Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06821


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Full Text
Anuo XXVI.
QunHfi-feira 27
fbtidai DOS conaiios.
Gnlannt c Piraliiba, segundas etritas feiras.
Hio Crandedo-Noi le, quiulai feiras ao lueio-
dia.
Cabo, Srrlnhem, Illo-Formoso, Porto-Calvo
e Maceio, noI., a II, e 21 decadainez.
Garanhum e Bunilo, a 8 c 23.
Hoa-Vista c Florea, a 13 e 28.
Victoria, ai quimas feiras.
Olloda, todos o diai.
PBA9IS DI MU.
ipnraEBiDU.
Mlng. a 3, s 10 li. e 59 m. da t.
Nova a l, s 4 h. e 9 m. da in.
Cinc, a 19. s 5 h.e5cm.dat.
Chela a 20, i 9 e 41 mi. da iu.
IBlMiH DE HOJB.
Primelra as 5 horas e 18 minutos da nmilia.
Segunda as .'> horas e 42 minutos da tarde.
de Fo ve re rod I850.
N. 48.
ME Por tres n\c/.cs'adi*ntailot 4/000
Por seis raezes 8/000
Por un anuo 15/000
DAS da semasta.
25 Seg. S. Oxirio. Aud. do I. orf. e do m. da I. v.
2 Tere. !* T.irquilo. Aud. ilocliuuc., do J. da 1.
v. iio cir. e do dos fritos da lirnh
27 Quirt. S. Leandro. Aud. do J. da 2. v. do clvel.
28 yuiut. S. luiuo. Aud. do J. dos orf. e do ui.
da l.v.
1 .-u. S. Adriao. Aud. do J. da 1. v. do civ. e do
dos fcltosda fasenda.
2 Sab. S. Simplicio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
v.do crime.
3 Doni. S. lleinetrrio.
.i i .ni-a
CAMBIOS EM 28 D* TLVCMtaO.
Sobre Londres. 28'/, 4. por 1/000 rs. a 69 das.
. Paria, 846.
sra'deouir:::aK
. de 4/000........... 0/IOOa 9/300
PraM.-Patacfles brasilelros...... J/1
Pesos columnarios....... la* fi"
Ditos mexicanos.......?.. 1/800 a 1/820
PARTE OFFICU-
RELATORIO
da ttpartifto do n.gicioi d guerra, apreicntado
A alterable* peral UfiJati* na prioacir feuSo
da tara L-giilator, palo reipeetivo minitro e
cereta, io de aitado Manoel Felisardo de Sousa e
Malla
Augustos i dlgnlulmoi senhtru represen-
tanlri ta naedo --Honra lo Cum a COilfianca
de S. M. o Imperador para dirigir a reparli-
cRo dos negocios da guerra, como ministro
interino desde 19 de selembro d 1818, e
i'tf.Tl ivo desde 26 de jiinho de 1819, venhn,
como me incumbe, expr-vos o que lem oc-
t-orriilo depon da apreseutac.uo do ultimo
relatorio.
Secretaria de estado.
Desde queem 18U.ro. levadi a efTeito a
ultima reforma da secretaiia da estado dos
negocios da guerra, com o (im de rorrig-
rem-se osdefeilos da reforma prat>cada em
em 184l,conl>eceu-s que, em vez de aca-
baren!, ou minoraren), esses defr tos se aug
meniaram.
O plano de 26 de maio de 1841 creara urna
contadoria geral anneza secr U'ia de es-
tado, mas com urna organisscuo especial,
cuj"S vicios nSo lardaram em rvelar-sa e
tinliam sua principal origem na npi-rosima-
cilo mullo Intima de iluas repartierjes in-
(eiramentedislinclas. F. nregulroentode20
de ubiil de 1844, nfio s uilo as ccllocou na
indi-pendencia, em que cumuriaque esii-
vessem, como at pretendeu amalgma-las,
conservando Ibes no em tanto seus respec-
tivos clielYs cora allnbui.Oes incoucilia-
veis.
Fcil era prever desde logo o que se (era
realisado. Pa*a que na peoelari propria-
menie dilata primeira e segunda seccOesJ
e fizesse o servido, nesse estado de cousas,
com mais regularida le, mister foi que o
regulanientode20deabril de 1814 deivs-
to mmeilutmente de ser cumirido em
d-itos casos, ao passo que a contadoria (a
tcrceiae quarla secc>s) por sua defei-
tliosa organisaefio niio lem producido lods
as vanlagena que d. Ha ge esperavatn.
(Inteirado dos nial s que rooilo succinta-
mciile aqu vus assigna-lo, apreseutei cm
coucellio a necessidade urgente de dar-so
aellesalgum remedio; eogoveruo impe-
rial
ces, e mais melhnrsia, qnsnlo for possivel
lispr de mais algumas salas, de que ne-
cetsila e se acham em construcc^ln.
fiom quanlo longn esteja da rerfeicilo de
que hesiiscopvel, he innegavel sua utili-
1 ii'lo", como facilinenie se deprehende dos
mappas ns. 3, 4 e 5, que mostrar os tra-
liiiiius elTectuados nos dous ullimos an-
nos.
Com os fundos destinados a seus mclho-
ramentos matriaes fez este estabelecimen-
to iii'nuisicTu de alguns nlijctos mais (16-
cessarios para seu servido ; faltam-lhe, po-
r'ii, aiii In muitose principalin^nto os ios-
trumenlos para os olliclnes engenbeiros
que slo eocanegados de diiTerenlns com-
missiVs.
A olcina lilliographici fez neste ultimo
anuo consideraveis progressos. que a collo-
caram a par dos mais importantes eslabele
cimeutos de semelhanie nalur-zt que entre
nos existem, pudendo com elles rivalisar
taino na lapidcz do processo, como na per-
I'e i (.'fio e i-oiii nodo prreo das obras.
In rcgulamentu, que marque o pessoal
leste es! li-'leciiiM'Titi), suas uln ijih-ims o n
direccilo systemalica de seus traballios, he
aciualmeiile una da suas m-is urgentes nr>
cessidades : aquello por qu- so rege lie an-
da o de 7 de abril de 1807, que nao est em
harmona com as circunstancias da poca
actual.
Escola militar e obw valora lUlronom'co.
Sendo giisccplivel de grande melhir-
m.'iitn o syslcma de ensino ailopla lo ueste
importante esiabelecimenlo scieminco, oc-
cupa-sea cougr>-gic3o dos lentes em orga-
nisar um projeclo, que terni depois a hon-
ra de submeller a vosas approvacSo com as
emendas e reflexOes que parecerem convo-
nienles.
Dos mappas ns. 6 e7 veris qual foi o
movimento da escola militar nos anuos lec-
tivos de 1818 e(849.
Fram prvidas por concurso as vagas que
houve de substituios, por terein sido jubi-
lados alguns lentes.
Quanlo ao edilicio em que seachacollo-
cad i, em ouir'o lugar vos exponhn o seu es-
lado e as obras de que anda carece.
A bldutheca necessila de livros utels.
que nller.xam a estudiosa moc lado mli-
t. i'iniMi fouto abundante de conliecimen-
tos, que devo possuir. Actualmente coula
apenas 876 volumes do obras relativas s
sciencias metallurgicas, physlcas e mili-
para fabrcar-se nova, aproveitandose o menlo de que anda carercm.recahem e en-
malcrialdaantiga. tram nnucos das depnis para o hospital,
Para fscitar rs trahalhos e obter obrs mais (lenles do que da ve/ anterior.
mis perfeitas, est-so mondando urna m-l Por son parte nHo tem dexado o govr-
china de vapor da torca Ul seis cavado*.: no de dar as providencias ao seu alcance,
que servir de motor a ilfTerentes machi- i para que o enfermos receham o mais desye.
as, tirondo-se dclla assim o maior pro-! la do tr>tamento. ja rcno-n--orida lo a mmor
vello I pontuali la.Je e zelo as visitas dos mdicos
Sobres economa interna deste arsenal'cuas preparares dos remetise dietas
fez o goveroo bixar o decreto u 600, de 25 ja visitando eu mesmn o estaholecimcnlo
de marco de 1849. que orgaolsou o corpo parj verilicar at ouc ponlos slo estas p>o-
dos operarios nili-tis; redoli o pessoal .videncias exeeiitidas.
excess.vo de algumas oflicioas, e den m-sis j l)rge, pnrm, que o hospital militar da
desenvolvimento a nutras ; e para facilitar Corte tenha a necess'rii captfidade, em
i rali 'I im ;i bracos livies. e princip-lmcntelreUcilo os diversos cornos do exercito -
aosque leem sido ocenpados noservco das( qni existentes. No anuo u'limu leve rila
armas, ordenou que fnssem despedidos os de aocei rrer-se ao di mrnnha,para 0(id->
oper.rios escravosque ah avuliavam em toam 299 enfermos, a fcilmente compren
numero.
Tem igualmente merec lo toda a mnha
allencio enmpanha de apicndizes meno-
r s. cojo numero, sendo da 0n pelo regu-
m nto, acha-se etipre completo, a militas
vezas excedido, quivlo ha nrphSns ipie
pO' suas cireuinsiancias n.uito especiaes
nlo devem (car eni aban lono. HuitO pro-
va em abono destl idStituieJIO philantro-
pica o estado em quo se aclia : e-tes pu-'
i 'os de estado m'rec^m ao gov n o a conveniente quo o sejt o miis_breve pos-
nialor co"Sderac3o ; sua edueacilo moral sv-I
tos.^ 0ladoocciipalo pelo primeiro regi-
ment decavallaria nSo lem as proDorcflcs
necesarias pan um Bq'iart.d'^enlo desla
arma ; falm-l'ie uma araa silfTiciente para
a formalura do corno e espaco para bdis ca-
valharicas. Actiialmenta serve do logra-
i inro da respectiva tavalhada, na falta 'e
I iit mais appropriado, o ca tipo ao lado do
edilicio do senado.
Cnarlria milito que a part* quaestraita-
ment necupa a secretaria da estado e o
lorreflo o-ti qu so ach o cnncelho supre-
me militar, pnlessem ser convertidos om
.] un teis de ofIca-s, como ja n fii o que nc-
cuna o archivo millar. Os nVisosque v%m
das provincias o n sarvitp devem aqu ter
qoariel. e cmn igoal o corpos existentes na c lo.
Nlu ohianieosmelh.>rainenlosqiie ohte-
veoqiarlel do prim-'ro h.talhli de arti-
Iharia, no largo de Moura, le nuilog o li-
tro neessita si" l*> N" da f itilo'i <'a
hender is os Inconvenientes que dlso de-
vem ter proviudo marcha regular do ser-
Vico.
J em meu anterior relatorio o disse, e
ora lepilo, que he indispensavel que ao'Prain-Veru e'hi, on le ser olh"m os corpos
hospital militarse] i celi la a parle ( lalvez
a mellior ) do edificio em qoe se ach a
escola de medicina. No n'eresse de am-
bos OS e>tabe|i'Cimentos lMe ou cedo tem
de ser tomada osla me lila, e be mnito
..7. baixar o decreto de 23 de novombro| tares,
de 1849, sb n 650; pelo qual fram reoio-l Ogabineledo geologa recebeu de Fian-
vidos Blguis inconvenientes do citado re- q8 urna collecco de fosseis. livios eesAam-
gulamriilode 20 de abril. Foi uma medi-
da incmplela, mas no poda o governo ir
adjunte sem especial aulorisclo vossa.
Pelo ministerio da guerra se despende
avultada .omina por fraccO'S de'pequeos
valmes ; e abusos immensos se pdum in-
ti.oduzir, que, nioconhecidos proinptamen-
te, causara pi.jiii/os consideraveis, que
tardo ou nunca silo indemnisados.
esAam-
io n-
. rmss
pas e esperam-se encominen las que
zeram de modelos en vdro das
cryslallinas primitivas o secuuJaras dos
mineraes, com os quses ficarflo salisfeitas
suas mais urgentes necessidades.
O de physica precisa de machinas, ins-
trumentse apparellius, que s da Europa
nos pi'i l(>iii vir.
Para o laboratorio chimico man.lou-se vir
Uma liscalisscao intelligenlee continua, I da Franc* uma c.illeccjio de melaes, e fez-se
que se nao pode dar sema inmediata li-1 aqu acquiaicSo de diversos obj.ctos de que
qudaeSo das coplas e sua regular escrplu- nucessilava.
rac3o, he pois indispensavel e tifise pode.i o observatorio sslronomico den comego
i a obter, .em que auloriseis a reforma da;g0Sfceus trabadlos, sendo frequenlado no
coniadoria actual, que, pelo defeito de sed i anno ultimo por 11 alumnos e I ouvinie : e
regiment, pequeo numero de empregados recebeu os instrumentos meteorolgicos e
einsullieienciados veiicimentos, no sana-' magnticos e os livros mais indispensa-
faz a parle mais imprtenle de suas altribui- Veis.
tOeS, SI liscallsaco dos dinlieims publi-
cos applicados repirlic^o da guerra.
O miiii.steno da inaiiiilia tem c.dhido in
dispulavcl vanlugem da orgauisacilo de sua
contadoria: ss repost es, queoscom-
raissarios dos navios, almoxartfes o mais
responsaveis pelos valores que lites sfio con-
tiados, cuiisUulemenle sfio compelilos,
compensam exuberantemente os gastos qua
alimentan) esta repaitiffio e uoiaiisam
quedes agenl. s : no menor proveito re-
sultar ao ministerio da guerra de una ins-
tituirlo accooimodada as suas necessi-
dades.
Concelho supremo militar e de ntica.
Este tribunal, regido por um regulamen-
(o quo tem sido laxado de menos consen-
taueocomas nossas inslilu-cfles, contins
a funecionar e prestar ao governo os auxi-
lios .ie sua experiencia e luzesem as mul-
tiplicadas e mais importantes questAes so-
bre que he consultado : maiores vantagens,
purin, serSo oblidas, se melhorado fr o
seu legimento.
O projeclo de um cdigo de processo cri-
minal, de que vos ulle no meu relatorio
de 1848 o que lo indispensavel se torna pa-
ra remediar os graves inconvenientes que
disciplina do exercito causam cortas ano-
malas actualairuie existentes, ja noladas
por alguns dos inens antecessores, nenhum
andamento ple anda ter lie trabadlo por
cerlo que no d'-ve ser trabadlo de levo e
que exige n i turo estudo.
Por suuiire rodittear a legislacfio militar, tanto
conlida ora disposkcs legislativas, como
ero actos do poder executivo, o que he mui
lo ni cessario, e depnis de concluido, como
espe'o, debaixo de um plano regular, po le
r seivir de grande auxilio paiaa confeecfio
(laquelle cdigo.
Osmappssns. I e 2 apresentsm a synop-
se dos trabadlos deste tribunal e de sua se-
cretaria, us anuos de 1s48 e 1819.
Archivo militar $ officina lithogrop/iica.
(I archivo militar com a officina lilhogrs-
pbica, que lite he aunexa, foi transferido
de um dos orrees do fundo do qua'ti-1 do
campo la Aclamaron para o edificio da
escola militar, muilo lucrando tanto em iv
lac.3.0 sua pusicfio, como era tccoranioda-
Artenaet da guerra e armazens de artitjos
bellicos.
O oslado destes oslahelecimenlns he an-
da qunsi o inesmo que vos descrevi no meu
anleiior relatorio. Os fundos consgnalos
nfio f.'iram sufllcientes para as suas preci-
sfies o pouco se tem feito para os melhora-
raentos de que precisSo.
O arsenal de guerra da corte, de todos o
mais importante, sendo por assim dizer n
arsenal do iuiperio, pois que, al.n de fo'-
necer o necessano material para o stviijo
das fortalezas, quarleis, corposda guarni-
QIu e hospilaes, tem de satisfazer os pedi-
dos das provincias, nao possue anda tolos
os recursos preciso*; o de materia puma
t compra o que exigom as necessidades
diarias.
