Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06820


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Full Text
Anuo XXVI.
Terca-feira 20
PARTIDAS SOS OOHBIIOI,
Goiannae Paraliiba, srgundasestilas feiras.
Rio-Gi ande-do-Not le, quintal fe ra ao meio-
dia.
Cabo, SorlnhSom, Rlo-Fornioso, Porto-Calvo
e Macelo, no I.*, a 11, e 21 de cada mez.
Garanhum e Bonito, a 8 e 23.
flon-VIsta e Florea, a 13 e 28.
Victoria, lis quintas feiras.
OliuJa. lodo o dias.
IFHMiaiDtl.
plii.fi.
P.amauia.te
ICbeia
a 3, asl0h.e59m.dat.
a 12, as 4 h.e 9m. da in.
a 19, 5Ti. e52m.dat.
a 26,' as 9 b. e i I i... da o.
IHUMIB DE HOJS.
Prlmelra a 4 horas e
Segunda a 4 boras e
30 minutos da tarde.
54 minutos da inanbaa.
de Fevererode 1850.
N. 47.
FHEQOS DI aDBSCRItjAo.
Por tres me /.es (adan tadoi) 4/000
Por seis mezes 8W00
Por un anno 15/0001 ..
das da sarasa.*.
25 Seg. S. Cezario. Aud. doJ. orf. e do m. da I. v.
'2( Tere. ". Turqu.ilo. Aud. doctianc, do J. da I.
v. do clr. e du dos feitos da f.uenda.
27 Quart. S. Leandro. Aud. do J. da i. v. do clvel.
28 yumt. S. Human. Aud. do 1. dos orf. e do in.
dal.v.
1 Seat. S. Adriao. Add. do J. da 1. t. do clr. e do
dos feitos da fasenda.
2 Sab. S. Simpudo. Aud. da Chae, c do J. da2.
v. do criine.
J Doni. S. lleuieterlo.
CAMBIOS
35 DE FEVtttEIHO.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 rs. a 60 dias.
. Parla, 3(6.
> Lisboa, 95 por cento.
Otiro.-Oncaa hespanhoes.........28/000 a 28/500
Moedas de 6/400 velbas.. I6J600 a 16/800
de 6/4iK> novas .. 16/100 a I6f300
de 4/000.......... 9/100 a 9/300
Prala. Palac8es brasileiros...... 1/6H a IJWO
Pesos columnarius....... l/*3 a J/980
Ditos mexicanos.......... 1/300 8 1/820
PARTE OFFICIAl.
BELATORIO
da nparUcm rfoi nrgncini dajuiHca. nprrtenlido a
os.rmti/* Cern Irgttlalivn na primriri truno fia
il'iti letilalrn en 1850 pelo respectivo mini-
tro e lerretnrio de e-Indo Kmebiodt (Jatirot Cuu
linas Multoio da Cantara.
( Teoclusflo. )
CABClsl.
Nao he anda po sivel dar-vos axacta Infor-
aacao a resprito das cade las do Imperio.
O artigo ;,'.! do rrgulainento n. 120 de 31 de
Janeiro de 1842 nao tein lido execucaoque
era para desojar, desune que os relator os dos
befes de polica nao cl.egam secretaria em
tempo nppiiriiiiin para habilitar o ministro a
alar ao corpolegislativo inforuiacdes sobreest
objecto.
Km eral pode dizer-se que as cartelas nao
sSo, o que deverain ser: falia-lhes uniformlda-
de entre il, e nao ealSo de aecrdo coui a nos-
sa l'glslacSo criminal.
F.diilclni se. a indispensavel capacidade, as
cadeia* sao antes un elemento de desuioralisa-
{3o, que conservamos no seio da snciedade do
que casas de detencan nu de cuinprlmento de
nena, onde se deve estabelecer a severldade de
costantes, e fuer crear o espirito de trabalho e
de orden, i par do odio, ao vicio e ao crlme.
Pela cadeia da capital do imperio podr-ie-
1.a laxe i ideia de I las as oulraa,
Oaljiibe be scadeia nica desta corte: nrl-
la se confn ndia m os sentenciados a diversas pe-
nas coiii os presos em processos, o que elevara
o numero <|e seus baliitanles a multo inais, do
que pode mal acjinmodar.
O nn.nero dos presos que se divldiam entre
esta cidria e a V Sinta-"arbara, regulava no
anno de .834 entre 480 e 520.
Este numero foi decrescendo s ponto de re-
gular eiu )84l de 120 a 140 e nesta proporcao
se ha uiautido com puncas alteracdes, suppri-
tnindo-se a cartela de Santa-barbara, e comi-
no > nd-. mi o afjube.
Este edificio, velho, pouco arajado e huinido
he na capital do Imperio un anacbronismo
vergonlioao. Entretanto, nao miso propur-vos
a con ti ucea o de una nova cadeia, porque he
isso olijeclo de tal dispendio, que, sem desat-
tender s nossas tanlas em atraso, nao entra-,
do que se possa reprehender, ao menos rm-
qiianto nao estiver acabado o raio, e se uo
poderem suspender as obras da casa de corrre-
cao, o que talvez seja possivel uestes dous
aunos.
Era, porm, necesario melhorara con-
digno dos presos, e s primeira medi ln
consista em diminuir o seu numero, de
modo que nSo so po J esse ma n ter-se m a s a I -
gum asselo, como tnesmo fosse possivel
abandonar as prisOes miis hmidas e me-
nos rejadas.
Com este intuito recommendou o gover-
iio su juiz das exeeuc es, que n.iudasse
para estahelecimentusda repartidlo de mu-
rintia us gales, para a casa do corrercSo
os condemnanos a prisSo cotn trabalho,
e para a fortaleza de Santa-Cruz os con-
(it'iniia los a prisSo simples. As prisOes
desta fortaleza silo uspacosss e seguras:
constatn de duas divisos, al.* das quaes
suhdivide-se em duas parles tendo un. 62
palmos sobre 26, e a outra 69 sobre 26 '/,,
A 3 divisflo luni 75 palmos sobre 27. lis
o inconveniente da distancia, mas os .pre-
sos estilo all certamenle muito melhor,
doqueamantoados no aljubo.
Fram trasnferidos em o mez de oulubro
de 1819 para estas prisOes 26 presos, que
tantos eram os condemnados a priso sim-
ples existentes na cadeia da cidade e que
quo poda ni ser removidos. Este numero
no da 1.* de outubro era de 27.
As mulheres especialmente tnuilo sof-
friarn, porque baviam tornado s prisoes
terreas ; boje desaparecern) estes soffn-
nientose ellas eslflo fin t>ma prisSo que
talvez teja a melhor do aljube, tende sido
removidas para o sobrado, e asaim lica i. I-
vres da posicflo incoo.moda, em que se
acbav.iin, devassadss sempre que nao ti-
nlmm a jne|la cubera.
Felizmente u numero ile muflieres pre-
sas he sempre muito diminuto e quasi
sempre suvd* classe ultima da suciedsde
A infernara he a tudos os respeilos mui
to improp a para o fim a que esta destina-
da. Seria necessario organisar uto hisp -
tal especialuient.1 designado para os presos,
poisque os outros huspitaes nilo sepreslam,
e com r. silo, a rec ber taes doenles, ueai
silo i ara laso mu tu azados.
Na impussibilidade por ora de maior be-
neficio, procuruu-ae diminuir o numero
dos presos, que concotrem para a enfer-
mara do aljube, fazendo-os tratar por
conta desle ministerio na casa de correr-
cao, lia ilha das Cubras e em Santa-Cruz,
conforme a classn a que pertencem. A en-
fermara linda ordinariamente trints e tan-
tos doenles, dos quaes 15 puuco niais ou
nonos ptv tcpciaui a classe dos cundemna-
disi gales.
Iluuve Ueia de fazer reparar a cadeia do
aljut.e, pira isso se fea u necessario ori-
niento, mas nSo ha reparo que s-i possa al-
l fazer com vaulagem ; o edilicio sera sem-
pre o ines.no, os reparos nilo ornen lar o
os seus defritos, que sSo pitaes, efa.&u
despender os Uinticiros publicus em pura
perua.
Como ja disse no me atrevo a propdr-
vos a roiisti uceo de urna nova cadea, que
he o nico repaio qu< ae possa e deva fazer.
Se, loim, se tralasse de construir uma ca-
deia nova, eu Tria votos pra que fosse el-
la construida aexuiido osysiema cellular;
he na pilsflo preventiva e anterior con-
leninac.lo, que esle systema oll'ereco niatu-
re. vantagens.
A lei provincial do Ro de Janeiro n.200
de 15 do tuaio de 1840, que me houro de
hiver iniciado na respectiva assembla, j
consagrou este importante principio que
me parece, no deve ser abandonado,
quando si tenha de mandar proceder a
qualquer trabalho desta natureza.
Cata de cor recado.
A casa de corroerlo destinada para o tra-
balho simultaneo, durante o lia, e o isola-
menlo cellular a noitn, fui delineada com
limensoos um pntico exageradas. Segun-
do seu plano, ella deve conter, depois de
prompta, qustro raios de duzentos celias
ca ta um.
Tem j custado aos cofre' publican, al
o lim Jo anno (inanceiro Pind, enormes
sommas.
Entretanto bou se pode dizer que est
em principio, pnis o que falta para sua con-
Clusio, excode miis da qualro vezsao que
osla feito, por quantn, dos qustro raos,
s o primetro est em construccSn, e ness,
alm do e f.iin para se dizerem conclui-
das as cellolas eofllcinas do lado do nas-
eente, as nutras apena> teem os llicerces; a
murallia exterior inda nilo esta fechada,
fallando-lhe in'eiramente um dos qustro
lados e o prolongsmonlo de outn i as
obras conIr es da casa s tem os alic-rces,
eas da entrada ajenas o pavimento do pe-
dra e as]paredes divisorias,que ai na tem de
crescer.
-Como, porm, lalvez os dnus anuos 31
aelu concluido o primen o rain, rom suas
nciiiHS, e o numero de duzeutas ceiluNs
lie muito inais que sullii-ioiiio para salisfa-
zor as nec'ssi lades actuaos, be minha opi-
111.01 que. conclu la esta parle do edificio,
O I -rli.1 la a muralha exterior, apenas se
continu algum trabalho na ent'ada e nn
centro a pouco o puuco, nao s para dar ao
thesouro publico alguma flica, que tanto
reclaman! as cirilinslaiiri *s linaneoiras do
paiz, cuino iiiesino para que se possain, nos
luiros raios, apruvoti;r C, iHinramentos,
o,uea eSpeiioncia propria eallieia for acut-
selliandu.
He possivel que elles rustem muito mo-
nos, al porque pode-se diminuir algum
luxo de conslruccflo e do exagerada soli-
dez, que, para casas desta natureza, dis-
pensflo entendidos.
Ainds eslavam ni casa do- correcQo ag-.
glomerados os sentenciados prisa.) com
trabalho e gales; anda Iraballiavamacor-
lentadus e lora do edificio destinado para a
penitenciaria. Hoja, poiem, acisadecor-
receflo est reduzda aos condemnaJos
prisflo com traballios, que a cumprem, na
forma do artigo 46 do coligo criminal,
dentro do recinto da priso e livres intei-
ramente do ferros.
Para consegui-lo foi necessario isolar
completamente a parte do raio j conclui-
da, levantando-se duas paredes, que ambas
teem trinta palmos de altura,dous de espes-
sura e oiienla o sete de extens3o. Com es-
ta obra despendeu-se a quantia de 597/320
res, levando em conta aos serventes, sen-
tenciados, etc. o que effeclivamente cus-
lum casa e nao o que se pagara em outra
ubra qualquer.
Com este pequeo despendi, j desde o
mez de agosto se acham os condemnados
all oceupadosem trabalho simultaneo de
diae reclusos solitariamente as celias, de
noite, preparando-os assni para a applica-
co regular do systema penitenciario.
Com esle pensamento, foi encarregado
o Dr. Francisco Ignacio deCsrvalhu Morei-
ra da confeccilo de um regulamento, que,
dopois de urna escropulosa revisan pela sec-
eOo respeclivalo consellio de estado, vai
so. vi 1 como prineiru ensato dease systema
do nosso paiz.
Cabe aqu, senliores, ponderar-vos quan-
to seria cuiivenienle mauJar um legista o
um eugenheiro estudar a construccao o o
regimem das penitenciarias nos Eslados-
l.'iu ios e tnesmo na Earopa. NSo se dedig-
nain de faze-lo anda boje as uacOes inais
cultas e as quaes o systoina penitenciario
nao ha nuvu romo entre nos.
Tudos os dias o estudo e observaQfio n-
troduzem nielliorameulos importantas -
muito nos coiiviulia.pois, preparar huinens,
que leuuissem aus estudus Ibeuticos as ob-
servares praticas, j para moldurar a cons-
Iruccu dos iiovos raios. ja para dar ao es-
ta bel. ci inenlo um regimeui e direccao con-
venientes.
Cacas aos sentimentos religiosos e de
iliustradu patiiulismo do honrado Munse-
nhur Narciso da Silva Nepumuceno, que se
oll'ereceu para dizer missa gratuitamente,
l'urneceodo -se-llie apenas Culi luc^lo, gu-
zam, desde 18de fevereiro de 1819, os con-
deomadus, all reclusos, do santo sacrili-
cto da missa, seguiJu de ortica, e, duran-
te a quaresuia, du ensaio e explicaco da
duutnia cbrislSa em lodos os dominaos e
das sanios, anda uiesmo dispensa los.
E para que us sentenciados po*am ouvir
a misas o a praltca, se erigi altar e capel-
la no pi 11110110 an lar das ulUcalias e nu cen-
tro dos uous sales, de tuu.io que o ulli-
ciaute li 1 vistu o ouvido por lodos, em
quatiio celebra, ou pega. Cumecou esta
capaila a servir em 24 de juulio de 1849.
Quanto ao sustento e vestuario, que a ca-
sa furnecta aospresus semencia i,.s do ca-
labuucu e Africanus de seu servcu, pagou-
seaum arremataule duzentos e quareuta
res diarios por cala individuo. E sendo
uterino medio das races mensaes, no an-
no de 1847, 12,293, e no auno de 1818,
13,439, de Claro que faziauj a despea me-
dia de 2.9i0,000 etn cada mez de I87, e de
3:225,360 res em 1848, ou por outra de
ti inta o cinco a quarunta conloa sniiuaes.-
Eslas rc,0ts cunslam da tabela u. i, e
era geral o desgasto que causavam, prin-
cinal nent por causa doalmoco de carne
secea. Alm dUto as qnanlida.les nilo es-
tin ni bem calculadas Fram, pois, substi-
tuidos do prom do os almocos por caf e
pito, e depois albela toda, tan'.o ie sus-
tento como de vestuario, sob n 1 pela de
n. 2, resultando d'ahi menos despeza e ao
mesmo lempo melhoramonto tal da condi-
Co dos presos, qUe talvez seja necessario
faz-la alterar para os presos do cala-
bouQi, por no convir que tendam na
priso rorrecrional um (ratanieiito inel'ini
quo o s ni o'dinario.
Quanto ao vestuario, o fornecimento de
uma s andaina de roupa por cada vez, era
cortamente mal pensado, os verdadeira-
nente naoessitados n5o poliam mua 11
emquanlo se lavava, e, OU -oconserviivam
despidos,'ou eram ob'igados r'-coner
ao< an trjos c im qne liaviam silo presos
Moje recobem, por tempo dobiaJo, duas
an tainas.
Nu sentido de facilitara lavaaem de rou-
pa, que em um estabeleomanto deala or-
dem deve ser urna operacilu rspj la, assen-
tou-se um machinsno de lavar a roupa
com o adjutorio do vapor, e cnmecoii a ser-
vir en agusio do anno prximo passado.
ti-itt s faz todo o servico necessario para a
cas-a, como pode receber a roupa de ou-
tros estabelecKiienlos, e formirassim urna
fonte da ren la.
