoiu^ oor ser cri-
de Ala-
imperio, consorrou sempre urna ferie ajeeuluaeao
irlande/a ; porque natural da Irlanda, e all v-
l BU ,'- primeiro- .uno,- de sua vola.
I.,'--se no Journaldu llaere :
Veri,-, j celebre pela descubra ,1,, seu mo-
saico, rai anda l,mecer novoa documentos a ar-
cheologia.
Mr.de Pibrac explorando um antigo cemiterin
descubri alguus tmulos de pedia de urna forma
assaz curiosa.
Entre os objerlos que, lies oncerravamo sabio
areheniogo leve a felieidade deenronlraro adere,-,,
complelu de urna dama meroringense.
\ maior das joios de que o mesmo secompc
sao de piala, e derem enriquecer o museu de tir-
Icans.
Mr. de Pibrac escolheu dentro estes tmulos
rdnde
ItabiLo-
i responder de um modo significativo. na prostituta, os famosos monuientos do Egypto
\ gralidao mua pode ser rerdadeira, mas pare-ijazem envolvidos no n do esquerimonlo, a c
ce-.e com ii sentimeuto contrario; se exprossa so breTrro, ontr'oraa rainha dos mares,desabou
por palacras, indica apenas corle/i.i.
A gralidao i nina divind ide, que aocessita de cul-
to externo. \ gralidao dereis juntar o sentimeuto
di mais sympalhica estima, efranca admira
Ja Unidos feilo muito, mas nio flzesles tudo. Mos-
trai tambeui ainda que niodegeneraes dos rossos
inaioie-.
Riles, no que fizeram, foram sempre grandes;
eom,i eiu anlilliese da tena era qae naseeraiii, nao
rotsmo.
I desta forma que vos, senhores, praticais. foi
desl arle que rosaos pas adquliirain a opnno ea-
valheirosa que os separara de todas as nacoes.
cele- Asierra? d'Vfrica os conlemplaram derrotando
- |b os mais numerosos exercilos. a poma demias -
pes,,,.-, prophecia dirioa. edoste mesmo modo padas feriram os dspotas dentro de suas mesmas
se nao de sumir na noile dos lempos as obras pn- capitaes
ramate fllhas da ra lado humana. Tud,, islo te, &, Mp-lBe, iremeram. sua? pracas mais forli-
ristoa hnmanidadeauecaminha.emaisaiodarari. Ocadas caluram no poder dos triumphahores de
nuaca Iho srrviri de espectculo ha de rrancoso i '
ser o desmoronamcnlo do grande ediBcio social
intentaram seno o magnifico.
sao lo niagcslosos, qnanto heroicos sao vis SOUS
eitos.
Expulsos os Moiiros, surgi Vlcobaca ; deshar-
lados os Caslelhanos elevou-se a Balallia : Vasco da
Aljubiirotas. Suas quilhas1 invencireis
.zombaram do ele nenio, e possaram alem esse
para o qual iodos nos trabalhamos, segundo as for- (temrel promontorio, que soleva de susto os nare-
'.i-decadaum gautes mais atrevidos. Vrmadosde iaslrameutos,
.unipris porronlura, senhores, cora a missao que | cuja inveocao perlence a sua actiridade, sulcaram
seus moaumentos ros e imposta pela providencia f Nejamos
que pela maiur parte estao quebrados pela chai ra, | Gama chega India, leranta-so Belem. A' promes-
iiesque Iheparecern) os mais bem conservados sa de um re a*um pobre eremita, segue-se Maa
llue no crdito ; o o orador apoia-se na opiniao de '"."".I""1'' '"!" pronunciado no ait
C.hevaliere uniros economislas nolaveis.
Consta ao orador que s. Exc. lomara 400:00031
emprestados I B por cont, qnando lnha salde- d
que poda laucar mi.
Parece que o g< rerno aceita hoje os principios
proclamados o anuu passado no senado pela Sr.
Manuel Pilizardo, e. adoptando esta opiniio, o go-
verno quer o repudio da divida publica e nacional!
lodos arompanham o nolue ministro da (azenda no
que lem dito contra o papel moeda de curso for-
rado.
s. Exc. nao encontr oppusirio genio contra a I
mi f ,om une se nier torear im bancos a satislazi-r K* '' "ll"1'1"'"1" Protandia o mesmo evad
| aguardando com a demora a opportuudadi
o cdigo
criminal
Esta prisu foi reahsado. segundo me consta
em virtude de cominunicacoes oflciaes desta eda-
quella provincia.
c lia por aqu cola gente, que, sem importancia
se julga com direilo ser arbitro do procedimenlo ; 1- "> homens sendo livres 2e esrravogS'; a saber .
das autoridades por mcios repugnaates procrala ordem do Sr. Dr. chefe de polica 1 ; do delega-
bslar a aceio da le, o que vimos agora reahsado do do primeiro disinti doste lerino 1 ; do SUbilclo-
l in ser ilepo-ii, nu musen de Orlans, antro no
de Bloi.s, e o lerceiro devora licic oa\ Verdes, aug-
mentando as.siiii arica cotice, ni d^JBjecto.-: raros,
que j se ten, reunido.
Osjomis francezos contam que o da 6 de
julho (oi marcado como um dos mais quenles que
se linham sentido em Marselha. \ temperatura su-
bi A sombra al Xi centgrados. Segundu asindi-
c.l, oes que se lelll podido le, olller, s no ni,-/, de
julho do anuo de I8ti que se sents na [uella ci-
dade una lemperntura, que se pudesse comparar,
com a que se experimenlou no supracilado dia, e
anida assimsegundo as observaecs ieitas naquel-
le lempo, o calor oliln ainda nao (oi lio folie, co-
ni.....pie agora se seata,
Eoraui recoihldos ca-a de detencio no dia
na prisio de JoSo Cario:
O delegado capilio Si Brrelo havia determi-
nado a ida de Joo Cario- para ea cidade, e-l
pjereu demora, oio foi allendido, porque o dele-i do correnl
lir-sc. ie/, -
pportuuidade i
gado da freguezia da Itocife i. a da subdelega-
do do primeiro dislricio ila (reguezi i de Jaboalio 1.
matadouro nililico. Hataram-se no da 13
para u cousumuio desta cidade V.\
... eco- 'rapa ; 0 lem 0 orador por si a auloridade ni-
uomicos sao os mesmos que os da moeda. Sendo *u*peita do Sr. Comes de Souza, que di/aa que a
SSim evidente que o papel dos bancos dere in- : """'' maneira do termos urna Ctrculociu que lacil-
llutr poderosamente acerca dos valores na elcvacio j ""-"te se restrinja \ reinando o papel'raoeda.
dos procos, na dimlnuicio da reeeita do ihesouro,( ine atraza o ministerio a (orea apparenle
mbios, etc. : portanto, se compele ao corpo asobrigaces do estado'
"que o nolue ministro, porm. quer e que o y".'-'-'". '"I"" "'" coi.seguindo, os protectores d
orador raclicina, a faculdade de enullirem pon- Joao Carlos, derain a esto um purgante, e no di
legislativo determinar o valor da moeda, lgico
adimltir-se que Ihe incumbe regular as condicOes
do papel dos bancos.
fOsSrs. Fernandes da Cunha, Franco de Almel-
tta e Larraoeonlestam uta* attereee do orador I
i.oMinuando, lembra o Si ministro da fazenda as
desordens quo se succederam em quaai todo- os
paiz.es da Europa quando os reis linham o poder
do allerar o ralor da moeda al o poca do revolu-
co fronceza, quando surgiram as conslituicoes e
a moeda ot posta sob a salva-guarda dos para-
meiilos. '
Cruzam-se apartes. )
Diz o orador que, se os nobres dapulados quize-
rem altender aos (actos e consultara propna razio
anmente se convencerlo une o papel bancario in-
conrersirel quanao ezcessivo o mesmo que papel
falsilicado- r
[Continuam o. apartes.)
llorador appella para o bom seoso da cmara
ella que decida se a letra de camino ou o pape
moeda tcem os mesmos effeilos que o papel dos
bancos. v v
[Apartes dos Srs. F. da Cunha c Carrao.)
f.nlende o orador que o direilo de emisso nao
pode sersenio, ou um privilegio do corpo legisla-
tivo ou o exercico de urna lei geral que der ao go-
verno autorisacio de concedc-la com cerlos limi-
tes ; parecendo, pois, que a coostiluico e o codi-
Ko do commercio, que dio ao corpo'legislativo o
poder de conceder privilegio, se oppcm a nuc o
poder adminislraliro conceda esse privilegio.
O Sr. Pacheco, em resposla ao Sr. ministro da
tazenda, diz que um ministro constitucional, quan-
do quera adoptar urna reforma financeira mudan-
do a ordem de ousas eslabelecidas, iamois devia
proceder como S Exc, e sim devia cstudar a ma-
teria e investigar todos os fados, preparando mes-
mo a opiniao publica. Foi assim que pralicou o
poderoso ministro da rainha Victoria qnando em
is4 apresentou o bil de restnecio. A maioria
dos economistas j so tinha pronunciado a seu fa-
vor os orgos da mprensa igualmente, excea-
cao de umo (olha radical. Nao obstante, Sir Ro-
berto Peel opresontondo-se ao parlamento disse
que nao pedia um voto cmara, e sim que atten-
dessem s propcsicOes que elleia apresenlar: e pe-
dia aos deputados que nao enrelassem a disusso
m nao depois de aturado esludo
Entre nos, observa o orador, as cousas passam-
sc de outra forma ; os nossossabios procedem sum-
maria eperemptoriamenle encerram-sc em seu
gabinete, leem os autores da escola com que sym-
pathisam, e, considerando-sc bons e cloquenles ex-
positeres, rem ao corpo legislativo e apresentam o
seu projoclo. Lina vez arronjada urna maioria de
uez votos flcam solisfeitos e julgam-se salros.
,nnt, *?.len,b.ram 1ue bil de Bobcrlo Peel, lo
applaudido, nao existi mais de tres annos ; em
184. foi suspensa a restrieco, alargando-se a erais-
ua ultima sesso secreta que tere rogar em casa d
Sr. ministro do imperio um memoro importante da
maioria apresentou urna emenda, que al cerlo
poni salvara o erro do Sr. ministro dafazenda, e
era espacar por mas lempo a execucio do projecto
dogovemo; dlz-seque o Sr. ministra dafazenda
aceitava a emenda, mas que o Sr. viscoade de Ita-
borahy (ulminou-o e o Sr. ministro vio-senaue-
i-e.ida le de declarar que nao poda aceila-la !
Diz-se lambem agora que o projecto favorece as
classes operaras contra os homens ricos e os agio-
tas; urna patriotada ridicula o infeliz dequeos
nobres ministros lancam man para inspirar conflan-
ce i populacio, igual que li/eram o auno pas-
sado a respailo da (arioha e da carne verde. (A-
, pinado*.)
A medida suspende a amorlisacAo do papel, nio
e senio a desmunetisacio do paptd moeda, que nao
ha de mais servir .-,.,io para pagar impostes e aos
empregados pblicos. Os funecionanos serio as
primeiras victimas, porque serio pagos na moeda
mais desacreditada du paiz.
O orador faz mais algumas consideracoes e ter-
mina observando que o s,. ministro nio pode con-
leutar-se com o que lem dito em favor do s,-u sal-
valerio ; os proprios amigos de s. Exc. esli espan-
tados da Figura que o nobre ministro lem feito nes-
ta questao. [Anotados.)
(i Sr. Bapluta Moteiro hz a leilura de alguns
trechos de um discurso do Sr. Gomes de Son/a pro-
ferido o anuu passado eonira as ideas flnancetras
du Sr. ministro da (azenda pergunla admirado
que COOCeSSeS Se li/.cr.lln estes dous senhores, por
que mudilicacoes passaram, para chegarem ao ai -
cordo que buje os liga. Durante o seu discurso foi
o orador minio apoiado pela opposicao.
A discusso Oca adiada pela hora.
O Sr. Prndenle d para ordem do dia :
l.ontiniiar.aoda discusso dos arligos addilivos ;
Continuacio da discusso da inlerpellaeoes do
Sr. Martinho Campos ;
Tercena discusso dos projectOS ns. 1, ll t II
doste anno.
Lcvanta-se a sesso As31/2 horas.
SerKipe.
Has enmmunicacies oITlciaes extractamos todo o
resultado da el, i,_j) de deputados pruvinciae proco
didh no dia l de agosta nj|S'- quai'o distrelos elei-
loraes da provincia, aJM seguate :
I '1(1 M El RWVrOTMCTO,
no aIiaoaJz/',
Depulndos.
Frico Prelcxlato da Patiseca. .
Dr. Cunalo Vietra de Corralho e Mello
lleven ndo Fll/iario VWjr-MuDzTel-
les......\2j .
Dr. Alexaudre Finio LoblT -,' : .
Tenente coronel Francisco Pclix do
licitas Barrito.......09
70 Volos.
t;:i
fiO
59 ,
seguinte um vomitorio, para inulilisarem assim o
que havia determinada o delegado.
Nada niai- repugnante do que o emprego de
t.ies mcios, entretanto ha quem os use para nutili-
sar a acciu da auloridade.
C Felizmente, porm, esta comarca est bou, s, ,-
vida de funecionanos, todos s..- acham compenetra-
dos do cuinprimenlo de seus devores, a arcan de
le imperar.
Baldos de motivos para justiflearem ao pronun-
ciado e criminoso Joo Carlos, allribiiem elles a
prisio desloa alguetuqi.....m nada concorreu para
que se ella raalisasse, o que (aria se soubesse ; po -
Seus precedentes SU proras bastantes para duvi-
dar-se que elle nio pactuacom criminosos.
As f.-iras tem sidu abundantes de viveros que
lem baixado de pteco.
i 0 correio contina as siualeptm ; preciso
algum remedio, para que nao contine receber-se
noticias rclhas.
I.c-sc na Naeao :
_ .< Sobre Liras haui nos vkvknos.Esta ques-
tao importantissims ha oceupado recentomento o
parlamento ingles.
< Desde a lei que orden,,u certas medidas sobre
a venda aguarda du arsnico (sneca,) 0 numero de
morios pelo envenenamenlo arseuical, que antes
era de 92 lodos os anuos, dcsceu a 27.
Nesta laclo lio altendirel se (undnu principal-
mente, a apresentariodo novo bil.
Entre nutros dados allegados para apniar as
medidas de preraue.'io a repello da guarda e venda
de ludas as substancias venenosas, adiamos os se-
guales, quo repulamos mulo curiosos.
,. Morrem actualmeoleem Inglaterra i) pessoas
envenenadas, em 11:-J nao osla especificada a qua-
lldade do veneno.
< i) opio o veneno quemis rezesseemproga,
pois houre cnico rinta cuno cnvcucuamcutospor
esse loxico.
O acido prussco, 011 0 oleo essencial das amen-
do. is amargas,occosonou U morios,
t o arsnico 27.
Os saos do chumbo matan) animalmente 83
pessoas.
Os saos de mercurio 10.
0 acido oxlico 1:1.
I) oleo ile vitriolo 15.
Doremos supporque todas essas morios repre-
sntala antros tantos assassinios, suicidios ou acci-
dentes desgranados.
nutro dado ciiriosissimo. No ultimo quinquen-
nio, os remedios dos charlaies e curondeiros, as
doses exageradas, a os remedios inadequados pro-
duzram 183 morles !!
E nao com razio que se du que a Inglaterra
6 o paraso dos rharlalies .'
Novo vi i,vo. Um grande volcn rohonlou
no Fina carta annuiuia assim esse pheliomeno :
i sao lo Id minutos da manhia : uma respei-
larel delonajlo precodeuum successo lamentavcl,
c a cidade aindaneste mosmo momento esl n'uin
continuo alarme.
Na monlaulia prxima a esta povoaio, distan-
te uns qualro mil p i--,,-, denominada LarrUZ de la
Mciolaacaba de reticular um vulco, cujo aspec-
Uorlalidade ./,/ dia 13 :
Caelano, pelo, escravo, solleiro, 30 annos, uma
apoplevia.
Joaquim de Mello, exposto, pardo, 15 das, es-
pasmo.
Joo, blanco, li anuos, frialdad.'.
Antonio, panlo, i anuos, tubrculos pulmonares
rf Uotpilal (/> Caridade. Exislem 55 homens,
51 raiilheres, naeionaes; 1 homem eslrangeiro, I
homens escravosa total ll.
Na lotalidade dos doentes existem 35 alienados,
sendo 2ii mulheres e 9 homens,
Foram visitadas as enfermaras pelo cirnrgio
Pinto s 8 horas da manhia ; Dr. Dornellas s s
I i horas .i manhia, e pelo Dr. Firmo s 5 horas
I i da tarde do Imulem.
pela suspirada successio de outro, conslroo
lerceiro llieatro da Europa !
\s (acanitas dos pas nio sotrera de exttica ad-
miraco, mas de estimulo para iguaeS, seno me-
llones.
Deixai ainda que fastosas oslentac5os opheroeras.
Sob o modesto nome de Gabinete l'uitugue/ con-
tinuas a rossa obra. l)ue elle chegue ao grao de
esplendor e magnificencia deque digna a bella, a
esperan, osa capital de una das mais ricas provin-
cias dcsto imperio.
Hoslrai aos generosos e Ilustres Pernambucanos
que seus beiielicios, nn os receberam coracoes in-
gratos, lirararn gravados em perennal memoria.
I.e\ anlai subre bases lililes esse bra/o que VOS
honra, que. vos illuslra, que vos civilisa.
Seja ellecomn a bandeira da frati-rnidadn que vos
liga, desdo .seclos, com esle heroico povo.
linipn hendendo lleluienle o gEandioso pensa-
meoto do homem, cuja vida foi toda dedicada a
prolde seus irmios de a rabosos hemispherios, imi-l lene ele a moral
lando religiosamente os exeiaatos devirlude e de Bastos, La Bruyeri
constancia de vossos predecessores, pagando uma
divida de gralidio, a quem lano deveis, mostris
que sois dignos da lena que vos vio uaJACCr.
Ella olgar de saber que seus fllhos, anda bem
creando um gabinete de leiiura em Pernambueo, une avultaram Vama'Goa'raTAlTvji^ria'a'c
i nao lu nutro senao espalhar a mns lantinopla
va.tos mares e fora n cmquislar os Ihesourns rom
on- -
arga, a insiruccao pelo oosso paiz. Querisins- 0 mundo admirou um pequeo numero de por-
iruiro homem, queris dirigi-k pela estrada da tuguezes levando i escravidao os opi......nudos da
..'ico : mMi sul)llmc- "aJa ",als Phil*"'ro- ludia, estabelecendo o imperio das riquezas d >-,.,
' :r" C O Centro do comioercio (...ral
, --------..................,,...... 3 ,,qu
.. 'eo centro do commercio geral.
no rosso eslabelecimento enconlra-se tudo o que ; os fllhos de hroes nao poderiam degenerar da
. i/respe,i ao conhecimenlo das Imguas cultas o afuuieza que assigo.iiou seu paiz desdo o berro da
das setnelas conhecidas. Ah mislura-se o Cames I monorchio
i",m!.!i'f v,1 Ti1SS'i,-| Sivl". ''I'"','."- ,rtV'"rva'";'s; Ksla WrapMe, eita fidelidade. a toda i prava
copo de Vega o Caldern de la Barca. Nesla Rabel' nao tinha perdido a energa passando o Equador.
.;'!,. !,"','.'.'''''.'! o h."m"1"- jrto os nossos pato- Em Pernambueo, nao desmeoliram os lices qne
de seus ovos h.iuam recebido.
cos, tanto Brasileiros como Porluguezes, um ali-
mento substancial para o espirito, ah enconlraro
a moralidade de envolta com os lypos mais ridi-
culos, em liuguagem popular e rasteira, como nos
romances de Paulo Kock. Lesage e Bal/ac ; a lin-
gnageiu potica de fugo n'um Lamartine' inda que
Senhores membros do Gabinete Portngnez de
Leilura, rosjamaisrsqneeeisVdia 15 de agosto de
1851, o pra/a aos caos que aquella que ueste dia o
ounmemorada por ter ido habitar como soberana o
imperio celesta vos do tambera a gloria de conti-
nionoo.ia, as eslrophesde Hugo, no Cancioneiro I nuar ., prestar 0 ross apoto, conservando, se nao
ie i ciaici. as poesas de Almeida Garren, no mais o niesuiu eiilhusiasmn que at aqui tendes
nocage. o pocia-re daquella poca em Portugal, mostrado e augmentado de dia em dia, possa
nos camos multplices o arrebatadores dessa pela- chegarao cume da sua gloria para o q,:e lanlo I .
na de mocos que prometiera muito, se c que j n,,' haris esforrado.
| eom os seus nomos inscriptos do catalogo dos ge- i;js a>{ har.io einiim a poltica representada por guez de Leilura, oque vos desoja a sociedade
um Coiisin, um Cormemn, um \ con- ; i aiio Beneflcenle d>s artistas selleiros. que por
pelos Bernandes, cooselheiro meu (Taco orgo rem depor aos vossos pea os pro-
iiui Guisot,
age delta, nao se esquecem de seu qOgfe b de su
iseni.
Ion
un
Fiualiuente : ,' a rossa sombra, generosos e pres-
tantissimos Brasileiros, a que se acolhem esses que
jamis so esquecerio de vussos beueficios ; 6 vos-
sa pite,cao, VOSSa liberdade. aos VOSSOS seuli-
mcnlos de fraleruidade que se deve esta nsliliiico
lio feliz como proveitosa.
tiraras vos seiam rendidas por mais esle rasgo
de vossodelicado sentir! Continuai, senhores, a
prestar voss,, iiidispensavel apuio ; dando assim
una prova inconcussa da vossa franca o leal hospi-
talidadc.
0 Gabinete Portuguez subir ao mesmo grao de
prosperidade, que deve esperar o llrasil.
Vossos hospedes, (ratos e penhorados nio dese-
jam, nao aspiran, seno a moslrar-vos que a
grandeza, o vosso poder, a vossa gloria sao para
elles objectos lio charos como a vos mesmos.
oulros ; a lilleralura espe-
cial pelo, i'.ossuet, Chateaubriand, Bonrdslouo, Fe-
Oelon, Monlesquieu. Massillon, Shakespear, Vella-
main, Vultaire, pelo Classico Vieira. A. II,-rellano
e oulros militas, senhores, que me (aligo em enu-
merar.
iiiliini'lc |iofI 11^.111'/. de Iciliua.
Acia da aaasdo magna do Uubiiirte l'urlugiiez de
l.eitin-11 em Pernambueo, no 8" uimn ersario da
sua instiillitrao.
As 11 horas do dia 15 do agosto de 1S9, reuni-
das no salo das sessoes do Gabinete Portuguez de
I.,-llura diversas autoridades desta cidade, e grande
numero de Ilustres convidados e socios de diversas
classes : o lllui." Sr. director Estavio Xavier da Cu-
nha
estovara as offtgiesde s M. t. o Sr. D. Pedro v. e
de S.M. I. o Sr 1). Pedro II, recitan um discurso
appropriado ao motivo da reunio, nudo o qual de-
clarou aborta a sesso : em seguida, obleudo a pa-
tarra, 0 subindoSUCCessiramenle tribuna dos ora-
dores, os 11 Im-. Srs., F. A. de Oliveira por parle
da Assnciaio l'ypoxraphica l'eroambucana, Guido
Martina Duarle, por parle do Instituto po e Liltera-
rio ; Francisco Jos,'- dos Passos Guimaries, por par-
le da sociedade Uaiio Beuelicente dos Artistas Se-
leiros; Manuel llibeuo Bastos, por parte do Hospi-
tal Portuguez de lien, licencia ; Houiiligos Jos Ri-
beiro da Silva tiouvim, por parte ,1a associocao Ar-
ico Aiii!-.id,-; Francisco de Paula o Silva Lilis, poi
I arle da Vssociacao Popular de Scennos Mu ios ,
Dr. Jarintho Pereira do llego, por parte da -ocieda- dade, -e pognaOS esl'or.ados em prol do pro.-
d" vil.....ou Pernamhucano; Dr. Jos Soares de Azc-1 os Qlhos de Gutemberg lamben commungam o
vedo, Dr. Antonio Vicente do Nascimonto Peilosa, i mesma idea, tambcui se interessam pela mesma
Antonio Rangel de Torres Bandeira, Francisco Igna- causa
Disnirno recitado pelo Sr. Francisco Augusto de
ttlircija. pnr parte da associaro Typooraphica
Pernambucana.
Srs. do Gabinete Portuguez de Leilura.A Asso-
Ciacio Typographlca Pernambucana, asSSZ compe-
lomando assento osquerda do Ihrono em que netrada ilo mullo que as sciencias o as latirs de-
vem ao vosso florescente instituto, nao podia con-
servar-se silenciosa quando soleninisaes com tanto
juhylo e eiithusiasmo o 8." auniversario de to pro-
veilosa e importante creacio. Possuida dos mes-
mos sentimentos que vos iiiipressioiiam nesle mo-
ni, uta de lo gratasrecordaces, a Associacio t'v-
pographica Pernambucana rem lomar parle nesla
VOSSO le-ta de lamilia, e expivs-ar-vos coma mais
pura iogonuidado os rotos do apceo, da profunda
estima e respeito quo ros consagra.*
Nio era possivel que entre irmios que se unem
lano pelo- principios de uma s crtica, pelo mes-
mo peii-ainenlo civilisador e humanitario, deixosse
de existir a mais intima concordancia de altelos.
Se representaos os nteresses mais nobres da socie-
cio Ferreira, Jnaqum Jos Raimundo de Mcndon-
,.a, Dr. Amaro de Albuqnerque c Joo Mana de Mu-
raos Navarro, retala,n bullanles discursos anlo-
gos a solemuidadc do dia
ii lllm." Sr. Dr. Antonio Vicente do Nascimcnto
Fcilosa, ao lindar o -.-u discur.-o, dgUOU-Se of-
etiar so Gabioelea obra Intitulada Roma, in folio,
riesmenie impressa n enradernada
l'ermilli, pois, que a Associacao Typographica
Pernambucana venlia depor na vossa presenca ,,
testal......lio singelo, porm verdadeiro, de seu pen-
sar e do seu sentir a vosso respeito.
llera desojara OU que a BSCOlha, qnanto ao in-
terprete do tacs sentimentos, recahiSSC em oulro
que inelhor do que eu podesse deseiipcuh.il' este
dever : mas, como orgo da commissao o da pro-
r.oinpaie, en tambera solemnidade uma com- priasociedade que a enria, nao durido assegurar-
uiis-o, que por parle da Aoi i.i.o Artes l.iberaes I vos que fallo do fundo do meu coraeo, transmit-
o Mechan as, rem felicitar o Gabinete. i lindo-vas a sincera elicilacao que essa mesma \
Nao havendo mais quem pedsse a palarra, o I sociagio vos dirixe.
Illrn." Sr. director declarou encerrada o sesso, do I Escusado m....., deler-me em provar-vos a
qual, eu, Jos Concalves Villa Verde, 1 secretario! conriceiu em qui eslou, em que esl o instituto
da liie, lona lavrei aprsente acta. que represento aqu,sbreos rantagens resultantes
Segnem-se us discursos uos oradores na sesso dos rossos osforcoa para uma obra lio emioente
de que trata a acta, pela ordem que foram reci- como a vossa. Appellarei nesla parle para a opi-
lados. UM,, publica es,', me resta dizer-vos que fazemos
HlSr.i iisn os mal- ardenlcs mos pela prosperidado eengrn-
eos on viiiiio v -i-s'vo docimenlo do Gabinete Portuguez de Leilura em
i) Senhor /.'/ceno .Varo/ ,/ Cnnha i Pernambueo.
Director do Gabinete. Continuai, senhores, progred fervorosos na sen-
SVii/ioiv-.-i'ni acto tilo solemne, uma reuniolo da luminosa que soubestes
J vedes, portanto, senhores do Gabinete Portu-
guez de leilura que vossa obra magestosa, im-
mensa Mas o que vos torna niemoraveis para sem-
pre anda nao islo : existe do sentimenlo que
demonstrado por vs aos Rrasilciros vos couquis-
toii todas as suas sympathias. Esle sentimenlo
foi o sorriso de fraleruidade com que aperlasles as
mi ios dos Brasileiros e Ihes dissestes : vinde, rinde
lambem gozar dos ihesouros que ajantamos, tudo
isso vosso.
I. verdade, senhores, quo nos somos um povo li-
gado ao rosso pelo lace de amigas alfeiees, falla-
mos o mesma lingua, OS nossos antepassados foram
civilisados pelo- vosso povo, antes que o Brasil se
livee emancipado, mas apezardisso ainda nao -o
desarragou docorocio dos nossos patricios um fa-
tal prejuizo contra vs. por islo mesmo que a
rossa socio mais c mais se encarece, sabis desse
preconceito que tinhamos, /embastes de ludo e vies-
escom nina generosidade de sem igual abracar-
nos, como membros de uma s familia, c oll'ere-
cer-nos as VOSSSS iguarias.
E nlo o oxtremo da dedicacao, da bcroicidade
o da amisade quem vos faz praticar uma tal accio '
Nao ser dever de lodo o Brasileiro, no dia em que
festejaos um grande aconlccimento, era que coin-
niemoraes a inslallaeio do VOSSO eslabelecimeiilo
grandioso, v ir deptlr aos vossos ps a expressio,
ainda que singella, das suas homenagens e grali-
does ? E por cerlo o que leudes diieito de espe-
rar dos fllhos agradecidos do llrasil ; e esle audito-
rio tao numeroso o Ilustrado que me roJeia, se-
nhores, j uma prova bem Significativa de que
nao vos enganaes sobro os sentimentos daquelles
a quem communicastes o vosso ihesouro.