N.lo existindo armamento em nossos ar-
seoaes, e sendo o que toma no meicado de
quali lade rauito inferior o iaipropiio pura
o servico do oxercito, e havendo falla do ar-
lilliaria, porque pouco pode prestar a que
existe, ufio Mnii' me por seu estado de roi-
na, romo pela multiplicidad) e p. quenhrz
dos seus calibres, cootraluu o governo com
urna casa coinmercial desta PraOa mandar
vir da Europ um poreo de armamento
inclusive vinte cauiOes-ohuzes de calibre
80 mas, como a diminuta quantia de
que poda dispr em conformidade do or-
namento em vigor, nfio pi-rmillisse fazei
uma acquisicilO! precisSo do uovos auxilios pecuuurios pa-
ra a compra de ii.sis armamento por isso
pde-se afliruiar que o ex. teito acha-se
mal armado, sendo aea armamento ordina-
ro, e d.-M'iiiie. i tiMilo-sc facilmento. O
uKistente, que se cha estragado, contina
a aer concertado na fabrica d'armas da for-
taleza da Couceicfio, cuja udlidade be in
cont-'stavel, e por isso convena dar a cat-i
Tabrici todo o descuvolvimento, para que
no futuro potisamiis tur urda un estabele-
cimentu como devem ser os de semelhanie
ualureza, e assim liaja doutio do paz o que
preciso se torna para sua defesa.
Devo iuforinar-vos que tem-so ordena-
do aos piesidentesque remetiera para aqu
a arlilharia de ca.npanlia que existir arrui-
nada as provincias, tanto para melhorar-
se a que for susceplivel de concert,.como
he confiada a professores escolh ios, e pa-
ra seu n elhoramento physico cieoo-se
uma aula d gymnaslica, da qual leem elles
obli to aproveilam- nio, e d'ahi muilas van-
tagens devem resultar ao tervifO Ja exlinc-
efiode uc-'n los.
Deu-se-lhrt o in capellfio para instru los
na diiiii iii a ch'istSa, o raandou-se cons-
truir drntr.i do arsenal uma enfermara pa-
ra os que adopcercm alim de esta re ra
sempre srtb as vistas immediatas doe stibe-
l-'Ciniento n que peitencem, e serem arre-
lados do runlacto dos enfermos a lullos do
hospital militar.
Para evitar lambern que baja rclac'S en-
tre elles e as praC"S do corpo de artfices,
osla em coiisirucQfio um novo qnartel para
estes. Como por sua organis-efio militar
este corpo faz parlo do exercito, veris no
lugar competente qual lie actualmente a
sua torga.
o arsenal de guerra do Itio Grande do
sul, que recebo continuados supprimentos
do ila ri ir, uo ii'in anda as npcessarias
propoi(,'0es. e sent falla de habis opera-
rios nas ullhinas de coronhelroi o armei-
ros. All 11.. i>. ih.i in regularmente 195 ope-
rarios, e 68 menores, c imprehendidos os
que silo socconidos pelos cofres geral e
provincial.
O d Matto-Crosso est tambera anda
longe de pr.stai'-se s necessidades do ser-
vico militar da provincia. Continuadas
remesas deartigns bellicos se I ha lem fei-
to pelo arsenal de guerra da c'le, e se llie
tem mandado mestres operarios habis,
que nfio s preparen! e fnbriquein os objec-
tos necessarios tropa, mas sirvain de
grande beneficio provincia, ltenlo o es-
tado alrazado de sua industria labril.
Se os dous arsenaes, de,, que acabo de
filiar, estilo sullcientemenr^ prvidos dos
anigos raais essenciaes, uHo acontece o
raesmo aos do l'ar, Babia, e Pernamh.ico,
apezar de algomas reinessas, que da corte
Un' tortm follas.
Nfio preciso reproduzir, senhores, o que
sobre acapacidade e estalo de seus edi-
(icios, e subte o numero de seus operarios
eblllcinas, d'Sseem 1848. Suas necessida-
des continuam a ser as mesnias; o pes-
soal dos em,.regidos, os venciinentos, e
.-.ni ilni'co s, sfio iiind.i os que toiam e-la-
belccicos pelo regulamenlo de 1833; tu lo
islo prova a necessi.laJe de ser esie re-
gulamento rurormado, co.no ja pouderei
anteriormente; e, se julg.rdes convenien-
te aulorissr o goveroo para este li n, sa-
rfio attendidas as mais urgentes necessida-
des de (fio importantes eslaliulecimeutjs.
Hospilaes e enfermaria< mili tures.
Tratando desles estabel -cmenlos, occu
par-me-liei praioiramenle com o hospital
militar da poarnicfio da erte. Foi elle
c e (do em 1814, o he coaposto de nove en-
fe'oin. ias, eis das q.iaes sfio e-pacosas. e
lresdepq'ienacapacidaile, e ronlin mais
uma sala, ou M8S de arrecad^fi" de falda-
mentos (e actual mente tambera de utns-
l.Oi), outra dn iostiumonios cirurgicos,
lima botica COm seu laboiaturo, a sala do
escnpiuracfio do almoxarifado, outra da
. .'Cloria, a gr.'ja de Santo Ignacio, conti-
gua e enco porada ao m sino hospital, al-
guns qu"tos para acinn.od (flo dos ein-
, t ..gados internos, urna sala fnebre, uma
dispensa a ampia Cozinha.
As enfi-mnirias sfio are-jadas, e servidas
do uecesssiio para u Iratamenlo dos enfoi-
inos, que para all vfio dos curpus, fortale-
zas e arsenal du guerra.
I', los n ap. as ns. 8 e 9 veris que no au-
no de 1848 entraram 2,162 doentes, que
juntos a 173 que exsliam no I do Janeiro,
pref Zi-m a somma dp 2,335, dos qtiaesss-
hiraui curados 2,119, n.oireram 98, e lca-
rani em [ramenlo 118 ; e qu.i nos 10 pri-
m.'iros raezes do auno ultimo entraram
2.861, saiiiram corados 2 569. falltcram
182. e ficaram exislindo no l." de nuvem-
bro 228. Altribue-se a raaiur mor'alidade
deste auno a gravnlado das eufermidades,
c a epidemia das bexigasque se desenvol-
veu cora al.uin iuleusidade, nfio poden-
do deixui de ter gratulo influencia a aecu-
liulacfio de mudos doenies nas enferma-
ras, anda nsnUicieutes, como ja pouderei
no meu relatorio de 1818.
Muilo sensivel lio afilia de enfermaras
do coiivalescnc*: pravas, que por boas tem
alta, uao encuiilraudo nos corpos o trata-
Para dar ao hospital abundante sunpri-
menlo d'agua conlratou-se, depois dos pre-
cisos eximes, c un a siiiU Casa da MiST-
cordia, repesen'a la pelo seu provedor, a
consiriiccfio .le un encanam 'nto fallo em
commum conco rendo a reparliQUo da
guerra com un terco da despeza. As aguas
para este eiiCaiia'lteiilo sfio denv.das do la
Carioca, partindodo ni >rrn deSinta Tno-
reza, e indo ter so di (H8l*llo, pela ra dos
llarhonos, largo da Mili do Rispo e ladeira
deste morro, deseen lo ao novo hospital ,1a
anta Cisa, o no arsenal do guerra. Ser
urna obra da maior utilidale e economa,
tanto para os tres refer los estabelecimen-
tos, como para os mora lores do dito mor-
ro diiC'stclln.on le a reparlicSo do imperio
so propOe o,andar construir um chafaiiz
para o servico do publico.
que desembarcara c un desiinoi a outras
provincias, aclia sccu deposito de recntas, Sus situaQfio be a
msis .ippror.ria la possivol para um gran !o
aqnarteatuenlo de tropas do cavallina e
iofinlari; e com o accrescenlam 'lito de
que necessila e que selhe leve f-tar, estan-
rjendo-se-lhe a frente nra o I ido do hospi-
cio de allieoados, po.ler accom nodar fi-
CImente qualrn mil pracas. Asobrisque
nelle bs tora feiti o te vfio fizento, slo
ipenis ns ndisnenstiveis para sua con-er-
vacfio no ostido em quaseac'ia, efsllam-
llie sin U accommoda.es para olliciaes.
II.vend absoluta necssidile du mais
um quartel no recinto da cidtdo, man lou-
se desoecupar o \ n minado de liraganca,
que estiivu aluga lo a um p.riicilir, e fa-
zetn-se alguns c incerloi mais urgentes pa-
r po ter receber tro;.as ; mais de outros
mullos carece anda: aitendenilo no estado
de mina a qoe chegou o edificio durante o
arrenda ment domis de l.i anuos e o va-
lor do terreno cm um dos nonios comner-
eiaes da cla.lc, convmalhear este pro-
p-io nacional, apidieaulo seu importe a
.Mas nfio sfio estes o mucos melhnramen- c mslruccfin deu.n novo quartel : o gover-
tos de quo necessila o hospital militar ; os
eneansmento's .ios esgotos acham-se estra-
gados ; e he necessario construir-se um
moro que o feche pelo fiiodo.
Ouanto ao pessoal, devo Informar-vo
que s os mesqiiinlios vencimeutos nfi i es-
tilo em rnliicfio com nstrahalbos qu* t'in a
desempenhar, e que dlfllcilmente se ohtem.dasCobraseVillo/aignon, que toram en-
pessoascon algunas habiliU<;0es para os tragues repartilo da maiuha, ou estilo
no nfio p le levar a elTaitb estu ileia sein
vossa especial auloris icfio.
As fortalezas de Slnts-Cruz, S.-Jofio e
l.-i .', sfio as nicas iiu.) aclualinento se
acham armadas, ss oulr s, e os fortes, que
firinavam o systema de deft-ss dacartil
por ni^r e l-rr i, nfio tratando das dalilis
empregos do hospital.
Km coisequeucia do grande numero de
doentes e da faita de accommodaCiSas para
elles, estabolecerain-so enferrasriss provi-
sorias no quartel da Prais Vermlha. onde
se arha o corpo de deposito, e esteve o 5
bal.illifio de cacadores, lia pouco sahi lo
para Pernambuco, e no do 1." regiment
deotuallarialigeira, alim deque nellss re-
cebessem os prmeiros soccorros da me-
dicina aquelles doentes que de promplo
nfio pnlessem Ir nara o Hospital; o sfi i
dignos de todo o elogio os coramandantes
dess-s corpos, pelo zelo e solieitude que
uostiaratii neste servico.
desarmadas c destinadas a outros misteres,
ou em rumas, Nas tres priineiras se lera
feito os reparos mais in lisp.msaveis ; e
Ciinverrt eleva-las a tal ponto que possam
Cobrir a capital o livra-la do qualquer in-
sulto por mar.
Tal Ih o esta lo pouco lisangeirpdssfor-
UOcarfles e quarleis na capital do imperio;
nas provincias o qu adro lie a i Oda mais de-
sanima.lor. li? todas ellas reciama-ss a
COnOdSxfio dfl avullados fundos para cons-
trnrefio de imvos quarleis, reparo c conser-
vacfio dos existentes, o governo "ai lenta-
mente, e conforme o perraiitern os tenues
meios de que p le dispdr, .lsso coran lo,
l'ass n lo agora a tratar dos hospitaeso o presta a mais seria allencfio d esto irapnr-
enfermaras d-s provui-ias, tentio a di/er-
vos quen seu estado contins a sero mesmo,
de que dei cou.U ao Cirpo legislativo n >
meu ja cilado relatorio, e por isso, e para
nfio abus*r de nossa paciencia, pouco mais
accrescentirei.
O hospital militar da Babia nfio lem as
cominodidades suulcienles por defeito do
local em que so aclis, esua transferencia
para o anligo edifico den .minad i l'roui dos
Alllictus, ti* sido reclamado mus de uma
vez.
Km peiores circunstancias so aclis o de
l'ernambiicr), que necupa uma casa aluga-
da por 500,000 icis innuaes, e fcil he jul-
ar-Mi de suas acaiihadas propoi'ciVs liara
receber os enfermos da torc delinhi en
trrico ntsta provincia : e he reconbecids
n necessdade do ser liansferido para ura
edificio appropriado.
A reiani?fio desaudp do Itio Cranledo
sol consta do hospital existente em l'o to-
Alegre, o de diversas infirmaras miliuires
(algiiiniis dasquaes sfio veidadeiraaente
ambnlaucias ) nos pontos oceupa os pelos
cor jos que guarnecen a provincia, o tanto
o hospital, Como se enfermaras permanen-
tes, nfio se. tena m convenientemente mon-
tadlos.
Erusidohe juntar consideraedos sobre
osle ramo de seivieo nas outias provincias.
Desdi o hospital militar da corle at as
simples enfermarlas das diversas provincias
In n cessidades reaes a all.'iider-se ; e o
gobern a ellas provera ss tor compeieule-
uieutc autorisado.
l'orlifi-orOes cuurteis.
Um do meus prmeiros cidadfios, logo
que iuuiei cunta da admiui.-lr-C-'i'', '"> roan-
d'ar proceder a mnuciosu examo du esta lo
das fortalezas e quarleis da capital doim-
poiio; o succiula exposiefio, que deiles
passo o f.zer, vos dar a couliecer quo de
avultadas somatas carecera para sua con-
sei v.u;;io e inelliora lucillo.
No edificio do campo da Acclamacfin a-
Cha<|l-sc acanhadimenlO a |u niela los o
primeiro regiment de c..vallara ligeira e
um balaltiflo do luzleiros; nos dous lor-
rooos Ulenies di frente esifio o c mceilio
supremo militar e o quarlel general do
cominaudo das armas ; e no centro a secre-
taria de estado, fcandn no pavimento in-
ferior a pagaderia das tropas. Kticcesslvus
concerlos se leem feilo ueste edificio, e pa-
ra seu raclboramenlo precisa anda du mui-
laiil, uhjeclo.
Fabrica da poltor.i.
Doloroso me he dizer-vos que em 8 .le
agosto p p. houve infelizmente neste ni-
o tanto eslabelecimo iio uma g n lo o-
Ir.strop'.e com a explnslo da offieiiia de
granizo, que ficou iiiteiramente urrazadi,
causando trinta e tima victimas, enue ellas
o niPBlra e o rontramesne, sen lo as do-
mis afrioaoos livreae esciavos da naci.
As .ultras oflicinas soffreran tambera dai-
nos n,ais ou menos con.idera'uis, que se
vfio reparan'o, sendo o prejuizo total cal-
ed -do en 8 000.000
Kste fuooelo Hcoutccimenlo fez paralisir
o ful.rico da plvora, que devecontinuar
logo que restaurada seja a casa qu-.se.rvia
de ollicina. Entretanto, fdram licenciados
cora iiietade do venciraento os operarios
qu- so turnaran! desn.cessarios.
Dasejinlo o governo t icna inteiro co-
nhecimento do estado da fah ca, noraeou,
para proceder aos necess -ros otara'S e pro-
pfir os precisos inclliorameiHos. u na cdn-
u.issfio composta'dos marvoaaes decampo
Joilo Paulo dos Sanios li .rielo, e Jofio (ir-
los Pardal, n.arecnal-gra.iua lo Jos Mara
.la Silva liiianroii'i e l)r. Cnilherme
Scliuch de Capanema, lente snlislitulo da
sciencias physicas na escola militar, a qusl
apreseulnu o su parecer, relatando o pros-
ees O all S. gUldll ns pl'ep 1.1,' ni di p.i|-
v..ri; e, confiolanlando-o com o que se pra-
tica cm outros paizes, tornou evidente a
imperfeicfio do fabrico da nossa plvora, o
que foi anida confirma lo pelas experien-
cias | r.licadas posl. rioruienle, couips-
rando-aeesse genero (quede establec-
ment com o de mauuf.clura itigleza, li'.ui-
cza e iinrle-ame. icina.
II. con lie ten Jo a .si til a necssidaile de
a eif-igoar-se este nosso producto, e pon-
dorando a comraissSo que se i'.i/i i indis-
pensavel a ninvi ni.'eao de e lilicios,e acqui-
si(fio de machinas appiopriadas, detenui-
imu-se, que, progre lindo em seus traba-
dlos, propozessu os regnlamenios e ins-
u uce'S que julgasse convenientes, tanto
para rgimen do estahelecmento.corao pa-
ra confeecfio da plvora, apresentando as
plaase pcilis dos edificios, bem como o
de eolio (las machinas, organizando os res-
pectivos orc.amenlos, n nroceJendo as de-
maisopuracfi',s preparatorias, como levan- ,
lamento da planta do terreno, seu nive-
la melo, e delermnaffio daquantidade
!
miitii Ann ^


! eta
velocidade das aguas; c o soverno aguarda
o resultado desles tn.balh.os para resolver
remo iii 11,111' convier.