Hareeeu conveniente Spplicar casn de
correeciio, p-rn sustento o ve>tuario, a mes-
ma ins;ii'"i.';io ou administracno que os f.ir-
nore ao aljuhe ; oi-nto inais quantu u ar-
roniaiaiite pedia si'i p ra us i orno lonas d
nova tabela duzetitns tis diarios, o que
eleva va a ja cencida desbeza por ser evi-
denle que os resta..les 40 ris uo basla-
riam para os outros gneros, que o arre-
mataule d.'ixava ile forn-cer. Firmn ues-
te accor looeoverno C::S.uustaiic 1 de 11H0
apparecerem concor entes esse arrema-
tante, a despeilo de repelidos antiuucios
que se mandaram fazer.
Felizmente a experiencia vai correspon-
deudoe excedemlo tnesmo nossas esperan-
zas. Feita a conta do que sa despenden no
semestre de Janeiro a juulio ( l. da expe-
riencia^ com todos os ohjeclos, tanto de co-
medoria ( alias ineldorada ) cuino de ves-
tuario o enfermara, que o arrematante
tovantajoso. Concludoo aterro desses pns | Alm dos tclesrandos da Babylonia e San-
pertencentes i c>9< e condecida a despeza ta-Cruz, que rommuncam as noticias mu-
lle cada braQs, pode continuar este sorvico' ritimas ao central do Castello, que as trans-
a pura as ras novase j mesmo para us; mitte Qtiinta-lmuerial, da urna linda at
alagadiQospertencentesa particularos, me- fazenda do Santa-Cruz II legoas da ci-
diante rasoavel contrato. dado, quo se compile dos da Cascadura,
Se n servico puramente brncl supera- MoiitP-AlPgre, Vipgas, Santa-Clara e Fazen-
luindav na casa, o nipsmo nlo acunl'ce da. Esta linda linda os empregados necs-
Oon) o de home is de oflleio, Ella apenas sarios para o servico effoctivo. entretanto
co'ila de Af'icanns seus 21 p'lrei os, 13car que anims se tem passado som que Suas
nint*iros, IScanteiros, 15 cavoqueros e 10 Magnst ferrejros. |assm maudou-s' roluzir o numero dos
T.'rn. pois, necessidado de pagar otTlciaes'empreaa los. fican lo ra.li lelgraodo com
jnrn iloirus. Os que all se aedavam empr*- um guarda para os nS 1 deixar arruinar,
gsdoseram qussi todos escravos, espcil-| Cacas esta r^.luccfl 1 n. liidi deSanta-
mantenss elasses de pedrein-a, que, entre Cruz, rom aquilse econumisou a quantis
20 contava 19 escravns o dos cavouqueirus, Irle 2:06G,080 rs e a outras que pouco e pou-
que, entre 27, anresenUVt 16 escravns. [Cola fu mi faze ido, a despeja com os tel-
l'rvr aviso do 2 de Janeiro te IH49, sp man-; grplios qio mens lmenla impi.rlava on
da'am despedir lodosos operarios escravos mais defidtl.OOO est reduzi la a imuco mais
o o nvidar livps, que tem concoirtdu em
numero mais que spllicie .te.
(.) 1 ni lo os inleresses do paiz reclamarn
a n-cessidade de proteger a Culnnisacfiu e
diminuir a criminosa inlro Iucq.Io de escra-
vos, aconsi'llia a bi poltica a adopeo .tes-
ta med la, anda mesmo que fusse o servido
mais dis .endioso.
A ex irrietieia, porm, convencer em
h-eve e ja vai mostrando, que al pelo lado
liuanc no, a medida de vanlajosa ; princi-
palmente 1. II cuu lo-se qua 110 nibitrar os
jornaes, no marcar o punto, & as conleiu-
placOcs com os genitores dos escravos, que
de ordinario nfio sao dos mais desvalidos,
tornam o servico muilo mais c-.ro, mesmo
sin levar em cotila a dilVeretlCa de acti vi-
da le e iuti'lligencia entre aquello quo tr-
balos 10; sic o que de aperfeicuar-se, e
mostrar diligencia au lira a menor van-
tagein.
!minar30 publica,
A lluminacAo publica da corte eslava ar-
remata la na rasiio le 4,980 :>or cadi l.im-
pe5o. 0 contrato lindava em jmeiro de
1850, masera executa 10 por maueira que
parecen prefervel resctndi-lo no tnez deji-
ne.ru de 1819.
lies le essa poca passou a ser dirigida por
adminisii-o:j 1 pola polica. Os lampones
que eram 1,840 se acham hnje elvalos a
1,926 e a despeza rom esse numero que, se-
gundo a arromatagito custaria 9:561,60:) rs.,
fu. necia pilos du/entos e quarenta ris!tem sido at agora desempanhada denlio
das f cas dn cunsigna;Bo de 9:000,00J men
sa-s applicados nflo s ao custaailieuto dos
lampeos exislent-s, como ao au.'inento
dos oitenta cima indicados, a substituidlo
de alguna postes de madeira por outros de
outros pequeos meldoramen-
dtarius, recundeceu-se, que se gastavam
nicamente cenio setenla e uito ris por
cada um Ora, as races tornenlas no se-
mestre f a m 76,3C2.iio custo de 13:401,480,
quando pela ar euiaMcan, 111 sino segundo
as condicoesda amiga Ubela, leriam ellas pedra e
cusladu 18:326.880 ris, resultando assiinjlos.
urna economa de 4:922,400 no semestre, Para esle resultado deve de ter concorri-
equivalentes a dez contus annu.es. Ido o auxilio de 69 Africanos concedidos pa-
As despezas com este artigo, eque ab- I ra o servirlo da illuminaC/iO, queeconomi-
sorviam mais de motado da consignado, I sam outros tantos serventes pagos na ras3o
deveio diminuir nao spelo que acabo de 15,00) rs. mensaes.
de expr, corno pelas serias providencias, { Aus lilores da illuminacao escull i los
que se tom adoptado para reduzir o Hume- 1 pela polica, depois de iutru luzda a admi-
ro das pessoas sustntalas pela casa, que [ nistraolo, se tem encarregado aUum servi-
era excessivo, e de nendutna vantugem pa- cu em que ti3o punca uhii l.nl p lem pres-
ra as obras. llar, como auxiliares das pitusilhas noc-
A existencia do calabouco prisSo cor-!turna* 13o raras insta ja muilo extensa ci-
recronal de escravos e depsitos de fugi-idada.
dos^ fra [da muralha exlerna da casa Alguns melhoramcntos so estilo ensaian-
de corrcccSo, mas dentro da chcara, pru-j do e he do esperar que condusam a algum
porciona um numero de bracos superior a ( resultado, sendo nconlestavel que, apezar
necessidade doservigo. Assiui, por avisle muito imperfeita, a illuminacSo esta
de 0 de agosto de 1849, se tnaudaram re- um pouco nielbur du quoduranld a arrema-
lirar da casa de corro ceflo us gales, em nu- tacan.
mero de 45, que entregues leparticflo da j Ao governo tem sido dirig fas diversas
marmita preslam, es|ocilmenie no dique, f proposias para illumimra eidada por m'io
servico de grande ulilidadd publica. j du gaz liquido 01 correla : as prtmeiras
Accresse que o servcu quo preslavam 37 tcom sido regeiladas principal rente por ser
desses gales na pedier, sju.adospor M mais que duviiosa a conveniencia de sun
preto, de doje feito, sem a menor diminu- adopciio, segundo j vos fui pun turado no
(fio, por 25a 30 pretos ; e asaim 5a 10 do- relatono precedouto : quanto as secundas
uiens substituem o seivico de 37, tal era a ou fram regeitadas por demasiado ouero-
desidia habitual dus gales. isas, ou sao esludadas, poden lu xlliaiicar-
E como os bracos sobram, a economa vos, que o governo n:lu se obngara por
no sustento dos g.ios be todo o lucio li- cntralos desta titu e/i sem madura re-
quido para a casa decurrecfdu.
Ouira vantagetn nilo menos importante
resulluu dessa medida. A guarda dus ga-
les pesava subre 0 corpo de perinaiienles,
la 400,010 rs. Inven do niensalmenlo tima
diminuidlo da 2tl,6t0 rs.
Nao lem, po'm.a economa ombaraQa-
do que alguns repa'O* se teiitiam feito nos
tclegrapdos, achandu-seactualmenln todos
mu lioni os'a lo d conservaeo. Ncsles le-
paros lem-so dispen li to no anno de 1818- -
1819 a quantia do 1.015,463 rs. e 559,850
rs. no de 18(9 e 50
No anno fi .anceiro ultimo, apezar de ser
diminua a conlignacSodada na lei do or-
camenlo, II 6-21,000 ) liouve un saldo do
2 80 2,711. E como nu anno crrente, a cal
rular pelas despezas que se tem f-ilo aleo
lim da nove i.bio, tora de liaver um saldo de
'islou5 contos, parece que alguns ine-
1 loniui-ni..s se p lem ir tantn lo com as
cautellasquerecommenda a prudencia.
Das provincias puutjss informac/lei exis-
lem a resneiio u leicgraphos: oxist-m
comtu lo na Rabia, Pcruambuco, Cear e
llaraiido e mesmo em Saula-Calliariiia que
por signaes lelegrapdios se communican
diversa3 fortalezas. Inf.dizmen'e he tal o
alrazo ueste ramo de servico que ,a nilo se
fazerem grandes innovarles, pouco proveito
delles se 1 olera coincr.
tiegocioi ecclesinslieoi.
Em um paiz romo o nosso catdolico, os
Desdo.
Telegraphos.
Os telegraphos que nesles ltimos tem-
de modo aafugentaros poucos que nellese pos teem edegaduaum grao de pcrfeico,
quiresse engajar; pois etu verdade he ser- que nossos antepassados nem os mais brj-
vico supeiiura f (a humana estar desen- Idanles sondos de imaginaQao po.leriam
linclla umdia iuleiro, (salvo o lempo do suppr, que com a rapidez da olectricida.le
dcscanco dos operarios ; o com a r. spousa- Cummuniram os pensamenlus e as noticias
bilidade de nao ueixar fugir setiUuciados air-ivez das maiores distancias, estilo entre
a gales. 1 nos c.im .seclos do 1 Ta/o. Slesino na ci-
.sua retirada e a recluso completa dos pilal do imperio, o seu servico se reiuz a
outros, ptruiitlio reduzir a guarda de 23 a communicar o lelegrapno da Babylonia,
15 soldados, cujo set vico, pela diiiiiiiuicu proiimu ao Pilo-de-Assucar, que navios se
da respuusabilidade se lurua uiuitu meuus avistam ao sule no 1101 to da barra e oda
incoin...ojo e repulsivo. jSanla-Cruz, que pouco pode addinonar,
Outraa providencias se lom.1r.1111 para porque, por sua posicSo s pode fallar aos
11 Su coiiiiuuai na casa, uu nu calebuucu al- navios sobre vela e nilu muilo pruxiaios.
guus iuvalidus, que nada I ./laui ; paia tur-1 O lolegrapho da Villegaignun que, rece-
bar cll'cctivas as aneinalaccs tle escravus, bandu da visita as milicias circutnslancia-
que se cuiisideram du oveulu, e que liaviain das, as pona Iraiismiltir ao du Castellofoi
caliio em osquociiiieutu ; para dar uesli- siippriiindu em 3 de uoveml.ro de 1817 ; e
nu us Ai'.icauus aui deui.i-.i.us, etc. slese vio na Inste ncessi.lado de recober
Apez-r no lulas esUs me idas, leuden-' da visita, nu momento e desembarcar as
tes a reduzir u numero de pessoas que a ca-,' noticias man unas para enlu comtiiunica-
sa sUtteQU a truco dj um servico desuo- las No intiiitu da fazer cessar esle escan-
CeSaaiill, anda assim llana su^crauu tan- da-lo, Ir. ta o governo de ivsiaheleccr o te-
cla de bracus, que era cooveinuiiie apru- legraolio de Villegaignon, c entilo as par-
veilar, e como a cuntinuac.'iu do eddicio lictpacOes du Castetlu seno obliias por
exigir em breve desate.ro para nivelar o cummumeaedes lelegiapincas. E para que,
t-.iooo, sem o que 11.0 se po ie mesmo em vezoe reirugra lar, cuuu aconlecia a us-
cuucluir e fechar a muralha exterior, cuu-.te est.bclecimeiilo, va pelo contrario apre-
traiou a casa de currecvAu cun a lluii. ca- sentando prugressi os meldurameutus, pas-
mara municipal o aterro ue alguns alaga- sou a sua diiocc.io a ser cuuliada au capt-
dii;us, olir gaiidu-se a cel-lus ao muuici- til. do estado inaiur Uuiutiliauno de Heilu
po pelo CuSiu, uu aalora los para seiiuem- Suuzi Meuezes, que procura cun zelu e ac-
uisar pe dutniuiu til e fu. mar assim para tividado inelbura-lu.
principio 1
npgocios ecclesiasticos 11S0 p lem deixar
da merecer as mais s ias alleuces da par-
te dos poderes supremo do estado e o eje-
cutivo nilo so lia des Ululado desta parle de
suas obrigacOos. He forcoso confessar, que
nesta ramo do servido publico muilo est
ain la por fa/er, sendo um dos pontos prin-
cipaesem que cunvui enten lera inslruc-
5iu religiosa qua aos bispos compete dar
em suas dioceses e aos paroebus em suas
freguozias. No atlriburei o mo estado
dos coslumes smenle a falta de iustruccSo
religiosa ; ninguem duvidar, porm, que
ella concorre muito p ulerosaniente para
isso. O freto sallar da religiSo he .te gran-
des vantagens para a publica muralila le.
Por diligencia do ministro do llrasil em
Itn'iia man :ou S. Santdadd PO IX expedir
u nuvu bicve das faculdades, r .11c -deudo
aos reverendos bispos do llrasil autorisa-
c.ao liara -lis;.....sai' alinu iliii-uil ', por espa-
i;-i de 25 anuos, em 25 rasos do primetro
grao de aluidade e smeute em 150 casos
do primeiru e segundo graos de consangui-
nidade e (itulmeule em 30 ensarnemos
mistos.
Quiz S Santidade diminuir as faculJa-
des lano em numero como em t-mpo ; e,
a; c/ar dos c-ioii,os empregados pelo mi-
nistro du Brasil junto Santa S, no lu
possivel demover a Curia Human 1 de seu
proposito.
Uu cliegada a Mulla de crear;."io do hispa-
do de S.-Pedro du liio-l.raiile d) sul, a qul
leu S. M. o Imperador o seu beneplcito
por deciclo de 7 de dozemhro de 1848, na
parle smente em que maula crear u refa-
1 ido h.spa.iu. i'..iito este cuino o bispado
de S.-I'dulu se acham anda vagos.
A repartidlo dos uegacios la justica eec-
clcsiasttcos anida .lo esta habilitada rim
os OaClarecimenlos p.ecisus a respeilodoa
benehcios ecclesiasticos existentes ; falle-
cemliie, alui diso, as infurmaces para
ler perfeilo cuiibecimeiilo do cleru braa-
lelro, 'io sua muraluade e insirucfilo e com
oslas i lias n.lo ouso prupOr meuida algu-
ma, que melbure u presente estado de cou-
sas ; mas 11.I01 macOcs se estau culllgindo
que habiltenlo guverno dentro de pouco
lempo a apreseutar-vos ruin seguranza al-
guns melliuraiiieulos.
Capilla Imperial.