Continuai, senhores, na vossa obra grandiosa e
philantropiea, nao retrogradis nm s passo da sen
da que ha N anuos leude.- Irilbado sempre com fer-
vor e com enthnsiasmo. Quando se esl lio adi-
anlado, indecoroso desmatar, ti que poda haver
de mais dillicnlloso esl pe.-sado; agora restaCS-
miuhar, caminhar sem parar como o Ashaverus da
da Iradicio. Honra e gloria us sejatn dadas, se-
nhores. pelo roSSO feilo Palpileni sempre OS ros-
Sos cora,;es de cuthiisiastno e de i ontcnlaineiito
cuino hojo ; Ironsluza em rossas frontes o prazer
ea ainabilidade para con, os rossos unio-' e para
comnosco, p, lei.a com denudo pela causa do pro-
gresso. do povo c do eugrandecimenlo, que no lini
dabaialha cingircs ni- Frontesas rossas coreas
loureadas de ven, odores e as geracoes dobrarao ,,
joellio ante os vossos nomos veiieravcis e de lio
longa hslorii.
Brasileiros! lempa ,' do dcstruirdes omesquinho
preconceito que leudes anida contra os fjlhos deSS !
Portugal-, outr'ora gigaaledos mares, lodosrssois
fllhos da grande familia universal, lodos vs vos de-
veis .uar reciprocamente. Vede; os porluguezes
acabam de praticar uma accio heroica para comros-
co. dio-ros a mi, velam pela Instruccio de rosa i
patria, c rsem compensasao desta demunslracio
doamizade lio polpilanlp' ros o quo Iho daris?
Dai-lhes a homenagem cincera do rosso agradeci-
I ment, nina alfeic i patritica e duiadouia. uma
dedicacio profunda a ludo que respaila a esse re-
encetarcom tanto pa-1 Iho Portugal, queeutosatisfeito e rogosijado, vos
lestes da mais cordial estima que a todos ros r
cada mude vsella consagra.
DISCURSO recitado pelo Sr. Manuel flibeiro Ilasi*
por p'irie dn jiini'i ndmiiiistraiica do Hospital
Portuguez de. liene,icencia.
Scn/iiires:NomoaJo por parle da junta admi-
nistrativa do Hospital Portagaez de Beneficencia
desta cidade, para juntamente com dous dos pres-
tantes membros daquella importante corporaen
assislir ao honroso convite, que Ihe fora dirigido
pela respeitavel directora do gabinete portuguez.
de leilura, tomo a palavra para significar au gabi-
nete u prazer de que se aclia possuido o hospital
portugnez pelo esplendor c brillianlisinu que v,u
assumiudo urna inslituico, cujofim derramar so-
la e e-ie abollonado SOlO a civilisacao acora ella
fortificar o seotimenta le fraleruidade queuaeduas
nacaos amigas o cutre si ligadas por laces lo es-
trelles, quaulo sao os ce sangue, r> ligio, costuraos
e liuguagem.
0 hospital portuguez veno gabinete de leilura
uma inslituico que caminhando a seu lado, exerce
para o espirita o mesmo mister que elle relaliva-
raenle ao corpo,leudo ambas asinslituicoessua bme
nos sagrados principios da caridade christa: por
qnanto se uma obra ce misericordia curar a inter-
inos, nio o menos o instruir aos Ignorantes, es-
pargindo-lhes na olma essas doulrinas sis que
al,rindo ao homem os idhos da ntelligencia, pro-
porciona-Ibes o meio de inelhorconhecer a gran-
deza e magestade de seu creador e os deveres que
dimanam de sua posico de crealura infinitivamen-
te amada.
Senhores, os estrangc.ros que vivera no seio de
entras nacoes, precisara de duas condicoes indecli-
na veis da existencia : a fraternidade e harmona
entre elles proprios de modo a so auxiliaren! mu-
tuamente, e a tralermdadc e harmona entre elles c
os naeionaes no seto dos quaes exislem, para qui-
se acam amados, estimados e respeilados. Bases
dous lins, tao proprios para sublimar a coodicio
humana neste inundo, sao ptimamente preencfi-
dos pelas duas inslituicoes a que acabo de referir-
me ; pois,- no seio da iljuistracio e dos soeeorros
aos necessilados, que perdem-se essas divise.
desagradareis, lio chelas de ms e perigosas con-
seqoeneias. E a forra de nos tornarmos uteis uns
para com os ootros, e para com aqueiles no meio
dos quaes habitamos, que nos tornaremos amados,
estimados 0 respailados.
F. por processos deslas orlem que o Portuguez c
o Brasileiro, fllhos dos mesmos pais, adorando o
mesmo Dos, e animados pelos mesmos sentioaen-
los, se lembraram de que a fraternidade c o nico
meio de fortalecer a uns e oulros, riscando de urna
vez para sempre as rivalidades que mutuamente
- esgotavam. Felizmente a poca que eorre at-
testa que os poms se encaininhama uma suprema
harmona.
1 em nomo, pois, da denudado dos sentimentos
que .11:111,a,,, as duas instiluiooes, que o Hospital
l'orlnguez pelo fraco orgao de minha voz se con-
gratula coiunGabiuete Pnrluguezde leilura no dio
da (esta do seu oitavo auniversario.
Discurso re lado pelo Sr Domingo* los I!.
de Gourim, por parte da sociedade irte < Inu-
sado do artista* mareineiros.
Senhores do Gabinete Portuguez de leilura.
Cumprindo-me o dever que me impoz a sociedade
Arlo o Ami/ade, eu venho hoje, clieio de jubilo.
ILEGIVEL


2
;
fazer
i-
elioiar-vos polo oilavo anniversario do Gabinete
Porl gnea de Leitura. Todas as exprrsso de que
por ventura me servir nesla oecasiio, Gcafao
quero da demonslraoio, que vos desojo darem
i de reconhecimento pela grande obra, que
emprehendestes, e que procuris con desvelo ia-
ier progredir, tornando-i os assim superiores lu-
do o elogio.
Com offeilo, senhores, iuslUuindo o Gabinete
Portuguez de Leitura, ros allendestat i una grn-
e nei essidade da populaeao, que corresponden
ixpertaliva, ajudando-vos em rosaos nobres
desojos de derramar a instruccio indistinclamenle
pande e pelo i asueno.
N.ui >; i-la, cerlamenle, a oecasiio mais proprla
entrar om una aoatyse minuciosa da- grandes
vantagens, que Je uma Ul instituicio resultan) pa-
ra i populaeao, que cora laes meioa conseguir,
semduvida, rnaisaomma de illuslracan, a par do
grande melhoramento em seus costumi s.
Ser c< ni i sse i i sas se
infiltraran no corario do povo, que molhoi
prcheuderi seus direilos; deveres, adquirindo
lambem niais fplicidade.
\ utilidade do.inslitiiices dessa ordem .
de lauta evidencia, que nao.....cansan
obresahir >s seus bons resultados.
Iprazo-mo, todava, reconhecer hoje, que
ii; a no-, i populaeao lucrado com a ..
rao dolalo icte Pertuguez de Leitura, que ba dis-
tribuido grande somma de conhecimentos, por lo-
dos aquellos que leu procurado illuslrar-se.
i, pois, a sociedade irte o imizade conscia dps-
sa verdade, ao pode deixar de felieitar-vos pelos
bons resultados, que lia produzido rossa inslilui-
i jo, resultad is devidos sabedoria coa que haveis
dirigido nm lio importante oslaholocimen o, como
ii Gabinete Portuguez de Leitura. O estado flores-
eonte em que se aeba essa instituicio, pennilte-nos
esperar que continuar ella a prodnzir bons re-
sultados, lano mais dignos de acolhimento, quanlo
inaior tata escala em que so manifestaren, i'.on-
iiuai, pois, a bem dirigir essa Ulustre asso-
i i i;ao.
I nvidai todos OS esforcos para eleva-la ao niaior
ivoivimenlo possivcl, e a populaeao mosiran-
do-so agradecida, lera gratule satisfarn em n.Ion -
ros definiros enio olvidar sempre daquelles que
iio recuam d ante do obstculos para consecui ao
de un liiii no no.
Sao estes, sonhores, os meus sinceros votos pe-
la prosperidade do Gabinete Porlnguez de Lei-
tura.
Dissi .
D recitadopelo Sr. Francisco de Paula Sil-
ln, por parle da Ittocioto Popular de
s Mutilas.
Senhores do Gabinete Portuguez do Leitura.
sfazeodoao vosso honroso convite, urna cerpo-
iniiuaniiaria se aprsenla pela primen a rej
oeste augusto sanelusrio das lettras, a tssociacio
de Soce oros Mullios, essa instituirlo de beneficen-
cia o soceorro entre os filhos do povo, anda nao
suflicientemenlc eomprhendida nem apreciada,
vem hoje saudar-vos, senhores, por ocrasin do oi-
lavo anniversario deste lio ulil .uao proveiloso ins-
titiito, que tundastes em Pernambuco.
& aores, a humanidade nao pira, caminha afa-
nosa na vereda do progresso para um porvir de
gloria e prosperidade universal. O prsenlo secu-
to, en que ta i importantes melhoramentosma-
leriaese moraesse bao realisado e se fio reali-
sando, leva j a dianteira a todos OStempns passa-
-. 0 espirito humano, rompendo o circulo que o
limitara,-procura erguer-se do abatimento e lor-
'iii que o deixara o bellicoso lidar de antigs
eras: boje ludo 6regenerario, ludo leude a pun-
lirar-se.
K sodabilidade i omeio providencial concedido
ao lioniem para com mais facilidade chegar. se
nao .1 perfeifio, a nm estado que a symholise,
|uc com ella s parera ; c se corto que de um
lal meio muilo; beneficios bao j resultado rara
ora que pov&a n globo, tambera irrcrus.it i -I, se-
nhores, que o Brasil,que Pernambuco,em sua
rigorosa infancia, nao Dea na indolencia nu noin-
ditTerentismo, aritos pelo contrario se esforra em
seguir as tendencias da poca, com a mira em um
futuro melhor, que almeja e a que lia de Uccessa-
nameiite allingir.
As fuodaces proveilosas que quasi quolidia-
namenle se levanlam entre nos provanj exhu-
berantemento, que asss comprehendemos q
ideas o do esforcos pessoaes de-
pende a regeneraco dos habito do passado e o
futuro engrandeeimento.
Todas as classes se agitam e se congregara no
interesse proprio, que lambem o ioteresse com-
inum. O artista como o Iliterato, o Commercianle
como o Sgrieultor, 0 trace cuno o poderoso, o abas-
lado romo o indigente,todos segoem omovimen-
io geral, lodos se associam, c disto lira a humani-
dade lo importantes resultados.
Diversas sio ji ntrenos ascrcatOes humanita-
rias que asaim contribuem para o bem-eslar do
- ule o para o melhoramento porvindouro do
paiz : alg unas dellas, nolavris por quanlo
lemavanrado na va da regenera;o do espirito
humano, nos enchem d.....gulhosu transpone, ao
passo queja nos prodigalisam bom ifli ios inrontes-
laveis. Entre estas se ostenta, plena de vida ero-
deada de todas as i humanitarias, poliu-
'- s, osla inslilllieao sobremodo benoli-
lenio, esta corporacao philautropica, fonle perenne
ue mil bena para o rico como para o pobre,para
isconsulto como para o Interno, para o......-
merriantecomo para o arlisla,tio nocessaria em-
lim a todas as classes c a todas as cali.....-
Sim, senhores, o Gabinete Portugus do Leitura,
que lia oito anuos do i i i ssa de ofloreeer as ranla-
gens a milhares que encerra.e de que 6 deposita-
rio, o sem contradicho a fundacao mais uiii que pos-
suimos. Pranqueaido sua escolhida, variada e rica
bibliotliera i leitura de todos iudislinclamenle, faz
o maioi servico ao paiz, porque Ilustra o espirito
do poro, elhe presta farorea que elle nao encon-
trara se lio bello instituto, proveiloso pelo crescido
numero de seus livrnsc jornjes, c pela fcil ub-
lomo delles, ios-e montado naordem e mesqui-
nli.is piopoi.-oes das bibliolhocas publicas di nossa
tona, accessiveis s6 a poucas pessoascomparativa-
mente,
0 Gabinete Portugus de Leitura em Pernam-
buco urna ftitdarii) da oidem daqucllas que hon-
ramos pai/es mais adiantados eui moralidadoe
ririlisacao Se pelo lado'material, elle contribue
poderosamente ara o incremento do eommercio
da industria e das arles, pelo jugu consUtite que
islabcleceii no melbor servico do publico, que o
aprecia c considera ; pelo lado moral, suas vanla-
gens sao anda mais apreciareis : fallando i intel-
ligeocia, o formando oscoraedes, sua miasao toda
pacifica, e emin intrnente sublime.
Movida pela volitado de ser Ulil ao paiz em que
vive, essa phalange de Cilios do progresso,qui
tanto fas pelo melhoramento deste abencoado lor-
-no cessade Irabalharem dar toda a eipan-
sao a este estabeleeimento,a experiencia de cada
um dos anuos decorridos desde sua installarao li-
le prora cabalmente : e que nao ha de trepidar no
emprego de iodos os ueios conducentes ao seu
mor desenrolrim uto, temos razio para esperar
m lace do que sabemos relativamente as diUlcul-
dades quecolla leve de superar allm deque oseu
instituto altingisse o grao de importancia e gran-
deza em que nos ufanamos de rontempla-lo
hoje.
Senhores, quanc'o ha Inteligencia p vonlade, lu-
do se consegue. Vos haveis ji feilo muilo ; nao
otislanle, torca andar aindacomo sabis, na or-
dem do progresso, estacionar o retrogradar. Se-
gu, pois. vossa marcha ascendenlal : o camirihu
ora est desempeciulo, nada vos pode embaracar
e quando houvcrdes rhegadoao ponto-culminan-
te, conla romas boriosda poslendadc, justa re-
muneracio dos rossos esforcos.
Asss lisongeira ijia opiniio publica a vosso
respeilo ; ella se manifesla allisona as demons-
Iracoes vivaces que vos sao porlia dirigidas
por lodas as classes da sociedade iiernambu-
cana.
A Associoco Pop llar de Soccorros Mutuos a
sen turno, se compras comvosco, e pelo urgi de
minhainsuffidencla, vos enva as mais sinceras fe-
llciiaeoes.Artista, que de vossa instituicio ha co-
lindo rantagens em n.ais de um sentido' eu tam-
ben] vos sado, senhores.
Disamo redada pelo Si: r. Jucintho Pereira do
Pifio, por parir do Allanen Penumbucano.
Illuslres menibros do Gabinete Portones.0 dia
de hoje bem solemne Ello o 6 para Portugal e
liara o Brasil, porque a fesla de hoje envolco e"lra-
luzem linguagem bem symbolica para as duas na-
ooes em pens.imenlo syinpalhico sua aheucoada
uniose pois o anniversarlo da creagao do Gabi-
nete Portuguez em Pernambuco para ios um tac-
to por domis grandiloco ; nao menos para o Alhe-
en o vosso amigo e compaulieiro de peregrioacao
que vem boje dar-vos per sen fraro orador os mais
.sinceros parabens, e o mais cordial apeno de mi.
Portugal esse velho pai do familias, que recos-
tado em seu leilo de velhire ecercado das renniu-
rencias de um passado glorioso, contempla e applau-
deos iriunipbos de seu lilbo emancipado o Brasil
que alenlo le na historia da vida paterna as mais
proveilosas lices I
II velho em'seu sali n agnilico aponta ao moco
as lamas quebradas e os louros adquiridos em cru-
entas bal.ilhas, como symliolo de seus brios e de-
nodo militai, e una pruva bem solida deque no
peito ainda Ihe bale um coracio vleme e aguerri-
do. O velho como que diz ao moco : lule e venc;
mas a lula cancou o eorpo ; hoje descanco.
fde Elle agora musir a sua dnelta as grandes
csUsles, quegemem sob c peso de seus esrripios
como indicio de seu genio e aptidio |>ara as leltras,
e a prora mais iirecusavel de que evisle anda eu'i
SUS alma una intelligencia robusta a devassar osar-
canos da verdade 0 velho ao moco eis a rerdadei-
r.i lula, a de sciencia, porque o "espirito nao can-
ea.
Sua fronte pezada de tlenlo, agora ringida por
uma coros formada pelos nomos dos Scipies te-
sarese augustos, porluguezes em leltras de san.....
edos porluguezes Virgilios, Ovidios, Plinios e Cel-
ni leltras deouro. Ka iclles bem que ainda
lembrados, j huje nao Icm representantes, estes
ir renerados conservera anida agora Ja mais
llignOS surco., ue-.
Sim sen bol es. romooulr'l ra em Roma a loga por-
lugueza camiuhoe o trilhc berta pela espada de
puen odo dopois de terconquistado mein
Diario de Pernambnco Quarla feira \\ de Setembro de 1859.
. mundo a moderna Roma fechou o templo da guer-
; i a, a sciencia fot o nctar da paz i os dias da liber-
dad ', finha razio Le Saga 'piando disse, segunda
j d'aqui vos lemhroii nlguoni. \s lettras s fol-
gainno seio da paz, cujo sprecoe docura faz.....sa-
borear; ao conirario porin doscorain e esmorecem
as proximidades das publicas perlurbaroes ; e\-
Iraviam-se no meio das com.....;5es civis, corrom-
pem-se o desopparccein do iodo em presenca das
calamidades dilatadas.Portugal anin a conquista
na jo\eni'ido, adorou a sciencia na relhice.
I-" porque lie depressa envellieceu aquello man-
cebo Nao [o lano pola idade : c senilmente da
dor lambem faz cana. 1 elle vio derramar-so o san-
gue de 0. lgnez de Castro, empallidoceu quanlo Ca-
mocs mendigou o pi inolhado pela saliva do cao
da aristocracia, e quasi morreu no mesmo hospital
e no mesmo instante, om que exhalou o ultimo sus-
piro aquelle denodado pelejador de Coma, que ao
depo'i da armadura, au desembracar do broquel, sa-
di sdillar do uma lyra atinada por anjos !
Portugal envelheceu, -.:u senhores, mas nao de-
rahio Sei.....proximar-se do leilo do repouzo, de-
poz a anua ma vestido no templo de Marte, nao
deita de reci bcr lo los os iosd uis i SI i
loi ra, de que so i ode jaelar.
i' icllio ama n silencio, mas o silencio nao o
esquocinienlo. I nem porque elle- j nao corre lio
depressa na estrada da gloria como que para arran-
car fama o ultimo titulo, que ndeve sellar com a
inimorlalidade, segue-se que linlia absolutanienlo
estacado.
Nio, senhi res, aeslrada incommensavol, feliz
do que nio parar antes. Se Portugal ah livesse pa-
rado, suas glorias na posterdade eslaram ainda
assim garantidas. Mas os fortes alelos que sobram
a seusQIhos de boje nos adir mam que o futuro nao
lhes est tianrado.
l.u rosdisse, senhores, que Portugal o velho,
Brasil o moro. Pois bem I O Gabinete Portuguez 6
uma das paginas do lbum, que nana a vida desse
velho, e que promelte-lheanda minio no futuro u
Allomen PoriiambllcailO nina Inspiraco de-te jo-
ven bebida naqiiello albuni. Hoje quando O respei-
lavel anciio rev essa pagina bullanlo de -na ebrn-
nic.i gloriosa, penhorde son Futuro,o moco com seu
livro meio aborto aproxima-so alenlo i buvir a lei-
tura o a aspiracio do velho. Hojo que o Gabinete
Portuguez solemnisou o seu anniversario, o Alho-
neu vem sauda-lo.
I Eu vos UOdO
Discurso recilado pelo Sr. Dt. Jan- Soare de
lzevedo,
Senhores.Eslc anuo nao simples oblacio de
um cumplimento do rigor qno me faz subir a esle
lugar no dia anniversario do no.-o Gabinete. [>is-
linelo por va ha pouro como titula de vosso socio
honorario, venho depr ao pe d.'s llores, que tantos
homensuolav isse a| ressam hojee Irazer-vos, les-
leii.iinbo do uieii reconlieciinento e o voto de pros-
peridade que o acompanha. Y. um dever que o ros-
so acto me impoo, o um hradu que o espirito lauca
ao observar o incremento ndouravelquoo nossu so-
lo ha dado inslitllicao.
I. rom effeilo a altura a que so ten) elevado o-lc
podoro.o auxiliar da inslrurco, proporcionando a
todas as fortunas o alimento do i sprlo, lio varia-
do, lio substancial, Lio abundante, correndo assim
liara a conquista da ordem b a i'..t liberdade na pc-
b'j.i civiisadora que a actual geracio vai uffcrcccn-
do a maleriae ispaixoes guobeis, um servido de
um valor inaprcriavet, que o paiz,que a nossa ci-
dadeespccialmcnleji registraram agradecido-! ni
Seus aunaos, desdo o primeiro anuo da fundacao
desta casa.
r um servico inapreciavel poique no socalo em
que existimos, g nslruccio necessidadea que nin-
giiem se pode furtar sem pejo, soja qual or o nii-
nisieiio de que faca prollssio na sociedade. Os ricos
coiiios-an hoje francamciiloque ha na lena um uu-
rerimcnio real, indcpendcnle da fortuna : a.- clas-
ses humildes leem boje a coirrccao de que na tena
nao ha nada mais bello do que sabor. J nao e
pouco.
Mas oque necessario para que o trabalho frut-
uque, a perseveranca o nexeniplu purque o ho-
mem, naloralmenie inconslante, abandona com fa-
cilidade o exeivicio que Ihe parece rude e dediili-
cilaecnsso, o ainda mais fcilmente rolla aos ami-
gos hbitos sensuacs. Ora, isio u que ros leudes
previuido com extrema sagacidade. A persist
vejo-a eu consignada no movimcnlo animal a Ga-
binete : o exeinplo sois VS os prinieiros a ila-lo,
vivo, animador, llifaligavcl.
A almosphera moral de um povo puriuca-sc 6
medida que os lugares deprazer sensual dimiuueni
o que os focos luteranos augmenlam ; por que o os-
ludoda religiio, da philosophia, da legslaco, da
i, da historia, da poesa, SlO 6, de quanlo
sanlilica, de quanlo ensilla, de quanlo cinlisa, de
quanlo perpetua, de quanlo arrbala o espirito hu-
mano em salas .-einelliaules, rcrostc O bounoi de
uma n lureza daphana, aponla-lhe para a genio
que paseara, ou | ara o engeuho contemporaiico
que illumina, e poe-no em commuuicarao dilecta e
ininieil^iia com Ueos.
Gloria pois insiiliiicao que cutre nsse levanta-
ra ha hoje oito aun ,s. Clona ao principe lio moco
e tio esclarecido, cujos subditos sao os mesuis
une. om iioca da hospilalidadu que recebem, se
lembrarara de plantar uma tonda agazalhadora na
meio da estrada cm que vamos, na qual os dous
garios de un mesmo tronco se roufundam, seeu-
cham de sciva e se abracem. Gloria a princeza
exemplar, a rosa pudibunda de Iloheiizollern, que,
io lado do Ihrono portuguez, cuino um penhorde
eslabilidade, de ordem c feliridade domestica, vai
alli reproduzir as virtudes das amigas rirgens de
Sigmaiiiigeii, que a igieja ha muilo venera como
-iiil IS.
Honra aos homens bono-tos do urna naci irmaa
e por lanos ttulos venerada, que, depuis 'das fadi-
gasa que o seu eommercio ossujeila, vem aquire-
pousar si.'en- os litros, oOVrecer a todos os si
cos um proficuoc nobre trabalho. Nobre, poique o
PStu la o paio o espirito o que o man para o fer-
ro; subjuga a alma, e rende-a ao bello: confunde
o mal, e faz com que elle recuc. As nossas acul-
dades todas retem cram-se e educam-se pelo eom-
mercio dos bous engenlos, e pela i onladc robusta e
rencciida daquelles que os consullam : o esludo
mesmo para o boiiiein oceupado em misleres qu
Ihe parerem oppostos depois doslrabalhoj monolo-
nos b materias do dia, o romper da amura quees-
panca as trovas da noile, a luz espleodida e ben-
fica do eco, que desapega o espirito do mundo real
para o arrebatar as regios do infinito, c o co loca
ua siluacio do navio que deixa soberbo brincar o
Mulo as velas, e deriva liraiidaineiHe de porto pa-
ra o mar alto. Depois, vem o anjo iniciador u pro-
pagador do bem, e oxenla o resto. II eslo sao os
solibio, d'olhos abi os gozos octavis, sio
asimpressdi fortes,'profundas, piedosas, que dio
ao cspinto urna nova linguagem at ah descoalle-
uda, que o loroam melhor do que era, que tazcm
emlim arder de amor pela humanidade, em cujo
preceilose resume toda a Ici do Sinai.
A instruccio, pois, solida, pausada, melhod ca
em silencio, o'nmacasa romo esla di simada a tal
conforto, como um lio elctrico que liga o ho-
"" l:1 ;' I.....-. o a bz coniprehender ideal do Ii..... :
o ideal, que o eleva (cima do ludas as nacionali-
dades, de lodas as llnguas. de lodas as formas de
governo.de toda- ss religiss ; que Ihe di uma
supenondade visivel ; e uma influencia dominado-
ra sobre lodos os seres creados ; que taz com que
Oliomem se compadeea o -o enrergonllO do lodas
as miserias da hypocrisia; oque da immensa mon-
lanha a que se ergue rom orgulho o magnifico
porvir da humanidade na gloriosa poca de Iratisll-
guracao espiritual, a que os seus destinos chamara
ea convidan), peda liberdade do pensaaeulo o pelos
sombrosos prodigios da arle.
Agosto 15, de 1859.
Ii
Discurso proferido pelo lir. Iiitnio Vicente do
NasctmcMo reitoxa, no Gabinete Portuguesa*
Iriima, por occasiao de solemnisar-se o sen o-
Mro annier-ario, no din 15 do .arrale.
SeaAorss Tendo j por costume concorrer para
a solemnisacio desta testa Iliteraria com a sincera
b franca manifeslacio de meus sentmentos, pore-
ce-uie que faltara a um dever, que infringira uma
ubngacao, se me consorvasse silencioso no meio do
regOSIIO que em lodosos semblantes que illustram
e abrilhanlam este salan iiota-se de nina uianeira
lao transparente e palpitanto. Coslumo outro .-un
senhores, quando a vossa benevoleucia me permu-
te lomar a palacra nesle recinto, nao scoigralu-
lar-me comvosco pela harmona e fralernidadc,
que vejo cimentadas por lio brillnnle insliluicao
entre duas naces amigas a lio estreitamente apa-
rentadas ; senao como indicar, conformo me pro-
porcionam a debilidade de mlnhas forras e a rbita
acaudada de meus conhecimentos, o estado om que
se acha i humanidade relattvamonlc le indecli-
nave do progresso.
Senhores, cm que pimo da escala do progresso
se acha o trplice desenvolvimenlo social,o mo-
ral, o inlellectual, e 0 material ; por nutra forma,
cm que ponto da escala do progresso se acham a
religiio e a moral, asscienc as, s industria e as ar-
>'- Desss parlo do mundo que COUStitUC a calmea o
o coracio da humanidade f Bem rejo, senhores,
que esta questio milito Iraiiseendenle e nn pode
ser tratada de modo completo e salisfatorib em mu
pequeo discurso, como aquelle que dera proferir
nesia oecasiio. Mas, Sem que me sejs permiltido
oesceris minuciosidades do nssumplo poderei ao
menos indica,-mis (s ideas capitaes, pediudo-vos
do-culpa, se ni,, forbstanle claro para ser enlen-
dulo. il que vos ,-isseguro, 6, que procurar,! ser
bastante resumido, para que vos nao enfade.
DoeRcoirtmeitfo moral
Senhores, na discurso que m,. a honra de pro-
nunciar, oeste recinto anniversario do 1856 eu
enunciei urna idea, que talvez parecessenovo a
I muitos espinlos, mas cuja exaclido cada voz mus
i conlirinan para linio os meus i sludos e as minlias
reOexcs. Esta idafol :-queo progresso huma-
oitano se devena principalmente medir pola von-
lade, procurando quaes os motivos que nella ac-
' iiiavam. Dcst'arle era cuna meus olhos modir-ae
0 progresso huinanitario apenas e sno ule pelo
desenvolvimenlo material, quersobo poni de vis-
ta artstico, quer sob o i.....lo de vista industrial, e
i pelo desenvolvimenlo iniollecii.il.
1 assim quo, a meus olio., e aos nlhosdc I
id o- n dei lido, nem Egj po, nem a Gi
nem Roma, por si sos, podcni exprimir acadeia da
civilisa ao i lo pi gresso, essa cadi ia iiidofinila
que. parecendo lerde quebrar se com lene-, deslc
o,nudo, dereri reapparecer, sem solacio de eonli-
' vola da resurreii io, Entre n I
e a Grecia, entro Grecia e lloui i, enlri
-eculos chrislios, ha de feilu, senhores, i ni nina
cadeia quebrad.....|ui em um anuel para all mais
radiante ser de novo reatada. Logo nem os i dos
sos o hyorogliphus do Egyplo, nem a- aros e as
si encas, para bem dizer inspiradas, da i.recia,nem
asarles, a industria e as sciencias refleclidas di
Roma, exprimem o verdadeiro progresso humani-
tario ; pelo menos nola-se que havia nessasdiver-
sas ciMli--i "c- a falta de um elemento moral, du-
radouro, sem solucio de conlnuidade, eterno :
eterno esse elemento moral que faltara, senhores,
ora o elemento religioso, que parlindo do Heos
Creador devoria perder-so no seio do Dos Re-
demptor. como um regalo que, sahindo pobre e
fraco de sua fonte iuexhaurivel, mlla a ella con-
vertido em rio abundante e de aguas cristalinas,
para d'ento por diante constituir com es-a mesma
ionio como que una si existencia.
