Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06822


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Full Text
-&mn*r~f,-
Anuo XXVI,
Qiijula rfcira 2ft
PARTIDA 01 C0BBI1OI.
Golanna e Paralilba, segunda escitas felra.
Rio-Grande-do-Norte, quintas feiras ao melo-
da.
Cabo, Serinbiem, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, nol.*, a II, e 21 de cada mez.
C aranlmos e Bunito, a 8 r 23.
Hua-Vista e Florea, a 13 c 28.
Victoria, squintas feiras,
Oliuda, todo o> dial.
pHXJIdS BA Lili.
IPHEMEHIDE.
Mlng. a 3, i 10 b. e 59 m. da t.
Nora a 12, s 4h.e 9 in. da in.
Gesc. a 19, as 5h.e5ini.ilat.
Cbcia a 26, a 1) h. e -11 ni. Ja m.
VKBAMA& DE alOJI.
Primeira as 6 horas o 0 minutos da manbaa.
Srguoda as 6 boras e 30 minutos da larde.
de Fevere.ro de 1850.
N. \9.
raigo da snscainjo.
Por tres mezes (adiaaado.) 4/000
Por seis inri.es S/IHX)
Poruuianno 15/0001
Seg. S. Cezario. Aud. do 1. orf. edo m. da I. v.
Tere. *. Turqu lo. Aud. do chano., do J. da I.
v >lf\ i tu iti. tlj.B l'...l.ij >la C.......I..
DAS DA SEMASt
25 S.
20 Te
v. do civ. e do dus l'iiioi da Guatusa,
27 Qiia 11. S. Leandro. Aud. do J. da i. v. do clvcl.
28 uuint. S. Itoiuo. Aud. do J. dos orf. e do ui.
da I. v.
1 Seat. S. Adrin. Aud. do J. da 1. v. do civ. e do
dus filmada fatenda.
2 Sab. S. Simplicio. Aud. da Chae, e do J. da2.
v.do crime.
3 Uuui. S. Heineterio.
najOS:...3au
CAMBIOS EH 17 dz riTinziao.
Sobre landres, 28'/, d. por 1/000 r. a 60 dias.
> Pars, 3(6.
Lisboa, 95 por ceoto.
Ouro.-Oncas bespanhoes.........28/000 a 28/500
MoedasdeifMOOvelha.. 16/GD0 a 16/880
. n> A-liKs nova .. 16/100 a 100300
. de 4*100........... 9/100 a 9/300
Praia.-Patacoes braslleiros...... I/30 a #80
Pesos columoarlos....... 1/5jO a 1/Wu
_____Ditos mes.canos.......... 1/800 a 1/820
i. issssinsiivsriisMuasssasssiwsiinisi
arara3gstaaeg.arar.tr' /rWigcfacr-:--** .ve.vB.-..-r:a^,a
PARTE OFFICIAL.
VELATORIO
da rfparticaa dos negocias da S"'". apraKntado
^i, asMmble* (ral lagirUlita na primeira) imiIo
oiUwa |j*fl*lorat prlo respectivo minitro e
secretario de atadu Hanoel lMixardo de Souza e
(Conciusflo.)
lubrica ile ferro de S.-Joio-de-lpanema.
O estado desle estabelecimento he o mes-
mnque vos fui descripto nn relalnrio de
18*S. Tem premsilo de muitss obras, de
inestres e operarios habis, que s da Eu-
ropa se pdenlo obter : todava algum me-
"lliorair.ento se observa pelo lado fliance-
rn ; a reeeit foi no ex.rcioio de 1848 a
1849 de n''is 31:851,963. ea despeza de i -'8:566.483, resultando d'abl ti ni saldo Je
3:285,48.
Pngadoriai mttitare$,
Com os fundos pedidos e votados na lei do
orcametito vigente, tirn habilitado o go
yerno para elTecluara reforma de quene-
cessitavam estas reparlicOes, o que leve lu-
gar por decretos de 24 de de2cml>ro de
1818, e de 9 de janeiio do anno .assailo.
INesla nova organisacHo tiveam-se mu Lo
oui vista as circunstancias especiaes da
provincia de S.-Pedro, eporissofuia res
pectiva pasadoria elevada ao |> que de-
viii sn-In, altendendn-se a farpa do ejerci-
to all estacionado, extensa liuha de stns
fronte ira e s infinitas dilliculdades com
que tinham de lutar seus empreados pa-
ra o bom desempenho do ser viro.
As das provincias do Para, Babia, Per-
nambuco e Mlto-C ossa Uvera m organi-
sarflo idntica, passando o thcsnureiro da
llii'Stiiiraria da fa/einln a preencber as func-
coes de pagador, diminuitido-se assiin o
numero da individuos respnnsaveis por
fundos pblicos, e facilitando-se ao cu. fe
cor sobre a despeza militar.
tiesta vencer-se o grande alrazo em que
cabio a rentessa das cunls, em consequen-
cia do diminuto pessoal com que tiuham
Mdo creadas estas estac.6es, e sobre i-to
tem o governo providenciado pela uiaueira
que Ibe pareceu a mais adequada.
A pagadoria da edite acba-se montada
convenientemente, e continua a desempe-
libar o srrvicu a seu caigo com a maior re-
gularidaile, devida em mxima parle aoze-
lo e iutelligencia de seu digno chele.
Obrai militaru.
ta. Com esta qusnlia tem se dado princi-
pio a taei olir*s, eis foiliucacoes de "V-J
capava e Uruguyina, onde mui'o convm
estabclecer prac>s de segunda ordem. Nilu
menos se carece en Pelotas de un quartel,
mu deposito e varias rorlficar;es em cr-
ios pontos Importantes.
Milito avultadns dovem ser os fundos quo
exigem todas eslas obras, c na* podem ser
oreadas com rigorosa exaclid.lo Q presi-
denleas calcula na somma de ris 60 a
1 000:000,000. Para continuarlo dellasap-
plicar o governo um terca) da quamia pe-
dida no orcamenlc para as obras militares
em geral
Depois das que acab de referir, sao as de
Rabia asobrasmais dispendiosas. Aquel-
las, de que vieram ornamentos, que sSu: o
melhnranienlo do hospital, as obras do ar-
senal de guerra, os reparos de que necessi-
tam os quarteis de cavallaria, da Palma e
da Muuraria, e algumas fortalezas, mou-
lam a tresentos con tus do ris.
N3o vieram as nfurniacoes das obras mi-
litaros piecisas as provincias do l'ernam-
buco ; alguus concertos se lizeratn ulii-
iiiaiiient' em varios quarteis, e para ou-
tros pedise no orf unenio remoltido da
provincia a quota de 20:000,000 de ris.
Muito converia, purm, dula-la de um hos-
pital militar e nielhurar o s-)u arsenal.
Na provincia do Maranlio precisam de
melhorameulo os quarieis,e de eunci tus os
fortes da barra e de S.-Marcos, e a fortale-
za de S.-l.uiz. Estas obras orc,am-se um
9.200,000ris
O quarlel dos corpns fxos de cacadores
eartiltiaria de Matlu-C.rosso he insuflicieuic;
os Concertos, de que uucessila, silo oreados
em 3 000,000 ris; o a conStrurciode um
quarlel para o corpo de ravallana cm Villa-
Mana orea-se em 15 000,000 ris.
O governo, avallando devidatnentea im-
portancia ao presidio de Miranda, trata de
mudar ah urna fottilicnC/lo regular, para o
que enviou j os operarios necessanos.
lie o rula em maj^de 18:000,000 de ris,
de abril de 1849, que estahelfcu o plano
da sus organisaco ; e presentemente cura
da oonfcrcf.i do respectivo regulamento,
que lem ile servir do seu complemento.
Mais rpidamente teria o governo proce-
dido oreaiii-ac.ni desln corpo, si a autori-
sai;iio fono-ilii'.a pela citada lei fnssn mais
lata. A dous casos nicos limitou a facul-
dade ilc reformar os cirurvies militares
-idade avancada e enfem-i'lades, ruin-
quanto O exercilo cunte facultativos dis-
titiclns e habis, alguns ha que nenhuma
babililaQ.lo lem e ignoram em tolas as sitas
oartes a arte do curar ; e, quaesquer que se-
jam seus bons desejos, esiflo tniiilo longe
de ser froV' liosos aos enfermos, causan lo-
I lies ules graves damiu.s e a propria mur-
ta por cmplela ignorancia. Neuhuma
vantagem colhm lo o servico da conservn-
cao de Ins individuos no corpo de Sail te,
mi le sao preju.liciaes pormaisdo um mo-
tivo, roRo-vos que a ni. liis os c sos d m-
l'oMiia, accrescenlando o de uaptiduo pro-
Rttional,
Existindo no arsenal do guerra da corle
nina ollieina com o pomposo nome .le la-
bora tono de fugos ailtfciacs, entretanto
que a arto pyrotechnica esta summamente
alr. /ida enlrn nos, o governo, sentin 'o a
necessilade de montar esso eslabelccimen-
loem ralacflo scircu instancias du paiz,
man Ion a Europa um official do exeicito,
que, estudan lo eslu ramo das setencias,
a.iquira os precisos conhecimentos crti-
cos e theoricos, para serum Cuiiveuieiilc-
Inenle iinplauladus aq.ii.
A cummissao de pratica de artlnria,
crala por aviso de 4 de jmho do 1844, tem
.1. seiupenlia lo as funecOes que IIip firaui
incumbida; o servico publico, po m, uo
lom lirado todas as vaniagens, que do seu
presumo se poda esperar, porquanlo, sen-
do pequeas em numero as aribukoes
quelhefiam confiadas, fiSiga craliniilar-
m! ellas.
As na^Oes mais adiantadas na arle militar
teeiu coniniisscs,que cuuslant^inente eslu-
criminosos das malas de Agoa-Preta, ncon-
selbou o emprego de frqas bastantemente
numerosas, para de piompto, e com o me-
nor S'Ciificio do vidas, restituir a paz o
tranquilli.lade a aquellas localidades. Os
Soldados brssileiros, na perigost lula den-
tro das malas, roiifimam constantemente o
crdito adquirido, f> espero q un brevemen-
te teiio fetO R*jsnressi nova fonte dnerj.
mes. A organisaco do exeicito he anda a
que I he fot ilada pelo decreto n. 529 do 23
do agosio de 1817, ote'peo dos tornos
lisos da pro.ncia de Malio-Grosso. A lopo-
gratdiia ile grande parle desla provincia,
reclaman lo imperloSsCiente o emp'euo de
dlaior funja .ie cav .11 ii ilo quo a do es-
quadrn creado pelo decreto de 22 le agos-
to de t8fC, in licou no governo a necessida-
de de se organisar esse orpo s6b maior es-
cala, sem que t >davia se fosso, alin di fr-
ga Toiii c ..1 i pelo corpo legislativo, na lei an-
nua K como, augmoiitada a li c de caval-
laria, poda ser diminuida a de arlilharia
de res rom recrtitamento e o engajamento
de vulu tita ros para o exercito. fez baixar
com o decreto n. 562 de 18 de novembro
de 1818 oregulamento para levar eflVito
o ditu engajamento : e devo info'mar-vos
qu, lim daquellas prQas que ha muilo
eslava.n no caso de ler baixa por terem j
concluido o seu lempo do servido, das
quae.s militas se lem engaj ido de novo es-
pecialmente no Rio-Grande ilo sul,. pro-
porcio que lUes cabe, a vez da serom escu-
sas, em conformidade das regras estabele-
cidas por ordens mperiaes, puncas silo os
voluntarios que lem acu lido s lucirs do
exeicito, como veris do tnaupa n. 11 A
repugnancia qu ha em geral pa-a a dura e
8'iiscad.l Vida n.ilitir, as un mensas eiemp-
cV s du ri'Ciulanonlu, a facli la le de esca-
par a este iuiposin, e a du obler meios de
subsistencia, preponderan? sobre o estimu-
o do premio estabelecido.
Entretanto, julio conveniente que auto-
niui'ccMi doengajamenlo a di
a despeza que se faT tomos tiiellioramen-'.aai" e M9m exeononcias para melhorar
tos do quartel docurpo lixo da provincia de!seu n",lerii,l deguen, que nos ltimos
S.-Pulo ; os reparos da etifeimaria n.ilitar a",,os tem feito grandes progressus: e infe-
sao calculados em perlo de 5:000,000 JejHzmenle nos, q ue nos adiamos muilo me-
' nos ayancados, deixamos de ler quetn se
ppliquea examinaros melilota metilos il-
caucadosein oulras naco-s o arro'nmoda-
los as nossas circum-laucias, ftcati lo as-
sim cada vez mais inferiores cm meios de
entrar em lula com fiirijas eslfangeiras,
quando desgracadamenle forinosa isso obi i-
ris.
Precisam de concertos as fortalezas de
Iterlioga e da barra de Sanios ea rurlifira-
?ao de Paianagua, a mais im.iorlatite de
todas.
avalia-se em 30 000,000 rs. a despeza quo
tinda he mister fuzer-sc Goal o quarlel do
Resumirei sdb esta epigraphe as obras
dos diversos eatabelecimeutos cargo do
min siei io da gueira.
Na coi te, lem se feito diversos roparus no
quailel do 1. legimoulu de cavallaria,
restando inda outrus que orc,im em ris
4:000,000.
De diversos concertos e de algum aug-
mento necessita o qusrlel du largo deMuu-
ra, importando una e outrus em 46:000,000.
O da l'raia-Vciui.dli.i, de que etn outru lu-
gar mais amplamente l'..lio, precisa de urna
oonsigiiHcilo de 12.000 000 du lis para su a
coiis. rvar; u e pequeos uielliurameutus.
As fui talezas de S.lita-ClU/., S.-Jo.lo e ta-
g, estao uecessiladas de grandes cuncer-
to, parte dos quaes se esta pro. o.le ido
As obres da escola mtlitir aiuJa duraiOo
pelo menos lies .unos, dndo-se-llie urna
consiguaoao de 30 OOO.nOO de ris annu .e..
Toda a despeza que aluda lie preciso IV
zci-sucoin eslevuilicio mutila a 100 Cuntos
de res, comprebendida a dos reparos no
madei rumen tu da parle antiga, quesoaciia
arruinado.
S3o oread em 20:000,000 de ris as o-
bms do hospital militar, inclusive as que
se liveretn de faz.r, se Ibe fr cedida, como
japonderri, a parte oceupa Ja pela escola de
medicina, e a reconstruido dos canos de
tsgoto que estilo estraga Jos.
Tuda estas obras com as de que neces-
sita anida o arsenal de guerra, a fabrica
ifarnus da fotaleza da Cuuceiro, o quar-
tel de Uraganc>e algumas das furlicates
qua convuui cuuse v.r, sao uicadas etu res
260:000,000.
A pro.lucia de S.-Pedro exige o despen-
di de avultadas sumnias pra as obras
qU'Jain se julgaui ti.lispensaveis, o cousts-
lem em qutrteise foritllcacoes.
Ni cidade o Kio-Uraude, punto militar
importante, ha apenas loriilicdces passa-
geiras que estilo arruinadas, ao quarlel ou
antes urna barraca, onJe mal se accom-
uiodiim 300 pracS, (cando alagado em oc-
caslflo de eliuvas. A enfermara militar, o
o drposito de artigos bellicos acham-se em
casa de sluguel. que mo uITcrecinn as tti-
dispensavaia propu'rr;0es.
He, polanl : mais urgent.. necessida-
de coustrulr-se aili um euilicto sullicienle
para aquarielainenlu de uiu cupo, um
quartei para o coiliuiaudaiile da praca, um
ariuaz'ein para deposito de arligos bellicos,
um hospital ou eufertLana miniar e una
ptistlo mili lar.
tiutras obras de tanta, ou de maior ur-
gencia sao entriiicheirameulus sol Jmen-
te construidos, e lortilica(es na barra pa-
ra delesa da cidade e porto
U urcainctito desla obras sobe a ris
245 000,000, e o d'aquellas nilo esta anda
hito, mas deve ser avulladu, ltenla a ca-
resta dus na ler i a es e da man deobr.