A capella imperial cuiuiua a reclamar o
Importantes reparos de que se tem ocupado os
antecedentes relatnos ticsi.i reparli(o. A ne-
cessidade de nao augmentar despetas tciu obri-
gado a fase-Ios com prudencia e pausa ; e sb
a di 1 o (.ni do inspector das obras publicas se
luc.011 alguna inais urgentes nos tclliadus da
capella e ua turre, na casa do thesouro, na dus
capelliirs e guarda-cera, uu que se .le.pende-
rn. 4:152,520 rs. O.-lras obras se estau fazen-
do leo iixu da inmediata direccao do actual
inspector da capella, c breve se eucela.u as
inispe.isaveis para que a capella impeiial cha-
ge quelle grao Uu asseio e decencia que a
Uiviuddde do vulto imperiosamente reclama
para a calhedral da capital do imperio, para o
templo cin que se celebia.n em preseuca do
mouarcha as totas naviouaes de natureza reli-
giosa.
a u.ganisafao desta calhedral e capella im-
perial uecesjiu de alguui.is allera(oes i.upor-
lantes: muilo conviria que aututisasseis o go-
verno para, uuvtudo a autoridade eclesistica,
faxer nos respectivos estatutos as alterafdea
que se julgarein convenientes. Us vcnciineu-
tos dos iiiu.isenhores e coue^os, de lodos os
empregados sao por tal uiodo masquiahos.
casa urna lunte do rendas, ou priuct,,iu) E itretanlo fres be confessar que com que mu'lu co,"r,ri aug.uenu-los; atteudeu-
,Ih iiairiniiiiii.i (.. .. i .i i l-l""c^^, Huo toril porem, au estado dos cofres nub ices,
depairi.nuutu. empregados tJo mal pagos cuino os do le- iull,J .... eiw ,Uedid deveria ser ac..1-
Com este l.in,cunstru.u-seum ltge.ro ca.|eg,ap.,o, cuja diaria regula entra 500 a i',,<,. d."Idu-^i- no num do. empre-
uiinliu de ferro, cujo auxilio Uove ser mu- 800 re, u3o Ue posivel.lazer uuila cousa.' gados, e mesmo do.ewpregos.aiguua dos quae


stl
leptttodesnrcessaiios. Quando o servico niio
exige grande numero de empreados c pelo
contrario se pode la/cr sem Lillas eoiu poucos,
incltior Jic diniiniiir o aeu numero, e ao mea
dio tempo dai-llus mal vantajosos venci-
lnenlnj.
Exislem actualmente vagas ditas dignidades
de luontrnhores e lies cadeiras de coiiegos
que o gnverno nao leiu julgadn convenirme
prrhenclier; enlrciant, as inissas cantadas
pie tanto recomiiiciidaui os estatuios da ca
pella e que liavian: cahldo un desuso, tein si-
do agora celebradas fin todos os itoiiiingos r
dia santos, como fol drterniluadn em aviso dr
11 de outiibro de 1849, rrcnnhero eslou con-
vencido da neecasidade do culto externo, gran-
de e severe, tal qttal o exige a santidade de
nossa religlao ; o culto, porciu, nao exige os-
teoUcia inuill.
Se a auloris-cao dada limitasse a reforma
condiccao de nao augmentar a despeza com
o pessoal em mais de quatro contos de ris,
tuteado que ella se podeila faier de mu modo
ventajoso
A capella imperial possuc como cathedral
terrenos de grande valia* que poderiam, ven-
didos ecooveiliilos em apolices da divida pu-
blica, ou uiesnio aforados, produiir emjuros,
foros e especialmente em laudemlus urna ren-
da de inultos cotilos de ris. Kiitretanto, ar-
rendados por Claco anuos, como sao lia miii-
lissimo lempo, tein se couserrado os reudei-
ros al boje pagando os meamos precos infe-
riores, que p i m.lv.i ni ha de/en a de anuo., ape-
lar da depreciadlo d moeda e do augmento
espantoso no valor das Ierras em San-ldirisio-
vao, engrnlio Vellio e rio Coinpiid, onde sao
silos esses riquissimos terreuos e a capella im-
perial desfalcada de suas rendas! Reiideram
essas trras a diluanla quinlia dr 420,000 rs.'
Aliu dotes, possue mais a capella imperial,
Ta ra da Valla, um le reno cum quasi tres
bracas de fenle e seis de fundo, que anda ar-
rendado por 57,000 rs. e ires casas de sobrado,
urna na ra do llus rio, oulra na do Hospicio
ea lerceira na ra do Hosario esqmua da dos
Laloplros. O aluguel das casas nao excede de
l:592.OU0 rs., quanlia milito inferior ao que
reudein as casas naquellas ras, t nirrtJni,,
a capella iinpi-iial, que poda fuer face us des-
przas de fabrica ouui sua prnpria renda, mcu-
digiva do lliesouru at dndiriro para hostias I
Desse mrsiiio teuuissiiuo i eiidimeulu da fa-
brica niiiguriii loma*! contas e uiesiiin era ig-
norada sua npplicacno. Eaaiiiiuei os llvros de
receiti e despeza do fabriqueiro : a recrila
constava das quantias i]ue ilara o piioste cu-
ino e qnandoqueria, iiupni i.u. iu nos aunos de
1847 c 1848 na quanlia de .'1:911:1,210 rs da qual
despendcii-se a dr 2:434,550 rs., haveudo, poi>,
um saldo de l:.VIS,ti(l rs.
Por aviso de 11 de outubro de 1819 se orde -
ion que, tanto o saldo cuino o reuiliineiilo fu-
turo da fab tea, fosse applicado s despe/as,
que a igreja condece sb essa deiioiuiiiacn.
Kslao se rmpregando as dillgeucias que pare-
cen! apropriada para elcvjr os reiidiuieutos
da labrica ; e, auxiliado como da sido o go-
veruo pelo Ilustrado zelo do aelual inspector
e pela coopeiHco a mais decidida que tem en-
contrado no cabido espero que em pouco
tempo, nao s essa detpezas deixeiu de pesai
sobre o tliesouro, mas al chegue a receita pa-
ra fazerem-se na capella os iiielhorameulos
que reclama.
Missionnriot eapuehinhm.
Existein aelualuiPule 57 inissionarios capu-
chiutios, os quacs se achaiu divididos pelo mo-
do seguinle:
No hospicio central da corle fj
Na provincia do lUu-de-J*neiro 4
res era a economa dos dinheiros pblicos,
por ella regulou seus actos, o do c>>rlo da
dissu as miia exuberantes provas, a Cunea ti-
do-vos, que a maior parle das consignaces
do i 11; i i i i -1 i t -. > nilo fram esgotadas, como
varis pelo balanco, corlando as despe-
zas ludo que Ihe pareceu excessivo.
Os aconlecimeiitos de l'ernamhuco, a sgi-
Ucau, que em outras provincias semaui-
fesuiu, ubrigaram o governo a crear pilo
ministeiio da jnstca o credilo de que vos
fallo, e que nflo fui todo consum lo, Em
presjnca de f.cios exiraordinarius era im-
possivel, quo o governo nSo fosse obrigado
a despezns tambein xtraoidinaras.
Nilo l'i'iiam smenle esles motivos que
iiii,iii/.i rain a necessidadeda creacao ; para
odescobrimento de crirues impoitanteg, e
especialmente do mola falsa, que oiigiam
espenaes averiguaces, loi de mister habi-
litara polica com os meios pecuniarios in-
dispensa veis ; ja se trm colindo algum l'ruc-
lo, o mais anda se esfera.
Va disliibuicao do ciedilo concedido
para despezas de polica em 1848 a 1849; o
governo mandou r a disposicAo desse ser-
viqo a quanlia de 138:273.0:21 res. Os mo-
tivos de que ha punco li iiiencnoobrigaiam
a aulorisar que se despendesse alcm do cic-
ililu distiibuido ;
Dilo.- Ao inspeclor de fszenda, pira
que mande ordem ao administrador de
ondas d-o Passo-do-Camaragibe, para sa-
tsazer o aluguel do tres pequeas casas
que estile i servinlode quarlej aos guardas
uacionae s all reunidos, e fornecer-lhea
luz.
Dilo.--Ao mesrr.o inspector, para que
remella, aflm do ser enva la a presidencia
da Pernai tibuco, urna infor.nc3o da Ihe-
souraria, em que se declare se tem ella pi-
sos ven cimenlos do fardamento s pra-
qas do sejj unlo hatalhSo de caladores de
priini'ira linlu que nesta provincia leem
estado.
DA 22.
Dulci.-- Ao inspector de fazenda, para
entregar ao lenle Mtnoel Pereira do Snu-
zafiurili, a (.inantia de200,00i) rs., de que
prestara cont as. para as despezas a sou car-
go, na enrami sslo e-n que vai marchar de
ordem da pre delicia.
PE NAMBUCJ
8.a
Em S. -Paulo
E n Minas-Geraes
Na lUna
Km Periiambuco
Km l'iauhy
.Na Paruhylia
NaS AlagOS
.No P.ra
No Cv..ira
i\a ciie
0 que somma
cenlo distibuido foi como
dase de
Ficou portanlo a polica au-
torsada a despender
I- sendo a Coiisigliar.au
0:000,000
3:ilno.OI)0
6:051,2*0
11I mili.Iluil
1:01)0,00,1
i goo.Oon
6:u,0ii0
2.UU0,0()0
200 tlOU
11:000,0u0
52:454,280
138:273,021
190 727,301
Ui.oiS,(l6
lluvia um dficit de 28:204,655, para Oujo
supprimcnlo fui necessanu crear u crdito,
quee.-pero mereca a vossa appruvocao, tan-
lo mais quanlo creio puder assegurar-vus,
que nn lu timo de.tpcn liJo ; a julgar pe-
los balaiicrles rcccbnlos teieu.os lufaii-
veluieule n.lu pequea suba.
Cxbeuqui iiiloiniai-vos, que icou intac-
to o Creo i lo de. Ocuiilus, que para a pr-
pain;.io de um loiUlll na capllal ,iu imperio
havieis diCreladu. Quando despezas im-
pretislas e da ullima ueCOui Jado so laziain
uo pareca oCc'aaiSu azada par Crear um
eslabeleci-neiilo muilu til sciu duvida
mas nao iudispeitsavel. O governo, pon)
n:iu usuu da aulunsaco, que no 18 do
art 3. Ihe haviiiis conced Jo.
Na de San-Paulo
Ka de Minas-Uerata (j
>a de G"jai 4
Ma u de lUalto-Grosso 2
Ka do Kspirito-santo 2
Ni da lladia II
.\a de Sergipe 3
Na a das Alagoas |
fta de Prruaiiibuco 5
K.i do l'iauhy 2
.Na > do Harauhao 2
-Na a do Para 4
Nao me seria possivel dar-vos urna conla
exacta do que tem despendido a afio com e>
tes inissionarios, poique asecrrlaria esl bal
da de informacVs para isso. Fuco as iudis-
pensaveis diligrucias para oblcr todas as coti-
las, e pode srr que no prximo relalorio arla
possivel aprrsenlar-vos com exaciidam a som-
,n.i do que cun estes inissionarios se tem des-
pendido.
Posso entretanto informar-vos que com
hospicio central da cuite foi despendida
quanlia de 50.252.013 rs. A obra fui oreada
ein principio, srguudo o plano frito pelo ins-
pector das obras publicas, em H:IH9,7U rs ,
mas o prrfeilo arredaudo-se do plano que Ihe
lia dado, quando a pedido sen Ihe fol confia
da a dirrvcao c adllilnlslraeio da obra, drs-
pendeu aquella enorme quutia. Kst paga
pelo producto das lolerias que o corpo legisla
tivo conceden para os iniss-ouarios capunchi-
ilius. (.iiuipre observar que por esta repart-
(iio se maudou que a quanlia de I0:58t>8l rs.
fosse pnga Com o producto da primeia lotera
que corresse, se o thesouro nao quizesse adan-
lar, como em > nu as occasies ludia leu,
Depols dr obtidas as rxplieacdVi que procu-
ro, pnder com seguranca detenuiiir-sea v
da de liguas CapuchluDM mal,, porque em
verdadr, upr/.ar de nao ser de todos o COmpor
lamenlo irirprelirnsivel, comiudo, em sua
maiona elles preslam bomseivico religiao,
uinral c inslruc(o dos povos d intcriur.
lio./,,(,i! i/iii liiiuroi.
Este piedoso e utilissiino estabrlecimenl
tein sem,iie merecido do corpo legislativo os
soc< orrns de rjue carece para iiiantci-se : cspi
ro i|iie V"l nao esquecen is delle.
Durante o anuo da aelual adiuinisiracao
tem havido no hospital de 58 a 75 enfermos,
que. pelo b,nn traan,i mu que alli se lliea da,
drspeudem nao pequea soimna. Infelizmente
a medicina, a despeito de seus prugressos, nao
eticoulroii ai,i,l i o remedio, que deve curar
a horrivel eufermiilade varias experien-
cias se icoi feilo e continan! a fazer-se: o re-
medio, porm. de que mais proveito colheiam
os inl, ni.,., foi o u,o dos baubus de agoa fra,
mas as inellioras, que a principio se cousc-
guiam nao tem progredido Talvrz para isso
1,1,ha coucorrido a rxcrssiva despeza. a que he
obrigado o eslabelecimento, e para que nao
chega a sua receita, valo que no hospital uao
ha agoa.
A renda do hospital, contando com a consig-
nadlo de 2 000,000 rs.,que Ihe deu a lei do oi-
, ,ii., i.io, nao rxcedei muilu de 15:000,000 rs.:
sua despeza est meada em 17 contos de rs.
A actual adiuiniftrafaif, composla de prssoas
respeilaveis, lembia a urcessidade de alguna
reparos de que neces.ila oedllicio, e que uao
tem podido lazer por falta dr nirius.
Multo couviria dabilia-la para esses reparos,
nasa neerssidade uigruiissima ciu que este-
nios de equilibrar a despeza com ., recrila do
estado, e poriauto de economisaros dindeirus
pblicos, me iinpede de prupur-vo* augmento
de consiguafao no oicammlu rxtiaoioiuai ia-
inenlt', purrm.para obras, e com rspecialidade
para iutrodu;ii agoa no duspilal, a dumauida-
de acunselda, que se lauce mao de alguui mcio
extraoidinario.
Crtaco de rredilo.
Por decreto de 2 dejunlio de 1849 foi
creado um crdito de 28:200,000 por fazer
.ii-e iiu ecil, que jii-ti na Cuiisigna^o
Secretaria.
A secretaria de esta lo dos negocios da
justica uo esta como se deve dtsejar. O
rcgulmeiito de 19 de abril de 1841 no
tem cuiiespondido ao que delle se espera-
va, ou porque nao leuda li lo a mais seve-
ra execueflo, ou porque seja desimeamo
impeiiriio. Mu use lodavia da aulorisa-
Cflo, que ao governo fo: concedida para re-
lornii.r oiegulau.ento, porque saexpe-
nencia he dado decidir em laes materias
Exislem ,.i i .i.ilni,'ule emexeicicio8olli-
ciats oaa)| relieudendo o que rege secreta-
ia, 6 amanuenses, I purieiru e 2ajudan-
les do purteiru. Nao me parece necessario
ugmeiilo de pesaoal, e ciiiu poder asse-
gurar que com o numero de em, regalo
marcado no regulatneulo o servido so |Je
U/a I' COm ,,1'uill ll l.iii.
llevo ponderar, purcm, que h* de abso-
lula iiecisaidade dar uisis larguesa a sccr,--
lana.que e.-la cm urna casa aia.iliadissima,
eseiii us nece.iSnias prupoicOes. O archi-
vo eala cm dts0'iacado eaia lu.ein pequeos
guarios de um sulu do edllliuio : a cuifu
audospepuis lie extraordinaria, edillcil-
nifiite se pOJeni oblar iuformac.-s lio ue-
goviva, quu se trataram ha Uous ou [rea
aiiUOS. .-tyslema seguido noaichivu lie
tuu iitipeifeiio, que oiuno grande parle dos
ullicios lecebidus se acham eilraviadns
seiu que ao mellos se Saiua como e quando
saliiraiu da SaCrelaua. o aelual ollicial-
maior ensaia um novo sysiema, queu icm-
,iu C a pl ..lie,i julgalo.
U expediente e o reyslo da secretara es-
to em da ; e em geiel seos empregadus
.naiiile.-Nin Zelo.e liOi \, M ., le.
'laes sao, uuguslos e diguissimos Srs. re-
liiesoiitaiius da nav.io, o ubjeclus sobre
que julguei dever chamar a vus.>a esclaio-
cma alleUCfio, cunli.nJo que rnvi isrris
lodos os ealoicus para oblcr u que ludus di
sej..uius,--a paz 0 plospenJade de nuasa
palna.
l'.io-de-Janero, em II de Janeiro de 1850
EuieOtu de Queirui Coilim/u MtUUm da
Lamu.ru.
INTERIOR.
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. prn-
dente r. Jos liento du Cunha figueiredo
21 DE JANKIlll)
OITloio. -- Ao tenente-coronel I.uz Co-
mes Itibeiro, para que respon la ruin ur-
gencia a respeilo do que representa o res-
pectivo commandanle superior interino
snbre o guarda nacional Antonio l.uiz liar-
boza.