SeniJo, portanlo.indubitavel quodoveset
avuliada a despeza que se lem de azer com
urna reforma em tilo grando escala, claro
ho que sem o preciso auxilio pecuniaiin
niio poder ser levada a rffeito. K sendo
indtaputavel a necessade de ler-se plvo-
ra da nelhor qualida le, como elemento d>
dtfesa da boina nacional, toda a despez
que se fizer para alclngar os precisos mrllio-
raoienVos nao deve jamis ser jugada ex-
cessiva, 011 supeinua ; o por i*so conia o
governo que em lempo oprortuno decre-
tes os fundos de que lia de necessitar para
realisa-los.
( Continuar-se-ha)
EXTERIOR
FKANC\.
qdbstaO romana.
Assembla legislativa de Franca,
Sessflo de 20 de outubro.
(Ctnclut&o.)
Mr. Qdilon Barrnl presidente do conselhn
sobe i tribuna ; e depois de 'aicr diversas ob-
arrvarora triidriitr amostrar que a Interven-
(o frailera nao fora un pcnsaiiicnto sbito,
mas que se achava j riu Renen as medidas
a raptadas pelo general Cvaliiac, contina
di/, mo :
Pajiarrl agora ao terreno prntico e positivo
da quralan, e tratarel da negociarlo em ai mes-
illa. Ncslc ponto tcuhu o dcspraicr de adiar-
me en. draaccordn, uo com as conrluscs do
honrado Mr. de Uontalriubrrt, porin com ni-
puns dos ilescnvulviiuetil..s por elle aprsenla
dos com un talento tan eminente, que eu pro-
pi iu. quando me aehava debaixodo encaulo de
sua pnlavra, tloha difficuldade de reler ininhai
convt'crs para as delender contra a* que elle
exprima. Niio I grabas a Dos, aimla u:io so-
m.s chepudos a esia poltica desanimada que
lie, ba pouco, descreveu.
lonhrco que a liberdade tein recebido um
profundo golpe nos coracoes, nos interesaes,
porque tem.se laucado sobre ella a responsa-
bilidad? de ludo o ipie se ba frito eui eu no-
ine porni nao devemoi concluir dahi que
importa abandonar a ma sania causa, porque
isso nada mcn.>s sei ir da parle da Frasea do
lile nina ahdicaco. Niio, nao devenios desa-
nimar p< lo ronlrrio cumpre que encaremos
corajosamente a sitiiacaoem que se arba cau-
sa da liberdade pelos esforcos que teem sido
felina, nao por ella, mas contra illa; CUinpre
<|ue procuiemos conliadaiiieute os uieios de ti
r..-la dessa situaciio.
lia iiin.i escola poltica que dis : .Nao ha meio
(lia milito lempo que se disse isso muuarcliia
constitucional, e boje applicain-uo a Roma),
n.'io ba lurio cutre o poder absoluto do papa
e a repblica de Maisiji, a repblica da coiu-
Jnis-ao desalvaciiopublica.
-iio esles os diiUS absolutos entre os quaes
noa collocaui ponan, gracaa a Dos, em Ro-
ma, como no restante da Europa, ha alloma
colisa entre essas duas extremidades, e be isso
que pioeuranios rralisar. IN.io dirruios que
basta ricraver em una carta, rui nina conill-
tuiefio, tars oh lars liberdade*, para laier com
que gnu ni dellas populacd.'l que para tal nao
olio preparadas. Isao serla urna louenra Si
prdimos para o novo romano a liberdade, que
he appropiiada nos srus costino, s e s anas |
nree.'sid.ides. (Signis de tfftoftio direila.
Agtttfio.)
Krm sei que esse grao de liberdade, que con
venaos Romanos, lie lima quesillo de appre
ciaefio, Pde-se drsconcoidar sobre esse pon-
i, e he precisamente all que estamos em dis-
aenlluieuto com a corte de Garla, e tambeiu
com d honrado Mr. de Moiilaleiiiberl K por-
que nao direi assembla as particularidades
Ue nossa negociaban, e au Indicare I o ponto
preciso a rrspeilo do qual raamos em dleien-
liuiriitn cum a corle de Gaeta, dissrutliuenlo
que e-pero cenar, porfo <|iie ruste, e de que
lie inister que a assembla seja Instruida ?
'feria ildo fa. i linio prdir curte di Gaeta
mu simplcsinrnle o roialieleciineiito do que
exista em Roma antes da ri-vnltico- o govrr-
no rrpresrniaiivo absoluto, as duas cmaras
rrvrsiidis do voto do Imposto e das leis, em
urna patarra, soberana parlamentar.
honrado Mr. de Montaleinlieii fez contra
rsse eslado de cousas duas objecin, c sao
precisaineute as mesmas que cucoiitraiuus cm
Gaeta!
Piln.eira objerrao : A soberana parlamen-
tar hr impossivel em Roma, por sei incompa-
livel com a soberana e independencia do
papa.
>egunda objerrao Esse governo he im-
possivel, na siluaco dos cnstumrs, c da com-
posico social da popularn dos estados roma-
nos. Os dous elementos esseuciacs desse go-
verno nao rxUteui na sucirdade romana, e fui
por isso que quando o quueram rttabelrcer
all, disso resiiltuu urna rrise vilenla.
Se eu n:iojolease abusar do lempo da a-
aembla, dar llir-hia cinta....... U'dlr fullr'.)
dar-llie-bia cotila da polmica i-i o rr da, tao
chela de_ rasan, que os nossos agentes diplom-
ticos bao uisl. litado para mular estas duas
olij.ccej. rssa polmica, e raaa Insistencia
ios nossos agentes nao Acaratn sein resultado,
pnr.,uau(.> em data de 18 dr julho Mr. de llay-
neval, rrfeliodo urna conversa que tinra Clu
Gaeta, iscn vru-nos oque vou Icr. K drvo
dlarr que ueaar inouirnio nao prdiamos o go-
verno parlamentar em sua integridade, pin rio
Mmeme que a oiisulta folie revestida do di-
rritu de volar o (.icamento da deapeu Kis o
i|iie nos escieve Mr deHavucva1. O padre
aauto resiabeleeei a cousulia sobre a base das
institiiicoes pioviiu i es r coiiiinereiaes ; lodos
os pi"jrc|us de reg* lam uto imei ior, nos es-
tados romanos. Ihr sero subinrtldns, e ella
trr voto consultivo sobre rises projeitos)
aer-ltif-lia concedido o vol drlibei-iiivu para
o orcamento. I is como Mr. de ll,i\m-val re-
sumi mais tarde uina conversacu' que leve
com o cardral Antuiielli:
A rrpirsrnlacao lera bascada nos conce-
ihoi inoiiicip.ies eproviuciaes, urna das cama-
las le J v.itn consultivo em maieiia de li gis-
lafm, a ouiia ter voto deliberativo rin mate-
ria de imposto >
Assim o governo par lamenta i em sua pleni-
tuilc era recusado, porrm o voto do impotto
pela COOSUlu era coucedldo.
Eram, poiveuluia, as no>sai pelicocs exage
radas e drsarrosuadas ? Hedamos al^uma COU"
saperigusa, rxigimio o voto do imposto pela
consulta? Uo, porque tomavamos todas as
prrcaucci ]iroprias a evitar qualqurr conllic-
to entie a assemblea e o papa. E devenios per-
sistir em pedir hoje aquillu que nos liuha ilo
le algniii modocuiiceilido ?
" exista antes do ussassnato do Sr. Rul. Re-
coiiheco que as paixes ainda incandescentes,
e a ausencia de urna classe media e moderado-
ra nos estados romanos, ausencia que nos fui
revelada pila revolucn, nl.i toriiam rsse go-
verno iu:poaiivrl. A.cj porque eu admita a
iiiLoiiipailbilidadc absoluta que foi auignatada
por Mr de MoiUaleu.bert
do eslado cima, e ao abrigo das palitos e da
pole.uica dos partidos, be santa s, que um
tal governu sobre tudo convm.
lias, isso nao paisa de una qursta > de futu-
ro, e rssa theoria, cofiio acabo de dizer, nao
pode ter nei.huma applicaco actualmente o
objecto aelual de noiso rsforens, aquillo s
que nos deve preocupar he, que le conceda o
voto do imposto consulta cotn ai garantas
que j indique!, c que consisteui em ser rssa
junta nomeada pelos conselhoi proviuciars
e miuiicipaes. (Mt la$ irmtica nqueidn )8eiD
duvlda isto nao constitue uina liberdade abso-
luta, mas nao le pode negar queconslitue
uina liberdade mui seria. (Signaei de appro-
aaeia)
lin disto digo, que a concessao do vol do
imposto a cssa junta nao smenic nao he cou-
sa temeraria, senaoque cnusa temeraria e im-
prudente seria a junta mi ter essa aitribui-
>o otie
jn<> de ai'cilmj.ui. ( Ap/iruvar/io a
Sun: poil nada conhecn tao perigoio como um
reito sem reiponsabilhlade, corno o direito
de discutir, de examinar o imposto sein a res.
ponsal'ilidadc resultante do voto desse inesuio
imposto Nao he preciso ler grande experien-
cia dos povoi e das palxoei que os arraslam
mais habiiiialineiite pa.ra saber que a par de
lodo o direito cumpre enllocar uina respousa-
bilidade ; e he por 1 soque nao desesperamos
de ver o papa voltar s suas primeiras impres-
ses ; porcui lio queremos degradar ec alen
ma sorle anlreipadamriite as uubrrs inleucei
de Po IX, apresentando essa concessao soba
appareneia de .nina divida pga. {Muilolieml
mu'/., htm'.) Soiucnte para elle, smeme para
os srus m.bres impulsos para a lilierdale he
que appeliaremos. (.Mui/o bem '. muilu hem '.) E
deuiais,milito desejava saber que outro meios
piidriiamos eiupregar. lenho esculado muito
aos nossos adversarios, riles teem lirado mu-
das sobre este ponto. Todava seria bom que
se cxplicasscni sobre um pono i o Importan-
te, mu 11, u a iiiim, nao recelo declarar em no-
me do presideme da republica e do iiiiuisterio,
que nunca cnirou no sen pensamento farer
.violencia ao padre santo. (Susurro li eiqaerda.)
A' dirnla : Mullo bem, mullo bem.
Mr U. Ilairt' : E esloll ;inlnris.mI > pa-
ra desmentir altamente aquellos que pre-
tenden) fszer sabir da carta do presidente
essa meaga lo empreo d^ violencia. (No-
va t cica appruvaco ilirtila )
Repito que squelles que teem outros
un ns de argilu sobre o padre santo, que
niio os nossos, i saber : a influencia natu-
ral e legitima que nos da o lirilliante tesie-
uiiinlio de .sympalhia que temos dudo an
papa, e os (.erigos que corremos por elle, e
a appellac'o que fn/emos aos seus proprius
senlinnnlos ; aquclles, digo, que teem mi
Iros nicms, alcm di'.ste.s, que uo-los demn a
eonheoer I Anda mo se iu lirn um
fnsse di
di fila. )
U.n (fi.verno nlo faz ameac/s rstereis : fa-
zer iiim aras estelis lie cobuidia, { Susurro
a eiquerilii
Foses deslt lado : F. a carta E a carta !
Mr. O. Ilarrot: Que caria ?
.4.S- mismas vatf : A caita do presiden-
te ila repblica.
Oulias voits:- Oue faro os senhores,
se o papa os refusar?
Mr O, liarrol:-- Vi na caria, a quo sr-
fuzallusio, que o prosidrntu faz nina appel-
laQo loleame para ns sentiii ruin- petsoaeg
do prpa, contra as siiduencias que o ro-
dean). .N. lia niio O'iCODl'ei uina spalavra
de a ni caga ( Nava nterrupc/io )'
Pozc* da monlaiih'i l.eie-a I,eia-a !
Mr. O. liarrol: -- Pedeui-nie que lea es-
sa carta; ei-la : Setihof rnlnlstru, a ques-
illo romana vi ser discutida de novo ...
Nova tillen upro Forrar dtstc lado : Nfio he essa, lie a ou-
1ra qui- pediums que lea ; a priineira,
/r. Ilurrul : Lei'ei auilus, se OS Se-
nliores qui/ereni.
A' ilireila : Nao NOo He intil !
Foses dii monlauha : l.eis! I."ia, mas,
leia de preferencia a priineira, depois lera a
ouira.
A' ilireila : .Niio Nao !
Mr. O. liarrol: A caita que me pedem
que lela ja ful publicada he ja sabida de
lodos; xssim lie Intil que eu leia. Sus-
tento que nessa caria nao lia urna palavra
do ameaca. os que pretenden) o contrrb
venlian prova-lu na lilbutla. ( iijnats de
assenliminlo direila.)
le, iio, i unc en 11 cu no pensamento do
governo empregar a violencia contra o pa-
pa ; nao s porque, como disse Mr. de on-
Ulemberl, e como .iz a historia, a violen-
cia le itiipuli'iile conla um poder Cuja lr-
t;a consiste, na fraque/a, e ainda mais na
proscnpyiio, s< nao lamben) porque a Mi-
ga um ir i m I e i esislencia espiritual, a re-
sisli ncia da Callscienci-, sao duas frgas
que se mili podein cimpa lar e que se u.lo
p lem pi cin piesenc uina da onlra. >hj-
nuet de aiprorariio)
Ha na blatoila outia hi\'io pa os gnver-
nos. e lie que nt-ssescuiillirtos enl o o po-
der c Hiolicoe um podOr tiibterial qil Iquer,
scupre o segundo lici vencido. Isto he
priiluuda, bisiorica e incoiilestavcltnoiitc
ver -uleni ; Huido esquerda.
Ella trie permtir qiio-jlcsalnfd aqui a
minlia alma. Para que Prpiiiiiilicado seja
Fo;n la monlmhn :-- V. a caria A caria ?
O sV. pieudcnle : Os senhores a le Bu
se qui/ciuui, poiin o niinis.ro lie livie em
nlo le-li.
.Mr. t. Bar rol : Etiifin, ainda ha urna
ligau na In-iuiia, e vem a serque a inde-
pendencia be nreeasarta ao padre santo pa-
ra poder destn, cubar sua miwo espiri-
tual. Por isso be que lie mister que os esta-
dos que rArm ag Upados em lomo del le,
em Virtude de un contracto eumpeu e uni-
versal, csiejam debaixo d sua rno. I) ou-
tra p re, i ara que a iudcpe.id- ncia do pa-
pa si ja mi .a eu. scus esla..u-, iclcva que o
Sucegu e a cslalnInla,le Melles lem. ni, e
que riles nao oilejam insosSaiiieiiieule pus-
|ua ab o afolle de uina desorden), de urna
rev o iic.ni lie ncsle senil.lo, c etn vista ilc--
e resultado, quu i!Xcree..iius juuli a siiila
s o nosso direito de concelho, e uiss i na-
da rasemos du novo, na ia queja mo lentas
Sida frito, o que nfiusseja aceito. Repito,
lie esse um dirrilu que i Aereemos, em vir-
lude do nosso propno iiiteieaae, e cm vir-
tu.ie meaoio uo inleraaae do pad e santo,
quando pedimos as bondigOes da eslabili-
dado.
He por isso que respondemos quelles
que nos dizem que o problema tilo dillicil
.la conciliacalo da iiiilet eud.ncia do papa
com una cena soturna de liberdades que
se devoui dar ios Mmanos, lie Indlaaolu-
Vrl, que mo [ le ser r.s.ilvido .enau pul..
setvidilo absoiuU do puvo romano ; he por
isso. Jigo, que respondemos que eiles sflo
lllllliigoS, aasllll da ei*1liaflu, Coln (i i-
e files o coiiipruiuelleai grave-
ndependenlo, e cumpre que o srja ; he in-
lisponsavel que haja urna reunan do espi-
ritual e do temporal, lie preciso que o es-
piritual e o temporal estejam confundidos
n 'si" ponto do num lo, para estsrem sepa-
rados no mundo inteiro {AdhisSo.)
