Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06818


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Full Text
Afino XXVI.
Sabbado 25
FinTioii BO coaanoi,
Colanna a Parahiba, segundase sextas felra.
lUo-GraUdc-do-Nortc, quiulai feiras ao niela-
dla.
Cabo, SerlnhSem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macri, no I.*, a 11, e 21 de cada mea.
Garanbiins e Bonito, a 8 e 23.
Hon-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, l quintal felra*.
Ollnda, todoa o das.
I'llKhS IM II.
VaZMEBIOEl.
Mlng. a 3, a 10 h. e59 m. da t.
Nova a 12, a 4h.e 9 m. da m.
Cese, a 19, a ."> I>. e.'>> in.dat.
Cbeia a 26, i 9 a. e4lm.da m.
FBEAIW AH BE HOJI,
Prlmelra a 2 horas c (i minuto* da tarde.
Segunda a 2 hora e 30 minuioi da manhaa.
de Fevereirode 1850.
N. M.
frbijos da auasoniroAo.
Por trea mczes (adianlado*) 4/000
Por seis rnezes 9000
Por um anuo 15/000
DA DA aMAMA.
18 Seg. S.TIieolonlo. Aud. doJ. orf. e
19 Tere. Conrado. Aud. do chae,
v. do civ. e do dos fritos da hienda.
20 Quart. S. Eleiilorio. Aud. do J. da 2.
21 liuinl. S. Maxiuiianno. Aud. do J. d
ni. da l.v. ......
22 Seat. S.Margarida. Aud. do J. da 1
e do dos feitosda fatenda.
23 Sab. S. Laiaro. Aud. da Chae, e
v. do criine.
24 Uoiu. S. Mathias, apostlo.
do m. 1. v.
do J. dal.
v. do clvel.
o orf. e do
. r. do clv.
do J. da 2.
CAMBIOS EM 32 BE FEVIBEIBO.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 ra. a 60 dias.
Paria, 3if!.
. Lisboa, 9!> por canto.
Ouro Onca hespanhoes......... 2RJO00 a W#300
" Molda. de'6*400 velba... 1M a #
de 6/4110 novas.. lU/iOO a 16M00
. de4/K........... i*
Prala.-Pa.acoe.bra.ileiro...... I/W a ABO
Pesos coluinnanoi....... J/0 a WWW
Ditos mexicanos ....- 1/800 a l/
PARTE OFFICIAL.
.
RELrVTOBlO
<(o reparticaaiaituaneiiu ia HiHea, apremiada a
wuembli* ttral leaiilativa na prinuira itiiao da
Minea Ufirlmlmra fia 18!W pela respectiva minil-
tra e ierre fri de e'tada Kuiebiode Queirot Coa-
liaho Matiom da Catara.
SIGOBAKCA E TaAaOOlLIDADK rllDLIC ItOI-
vinuaL.
( rontinuacflo do II. 41.)
Por occasiflo das eleir;oes primarias que
se frpram em S.-Paulo, a agilacSo dos ni-
mos subi a tal ponto de exaltado na cida-
iii- d'' Coritiba, que as autoridades tiveram
de abandona-l. O governo deu logo as
providencias necessarias, fazendo embar-
car alguma ravallaria com destino pro-
vincia de S.-Paulo ; mais tudo ja havia se-
renado, a nem foi preciso o auxilio da Cor-
ea para se restabelecer a (ranquilidade pu-
blica.
A impunidade dos crimes contra a segu-
r-neo individual, nanlo protegidos, ou
mandados praticar por pessoas poderosas,
especialmente nn interior do paiz, he um
dos maiorrs males qu nos flagpllam ; he
incalculavel a audacia de alguns desses lio-
mena, cujo poder se funda na fraque/a do
jury, que dominam ou por suas relsr;tVse
parentella, ou pelo terror que inspiram as
tcstemunhase jurados. He necessario com-
batercum energa essa impunidad ; o ca-
rcter doce de nossa populacho fura o res-
to. Apotilarei alguns Tactos que pela sua
importancia, recia ram especial menean.
Na villa do Urub, provincia da llabia,
em Janeiro do 1849, Antonio Jos Cuima-
riles, com grande sequilo de ficinoras ar
nados, reforcados por presos da cadeia,
que fez arromhar, poz cerco casa do com-
mamJante superior da guarda nacional, e
.' supplento do juiz municipal n do dele-
gado, Jos Anloit'O de Aru>o Guimar.lcs,
que resisti sos aggressores com a gente
que pole reunir : durou o conflicto todo es-
se dia e o seguinle. resultarlo diversas
moi les de urna e oulra pacte. Tevo por
lini derender-seo commandatite superior,
e foi morto a ferro fro porordem de An-
tonio Jos, seu proprio irmilo, sen lo na
mesas occaaifio assassinados um filho do
referido commandante superior, e diversas
ou'ras pessoas Altribue-se o motivo de
semelliant* cataslroplie inimiza le que de
longo lempo existia entre os dous irmfloa,
excitada entdo pela maligna influencia de
um facinoroso do lugar.
De menor importancia foram alguns ou-
tros allentados commettidos na mesma pro-
vincia, arespeitodos quaesas respectivas
autoridades trataran) de fazer que a lei fus-
se desafr onlada.
lia provincia de Minas-Geraes merecem
especial menclo aaoceurrencias de Minas-
Novas, cuja historia he a seguinlo: Km 3
defeverciro foi espancado Herculano Ottr
.le Miranda Itibeiro. A voz publica, justa
ou .injustamente, allribuio o alintalo a
Silvenu Jos da Costa, que, pouco antes,
lluvia sido substituido no emprego del.*
supplenta do juiz municipal pelo tenente-
coronel Francisco Innocencia de Miran la
Itibeiro, pai do ofrendlo O delegado de
polica, que nilo tinha frca disponivel, re-
quiaou o auxilio da guarda nacin ,1, e
ilcpois da companhia de pedestre, que
Iho foi denegado. Informado o presidente
da provincia do occoirido, ordenou ao
cominandaiile dos pedestres a prestnedo
do (auxilio pedido, e do mais que neces-
sario fosas para menler-se o respailo
devido as lea e autoiiJados. Eflectuado
o auxilio de viole pravas da dita compa-
nhia, Silvorio Jos da Costa, com o pretex-
to do que o delegado pretenda assassina-
|o, foriilcnti-se em sua casa, chegando a
reunir para mais de cincoenta homens ar-
mados, e assim se collocou em atlitude
hostil, rhegando seu excesso ao ponto do
prohibir spassagem aos soldados pela por-
ta de aua residencia ; de faci, no dia 18
demarco, leudo sido preso um seu escla-
vo, sabio com gente armada para o tirar da
pristi. No dia 19, um dos pedestres que
lassav pela sua poita foi perseguido por
dous liliios sens e um escravo, e no dia 0
fram disparados de dentro de sua casa
dous tiros contra dous pedestres que por
all passavam, llcando uiu gi aveniente fe-
ridn as costas.
Em taes circumstancias o delegado de
polica requisiluu da guarda nacional, e da
mesma companhia de pedestres manir au-
xilio para desarmar fnverio, e ell'ectuar
sua prisflo, visto achar-se indiciado eui cri-
mes que nflo admitliam flanea. Ao apro-
ximarse a torca cidade de Minas-Novas,
evadio-se com seu sequilo o lefendeSil-
veiionodia 26 da abril para a sua fazenda
da Boa-Visl, ou le foi procurado por urna
escolta, que sabio da cidde uo dia 11 de
maio por consur que eslava ajuutaiido mais
gente para acronimclier a iiicsnu cidade,
mas nao foi encontrado. Conven) iiutar-se
queaomesmo leuipo que Silverio Jos da
Coala se dizia aincacaduetu sua existencia,
elle eseuslilhos andarain livremeiile pela
cidade sem autTrer olT.iisa alguma. Tam-
bem o delegado de polica, ao passo que
buscavao aux-lio de fOi^a paia mautero
resptitos lea, procurou por meios paci-
licos desarmar a Silveno, pedindoa iuier-
veneo da cmara niuiiicipal, que entretan-
to uAojulfMMI convenieiile tomar delibera-
do alguma a espeito, e nem inesino fa-
zer communicacno alguma ao governo da
provincia.
F.m amol laes orcurrencias tinhim lu-
gar, houve tal ou qul agitaco nos ni-
mos dos habitantes daquella cidade, reinan-
do logo depois perfeito socego.
Tem-sa quirido dar cor politice a um as-
sassinato desgraQadamente perpetrado nes-
sa poca : as informaces, porem, a que
cuidadosamente man lou o governo proce-
der, haliilitam para assegurar que nio tem
semelbante suspeita o menor fundamento
rasoavel.
Na provincia dePieuhy, no municipio de
Principe-Imperial, e como continuado des-
sa seria de attentadog, quede antiquissi-
ma dta ensanguentam aquelle municipio,
e os vIzIntHH da mesma provincia, e do
Cear, qm grupo de facinoro^os, capitanea-
dos por Jos de Barros Mello, e s-u irmilo
Pe tro Itibeiro Mello, depois de ameacr in-
vadir a villa de Principe-Imperial, accom-
melteu a povoar;!to denominada --Pcl i-
nal--, oahi assassinou barbarainenlo o .-
pililo Joilo Severo Santiago e Jos de i'aiva
Uc/erra, deixan lo a casa roubada, e grave-
mente ferida a mulher do primeiro.
F.ste horrendo crimeera como represa-
lias do que btvia sido em dezembro do an-
no anterior, commetlido no Ip, fazenda
de Cana-Krava, onde fram brbaramente
assassinados por Gulelhas, llezerras e ou-
tros sicarios Joo Itibeiro Mello, dous filhos
menores e urna lilha, e mais pessoas inno-
centes, e seguimenlo desse outro, commot-
tido no lugar das Varenles por Mallos con-
tra llezerras, de que vos den conla cir-
cunstanciada o ultimo relatorio.
I'ara fugir as vingancas ileseusnilo me-
nos implacaveis antagonistas, o padre Ig-
nacio Itibeiro de Mello, considerado man-
dante dos asssssinntos do I'elo-Signal, ~
dirigio-so provincia da l'araluba onde,
no lugsr denominado Pedregulho, foi ac-
commetiido por urna forca de que fazinm
parte seus adversarios, e como resistenle
assassinado com outros do seu sequilo.
Data de longos anuos esta lula cncarn1-
cada de Mnires, Gadelhas. Mellse llazer-
ras, as raias do Ceara e Piauhy. He incri-
vel a feroridade com que se perseguem es-
sos homens sanguinarios, e cumprem fazer-
Ihes conliecer que a cima de suas paixes
e vingancas ha leis e trihunaes, que liten
lomein cunta de seus crimes. O governo
lera dado a esle objectn a devida alienlo ;
entre oulras providencias ordenou aos pre-
sidentes do Ceara e Piauhy, que inandas-
sem os chefes de polica organisar os pro-
cessos que, por cada um desses allentados,
se devem instaurar ; que facililassam as
diligencias nos limttes das duas provin-
cias, que convocassein jury extraordinario,
e it.--.s-ni as mais cfllcazes providencias pa-
ra que os jurados possain l'uiiccionar em
plena liherdade. Iiilolumente os jurados
eqi sua maioi'ia sin homens apaitontilos
por urna, ou oulra das numerosas Tamil'as,
.que se procuram reciprocamente extermi-
nar.
N'as mmediacOcs da cidade do Areias,
provincia da Paradina, em a noite da 5 de
selembro, l'oi assassinado o bu ch arel Traja-
no Alipiode llollan laJChacon, citladilopa-
cilico e lionrailo, recolhendo-sa da eleic,3o
secuudana a que linda ido. S no dia se-
guinle he que foi dcscoberto o crime, e de-
ram-se todas as providencias para a captu-
ra e punidlo dos culpados.
Este assassinato causou viva iinpressilo na
provincia, onJao I).-. Trajanu, estimado por
suasqualidades pessoaes, llova ecupado
os priineros lugares, qur como inagis-
trado, qur como vice-preslente, seutlu
mesmo agora, na eleifilo a que n>'sle da se
procedeu, eleilJ deputado assembla ge-
ral.
As autoridades nSo descanijaram, o fi-
nalmente foi recoldido um do indiciados
a cadeia da l'araliiba, outfo'a de Goianua
na provincia do Itio-Grande do norte.
Na madrugada, puicm, do da de no-
vembro, um grupo de ti boineiis mais ou
menos sorpreonderam aguarda o assas-i-
nando aseulinella.o sargento coinmandanle
da guarda, e o cabo.e fornido dous soldados
i! nni paisano, quede uma.casa yizinha gii-
lava, arrombaram a cadeia lirando esse
reo. e um uulro que com elle se acbava.
Na cadeia da Paralaba o carcereiro toge
com os presos, e assim ambos os indicia-
dos no assassinato do infeliz l)r. Trajano
conseguem escapnr-se por violencia, ou
peita, das cadeas a que foram rccolhidos.
Ucommandanleda guarda na Parahiba, so-
bre <| no ni pesain suspeilas de conlveueia,
se acna preso u em processo. Estes lacios
revelain a pioteccilo que eiicouiran aquel-
les assissinos, e quauto lie dillicil, mas
necessario lutar com a impunidade e o es-
pirito de iusuhordinacflo aos preceilos da
lei, e os mandatos da autoriade nos luga-
res, onde a povoac,ao pouco Ilustrada or.li-
nariameute acha preferivel aoa meios le-
gaes desaggravar por si mesino iupposlas
ou verdadeiras olenijas.
No disiricto do Queimado, provincia do
Espirito-Sanio, appareceu um inovimenlo
insurreccional. Informado o goveruo de
semelhaute oceursencia fez partir iinme-
diaiaineuleo vapor 'aquett-do-Sut com 100
pravas de linlia e uiuuiyOes de guerra, mas,
liidependeule dessi auxilio, o nun menlo
ui comprimido pelas acertadas e proinptas
medidas da presideucia e coopora(;lo dos
iabitanles da provincia, nao lendo feliz-
mente consequencias mais desagradaveis
N3o termiuarei esle artigo sem mencio-
nar os successos occorridos na villa de Pas-
los-ltons, da provincia do Maraubao.
Tova all de ser adiada para o da 26 de
agosto a elenjuo primaria a que devia pro-
cedur-su uo na i, por se havr apresenla-
do no dia 3 (liante daquella villa o entilo
commandinte superior da guarda nicional
da comarca Francisco Dias Carneiro, tes-
ta de grande nnmiro de pessoas, quasi to-
das estranhas ao municipio, e muitas dellas
armadas, com o designio do conseguir por
meio do terror o da violencia um resultado
favoravel ao seu partido. O delegado de po-
lica requisitou logo auxilio ao da cidade
de Casias, que promptamente Ihe enyiou
cincoenta pravas de linha, e assim seria ine-
vltivel a perturhai;:lo da ordem e socego
publico, se nilo se livesae limitado cada um
los lados contendores a fazer a sua elei-
qSo em separado.
Finalmente, na villa de Pianc, provin-
cia da Parahiba, om 18 dn novombro, das 9
parB s 10 lions do dia, sahindo com sua
familia da sua hienda Caldelrilo o ci-
dmlo Eslanisli Lopes da Silv, foi assal-
lado meia legoa distante da pOToaeSo por
Amcrice.de Araoj Lima, seus irm.los Bo-
berlo e^Andr, o outros, que levemente o
ferlram com chumbo indo a halla matar
urna sua lilha de 13 anuos, que logo expi-
ro u !
Seguidos, emboscaram-se na Serra-do-
Carrapalo, tres leguas distante da villa,
donde, depois de um pequeo tiroteio com
urna diminua palrulha exploradora de pai-
sanos, evadiram-se, matando anda o cida-,
dflo Clemeulino de tal, que fazia parte da'
palrulha; seguiram para a provincia do
Cear, para ver se assim escapam as activas
diligencias da polica da Parahiba. Silo
mu frequenles essas fugas de urnas para
outras provincias, depois de commettidos
as suas divisas grandes allantados.