O goveiuo, recouheCendo a urgencia de
se cuiislruiem essas l'urtilicacOes, autori-
suu para so Ibe dar cumeco o crdito de too
campo do Manojo na provincia de Santa-,Ka''os-
Calhaiina. A enfermara mHlar eslava I ""Upprir tilo grtn le f.lla acaba o go-
montada para o Iraiamenio
mos, mas com o auxilenlo da guaniieii
precisa de novas accommodacOes Acha-sa do m""'"""'l exercito,e deu-lbe por do-
bastantedianlada acoiistiuccilo doarma- ?r,,lo n. 683 deVuo uizen.bro de 1819 as
zem de artigos bellicos, que poder ser con-, lnslrucces por que se deva regular.
Cl u i do com a despeza do 10:00.1.000. ,) ronto do Amapi, Ha provincia do Para,
Parase ultimara nova enfe mana mili- desde alg mis a
lana, poda ser diminuida a de artimaa e nseis a cunlinuacjto do engajamehlo a Caeadores, quo menos prOV itosa se mos-lnheiro : hemas um meio, o suave, de ha-
trava nas extensas campanhas do Rio-Bar- ver soldados, e se turnara mais proficuo
liado, lia fio itona de (.a--., I vasco, nas do
Paraguay, em \ illa-Mana, unas do Itio-
Apa, em Miranda, fez o governo impeijal
baixar o decido n. 574 de 9 de Janeiro de
1849, pelo i|.i..l, redurndo o numero das
bragas de prel dus cori os fixos de artilhana
C cac.adoics, deu i nci emento ao de cavalla-
ria cum duis novas companhial de 89 pra-
gas depiet, ficando o cur^o com 386 ho-
mens.
A inlen^Sode dar maior desenvolvmen-
to as comoitiutcacoes entre Goyaz o o Para
pe|p Um-1 or intus, deuiaiidavain instante-'
sendo auxilalo por nutras medidas.
Se no espero s cun voluntarios con-
ib'nsar as r iclelt lis lucirs do lloSSO exer-
c la. acredito que o eugajameiito trar
in ti i l is individuos de morali ade i- aptiilo
par preencber os posto deollleaes, infe-
riores e cabos.
Se a lei da guarda nacional Tur mo linca-
la de mude que deixo de conler aquelles
cida.l ;.is de quo o exeicito >c deve couipor,
se o lempo de servico dos recrulados for
eievulo aodobro do dos voluntarios ; se fo-
rem ccrceadus as amplicissnnas cxcepcOes
ineiile o augmento da loica de pedestres da-Idas iustrueces de 10 de juilbo do t82J,e
qu.iu provincial 6 as recentes iueur0es|se ioruar-.se circunistacs alien livel, so-
dos iclvugeiis Canociios e Chavantes toi -
iiiai mal iudecliiiavel essa medida. Ins-
tes relaqoes dos aclos de feruci.lade plati-
cados pelos mesiuoa aelvagena leem si 10
Irazidas a presenta do governo, que, procu-
rando oppi bai reirs ao dcsenvolviiienlo
oos males resultantes de Ucs barbaridades,
fez elevar a coiiipaullia a mais de 30 pra-
vas.
lie sin anda insufUcieutc para necorrer
no eslabel. cimento de piCsilios militar, s
UeCeSSariuS a unca e a defo/.a dos pacfi-
cos habitantes ile algumas pai tes da provin-
cia que, aterrados, abaiiJuuaiii SUas pro-
prieuaJes, entregando-as a pilhauem, ao
1 .c.11.1:0 e a desastadlo. Km occasi.10 pro-
iio in liapensavel, para o provloteiito da
ntaiur parle dos empregus publicus a de lla-
vero candidato servido por si OU substitu-
to alguna IHnOI no nos-o exercito ou ai 111
da, parece-11 e quedareis bislantes meius
para conservar a f0rc,a armada 111 lispeusa-
Vrl uiaiiiiteiic.ri da segurauqi intern, re-
pelltr s ag^ressiies esternas e. desaitgravar
a honra nacional, seiiifelizmeiile (Sroff 11-
di la.
.Nilo basta, augustos e diiiissimossenho-
res repiesuiiUules da na.,o prupoiCiouar
meios piiraseobtere.il soldados e conser-
var os nferioros, de necessi la.le he fixar os
diieiios dos oliciaes que tem de dirigir as
baioii.las, e crear embaracos as desercojs.
As i :stiucc.Oes de 4 do dezembro de 1822,
pna vos sera presente o tejido da fnja
que por ago.a se julga hiislante (.ara romo-I legislacio nica que rege as promocOes,
ver os uiais graves males uue tllligem a po-j au piuem bajo ser applicadas senao a
pulacau da provincia de Coiaa. E porque 11a! coi po du engeiitieirot. Dahi resulta que,
o dei 20 eufer- .verno deconverter a coininissno de pratica i provincia da liilua lamba os Indgenas'coagido o governo a preencber as vagas
o da guaruiciio *c,e ariilhai ja em ouira demelhoramenlos ameagain igu.es incuisOes no termo de
Saula-ltita, nevo prevenlr-voa que nesse pe-
dido so incluir una conjpaullia du pedes-
tres pata a dita provincia.
(iabuaqui informar-vus, augustos e dig-
IIIS.-1mos senllul'eS lep sent .ules d i naro,
ua provnola de Goyaz he necesaria a ae7trVs"e" cr S" Z. ^SSSi\?^ ^T'" ""f"."11. st''c ^l.citope-
quanlia de 9,500,000. As obras de que ha or um lado a i, sil ilid. le .i 1 c u >"''' ,la dUtpIlUa e in,lruc-
Slero.r^en.de.r,,gosbe.hcos%rt4:r6
taiezadeS.-Fraiictscoeosquarleis, 1:;, pro- e, de outro lado, n va-lager '
vieta do Espinlu-Sanlo, montam a mais regularmente u
de 7 000,000.
Na das Alagas o armazem de artg
lieos existe em urna casa dealuguel
vm pie, arar em lugir pruprio as accotn-
modai,ddS para ellos Esta obra e us repa- Nio lechrei este capitulo sem lembrar as
rus, uu quecarecema enfermara tniljlar vaiitagens que o paiz c.dliera de csiabeleci-
eos quinis, orcam-seem 13 OtiO.OOO.
^Vcha-se em pessimo estajo de ai mmen-
lo e necessita la de concert a fortaleza dos
RelS-.MagOS
norte.
me,.tu do colunias militaros.
Ellas prospeiaruo, sendo enllocadas em
terrenos feriis a sadios ; e servirilode nu-
na provincia do Itio-Gi ande do cleo a povuac.De en pontos de nos exten-
sis'itn frouleir* e eai oulios iroressanos a
coulos de ris, do que adianto vos dar cuu- cito, fazeudo baixar o decreto u. 601 de IV
Alguns reparos so fizeram na forlaleza do nave^acao dos nos que, atravessando as
Cabedello e nos qunteis da provincia da provincias centraes, ve ni aouceanu, alraves
Parahiba, e pruseguo so nellts. de lungas matas virgeus.
Das demais provincias nenhumas infor-1 Eslabeleci los em novas estradas que se
maces pOdeaiuda obler o governo, nilo dngein pelos nossos vastos e desertes ser-
obstante as ordens exped Is para que se-; tfles, servirilu do ponto de abrigo aus viajan-
am regularmente remeltido todos os es-itrS que nellas se prover,1o da meios pra
cl.rectmentos que sirvam de instrui-lo das continuar o transito, ligarfta ssim as partes
necesstdades das pruvincia* na parlo relali-j |,hHadas do interior com o lilloral, o da-
vaaoohjectodequelralo. rilo vida mais activa aquella porcao da gran-
De quanto acaoo de expr concluiris, 'at f41llj|ia brasdeira.
senhores, quo, pedtndo se no orcau.enlol Alguma faciiidade haver em cstabelecer
que vos foi presente a somma de 300:000,000 ues colomnias, se ampliado fr por mais
para tolas estas ob'as, o governo cnsul- dous anuos o lempo do s.rvico dos recrulu-
louo estado bnanceiro do paiz e lamenta dos, e tiverem estes de residir nesso peio-
ia que nao seja elle l&o prospero que facili- do em os lugres determinsdos pelo gover-
tealixscao uemaiur qutnlia para ser p- nili qUe Ins fornecer alguns tenuos soc-
plicado a tantas e tao indispensaveis obras corros para fundacao de pequeos estabele-
mililares. I.imitar-se-haelle, porlanlo, as'cjmentos ruraes. He de presumir que o
mais urgente, concillando pur tsle moJo|amur jg prupriedade, melhorada pelo pio-
as grandes necesidades cum us meios do
qud puder dispOr para occorrer i ellas.
Coniidcraciet div.riai.
Depois da tu.lo qusnto ataqui vos te-
nho exposto devo, antes de tratar dus ou-
trus objeclos in lispeusaveis, quejara as-
sliudizer, constiluen. a segunda tf
parle desle relatorio. informar-vos que o
governo imperial enlelldeu COnvenieiile,por
me 10 de una tabella, approvad pilo de-
creto 11. 592 de 3 de marco de 1849, marcar
asajudasde cusi aos ulllciaes que tem de
l'a/er viagens terrestres, regulando assim
esta desjeza e fazeudo cessar o arbitrio de
a litar para cada caso pailicu'ar. (Is que
embaicam, quando vSo em servido, rece-
ben) transporte gratuito, ao passo que aos
outros se concedan! variados soccotos,
cum que mpossivel Ibes era umitas ve/es
deixarem de comprumottor seus parcos
veni'iinenlos por longo tempo. Confio em
vossa recltJuo que des ida mente apreciareis
a necessida jo ci.. semelhiute medid.
.Vul.irisado pelo ni l. 25 da lei n. 514 de'
28 de ou lu): o de 1848, o mesiiio governo
deu nova irma ao corpu de sade do eicr-
prio trabalno, os commudus licitas resul-
tantes, e a familia liguum esses veteranos ao
suloquea generosidane da nactlu Ules con-
ceder.
forra armada.
O exercito contina a dar nilo desmenti-
das ,ruvas de sua bravura, d!sc:!ts, da-!
dicav'iio as iustituicOes do paiz e amorao
uiouarcha brasileuo.
lie com a maior complacencia que vos in-
formo do espnilo de ordem quu u anima
Uesgracadanie.ile anda urna ve leve elle
de o pruvar, por uccisiflo dos recente acon-
tec, neotus da provincia de Per na m buco. E
Sealguui nialiadado.dlici.il biasileiro, des-
ellando lodos os sentii.entus nobres, pro-
curou tisnar a sua classe, esse factu isolado
nao minora a cor.flanca deque o nusso ex-
ercito he ti ni dos m sis fortes estelos .la ino-
oarciiia cousiilucional ropreseutalifa e da
utegrUade du loiperto.
Ituduzdos a obelieucia os dyseulos da
iruviucia de Pernanibuco, o governo teria
rilo convergir algn balalhOes para a pru-
viucia .lo llio-Craiide du stil, onde asen-
cumslancias actuaosengein maior quanli-
dade de troyas,aperlenac,uorin,de alguus
piuviucias do efl
Us diversos icgiuieiitos, balalbos e
Cuinpaiibiis lilas ois.sO.nliiadoS | olas pro-
vincias do importo, nilo devem deiXar ile
ser anuualmeiiie iiispeccionaJos per oll-
ctacs geneiaes ou jaapeloros iiilelligeuies
e austeros, qna corrijan! os abusus jlllio-
duzuus notemos nefelios que comeca-
ic.ii, man, utan a disciplina, uuiforini-
sein a insu ucean em lodo o ex- rciio e
fuinecam dados para a pumeo de abusos
de poder, e de prevericacOes, que com os
dinheiros publicus e aas pracas de pret
so comnietlerein.
As gratificarcs, que aos inspectores se
abonarom, senlo largameute compensadas
pela fiscalisacu nas catxas e lvros dos di-
versos corpos mellior lialameulo das pra-
cas e augmento de sua iuslruc;3o, disci-
plina e uiur.ilidade.
Chamarci aqui, senhores, a vossa alten-
(o subre a necesstdade de melhorar a sor-
io dos olliciaes inferiores dos curpos i Lio
mcsquinlios sao seus vencimentus acluaes,
tilo poucas esperangas iiuiroin de passar ao
primctio po.-to subalterno, cuucoireiido
com os alferes alumnos o cadetes, queso-
licitam baixa, logo que cou.plelam o lem-
po de servido. Sunsliluidos por pravas m-
virjas e puuco hatulilajas, l'..i.;.smente
lem ile soll'.era cconouiia e disciplina das
coinpanhias, e portadlo a dus coi pos que
ellas conslituem.
Se o sold dossargenlos-ajudantes, quar-
teis-meslres e prijpeirus sargentos ae ele-
"1T a IC ''" 'r'"nl..l rol.' ilia, irid .> .f...* i,u_
guii.los s,.r0entus a mais cent.i e .inte, e o
dos fui neis a mais cem ris, acredito que,
leudo cio os das nes primeira classes
meios ufio multo inferiores aus que em ge-
ral pdenlo pioiiiplaueuie alcaucar lea
das hienas, e n.io lli.-s sendo itileiiamente
veda lo o accesso a olliciaes, deixarao de
pedir escusa, e us uulruS cum a esperauca
de ebegar a aquellos postos coniiuuarao a
sersirpor mais lempo do que silo ubnga-
uos; e tom insignificante acresciuio de uea-
pezu u exercito muilo gauhara.
o mappa n. 10 veris qua! era a sua fr-
t effecliVa do 1" de dezembro ultimo, se-
gundo os dados existentes ua secretaria du
estajo.
Euaajamenlo de tolunlarios recrutamenlo.
feudo sido o goveruo autorisado a dis-
pcttdcr a quanlta de quairoceutus coutos
que apparecem, u faz sem delerminaco
legislativa, e a ssseniblet geral o tem sauc-
conado.
Ha muitos unos nao se fazem porguarni-
^Oijs e provincias as proinoces de iiifauta-
i ia e cual;.nn -. as ofposices na arma Je
arlilliaria n'io tem sido ele nenio para os
aceessus ; o .slado-inoior de primeira o se-
gunda clusse nao lem regra para suas pro-
niO\ ; preciso he, pois, tu lo estabclecer.
Em ist foi proposia i or um du nteus an-
tessuresuma iei ruulando este ramo do sei-
VrJO publico; co uiiiiss'io de maiiiiha e
guerra da cmara dos senhures deputadus
niclhoruu-a cum algumas emendas. Soli-
cito, senhores, sua discussilo : e ento lerei
a honra de oll'erecer algumas alteraces,
que, no meu entender, a loruam mais a-
propriada as nossas circumstancias e con-
formo com a legislac:lu das uaces que mul-
la altciicio presta O) aos seus exercilos.
A desriela eulre us tem subiJu a um grao
espantoso : a seduefau para a pratica du o une
militar mais veiguuliu9u, e o auxilio ande per-
jurio s audeiias au he punive pela tiussa
I gislaca actual. Se qiiereiuus ter trupa, iu-
ii.,i:i mi be que cslabcl.-e.ies penas cunta
os que tan directa e furleiiieute aiauaui aa ba-
ses usis solidas da seguram;a du paiz. As u,>-
vas in dciiaiie is que esiabeleceiu penas, e uiar-
caiu o processu aos reos de deserf o em lempo
de pa/, varreem de reforma i a expereucU
lem iiiosir.ido que nao dcveiu ler appliuace
cutre nos.
Se, durante a pa, de neees.sid.idc be pr cin-
tin.1,,1, s desecos durante a guerra san ellas
os cuines mais fata.s, e punidas proui|ita e
severamente entre tudas as ua>oes civllisida*.
Chamo lamben! para este ponto a vossa al-
tera.,. ,
Ulficiaes da tstincla legunda linha eom sold.
Nao obstante as repelidas diligencias empre-
ad .s pelu governu alim de culher aubre os of-
lieiacs da enuncia seguuda liuha. que veuceui
suido, liiforuiaces, quepnssaiu uiieular o cor-
po legislativo para resolver sobre o desliuo
que se Ihea baja de dar, anda nao consetrulo
reunir dados basUules que auturiaeiu uutro
juizo diverso do que expend uo rotatorio pas-
sado. Acal-sede reuovar a ordeus al agora
frustrada pela n vooiade de alguus dcss> s of-
liciacs. e tenlio un.iiv.is para ci4r que brrve-
incii ie licare habilitado a aatisfaier a vosaa
exigencias.