I'oim he acaso necessarin que, quando
as necessidades de tuda a civilidasSo t^em
eslalieleci.ii) urna distinrgilo f un Umental
no que pertenes an dominio da consciencia
e no que ho dominio do legislsdor, haja em
Roma Inhumes qu, alefato por sua insli-
ttliria, sflo fatalmente lavados a confundir
i Ci'ssantemonie o que he crime e o que he
ecca.li" .* He acaso necassario que a jusli-
S'i em Roma nflo solTra cssa transforinagflo
que, mesmo a civilisaglo do seeulo XV,
produzin, a saber : a separafilo do que de-
pende de Dos e do que depende da justiga
dos borne ns ? PorventU'a he necessario
que os povos lenham por juizes e por admi-
nistradores a homens que, por sua vocagflo,
dever e ministerio, vnem em urna out'a
esphera, nflo tem fan.ilia, vivendo na pa-
tria celeste ? Ser isso necessario e innvita-
vel ? Nflo, o padre santo mesmo o reconhe-
ceu, elle pro'tietleu que a oransgflo ju-
dieiaria seiia revista.
D-balde ougo criticar a qualidcagSo de co-
rligo >ni "lean, dala pela carta do presi-
dente da repblica s nnssas leis civis, de-
vo privar que essa carta nflo commeiteuou-
trocrime senAu o que foi commeltido a esse
reapeitO pelo propilo padre santo. Com ef-
f i lo, esse cdigo te ni continuado a Ior em
t.i la a Europa o nume de cdigo Napole.lo.
Foi o padre santo que, cm urna conversa-
gflo com Mr, de (lorcellc, aniiuuciou que
mientava eslabelecer em seus estallos o
coilign Napoledo. com urna modifcagflo a
respeilo do capitulo docasamento, modili-
eagfloquea iisscmhlea coiiiprehcnde por-
fcilmente. ( Hiladas de approraco.)
Kis aqu um despacho que nos foi envia-
do por Mr. de Correlle: padre santo me
proiuettdu ilar lo la a sua altengo ao mou
resumo. Elle me disse depois : vos outros
France/cs mostrai-vos sempre appressura-
dos ( risadas ) leudes scinpre demasiada
pressa. .Vis Romanos tomamos o lempo
pieciso.hi: veala.le que algumas vezes to-
mamos milito, mas uo vos llevis espan-
tar. Quero dar-vos una boa noticia. Estou
detei minado a fazer alguma cousa que seja
agradavel a Frang. A nossa Icgislagflo
necassila da iwisSo : honteui eu disse qu
era i reciao mu siuiplesinente tomar por
mo lelo o cdigo Napoleflo. Teremos de fa-
zer nelle algumas mudangas; poim he
cou^a fcil corrigir os detalhes das grandes
e bellas obras.
Yozts da esi/uerda :-- A caria A carta
do |.residente .'
Mr. 0. Barra! : -- A assemlil.i v, pois,
que as cm ligues essenciaasde toda a civili-
sagilo a secularisagflo dos po lres, a sepa-
ragfloenlre n dominio da c.insolencia e o
dominio da le, ludo isso h promellido, lu-
do isso se realizara. Uuanlo insiiluigao
imlilica, rrc iiihego que, se obtivermos o
voto do imposto pela cmara romana, a
i o,ma. Jo romana uo estar sem duvila
le posse ilo Inleiro governo constitucio-
nal, porm lera liberdades munlcipaes
ui.s extensas do que nunca li vemos, iiem
teios.
Vina voz da m no-I >s. 'Kicudas )
Mr. O. Barro! Sim, nflo conbego nada
mais appropriadoas uec asidadesdo govei-
no do papa do quo essas insliluigoes mu
uicipaes.
0 seiihor ministro desenvolv entilo as
iiisllui,,es mutiietpaei dadas mis romanos,
e i.cei ese.'iila, llisislllldo liesses desenvolv
inenlos. Eu linlla por objecto delertninri
bem o que so lem obtido e o que rcsla
obler. Eu s ni lai i'i cun prazer o dia em que
vir em pleno exercicio essa collecgflo de
insliluigoes inun cipaej, Verel nissoo naior
passo pa una liberdade. completa. Verei
nisso a nicliior pr.pdragilo para tornar es-
sas ponulages dignas da liberdade cmple-
la. Hilo diyo qoe essas liberdades munici-
paes valbaiu pouco. Digo antes que valbein
muito.
Seiiho es, lenho insisli.lo para determi-
nar b iu o poni em quo cmiegra o dia-
si iitiinenio entre i.ijs e o govejno romano,
ponto sobre que ainda eslflo aberlas as ne-
gociagOes, e sobre que ainda continan) as
noSsas insistencias.
lia esie um ponto a favor do qual lemos
as plimoiral inspiragOs do padre santo.
\3o f.llodas prouiessas, mas dus oninci-
ras inspiragOes di pa'.ire santo. Accrescen-
lo que temos ainda pomos o seu tnleresse
bem culen lido
dever; ella p'otnireii aquellas que a tinham.
combatido,aqu-lles que nos tinham calum-
niado, aqielles que quizora.n infestar
a Europ com as sitas nnnesUgil-s e suas
calumnias. Protege nos esses homens : nflo
honvenenhuma prisflo....
/ini os da uquerda: E o desterro /
Mr 0. Burro!: A esse respeito, o ebefe
da expedigSo receben ile nos urna instruc-
gflo positiva Nflo era urna instrucgflo facul
tativ, era urna senha.
Mr. Laqrange : Procure dir outra ao
oxercito ( Tumulto, nttrrupclo.)
0 Sr. prtsidenls : Mr. Eagrange, eu 0
convido de novo ao silencio.
Mr Lagrauge levania-sc, e pireca querer
continuar a fallar.
0 Sr. presidente : --Mr. Lagrange, queira
sentar-ss.
Mr. l/igrangs : Protesto.
Muitas vises : -- A' ordem A' ordem !
Mr. Lagrange deixi o seu lugar, desee ao
espaco vazio entre os bancos, e dirige-se
para a tribuna. {Rumores.)
0 Sr. presidente : -- 0 Sr. nlo lem direito
de inlerromper smenlo por pue assim Ihe
apraz. 0 senlior nflo tem a palavra. NSo
subir tribuna.
Mr. Lagrange pOe-se ao p da tribuna,
dianlede Mr. Ilarrot, e Ihe dirige algumas
palavras.
Os gritos de A'ordem A' ordem o in-
terruptor .' pariein de um grande numero do
bancos.
OSr. presidente, no meio de um violento
tumulto, cham i Mr. Lagrange a ordem.
0 honrado membro volta ao seu lugar.
Mr. 0. Burrot : Sim, be verdade que
os culpados decertos crimes nflo fdrsm co-
bcrtns coma protecgo da Frange. Tmba
havido crimes de direito commum, quo ti-
nham Picado impunes. O governo da rep-
blica romana nflo os linha perseguido. Ora,
senhores, o crime de assassinuto Irsdes-
gragas a quem nJo o pune. ( Sim Sim ) Es-
tes crimes sei So punidos.
0 governo francez nflo protege a estes
crimes (Muito bem '. Muito bem !)
'orui os hoiiirm que aceitaran! o mandato
de seus consolada..s, que fraiu asseotar-ie na
.HsriiiIdra romana, que cinprrgaraiu o seu
mandatii rni protestar contra ai violencias, de.
vi rao acaso ser comprehendidoi em catego-
ras de rxcluso; nao, nao be essa a ultima
palavra da clemencia do soberano ponlilice.
Apprllaiuos daquellc que asiigiiou rssai ca-
tegoras para si uiesinu. Elle nao deve dar
esie trille c deploravel riprctaculo, nao deve
otl'erecer a'..s 1.1 los do mundo tnte contraste
doloroso entre o occidente e o oriente: o unen -
to generoso, o occidente recusndose a prn-
samenios de geiierosidade. ^o, ene contra*-
te nao pode ser produiido. Elle he impo>sirel
e nao lera lujtar.
A assrinblea bemiabe oque o governo frail-
een lem frito ueste nrgicio de Ruma. Ella la-
be o i|in elle fai emr|uaulo rsllver un Roma.
Ella sabe o que elle procura agora obter, e por
conseguidle rst rui eslado de pronunciar o
seujuizo. quelles que approvarrui o lim
que mu propinos, e oh meioi que emprrg-
u.os para chrgar a rase flu, volaro prlos cr-
ditos prdidel ; os que uo appruvarriu non o
litis, neui o Hielos, volaro contra elles. 0 go-
verno rrp lie toda a emenda que vicr alterar a
nitidez desta siluarao. 'fodui os que qui/e-
ram a expedirn, e que qui/eren f.i/rr sabir
drll.i o que qiierem I aic.ini; ir, prlos m. ios
|ini us i minados, ve u lia ni ion nossa ajuda, vo-
lando pelot trri projrctos de lei.
Foto*< /nii/aniia : E a carta! e carta!
Ir. U. iinrrol drscr da tribuna lem rripon-
der a rsla iulerpellac i.
Depois de fallaren! mais alguna represen-
tantes, a assrmbla decide que ie proceda im-
iiiediatameiur vutacu dol arligoi dos trn
projretyi de Iri
O pri eiro projrcto. que concede ao minis-
tro dos .-(ocios rstraugeiros um ciedito tup-
plrmeiilir de MU.UUO francos, applicavel s
inisses extraordinarias, be posto a Votos eap-
provado por )d;i votos contra 180
0 segundo pi ojelo, o qual concede ao minis-
tro da guerra um crdito extraordinario dr
0,817,1) U l'raucoi para complemento das dei-
peas sobre o p de guerra durante oito inrzes
do corpo expedicionario do Mediterrneo hr
posto a votos e approvado por 48 votoi con-
tra 167.
O lercriro prnjrcto^ o qual concede ao mi-
nistra da mariiiba um crdito extraordinario
de 1,945,-tOO francos, appliravrl s drspesas de
mariuha para a rxprdicao da Italia, he polo a
votos e approvado pnr 407 votoi contra 108.
Levauta-se a irsio i sete horas da tarde.
___________ ('mu.Ill/l.OU l )
hiodaigreja da ordem tercaira de San-
Francisco urna procissflo, dita de peniten-
cia, destinada a proporcionar aos fiis mais
urna occasiflo do paiirem a Oaol i cossa-
go da peste que ainda nos all ge.
A procissOo vinha disposta di maneira
seguinte.
F.m frente uma cruz, conduzida por ir-
mflos da referida ordem ; em seguida a inia-
gira de San-Roque, trazida tambom por
lercelros; logo depois a do Crucificado,
carregada pelo Rvd. guardilo do convento
de S -Antonio do Rerife; em ultimo lunar,
emfim, a fmage m de Nossa Senhora da So-
ledade sobre hombros de religiosos do mes-
mo convento.
Estas imagens eram acompanhaflas pelos
referidos terceiros a religiosos, o por cer-
ca de duzentis pessoas, algumas dasquaes
traziam trsges de penitentes, ecaminha-
vam descalsas.
He para notar que o numero de devotos
augmentava a medida que a procissSo per-
corria as ras da cidade ; de sorte que, ao
recoiher-ae ella, o acompanhameoto cons-
tava de mais de mil individuos.
Durante o traj-clo, todos os christBoa
qne conrorreram ao acto, cantaran) a la-
dainha de todos os santos, e paravam de
espigo em espigo para pedirem a Dos
misericordia.
A ceremonia esteve edificante, nflo s pe-
lo silencio e recolhimento de todos os as-
sistentes, senSotambem pela dedicado
fe com que se elles penitenciavam ; poia
que uns se disciplipavam a ponto do ras-
garen as carnes de maneira a gotejarem
singue,outros carregavam pesadas pedras e
grossos madeiros, outros finalmente, em
posigflo supplicante.sostiohamnaamSospc-
quenas cruzes que, al soitos, contempla-
vam.
Consta-nos que nos termos das villas do
Cabo, l'o d'Alho eNazareth, bem como no
da cidade da Victoria, ja reinan),porm com
carcter benigno, as febres de que tem sido
victima esta capital, a qual contina a su Are-
las, com quanto estejam ellas muito menos
malignas do que ha alguna dias.
Com mu nica do.
INTERIOR.
entre a soberana
a.lamentar, r a soberana temporal do papa. I' '
Irnl.o contra elle una qursto a opimao do I metite.
sci.horitossi; como o Sr. Rossi, crcio que se I A assemblca me permiltira que saia da
ha no ji.uudo uui uveiuo que pouba o .befe reserva que tne lie imposta como uiiiiislro.
Islo quanto s insliluigoes, isto quanto
lbenla io
Votes da esquerda : A carta A carta !
Leia a Carta .'iRumoro4direila.)
Mr. O, Barrot ; Quanto a bumani lade,
quanto ao aclo que regulou as categoras
da amnittia, a nossa insistencia junio ao
adre santo tem lulo u n carcter catego
rico. Aqui, com efTeito, nflo nos era nerniit
ii lo o ali ni l.iiui lio vei ,|.i.le que nao biiu-
ve capnulagflo, mas nflo era necessaria urna
capiuilagflo. t) nosso dever eslava inscrip-
to na nossa bandcira. Era uma haudera
protectora que se linha adiauudo para im-
pedirs vingangas polticas, as reacgftes.
Tem-se ciiegailu a dizer que era quasi
in iiHeiente que fossOONM nos ou os Aus-
liiacosque enlrassein em Roma; aias, se-
nhores, emir re que cada um seja a favor
da verdade e da justiga, antes de ser a favor
do seu partido.
IVflo se deve faltar verdade comanla
impudencia... (Kxciumaeots esqueja.)
Mr. Lagrange dirije a o iniuislio no meio
do tumulto uina iiilerpellagflo que nflo ou-
vimos.
OSr, presidente : Mr. Lagrange queira
guardar silencio.
Mr. Boursat: Pedimos que se leia a car-
ta do presidente, !
O Sr. presidente : Mr. Itoursal j vinte
Veles tem exclamado : A caita A carta O
Sr. a lera se qtn/ci, quando eu Ihe tiver da-
do a palavra. A caita nflo sera li la ielose-
nlior intiiislio, so ello a nflo quizer ler.
Mr. O Barro!: 1'edirei i assembli
quo ('mu.. ie impaick luiente o que se lem
eassado em Roma com o que se p ssou em
Lime, Vneta, Milfloe Anemia, l'ego-vos,
setiboies, que fagis essa colnparagflo ; s
ba alguna lealdadu nos nossos debates,
nflo pusso ler duvida sobre a vossa decs lo
Sim, a batidvira fraucea cuoiprio o seu
ALACOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presi-
dente Dr. Jo< lenlo da Cunha Figueireio
23 l>E JANEIRU
(ilTieio. Ao coronel iacintho Paes de
Mendonga, para que mando eutregsr o des-
tacamento de Porto-Calvo aoalferes Rosen-
do Montuno do Lima, que o licar comman-
dan.lo.
Dito. Ao capitfio Jos Apollinario de Fa-
ria, para que no momento em que roceher
aviso do director geral dos Indios1, na ene
para Jacuipe a tomar a posigflo, e operar
no sentido que por elle Ihe Ior indicado.
Dito. Ao lenente-coroiiel .Manuel Faus-
tino do Reg barros, para immeJiatamen-
te prestar qualqurr reforgo qoe Ihe ior re-
quisitado pelo cipitao Manuel Pereira de
Souza U.niti, commandaute do destaca
ment que vai guarnecer no Galho-do-Meio.
Do mesmo theor ao trnente-coionel da
l.age ib.-Canliolo, Jos llilieno Leile, o ao
leen te-coronel da Imperatriz, Jos Lopes
Ferreira.
DIA 21.
Dito. Ao inspector de fazenda, para
que mande pagar a Manuel Joaqun) do Re-
g, a quanlia de 25,600 rs conforme a
cu n la que se Un; remella junto ao ollicto do
cap lito do Porto.
Hilo. -- Ao inspector provincial, decla-
rando-lheem rwpotta aoseu ofllcto de 22
do c.mente, que foi nomeado interinamen-
te Jos Caelano Pinto de Carvallio para ser-
vir du guarda cnnlerenle da mesa do con-
sulado provincial no impedimento de Cy-
prianno Juaquim da Silva Juca e Joaquim
Antonio de Alenla Cbrispun, e (a a s-rvir
no impedimento do fiel dos aru.ateus do
deposito do algodo, Maiiinho Congalve*
Leal Chaves.