Huida ftdia.
0 flagello da moda falsa, nilo menos
aineac/idor para as fortunas particulares,
que para a riquezi do eslailo e sua prospe-
ridade, lom invadido diversas provincias
do impaiio e sua capital.
U govmo tem applicado attenirio muito
es ecial a este objecto, e em verJaae a po-
lica por toda a parta tem desenvolvido vi-
gilancia e aclividade ; s assim se p iem
explicar algumas diligencias felizes contra
esta especie de criminosos, semine lagazOl
c habituados a zumbar das pesquizasda po-
lica, anida mesmo nos paites em que se
acha mais adianlado este tamo de adminis-
tracfio Assim, na capital da provincia di
Baha foi apprelieudida una fabrica em es-
tado completo: os labiicaiiles foram pre-
sos, processados e depois alisolvidos por
una deciso do jury, contra a qual geral-
menle se prouuuciou a npilliflo publica.
Submeliidos a novo julginiento, por man-
dado da fttiajBjBOi sobie appellavo ollicial
do juiz de dii'eilo, i-ni vii unl.i da benelica
diaposnjao do art. 79 $ I.' da le de 3 de
ddzeuibru de 1841, liain linaliiieutu coii-
demnados.
Na provincia de S.-Pedro conseguio a po-
lica apprelieuder grandequantidadedn pa-
pel nioeJa falsa em poder de Jos Pinto
Kuiiles, dono o meslie do brigue Uom-t'at-
lor. Preso em flagrante delicio e processa-
du, foi por duas vezes declarado innocente
pelo juiy da cidade do llio-CranJe, nilo obs-
tante na ver da prnueira o juiz do diivilo ap-
peilado, por entender qua a' deciafio era
duna/la a evidencia, son lo susteulado es-
le [ ai o lt por accordam da ieiai;.o do des-
Iriclo.
Em junho passado, lendo a polica de-
nuncia de que alguns individuos ja suspei-
los e viga los se occupavain um passar no-
tas falsas, procedeu as diligencias necessa-
lias, deque esullouseren capturados tres,
apprelieiideudo-se no acto da busca apenas
duas nulas de 20,000 rs. da estampa falsa.
Em agosto, (oiu ii, cousuguo epprelien-
der em casa de um italiano da no ne l.aghi,
na ra de Senado, una grande porQflo de
papel anin lo sobre a chapa do fogJo, da
qual se pude salvar o resto que aiuJa nilo
eslava queimado, que demousirou ser o in-
cendio je una enorme porQilo de notas fal-
sas de 5,000 rs. c de papel anida n3o estam-
pado, que os moraduras (ancaram ao logo,
apenas piesenlirain a casa cercada pela po-
lica.
Proseguindo em sua diligencia conseguio
apprelieuder a chapa, a caixa de tinta de
imprimir com as competentes halts, urna
completa macliini do fabrico das notas e
algumas deslas ja assignadas. Acliam-se
em processo eslea reos.
Igualmente se lom capturado passadores
de olas falsas na provincia de Minas, al-
guns dos quaes rcspondciam ao jury.
1 ia/icu de Africanoi.
O trafico de Alricauos lem at hoje zom-
bado das diligencias coutra ello enprega-
das ; entretanto os comproinissos a que nos
adiamos ligados altamente reclaman! me-
didas prompias e ellicazes para reprimi-lo.
AlteudeiiJo ualureza do trafico, as cir-
cumstencias que o reveslem, as dilliculda-
des e eii.baracosde sua represilo, fcil lie
recoiihecur que para consegu-la he iudis-
peusavel distinguir quaulo a penalidado, e
sobreludo quaulo a louua do processo duas
pilases inulto diversas ae sua existencia, o
transporto e desembarque dos Africanos,
ou sua introdcelo uo paizj e depois sua
compra aos intioductores.
ngir contra estes os meios da mais effi-
caz repiessao be, alui de justo, porserem
ellos os vordadeiros autores do criine a seus
provucodores, la ni be a poltico, porque di-
viae os iuleresses protectores da impunida-
de, e procura para a lepiess.lo do trafico o
poderoso upoio da opiniao pubica.
Existe um projecte uesla casa, cuja dis-
cussoesta bastante adiatitada ; carece el-
le por ceno de importantes mudificacos,
que o governo prouielte sumelter a vos-
sa consideraijao.quaiido dellle vos oceu-
paides.
nenois do ultimo relatorio fiVam appre- que o processo nilo tivesse andamento por-
handidoa 96 Africanos em Nithroy, 73 na
provincia dasAlagas, e na baha do Itio-
de-Janeiro. nela polica da ciVte, 110. To-
dos elles filram declarados livros, e seus
serviros distribuidos, rio a particulares,
mas a eatebaleomentos pblicos, onde a
ana liherdade he miis'ellicaamenlo garan-
tida. Par* Iranaporta-loapara fura do im-
perio tem o governo prneurado prepararos
meios de vencer as difliculdades que ate
boje se tem opposto a essa medida recom-
mendada pela le, c reclamada pelo nteres-
se publico.
Diversas oulras apprchensps tecm sido
feilas, mas de menor importancia. Alguns
navios, porsnspeitns de se haver-m oceu-
pado;no trafico, teem sido igualmenta ap-
preheudidos, e em maior numero o s^rilo
qiiando. como de de urgente necosaiiUde,
lixardcs a competencia e a f'ma de julga-
mento deesa especio particular de apresa-
montos. As medidas relativas a este objec-
to se acham consigna las no projecto de
que cima live a honra de fllarVOS.
Adminislrnr'i da jusliri.
A boa administradlo dajustica he sem
iluvida, senliores, o maior beneficio, e lam-
bem aprlmeira necessi ladc das sociedades
modernas : della depen lem a g-guranca
individual o de propriedade, condiqflo in-
dispensavel para medrarnm a agricultura, 0
commercio c a industria, fontes reaes da
prosperidade de um estado e de sua civli-
sn(;:lo. Tenho as mais hein fundadas espe-
rances que ns legisladores brasileiros dardo
seria Sttencfln a este ramo de servCO publi-
co, promovemlo os mais importantes me-
lliorainentosqiie pos*sam salisfazer a ne-
cessidade, e realsar o beneficio. 0* organi-
lacdojudiciaria depende esscnciaimenUi a
boa execuc,'io das leis, e por sso convni
tratar constantemente do a melhorar, mas
s com aquillis alterac. experiencia demonstradas necessarias.
As mudancas que nossas nstitutcOei re-
clamavain, aconselharnm a adoptar talvcz
um pouco precipitadamente o coligo do
" rom seus juizes do paz
ii iiii \i |" */t-vili v^ -----------
que assiip impediam a execucHo das sen-
tencas, que os linham condmna lo ; e por
essa modo retardava-se indefinifiamenlo a
punicilo dos grandes crimes e seus autores
ou se evadian das nossas mal securas pri-
siles, ou nellas morriam esquerilos, sem
que ao menos dessem socie ladeo bene-
ficio do exempln. Entretanto a sua impu-
nidade se atlrihuia s leis. (piando nesles
c sosera seff'itoda falta de sua execu-
Cdo. Entre outros qu assim escarneciam
da jusiita conlava-se 0 famoso salteador I.u
cas, que por algum lempo foi o le.rror.o tan-
tas victimas f-z na provincia .la Rabia. An-
da hoje es'ariam impiinidcs seus crimes s
so esperasse o preparo do processo, que
desdeagostode 18V8hivia subido pan 0
supremo tribunal de justic. Por OUlro
lado os presos por culpas leves e os Injusta-
mente condemnado*. q" l)nr lli'1 sal>er,
ou pilo poler, deUevam de dar andamento
r.os seus proressos, delinhavam eternamen-
te as prisoes maldzeudo a legislarlo por
culpas que nilo tinha.
He necessario, pnis, antes de destruir um
svstema para exp-riinentar outro, investi-
gar se foi execuladorom Ipaldadee escr-
pulo, se he possivel melliora lo corrigndo-
llie os defeitos e removendo os emharacos,
que Iragam na pralica sua execuedo. So
assim s- conseguir ir molliorando o nosso
estado sem lutar com os embiracos, que
em Ingislacflo traz sompro a inuovr;lo_mes-
mo biia e necessaria. Entretanto o paizes-
pca.que nilo hesitois por sso en adoptar
aquellas reformas, cuja ii-ces periencia leuda feito recondecer.
Depois destas rpidas considerado*s que
apreciareis devidamenlecomo (ilhasdo la-
sejo de melhorar a adininistraclo do jnsli-
c.a, llvramlo a aoclodade de adusas, ou do
imperfeicoea que tornam Improftcuas as
leis, occuparme-liel das diversas autorida-
des a que esta incumbida a adiniiiistra(;ilo
da Justina criminal.
lury.
0 jury de urna in.stituic.lo, que garanta-
processo criminal com seus juues uo piiti Ujtiry ne urna insiiiuio,m, que butoiuii-
omnipotent'S, que s vezes llrmatam sualdo a liberdade, illustnopovo e pOirosa-
autorida le cin dous un l'OS votos aleanca-1 mente concorre para ennolirecer e acredi-
. u n i i ..' .4ni.nf.ll. 'I _____II. !...O.i- .Li \ 1 .1 .1 I I I I .' I '1 I. .
vain espi:riaiiiiiTiitr innn \.ay< i''n"'"- *.....
reforma era instantemente reclamada por
todos os ministros, por lodos os presiden-
tes de provincias, por lodosos parllos : a
experiencia tinha ulgado e cundemnado a
orgaiiisacdo judiciaria eslaboleoi la pelo c-
digo do processo criminal.
A le de 3 de dezembro de 18il pdz tor-
mo a una grande parte desses defeitos;
nelhorou consi loravelmente os recursos,
liminuioa perpetua e escandalosa impu-
nidade dos crimes de respousahilidado
acabou com os desvos dos jurys do aecusa-
Qo e iiiodicou pelas appellaves ollciaes
os de julgamenio; subslituio juizes dugos
por letrados e a escolda responsavel do go-
verno i ir/osponsivel de dous ou tres votos
descnilieri Ins
:\ilo de, porm, isenta de imperfeigoes es
sa lei, e quandu o fosse, nem assim dara a
dministracflo -la justiga a peif-ic.no, que
se encuiilra em pazes mais cullus e po-
voados.
Ha difliculdades por ora insuperaveis no
Brasil c que por mullo lempo llllode impe-
dir una a imiiiistragilo de juslici escoima-
dade todos os defeitos da anaredia, ou do
arbitrio : o lempo e a civilisacilo lulo de mi-
norar essas dilliculdades, mas quem espe-
rar de una lei remedio que cure prompta
e radicalmente os males, de que nos quei-
xamos, lera de viver sempre descontente
Um raz com a superficie de mais de
284.000 legoas quadradas e com urna popu-
laciio de seis ou menos do dez millioes de
habitantes( segundos clculos mais ele-
vados ) olTorece immensas distancias intei-
rauente desertas, quo as pessimas estradas
augm-'ntain e que nilo p lom deixar de op-
pr dillicullailes invenciveis a prompta e
regular administradlo da justiQJ.
Alm desses obstculos, que as leis nilo
p lem vencer e causam males, pelos quaes
nflo pdeui responder, outros lia filhos de
corruptelas e pralicas mal fundadas, cujo
remedio dellas nilo depende e cuja respoi-
salnlidade entretanto Ibes he allribuid.
Citarei pata exeinplo oarligu 100 da le de
3 de dezemdro de 1841, cuja disposiciio ter-
miiiaiite e-clara quer, que o julgameiito nos
procesaos crimiuaes nilo se demore por
falta de sello o preparo. Entretanto a ma
iutelligencia dada por uns a esse artigo e
a incompleta execucilo de outros, lizeram
que apezar da lei imiuonsos procesaos cri-
mes se deiuoiaSsem por annus sem julga-
mento por nilo eslarem sellados ou prepa-
rados !
O aviso de 27 de fevereiro de 1819 fez dar
andamento no supremo tribunal de juslica
a 180 processus crimes, que estavam para-
lisados em sua secretaria. Na relacAo do
llio -de-Janeiro, osen presidente ja anterior-
mente seguia a platica de nflo retardar os
j(ligamentos dos processus crimes por taita
de sello ou preparo : uo foi por lano all
necessaria a disposiQilo do aviso maudido
executara lei ; mas, anda assim, por om-
missSo du litigo secretario liaviaui 184 pro-
cessos crimes instaurados no espado, que
decorro desde 1820 al 1845, parados por
u.io daver que-.u soticilasse o sou anda-
monto.
Os reos condemnados morto ou a gales,
torminissem. Ape/ardetlo prudente a I-
vertncia, o cdigo do processo criminal,
votado e sanecionado apenas mo anuos de-
pois da constituidlo, cntregou ao jury a de-
cisilo de lodosos crimes, por maior qua
fosse a sua gravidade, qualquer que fosse a
sua nalureza, exceptuando sonante as n-
frarcisde postoras o os crimes de pena le-
vissima processados policialmente ) r.i-
aultido f.ii o que se devia enerar o a ins-
UtuiClO, que l'.z a gloria ili Cr.V.-Br tanda,
comecon logo enlie nsa desacicltar-se,
e p irlal forma, que se continuas.se ni mes-
ma progrosso, dentro n.n pouco esttria
completamente perdida. J.-iram-se os re-
latnos dos ineusantecessoies, mes.iio da-
quolles ministros, que perto.iciam opi-
- nido poltica infensa lei da reforma o ver-
se-da conlirma.lo o que lie dito.
Tirando ao jury o conliecimento dos c i-
m.-s de contrallan lo e d responsabilidade,
enmes em que os jurados raras vozes acha-
ra m provas bastantes para oonlo inriol i
dos reos ; idmiltindo recursos cintra as oe-
c Oes, que ao juiz do direlo presidente do
triliunal parecessem evidentemente con-
trarias as pro** ; acaban lo com o jury do
acensado e cercando os protestos por novo
julgamento, que quasi sempre ac.ibavam
pur inuuceiitar os criminosos, que acaso
encontravam juizes justireros, a le de 3 le
dezembro diininnio os inconvenientes .lo
jury e por consequencia a rpida progres-
ado de seu lescrc.iito. lio indis;ensivel,
para que a instituidlo posai melrar entro
no* O a justici sejaadministrada com algu-
ma regularidado, que o jury pur ora nao
Cuntiera de cortos crimes, como a miela
falsa, a resistencia seguida de violencias,
os grandes allentados o especialmente os
coimnettidos nos limites de diversas pro-
vincias, ou as Ironlelras, a tirada de pre-
sos do poder da justica c outros crimes em
que urna repressflo mais prompta e mais se-
gura e urna responsabilidad-. mais efilca?.
nojiilgador sao de evidente necessidade.
Tal vez mesmo a maior ou menor popula-
cho das diversis localidades devese influir
sobre o jury e suas altribuiQoes.
Nilo fallar quem diga, que assim se pre-
ten le solapar a inSliluicSo, mas esses se li-
verem tlguma illustrai;lo, anda em peque-
o gio, liflo de recondecer ( em sua cons-
ciencia ao menos) que o meio de firmar
essa iustltuicSo de torna-la til e evitar-lhe
as occasies de complctamenle desacredi-
ta r-se.
Esta medida e algumas outras, quo me-
Iburein o jury e com especiad lado o modo
defeituoso porque silo subtituidos os jui-
zes. que lallam, ou silo dispensados, cei la-
mente devero concorror para melhorar a
adminislragilo dajuslQa.