Dilo. A cmara da cidade do Penedo,
ili/,-ii lo-liii: quu para puder a presijrncia
deliberar aceica da airemalag.lo que fui
fritada (assageinda iiiesma cidade, e de
que participa, cumpre que inlorme por que
niiaiil ia se ellerl non a me.sina ari emalacao
nos anuos prximos a 1818.
Dito. -- Ao procurador liscal da Ihesou-
raria provincial, | ara que, vista dasra-
sOes exposlas no ollicio que so llie remelle
du insp, clur da inesma Ihrsuuraria, rr-
queira peanle o juiz compoiente o que fr
d-dinio a bemdos iuloiesses da fazen-
da publica.
Dito. Ao doutur chefe de polica, para
que d as mais terminantes ordens par.,
que s ja ni capturados os autores do assas-
>ino lerpeiradona petaoa de Justino Jos
l,aic a Jnior, no lugar du engeulio Ca-
rbueirinliR, i inu da villa do Nuile ; e in-
APTISADOS FE1T0S NA MATRIZ DE
A MOMO KM JANEIRO DE 1850.
Da 1.. Osvalu'", bronco, nasceu aos 17
de fevereiro de 1847 .
l de 3 anuos.
I loin 3. A'o'mngela, parda, nasceu aos
8 de marco de 1847.
dem 5. Antonia, parda, nasceu aos 18
de fevereiro de 1819.
111- tu 6. Alberto, branco, com 16 mezes
de i iado.
dem. Joaqum. branco, nasceu no pr-
meiro de junhn de 1849.
1 irni. Hara, branca.
Mein l.itieraln, branco, com 10 anus
dem. Ltur'-annu, pardo, nasceu aos4
le jutiho de 1819.
dem Mana, branca, com 4 annos.
dem. 7.-- Manoel, crioulo, escravo, com
C mezes.
1 lem. Junariu, pardo, nasceu aos 21 de
fevereiro de 1847.
dem. Lata, parda, com um mez de
idade.
dem 12. Joaquim, pardo, com 6 me-
zes.
llem 13. Leoncio, pardo escravo.com
6 mezes.
I lem. Tibenco, branco, com II me-
zes.
1 lem. Pedro, croule, escravo, nisceu
em 19 de outubro de 1819.
I i, in. Ignacio, branco, com 4 mezes.
dem 14. -- Leopoldina, paida, nasceu
em 13 de agosto de i849.
|,lem 20. -- Augusto, crioulo, nasceu em
13 de selembrode 1849.
Mein. -- Candida, branca, nasceu em 12
de marco de 1849.
Mein. Paula, crioula, esrrava.
Mein.Manoel, pardo, escravo, com 5
mezes.
Idrtn 21. Jos, gento, escravo, com
30 anuos.
Mein. Alexandrina, parda, escrava,
com mezes,
dem 23. -- Rosa, branca, nasceu em 5 de
outubro de 1849.
Mein2fi. --1.usina, crioula, escrava, nas-
ceu em 31 deaguslo de 1849.
Moni. Mana, crioula, escrava, com 3
mezes.
Mein 27. Romana, parda, nasceu em
19 de dezemhrodo 1849.
Mein. Mtnteles, parda, nasceu em
mareo de lsi'.i.
Mein 28. Mara, branca, nascen em 7
le o.,I ou. u de 1849.
lilmi 29. Joaquim, pardo, nasceu em
28 le marco de 1849.
dem 3U. I liadeu, panto, escravo, nas-
ceu em 28 de oulubro de 1849.
S.-Antonio, 4 da levcuuo de 18500
coadjutor pru-parocno,>ou Juida 'Justa Iti-
beiro. j> r '
Ihas combate renhido que lerminou pela
Tuga dos rebeldes, que deixaram morios
no campo, quatro armas, alguma muni-
co, bsleiras, taixosde dorreler chumbo;
papel, lloeoutros objeclos, no sbem-
eos, seno lambern do uso partioular do re-
ferido Domingos Alfonso.
Querendo aprovoitar-se do desanimo que
esles successos deviam de ler levado s
flciras rebeldes, resolveu o coronel Jos
Pedro mandar atacar a 18 o ponto geral
de Ja tnlia ; e, leudo feilo marchar para al-
li s 5 horas da mantilla tres partidas um
pouco numerosas aflm de darem o ataque
por dulcientes paragens, aconteceu que s
8 horas do dia penetrassem ellas o dito
ponto, que eslava guarnecido por paliza-
das de madeira e por excavacOes : espavo-
ridos, os raboldes se pozeram em debanda-
la sem dispararen) um s tiro. Entilo
fram incendiadas as palicadas e destruidas
s fortilicacOes ; e feilo islo, urna porcSo
da frc,a Iralou de perseguir os fugitivos.
lie para lastimar que, lendo sido langa-
do fogo a um canavisl do engenho L'niflo,
para desalojar alguns rebeldes que dahi fa-
ziam fui te resistencia, esse fogo se livesse
commuuicado a bsgaceira, e desta casa
do engenho, que licou destruida, por ser
edificada sobre esleios.
reir de Azevedo, cororial commandanle
da primeira brigada.Joca' Ignacio Teixtirt
da ionicen, capiUo mandante.
Os chafari7.es desta cidide esliveram
bastecidos d'agot.
As febres apresentam o metmo carcter,
de que honlem demos conla aos leilores.
De novo publicamos o relatorio do Sr.
presidente do concelho feral desalubrida-
de publica acerca da febre reinante, por ter
sido inserido em o numero antecedente, le-
vando urna nota englobada com o respecti-
vo contexto:
Itlm. Exm. Sr. fiflm a chegada do
IILIIIIU ilE PKKlUlllim
RECir* 25 DE rCVCBSIBO DI 1850.
A 16 io correnle, tendo o coronel Jos Pe-
dro Vellozo da Silveira mandado explorar
por parte da frca a seu mando as maltas
dos engenlios Tres-Bracos o Cschoeira, bem
como asquelicsm entro esle ultimo enge-
nho e o de Ca obres, as quaes sSu (laii-
ii'ii'a las por dous montes ingremes, acon-
teceu que algnmas guerrilhas de rebeldes
que rstavain postadas nos lugares mais pe-
dregosos dos montes, eugajassem com a-
quclla frca um combate que duruu tres
horas, sem o mnimo resultado para na*
nhurn dus comb lentes. Entretanto, ha-
vendo o mesnto coronel fno seguir de Tres-
llraCns una pal lilla para sucroirera fifa
legalista, e leudo o commandanle da se-
gunda divisflo enviado oulra deCapobrcs
para o nn su o lm, pernoitaram ellas em
Siluro, e, principiando a conirainarchar pe-
las 5 horas da manhfla de 17, recoberam
vivo fogo das guerrilhas ; mus conseguirm
despersa-las depois da murta de um (al Es-
tevSo, lavrador de Capobre-', o qual, com
o titulo de capitn, commamlava a mais
forle das mencionadas guerrilhas, postada
entre o engenho a que por ultimo nos refe-
rimos e o denominado UniSo.
Nesse dia nova partida das tropas impe-
raes seguios exploraras mallas de Jussa-
n, na inesma occasiSo em que urna oulra
se diriga s do engenho fia ipi, onde cons-
lava estar Domingo* Alfonso Ferreira com
s n grupo de C0 rebeldes, oceupado em
agenciar provsfljs do bocea e guerra, aflm
de remelle las para Jalob. No momento
em que esta segunda partida sabia a por-
leira do cercado de Capobros, urna guerri-
llia rebelde, que seachavu postada sobre o
monte fronteiro estrada, Ihe disparou
remetidos tiros; entilo tendo avanca lo (oda
_ i......... subJulegadu respectivo ja deu
concedida para a polica. O governo enleii-l parle oulcial do aconlecimento, e procedeu for?a Que eslava aquarlellada dentro do
deu seuipreque umde aeu pnuieiros devo-la corpo de dilito directo. (engenho, travou-se enlre olla eas guerri-
Os leilores devem recordar-se de luver o
Exm. general Jos Joaquim fioelho diloem
odlcio que inserimos em o Iliario n. 42 le
20 do cor'ente, que aguarda va communi-
cacAo dos feitos du corpo de batedores para
p-la na presenca do Exm. concellleiro de
estado e piesidcnle da provincia ; pois bem,
esta communicaeflo j foi recebida pela pre-
sidencia. he a seguinle :
Itlnitrisiimn Seiihor.--Participo V. S.
que ('.ai lao Altes, na sabida dePanellas,
forcou uiuitos habitantes da Ls"a-dos-
Catose iiTahaldes, deixamlu pessnasalli e
em Peripery cncarri'gadas de reunir mais
gente, oque con>eiUio ; porm, ao entrar
da malta, a maior parle o desamparuu : leve
melhor sorte passando por Fervedor, Ma-
raihi, Pimenleiras, fiajueiro e Pindoba,
onde pode adquirir alguns ; porm a mar-
cha que fez o corpo de batedores por Ca-
pn ras, Serrote-Liso, Peripery e mesmo
Laga-dos-Gatos cstorvou outras reunios,
e Uiscersou algumas ja feitas ; distando a
de Fervedor alguns liros undeeslavam en
gunrrilhados, e escapindo-se um rebelde
ferido que pode ganbar o mallo, sendo el-
les os primriros a bostilisar. .
0 mejor commandante bsvia anterior-
mente combinado com o tenente-coronel
Uruce para se collocar no Fervedor, onde
doviam fazer junrcAo ; mas o referido uia-
jor, chegando all, e reconhecendo que o
terreno no offerecia utilidade para o im
proposlo, seguio para l'nn,-i'i, desprenden-
do una parle da Mica para Maraih.e ou-
lra para a liarra-da-Jaugada, prohibiudo
leste modo que Custodio, balido em San-
Benedicto ou suas mmediaces pelo te-
nenle-coronel Bruce, fzesse junccSo com
i o, taiiu Alves, e vice-versa, o qual, com
elfeilo, teodo assim inleniado, voltou de
Maraih para Piuloba.
O time ile-coronel Bruce htvia com-
municado ao major no dia 12 que, depois
de luiter a Custodio no acampamento, acha-
v-s em San-Benedicto, e que reitressava
a Paneilas para de l ir ao Verde, em con-
sequencia da falta de viveres ; o major, po-
rm, nSo obstante expe mentar o corpo
igual flta, tendo apenas comprado algu-
mas cabras, continuou marcha no dia 14
al unciinir. r Cat-tauo Alves enguerrilhado
com urna frca em Pindoba, onde o hateu,
e depo>s soguio para Pimeoleiras em 15,
encontrando alli oulra frca de rebeldes
enguerrillados al Carolos, ( dizem que
commandados por. Manoel Rdrrgues ) a
qual igualmente fui balida, uo obstante a
tincheira bem construida, que guarda-
va-a.
Pde-se com certeza dizer que a frca
de Pin loba era commandada porCaetano
Alves, nlo s por iiiformacuos dos mora-
dores, como por ser elle condecido no
nmbale; e desla vez pagara (odas as suas
malva 'e/as, s > nSo fosse, no emeo da mal-
la, um rebelde enronlrar-se coa um sar-
gento, que vio-sa l'rcado a descarregara
arma piimeiroqun aquello descarregasse a
sua, e assim piiucipiar o fogo antes do lem-
po marcado.
Ficaram morios 3 rebeldes, e fram II
l'erdi s, dos quaes um lcuu prisionero, e
os uniros poderam conduz-los na fuga sena
comparsas pelo flanco mais favoravrl, em
raoo do que acuna lica dilo. Este numero
de ferldos se deduzio das infoi rnaces dos
moradures em cujas casas elles repousa-
rani por algum lempo.
Cumpre notar-se que no acampamento
de Cartano Alves arliou-se urna forja de
fereiro bem apparelhada, assim como urna
engenhoca de lariuha em aclividade ; o que
ludo foi destruido.
Da im.-sa parle, houve dous soldados
fends, sendo um da guarda nacional de
Jieinpo levemetile, outio do quintu bala-
llillo de caradores gravemente.
Algumas pessoas inermes fram en-
contradas, e por isso se Ibes perniittio vol-
lar as suas habitaces i muilas se presen-
taran) nos dilfeienles i outos por omie pas-
sou o corpo; e, se este continuar a per-
Couer os mencionados pontos at o Piala,
he mui provavel que breve desapparecam
us rebeldes por esie lado.
Coiisla-me que Vicente de Paula est
muito sentido por nSo ler sido convidado a
lomar parte ueslas operaces, eque, islo
nao alistante, lia com gente sua cortados
nimmuiiicacu entre Caelauo Alvese Cus-
todio.
O major commandanle, em conseq'ien-
ciadevoilar para Maraih s 11 doras da
noile de 15, e deiiiaub.la seguir para as
maltas, para de novo dar rara aos rebel-
des, ordeiion-n e que cu assim odlciasse a
V. S. deste poni, para onde marchei esta
manhla com parle da frca, comodn de I
agenciar algum mantiineulu,
navio franrez Alcyrn, vi mo da B.hU. a en-
trado neste porto, sem que fosse submetti-
do quarentena, tive de observar os pri-
meiros casos da febre epi iernica que reina
naquella provincia : um dosdoentes, trans-
po tado de bordo desse navio para a pan do
olllcial de s le Casmova, fui visto por
id i rn logo depois de sua recepco; e reflejan-
do que neasa casa viesso a estabolecer-se
um foco de infergrlo que, irradiandn-se,
iria commiiniearo mal as familias vizinhas,
a propaga-lo pela cidade, rerorri sem perda
de lempo ao subdelegado da freguezia de
s.-Antonio, une fez logo transportar esse
duente para bordo do dito navio, onde sue-
co mlijo lloras depois.
Anteven lo que abusos semelhanlas se
poderiam dar, dirigi-ne a provndu-ia de
sade do porto, e alli, mostrando alguma
wprea, por se ler deixa io communicar
cum a trra um navio que linda vindo de
porto intacta,lo, rero'innen lei que esse na-
vio fosse removido do lugar ein que se aclia-
ya para outro em que seria conservad so-
lado ; e para melhor acautelar esta cidade,
orocurei n Sr. chefe de polica, e razando
ver o perigo que resultara de seren trans-
porta los para trra doentes de febre, pedi
que se ordenaste s autoridades pohciaes
que no permitiissem o seu transporte.
Procedendo por este modo, s linda ou vis-
tas preservar esta cidade da invasSodo mal;
e pedindo o isolamenlo da navio Atryon,
procurava evitar que a epidemia se propa-
laste pelas tripolaces dos navios surtos
nesta porto : lembrando s autoridades po-
liciaes e a cmara municipal medidas que
tendiant a fazer desapparecer alguns focos
de exhalares miasmilicas que, apezar das
reiteradas representuces, exislew na cida-
de ; eslava persua lido que o concelho geral
de salubridade publica, de rfia sou or seria coadjuvadoem seus constantes e-fo--
ros, empregadus cm preservar a provincia
le qiialquer epidemia ; mas o navio Alcuon,
em vez de ser removido do lugar em que
c achava contiguo a uniros, alli permane-
cen al sua partida deste porto; diaa de-
pois, tive de fazer remover para o navio
francez Achiles um manijo que de seu bor-
do lluvia sido recebido pelo di.tq Caaanova ;
e, continuando a seren trazidns para trra
doentes que eram accomnaettidos a bordo,
teve a popularflo espavorida de ver os cada-
veres desses doentes transportados em ple-
no dia1, e pelas ras da cidade, para as igre-
jas, onde iam ser sepultados.