Officiasi da ierceira tquarta clatst do m, tUt.
No mappa n. 12 encontrareis o algarisiuodo
ouiciaes que ora compOe eslas duas classes.
Ellas esiu subjeta s alternativas prupi i as
de sua nal .reza, sendo de uotar cumtudo que
a passageiu de inuilus utbeiaes du enluca uor-
pu Je aitillieria de inariulia para o exeicito
grande iucrcuieuio causuu a pi imeira das dita
claaaes*.
Olvida paiiVa.
A liquida(o que le procedeu na connlo-
ria geral da guerra desde o prliueiro de malo
de 184S, deu lugar ao exame de 260 nroceiso
de dividas de esercicios liudus, na iiuportau-
eiade dlti.oJ.i.l.'W rs.,daqual luaudou-se pagar,
iur cuita dos credlios j coucedldoa, 9:071,944
rs., e iic.iraiu dP|>endeiite da decreUfaa ds
fundos 2li1:J6j,44 rs., importancia duque,
eudu liquidadas. I'raui aubiuettlda revisa


III 1* I
..L.lJBPggBB
do thrsnuro publico nacional para seren coni-
iirehondidas no crdito, ,,u,. vo$ na je 5cr j,c.
dida pelo ministerio da fazeuda.
roratn indcferiitas algnnias pretencdcs na
iinpuriancia de 52:149VJ4 rs., ou por falla de
documentos legaes que ni coiiiprovsscin, 011
por se acbarrw proscriptas e restam ninda
dependentes de exatne c hifonnacrtes 457 pro-
cesan.
Despeza mililir.
A soinma votada na lei do oroamrnlo de 38
dcQutubrnde ISIS para as despeas do excrci
ci de 1848 a 1849 teria sido sullicioiito para
pagamento de todos os servicos ordenados, se
o imperio, como Tura para desojar, so houvcs-
ac conservado ein circuiustanclas ordinarias : a
11 ln-l.i.io il:i provincia de Pernambuco velo In-
felizmente mudroslas circmnstsncias. e cun
todos os males que prodijz a guerra civil, aug-
neutou consideravelinente a despeza da re-
partir*') da guerra.
Os i Minios decretados pr aquella lol fram
de 7,-12S:.'>5?,7(X) rs desles dispendeu-sea soni-
na de 0,753.383,730 rs., e ricarain sobra om
algumas verbas na Importancia de675:IU3,970
rs. Como, porui, pa.a oulrat verbas fraui
iiisulTn ieutes as quotas vot .das, e o governo,
conforme o disposlo no artigo 52 da lei, eslava
inhibido de applicar as coiisiguaccs de urnas
oulras verbas, lu coso foi aulorisar na forma e
pola mamila determinada no irrigo 53 da lei
citada, a tnaior despeza que foi mister fizer
cum estas verbas, as quaos, na falta de dados
positivos, calen Ion ciu 1,214:139,571 rs. distri-
buidos pela manen a srguiulc :
Concelho supremo unliui 1:000.000
Arsenaes 23.Y074.444
llospilars 50:000,000
dilua.'! da terceira classe i6:OOO,O00
Guarda nacional destacada 250:014,51 I
Compra de cavallos 130:000,000
Gratilicaces diversas 40:000.000
Presi no .le Kcrnaudo-de-Noroaha 5.601,700
Obras militares ISVUM 612
Ucspezas diversas e eventuacs 401:736,178
1,274:139,571
l'ara a pi inioira destas verbas foi nocessario
n augmento eui raso de haver rogrossadn da
...iiiiii i s,., 11 rio que se achava um dos vngaes
do concelho supremo militar, cujus veiiciiuru-
los linba o corno legislativo supprimido no or-
camento.
A passageiu de officiacs da primoira para a
terceira classe do exrrcito dou motivo no aug-
mento de crdito para esta veiba, deisaudo
por alguin lempo sobras uaqucllas donde sa-
ilram.
O estado excepcional da provincia de San-
Pedro, onde tem sido de mister conservar c
mantee Ulll exoroilo, e .aee il ni ll I ir linios de o
i'ortalrccr para fazer respeitar nosso territorio
durante a lula Iravada cutre as repblicas vi-
yinli.n. necasionou a autorisaeo do crdito de
130:000,000 rs. para a verba Compra de ca-
vallos 1 rdito de que se despenden apenas
una parte, por nao ter sido possivol no curto
c.p.ieo do auno finalicen o fazrr-se acqumcfio
do toda a cavalhada que se julgou ludispeo-
savel.
Somellianleinente aulorisoil o governo o cr-
dito de 1 .''.'i ui ii.himi rs. para obras militares,
dos qnaes 100.000,000 rs.-para asmis inten-
tos l'..i iilicices na provincia d San-Pedro,
despeza nocossai ia, que nao liavia sido com-
prchendida na le do orcainenlo, e 35:000,000
rs. para indisponsaveis reparos de quaitois as
provincias de Pernambuco e Alaga*, ondo u:io
liavia acoiuiuodacoes para as tropas que ahi
foi necesario reunir.
Os crditos autorizados para estas quatro
verbas in.iiit.iin 247:000.000 rs. ; portal dis-
pondou-se dollos uiiicauonte a quaniia de
138:6:i8,168. licand anniilladn no eiiccriaiiieu-
ln do rserclcio o saldo ifUO liouve de.....
108:301 832 rs.. a saber: 71.832 r. na verba do
coucelho Mijo i um iiiili lar 8:230.0n0 rs na de
dinmes da terceira classo ; e I00.0d0,000 rs.
na de compra de cavallos.
a' exeopeo do* crditos auloi isados para es-
las quatiu voibas todos ou ontros liveiam por
causa as ciicuiusiaucias cMiaoi'.ioai ias da
provincia de Peinainbucn, e por immodiata
toiisoquencia as das provincias liinilioplios.
A necessiduite de destacar guardas uacionaos
ein vaiios pontos da primena, onde Importan-
lUsi.no* servicos prosiaram, e as das Alago is,
(..na, Parnbiba e Maraulnio, as quars live-
lam de .substituir a loica de linlia, occasionou
a inaior despeza, que o governo auloiisnu, de
2J9.G44.5Ii rs., igual a que se lana om um au-
no COM 1,500 pracas de prot de linda.
O nocossaiio ci|Upaiiieiito, armamento <
mullicos para armar e uiiiniciar esta forca o
a de primoira liuha empregada em reslabele-
cer ou maniera ordoin, e bem assini os arma-
mentos e eqnipamcnlos que foi mister reuu t-
ler pan reserva do eer< i lo do tul, doram lu-
gar ao excesso de despe/aa coni a verba Ai-
senaes que n governo auloi isou na iinpoi-
tanci i de 235.074,444 rs.
Para a rubrica de Hospltaes vntou > le
132:122,700 rs., qoanlia que seria sulliciento,
se o governo podesse, como aiitoriormeute, ti-
rar das sobras da verba do Torca de linha os
venciuientos das pravas que entram para os
buspilaes, ohui do com ellos fa/er face a maior
despena de nielas nao contempladas mi orca-
lin uto. leve, puitdllli, ile ao to l i s a i o eicli-
to de 50:000 000 rs., que julguei iudisprusavol,
do i|ii.il. poiCill, di.pi ndi lanisi nuil .aun lili
Xr. 173.856 rs.
O estado da provincia de Pernambuco, ondo
o governo leve de reunir consideiavois frcas,
deu anda unitivo ao excesso que liouve nas
verbas, de gratificares diversas, justificado
pelo maior numero de coiuililftors, e de -- Di-
versas despezas e Kventiiars compre-
ln minias as de iransporle de Iropas por mar e
torra, cnmedoiias de emba que e ajudas de
.lisio a ntln i.ios.
Para .mu lia autorisou-se o crdito de rs.
40:000.000, do qual dispendenderau.-se ris
16:076.782 e para a ultima foi mister um
crdito de 401:786,178 rs. que foi dispeudiilo,
sondo a despeza total detla verba elevada a
5?94l9,978 r.
Para o presidio de Fernando-de-Noronha
11mlo ni loi ui-ullicieiile a soimua volada, pois
que a despeza a exceden ein 5:601,796 rs., au-
lorisada dopois nos te unos da lei.
Apozardetero governo, aliu das sommas
lixadas prla loi, autorisado ilillori nloi credi
los na importancia de 1,274:139,571 is.despen-
dru desles crditos nnioaoionie 1,127.088,279
rs., ficando de saldo 147:051 ,"92 rs.,quo reuni-
do sobras que ticaraui de oulras verbas, co-
mo j disso, prrfaiem a soinma de 822:245,262
rs, que hoovo de sobras, como claramente de-
monstra <> calculo srguinle
lvido pela lei
Autorisado pelo governo
parte do aune., calculan lo-sc para os mezes
restantes pelo termo medio da despeza dos an-
teriores.
l)ando-vos ennta desles crditos, que o go-
verno ein ciiinpriinenlo da le, e ti vista das
necessldades do publico servico, teve de au-
torisar, julgo li.ivor justificado os motivos que
prnduiiraui lcs despetas, e espero que em
vnssa sabedoria as avallis dignas de appro-
vaco.
Ornamento da dttftta part 1850 1851.
Para as despezas do ejercicio de 1850
1851 pede-sn no orea Tiento que vos fui pre-
sente a soinina de 7,467:143,820 rs., a qusl
comparada com a que foi volada Dra o
exercicio corronle, apresenta a dfferenca
para niais de 38 586,120 rs. e, em relacAo
.i que se dospen leu no exercietu ultims-
monie enconado de 1818 a 1819, menos rs
413:308,189.
llevo aqu observar que ns confeceflo des-
le ornamento ped os fundos nefossarios pu-
ra o estado completo dy imperial corpo de
engenheiros, do estado-maior e dos offciaes
dos Corpus da forca de linha, porquanlo
entendo que o governo deve estar habili-
tado para preencheros quadros do exerci-
lo sempre que as circumslancias o exijan) ;
e, como as s nimias do urnas verbas nflo
polen ser applicadas despezas de nutras,
he obvio que nenhum inconveniente resul-
tar dsquells medida, no cas* de inl.i ser
olnvado ao estajo completo o numero dos
ollii'iaos. Semelhantamenle, epelamesms
raafio <1e Dio' poderem as obras s-r appli-
cadas diverso, fiz r-unir em um s ver-
ba os sol los dos olilanes das dijrcnlus
classes do exercito, por isso qun, ten lo
clles de passar de uinas para outras, re-
sulta que, estando hxado o quaniitati-
vo para cada verba, haveria sobras em
iimus c diflerenca em oulras, o que nao
acontecer votando-sc em globo \)tr to-
das. l*iz, porm, organisar tabellas expli-
oaiiws de cada urna, afim de que com per-
feilo cotihecimonto poisaes lis.ar a despeza
iIcmo lamn de servjgo.
Por igual motivo liz reunir sb a rubrica
de Kxercilo s tres verbas de,rn de
Itollt, guarda nacional destacada e compra
de Civallos, que silo de tiatureza semn
litante, por isso que a segn la no llipple-
mento da primoira, e a lero-ia f>z parle
do SCIVQO das duas despezas interiore!.
Fiz liiiiilieiii incluir na tabella de |Vui,,a de
linha a clapo para os olliciacs dos corpos
lixos nas provincias, porqu entatlilo que o
seu servico he em nada inferior aos dos ou-
tros corpos, e julgo um icio de justica que
seus vencimentos sejAo iguaes aos desles
em ludo.
Cabe aqu pedir-vos, sonhores, que pres
teis vossa alinelo aos gravis iuc nivciii
entes que rosiiltam de se DAo paga'em
promptamente os venciinenlus dss pravas
da prel. cahilns ein txeicicius lindos. .\.,i
permiltnido o curto espado de seis mezes
a.fl ei.ni.io-. que a le c.mcode para paga-
mento das coolas de despeza de cada exer-
cicio, que sojlo salisfeilos dentro deslo pla-
zo lodi.s os servidos, acontec quasi se n-
pre que ficam por pagar veiicimentus de sol-
dados que estiveram em diligencias d.-sla
jados em lugares Imiginquos, ou barata-
ando a vida em cmbales ; e esles soljados.
viili.iiiiln, un le nnn.ii'cni suas fadigus, iuu-
ttlisalos niuitss vezes por hoiiroaea feri
iiienlus, e oblendii baiva do seivigo por lia-
verem compl lado lempo a que eran o-
brigadoa, rpcbatn, em lugar dos sol los
veuci.lus a custa de iniliiares do privaces,
uni titulo de divida de exorcicios lindos,
que liles he idiine.liatamenle arrebata.lo por
vidos rebule.lurcs aliocode tu.es oinlias
quanliaa.
Kste mal, senhori's, deve cessar, por hon-
ra do governo e da nacflo. Klld seiia em
paite minora lo, se fosse amplea lo por mais
seis metes o praZO adjicional conced Jo a
cada exo.ciclo para o iticerramonlo das
cuntas; mas, como esta medida, a sor adop-
lida, somonte po le aproveilar para o futu-
ro, entreunto que cum, re dar remedio aos
niales existentes, peijovos que Cousignets
mi iiic..mienlii que lebles de volar, e 0b a
verba de -- Kxercicios lindos una quan-
Ua siillicieute para pagamento da divida
passiva das pravas que lrem escusas do
servido.
Eis-aqui, angostos e dignissimos senho-
res reprcseiilanles da iiar;1o, quaiiio julguei
conveniente irazer *' vosso conliecimeuto,
a nnn d.ven ni por ni.Hs I.'in,m (aligar a
vilsi atieiiead, dou litu ao presente rea-
torio.
Palacio do Uio-dc-Janeiro, om de Janei-
ro de 1850.
Manoel Felisardo de Soutii e Mello.
INTERIOR.
Soinma
liispcndido
7,428:557,700
1,274;I39,571
8.702:6:17,271
7,880:452.009
822:245,26;
Sobras
Ora, se o governo estivesse autorisado, co-
mo precedentemente, para applicar as sobras
de unas verbas ao servico de outras, ueste ca-
so o excesso de desprza sobre o votado seria
unicaineiile de 4,")l:8'j4,309 rs., porq-iaulo
Disprndeu se 7.880:452,009
Fixada por lei 7,428i557,700
Excesso 451:894,309
Ksla despeza ful calculada, tendo-se ein vis-
ta as deiiiinisii jjOes remellidas das provincias,
com exerpeao de poucas, na falta das qiises
scrviiuUm e inte u toma. de despeza d tuaior
Rl-K-JANEIHU.
0 tenido approvnu huntem (4 de feverei-
ro) em leicoira discussilo o ptojectn sobie a
organisa;3o da guarda nacional das l'run-
lairai.
Iloje '5 de feveteiro), pelas quatro ho-
ras da tarde, da barca que segua para a
i'teia-i,iaml-, laneou-se ao mar Carlos Kr-
neslo Uuval, casado h< pouco lempo, e com
arinazem de madeira na travessa do Paco,
canto do bi-cco da Fidalga. Dous escaleres
da crvela portugueza / -Jo&<> fram em
seu sorcoiro, mas, quando chegaram, ja
elle nao vinha niais a supeilicie d'a-ii.i.
Uix-se que escrevra alguuins caitas, o que
11 tilia ti a tildo dos seus negocios al As tres
huras da l.nlo, como era de sen costume.
Allribue-se esle suicidio a translornos de
seu i'stalielocimenio
O sonado spprovou houlem (6 de feve-
reirii)um requerimeiilo do Sr. Paula Sou-
(*, p iniiii ao governo copias dos conir>c-
tns celcbraJus quando loram cmitiahidos
os empresiimos externos. O huurado mem-
bro aprovcituua OOCWtflO por rrapouder a
algumas observafOes foilas a seu respedo
pelo sr. 11 11-,, l.iiio Kerreira Penns, na c-
mara dos depuladus
OSr. Pereira da Silva, como orador da
d.-puiacflo encarregada de apresenlar a S
MI. o voto di grabas, dando ronta de sua
iussSo, leu a seguiule resno-ta de S. M.
que lu recebida com muilo especial a-
grado:
> Agradet;o tnuitn cmara dos Srs de-
putados a leal coopiTacSo ptomellida ao
ni u governo, que s diera emprcga-la para
esialnlidailo de nossas iii.stiluic.des o ventu-
ras desle imi crio. Nas leriivets angustias
que i en i sollado o itieu Cura(So de pul, na-
da me be tao coanolador como observar o
^__________Ui*>__________.....--
awr
vivo intorosso que por olles toma a esmira
dos Srs. ili.'put'jdos, interprete sincera de
iodos os llrasileiros que lambom amo como
illios! >
-- F.tiiroii (hontem 7 do favereiro) em dis-
cuss.lo na cmara temporaria a resolueilo
i|U concede a pensflo de 210.000 ris a An-
ii da Costa Montniro, soldado voluntario
di pruviiiri i do i 'o ii.kiiIiiip i. Ficou adia-
da pelo hora depois de haver fallado o Sr.