Us inappas dos julgainenlos criminaos,
que actualmente sdo remellidos a secreta-
ria de estado dos uegocios da justifja, con-
teui immensas lacunaso de algumas piovin-
cias nao s.lo remellidos, de surte quo pou-
. os oleineulos estatisticos fornecem, para
neiles so assentarem refrmas cuja neces-
si lado se sanie. Um quaJro comparativo
das coiidemuacOes e das absolvicOes por
sentencas do tribunal do jury s
s reos condemnados a mono ou a gaios, aeniei^i. u ""--- T.T;;.' .
com consceiiciadajusucada decisu, i- prova convincente da ul"'^ ** '-
lerpouo o recurso do revisla interessavam I que proponho | de, porem, impoasivel faze-


lo perfe.to. Todava dosses mesmos map-
ps incompletos, que existem, liram-se
lacios que convenceni da necessidade de rc-
torma
Ni provincia do nio-de-Janero/onde o
jury n;io lie dos mnia indulgentes, do 118
reos, qui julgou em 1817, absnlveu 101 I
Km 1841jiilf,'am-sena capital da provin-
cia da Kaiiia 89 rua, dosles fram absolv-
dos 49 o dos crimes pi rlencontes ao anno
de 183 julgou I00roeabsolvfu67. No aji-
no de 1848 julgou 69e absnlveu 41. No mu-
iiicifio da crtrle no mesmo annofdram 54
reos levados 10jury-e 48 fram absolvidos.
Finalmente no 'momento em que escrevo
Idilio presnteos mappas dos mines julga-
dos pelo jury em 1848 Da Corte, as piovlu-
cis de s.-Pedro, do Rio-Grande ta-Calliarioa, SAo-Paulo, Min.-is-Ci'i-u'.s,
l;io-de-Janeiro, Kspirilo-Saulo, Babia, Ser-
gipe, Alagas, nio-Grande do norte, pr,
l'iauhy, MaranhSo, Cera e Pernambuco e
delles cons'a qunem 802 reos julgados, f-
ram shsolvidos 529 .'
Rales dados eslatisticos, posto que "mper-
felos, .silo prov mais que sulTicienle da
nimia indulgencia do jury, que awitn nflo
pouco vai concurren lo paia essa im uuida-
de, que lodos lamentan, mas cujiis funestan
cmisequenciag silo anda tois graves, do
que milite pensam.
Juizet de direito.
Os jtiizrs rio direito. aqiiein a nossa legisla-
cao lein eonliado io Importante! attribuircs,
e que nao piidem deixar de as trr, e ilc rsercor
alcui disso grande influencia, mio boje redu-
zidos a urna condiciio lio subalterna, que mal
piidoiu corresponder sua nnporlame m-sao
Mclliorarsuasortr, assegurar-llira a Indepen-
dencia e nni-|m aliara de suas iiuucej
conslltiirm una rondic.io essencial de qual-
quer melliorainenlu, que se emprchrmia na
admioltlracao da jnstica. lie. pois. Indlinen-
savel declarar, que s as rolarnos Ihes pdein
formar culpa ejulga-los: aeui laso uo lia juli
de direito independente, neuicoina necessaria
geienidade para cnnlicccr da responsabilidad!'
dos empregados pblicos de todas as classes,
e inlervlr no jnlgaiueiiio de todos os ouiros el-
dadnos.
Infelizmente nao be possivel annullar o di-
reiio de remover : os lioinens pralicos de todas
as opinies bao de concordar nesta verdade.
Convm. pois, limitarme-nos a restringir o ar-
bitrio ua< rcinoces, e sobre ludo a faz-las
menos onerosas esensiveis ao* removidos
. Conviii igualmente, sem ferir os dircitos, e
mesiiin o nobreorgiillio de urna classe to il-
luilrada c importante, afasia-la qnanto fr pos-
aivel dai lulas e interesses polticos; e nene
svnlidoassim como no de firmar sua iudrpen-
cia lie iudispensavel esiabrlecer o principio de
.-niiguiiladc, nao como o nico, mas como o
principal regulador das promores, conside-
rando para ellas os serviros prestados na ma
gistratltra e nao em mu (i, enipregos e com-
niis'es. Astim e s a-siin os juies de direito
lerio interesse em servir cllcclivamciilc em
anas comarcas, e fin nao procurar commisses
albelas magistratura, cunscguiii Jo-.e por
este inflo, que srjan inais Ilustrados as ma-
terias de ana profissao, e <|ue os povos lenliain
juslica un Unir administrada.
i ni i:,i! i live a honra de ser chamado para o
ministerio cxisliam 58 juies de direito ausen-
tes de lual comarcas. Ora, sendo elles 1-17,
segundo o mappa aprrsenlado no relatorio de
1817 (sem contaras vagas) esiavam dous quin-
tos dos juizes fura de srus lugaics!
lie iudispeniavel remediar este mal, mas de
ceno todos os esforcos terfio baldados se se nao
adoptar a medida proposta ououiras que pos-
.- un conseguir onirsmo resultado.
I.einbrarei que asgratiiicaces ligadas ao ex
rrcicio ifrto lambeni um mel rlflcaz para ob-
ter a desojada residencia e elleclivo servieo
dos magistrados.
lio para lamentar qute as nossas circuinslan-
cias Bnanceirat mo permiltim remunerar os
nossos empregados, e especialmente os que ad-
ministran! a justica, i "ni a liberalidae que
neonselha a boa poltica. Naofalla qiiem enu-
mere entro as causas, porque a Graa-lirelanha
lio Im in servida, a independencia em que col-
locaiii os seus empregados, os vanlajosos or-
denados que percehem.
Os nosiosjuizes de direito na mor parle das
provincias recebem apenas 1:200.000. I:4II0,UC0
o 1:000,000 rs. de ordenado, sendo obrigadosa
percorrer varias vezes no auno longas distan-
cia* para presidir as sessoes do jury) lie neces-
saria dedicaro inais que ordinaria para cum-
plir coin piobidadc c zelo d'everes Uu impor-
tantes, cilio mal retribuidos! I'or is>oilou>
quintos dos tutes de direiio se conseivavam
na poca acuna rcfeiida fura de seus lugares,
e be lurcoso acreseenlar que os outros, leral-
nifntf tallando, uo perdem occasio de fugir
onerosa, mas importante ailnbuicao de pre-
sidir as (eSaOes do jury. Na proviiiciado io.
de-Janeiro, de :ill esses que tiveiaui lugar du-
rante o anuo de 1848 s 12 fram presididas por
jtii/os de diieilo Que de males incalculaveis
nao devein resultar de seren as presidencia*
do jury auliu entregara a substituios umitas
retes leigos c igiioiaules I
Ktilielunlo le aos juies de direi-.o, alin do
ordenado, te marcaise urna gratilica;aij inhe-
icnleao exeicicio, c inesmo em certas cnnur-
cas ajudas de custo para as viageus uecessarias
para presidir s sessocs do juty, estes incon-
venientes des.ippareceriam, uu pelo menos le-
liain cotisideravelmeiile diminuidos.
Kxisteiu no imperio 124 juizes de direito en
minar*, cujoa ordenados soiutnaiii 2U9:H0,U00
rs o que d l:ti8i,290 rs. para cada um. Se
oSM marcado o ordenado de l:200.0UO rs., e
entro tanto de grntiiicacao pelo exercicio, a
despeza subirla a 297:000,000 rs..leudo,prtan-
lo, iiiguieutada em 83:500,000 f.
Pareco-nie podar assegurar, queassim bein
]ioucis m'i mu as comarcas abandonadas aos
sub titutos, e raras as leses por estes presi-
dida!. Knlrelauto um criinc que li pie impu-
ne, un falso nn.i! ii n, que zumbe do> iribu-
nari, pinte cuitar ao paz muito inais do <)ue
essa quaulia, que sobrecarregaria o oicaiuen-
lo da despeza para melhorar a adiuinistracao
da justifa.
Francisco leSalles psra Principe-Imperial,
Francisco da Serra Cirneiro para Alto Ama-
zonas, Francisco Marianni pata Cvaleuito,
l'ulicarpo Lopes do |,p,1o para Chapada,
l.covigildodeAtnorim Filjiioiras para Sen-
to-S, Jos Antonio de Olivcira e Silva pa-
ra Floros, Antonio Duarte Novaes para Por-
to-Imperial, o Jos Nicolao Itigueira Costa
p ira Garanbuns.
Todos estes juizes foram despachados
coin a condicSo, a que se comprometiera a,
de partir para suas comarcas.
D alguns j tenho noticia que eslSo ser-
vindo : ostros, consta-me que estilo em
viagem, ou se proparam para ella. Nilo se
limitaram, porem, a recommen lacteseins
tancias os esforros do governo ; para evitar
os pedidos de lugares, rom a intencSo de
os iijlo servir, resolveu-sp, em dala de 28
dejullinde 1819, quo na secrelaria so nflo
expe lisa*) caita os juizes do direito nova-
mente nomeados, sem que primeiro apre-
senlassem certijflo do posse e exercicio ef-
feciivo, expedindo-se, portanlo, aviso,
quandoso nomeados, para serem admilti-
dns ao exercicio independente da caita
Contesta meJi la estou cerlo que acabar
o abuso de se podirem lugares para se nflo
exercor, e s como mcio Je ser juiz de di-
reito. Desde j se, vji colhendo a vantsgem
de oliler juizes letrados e bons, otn comar-
cas quo nunca ou rarissimas vezes os li-
verain.
No sentido de auxiliar eslo pensamento
por avi>o de 5 de margo de 1849. recomtnen-
tlou-se que nflo conlinuasse o abuso de li-
ongas com ordenado inleiro por mais de
seis inezes, como era fret|uente concede-
rem-se, adespeito da lei de 24 de oulubro
de 1812, arl. 93.
Usgistrados havia que conlavam a maior
paite do seu lempo de servieo em licencaa
com o o.'denado inteiro. Nada be mais dilli-
cil do quo evitar abusos nesta materia : um
"los meus antecessores por SSOastabeleceu
Como regra negar setnpre licenca com or-
den altn de me nao parecer legal, iiem sempre
seria justa.
Com idntico fin det rmioou a rosolucflo
deoonsultade u dejulhodet849, coin mu-
meada em aviso de 12 do mesino mez, que
as lioengascom vencimenlo nflo podessem
preceder ao exeicicio. Kra este um abuso
quo tilo frequentes vezes se repela, que ia-
se tomando re{ra.
Kat*8 duas medulas muilo dimintiiram
os abusos ; mas as gratfleactes por exerci-
cio e ajudas de custo para viageus, e o tles-
conlo na ntiguiiaile, quando as liCeneaS
excedam cortos periodos, silo a meu Ver o
meto mais cllicaz do fazer que ellas s se
pecam, e concedam em prsenos do neces-
sidade real, e nflo por motivo* frivolos, co-
mo nflo poucas vezes acontece.
Com o intuito de tornar menos onerosas
as remocOes o aviso de 4 do novembio de
1848 declarou que os juizes de direito nOrt
lirassem carta, servin.io Ihes para Ululo a
copia do decreto de remocHo a resolueflo
imperial do 8 de marco do I89 os declarou
isenlos do sello proporcional, qua nflo pou-
C) gravoso era para um juiz militas veza
removido pira lu,-ar menos vanlajoso.
Anula outra vez, senhores, reconmen-
darei a vossa attenofio esta classe importan-
lisstma de servidores do esla.lo. I)ar-ini>s a
independencia, deque lano careccm para
tlesembaracaJos exetcereui as funcciies de
que estflo incumbidos, livra-la quanto for
possivel do arbitrio, o ao mesino lempo cor-
lar por todos os abusos que lite desbotam
obnllio, beem meu copceiio a sua grande
uecessiJade.
U governo, em cxecugflo do arligo 115 da
le de 3 tie dezembro de 1841, extingui
quatro varas eiveia, de soito que aciual-
meiite apenas existem onze juizes do eivel.
.''iiiiIiiiu ir-se-m.,
>2<
servieo Ibe cotnrTete como chefe dn balilbJo,
e cont rjne as Vine, da sua parte o apoto preciso para a boa
execucau das meainai ordena, vista a dedica-
fo com que ae prestam a favor da ordein pu-
piiea enea ofnciaei que por iaso me merecem
coolianca.

WM DE PERNAWHJI).
kccifz, 92 se rtvtnrmo di 1SS0.
Temos i vista peridico e cartas da Parahiba,
os quaei alcancain a 18 do corrente.
Os nossos irmaos parabibanoi conlinuavam
a presenciar os eslragoi folios pela febre as
tripolacdes dot navios estrangeiros surtos na.
quello porto, segundo o silesia O seguinte ar-
tigo da Urdem de 14 deste mez.
A febre contina a grasiar a bordo doi na-
vios estrangeiros, quasi sempre com funesto
resultado.
0 Sr. medico da sado deu como desinfec-
tados dous navios, em que ella se havia aprc-
senlado, pelo que se approxiinaram para car-
regar; porm, estando um delles pranxa e
recbenlo carga, c oulro encostado, recoiihe-
ceu-se que a peste conliuuava a proslrar as tri-
pol.n;oes Nao sanemos o que pensar sobre el-
le fado, e se o altribiiamos malicia, ignoran-
cia ou pouco zelo. Apenas chegou ao eonhe-
ciinenlo do Kxin.Sr. preildeule esta oceurren-
cia inaiidini retirar os navios, e p-loi em ao-
va i|ii n enlen i.
a Kra grande o clamor contra a proxiinida-
de dos navios; porem os inltmiadut. sordos a
nada altendiam, como se elles e suas familias
fossem invulneraveis.
Taiubem prohibi o governo o abuso de
laucaren! ao rio os cadveres dos marujos em-
pesiados, que teiu feilo o povo repugnar a
compra de peixe em grave prejuizo dos pes-
cadores e pobreza.
Km Ierra anda nao se m.niU-star.un as tr-
ines, e lentos esperaue de que os nnuracs
uadasoll'rain.
t.iiiauo aos facciosos, eis o que refere a ga
zeta citada no mesmo numero em que se
capa das 'febres, que elles vao apparecendo
em varios pontos da provincia em grupos qua-
si insignificantes, sendo s emprc batidos e dis-
persados pelos legalistas.
physlca d genero humanona goraeflo fu-
tura.
A pesie principia j seus estragos lerri-
veis na provincia de Pernambuco, e bom
ser que nflo invada ella to las as demais
provincias do imperio! lastimamos sobre-
maneira que naquella provincia os mdi-
cos nflo teuliam ja cstudado e adotado a hn-
mceopalhia para a pralicarem com o mes-
mo feliz xito que havetnos ttdo nesta nos-
sa capital, e sobreludo nesta quadra de de-
sasir o duranle u na epidemia aterradora!
Diosseja com aquella como totn silo com
esta provincia e l c c sori a homreopitnia
em algum tempo aceita e praticada como
nica medicina n'arte de curar proficua e
certa.
Ilabia eessa de sade-rua da Preguica,
21 de Janeiro de 1859. Dr. Lus.
Correspondencia.
O governo tem lomado as medidas que
podem concorrer para dar s comarcas jui-
zes de direito, coin urna perseveranca, que
s | oder bem apreciar quem tiver ti do ne-
res.-iilade de lutar com h lenacidade dos
pretendenles. Coin estas vistas entendeu
que nflo deviam ser despachados novosiui-
zes lenflO para aquellas enmarcas que i o
sus posicRo menos favoravl, nflo eneon
Iran dexlre os que j se acham admittidos
n i claSM queaj as queira ir preeneber. Ao
principio os pieleiidenles as recusavam
qticrendo todos comecarpor comarcas boas'
Foi necessario rm verdade empn-gar nflo
poica lirmeza para suslenlar sem conces-
sOes essa lula incessanio contra os interes-
is dos aspirantes aos lugares; parece-m*.
toim, baver-sepor'lim conseguido algn!
esullailo, e os nicos juizes de direilo no-
vos quo leem sido despachados aflo os se
guiles: Verlato llaudeira Duarte p,ra
Cuyaba, Igicio Fiancisco Silveira da Mol-
la para S -Goncalo, no Pianiiy, Ulam.el Jan-
sen Ferreira para Paslos-Unus, Jos or-
berlo dos Santos para l'a/una, Antonio
ACAGUAS.
