Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06817


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anuo XXVI.
Sexti.-feim 22
PARTIDAS SOS OORBEIOe.
Goianna e Parablba, segundase sextas feiras.
Hiu -Oriode-do-Noite, quintas feiras aomcio-
dia.
Cabo, Serlnhfiem, rtio-Formoso, Porto-Calvo
e Mcelo, no I.*, a 11, e 21 de cada raez.
Garanhuns e Bonito,-n 8 e 23.
Hoa-V illa e Florea, a 13 e 28.
Victoria, > quintas feiras.
Oliuda, todoa o das.
sPHzarcaiBM.
Ming. a 3, s 10 h. e 59 m. da t.
Nova a 12. s 4 h. e 9 m. da m.
Cese, a 19, s 5h.e5im.dat.
Chela a2tf,s 9b.cilm.dt .
HVHBAS DE HOJI.
Primclra a 1 hora c 18 minutos da larde.
Segunda a 1 hora-e 42 minutos da manhaa.
de Fevereirode 1850.
N. \h.
PBCOOS DA scBscairc-AO.
Por Ires 1nc7.es (adianlado) 4/000
Por seis mezes H#imo
Por mu anno 15/000
ssn
das da smuh
18 Seg. S.Theolono. Aiid. doJ. orf.ednm. 1. v.
19 Tere. 1*. Conrado. Aud. do chano., do J. da I.
v. da civ. e to dos feitos da fjirnd.).
20 Quart. S. Eleuterio. Aud. do j.daz, v.docivel.
21 yuint. 8. Maximianno. Aud. do J. dos orf. e do
ni. da I. v.
22 Sen. S.Margarida. Aud. do J. da 1. y. do civ.
e do dos feitos da (aseada.
23 Sab. S. i/.n Aud. da Chae, e do J. da 2.
v.docrime.
24 Dom. S. Malillas, apostlo.
cambios ni ai d* pwsaiiso.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 n. a 60 das.
Pars, 3 . Lisboa, 9.r) por cento.
Oiiro.-Onca. hespanhoes......... 2*H a HfSUU
Moedas de 6/400 vclhas.. WMi 00
de 6/4.* novas.. Ir* 200 a 1W400
. de 4/000........... 9/200 a 9/400
Praia.-Patacoesbra.ll.Hro8...... J/J*> > j{
Pesos colu.nnarios....... /'W /
Ditos loetlcanoi.......... 1J*> a 1/820
PARTE OFFICUL.
RELATORIO
da rrparlicAo dos negocios da jusca. opreitntido a
aumblia geral UgUlali"" na prisnura sesso lia
i-ilava Ugielttura em 18M) pelo respectivo minit-
tro Hemiario de estado Butebiode Qutirot Coa
rindo Maltoio da Cmara.
Augustos t dignissimas senhores rtprettnlanttt
da mfo Veuho apresenlar-vos o relatarlo
dos negocios mals iinporlaiites da reparlico a
ineu cargo. He para inim muio grato este
drver impnsio pela le!: cumprl-io-hei com
a loaldade qne vos he devida.
Sfstroiipa t Iranquillidadt publica t individual
A ordein publica fol violenta e profunda-
mente perturbada na provincia de Pern.imbu-
co. Eate faci que avulta nos aconlcciincntos
do nosso pal, he por lodos conhecidi. mas
nem por isso deixarei de iiiemora-loem suas
principies circunstancias. Abalos to fortes
nao passaiu sein consequencias mullo doloro-
sas, sein deixar vestigios da mais alta gravida-
de. Al ptxttes polilicas desenfreadas, mam
festando-se materialmente no campo de bata-
lli.i, lem sido a causa mais ponderosa de nos-
sos atrt-os: drpols da Independencia ainda
uin so melhorainento nao sahio de nossas re -
volucSes, alada um principio, urna dla nao
foi conquistada por ellas. 0 que se ha gsnho,
he a prrturbacao da adininislracao, o dispen-
dio imprvisto dos dlohelroa pblicos, os hbi-
tos de revolla, o terror dos capllaes que se nao
afoitam em um paii, em que nao domina a or-
dem, e, o que he mais sensivel, inilharcs de
vidas, que acabam em lula fratricida.