.Muraos Sarment.
0 Sr. Ilollaodi Cavalcante apresentou
(hontem 8 do feverairo ) no sonado, e mo-
tivou um |irojecto relutivo ao estabeleci-
tnento de bneos provincises, e suas rela-
t;0es com o thesouro publico nacional c
caixa de auim iisa.-fi) : o projecto fui as
commissdes de fazenJa e de legislafilo,
l'assou em primoira discussSo a resolu-
Qilo auturisan.lo o governo para conco ler
carta de natU'alisacto ao Prussiano 1*8-
ques Antonio Qu aran te.
I.'iili'.ui lo lopois em primoira discussao
o proj-cto do Sr. llaplista de Oliveira, a-
cerca de organisac^o de corpos de segunda
linha para o servico das fronleiras do im-
perio, julgou-se prejuJicado.
O senado approvou hontem ( 9 de fo-
vereirio ) em segunda diseuss3o o projecto
sobre proviucialisacdlo das notas circulan-
es. Fallarn) os Srs. Paula eSouza e mi-
nistro da fazenda.
OSr. Dr. Manoel apresentou hoptem
(9 de feveroiroj ua cmara temporaria
um te |nei miento de urgencia para discuti-
rem-sn de preferencia a qualquer materia,
ao menos al ao ineio-dia, as resolin;0es
que vorsSo sobre pensOes a individuos que
prestaram sorvu;o ni provincia de Per-
nambuco. A urgencia foi approvad*..
Seguio-sea discussao de varias peas Oes
que lram tolis approvadas sem discus-
sao, sen lo igiialmoiilo approva lo por 48
votos contra 26, um artigo additivo de-
terminanJu que os agraciados pe ceba m ai
ponsdes desieii datados decretos que as
cotice Jerain.
Coutitiuou depois a discuss/Io da xaciln
das ficas de trra. Foi approva Jo o artigo
I." com a emenda da cnnimissilo. En-
trando oin discos.."io o artigo 2., oraran)
osSs. Suu7a Franco e ministro da guerra.
Nao havendo casa para se votar, deehrou
o Sr. presidente encerrada a discussSo e
mandn proceder chamada
O vapor de guena D. I'edroe o vapor
lo reboque Struh, que por orden) do gover-
no sahiram sexia-leira s 2 horas da larde
em busca do brigue russi Olg, enconUa-
ram-o s 6 horas da larde desse mesmo
lia, 25 milhus ao sul da Cavia e irouxeram-
o botiteui para este porto.
O brigue Olga linha sabido do Rio em 2i
lo passado Com destino a Abo. A guarn-
can diz que o capil'iu e piloto iii.iiier.ini
las tabres. Proc Terminou hontem (12 do fovereiro! na
cmara din depula los a segunda disc iS-3o
da prupoi ta sodre lixacao das frcas de Ierra
Koi ipjoi ada a i.lea de ser o recrutamenlo
istrihiiido polas provincias, segundo a po-
inilacilo livie do caJa urna. Volaran) a favor
18 membros.
Seguio-se a t"rcera diseuss3o do p'ojoc-
lo que fixa as f gas navaes, o qual foi ao-
prova lo com a seguinU emenda do Sr. mi-
li is'ro du marin'ia :
A dlaposltjflo do dpcr-'to de 11 de de-
zemhro de 1815 no art. 3 he applicavel s
rafas dos o.ir, os do un .-or la s mu i nlioi -
ros efizileiros navaes quo so iinpossibl-
larom por doetiQa, ou em acrjo, para con-
tinuar no servico
F.iitruii em segunda dscussln o projecto
Jas comuiissOos reunidas de sa le publica
e segunda do orcamento, qu^ concede ao
gOVernO n llera dito de e e.l eolitos de rlS
para orcorrer as despezas com a epidemia
reinante. Tnmsian paite nesla discuss.lo
ns Srs. (nios, Paula Candido, Johim, Vieira
do Mullos e Mundonn, e licoii encerrada
a discussflo por nilo haver casa para se
votar.
O senado approvou hontem (Mdefeve-
ieiro) em primeira discussiio o projecto que
c ea na corle urna contado ia geial da guer-
ra ; em pri neira o segunda discussSo ns
resu|u(0ea, conceden lo faculJade pa'a ad-
quirir possuir bens de raz s santas casas
Ja misericordia das ciJades de Santos e So-
rocaba, e a ordem terceira de S. Domingos
da cidadeda lish'a ; e em segunda discus-
sSo o pi'ojeclo, autoris uni o governo pa-
ra c.mreder carta de natiiralisaQ.loao Prus-
siano Jtcques Anlonio Quaranle.
A ie-o.in,"o, augmentando a deputagfln
de tres provincias, foi as commis-ocs do
coost tuigiln e eslatislica, a requerimento
do Sr. Paula Souza ; lendo lmalo parte
na discussuo os Srs Paula Souz<, Saturni-
no, Clemente l'creira e Vergueiro.
A cmara temporaria approvou hontem
(14 de i' voitim; un segunda discusslo para
passar a terceira, a resolug.lo que concede
ao gove n i um crdito de 100 conlus de
ris para concorrer s despezas cjin a epi
d.una reinante.
Foi depois approvada em escrutinio se-
creto, por 72 volos contra 1, a pensflo an-
imal de 300,109 iis concedida a II. Mana
Ksped liuii.il'.zino da Costa Pereira, .som
prijni7.il do u.eio sol lo que Ibe oompele
como viuva do capilno de |. lintel An-
dr Pinto liuarle da Costa P reir, morto
em combale defend n lo a ordem publica
na provincia de Pernambuco.
l'a-sou su a desculiro ornamento do im-
perio.
Fram nomeadoa por decreto de 7 do
concille :
Fernn Jo Kod' igo Silva, ti bel 11 So de no-
tas e pscrivSo do judicial e urplilos do mu-
nicipio de Valenga da provincia du Itio-du-
Jallello.
Jos Francisco de Paula, servnlia vita-
licia do ollicio de partidor dos jingos uiiiin-
cipaos e de orphaos da cidado de lu na pro-
vincia de S.-Paulo.
Hachan I Jos .Manoel da Costa Bastos,
juz municipal de orphflog do termo de
Cantagdllo da ptoviucia do llio-de-Ja-
noiro
O juz municipal Joaquim Caetano da
Silva Cuinarae*. juz de direito da comar-
ca do Paiaua, ua provincia do Minas Ce-
raes.
O l)r. Isidoro Borges Monteiro, l.sup-
pleute do 1 delegado do coci de pulici.
do municipio da coi te.
-- Fui Momeado secretario da legag.lo, <
jnle uiaiiieiile encarregado de negocios d.
Brasil na llussia, o Sr. LU! Pedio Sodr.
Pelo paquete ingle* Ktslret ^recebe-
mos fainas da Montevideo at 31, ede Bue-
iios-Ayies al S do passadof Janeiro ).
Du praga sillada e da campanlia oriental
nada ha de (importante
K.m 24 do passado foi aulorisido o-gone-
ral llosas pea sala dos representantes para
ratificara convenvSo de paz entre a Confe-
JeragSo Argentina e a Inglalorra. Por to
fausto suocesso, diz a Gaceta de Buenos-
Ayres, ordenou o goveroador Rosas nossa
mesm* tardn que a batora l.berdade dsse
urna salva de 21 ti'os, e que a cidade se em-
bandeirasse e illuminasso por tres noites.
l.ogo que o Exm. Sr. governador, ac-
crescenta a Gacela, recebeu a immortal no-
ta da honrada sais, delerminou receber o
Sr. Southern no carcter do ministro ple-
nipotenciario de S. M. Britanntca.
De feito, s onze hirus da nuil" de 94 foi
olUcisImente recebiJo u Se. Southern polo
general Roas, estn Jo presentes quatro
ajudantei de campo do dictador, segundo an-
iiunei.i a prnuria (iuceln, mas neiiliutn dos
ministros. Umi orla que temes vista
diz:
Nmii Aran* nem Insarle assstiram
recepgflo, e oque he mas extraordinario
he que nflo live am conliecimeuto da reso-
lugSo Je Rosas, senflo depois da festa. Pa-
rece certo quo as mas noticias que Rosas
levede Psrishe que o inJuziram a recebar
ao Sr. Southern, e que espera tirar dabi al-
gum partido. >
At28 do passado n i linba respondido
o general Rosas proposta feila pelo go-
verno do Paraguay.
0 gaera! Urqutsa foi reeleito em 15 de
lezeinbro govarnadd" de Entre-Ros O ge-
neral Rosas nflo linha receido participa-
eoolejal dessa reeleigo.
Ha noticias do Paraguay at 5 de de-
/.inliro. O presidenta da republci ti ma
i'i'o'oss'ulo do passo da Patria a cipital.
N3o lem fun lamento a noticia que su espa-
Iiioii de ler sido passaio pelas anuas o Co-
ronel Wiesuer.
ncapilo Borges, add i do legagflo do
Brazil no Paraguay, Telo de passagem no
vapor Imperat'iz.
Recol nos folhss do Cab de llia-F.s-
perang al I4de dezembro. Conlinulvain
os habitantes da capital e a aulO'idade mu-
nicipal a represonlar contra o desembarque
Jos degradados remedidos pelo governo da
meirop.de para aquella colonia e o go-
bernador geral ordenara qin se conservas-
som a bordo ns que tinham chega lo, al
ulterior d-csSo do ministerio ingle*.
quem enviara as pi uncirs represeulagdiss
da inunicipaliJade.
( Jornal do Commercio.)
Al. AC AS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. preii-
dente Dr. Jos Dent da Cunha Figueiredo
25 DE J xM'.lUO
Offico. Ao inspector de fazenda, trans-
mpllinlo-lhe por copias os tres avisos do
ministerio da jusliga datados de 7, 8 e 9 do
coiT-nte, a | ii de que faga cumprir as exi-
gencias delles constantes.
Dito. Ao mesmo inspector de fazenJa,
doclarando-lhe que leu.I i a presidencia
ni un lado formar um destacamento de cem
guardas nacionaes no Passo-de-Camarag-
!>, sb o com liando do capilSo Jos Apol-
linario de Faria, alm de occorrer qualquer
prec<3o do servigo publico, cumpre qu'
mande fazer os pagamentos dos prets de se
melhaute Torga com os dinheros existen-
tes na mesa de renda daquella povoagflo, a
cojo administrador se expedio ordem, em
7 do correte, paraos conservar all, afim
de terein esta applicagSo.
Portara. Momeando diflerentes oll
ciaes do segundo balalhSo da guarda na-
cional do municipio du Porlo-de-Pedras.
Coniinunjcju-se ao lencnle-coronel res-
pectivo.
(>ITicio. Aojuz dedteitu nlerino da
Anadia, para que responda coi c i do objeelo
do que trata o ollicio que se Ihn remelle do
segundo aupplenle do juiz municipal, ru-
in iu lo os documentos de ns. 1 a 6 inclu-
sive.
Dito.--Ao promotor publico da comar-
ca de Anadia, para.que informe, com ur-
gencia, acerca dos diversos tpicos do olli-
cio que se Iho remelle do Viceuto de Paula
CarvJlho, delegado de polica da mesma
comarca.
nilo. Ao mesmo promotor, transnttin-
do-lhe o offlcio do juz de direilo interino
de Anadia, acoopanhado de quslro docu-
mentos, para que lomando em considera-
gSo o que no mesmo se exnend promova
a responsabil lade a quen nella tver en-
corrido, dando parte do resultado
Dito. Ao capitn Jos Ap lunario de
Fara, para logo que tver requIsigSo do di-
rector geral dos ludios pjra marchar, or-
ganise m duas companlius a torca desta-
cada sli S"U coinmauJo com Os ollieaes de
sua companhiaeocaplloe um alfares da
sogunda. e siga immeJiatamente para Ja-
cuipe. devenJo destacar presenlementa no
Passo-de-Camaragibo roma dita forga. o
lente Antonio Mauric o Waoderley, eos
alios Joo llaplista Ros e Francisco Xa-
vier Uaplsii.
i du -.o circular as cmaras municipaes.
Por aviso do ministerio do imperio, com
Jala de 13 do cu renle, cuminuuicoii-s u
esta presidencia que foi Dos servido cha-
mar sua Santa Cluria, no uia 10 do mes-
mu iiicz, pelas 4 llorase 20 minutos da nn-
nbSa, o soieiiissiuio principe imperial o Sr-
Dr. Pedro, o qual fui depositado no da 12,
ruin tuda a soleiundade du costume, em
nina das canellas do convenio dos religio-
sos de S. Antonio da corte do Ro-do-Ja-
neiro, do une fago igual communcacSo a
V u. t s. "mido que Ibe ilooin publicida-
de no municipio de sua jursdicgSo
aicirr, 27 sx rcviaxiso os lisa.
Pelo vapor S.-Sebnilito recebemos jor-
Dies da cote que chogam a 15 do corrento,
e, apezar da hora em que osobtivetnus, ( 8
b iras da note^ofTerccemos a osnossoslei-
lores u que de mais importante nelles en-
c jotramos.
Afebreamarella fazia all seus estragos,
porseguiQdo, cuuo aqu aos eslraugeiros
mais do que aos nacionaes,e destes os recen-
tomente chegados ; aos nacionaes e eslrau-
geiros aclimatados apreseotm-seesta bo-
nigna e p.juco caracterisada.
Alcangim a 23 as gazetas da Baha, nas
quaes na la encontramos de nleresse vllal ;
anda continua vs m as tabres epidmicas.
Maeei tamben) soffris o mesmo fla-
gello.
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Uendmento do da 37..... 7:503,799
hcicarreaam hoje 28.
Escuna brasilera falantt-Marta pipas
varias, fumo e toucnnu.
Brigue nacional Sem-Par sabio, pimen-
U, cera e caleiras.
Brigue jnglez Margaret-Reiley bacalho
Brigue francez Htleopolls bstataa.
Barca inglesa Creamtrt bacalho.
Brigue inglez (? dem.
Itrigue nacional -- EmulatSo sola.
Escuna brasilera lastra Vinho.
CONSULADO GERAL.
Rendmento do da 27.....6:008,8.">5
Diversas provincias...... .*L3'-7>
~:18,52
EXPORTACAO.
Despacha martlimoi no Ha 27.
llio-de-Jauclro, patacho nacional Fafa(, de
130 tonel ni.is: cunJor-n seguiule :
1 200 saceos cpin 6.300 arrobas de assucar,
17 po, roinSO arrobase 26 libras dito redun-
do, 1.700 cocos com casca, ti harria e 11 caUao
coiileudo 21 bocetas com 70 libras de doce
secco. H saccas com 22j arrobas e IS libras de
" t" irsl'e, brigue sueco Sttk, de 367 toneladas:
conlus o seguiule:
4.350 saceos com 31,750 arrobas de assucar.
Canil, barca Inglea Me, de333 louelaJas:
conduz o seguiule :
4,200 ssccos com 21,000 arrobas de assuctr.
I.iverp iol, brigue ingle fila, de 212 looe-
ladas: conduz os'gulule:
M caixis e 500 saceos com 4.31* l|3 arroba*
de assucar. 401 saccas com 2,ll arrobase 21
libras dealgodo.
CUNSULADO PROVINCIAL.
Uendmento do da 27.
S.7*i,602
RIO-DE-JANE1RO.
C.VM1IOS NO oa 15 DE rivMtiso.
Cambiossobrc landres 28l;4a28di4
Lisboa 80
Pars ... 340
Ilambiirgo .
Motaos. Oncas hespanhlas .