O quesymbolisara porm ee elemento moral,
puro de toda a liga, lio puro i orno a i mlc d'onde
nascera \ patarra de lieos i lambem vemos
essa divina palavra alravessar .i mundo sem solu-
i ii de coiiiiiiui la le.caiiiiiihando sempre absorp-
r i", nao deixaiido o menos collecclivo s
para abranger o mais colleetivo.
DeSt'arte, se a humanidade, com a sua ClvillSa-
rio anti-diluriana, so afoga quasi toda as aguas
do diluvio. ,i palavra de Dos, revelada direc-
tamente a Adn e lian.mil I n!a de pas a il-
Ihos no aesnhado ambilo de familia de Selh, alra-
i esss purs e illesa por cima das aguas, nessa barca,
onde Noe sua familia ruloaram hymnos ao laca-
dor, emq......lo o rstenle da humanidade se estor-
cia embrulecid i pelos gozos maieriaes na agona da
inorie mais tormeutusa ; para converter-se na re-
ligiio de uma naci, mediante ess lemne
entre lieos e xbrahio.
Emquanlo o Egyplo se snmmia ame as conquis-
tas da cirilisacu grfga, e a i.recia por sua vez an-
te as conquistas da civilsacao Romana, a palacra
d, leo- se Iransmillia intacta por mcioda
judaica, manila em Inda a sua pin e/a pelos pi'o-
phclas quo por ellas vigiavam, como atalaia. pos-
tas por Heos, para que nao dcixasscui apagar o lo-
go -agrado.
bmliin, quanlo sobre as ruinas da naci judaica
se crgueu a igreja calholica, a palacra' di Ii ..
conservada no primeiro pero, lo pela familia de
Seth, mantilla no segundo pelos prophelas da na-
ci judaica, so Iransmillia pura d illesa s naries
modernas pelo proprio Pilho do eos que, ao dei-
xar este inundo e subnido ao co, a confiara em sua
sublime pureza Igreja romana que at hoje a ron-
serva lio pura como '., rerehera do proprio Dos :
ao paSSO que a cvillS.ICaO rolnina caba ib
dos golpes dess i i Ii isma fle barbaros, que de
OS lados iivadiram eIhe retalharaiH as iinmeii.-a-
conquistas.
E em piauo as mnnarchias so desmoronam e as
dynastias se succedem, e com ellas as respectivas
civilisacoes que icpresenlam, a palavra de \> -
fulgura em lodo osen esplendor, sem ha ver soffri-
do a mnima solucao deconliniiidade, na cpula da
Igreja romana, o mantilla em sua pureza por essa
nio interrompida de successores de s Pedro,
que,-uma das proras mais evidentes de que a pro-
messa de .le-ii-r.hristo ha sido cumplida d.- modo
a nao poder ser obscurecida por especie atgiinia de
sopbisma.
Logo, senhores, a vonlade da humanidade a
rerdadeira medida do progresso humanitario, o
nico elemento que d vida e denudado
vonlade, a palavra do Dos em toda a pureza de
sua tradiccao. Quando a humanidade houver .lle-
gado borda de .-.u sepulcliro, ahi -o achara um
nobre a venerando aucio, derradono -ucees.,,! <,.
S. Podio, para restituir ao proprio Ghrislo a pala-
vra divina, Cuja guarda Ihe i'n.i confiada e vigiada
pela immensidade do Amor de Dos I', assim ionio
a arca de \o ioi a taboa de salv.ieao no diluvio
de agua-, a igreja romana, senhores, ser a taboa
de salvacio no diluvio de logo.
Oque remos, senhores, no momento cm q.....--
.lanos, estraves dos griios de victoria que se er-
guem do meio da 1 alia ? Oque oiivimos, seilho-
n Vem,i- o grande vulto do successor de S. Pe-
dro, c ouviuios a sua voz magcslo.-a que retumba,
como a voz de lioyss do alto do Sinav. Parece
que este acoiiteciineiilo vai alargar as raas do ea-
Iholicismo, que pareriam alcerto poni guardada
pela poltica tenazmenteestreila da influencia aus-
traca, u aquinlioaueiiio, senhores, da mire tem-
poral calholica. perinilta-se-me a expressi, entre
a Austria o a Fraoca, em justa proporcio, me pa-
in oto que uar como reullad'o o alarga-
menio das raas do calholicismo ; sempre a meus
olhos se apteseulou como um facto providencial o
resmos erguida no centro do mundo civilisado a
voz poderosa do grande Ventura, como um novo
apostlo enviado a preparar as na, no-; para o gran-
ulo, imenio que se linha do realisar o que se
val leatisJiido. 1. ser por dem.us arrojado O aveu-
turar-se que estamos talvcz as vesperas da queda
-lema oriental que parece nascer.i nntural-
menlc de uma alliaura entre o Czar e as duas po-
derosas naces do occidente .' Pigura-se-me, se-
-,qu- quando a Igreja calholica apostlica ro-
mana tiver por esleios lomporaes ns tres ni
mais poderosas do continente europeu, que lomam
a llalla ; a I......a, a Viistriae.i Russia lodosas
reacres systemalicas c herticas desapparecerio
na traque/.i do ii.ais imprtame individualismo.
Saudenios, portanto, senhores, saudemos cum
enlhusiasmo a nova phase do Iriiimphu calholica
pra que vsi enlrat a Igreja romana, a rerdadeira
Igreja de Jesu Christo ; o com lano mais enthu-
-la-nin doremos saudar esse grande aconleeimenlo,
quanlo ueste recinto se acham reunidos dous mun-
dos enlro si ligados pelo mais estrello dos tacosa
Gru transmitida em -ua pureza pelo bapiismos
, ..nio ua segunda pitase humanitaria se iransmillia
a solidanedede religiosa pela circumeisio
Desenvolvimenlo inlellectual,
A palavra de Dcus, como nico elemento moral
capa/do dar nda voniade da humanidade, o i,
verbo, ,- a sabedoria, a doulrina, c a luz: e per-
ianto, nao pode ella dominar na vonlade sem que
a inlelligencia se Ilumine, se alargue, se desen-
lolva, e es-a luz o e-se desenvolvimenlo, so uni-
vers.ilisein, se deniocralisein, se lortiem Catholicos.
i) democralisamepto da sciencia, senhores, e, por-
tante, o carcter dislinclivo da phase actual da hu-
manidade, sob o ponto de vista da inlelligencia.
I odas as barrenas qne ccreavam os recintos da
SCienca caliera por Ierra; as muralhas que sepa-
ra va m a rica cidade dos sabios das andas campi-
as dos ignorantes se desmoronam de dia cm da :
sendo .pie a inpivns.i ii o glande conductor que
Iransmitte as derradeiras carnadas da humanidade,
aos pinos mais remolos do globo a ceiilelha vivi-
ficadora da clccti colado calholica. J a i:hiu i. o
Japio e as oulras velhas naces asiticas, que so
acreditaran) na posse de um.-i civilisacio eterna e
inimutavel, -o veo preparando [iara Yeceberem o
impulso da civilsacao que parte de Roma, como
os raiosido sol al as ultimas extremidades rujos
pontos determinara a circuinferencia lumiuoss di
sua aci.o radiante.
E a philosophia, esse nlrncheiraroenlo onde a
razio se considcrava as-a/ fortilicada para em son
orgulho de personalismo impessoal lular coma a
retetacio, em que p est ella? Nos podemos
lomar-lhe a altura pela ultima obra do Sr. Tiber-
ghien, publicada em Bruxellas e que lera por ti-
tulo Helados sobrt a raligio. Sabis, senho-
res, que do todas as philosophias a mais arrojada
0 i philosophia alleraia ; porque foi ella que ou-
suu invadir o reinado mesmo do absoluto, crean-
do esse pauli, i-mo divina que a razio humana
contempla cuino a mais sublime de suas concep-
Coes: u que era nada menos do que offerecer
balallia revelario no proprio seio do inlinilo.
Sabis anda, senhores, que toda a didlculdade
para a comprehensio dessa doulrnd orgulhosn
consislia eji determinar a relacao entre o cu da
oou-i enca e o nao-eil racional, aliis separados
por um abysmo neommensuravel. Sabis tare
bem que a soluriu mais engenhosa de tan pro-
Illlldo problema, a ponte pensil laucada por sobro
esse nsondavel abysmo foi a creacio de uma ri-
zan pessoal e impessoal ao mesmo, finita o infi-
nita, que locasse pelo infinita em Dos e pelo i-
nito i.a coii-eiiio a, especie de babel iuvadiiido o
1 o, de -i Unge enigmtica, que Iras cm seu pro-
prio seio a conluso, em que em sua o,.....adhi-
ri essencial parece envolver o iuipo-sin i, o ab-
surdo. Sabis que kiauso oi o pensador que Di ais
claro desenvolvimenlo den a esse puno da impo-
tencia humana. Sabis, emlim, senhores, que fi-
I.crghiru o phOSOpho a quem me reliro, ha sillo
lambem aquello a quem cilio coui razan o titulo
d i primeiro o principal discpulo de Krause. Nio
, portanto sem alguiu fundamenta que pela der-
radeira obra de ribergbien possamoa medir e ava-
har os iilliuins eslonos di razio Coiilra a revela-
cao. Tiberghien nessa sua obra, conforme a no-
licia que della encontramos na Hernia nos dous
mundos, procura demonstrar que a quosiiio reli-
giosa peleiice a sciencia, e que o espirito huma-
no i plenamente apto para desenvolvel-a.
Nao me possivcl dar-vos, senhores una expu-
se ao completa da doutriua de um dos mais aero-
dilados propugiiadoies da doulrina racional ; nem
similhanlc trabalho seria eompalivcl com os limi-
tes deste discurso. Iln-vos-hei apenes que, lo-
mando com l.eibinelz como ponto de panilla urna
e-p ce de revellaco philosoplnea, quu nao nu-
tra cousa mais, na phrase do noliciador da no is-
la referida, do que a OOSSS razio e-lendida. dila-
tado e pudendo por si SU discernirs verdades que
i i ni......ni inmediatamente de lieus, o destinelo
philosopbo chega ereaiiio de uma religiio, que
nao nem o calholicismo.....m um complexo de
praticas exteriores, e apenas simplesmente rela-
;es du pensamento o de aenlimentos que se esta-
belecem entro o homem e Dous na vida, segundo
o axioma Religa! religia nos ei a guo smniie, el
per (luando, senhores, a philosophia lera i bogado a
oslo resultado, que parece ser a mais siiblil de
suas concopces, podemos dizer que ella osla ven-
cida pela ra/.o calholica, e que os seus esforcos
sei, impolenles para continuar a lula do modo a
emb.trg.il-Ihe o passo e evitar quo ella se consti-
tu! delinitiva e calliolcameulu o elemento ritifi-
cadoi da Mimado da humanidade
lir>,o,,,h intento material,
n desenvolvimenlo material da humanidade,
eonip ebeiiileiiil a dupla esphera de seu movi-
menlo artstico e Industrial, lambem no- oAerece
como carcter dislinclivo da pucha o alargamen-
I Veja-seo caderno da Revista dos dousmun-
I de ulho desie anuo
to ascendente de -na irraaiacao uumenca, ou .,
-eu doiuocralisaineiilo.
Se filarmos os olhos nos phenomenos indus-
triaos, vemos com o derrubameiilo das muralhas
dentro das quaes se acisletlou primeiranicnle o
' depois o eapilal, erguer-se o grande prin-
cipio da fraternidade entro o slo, o capital, e o
trabalho. n calholicismo, UIuminando a economa
pollina, e levando ao si io da sciencia a luz do
amor e da varillado, lem laucado sua maldirio
sobro as barrenas do feudo e d usura. K
pulaces que j.i/iam no abalimeulo physico mo-
ral, eompanhciru nseparavol da miseria, vao-se
erguendo de >eus hmidos e melanclicos sepul-
ebros, para b.vantarem a- mies ao Co, e cnloa-
rein hymnos de receohccimenlo ao Salvador da
humanidade. Us dolorosos soiTrimeotos do.- po-
ros, i i.i : rfeitamente representados as angustias
da i ni/., vao-se aproximando do -cu termo, e er-
gu.-iido-se .om esta so splendido irium-
pho.
~ Marinos os olhos sobren- phei.....lenes sr-
-, lercmns anda de registrar um .
'o, o e que os Raphael I iiiino e Miguel Ange-
lo ji nio sao individuas solados, o sobresahiudo
dentro os seus contemporneos para elevarem a
arte i sua maiur altura, sau palriarchos, de quem
desccndeni a- gerai ios actuaos, sao entidades col-
lecliras, que eslendem seu poden .,, de
una m.Hiena indefinita.
i -, senhores, em que p se acha, em ineu hu-
milde enlcnder, o progresso humanilario; olise
ra universalisando, porque ii presidido poi essa
religiio sania, que, parlindo do calvario, perde-se
no seio do luliuiio, o que nao .' outra causa mais,
do que o irr.iili.iuieiiio do \inor Divino mentido
noc-sanl,-ment pelo pie-, loa cierna do Espirito
Sanio.
Nao i. ase s, porm, que esto Iriumpho seja al-
caie-ad.i sem proleslos o roa. .-oes da parle do prin-
cipio do mal, do inimigo da r.ruz. Agora inesmu,
do a aiiloridadc do calholicismo so slenla
mais bule e poderosa com as victorias alcuicadas
na liaba sobre a Austria, unios rcbcnlar em Pe-
rouse esse movimeulo aiiarchico, que lano com-
puogii.......aeiodo ss. Padie, e que nada me-
nos i......i.iio, do que atacar-lhc a autoridade
temporal, que alias a condicau ndeclinavel da
| liberdade d.'ai i -- ni al .....'xercicio de -cu po-
I der espiritual. Pelizmente esse rugida do princi-
pio do mal loi abai.ido o supplantado pela 'o/ na-
gestosa do PonliGce, e cada coracan catholi
acha prompto derramar sua ultima pinga de
Mugue pea liberdade poltica do vigario do Je-
ss I bll-lo.
renho concluido, senhores, o trabalho tn-.
I insignificante, que cscolbi para oRertar-vos no da
desla esplendida testa lilleraria, na qual duas n.i-
cOes ilholicas, urna filha ,\ oulra, se uncm em
estreito .-implexo para soleiunisarem uma das pha-
si do progresso humanitario. Desouipai, senho-
res, o n,a| acallado da obra cm allem o i
za do operario.
1 como fallei no Veneravel Vigario de Jess
f.hrislo, o na sede do cathoiii ismo. permitii-me
anida, Senheres, u arrojo de otTertar este csta-
imeiiio a importante obra, que aqu ros apr-
senlo, e que nao nutra cousa mais', do que essa
mesma Roma rupresenlada rom as cores mais vi-
ras em seus monumentos do arte. nm livro,
que ndispuiavelmeiilo enriquecer esto inl
sanie estabeleeimento, como primor da arle ly-
pographica, e como lembran^a das grandes c.'u-
quistasda civilisacao caihnlic. Hoje, ao perror-
rer-lhe as paginas enriquecidas de bullissimas gra-
vuras, os visitantes di, gabinete poderio vir ao
lado de M.nimbo V, Julio II, l.eo \, e de mi-
llos venerandos Sanios Padres os nonios e os
riumphos d'artc immorredouroa de Hasrccio, tra
Anglico, l.enlile de lubiiano, Filippllo I.ippi,
Doinenieo l.lurl.indajo, I.osuno Itosselll, Raphael,
Julio Romn, Francesco Penni, Peri.....le \aga[
lolydoro de Caravage, Pelegrino de Nodclia, Ben-
veiiu'.i li-i. Miguel Angelo, o uniros genios, cojos
nomos a humanidade nao pronuncia, sem que se
cucha de respeilo e veueracao.
iceilsi, senhores do Gabinete Portugus de Le-
lura, esla pequea ollera, e com ella os nous mais
sinceros votos pelo engrandeeimento desta instiiui-
eao, quo u o mais siglllcalivo svinliolo do amor
fraternal, que une dous povos catholicos, que, leu-
do uma brilhaille vida no passado, prometi .
cinpenhaino futuro um esplendido papel.
/' curso recitado pelo Sr. lie. Antonio Rangel de
forres Bansleira,
Su-, io t: mivi-ik l'oiin i.i i/ i,i I i ni nv.(.luan-
do ja nao loo um co.-luine de nnnli.i parte vir lo-
dos os anuo- -ludar-vns no da em que conitnemo-
i do vosso precioso instituto, fa-
lu-hia hoje cora especial ponlualidade e com o
mais entranhavel prazer, para sobreludo render-
vos um vol da minha profunda gralidao de sincera
.inusado c respeilo.
v i ieis, porm, que raeu culto ardenlc pelas lel-
Irase pela sciencia, roe lem Ira/ido sempre i ea e
rocinlo, e que, possuido do in.us vivo oll.u-iasmo,
l"."1.....usado levantar coiislaiilemenle no meio de
vos um leslemunho insuspcilo do alto api.-.... que
ligo a idea civiUsadora de que ha oilo anuos \.,s
haveis constituido interprtese representantes. Os
penojiis. que i, passado desde enlao, esperan-
. o bri I liantes, sao para mim ttulos sull
le. do muilo queja vos devo a provincia e por ven-
tura lodo o paiz pela creacao grandiosa om que
enq enhasles lanos esforcos c fadigas ; e poi .'--
me leudes visto sempre correr pressuioso para o
V..--.I lado, aiim de comparlilhar, na testa solemne
: quo celebraos aqu mesmo, iodo o jubilo, lodos os
g../os. todas as impresscs deliciosas de que ciitau
vo- .ichacs penetrados.
Tenlio viudo, por ve/es, pobre do donnlivos, Ira-
zer-vosalgumas Dores desbotadas murenas para
eiiirelaear na grinulda elegante que poisa no aliar
deste templo magnilicj do saber e do progresso .
abatane.i-iiie a n co.loca-las lo tenues e lao des-
pidas de perfume o de belleza entre limitas oulras
que desabrochara viudas em raraaihcles mimosos,
que rehentam delicadas o pinas, que se expaudem
cm lodo o lino da regelacio colindas pelas maos
habis de jardineiros solcitos o experimentados.
l.inboru a conciencia me faca ver que essas i liron-
das -au de pouquissmo puro, d.-vaiiece-liie u
loinbrancadeque na i aslende's desprezado at ho-
J'': e esli.....sideraria por si .- fon bstanle para
que de novo me aiuina-so a entrar comvosco em
intima coiivcrsariodealfeclos.de idase sentimen-
losqoocsla solumnidade me inspira. Entrclaulo,
o simples conviva de oulr'ora que sempre dislin-
gin.-los de sobra com a voSSa benevolencia e aco-
Ihiuieiilos, aquelle que em oulros dias como cale
viera j.i seular-se comvosco sombra deslc santua-
rio das leltras, reapparecenesle momento dianlede
vos para dar-vos, aim da sauda;io de amigo, o
o de liman, e para agradecer-vos lambem a
subida honra com que v. dignasles eugradede-lo,
|levando oseu norae obscuro para essa mesma lisia
onde se mu-am lanos trames que .-o oulras tan-
tas glorias immarcessiveis o olenas, llujo, pul-
anlo, deixa de reinar o costume, o figura u dev ci :
-e vos nao desagradaran! n'oulro lempo os ineus
ates, como amigo dedcalo e fiel, menos
vo- podora.i sei adinrenlos agora que vos giu
tr,./iJos pelo iiino, polo consocio leal o sincero.
lia no vos.-o proceder para cuiuigo mais d<> que
urna prova de I.....dado, ha nm rasgo de summa eon-
sideracio e anecio; o eu que vos disse j u -- -
momentos pa-.-ados o que siiiio por vos, o qm
so o .. que desojo pelo vosso iuslitulo, repito-o com
mais fervor anula, alianrandu-ros o meu recouhe-
ciineiiio quesera .-eiiipio iuallcravei.
J vede-, pois, Srs. que se icio po-so pagar de
todo a divida era que estou para comvosco, princi-
pio desde ji a amortisa-la : j vedes que nao po-
deria de maneira alguma sublrahlr-me a eslc con-
curso, ahs tio luzido e apparatoso peta idea que
uelie iiaiisparece, e pelos persuuagens Ilustres
que a ciunplel.un. Alora o principio do dever que
i. ni sobre uum preseniemeula uma influencia lio
poderosa, porque me faz apparecer dianle do vos,
lio destituido de loica- de cabedues, quando oulros
inulos suigeni lu opuleiilus e vigorosos, aclui cm
mim anda um impulso natural, que me chaina a
di/er-vos algumas palacra:- mais que nao sao de
uoro cumprimeuto e urbaoidade. Sabis que me
uileresso tivamenle pela vossa inslitutcio, que pr-
|zo multo os v,i-.,i, constantes esforcos pela causa
do bem e-lar moral e inlellectual do paiz, quo pug-
no sempre, quanlo me possivcl na obscuridade
da mesilla vida Iniciara, pelo incrementa deseas
ideas generosas o nebes s quaes leudes consa-
grado com laulo protello as voseas continuas dili-
gencias, e por cujo Iriumpho j leudes leilo tanto :
permitti, pois, que, ao dlrigr-VOS a palavra, me
jdolenho era algumas refiexeesque au serio lora
de proposita, porque diclou-nie-as a vossa pro-
pa lesliv nlade.
Se forera de iieiihun valor, perdoie-me o ardi-
ineiiio : escudo-me ua vossa indulgencia para ven-
cer a difllculdade da materia que -e me anlollia
| gravo e ponderosa se, porm, ros parecerem de
alguma importancia, nao topareis no homem que
vos falla, mas sim no-pensamenlo que elle enun-
cia.
lora esensedo, Srs., fura, talvez, intil demorar-
ino anda boj,, em largas explanaces para demons-
trar as grandes vantagena que promelle e queja
tam produzido esle vosso estabeleeimento. N'ou-
n.is pecasioes loquei eslc ponto, e creta ter con-
seguido de alguma sorte provarqueo Gabinete de
Leitura em Pernambuco, proporcionando a todas as
classes da sociedade a instruccio o a difluzio de
conhecimentos uleis, nao smenle cora..... para
promover os nlercsses da civilisacio propriamcnle
dicta,senao lambem para firmar o dominio da pu-
blica mol ilela,],..
Eolio vos fallei eu deque aproveilam aqui to-
dos aquello- que se dedicam as leltras, ou por sim-
ples dtslroccau oceupaouo de nutra ordem, ou por
il prulissio o culto. Disse-vos que as rela-
ces estrellas de dous povos e de duas naces rmaas
idnticas por muitas circuiuslaiicias, sobre varios
aspectos, ainda mais se confirmara e consolidara
por este i.....inerciu em quu a I ligua representa de
principal usliuiiieuto. Afllrmei-vos, porque rou-
vccio, que a lillcratura desses dous povos, -
rados pelos limitas physicos, porm unidos pelos
Lieos moraes, achara nesla creacao da vossa illus-
tracio, c patriotismo algumas razes mais para sen
verdadeiro eiigraudocimento c assignaladu pro-
l'.in ,- -me que ailhei ses sem dillh uldade a es.
sas minh is assereoes julgu mesmo quo a experi-
encia uo deve desmcntii al hoje oqii.....i vos ex-
penda como resultado lu non meditar este n -
pelo.
Hoje, porem, que essas conveniencias 01
do vosso instituto esli amplarnente recoiilu
boje que Se nopi'idej duvid.u do quanin elloas-
spgut i, realisa a bem \.\ cultura do espritu ; i irei
convergirs vossasallenrespara um ponto d'en-
tro minios que ahi se poderiam encontrar na vas-
tissima escala do- assumplos sugeilos ao vosso ex-
aine ea vossa aturada exploracio.
(.'uando reflicloquo o estudo da no-.a bcllisslms
lingua, da lingua que fallaram Pr. Luiz de Souza o
\ lena, Canilles c Garren, o que anda hoje fallara
ll.rculaiio e Castilho, llebello da Silva o Latino
i... Iho. detao inealculavelimportancia para iodos
aquellos que nu Brasil e era Portugal, se votara
vnla das letras ; quando observo que os lio pre-
ciosos Ihesoun di sseslirres classii os, terdodeiras
minas para o perfeilo coohecimenlo o prolissio da
liltcratura nacional, nio se podi m, nao se devem
considerar eslranhos a investigacin da no.
que desoja inslriiir-se ; lamenta' de c......" que
anda exi-l.im nao pinos para quera o ,
dessa lingua o desses utassii i se augura um ub-
celo intil, una cousa insignificante, um espanta-
Iho da qual -o lo 01101,111 aproximar. Ha muilo
quem esteja em convivencia (ralenal e aniigave!
. o:n o-ses bous modelos de lingua e da llealuia
porltigueza ; ha alguem que, pondo de parta pre-
coiii dios Buggeridos pelo demasiado espirito da li-
berdade da moda ullra-romaiilica, ge nao dedigna
do ir ler e retar os primorosos escnplores que ,m
1- poca- hiu merecido o non.,., de class.....-,
de mestresda lingua.de orculos das letras. Des-
ses nio poucos devem esse resultado ao 1.alunle
Porlnguez do Leitura, onde .-o ibe- subministrara
j abundantes mananciaes para matar-llies a sede,
do saber : 1,uiii.-, em menor escala, ronversam a
-- no reliro di......aposento, cora esses excellcu-
les depositarios das opulencias da beliesa .1.1
nossa lingua o da nossa possanie lilleralura. Mas,.
em rompensacio, a n......na c.....erva so
desses re| i sitnrius fecundos Jas letras, cujos uie-
resses pretendeiu representar o romprehender :
inulto- -1 duzido- pelo que Ibes parece de mxima
utilidade, vio fallando e escreveodo n'um idioma
queja uo o poriugiicz genuino, castice ede bom!
censo. A geracio nova quo so levanta vida da1
sciencia, ambiciosa do rome pela cultura das le-
iras, perde-sc em grande parle pela ignorancia em
que esla sobre OS estudos clossll 19 e nao raro
ver nimios genios dislinctos, muitas talentos de
primeira torea, pendendo para a abscuridade su-
11.,ioi,,-si- no tropel mediocre dos trelos como os
chamara o grande Klinio, falla de uma ,
uieule inici oles da lingua, e da liltcra-
tura classica. Enlendem. muitns que ,1 poca da
lomaiiiisnio bamu de iodo.,- formas o as regras da
pescla; mas o erro crasso : oque dism-
il escola moderna em Literatura do iodo o
genero principalmente em poesa, o espirita de
1 1 liberdade regrada, que so abjura as formas
dispensareis laes como a anligudadeas prgate
cm numero inmenso pela bocados Aristteles, dos
Horarios, dos nunlrllianos e Ciceros, in- como
depois as eslabeleceram com oxcesso Viea c Des-
preaux, nao rae ao extremo irrizorlo doabolir
aquellas que sio .:.- incenlcslavel utilidade porque
se achara firmadas na rasao, no goslo e no propio,
nieie.-. da iialureza p d'nrle. Os Byroos 1 -
Skahuspeasi, os Wiclaiid e Gulllie foram tngenhos
|U" se ap'jilai'.mi mili i.-.-nna. ve/es do Irilh
iibocldo : arrojnam-se impetuosos por no--. ,
iiicuiiiui ii-uiave- campo- litteraiios ; deilaram
por ierra imnia barreira que Ibes parecer desue-
,--.111.1 mas alm de que nao desprezaram os
principios essenciaes do que so serviram para os
-cus 1,10 notareis irabolhos, sabc-seqne, se foram
exagerados era algum ponto, era isso um efleilo das
circu isepochas cm que se deram, e da
imaginaciue do genio ardente e arrebatado que
lio del a a providencia.
I. inecusavel que os priineiros poetas o ."isciiplo-
rcsgregos nio chegaram a essa eminencia, em que
nstemos, alian/ ua historia,sem que estudassem
- re a sua lingua eos -,.s lypos classicos: as
.....ss primas dothcalro grego, as sellas producces
oratorias, os delicado- producios do fanlasiar de "tan-
ios poetas, diversos por son ndole o dillerenles
pelos gneros de -as composices, Biigiram sob a
irilluei.cia desses lio vanlajbsos eslddos. Ao
conslaquc os bons-autores dos primearos lempos
na litieratura romana fossem desconhecidos pelos
quevieiam depois : o sentimentalismo de Virgilio
nao Ihe darla lugar a que cscreve-se e p, .
com perfeicocs, se elle nio conhecesse a fundo a
lingua de qu I, se llio houvesse colhido
lia lli ao di 111. -lies o que lbe coiivinlia para pulir
0 goslo e dirigir o engeuho. Kacil nio seria o gran-
de hisloriador philosopho epolilico; Ovidio nao se
ulevoria lo alio ni s amorta, ni n clarinophoses e
"s Fastos-, 1 I ull ,- i'i percio nao allingiriara j-
n a gloria quo adquirirn) como poetas eligia-
cos : ii'uuia palavra nenhum desses insignes es-
1 ripiores se celebrezaria i.uno, se nio bebessem no
profundo conheeimenlo do seu diema e na lico dos
seos puquios modelos os necessaiios principios que
Ibes po/eraoi em rele o as b'li/cs tendel,ca- do es-
pirito, da imaginario e do goslo.
Soja qual bu-, senhores .. poca a percarrer, o
paiz a examinar, a nacan a inquirir obvio que nio
po.ieui ha ver nellas verdadeiro homens de letras,
que se dislngara como escriptores, em qualquer
- -pcciali-ein ionio legllimos nile-
resse d'arle cm maieriaes desta ordem, se lhes nao
litado e ministrado o que ba de pin,, c subs-
I de sublime e digno de ullencan, no e-tudo
reciproco dn lingua o da lillcratura. Ambos se
ni pelo ensiuoauma apreciaejinsimultanea;
e quando se 1. ni conseguido saber un poucodu
proprio idioma, chega-se a saber lambem alguma
cousa de sua especial lillcratura, c rice-versa.