Geralmente se recelara, ha lempo, um mo-
vment revoltoso em Pernainbuco : a cous-
clenrla publica parece que o adivinhava. Os
partidos polticos em que se divida a popula-
cao da provincia, linham chegado ao ultimo
grao de ir.liacao: uin driles ludo confiava da
cotiipresso que exercia sobre o outro; niio
consenta a parlllha as posices oIBciaes, mes-
nio subalternas; nao quera a igualdade de
direitos. Nio havla Juanea para os adversa-
rios, nem ao menos erain toleradas suas cren-
cas polilicas, suas aHWcdes intimas. > as ad-
uiinlmracoes anteriores baviam sentido o esta-
do violento em que se achava esla provincia,
j o haviam manifestado nacao, revollando-
sc contra o predominio desse partido esclusi-
vista, promplo para o combale no dia em que
iiuizei.se o governo admltlir seus adversarios
uas posices ofnriaes.
fcmjunho.se 1848, o partido entao dominan-
te maiiifrsluu-se as ras do Recife, e com
exigencias fura dasleis alli perturbou a ordein
publica. Era o precursor do grande inovlmen-
o de nnvemhro. que reduilo a provincia um
campo de balalha. sein poupar mesmo sua ca-
pital, que leniaram sorprender e conquistar.
Depols da mudanca poltica que se operou
em srlembro desse mesmo anno, quaudo o go-
verno procurava dar salisfaro a todas as opi-
nin, proporclonando-lhes nirlos de se ina-
nileslirem pacificamente e cun liberdade,
quand'i por aclos multo explcitos mostrava,
que nao era seu intento promover urna reac-
c:io, mas adoptar como base fundamental da
sua poltica a iiioderaeio. quando escolliia pa-
ra presidir provincia de Pernambuco um ci-
dado, que seus adversa ios mesmo nao aecu-
stm de viuleuto, a ordein publica fol alli re-
penliuamcule perturbada, sem que um pre-
texto plauslvrl ao menos se podesse allegar
para seiiielhaule coininetlliiiento.
Parece que ludo eslava combinado para o
mmpimenlo; o abuso das posices oiciaes,
que aluda eram couservadas em inSos dos re-
voltosos, o prova. Tinhaiu sua dlsnosico a
tribuna parlainenlar, linham a iinpreuaa, li-
nham lodos os ineios legaes para fnzer opposi-
cao ; masdespresaiido ludo eiuprasjram o go-
verno para urna lula armada, sb o ridiculo
pretexto de alguma demlsses dadas pelo pre-
sidente da provincia a empregados, que uao
Hierrciaiu sua connanca, e que abertamente
tioslillsavitn a poltica da administracao.
NSo posso, seuhores, deixar de lamentar que
testa drsle movlmento ioqualilicavel c sem
fuidaiiii'iitn, se apresentassem alguna cida-
dos, que linham a honra de ter tsenlo na
cmara dos genitores drpulados, queporquasi
cinco anuos haviam participado do governo do
psiz, e nao liuham iniciado legal e conslituclo-
naliuenie uiut so das reformas, porque eoto
se rebellavain, no liiihan dado um so passo
para modiflear a actualidade de que se quei-
xivam, como fonle caudal de lodos os males
da patria I
As Iminunidades que a constiluico sabia-
mente concdelos ineiubrog do poder legisla-
tivo, lrain nclles respeiladog o maig que era
poggivrl. Apeiar de afroularem pubiicamcii-
le as lcis e autoridades, ostentando com inau-
dito escndalo a qualidade de chiles- da revolta,
e consitandn para ella o *povo mesmo em face
dos agentes do poder, ncnbum delles foi reco-
lliido prsao senao depols que com as armas
na uo invaiiiram os rebeldes a capital da
provincia.
Koi na villa do Pod'Alho que revoltt fez
a sua ii imi'ira manifesUf ao, querendo o com-
maudanle do destacamemo de polica sublva-
lo contra as autoridades do lugar, para ir reu-
nir-sc aos revoltosos, que marchavam para o
engenho Lavagem. Logo depols ful a villa de
Iguarassu aggredlda, e oceupada por parte da
gualda nacional, que sabio de Oliuda aluciada
e coiiimandada pelos propros ebefes, ainda
conservados pela adiuiiistraco. contra que
perdameule se rebellavain.