Extracto lo ix/edienl do Exm. Sr. presi-
dente r. Jas Uenlu da Cunha Piyueiredo.
18 DE JANEIRO
Oflici i. Ao inspector da lltesouraria da fa-
enda, iratisinutindo-llie o ollicin do capilo
do pono, para que o tome em consideraran
mandando pagar ansecretarlo interino da ca-
pilania Claudio ta Valga c Silva os vencin-u-
tos que Ibc cotnpctireni desde 0 de dezembro
nliiiuo em que rol noineado no linpediiueuto
do elleclivo Anuliiio 'lavares de Mocado,
Dito. Ao capilo Jos Apolinario de Faria,
(etcriuinaiido-lhc que alin tas armas t|uc
tem, exija .'10 do capitn loaquini Aurellano dr
Gustuao I i'i.u i, e 20 do capitn Francisco Jos
Larrea, e arme os cen bomens que se ordenou
conseivasse no faso-de-oiniaragibe, al se-
gunda ni de o i da presidencia.
Dito, Ao director geral dos Indios, Jo
llotliigues Leile Ptiauga, traninittiudo-lhe
por copia a iutbrmacaa que deu aconudoria
ta fa/enda em virtude do exaiuet|ue procedeu
nos documcnlos que lemelleu, os quaes se I lie
dcvolvem, aliin de que os reloruie conforman-
ilo-se com a sobrediia infnrjiacao na organi-
sicaotlos prets, ludias e inais papis tendentes
a legalisar as despeis leu carga no presidio
de Jacuipe.
Dita. Ao cncarrrgado do deposilo de arti-
go! bellicos, para entregar ao lenle Manoel
utios de Souza, aflu de levar a > lenente-coro-
ni I commandaule do segundo batalhlo de
guardas nacionars do inuuicipio de Porlo-de-
Podias, 50 espingardas, outros lautas eorreia-
mes, dous milcarluxos e 10U podras dr ferir,
Dilo Ao i apila i do porto, para mandar
prestar um dos escleles da capitana ao servi-
eo da polica cucarregada ao subdelegado de
MragtuL
Dito. Ao vice-consul de S. M. Uriunnica,
Iransmitliudo-lbe por copia o ollicio que en-
viou o chefe de polica, por onde vera riiiej
Im im dadas as providencias tendentes eluci-
daran duatlentado deque trata em seu ollicio
Je ; l do crreme.
Portara. Nomeando para lente da pri-
meira coinpaiibia do teguudo balalhao de
guardas nacioiiaes de Porio-de Pedias a Manoel
Nuiles de Souza.
Ollicio. Ao lene lile-eni miel imiimii imlante
do segundo balalhao de Purto-de-1'edras, para
q-ie declare se se conforma com a prnp.ita
t|uc se Ibe remelle do capilao Jos Apolinario
de I-a 11 i ..iiiiii de que soja quaulo antes appro-
vada pela presideucia.
Dito. Ao mesmo lenente-coronel. l\e-
ineii.i a Vine, pelo lenle Manoel Nunes de
Souza50 granadciras, outros lanos corielanie
e dous mil c.rluxos, alim de ajudar a armar os
guardas que llieordeuei pelo meu ollicio de 14
do corrente que aproiupia se para inarcharrin
tjuanlo aos capilaes da segunda e letceira
compauliias, ht ceito que ae acham encarie-
gadns do ordens positivas que pela urgencia
Ihes lenho dirigido directamente, e agora ni in-
di i-os destacar em Laiuaragibe al segunda
ordein, mas lenho Ihes iccouuuendado que
presum a Viuc a obediencia que na ordein do /
Srnhmei redaetorr*.-Os males por que temoi
passadn uestes jininzo dias ltimos, teem co-
mo que adormecido tollas as classes da soeio-
lade. O cotninercio est esmorecido, as arles
parausadas. Todos lomos gentes doeutos om
nossa casas, ou de nossos prenles e amigos ,
militas lei-ni visto passar rpidamente dosla
para ou ira vida pessoas que Ihe so mu cha-
ras. S os demandistas nao teem dado tregua
as suas demandas, e alguus se leem aproveita-
dn da inoletlla do oulros para calcarem sobre
elles e tirarrm resultados do estado de lorpor
que tal, senhores redatores! Os portadores
passatucoui aules a par da Exlroina-Uncaopui-
irais despacham peiicoei e priucipiam novas
causas, euiliiu para poucos o furo esta parad >,
aopassoque oulros aproveilam-se da apalliia
c perseguem desapiedadameute seus adveraos I
Ser osla gente de outra raf.a .' O'unde vieram
estes tigres ?!. ..
Sruhures redactores, queiram inserir estas
linli.is do seu assiguanto.
anli dcmanditla.
a^asjjpajB
H'nbliciica u pedMo.
HOMCBOPAiVHIA.
PltOPACANDA.
I.XI.
Anno 2.*
I'inis venit, venit fins !! !
[Ezicliiel, cap. 7. vv. 2.* 3.)
Dr. Lu e J. V. Marlint.
rABl DESEN-O.IN0 DOS IN'CKEDULIS
Occasio preca.
Era agoranesta actual quadra em que
urna epidemia motlifora Cfffaodo lanas vi-
das preoinsas veio dar nesla cidade maior
impulso e quasi geral aceiiucilo bomfeo-
pathla afeitando dest'aite o maior odio de
todos os mdicos allopalbas, pontos verom
boje preferidos para o tralamento dos do-
entes accommettidos dessas febres reinan-
tesoa agora, dizemos, que o F.xm. Sr.
presidente da provincia, Iflo incansavel co-
mo tem sido em tomar todas as providen-
cias bem da humanidade a populaco af-
ficla tiesta citlaile, se pnderia por urna vez
convencere fazer desengaaraoi incrdu-
los cerca ta superioridatle da nova sobre
amiga medicina como syslema de curar no
tratameiito tas molestias.
0 F.xm. Sr. p'esidente ssitn como jeiig-
nou a grande casa do hospicio de Jeruta>
lm para recebimento tos doentes Miran-
geiros alTeciados da Habr epidmicano-
ri ean lo u i.a commissiTo de mdicos allop.
ilias if entre os thaisconceitua los para o cu-
rativo Jos mesmos,a Ihesproporciouou todos
os meios necessarios ; assim lanb-ni cimo
urna co nissflo de mdicos hornee ipalh s-
doutoios um mf.iu-iiiu--t-ii.-i.o os oulrose
de publico enaceito como elles--adre.le no-
meada e coin iguacs proporfes para se
Ibes facilitar todos os meios por elles pro-
poslos e exigidos, seria nesta occosiflo ca-
lamitosa o servieo mais impoitante o de
maior ultli latle para a mesma popul.icflo,
porque os mdicos lioniajipalliasprovan,im
entilo ao governo quecom sen clurlata-
n Sino -cuino di/eiii os Sr>. allopallits- cu-
ram tres vezes mais molestias, que a allo-
palhia com luda sua impostura de privile-
gio e grande wiencia de apalpadellas.
O povo quer lacios, senhores, e elles ahi
estflo bem patentes, bem claros : conlai os
vosxis mu tos, eoniai os nossos ; cumpa-
ra com o numero dos vossos doentes ea-
preaentai urna estaltstica--e eulflo nflo Cu-
ris alarme quando um ou oulru doentr
ptir motivos as mais das vezes inleirameule
alln-ios a .litiiini'.ipalliia, Cllegs a fallecer
en lala metilo com as dses liiiiiiinas- que
vos bebis impunemente poim que to
ii s no lempo propollais que ellas envene-
na ni /.'.'
Anda em convalecenca. aomelhante ao
Lefio quesollYeu a mlo pesa la da molestia,
que sem frcas olha para seus adversarios,
li a Tolerancia dehoje 10 de Janeiro, e dei
com o parecer da commissflo de sade pu-
blica, no qual ludo o que o publico achou,
he um triste plagio de minhas Jeias capi-
taes, sobre a epidemia actual, e alguna
meios sanitarios capazes de a obstar ; e em
vez de nollo se fazer meneflo honroza de
meus es-Torca pela asIvacHo publica, ao
contirio noto urna censura a ex-nlli.-io da
commissflo, contra os chai lalfl-s nacionaes
eesirangeiios, que exeicem a medicina nflo
oflicial, a dcspeilo das luis c em face do
governo .'
Ku nflo i osso crrtr, que urna allusflo dia-
tribica, tflo injusta o mal merecida possa
sara niim lancada, por meus honrados col-
legas ; porem medico liotru!0<>atlia nesta
ciade, como muito me honro de sjr, nflo
devo passar em silencio o ultimo peiiodo
tlaquelle esciipto, em que so fulminados
todos os melbodos da corar, eslranhos
disciplina da anliga escola ; e ogoveiuo
que os i til era .'
Fu siiilo muito inilmamente n'alma quo
pessoas 18o graduadas e de tanto mrito,
como os dignos autores desse parecer, as-
sim se hajam exposto a censura de igno-
rantes da legislacflo dn paz, em punios de
tflo commum conbecimeuto, como estes;
de que 5^* o medico urna vez graduado,
est no direito de exercer I Calcina, por
aquelle m-lhodo ou syslema, que mais ra-
soadoe prolicuo a humanidade Ihe parees,
tomando sobre si i respunsabilidade do
mal, que porvenlura i ossa havrr.
Quem deu o direitu aos nobres membros
da commissflo, de exereerem a medicina
como a entendem, deu-m'o a mim igual-
mente, com as mesmas regalas: chamar,
pulanlo, a um doutorjem medicina clmla-
tflo, he nflo conhecer o valor das palavras,
he urna inconsideraeflo muito mal cabida
na bucea tos | Ims Srs. Drs. Antonio l'o-
licarpo Cabral, Vicente Ferreira deMiga-
Ihfles, Salustiano Ferreira Souto.
Ku j trillando do valor desta palavra
(cbsrlttio) em reprimenda a algu^m, qui-
en, que bem a mereca, exuberantemente
deuionstroi que, se charlatanismo be a im-
postora, segundo delinem os nossos bons
plnlosophos, a experiencia e os Tactos pr.i-
vam, que os veril ideins e ncarnados chir-
lalfles, estflo mais com a allopalhia, do que
co.n os que seguem commigo as doutrnias
de llahnemann. As innmeras vidimai
na actual epidemia, que team suecumbido
aCQflo dulorcaa da lanceta, bichas, custi-
cos, e ao que mais, Heos eterno a totlu-
ra dos f^ bolos de (almatoria, como an-
lemelico e revulsivo, provam luz de to-
lla a evidencia, a exactidflo dos vossos
meios, o conhecmento que tendes vos, se-
nhores, da sciencia de curar.
Mas, Srs. Drs., em lempos passadns, em
guacs apertos, disse o velho Salustio,
faco de boma, que palavras nflo adubam
sopas; e o inesmo digo eu agora : sea ver-
dade pdc resultar da prova inconcusas dos
fados, para que gastar lempo e paciencia
com vflas palabras? O governo, porgeme
nao da um hhsmul, ^cotilo llie eu pedi, nflo
para tirar disHr' algoma especie do lucro
material meu ; mas para reduzir a questflo
a fados ; provar sem replica, onde est a
impostura; provar quem merece o afren-
toso epitheto de cliarlatflo ; e reduzir a al-
lopathia, ao que ella realmente val, que
he a bollos de palmatoria.
O governo, estou bem certo, que nflo sa-
tisfar a este desejo meu, como j o nflo
salisfez ao meu honrado rollega e insepa-
ravei amigo Joflo Vicente Martina ; porque
o governo infelizmente nflo quer senflo ou-
vir-vusavs, castres mu veoeravesca-
pacidades medicas iuglezas ; mas, aenhu-
ros, ao menos, porque nflo viris qualquer
tle sos, ou lados Iros reunidos, ou toda a
vossa Ilustro e collendssima corporaclo
imprensa a discutir commigo s. estas ma-
terias nos termos de semina ?
I'aia qoo me lia veis de Injuriar dianle do
governo da provincia, scm'voscu merecer,
quando lora n ais digno (levos, tle vossa
posieflo, de vosso carcter de mdicos Ilus-
tres, aceitar o duelo uobre e cavalleiro
para que vos chamo?
,. 0r. Mello Moran.
li ilna, 20 de Janeiro de 1853.
>.ovimcnto do Porto.
iVarioi tnlradot no da 22.
Terra-Nova 28 das, brlguc Inglet Quen, ae
206 tonelada!, capilo Jobo Sgnarey, equlpa.
geni 13, carga 2,547 barricas de bacalhao ; a
Le Urelnn Schranini & C.
Porto 38 dias, litigue portuguei Ain-finoel.
/. de 108 toneladas, capilo Jos Francisco
liriieirn, equipagem 20, carga gneros da
p.ti; a Manoel Joaquim llamos o Silva. Pas-
sageiros, Manoel Ferreira e Hartboloinco da
Cosa Moura, Ponuguezcs.
lllia-da-Assiiiiipcu 7 dias, batea ingina fro-
ihu, de 229 toneladas, eapilo T. H. Lerr.
equlpagem 13, em lastro : a Le Bretn
Scbrauun U C. .
Navio tahido H* intimo da.
Em ctiiomissao Escuna de guerra Linloia.
coininandaiilc o pillo Joaquim Alvea Mo-
re ira.
OoMmufiio.
Arribou a potaca sarda t'nio, que sahuma-
ra Genova a 15 do corrate, por Ihe tor mor-
rillo o capilo, piloto e dous niarinhriroi.
wmm
EDITAES.
(Correio Mereantila liahiaj
COMWEHCiO.
-- 0 lllm. Sr. segundo escripturario, aer-
vindti de inspector da thesouraria da fazen-
tla provincial, em cumpritnentd da ordein
do Exm. Sr. presidente da provincia de 14
do corrente, manda fazer publico que, nos
dias 12,13e 14 de marco prximo vindou-
io, Ir a preca, peranto o tribunal admi-
nistrativo da mesma theeourar para ser'
arrematada, a quem por menos fuer, a obra'
da c.iniinuacSo do cea denominado Ha-
mos, sol as clausulas especiaes abaiXO<
transcriptas, e pelo prec,o de 11:3*5,000 rs.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rcmatiicflo eumpa'ecam na sala das sessOes.
do sobredito tribunal, nt>sdiaa cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandnu allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda
provincial de Pernambuco, 15 de fevereiro
de 1850. 0 secretario, Antonio fmeira
d'Xnnunciacio.
Ctauulai especiaes da arrenatac&o.
1.' As obras da cmii uuacac do cae* de-
nominado llamos sero fetas de coufjrmi -
dade com a plaa e orcamenlo nesta dala
apiesentados ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo pieco de 11:383,000 rs.
i' Esla obra ser principiada no pra-
zo de dous inezes, e concluida no de 7, am-
bos conformo o artigo tO do regulameraVx
dasarremalacoesde II dejulhode 1843.
3.' Os paga me n lus ti j arrematadlo s -i-
rflo l-i los segundo dispAe o artigo 15 do su-
pracitado regulamento.
4.a Tolos os maleriaes serflo examina-
dos pelo engenheiro antes de seren empre-
gados, e, approvados, lavrar-seba um ter-
mo em que assignarflo o engenheiro e o ar-
rematante.
a 5.' Para ludo mais que nflo esliver de-
terminado as'presentes clausulas seguir-
SC ha iiileirauteiite o que dlspO O inencio-
nado regulamento de II de julho de 1843.
Itecife, 13 de fevereiro de 1850. 0 en-
genheiro do termo do itecife, Jote Mamtdo
A Ivs Ferreira.