Appliqiiemos a principio a lingua e a Literatura
portugueza, e ah raesmu rccooheccr-lhe-hemos a
ei idencia.
(is estudos classicos entro nos [quanlo a lingua
que faltamos andam geralmenle muilo raros e
Obscuros. Se em coila- pocas o rico desolado!
ie Gongorae Hanni iiitrodutiram no idioma pa-
trio, vi mesmo-em Portugal, lano concoi nrain
para l afcia-la, c exeitaram lano esforro decidido
da paito 00-..: 1 plores Ilustrados, que reconhe-
ram anocessidade ingenie de oppor nina dirisa .
lorrenle devastadora da deprataciu litieraria, e
porque pensava-sej enlao que sem a instruccio
elementarda lingua. pura e correcta em seu natu-
ral deseiivolvncnlo, nenb.....passo .-o pode liruiai
110 eaminho da perfeicio, pelu que di/ respeito as
letras, ns liicMiuios ,ie bom potingue/ cuidado-
samente a, cumulados durante scelos nos escriplos
nioiiunii ntaesdos Barros, Lucena,Osorios, Arrais,
S de Miranda, 111 una, Rodrigues Loboe Bernar-
dos, tarara respeilosamenlc guardados pelos que
depois se pozeram trente da liltcratura portugue-
za. Quando a eeuerosa rerolucao produzida polo.
esforcos combinados de Diniz, Garccz, Haxin
loir.s, Francisco Hanocl e oulros, oppoz um
a degradacio da- letras e do goslo, e reapparece-
r.iiu as bellas tradicroes do fallar o do escretei
portugus dos primeiros lempos, onde [erara olios
nlrar os elementas para tan civilisadbra re-
forma Quaes foram os mslrumenlos que ellos
oiiipieg.iram paia que pudessem obter .--.1 lio
- isprada restaurariu .' Os i lassicos, esses fiis re-
cepiaculos das preciosidades da lingua, que Ibes
h.ivi.nii deixado Vieira, Bnlo, Paiva.de Andrade,
Diogn do i.iniio, Bernardina Ribero, Caminha,
Ferraz Alves do Orienle, S de Henczes e mullos
oulros.
Por ana vez esses que recorriam aos classicos
amigos para SUCCSr-lhcs O delicioso na forma o 11,1
substanciado idioma portuguez, e para igualmente
1 nolles as noces, as gracas e as riquezas da
lillen......1 nacional, passaram depois a sor mes-
ires, .1 ser classicos: o boje que Portugal cunta,
alera do oulras que- serio para dianle, o que o
soj, um Silva I u 1 lio. um Mondes Leal, mu i'.a-
raillu Castalio Branco, nao ha nenhum desses que
se jiilgiio dispensado de ir consulla daquelles
01,11 ulos do saber e do go-io, na lingua e no domi-
nio das letras patrias.
iainbem ha por l quem PScreva um partuguez
afrancezado, quem familiarisado de sobra com os
loueaios e atavios de lingua*estraubu, nioduvide
ii.i-pa--la.-para ella ero que s de*6n fallar c
e-, icv 1 1 -1 mprecom a maiur pureza e elegancia ;
11,1- esses p,idem-so no meio das mullid,ios in-
.loma-o inexperienlcs, esie mais um documenta
vivo para atlcnlar quanlo importa estudar o cora-
prchunder, em sua essencia, o com o preciso rri-
lerio, o- ininio- o minio graves expropiares c pn>-
ijectos relativos lingua e a litie-
ratura que 111,us so deve saber que quaesqiier ou-
lras estradas. Geralmenle se estuda e se aprecia
non- a lingua pelas versos que para ella se la/ein
do idioma ranee/: raas, i.iiis-iiuas o as boas
iradiici 01 s que por esse lado noschegam por aca-
so a liltaratnra dos romances, e para muilo- que
j, os, rev, in e que-o presumen) de sabedores em
consas tacs, a nica, a indispensavel mina onde
van escorare explorar constante.....uto. Entretan-
to, desprezam-sc os escriptores dignos do ser es-
ludades eimitadossempel tilha-se as vezes com
horror ou com um sorrisu de escarnea par.
tullimos que mostrara na frente um mue en-
ligo!
Em grande parle j se vio senlindo por aqui
un -no, o- 111.10-,11, i,,- desse perterlil gasta, in-
triiilu/idn rom lana lieenea c culpavel dcsomhara-
'.'" poucos, poiiquissimns, como j li/. notar, en-
Iregain-sc a esses estudos que alias sio de lio ele-
importancia e de i.io inapreciavel utilidade,
Entretanlo, n lllleraliira em geral, ganhava muilo
mais so, ao passo que aos espiritas juvenis une se
di dicam .1- leltras se losscm preparando nessas no-
elementares das primeiras disciplinas, se Ihos
minisirasse logo o ronheciniento do idioma patrio
concebido e pnsinado em toda a sua profundidade
e pureza so a moridade que laura lio frvida
no 1 aminlin raslo du roniam e, da p< sia, da his-
tori.i de inda-as uve-liga.,., s grienliflcas e litte-
raluras, se niriasse primeiro que ludo no aliento
o di lulo esludo da lingua que fall.....los class
relativos a essa mesma lingua. ns escriplos de
muitns que anda sepodem chamar franeczes na
forma, no eslylo, na d m, pensamento,
n.io appareceriam, poi ci rio, em lio avulta 1
rio; e a lillcratura d.....isso paiz nio apresentaria
j 1 1 -., dcfi IOS que por ve/es lano a deliirpam c
corro rapem.
l'-reo, senil.....-, que cada uma 'das linguas lem
u -mi dizer proprio, r faz .,- o, espe al, a sua n-
dole mu particularmente caraclerisa la ; ne--e pon-
ta a gravigsima opiniio de D. Francisco Luiz de
*"'"' esle esl ir omproem inleiro predominio
1
nho ,-omo inciiiroverso que a lingill 1 a li.....1 presentar ao inuiilo um papel dign,, .lelj pl|e
"-, ll.i.,..' ,1... ..... -..i' ... .11.1'. 1 ....... -I ... 1 ...- ~.
ral ura patria-, devem -1 1 i-tuda la- com Q 111 ai
rrupuloso examc e acurada meditaeio, alim de
que 10111 -. v.ipi.l.in au puquio e oeCCSSaro nm
idioma eslrangeiro, in-m se pretenda a foraitri
sanc onar o imperio das auliquarias rcpcllidas
o que nao podara valer como 111.....1 1 de
melhoi cunho as transaeces da ma Iliteraria,
scientifics e artstica. Bemoea-se hoje a formo-
sissiie.i lingua portugueza, manejada cuno vai sen-
do, com lecoiiln ,-ida dexlreza por alguna dos mais
omnenles prosadores a poetasdanossa antiga m.'
1 raple : iesl.iur.i-se o dizere o tallar dos bons se
, ilos da lilteratura K porque, senhores, se nao
ba de procurar 10. -.culo actual e 110 correr da nos-
, o ludibrio do nriine e da miseria.
lailnsenhores, suas facilidades -o eiiii.i pie, >-
11 1. seu amulo se abatar, esua alma a poucosa-
l,; 11 das ni o- du Creador, perdondo e-sa torea que
a caraclerisa ir de dia em da se de-trindo ;' o em
lugar do ser o receptculo da vonlade Omnipoten-
cia!, lornar-se-ha, semduvida, a raas despresvel
! i- creadas.
A Iteligijosenhores, es-a cadeia de ouroindos-
iruclivel que uno a Ierra ao Co, o que couduz 11
hornera ao cuinprimenlo de seus deveres, vos a for-
mareis aqui, seus anneis examinados c ostudados
por vos, unir-se-bao em vossas mentes o tara.) em
vossos coracoes --a cadeia prodigiosa que ios coli-
sa gera, do a i leseencia inlllir.u-lhes o goslo 1 dzr ao termo s.-m tira, do'Sumroo llora !
por esses bellos monumentos esenploa e estampa- j AquSenhores. o liomer scicntiOcado das rer-
dos as memorias histricas de tantas homens que dades da nossa Sania e Divina Religiio fari roaro
se lem dado o uierecidn Ululo de autores classicos-.'
Porqui se nao ha de concordar em que s medi-
ante o perfeilo conheciraeuto do idioma nacional
e que .-, p,,,.1.1 i-miar no de linguas oslraugeiras
como jiodisse u orudilissimu Horaes? Onde s
ha de encontrar .1 nio ser nos escriptores desla
ordem os esttios de cada uma das differeutes a
lio variadas composie as? onde se ha
de ir deparar com um 1 prova mai. Quelite e lerna
do que .-i do historiador de San-Domingos, a do p.i-
rista de D. li Bartholomeu dos Martyres?
ilude melhor eslylo pa o dialogo que em Ama-
dor Airaos.' onde ni us explcndidn lypo para a
historia duque em A. Ilerculauof onde mais fe-
cundo moloc para a elogia do qno em liia. i.-
iio-s onde ni.ns opulenta original para ora
-'.i.is duque era Vena onde mais abundante
tonta para a linguagem pompo-a e poiida do- que
em Castilho ? onde melhor exemplar do romaneo-
histariCo que em Itobello da Silva e om Andrade
Corvo .'
i. omic, si.nhores, podar a moi ida lo, poderio os
estudiosos too entrar lod i-ess,(. preciosidades, qm-
Sio lano para desojar, que .-jo lano para bem-di-
zere anplaudir
u espirito por este espa .1 nfinilo, vi r os prodi-
gios do Creador, nesses mundos, quo elle absorto
os contemplara admirar .. seu poder assim como
a sua saliedoria ni ssa marcha regular nessa torca
I .10. ,jo, ii,.-.,. so-iiiiii mutuoqui se prestara,
nessa ordem, nessa belleza e nessa mararilha.
Eolio,senhores o hnmeni j despido de sober-
ha volver denovoo espirito a contemplar o I n-
ter-,. ; abrir segunda vezo seu tro de rugen, o
porguntai au firmamento, quem esse tille, cuja
inromprebensivel sabedoria rae faz adoraros m\--
lerios llanda? Estas mestuos mysteriog Ihe res-
ponder 1i'
1 entregando o vosso espirito leitura destes h-
1 .- 1 1 pu lereis contemplar absorto o Ihealro do
tantas maravlhas, ejereis, portada ,i parte so-
liros, a- aguas dos vergeis da nalureza, e mi-
mosos bolos de verdura, ern que se einbalao as bri-
zas, du uma primavera continua !
\ razio,iiihores por mais esclarecida quo seja,
por mais que o homem leii.i.1 por sua nuluiez.t, a
inleligeucia desenvolvida, jamis, senhorespod,-
r lomar parlonas imporlanles queslesda mesma
nalureza, sum que primeiro nao procure por meio
1 de loilura coordenar os lacios, dirigir por meio da
Aqu mesmo, neste vosso esladelecimei.....roe lgica, essa mesma intaHixencu, fuer com que
"""I'"'''"1" M-Mp".....- dei 11,-. aborto a iodos rnciliodicaraonte concomo pa o desempenho ca-
que .-o querem instruir.....- varios ramos da scien- .,i j s..s ,j,.,....,.
01.1 e letras ouerecor-lhes lio so.....ole, alm disto,
na colleccio primorosa dos classicos da nossa lin-
gua o elenieulo mais imporlanle para quo se pos-
sara desenvolver com prove lo era lodu essa uo
interrompida serie dos conhecimenios humanos.
Fallo, j u sabis, reornidu-me a Porluguezes e
Brasileiros : e relo soja desnecessaria descer a
luiros concidadios para provar-vos o que tomei
por Ihe-,..
Senhores do 1.alnelo Portuguez de Leitura!
Saudamlo-vos no 8 anmve-nm de-la vossa ins-
liluicao, pagai-vo.- porraais uma ve/ homenajeo!
singela de meus sentmentos para comvosco'
Irouxe-vos a pequea e modesta olleivnda que ahi
vedes: falle-tos ella dos andantes votos que fon
pida prosperidade de vosas obra ctvilisadora o hu-
manitaria, falle-VOS do amor que lbe conservo;
do roconheeimenta que vos devo; do muilo que
vos merecis da sociedade. liso abraco frater-
nal do VOSSO amigo 1 :- o .loco apertO de niao do
rossa consocio: eis a Iraduccao iiel duque pens
o un que siiiin nesle momento solemne, ttrasi-
Iciro amanta das letras sada os Portuguezea que
as promovem com tanta dclicaco eempenho:
coin|inineiila-vos chelos de eiitliiisiasnio, de ter
quanlo as rekicoes polticas, que Portugal e o llra-
-il sao duas na, or- ilistnclas, pido lado scienlico
e lilleraro sao un B povo, una s vara, 11111 s
pensamento mu s principio.
POESA
ifcilailii |ieloSr. Fi-aiuisto lnaioPp-
rcii-a.
Epoiia nova o pensamento inspira
l'.ui cada pagina o veris radiante ;
N is marmores, as nas, a na lyra,
Do Eterno a dexlra lbe repelearante !.
. SEXIIFS 1.1 vi I
l'ilhos da patria que guardis no peito,
A fama amiga dos herot 1 assados ,
Alca as frontes, cnnquistai allivos,
O fofo augusto desses bons sagrados! ...
A f, a crenea vos reviva n'alma,
A luz das arles, Ihe refiieta o gremio ;
t nobre a estrada, que de llores cheia.
Vos leva ao templo de subido premio ...
Se n'outrasras Portugal pteme.
Palmas o bonos conquistara alm :
Palmas e bonos ll,,- oflerecainos boje,
Qu'ainda mil bracos nossa "patria lem ...
Eiacoragem Porluguezesoa,
E bolla a estrada do porvir,marchai'...
No aliar da l'alria vos sorri a gloria,
i. mais coras cem terror juniai !
Coras, mais coras do progresso nlhos,
I.lemas brllhera cm viva/ clarao,
s.-m que o- remorsos de sangreutas lid.-,
Venham com o lempo emmurchccc-las nio I
i.iue matar gloria, mais poder ainda,
Cabem ao povo que a silencia ,-ipraz ;
ouaiclu as letras, em que a povo estuda,
S'infunde a glnna que a s( eucia ira/ ...
'.ue resta boje, do Romano imperio ...
One vale a 1.recia culo-sal d'eutio .' ...
Viera dos cantos d'inspirados Genios,
'.'ue a glora, a vida e o esplendo! lhes dan ?
ibe Franca, quando o borne ib- .lena,
Tremer Qzera de Glscl a mol' ...
Se ne-s.is luas d'ambicio, sdenlas,
As obia- sua-, sa occultira ,i sol ...
(.loo vale, um Darlo, Alcxaiidre, Cezar,
i.lujminen-o espanto, 11.1 pensar produz
1.11. calera sombras ao fulgir d'um raio,
U 10 '..;, ,1 espada, quando a gloria e lu/. I ...
Bem pouco valeni. ,V -riein-ia cas letras.
Ambas lgulas por estrello le.. ;
Thronos elevara, de inaior grande/a,
Do orbe inleiro pela immenso espado ...
Ib 111 bajas tu, Portugal, que (raen,
\ pslrada encelas, ,:.- futuro brilhu ;
Mostrando n Europa, o leu Garrel divino.
Latino Coelho, Palmeirim, Castilho ...
I'.. :n bajas lu, que na tribuna al'iva.
Hroes ostentas que domis s'elevain ;
V'encend a turba co'a expics.-.jo de lucero,
Passos, Itobello, Pimcnlel, Estevia ...
Bem bajas lu. que dos BltligOS lempos.
Mil quadros moslras na grandeza iguai s
N j- Iheatros era que fallara os genios
De mu lleudes Jnior, Ainorim, Cascaes
Bem bajas lu, quo do sopulohio a boira,
Ijve.-ie um braco que le erguessu ufano :
Salvando a historia, d'um momio de cinzas
Basta o sen limeAlexjiidre llorciilano ...
sio IllllOS do leu frtil sub,
limaos sao Indas, liberdade o lei :
1 grande, i nobre, perlcncet origem.
De um poto Ulustre que chamaram ni' ...
Eia,romeiros do j rogresso avante '
E bella, a estrada do porvir marchai '
No s|larda patria tos sorna psperanra,
Eternas gloriasao pon ir deixai '
I. para as gloria- que o porvir aguarla,
I elides um templo, magostos.> j ;
linde em convenio, com um povo amigo,
Us dons se parlera, que a sciencia d '
Templo famoso, em que as bellas letras,
Cora mil esfoivos que prestamos d'.ilma,
Haiss'ei.....bre ,-, dilfundindoas luzes,
Que nos confercra da conquista a po4ma ...
I. vos, filhos, do Cruzeiro Imperio,
Une aurora d'hoj1 com prazer saudae-
\ vs un cerdasd'esplendore bulbo,
ijue o amor as letras com fervor mostrees '
L bello, .' nobre contemplar unidos,
Dous grandes povos ( nm igual ralor!
\:ub ,- famosos, i.....Ion da gloria,
Ambos illuslres, 110 guerroiro ardor .
Eiacoragem Porluguezesvamos,
I. bolla a estrada do porvirmarchai '
No altar da l'alria VOS SOIT a gloria,
1 tomos oiires do porvirganhais I ...
Recito 13 de agosta do 1899.
Dispurso /o<,oinicio,',> por Joaijuim ./os.' Itaymua-
./.) de leudonca, no Calele Portugne: delei-
tare, por occasiao desea anniversario, em V>de
agosto de 1859.
Sonhores. Paz hoje nm anuo, que eu alce! a mi-
lili.) dbil voz nesle repinta pora -andar romvosco
odia anniversario de-te sabio c inagesloso estabe-
lectmenlO. R boje quede novo venho domon.nar-
cos o quanlo meu cora, ao se rego/ija ueste da de
eterna records
" homem.Senhores,um rouiposio maratilhn-
so de substancias lem por conseguinle funeces;
physieas a exercer, assim como tambero funecoes
uno es elle de necessidade procura muios de ex-
ercer essas funeces : a Ierra, n mar, e as arvores,
lbe .-.i vno para a parle physica ; porm senhores
para a parte moral, onde adiar elle meios para
exercer essas funce.....?! Queris saber aonder no
Gabinete Portuguez de Leitura : aqui tiesta casa,
aqm ne-ias estantes, aqui n'esleslivros: elles vos
cnsinario a conhecer a sublimidade de nossa alma,
piles vos aproximaran] da incomprehoaetbilidade de
Dos, elles vos consolarlo em vossos males, cem
v ossas necessidades.
Senhores.A substancia quer physica, e quer
moal, precisan de alimentos, facto esta, senhores,
niconiesiavel, porque, se o homoiii der bstanle .1-
limenlo a substancia physica, e pouco ou quasi nen-
hum a substancia moral, resollar d'aqui que, a
substancia physica, que mais alimenta lem, impere
mi reaja sobre a substancia moral, e enlao,senho-
res, a razio desapparece, ou se perde, a intelligen-
ria abale-se, ou quasi se extingue, e o pensamen-
to em vez de reunir em si, parles ou ideas, que
com ellas tormera nm sumptuoso edificio do virtu-
d. o de gloria, seienlillco e social, n emir iriu acn -
lece : e o homeni, em lugar de ser senhor de Ba
razio, o dominador dos impulsos de seu cuacan,
lornar-se-ha escravo das suas mesmas paixoes, se-
nhor ni ii- dos oulros, do oju do -i, e em vez de a-
A eduea'-ao,- 'ule,res a nica cousa que distin-
gue u hornera na sociedad.;, e que o tazverdadei-
ro hornerana phrase da Ilustre Hdame de Stael,
nos ubriga qno leamos nesle estabeleeimento, es-
criplos que nos possjo desenvolveres nossas intelli-
encias, e quo nos tornemos por cunseguiute, dig-
nos boiiiensde nossa lai bella sociedade I !
Senhoresaqui, \ .js encontrareis magnficos pen-
saiuentos d,- moral e de Religiio, oonbecereis al
quanlo c ipaz o espirito humauo na nivesligai-o
dj verdade, compeiielrar-vos-heis da santidad.i
desses rares do. amigos lempos, no cumprimeuto
liel a le de Jess Christo, admirareis o iuabalavel
valor, de lautas trgens, que, arrestando imp.ivida-
inenle a moiie, o qne liada teniendo, foram colber
l no Leo, a cora luimarcessivel de lia grande vir-
ludu !
Sim,aqui coasaltareis a historia auliga o mo-
derua, tteodereis para o lacios preticadus, exa-
minareis os litros d'esses philuSuphos da anligida-
dc, e analysaado aa suas acees, veris por lodos
os lados essas vieissiludes oecasiouadas em lodo o
1 inverso; c bem cuino a agua, que golj gola se
vai filtrando pelas leudas de um taso, lornar-se-lu
O vosso Bonete um tabernculo de estopeadas re-
cni.l.i -oes 1
A proporco,senhores,que o homem vai aug-
raonlaudo, sobre a Ierra, a sua existencia, vai lain-
bem precisando que sua razio se eslenda sobre os
objeelos que o rodeiam ; elle, eonhece quo de sua
rigorosa necessidade dar expaneo a sua alma, o
faze-la quu reraontando-se a essa sublimidade da
nalureza, possa conquistar pura si, e para a socie-
dade resultados seguros de sua csusurtacio.
A conscieneia,senhores,esse menitc secreto,
que consliiiemanle mis faz lembrar as nossas boas
ou ms acees, precisa que a iislruainos, que a po-
nhamos sempre em eslado de aprescnlar-se a ra-
zio e exigir della o quo lbe perleuce, e fazer cora
que esse louieui que a despresuu, que a julgou cou-
sa iienhuma, seja castigado e devorado por um re-
raorso tal, que, em qualquer lisiante, elle sinla a
puniciode seu crime, coaheca que sobro ello pe/a
a irrevogavel espada da joslica divina !
A nossa Patria,senhoresha milito que senta
a lilla d um estabelecimcnlo como este, o povo
soltando seu pensamento procurara, porm de bal-
de, um lugar no qual podesse enlrele-lu, c fazer
com que instruidos era materias lao importantes,
dessem o sua mesma l'alria dignos exemplos de
glorias e de valor !
Aquisonhoresaprender o giioranjo nao es-
sa- iantazias da imaginario, muitas vezes ornada
somonte com licas cerdas de eloquencia e derhe-
torica : porm sim o vi-idadeiro eaminho que deve
miliar o homem nesla estrada de tantas dulituhla-
des aqui,senhores apprenderi o ignorante, nao
ss pirrases pomposas e delicadas; porm sim. a
veidadena religiio, e os sublimes myslerios do
Filho de lieos na Kedcinpcao do genero humano :
aqu finalmenteSenhores nao aprender elle ma-
lo lias urbanas o eortezes; porm sim, lera a pa-
lavra ue lieos escripia, purilicar sua conscieneia,
e-clarecer sua razio, loilitiear sua actividade, e
ar com que sua alma ornada de petlas tu apre-
.i.ive.-, viva Iranquillameuta gozando dos ricos
i,, ns da frtil nalureza.
Pi>eursn reeitado pela Sr. Amara de Mbunuerqur.
Si mi.mi s.DepOS de lerem echoado as cloque-
les v i,/es do oradores dislinclos, nesta respcitavpl
asserabla, com bstanle acanhamento ouso, sem o
merecer, oceupar a tribuna dcixada pelas altas n-
lelligencias, que arabais de apreciar.
Se, porm, nao houressem trovas ; como poder-
sc-hia gozar a luz? 1'. pois mistarqur apresentando-
ine, ossim como oulros de minha esphera, possaiu
ollas resplandecer e ver mais lornareni-sc dignas
dns adquiridos encomios.
Passeandoem umtajdm de odorferas llores re-
camado, Dcareis perplexo, por sua gualdade, a
qual dellas d.nei a primasia : o mesmo nao acon-
lecer, porem se de envolto existirem nutras a
quem a nalurezaescassa nao prodigalisou a m
belleza,a mesma syupatbia
S'io di--,ouhe,.ii quao temara a empieza ; la-
refa muilo alm dos meus traeos recursos, sobram-
me porem bons desejos, posto que me f.illecein as
torcas alenla-me a esperance de obier a rossa be-
nevolencia quanlo aos deteitas e lacinias deslc pe-
queo discurso.
Reunidos neste augusto recinto, senhores, nos-
so lira congralulanno-nos e pro-lar as dovidis obla-
..,.,.- aos immortaes filhos dos Durcs.Goncalres Dias
e Carauuni- peto oilavo anniversario da instituicio
deste Gabinete consagrado a lillcratura; instituicio
esla, que tanto mais acredita aos briosos e honrados
porluguezes. quanli foi, e talvez seja o nico no
qual |.reiiisos sorvcmos o doce leile da inslrue-
ejo, que lautas vanlagens olfereee a mocidade es-
-a de un: futuro brilhanle, o qual consti-
liiiudo a solida o iuabalavel base do edificio social,
Iota o descanco, a profusio e a felicidado ao seio
das familias. "
Hospedes em nossa pairia, sin os generosos
Vieiras, que, em nosso lugar, euipregau) esforcos,
veiB-em obstculos, nao podpam sacrificios, II-
nalmenie faltos do egosmo procurara caa vez. mais
aperiar o taco que ala a patria, do saudoso mar-
quez de Pombal a de Sama Cruz, franquei indo-
nos com a urbanidade e delicadeza, que Ihe sao
usuaes, as portas de seu Gabinete, a.- estantes de
sua biblioteca.
Perteilamenta, pois,souheram os inimonedons
Carnees, comprehender, que sera a educacao e esla
Sem a moral nao era possivcl ler o hornera conhe-
eimenlo das relceos que o ligaiu a lieos, a si e
aos seus seiiielhanlc-s.
\ lioosfiyrque o honiem sem religiio um bal-
eo sem pillo, um navio sem tome, guiados pelas
leis de sua obscura razio, elle naufragar no nson-
davel c tenebroso abysmo do iropl da- paixes.qoe
o inllainmam e arreiue.-.i:,i ao horrivel cabos da per-
dicio ; necessario, pois que de uma vez porio das
- picamos as disertacoes iiiipins, contradictorias
espinosissimas de Toland, o ciarn prfido da dou-
liin.i de Voltaire, os infames escriplos de Tindal;
por ella cabalmente convence-so o ente inllnito.das
i.lac,,es, que ouvem a si o aos seus somelhanles,
sua insiillieiencia, abandona os paroxismos do or-
gulho. evita a fulacao dos prazeres, resignaree as
voissiiudes humanas, coniriclo ve a cxnco em
lorno de si dos seus proprios arrebenies ceifados
em llor, e o assaltamenlo de enfados biristreis a
mu mal desconhecido, sabendo, como um simples
mortaf, exhalar o ultimo suspiro.
Ella resume em si o progresso da civilisacio da
sociedade o se faz sentir nos grandes dsenos da
lail.iija entre as tnon.ircluas V-syrias,ludias o Chi-
nezas; os Armenios,Turcos, Abyssialos, rabes o
fersas, seja qual tor a certeza de sua crenea com
lano que lirundos na incunteslavel verdaile, em
que se baseam, convictos da existencia de um po-
der extraordinario, infinito, prestam o devido res-
peito, bomenagens e adorac.jo.
\ ptoporcao que a ilfustfarjo delles se apodera,
mais vio procurando entrar no gremio da vrda-
deira religiio, daquella que se remonta a origem
da sociedade.
Esta anliguidade a torna respottavel.
Compre absolutamente nao escarnecer de seu
berco, lijo abalar a- suas columnas.
ll meio ellica/ para nos iiiergulhar no vaslo cam-
po da experiencia < dos conhecimentos, fuuipul-
rarmos as bellas paginas dos melhores litros de ho-
nestos escriptores,
Nio ignorando, pois, esla ulilidado e a urgente
prcci.au do denamanieiito a maos cheias da scicii-
i a. nous preci isa que o ourol, foi o phanai de glo-
ria, o pharol de candado, o de-ejo inveneitel das al-
mas nobres dos virtuosos porluguezes, que feliz-
mente podemos possuir quem nos proporciona com
a abertura de-te estabeleeimento a liberdade cum
que nos permite Irequenlalo
O quo tonho dito, e o que pedera dizer nada mais
elevara os honrados porluguezes, pois que sua pu-
sicJo teila e roconiraendada por seus oxcellentes
actos.
A acquiescencia que eslc til Gabinete, lao me-
recidamente lev e. lem, e creio para o futuro ; ura
padrioda mais subida coonsideracio, que Ihe tri-
butamos e devenios continuara iniuii.u.
Basta. Ja Icio em vossos semblaiiles. Sis. porlu-
gii,/es, o con-liangimeiilo ; temo correr o risco de
ofl'onder vossas susceptibilidades inagoando o pdi-
co -, mmenlo o cum mi aflbuta levantar o veo da
modestia e do destnleresse, que alean, o quererdes
conservar, sempre baixo.


COMMERCIO.
?RAg.V no REC1KK 13 HF. SETENNO DE 1859
AS TftES DORAS l>\ TARflE.
Ciilareo- olioiaos.
ii aconto de letras -8 0 0 ae aono.