Os mesmos fados se davam em diversos
pontos da provincia, ludo indicava um uiuvi-
mentogrral do partido, em que o pensameu-
to dos cheles e revellava nos actos de seu.
subordinados, entre os quaes se comavam nao
poucos hoinens, que por meiodas poticdeaein
que eram inanlidos. davam ncremeulo e aco-
rucoavam a revolla.
Km preacnca de semelhanle agressao, obri-
gado a urna lula, que nao provocara nem leve-
mente, o aoveino cumprio o dever que lhe
iuipiiiiha a sociedade. Armouse e rol comba-
tcr a revolla.
A boa polilica, humanididt exigiam
que se acb*se de promplo o esladu inor-
nial coi que se chiva a provincia de Per-
nambuco e aconslliavim o emprego de Wr-
s, que nen o oieuos dcixas.eui duvidas
sobre o iriumpho.
Em neobuin oulro poni do imperio foi
icompinhado o movimento de Pernambu-
co. pelo contrario o governo enconlrou i
mais decidida coopera^So em lodos os Bra-
sileiros.
^ao valeram as proclimiQoeg de guerra,
os embustes invenalos para atUihuir e res-
pnnsabilisar pelos males da patria o sysie-
ma do governo tal qual o estabeloceu a
cnnstituico do imperio : n8o calaram no
animo publico as lhoris anarchicas e sub-
versivas, que fortn disseminadas o exorn-
lo da Europa, que tanto invocavam para
animar o espirito da revolta, muilo contri-
buio, pelo contrario para desengaar os que
espenm melhoramentos moraes e sociaes
de perturbarles nn ordem publica. <
Discorreram os revoltosos qussi todo o
norte di provincia, sorpremlcndo povoacOes
fricas e desarmada, fuaindo i< tropas im-
pcrues, que lhe offereciam combate e se--
pre que forrjados o aceitaran!, pagaram .irj
sua ousadii.
D.'sde o principio da rebelliSo pretende-
rn os revoltosos dar um assalto a capital,
esperando encontra-la desguarnecida, oc-
cupa-la e dispr dos meios que ella offere-
cia, pira alentar poderosamente o movi-
mento. Alm disso os chefes linham neces-
sidade de fazer grantos promessas do ri-
quezas e bem estaraos miserosque baviam
iludido, srraslanilo-os revolla ; i capital
da provincii devia satisfazer essas promes-
8'S, devia realisiras seductoras espcnin-
5s, quose tiniiam feito conceller. Com o
intuito de atacar o Recife, os revoltosos
passaram-se do norle para o sul da provin-
cia, reuniram-se quasi todos n villa de
Agna-Prela e d'ahi, evitando u combate com
as forjas do general Jos Joaquim Coellio.
que oscercavam, vicram a marchas forrju-
das accotnmetler a capital, que por mais de
treze horas, no dia 2 de fevoreiro de 18*9,
tevn de sustentar porfiado combate, oppon-
do heroica resistencia
Nova victoria veio cornar os esf'irtjos dos
defensores da propriedade, da ordem o da
sociedade. Ninguom pode prever lodo o
horror das scenas de pilhagem e assassino,
que deviam segnir-se a esse combate, se
oulro fra o resultado. Nao era s no lle-
cire, na provincia do Pernambuco, que se
deviam receiaras conseqnenciai da victoria
dos revoltosos : a rebelliilo tiuha amigos
em oulras provincias, que, recejando afron-
tar o espirito publico, que reprovava o rao-
vimenlo de Pernambuco, na falta de auda-
cia s esperavam um grande ti iumpbo alli
para limbem corrers armas e levantar o
grito de guerra contra a sociedade.
Nlo silo oceultos os planos dos rebeldes
correr tnpressss as suas proel unncOes ;
em seus manifeslos, as cartas que liri-
giam para oulras provincias, com o Um de
provocar nellas a revolta, decreUvam as
reformas radicies, que se deviam f.zer na
rnnsiiliiicii ilu imperio, convocaran! revo-
lucionariamente urna ass.'inhla couslitu-
iute, aspiravam dissolufSo de lodos os la-
gos sociaes.
Pareca que a derrota, que soffrera no Re-
cife, devia anniquilar a rebelliilo e acabar
co'ii a guerra fratricida movida poramhi-
COea lencas
N3o acanteceu assim: retirando-se das
iminediacoes da capital, os restos das lor-
ias, que atar iran, invidiram a cidade de
Goiaont eibi pralicarm actos da maisre-
voltanle barbaridade.