~~~wmmtma*>___.__
As 10 horas da noite 21 do crreme, sabio
doconvento dos franciscanos desta cida le de
Olinda, a procissSo de penitenta: per correa
as ras Nova, Amparo, Quatro-Cantos, l.nlei-
ra de S.-Pedro-Martyr, ra de S.-Bcnlo a re-
colher-se no seu mosteiro. A compungi e
bu ni ililu le dos penitentes foi ad'iiiravel;
muilos dos quaes carregavam enormes pe-
sos, outros disciplinando-se, este enastan-
do grossas correntes, aquelle finalmente
comlu/in lo pesadas cruzes. Km seguirrstn-
locantou-soa ladainha dos Santos pelo cle-
ro e religiosos franciscanos e benedic-
tinos, sendo um numero consderavel
muilos delles condecorados. Este acto,
i sss louvavel, correspondido pelo locante
e exprtssivo verso, Senhor Dos misericordia
as partes dos templos por onde transi-
ta va.
L'timou-se na igreja dos benedictinos
com as preces que o nlual apona em edn-
ticas circumstancias. Ficou depositada ima-
gem do rgloioso patrono, S-Roque, a qual
e regressra quando Dos de nos se lembrar
com a sua infinita misericordia. Parti o
edificante concurso com o mais clero e enn-
fraria para a sua igreja a rccolhor-se, can-
tando a ladainha de Nossa Senhora e salve,
pelas ras do Passo Caslelbano, S.-Pedro- ,
Apostlo, pateo do Car mo e roa de S.-Fian-
cisc i, dando-se finalmente a imagen, do
nosso redrmptor a heijarao povo antes do
seu regresso. O seeulo em que vivemos
tem mais que admirar, uosolindenses, de
religiosidade. O nosso advogado esli -
posto na sobredila igreja a venerago dos
liis durante o lempo calamitoso, e ornis
que decorter at ser conduzida solemne-
mente sua confraria
Por um admirador.
COMMERCIO.
4:113,59
ALFANDECA.
Reudimento do dia 26.....
Desearregain hoje 27.
Escuna brasileira Calante-liarla pipas
va/iase fumo.
Bri gue niciooal Sem-Par barricas va-
1,1.11.11) DE AIBliLU.
BECirt. 26 SE rCVIBEIBO DI 1850.
II H.teiii, pelas oito horas da noite, sa-
Brigue inglez Nargaret-Redley- bacalho,
Brigue franrez lleleopulis batatas.
Barca inglrza Creamore bacalho.
Brigue inglez Queea i.Iem.
Brigue portuguez San-Mantel-I mer-
cadorias.
Brigue nacional -- Emuhco vaquetas.
IMPRTAgAO.
Margare!, brigue inglez, viudo de Terra-
.Nnva, entrado no crrente mez, consignado
a Me. (aloiniil ii 1),, nianiiestou o seguinte:
2,tU0 barricas de bacalho; aos cunsig-
nj tartos.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia 26.....4:617.867
Diversas provincias. iihiw
4:732,669
a\i itii Ann


*r
EXPORTACAO.
Dispachoi martimo! ni dia 26.
Cibraltar, brigufl inglez C.-T.-Sntlon, de
306 lonchadas: couduz o suiiirile:
3.9JO saceos com 19,753 arrobas do as-
altear.
CONSULADO PROVINCIAL,
liendimanto do 3
2S
rara o Havre pretende sa I coristas. coser r.uso, iivarinto, b
ir aln li-i m A ,..,.... :r-i: marcar: na ra da Aisuaiciln, n.
iraieodia io de marco lofali-, ,,, M ra/0Ti-snjantsrpmc-.m
iTlovimento do Port.
Navio$ tnlradui no da 26.
Nrwr>York S lia, barca americana linbeltla.
Ilyne, de 330 toneladas, capilao S. Ilwing-
'quipagcm 13, carga familia ; a H. Foticr *
. HSoqiili lorcoiniuunioaco com a Ier-
ra e segu para a Habla.
Da coiiimissao Vapor de guerra brasilriro
Urania, otiiuiandante o jirlmelro trueute
Jos Joaquina da silva Gulniaraes, couduz 16
recrutat.
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da Ihesorari
da fazenda provincial, em cumprimmto da
orden) doExm Sr. presidente da provincia
de 8 do correte, manda fzer publico que,
nos dias 26, 97 e 28, Ir a praca, perante o
tribunal administrativo da musir tiirsm
raria, para sor arrematado a quem por me-
nos (Izer, o concert da ponte do Varadou-
ro em ('linda, si> as clausulas especiaes
abaixo transcriptas, e pelo prego de res
031,000.
A* pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecen) na sala das sessoes
dosobredilo tiibunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meb-diu, compelenlemente
habilitadas.
E para constarse mandnu afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria da fazenda pro-
vincial deIVmambuco, 23 do fevereiro de
1850. --O secretario, Antonio t'e'reira da
Aununriacio.
t Clausula' tipeciaei da arrematando.
1.' Osroncerlos da ponie do Varadou-
ro So fritos conforme o orcamento apre-
sentado nesta dota a approvacSo do Kxin.
'Sr. presidente da provincia, sendo a impor-
tancia de 1.031,000 rs,
2* O anetnalante coniooaraa obra no
Trazo d nm mez e acabal no de tres, am-
'bos contados na confonnidade do artigo
iodo reguUmeuto das arrematares de II
dejulhode 1813.
< 3.a O pagamento da arrematarlo reali-
sarse-sa-ha do modo determinado no artigo
t3 do praeilado regulamento.
*.* Todos os jpaleiiaes scro examina-
dos prloengenheTi o antes de serem empre-
ados, p appiovado lavrai-se-ha un termo
5.a Para ludo o mais que nflo estiver
determinado as presentes clausulas, se-
guir-se-ha irileiranieiile o que dispon o re-
l-'ulamoiil llitllClouadu de II de judio de
18(3
Recife, 7 de fevereiro de 1850. 0 en-
g- nbeirn do termo do Recife, Jo$ Mameae
Alo* l'erreira.
j i rann-i. i. i11 aa;^
h
velmente a barca franceza Leonie,
de primeira marcha : recebe al-
guma carga a frete e passageiros,
para o que lem excellentes com-
ninilos : a tratar com a consigna -
taria da mesma barca, vitiva Las-
serre, na rna da Senzalla-Velba,
n. i38.
Para Lisboa sahe imprcterivplmente,
no da 27 di rorrento. porler maior parle
de seu carrpgamentn promplo, o hrigu
oortuguez Novo-Vencedor anda recebe al-
bor lar e
2 Na
janiarpm cim soupa,
arroz, cozido e sssadu, por 15,000 rs. meti-
saes caila pessna.
-Amgam-sedous escravos ladinos para
o servio brazal, pelos quaes so aflinca a
conduela: quem os precisar anniincie.
Pracis a-so uo urna ama para casa de
muit pouca familia : na rna ireila, n
60, segundo andar.
--Antonio Pereira dos S mos, Portuguez,
retra--e para fura da provincias tratar de
sua sa le.
Constando ao abaixo assignaio que o
Sr. Joaqun] Antonio dos Santos Amlrade,
a titiilo de ter pago militas dividas do casal
ilofallfcidojo.su Per'ira Teiieira, reque-
guma carga a Trete e passageiros para o rfu p8ra t"zer ""'"*-tr para sen pagamen-
que ofTerece excellenies commo.los: os pre-1 l0,o.,-"^ctusdas lu'M de te'rW,s ,,e
da ssignatura decadr pxemplar; e em lo- caito, ou de exigir de qualquer Invalido que
lo O lempo as que o quzc-em s-r do irjlo- *i,;e a ^as esperancaa de cura por iiiuallivio
rMMOlisimo ndice chronologico da le- :
gUlafflo brasilei'a qui ha de ronler em
oito volumos in futi, ou pooco maU, toda
a l-gisdcSd brasileira vig-nte des lo 1822
al 1818, a qual, rom a que esta rovoga 'a o
a qtiu lom caliulo em desda, compenas
colleccOes actuaos vinlo o Un'os grosaos
volnrries, e custa para mais de I5O.000 rs ,
eu'reanto que o prego da assigualnra do
referido ndice be a requera qnaniia de
31,000 rs. paga ao rece be r o 1.' e 2 vnlu-
inus, do queja exiteii var em poder <:o arinuiiciantee brevemente sa-
hi' a luz o terceiro volume. Na loja de
livrns do Sr. reverOQ lo padro Ignacio H'tan-
cisco dos Sanios na ra da Gnu do llcci-
!''. c lia dii Sr .Maiiii-I KigUOTOl
iiiiaginarii. O uso principal do xurnpe dn hnt-
que lem sido Icilu miliaueiiie na cidadedo Rio-
de-Janeiro e suas vi7.inbanc;as ; mas, agora ipie
assiias vitudea se pdein eoiisciencioaaiiienlir
asseverar, oa ageres o ull'crrceni ao publico
din a oais segura cnnlinnca, e que em qual-
ipier raso se adiar uiu remedio de iufallivel
'nieriio como de felii successo.
I Ha casos dcsias liioleatias, qriando poi" ne-
gllgeacla se deiva que awnoleslla torne cepo
| sobre a substancia dos boTes. ale que eireslua
ideales Oquem InSnfflefriei fe a na decllna-
jfai) poder ser reprimida) a poder fornecer o
| singue ans rleniriilos neccasarioa A vida de
una pesaoa, e seiHellianles casos ;io csirao
tempre alcm do conbeciinciiio da assislcnci.
buinaiia, c lie pelar que charlatlu aquella <|ue
qqilrr euganar a al^ucni com espira nras al-
ais de cura ; mas lia muiros casos que apparc-
lendentes podero tratar com Tbomaz de
Aqoino Fonseca & Filho, na ra do Vigario,
n. 19, ou com o capitSona praga do Com-
mercio.
--Para o Rio-de-Janeiro segu, em pou-
ros dias, o patacho nacional Indwlria, novo
e forrado de cobre : lem parle de sua carga
prompta : para o resto, escravose passagoi-
ros, para oque lemexcellentes comoiodos,
trata-as com Machado tt Pinheiro. na ra do
Vigario, n. 19, ou com o capililo na prarja.
Para o Porto sahir breve o brigue por-
tuguez Matia-FtUa, capitlo l.ourenco Fer-
iiiui les do Carmo, forrado e encavilhado de
robre, e da primeira marcha : quem no
mes-i.' quizer carregar ou ir de p liara o que lem milito hons commodos, 1ra-
lem com o dito caiitilo, na praga, ou cum o
consignatario, Antonio Joaquim de Souza
llibeiro, na ra da Cadeia, casa n. 18.
Para o Aracaiy tem de seguir viagem
O hiato Novo-Olindu, do qual be meslre ,\n-
onio Jos Vianna : os pretndanles a car-
regar, se entenderlo com o mesmo mestre,
ou na ruada Cadeia-V'elha, n. 17, segun-
do andar.
Avisos diversos.
Declara^es.
TRIBUNAL DA ItELACAO"

Ten 'o comparecido no dia 26 do corre-
te no tribunal da relago o Exm. senhnr
concplheiros, piesidente, Antonio Ignacio
do Azevedo e os Srs. desembarg>dores lla-
uios.l.t fio e Telles, lalt-ndo com cusa os
Srs desemliargadorps Ponce, Villares, llis-
to-, Souza,Itebello e Luna Freire.uuo houve
se s">o.
SUUI)ELTG*riM)AFREr,fEZlA DE S.-PE-
IlllO-MAinVIl DE OLINDA
Por esta subielegacia se faz saber aos
respectivos moradores q ie o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia lem nomeadoao dou-
tor Joo Jos Innorencio Pogge, para'Ira-
tardos indigentes que forem atacados das
l'ohres epidmicas ruinantes ne-la ridade,
aos quaes serSo gratuilamenle.fornecidosos
remedios, sendo as receilas ruin cadas pe-
lo subdi legado, ou inspector de quarlei-
rS lespectivo ; assim como que se acba
ilpsigoailo o lugar de S.-Amaro-de-Agoa-
l'rin para o interramento daquelles que in-
lelizimnte succiibirem dita febre.
Pela inspecloria do arsenal de mari-
nha se convida a lodosos individuos livrns,
al o numero de cincoenta, que se quise-
rem empregar como srvenles na obra do
mesuiu ai.seal, e nasdo melhoramenio do
porio, a se enienderem com o respectivo
inspeolor, o qual, em vn lude das ordena do
Exm. Sr. presidente da provincia, Ibes ga-
rante a insengS do rccrotamenlo, em
quanlo se emprogarem ilTcctivamente nes-
sas obras. '
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMKIHO.
Sendo muilo necessario que nesle con-
sul'do hajam nformacoes exarlas res-
peito dos subditos porluguezes quo infeliz*
me .te leeni fallecido da epidemia da febre,
oga-se aos prenles, amigos, ou pessoas
imeressadas dos meamos fallecidos, quei-
rain comparecer nesle consulado, alim de
darern ns esclarecmentos precisos.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 21 de fovereiro de 1850.
Joaquim Baptiila lloreira,
Vice-cnsul.
O barbare! Abreu e Lima esl no exer-
cicio da priuoira vara dojuizo municipal ;
para oque pole ser procurado na tua da
Piara, n. 55.
Prncisa-se de um Porluguez. com pre-
ferencia lilho das ilbiis, quesaiba traba*
lliar em sitio, para tmbalhar em um no lu-
gar do Remedio qiiem esliver nestas cir-
cumslancias dirija-so ra do Crespo, n.
14, terceiro andar.
No largo do Terco, deposito de cha-
rutos, n. 11, ds-se dinheiro a premio om
pi-quenas quan^ias sobre penhores. No
mesmo ha elTeiivamente a venda bnns cha-
rulos dos melhores quo ha no mercado.
Aluga-se o segundo andar do sobrad
da ra da l'enha : a tratar na ra do Quei-
mado, n. 33.
Ovas do sertao.
lie clvgado algnns pms desle excel-
lente pelisco : na ra JoQueimaJo, luja de
ferrigeus, n. 14.
Al adame C. A noel le
com casa de modas francezas, ra
do A ierro-dd-Ia-Vista, n. la,
Receben pp| ultirn navio vindo de Fran-
ca um graiidn sorliment de modas, lae-
como : chapeos ricos de seda e de palna,
tanto anilllos, comosein s rem armados;
litas de seda para chapeos ; bicos de I1I011 le
ede 1 iiilio, tanto br.'iiros coiiio pri-tos e de
todas as larguras ; manteletes pretos e de
cores, da ultima moda ; flores de todas as
quali lades ; romeiras le Mi ede cambala,
bordadas; camiziohas de cambraia, borda-
las ; longos de mlo, muilo ricos ; uvas de
pillea, brancas cedrde pallia, lano para
h imem como para senhora ; ditas de so la
pipas c de coi vs ; di las de lio da Escocia;
dias prelas sem dedos de rualba aberia ;
llancas e franjas para vestidos e mantele-
tes; meias de seda para senhora ; bonetes
de pannoe vellido, para montana. Na rnes-
ma casa fazem-so chapeos para senhora do
mais apurado gusto, pois quo a mesma se-
nhora tem em sua casa urna modista, che-
gada ltimamente de Franga : lambem se
acba na mesma casa um grando sortirnen-
lo do peifumanas hygienicas, sendo estas
perfumaras as melhores que se teem fa-
bricado at o presente : ha tainli.'in um sor-
timento de vasos e outros objvctos de por-
ccllana minio ricos ; escovas de todas as
qualidades ; esponjas milito linas; cspelhos
para cima de mesa o para viagein ; caixtsj
de costura muilo ricas-, com msica e sem
ella ; grvalas de seda, pretas e de cores
para hornero ; lencos do seda ; meias curtas
de algoilo para homem e menino ; carni-
zas para homem, brancase de cores; e mili-
tes outros objecios por menos prego que
em outra qualquor parle.
Joflo l'acheco de Queiroga arrenda a
calleirciro, quando esses nbj-ctos eslSo,
como otros beiH, litigiosos, em couse-
quencia da deminda in'entaJa pelo abaixo
assignado, sobre a socie lada que ne tabelecimontos linha com o dito fallecido ;
demanda pela qual o abaixo assignado ja
oldeye duas senlengas, que recouliecerain
a existencia da suciedade e o direito do
abaixo assignado, nao s ao capital con
que para ella ontrn, como a ametaile dos
lucros, na cnnformiilade da cscriptura so-
cial ; sendo que por isso torna-se claro, que
nesses bens da socieda le nlo pode ter lu-
nar a pretendida arrematagilo para o Sr
loaqnim Antonio dos Santos Andrado pa-
gar-se da livi la particular do sobredi!
falleciilo, sem se ter liqul la lo a sociedade.