Do ni vio Alcijnn se foi propagando a
epidemia pelos ouiros fondeados em suas
immediacoes; o navio sardo Jotephina, a
depois o francez Achile, M logo acenm-
meiudo forlemenle, sendo diversas ss vic-
timas ; mas linda assim haviam espera neos
do concentrar o foco de iflfeocBo, e cnmKa-
t-los pelos humos adequados. O concelho
procurando ebegar a este resultado, diril
gio-se a V. F.xc, pedio lo que man lasse es-
tabelecer na ilha do Nogueira um lazareto,
ondefossem recebidos todos osdonts de
bordo,.e V. Exc. acceden lo ao noli,lo. me
fez a honra de encarregar-me da di-ecco
desse hospital. Trablhanlo o concelho por
livrar da communicaco do mal as Iripnla-
c'silis outros navios, eslava persuadido
que tolos dariam gracas an copeta doo-
cilo da medida to altamente reclamada, so-
brrludo os (lenles, em flonseqiiencia do
rn-]horamentu que iam ter em seu trala-
mento; porquanto, de lugares mmundos
o insalubres, faltos de tudo que a hygfene
r. coiiimend emtaescasos, passariam a uro
lugar excellenta por sua situaedo, e ariam
postos em sals srejadas, onde teriam os
cuida los que se cnstuma dar em esUliele-
cimentos desta ordem ; mas, propalando se,
talvez adrede, noticia da que no lazare-
to da Balita todos os doentes haviam sue-
cuinbido, encontrnu o concelho grandsi-
ma repugnancia em que fossem removidos
para a ilha os doentes que existiam a bor-
do. Vendo que a demora no transpone dos
doentes dara em resultado a prnpagscSo
da epidemia o augmento de seu foco, re-
corr a V. Exc, pedindo que se dirigisse ana
cnsules residentes nesta ci la de, para que
nrdenissni) aos fspitiles dos navios das na-
C--S, cujns intrresses rommercia-s elfea re-
presentan), o transporte dos doentes; mas,
se as ordens fram transmitidas pelos cn-
sules, i Has nflotiveram execucto; porquan-
to, inda hoje permanecen! a bordo de di-
versos navios doentes, pelo queja me di i-
gi an Sr. chefe de polica interino, expondo-
liie o perigo que corre a popularlo ; e o
mal que se achava limitado a tres ou quat-o
navio-, se tem propagado de modo que os
iiacioniese portuguezes, que at entilo ti-
iiham estado preservados, j teem sido ac-
commeltidos, morrendo deiitre elles al-
guns.
A cidade, que al s ebegado do navio
Alnj',n eslava hvre das febres que reiiiam
quasi sempre pela estacSo calmosa, princi-
piou a ser atacada; ea popuhcflo, que i
se achava aleirada pelas noticias viudas da
Bahia, nilo deixou de aitribuir a esse navio
a causa do dcsenvolvmenlo da febre O
bairro da Ba-Visla, que por sua siluic.lo
vantajosi pareca que seria o ultimo inva-
dido, se no foi o primeiro, foi logo ao mes-
mo lempo que os outros ; mas em nenbum
anda se lem notado tSo rpida propagcno
Cuino ueste : familias inteiras leem Sido
atacadas; todava a lebre apreseula-se be-
nigna ; porquanto, rano) silo os casos de
terminacho fatal, e esses mosmos s leem
sido de pessoas linda nilo aclimatadas, ou
que, pelo abuso de comidas e bebidas de
m naiurera, pelo despreio do mal, ou pe-
la miseria nao poderam ser soccorridos a
lempo, ou fram 13o forlemenle accun)met-
San-Benedicto, llidas, que nenhuin resultado deram os
Dos guarde a V. S.
Udelovereiiudu isso.lllui. 8r. Jos Fer-I meios tiierapeulicus empregados. Ha ver-
KKU\ uno
vctiva


/Jado que entre esses casos de terminadlo
fatal lia um ou.oulro que tem aposentado
cortos SYmDtomas prnicojos, scmolhantes
sos da epidemia de bordo; maa, mesmo as-
sim, o mal no se tem propagado com o
Difimn carcter, e pessoas accommettidas
deppis as masmas casas s teem tido febre
benigna. Nos outros bairros da cida le o
mal vai em projr/rsso ; mas sempre com a
mesilla heni'.'nidade ; o o campo j est
sendo invadido.
A populacho, que sompre procura dar
cansa ao desenvnlvimnto das epidemias,
esi persuadida que a f-liru quo se desen-
volver no bairroda Roa-Vala e propaga-
ra da enfermara inglcza, que he situada na
i ii" cilicio que me dirigi ullimamnule, parece
partilharnataopinio; ms,Jiflo creio qu
baja muita rasSo para aisfm penssr. He
laclo ncnntestavei que nesla enferman*
houveram pessoas doentea de febre, e que
algumas succuinbiram : mas n*m est pro-
vado que o balrro da BOa-VIsta toase o pr|-
meiro atacado, nem iSo ponen a febre nesse
bairro se aprsente com o carcter maligno:
se nelle tem perecido urnou oulro doente,
o mesmo lom succedido bos outros bairros,
e na meama pn.purc.ilo.
A febre que reina geralmenlo em trra
nfln he do mesmo carcter que a de bordo :
aquella nBo aprsenla a gravidade de symp-
tomas que asta. A observadlo que lenlio
foito no hospital promisorio da ilha do No-
gueira me ha convencido que a febre que
tem accnmmetlido as tripoUgaa, he a que
os pathologistas denominan! ambrolla 011
nosocomial : seus sy mptomas sao seuie-
Ihantea, se-mlo os meamos descrilos, por'
O/anam, em ana excellente historia das mo-
lestias epidmicas e contagiosas entreun-
to que a de trra he inleinmenle bilioso
gstrica, s'melhante s que por esla esta-
cSoaempre ae observum aqu com maioi
ou menor intensida le, com oais ou menos
gravidade. tito me lie possivel apresentsr
agora a V. Esc a proporgilo enca da mor
I I ida le, e tal vez nunca mesej* permiltido
faze-lo pela inexacldiio dos dados estils-
ticos; todava nflo julgo ser etag-srado,
(li/endo que a mortalidad*, da febre do bor-
do he dn mais de metade. entretanto que a
de trra est em proporcSo 13o diminuta,
que nem mesmo me parece ser de um so-
bre cem ; porquanto, se alguna casos fata-s
se teem notado, ou nao sao inteiramenle
devidos inteusidade da febre, ou silo em
tal proporcilnque pdein ser consulalos
como nras exceptes. (*)
lie o que possq dizer a V. Exc vista
do pouco lompo que tenho para salisfazer a
cir.ieui de V. Exc, dirigida em cilicio data-
do de hnje, e receida a Urde.
Dos guarde a V. Etc. Ssla do conce-
di, II de fevereiro de 1850.Illm. oKxm.
Sr. conrelheiro de estado Honorio ilermuio
t.ai neiro Leflo, presidente da provincia.
Joaquim de Aquino Fonetea, presdanle do
conmino,
Capenhacm. brlgue dinmiarqiiez S.-Rand-
navrn. de 2.VS tnnelailas: cnndiu o sectate:
!,8.V) suecos com 14,350 arrobas de assucsr.
Copenhagein, brigue sueco Helena, de 347
|iiil<'l'i-l i* : Condllt O -. :;u!![. :
3.700 ecos com 18,5'J arrobas dr assucar,
hlo de-Janeiro, brigue brasileiro Doui Ami-
gar condiuo segulnte;
-'Urinas com 1,048 l|2 arrobas de assucar,
2,700 cocos com casca, I.Mlsaccos com.l6j
arrobas de assucar, SObarrloas de tamarindo,
I caixote de doce. 30 saceos com algodiio em
rama, vOO lulas de papel, 100 caisas de vinho
iniMcntel, 40caixas de espennasete, I dila rap
de Lisboa, 7 ditas Cascadas.
CONSULADO PKOVINCIAL.
do padre liento Manool, por correegSo ; elosrecerem do capa e murga, para melhor
ilo suhpelegado do segundo district dn hrilhanlismo do mesmo acto. Assim como.
Rendlmento do dia 25.
2:132,780
.tlovimi'iito do 'oilo.
Navio entrmlu no dia 25.
Balthimnre 34 diat, barca americana Oriote,
de 225 lonrlsilas, capitao. Iluliin Slump,
rquipagem 10, cargs 1,890 barricas de farl-
nlia ; a II, Fosler ai C.
Macelo 8 das, brigue sueco Reinien, de 34 j
toneladas, capitao C. A. Lendborn, equipa-
gemU, carga assucar ; a Aslley "> C
Havre48 olas, brigue france Heliopnlie, de
ISi toneladas, capitao Duniaiu, rquipageui
II., carga lateadas ; a I.uii li. Paisageiros,
Jus Joaquim de Alineidi, madeiuuisclle Su-
tanale Maont.
Navio tahido no tnettno dia.
Rio-de Janeiro Barca americana Orele, ca-
pitao Rubiu .Slump, carga a uicsiua qur
trome.
freguezia dos Ufogados, Antonio Franris-
co de Mondonga e dernardino de Sena Be-
zerra, porestarem brigando.
Por eoniiinmie !(;;hi do delegado do ter-
mo do l.imoeiro, em oloio dn 21 do cor-
rente, consta, que, ni freguezia de Ta-
quaretinga do mesmo termo, Antonio ta
Silva m-ilra pancadas, em occsablo em
que se achava dormindo, a Manoel Comes,
lendo este allantado si lo commeilid >, se-
gundo diz o referido delegado, deacedrio
com a nuilher do mortn, a qual co n o
dito Silva se evadir para uSo ser persegui-
da pela poli. ia.
D'O guarde a V. Exc. Secretaria d>
polica de Pernambuco, 25 de fevereiro !
1850.Illm e Exm. Sr. Honorio llerintu
Carneiro LeSo, cuncelheiro de estado, pre-
sidente desla provincia.Jote, Nicolao Re-
gueira Cela.
Avisos martimos.
EDITAES.
COMMERCIO.
ALFANOEGA.
Rendimento do dia 85..... 3:671,439
Detcarregam hoje-26.
Brigue'inglez Margaret-Redleybacalho.
Brigue nacional Sanla-Maria-Boa-Sorte
pipasvazias.
Brigue nacional Sem-Par barricas va-
zias.
Barca ingleza Creamort bacalho.
Brigue inglez Quien' Mnm.
Brigue portugurz San-Maneel-I mer
cadorias.
Brigue nacional -- EmulaeOo couros.
________IMPOB.TACAO.
trramor, barca ingleza, viudo de Terra-
Nova, entrada ueste me, consignada a J. Crab
tree & i:., iiianifesl.'U o seguimr: m *
2,70o barricas de bacalho, 3 ditas e 1 calxa
sahuo; aoi .consignatarios
CONSULADO CERAL.
Rcndioiento do dia 25.....4:493.200
Dirersaa provincias...... 103,436
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria
la faziiila.provincial, em cumprimento da
irdeindoExm Sr. presidente da provincia
de 8 do correte, manda faz t publico que.
nos das 26, 27 e 28, ir a prega, peraue o
tribunal administrativo da mes.na tiles MJ'
raria, para ser arrematado a que n por me-
nos fizer, o concert da pon; do Varadou-
ro em tiliuda, sol) as clausulas especiaes
abaixo transcriptas, o pelo prego de ris
1:034,000.
Af pessoas que se propozerem a esla ar-
rematago comparegam na sala das se-s >
do sobre,lito t'ihunal, 1104 das ai'i na men-
ciona los, pelo inri i-,lia, competentemente
habilitadas.
Pars o Rio-de-Janeiro sahn o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por ler a bor-
do mW de dous tercos de seu carregamen-
to : quem quizercarregar o resto, mandar
escravos a frete ou ir de passauem, onten-
da-se com o capitln a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alves da Cunha,
na ra do Vigario, n. II, primero andar.
O patacho nacional Emulac&o salle mili-
to breve para oMaranliilo com escala pelo
Cear : quem no mesmo quizer carregar ou
irde passagem, dirija-se ao escriptorio de
Manoel Concalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recite, nu ao capito a bordo.
Para l.isha sabe imprulerivelmente,
no dia 27 di curenle, por ler maior p#rie
de-seu carrpgamenlo promplo, o brigu
onrtuguez Novo-Vencedor : a n la recebe al-
auma carga a frote e passageiros pura <
que olTerece excedentes rommodos: os pe-
lendentes po lotilo tratar com Thomaz de
Aquino Fonseca & Filho, na ra do Vigario,
n. 19, ou com o capitona priga do Com-
mereio.
Para o Rio-de-Janeiro segu com bre-
vilade, por ler parte da carga prompla, o
brigue Cnndescendencia : para o resto d
carg e escravos a frete Irala-se com o ca-
pitilu. Joaquim Jos Marlius, ou com Ju3o
Francisro da Cruz, nu ra da Cruz, n. 3.
Vende-se a polaca N.-S.-da-Conce'cao,
E para constarse mandn afllxar, o pre-
sente e publicar p-I j hian,.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro- fSSu Y""1 >* 8,"u^,ta'.....
vincial de Pernambuco, 23 do fevereiro del forra,,a du Col).ra .?" "^.-gar
1850. O secretario, Antonio t'erreira da
Aununi-iacSo.
a Clausulai etpeciaet da arrematando.
I.* Os concerlns da ponte do Varadou-
ro sargo feilos conforme o orea ment apre-
sentado nesla data a approvago do Exm.
Sr. presidente da provincia, sendo a impor-
tancia de 1:031,000 rs,
2 O arrematante comegar a obra no
prazo de um niez e acabala no de tres, am-
bos contados na confo nuda le do artigo
lodo regola ment das arremalagOes de 1
dejulho de 1813.
3." O pagamento da arrematagilo reali-
sarso-sa-ha do modo determinado no artigo
15 do pracitado regulamento.
4.' Todos os materiaes sero examina-
dos pelo engenheiro anles de screm empre-
gados, e appiovado lavrar-sc-ha um termo
5.* Para ludo o mais que nito estiver
determinado as presentes clausulas, se-
gu r-se-lia inteiramente o que dispoo o re-
uUmento mencionado de 11 dejulho de
1843
Recife, 7 de fevereiro de 1850. -- 0 en-
genheiro do termo do Recife, Jos Mamede
4tve* l'erreir.
Doclaracoes.
4:595,636
EXPORTA CAO.
Detpachoi martimo no dia 25.
Riode-Ianeiro, hiatc americana Abegait, d'
154 toneladas : romiui o srguiuie:
50 toneladas de arria.
Canal, escuna ingle AiioHl/uam, de 285 to-
nel idas: conduz o segulnte :
3,500aaceos com 17,500 arrobas de assucar.
turrada de cobre e
quem a pretender, |de mandar examina
I a delimite do caes do Collegio, onde se
acha tundeada, e para tratar com .Manoel
Ignacio de Olivera, na prga do cominer-
cio, n 6.
-- Para o Rio-de-Jineiro sgue, em pou-
cos dias, o palacho nacional Industria, novo
e forrado de robre : tem parle de sua carga
prompla : para o reslo, escravos e passagei-
ros, para oque tem excedentes commodos,
trata-se com Machado & Pinliciro, na ra do
Vigario, n. 19. ou com o capido na praga.
Para o Porto sal ir breve o brigue por-
tuguez Maria-Felii, capjtito l.ourcngo Fer-
nandos do Carino, l'oi rado e encavilhado de
cobre, e da primeira marcha quem no
mesoio quizer uarregar ou ir de passagem,
c,*r o que em muilo bous commodos, 1ra-
lem com o dito capitiio, na praga, ou Com o
consignalario, Antonio Joa(|uim de Souza
Itibeiro, na ra da Cadeia, casa n 18.
Para o Aracaiy tem de seguir viagem
o biule Nbvo-Olinda, do qual he mestre An-
tonio Jos Vianna : os pretendentes a car-
regar, so entender fio com g mesmo mestre,
ou na ra da Cadeia-Y'ilha, n. 17, segun-
do andar.
Avisos diversos.
Pela inspectora do arsenal de mari-
nha se convida a todos os individuos livres,
ale o numero de cincoenla, que se quise-
rem empregar como serventes na obra do
mesmo aisenal, e as do melhoramenio do
porto, a se rniendereui com o respectivo
inspeclor, oqoal.em vu tule das onlens dpj. "j'Jo" "n '33,
Exm. Sr. presidente da provincia, Ihesaf- -k
ranto a insengflo do icrrutamento, hm UVJ1S CIO SCTIclO.
quanlo se emprogarem etrectivamenle ne&- He chegdo alguna pares dcste excel-
lente 1 cim'o : na ra oo Queimado, luja de
sas obras.