. da patria .
o Pecas de 6/400. velhas.
Pesos hfspanhdes. .
> da patria.
u Patarrtcs ....
Aplleos de 6 por cento .
proviuclacs
005 a 008
saymo
20/600 a 29/800
17/480 18f000
2/000 .
lf.no a 1/970
1/120 a 1/040
87 a 87 lH.
85l|2a86.
(Joraal do Commercio.)
BAHA.
cAMiias no bu 23 DirEviaEao.
Londres........29
Pars.........&>
llainbuigo....... fO
Lisboa e Porto.....H5p. /,.
untas.
Oncas hespanhlas. 30/000
.. mexicanas .... 29/500
Pecas de 6/400 ..... 17*200 a 17/500
Mocdas de 4/000..... /100
l'r-u......... 105a 115 pe.
Aecoes do banca..... 20 por c. n.
* (Mercantil.)
vtovimento do 'orlo.
Safios sabidos no di* 26.
Ein commlssao Brigue brasllelro de guerra
Caliope. coininandanle o capltao-truente An-
lonio Carlos.Figueira de Figuelredo.
Marseilles Barca l'raucexa La-France, capilao
Povvel. carga assucar. Passa*eiros, Augusto
Kinili U., sua luulher e um fllho.
Golbeiitberg llrlguc surco Zrphet, capluo
P. N. Wuliiiuann, carga assucar ecouros.
Kio-dc-Janeiro nilge bmsilelro Uoui-Amp-
aos, capinio Manoel Jos Poules, carga assu-
car e mais gneros. Pastagelro. o alteres
do tercelro balalhJo de cacadores Rodrigo
Lopes da Cunha Menezes,
Querus-Jocon brigue inglez ffismiiMsa, ca-
pilao Copeland, carga assucar
Copeuhageiu migue sueco Melena, capilao
N. Fick, carga assucar
Portos do sul Vapor brasllelro Imperador,
couiinanil.inte o primelro lente J. K. Ta-
vares. Aliu dos passagelros que trouxe dos
' porlos do norte para os do sal leva a seu bor-
do : os Ingleses, Dr. A Newarll e Tilomas
Paterson, Manoel Francisco da Costa tarri-
co, Augusto Carlos da Silva Santos, Joan Ma-
ra Sev e 1 es.-ravo. Iguaciu I- linio Xavier
Jnior eI escravo.Joao Alves Honorio llezer-
rade Menezece I eacravo,Miguel da Costa D ,
Thoiuaz Tertuliano de Sena, Antonio Manoel
da Fouseca e I escravo, o prliuelro lente
Carlos Bernardo de Muura, o segundo len-
le Jos Augusto Conrado, o segundo traen
te T. H. da silva Tavares, Jos. Felicluio de
Figueirodo, n alteres Joao Guilheriue Ma-
riaib, lunocenclo Eustaquio Ferrrira de A-
raiiju Jiinior.o cadete Lu/. Kiriniuu de Sauza
Caldas elirecrulai.
Navios entrados no da 27.
Baha 6dias, brigue-escuna brasilera tan ,
de 163 toneladas, capio Amonio Ferrrira
da Mlv Santos, equipagem 12, carga varios
geuorus a Novaes st <-. Passigriros. Jos
Gomes Uarlo, poriiiguat, Rayiuuudo Killp-
pe I)ii.ii le Jnior r 6 rscravos a rntirgar.
Kio de-Janeiro e portos liilrriiirdlos 11 das,
e do Minino porto 22 lloras, vapor brasileiro
SanStbnsti/lu, de 24o lourladas, commandan-
le 1 urionio, rquipagetu 30.
Navio iuhido no mesmo din.
Wisl-Indias Rarca franceza Emilie, capilao
Gregorio llobrquel, ciu lastro. __________
UDITAfig.
__O Illa*. Sr. inspector da ihesouraria
da fi/eiiJa provincial, em cumplimento da
ordem do Exm Sr. presidente da provincia
de 8 do corre-te, manda fazer publico que,
nos da* 26, 27 e 38, ir a pras, perante o
tribunal administrativo da uicsir.a IbeSoU'
raria, panso arrematado a quem por me-
nos fizer, o concert da ponte do Va ra I mi-
ro em Olioda, sb as clausulas especiaos


m
aliaixn transcriptas, e pelo preso de ris
1:03!,009.
As pessoas que se propozcrem esla ar-
rematagffn comparegam nt sala He* sessoes
do sobredito tribunal, n dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas,
E par constar e mandn anisar o pr-
senle e pohtfear pelo Diario.
Secretaria da ihesonraria da faz*nda pro-
vincial de Pemambuco, 93 do fevereiro de
1850. O ecretario, Antonio Feneira da
Aununrinco. .
c ciniisulai etpeeiaet da arrematado.
1.a Os eoncertns da ponte do Varadou-
ro seifto foitosconforme o ornamento apre-
sentadnnestadata a approvtgflo do Estn.
Sr. presidente, da provincia, sendo a impor-
tancia de 1.031,000 rs,
2 O arrematante comeger a obra no
prazo d um mez e acabar no de tres, am-
bos contados na oooformidade do artigo
iodo regulamento iias arremaltgoes de 11
dejulho de 1813.
3.' O pagamento da arrematacSo reali-
sarse-sa-tia do modo determinado no artigo
15 do pracitado regulamento.
4.a Todos na materiaes serao examina-
dos pelo engenheiro antes de serem empre-
gsdos, e app-ovado lavrar-se-ha um termo
5.* Par todo mais que nflo estiver
determinado as presentes clausulas, se-
gulr-se-ha inteiramenlo o que dispon o re-
gulamento mencionado de 11 de jullio de
1813.
Recite, 7 de fevereiro de 1850. O en-
genheiro do termo do Recire, Jote Mamtdt
Mees Ferreira.
O lllm. Sr. segundo escriplurario, ser-
vi ndo de inspector da thesouraria da fazer-
da provincial, em cumprimentn da ordem
do F.xm Sr. presidente da provincia de 14
do crrenle, manda fazer publico qu, nos
dias 12,13 e 14 do marco prximo vindou
ro, ir a praga, peanle o tribunal admi-
nistrativo da mesma thesourar >, para ser
arrematada, a quem por menos flzer, a obra
da coiituiuagSo do caes denominado Ha-
rana, sflb as clausulas especian* abaixo
transcriptas, e pelo preco de 11:3*5,000 rs.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacSocompa'egam na sala das sessoes
do sdbreditu tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo uieio-dia, competentemente
habilitadas.
F. para ron-Urse mandnu afDxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoumria da fazenda
provincial de Pernambuco, 15de fevereiro
de 1850. O secretario, Antonio Ferreira
d'\nnunria(So.
Claviulat especiaes da arrematado.
1 .* As obras da coulinuago do raes de-
nominado Ramos sero feitas de conformi-
dade com a planta e orgamento nrsia data
apiesentadus ao F.xm. Sr. presi provincia, pelo p eco de 11:385,000 rs.
2* Esta obra ser principiada no pra-
zo de dous mezes, o concluida no de 7, am-
bos conforme o artigo 10 do regulamento
das iremulacoes d* 11 da jullio de 1843.
3 Os pagamentos da arrematadlo s;-
r.lo feitos segundo dispde o artigo 15 do su-
pracitado regulamento.
* 4.a Todos os msu-riaes serlo examina-
dos pelo engeoheiro antes deserem empre-
gados, e, approvados, lavrar-se-ba um ter-
mo emqueassignarao o engenheiro o o ar
rematante.
5.a Para tudo mais que nao estiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se ha inteirainonte o que dispGe o mencio-
nado regulamento de II de julho de 1841.
Recife, 13de fevereiro de 1850.-O en-
genheirndo termo do Recife, Jote Mamede
Alve Ferreira.
Pela inspectora da alf.indega ae faz pu-
tilii-n que, no da primeiro de amen, te ha arrematar einhatla publica, na pona da mes-
illa, depuis do oro-dia, um bule de madeira
coih don reinos por 36,000 ra. e 4 rolos de fu-
mo nacional com 8 arrobas a 11,000 ra,, total
72,000 rs.. appreheodldo no mar pelo guarda
Jos de Sau'Anna verificada a apprrhen;io
na forma do artiga 286 do reguUmeuto. feudo
a arrematado livre dedireltui.
Alfandeg da Pernambuco, 25de fevereiro
de 1850.O inspector, Ims Antonio de Sam-
paio Fianna.
Pela intprctorla da alfandeg fe faz pu-
blico que. ao da primeiro de marco prximo
futuro, ae bao de arrematar na porta da alfan-
deg, depoit de uicio din, 6 caia.ii de madrira
para violau, por factura una 1.500 ra., total
5 000 rs., iiupiignadas pelo guarda Antonio
Machado I'ereira Vianna,nu despacho n. iil de
26 do correte: sendo i arrcnialajao tuhjeita
a dirritos.*
Alfandeg de Pernambuco, 27 de feverei-
ro de 1850. O inspector, Luis Antonio di
Sampuio Vianna.
Pela i iispretoria da alfandeg se faz pu-
blico que, no dia primeiro de marco, te bao
de arrematar ein hasta publica, na portada
meaiua, depola do meio-dia, 52 calxai com
,-iinexat aeccas. por te achareiu deiei ioradat na
forma do artigo 283 do regulamento: teudo a
arreinalaco livre de direlluf.
Alfandeg de Pernambuco, 27 de feverei-
ro de' 1850.--O inspector, Luit Antonio di
Sumpaio Vianna.
Pela inspectora da alfandeg so faz
publico que, no dia 1.* de margo do cr-
reme anuo, se ha de arrematar ein hasta
publica, depois do meio-dia, na porta da
niesnia, 28 iiuii >s de Inngos derambraia de
linho, urna duzia 2,860 rs total 80,080 rs ,
impugnadas pelo amanuense Domingos da
Silva GuimarOes, no despacho por factura
sb o n. 428 de 26 do correte mez : sendo
a ai rematago subjeiiH aos direilos.
Alfandeg de Pernambuco, 27 .le feverei-
ro de 1850. O inspector, Lu: Antonio dt
Sumpuio Viannm.
Oeclara^cs.
SUBDELI GW IA l)\l 'KECl'EZlA DE S.-PE-
iii;ti-.\iAiiivn ht. ut.i.MiA
Por esta subdelegacia ae faz saber aos
respectivos moradores queoExm. Sr. pre-
sidente da provincia leiu Horneado ao dou-
tor JoSoJos Innocencio Pogge, para tra-
tar dos indigentes que frem atacados das
fobres epidmicas leiuautes ne-la cidade,
aos quaes serao gratuitamente.foriiecidos os
remedios, sendo as receitas rub cadas pe-
lo subdelegado, ou inspector de quartei-
rilo les.ectivo; assim cuino que se ach.
designado o lugar de S.-Amsro-de-Agoa-
Fria para o nlerraraenlo uaquelles que in-
lehzm :nle succiibirein a dita febre.
Pela inspectora do aisenal de mari-
nba se convida a lo.ios u individuos livres,
al o numero de cincoeuta, que se quise-
rem emprogar como serventes na obra do
mesmo arsenal, e as do melhoramento do
porto, a se entendVrem com o respectivo
inspector, o qual, e m vi'rtude das ordens do
Exm. Sr. presidente* da provincia, Ibes ga-
rante a inse.nc.iio do rperutamentn, em
quanto se emprogar em effectivamente nes-
sas obras.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMBUCO.
Sendo muito neceas ano que neste con-
sulado bajam informbaos exactas a res-
peito dos subditos porln uezes que infeliz-
rne.te leom fallecido da epidemia da ebre,
roga-se aos prenles, amigos, ou pessoas
inieressadas dos mesmos fallecidos, quei-
ram comparecer nese co.isulado, alnu de
darem os esclarecimentos precisos.
Consulado de Portugal eim Pernambuco,
aos 21 do fevereiro de 1850.
Joaquim Bautista loreira,
Vice-oonsul.
As mallas que teem de ser
conduzidas aos p>>'to do nor-
te | elo vapor S.-Sebattio.
chegado hontem dos do sul,
focham-se boje (28) ao meio-dfi. As cor-
respondencias que vierem depois dessa ho-
ra pagaiflo o porte duplo at urna hura, e
linda ella n3o se recbenlo mais.
Theatro de S.-Francisco.
Quinla-feira, 28 de fevereiro de 1850,
, companhia franceza, sb a direcgSo da
uva llerleaux, dar urna extraordinaria
epresentagao.dislribuidacomo se segu
Primeira parle.
Crupos e pyramides arbicas, por toda a
companhia.
Segunda parte.
Os jogos sca'ianos, pelo Sr. B jrtiaux f
A trapega pelo Sr. Gaudot.
Teretira parte.
Atranca hespanhola, danga antipodal.
Quarta paite.
Oentrlagamento <0s anneis.
Quinta parte.
A conloara americana, por cinco pes-
soas.
Sexta parle.
Vagem aos antipolas, pelo Sr. Gaudot.
Stima parle.
Quadro vivos ou posigoes plsticas.
1. Hrcules quebrando as cadeias.
2. Ai tresGragas ;
3. Os dous esp'o 's ;
4. A morle de Virginia ;
5 Julga'liento de Sibilino ;
6. A morle dos innocentes j
7. Os tres combatenles.
A paixao de Nono Senkor Jeiui-Chriito.
1. J-'siiS Irahido por Judas;
2 Jnsusnojardim das Oliveiras;
5. Jess em presenga do Plalos ;
4. Jess contado ;
5. Jess coroado de espinhos ;
6. Jess conduzindo a cruz para o Cal-
vario.
s. Jess cabido sb o peso da cruz ;
8. Jes'is pregado na cruz ;
9. Jess crurilicido ;
10 D'scendimento da cruz ;
l. Jess despojado de seus vestidos;
12 A resurreieo.
Ileesie o espectculo com que a viuva
Rerleaux pretende cnlreler o respeitavel
publico desta capital, de quem espera pro-
tergito.
O espect culo comegar as 8 horas em
ponto com acbegada das autoridades
As pessoas que preten lerem anticipada-
mente bilhetes de qualquer entrada, quei-
ram dirigir-se ao theatro, residencia da fa-
milia Rerteaux, que os acliarSu a venda ua
milo da directora aos pregos seguiutes :
Primeira ordem Camarotes de fronte
7,000 rs. o de la lo 5,000.
Segilnda ordem -- Camarotes de frente
11.000 rs.e de lado 6,000
Terceira ordem Camarotes do frente
5,000 rs. e de lado 4,000.
Platea 1,000 rs. Varanda 530 rs.
Para o Rio-de-Janeiro, as pardas Maris,
Rosa, Cyrilla c l.-uirenca, eseravas de apo-
looC.l'irrel Bez.
Secretarla da polica de Pernambuco. 27
de fevereiro de. 1850. ^nlam'o Jote de Frei-
tat, piimeiro an.anuense.
Avisos martimos.
de urna casa de pouc familia: na ra lar-
ga do Roz-irio, n. 21.
- Precisa-se do urna ama fo-ra ou cip-
liva, que silba bem engommar e C02inhar
Dar urna casa de pouca familia, on lo nlTo
ha criniie.'is : na ra do Pilar, om l'ra-de-
l'orlaa, n. 72, segundo andar.
Precisa-se de um fcitor de campo : no
ongenhn Amparo, distante da cidade de S.-
AntSo dnas legoas.
Para o Rio-de-Janeiro sahe o mais bre- Precisa-se de um Portugupz, com pre-
v possivel o brigue Minerva, por ter a bor- ferencia (ilhodas ilhas, que, saina traba-
do mais de dous tergos de seu carregamen-
to : quem quizorcarregar o resto, mandar
escravos a frete ou ir de passagem, enlen-
da-se com o capitlto a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alves da Cunba,
na ra do Vigarin, n. 11, primeiro andar.
I liar 'mu sitio, para lia ha I harem um no lu-
gar do Remedio : quem estiver tiestas cir-
riimstancias dirija-so ra do Crespo, n.
14, terceiro andar.
No largo do Tergo, deposito do cha-
rutos, n. 11, da-so diutieiru a premio om
Alerro-ils-Boa-VUt, lujis da Guinures,
n 44. e de Duarte Bi'ges da Silva, ti. 18.