-- A cmara municipal manda fazer pu-
blico, par-i conhecimento e execuc,3o de
quem comp. lir, o ofllcio abaixo transcrip-
to, do Exm. Sr. presidente da provincia,
em virtude do cuja delerminaeflo tem or-
denado ao fiscal do bairro da Roa-Vista o
ciimprimeiito das posturas na parle relativa
ao mesmo odico.
E para conslar se mandou publicar o pre-
sente. Paco da cmara, em 22 de feverei-
ro do 1850.Jos Camello do Revo Horros,
pro-presidente. Manoel Feritira Acaule,
secretario interino.
Communicando-mo o engenheiro do
termo em ITIcio de hoje, que enlre o caea
da ra da Aurora e o terreno firme existe
um alagado, que se nflo fr atterrado a
tempo de ser fechado o caes, vira a tornar-
se nocivo nflo s a obra do mesmo caes,
como atoa sade publica, ordeno a Vmcs.
que ileii-m as suas ordena para que os seus
liscaes intimem nos propietarios do refe-
rido terreno, que tratem de atterra-lo den-
tro do prazo de dous mezes, sob pena de
p-iderem o dito terreno.
Di os guarde a Vmcs. Palacio do gover-
no de l'e'iiambuco, 20 de fevereiro de 1850.
-Honorio llerinlo Carntlro do.-Srs. pre-
sidente e veroadores da cmara municipal
du llecifo.
T-r- l' f | ..... |......
Declrateles,
9:639,300
A idopcfio da homoeopathia pelo governo
b9 hoje urna das mais urgentes medidas
da maior milidade para o povo do Brasil
aiu la fallido de bracos para a sua i inmensa
grandeza e lerr i lorio .- ella liara a icfr-
ina das escolas e dos buspilaes, e com estas
AI.FANDECA.
Itendtmt'iito do dia 2g.....
bescarregam hoje 23.
Ilrigue nacional Santa-Maa-lioa-Sort,..
pi|as va/i.i.s.
Barca ingle/a Creamore baealhio.
litigue nacional -- Emulado coros.
CONSULADO GERAL.
Itondimento do dia 2-2.....4-986 4||
Diversas provincias. ..... ejj.'ggg
5 085,293
EXPOltTACAO.
Despachos martimos ni dia 2?.
de
Slockl.olni, patacho sueco Terpsichort,
237 toneladas: conduz o seguinti-
lO^Garobas00 *"< '^50 ..eco, con
1.250 ..
a lo libras de assucar.
reformas u meihorameuto e rejfcueracao| Aendimento do dia 22.
CONSULADO l'KOVINCIAL.
2:628,001
--l'ola inspectora do arsenal de muri-
nha se convida a lodosos individuos livres,
al o numero de cincuenta, que ae quise-
rcm empregar como serventes na obra do
mesmo aisenal, e as do meihorameuto do
porto, t se eiiiendereiii rom 0 respectivo
inspector, o qual, em viitude das ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, Ibes ga-
rante a insenefio do recrutamentn, em
quaulo so emprogarem eflcclivaaieiile nes-
Sas (dirs.
CONSULADO DE PnilTUGAL EM PER-
\a\iii'.; Sendo muito necessario que nesle con-
sulado hajam informacAea exactas res-
peito dos subditos porlguezes que infeliz-
me .te teem fallecido da epidemia da febre,
toga-se ans prenles, amigna, ou pessoas
inleressadas dos mesmos fallecidos, quei-
ram comparecer nes e consulado, alim de
iliiein os esclarecmentos precisos.
Consulado tle Portugal em Pernambuco,
aos 21 do fevereiro de 1850.
Joaquim Baptista Slureira,
Vice c >nsul.
Pela Riilidelegacia da Varzca ful praso
oprelo velhode nome JoSo, nacflo Quna-
me, expressa-se mal e diz ser escravo de
Joflo Carlos, morador na ci lado de Olin la.
Acha-se na cidade do Hccifs : quem a elle
ttver direito, recorra a mesma subdele-
gada.
Cartas seguras existentes na adminis-
tracflu du correio para os Sis. Antonio Jo-
s de Sant'Anna, Antonio Marquos de Fa-
ria, llnrnardina de Sena o Silva, liorna r.lino
Teixcrade Araujo, llernardo Anlonic da
Croz Piulo, padre Francisco Antonio da Cu-
nha Pereira, F. Taques Albino, Joaquim
Domingucs do Souza Filho, Joflo Francisco
Leiiflo, padreJoflo Jos do Espirito Santo,
Leoncio Jos Barboza, Manoel Francisco
Coelho de oliven a e Manoel Jos Lopes,


mas
Hoparlicao da polich.
Illtn. e Exm. Sr.--Fram hontm pre-
sos nesla cidade : ordem do subdelegado
dn freguezia de S.-Fr.-Po.iro-Congalves, o
nreto Joflo, por coireccflo; do subdele-
gado dn freguezia da IlVVista, o pardo
Maximano, porsuspeto de andar Tugldo.
Porcotnmiinicago que medirigioodc-
losado de polica do tormo de Cimbres, en
odlcio de 8 de Janeiro ultimo, consta que
no da 5 deoutubro p.p.- Ezoc'iiCl de tal
fra assaasinadocom urn tiro de emboscad
ao psssar pela ladeira que fica no camiriho
do engenho Pedra-d'Agua, sem qua so l-
vesse podido descobrir o antor de sanio-
lliante crime; que no dia 25 do covemliro
o indio Pedro Alves fra assassmadn no lu-
gar da Canna-llraba por Antonio Ferreira,
que tivera no mesmo instante igual sorlc,
tendo sido morto por un irmflo daquelle,
o qual se pode evadir; que no dia 5 de do-
zombro o indio Cosme de tal anffrra um
tiro de emboscada, sendo desconhecldo at
aquella data o autur dcsse atlentado; que
no dia 31 do mesmn me* Antonio de tal,
I.uii Alves, e Jos de Barros, no lugar de-
nominado Alagninha feriram gravemente
rom duaa facaas e uoia cutilada ao i arlo
Manoel Ferreira Fana ; r, a final na ladeira
da Padra-d'Agua Tallecer o Indio Antonio
de Souzs por Ibe haver cabido sobre a ca-
bera urna porteira que eslava collocada na
estrada ; sobre o que, ludo diz o mesmo
df logado haver procedido na forma da le]
Dos guarde a V. Esc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 22 de fevereiro de
iho.-IIIui e Exm. Sr. Honorio llcrmto
Carnoiro LeSo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia. -Jote Nicolao te-
gueira Cotia, chee de polcia interino.
"~ i --------
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro aahe o mais bre-
ve possivel n brigue muerta, por ter a bor-
do mis de dous terco* de seu carrogamen-
lo : rjiiem quizer carregar o resto, mandar
oacravos a frote nu ir de passagem, enten-
da-se rom o eapilflo a bordo, ou com o sou
consignatario, Francisco Alves da Cunta,
na ra rio Vigario, n. 11, primoiro andar.
Par* Lisboa salie imprtilerivelmente,
nodfa 27 di frrente, por ter maior' parle
de seu carregamenlo prompto, o brgue
pnrtugupz Novo-Vencedor : ainda recebe al-
guma carga a frote e passagoiros para o
que oHercoe excallentes commodos: os pre-
tendentes pdenlo tratar com Tbomaz de
Aqiiino Fonseca & Filbo, na ra do Vigario,
n. 19, ou com ocapilAn, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na praga do Commercio.
Para o Itio de-Janeiro segu com bre-
vi lado, por ter parte da carga prompta, o
briguo Candtictndencia 1 para o resto da
carca o oscravos a frote Irala-se com o ca-
pililn. Jnaquim Jos Marlius, ou com Jofio
Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
Vendse a polaca N.-S.-da-Conceicao,
chegada rocontemeiile de Santa-Cathariua,
forrada de cobre e prompta a navegar:
quem a pretender, pode mandar examna-
la defronte do caes do Collogio, onde se
acha fundeada. e para tratar com Manoel
Ignacio de Oliveira, na pr.ga do commer-
cio, n 6.
~ Para o Rin-de-Janeiro sgue, em pou-
cns dias. o patacho nacional Industria, novo
e forrado de cobre : tem parto de sua carga
prompta : para o rosto, escravos e passagei-
ros, para oque tem excellentos commodos,
trata-se com Machado & Pinbeiro, na ra do
Vigario, n. 19, ou com o capitflo na praga.
-- Para o Itio-de-Janeiro sabe, na presen-
te semana, o brigue nacional Dout-Amigo* :
tom anda lugar para pouca carga miuda,
passageiros e escravos a frelo:quem pre-
tender embarcar, procure o gnu consigna-
tario, Manoel Ignacio de Oliveira, na praga
do Commercio, n. 6.
Para o Porlosahir breve o brigue por-
tuguez Uaria-Fetis, capitlo l.ourenco Fer-
nandos do Carmo, forrado eencavilha lo de
cobre, e da primeira marcha : quem no
mesr/io quizer carregsr ou ir de passagem,
nars o que tem muiltrbons commodos, tra-
lem com 0 dito capitlo, na praca, ou com o
cnnsignataio, Antonio Joaqum do Souza
liibeim, na ra da Cadeia, casa 11 18.
Avisos diversos.
O ministro da veneravel ordem
teiccira de S. Francisco desta ci-
dade do llecife avisa p publico
que, tendo alguns itiii.s instado
para que ponlia etu procissao pe-
las ras dcsla cidade a milagrosa
irnagetn de S. Hoque, advogado
da peste, e desojando annuir ao
pedido dos niesiios, tem resolvido
que a dita imagem saij desta or-
dem no dia a5 do crrente em
procissao de penitencia, percor-
rendo as principaes ras das qua-
tro reguezias desta cidade, s 7
horas da Doite.
O mesmo ministro convida a to-
dos os nossos irniaos para que
com paree m na ordem no referido
dia e as horas indicadas, alim de
que se torneo acto mais edifican-
te, e com fervor imploremos ao
l'ai de Misericordia que, por in-
lerressao de seu servo, alaste de
nos os nuiles que tanto nos ocabru-
nliain. Sao igualmente convida-
dos aquellos de nossos irnios, que
li2o tenliam habito, de compare-
ce! em com o seu cordao, junta-
mente lodosos Srs. clrigos que
se queiram prestar a um to pia-
doso fim, e todos os mais liis
que quizer em ter a seu lavor to
valioso patrono.
Quem livor um bilhar com todos os
seus perteuces para alugar, diiija-se esta
lypographia, que achara com quem tratar.
Precisa-sede um Portuguoz, com pre-
ferencia (ilhodas ilhas, quosaiba traba-
Iharcm sitio, para tralialliar em um no lu-
gar do Itomedio ; quem estiver nestas cir-
cumstancias dirija-sc ra do Crespo, n.
14, lercciro andar.
Pedo-se noresridade anlllm. Sr I)r.
cliofe de polica, quo, emquanlo durar a fe-
bril reinante nesta cidade, d as suas ter-
minantes ordena para que as ras desta
mesma cidade nSo Iranzilem carros e car-
rinhos, etc. e nem tflo pouco os carregados
de vergas de ferro, visto ser sabido que as
pessoas que teem soiTrido a dita fobre, he
todo o seu mal o ataque na cabaga : ora,
quem asslm est soffrendo, vendo a inorte
por momentos, como poder (loar com a
trovoadadaum carro oucarroga? I'ois as-
aim obrando o Hlm. Sr lir. chele de poli-
ca, lera mil liares de agr lecimenlQS, uiio
so de mim, como dos mais padecentcs.
O Sr. I, de 0. C. baja de ir pagara
quantia de 11,720 rs. que dev na ra Di-
reira, n. 82, e se o nao fizer no prazo do
tres dias se publicar oseu no ne por ex-
tenso nesta folha.
A VIOLETA.
Sabio o n 5 e acha-se a venda no lugar
do costume.
Precisa-se de um feilor que trabalSe
de enxaca o entenla bem de plantacOes,
para um sitio nos AtTogados : a tratar no
sitio, junto a groja de San-Miguel, ou no
Aterro-da-lta-Visia, sobrado n. 10.
Precisa-se de urna ama para casa de
homom soltoiro : no pateo de San-Pedro,
n. 10, segundo andar.
-- Onegocante 011 outra qualquer pessoa
p-"
d'aurora
esforcar-so-haquantocoubcrem sus.fr-lmes, de quo j existan vario-i exemplaivs
?as para com a possivcl presteza anrunciar' erri poder do annunciantee lirovemente si-
o dia, alem do qual nlo devora passar a oi-
peranca dos eompradores ; porque entende
quo a cssa lusio em quo alguns teem por
ve/es doixido o respeiiavel publico, si de-
ve essa esppcio de descrdito, quo lanln
tem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso liinta-.se por ora a annin-
ciaravenda dos bilhetes, e a extrahi-los
com lodo o empenlio, afirn de poder asso-
C. S'arr & Companliia teem a honra de -
avisar aosseus freguezes, e ao publico em' ra ? "npr.tenvelmente correr
geral. que a sua grande fundido em S.- ,A vanUgem do plano ji pu U.cado e o (lm
Amaro, almdo sortimento que coman- >". Pr V i"' "l.er'a cunce'!
im.aelia-se de novo provida ,lo!-la. conv, la o seduz os tentador
liir a luz o terceir.i volumi. Na loja de
livros do Sr. referen lo pairo Ignacio Fran-
cisco dos Sanio; na rm da Cruz do'Reci-
te,'a Da do Sr. Manoel Figuoiroi le l'arii
111 praca da Independela, p le tamben)
as signante de.qualquer das referidas obra.
UsSrs.assignantes que ja roceberam o n-
iii'iro volumo du indica cliromilegico, dia-
temente tem
muitas moendas de canna, e do varios ta-
maitos fetas no mesmo eslabelecimcnto
pelos mais peritos olliciaes, e com o maior
cuidadoe perfeiclo; tanto assim he, que
os annunciantesse ufanam em garant-las
pelo primero auno. As moenJas inteiras
todas de ferro', construidas as ofllcinas
dos annunciantes, silo muilo superiores a
quaesquer oulras da mes na natureza que
at agora teem sido aqu oiTerecidas, pois
aquellas encerram em si certose importan-
tes uiellinramentos resultado de mais de
20 anuos de experiencia e pratica do paiz.
_ -- A veneravel ordem terceira da peniten-
cia do convento de San-Fiancsco da cida-
do de (Hurla avisa ao respeiiavel publico
da mesma ci Jado, que no domingo, 24 do
correte, as 10 horas da uoitu, pretende
condnzir em procissao de penitencia a iina-
gem do seu glorioso patrono S. Roque, ad
vogado contra o mal da peste que assola o
habitantes desta cidade, para o innsteiro do
gurnr aos compradores o dia em que deve- nem-se mandar buscar o segundo 11 Casado
annuncianle.
lores da sorte
l a concorrorem se.11 demora para a compra
dos u 11 ni ros quo Ihes preparaOi a suave
OOUiaieflO de bous na fortuna, sem risco
de grande cnpilal, e com o importe semen-
t da diminuta quantia do 5 ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-hto os bilhetes : no
Recifo, lojas do Ihesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, boliea de Jo3o
'^^W^;
ROWMAN & MC. CAM.fj'JI, engeiihei-
ros niacliimstas e fundidores de forro, mu-
respoilosanipnte anniinciam ans Senhore
proprietarms deengenlios, fazendeiros, mi-
MoreiraMarques.no pateo da Mal ir, e de neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
Francisco Antonio das Chagas, na ra do peitavel publico, quo o sou estabeleciaienlo
l.ivrameuto loja de llernar lino Joc Mon- de ferro movido por machina do vapor con-
des! praija que precisar de um procurador m0llges beneditinos. afim de que lieos,
:tivue capaz do conseguir f-ci commovdo das nossas lagrimas, e iog .sdu
idneo, acti
mente, lauto qualquer cobranza, como de
promover uutrus quaosquer negocios fo-
renses na villa do Hio-Formoso e na deS -
rinhem, dinja-se ra do Livramo > ,
n. 6, que ah se dai a conhecei quoiii 11 .-
sesdas tem de para all partir, j eucarre-
gadodoiguaes negocios.