CONSULADO
PEIt-
(*j Dous 011 tres dis depois do ler escriplo
este reletnrio, se foram repeliiulo as tenni-
narrtes fataes. En propio gao dos aceom-
meili los, pouens naciouaes teem surcum-
bido ; mas, pelo contraro, diversos eslran-
geiros leein sido victimas, apresentando
sy mi lomas perniciosos, semelhantes 1 .-
dosdoenles de bordo, traladus no hospiui
provisorio da ilha do *ingueira j donde in-
fl'O, que a febre que reiuava al entilo en-
terra, ou pela irradiago dos miasmas que
tiiiham por foco o ancoradouro, ou pele
commnnlcaglu que, p'ur nisiores esfur(n.>.
que II, nunca me foi tos.-ivel vedar, tend.,
nulificado seu carcter, lor,ou-se iiiai-
grave, transformando em amarrlla. Ao
principio nBo suppuz que ella passasso di-
urna belioso-gastrica, como se observa em
quasi lodosos ve (Oes com nmiorou nienoi
I ro agaglio ; raas, reproduzindo-se os f
eos de inrrcgilo, sendo por consequenci
maloraexhalagtoda miasmas.e continuan-
do cada vez mais | coiumnicaeSo con
navios o o transpone de lenles para a ci-
dade, foi-seelle revcsllnlo dos symptoma
da febre de bordo, de tal sorte que he a fe
breamarella que boje reina em Ierra; a;re-
sentandu-se .-rnenle com maior ou menoi
behgnidade, maior ou menor gravidade ;
noiando-se, todava, em todos certos symp.
lomas caractersticos dessa febre. Nada si
tem observado em trra, que se nao encon-
tr perfeita, minuciosa e melliodicaaiente
descripto por Ozanam ; e duvido que haj'
quem, lendo sua obra, exite de dizer qui
a febre que lavr em Ierra lio a amarelU.
Em lompo Opportuno pretendo escre-
ver urna historia abreviada desta epidemia,
e e nto apresentarei toda a corresponjen-
cia oflical do COOCelho, que Hits he relativa, j
alim de que se veja quanlos esforgos foram I
empregados para vedarsua iuvasao.
DE PORTUGAL EM
NAMRUCO.
Sendo muito necessaro que nesle con-
sulado hajam informagOes exartas res-
peito dos subditos pnrlucuezes quo infeliz-
me te teom fallecido da epidemia da feh/e.
roga-se ans parentes, amigos, ou pessoas
inleressadas dos mesmos fallecidos, quei-
ram comparecer nste consulado, afim de
il irem os esclarecmentos precisos.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 21 do fevereiro de 1850.
Joaquim Haptixtn loreira,
Vice-Cnsul.
Pela subdelegacia da Varzea foi preso
o prelo vellio de nome J3o, nagSo Quiga-
m, exnressase mal e diz ser esersvo de
Joilo Carlos, morador na ci lude de Olin la.
Acha-se na cidade do Recife : quem a elle
liver direito, recorra a mesilla subdele-
gacia.
O bacharel Abrcue Lima esl no exer-
cicio da pnncira vara do juizo municipal
para oque- ple ser procurado na ruada
n. 55.
No largo do Tergo, deposito de cha-
rutos, n. 14, da-so dinbeiro a premio cui
p,quenas quanlias sobre penliores. No
mesmo ha efTeiivamente a venda Imns cha-
rulos tlo melliores quo ha no mercado.
Alupa-se o segundo andar do sobrado
da ra da l'enha : a tratar na tua do Quei-
l'iaia
Cartas seguras existentes na adminis-
tragSo do correio para os Sis. Antonio Jo-
s de Sanl'Anna, Antonio Marques de Fa-
rm, Bernardina de Sena c Silva, Bernardno
Texeirade Araujo, Bernardo Antonio da
Cruz Pinto, padre Francisco Antonio da Cu-
nta Pereira, F. Taques Albino, Joaquim
domingues de Souza Filho, Joilo Francisco
i.enfio, padre joo Jos' do Espirito Sanio,
Leoncio Jos llaibozs, Manoel Francisco
Coelhode Olivera e Manoel Jos Lopes.
O vapor Imperador recebe as
malas para os pintos do sul
hoje, 96 do coi rente, ao melo-
da, e as correspondencias
que viiiom depois dessa era pagarllo o
porte duplo at urna hora, e passada ella
h1) se tecebero mais.
111 1 I mu 1 iljh.
Ucparli^ao da polica.
Illm. eExm Sr.Das partes honiem e
hoje rrcebii'as nesla repaiticao, consta le-
reo sido pn sos : niolia ordem,Mara An-
tonia, por cnibnaguez : ordem do subde-
legado da freguezia de S.-Antonio, Coi-
Ibenne Americano ; eo prelo JoSo, escravo
ferragens, n. 14.
Hdame C. Ancellc
com casa de modas francezas, ruo
do Aterro-da-Ba-Vista, n. ia,
Itecebeti pelo ultimo navio viudo de Fran-
ca um grande snrlin euto de modas, taes
coo.o : chai eos ricos de seda e ue pal lia,
tanto armados, comosein s rem armados;
fitas de seda para chapeos ; lucos de blunde
ede linbo, tanto brancos conio pretos e de
toda as larguras ; manteletes pretos e de
cores, da ultima moda ; flores de Indas as
quali lades ; romeirus le MI o de c mln aia,
bordadas; camiziubas de cambraa, borla-
das ; lenco- de inri*, muito ricos ; uvas de
pillea, brancas ccor de pallia, tanto paral
homem como para senhora ; ditas de sola'
privas e de coces ; ditas de lio da E-coca ;
dias prelas sem dedos do tuallia hera ;
trancas e franjas para vestidos e mantele-
tes; meias de seda para senhora; lmeles
de patmn e veluio, para montana Na ines-
ma casa fazem-sc chapeos para senhoia do
mais apurado go.-lo, pois que a mesina se-
nhora tem em sua casa una modista, clie-
gada ltimamente de Immica : lambem se
acha na mesma casa um grando sorliuieii-
to do perfumaras hygieiiieas, sendo estas
perfumaras as melliores quo se teem fa-
bricado at o presente : ha lambem um sor-
tmenlo de vasos e outros objeclos de por-
rCiisns muito ricos ; r -r.,v., -> qq touss s
qualidades ; espunjas muilo linas; espedios
para cima de mesa epata viagem ; caixss
de custura muilo ricas, com msica e sem
ella ; gtavatas de seda, prelas e de cores
para homem ; lencos do seda ; meias curtas
de algodiio pra homem e menino; carni-
zas para homem, brancase de cores; e mu-
tos outros objeclos por menos prego que
em outra qualquer parle.
A mesa regedra da irmandado doSe-
nhor Itom Jess dos Marlyrios da igreja no-
va, leudo de l'azer a procissiio do mesmo
Senliur no dia 8 de margo vimiouro, convi-
de a tudos 01 senlioi es reverendos padres
que, no sobredito dia, hajam de compare-
cer, pelas tluas horas da tarde, uo Consisto-
rio da niesina, alim dse tornar este aclo
oais religioso ; assim como lambem con-
vida geralaeute a todos os irniSos a com-
i'lverte a todos os moradores onde tem de
psssar a procissio, que tenham em assci"
ss testadas de ana morada, cujas ras silo ?
le Moras, estreila do Rnzaeio, Collagin ; no
Recite, riiHS da (Indeia-Velhs, C'tiz, Viga-
rio, travessa de Jn!(o-de-Dar'Os, Madre-de-
deos, Cadeia-de-S.-Antonio, das Cruzes, l.-
vramento, direita, travesa do Dique, dit
los Marlyrios, a recolher-se.
Joo Pacheco de Queiroga arrenda a
toja do sobrado do Aterro-da-l(oa-V.sia, n.
78. com armago ou aem ells, podendo-se
lar mais fundo a dita l"ja no caso jlo que o
arrendante o exija : a chave acha-se no se-
.'iin 'a luja do mesmo sobrado, para quem
a quizer examinar.
Alugam-se as sepuintes casas : o pri-
meiro andar do sobrad, n. 4, do Alerrn-
la-Boa-Vista. com muilos bous rommo los
para grando familia, por 300,000 rs. an-
nuaes ; n terceiro andar ilo sobra lo, n. 6,
da mesma ra, sen,Id muito fresco o c*>ui
grandes commodos, por 250,000 rs. an-
nuaes ; urna pequea casa terrea, na ra
las Sauda les, por I0,0''0 rs. mensaes ; e a
luja do sohia fuho, n. i l, pateo da Santa-
Cruz. por 5,01)0 rs. mensaes : os pretenden-
es iiinjam-s a rua da Aurora, n. 26, es-
crip'orio de F. A. de Oliveira.
Quem precissr de urna passoa capaz
para cobrar dividas, tanlo nos serios des-
'a provincia c uno em qualquer parle deste
imperio, queira annunciar por es'a folln,
ou dirigir-ae ao ate ro-da-Boi-Vi-la, luja
de miu le/as do Sr. GuimaiDes, para avisar
ao aun melante.
lenles arlificiars.
J. A.S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico que coiili"a a exercer a
sua prolis-So, na rua estrella do lio/ano,
n. 16, primero andar.
Fabrica de Asphalto, em
Fra-dc-Portas, em fren-
te do cliaf'.ii'i/, da rua
fo BriifD.
Chama-se a nttengio dos Srs, propie-
tarios para que entre no conhecimento des-
ta masa, que poderfiover as amoitras de
difTerenles cores, na rua doGuararapes, ca-
sa que da fundo para o chafan/, cima men-
cionado. F.ssa u'ii-.-a he de grande ulilida-
de, poner contra a formiga, coi im e ralo,
e ser prop'ia pars ln-1*illtar calgadas de
rusa, arroazens, catas terreas, igrejas, ler-
ragos, tanques, corredores : ludo do mais
boiiiio gusto em proporqtlo da obra, e em
particular, por ser muito saudavel : trata-
se no lugar cima
Confcilos.
Hdame ('. Ancelle, com casa de
modas raneczas, rua do Ater-
ro-tla-Boa-V.Nt>*, n. la,
Recebeu de Franca pelo ultimo nnvio um
grande sorlimento de coi,feilos de todas as
qualidades, romos'jilo de chocolate c de
assucar, imitando tolas as qualidades de
i'rnt.-s il i Europa, proprioa para ornatos de
han lejas e | ara pessoas que eslo em con-
valeccnca Na mesma casa so acha vinagre
aro'i.tico e balsmico muito suprior. I'.e-
commenda-se este vinagre as pessoas que
se actiam de febres, e mesmo as que a n.iu
tem ti lo para a nflO ler, fazendo uso diste,
pois que ohteveem Pts um yrande suc-
cesso im lempo i'ocb .lera.
No sitio da ('.aponga, da viuva l.asserre,
precisa-sede um bnm IVior, o q-.ial saiba
tralar de borla e diluida de jardn) : a tra-
tar no mesmo sitio.
0"i ni precisar de urna ama forra para
o servcn de portas a dent la e cozinha, dinja-se rua da AssumpgOo,
n. 30
Pedro Nolasco Baplilta, natural de
Pernambuco, pro.(3e-.se a dar licOe.s de
violilo e II,ola, i in sua casa tu rua das Cru-
zes, a qualquer hora.
Vende-ce a boa q'ialidale ,le sement
deervilha para samear, ditas hortss, betn
como de iiio.slai ,1a crespa : na venda da es-
quina da rua das Truirlioiras que volta para
o pateo do Carino, n. 2.
asaMaaasaaaaasBjaasaaMaBiBs^
dos os tamanhos, movidas a vapor por ag "
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinhos de vento o sern-
as.
Manejos independemos para cavados.
Rodas denla.las.
AguillioVs, bronzes e chumaeerras.
CavilbOes e parafusos do lodosos tama-
nhos. "
Taixas, parocs, envos o boceas do form-
ina.
Moinhos de mandioca, movidos a m.lo ou
por animaos, e prensas para a dila.
Chapas de fogilo e frnos de farinha.
Canos de forro, toroei'as de ferro e de
hrnnze,
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, oor ammacs o vento.
Guindaste!, guinchos o macacos.
Prensas hylraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portees.
Prensas'le copiar cartas e sellar.
Camas, euros do mo e ara los de ferros,
etc etc.
Alui da superioridade das suas obras, j
geralmento reconhecidi, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dadecom os moldes e dezenhos remetli.los
pelos senhores que se dignaren* le fazer-
Ihesencommendas, aproveilandoa occasiilo
para agradecerem aos seus numerosos arii-
ios e fieguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e assegorsm-lbtft
que uo pounarilo esforgos e diligencias
para continiiaiem a merecer a sua conli
anga.
O Ihesoureiro da irmandade do Sr. Rom
Jess dos l'assus avisa a todas as pessos que
teem capasjla niesma irmandade, piiuci-
palmente as que pussaram roeibo que,
quanlo antes, hajam de as levar ao mesmo
tnesoureiro ; do contrario, tero de ver
seus mimes por extenso nesla foltll.
PifCisa-se singar um mob que, que
seja'lel, para o servigo interno e compras
de uina pessoa : quem o tiver annun is por
este Diario para ser procurado.
Precisa-sealugar um sitio ou mesmo
casa, que seja periodo rio, nos lugares do>
Pego, Caldeireiro, Monleiro ou Apipucos,
em qua qoer urna dessas partes convm :
quem a tiver niinunrio por esta folln, ou
lenha a boiidade de apparecer na rua da
Cadeia do llecife. luja de Joaqun Itibeiro
Pontea, que sel'ara negocio.
Desappareccu, no da 23 do crrenle,
ila rua I) reila, um cavado alazo, rom cri-
nas desciilas, frente aborta o iom nina fj-
rida na peina direita : roga-so a quem esti-
ver de posse delle, ou a quem delle tiver
noticia, de dlrigir-se rua Direita, n. 93,
ou ao etigenlio Virloria-de-t'.ima, na co-
marca da villa do Cabo, que so l:ie pagar
o seu Irabalho.
Trocase nina imagem de Christo, quo
regule de um palmo para cima : na venda
da esquina da rua do Rangel, de Jos Ro-
drigues Coelho & Compatihia.
Piecisa-.-e de 600,000 rs a premio,
dando-se por bypolbeca um sobrado de um
andar: a pessoa que quizer fazer este ne-
gocio, anniineii'.
Quem tiver um billiir com todos os
seus perlences para alugar, dirija-se esta
lypugraphia, que ; chara com quem tratar.
Precisa-se de um Portugucz, com pre-
ferencia a llbo das Itias. quesaiha Iraha-
Iharem sitio, para liabalharem um no lu-
nar do Remedio : quem estiver nesliscir-
rumstaiicias dirija-se rua do Ciespo, n.
14, terceiro andar.
O
o
o
o
>
o
c
Consultorio liomtt'opathico
cm l'< i n ,ni Im i<), rua da
Cadeia de Santo-Antonio,
n. aa*
\-res-as que se quizerem Ira'ar
^ pela bon.ccopalhia, po lem dlrigir-se 0 ao mesmo consultorio a qualquer
f hora do da. &
Precisa se alugar urna preta que saiba
lavar, engominar e coser, para urna casa
e-traogera : na rua do Torres, n. 34, das
II horas ateas 3 da tarde. ISa mesma cas-
tan, bem se pncisa alugar um prelo que
enfeuda do servigo interno, e saiba tralar
de cavados.

NA PIJA IMCAIIEIA 1)1 ItKCifE, 1 24,
LUJA DliCAMHIu lA VIUVA VIEIRA
& FILUOS.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Como se espera o vapor do sul por estes
dous di s, e pelo mesmo a lisia da 52.* lo-
teria da santa casa da Misericordia, olTere-
nos aos amadores deste jogo um resto de
Inllieii's e cautelas que lia de resto, por
prego mu commodu.
Pedn-se pnr carulade ao Illm. Sr. Dr.
ebefe de polica, que, emquanto durar a fe-
bre reinante i esla cidade, di? as suas ter-
minantes ordens para que as ras dosta
esma cidade nilo traiizitem cairos e car-
rintios, ele e nem 1.1o pouco os carregados
I du vergas de ferro, visto ser sabido que as
pe-seas que teem soldlo a dita febre, he
lodo o seu mal o ataque na cali ra : ora,
quem assim est solfrenilo, vendo a moite
por momentos, como podera ficar com a
Irovoadl de um carro ou carroga ? Pois as-
sim obrando o Illm. Sr l)r. chee de poli-
ca, lera milhaies de agradec metilos, nSo
s de miui, Como dus mais padeceules.