E porque o (bailo assignado lom Indispo-
lavel direito a obstar a essa preleugSo d
Sr. Andrade, por isso faz publico o expos-
10, para que nao aco:iteg< i|ue al^uein se
aprsenlo a arrematar os ditos bens, po
que o abaixo assignado protesta usrr do
direito que lh competir. Recife, 23 de fe-
vereiro le 1850.
Antonio lntelho Pinto de ite Pedro Noiascu llaplislr, natural desta
cidade. e bem mnli n io piof. -s ir de msi-
ca, oUoruce-su para dar cOes demiisica,
llruta, violo, e qualquer instrumento di
sup'o: qtic.ii se quizer ulitissr de seu pro
timo dirij i-se a ra das Cruzes, casa, 11. 3
Prccisa-je de um fornpiro e de um imi-
cdor que sailiam b'in des^mpenhar suas
uhrigagoes : na rja Direita, n. 24. Na mes-
mi casa comprase um cscravo mogo que
nao trulla vicios in'iu achaquei.
Parliripa-seaoSr. Joao Jo- Rodrigues
de Oliveira, que haj |de pro.mr.ir a cnav-
de SU* Casa, sita na ra das Aguas Vc-dos,
11. 90 na ra de Sanla-Tiieroza, n 10.
-- l'recisa-sn de una ama para servir en-
casa es raugeira de pouca familia : na ruu
do lii 11 in, sobrado do Sr. F. A. da Cimba, nu
segundo 11 lar.
Precisa-se do um pequeo do 14 a 16
anuos para caxairo de urna venda, o qual
! fi idor a sua conducta : em Fra-da-|'or-
tas, n. 86.
0 Sr. Jos Joaquim de S Pegado qnei-
ra ter 11 bonda le devir ou mandar pagan
quaritia de 3',960 rs, da qual he devedoi
na loa de caiga lencia, ns 13 o 15
Precisa-se alugar um prelo para bola.*
sentido a urna pequea casa 'le cnnpn : n-
roa l'.llon & Ciinipanblll.
fe, e na do Sr Manoel Figuoroi de Fari'*1S a'" c"rn i mas lia uiimos casos que nppait-
m praca da Indepen leicia, polo la-nbcm 'c,'l"s',,' eaperanca, mas pdem ser curados
Maign.ro qu-n. quizer ser as- jC7^C ^1,^. par. ea, mo.e.Ma,
sgname de qualqner das rel.-ri las obras. I vem de nal pan limos, e por estes be nova-
os Srs. assignanles que ja receberam o prl- mente Iranamiltida s suas drsceudencia. lsio
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro sahe o mais bre-
ve possivel o biigup Vinera, por lera bor-
do mais de dous tercos de seu rarregamen-
to : quem quizer carregar o resto, mandar
escravos a frete ou ir de passagem, cnten-
da-se com o capitilo a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvcs da Cunta,
na ruado Vigario, n. II, primeiro andar.
O patacho nacional /mn/afdosahe mui-
lo breve para oMaianbo com escala pelo
Ceara : quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se aoescriplorio de
Manoel Concalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recife, ou aocapilSo a bordo.
Para o Riu-de-Jaiieiro segu com bre-
vi lade, por tor parto da carga priimplafc o
brigue Ca-desrtndencia : para o resto da
carga eescravos a froto trata-se com o ca-
pitilo. Joaquim Jos Marlins, ou com J0S0
Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
Lotera da mainz da Boa
Vista.
0 respectivo thesoureiro, Minoel Gonce-
vel da Si-va, pretende uflo illudir a exiee
taglo do publico com aimuncios importu-
nos do andamento das ro las desta Inlennr
esforcar-se-ha quanlo couberem suis f'-
gaspara com a possivel presten annoncia .
o dia, alem do qual nflo devera passar a es
peranga dos compradores ; porque entend-
que a essa illusiiq em que aluuns teem po-
vezes deixado o r'espeitavel publico, sa de
ve essa esppcie de descrdito, quo lano
tem demorado o andamento das nossus lo-
teras ; por isso limita-se por ora a annu-i-
ciaravenda dos bilhetes, e a extrahi-los
com lodo o empeuho, alim de poder asse-
gurar aos compradores o dia em que deve-
ra ella impreterivelmente cor iw.
A vantagem do plan j publicado e o fin
religioso1 para que foi esta lotera cuncedi-
da, couvi la e seduz os tentadores da sort-
a concorre'em sem demora para a compra
dosnuin-ros quo ibes preparam a suave
acquisig.lo de In-ns da forluna, sem risco
de grande capital, e com o i porte smen-
te da diminuta quanlia de 5 ou 10,000 rs
por poneos das.
Desde jii achar-se-h3o os bilhetes : no
Recite, tojas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica de Joilu
Moreira Marques, no pateo da Matriz, o di-
Francisco Antonio das Chagas, na ra do
L'vrameoto ; loja de llernardino Jos Mon-
teiro, prarinha do Livrainento, n. 44 ; no
Aterro-.l i-Boa-Vista, lujas do Guimares,
n. 44. e de Iruarle ISorges da Silva, n. 18.
-- Arrenda-se um silio em Santo-Amaro.
com boa casa, fruteiras ecorn commodo pa-
ra dez vareas : quem o pretender, procurt
na ra da Gloria, n. 70.
*t ***; fe* <> 999999-99S
loja do sobrado do Aterro-da-Boa-Visla, n. Francisco Antonio das Chsg
78, com armagSo ou sem ella, podendo-se "
lar mais fundo a dita luja no caso do quo o
a 11 en lano o exija : a chave acha-se no se-
gunda loja do mesmo sobrado, para quem
a quizer examinar.
Alugam-se as seguintes casas : o pri-
meiro andar do sobrado, n. 4, do Alerro-
da-lloa-Vista, com inultos bous comino los
para grande familia, por 300,000 rs. an-
niiaes ; o teiceiro andar do sobrado, n. 6,
da mesma rna, sendo muito fresco o com
grandes commodos, por 250,000 rs. an-
nuaes ; urna pequea casa terrea, na ra
das Saudades, por 10,000 rs. mensaes ; ea
loja do sobra liuho, n. 14, pateo da Santa-
Cruz, por 5,000 rs. mensaes : os preten.len-
tos oinjain-se a ra da Aurora, n. 26, es-
cripiorio de F. A. de Oliveira.
--Quem precisar de urna possoa capaz
para cobrar dividas, tanlo nos serios des-
la provincia como em qualquer pajle deste
imperio, queira annuuciar por eslT folba,
rm dirigir-se ao Aleiro-da-Boa-Vista, loja
de miudezas do Sr. Guiaiaies, para avisar
ao aununciante.
QQOOOOOOOQOQOQOOt&
O
Q Alugam-se e vendem-se as verda- q
q deiras bixas de llamburgo : na praca q
q da Independencia, 11. 10, ao voltar q
-, para a ra das Cruzes. X
o o
oOOOOOOOd>0>t> >>)>0
luiiiiingo, 24 do crrente, do berro das
Barreiras, da c si do lampean, rugirm
duas ovelbas. urna branca e a outra pinta-
da de pre(a, ambas mociias e prximas a
pa'ir : quem as levar a dita casa, ser re-
compensado.
-- Ensina-se meninas a ler, escrever,
contar, uiilhuictica, grainiuatica, doutrins
nieiro volunte do indico clironologico, dig-
ne n-so mandar buscar o segundo casa do
annunciante.
Coiifcilos.
Mailuiie ('. i\acalle, com casa de
modas francezas, tua do Atcr-
ro-ila-Boa-Vist, n. ia,
Receben de Franca pelo ultimo navio um
aran le sortimeni de confeitns de todas as
|iialidads, romosejflo de ctmcnlale o de
assucar, imiand lo las as qualidades de
frutas da Europa, projiins para oniitus ile
lian lejas o para pess las que eslo em con-
valecencia Na mesma casi so acba vinagre
aro ealii'0 e balsmico muito sup rior, Re-
coinmeni|a-se oslo vinagre as pessoas que-
so acham do febres, e mosnio as quo a nSo
tem ti lo para a nSo ler, fazondo uso deste,
pois que obtevo oai Pars um grande suc-
cesso no lempo do cli dera.
Quem precisar de urna ama forra para
o servio de porlas a denl'o, a qual engorn-
mae cozinha, dinja-se a ra da AsauopcSo,
n. 30
Precisa-se alugar urna preta quo saiba
lavar, engornmar e cos^r, para urna casa
nstrangeira : na ra lo Torres, n. 34, das
11 horas al as 3 da tarde. Nu mesma Cea
tumben se precisa alugar um prelo que
Mitenda do servigo interno, e saiDa tralar
O tbo-oureiro da irmandade do Sr. Rom
lesos dos l'assos avisa a todas as pessos que 1
eern ca.ias da mesma irinaiidade, priuci-i
pilmenle as quo passara'ii recibo quo,
qnaot 1 untes, hajam de as levar ao menino
inosoureiio; do Contrario, terflo de ver'
seus nonies por extenso nesta folba.
-- Piecisa-se alugar um mobque, que
seja Ital, para o servico interno e compras
le una pessna : quena o Iwer aunuiuio por
esto Diario para ser procurado.
Precisa-se alugar um sitio 011 mesmo
casa, que seja perlo do n, nos lugares do
P"Cij, Caldeireiro, MonleirO ou ApipOCOS,
boj qua q'uer una dessas partes rouvin :
queii a livcr aununcio por esta foltia, ou
lOiihaa liuii lado de apparecer ua ra da
Cadeia do Recife lija de Joaquim Ribeiro
Pontea, que Befara negocio.
Desappareceu, no da 93 do correnle,
la ra II rolla, um cavado la/.ilo, rom el 1
0(8 desellas, frente aborta e com una fo-
nda na pona direila : roga-so a q-iem esti-
ver de posse del le, ou a quem dalle liver
ioticia,de dirigir-se ra Direila, n. 91,
III ao engento Virtoia-de Cuna, na co-
marca da villa do Cibo, quo so Lie pagara
o seu trabadlo.
Trocase nina imagen) de Chrislo, que
regule de um palmo para rima : na venda
la esquina da ra iio Rangel, do Jos Ro-
drigues Coelho & Companhia.
1). Candida Senhorinha Vi*
fira Lassenc, viuva de Bernardo
I.asserre & Cotnpanliia, por si e
como tullir deseos til los, resol-
veu continuar lo l s us operacoes
commerciaes de sin cusa no mes
ino pee da mesma sorte que ellas
eram dirigidas pelo fi.aado seu
marido, leudo nesta dala autori
sado Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar lodos o.s
negocios em sen nome, debaixo
da rasao commercial de Viuva
Lasserre .
-- Ml'onso Jos de Oliveira, professor ju-
bilado na radeia de geographia e historia
do lyceu desta cidade, lem aborto sua aula
narI e dar de pnim iras ledras egramrnati-
ca latina : as pessoas quede seu prestimo
se qiiizerem ulilisar, poden procura-lo na
ra Direila, n. 120, segundo andar.
he leralmentf condecido por pblbisica cous-
(iiuriiui il u l.iu sciueltiantes canus a docnc.'t
apparece geralinenle na iiiesma familia cin
Ulna certa idade, e ramillas inteiras fallecen) ,.
pruporcaoque vao chegando qui-llc periodo.
Como dirruios cima, remedio alguur pode
remediar esle ca.oa, onde una loitga inulcs-
lia se .irli 1 .111 ranla, e por con cuiisuuiidij luiiii. ni recursos da vida, mas hi-
pido uso de sr mi II1.1 mi- remedio como uararo-
fe do botque, e o multo cuidado na MU.de, que
rslrg leriodos crticos se po lem pa?sar, c a vi-
da se pdc prclougar alcuoia idaile avanzada.
Km caso de molestia de bofes, oceaslonadu
por rxpoilcao ou negligencia, a molestia ap-
proSlliia.se por dillert-nirs lorinas, mas qur
110 brurhial ou aslliinalica, as membranas lio
alleciada c as suas scciecoes improprias ou
mais que odiadas faii-ui logo scniii rni-se
syiiipioiuas que nao se deverao deaprezar .
nina eonallpacrin pode produitr una inil niiiu 1
cao as delicadas nienibraiiSs rpic guarnecetlr
os lobos brunctiiaes, esta irritaroprodiu urna
losse, e ein seu lurno a losse auxilenla a in
II iiiima^aii; e, se se despre/a, as memliraiia-;
dos boles toriiaoi-se seiuelliaiilcniciiie all cia-
das, e por li ni a mesilla lolialaoeia dcsies he
atacada. Ib- verdade que miiilos liofcsso bas
Unte lories, vers, para resistir ao primeiro
curso, se este uo lr milito forte ; mas om
gucni escapa de nina inaueira fcil, tuna vea
que lenlia pideciOu molestia que telilla atacado
quelles. He porlaulo que riles precisan) do
ahjum remedia seguro para ajudar osy-ileuta,
atiui de coirigir as sccieces e restaurar fr^a
aus orgfio* pulinonarcs; cin casos como estes
0 X'i>i-fie do hinque tciu-sc tornado iufaltivcl, c
nao tic s 11 1 principio c uno na forma Simples
drstas iiiulestias que esle reuiedio be urna cura.
Tcemj havido muitos exeuipfis cm que a sali-
da se lem restaurado a pessoas que li.iviam ai<
do abandonadas pe|o9 seus uiedicos e amigos
U xnr.ipc do hoique nao se oll'erece como um
remedio para qualquer doenca, mas ailfl lie
otVereci'to com urna oerfi-ila cunfianca como o
01 ns mil remedio at aqu discobcrlo para as
molestias de garganta e dus bofes, o qua) lie
cooiposlo nicamente de vegetacs, e que se
pode lomar sem aquello cuidado coi pitica
li na dieta ou no evercicio
O publico deve-se lembrar que cada garrafa
tem duus Iclicirus cun a propria assigualur.i
dos agentes R. C. Yates c Comp,, um na garra-
fa rom todas as direccocs para usu, c um 110
papel de (ora.
Pdde ser enviado com loda a seguridade
para qualquer parte do imperio, cas ordena
scr;iu poirlualiuruli' pxrcutadas.
Vende-sc nicamente na botica dn Sr. Jos
Mara Cunralves Ramos, ra dos Quarlcis,
n. 12.
fe Chapeos de sol. ^
R.ikIoP
a to rasseio, n. o.
Ni-sta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes obj-clos de todas as co-
roso qualidades, lano do soda como do
panuinho, por procos commolos; ditos pa-
ra senhora, do boni gusto : estes chap is
slofeitos pela ultima moda; sola adamas-
cada com ricas franjas do reto/.. Na mes na
casi se acba igual sortimento de seda o pan-
innhos i in i lando sedas, para cubrir r-
m.-ires servidas : todas estas laz'ndas veti-
lo i-seoin porco eii rctalli 1 tambor so
cuncerla qu lquer capeu de sol, lauto do
basteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas ile igrejas : ludo por | retJO
commodo.
Uoubo.
DEPOSITO GEUAL *
do superior rap areia-preta i
da fabrica de Gantois Pai- -*
Ihel &c Companhiaj na Ba~ 9
hia.
Domingos Alves Matheus, agente da '4
fabrica de rap superior areia prcta :*
e meio grosso da Baha, tem aberio o JJ
seu deposito na ra Cruz, no Recife i,
ajp n. 52, primeiro andar, onde se achara 4
i sempre deste excellento e mais acre- tj
(f ditado rap que al o presente se lem i
d5 fabricado no Brasil: vende-se em bo- y
ft tes de urna e meia libra por proco ft
a^ mais commodo do que em outra qual-A
quer parte. g,
# <
-- A' casa da residencia do l)r. l.ourenco
Trigo* de Lourciro, no bairroda liiia-Visia
ra da Saudade, dcfroulo do Hospicio, p
den) dirigir-so por carta, 011 possoalmenle
ii<- o li 111 do inoz de fevereiro prox'mo lu
uro, todas as pcssims, que quizerem le
as%l(>nan>eS do nilVO enin .,i,li,1 .1,. ,,,:,!,,.
lo processo adoutado pela congregac-lo dn
lentes do curso de scioncias sociaes o ju
ridicas de (ilnnli para a segunda aula d
Consulloiio homocopathico a
em 1'ernamLtico, ra da 9
Cadeia de Santo-Aptonio, ^
n. ai-
As p es-as que se quizerem tratar'.':.
pela bou ii- ipaiM 1, po lem ilr>gir-se fi-
no mesmo consultoiio a qualquer *
hora do da. Aaropo d oosque.