Ilonlem, no serm3o de Santa-Rila, por-
deu-seum annoliTo, o qual tem urna roda
de diamantes no lugar da pedra : quem o
achar, queira por sua bondade o entregar
no sobrado do Sr. vigario l.ourenco, que se
recompensar.
Oprovedor da irmandade doSr. Rom-
Jesusdas Chagas, J0S0 Evangelista l'asso,
queira satisfacer o annuucio que pelo os
noines e quanlias das pessoas que doram
suas esmolas para o palnio, ou a coinmis-
-00 do que o Sr. Passo faz parla della, vis-
to j ler-llie o Irmo panuca pe lido, e linar
enialado como eina, querendo por esta for-
ma escapar-se desle dever, tanto para o pu-
blico, como para a sua boa f, adeos, Sr.
Passo. -- be um devoto que deutua esmuta.
l). Candida Senhorinha Vi-
eira Lasserre, viuva de li rnardo
l.asserre & Companhia, por si e
como tulora deseos filhos, resol-
veti continuar toias as opera^oes
commerciacs de sua casa no mes-
mo p e da mesma sorte que ellas
eram dirigidas pelo finado seu
marido, leudo nesta dala autori-
sado Mr. Lehman para agenciar,
comprar, pagar e tratar todos os
negocios em seu mime, debaixo
da rasao cotnmcrciul de Viuva
Lasserre .
Consultorio homueopalhico &
em l'ti'tiiHiiliiico, ra.da
Cadeia de Santo-Antonio,
n. 32-
Aspessasque se quzerem tratar
pela bomcBopaliia, podem drigir-se
ao mesmo consultorio a qualquer
hora do dia.
9
-- O abaxo assignado, como a lili ilustra-
dor de sua mulner, sobrinha[c herdeira do
tinado tenante-coronel Ileorque l'oppo Ci-
lilo, faz sciente que, constando haver nina
le tira na circuladlo da quanlia de 1.8Sfi,5>U
'rs. quo se diz sor aceita pelo dito Cirilo,
quem possur dita letlra, baja de justificar
no inventario dos bens do leferiio tiirvo,
que prosegue nelo juizo municipal da vil-
la de Ignaras-i, alim de conbecer-se da sua
veracidade, e separarse bens para seu pa-
gamento Marceltino Jote Lopet
- Precisase de urna an a para servir em
casa eslrangeira de pouca familia : na ra
do Rrum, sobrado do Sr. F. A. da Cunba, no
segundo andar.
-- Precisa-se alugar urna preta para o ser-
vico de ma casa eslrangeira du duas pea-
so.-is, que sailu engommar : na ra da Con-
cordia, 11. 8.
- Precisa-se de 1:400,000 n, a premio
por lempo de dez uiezes, otTereceudo-se
pira garanta 4ou 5escravaspor meio de
una hypotheca : a pessoa que quizer dar,
uirja-se i ra do Passeio-Puhlico, loja n.
9, que achara com quem tratar.
OSr. Joflo Francisco de Athaido tem
urna carta na ra da Cadeia-Vrlha, n. 40,
terceiro andar.
nenies arlificiaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
peiiavel publico que contina a exercer a
sua prolissSu, na ra eslroita do Itozario,
n. 16, primero andar.
Fabrica dcAspliallo, em
Fra-cic-Portas, em fren-
te do rhafariz da ra
do Bi un.
Chama-se a attonflo dos SrS. proprie-
tariospara que entre no couhccimenlo dcs-
la massa, quo poderflo ver as amostras de
dilTerentes coros, na ra do Cuararapes, ca-
sa que da fundo para o cha fin i/, cima men-
cionado. Kssa inassa lie de grande utilida-
de, por ser contra a rormg, coi m e ralo,
e ser propiia para ladiilhar raleadas d<
ras, riuazens, casas terreas, grojas, lor
reos, lauques, corredores: ludo do mai-
bonio gusto em proporeflo da obra, e em
particular, por ser muilo saudavol: trata-
se no lugar cima
seu santo int.-ic. s-or, arrede de nos o
maio llagollo da sua ira. Espera, porlanlo,
a concurrencia do reverendo clero, seus
irmSos lerceiros o os homens quo quze-
rem assslir a un acto digno do nosso aca-
tamentn, lovor e solemne desagravo das
nossas culpas.
Existe na ra da Cadeia, 11. 16, urna
carta pata o Sr. Francisco do Barros Silva,
vio.la 1I0 II,o-ilc-Janeiro, epara ser ente-
fcue ao Sr. Francisco de Paula Pereira d.
Andrade, a cuja mere be enderezada ; e
co.no 11S0 se lenha at boje podido saber
quem he o Sr. Andrade, ou on le mora,
avisa-se aos Srs. cima mencionados, que
mandem buscara dita carta, qua liles sera
eulroguoa qualquer hora do dia.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16
anuos para caixairo de una venda, o qual
dft fi 1 lor a sua conducta : em Fra-do-Por-
tas, n. 86.
-- O Sr. Jos Joaquim de S Pegado quei-
ra ter a honda te de vir ou mandar pagar a
quanlia de 30,960 rs, da qual he llovedor
na loja de calalos da prac 1 da Indepen-
dencia, ns. 13 e 15
abiixo assignado certo da benvo-
la prolecgilo que sempre llin prestarain 0(
seus amigos e freguezes, Ibes faz sciente
queso actia iiovamente de posso de sua to-
ja le alfiate, sita na ra Nova desta ci la-
de, n. 35, onde sempre o acha rilo prompto
a servi-los, como sempre fo seu coslume.
com aquella promptidilo e bom corte, par
oqueseactia munido do ludo quanto h
preciso para tal fim.Jacintho Soarttde
M meses.
--A pessoa que perdeu urna leltra da
quantia de 100,000 rs., dirija-so praca di
Corpo-Sanlo, 11 11, quo, dando os signae.-
Carlos, Ihe ser entregue.
-- Arrenda-se um sitio no lugar da Mag-
dalena, no principio da estrada queS'gu
para o l.ucca, com boa baixa para capim
o alguns ai vori-dos, Cun a condipao de l'a-
zer-so um pequeo reparo na dila casa
tainhem far se-ba nutro qualquer negocio,
que coma visUsedira : a 11 alar no inesnie
siti.
Precisa-sede urna cozinheira forra ou
escrava : a tratar na ra Cruz, n. 2.
-- Arrenda-se um sitio em Santo-Amaro,
com boa casa, fi uloiras c com comino lo pa-
ra dez vbi-ims : quem o pretender, procure
na ra da Gloria, n. 70
Precisa-se deum foitor para um sitie
perto da praca : a tratar na ra da Cruz, nu-
mero 2.
-Na loja do ferragens de Antonio Joaquin-
Vidal, ra da Cadeia do llecife, deseja-si
saber das mora las 011 fallar-so com os aba-
xo inscriptos ou alguom por clles a nego-
cio do interosso de ambas as partos os se-
nbores Antonio Jnf Pinto; Joflo Franeisc
Cnrolano; Jos Joflo, caixeiro que fui em
tllinda em 1837; Viconlo Ferreira do O'; Jo-
s Fernandos da Silva; Joaquim Mendos,
pintor quo ha ponen lempo uiorou na ra da
Cali-ala; Manuel Francisco da Cruz; Jos
Ignacio da Silva los 101, msico : assim
e-uno se faz qualquer negocio com una
letra que he deve lor Lirio Lopes Castel-
lo llranco Silva, Ja quanlia de 815,073 ven-
cida em seteoibro itcl84l.
iffoiiso Jos de Oliveira, pmfessor ju-
bilado na cadeia dn geograpbia e historia
do lyceu desta cidade, tem aherto sua aula
particular de primeras ledras t-grammati-
ca latina : as pessoas quede seu presumo
se quzerem utilisar, pode ai procura-lo na
ra Direila, n. 120, segundo andar.
Precisa-se de una ama de leite, que
nao tenha filho : na ra da Cadeia de .-
Antonio, llotel-Commereio.
K o libo.
Na noite de 6 para 7 do correte, fo fur-
tado a um prelo quo ven lia fazendas, un
grande ida e um cartflo com diversas la-
zeolas finas; pois leudo o mesmo pelo.
por n.oti.os do embiiaguez, el.amado un
ganhador para carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com Indas as faz.unas e al-1
gum dinhoiro que carregava. loga-se, por-
lanlo, a polica ou a qualquer pe.soa qu<
tenha nOtiCIt do uccorrido, di) dirigir-te a
ra da Cadeia-Vclha n. 24, casa de Manoel
Antonio da Silva Antones, que sei gratifi-
cado com 100,000 rs.
--Precisa se alugar urna preta quo seiba
lavar, engommar e coser, para una casa
cstrangeira : na roa do Torres, n. 34, das
II horas al s 3 da tarde. Na musma cus
tamben! se precisa alugar um prelo qu<
entenda do.servico interno, o saiba traui
de eavallos.
Lotera da malriz da Boa-
Visla.
O respectivo Ihesoureiro, Manoel Conga
teiro, pr irmlia do Livramento, n. 44 ; no
Aterro-da-lloa-Visla, lujas de Cuimarfles,
n. 44. e de liuarte llo'ges da Silva, n. 18.
Precisa-se alugar um prelo para botar
sentido a urna pequea casa de cunpo : na
ra do Trapiche-Novo, u. 10, casa do Jones
l'aton & Conipanhia.
I
J Alugam-se e vende ".-se as verda- )
Q deiras luxas de llamburgo : na praga ^
q da Independencia, 11. 10, ao voltar 0
para a ra das Cruzes. j
Q3i>65>3>S,Oa6 00^09
$
Chapeos de sol. jg
Rua do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presontoniente um rico
sortimento desles objectos do todas as c-
rese quididades, tanto de seda como de
pauuinho, por presos comino los; ditos pa-
ra snuliora, de fioin gosto : estes chapeos
sio finios pela ultima muda ; soda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mes-n
casi so acha igual sortimento de seda e pan -
uiiihos iuiilando indas, para cubrir ar-
macOes servidas : todas estas f.iz-'iidas ven-
de ii-se em poruSo o a roialh > : tamben" so
roncera qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como do batida, assim Co-
mo umbelas de igrojis: tildo por prego
commolo.
*.feJ"'*Sfefe @&i
DEPOSITO GEUAL
^ do superior rap areiti'prsta |
ija da fabrica de Gantois Pai-
tina em elTeclivo oxercicio, o se acha cnm.-
plelamenlo montado com apnarelbos da pri-
meira qualidade para a porfeita ronfeceflo
das maiores pegas do maehinisino.
Habilitados |iara emprehender quiiesnunr
obras da sua arle, liowman & Me. Calliim
dosojam mais particularmente ebamar a
attengflo publica para a sseguintes, por
terem dolas grande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pi.'orn
competir rom as fabricadas em paiz e%-
Iriuieiro, tanto em prego como c:ri qua-
lidade da materias primas c mflo d'oon,
a saben
Machinas de vapor da melliorconstrucQo.
Moendas do caima para cngenbos de lo-
dos os tamanlios, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, monhos de vento o serra-
as.
Manejo ndepeodenles para eavallos.
Rodas dentadas.
Aguilillos, bronzos e chiimaceiras.
CavilbOes eparafusos de todo- os tama-
itos.
Taixas, pares, crivos e boccasde forna-
Iha.
Monhos de mandioca, movidos a m3o ou .
por animaos, o prensas para a dila.
Chapas de fogflo e tornos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferio e de
bronze.
Bombas para cacimba o de repudio, mo-
vidas a inflo, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse, macacos.
Prensas hydraulieus e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu -
blicas.
Col mili ', varandas,""grides e porloes.
Prensas do copiar cutis e sellar.
Camas, cairos de inflo e ralos de ferros,

n
el i' fiti*
Ihut &c Companhia, na Ba- aioi da soperioridade d s suas obras, ja
Jlia, (L geralmente reconh-cid, owiuaii & Me.
Calluingaraiilem a mais exacla coiiforini-
dade com os moldes e dezenhos remettidos
polos senil.oes que se dignaren] do fazer-
Ihesencommendas, aproveitan loa occasiflo
para gra lecerein aos seos numerosos ami-
gos e freguezes a pref-rucia rom qu; leem
sido por ellos honrados, e asseguram-lhes
que nflo pouparSo esforgos e diligencias
para coiitinuarem a merecer a sua confi-
an ga.
-______________________________________ .. II
Domingos Alves Matheus, agente da
% fabrica de rap superior areia preta '$
>; e meio grosso da Baha, tem aborto o ($
}$ seu deposito na rua Cruz, no llecife si
% n. 52, primoiro andar, onde so achara
\ sempre desle excedente e mais acre-
.',;5 (litado rap que al o presente se tom
J> fabricado no Brasil: vende-so em bo-
tes de urna e meta libra, por prego
?!
b
mais conimodo do quo om outra qual- %
V quer parte. ^
9#9999SS#9399Q ^fKr
Da-se uiiihelro a premio FOb penhoros
do oiiio ou prala : na roa do Sol, n. 9, so
dir quem da. Na mesma rasa lambem se
vendern dos n.ulalii lis muito lindas, rs
quaos ii sabem coser muilo solTrivel, ton-
do de idado lima 9 anuos ca outra 6 para
7, teoni muilo bom modo c por isso u uito
i roprias pina un a familia as ro.-snir.
m
i
Modo BSSeiado e econmico
para alluminr tuna sala.
Compras.
II i roronhecido que o caz hydroge- ($;.
&i neo liquido de todos ns comluislives %
fy que soempregaramal hojo para alu- {;
% miar-so, be o mais econmico, mais %?
isseiiido, oque d a luz mais brilhan- ^
H le, Osarranjos dosenndiciros degaz f'1
(K sflo mu simples, enDoseencontram f
& nollos os incoiivonieiilos quo acula Q
O instante apresentum os de azoile. Os f|
i& ama lores do paz iieliarflo sempre ciu ',
i-: qiiaiitidlldesulleienle, o de boa qua- |;
ii lid-ido, lia destilacflo fiailC-Za da lia-
S> vessa da Concordia. '>
i
a9S99 l'recifia-MC de mu
me se cncarrcguc de diii
i
Compra-se urna canoa de carreira, do
um s pin, usada, mas em bom estado, e
quo seja maiieira, de modo que quatro ho-
inei-s a posum transportar para qualquer
part; : quoin liver anntiiicie por osla folha.
Compra-se um selliu grande inglez, mo-
derno, que esteja em bom estado : na rua da
Piaia, n. 24.
-. Compram-se 5 a t palmos do cordflo
que nilo soja muito lino, o u n ou dous pa-
les de rozetas : ludo do o jro e sem feitiu :
lias Ci'nco-I'ontas, n. 62.
Compra-se una encava cngomm-idel-
ra : na rua da Cadeia, n. 14.
Compra-so um tanque do madeira pa-
ra niel : na rua Nova, n. 32, segundo andar.
Vendas.
|1L'01
ir o ser-
vico inlerno do hospital proviso-
rio da ha do Nogucira : quem
quizer procure o presidente do
concellio gem de salirbiidade pu-
blica, na rua Nova, n. 14, das Ires
s cinco horas da tarde.
Precisa-sede una ama forra, que sai-
ba rozinbar c engoniniar, para servir de
portas a dentro a urna familia de duas pes-
suas : na rua larga o lo/ano, n. i(i, ter-
ceiro andar.