D. Candida Senliorinlia Vi-
eir Lasserrc, viuva de Uernardo
l.asserre & Companliia, por si e
rosS^efll-di^o atl^0 tu'ra dCSeU9 filh0S' "So1-
respeilosamenle annunciam aos Senhores
proprielanos deengeiilios, fazendeiros, mi-
neiros, negneiantes, fabricantes e an res-
peitavel publico, quo o seu eslabelecimcnlo
le ferro movido por machina de vapor con-
tina em eflectvo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qiialidade para a perfeita confeegao
das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para empretiender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
allengo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sorlimento j prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como em qua-
materias primas e mSo d'obra,
^di ad trMrnMTDAnn
lidade da
aber:
Machinas de va por da melhor construcgSo.
Moendas de canna para engenhos de lo-
veu continuar lo las as operarles
commerciaps de sua casa no mes-
mo pe e da mesma sorte que ellas
criiin dirigidas pelo finado seu
marido^ lendo nesta dala autori-
saJo Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar todos os
negocios em seu nome, debaixo
da ni.sa.) Lasserre .
A Abuso Jos de Olivera, professor ju-
bilado na cadeira de geographia e historia
do lyceu desla cidade, tem aherto sua aula
parliCoiar de pi uncirs ietlras .granioiali-
ca latina : as pessoas que de seu presumo
se qui/erem utilisar, pode ai procura-lo na
rua Direita, n. 130, segundo andar.


<5
--Precisa-ge alugar uma eserava para o
servico interno eexlerno de urna casa,
qual sai ha lavar e engommar : no largo
Jas f/nro-l'ontas. sobrado do tenante co-
ronel Bruce, em frente da igreja.
Neccsslta-se de una ama de te i ti-, si -
da e de boa conducta, para estar om um8
Caga de'puMca familia : quem rstiver nes-
tas circunstancias, dirija-se i ra da Cruz,
n. 25, segundo andar, que so dir quem
pretendo.
-- Precisa-sede um feitor que trahalho
de enxada e entenda bom de planlacoes,
para um sitio nos Afosados : a tratar no
mesmo sitio, junio a igreja de S.-Miguel,
ou no Atrno-ila-Rna-Vista, n. 10, sobrado,
Um liproe, vi/inlu) na propriedatle do
Sr. Manoel Flix Rodrigues di ('.osla, ven-
do no Diario n. 19, do quaila-fvira, 23 de
Janeiro, um annuncio em que o Sr. tabal*
Ii;To Joaquim Jos Cyriaco, r-fie a salvo a
sua condecida repulacSn, visto os feitos
mgicos que indicam o referido annuncio ;
previne ao mesmo Sr. Manorl Flix, que
guarda muilo cuidadosamente o original
donde se extranio aquella publica forma,
para om tempo preciso se confrontaren fir-
mas, e o mais que necessario iv-r, pois a ma
fe que vai apresenlando, faz desconfiar aos
iuteressadns, como secerlidfles falsas, paga
de selloOUtrai queijandas semeltiantes,
dSodiieitoa quem nflo tem ; e por esta
forma nflo be f.icil pegarem as binas.
l lIosin'Dpalliia pura. %
S 0 doulor Sabino Olegario l.ulg-ro jS
$ s. rinho, tendo reg> rs>ado das | rovin- ^.
t_ cas iiu um U' a rata capital, anuiiii- <
"_> cia a todas t>s pessoas que si quize- .,
i> rem tratar pelo systema homecoaa- "fli
S"" Miico, que se acha presentemente no *
U lintel-Francisco, onde p le ser pro-
** curado lodos os dias, desde as 7 lio-
fS. ras da manhfla al as 3 da lorde. A
f-v pobresa conlinuara a receher gratui-
t> tanieiile todos os soccorios de que
S9> corridos rom preferencia aquelles
* que logo no principio ila molestia *5
** recorrerem hon rropalhia sem ha- 3
f? ver tomado remeiio algum allopa- ^
*>
thico.
04#i S 5 MA**#.*A #*#***#
Compras.
Compra-se urna cano de carreira.de
um s pao, usada, mus em bom estado, e
que srja mam-ira, de niodo que quatro ho-
niens a possam Iransportar para qualquer
parte : quem tiver a'iiiuncie por esta ful ha.
Compram->e 3 canoas que pegucm ijl
rs. de lenha no rio de Reher ne : no Aterro-
da- Boa-Vista, n. 53, loja do buhus, ou an-
i.uncie.
Cnmpra-se luco largo da trra, para
Roquete: quem tiveranilunCI.
Vendas.
Vcnde-se una morada de casa terrea,
sita no bair.ro da Boa-Visla, ra lo Colo-
m lio, ii. 17 : a Halar no paleo de Sao-Jos,
n. 45.
.. arope do bosque.
A inlioducc.ao dn xarope dobnique cm o Hr.i-.i-
foi animada por succensc, trio Igual nos Rita-
ilus-Cnidos, ende depoi* de &ctc anuos de ex-
periencia e uso fui rlev-do a lia alto mrito,
que s veies as exigencias exceiti.-im muilo
quantlatlc que se poilia manufacturar.
.Vi principie de mu uiiri ilii' \ ui aqu nito se
pode logo asseverar o seu luerltO rale clima ;
mal as imiiiensas provas que os ngenles rece;
liriu ttiaiiaurnir das unas maravilhosas que
ille proiliu "S hablilla a lenificar que oxnrii-
lir em ( odul os seos dille entes graos, qnCr inuti-
vada por coniilpaides, loase, 'cvquelurbe,
plruilz. asllilna, brouchltea, palpitarlo no co-
raerlo, dor iie costado a pello, revarroa de s.-m-
gue, dr na gaigantac todas as molestias dos
igaos pulmonares.
I fpi is de tantas provas do seu inereciinento,
como i uit i.-un depois de se lesli iiiunliar um
firme augineulo da venda desle remedio, como
igualmente a acciiinulacao de tamos fados que
comprovam o si u bom successo durante a cx-
perit-ucia de 24 meies, os agiotes nao aereo
aecusattos e len ni imposto sobre o publico,
reconimendando um remedio de um valor iu-
ccilo, ou deixigir de qualquer invalido que
lixeassuas esperanzas de cura pm mn alllvia
imaginario. O uso principal do xarope do boi-
<\ut Ii-in sido frito nicamente na cidade do llio-
tle-Jant no e anas vi/.iiibanc.aa ; mas, agora que
assuas virtudes se pdem CpntcIcncioMllirutr
asseverar, os agentes o olterrcem ao publico
coiii a mais si pina confianca, e que em qual-
qner raso se acliai um remedio de infallivti
ineiilo como de feltl successo.
Ha casos destas molestias, quando por ne-
gligencia se dcixa que a molestia tome cut po
sobre a substancia dos bofes, at que os restos
desies Bqaein Inauffleieatri (se a sua declina-
cSo podre ser reprimida) a poder foruecer o
Singue aos elrnienlos uecessaiios a vida de
tuna pessoa, e enielliaule casos sao e arrio
euipre alm do couliecirneuio da assistrncia
huinanai che prior que chai lalao aquelle /|ue
qulzer engaar a algurui coni esprrancas lal-
sas de cura -, mas ha i.....un casos que appare-
cem sem esperanvas, mas pdeiu ser curados
COIU remedio proprioi.
que lenha padecido mnleatia que lenha atacado
. i, l tii l lis. lie portante que riles precisan! de
algum remedio seguro para ajudar o Ivttema,
aur de corrlglras seorecoes e restaurar forr.a
aos nrgiioa pulinonares; cm caso como estes
o xarope t/ bnsoue teui-se lomado infallivel, c
uo he s no principio como na Turma simples
destas molestias que este remedio he uina cura,
Tceui j havido inultos ejemplos cm que a "an-
de se tem restaurado a pessoas que havlain si-
do abandonadas prlos srus mdicos e amigos
O .i-nr. jir do bo'que nao >e oflerree como um
remedio para qualqiter dnrnca, mas sim he
ofirrecido com urna perfidia conllanca como o
maisuiil remedio at aqui descoberto para as
molestias de garganta c dos bufes, oqual he
cnmpostp nicamente de vegetaes, e que se
pode tnin-ii sem aquelle cuidado em prtica
. I m r na dieta ou no ejercicio
O publico deve-se Iriubrar que cada garrafa
tem dous leticiros com a propria assignalura
dos agentes R. C Yates e Coiup,, um na garra-
fa com todas a> direcces para uso, e um no
papel de fra.
Pode ser enviado rom toda a seguridade
para qualquer parte do imperio, c as ordens
serao pontualineule executadas.
Vende-se tnicamente na botica do Sr. Jos
Mara Goucalves llamos, ra dos Quartcis,
u. 12.
Charutos de Ha va na
verdadeiros :
vendem-se em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz, n. 10.
Agencia de Fdwin Ifaiv.
Ka ra de Apollo artnazern n. 6, de M. Cal-
moni 6r Cumpa libia, acba-se conslaiiten>ente
um grande sol Un.culo de ferragens inglezas
para engeiibos de fabricar assucar. bem
como laixas de fero coado e halido de dif-
tereules tamanhos e modelos, mucndus
de dito, lano para armar em madeira como
rodas de ferro para animara e agoa, ma-
chinas de vaporde lorc,a de icavallos, alia
pressito, reparlideiras, espumaderas, ele.
de ferro eslaniado. Na tnesma agencia cha.
le un sortimenio de pesos para balanzas,
escovins paia navios. Ierro em barra, tanlo
quadradn como redondo, salra para errej.
ro e urna porgo de iluta verde em latas:
ludo por barato preco.
irados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro
vcmletii-se arados de ferio diversos mo-
delos.
.-Vendem-se amarras ae rirro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Vendem-se Imns queijos londrinos
ditos de pralo muito rrescaes e do superior
qualnlade, presuntos inglezes para fiani-
bre, dilos porluguezes para panella, Ihlas
com 2 e* libras rte mermelada, ditas com
holachinha de l,i>ba, ililas de sardinha, di-
tas com hervilhas, frascos cu ni conservas
inglezas, queijos de aualiia vinios do Cea-
r, por barato preco, mantas de tourinhu
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras raiiaurjja.e
ouirns niuilos gneros de boa qualidade :
na ra da Cruz, no llecife, n. 46.
jMoendas superiores.
NafundicSode C. St.irr & Conipanhia,
em S.-Amaro acham-se a venda moendaa
de caima, todas de ferro, de um modelo e
consIrucQo muito 'superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Ssntos na Itahia
Vemle-se em casa de iV 0. Hieber & C.
o. na da Cruz, n. 4, algodao trancado
aquella fabrica, mallo pioprio para'ncmt
deassnear, roupa de esclavos efioirontio
para leJes de pescar, por preco muito com-
modo.
Vende-se um escravn pcr,a, de 90 nn-
nos : na ra do l^respo, luja da (.s.jUina que
Milla l ara a cadeia.
Chegaran novamenle roa da Sen-
zalla-Nova, n. 42, iilogiis de ouro e prala
patele inglez, para hornern e senhora.
A elas de cera.
Vendem -so caisat rom cera em velas, fa-
bricadas no Itio-de-Janeiio, sentidas ao
o.nIo do comprador c por pieco mais ceni-
nodo iio que em oulra qualquer paite: a
tratar com Macha Jo & Piuheiro, na la do
Vigatio, n. 19.
AGE'NCJA
ra fundico .ow-Moor,
ItUA DA ESZALT.A-WOVA, N. 4^.
Neile estabeletiinento conti-
na a ha ve nuil completo sorti-
/ento de moendas e meias moen-
laa, paia engenho; macliinasde
vapor, e tachas de ierro batido e
odo, de todos os tamanhos,
>ara dilo.
Yendc-se CiUiropanha da
marca cmela C & C, talegada
ltimamente pelo ultimo naviu
de (''ronca : na ra da Alandega-
Velha.n 5.
I olha de Flandres.
'A
Vende-te de superior qualidade, por pre-
^&rttl~ttEZ CO mais romodoPdo que em ouira qS.u
mente iraoii'.lllldi s suas drscn.drncias. lsto qui r parle : na ra Nova, loja de ferragens.
hr grraliiirnlr conhecido por ptiihisica coas-
lilu ional Km srinrllianlrs casos a duenda
apparrrc geralnirnle na mesma familia em
11 25.
Vendem-s batatas de superior quali-
dade a 40 is. a Mr. e a 480 rs. cada ranas-
urna ceita ulade.e lamilias iuiciras r.illeeem u lra : na ra Direila. n. 14.
Vrndrm-se queijos de Mims a 480 rs.
na ra liiie.l ', n. 14.
85a novo.
U encllente ra| l'alo (ordeiro, fabri-
cado no lo-dc-Jiiiieiio, e chepudo no ulti-
mo vapor do sol, acha-se a venda na ra
proporcaoque vao (llegando aquelle periodo
Como dissemos cima, icmedio algum pode
remedar estes casoa, onde urna longa moles-
tia se acha aireigada, e por conseguintr Icm
consumido Indm n recurvo* da \ ni i ma* he
pelo uso de semrlhante r* medio coioo o furo-
iie do bn, <'"-
estes periodos rriticos se poilein pausar, ca vi-
da se pode prolongar alcuma idade avarifada.! da Cadeia do l'-Clif*", n. 19 ; ra do Vigarin,
Em caso de molestia de bofe, occasinnado n, 13 ; Atei rn-ila-ltoa-Vala, casa dos Srs.
por fxposijao ou negligencia, a.....imia a|.- [ ,|M1 ., ft iinriics ;' e na ra du Queitiiado,
proxima-sr por diljrrm.c formas, mas l"r i ,:, ue Jm!e uiasSimOes.
no biochial ou aslhmalica, as imiiibranas sao I .1 ormuT,m
.-ill'ecladas cas suas secreces impropiias ou | Alias UO llieairo, Brlliazcm
mais que. rxciladas fa/rm logo senlirem-se ul0 a niai, VCndem-Se IrtbOrtS
svmptomas (|uc nao se devciao despiezar; J ,
nina cunstipacan pode pruduiir una lidlamma (le |)lllhO da OUl'Cia de todil.s f.s
cao as delicadas nieiiibranas que gnaiiirceiii larnnroa rnmni imn.
s tubos bronciiiars.rsiainiatoprodui un. grosuras, larguras e conipi iinen-
losse, e em seu luino a tosse augmenta a iu- t,,s, tj>fritll tOIHO americanas, Ble
11 .mu .nao ; e, se se despinza, as meinbraiias ,
dos bufes l-irnau-sr srji.rlhaiilemriite arcela- tres palllOS Ue largura C Ulna por-
das.r porliina inrsn.a sub-t..n.la destrshc ; j nfesmo de rellgO, por to-
alacada, lie verdade que muito, bofosau has- \av "" 6 I
tune lories,.as ve/es. para resistir ao piiinriio, do O pTCCO .' approVeitemSe, II C -
cmso, se este nao fr uiuiCo forte; ii.aanin-' ; lmiat7a
gutmeticapa de una tuaucua fcil, una ves, guezt^, Ud udmicza.
Novo sor limen to de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea".
Vende-se cassa-chita muito lina, debo-,
nitos padrfles, cores filas e com palmos,
le largura, pelo barato preco de 320 rs. o(
covado ; cassa franceza de quadros, muito (
fina, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-,
tras de linho, a 240 rs. o covado; brim de.
algodflo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrfles, a 320 rs. Q covado; brim
pardo claro, a 1,500 e-1,600 rs. o corte de
duas varase tima quarta ; cassa preta com
ramagem branei. para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarlede cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largora, a 200 rs. o covado ; mea-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-Joie, chegado
prximamente, vende-se farinba de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco doqueemoutra qualquer parte: os
pretendenles dirijam-se a bordo do dilo
hrigue, Tundeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao llecife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinba
de milito em porces ea retalho,
leudo de todas as qualidades a
vonlsde do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle: na ra do
liiun, n. 28.
A '#000 o corte.
Vendem-se cortes de cassa-chita, fina, de
bonitos padics e com 6 varas e meia, pelo
diminuto pirco de 2,000 rs. o corle : na
ra do Crespo, n. 6, loja ao p do lampeOo
Farmlia de mundifica.