A inlroducao do xarope do bosque cm o Rrasi-
foi animada por successo aeni i^u .1 una Ktta-
tlua-Uuidos, ende iiepoia de sen- annos de ex-
periencia e uso fui 1 I, v 1I11 a lao alio mrito,
que i .' /' s a* exigencias eaceiliam muito
.|iiaiiii.la.le que sr podia maiillf.ii turar.
!N 11 principio de sua iutroduecao aqu nao se
pode lugo asseverar o seu meritu nesle clima .
mas as imuiensas provas i|tie ua agentes rece;
o. ni iliaiiamcnic da* curas inaraviltinsas que
rile pruituz os habilita a cerllfcar que o xnro-
lie do bosque be urna cura certa para a pluhUica
em l milis os seus il i II. i entes graos, quc> moti-
vada por ciuisiip.noi-s, losse, coqueluihe,
plenriz. aslliiua, briuicliilea, palpiUfio 110 co-
rafo, dr de coaiadu e pello, eacarros de san-
gue, lr na garganta e todas as molestias dus
orgiios pulmonares.
Depuisde lautas provas do leu inerecimenlo,
romo i.uirosiin depois de se lesteiminhar um
Arme augmento da venda desle remedio, como
igualmente a arciimiilaco de tantos factos que
riiinpi iivaio o aru bum succesto durante a ex-
periencia de 24 meses, os agrilles nao aerau
Va nodo do 6 para 7 do correte, foi fur-
tado a um preto que venda fazendas, una
I gran le lia o um carillo com diversas fa-
cen las linas ; pnls lendo o mesmo preto,
por motivos do embriaguez, cnaniad um
itanhadur para carrre^ar a Tazn ta. o mes-
mo se evadir com Indas as fazondas e al-
auin dinheiro que carrepava. Rogn-se, pnr-
lanto, a polica ou a qualquer pe .sua quo
tenha noticia do occorridu, d< dirigir-se a
roa da Cideia-Volha n. 21, casa de Itanoel
Antonio da Silva Anlunes, que sei gralili-
cado com IOO.oO rs.
Roga-se ao Sr. Jos Francisco Mall.o-
rinhus n favor de ir a ra da Cadeia do Re-
cife, n 20, loja.
-- Aluga-se a cusa terrea n. 7:1, fi'n 110
Aterro-du-l'oa-Vjsla, com quintil o Ci cim-
ba, a qual serve para inorada 011 para ne-
gocio, nr ler bous commolos : a tratar na
praca da Boa-Vista, n. 6, botica.
GGE
acensados de lerem imposto subte o nublirn
quinto auno, sendo cinco mil res 0 proco* rccommt-ndaudo um remedio de um valor ni
DAURORA
C. S'arr& Companhia teem a hnnra dn
avisar a ns seus freguezes, e ao publico em
R-eral, qu- a sua grande tandifBo em S.-
\maro, alm do sorlimenl que constan
lmenle lem acha-se de novo provida do
mudas mnendasde canna, ede varios ta-
maitos .fritas no mesmo esiabelecimcnlo
pelos mais pedios oflieiaes, e con) o maior
cuidadoe perfeicno; lauto assim he, quo
osanniinciantosse ufanam em garant-las
pelo primeiro anuo. As moendas inteiras
todas de forro construidas as ollieinas
dos anntinciantes s.to muito superiores a
quaesquer nutras da mesma natureza que
al agora tpem si-ro aqu olTerecidas, pois
aquellas encerram em si cerlos o importan-
tes n ellioramenlos resultado de mais de
..o annos dj experiencia o urlica do paiz.
Pierisa-se de 600,00o rs a premio,
lail.io-.so por hypnlheea ti ir -obrado d.....n
andar : a pessoa que quizer fazer este ne-
gocio, aunuiicio.


Precisa-se de urna ama forra ou cp-
tiva, quesaiha hem engommar e cozlnhm
para urna casa le pouca familia, nulo nilo
lia cria mas : na ra do Pilar, em Fra-de-
Porian, n. 72, secundo andar.
-- Prrcisa-so de um feor do campo : no
engenlio Are paro, dislanlo da cidade dS.-
Anlo linas legoas.
--Desapi arreen, no dia 22 do correte,
um cachoirinho pequeo, pntoc cnm as
orelhas cortadas : quom o penar leve-o
ra do Rozarlo da Boa-Visla, n. 49, que se-
i a n c impensado,
- Alugam-se escravos para trabalharem
etu arn a/i'in de assucar, pagando-se bem:
no armazn da cas pintada da ra do
B'iihi, na esquina por detras do arsenal de
marinha.
--Joaquina Antonia Florencia Dessonc
faz publico que de boje em diante lem Ca-
sado os poderes da procuracuo bstanle
que passou i Jos Joaquim de Alenla Cas-
tro : e por isso lica si ni vigor qualquer
acto quo pratique em virtude da uiesnia
procuragflo.
Precisa se de umhnmem que entenda
de palana : na ra das Cruzes, n. 30.
Na ra do l.ivramenio, n. 18, leja de
calcado, precisa-se de um menino pata cai-
xeiro.
-Prerist-sc-alugar urna canoa de con-
duziragos: na ru Imperial, n, 167.
Arrenda-se um sitio na Magdalena.no
principio da estrada que sezue para o Lu-
cas, com boa baixa para capim e al:uns ar-
vuie ios de fruclo, com a comligSo de se fa-
2er um pequoan reparo na dita casa : lam-
bo ti so ftiaout'o qualquer negocio que
cnm a visia se dir : a tratar no incsmo si-
tio.
Precisa-se do urna pessoa que entenda
de lodo o servido de padtria : na ra Direi-
ta, n. 91.
--Pncisa-se alugar urna esrrava para o
servido interno e externo de urna casa, a
qual saiha lavar e engommar : no laryo
das Cmco-Pontas. sobrado do tcnente co-
ronel Bruce, em frente da igreja.
'Necesslta-se de urna ama de leile, sa-
dia ede boa conducta, para estar em urna
casa de pouca familia : qiiem estiver fies-
tas circuir stancias, dirija-se a ra da Cruz,
n. 25, segundo andar, quo se dir quem
pretende.
Precisa-se de um feitor que trabalho
,. deenxada e entenda bem de plaulagOes,
para um sitio nos Afogados : a tratar no
mesmo sitio, junio a igreja do S.-Miguel,
De todas as molestias que per he rauca li-
caman corpo humano, nenhuma ha que
mais destruitiva Icnba sido, ou quo tenha
zombado dos esforcis dos bomens mais
eminentes em medicina, do que aquella
que lie gcralmcnte conhecida por moles-
tia no bofe. Em varias pocas do s-
culo rassadn, tendo-se offerecido an publi-
co diflerentes remedios com atlcstados das
extraordinarias curas que elle lem feito
pnrm quasi que em lodo* os casos a ilusio
I1 ni sido liponas passageirn e o doenle-
tnrna a recahir em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio IHo re-
commendailo oulro tanto n3o aconteco
com esle extraordinario.
Xaropc do Bosque.
Novaes t Companhia, os unicus agentes
nesla cidade e provincia, nomcados pelos
Snrs. II. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no ltio-de-Jneiro mudaram o de-
posito diste xaropeparaa botica do Sur.
Jos Mara G. llamos, na ra dosQuarleis, n.
12, junio ao quartel de polica, onde sem pro
acuiSo o nico e verdadeiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoiiae o prin-
cipe Alberto; relngios de ouro e de praia,
ci egados ullimameule da Suissa : estes re-
logioa que s1o mili bem acabados, se tor-
nan) n.mo recommeudaveis a qualquer
particular, c advcile-se que ha entre ellos
a'gunsque audain 8 das sem precis i.....
ilr corda : na ra da Cruz, no Itecife, n. 55.
saijjKuiin;)
HJHOJJ H.MHA p tfo| '||l 'II '0.!s. .1) ll| IIIU
vil .-n.'i.inl oiujq jod anas a oi|in| op tsp
-uazi'j supino stupnoo! sio09 'opudjua
-uo n|iiiui oepo.-11: ap soiip "w not' | i! i n|
op s.uoliaqoo sj ooo's 'jHi|0 bijiii
.p sonp SJ Oi'O't B 'l Jnil op ejiuiisj
ep koijoo sj 00i 'ouisnj op afanoa ap
s.'iio.i : i os? b djisii.hu optas; i i opA
-DJ O SJOiil ii'iipuinl I IHuqiUBJ OpiiAOJ
o siopl a |nzs opupi sj o ik e 's.upo ap
s0|ip .' sj OuO'i 'oqui| ojiidap'o.iuejq
0|b5ubji Uifjq ap aoijoa os-uapua^
Deposito Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muilo
lempo se nao vende: nc rtecife.
ou no Alerro-da-Boa-Visla, n. JO, sobrado. ., .
--Um hroe, vizinbo na r roprieda.le do | na da Cadeia, armazem n. ia.
Arados de ferro.
Sr. Manuel Flix mingues da Cosa, ven-
do no Vitmo n. 19, do quarta-feir, 23 de
Janeiro, un) annimo em que o Sr. label-
i'i.'io Joaqnim Jos ( yriaro, |0e a salvo a
sua conhecida repulagSo, visto os feitos
mgicos que indicar o referido mnuncio ;
previne ao ricsmo Sr. Manoi I Flix, que
guarda n uiio cuidadosamenle o original
donde so Sitranio aquella publica forma,
para em lempo preciso teconf>onlsre n Or-
mas, e o nial i|ue necessa-io |ort pois a na
Ir que val apreaeotando. faz iiesconliar aos
inleresados, coa.o secerlidcies falsas, pega
de selloe ouiris queijandas semelnaiites,
i'ilo diirilo a quem 1)80 tem ; e por usa
(rma nao he fcil pegare ni as bizas.
IIoo (eoialliii pura. %
S| O doulor Sabino Olegario l.udg ;> Pinho, lenilo regres-ado das irovin- j|
v> ciasoonoit testa ca.ilal, annun- <;
;> cia a (odas as pessoas que s quise-
y> rem tratar pelo sysiema bonceopa- 4t
8-
a>
y
Muco, qoe se ach presentemente no
Ih.lcl-Frsiicisco, niide pode ser pio-
i ui a do todos es (lias, desde as 7 bo-
yT ras da manhBa ataaS da larde. A
-, pobreta continuara a icceber gratui-
i-> lamente todos ns sircnos do que
- precisar, adverlin-io que seiOoaoo
?> corridos rom preferencia aquellea *!
> que logo no principio da molestia "*/
^* recurrerem bon o? >pihia se-u ha- "JJ
^ ver tomado icmejio algum allopa- ^
g tinco. <;
OAI*******A
Compras.
Compra-se urna canoa de carreira, de
umspao, usada, mas em bom eslado, e
que seja miimira, de modo que quatro ho-
rneas a pnssain Irmisporlar para qualquer
parle : qin-ni liver annuncie por esta folha.
Cnmpram-e 3 canoas que peguen) /i
rs. de b liba no rio de lleberilie : no Aterro-
da-ltoa-Vista, n. 55, lujado balius, ou an-
nuncie.
Compra-se bico largo da Ierra, paia
Roquete quem tuer annuncie.
Vendas.
-- Vende-se i ira cancella de pinho, no-
va, com chave de broca, por preco Commo-
i!o, propria para portal : qui'in della | reci -
sur dirija-se a ra do Cardeireiro, casa, n.
72, que la se dir quem vende.
Vendem-se garrafas com agoa de l.a-
barraque rece mente cbeada i.o arma-
zem da ra da Ciuz, n. 48.
Na fundico da Aurora em S.-Amaro ,
verulcni-se arados de ferio diversos mo-
delos.
. Vendem-se amarros ue lrro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Vendem-se bous queijos londrinos
ditos de pralo muilo Trescaes e de superior
ijnalidade, presuntos inglezcs para lim-
|ire, ditos portugueses para panella, lhla>
com 2 e4 libras de inarmelada, dilns cnm
ItolaChisha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas coni liervilhas, frascos com conservas
inglezns, queijos de qualba vin'os do fea-
ni, por barato preco, manas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cauaum.'i.e
oiilros muilos gneros de boa qualiilade :
na ra da Cruz, no Itecife, n. 46.
Moendfls superiores.
Na fundico de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro acham-se a venda oioendas
de eaniia, imlas do ferro, de um modelo e
ConstruccSo muilo 'superior,
D posilo da fabrica de
Todos-os-Ssiitos na !ahi?
Vende-se em casa de N. O. Uieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, slgodfio trancad)
la.'iuelia fabrica, muilo pioprio paralaaceoi.
deassuear, roupa de escravos elioironrio
para redes de pescar, por preco muilo cum-
niodo.
-- Vende-se um escravo peca, de 20 an-
uos : na na do Crespo, loja da ts,juina que
volta i ara a cadeia.
Cbegaram novamenle roa da Sen-
aalla-Nova, n, 42, itlogiosde ouro eprala
patente inglez, para liomem e senhora.
2itif-:NClA
ia fundicao Low-FBT4or,
IA RA SI.^ZAT.T.A-NOVA, >. t\1.
Neste estabeecimento conti-
na a liavenim completo sorti-
inento de nioenrias e meias iuen-
!as, pas cn^enho; machinas de
vapor, e taclias de Ierro batido e
eoado, de todos os tamanhos,
para dito.
Vendc-se cbampanba da
marca cometa C & 0, tlicgada
iilhinamente pelo ultimo navio
de Franca : na ra da Allandega-
Velha.n 5.
E olha de i landres
Novo sor timen to de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea<>. #
Vende-se cassa-chita muilo fin, de bo-
nitos padrOes, cores flsas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco do 320 rs. o
rovado ; cassa franceza de quadros, muilo
fina, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
Iras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
nlcodlTo de cores com listra aoladoe de bo-
nitos padroes, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, s 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarla ; cassa preta com
ramagem hranci. para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarte de cores, com 4 palmos do
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrees e cOres fixs, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodo america-
no, muilo superiores, a 640 rs.
-- A bordo da brigue S.-Jo$, chegado
prximamente, vende-se farinha de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do que em nutra qualquer parle: os
prelendenles dirijam-se a bordo do dilo
brigue, fondeado defronle do arsenal do
guerra, ou ao Itecife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinba
demilboem porces e a retalbo,
leudo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte: na ra do
l!i um, n. a8.
A <2#<>00 o corte.
Vendem-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padrOcs e com 6 varas e nu-ia, pelo
diminuto pieco de 2,000 [S. o corle: na
ra do Crespo, n, 6, luja ao p do lampeSo.
Farinha de mandi'iCA.
Vende-se a I ordo do patacho Industria,
chegado de San-Matheus,fundeado drfronto
da escadinba do Collcgio, a u.elhor fan- dss mais superiores qualidades ; tem como
nba que ha no mercado, por ser muilo DO-1 "'"l10 de Charopanha da nova maica estrel-
va, eui grandes ejequenas porcOes, e por I, ja muito apreciado, tanto aqui como na
preco mais con modo do que em oulra Europa : vende-se em casa de Kalkmann
h nios, na ra da Cruz, n. 10.
Farinha de K-Catharina.
Confeitos deCelis,
e cont de laclo deferrq, approvado pela
academia de medicina de Pars, confor-
me o parecer de nina commissKo compos-
ta dosSrs. Douillaud, Fouquier eUailly.
As prepararles ferruginosas se contam
no numero dos medicamenlus, cujas pro-
piedades nlo se pdem pOr em duvida :
com eueito ha poucas preparacOcs medicas
que tenham sido estudadas com tanto es-
mero por observadores sabios.
Os medicas mais acreditados receilaram
osles confeitos com muitas vantagens, de-
pois de terem analysado sua composico.
O benvolo acuh.i.nenlo que esta prepa-
rado obleva da escola de medicina de Pa-
ria nos dispensa de fazer seu elogio.