-- A' rasa da esidrncia do Dr. l.ourenco
Trigo de Lourciro, no bairrod loa-Vista,
rua da Saudade, dcfroulo do Hospicio, p-
dem din^ii-sc por carta, ou pessoalmeiiic,
leofim do oxi de fon leiro prximo l'u-
luro, todas as icssoas, que quzerem ser
as'ignan'is do novo compendio do pratica
lo proesso adoptado pela rongregagflo dos
lentos do curso de sciencias sociaes e ju-
rdicas de Olinda para a segunda aula do
quinto auno, sondo cinco milriso prego
da assignalura de cadi i xomplar; e em lo-
do o lempo as que o quive em ser do intc-
ressaniissimo ndice, chrouologico da le-
aUlaeflo braaileira quo ha do conter em
oito voluntes infolio, ou pouco mais, toda
a legislagflo biusileira vigente, desdo 1822
at 1848, a qual, com a que esta rovoga >a e
a quo tom cabido em desuso, compe as
coliecgOes actuaos vinto o tanios grossos
voluin. s, e custa para mais de 150,000 rs ,
vel da Silva, pretende nflo illniir a xpec I en- n-iaiil i quo o prego da assignatura du
tagflo do publico com annuncios imporlu-1 reTerido inuice lio a pequea quantia do
nos do andamento das rodas desta lotera ,1 34,000 rs. paga ao receber o 1.* e 2.* volu-
NA RIJA DA CADEIA DOllKi II10, V 24,
LOJA DECAMRKt HA VIUVA VIEHIA
& FILHOS.
Lotef-ia do Ri')-de-
Jaiif.ii o
Aos 20:000,000 de rs.
Pelo vapor 5on-Sa/rnt/or entrado ueste
porto, no dia |3 do crrente, recebemos os
miiilos afoitunados bilhetes e lucios ditos
-(a 52.* loloria i benoHcin da Sant i-Casa-da-
Mseneordia ; e lambem recebeoios as lis-
tas da pnmera lotera de S.-Joo, e da se-
gunda de \ -S.-da-C.loi ia.
Vcmle-se urna preta moga, de bonita
figura e que faz todo o servigo de urna ca-
sa na rua Direila, sobrado u. 12.
Capsulas tic oleo de ri-
cino purificado.
Vendem-se na holica de Mnrei-
ra 6c Fragoso, rua do Gabug, n,
11, a i ,-iHo rs. cada caixi.
Veiulc-se um miilatinho mui lindo, de
11 anuos; um molequo, de 10 annus : tudo
em conta, ejlivro das febres andantes:
na rua larga do Rozaro, loja n. 35.
Vende-se una morada de casa torrea,
sita no bairro da Dua-Vista, rua do Coto-
vello, n. U : u (talar no pateo de San-Jos,
n.45.


Xarope do bosque.
SALVACODEMAlSU\UVlDA.
Eu abaixo asaignndo, morador na ra da Val-
la, n. 10, lendo padecido por cspafo de III ali-
os do mal de asthma, proveniente de uina
constipaciio que apanhel quando morcl no lu-
gar chamado Pona-Negra, no dlilrictu de Ma-
rica, durante este lempo mines cessei de lo-
mar remedio*, un applicadus por amigos
mrus, oiiiros por professores a quem consul-
tei ; por lim deengram-ine que o meu mal
nao linlia rura, por er j mullo antigo ; eu
nesla irisle situaeo, com o ataques continuos
que me perseguan! fin todas as mudancas da
la, e com o desengao de nao poder ser mais
curado, esperava a unirle a lodos os momentos
em que me vhilian os ataques, porque ficava
(lo 5iillbcado,q(ie perda a reapirajao ; e assim
que me passava a iiialor forca do ataque come-
rava-me Mo una tosse Lio fortc.quc nein del-
tado, nein de maneira alguma podia socrgar,.
e para descansar aigumas poucas horas, passa-
va recostado na cabeceira da cama. Ha sele
annos para ca, quando vim para a corle, fui
.(ruselliado para ir residir (ora da cidade, ede
tomar de lempos ein lempos vomitorios de
poaia : assim fi, porm ludo foi intil. Con-
iiun i\ .(ni os mesmos ataques da mesina manei-
ra: j cansado de lanos sollrmenlos vullei
para a cidade : nesta occasio dissrraiu-ine
que havia mil novo remedio que curava a
asinina, e que se venda na ra do Hospicio,
ii. 40. Oa. en lendo j gastado tanto dinlieiro,
e nao tendo obtido resultado algum favoravel,
poiico esperava do lal remedio da rua do Hos-
picio, n. 40 ; porm nao foi o que tu esperava,
foi a miaba Salvaele Compre! urna garrafa do
xarope do bosque, que he o lal remedio que l
se vende ; principiei a tomar este precioso e
impagavel remedio : desde o dia em que prin-
cipie! a lomar a primeira dse logo senli que o
remedio enmerava a fazer-ine beni; nao me
enganei, fui lulos os das a meltiorar al aca-
llar una garrafa, I ha j u ni me?, que nao sei o
que he ai uiiii- de astliiua. Dos piolongue as
das de vida ao descubridor deste la j precioso
reme io para bem da humanilade sollrcdora,
assim como eu ; digo, e seinpre o direi, que o
xarope do bosque lie um grande e excellenle
ii medio para as molestias do pello.
Ksta uiiulia drclaraco loi feila de milito mi-
nha livre vontade, e em reconlieciinenlo ao
boui ellilo; poit uto, recoiiimendo a to-
dos os que sollierem, assim cuino eu sollrl,
que uo percain lempo em irem rua do Hos-
picio, n. 40, comprar o incoinpaiavel xarope
do bosque, para guzarrm do que esiou gozan-
do, que he de miuha peifeila sade.
' Todo o cima referido juro aos santos evan-
gelhosque he venlade lereu solfrido.
Hio-dc-Janeiro, 14 de agosto de 1848.Jote
Antonio ila Silva.
Reconheco verdadeiro o signal supra feito
peanle miiii.Juaquim Jote de L'atlrn.
Vende-sc na ruados Quarleis, n. 12.
Charutos tic Ha va na
veril a dei ros:
vendem-se em casa de Kalkmann Irmflos,
na rua da Cruz, n. 10. .
Taixas para engenho.
Na fumligflo de ferro da rua do Brum,
ariba-se de recebar um completo sortimen-
tode taixas a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e cnm promptidflo emharcam-se,
uu carrcpani-seem carros sem despezas ao
comprador.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na roa da Cadeia, n. %
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Poiassa da Itiissia.
Yende-se superior poiassa da Itussia, da
mais nova que ha no mercado, por prego
commodo : na rua do Trapiche, n 17.
Ventie-se a 3,500 rs. a sacca grande
de milho : no armaem defronte da esradi-
nha da alfindega.
Vendem-se corles de cambraia de co
res, pelo barato prego de 2,000, 2,500, 3,000
3,500 e 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : tneias para meninas, a 160 rs.; lila
com listras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
lillhl proptia para roupa de meninoseves-
lidos de senliora, a 240 rs.; ISa superior pa-
ra calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dSo e seda com franja, a 600 rs. ; Crli s de
rllele de velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 ts. a vara ; garrea de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado, e outras muilas fazendas >or
barato prego : na rua do Crespo, n. 15, loja
de Joaquim deOtiveira Maya Jnior.
Deposito de Potassa.
Vende-se milito nova potassBj
de boa qualidade, em bairiszinho
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
tempo se nao vende: ac llecife.
rua da Cadeia, armazem n. 12.
Vende-se vinlio do Porto muito supe-
rior, em barris de quarlo e quinto ; familia
de trigo de todas as qualidajles e em meiag
barricas; retroz do Porto, primeira quali-
tlade : patino e meias de linbo ; arcos para
bullirs ; familia de mandioca em sai ras
grandes e a garnel a bordo da sumaca 'V-
S.-du-Catmo : ludo por precio cnniniodo :
na rua do Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cimba.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na na do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cai virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Farinha de mandioca.
Na rua do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, ainda lia aigumas sacras da ln>
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna porgflo de peonas de
eina, proprias para espadadores.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo Tran-
ce za de Provenga, chegada ltimamente de
Maisellu : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ruado Amorim, 11. 35.
Vende-se um muito bom alambique de
cobre, que a caldeira leva 50 caadas de li-
quido*, com urna serpentina de estanho fino
que pesa 300 libras, o qual serve par des-
tilar garapa, e tambero fazer espirito ate
40 graos, por prego commodo, por ter-se de
mudar de lugar em que se aeha montada :
no Alerro-da-ttoa-Vist, n. 17, fabrica de
licores.
Arados de ferro.
Na fundigflo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
.- Vendem-se amarras ae tarro: na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de prato muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos porluguezes para panella, liitas
com 2 e4 libras de marmelada, ditas com
bolachinha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com hervilhas, frascos com conservas
inglezas, queijos de qualha vindos do (Va-
ra, pnr barato preco, mantas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma,e
outros mulos gneros de boa qualidade :
na rua da Cruz, no Recita, n. 46.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
om S.-Amaro acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
conslrurgo muito 'superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Itahia
Vende-se em casa de N. 0. Hieber & C.
a rua da Cruz, n. 4, algodflo (raneado
daquella fabril, muito ptoprio parasaccos
de assucar, roupa de escravos e fio 1 roprio
para icdes do pescar, por prego muito com-
modo.
--Vende-se um escravo peta, de 20 an-
| nos : na rua do Crespo, loja da esquina que
vulta 1 ara a cadeia.
Chegaram novamenle ruada Sen-
zalla-Nov, n. 42, (elogios de ouio e preta
patente inglez, para liomem e senbora.
Velas de cera.
Vendem -se caixas com cera em velas, fa-
bricadas no Itio-de-Janeiro, sortidas ao
gusto do comprador e por pieco mais cem-
modo do que em outra qualquer parte: a
tratar rom Machado & l'iulieiro, na (ua do
Vigaiio, u. 19.
AGENCIA
MA DA SKNZALT A-HOVA, N. 4a.
Neste esta-belecimento conti-
na a ha\ei(im completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido c
coado, de todos os tamanbos,
para dito.
Agencia de Edwio Maw.
Na rua de Apollo armazem n. 6, de II. Cal-
monl&Cninpatihia, acha-.se coiislantemeiile
um grande sm tmenlo de ferragens inglezas
para engenho! de fabricar assucar, bem
como taixas de fero cumio e balido de dif-
iranles lmannos e modelos moendas
de dito, tanto para aunar em madeira romo
rodas de ferro para auinaes e agoa, ma-
chinas de vaporde forca de4cavallos, alia
pressiio, repartideras, espumaderas, etc.
de ferro eslanhadu. Na incsma agencia acha-
te U Di sorlimcnto de pesos para halangas,
escovins paia navios. Ierro em barra, tanto
quadrado como redondo, salra para ferrei-
ro e urna porgflo de tinta verde em latas:
ludo por barato prego.
Vende-se champanha da
marca cometa C & 0, chegada
ltimamente pelo ultimo navio
de Franca : na rua da Allandega-
Vellia, n 5.
I o!ha de Flandres .
Vende-te de superior qualidade, por pre-
go mais commodo do que em nutra qual-
quer paite : na rua Nova, loja de ferragens,
n 25.
Vende-se urna ai magno de armazem
de moldados, em urna das melhores mas
do l'.rrile : a (rutar na rua da Cruz, n. 7.
Tambem se vende urna porgflo de tenas no-
vas, alguns caibros, ele.
Vendem-se btalas de superior quali-
dade a 40 is. a libra e a 480 rs. cada canas-
tra : na rua Direila. n. 14.
Vendem-se queijos de Minas a 480 rs. :
na rua llireita, n 14.
Vendem-se sapal("es de enuro de Ios-
tro para liomem le 4 a 7.000 rs. ; hoizc-
guins deduraquH do 4 a 7,000 rs. ; sapa-
toes de bizeiro, a 2.560 ; ditos inglezes, a
5,000; dilos deNautes, a 5,000; ditos do
Aracaly, a 1,000 ; hrozegiiius para senliora,
4.(00; dilos da cores e pretos, a 5,0(i0 ;
sapalus decouro de lutio paia senhoia, a
1,600; ditos di manoquim, a 1,410; ditos
deduraque, a 1,000 is. ; pelles de lustro
hamburguez ; dito Trance?. ; marroquins de
todas as cores ; chalos francezes ; ditos
deso; lengos de g(avata e perfumarlas,
por piceos coiiimodos : na praga da Inde-
pendencia^. 15, loja do Arantes.
A elle tjue he pechincha,
Vende-se fumo de corda em barris, mui-
to proprio paia cigarros ; charutos sollos o
em caixas, vtulos ltimamente da llahia,
inuit j em ronta e a vonlade dos comprado-
i es : na rua da Cadeia do Herile, n. 34, pri-
meiro andar
rraca!a Independencia,
loja, n. S.
He chegado a esle estahelecimento um
completo soittmenlo de curdas e hurdes
para violas, rebecas e rabeeflo, papel pau-
lado para msica : tudo da inelhur quali-
dade possivol e chegado ullimauetile de
I-ranga.
Ka novo.
O exceilente rap Calo Cordeiro, fabri-
cado no Itio-de-Janeiro, o chegado no ulti-
mo vapor do sul, acha-se a venda na rua
da Cadeia do llecita, n. 19 ; rua do Vigario,
n. 13; Aterro-da-Hoa-Vista, casa dos Srs.
Eslima & Kaiiics ; una rua do Queimado,
loja de Jos Uias Siinrs. |
Atrs do tbeatro, armazem
4*-
junto a mar, vendem-se tabos
de pinho da Saecia de todas as
grossuras, larguras e comprimen-
tos, essim como americanas, at
tres palmos de largura c urna por-
c5o do mesmo de refugo, por to-
do o preco : approveitem-se, fre-
guezes, da barateza.
Novo sor lmenlo de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cAres fizas e com 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 330 rs. o
covado ; rassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
Irasdelinho, a 240 rs. o covado; brim de
alamino de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padroes, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duss varase urna qusrta ; cassa preta com
r a ir a geni brsnrt. para lulo, a 140 rs. o co-
vado ; zuarte de cores, rom 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado : risca-
do monstro, a 220 rs. o covado ; chitas de
bonitos padrOese cores flus, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
00 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
--A bordo da brigue S.-Joie, chegado
prximamente, vende-se firinha do man-
dioca de superior qualidade, e por menos
prego do que em outra quslquer parle: os
pretendenles dirijam-se a bordo -lo dilo
brigue, Tundeado delimite do arsenal de
guerra, ou ao llecife. rua da Cruz, n. 66.
amado Crespo, n. 15, loja de Joa-
quim de Oliveira Maya Jnior, ha, alcm das
Ii7cndasjannuncisdas,e de oulra mili-
tas por barato prego, um sorlimento de lin-
dos chapeos de sol.de panninho estampa-
do, muito pioprius para os meninos e me-
ninas que andam na escola, e mesmo para
as seniorasque ainda estSo no campo, pe-
lo prego de 2,000 is.
Vende-se superior farinha
de milho em porcoes e a retalbo,
tendo de tudas as qualidades a
vonlede do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte: na rua do
Brum, n. 28.
A #000 o corle.
Vendem-se cortes de cassa-chita, fina, de
bonitos padiOese com 6 varase meia, pelo
diminuto prego de 2.000 rs. o curie : na
rua do Crespo, n. 6, lujaao p do lampeflo.
Farinha de mandioca.
Vende-so a tordo do patacho Indvtlria,
chegado de Kan-Matheus.fundeadn defronte
da escadinha do Collegio, a melhor fari-
nha que ha no mercado, por sor muito no-
va, em grandes e pequeas porgdes, e por
prego mais commodo do que em outra
qualquer parle : tiala-se a bordo do dito
barco, ou na rua do Vigario, n. 10, com Ma-
chado & l'inheiro.
<* ^.. o 1
o Chapeos Irancez.