--Arrenda-se um sitio em Santo-Amaro,
com boa casa, fruteiras ecom comino lo pa-
ra de/ van-.s : quem o pretender, procure
na ra da Gloria, n. 70.

O patacho nacional/m/oc to breve para o Maranhilo com escala pelo! mesmo ha estivamente a van la bons cha-
cear : quem no meamo quizer carregar ou rutos dos melbores quo ha no m. rea lo.
ir de passagem, dirija-se ao escriptorio de Aluga-se o segundo andar do sobra |0
Manoel (nnca I ves da Silva, na ra da Ca-[da ra da Pedia : a tratar ua ra du Quei-
deia rio Recifp, ou aocanitSo abordo. imado, n. 33
--Para a cidade do Porlo segu viagem' Por causa de molestias o nSo poder o
com tola a brevidade o berganlim porlu-
guez S.-Vanoel-Primeiro, capitSo Jos Fran-
cisco Carueiro: que.n nelle quizer carre-
gar, ou ir de passagum para o que teii ex-
cedentes commodos, diria-se ao mesmo
capitSo, ou ao consignatario, Manoel Joa-
quim RamoseSilva.
Para a cidade do Porto segu viagem
com brevidade a barca portugueza Flor-da-
Haya, cnpitilo Josc de Azevedo Canario :
quem nella quizer carregar, ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao mesmo capullo, ou ao
seu consignatario, Manoel Joaquim Ramos
e Silva.
Para o Rio-de-Janeiro
segu viagem com proinptidoa polaca .V -
X.-da Conceiea, por lar p.arte da sua carga
recebo carga a frete e escavos : quem pre-
tender embarcar, p-ocure a Manoel Ignacio
de O'ireira. na praga do Commeiciu, n. 6.
Precisa-se fretar urna embarcagSo de
lote de too a 150 louels las, pira ira Loan-
la ou Benguella : prefore-se ingleza ou
americana : quem a liver tiestas pioporgoes,
nnuncie para se tratar do ajuste.
Para o Rio-de-Jaueiro segu com bre-
vilade, por ter parle da caiga prompla, o
lirigue Cidfscenilencia : para o resto da
carga e escravos a frete Irala-se com o ca-
pilflo. Joaquim Jos Marlins, ou com J.i.'m
Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
I'ara o Havre pretende sa-
hiratodia 10 de marco infali-
velmenlea barca franceza JLeonte.
de primeira marcha: recebe al-
guma carga a frete e passagetros,
para o que tem exccllcnles com-
modos : a tratar com a consigna-
taria di mesma barca, viuva Las
serr, na ra da Seozalla-Yelba,
n. i38.
-- Para o Rio-de-Janeiro S"gue, em pou-
cos dias, o patacho nacional Industria, novo
e forrado de cobre : tem parle de sua carga
prompta : para o resto, escravos e passagei-
ros, para oque tem excellentes commodos,
Irala-se com Machado Vigario, n. 19, ou com o espillo na praga.
Para o Porlo sahir breve o brigue por.
tugun Uaria-FeUa, eapitfo Lourcngo Fer-
uan les do Carino, (m culo e encavilbado de
cobre, e da primeira marcha i quem no
mestno quizer carregar ou ir de passagem,
pan 0 quo lem muito bons commodos, tra-
lem com o dito OapiUto, na praga, ou cc>m o
consignatario, Antonio Joaquim du Souza
Ribeiro, na ra da Cdela, casa n. 18.
Para o Aracaiy tem do seguir viagem
O biate Navfr-Olinda, doqual be mestre An-
tonio Jo.- Vianna : os pretendentes a car-
regar, se entenderlo com o mesmo meslre,
ou na nuda Cadeia-Velha, 11. 17, segun-
do andar.
Avisos diversos.
Ucparlcao da polica.
lllm. e Exm. Sr. Segundo s partes bo-
je recebidas uesla reparligSn, nada mais oc
orreu. alm de ter sido recolnido ao quar-
el de polica : minha ordem, Antonio Joa-
quim Crrela Wanderlcy, para averigua-
eiV's policiaes.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 26 de fevereiro de
1850.lllm e Exm. Sr. Honorio llermto
Carneiro Lefio, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.Jos Nicolao Re-
ouetra Cotia.
Belacao das peuoat hoie detpaehadat com pat-
taporte por etia repartico.
Para o Rio-de-Janeiro, Justina, esersva
de Joilo l.eite de Azevedo.
Secretaria da polica de Pernambuco. 2fi
de fevereiro de 1850 Antonio Jote de Fre-
las, primeiro amanuense.
lllm. e Estm. Sr. Das partes hoje rece-
bidas, consta lerem sido presos : ordem
lo subdelegado da freguezia deSanlo-An-
t o i io. o roiluguez Francisco Jos Gomes
de Oliveira, por crime de roubo de escra-
vos ; e do subdelegado da freguezia de S -
icsC, os pn les Jos, escravo de Alexandre
Fe reir Calassa, morador na Barra-Grande,
por assim o ha ver requisitado o procurador
ilefle nesla praga ; e Jos, earrvo, por lir
sido encontrado com urna faca de pona;
assim como, que fram recolhidos a cadeja
desta cidade, disptsigSo dojult munici-
pal da primeira vaia, os sentenciados Luiz
Gaicez de Mencione, Antonio I'ereira do.
Santos e M. miel Francisco Paulino, viudos
d* ilha de Fernando.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 27 de feveieiro de
1850.-lllm. eExm. Sr. Honorio llermto
Carneiro Leo, concelheiro de estado, pre-
sidente desla provincia Jote Mcnlo He-
gueira Cosa, ebefe de polica intu mo.
ftelacio dat pe toat hje detpochada com pai-
ta porte por ella ripartieio.
Para a Babia, Hdame Clara Nobrs,
Franceza.
O jniz da irmandade de S Jos de lij-
ha-Marconvida aos irmHos da mesma ir-
mandade para se reunirem domingo, 3 do
prximo mez de margo, para se proceder
a eleigao dos empregados que teem de ser- C'dor que saibam nm desempenhar suas
jr j ohngagiies : n roa Direita, n. 2*. iNa mes-
-'-Precisa-se alugar urna ana forra, ou ma P*" omnra-so um escravo mogo que
escrava, para cozmliar o diario de uina casa n8 tn>M,la vcos nem actiaquej.
seu proprielario exercer o seu officio, por
isso quem quizer a'rendaro dito ollicio de
escnvBo deorphfloda villa da Analta, na
provincia das AlagAal, dirija-se a ra da
Cruz, n. 6 quo ahi arliar com iguem Ira tai,
ou na cidade de Macei, aoSr l)r. Fernan-
do Alfonso de Mello, que se acha autoiisado
para o dito fim.
Ovs do serlo.
He chegado alguns pires desle escol-
ente petisco : na ra do Queitnalo, luja de
ferragens, n. 14.
Joilo Pacheco de Queirog arren la a
loja do sobrado do Ateno-da-lloa-VisIa, n.
78, com armagSo ou setn ella, poden lo-se
dar mais fundo a dita |nja no caso do que o
arren danto o exija :a chave aclu-sn no se-
gn a quizer examinar.
liomngo, 24 docorrente, do becco das
Refreirs, du C'S do lampoSo, fugiram
dual ovelhas urna branc e a lutra pinta-
da de preta, ambas inocuas o prximas a
pa ir : quem as levar d dita casa, sera re-
compensado
Knsina-se meninas a ler, escrever,
contar, ai iihmetiCH, grammatica, dotitrina
Christfla, coser chSo, lavarinlo, bordar e
marcar: ama da Assumpgilo, n. 2. Na
mesma casa fa/em-sn jantarem com soupa,
a>roz, cozido e assado, por 15,0U0 rs. men-
saes cada res --Alugam-se dous escravos ladinos para
o servico brao<|, pelos quaes se afimga a
conducta : quem os precisar aniitincie.
Precisa-se tic un>a ama para casa de
muito pouca funilia : na ina Direita, n
C0, segundo andar.
Antonio I'ereira dos Santos, Porluguez.
retira-se para fra da provincia a tratar de
sua sa le.
Constando ao ahaixo assignalo que o
Sr. Joaqo'tn Antonio dos Sanios Andr^de,
a t:l"lo de ter pago militas dividas do casal
do fallecido Jos Pereira Teixeira, reque-
ren para fazer arrematar para seu pagamen-
to ns objeclosdas bijas de feragens e de
ealdeirero, quando esses obj etns estSo,
como outms beo, litigiosos, em couse-
quencin da demanda inienlada pelo abaixo
asaignado, sobre a sucie 'ade que ne tabelecimeiitos tinba com o dito faccnlo ;
demanda pela qual o abaixo asignado ja
obteve duas senieugas, que reconheceram
a existencia da suciedade e o direilo do
abaixo ISS'guaiIo, nSo > ao capital co n
que para ella entrn, como a nmelaile dos
lucos, na confo'midaile da escriptura so-
cial ; sendo que por isso torn-se claro, que
nesses bens da sociedade nSo pode ler lu-
gar a pretendida arremalagno para o Sr.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade pa-
garse, da divida particular do sobredilo
fallecido, sem se ler liquidado a soriedade.
I", porque o abaixo assignado tem indiapu-
tavel direilo aobstT a essa pretengilo do
Sr. Andrade, por isso faz publico o expos-
to, pira que nilo acontega quo algoein se
aprsenle a arrematar os ditos bens, por-
que o abaixo assignado proiesta usar do
lireiio que Ihe competir. Jtecife, 23 de fe-
vereiro de 1850.
Antonio fulelho Pinto de Mesquila.
Precisa-i de um forneiro e de um ama-
r?)
i
DEPOSITO GEHAL
do superior rap areia-prsta
da fabrica deGantois Pai-
Ihel&c Companhia, na Ba-
ha.
Domingos Alves Matheus, agente*da
k fabrica de tap superior areia i.reta #
e meio grosso da Bahia, tem aberto o fy
seu deposito na ra Cruz, no Recife *%
n. 52, primeiro andar, onde se achara ;'$
sempre desle excellentee mais acre- A
ditado rap que at o presente se lem <%
fabricado no Brasil: vende-se em bo- #
les de urna e meia libra por prego
H niais commodo do que em outraqual-
S querparte.
Precisa se logar urna preta qu i saibi
lavar, engommar e cos', para urna casa
elrangeira : na ra lo Torres, n. 34, das
ti horas at s 3 da tarde. Na mesma casa
tan ben se precisa alogar um preto que
entend do servigo interno, e saiba tralar
de cavallus.
Confeilos.
MarJjme ('. Ancelle, com casa de
modas francezas, tita do Ater-
io-ila-Boa-Vist), n. la,
Recebeu de Franca pelo ultimo navio um
grande sorlimeoto de confeilos de lodas as
qualidades, romofjBo do chocolate o do
asSUCar, imitando lo las as qualidades de
frutas da Europa, proprios para ornatos de
han lejas e para pessoas que estilo em con-
valcccnga i\a mesma casa se acha vinagre
aro iiatico e balsmico muito sup-rior. Ile-
eommenda-se esto vinagre as pessoas quo
se acbam de febres, e mesmo as que a nao
tem ti lo para a uAo ter, fazendo uso deste..
pois que obteve em Paris um grande suc-
cesso no lempo do ch jlera.
IK-nlcs artficiaes. .
J. A.S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico que contina a exercer a
sua nrofissSo, ua roa e-.tre.ita do llosario,
n. 16, primeiro andar.
Jfe Chapeos de sol
Rua doPassoio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimeoto desles objectOS do todas as co-
res o qualidades, tanto de seda como de
panninho, por pregos comino los; ditos pa-
ra senbora, de bom gosto : esles chapeos
silo fe i tes pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de ret'OZ- Na mes na
casi se acha igual sui ti ment de seda e pan-
11 tritios i i liando indas, para cobrir ar-
maf Oes servidas : tocias estas faz-ndas ven-
de ii-se em porgSo o a relalho : tamben" se
roncera qu-lqunr chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: tudo por prego
commodo.
I). Candida Senhoriaha Vi>
eir Lasserre, viuva de Bernar-
do Lasserrc, por s e como tu-
lora desetis filhos, resolveu con-
tinuar toles as operacoes com-
nieiciaes de sua casa no mes-
mo p e da mesma sorte que ellas
era ni dirigidas pelo finado seu
marido, leudo nesta dila aulori-
sado Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar todos os
negocios em seu nome,
da rasan commcrcial de -
Lamer
debdixo
Viuva
le bomem solleiro : na rua do Queanado,
n. 42, luja de fazendas.
Quem annunciou querer comprar hico
largo da Ierra, muito bom e largo, para ro-
quete, dinja-sa a rua da doria, u 60.
Foi pegado em o lugar de Maiia-Fari-
nha, no dia 15 do correte, um preto que
diz chamar-se Valerio, de nacSo Costa, um
lauto lineal, e que nSo i|uer dizer quem he
seu senhor : quem se julgar com direiio a
elle, procure no dito I igar a Jo.- Adelo
I'ereira, que, dando os signaes, Ihe ser en-
tregue, satiafazendo as despezas, nSo II-
candooannuocianteresponsavel pela fuga
jo dilo escravo.
Precisa-seda urna ama captiva ou for-
ra, que he para tratar de urna crianga : pa-
ga-se bem : na rua da Cruz, no Recife,
n.27
--Precisa-se de uoi pequeo de II a (C
annnspara reinm de utna venda, o qual
ile (i i lor a sua conducta : cid Fra-da-l'or-
tas, o. 86.
-- OSr. Jos Joaquim de S Pogado quei-
ra ter a hunda lo devir ou mandar pagara
quantia de 30,960 rs, da qual he tlevedor
na loja de ragalos da praga da Indepen-
dencia, ns. 13 e 15
Precisa-se a lugar um prelo para botar
sentido a urna pequea casa de cimpo : na
rua do Trapiche-.Novo, n. 10, casa de Jones
Patn Companhia.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Conga-
vel da Si'va, pretende nilo illudir a expec-
tagto do publico rom annuncios importu-
nos do andamento das rodas desta loteriar
Roga-se as pessoas que teem penhores
em casa do fallecido francez Joo llubois .
deseapreseniarem noco.sulado fr-ncez, esforc.-se-ha quanto couber en. suas fr-
para darem ,,ror,.,ag0es ou arrec.darem os "..P4" c,)m, P0,?,v"1 IJ^f. 8nn"nci" ;
,^"ctr^\:gr.T,,raiavenderom '-a essa i.lusnem que a.Pg.Js teem por
azeite de carrapalo de vendagem : na rua
du Ateciim, n. 4
Vende-se um pardo mogo, sem vicios
nem acnaques, e com principios de pedri-
ro : na rua do Cabuga, n, 1 u, loja de miu-
uezas.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite forra ou
captiva : ua rua da Moda, n. 7, primeiro
andar.
-- Roga-se ao lllm. Sr. doutor chefe de
polica que u2o ti passaporlo a Antonio
I'ereira dos Santos, sem que priimiro pa-
gue ao seu caixeiio, Uuardanu Pereira l.i-
i a, 330,076 rs., importancia de seus or-
denados, como consta da seiiienga que ob-
teve o mesmo contra o Sr. Santos, pala va-
ra do civel, o Sr. lir. Gervasio.
Piccisa-so de 6 serventes, preferindo-
se escravos, para a obia do cae da rua da
Aurora, pagaudo-iO 610 rs. diarios por ca-
da um : a tratar ua mesma obra.
ve/es deixido o respeitavel publico, sa de-
ve essa especie de descrdito, que tanto
tem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso limita-..- por uia a..........-
ciara venda dos bilheies, e a extrahi-los
Cuu) ludo o empenho, afim de poder asse-
aurar aos compradores b diaemquo deve-
ra ella imprelerivelmente coner.
A vantagem do plano j publicado e o Om
religioso para q- e foi esta lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da sorte
a concorreiem sem demora para a compra
dos nmeros que Ihes prnparam a suave
acquisigflo de bens ua fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe semen-
t da diminuta quantia de 5 ou 10.000 rs.
por poneos das.
Desde j achar-se-hao os bilhetes: no
Recite, lujas do thesoureiro do Vieira
cambista ; um S -Antonio, botica de Julio
MoreiraMarques.no pateo da Maliir, e do
Francisco Antonio das Chaga?, na rua do
ll.ivramento; loja de lleroardiuo Jos Mon-
Precisa-se de urna ama para o servigo I teiro, pracinba do Livrameoto, n ** ; no
rre ..