Francisco Mamedt de AlmeidaSecretario.
f. torrentes, loo feries p i- de ferio, 12 barr aira-, O lllm. Si. Dr, chefe de polica manda declarar
ir.in ; a E. n ft'yalt' que nao si consideran) Icgilimsroes para bter pns-
I eaixa ferragos, I dita miudezas; a t'eidcl Pinto saporle para tora do imperio, o"nnm serio visados
A' o passaporli'S dados pelos cnsules aos subditos de
SO gigos lnuca, 50 barra manteiga, 20 caixas fa-i suas respectivas uacoes para vajai dentro doim-
zendas de algodao : a Saunders Brothers & I peo, sem que se teiiham saliscilo as disp
i raixaa miudezas ; i Snothan Mellors & C. do artigo 72 do regulamento n. 120 de 31 de jauoi-
100 barra manleiga, 25 toneladas rarto de pe- ro di 1812.O sci retario,
Diario de Pernambuco Quarta eira U de Setembro de 1859.
,1
Gaixa Filial do Banco do Brasil
em l't'rnainluift).
Em i:(ii- srii'iiiiiro dr isr.it,
Directores da semana os Srs. :
Jos Pereira da Cunta o Antonio. Marques de
Amoro).
v calva I sronta letras a 8 0 0, loma saques so-
bre .i praca do Ilm de Janeiro, e r.....
ao premio de ( n 0 ao anno
N0V0BANC0
I'l IMilHi)
EJI l:ll)F. sin:\iiiiui DE 1859
0 Banco deseonta na presente semana a 80
anuo at o prazo do 4 mezes, c a 90/q at o de 6
ni.vi>s; toma dlnhciro em cuntas eorrenlcs simples
mu mu juros pelo premio e prazo que se conven-
cooar, asaca e toma saques a ibrc a praca da Babia.
AI.I'ANDEGA.
Rendimeniododia 1 a 12 1l:60lJ869
dem do dia 13....... I6551J772
168.1533041
Descarregam boje 11 dt uttmbro.
Barca inglezaHcrmianemercadorias.
Barca amercana:=Ccrestaboa lo,
Brigiic inglezLindlsCamecerveja c arroz
inglezReinderbacalho.
Escuna inglezaElizabeth Bastherfazendas.
Escuna dioamarqueza -Amand-queijos e rolas.
Brigue portuguet=Tarujodiversos gneros.
toviMENTO DA Al EANUEUA.
dra : a Scotl \\ ilson & <
Vapor nacional Persinunga rindo dos portes
do sul, manifestou o seguinte :
2 raitocs chapeos do Chile ; a Jos dosSanlos
Andrade.
1 dito fazendas ; a Feii Pereira de Souza.
:i paroles i.i a Pranrtsea Pires Carnciro.
2 cruzlas p na cngeuho, caixotes parafusos a
Sacaren Barbosa a C.
Illlt saceos (eijeo ; a Eramos, u li mirado \u-
dinheiro drade.
1 caixn ignra-se : aordem.
H i nie ingle; Remloi -. rindo do llalitaz, con-
signado, Saunders Brothers, manifestou o
guinte :
2,020 barricas bacalho, Ht paos de pinho aos
mesmos.
Hiale nacional Lindo Paquete vlndodo Ma-
ranl io, consignado a Almeida Gomes, Alves 4 C,
ao i manifestou o seguinte
:i raisoos de camisas, 0 .li os musirs de opera-;.
!l ditos vestuarios .lu dita, 2 ditos candieiros, 2 cai-
tas tn nos de vidro, I raizan arandellas, 1 omhru-
Iho paos de laneas, 1 dilo papel para pinturas, 1
ililo objectos de Iluminaran, 1 e.iiva encoslos do
tilo de algodo c cebarlas de dito. 1 oaiva carios
rendas dealgod i, 1,200 saceos farinlia de mandio-
ca, MO ditos arroz ; a ord.ioi de diversos.
CONSULADO GERAL.
Remiimentn do dia 1 al2 1 175)500
Ideui du d.a I !....... J.T:!.,.-!Mii
Volumes entrados com fazendas
* t com gneros
Volumes tbidos rom fazendas
com gneros
:i:>7
525
------ss:
259
661
-----920
DIVERSAS PROVINCIAS
RAndimento do dia 1 a 12 .
dem do da LI.......
17-.*IISII9
G18J6IS9
5t3129
669$098
Iiiiportaa-u.
(.alera Ingleza Barmione, vinda de Liverpool,
consignada a c. J. Asile) 4t C, manifestou o se-
guinte :
19 laxas da forro, 2 barricas barras para forna-
llu. 18 raizas obre, 1$ ditas 8 fardos fazenda do
al^od.i|i ; a Barroca iV Medciros,
1 barrica reuda de algodo : a J. -I. ''. Bastos.
2 caitas chales, 2 ditas lil de algodiiu e dilo del
seda ; a Rocha Lima \ Ciimaracs.
5 sigo* ridros,25 caitas conservas, 1 dita e 2>
barricas conservas, 2 caixas mludezis, 10 fardos la
zonda de linho ; a James Ilallidav.
2 caitas de fazunda de lia, 19 ditos dita d.- li-
nho,86 ditas o31 fardos din de algodao, 1 dito
mantas para selim, 7 caitas linha, 2U ditas cli. '2
ditas cassas do algodao, 5 barris agurdenle, 2l)
ditos olej), i'J ditos cerveja, 50 ditos manleiga,
1IKI saceos arroz, 12 fardos Ierro; a Saunders
Itrolhcrs.
6 barris vidros ; a Paln Nash i I'..
O ditos barrilba, t> caitas linlia ; aJ. A. M..
Diaa. I
6 caitas Lzenda de laa, 2 ditas dita de algodao,
1 dita camisas, n gigos louca ; a A. C, de
Abreu.
2 caitas e 17 barricas forragens, ditas dobra-
dicas, 3 ditas pregos ; a Paln .Nash & C.
10 lata- de ferro; a S. P. JohnslonA C.
:i aaixas chapeos de palha, 1 dita ditos de tellro ;
a J. B. Fragoso.
i caitas li.ic llias, 1 dita lliilio. 2 ditas alpaca, I
dita camisas de meia, 1 dita collarinhos, 1 dita dia-
les, 1 dita calcado, 1 lilla umbrala de linlie, I dita
lencos de algodao. 34 dilas chitas, 1 dila bntins, 6
ditas fazendas de laa, II ditas o 15 fardos dila do
algodo. 1 dita chales de selim, i ditas chapeos de
palha, 2 ditos chapeos de sol e fazendas; a li r-
reira & Araujo.
02 latas de ferro. I26pecas, 12 caitas e 12 fei-
xes machinas para engnho ; a Braga Silva
& C.
loo barricasbarrilha, loo barris manleiga de por-
co, 7:t gigOS 2 barritas lnuca, U caitas agurden-
le, i dila- ti ilni, 12 ditas champagne, 1 dita qucl-
jos, 1 dila moslarda, 1 dita molbos, 1 dita cidra, 1
dita e 12 presuntos ; nrdom de diversos.
100 chapas do ferro e 20 barras de dito, tonela-
das de ferro em Linio, 1 caita onvelopus; ai..
Stnrr & C.
10 caitas chapeos de palha ; a J P. It. dr
Sonza.
38 caitas e 4 fardos fazenda de algodao, 14 cai-
tas dita de linbo, 17 ditas biscoilos, 122 barricas
cerveja a Uamson llotvie i ('..
7 caitasconseva, t dito moslarda, 4 ditas bis-
coilos, lo ditas presuntos ,-i m.j. ti. Fonlc.
I caita presuntos, 2 ditas queiios: a I". J.
Leile.
"iii barris manleiga, 1 caita fazenda de laa, 1 dila
dila misto, 9 dilas e 17 fardos dita de algodo ; a
.lames Rydi r \ C.
1 taita liudozas a Soulhal Mellors.
10 gigos, 1 barrica e 1 resto lnuca, 10 caitas fa-
zenda de metal. 19dilasC7 lardos dila de algodo: !
aos consignatarios.
1 caita lerragens ; a J. I. C. Morar-
1 fardo fazenda de laa, 7 calzas dita de algodao ; i
a Rostron Bookcr & C.
I i .uva ubras de cniro, 1 dila fazenda de laa, -i
dilas diia- de algodao : a James Crabttree \ C.
I eaixa lencos de algodo : a .1. .1. (,. Bastos.
117 caitas fazenda de algodo, 8 fardos dita de
linbo, 10 Jilos dilas de laa, 4 caixas chapeos de sol; ]
a llenry l.ibson.
100 barris maiteiga, 65 toneladas carvao de pe-
dia i Scatl Wilson.
8 feiXes no barricas ferragens ; a L. II Wvalt.
40 eatxas lama a Seve ,V Filhos,
10 fardos balas ; a Arkwrighl & C.
52 caitas e T,| fardos fazenda de algodo, 11 ca-
xa* loalhas de dito e guardanapos, 1 dili papel e
pertencesdeescriplorio, 10ditosqueljos, loo barris
manleiga; a Julmslon Pater ,\ I
1 barrica monho para caf, 2 embrulhos roda-
de ferro, 63 barricas e 0 cutas ferragens, 1 barrica
lampeos. 1 dito vidros para os meamos, 1 tardo
papel para ciiibrulho, 1 dito refogo de algodo, 1
caita relujaos, 1 dita canudos de couro e panno de
borracha, 1 dila senda de algodo, 1 dita selins, i
dita perlenaes de boina. 195panellas de ferro, 20
caitas falla de cobie, 10 barricas pregos de dito,
10,507 barras de ferro, 2 saceos amostras; a s. p.
Jobnslon i C
72 eaiat fazenda de algodo ; a Fot Brothers.
Escunadnainarqucza Amanda, viuda de \nluer:
piai consignada Csmbrone manifeston o seguinle-
luii.- papel ; a Domingos Carnelm,
12 caitas queijos, 50 dilas velas, 1 dita rotim :a
lircnder Brandis.
i"i caixaa espingardas, 25dilas qoeljos, 1 dila es-
pora a E. H. Wyal.
13 caitas diversas mercadorias, S ditas tintas. 1
daa perfumara, 2 dita- ferragens, 8 dilas c 1 cesto
vinho em garrafas. 1 caita e 1 gigo droga-, :| dilas
litros, '.i dilas vasos e mais objeclos, li dila- foges'
e Uleneil os de-rozinha, 1 dila papel pintado, 1 dila
veinviaiu, i dita semen tes e plantas, i dila esco-
jas e esponjas, ;t dilas candelabros relogios ele. 1
lardo cordase pokams, 1 barrica pnlassa, 7 dilase
4 fardos diversos arligos, 2 pecas de ferro batido, 2
caitas apparelhos de ferio, 2 ditas licores e Inicias,
i ditas dous cabriolis, arreios etc. 1 armario, 1
caita rodas, 1 carro grande e pertcoecs, 8 rodas
de diversos taannos, 2pranchoes, 1 i objectos pa-
ra machinismo, 5 caita- qninquilharias e peJfuma-
nas, 5 saceos cavada o ferello, 3 caita- gallinhas,
gallos etc.. 10,170 telhas, 4,000 lijlos, barritas
cimento, 1 caita tenas, 3dilas telas, 1 embrnlho
amostras, 2 caitas e 1 barrica cerveja 1 cuta cavi-
Uias de ferro ; a C. S. Cambrone.
Brigue inglez. LindUfarne, vindo de Liverpool,
consignado Pton Kask ci C, manifestou ose-
guinte :
100 gigos e 1 barrica Ion, a ; a Fox Brothers.
200 barris, 20 rollos.37 teizca e 4li barricas rhiim
bo, 100 caitas folln de Plandrcs ; a E. A. Burle.
1 caita eartes, 423 barricas cerveja ; a C. .1. As-
ile A; C.
1 dita fazendas
Abren.
3 ditas dita de dito dito ; a Rriinn i C.
50 barricas cerveja a Caminha i Filhos
1,400 barras de ferro, 45 fexes di- dito, '.l feixcs de
arcos de dilo ; a James Ilallidav & C.
1 caixa cordes de seda e miudezas, JIonsen
i\ Viussa,
10 pecas de obras para machinismo, S canos de
ferro para ebamin s, 1 caita ferragem, ;t'H) furnias
de assucir ; a S. I'. Jobnslon.
2 caitas chapos de palha ; a II Gibson.
Hl caixas cerveja, 2 ditos t< fardos fazendas de
l'i, 2ditas e 13 fardos dila de algodao ; a Arkwighl
At:.
12 caitas fazenda de algodao ; a Adamson
Hot/ei 6 C.
7 ditas o 16fardos dita de dito, 5 caitas chapeos
de sol ; a James Crabtree & C.
DESPACHOS DE EXPORTAC\0 PELA MESA Do
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 13
DE si li HBRO DE 1859.
Rio da Prata Patacho nacional Flor da Baha,
Bailar a iMiveira. [0 pipa- aguarden le.
LiverpoolBarca Ingleza Palmalla, Saunders.
Hroiiiors v\ i.., 750 sarco- assucar mascavado.
LiverpoolBarca ingleza Prospero, Paln Nash
ti C, 121 saccas algodo.
Havrei..iler.i trance/a cAdelle, Tssel Freres,
300 sano- assucar mascavado, 208 saccas al-
godao.
DelawareEscuna hollandeza Gesusl -rs S Bro-
ti'i- ,v i;.. I, :i s.ii io- bssu :ar mascavado.
I.i-boaPatacho porttiguez Jareo, Jos,- Joaqnim ;
Pernandes, 250 cuinos salgados.
LisboaBarca portugueza Mara Jos, I'. S. Ra- .
bello \ l'ilhn, 71 ciscos niel.
Costa da MinaPatacho portuguez S.Jos*, Vino-
lini Irnians, 25 cascos agurdenle eai h
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS iERAES
DE PERNAMBUCO.
Bendimento do dia 1 a 12 6D67S720
dem do da 1H....... iilu,sj i
Itnlino A. de Almeida.
Regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1812
\ri. 72. \.'ni se conceder passaporle a cidatlo
brasilciro pira porto estrangeiro.ou estraogelro an-
da que seja de nina paro outra provincia do impe-
rio, -iin que sua saluda seja primciramenie annun-
orn es i ni tres das ao mi nos. Onde
nao hoiivcrcm jornacs, os annuiicos se aflixaro
na pmi i da freguezla, nos Lugares ni; s pblicos.
S no rasode ueressldadn urgente e esperil
e dispensar esta formatidade aos que prestaren)
Ranea idnea O Fiador se res|.....sabilisar ncsle
ca3o polas oi\ id.i-,),) nfaneado, c so sngeitar a pe-
na de mulla al 2009000, nii c iso de mostrar que
o afiancado proeuron esse meio para evadir qual-
qner respunsabilidade
0 conselho adminis-
trativo do patrimonio
tos orphaos It'in tlt por
em hasta publica na sala
de suas sessoes no dia
1 \ to corrente a renda
tas casas o mesnio pa-
trimonio aimivo meucio-
iiad.'.s, por lempo do -\
anuos, segundo o que
dispoe os arls. 28 e 2'.
dos estatutos em vigor, n
saber :
Praca da Boa-Vista.
N. 1 Casa tic sobrado de
dous andares.
Ra Vigario.
>'. 71 Casa <\r sobrado
tic tros ailares.
Os licitantes haiam *11
REAL COMTAMIIA
Pai|ueles iii^iezos a vapor.
Vto da 14 do correnle mei espera-se do sul o
vapor iynt, cnmmnndante lleenay, o qnal d
do demora do rostume segiiir paia Soulhamplon,
, para
aiuson
Urden* terceiras t irmnnda-x.. Programilia da festa de >'.
Quando na aclualidade iodos nos reclaman) "
senliora da Kscada, na
reja daConceieo dos
8
Militares.
locando nos poli,.- de Lisboa e S \ ii en I
p i--.i.:oiis ele. Irata..... enlcs \
llotvie i; r... na do Trapiche Novo n, !2.
I'. S. f) embrulhos s se rereliPin ate duas ho-
rasantea di se fecharcm as malas, uu nma hora
pagando um patocao alm do respectivo frete.
Para o llio de Ja-
neiro
O veleiro e bein conhecdo briue nacional li.i-
mfl i, de prmeira man lia, pretende seguir com
muila breridade, lem parle do seu carregamento
prumpto : para o resto que I lie fal i, Irata-se com
o -cu consignatario Antonio lu.- de Olivcra Aze-
redo, o na ra da Cruz n. 1.
Maranhao e Par;!.
I'ni ndo seguir rom moda brevdado o brigue
scuna Joven Vrlhu lem parle de sen carrega-
mento engajado: para resl t, ti ita com n o
nal uto Mil..-no i.ni/ de iilvera Izevedo,
no sen escriploi: i ra <,\ Cruj n. 1.
Para o Mu de Janeiro.
(i brigue nacional Billa Varia, pretende seguir
riagem rom lirevidade, por ler parli da ca
pare o resto trala-se na ra de Vpnllo, armazem
n. hi, ou com o capto uo Irapichc do ala i-
d,"lo
le na votaco, vernos o contraro nasordens
terceiras e irmandades, em cujas corporac -
permellido volai nm pequeo numero de indvi-
- dzi i; mies par este
Dm ; e san ellea os m sinos qu na libcr-
il uli na i i das cor poro-
res religiosas fossem inferiores a aquella, > tal
sert't o iinn r.....ptenle para ronsoguirmos a re-
fni nu doste system i peni o ?S um
des 'obrimos, c vim a si r, [ue as m< -'- regedoras
dessas ordens e um ni lades, c itnpi nelradas desl.
. i le tratera d refot mar s ius estatutos nes-
tdareiu o excrop i de |uedosejam, ,|, lo Sr. i
'I'"' '"""- "-;'". I n das lin ,|vn|- .,,.,,,_
' ''" "-"oda..... n|j ,.
na.* .ercerem de/ n do/.......- su vos, lu ,,,,,,. .,
"que ser Uara Sanlissima
I : 1 I
v, di.i 17 do correnle, ao meloda, ser anniin-
eiada poi girndolas de foa i, a festii idade de X --
-i Seninorada Escada Na madrugada do dia ls
|haver in sacn......-i i y balalho ;
as U hura- do da ici.i a heneo di imagom, c as
de S. I-Vanesi
que atienda .
mente lazent
'Vr... ,
njn mesa fntura appell im h
- s, .ue humlde-
'' j iiiaon nori -
'4 HOSI'int portigiez ;'
BENEFICENCIA KM PE11N \MBH:o-
rendo a junla administrativa do Hospi-
tal l'.iH'i.-1 / ,: p.eni i -i i cida- ..
- o o annivers irio da
: i .'io do nii-nni lln.-'pil d, ; j i a hon-
;. ra de convidar a indos os Srs. assa lados,
. aos benemritos dlsnos liemf.'ilores de
1.1o pin eslabelecimenlo, para no dia ls
do eorn me pelas 10 li n 19 em ponto as-
. ni a fesla religiosa do [Midroini S
d .jo d.' lieos, c 1 1 pecliva sesso mag- -
na, que indo 1 -r.. lug ir no proprio cd
^i co denominado Sitio do Cajiioro.0
eslabelecimenlo ser franqueado a tola.
as pessoas : 11 ie di ;n irein 1 islla-l 1 des- \
de Id horas da 1 2 da tardo e
das i as '> ,,i noite.
Ilecife 1:1 de sel |jc,g
.'.':/, /,'- !i /:
1 cerctarlo.


Boa-Vista.
fo hoto armazem de fazendas d Rajrmmde
los Linio sV liinao, alerro di Boa+viala 11. 10,
cba-se conslanlemenle um completo sortimento
de fazendas proprias pan n aso desla cidade, e
para negocio do uterior, que, a retalho e por ata-
cado, se renden por naratissiinos preces lano
para chamar a freguczia ao < -1 il" lecroenlo, romo
i|n.im
II a meia dar principio a fesl esira sob li ponleda Boa-Visla. Oa dnnos do estabel
menlo esmeram-seo quanto possivel era variar
0 sortimento das fazendas, em abalemos seus pre-
ces, o lera sempre aberto at '.I horas da noitp,
Ilumina li a gaz, com eaheims habilitarlos j
tratar com foda a delicadeza at as senhorasqna se
dignaron) fre pienla-ln. Fsperam, por islo, ai
enrr.....'laca coadjuraco dos seusantigos fregu.
/o- o amigos, de todos os habitantes tiesta cid.oh' -
do interior desla provincia, e particularmenie dos
illustres moradores do lindissimo e rico bairrn da
Boa-Vista.
Las para bordar.
Y.....le-80 la pira bordar do todas as cores e
nimio bonitas, muila lina e de superior qualidade,
prop : ilinhos, loucas, tapetes e oulras
1 obras m lis, 1 baratissimo preca do 8,-! o libra :
na ra dn o i'irnido, na bein couhecida luja de
1 is da Boa Fama n. 33.
MH ETBISHS.
\ endern-se milito bonitas pias paca agua benta
e lampannas, iinicanienle proprias para oral ario ,
I polo baralissiiiio oreen de 2g na nu do Que
Ido, na liein conherida lujado uiin I"'as da B 11 1
1 nu 11. 13.
PenlesdelodisasqBa-
i:om\muEi\ifliHUM
m
niM I.AI 1 PRO! ISCIaI.
Rndimentoda dia 1 a 12 .
dem do dia i:t.......
6:678$540
I :.2i2-.s:i
2:.is;-rl:n
I5:82G$013
MoYmento do porto.
comparccercom seus lia- .}
dores na sala dassessoes
do inesmo conselho s
11 horas da niaiilifia
mencionado dia
corrente.
Secretaria do conse-
lho administrativo patrimonio los orphos
i de sftfinl.ro Ir 1859
Oll'erece se ama peisoa para Uzet
iu;u:n:i escripta 011 pira negocio de ra
dealguma casa comtnercial : t|tiem pre-
terid rdirijasea ra do< Quarteis n. 18
SOCIEDADI
IXSrniTO Plft E LITTIRUtlO.
- I horas, haver msica militar em um palan-
pie des -m:- mil na i ni idas symphou.is e ou-
vortnra-'. Ilualmenle o orador do TE-DEUM o
Rvm. padre-meslre Lino do Monte CarinnlloJ.u-
111.1 1 nave i guar-
honra. Os d'-votos da mesma Scnhora apfo-
i veilam aopportnnidade para rogar aos moradores
da ra Nova, dignem illui.....ir as frentes dn
irnnr mais Dtplendido
q te Un licaro s immamentc
I'ede-sc a 1 Sr. Hermano Eranciscn di Ol
ra, mu di .1 1 1. n do Ibe ilro Be -vi ila l-i-
| bel, o favor de levar .i siena o magnlico dramii do
Sr. fturguiiiOs Tras Imores. Este drama, que
10, um di- .....s bellos II irea da
COn'.a lillorari.i da pedio o--ci ,ilor, j'i f i a pii repre-
senta I 1 com B|
o pnblici, n ncollicra rom o mesnio enlhusasmo
com que o acolheu n'oulro lempo; que uSr.
'.Tina:! lentes.
iluii tierniatit
!' '-' (Salgado, faz sciente ao
.orno
2a de maio do presente
auno, dissolveii amig ivelmeule a so ; dad i que ti-
nha com o Sr. .1 Uanoel Perreira Ramos no es-
labelecimenlo defarinh c massas, sito na
ra das Cinco Ponas, pi r 1 sota a raz 1 -.
cial de II 1. licando o ex-fi 1 :o Ramos
.1 uni-
responsu-pl ;, i, ,.r 1 -,,, ,j ,activo e uissrn da es-
lincU firma, r 11.....msl 1 il 1- p ipets de dislr ict
'llli: as .... ;io prximo
1. Ri cifo 1 : se mlirnde 183 1
Vendem-sc pentes virados do lartarnga de gestos
......nte novo- o multo bonitos, pelo barato
pro 1 d 1 1, 12. I c lG.s'. dilas de maso a imit-
is di tartaruga a 2-, r lirado-,
limito liem acjliada c em caivinhas a
I-, ditos detartaroga pira alisar, milito fornidos e
ivegacaocosteiraavapor. '\\ ,..,...,, *..
...... vapor Persinuuga, com- W.i? .,.-,,:;, ,.rai. iiwcm
1.1 c Almeida, i
It liara os do "
<,*i^.^^^'' Os bemfeilos a-19, ditosde marfim a 2 e :!5, ditos de
,. id -i itraiarrnmo ; sitias Boc borracha a 800 e lj, ditos de bfalo a :l2ii. 909 >
'' 1 j ca de.Mar, nm inta mente ilro que flea hDO rs ditos de marfim muito finos para piolbos a
rTCDIDIA 'iiiro .1 u.i ; ru ii 11..1I. po apparecer l o 19500, ditos pretos de buflo a 990 rs., travs-
O
mandante Vianna
partir desie poi
f
Xavias intrads no dia 13.
Terra-Nov.)-:l das, brigue inglez Ualelulhn, de
212 I.nieladas, capitn GeOlgC Hall, equipageill
12. c.iiv 2,57o barricas com bacalho ; a James
Crabtree & t'..
Obiirrai 0.
Sahin e uindeou to lamarao para acabar de car-
regar a liana francesa Foriui 1.
norte It" sua escala at a cidade
da Fortaleza s "> horas ta tar-
de do da 17 tento avisa-se aos Srs. carre-
gadores que no dia 1:5 recebe
carga para o Cear e Aracah
nos dias 1 \ t; L5 para o Ass e
I
nha, i i palacelo do caes i i Vpollo.
Secretara da Sociedade Instituto Po e
Lilleraro, 1 i de selembro de 1850.
Dalla zar da /.'. Ilr-n-vn Ca
2." secretario.
CARRACAS.
PUBLICACAO LIHERARU.
POESAS
ion
OBSI lt\ ACiiKS Mi, ||. IRULOtill .\s.
o v in i'- -i 11 niiui.
\ INfll. rERSOXEI l\0
k ._ l
o
t- e _" -~ V
t C "2 ^3 c ^
33 i. -i "*: ,gl g 5
0 i inni
0 ila ni r.iimuius S Kreso : s 1!) 1 ::> Tu 75!)
9 SSK i tu I9.ri 70 71 7!l
1 2 dia \!IlliilS 25.11 20.il i 759 s
: Ja i. ,. 21 i l'j.r.
ti ' ,.| .. >
FRANKUN AMF.RICO DE MENEZES DORIA
Snliio a lu/ esta nteressont** cnllorr'hi de mimo-
sa. pnoM.n*. e osla venda om indns as lrraras
desla cidade. 0> senhores que w dignaram assig-
n.ir para Mta obra qnciram mandar procurar seus
exemplares Da lirraria L'niverssl, ruadoColl
n.O
TIIEATRO
A mulo ii '1.1
par.i o terral
i Ibserratorii
bro de 1859.
.ii.....le .i,.iai w
assiut anianhecoii.
do arseual d i marinha 13 de
VlEGAS Jl Mol.
--: .
i lilll-
Declara^oes.
itecita extraordinaria. <'i>iic I>oI oni|ii'f*7.:irio
"iii iM'in'lii'ii la soi-i.|l:iil<-
MONTE PI PHlLftRWONICO.
(Ji INTA-ll.llt V lo HI. SETEMBRt).
Variado espectculo l\ tico (.'dramtico.
Logo que a onlic-ira, ipie ser augmentada, li-
i grande sympbona Marco Spada,
isa opera brasilvira em iros
\ endom-sc duas carroeas novas, bein constradas
o In'in loriadas, sendo nina para boi o outra p i
cavallu ; quem as pretender aonuocie, nu dirja-se
ao aiina/ciii .o sol na ra .i Concordia, q
dir quem as lem.
KlO (iiailllf O 110 (lia 10 at aO Por diversas vezestem-sc podido aos Sis. di-
rectores da compnnhia de coioni-1 .".o desla !!.,-
rinda pxplcacoes sobre os oegoci is" dessa compa -
nliia, etn que os accionistas ja rccolheram a pr-
meira prcslaco na importancia de lOporccnto de
suas arrocs a 11 n; deve formar um capital de cin-
roenla conloa de res em cai\a! a qua.-i dous anno-,
o cuino aloprosenlo nenhuma ten lia apparcido,
antes de emilliraios o no-so juuo sobre OS mnli-
cos provaveis e convenientes, qne lero indu/.ido a
dreccao a semelbantc procedimenlo, anda pola
ultima viv lli" pedimosexplleaces e aguat lamos
por alguna dias a sua respost i. Todava obser-
varomoa que no caso de nu continuar o companba
onistaap pi
conserva-Ios na
Pretendo scguii rom muila brevidade o culer na- ,;,.. de certos privilegiados directores, por ni
onal kmma, tem parle de seu cirregamcnlo premio. Esperamos que os-Srs. Araujo, Bar
nifiodia para a Parahiba. ()n-
trosni,a carga ser embarca-
da pela prancha a insta dos
Srs. earregadores acompanha-
Ida dos respectivos despachos e
pena de
conhecimontos sob
nao sor recebida.
i';i;t a Babia.
i..........j" -........'.....
i COnt o i! idinielilo iIi/imii, os acck
lundus, do que
: para o resto qui
Antonio Lu/ d
rio, ru i da i'ni
Vquino, como directores dessa companhia satisfa-
rn] ao ; did i
O observador.
' :..... .^Ti ...... wS3i7\i
(
C
"' i n. 1, sil i ni aterro do v aradou-
i .I1 irlin lo da p ule pira Santa rberea, -n i
-los i o :i o .i.i ii.o ente >-
menlo de IrlHKlj depreco que Ihe foimarcado.
Mu i a li. i ls i'j.i-', c. SaigHiiro.
Alo..-- nma i- rara para ama de leile:
quem precisardirija-se a ra da Paz n. 2
ii lado veuileusua laberuada rua
doCod iz n v no Sr. Air uno da Silva Puntes
tiuimares. Recito l2de selembro de 1859
! i J da Siloa Mac
O Sr. Joapiim Carueiro Leo deixou le sei
caiieiro do \nlotiio Jos ii^ Souza tiuimares,
desde hoja i de selembro de I89.
iiueiii mili : isar alugar dous mo-
loques dirlja-se a roa de Hortns n. 9,2 andar,
|ue so dir quem lem um de iJado do l anno-,
mullo espolio c li
A po--i.i que perdau urna pulseii i de ouro, no
rente, dirija-se a rua do San-Pran
n. 1, que dando laca certos Iba ser en-
I regu.