^ Na loja do sobrado amarello nos
quatro-canlos da rua do Queimado, *5*
O n. 29, vende-se um grande sortimen- 9
O to de chapeos francezes do formas da ti1
O ultima moda, a 6,500. 7,000 e 8,000. O
O 3
Farelo novo a 5,o00 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
de llamhurgo : na tua do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasse Jnior.
Chitas de asscntns escu-
los, cores ixas, a 180
rs. covado.
Vcndem-se as melhores chitas de cores
escuras e lixas a nove viuleus o oovado :
na rua do (jueimadu, 11. 8, loja defronte da
botica.
Vcndem-se saccas com muito boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacca :
na rua da Cad"ia du llecife, ao p do arco
da ConceigSoe junio a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das ISeves.
-- Vende-se urna preta de uago, de 20
annos, que cozinlu, coze bem, ecoatuuia
ci ia de 14 mezes : o motivo pur que se ven-
te se dia ao comprador: na rua do l'as-
seio, n 5.
Vendem-se tres candas de carreira no-
vas, e que pudera conduzr at (> pessoas
cada urna : por lias da ribeirn Je San-Jos,
no eslaleiro do Sr. Joflo do Unto Corris.
Os melhores charutos de
S.-Felix.
Sao chegados os melhores charutos de
S.-Flix : na rua du Queimado, n 9, loja.
Vendem-se pegas demadapolilo largo,
muito encorpado, com 20 vuras, a 2,500,
2,600 e 2,800 is.; ditas dcimas, a 4,200
rs. ; ditas de algodSozmho, boa largura,
com 20 jardas, a sele patacas ; el fule de
folear foriiiigas : por tris do ihealro velho,
11. 20, piimciio andar.
Vendem-se capsulas de oleo
de mamona, desulphato quinnino,
de pos contra vermes, de oleo de
igidii de bacalho, de dito dito
deurraia, de quinna amarella, de
ruibarbo da China, de oleo decu-
paiba com gomma quinno, dem
de dito por lieial, idein por. lia-
qnin, chegadas prximamente : na
botica da piuca da boa-Vista, nu-
mero 24.'
Veiuleiii-se superiores bixas de llam-
burgo, assim cuino tambem sealugam por
prego commodo: no Aterro-da-Boa-Vista,
venda que fui do Maya, n. 42
-^^^ga^^MHaaaaaaaBaHBaaMBMSsaaaMMMBu. >m
Vende-se urna escraTS da nagflo com \fque de nome Jo5o, ntedo Benguells, altu-
uma cria de cinco annos, a qual cozinlu o regular, socco do corpo, pes grandes, dedos
tiariode urna casa, engomma, lavado sa-ifjas mnoscompridss ; lem una costara em
bao e he fiel: na rua das Trincheiras, so-
brado n. 48.
- Vende-se um pardo claro, de 30 an-
nos, proprio para pagem : na rua do Cres-
po, n. 15, primeiro andar.
A 1,600 rs.
Vendem-se sspatos de couro de lustro
para senhora, pelo diminuto prego de 1,600
rs. o par : na praga da Independencia, na
13 e 15, loja do Arantes.
A 7,000 rs-

M
Vendem-se excellentes chapeos 1
pretos de massa, chamados aza de 1
mosca, de linissima seda e do mal 1
moderno gusto, pelo commodo pre-
go de 7,000 rs.: na rua do Crespo, n.
II, loja de Antonio Luiz dos Santos %}
& Companhia. f>;
4
- Vende-se urna preta com habilidades,
e que faz todo o servigo de urna casa : na
rua dosGuararapes, 11. 47.
Vende-se urna parda de 28 annos, que
ensaboa.cns c engomma, comum lilhode
2 paia 3anuos : na rua da linda, n. 17.
Vende-se urna mulalinha de 18 annos,
recolhidae com lodas as qualidades preci-
sas para urna mucama : o motivo por que
se vende se dir ao compiador : na rua do
Itangel, n. 57.
Fumo para charutos.
Na Inja da rua larga do Rozado, n. 32,
alm das diversas da qualipes de dimitios,
laiilofeitus na trra, romo vindos da Ha-
ba, na tambem fumo para vender-se "de
primeira, tegund e terreira qualidades,
tanto em porgOes como a retalho.
Vendeni-se velas de carnauba chega-
das ultiman pote du Aracaly, relo prego de
320 a libra, sendo estas superiores as usu-
aes pela duraglo, e boa luz ; na rua do llo-
zario estrella n. 8.
Est a vrnda o bem condecido folhelo
Verdade acs meninos obra nova e de
muito inleresse paia os mesmos; na rua
do Itozario cstreita, 11. 8, pelu prego de
200 rs.
Vendem-se 2 lindos moleques perfei-
loscozinheiros, de 18 a 20 anuos, sem vi-
cios ; 1 dito bom holieiroe de boa conduc-
ta ; 8 pretos de 20 a 30 annos, hons para to-
do o servigo ; urna parda de 24 annos, mul-
lo boa cusiuie ra e engommadeira; 1 dita
de 12annos, com ptincipins de habilidades
e muitocarinhosa para meninos; urna pre-
ta de elegante (gura, de nagflo esem vi-
cios, perfeila quitandeira o cozinheira ; tres
ditas com aigumas habilidades, de 14 a 20
annos ; urna dila de meia idade ; assim co-
mo outros muitos escravos por pregos mui-
to rasoaveis : na rna da Cadeia do llecife,
n. 51, primeiro andar se dir quem vende.
Salsa-pon ilha de Sands
para remover e curar radicalmente todas
as enfermidades que procedem da impu-
- reza dosangue, 00 habito do systema.
Esta medicina est operando constante
mente curas quasi incriveis de molestias
que piocedem da impuieza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas incitadas, ervos incolhidos
e os ossos meio arruinados, ficou restabe-
lecida com toda sua sade e Torgas. O doen-
te escrofuloso, coberlo dechagas, causan-
do iinjii a si mesmo, e a quem o servia, li-
rn pe feito. Centenares de pessoas que ti-
nham sofTrido ( porannoss ponto de deses-
peraren! da sua sorle ) molestias cutneas,
glndulas, iheumalisnio eliminen e muilas
outras cnl'ei mi.tades procedentes do desar-
raigo dos orgflos de secregflo c da circula-
ran, teem-se erguido quasi milagrosamen-
te do leito da morle, c buje, com constitui-
coe.s regeneradas, com prazer alleslam a ef-
licaciadesta inestimavel preparagllo.
Comquanto lenham appaiecido grandes
curas al aqu | ludimdas pelo uso desla
estimavel medicina, comtudo a experien-
cia diaria aprsenla tesultados niais no-
ta veis.
Ncw-Yotk, 22 de abril de 1848.
Sis A. II. e I). Sands. Julgando ser
um dover para com vosco e para com o pu-
blico em geral, remetto-vos este certifica-
do das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rilha. para que outros quo boje estflo suf-
rir nd o 1 si a lie leca 111 melhor a sua Con Man-
ea e fagain sem demora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido com urna grande fe-
rida no lornozelo, que fe eslendia pela ca-
nda cima al ao joelho, lancava grande
poreflo de iiojenta materia, com comichees
que me privavam muilas nuiles do meu des-
canto, e eiaiii muito penosas desuppottar.
OSr. Lingo M. Connel, que havia sido
curado com a vossa sal-a--parrilba, rerom-
incndou-ino que eu li/es.-e uso dclla, de-
pois de haver tomado cinco garrafas fiquei
pe ft-itamente curado.
Tenlio demorado um snno mandar-vos
eslo certificado, para conhecercom cerle-
za se a cura era permanente, e tenho agora
a mu iui' satisfagan em declarar que nflo te-
nho viste, nein sentido cousa alguma du-
rante lodo esle lempo, e ncho-me pe feia-
mentereslabtlecido. Son vosso, etc.
Sura/t M. Intirt.
* 210, rua Delancey.
Nesta provincia o nico agente deste ma-
ravilloso remedio he Vicente Jos de Urito.
Farells.
Vendem-se farellos em saccas muito
grandes, a 3,500 rs : ni rua da Cadeia do
Ii.. .le niiaiem junto a botica do arco da
Conceigfln.
Vende-se, por precisilo, urna escrava
crioula, de 12 a 13 anuos, a qual sabe en-
gommar liso, lavar de sahflo e cozinhar o
diario de urna casa : na rua do Collegio, 11.
10, i'i inieiro andar.
Vende-se una vacca muito boa leitei-
ra com um bezerro de um mez, por prego
rom modo : na Passjgem- da- Magdalena ,
venda amarella, entre as duas pontes.
Vende-se una escrava crioula, de 40
anuos, com aigumas habilidades para o ser-
vigo de casa, sendo, pur 11. muito boa veu-
dedeira : na rua \ tilia, n. 71.
ftACravofl fgidos
\o dia 21 do crreme mez fugio um mo.
um dos bngos, proveniente de 11 m gancho
de ferro que Ihe cahlo; levou caigas de brim
hranco muilo rotss, e camisa de algodllo-
zinho; foi vender frutas de um sitio, e he
acostumado a vend-las em taboleiro, por
j* terdisso alguma falta de cabellos na ca-
bega ; lem de idado 18 anuos pouco mais
011 menos : roga-se a todas as pessoas en-
carregadasda polica, principalmente dos
dlstrictos fra desta capital,cabos dequar-
leirflo quo fagam lodas as prsquizas nos
comhoiosque sabireni desta cidade para o
centro, pois ha desconflanga que elle lenha
sahidnem alguna, por ser para isso sed 11 -
zido : a pessoa que o levar rua da Cadeia
do llecife, n. 25, lera urna repens genero-
sa, aleen da paga do costnme.
Na noite de 19 do correntc fugio] do
deposito geral desta cidade um escravo de
nome Francisco, de nigflo Angola, baito,
chelo do coreo; levou carniza de riscadi-
nho e caiga branca de brim : este escravo
exista no mesmo deposito pelo arresto a
penhora que nelle fizera Anna Joaquina da
Silva Brrelo a seu devedor Theotonio Fra-
goso da Silva ; sendo que o depositario ge-
ral lem suspeitas que o escravo fra man-
dado seduzir pelo senhor, que he morador
em trras do engenho Lagos, da comarca
de Sanio-Anllo : quem o appieheirder le-
veo-o rua de Moras, n. 140, que ser
gratificado.
--Fugio, no dia If do crrente, da casa
do abaixoasslgnsdo um tnoleque donme
Joflo, o qual diz a aigumas pessoas chamar-
se Constantino, de 19 a 20 annos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa brinca e
caiga de brim trigueiroj usada ; tm urna
belide no o]lio direito, um dentecavalgado
em cima do outro o urna marca em qua-
dro na p direila, proveniente do um caus-
tico: ruga se sautoridades policiaes e es-
pides de campo queoapprohendam ele-
vem-no rua das Trincheiras, por cima do
cartorio do Sr. Cuilherme Patricio.
Rufino Joii I-mandes de Figueireio.
Kiigiiiiiu de bordo do patacho Asir,
ei!o patacho Dov$-di-Marco, a 13 elide
feveieno. dous escravos marinheiros sen-
do um de nome Juaquim, crilo, e 9 outro
de non c Miguel, de nagflo Mina, este da e-
quipagem do ultimo patacho, de coi preta,
estatura regular, cheio do corpo, de 30 an-
nos, com roupa de algodilo usada ; e aquel-
lo da equipagem do Aitrea; be alto, bar-
bado por baixo doqueixo, bexigoso, cheio
do corpo ; levou caiga n carniza azul, cha-
peo alcochoado e representa ter 40 annos.
Iloga-se aos cspilSes de campo, e pede-se
a todas as autoridades policiaes a sus cap-
tura, ceno de que reconhecendo-se ospro-
prios, quem os apprehender, ou delles der
noticias viridicas, e os levar a bordo dos
ditos navios, ser generosamente gratifi-
cado pelos mesires dos mesmos, ou pelos
seos consignatarios, Amorim Irmflos, na
rua da Cadeia do llecife, o. 39.
-- Da casa do abaixo assignado desapa-
recen, no dia 17 do correte, um prclo, de
nome Antonio, de nagflo Angola, que re-
pi escuta ter 26 annos, alto, rheio do corpo,
com os ps grossos nos lornozrllos e falla
bem desemharagado ; levou caiga e carniza
brancas ; he bem contiendo por ter sido es-
cravo ha muitos annos do finido Cernido
Antonio da Roza, morador que foi na Pas-
sagrm-da-Magdalena, e hoje do abaixo as-
signado : roga-se s autoridades policiaes,
cap 1 fles de campo que o appreheudam e
levem-no ao AterrrJ-da-Boa-Visla, n. 14.
Joaquim Jote. Dial Perini. .
Fugio, no dia 10 do correle, do enge-
nho Pintos, freguezia de Santo-Amsro-Ji-
bnatilo, o rrioulo Eduardo, de estatura mais
que regular, bastante feio, grossu do cor-
po e rom urna falla cm urna das orelhas :
consta frequenlar, no lugar do Ciquia, um
ca/ebre contiguo a una olaiia vellm : quem
o apprehender ser generosamente gratifi-
cado, levando-o 10 mesmo engenho, ou
rua Direila, n. 121.
Figiram do engenho Novo do Cabo os
dous escravos seguidles : Manoel, crioulo,
carpina e mestre de assucar, baixo, pouca
barba, cabello ja bstanle ralo ede 30 an-
uos pouco mais ou menos; e Benedicto,
rrioulo, de 20 annos, boa estatura, iimz
bstante chalo e pea grandes: quem os pe-
gar levo-osao referido engenho, que ser
bem recompensado.
Fugio, no dia primeiro do correnle,
nma mulalinha, de nome Benedicta, de 11
annos pouco mais ou menos, magra, rr
um tanto alva ; levou saia de madapoluo
com babadoem baixo, e camisa com ren-
dadnos iisseiilos j suja : quem a pegar
leve-a rua da Cadeia do llecife, n. 51, pri-
meiro andar, quesera bem recompensado;
assim como se protesta Contra quem a tiver
oreulla.
Fuglram, na madrugada do dia 19 do
correnle, dous escravos, sendo um pardo,
de nome Faustino, de 32 annos, estatura
regular, boa presenga, ps e snflos peque-
as, cabellos encarapinhados, rosto regu-
lar, barba na pona do queixo, boa denta-
dura ; levou camisa de liamburgo, siroula
cumplida de algodilo com boleos e bonete
de panno; tambem levou comsigo tima
preta de nome Mara, estatura regular, fu-
la, rosto bem feito, olhos grandes, fallan,-
Ihe os denles da frente: ambos fram sur-
cados, leudo esta urna cicatriz as costas,
junto as nadegas. O pardo haver 10 me-
zes que foi pegado no lugar Varjflo, estan-
do fgido perlo de 3 anuos e exisliudo com
escravos de Caldino Jos de Aguiar, o qual
o vendou ao inuunciante ; he de presumir
ijue lecha-ido para o mesmo couto : ro-
ya-se as autoridades policiaes desse disti ic-
io, e mesmo por onde possam os ditos pas-
sar, a sua apprehensSo, e os raril:1e. dn
campo que o levarem a seu senhor. (aspar
da Silva Fres, na rua da Boda, n. 17, serflo .
bem recompensados.
Fogio, na segunda-feira passada, urna
preta de nagflo Angola, de nome t.aihai na,
eslalura regular, cheia do corpo, nariz
chato, beigos grossos e o hombro esqu-ido
levantado; teui urna maica preta no dedo
111.1101 de uina das nios ; levou vestido de
chita azul e panno da Costa ; anda venden-
do laranjas pelas bandas da Soledade e
.Magdalena, COStuma lecolber se a imito
para o porto veiho das canoas no Rec:fe -.
quem a truuxer a casa de seu senhor, na
rua do Tia,.ichu, sobrado 11. 17, recebera
asalvigara.
Psrn. : tu ttp. oe a. r de raau. -18S0


Full Text
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