Affonso Jos de Oliveira, professor ju-
bilado na cadeira de geographia e historia
do lyceu desta cidade, tem aberto sua aula
parhC'ilar de prmeiras letlras e grammati-
ca launa :as pessoas que de seu prestimo
se qui/erein utilisar, polen procura-lo na
rua Direila, u. 120, segundo andar.
O Consultorio Iiomicopathico O
9 em Pernambuco, rua da w
q Cadeia de Santo-Antonio,
(> n. ai- O
0 Aspessasque se quizerem tralar O
O pela homaJipatiia, podem dingir-se Q
Q ao mesmo coosullorio a qualquer Q
0 hora do dia. 0
Aloga-se a rasa terrea n. 73, sita no
Aterroda-Boa-Vista, com quntale cacim-
ba, a qual serve para morada ou para ne-
gocio, por ter bons commodos: a Iratar na
praga da Boa-Vista, n. 6, botica.
- Roga-se ao Sr. Jos Francisco Matho-
sinhos o favor de ir a rua da Cadeia do Re-
cife, n. 20, loja.
lio ubo.
Na noite de 6 para 7 do correte, foi fur-
ia h> a um preto que venda fazendas, urna
gran le I -ta e um carillo com diversas la-
z-ndas linas; pois teildo o mesmo prelo,
por motivos do embriaguez, chamado um
gaiihador para carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com todas as fazendas e al-
gum dinheiro que carregava. Roga-se, por-
lanto, a polica ou a qualquer pejsoa que
tenha noticia do occoindo, de dirigir-se
rua da Cadeia-Velba n. 21, casa de Manoel
Antonio da Silva Anlunes, que ser gratili-
cado com 100,000 rs.
sjlQOOOOOOOOOQOQOOd
o o
0 Alugam-se a vendem-se as verda- t/
q deiras bixas de Hainburgo : na praga q
q da Independencia, n. 10, ao voltar q
m para a rua das Cruzes. a


ewmumM-i venza
-- Alugnni-.se escravos para trabalharem de molestia como agora lia sete para nito me-
n armazem de assucar, papndose bem: tc'- dcpoia que prlucipiei a lomar o xarnpedo
MU
no armazem da casa pintada da ra do
Brum, na esquina por detrado arsenal de
marinl a.
Joaqun*' Antonia Florencia Ressone
faz pnhlico quedo hoje em diante tem es-
sa'do os poderes da precurac-to bstanle
que passou a Jos Joaijuini de Alineida Cas-
tro : e por isso tica se ni vigor qualqucr
acto quo pratique em virtude da mesma
procnraclo.
Precisa-se de umhomem que entenda
deparara : na na das Cruzes, n. 30.
Na ra do I.ivratnento, n. 19, Inja de
calcado, precisa-se de um menino paia ca-
xeiro.
--Arrmda-se um sitio na Magdalena, no
principio da estrada que segu para o Lu-
cas, com boa baila para capim < alguns ar-
voie ios de fructo, com a condic.So de se fa-
7cr um pequenn repaio na dita casa : tam-
bo n so far onl'O qualquer negocio que
com a vista se dir : a tratar no mesmo si-
lio.
--Pr'cisa-se alogur urna esrrava para o
servido inlerno e externo de urna cas,
qual saiha lavar o engnmniar : no largo
das C'nco-PonUs. sobrado do lente co-
ronel Un,ce, em frente da igrej.
Nccessita-se de on>a ama de lete, sa-
nia e do boa coinlucta, para estar cm urna
casa de punca familia : quem rstiver nes-
las circuii stancas, dirija-se a ra da Cruz,
n. 25, segundo andar, que so dir quem
pretende.
--Um hroe, vzinho na iropiirdade do
Sr. Manuel Flix [Rodrigues da Costa, ven-
do no Diario n. 19, de quaita-fer, 23 de
Janeiro, un annunrioetu que o Sr. tahel-
liio Joaquim Jos Cyriaro, lOe a slvo a
so* condecida rcpulafSn, visto os fetos
mgicos que indicam o rfferido Minuticio ;
previne (o mesmo Sr. Manoel Flix, que
guarda nuilo cuidadosamente o original
donde sb extranio aquella publica forma,
para em tempo preciso seconfiontare'ii Ur-
inas, e o o ais que necessano fdr, pois a n.a
le que vai apresentando, faz desconliar aus
iulereasadoi, cono se certidOes falsas, paga
de sello e oulrus queijandas semelnants,
dodiicitou quem 1180 tem ; e por esta
forma nilo he fcil pegarcm as bixas.
> S
W Homoeopathia pura. 2
&
O iloulor Sabino Olegario Ludg.ro
jo Pinho, lendo regressado das pruvin- 3|
bosque, porque eu recupere! o que julgara
perdido, que fo a inhiba sade, se uo perfei-
la, ao menos quasi perfeila. Nao fui s eu rm
miiilia casa que fiz uso desle poderoso xaropc
tive mullas occatdes de o applicar em pessoas
de uiiiiha familia em osos de constpacoes *
losse, e mesmo tenho dado desle xsrope a al-
gumas i canoas do mru cnnheciiiiento, e .....!i
em nrnliuma occasiiio falhou de prodozirad-
miraveii cfl'rltoa; portaulo, recommendo a
todas as p.-ssoai que he o m*ia enclleme re-
medio para as molestias que o sru amor ic-
commeuda sem exageraco porque ninguem
poder dl.er melhor o que he esle remedio do
que cu mesmo.
Tudo quaulo cima lenho declarado he a
pura verdade debaixo de minha palavra de
honra, o que jurarei se jiccessarlo fir,
e jusliflcaiel com quaiuai pessoas frrin
neiesseria as que me viraui dorle, c me
estao vendo agora no otado em cpic me
.ti lu ; e <|U 11.|hit penca que melhor se qui-
xer informar pude dirigii-sc na do Hospicio
n. 40, que o aballo asslgnadu Ihe reflrira im-
iiicnm casos em os quars o excedente xarope
do bosque ii ni lino seus extraordinarios feilos.
l.-ti minha declararlo mandei la/.'-la c as-
slgnei de minha livre vonlade, c com o un ico
iiilerisse de prestar um servicu humanioade
he que a ti/ para ser iiio-.lra.la a quem quizer
saber o que he o xarope do bosque do Dr.
atolla.
Riu-dc-Janriro, 4 de Janeiro de 1848.
Vende-te ua ra dos Ouarlcis, n. 12.
Charutos de Havana
verdadeii'os :
vendem-se em casa de Kalkmano IroiHos,
na ra da Cruz, n. 10.
Deposito de Potassa.
Vende-se muilo nova potnsaa
de boa qualidade, em barriszinhot-
pequeos de qualro arrobas, por
preco barato, como j ha muilo
tempo se n5o vende: nc liecife,
ruada Cadeia, armazem n. ia.
Vendem-se amarras ue lrro: na ra
Ja Senzalla-Nov*, n. 42.
--Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de prato muilo frescaes e de superior
qualiilade, presmilos iuglezes para fiam-
bre, ditos portuguezes para panella, latas
enm 2 e 4 libres de marnela.la, ditas com
holarhinha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com hervilhas, frascos com conservas
iuglezas, queijos de qualha vindos do Cea-
'4

**" Ibico, que seacha presentemente no "*!
8P Ilutcl-Francisco, onde pode ser po- J
* curado todos os M, desde as 7 bo- *

ras'la man tifia al as 3 da tarde. A
> pobres* conliuuara a receber gratui- ^
> lamente todos os socconos de que <
g precisar, adverlindo que serflo soc-
? corridos com preferencia aquellcs *?
que lugo no principio da molestia "9
S" recurrerem boa eeopalhi* se.i. ha- J
vor lomado remedio algum allopa- 1.

tbico.
*>.
41
gneros de ho* qualidade :
na ra da Cruz, no Itecifc, n. 46.
Moflidas superiores.
Na fnndieflodo C. Starr A Companhi ,
em S.-Amaro acham-se a venda o.oendss
de ranua, lodas de ferro, de um modelo e
conslruccHo muito superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Siitos na Itahi,.
Vende-se en c*s de V. O. liieber & C.
; ** ra da Cruz, n. 4, alvodo trancado
ftAi A*iA4 daquella fabrica, muito proprio p*rfCCO*
roupa de escravos e fo croprio
Compras.
! ,1 assucar.
Compra-se urna canoa de carreira, de
um s pao, usada, nas em bom eslado, e
que neja maneira, de modo que qualro hl-
meos a pnssam iransporlar para qualquer
parle : quem liver annuncie por esta Tulla.
Compram-se 3 canoas que peguera i#
Ti. de lenba no rio de Belierihe : no Alerro-
da-Uoa-Vista, u. 55, loja de bahus, ou an-
i.uncie
Compra-se bico largo da Ierra, paia
Itoquele: quem tixer anuuncie.
para redes do pescar, por prc?o muito com-
modo.
S^
OJO
i X 1. z. z.
Venda
B.
Vende-se i n a cancella de pinho, no-
va, enm chave de broca, por prreo coman.
do, |.ropi iu para poi tul : <|ui m dellairtci-
sar dirija-se a ra do Cardeiieiro, e*sa, a,
72, que la se dir quem vende.
Vendem-se gatmfas com agoa de La-
barraque recentr nienlecbegada : no arma-
zem da ra iia Cruz, n. 48.
Xarope do bosque.
CASO DETJU ^ECOCIANrt DESTA PR*Q*.
F.u abalxu assignadu (o ccilificado original
disto me.slra-se a qualquer pessoa cpjc quizer
chegar ra do ll.pn m, u. 40, Uio-de-Jan. i-
ro, verificado peraole o tabelliao Castro) com
casa de negocio, declaro que ha viole e dous
anuos que padeca de una palpitacao do cora-
cao ; esta palpitafo era lao forte que, quando
ine ataeava, perdia i.s sentidos, e a rrspiracao
de tal forma, que as pessoas que presrnciavom
licitas occasics rsperavaui sempreque eu suc-
ciinibisse em alguns destes terrivris ataques ;
todos os recursos da medicina quautos me f-
raui prudigalisados nunca serviam mais que
para nesla occasies diminuir lo lerrivel un-
lestia ; puicm nunca pode oblrr melliora al-
gUIII*. Alm delta molestia sobrereio-me urna
nutra : qnal havia ella ser ? a teriivel phlhisl-
cauaa'da por urna BOD*Upa(fio| e Rio rapi-

O C c -o C = c
;6r o a-
- O ^"^ -C *'' o '' v
B ce "?! T* .~ w '" f ^
* V fc- ^- -.* C 3 ,. q.
a f ?-'?o "iS H o'


4. '
a
11 .S-'*it.s,
S % .5 ~ c 5 oT -:~ -
Novo sor timen lo de fa
zendas baratas, ta ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea-.
Vende-se cassa-chil* muilo fina, de bo-
nitos padrOes, cores flxaa e com palmos
le largura, pelo barato preco' de 320 rs. o
rovado ; eassa franceza de quadros, muito
fin*, 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
Irasdelinho, 240 rs. o covado; brim de
alBodfto de cores com listr* ao lado e de bo-
nitos padres, a 320 rs. o covado brim
pardo clro, 1,500 o 1,600 rs. o corte de
duas vaiase urna quarta ; css* preta com
ramagem branct. par luto, 140 rs. o co-
vado; zuarte de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado dito azul com
ar* de largura, a 200 rs. o covado ; rlsca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de alpodflo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S-iot, chegado
prximamente, vende-se facililla denan-
diuca de superior qualidade, e por menos
pre(o do que. em mili a qualquer parte: os
pretndeme* dirijam-se a bordo -lo dito
hrigoe, fundeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao Itecife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinba
de millioem porces e a retelbo,
tendo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais cemmodo do que em Oti-
lia qualquer parle: na ra do
Bi mu, n. 28.
A '#000 o corte.
Vendem-se ciles de cassa-chila, fina, de
bonitos padiocs e com 6 vaias e meia, pelo
diminuto preco de 2,000 rs. o corle: na
tua do Crespo, n. 6, loja ao p do lampe9o.
Farinlia de ni ihi c,i.
Vende-se a bordo do patacho Industria,
chegado de San-JIalheus,fundeado defionte
da escadinba do Collegio, a melhor fari-
nba que ha no mercado, por sor muito no-
va, eui grandes e pequenas pnrc,0cs, p(ir
preco m'dis con modo do que em oulra
qualquer parle : liala-se a bordo do dito
barro, ou na ra do Vigario, n. 19, com ala-
chado & Pinheiro.
Farelo novo a 5,00 rs.
Vendem-se saccas grande* com 3 arro-
bas de farelo, clieganas no ultimo ntvio
de llamhuig : na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Vende-se a boa qualidade de semenle
(le el \ lilla pila -all al, (Illas bul las, liem
ciiu o de mottarda crespa : na venda da es-
quina da ra das Tnncheiras que volt* para
11 p.ileo do Cumio, n. 2.
'--Vendem-se suecas com muilo boa fa-
rinha de mandioca, 2,500 rs. cada sacc*
na ra da Cadeia do Recife, ao p do arco
da ConceicSoejunloa bolic* do Sr. Anto-
nio Pedro das .Nevs.
Os melhores cliai utos de
S.-Fellx.
Sfio chegado* os melhores charutos de
S.-I'"elix : na ra do Qunimado, n. 9, leja,
--Vendem-se pecas denadapolflo largo,
muito encorpadu, com 20 vana, 2,mo,
2,600 e 2,8t0 rs. ; ditas dechitas, a 4,200
is. ; tulas de algodSozuiho, boa largura,
Cum 30 jarda*, sele patacas; el fule de
fulear fonnigfS : por tris do iheatro velbo,
n.20, pnineiio andar.
>
A 7,000 rs. *
agencia de I dwin ftfaw.
Na ra do Apollo armazem n. 6, de M. C*l-
mont&Comp*nhir*ch-seconslantemenle
um grande sortimenlo de ferragens iuglezas
par* engenho de fabricar assucar, bem
como taixas de fono coatlo e balido de dif-
ireme* tamanhot e modelos, mocadas
de dito, tanto para armar ero madera como
rodas de ferro par* animaes e agua, ma-
chinas de vapordefrcadeicavalloa, alta
presso, repartideras, espumaderas, etc.
de ferro estanliado. Na mesma agencia adia-
se um sorlimento de peso* para bataneas ,
esenvins pata navios. Ierro em barra, ttnto
quadrado como redondo, aira par* ferrei-
ro e um* porreo de tinta verde em latas:
tuuo por barato preco.
NA PIJA IHCAHKIA DOHKCIKE, N 24,
LOJA DKCAMIil.i DA V1UVA VIEIHA
& renos.
Lotera do Rio-dc-
laneiro.
Aos 20:000000 ders.
Como se espera o vapor do sul por estes
dousili'S, e pelo mesmo a lisia da 52.' lo-
tera da sania casa da Misericordia, olTere-
nins aos amadores desle jogo um resto de
billietes e cautelas que lia de resto, por
pieconiui commodo.
Vende-se ma frasqueira com 12 fras-
cos dourados e em bom estado ; e 10 cai-
xilhos envidracados : na ra da Florentina,
n. 9, se dir quem vendo.
Familia de mandioca.
Vende-se farinha de S.-Calliarinha, muito
superior, por preco commodo : a bordo do
brigue Coneeif/io, fndenlo ua volla do For-
te-do-Mallo, ou a (ralarcom Manuel Alves
Guerra Jnior, ou na ra da Cadeia do Ite-
cife, n. 38.
J Vcndum-se excellentes chapeos 9
pretos de nassii, chamado* aza de *j.
issuna seda e do mais fe
odo pre- %,
cuspo, u. y.
dos santos M
Chegaram novamente a ra da Sei-
zalla-Nova, n. 42, 'fingios de ouro e prala
patente inglez, para homcm e senhora.
!a fiiic'cao Low-Moor,
RCA \ SENZALT-A-MOVA, K. %,
Ncste etabe:ecime>ito conti-
na a ha\eitim completo sorti-
mento de rnoendas c ineias ir.oen-
daa, para engenho; machinas de
vapor, e taclias d* ferro batido t
co-ido, de todos os tamanhos,
par.1 dito.