Estes confeitos bSo empregados com gran-
de successo na clorosis ou paludas cores,
as inflammaQ0es chronicas do eslomago
e des intestinos, na falta de appelite, as
amennrrhess, ou suppressSo de menstrua,
as en tenuidades escrophulosas, e inconti-
nencias das urinas, provenientes da debili-
dade da beiiga : ua leucorrhea ou flores
ahincas, opilaco, abatimento de frgas,
noescrobulo, em todos os casos de enfra-
quecii. enlodo organismo, na animya, vul-
go frialdade, na bydxopesia, cousequencia
destas molestias, enifim em todos os casos
em que ha alterado na composicSo do
sangue.
A espeito da dse que se deve tomar,
haslam Ires confeitos pela manha, e u-
tios lies de larde, e o mais distante possi-
viI das lloras da comida, augmentando pro-
giessivamente al G de ainanlia e 6 de
larde.
Relalivamente aos meninos, as doses va-
t in ni confotme a idade; mas tomando o
termo medio, se darao de 6 a 8 todos os
dias, na idade de 6 a 12 anuos, c 4 aos mais
jovons.
Em as principaes cidades da Europa se
arhain os de| ositos dos dilns confeitos, em
Pernainbuco u botica do Sr. Paranhos, na
roa estrella do Itozuio, n. 10, e no arma-
zem de erogas e tintas da ra da Cruz, no
Itecife, defronte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
Yinlio de Bordeaux.
qualquer parle : tiaia-se a liordo do dilo
barro, ou na ra do Vigario, n. 19, com Ma-
chado & l'inlu-iro.
Farelo novo a 5,o<)0 rs.
Vendem-se saccas grandes cnm 3 arro-
bas de farelo, ebegadas no ultimo navio
dellamburgo: na la do Amoritn, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Chitas de assentos escu-
los, cores fixas, a i0
rs. O covado
Vondem-se s nelhores chitas de cores
escuras e lizas a nove vinUns o covado:
na ra do Queimaou, o. S, lo{3 dcfioiile da
botica.
Vendem-se suecas com muilo boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacra :
na ra da Cadeia do Itecife, ao | do arco
da Conc k-oeji.niu a huiica do Sr. Anto-
nio Pedro das ISeves.
Os melhores cliarulos de
S.-Felix.
So chegados os melhores charutos de
S.-Kelix : na ra do (Jueimado, n. 9, luja.
-- Ven.leo -se peeas de o.adapolo largo,
muilo enconado, com 20 varas, a 2,500,
,600 e 2,810 rs.; ditas de chitas, a 4,200
is. ; ditas de algodoznho, boa largura,
cun 2o jardas, a sele patacas ; el fule de
tutear formigas porlits do Ihealro velho,
n. 20, piimeno andar.
'>** *<-****4,***a,f#,aj)
A 7,000 rs-
la, a 2,200,9,400 e 2.C00 rs. j setins; eha-
malotes; superiores pannos pretos ;e8i-
mlras ; merinos ; los pretos ; rnejas e luvag
de seda alpaca; eoulrai muitas fazendas
por preco mais commodo do que em ouira
qualquei parte.- na ruado Crospo, loja n.
10, esquina da ra das Cruzes.
Excclleute doce de
arass.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 1, arma-
zem de molnados, vende-se excellenle do-
ce ue arass.
Vende-se um grande sitio no lugar do
Hangiiinho. que lica defronle dos sitios dos
srs. carnoiros, com grandecasa de viven-
da.de quatro agoas, grande senzalla, co-
clieira, estriban, baila de capim que sus-
tenta 3 a t cavallos, grande cacimba com
bomba e tanque cuberto para bnho, bas-
tantes arvoredos de fructo : na ra da Con-
cordia, prime i ro sobrado novo de um andar.
Vende-se a boa qualidade Je sement
de ervilha para samrar,. lilas borlas, bem
como de molanla crespa : na venda da es-
quina da ra das Tnnrheiris que volts para
o pateo do Carmo, n. 2.
Vende-se, por precisflo, urna escrava
crioula.de 12a 13 anuos, a qual sabe en-
gommar liso, lavar de ssbSo e coiinhar o
diario de urna casa : ua ra do Collegio, n.
10, pnmeiro andar.
Peixe salpreso.
Na ra das Cruzes, venda n. 28, junio a
padaria do major Justino Pereira de rarias,
ha muilo bom |eize de tosas salpreso,
chegado ltimamente da ilhade Fernando,
no patacho Pirapama.
f* era vos Fgidos
Vendcm-se excellentes chapeos
pelos du massa, chamados aza de
ii osea, de hiiissiuia seda e do mais
moderno gosto, pelo commodo pre-
$) II, loja de Antonio Lilis dos Santos
) Cx (.oh.( aina.
Vendem-se velas de cainauba chega-
ib's nltimau.enle do Aracaly, lelopre^o de
320 a libra, sendo eslassuperioies as usu-
aes pela durc,o, e boa luz ; na ra do Ho-
zarlo esiieita n. 8.
Ksta a venda o bem conhecido fulheto
\ el dad:' 81 S Il.L'li illOS -- obra nova e de
muilo interesse pata os meamos; na ra
lo l'.ozano i'streitii, 11. 8, pelo pie^o de
200 rs.
Farellos.
Vendem-se faiellos m saccas muilo
glandes, a 3,500 rs : na ra da Cadeia do
itecife. arniuzini juntu a botica do arco da
Conceieilo.
--Ka casa de modas francezas de mada-
me Buessard llllochau, Atlerru-di-Boa-
\ista, n. 1, ha para a quaresma riscasman-
Vende-se de superior qualidade, por prr- tas de bico pelo ; cubiches de bico pelo;
comis commodo do queem nutra qual- j sedas pelas ; luvas com dedos; ditas sem
pacOes, tosse
saogoe, dr de
no cor
na garga
pulmonares
quer parle : na ra Nova,1oja de ferragens,
n 25.
Vendem-se queijos do Minss a 480 rs. :
na rus Direita, n. 14.
Ka c novo.
O excellenle rap Palo Cordeiro, fabri-
cado no lio- movapor do sul, acba-se a vonda na na
da Cadeia do Itecife, n. 19 ; ra do Vigario,
n. 13 ; Alerro-da-Boa-Vala, casa dos Srs.
Estima & liamos ; e na ra do Queiaado,
ojade Jos IliasSimOes.
Atrs do tlieatro, armnzrn)
junto a mate, vendem-se taLous
de pinho da Suecia de todas as
grossuras, larguras e comprimen-
tos, assim como americanas, al
i tres palmos de largura e urna nor-
asllima, pleunz, escirros de I l .
para curar da plitysica em lodos os sens
iliiTerei.tes graos ou motivad por consli- J
stliina, plenri/,
costas e peitos
paiidiac'o cao do mesmo de reugo, por to-
;3o, coaiueluchc", broncbiles lor j00 preco approvcitem-se, fre-
anla e todas as molestias dos orgaosl \ '
ires [guezes, da barateza.
dedos de malba lina vir.ladcira; lengua de
seda de retroz gara peseoco de senhorat;
inanlelelcs de sena ede bico prelo ; cha-
peos de (odas as qualidades e de luto.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em harria de quarlo e quinto ; farinha
de trigo de lodas as qualidades e em meias
barricas ; retroz do Porto, i rlmeira quali-
dade : panno e meias de linho ; arcos (ara
barricas ; farinba de mandioca em sacras
grande e a gernel a hoido da sumara &.
V-r/' .-f.'.i o : ludo por prego commodo :
na ra do Vigano, n. 11. piimeiro andar,
casa de Kraucisco Alvcs da Cunha.
Antigo deposito de cal
virgeni.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
--Veiniem-se Diccionarios da lingos por-
luguezu, por Coiisianciu, de upluna 111-
c.j.i. 1 in.i;.e', por prego commodo : na tua
do Sol, u. 1, casa de Elias Baptisla da Silva.
Vende-se, a bordo do bergantn) Ma-
rin-l.iliania, fundoadu periodo caes do lla-
mos, a muilo boa farinha de mandioca, em
porfo e a retalbo, sendo a mais nova que
ebegou a esto porto: tamben) se trata na
ra da Cadeia do Itecife, n. 14.
Farinha de mandioca.
Na ra do Quefmado, n. 14, loja de fer-
rageus, anda ha algumas saccas ds boa
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
eada ; bem como urna poreflo de peonas de
una, proprias paia espanadores.
Farinha de (rigo.
Vende-se superior farinha de irigo fran-
ceza de Provenga, chegada ltimamente de
Maiselha : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amoros, n. 35.
Vendc-se um mua linho mu lindo, de
11 annns ; um moleque, de 10 anuos : ludo
em conla, ejlivre das fehes andantes :
na ra larga do Rozario, loja n. 35.
Vende-se, ou troca-se por lijlo de al-
ienara grossa, urna canoa grande, com
preslimo para qualquer carga : na na do
Sol, 11.1, casa de Klias Bapl.slada Silva.
Oh! qiiepechinclia !
Na loja nova do Aterro-da-Hoa-Vista,
n. 18. vendem-se lencos de pura seda e de
novos padroes, Unto para homem como
para sei.hora, a 1,000 rs cada um.
Ovas do serian.
Vende-se este excellenle 1 elseo na rus
do Queimado, n. 14, loja de ferragens.
Ursina de angico.
Vende-se resina do angico; peonas de
ema ; mu:o boa farinha de mandioca : lu-
do por preco commodo: na ra do Quei-
mado, n. 14.
Vende-se, por neressidade, urna parda
de 19 anuos, de bonila figura, que cngnm-
ma, cose chilo e cozinha o diario de urna
casado |ouca familia: na ra da Piaia,
becco do Carioca, no primeiro armazem de
arroz, quem van da mar.
Na ra do Queimado, n. 14, se dir
quem lem para vender urna preta de 20 a
22 annos, de bonila vista, a qual cozinha o
diar iodo urna casa, com algum principio
de engommar c lavar ; bem como urna par-
da de 25 annos, qoe enpnmma, lava e cozi-
nha ; um pardo de 10a 18 annos, de boni-
i" figura, proprio para pagem, por ser mui-
lo espf rio ; um n olente de 18 a 20 anuos,
de boa figura, e que cozinha bem : ao com-
prador so dii o motivo por que se vende.
'laixas para engeiihu.
Na fundigo de ferro da ra do lirum,
tcaba-se de receber um completo sortimeu-
tode laixas de a 8 palmos de bocea as
oaes acham-se a venda por prego com-
inillo e com proniptidSo embarcam-se,
00 carregam-seem carros sem despezas ao
somprador.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
#dos-ns-Saiitos.
Va roa da Cadeia, n. S2,
einiem- se por alaiado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Folassa da liussia.
Veinle-sn supi lior potassa da liussia, da
mais nova que ha 110 mercado, por prco
commodo : na ra do Trapiche, 11 17.
-Vende-se a 3,500 rs. a sacca grande
de milbo inoarmazem defronle da cscadi-
nha da alfandega.
--Vende-se urna carleira grfndc, com 4
faces ; um cube de ferro ; una machina de
copiar carias, ja usada, mas em bom cala-
do : na ma do l'raptcbj-Novo, n. 14, pri-
meiro andar.
Vendc-se a verdadeira sarja bespanho-
-- Fugio, no dia 25 do correte, "a preta
Rila, crinla, de 25 a 30 anuos, de estatura
baixa, secea do corpo, bem parecida, andar
muito direito ; levou vestido ale algodo
azul claro e de cassa, urna troiixa de rou-
pa que rinba ido lavar em S.-Amaro : fugio
da praca da lloa-Viata, onde se soppOe es-
lar occulla. F.-la nreta foi escrava da urna
senhora e n l'anellas-de-Miranda, para on-
de dava frequelites musirs de pretender
tornara ir. Itoga-se as autoridades policiaes
e capit.les de campo, que a ap|>r>hendam
e levem-na i ma de Apollo, n 3o, armazem
de Karboza &Oliveira, que pagarSu lodas
as despezas.
Fugio, na noitedo dia 25, da casa do
abaixoassignado, nnde eslava para se ven-
der de roi'imisso, um mulatiuho de 18 an-
nos, de nome l)on>ingos, pertencenle 10
Sr. Augusto S. Coi bel la, cor de ctnclla,
secro do con o, m.tos e pes pequeos, ros-
to cnm,nido; pde-se evadir arrancando
nina taima ilu assualho ealravt-ssou para o
telbado da igreja do l.ivramcnio, subindo
para a cozinha do segundo andar, entrou
para dentro do dito sobrado e roubou de
um bal 6 losillas de rosio, 10 camisas de
n-adiiptiiiin, 5 calcas de brim angado, 2
toalhas de lavarinlo novas, desreu para o
primeiro andar evadio-se por urna porta
que deita para a ra da Penlia : quem o
pegar leve-o ra da Cadeia, n. 48, que se-
r geuei osanicnlo lecompensa 'o.
Sute a l'unitca Silva.
- Fugio, no dia 13 do crranle, a escra-
va Iguez, ciinula.de estatua regular, bra-
cos prossus, unios e ps pequeos, picada
das bezilas que leve ha pouco lempo; le-
vou panno da Costa ja velho, e urna porgio
de roupa rnibiulbada em um lengo de se-
da : qurm a pegar levo-a a Iravessa do Ve-
ras, n. 9, quesera recompensado.
N dia 21 do enrenle mez fugio um mo-
Irque de nome JoSo, nagSo Benguella, allu-
regular, seceo do corpo, pes grandes, dedos
das maos cumplidas; lem urna costura em
un .Ins bragos, proveniente de um gancho
de fero que Ibe cabio; levou calcas de brim
lnanco o uiio rolas e camisa de algodilo-
zinhn; lo i vender fruas de um sitio, e be
acnsllimado a vend-las em Uboleio, por
ja li r iil-.su iIpuma falta de cabellos na ca-
I cea ; tem de idade 18 annos pouco mais
ou menos : roga-se a ludas t pessoa rn-
carregadasda polica, principalmente dos
di.-ti icios lora de.-ta capital,ecabos de quar-
leirilo que fagam lodas aa pesquizas nos
roo huios que sabirem desta cidade para o
cent ni, pois ba desconfianga que elle tenha
saiiidnem alguna, porserpars isao sedu-
tido : a pessoa que o levar ra da Cadeia
do ilecife, n. 25, lera urna repensa genero-
sa, a lem da paga do costnme.
Fugio, no da lbdo curenle, da rasa
do abaixoassignado um moleque de nome
Joo, o qual du a algumas peasoaa chamar-
se Constantino, de 19 a 20 anuos, altura re-
1 guiar, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueo j usada ; tem urna
helle nn nlhodiierlo, um dente cavalgado
em cima do outro o uan marca em qua-
dro na p direita, proveniente de um caus-
tico: ruga-seas autoridades policiaes e ca-
pules de campo que o apptehendam e le-
vein-no ra das Tritlcheiras, por cima do
cartorio do Sr. Cuilberme Pairirio.
Rufino Josi I mondts de I iquetredo.
Fugiram de bordo do palaiho Ailrea,
edo patacho Dom-dt-Harfo, a 13 e 14 de
fevereiro. doUS escravos marinheiros sen-
do um de neme Joaquim, crilo, e o oulro
de non e .Miguel, de nigilo Mina, esle da e-
quipageui do ultimo patacho, de coi preta,
estatura i egular, cheio do corpo, de 30 an-
nos, com roupa de algod.lo usada ; e aquel-
lo da iquipegem do Aitiea; be alto, bar-
bado por baixo doqueixo, bexigoso, cbeio
do corpo ; levou caiga e carniza azul, cha-
peo alcoclioado e reprsenla ler 40 annos.
Ilogi-se aoscapiaea de campo, e pede-se
a todas as autoridades policiaca a sua cap-
tura, cirio de que iccnnheceuJo-se osiro-
prios. quem os a; piehender, ou delle der
noticias viridicas, e oa levar a bordo dos
ditos navios, ser generosamente gratifi-
cado pelos mostrea dos meamos, ou pelos
seus consignatarios, Amoiim IrmSos, na
ra da Cadeia do Itecife, n. 39.
Figiram do engenbo Novo do Cabo os
dousescravos segtiKles : .Manuel, amulo,
copina e nrslre de assucar, baixo, pouca
barba, cabello j bislanle ralo ede 30 an-
uos pouco mais ou monis; e Benedicto,
crioulo, de 20 anuos, boa estatura, -nriiz
batanle chalo e ps grandes : quem os pe-
inar levos so referido vngtiiho, que ser
bem recompensado.
P.r-N. : VI TTP. DEM. t. K FARIA. -1850


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