.vrrenda-se pelo lempo da fesla ou animal-
mente, un sitio no lugar da Torro, ct m boa casa
I ni ;: ripiui : quem n pr< '
dirija-- a rua nsti la do Rosario, sobrado n. 2fl
ii abaixo assignado comprou a taberna da roa
lo I idorniz n S, ao Sr. francisco .!.- da Silva
. icm se jiilgar com direlo a mes-
ma, aprsenlo seus ltalos nit prazo de oil i
.Re ife \1 de a 'lemnro do 1859
\ io da Silva Pontea CuiHiariies
I't.-i i-,i--o de um ou dous amassadores : na
padaria da roa dolRosaro larga n. Ls.
Precisa-s d urna ama para co/inliar para
dous mocos soltcii na rua do Crespo n. 19.
Prcsisa-se alugar um preto pira Irahalhar
em urna padaria: a ira!,ir na rua Imoerial nu-
i a 13, ditas d bab i i a 19 na roa
do (jueimado, na bem conhecida ioja de mindez i
da Boa Fama n. :t!.
Lequesde (odas as (|ual-
dades.
l'eudem-se leoues de bonitas miniaras com plu-
i.ia- espelbo, pelo baratissimo preco de 1 ~.
ditos inuiliiui i i nos lodos de na Ireperola a lo?:
. na rua do ueimado, na bem conhecida Ioja do
miudexas di Boa Fama n. 33.
lVicas cixas \>;\ra costura
e\o\as. -
11 adem-se caixinbas de Jacaranda guarnecidas
de metal com lodosos prepan.s pira costura e com
lindas pecas '\'' msica, pelo baratissimo proco de
I. 2i c :,.<. dilas -oin msica, porem neamento
enfeitadas, timbem com lodos os prepares .
costura a 8 e 10J, ditas do papel&O muito bouia- .i
DelSOO, uilas di: madeira mullo bonitas proprias
pan joi.is a \ e l.-aii: na rua do Queimado, na
bem c.....Iiccida loia de miudezas da Boa Pama
n.;l
AS
senhoras costureiras.
Allenco.
I igio na i
Senli.i Santa Cruz, na fia
ruezi i do abo, a escrara
Iguarass. M
ii i esoiireiro da testa de SS. Cosme e '
f' Damio padroeiros da freguozia do lgua- t b osstguaes seguintes: mulata, ca-
; : iiar.i-.ii, .i/.-o o:,, ao publico e part- S? bellos caraptnhos e ala-o, naris chalo, denles li-
A lularniente aos devotos dos meamos son- ,l" sccca '"
.{; i .-, que nao podo ler lu? ir n i d a 27 do .)' '';'/;' '":' "''-". > ina jsfemMem os dedos
lea dita testa em n ser dia de \ '
11 I, I v. Irabalho, lendo mire ido denitivamenle i
POS IfllMI (' IM'UHOE' lil*P*0 ( I I' a .)
J Ul U.uU i. <]...l]<.4it i HH.tU, a lesse acto Je tama magnitude SS
v i i ligiosi lade. ./i
dro das pi y
- -- ''i
: i testa, /.
ver rxecutado
subir ,i sreiia
-
PIIAM.V!
Co aalmiuisti'.ilivo.
Q ciuisellio administrativo, para fomecimentodo
arsenal de guerra lem de comprar os objectos se-
guidles :
Para o ." baialho de arlilhrria a p.
Donis para os sargenl >.- anudantes e quartel-
meslre22; ditos para os musios22; ditos para
as mitras pracas 290 ; platinas para os sargentos
ajudante e qoartel-mustre, pares 2; ditas para os
msicos, pares 22; (lilas para os tambores e piti-
llos, paros 17 ; ditas para as oulras pracas, ii.i-
Para o II." bnidlliit t de iafantari i.
Bono!- para os sargentos ajudante o quartel-mes-
Ire 2 ditos para os niusic > 27 ; Oilos para asim-
ila- pracas269: graratasO; manas de la 50.
Para a escola de primtiras letras do mismo
batalho.
Papel almaco liso, resmas 6; pinnas de ganco
100; caivetes2; lapis'2; tinta piola, garrafasG;
enllocan de colas para principiantes, exemplares
21): laboadas20; grammalica portugueza poi Hoo-
ti-v i rdc, ultima edco, exemplares li; pamas li ;
traslado.- 20 ; lapis de p-fnra li ; compendios
rithmcra por Aula, exemplares G I que ser acompanhnda ao piano peloSr, Innorcncio
f < o 10." balalho de infantina. i^moif, une em obsequio & sociedade locara no
1 onets i...... o n. lo para os msicos 27 ; ditos mesmo piano urna bella
com o n. l para as Oulras pracas 271 ; charlatei-
is msicos, pan- 27.
Espera u mesnio ti
i.-jiri.i o ||J'\-
w i- que tem de
V; molas para coati
oiirciro Jas pi \*
onuoiioii ni com suas' -- ""
djuva o da r
kJ.tS
No intervalo dn 2 ao3."aelo a Rra, Krsilia Pa-
ires!, em obsequio sociedade, cantar a cavatina
TORQUATtt TASSO,
Nu lim ila onora n Sr. Thcolonio
.\t'i nina mi (1,'niiHie umas lindas
VAlUAIjOKS.
l'in seguiJfl Sr. Vctor Vuguslo Nopomnoono
exofiitari ii sua rebeca unta agradavel
Sobre o motivo
TEM 1 cifioratiL
ras para os msicos, |
Para <> companhia i<- artii
BonetS 1ll2 : platinas, pares lili.
Para a cowpankxa de cavallari i.
Rouets Ol ; luvus do algodo, pares lili.-
Quem quizer vender laes objeclos aprsenle as
suas propostas em caria fechada na secretara do
conselho s l horas da manha do da 21 do con cu-
lo nov.
Sala das sessoes doconselho administrativo para
Lom o que terminar o espertaculo.
Nos inlervnllos urna banda d.
mr
hon
dade de obras de mdreineiria de diver-
sos ;;oslos, lottrns. vidros e objeclos de
prata, assim como de o im\;is com cha-
peos de feltroe lontio, i dilas de palha,
1 dila com selins, urna porcSo de pedral
para consolos e mesas, e outros muitos
souza oliji'ctos os oiiaes serao vendidos sem re-
serva de prero algum.
O agente de leilSo llvppolito ara
19o por despacho do lllm. Sr. Dr.
municipal du segunda vara do espolio do
tinado Antonio francisco Lisboa, consis-
tindo em mobilia de Jacaranda' e mttos
artigos iudispensaves, a qualquev rapaz
tolteiio, tambem sei-ao vendidas muitai
obras de ouro e obras le brilhanies, e
lietn assim 4&vcellentes escravos proprtos
para armazem de assucar : sexta-fera Hi
le-
juiz
fornei imenlu do arsenal de guerra 12 de selembro rendo ao espe laculo, por isso que nao taz mais do
de 1839.Bento Jos. Lumenha Lins, roroncl presi- 1"e presiar-s? a um acto caritativo, visto que o
denle.Francisco Juatuim Pereira Lobo, coronel ''ln desta sociedade nicamente socorrer os socios
rosal secretario. desvalido-.
Conscl.il a.lmiiiistralivu. O resto dos bilhel.s
ti conselho administrativo, para fornecimento do *' '-. no da do
inlervnllos urna liando de msica mililar exe-1 do corrente as 11 horas em nonio, por
culai.i un salao asmis bellas nocas de .-cu reoer-1 i j <-, .. ,
,or. cima do armazem do Sr. Izidono ll.l
A sociedade, sendo esta a prmeira, vez que re- lidnv no segundo andar.
corre prnleci io dn respeitavel publico, espora
que e.-le secundar a hilantropia do.lllm. euipii/a-
rio o Sr. liermano Francisco de Olivcra, concor-
Precisansc comprar nma escrava I
I i : na rua d do Recito H. 33.
Uuga-se urna rasa na roa da Palma, com
quarlos, 2 salas, cosinha tora, quintal, caeii
a halar no armazem d i Sol rua da Concordia n.
26 com o Sr. Norberlo Mu/ Neixera l.uiniaia, s.
Julio (lesa r Pereira da Rocha
avisa a quem inlercssar possa, qne vendeu ao Sr.
Luiz Alves Lorreia de Mello, osen deposito de
iii.i-. is que linha na rua estreila do Rosario. Be-
cife 1:1 do sol. labio .<< is.",:i.
Julio Cesar Pereira ds Hucha
lendo vendida o seu deposito de massas da rua
eain ila do Sos irio, ronvida polo prsenle a lodos
- nimios que Ihe licaram devendn, queiram ter
a bundade de, dentro do i razo de 30 das, a con-
tar desta data, vtrera satisfazersuas cotilas c dbi-
tos por rales, ele, porque nudo este prazo,
ha obrlgadoa promover a arrecadacao dos mesmos
dbitos por tocios juaiclaes, urna vez que lambem
lem compromissos a salislazer. Recite 13 do se-
lembro de l.s.v.i.
I*recisa-se alugai dous escravos para Iraba-
Iharem em um sillo quem liver, falle cu i Anl
nin Leal de Barros, no seu sitio na rua de Joan
Fernandos Vieira, junto ao Uanjsuinho.
: \ pessoa que annunciou querer 200$ sobre
penhores de ouro, pode procurar na rua do Rangcl
u. 21. a qualqner hora do dia.
Vendem-so agnlhas traumas muito Anas e da
melhnr qualidade que pode liavfr, pelo barati--i-
, tno preco de 28(1 e Mil rs a caixiaha, ditas em ear-
leirinhascom 100 agnlhas muito bem sorlidas o de
superior qualidade a 500 rs., illoetM de cab.-a
i em caiainhas a 211) e 320, linhas de peso de
inda- as grassoras, nicamente proprias para bnr-
dai a I; o ma. o com 12 miadinhas, clcheles frau-
cezes de chapa, lisos e bordados, em eartiesde l
: i 21 do corrente, do.u- ,. j pares a 60, 80 e 100 rs., botos de madreperola
muiissinio linos para camisa a t;j->(K) a groza, le-
searas muito linas i 500, 640, tOiic 1S, linhas do
carretel, novelo e de miada deludas as qualidade*.
deda'os milito linos e por proco barato : na rua do
Queimado, na bem conhecida Ioja do miudezas da
curio*, a burila milito empinada, mu- dO nal nal. Roa l'ama n. 33.
pomas Tinas, ps feos, o tere bichos ..na, u,,. u ,, .
lem no hombro esquerdo urna cicatriz, con, id.,d, -'l-llIgllllOS e golllllhas pai';l SO-
I :'_ ai -, ;........ni lis ou menos : recommenda- '
i lilil, nu -'t s auluridades policlaes
o c.ipiai* io c.iiiipn, romo a outra qualquerpes-
soa, que sendo entregue sua seohora D. Anua
Delphina Paes Brrelo, no dito enqenho, s..r,'i bem
i praca ao Sr. Francisco Ae-
ctoli du liOuvea Lins' a pessoa, f\n poder de
quem seachava dita escrava, acha-se recolhida i
casa le p ira ser processada ; portante
a tenha en, seu
p idi i o ignorancia, baja de levala polica
capital, para hcar :- 'nlo de incorrer na mos-
ma pen 11 m q te se ai li i o r i cima mencionado.
\ duas i-asas rilas na rua de S. Jo-
s n. 2 o i -ondo a n. 2 de novo reedificada com p.i-
almo-
rclendnr
com quem
de algodao c l ; a A. I'., de
arsenal do guerra.
') conselho em execueio do arligo 2."i do regula-
mento delf de do/.einbro de 1S52, faz publico aos
senhores fornecedores, que sero multados qoando
deixarem do recolher os gneros que venden m, nos
das marcados polo conselho.
Sala dassessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 12 de selembro
dente. Francisco Joaquim /vrci.u Lobo, coronel
rogal secretario.
l'ela contadoriada cmara municipal do Ile-
cife se faz publico, que n< ulliino do correte inez,!
liuda-se o prazo para o pagamento dos mposlOS
de estabclecimenlos, com a multa de 3 0|() do valoi
do imposto ; e lodos aqu lies uno deixarem de
gar no referido lempo, llcaro sujeilos a mulla no
duplo du iinpo-Ui. r.oniai.oiia municipal do Ilecife
3 de selembro de 1859.O contador,
Jion/iiiii. Ticorai Bodocallw
Novo Banco de Pernambuco.
do liicalro.
acha-se na casa da rua
espectculo no cscrptorii
Avisos martimos.
Cear e Acarac.
5 barricas ferrolbos, 10 ditas corrente*. ( dilas
p.-,.s. m ditos grandes. 1 cesto i,,,,,,,*, I2u cha- cl?aluro corrente nnda-se o j
pas de fogo, 19 libras lampos ; a .lames Ilallidav cad0 ()al'a recebimentO de Seus
AC.
4 caias e 9 fexes ac, 9 caixas canos de, lati,
71 fetes de ditos, lii barris pregos, 1 dilo vinagre,
11 ditas ferragens; a Rostron Rookerfi t .
2 saceos amn-lra* ; a diverso.*.
5 barris oloudc- liulia< a, ditos o 2 caixas ferra-
gem, 5 ditas (obre, 2 ditas objeclos de escriptoro,
31 ditase 49 laudos fazenda de algodao, 3 canas
dita de linho, 157 Larras-de ferro, 3 fardos lona a
Paln Nash & C.
10 rollos chumbo ; a .1. A. M. Dias.
30 caixas queijos, 201 saceos arroz ; a Tasso A
Irmo.
Us Srs. accionistas sao convidados a re-
ceberem o lerceiro dividendo de i i por
aeco, do dia l do corrente mez em
diante. Recife 5 de setembro de 1859.
O presidente da dirtceo interino, .lose-
Joo deAmoriin.
l'ela mesa do consulado provincial
se faz publico aos devedores dos impostos
de decima urbana de i por cento sobre
diversos estabelecimentos e de 20$ sobrr
casa de jogo de bilbar do annolinanreiro
(indo de lSSa I8!l. que no ultimo de
setembro corrente tinda-se t> prazo mar-
dbitos,
O palhaboli! Jorge segu para os porto* cima
com muila brevidade : trala-se com Tasso limaos,
uu com o capillo Domingos Uenrique M.itra.
Porto.
Va sabir com brevidade o brigue liao
"A_ Ve por ter maiurparteda carga prom-p
ii, para o resto e passageiros, trata-es
com Garvalho Nogueira & C. na rua da
Cruz n. 0, primeiroandar.
Acarac.
o palhabole (Jorge, segu por estes oilo das
para o Acarac em diroiluia : a tratar rom I -- i
-, mi com o eapilao li. Henrique Mafra.
Para a Baha.
O veleiro e bem coiiliecido palhabole nacional
..Dous Amigos, pretende seguir com muila bre i -
dado, lem duns lercos de son carregamento a bordo:
para o resto que Ibe falta, Irala-se com o sencon-
signatarin Antonio l.niz de Oliveira Azeredo, no
seu esrnplono na rua da Cruz n. I.
Vioho de Lfshoa em barris
de (|siinlo.
PELO AGENTE
PESTAA.
Ii\;i
tic
B09DPMIIU
oa\ aliara tic Peritam-
lnico.
rendo-so de fazer novo contrato para o forneci-
mento d'agua para ronsnmo da caralhada e prai as
:i misma companlna, o Sr. rapilo mmmaudante
muida declarar s pe-soa- qne se propozerem
loinoior. que as pronoslas devem ser apresenladas
na secretaria de refer la companhia, no dia 10.
polas lu lona, .la manha, dovello as mesmaspro-
postas lixarem o ultimo preco de cada luido, (juar-
lel em Sanio Vniaro I I de selembro de 1869.Al-
feres agente, Francisco Antonio da Vi
di Uoraes de Uisgttita Pimuntil.
redesdobradas, sol iras p Ira, portas de
toda,com so'io ass bra lo: quem as pri
dirija-se a ru i da : [ue achara
- Vende um i Ioja la bem afregue-
za la : na rua Dreta n. S, .- dir quem vende.
Arrenda-so o sitio Tacanina, contraase no
aterro da Boa-Vista n. !7. segundo andar.
Veudi--e nm moleque pequeo de bonita fl-
. na rua da Lau^.i d i Recite, Ioja de -loiiu da
Cunta U
M. \. i'.ijo 0i C. rend-til aigumas casacas .
-ubre- piolo- oilo c i.,- um punco tora d i moda de
boas fazendas, i nacas prelas a 12S, ditas de cores
a Us1. ditas azul terrete fine na m ida 30J na rua
Nma ii. |s.
M. A. i'.aj ex '- vemlem chapeos franceses nm
ponen imada moda a aae J3, ditos da Ierra a 2 rhapc i panninho a 1$400 ditos debaeta
brauens e pretos a IgGOO: na rua Novan. 18.
M. \. Caj i & i vendoin cu,les dn cambraia
res modernos com 12 corados a 2J50O, ricas
sabidas de baile guarnecidas de velludo o irauea a
S .illas de lino merino bardados le Iml.i- a- co-
res a 2 s : na rua Nova n. ls.
M. \. ilaju \ K. querendo acbar rom asmni-
Ms roup.i- felas ie i u, rendem palelols de ca-
-eniir.i i n io a rs. gndolas e oaliUo s de urna ca-
-.iiiii.i lord.....ni ;nlla de velludoe sem ella al0$
o 12.s : u.i l ni No' a n. ls.
M. a. i.aju c. ti. lea de urosdono-
ple de :l tolhas estes alcorhoados de lodas as c irea
o- mais linos que se pode encontrar, gollas o pu-
nbo- nglczes os mais modernos que se pode en-
contrar, um sortimento de capas de lindas cures,
chitas tranco/.,- c ingle/as na rua Nova u. ls.
lu boin negocio.
Ha una armario muito nova o em bom estado
para ser tirada......llorada em qualqoor parle, c
para qualquer eslabelecimenlo, e is o para commo-
do preco, lem um excellcnte balean proprio para
-1 tilias. Igualmente se vende ii ca
com vidrus e 1 barril para a/eile de carrapato, ludo
nroprio para tabernas o ludo novo: oa preteadon-
para
islo
imoi'as e raeinuas.
^ endem-se manguitos para meninas e senhoras
a*800 rs., ditos de cambraia de linho e fil muito
linos e bonitos a -19, ricas goltinlias cmn lindos
: u a 2, 2g500e :lj : na rua do Queimado,
na hem conhecida Ioja de miudezas da Boa Fama
... 33.
Eiifeiles e eapelas.
Vendero-se ricos enfeites pretos e do cores com
vidiilbns os mais modernos e boriilos qua tem rin-
do de Pars, pelo baratissimo preeo de 4 c 5)1, ditos
de llores de muito boos gostos'a :-:iu e 3S51HI,
capellas e ramos brancoa muitissimo linos e boni-
tos, nicamente proprios para noiras a "i e B.J : na
rua do Queimado, na bem conhecida Ioja de miu-
dezas da Boa lama n. 3:f.
Vende-se
um caixao proprio para depos.l
ria : na rua Direila
boceo do Serigado
n. 93, laucrna
Salame.
ni mesmo pada-
na esqaina Jo
\ ende-se no alerro da Boa-Vista n. 2, superior
salame a 1?200 a libra, queijo prato a 000 rs., dito
MSSO ulliinanieiile chejado a 900 rs., chocolate
ir.uno/a I,; l i a libra, eb em latas de libra e
duas libras a 2J, dilo a S'M, d,io a --2110, man-
leiga ingleza llora lalSO, dita a 800 n:, boUchi-
nhas de lodas a-qualidade- a lJ>S0rt a lata, vinho-
de indas as qualiades, conservas a mostardasde
todas .as qualidades : ido pelo menor
are o
os para meninos.
0 agente Pestaa far lelao por eonta e risco,
de quem pcrtciirer dp 16 pipas com excellcnte v-'|\a de fin aliara tic
nliodo Lu,,.., das marcas Z&1 em barris de de-'
-'ni.incidas oltimaiueiile da barca Mana los, em
lotea o Mini.id. dos compradores : qninla-feira l
'lo coi re..... pelas 10 Loras il.i manha, no arma-
zem dos sis. Hachado A. Dantas, defronte do lor-
reao da oirondi'ga.
'H T^IY/'r^ \ WlTI? t [A ics'apparecam na rua .i o Vigario n 8 00 IS
&34S.000.
Pernam-
LEIL40
DR
Queijos flamengos.
buco.
Tendii-se de arrematar em hasta publica cacillos
julgados incapazes do servicu da mesma compa-
nhia, o Sr. capitn coinm unanle convida aos se-
nhores que o- queiram arrematar, driam-se ao
quartel da referida c.....i pan la, no da 17. polas l
horas da manha. Quartel em Santo Amaro 1 i de
selembro du l859.=FritnrM'n Vn/onin .'c t
Cabral di Mo
enle.
Superiores casemras o coite a
Crespa ;;. l.
53 na rua do
PELO AGE.VTE
a lim de serein remettidos para serem
e\ecutados os que deixarem de fazer.
Mesa do consulado provincial de Per-
nniiibuco 5 de setembro de 1859Anto-
nio Carneito Machado Rios, adminis-
trador.
capitana do porto.
De nrdom do Sr. eapilao do.porto se faz publico
que & capitana eslao recolhidos 11 pranches de
pinhn, apanhados ultmamante sobre
legu -
porlo. ti respectivo dono os pnder.'i reclamar no
lou sacaos arroz, 2IK1 baincas cerveja, 2 barris oleo i improro^avel prazo de 15 dias, contados da data
de nih-i. ,i. 4 volumes tellro, 4 caixas lampedes, 1 deslc.
iliii cidro-, 1 voiume candelabros, 33 reinitas, 1
caixas ninas de ferro. 1!) pilares paro lampeocs, 10
pi para ditos, 14 fexes de ferro ; a ordem.
138 feixes de ferro,:! ditos c 1 dita canos, 1 em-
brullio curvos de fe ro, 23 barricas trens de cosinha,
Secretara da rapiania do porlo de Pernamnuco,
\'i de selembro de 1859.O secretario,
J. Pedro Barrito de Mello Reg.
Secretaria da polica de Pernambuco, 13 de
selembro de 1859.
Rio de Janeiro.
A barca nacional \uielia pretende seguir
nesies oilo das, tem dous lercos do bpii carrega-
mento a borda : para o resto que Ihe falla, trata se
emu o sen consignatario Vnlonio Luii de Oliveira
Azevedo, no seu esrriplorio na rua da Cruzn. 1.
Para o Rio de Jaueiro.
o paladn nacional Julia-, pretende seguir i om
brevidade: para carga, Irata-se com oseu consig-
natario Antonio l.niz de Oliveira Azevedo, no seu
esrriplorio rua da Cruz n. 1.
Para o Cear.
O hiato Sergipanos, por ja lera manr parte da
carga, devora seguir em puncos dias a tratar pa-
ra n resto e passageiros, na rua do Vicario n. 5
I
' i niel ido ajenie vender coi li ilau hoj' as HI
lona- da man ba,i na piula do anna/em do Sr. Ali-
nea defronte da alfandega por contado quem pe
i.....r
lo caixas com superiores queijos desembarcados
iiaini.i-r.il!'. leilaoos melhoresqno lem vindo
a o-le mercad.i.
Avisos diversos.
rteoociai;ao InpogvapliicA
jJcvth-iiuhttrAUA.
110.1L, 14 do corrente, s7 horas da imite, ha-
ver sessao do Conselho, no lugar do costme.
Secretaria da Associacn Tvpographica 1'ern.im-
bucana, 11 de selembro Jel8S9.
/..o Lntnlcltiio Doradlas: Cmara,
I Spcrelari,^
de Mezquita Pin'enlel, alteres
associ\;\o popular
DE
Soccorros Mutuos.
Iloje I i havero do assemblca geral -7
: i nm.o. no palacete rio cao- de \pollo.
Soii.ii,!.! .la Associarao Popular de Soccorros
Mullios 13 de setembro d 1859
I ./. '/Vichi oleo.
1." sccrcl ii
rendo liontem 13 do correnle desapparecdo um
moleque de nmne Gilberlo, idade doCannos, do
sobrado da rua do Colorell, perlonc...... a Joaquim
Moni/ Morona o i|u;i| -.. j|g ,|,,\. -,. perd
ler salud,, do Casa, ou otilan esleja oceultn; por
isso roga-se a quem delta souber dar noticia na
retornla caa, coi na rua do i aboga, Ioja do Morei-
i i ii liu.iri.-, cu;,,- -,_,,,os sao i lieio do i oi| ,., o
urna argola em urna ..i. Iba.
O abaiv., assignado faz scienleque ningiieni
faca iratis.ica, nlgitnia rom a taberna sita na rua
do Codorniz, pertenrenle ao Sr. Francisco Jos sil-
va Harielra, sem que o ,, SI u eir ven ha sal-
dar suas cuntas com n aba^e assignado, sob pena Vcndeni j de seda brai
d" ser millo qualipi^r negocio quo se fi/ei coma firma i rhapeozinln -. o mais moderno que pode
dila taberna Uerile 13 de selembro ile 1852. hav adosa .'. o I0, que
l'roncii \ Ifonteiro Jnior. las sao baratas,
Ausenton-se ha dias da casa do abaixo ns.i i de linho muito bem bordadas e
nado a escrava de rheroza, j de idade, um ponen enfi i 10 o53, ditas de fil muito bo-
alla, de naco Angro; consta que lem andado nitas 29, ditas de lia a i$, ditas de me-
nelo Toco, Monteiro e Apipucos. qaem a appre- riiii'i e seda, forma de chapeo aa: na rua do
hender leve-a praca da toa-Vista, botica '-'2, es- Queimado, na bem c inheci la Ioja de miudezas da
qnina da rua do Aragao, que ser recompensado I Boa Fama a 33
un mm
n.i i ni du .Kragan o. 26, lodosos dias uieis,
Commodo de um
silho para senho-
ra, por preco ra/.oaM'l.
A qualquer hora do da vendo-so um silban ar-
reado, alguma cousa usado e de soffrivel quali-
dade no aterro da Boa-Visla n. :t7, cocheira.
Loja da Boa Fama, rua
Direila n. 61
Colheri s do platina p u i ; a i h, I n as e gar-
fos cabo de nnicorne, trinchantes da mesma qua-
lidade n n:.dio.r o mais bonitas qoe lem vindo ao
is mu preco.
Completo sortimento de
loucas para crianeas.
V'endem-se apparelhos de porceltana muio bo-
lillos a J, e rSofifl o --", ditos de metal a500,
e IJ, caixinhas com calungas de chumbo a lOn i- .
1 calunguinhas de porceltana muito bonitos a 1$ e
lvilil .1 ,Ju/:a. boneCOS linos de choro 0 olhns iiij-
s a ;. 3j o 19, bonecos mnio bem vestidos
franceses a I?. 2j o $9, e nutras mollas qualid
de briquedos, qoe se vende barata : na rua do Quei-
mado na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 31.
l.uvas de lodas as qualidades.
V'endem-se riqoissimas luvas de pellica enfeita-
das minio oovas e nicamente proprias para noi-
vas a 5s o par, ditas de Jouvin para nemens e
senliora- a Z9500, dilas de seda de todas as cores a
lg500, 2} c 2>HI0, dilas prelas de torcal a If, ditas
de fio do escocia muilo lina- brancas e de c
para li.uue.i- a 800 rs., dilas llancas e de cores de
algodo a 320 rs., dilas broncas com pequeo lo-
ijue de mofo a I3 a duzia : na rua -do Queimado
na bom conhecida loja de miude/.a-- da boa fama
n. 33.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se papel almaco muito superior a 3) i
resma, dilo grere a 3gM0 e muilo bom a 4s, dito
paulado a -S e 4$5II, dilo de pos i liso muilo bom
igOO o js-ii, d,i., grere d< peso ., C)epautado
.1 >o bjOO.dito paquete muito Qoo a b}, lg500e
, dito pequeo hranco mnilo fino em caixinhas
de 20 cariemos a 800 e l, bonito lamheiu em caixinhas a 13200. enrelopes a
lOO o cuno, eaixinhaa com obreias de cola con-
ic.ido lodos os dias da semana a 320 rs., ditas li-.i-.1
120, caivetes d" mullas qualidades c muilo lino;,
lapis, pennas, sineles.pastas.monhecas para segurar
papis, linleiros de todas as qualidades e onlras
muilismas censas proprias para escriploiios e re-
pailic.ie- publicas, e que ludo so vende muilo ba-
rato para apurar dinheiro : na rua do Queimado n 1
bem conhecida loja de m.udozas da boa l'ama 11. 33.
Cofres para guardar di-
nheiro e jotas.
Vendcm-se caixinbas de meta) com chave obra
minio bem acabada e de goatO, proprias para guar-
dar dinheiro ajotas pelo barnliasmo preco de V,
59500 e t> : na rua do Queimado na b'eni conheci-
da taja da boa fama n. 33.
Carteiras \ava i\in\ie\vo e
letras.
Vendem-se narteiras grandes de marroquim com
.lime, nicamente proprias para guardar letra- o
dinheiro por terem tilos lepartimentos neces-
-:irm- e marrar asquantias i meses, pelo baratissi-
mo pren.i.. 69 cada urna na rua no Queimado,
na bem coniiecida Iota de miudezas da boa fama
II. .1!.
Escarradeiras de vidro.