Vende-se a I ordo do patacho Industria,
chegado de San-Mathrus.rundrado drfionte
da rscadiulia do Collegio, a oielhor fari-
nba que lia no mercado, por ser muito no-
va, em grandes e pequeas pnreoes, e por
preco mais con modo do que em oulra
qualquer parle : liala-se a bordo do dito
barro, ou na ra do Vigario, n. 19, com ala-
chado & Pmheiro.
O &
f Chapeos franecz. 9
@ Na loja do sobrado amarello nos J
'* quatro-CBnlos da ra do Queimado, 2
0 n. 29. vende-se um grande soilimen- ^*
O tn de chapeos francezes de formas da V3
O ultima moda, a 6,51)0, 7,000 e 8,000, O
0 ;
Farelo novo a 5,500 rs,
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegaoas no ultimo navio
de llamhurgo : na tua do Ainorim, ll. 35,
casa deJ. J. Tasso Jnior.
Chitas de assentos escu-
los, cores fixas, a 100
rs. o covado.
Vendem-se as nielhorrs chitas de cores
escuras e hxat; a nove vinlrns o covado :
lia i un do Queimado, n. 8, loja dcfionle da
Mtica.
Vendem-se suecas com muilo toa fa-
inha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacra :
na ra da Cadia du hrcife, ao p do arco
da Coni'i-icSo e junio a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das INeves.
-- Vende-se una preta de iiag.fo, de 20
annos, que coziulia, coze bem, e com una
ciia de 14 n.ezes : o motivo por que se ven-
de sed ii a ao comprador: na ra do l'as-
seio, n 5.
Os mclhores charutos de
S,-Felix.
Sio chegados os melbores charutos de
S.-l-'i lix -. na ra do Oueimado, n. 9, loja.
Vendem-se peQas de madapolDo largo,
muito encorpado, com 20vaias, a 2,500,
2,600 e 2,810 is.; ditas de chiles, a 4,200
rs. ; ditas de algodSoznho, boa largura,
rom 2o jardas, a stte patacas ; el fule de
folear formigas: por tris do thealro velho,
u.20, pi minio andar.
A 7,000 rs.
i Vcndcm-se encllenles chapos
y prelos de massa, chamados aza de
>9 uiosca, de liuissnna seda e do mais a)j
v' moderno goslo, pelo%ommodo pre- a.
} 1,1) de 7,00o rs. : na ra do Crespo, n. >
<# 11, loja de Antonio Luiz dos Sanios %
% (a. Companhia. ^

\emiem-se velas de cainauba chega-
das ulI man enic do Aracaly, | elo preco ile
220 a libra, sendo e. ai a pela duraqo, e boa luz ; na ra do Ito-
y.iim esireia n. 8.
Ksta a venda o hem conhecido folhelo
Verdade ais meninos obra nova e ue
muito inieresse paia os mesnios ; na ra
do Hozarlo e.-lreil, n. 8, pelo pre^o de
200 rs.
FarcIIos.
Vendem-se faiellos rm sacras muilo
glandes, a 3.500rs : na ra da Cadeia du
llecife i ii a,en. jui.tu u 1'uiic.i do arco da
CouCei^So.
Vende-se, por precisfio, urna escrava
crioula, de 12 a 13 anuos, a qua! sabe, en-
gommar liso, lavar desahito e coziuhar o
diaiio de urna casa : lia ra do Collegio, u.
10, piimeiro andar.
~ Vende-se urna vacca muito boa leitei-
ra com um bezenode u o mez, por preco
commodo: na Passagem-da-Magdalena ,
venda amarella, entre as duas puntes.
Aviso ao publico.
A liOMOKOi'ATIII \.
J nSo heumelixirapregoadu pelos char-
latiei em lacrudos papis pintados ou dou- '
rados vid inlius, com o nome do alousieur
de la)..., mas he a hommopathia, cada vez
mais afianzada por centenares do Tactos
que de dia em da augmentan), dehaixo dos
olhos do sabio o do ignorante! NSo he a
ciencia do milagree do prodigio, porque
s Heos perlence, e que, proclamada
pelo homem como sua, he um charlata-
nismo impo, um pedantismo insupporla-
vel e urna loucura diablica mas be o co-
nhccimenlo experimental das leis da natu-
reza humana, examinado, reproduzido e
que ebegou a dar um grande paaso para o
desenvolvimiento do espirito humano a
homceopalhia Vantagom, nSo de um dia
sobre oulro dia, mas de um seculo sobre
outro seculo! Iloje, mais do que nunca,
uesseceifar penoso e triste de urna febre
assoladora, que apparecra entre nos, ella
ha provado com admiracSo a sua t-(Ib-acia e
exellencia sobre a velha medicina dos al-
lopa tina. Simples e fcil ella ha vencido
essa repugnancia e concillado essas com-
plicarles do corpo humano, ofTerecendo
como seu menor resultado, ao menos en
tre nos, nSo o valnenlo dos grandes e am-
biciosos, mas urna profunda crema popu-
lar. O seu re non verba se vai verificando
todos os dias, e o povo a procura porque s
quer ver e sentir. Pelo que offeri>cemos ao
espeitavel publico um sorlimento de bo-
ticas liomoeopalhicas com o competente
tratado de seu autor, vindas ltimamente
do llio-de-Janeiro ; pudendo por este mo-
do o homem hbil, applicado eexperienle
vira curar com vaniagwis, como acontece
com o Sr. Paula Carneiro l.eito, digno
de elogios, por se nfio poupar ao re-
clamo dessa multidSo que o procura, mais
por humanidade doque por ulerease. A-
cham-s* a venda na loja de fa/endaa, na
ra do Crespo, n. 10, da viuva Frcitas Gui-
marSes. ,
Vende-se uma parda de 20 annos, de
bonita figura, recolhida e muito geitosa pa-
ra vestir urna senhora, a qual engomma,
rnzinhaodiatine cosealguma cotisa : af-
fianci-se a conducta ; nao tem molestias e
vende-se por preco commodo: na ra da
Cadeia de Santo-Antonio, no segundo an-
dar do sobrado da esquina do Ouvidor.
Na ca?a de modas francezas de mada-
me Buessard Millochati, Atterro-da-Doa-
\ isla. n. 1, ha para a quaresma riscas man-
tas de bico preto ; cab'cOcs de luco prelo;
sedas pretas : luvas com dedos; ditas sem
dedos de mulla fina verdadeira ; lengos de
seda de retroz para pescoco desenlilas;
manielciesdescna e le bico prelo; cha-
peos de lodas as quali latles e de luto.
-- Vend m-*e 4 lindos moleques e 10 a
18 annos; 2 mulalinhns de 18 annos, opti
mos para pag-nso tte n uito boas condue-
las ; 4 negriiihas de 18 annos, com pi inci-
t ios de engommado e costura ; 6 ditas d
lodo o servido : na ra Direila, n. 3.
-- Vende-se, por preco commodo, uma
varea muito boa leiteira com um bizern
novo : a datar na venda amarella, entre as
duas pontea da Passagem.
Vendem-se canaslras de batatas esco-
Ibitlas a 480 rs. : no Forle-do-Maltos. pren-
sa de algoiio, de Jofto llaptista Miranda.
Vendem->e Diccionarios da lingoa por-
Iugue7a, por Cnnsiancio, de ptima en-
cadciiiiicSo, por preco commodo : na ra
do Sol, n. I, casa ue Elias llaptista da Silva.
Vende-se, ou Iroca-se por lijlo de al-
venaria grossa, uma canoa grande, com
prestmo para qualquer carga : na ra do
Sol, n. 1, casa de Elias Baplistada Silva.
Oh! quepechincha !
Na loja nova do Aterro-da-Hoa-Vista,
n. 18, vendem-se lencos de pura seda e de
novos padres, tinto pra homem como
para seihoia, a 1,000 rs. cada um.
Ovas do serian.
Vende-s* este excellente retisco na ra
do Queimado, n. 14, loja de f rragens.
Krsina de angico.
Vende-se resina de angico; pennas de
ema ; muilo boa farinba de mandioca : lu-
do por preco commodo : na ra do Quei-
mado, n. 14.
Vende-se, por nrcessidade, uma parda
de 19 annos, de bonita figura, que engom-
ma, cose chflo o cozinha o diario de urna
casa de i mica familia: na ra da Praia,
becco do Carioca, no primeiro armaiom de
ano/, quem vem da mat.
Na ra do Queimado, n. 14, se dir
quem tem para Vi nder uma preta de 20 a
22 annos, de bonita vista, a qual cozinha o
diariode uma casa, com algum piincipio
de engommar e lavar ; bem romo uma par-
dade 25 annus, que engomma, lava e cozi-
nha ; um pardo de 10 a 18 annos, de boni-
tr figura, proprio para pagem, por ser mui-
lo esperto ; um molecote de 18 a 20 annos,
de boa figura, o que cozinha bem : ao com-
prador se dir o molivo por que se vende.
'laixas para engenho.
Na fundicSo de ierro da ra do Brum,
icaba-se de receher um completo sorlimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaea acham-se a venda por preco com-
modo e com promplidSo emharcam-se,
ou carrepam-seem carros sen despezas ao
somprador.
Teedos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Xa ra da Cadeia, n. 5,
endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Potas* da Itussia.
Vende-se superior potassa da Buuia, da
mais n -.va que ha no mercado, por ;i i co
eommodo : na ra do Trapiche, n 17.
Vende-se a 3,500 rs. a sacca grande
de milito : no anuatetn defronte da escadi-
ulia da all'ttidcgi.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova polasse
de boa qualidade, em barriszinhob
pequenos de qualro arrobas, por
pirro barato, como j ha muito
lempo se nao vende : nc Hecife,
roa da Cadeia, armazem n. IS.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barril de quarto e quinto ; farinha
de Irigo do ludas as qualidades e em meias
barricas; retroz do Porto, prlmeira quali -
dada: panno e meias de linho ; arcos para
barricas; farinba de mandioca em saccas
grandes e a garnel a bordo da sumaca )..
S.-do-Carmo: ludo por prec;o commodo:
na ra do Vigario, n. II, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Antigo deposito de cal
virgera.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
inuilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Farinha de mandioca.
Na ra do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, ainda ha algumaa saccas da boa
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
eada ; bem como uma porfSo da pennas de
rma, proprias para espanadores.
Farinha de Irigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Provenga, chegada ltimamente de
Marselha : em casa de J. i. Tasso Jnior, na
ra do Amonen, n. 35.
Vende-se um mulatinho mui lindo, de
11 annos ; um moleque, de 10 annos : todo
em conla, ejlivre das febres andantes:
na ra larga do Roza rio, loja n. 35.
--Vcnde-se uma preta moca, de bonita
figura e que faz todo o servido de orna ca-
sa : na ra Direila, sobrado n. 13.
E era vos Fgidos
- Fugio, no dia 13 do crrante, a escra-
va Ignez, riioula, de estatura regular, bra-
cos grossos, ni 1aos c ps pequeos, picada
tas bexii as que leve ha pouco tempo; le-
vo o panno da Costa ja velho, e uma porco
de roupa embiuliiatla em um lenco de se-
da : quem a pegar leve-a a travesea do Ve-
ras, n. 9, quesera recompensado.
Fugio, no dia 12 do con eme, um mo-
leque, de nome Damifio, crioulo, de 14 a
15 anuos, esclavo de J0S0 Nepotnnceno Ac-
cmli, com os signaes seguintes: baixo,
heleos grossos, olhos grandes, falla gaga e
cara lisa ; leveu calca de algodSo riscado,
carniza de algodozinhn, maiSalguma iou-
pa e chapeo ue palba ; fui escravo do pro-
fessorde Fra-de-Porlas: pm lano, ple-
se s autoridades policiaca, ou a qualquer
pessoa e capifles tic campo, que o appte-
lieinlam e levem-no aolugar.de Hoa-Via-
P'in a seu senhor, queserQo assaz recom-
penaatlo.
--No dia 21 do correle mez fugio um mo-
Irque de nome Jofto. nacflo Renguella, altu-
regular, socco do Corpo, ps grandes, denos
tas mfltisrompi'idas ; tem uma costura em
um dos bracos, proveniente de um gancho
de fe ro que Ihe cabio; levou caifas de I im
liraiiro n uilo iotas e camisa de algodllo-
zinho; foi vender fruas de um sitio, e he
acostumado a vend-las em laboleiio, por
ja tirdissoalguma falta de cabellos na ca-
beca ; tem de idade 18 annos pouco mais
ou menos : roga-se a todas as pessoas en-
carregadaada polica, principalmet-te dos
ili.-li icios lora desta capital,e cabos dequar-
leirilo que facam todas as pesqnizas nos
comboiosque sahirem desta cidade para o
centro, pois ha desconfianca que elle lenha
sabido em alguns, por ser para tsso sedu-
7ido : a pessoa que o levar i ra da Cadeia
do llecife, n. 25, lera uma repeusa genero-
sa, alem da paga do costnme.
Fugio, 110 dia 16 do crrente, da casa
to alano assigm-do um moleque de nome
Joo, o qual diz a algumas pessoaa chamar-
se Constantino, de 19 a 20 annos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueiroj usada ; tem una
brlide noolhodireilo, um dpnlecavalgado
em cima do outro e uma marca em qua-
dro na p direila, proveniente de um caus-
tico: roga-se s autoridades policiaca e. ca-
pitSes de campo que o apprehendam e le-
vem-no ma dasTrincheiras, por cima do
carlorio do Sr. Cuilbrrme Patricio.
Rufino Jvsi I muis de I iguiiredo.
-- Fugirem de bordo do patacho Astrta,
edo patacho J?o-f-4farco, a 13 o 14 de
fevereiro, dous escravos marinheiros sen-
do um de nome Joaquim, crilo, e o outro
de non c Miguel, de oscilo .Mina, este da e-
quipagem do ultimo patacho, de cor preta,
estatura regular, cheio do corpo, de 30 an-
nos, com roupa de algod.to usada ; e aquel-
le da equipagem do Aitita; be alto, bar-
bado por baixo doqueixo, bexigoso, chelo
do corpo ; levou calca e carniza azul, cha-
reo alcochoado e representa ter 40 anuos.
oga-se aos capifles de campo, e pede-ae
a lodas as autoridades policiaca a sua cap-
tura, Orto de que reconhecendose os 1 ro-
piios,quem os appiehendrr, ou driles der
noticias vindicas, e os levar a bordo dos
ditos navios, ser generosamente gratifi-
cado pelos n.esires dos mesmos, ou pelos
seos consignatarios, Amorim Iruiflos, na
ra da Cadeia do Recife, n. 39.
--Figiram doengenho Novo do Cabo os
dous escravos segt.il les: Manorl, nioulo,
carpina e mrslre de assucar, baixo, pouca
barba, cabello j bastante ralo e de 30 an-
uos pouco mais ou moni's; e Benedicto,
crioulo, drSO anuos, boa estatura, naiiz
baatante chalo e ps gramies : quem os pe-
gar le\c-os ao refeiido engenlio, que ser
bem reronipensado.
Fugiram, na madrugada do dia 19 do
correnle, dous escravos, sendo um pardo,
de nome Faustino, do 32 annos, estatura
regular, boa presenca, 1 s e nulos peque-
as, cabellos encarapinhados, malo legu-
lar, harpa na pona doqueixo, boa denla-
dura ; levou camisa de hamburgo, airoula
ronipiida de algodfio com boleos e bonete
de panno; lambern levou consigo uma
pre'. de neme Ms'ie, estatura regular, fu-
la, rosto bem felo, ol.os erando, faliani-
ibe os denles da frente: ambos fram sur-
rados, leudo esta uma cicatriz as costas,
junio as nadegas. 0 pardo haver 10 me-
zes que fui pegado 110 lugar Varjflo, catan-
do fgido perlo de 3 anuos e exisliudu com
escravos de Caldino Jos de Aguiar, o qual
o venden ao aun uncante ; he de presumir
que techa ido para o mesmo coulo : ro-
a-se as autoridades policiaca desse disli ic-
io, e mesitio por onde possam os ditos pas-
sar, a sua apprehensflo, e os capifles de
campo que o levarem a seu senhor. Caspar
da Silva Froea, na ra da ItoJa, n. 17, serflo
licni recompensados.
rla"N. : n*
TTP. UE at. t. DB Mala. 1850


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