Vende-se champanha da
marca cmela G & tj, chegada
iiltimamentc pelo ultimo navio
da se drclaruu, que sunpuoha o meu iinico re-' 1. p_, _.. J_ |<__j
o sanguc que continua- de VrHnca : na rua da Allandega-
5.
medio ser a moile
mente deilav.i pela bocea, a palpitacJo, a los
se, o f.istio, os Miores imite a l'.liic contfona,
ludo lato fez-ine perder todas as esperan-
cas, e eslava bem persuadido que er. impossi-
vel poder livrar-me da morle. fiesla deploia-
vei crise, entregue irUteta, e vendo que ti- ?o mis commodo 1I0 que em nnlra qual-
nii.i guiado nao peipiena quantia e sem ne- : quer parto : na rua S'ova, luja de ferragens,
uhuui proveitd, fui quando de veliadas Laran- u 25.
Velha, n
i o!lia de I landres
Vende-se de superior qualidade, por prr-
geirns, onde eslava residiudo, por felici-
.1 ..I.' ni.uli. mo-lrarani-me um anuiincio cin
um jornal que na rua do Huspuio, n. 40, se
vetulia o saiope dos bosque, remedio que j
lintia l do
norte; rrsolvi-me c fui comprar na dita casa
uma garrafa. Principie! a lomar, como declara
o autor em um papel que acompcnliacada gai-.
Ka c novo.
O cicellente ra, Palo Cordeiro, fabri-
cado no ltio-de-Jneiio, e chegado no ulti-
mo vapor du sul, aclia-ae a venda na rua
da Cadeia do Iterife, n. 19 ; rua do Vigario,
n. 13 ; Alerro-da-lloa-Visla, casa dos Sr*.
11 nuiur 1111 tiii( i...|i. 1 .,..' ... tu.T|i. una ( ana ca. -------------- -------- -------'
rafa; foi a mioha aalv:.cao osle poderos reine- Estima 01 llamos ; e na rua do Queiixado,
dio : rm incnoa de olio diaa de uso j era ou-! luja de Jos Inas S111101 s.
ra pessoa; desappareceram o sangue pela boc-1 1 .1
ca.o faslio, a tosse e ossuoresde noite: con- A tras OO theatro, arniazcill
non. 1 a lomar, e frain deiapparrcrndo tio !Illn|ft a ninr vcriilfin-st' tlnms
consideravelmente lodo os meiis soll.imeutos Jun, mB'ti> ^enaem-se IBUOBS
de tal forma, que lodos os nicus amigoa r to- de pnho da Sticcia de todas 8S
nheci.lo* se admiravam de ver-ine tao rpida- 1
ineulclnelhorar : hojeo que me .esta de todos grOSaUlaS, lafgUTUS e Comprmen-
os milis sollr iinenio he de dias a das me ap-
parecer a palpilac,io; norCni vejo-uie de lal
juatielra que ja me Bao d cuidado, porque
tos, b.ssini como americanas, ale
.iro.i pa
colher do
pequea po
sei
\ einicu.-.-e velas de carnauba chega-
ds nitimanenie do Aracaly, | ejo preco de
320 a libra, sendo e.-las superiores as usu-
aes pela durciio, e boa luz ; na rua do Ito-
zario estrella n. 8.
Esta a venda o bem condecido folhelo
Verdade ai s meninos -- obra nova e de
muilo inieresse paia os meamos; na rua
do llozano eslreita, n. 8, pelo preco de
200 rs.
Farellos.
Vendem-se hiellos em saccas muilo
grandes, a 3,500 is : ua rua da Cadeia do
lUcife aiu.azem junto a botica do arco da
Couceicflo.
Na casa de modas francezas de mada-
me fiuessard (lillochau, Allerro-da-Boa-
' isla, 11. 1, ha para a quaicsm* risras man-
tas de bico pn lo ctbecOea do bico prelo;
sedas pelas ; I o vas com dedos; ditas sem
dedos de malha lina v. r.ladcira ; lencos de
seda de relroz 1 ara pcscncu desenlilas;
manteletes de sena a de bico prelo ; cha-
peos de lodas as qualidades e de loto.
Vende-se vinlio do Porto muito supe-
rior, em bBrris de quarto e quinto ; farinha
de trigo de todas as qualidades e em rucias
llameas; relroz do l'orlo, 1 rlmeir* quali-
dade: panno emeas de linho; arcos para
bariicas ; farinha de mandioca em saccas
grandes e a gsniel a bordo da sumaca !*.
S.-do-L'urnio : ludo por preco commodo :
na rua do Vigario, n. 11, piimeiro aadar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Aiitig deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgeni de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Vendem-se Diccionrios da lingo* por-
>uguc?a, por Constancio, de ptima m-
cdernac,3o, por preco commodo : na rua
do.Sul, u. I, casa ue Elias liaptisia da Silva.
Arados de ierro.
tres palmos de largura e tima por-
muilasveje lem sido lulnciriiif um copo de 1 mpiin de niioo nnr 1n
iB.i para fardeiap|.arecer,ou tomando urna] ?ao U0 "> ae ru"g> por 10-
saropedo bosque desfeito em uma (J0 o preco : aii|iioveitem-se, fie- Naiunuieao a Aurora, em >.-Amaro,
orco de agoa: oigo que nunca paa-1 \ vendem-se arados de ferro diversos mo-
|Uflia pOr9au uc agoa. uiyo (cu- iiiiiic.l |i.l L_,..
tiobem de satide durante viotc e um anuos [ guezes, lia uai ateza.
1 dlos.
Firinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Proven?*, chegad* ltimamente de
Marselha : em casa deJ. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim, n. 35.
Vende-se um mulatinbo mui lindo, de
11 annns ; um moleque, de 10 anuos : tudo
em conla, ej livre das febles andantes:
na rua l*rga do Rozario, loja n. 35.
Vende-se, ou Iroca-se por lijlo de al-
venari* grossa, uma canoa grande, com
pnttianO para qualquer carga : na rua do
Sol, n. 1, casa de Eli** Baptista da Silva.
Oh? quepechinclia !
Na loja nova do Aterro-da-Koa-Vistl,
n. 18. vendem-se lencos de pura sed e de
no^os padrOes, Imito para homem como
para senhora, a 1,000 rs cada um.
Ovas do serian.
Vende-se este excellente retisco na rua
do Queimado. n. 14, loja de ferragens.
Ursina de angico.
Vende-se resina de angico; peonas de
em* ; mu1 o boa farinha de mandioca : lu-
do por preco commodo: n* rua do Quei-
mado, al 14.
- 'Veide-se. por neressidade, uma parda
de 19 annns, de bonii* figura, que rngom-
ma, cose chfloo cozinha o diario do um*
casado inuca familia: na rua da Praia,
becco do Carioca, no primeiro armazem de
rroz, quem vem d* mar.
Na rua do Queimado, n. 14, se dir
quem lem para v. nder uma preta d 20
2-2 anuos, de bonita vista, a ..11.1 rozinha o
diario de uma ra*a, com algum ptincipio
de engniiimare lavar ; bem como um* par-
da de 25 annns, qiieengomma, lava e cozi-
nha ; um paido de 10 a 18 anuos, de boni-
tr figura, propiio para p*geo>, por ser mui-
to esperto ; um n olente de 18 a 20 annns,
de boa figura, c que cozinha bem: ao com-
prador se dii o motivo por que se vende.
'I aixas para engenho.
Na fundicSo de ferro da rua do Brutn,
icaba-se de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por pre^o com-
tbodo e com promptid3o embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezas ao
ounrprjdor.
Teeidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-08San!os.
Na rua da Cadeia, n. SU.
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Poiassada Ituss.a.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais nova que ha no mercado, por | rtco
commodo : na rua do Trapiche, n 17.
Vende-se a 3,500 rs. a sueca grande
de milito : no armazem defronte da escadi-
11 ti a da alfandega.
Vende-se uma carteiragrsnde, com 4
faces ; um cofre de ferro; uno machina do
copiar cartas, ja usada, mus cm bom esla-
do : na ma doTiapich--Novo, n. 14, pii-
meiro andar.
Vende-se a verdadeira sarja hespanho-
I11, a 2,200, 2,400 e J.fcOO rs. ; selins; rha-
maloles ; superiores pannos prelo* ; Casi-
mir*. ; merinos; los pretos; melase luvas
de sed* ; alpaca ; e ouir-s mu i tas fazendas
por piefo mais commodo do que em oulra
qualqun parle: na tua do Crespo, loja n.
16, esquina da rua das Cruzes.
--Vende-se a ilha de S.-JoSo-Baplista,
entre o Demedio e a punte do* Afogadoa,
com unas excellentes casas novas e gran-
des, com cento e tantos ps de coqueiros
edous excellentes viveiros muito grandes,
ou liuc.'.-so pur alguma casa nesta praca :
na rua da Cadeia, n 54, loja de fazendas.
Vende-so a reflu*<;ao da rua Uirciis,
n.22, bom afreguezda, lano para a ten*
como para o mallo, com dous pretos peri-
tos n* *rte, ou un elles, a vontade do
comprador : vende-se pelo dono retirar-se
e nao poder continuar: a tratar na meSma
relinacfin.
- Vendem-se, p* ru* das Cruzes, n. 22,
segundo andar, 5 eacrava*, sendo urna
enoula recolhid*, de 18 auno*, com al-
guma*habilidades; urna dita de 20 annns,
com um deleito ero umolho; uma dita da
Costa, de boa llgura, ptima quilandeii* ;
un'j d,la de Angola, que coziph l*va de
*abao, be ptima quilandeira ; uro escra-
vopara o seivico de campo; um mulali-
Obo ptimo para pagem.
r- Na rua estreita do Rozario, n. 4, wn-
dem-ae os seguintes livro*: Diccin*.io
jurdico por Perer* e Sou, f v. ; Direilo
comii.eici.l, 5 v.j Feliz ludependeule do
mundo ed. fortuna. 9 y. com est.mpas;
Quadros histrico* do forluij.l. com ricas
ealamp, 1 y. ; Memorias bi*tricas de
Pernambuco, 4 v.; Segredos neresaanos
1 v.; o Pasto- e a Ovelha, 1 v. ^ Santa Bi-
blia, l v.; otlicio da semana aania, 1 v.
Imitscaode Cluislo por Kempis, m poV-
luguez, 1 v.; Historia da Poitugal por a.
llerculano, 2 v. ; Memoria* por um oflipul
de artilharia em canipaoha, I v.; Diccio-
nario da marinha, 1 v ; Lgica racional, 1
v ; Cercp do l'uriu, ou a guerra entre D.
I'e.lro.-|). Miguel, 1 v. por 1,000 rs.: to-
dos este* livro* sfio novos, o vendem-se
por preco commodo.
*.: cravos Fag3os
-- Fugio, na noite do dia 25, da casa do
absixo a*sigu*do, onde estiva para se Ten-
der de commissOo, um inulalinho de 18 an-
uos, de iiome Domingos, perlencente ao
Sr. Augusto S. Cmbeit ; cor de canella,
secco do corio, mfios e ps pequeos, ros-
to compiido; pde-se evadir arraneando
urna tabo* do as8ualbo e alravessou paia o
telbado da igreja do I.mmenlo, subindo
para a cozinha do segundo andar, enlrou
I ara dentro do dito sobrado e roubou de
um bal 6 toallus de rosto, 10 camisas de
rradapolOo, 5 calcas de brim tiaticedo, 2
Inallus de lavarinto nova*, desceu para o
primeiro andar evadio-se per uma porta
que deila para a rua da Penha : quem o
pegar leve-o rua da Cadeia, n. 48, que se-
ra generosamente recompensado.
lote da Fimitca Silva.
-- Fogio, no di* 13 do crrante, a earra-
v* Ignez, ciioula, de estatura regular, bra-
cos pro-sos, nios e [ es pequeos, picada
uas liexias que leve ha pouco tempo; le-
vou panno da Costa ja velho, e urna porclo
de rm | a i mlii ultiadi cm um lenco de se-
da : qui ni a pegar levo-a a Iravess do Ve-
ras, n. 9, que ser recompensado.
Fugiram, no dia 25 do crrenle, dous
escrav s cnimlns, sendo um de SO annos
pouco mais uu menos, de nomo Manoel
l.uiz, secco do corpo, cor preta, rosto com-
i.i'idu ; lem um tallio no beic.0 superior
junto ao nariz, e uma ferida nacanella. de
uma das peruas ; levou camisa de chilar e
ceroula* de algodo traiiQado grosso i o ou-
Iro de28 anuos pouco mais ou menna, cOr
fula, baslante feio de cara, de estatura me-
diana; lem um* marca de ferida na canel-
la iie t.ma das pernaa e em roda da marra
ulnas f-i id i nhas : ambos fugiram do en-
genho Aratangi, da casa do lavrador Manuel
Eleuterio Correia lloga-se as autoridades
policiaes e capitfles de campo, que os *p-
prelendam e levem-os ao Sr. Joflo Baptista
de Boi-Canna, no Mondego, que gratifica-
r generosamente.
log*-se as autoridades policiaes. prin-
cipalmente as de fr, toda vigilancia
ni s com os que daqui rahirem p*ia ap-
prehensSo do escravn Jo>. nue sejulga ler
sido seduzidoe furtado no di* 25 do cr-
rante, por ceito snjeiio de quem muilo se
dfsconlla, dequem seirot'sl* usar do di-
reilo que a le concede contra tal ladran,
por eslar elle trabalhtndono Recife, arma-
zem de loto Rodrigues, par* o Forte-do-
Matios,como* signaes seguintes : de no-
me Jos; he da CosU.de nac,ao Tapa, de
estatura regular, cra lalhada, olbos ver-
nii'ilius, brictidu, nanz pequeuo, uma ore-
Ih i rutada, ainda nio tem barba, nulos e
i es piqueos ; tem un tatito levantado en-
tre o* pellos, e dous em um dos bracos;
levou camisa e calcas de liscado azul, cha-
peo de palha enve nizado de prelo : quem
o pegar leve-o i rua do Fogo, n. 14, que
ser gratificado.
Fogio, no ibii 16 do correle, da casa
do ahaixoassigni'do um moleque de neme
JoSo, o qual diz a algumss f essoa chamar-
se Constantino, de 19a 20 annos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueoji usada ; trm una
belide no ilhodiieilo, um denle cavalgado
em cima do outro urna marra emqua-
dro na p dlreita, proveniente do um caus-
tico : roga.se s autoridades policiaes e ra-
pitfles de campo que o apprehendam ele-
vi iii-no rua das Trincheiras, por cima do
carloiio do Sr. Cuilherme Patricio.
Rufino Jos I mondes de I' igueiredo.
Fugiram de bordo do patacho Artrea,
e do patacho Dout-de-Marfo, a 13 e!4de
fevereiro. rTou escravos marinheiro* sen-
do um de nnme Joaquim, crilo, eo outro _
de non eMignel.de nudo Milis, esle da e-
quipagem do ultimo patacho, de cfii preta,
estator* regular, chelo do corpo, de 30 an-
nos, com roupa de algodo usada ; e aquel-
lo da equipagem do Aitrea ; he alto, bar-
bado por baixo doqueixo, bexigoso, cheio
do corpo levou calca e carniza azul, cha-
peo alcorhoado e representa ler 40*nnos.
Ilogx-se aoscapitles de campo, e pede-se
a todas as autoridades policaca a su cap-
tura, cirio de que reconhi cendo-se os pro-
ptnis, quem o* appiehendcr, ou delle* drr
noticias vi idics, e os levar a bordo dos
ditos navios, ser generosamente gratifi-
cado pelos tneslres dos meamos, ou pelo*
seus consignatarios, Amorim Irmflos, na
rua da Cadeia do Recife, n. 39.
Figiram do engenho Novo do Cabo os
dous escravos aegtii-les: Manoel, ciioulo,
carpina o niestre do assucar, baixo, pnuea
barha, cabello j bastante ralo e de 30an-
uos pouco maili ou Bienes; e Benedicto,
crioulo, de 20 anuos, boa estatua, nariz
bastante chalo e pes grandes : quem os pe-
gar leve-o* o referido engenho, que ser
bem recompensado.
Psa. : sa 'rrr. de t de au. istjo


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