Vendem-so escarradeiras de udro deludas asco-
re- a 38300 0 par, tambem se rendem palmatorias
de ildio para nas pelo barato preco de 1> cada
nma, e de lalao a ONl r-., 1 outros muitos objectos
de vidro porcelana, que se vendem baratissmu :
na rol do Queimado, na bem conhecida loja d"
miiide/as da Boa Fama 11 33


Piano de ttisk)d%M Quarla feira 14 tie Selembro t 1859.
Alinamikpimvl8tK>| |L!)T|liiJ\
PROVINCIA.
Tendo-se de se confeccionar o almanak
ilVsta provincia para o auno de 18(50 ro-
f; i se a tod is as pet* 1is que nelle tem de
iei meiuaoHadasqueiram mandar seus no-
mes e declaracOetprecisas, na livraria da
[naca da independencia u. o 8. rogan-
do-se bos Srs. e rendeiroi de engeulios
que alem deseusnomet e engenhos de-
clareni a freguer.ia c. municipio a que
perenceui.
Roga-se na Sr. Ihesoureiro das loteras da
provincia, que nao pagua o premio que por reo-
tora poma dar o Inlliete inleiro n. 17(>S da 7 parle
da i1 lotera do hospital Pedro II. que se dosera-
-ii>:uili.iii do poder do abaixo assigDado.
Vntooio dos Sanios Vieira.
Sendo os rdalos de dogiierreolypo os uniros
retratos duradouros, na ofllcina da ra Nova n. Is,
primriro andar, recebem-se desses renales por
inais anligos que sejam, ou por mais estragados qu
Os abaixo issignados vend
da -i' parle da 3a lotera do
premio-
Ks.=3SST 5:0d0|
588 i onos
les 1008
. S42U 200J
737 200*
13M) 100j
1916 lUOf
2386 lOfl
11 \ 1005
o diversos premios de 509
raninos seus buhles
i\ mnasio os seguales
1 meos bilhetes.
1 llilOS lliles.
1 dilosdilos.
1 meio dilo.
Bilhele.
Dito.
I meio bilhele.
Bilhete.
1 meios.
e 20J ; iis possuidores
No hotel inglez pre-
risa-se alugarum escravo paro o servieo interno c
externo du mesmo, paga-se beui.
agencia iins laiii 11 inii-s niiierleanos
Grouver .V itni.-.-i,
Machinas do roscr eni casa du Samuel 1*. Jn-
bnstnri i\ I'.., ra da Sin/ala Nova n. fi2
Compras.
Compram-ic moe las de ouro de 204
Ccs (.'Apollo
Cobertores de la
a i .00 rs.
tilii 1I11 (Jiii'inimio 11. 10.
Santos Coellio, leudo rom prado urna grande por-
e pataees ; na ra da Cadeia do Recife techegado ti' Inglaterra t' llaill-
Uiiia/.cm to .los Antonio to tanja.
*S IIIIl*i I>IMPIJ"I rao de cobertores de pura lia (paoa
Jtf II311 di 11(111 II d. preco cima para acabor, olgodio
" vara.
Medien, ao barato.
V Plllle pelo
inoustro a bou
De cimento proloullimamon-l
n. I4, casa de cambio.
= Compra -o una taberna com ponos finolis
nos dous bairros Boa-Vista o Santo Vnlnnio, qno
esta seja liem centralLsada : queni qui/or fazer ne-
gocio onnuncie sii;i morada.
hiiri'O..
Fazenda com Impo de avaria:
liits mencionados bilhetes poilem vir receber a
rantia dos s pm cenlo na prai a da Independencia
n. 40.
o- mesmos mira assignados leem exposte a ven
parecam para reslaorarem-se e lomarero-se 110 per- 3 ns gps fPi7es bilhetes da 7' pan,- d 1 4* lotera
- .nuil 00 .lia em que forana lirados. 'do hospital Pedro II nos lugares do cosime e pe-
Oflerece-se um rapa? potingue/ pa criado : |os preeos ja annunciados
a pessoa que de seu prestimo se quizer ulilisar, di- .
rja-se a ra doQueiniado, sobrado n. 90, que acha-
Compra-se um par de moletas
'I francesas, na ra Augusta n. 40, casa da
r eom quem tratar
Precisa-se de urna ama : do paleo do Toreo
11 26, primero andar.
Precisa-se de un teitor para um sitio na Mag-
dalena : no alono da Boa-Vista n. i;t.
AMA.
Precisa-se alagar una ama para engommar. e
mais servil o de e.isa de (.nnilia, sendo de boa con-
ducta ; paga-se bem : no aterro da Boa-1 isla n. 56,
loja do bilhele
Vieira \ Rolhechild.
Caixero.
Precisa-se denm caiseiroque cntenda de taber-
na : na ra do Collcgio 11.13.
Brasil Maiilimo.
Tendo de comecar-sc agora a piiblicaeo do 4."
volme deste peridico, que sabe lu/. unas vezesjdi:
esquina.
Vendas.
Miudezas.
______1
De cimento branco francez.
\eni|e-se 11:1 onoheira do Sr. VugUStO li-lior.
ruada Cadeia de Sanio Antonio, um carro inglez
eoberio. de I rodas, para 1 oh 2 ravallos, com ar-
iiios : a tratar na ra do Trapiche Novo n. 10.
Vendem-se 12 escravos e escravas, proprios
para iodo o serviro, sendo alguna de habilidades,
por preces eommodos : na ra Velha n. 69.
Vende-se um exccllenle prelo cozinhero e
catador ; na ra do i.iueiniado n. 'M.
Tcsoarlnhas muilo Unas para costura a 2 a du- T v'"'!''T ,a '''"'l""'' '"'"' fr,,f5,,feMda ll" '""'
t, e-'ilhs.uma, maeos de aljofares a 2s..,dos de "*"* So'
linha pretos de lustre eom lull miadinhas asno rs.,
caixinhas do dita branca eom 1 i miadinhas a 610,
oarlcirinbas emu agillhas li.uui/a. o 280, papis
eanlofag a 'i rs., bo- '
_ ^____- 1 ii 1 Na '"i"' '' Preguica tem para vender pecas de
TJW' "^i-^. > I V Htll'l lt'll'l'l/"l i--a lisa muilo lina eoiu lli varas, peln i.arali.ssi-
4\& 3aB *"* ""'' iMIMHiI iiioprode 33200cada urna. p,,'s ,i,. algodao
adUn^3 trancado alvo chin t* covadus cada pera a l$500
' 1 urna.
Chcguoiii a peehincha.
mullos gordos e
liiois : quem quizer se habilitar dirija-se a mesma
mesilla que aebar eom qnem tratar das 7 da ma-
n 1 a a al as li da tardo.
gullias (raucezas enras
serio |Sj por anuo na luja du Sr
Malreira, ra do Crespo n. lo, c
Precisa-se de urna ama de imia idado, para redactor, ra da Pilar u. S2.
ledo .1 servieo de onia casa de pouca familia, mas Os ahaixn assignados fazem scente aorespei-
que soja de boa conducto : na ra da Hoda n. 2. tavel publico, que Jernimo -lose da Costa desde o
Vicente de Carvalho Cisneiros Cavaleanli vai da 10 do correle deixou de ser sen caixero. Rc-
a 1 uropa, o nao podondo despedir-se passoalmen- cic 10 de selombjo de 1859. <<'< \ Bastos.
le do seos collegas o la/, por meio desle. o abaixo assigoado la/ scente jo respeitavel
Uuga-sc urna nieta lauto para a servieo de publico, que deixou de ser caixero de Goe* & Bas-
casa como o de ra, a qual cozinna solTrivel, lava ios desde o dia 10 do correla pelo imples motivo
lauto desabo com de varrella : quem a pretender da falta de' A o -I ; ; : agradacendo ao mesino lem-
1!.loa-s i rus da Cadeia velha por cima da co- po obom ou mo tratamento que receben durante
chaira do Sr. Augusto, dons mexes e tanto que em sua casa esteve. Reci-
Jos Kerroira da Silva Porlo 1,17. ver ao publi- fe 10 de setomluo do 1859. Jernimo Jos a
co e especialmente ao eommercio, que desapartou Costa
a sociedade qua linba na taberna da ra do Kaugel Os abaixo assisnados declaram ao publico o
por me/, recebem-so asaignaturas para esta moa toesdemelal para calca a tio agroza maeosde al-
. Jos G.....alvo- fineles de ferro c..... 12 cariosa IjiOO,ditos em ma-
na residenciado eosde 112 libra a 1 2S0, baralhos de cartas francezas
linas eoio boira douraila, um estojo comdous, por
19200, ditos ditos avnlsii a 00e300rs.,dilos portu-
gne/es .1 I9SOO .1 dnzia, mu liaralho por Ifio.c urna
mmensidade de objertos, que pelo proco o fregm'/
nao deixar de comprar' 00 aterro da Boa-Vista,
luja de ferragense miudezas n. i i, confronte a ca-
sa queimada.
Novo deposito .
DE
t.\M\S M FV.IVIU>.
1"\Aloi-i'o ta roa-\ isla1\\.
Grande sorti.....uto de canias de ferro para urna
e duas pessoas, ditas pequeas para meninos com
.is varandas e franja, e sem ellas, l>ercos de ferro
COm com Manoel .los Barbosa Marques desdo odia
h do correte, Ikando o toesmo responsavel por to-
da e qmlquer IransaccSo ale esla dala.
Preeisa-ae de officiaes de alfaiate de toda a
obra : na ra do Livrameoto n. 2s
Peidou-se da ra do Crespo al a rila do
Queimado, qnatra cartas para divers is pessoas des-
la praca, viudas de Macai, escripias por Manoel
Jos de Lima, entre as quaesvinham duas, sendo ". ," ,
.....a li Upes & Irmaos, eoulra a Jos.'- Antonio Fcr- llm ,la '"';ue/.ia tic
lilico, que havendo solicitado
rom espocialidado ao rcspeitavcl corno do comnier-
cio, quede commum accordo dissolveram uo da
1." de agosto a sociedade que linham na luja da
roa do IJoeinia ln 11. 9, que EYTBYa sob a razo de
Carvalho & Silva, licando a liquidacao a caigo do
socio Francisco Peroira da Silva.to* lodrigues
it Carvalho, Francisco Vtrtirada Silra.
O abaixo assigDado profetsor Uc la-
Jose, Tvisa ao |iii-
e olitido
!" a ii i com tranca c franja, toda a volla dedtOi-i-enlusgos
\tm invoncao a^rleicoaila ztis^s^ """"
Continua-se
o de Piguciredo, contanda ordens contra pessoas
desla praca : por iaao pede-so a quem as acliou,
que as vonba entregar em casa do Joo C. da Silva
Hachado, na na doOueimado n. 50, que segrali- CO'Wg'O d Ancora, pretende as lloras in-
lloari
exoneracao de reger a aula de latun do
GABINETE PORTGUEZ
K pujido da directora, o sr. presidenta convida
o< senborea mcmbrns di ronselho delibeaUro, a
it'iinir-P) pm sessio extraordinaria! no lugar res-
pcclivo, qoaiia-feira,\4 dororrenle, fia 0 Eoraftda
larde. Sala das sens6e9 do eonselho deliberativo
ilii tiabinete Portugus de Ueitura oni lVriiambuco
\t de splembro de 1809, 0 I, secretario,
A, I!. Aooweiro1.
Attencao a Aurora.
A dona desle hotel deilara ao respeilavol publi-
i'>, que uolle so fornoce comida para fra, com
liem i presteza, por eommodos procos no mes-
mo hotel acham-se quartOS o salas moliilados para
alugar-se, e a todas as horas lem comida promppa,
l e cafe, islo coni ac mo e presteza, e milita be-
llida lina, o aos domingos a boa man de varea :
roga-se as pessoas queso acharem a dever nesie
l.ol"l, de virem salisfa/er suas COIltas no pra/o de
8 dias, do contraro reno sen? nonio.-- por extenso
ln -le Diario.
A pessoa que cominou om um iIosIps
liasaiim miilalinlio, nina loalha tic la-
litrinllio j usaihi porcm em lio ni cslado e
nina calca ile lii'iin no\a, i|iit'rciiilo i-t-sli-
lui-la i'Pi-plM'iiiliioiinpoi-lpp nina pequo-
ua lralilicatao, Icio os ditos olijoclos a
i-u.iila Cadeia ilr Sanio Aulonio no se-
!iiiniloaiiilai-(ioMilii-ailo cni i|iic iniinni o
Sr. .Iosp lligiiiode Mianda.
Wanted.onthe Hull.Spars,
S.tils. riggendand freightoftho
ainerican brig Waterwitch of
Salem of the hurthea or IV.)
lons regisler, whereof l'pton is
masrer the suin of 4,000 lo
4,500 tlollars for repairs and
onlfil lo enablo Hit; said vess1
dependentes do exerctcto de sua cadeira
publica, dedicar-ie ao entino particular
da lingoa lalina, na casa de sua residen-!
cia, sita no largo do Tercon. ">.".
Manoel Francisco Cocido.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
lodo o servieo ga do lliisino. sobrado n. "is, segundo andar.
O professor Torres Bandeira contina a dar;
ii oes de lingua franreza, ngleza, do philnsophia,
gographia-n relliorica : na casa de sua residencia,
ra larga do Rosario n. s, segundo andar.
Precisa-so d.....liciaes de alfaiate do toda a
obra : na ra doVigario n. 21, a tratar na mesma. .
Manoel Rodrigues da Silva faz cente ao pu- !
blieo. principalmente ao eommercio, ano venden
sua loja de miudezas da ra do Queimado n. 71,
ao Sr. Joaquina Josda Costa Pajozes Jnior, lie-
cife 31 de agoste de I89.
Manoel .Ins.- Peroira Pacheco, subdito brasi-
leo, vai a l'.uropa.
~ Na nUicina o galera da ra Nova n. IS, pri-
meiro andar, conlinua-se a lirar retratos pelo svs-
tema Norte-Americano. Os trabalhos desle estabe-
locinieiiln sfin bem cenbeciilos do publico desla ea- '
pital. Na mesma oasa existe um abundante e com-
pleto soriimenio de artefactos pan a collocacao'
dos retratos, sorfimenlo que mais abundante e va-
riado se torna com as o messas que se acabara do
receber do Iraie-a pelos navios Porlo Rico, Azua e
Olinda, oda America do Noctepela barca l'niao.
Precisa-so de urna ama forra ou captiva para
casado pouca familia, que enlcnda alguma cousa
de eiijjonini ubi : na ra doCollegio n. 15,
H5 i
DENTISTA FRANCEZ.
i-
o. -
^. Paulo Gaignnux, dentista, roa das l.a-
rangeiras l. Na mesma jasa lera agua e
p dcntilko.
O
> I

::
Preeisa-sc di alguus meninos para aprende-
rem o ofticio de marcineiro, dando-se-lhes o sus-
tento : no ra de S. Francisco, armazem defronle
da igreja.
Arcenda-sc pelo lempo da fasta ou annual- ;
mele um sitio no lugar da Torre, com boa casa
de tvenda e baxa pararapira ; quem o pretender
dirija-se na osiioila do Rosario, sobrado o. 16
Bandos ou al mofadas
Ir crina para ponteados de
senhora,
os melhores que lem vindo a eslo mercado vt^i-
de-se no i na da Cade a do Re fe n. \ loja de l ci-
to & Irnijo.
liiiin trancado de liulio lodo
prelo,
fazenda nmilo superior; garante-sc que nio des-
lela : vende-se nicamente na na da cadeia da
Rccife n. 4s, lujado l.eile 6 Irmo,
Venda.
Para tanoeiros a 59* roda do anos para p as,
lincas de vimos a 180 rs. em ceios: no m. du
liium o. l.
Tasso Irmaos,
em seus armn/ens, vendem
Carne de racca salgada ora barris de 2im libras a
libra.
Velas stearinas para lanterna de carros.
Presuntos inglezos para fiambre.
Millio novo de l'eruando e americano.
I'nebis, sacie- grandes C pequeos.
Novo sorlimenlo
de calcado de Melliez
de todas as qunlidades, para homem, na nova luja
de calcado froncez, ra do Cabug n. H, de Buriel
Jnior Ov Marlins.
Bolios de pellica para senliora.
Ditos do ?'ion hranco para senhora o menina.
Sapaiosdi> soiim hrancu para senhora, com salto'
Bolina todo de duraque prelo e de cores para
hnrai'in e senhora.
Ditos de camnn a para homem.
Ditos s.-m sallo para menina a :!$.
Hilos de cores cun salto para menina a :t?.
Ditos do pellica qara hemem a '.lj. '.l-llil o lO,
o mulles oulroa calcados des melhores fabricas de
Pars.
Lnvas de Jouvin.
No aterrada Boa-Vista, loja
n. 78,
A ha grande sorlimenlo de luvas muilo novas de Ji n-
viii para lnunetn e senhora, pelo proco de la o p ir,
o dan-so amostras para ver, agulhas francezas do
raeliior aiiior. de b a 12 a 210 a carnha, meias
I para senhora a 210, 280, 320, ;.....'OfJrs., ditas
: ornas para nomem a !00, I 10, 160, lUl o Mi), di-
ls para men.....a in e 210, de cores milito linas
a2S. ricas lilas deseda, bicos e rendas, s muilas
fa/euda-, todo por menos do que em nutra parte.
a vender carim.ias na aindiada da Penha, jjnella
que lem dons fraseos de rdro, o mais hem feito do
que em unir qualquer parte, taino em poican co-
mo a relalliu.
. I
\ ATTENCitO.
Kssel, relojociro francez, vende nVIngios de ^
- .....o o piala, concerta relogios, joias eniusi- )
>. ja aqu he coiiliecidn lia muilos anuos, *
> habita no paleo de llospilal n. 17. >>
Cognac.
Cognac superior em caixasde urna duzia, vnde-
se ,-m casa de lleiir Bruilll \ C. r na da Cruz li. 10
Enfeites prclos pa-
ra senhoras
F.nCeites pretos ultimo vapor 4$500, di los de frocos de dirersos
piv.-n-, muilo linos, bps innii<< Uims bordodos a
\flliii)o proprios pnr.i rliap^OA ili- scuIioim-:, .t--iii
romo mu completo sorlimenlo df chapeos para am-
Ihi ns sexo*, tino i-i tenhores frecuezes avisia do
Milhoc (arelo.
Vendem-se saceos cora farelo de Lisboa, o milbo
por menos preco do que emoutra qualquer parle
un armazem da rna do Rangel n. lil.
Vende-se urna casa de podra c ca! edificada a
moderna, mu bastantes i.....liudos para lualquer
lamilla, lendo quintal grande murado con arvnre-
dos fructferos, lii i eslaeo du Afoga-
dos, na ra do Uotocolomb n. 26: a tratar na ra
.fu i: mgi I ii 1,1.
I P4RU(!\BVR
3 Na rna do Queimado n. 9 loja do Silva .'.
K- rendmadapolao lino largo de palmos Si
il. a i4ll i variado a 2>-m, cima 3*
< larga 1 .'|n rs. n corado, chita escura es- 26
:> Ireila fino a I MI rs, .....1 lo, lem is lun- .^
? eos pequeos o lOOrs cada um,alpaca pre- '*>
i* la boa a [80 rs. n covadu, corles de cassa
f 1 hil I Ifl 11 corle, cambraias d ci r II- 35
*.- as a ^^lll-. covado, algodan Irn ado ;*
j, largo a 33500 a peca, dito eslreilo 33, cinta %
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,1'% lnllin '' '"l;l -~~" "
tem para vender foliar de sed.....ambraias de seda fajgfg3jg -, ^m^W&W
de lindissimos gostos. proprins para ves ido. peo ,. ,,. --/-*.
baralissimo preco de 72o o covad,,. .- ^nde-iiporiorliiib^de algodao.brancwe
- Vende-se'o l.e,i-l. ;, d Brasil desde 1822 L&|5 ".'?',""' I"";1 ,'"-""" : !:"' "" ue
, *t,-( .' 11. ^'Hili.iil. Mi*ll.tr A 1 .. u;i >U> rurres n ts
al 18u8quasi nova no aterro da Boa-Vistan. 12 A. _, v. Burla & C. rna da Cruz n W, ,,,,
sorlimenlo completo dos melhores cofres barras
I das melhores que lem viudo a este mercadu
Chegiiem ao barato.
Na ra da Cadeia do Rccife n. i.\ loja d l.eite t
Irinao, chitas fiancezas ores llxas .1 21tl e 280 co-
rado, uiussiilina luda encarnada a 220 o covado,
p'c '- de i.imb ni lisa a tt^HtiO, |$500, :,< o 5j00,
dll 1- de maila;.nl.'ni a 000, i$5UU, "son. ."iSMIO ,-
muilo lino a lisiun, linde- cortes de cassa cures
lixas a 29, cortes de brim para calca a IgCOU e 1-miu,
lencos brancas dec.imbraia a 1 a dn/ia. dilns de
na de linliu a :;< a duzi i, ni le sed......i-
lojiuperiores bi meas c de cues para meninas a
2S50O o par, merino preln, vprdo e cor de caf rum
li palmos de largura a IStilKI ., i-orado, camisas in-
glezas minio superiores, rclbulina estampada de
lindos padroes a tOO rs. o corado, re.....nfeles de
enlloca pieles o de cine, a 89, le.maule de i I
ras muilo superior o alOl a vara, peines do tarta-
ruga Imperatriz, loalhasde linhu par......sa a :'.;.
diales de merm liso a is5l)0, ditos bnrda os o 6S,
corles de collelusdc ca li......ra a l^.mi ias lina* para
en hora a :<-~i 1.1 a duz i, ditas para menino &>2ut).
Chapeos do lellro
muilo einconta avista do preco
e da qualidade.
Chapeos de fellm a 2500, 3/, 3^800, Ig, sT.im,
S, 5S500, 'i? e 7$, lambera lera dos mesmos aba
forrada de seda a 5J500: na bem ronhecda loja de
cbapou.s da Illa lUrella II. 01. de B. de It. l'elj.'i.
Taclias e moendas.
Braga Silva &r... lera sempre no roh dt*pOKiloda
rna d.i Moeda d. ;t \, nm grand,1 orlimunto i ii-
clias e 11.....ndas para iMigonho, it< mullo ; erodilado
i.ilirit Mu.- Kdwiu Maw: .1 Iralarno mesmo dopusi-
tu ou ii;i na do Trapiche n .
VlIciK'ilo
Ol! que pechiocha saceos rom 1 euias de
niilliii, polo diminuto preco de ">>, cigarros de pa-
lu.i a .!> o millieirii : ludo no arma/eui da travesea
da Madre d.- Dees n. i, de Jacobina 4 .
t^Adiniravel
sorlimenlo de fazendas linas
para houieiis e senhoras.
Itia i'> Ci-ospo ii l."i.
Para sen/toras.
Ricos corles de sedas deedres de saias.
Hilos ditos de seda prela bordados a vellndo de :l
babados e 1 saias a U0J, proco baralissimo vista
il i f.zen la.
Rou|.....s liianiiis de i imbraia bordados o mais su-
perior possivcTe as senhoras -o admiraran de
sy'u proco baralissimo.
Roupes de cambala e de chitas ultima moda de
Pars.
Curies de v.-il i |,is de ph.1 lll.lsia ,1 J;.
dem de larlatana hrancos r decores a m.
dem brancos ricamente bordados de IJ, 10; e:i;.
Ricosvestuari sparo enancas do diversas quali-
dade-.
Superiores rascas miudinhas.
I.aas para restidus as majssuperiores o dele
P idrM's,
coberlos e di sci ln
ro patente inglez,
dOS melliores falu | aul
ultimo po pn-ie nglez
lors Ai i- '
los, pequeo:
para homem
de
em
tpolo ditas cruas inglezas o muilo supori,.res del! a !l I 1 "*f' *f' '**; W' .*f; 'w{c.
Mil- pollegadas, panno fino minio superior, i.....es de ."-'i-**!^-*-.- "
Chapeos seda.
ni
mas fazendas
les, de un-
ir, de um
Liverpool, i linios pelo
casa de Soulhall
adu francez a 2*> 10, o oulra
l que se vendem per barato preco.
Ven leiu-so as duas cases n. 1 o >ilas na i.jfi
de San-Jos desla cidade, sendo a n. 2 de novo '.t!
reedificada com paredes dobradas, soleirasde pe- -
dra, portas de almotada e solo assobradado : quem fl
as pretender dirija-se rao d > Crespo, loja da es-
Di de seda de diversa* corea, inle- 'luini, que achar com quem tratar,
cabo de coma, pelo diminuto
III
Para homem.
Palelols de panno lino, snbrecasaeas, rlleles,
raleas, camisas de ludas as qualidades, chapeos de
castor pieles, brancos, de mea prclos, prototipo,
de feltro, do r.byii, de palha e bonete.
Estojosdc Jacaranda
e hmpe/.i
rom lo les ii. pi itenc s para fazer barba
d i lulipa.
em casa de falque, rila de ,
Chapeos di'
rain.'ule lini|
proco de li,'> cada mu
Crespo ii. i
Calcado baralo.
Na rna do Cadeia do Recite n. i, esquina da
Madre de leos, evi-n- um rompilo snrtmcnto tW
calcado nance/ para homem, senhora e meninos
que se Vendo per mellos que ein oulra qualquer
parte, assm como sapatos do Iranciuha pelos pre-
ros segiiinles;
Rpalos de tranca para homem 13760 o par.
Ritos ditos para senhora is600opar.
Ditos ditos para meninos I500 o par
a.
Aos senhores esta-
llantes de rhetorica.
Sabio do prelo o Resumo de Potica
Nacional, evtrabido do compendio do
Si, P. p. de Carvalho por M. P. de Ho-
inir iln : os si'iiliores que so qui/.oiem
ulilisar desse resumo aeha-lo-hao
venda na Livraria Clussica paleo do
Coegio n 1
\ ende-se mima estrava de mea dade por 300g :
a tratar na ra do Queimado n. ':'', toja de miude-
zas, onde lambern veode-se a obra des Casos de
Couscieneia de Benedicto \l\. e osexcrcicios da
anal\ se I ig i e rammalcal.
Vende-se ou troca-se per casa oeste praca una
morada de rasa, a primcira o a mais I.....i edifica-
da na villa da lUrada, por onde tem de passar a i --
Irada de ferro : a tratar na ra do tlueimado n (3,
que achara possoa aulorisada para fazer todo
qualquer negocio
i----------xos. qno os senhores ireguezes avisia lo Sendo em porcao faz-se alguma diflerenca. I I I l
proco o da qualidade nao detxarao da comprar: na v ,..UlM,,, ,,,, ,...... |li d3 1 pi'd'll pil'IK /MliOn'J OPA-
bem o.uihec, a_lepa de chapeos da rna Dirotta It. Nvn ,8< ,,,;.,, |ud, ',,.,,,/a,! tbet ,,,. ti Udlltll (> ( lili IUI> 191 ||"
ni de ii.de it. teijo. Franca pelos navios Porlo Bieo, suaeOlinJa urna *
lua da Scnzala Nova n. 42. r'';";:1" r**: ;- y* douds ......"* I lal vniw
una oa-s,.- i.ir-tonls. nai nos. hu nr be. midu e. IIIIII 1 ||l|.> .
| Saca-se sobre
C,
lo procced onher voyage lo Rio em casa de Augusto C. de Abreu.
de Janeiro. Proposals for the
ad vanee of the above sum a\II
be jeceived at the office of the
l'nited Slales Consulate nnlil 2
P.M. on I lie lli i!i September
1850.
Precisa-se a risco marti-
mo sobre o casco, veame, mas-
Ireaco, apparelho e l'rele do
patacho americano Waterwitch
lotacaode 149 toneladas, eapi-
laol plttn, cerca de i,500 pata:
enes, para tiecorrer as despezas.,
uue neeessila fazer oeste porto\mW^ttmm*mmWttiM
iiiiuara suaviagcnijChegaram as machinas de eos-
rortug... FtM)IC\0 10WM0W,
Vende-se em casa de s. P. Jonhston A: U. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e silbos ingli-zes,
i andeeiros e rasteaes bronzeados, lonas inglezas,
fio de vela, chicle para carros, a montara, arreios
para carro de um e dous cavados, e relogios iTouro
patente inslezes.
Seinenles de hortalice,
chegadas da Europa no vapor nglez vendem-se
na toa da Cadeia do hecite, loja de Vidal & Bastos.
Cheguem loja nova do serla-
nejo, rna do Queimado
n. 43 A.
Nosle novo estabelecimento que sd contfim fi-
/eiulas novas e de bom gosto, os ireguezes do bom
e baralo cncontrarao um complete sorlimenlo de
fazendas, o que se menciona apenas o seguinte,
por ser enfadonho annunciar todas as fazendas : ri-
cos cortes de vestidos de seda de coroso melhor
que se pede elicollllar Insle .-enero, Sondo 11 folln-,
'1 salas .* aquiila. grosdeoaples de cures r muilo
boa qualidade a lf'.HHI o 2J, lina- de pellica de
Joiiviii para senhora e para homem de tudas as cu-
re-- ,i 2;|ihi n par, ricos manguitos bordados a 3$,
iiiie- cun gol la a 3s50O, ditesa J500, ditos lodos
iberiosa 5g500 e 69500, ditos com liazinha a 7;,
ditos a 11>, rices pannos para mesa a7e m,^, chales
com troco muilo bonitosa I6e \~>$, ditos maispe-
quenosa lil?, sabidas de bailo milito ricas, as me-
lhores que piule haver nesle genero, c por preco
commodo ; assira romo lambem lem um grande
sorlimenlo de obras foitas, assim como sejam : cal-
cas de casemira a s. Il e 10$, duas pretas a 7, ll o
\l~. palelots dealp.ua pretos a !? e 3S800, milito
linos a 03, ditos de alpaca de c"r a 3(500, de Indas
llio.ypos,
i pelo ultimo n o.
do Crespo n. .
em oulra qualqi
S Chapeos do (lliili baratos. -6
pretas ; passe-par-loiils, paillons, guilloch, ondul
lulipes, salde or, velours soie, mosaiquee galvani-
sadns a ouro^elc, ele. ; assim como muilos OUlrOS cheg^dos de P.nis pete ultimo navio franco/, rasa
artefactos de goslo para a collocacao dos retratos. ; l'r falque, roa doCrespo n. i, evendem-se por
t> estabelecimento est iberio todos os dias das 9 menos preco que em oulra qualquer parto.
horas da niauliaa s I iui ', da tardo. No
casa vende-se urna encllente machina ph
lbica eom iodos ns apparelhos erhimicas i
/.er-se retalos de ambrolypo, enslnando-se esli
Vende-te urna canoa (jrande
va ejus pepa era dous millieiros de alvc-
naria (jiossa : a tratar na ra da Con-
cordia n. 2G, armazem do sol.
\ ende-se urna negra de meta dado, que boa
co/inheira o engommadeira, de boa conduela i na
ra do Padre I bu ano n. 11.
Relogios.
Ka ra da Cadeia Velha n.35, loja, vondem-sn
os melhores relogios, patento insle/, que lem viu-
do a osle mercado.
Feijo
prelo mais barato do que em nutra qualquer parlo:
.....ia do Codorniz n. lo.
Escravos fngidos.
processo que u facilitiiu aO comprador.P. VHelia,
pholographo.
L\o nnazem de E. A. Burle
Una
ii. 48,
da Cruz
vendem-so excellcnles innbilias per proco mais
commodo do q.....:ni nnlra qualquer parle, cada
moliiiia lompoo-se de 1> cadoiras, ditas de bra-
cos, 1 si,[.',, consolos com marmore, 1 mesa de
meio de sala com in.ii'iiiure ; no mesmo armazem
vende-se champanlia do melhor que lem viudo ao
mercado a 11^ o glgo.
Cal de Lisboa,
Vendem-se superiores chapeos do Chili par ho-
mem, pelo baralissimo preco de ijfitj c9j; u
ra doOueimado, na bom condecida loja de miude-
zas da Boa Pama n. 33.
Vende-se nina carioca com muilo pooco uso,
que trabalha com boi ou com cavallo, com tod isos
seus ulencilios : na ra do Rangel, ibrado de um
andar n. 5
= Vende-se nina esci.vi 11,1,1 de Angela
dade de :I7 annos, robusta por "Ote,
friiicheiras n 29.
'200,000 ile iatifi-
cacao.
por 70tfc) na
cun
ni.i d is
Ciiapeias
Continua a oslar fgido desdo 23 de marro do
frrenle auno n piolo Nicolao, que reprsenla de
it a li unios de idade, prelo reuni, alto, cheio
do corno, rosto rodondo o sem barba, beicos gros-
sns e bastantei-arranciido, lem as cusas bstanlos
signai s digo, e i,-m alguna principios do offi-
' ni de carpiia. I'.slo negro foi de Cavias para o
Uaranhn e d'alli viudo pare o Recite, anude foi
vendido pelo Sr. Francisco Malinas ao actual senhor
que Francisco Antonio Cabial de Mello, proprie-
eom veo para senhoras, do mais moderno eosio de tarn do eegenho Tabocas da treguezia da l.u/.
Pars, e por roinmodo proco: em casa de .1. ral- fondo osle negro fgido do engeobo com mais 1
que, na do Crespo n. I. parceiros, quo foram presos em Goianna Grande,
Vonde-.sc urna esorava nine.i, a qual c.o/.inha j podeovadic-se do tronco mies de ser remnltidu
bom n diario de una casa, c e engomma opl- para seu senhor, snppie-se pois q.....aleja ocou-
mamenle : na ra do Proia, urimeiro andar n. 13. lodo as immodiocdi-s deUoianna, quer as malas,
Vende-re om carro deslcs que Irabalham na quer em algum engonho, fazeado lalvez acreditar
alfandega.-cm bom estado e poi preco commodo: que forro: roga-se as autoridades policiaes, ca-
na na Imperial n. 37, padana. 'pilaos de campo, de mais pessoas do poto a caplu-
1 'ii l.....' nm uiiiiai.lili., de Jado delS a20 ra do referido negro, podendo ser remeltidoa sen
Venae-sc cal de Lisboa em pe Ira, a mais supo- anuos, ptimo oll'icial de sapalo i : na praca da senhor no supramenciona 11 engenho ou no Re ite
rue nova que bajo, mercado, vindo pelo uliimn Independencia ns. II 16. mi do Cobug loja n. 3, ao Sr. Manuel Antonio
navio, a precu de ,s i barril, e sendo era porco \ ende-se uma linda mulata sem ricios, com toncalves, querecompensard esse servieo com a
manir se iar.i algumo dilferenea : na ra du liruiu I anuos de i !a !, com principio de costura o en- quaiitia supra citada
n. Is, armazem de assucar. | gomniada na rna da Cadi ia d i Ri cife, loja n. 2. = Desappareceu do pudor do ageoeiadorde von-
Itna da Sen/ala Nina n.42.
S.ica-sc solire o Porto e Lisboa no .^este estabelecimeoloconiioia a haver um com-
pleto sorlimenlo de moendas o nielas moendas para
ongonbo, machinas de vapor e laixasde Ierro bati-
do e coado.de lodosos lmannos para dito.
csciiptotio de Carvalho Nogueira A
rita da Cruz u. 'ilj, primeiiu andar.
Serapliini & Irmao.
Ra do Cabula, loja esquina que tica em frente da ra
Nova e pateo da matriz
raz.em publico que oslan constantemente rece-
bando da Europa asmis om moda e mais delicadas
or is de miro, as quaos dao para escolber, pelos
menores piceos possiveis, e passam conlas com re-
cibos, as quaos van especificadas a qualidade do
OUrO, tinto de 11 como de lt> quilates, du que licam j
responsai ps.
isqualid.id.'.s, coliei,-sde velludo proioso do cores,! lj.-- i I ^| I fk 11>' r o i Ve,l,','-s|> mnaescrava iiiiilaiinlia, ino.-.i,-, ni das de escravos, Joao Miguel de Oliveira Borardo,
de gorgnrfio, de setm maco, e do tuslao, calcas *fltlill,"l" l"o | c 1 IltlS "!''a1,,cs- **m todas as habilidades, eozinia sn-1 a parda Epiphania, de 17 aono3 de dade, grvida,
de brim de linliu brancas o do cores, gollinhas do rivel, engomma, cuse, o para Indos os secvioos in- I1 lila e de corpa regular, que polo Sr. Aulonio Pri-
e has(|iiinas
Potassa da Kussia
E CAL DE LISBOA.
No bem condecido o acreditado deposito da ra
da-Cadeia do Recite n. 12, ha para vender potassa
da Itussia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lanibein cal virgen] eln
podra: ludoDororeos nmito razoaveis.
I
Lar a-so e pnjoninia*fM com porfeicao
roupasde liomeni c di* senhora, por mdico
da Uro/ ii. -":[.
sa om casa de Saundcr
Corpo Santo, relogios di
skell, por preros mmini
i Brothers & C,
afairado fabr-
QOS, t* l.ioii'in
1-1/
fiis ecadeias oaraos mesmos, de exceltenta
.llini de conli
lnra.
ao nrinn/.cip de S. P.
le se achara ja armadas.
com destino ao Rio de Janeiro. I
Os pretendentes serv r-se-ho
dirigir suas proposias por es-
eriptoao consulado dos Esta-1
dos-Unidos d'Awerica, at as 2
limas do dia l(i cfo corrente
mi'/ de seteinbro de 1859.
ALLIANCE
Kstabcleciila em Londres
neo m mu.
CAPITAL
Ciince iVUoes de Vibras
esterUnas.
Bauaders Brotbers & C." tem a honra de Informa
:i Sn. negociamos, propietarios do casas, o a
quem mais i onvier, que estao plenamenteautorisa-
dos pela dila rompanhia para oll'ocliiar segaros so-
bre edificios de ojote o podra, coberlos do ie(ha e
igualmente sbreos objectosque oontivorem osmes-
lificios, quor consista emmobiliaon em fazen-
das do qualqiiorqtialidade.
Pos denlifricios
ANTI-SCORBLTICOS DO DR.CAMPANA.
As pessoas que padecem insultos de dores de
dentes em determinadas estaces, como na prima-
vera e outono, podem evita-io-, tendo o cuidado
de os conservar limpos, islu coiilnbuo para pro-
venir a drdollcs. U melhor modo lava-Ios to-
dos os dias com agua fra em que se mistare una
colher de ch desto p ; eoorgar-M as referidas
cstaces. Ello um excellente dentifricio, pois
que possue, por causa do sua propriedado ibsor-
vante, a faculdada do dislruir o mo chairo dos
deoles cariados o forlilicaras geogivai.
Os purgantesapropriados por sua- qualidades i"-
raotes, aoli-scorbulicas e depurativas do san-
gue, vendem-se tambera na mesma pharmacia, os
quaeSMO aconsolhados nebes casos, como em lo-
d i- om que e indicada a medicina purgativa, como
sijam, no leumatisrao, impingeos, escrfulas e
o lias molestias de pelle, doenca dos olhos, da
garganta, turnares, ulcera-, venreo de ludas as
qualidades. Para tomar, ajuntar-se lia a um ponen
de calda ou assucar refinado e agua, que Ihe d a
consistencia de obituario ou papa, quindo nao se
queira usar dissolvido om agua, pode sor usado
em qualquer hora. Nao entra nesta composicao fazer todo o servieo do uma casa do pouca familia,
mercurio, nem cousa que com este so assemelhe, e lambem de um "criado de \t a l anuos na ra
11 lo que nao se exige resguardo, podondo quem do lialdereiro n. (III.
usar deste medicamento continuar no uso de suas Precisa-se de SOOf apremio, daodo-sepenhor
011 uparnos: o nico deposite na ra Oircila u. em ouro : quem pretender annuocie para ser pro-
W, botica de.los da Rocha Prannos. curado.
Vel
praca
liante
Iranc
KoMii
Vende-se na ntica da ra lliroila n. 88, de
.los da Ilocba Paranhos, massa para distruicao dos
ralos, o oiilros iiiuuaes nocivos : para emprega-la
o preciso eslende-la ein cama.las linas sobre (alias
de pan mu delgadas ; os ralos a cooicm o niurroiu
As pessoas|uc tinhain encornmendado '"""
diversas qualidades, o ludo o mais aqu se enconlia
i tamo em fazendas como em obras feitas.
Selins, silhoes o canias de fer-
ro inglezas.
Dos priuieiros fabricantes de Inglater-
ra, vendem-se por preeos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliverra, ra da
Cadeia do Recite n. (i'2, pri meiro andar.
Cheguem freguezes, i loja da Boa Pama, ni
ra llneila n 61, lacas e garios COB1 cabo de ba-
la neo muilo linas a s a duzia, navalbas para bar-
ita m ii i tu linas a ljlll o ljllll, pannos de tpelo
parir mo.-i a :1- cada um.
- Vendem-se 1- escravos de ambos os sexos,
do idade de \1 a 'l'\ unios, algnns viudos do Mara-
nli.'lti no ultimo vapor, com otllcios e sem ellos :
assm como una linda esrrava do ii anuos, do
milite boa conducta, com duas crias, uma de ls
un/es que j lilla o anda, o oulra de < a.....W, p-
tima para se fazer um presento : na ra ifin-ila
n. 66.
i. Falque acaba de receber de Pars um bonil
sorlimenlo do manteletes de fil prelo e de grosde-
naple prelo bordados, taimas de grosdenaple prelo
bordadas i reamenle eiifeladas, basquinas [caza-
vcquos de velludo prelo, de frosdenaple prelo e
de fustn, todo di .....Ilior goslo do Pars o pie os
miiitu razoaveis : na ra do Crespo n. i.
Ar i lis americanos e machina! pa-
ta lavar roupa: em casa de S. P. Jobas*
ton ii C. na da Sensata n. VI.
Fazendas por menos do sen
real valor em peras, havendo
grande sortimentoparao com-
prador poder escolliei' a von-
tade: na loja de i portas, ra
do Queimado n 10.
lernns de .....i rasa
no terceiro andar,
Vende-se uma
Cotovcllo ii. 50.
no alono da Boa-1 isla n. ,
linda miilatiulia : na un do
Saias balao.
liramle sorlimenlo de saias bali
i^ai

[lodein dinpir-se
Joln ston o, ('.. un
Bichas de lliimhiirm
o
Amola-se lodo o forro corlante, sangra-se, liram-
so denle-, vendem-so o alugam-se bichas de Itam-
burgo, e applicam-se ventosas : defronle da matriz
da Boa-A isla n. 86.
Quem livor o qil/i r llorar um terreno, lin-
da mesmo om Capoeira no lugar da lene, segundo
disiricto da freguezia dos Afogados, annuncie para
ser procurado, 0U dirija-se ra da Guia n. 11, que
achara com quem tratar.
No dia L'i do correte, depois da audiencia vai
em praca, por ordem do Ulm. Sr. I)r. jui/. dos or-
pbaos o escravo Anti nio, crioulo, de i: annos, boa
ligura, proprio para qualquer um semen, pertoil-
ceole aos herdeirns dos linados Lourenco Jos Uar-
te e sua mullici Viceucia.
Olterece-so una pessoa para cobrar do qual-
quer casa commercia lamo dentro desla cidade
como fura dola, do que tem bstenle pratica, e pa-
ra uvo di um fiador, sondo preciso: quem qui/or
se ulilisar de seus serviros, dirija-se a ra do l.i-
vrauenlii n. Xi.
Quem precisar de urna ama para oasa de pun-
ca familia ou homem solteiro : dirija-se c camboa
do Carino n. 40.
Pede-so ao Sr. ilerioano Francisco de Olivei-
ra, o favor de levar em .-cena no dominan 18 do
correte, a queda do llosas, e promelle--c grande
endiente.
(l fiscal da freguezia de S. Fr. Podro Concal-
vos precisa de A serventes para se oceupar na l'im-
i '/i das ras, praeas o praias da mesma freguezia:
dirijam-su ao logar "do Porte do Mallos, largo da
\--' inbla n. 7.
Precisa-se de um forneiro que seja bom : na
ra da Sen/ala Novan. 30.
Precisa-sede dous amassadores : na padaria
da ra dos Pescadores ns. 1 e3.
Pode-so ao Sr. Ihosourciro das loteras desla
pronocia.'-quo nu pagoeo que por sorto sabir nos
meios bilhetes da lotera que corre no da 14 de
selembro, n. 0^2 e n. 93, tenia aos mesmos em cu-
jos meios bilhetes esli os nomes no verso assig-
nados.
Ama Precisa-se de nina ama eom bom o abundante lei-
te em tora de Portas, ra do Pilar o. lia refl-
nai.o, se dir.
i\o armazem de fazendas. H
lidades e porprero mais baralo quo em oulra qal-
j quer parle: na ra do Crespo n I, casa ite I
Palque.
Vende-se uma cas. terrea com bstanles
eommodos para qualquer familia, leudo quintal
I ir iiiiie murado e dous torrnos do duas casas, na
roa lliroila dos Afogados n. 70 ; a tratar na ruado
Cabuga n. 8.
Vendo farelo de Lisboa, rhegado ullnna-
mamenlo ajtOOo sacco: fia rna lo Vgario n.
19, priuieiro au lar.
S Do Alcnlejo.
1'aniliUA-M M,l!u .1 II........: .___:. i
1110 Soares, romo procurador legalmenle COnsli-
luido pela Rxoia. Sra. I). Candida Rosalinda de
M.....a Acciolv, hara sido entregue ao mesmo
agonciadorde compras de escravos desappareceu
honlem S9 horas da noile : portelo roga-se
quem dola liveanoticias, de da-las ao mesmo uli-
vera Borardo na roa Dircila n. 13, primero a-
ile diversas qua- dar.
Ansenlnu-so do casi de seu senhor a escrava
mulata de nome Virginia, com os signaos segua-
les : beicos grossos, denlos e bocea grandes, falla
comparada, ps e mios pequeas : gosla de bebi-
da-, e tem lucilos nos p''s; consta que lem anda-
do pe'a Solodade, Mangunho, Capunga o Vfogados :
quem a apprehender a levar estrada de Joo do
Barros ou ra do Crespn. II,ser recompensado.
Ayso.
do \temtejo milito ir
iileiueiiio i be' idos
vaos o
11.1 rna
Em casa de Kabe Schmettan & C.
ra da Cadeia n. r>7, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
iniimi de llambiirgo.
Cheguem ao baralo
Fazendas com toque de avaria.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado a. S,
ha para vender pecas de madapoln com loque de
avaria alj e ljlSli apoca, algodaozinho lis,, a
->-'" 0 3$ a peca, dte rioo paia saceos eotn 2
raras a 5| a pera, chitas largas francezas linas de
cores clarase escuras a 100 o 2110 rs 0 covado, al-
godao de lislras proprios para roupa de escravos,
'""i 10 covadus cada peco a l.s e [500, e diales d
lia o seda soiu avaria a 2>>un cada um
Algodao monslro de
superior qualidade.
fo novo chegou loja da Boa P, Da na do
Queimado n. 22, o hora coobocido o econmico al- 1
godio monslro com 8 palmus de largura, pruprie I
pan loalhas e lences, polo diminute prejo do I
640 rs, a vara.
Vinlio do Porlo.
Vende-se em casa de S. P. .lolinslon
C.
Ra lo Queimado n. 19.
Curtes de riseado francez muito fino a29500, com
Li l|2 covadu-, i lula escura a 100 rs., ditas fran-
cezas a 240, brinzinho para paleto! o calca de me-
nino a Ini, ricas cluia- achamalotadas para cuber-
a a 20 o covado, chales de laa escUTOS a l$400.
Agora peehincha.
Ra to Queimado n. 19.
Cuberas de chita 2, loncos blancos de cambraia
linos para algibeira, duzia 29, ditos do coros para
meninos a mi rs. cada um, pannos adamascados
liara cubrir mesas, um 1*400, tapetes para sala a
59, chales de merino com barra de cores a 3S.
'.bogadas d<
1, a dinbeiro
. >. dili.uil
Macas.
.i^bna : vtMitli-iu-
Vendpm-s* qtiMjn
hna qualidade, n
ii:i Cruz ilo Rerif. n, r7.
nalo lardoso il1 Gouvea.
'^-i^i:,;v; -, .. fm*Si8&
Ulula laberiia do 1 orlu-
i vista, na ra da Cadcii
ib. beco Largo'.
por todo o pre-
du Itecifo
l>
5?
ira col
Casemiras.
i
tSatf
ftsa
ar objec
lirados.
Vendem-so vidros com cimente In-
glez proprio para concertar lodo c qual-
quer objecto quebrado de vidro, por-
cellana ou tartaruga a 2-^ cola um :
loja de austro poitas ra do Ujueuna
n. 10.
m
a
Allcneao.
Nabuco & C. com lo-
ja na ra Novan. 2 ves-
te um homem dos ps
at i cahcc.i por diver-
sos preeos.
iprjifrarifinMiMCi^M Yerdadeira peehincha.
Aviso.
Roga-se ao Sr. tbesoureiro e aos Srs. cautelistas
que nao paguera o meio tullate de n. 112."> da sti-
ma fiarle da quarla lotera do hospital Pedro II
que fot oslraviado do seu dono, no caso que saia
premiado,
Precisa-so de urna ama que saiba COZnhar e
ConslanlemeiUe
vende-se, compra-so o trora-seescravos de
ambos os seos, iodo este negocio se faz *
?C mdicamente e tallando-se sempre a ver- Q
ff dado : na roa Diioila u. 00. *
Rosa Urlica admirada.
Na loja do miude/.as do l.ivramonlo numero 1.
Blcos linr.s a 10, 60, 80, 100, ISO c 160 rs., lesou-
rss a 20 rs. que em nutra parte vende-se por
I-2mi rs., estampas de .santos, sapatos, frocos,
franjas do soda e algodo, bntoes de todas as qua-
lidades, didae.s o ludo mais quanlo de miudezas
por monos 20 por cont do que em nutra qualquer
parle, pontea de tartaruga, grampos a 40 rs. o
masso e barato que adunia, la para bordar de lo
das as cores, rollas do cuntas pata senhora a 69.
Cheguem freguezes ra Drela n. 64 : bicos
do seda multo Unos de todas as larguras, o lambem
pretos, por baralissimo proco, lilas de seda de to-
das as larguras, por preeos que admirara os com-
pradores, lona para cama- a900, IS, 19200, l}400
a vara, dita muilo larga a I96OO.
Na loja ile ferragensda rna Direila o. O, van-
dom-so anchadas a 440, 480, 520, 600, soo e 900
rs., da melhor qualidade que ha no mercado, ps
do forro a 800, 900, 1$, loloo, IjSOO o 19400 cada
urna, arcos do ferro a 80 rs. a libra, forro da Sue-
a o ui.u de Hilo mais barato do uno em oulra
qualquer parte.
Palelols muilo bem feilos de raxemiras do coros
a 15J, cabs da mesma fazenda a 81, gollinhas de
cambraia buriladas a 1>, bolinas de setim prete
para senhora a ")?, ditas pelas o brancas para me
ninas a 19, .....oras muilas fazendas, lano para
horneas como para senhoras, por baratissiraos pre-
cos : na ra Nova n. 10, coofronto o deposito de
piannos.
Ra daLingoeta n. 5.
Vondo-so manleigo franceza superior a CO, em
barris por muito menos
Vinho liordeaux.
Em casa de llenr flrunn & r... rna da Cruz n. 10,
vende-se vinho Bordeaui do dilferenles qualidade
como Lafolle, Ch, Leoville, l.s. Julicen, em cana
de umaduziajanr barato ore o.
Na ra Inreila n. 64, vondem-se bandejas li-
na- e ordinal ii-, por baralissimo proco, facas o (.'ar-
los com cali de inarlim muilo linas a 10$ a duzia
bracos de balanca eom conchas o COrreOteS limit
linas a 10rS cada um.
Fazendas Baratas
V\ ilo Queimado n. \.
Ricas visitas i bine/a, as mais lindas que lem
viudo a oslo mercado, pelo baralo proco do iHs,
para acabar, lindissiinos organdys a lj a'vara, cor-
to- de brim oscuro de buho a 1, um complete -or-
liuioulode copas foitas
Peehincha
a lSlMIOcatla um.
Cobertores de lia; rende-se na ra do Crespo,
esquina quo rolla para a roa da Cadeia.
Cheguem a pe-
chincha.
Vende-so na ra Nova u. 20, loja de selleiro de
Rodrigo Piulo Morera, n seguinte : neos silbes
ingle/es para montara, tanto de senhora como pa-
ra meninas^ bordados o lisos, d<
ca-8e que estes silbos sao ni
t. tii o ni i*' de Inglaterra, u o prec i dos cascos sao
de.10*, 359, 409, 50$, 609 : mur sra lambem se
vendem sellins inglezes, ricos para born id e meni-
nos, lano bordados como lisos a 359, 'l. "d > 555;
para pagem lambem inglezes a I119 c Is ; tam-
bera lu mu grande sortimenfo de sellins e silbos
fabricados i\n paiz v
Peehincha sem igual.
Fil de linliu liso com 2 1|2 vara- de largura a
800rs.o vara na ra da Cadeia do Reciten, (s,
loja do Leite \ Inilo.
Tulas o do luidas emes de diversas qua-
lidades egosto. pelo mdico proco de lj,
S.-,n0. 59, 58500, 69, OsOil, "&, 7-viiui, 0; e
1 I9 pm cada corle para calca na ra do
Cabug n. 8, luja de Vlmeida ,V Burgos,
Fabrica de velas
Na amiga fabrica de velas decarnauba da roa do
Vgario 11. 27, vondem-se om pequenas o grandes
purcoes de nas de li, 7, 9 o 12 em libras por pre-
co cuinuioilo, o sano- de feijao bramo e amarello,
por i.....o rommodo, par acabar.
/ Chapos linos tic palha.
Pretos o oscuros de copa alta petropolis
; a ."i?. cha|.....s po Chili a 89, IOS o 12-, cha-
pos de palha decores d llerenies a |: na
:' loja de fazendas lina-, roupa feia franceza o
de perfumaras da ra du Cobug n. 8 d .vi-
-
molda & Burgos.
:
Cal e potassa.
I111.1 de Apollo 11. Mi,
armazem de
\. J. Teixeira ttasios e
'.V
C.
Nesle bom oonbecido deposito ha ebegado pelo
ultimo navio a verdadeira cal de Lisboa em peora,
siui como a verdadeira e
di Rio i- Janeiro, que
ser rendido por menos preco que em oulra parto.
Fugio em diasdo cocreote mezde juuho do on-
genhn Pagao, sito na freguezia da Victoria, 11ra
ululato de nomo Joo, de idade 20 anuos punco
mais ou menos, casado ecoijo os signaos seguiatei ;
altura regular, magro, pallido, com poma barba,
cabellos 1 ireidos, levando um cavallo cum canga-
II,a, 4 duzias grande delirar sopa e oulra de assucar, assim co-
mo umaonel de brilhantes, mu correniao de ouro,
quarenla e lanos mil reisem sedlas, um paleto!
pardo de cacbimira um collete de velludo branco
novo, o mais pecas de roupa lina : roga-se a quem
o pegar ou quo delle der nolicias drija-se ao dito
engenho a entender-so. com o abaixo assignado ou
na cid ele do Recite ra do Vgario n. 11 com os
-:.....denles Srs". Braga & .vntunes que
giainio nao generosamente,
Miguel Alexandrino da Poaseca Galro.
Escrava fgida.
Fugio no dia 8 de selembro, da Capunga, uma es-
crava, fula, alta e magra, representa ter 20 a 30
I annos, chataa-se Paula, costuma di/.or que Pau-
lino ; levou vestido de cassa com babados. natu-
ial dosertao do Ico, donde rete ha 60dias: quem
a [ jar levo-a ra da Cadeia do Recife 11. :t, que
ser hem recompensado por Perreirajt lialheus.
Escravo fgido.
Tugio no dia 3 de selembro do corrente anuo, da
ea-a de s.u senluir, o escravo Joo, eom os signaos
segunde- alio, cor lula, fallo de dentes nfrente,
n qual representa ter 30annos, com pouca barba :
quem u apprehender, leve-o a roa do Collegio n.
\i. segunda andar, que ser pea gratificado.
Iie-appaneoii da casa do abaixo assignado,
uodia 7 de selembro, o son moloijue crioulo, do
nomo Sotorio, do idade 18 annps, tem o dedo gran-
de do p esquerdo muilo abarlo para dentro, o Das
costas lem uma grande marca de escaldadura, na-
tural de Itarreiros, anude lem a mai e irmaos
quem 11 pegar, leve-o n ra de Apollo n. 4, que
ser recompensado.
Ha noel (Itinralm de Olieeira.
muito go-lo, alian- ,., u.rrja ,,. .,,.,,,.
i./i- o do melhor no {lu~.a da |
Luvas de camurca para
montara,
as melliores que tem rindo ao mercado : vendem-
se na ra da Cadeia do Recife 11. !, loja de l.eile
\ li mo.
Vendas.
Relogios de ouro o orate, coberlose descocerlos,
patente ingle/, lis UO IboieS que evistelll llu lili'I-
cadu, o despachados boje, vendem-se por procos
razoaveis: ......scriptorio do agento Oliveira, ra
da Cadeia do lenle 11. 02, pri meiro andar.
Queijos do sertao.
Ifn para vender queijos do serian Frseos: na rna
das Cruzes n. il a, uberaa da porla larga.
Para acabar.
Na roa do f.ollegio, loja n. 1), voude-se cassa du-
la muilo larga o lina a 200 rs. o covado.
Bor/eguins para senhora a
'.SSOOopar.
Na ra a Cadeia do Recite n. >. loja de Leile
A Ir mo.
Lindos vestuarios bordadas pa-
ra meninos.
de iliil'ereiilas cores vendo-so na ra da Cadeia
do Recite n. >, leja de Leite & Irm.'iu.
AlgodaodaBahia
Proprio para roupa de escravos
e saceos de assucar.
Vende Antonio Luiz de Oliveira A/evedo, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
No dia 14 do agosto do anuo prximo passado,
fugiram do engenho Sete Ranchos, freguezia de
No.-sa Senliora da Escada, comarcada ciliado da
Victoria, ns seguales escravos : Damin, crioulo, de
2 anuo-de idade pouco mais ou menos, cor fula,
i grossos e meiu arrebitados, lem uma cicain/.
na testa proveniente de nmcoice de animal, pomas
linas o alguma cousa arqueadas para fura, esmabna-
do, espadiiadn, altura regular, eest biieando ago-
ra. Jacintho, crioulo, do 28 anuos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, edrprela, pouca
barba, beicos grossos e faz eerln gelO na bocea quan-
do falla, tem uma cicatriz en uma das faces, pomas
linas, osmalmado, tuina, e locador do viola. O
primoiro fui comprado aoSr. Joo Francisco llarbo-
za daSOva Cumar, e o.segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr. Joo Nunes, da fazenda do Silio,
em Paje de Floros e comprado na prai;a de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos estao cm Pa-
je de Flores por portadores que mandei ede l vie-
ran: roga-se asauteridades policiaes ecapilesdo
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Ib riiaidiiio iSaino/a da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Sn. Manoel Alvas Forroira A: Lima, na
ruada .Moda o. 3, segundo andar, que serao re-
compensados cora a iiuaulia cima.
PM.1 TTP. DK H. F. DE PARIA. 185.


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