Pcregudo4, fram encontrados em Po-
Amarello e novamente batidos. Tumaram
eutiio caminho da provincia da Parablba,
onde esperavam encontrar auxilios, mas
por lodi i parle a lealdade brasileira os re-
pellia.
Por duas vrzes a invadiran, sem naJu
cons;guir,giacis ao espirito publico da pro-
vincia.
Entrando em numero de 300 i 400 ho-
mens por Pedras-de-Fogo. por onde lisviam
tambem entrado em drzembro de 1818, se-
guiam por Itabahian* e no dia 18 de feve-
reiro de 1849 se achavam na cidade de
Areia. O chefe de polica ahi os procurava
piraos fazerevacuar a provincia, ou ata-
car.
Os rebeldes, acossidos em Pernambuco,
prefer i a m a segunda alternativa o fram
no dia 21 atacados pelas fress imperiaes,
que os expelliram de seus entrinchein-
mentos nesse mesmo da. epois desti der-
rota, fgidos, devastando os lugares por
onde passavam, no da 27 de fevereiro de-
soecuparatn a provincia, embretihmdo-se
mis mutis di de Pernambuco.
llevo acrescentir que na cidade da Aia
enconlrinm os revoltosos favor e sympa-
thias da parte de algumas autoridades, dis-
tinguindo-so entre ellas o jiiiz municipal,
e os chefes da guarda nacional, que assim
abusavam da tolerancia com que eram con-
servados em suis posices o'iieiaes.
Ordennu o presidente que, por taes Tac-
tos, fosse o chele de polica cidade de
Areia, e ihi tomisse conhecimento dos cri-
mcscemmeltidos, e processisse us crimi-
nosos. Do processo resultou a pronuncia
de dezoilo individuos, dos quaes s se j c-
de prender um, porque todos os mais so
hotnisiaram.
Refugiaram-se os rebeldes as maltas de
Araripe : ahi furmaram dous grupos ; uus
fram pira Ipojuca, d'onde imploraran) s
clemencia impeiiil, que Ibes nSo l.iltmi ;
os outros fram esconder-se em Agoa-Pre-
ta, d'onde fram logo expellidos. Tam-
bem e.-tcs euconlriram ni magmnimdade
do chefe da nugiio o perdtlo de seus crimes.
as comarcas do m'.eriurda provincia de
Pernambuco, exceptuando Giranhuns, al-
guns movimentos liveram lugar no sentido
da revolta, mas para logo lrain suffocados
pelos prnprios comrcaos, que nao espera-
ran) as uVcis regulares para vingar as in-
jurias irrogadas or lem publica.
Eslava anniquiltda a rebelliflo ; seus che-
fes mais denodados e mais importantes Jo-
ragidos, ou presos, as massas, qn se hn-
vam levantado, tornavim a seus lares,
deploran lo seu erro, pragnejsnilo a ambi-
guo daquelles que as haviam arrastado ao
crime, eabenco.indo a milo paternal que
asperdoava. Niln estiva, pnrm, tudo ter-
minado ; aos tribunaes cumpria executar
as leis.
0 processo instaurado contra os chefes
da rebelliilo fui submellido ao conhecimen-
to do jury do Recife, e as lcis fram desag-
gravadas, sendo elles cnndeoinndos em
numero de nove. Appellaram os reos para
a relagilo do Pernambnco, a qual conlir-
mnu o ju'gamento.
rebeldes a lo la a regra, esses homens nao
voltama sncielade. e querem que os tc-
nham por chefes polticos : continmm en-
tilo a guern por sua cinta para saciar ins-
tnctos criminosos.
Dnvido, qiiealgum partido poltico, dig-
no desse nome, deposite suas sperangas,
confia seu futuro da gente, que boje infes-
tan) as malas da Agoa-Prola. lio nece-sa-
ro, pi.rrn, *cab;irqu8nlo antes esse gor-
mem de revollas, que ambiges poueo es-
crupulosas plem aproveilar e desenvol-
ver, ilandn-lhe mais longo alcance e mais
gravo aspecto.
Assim, j os reos polticos, depois de con-
lemna los pelo jury, nao (tVnm Mrennos
a ess:iS louCSS ageressoes, eulendendo tai-
vez tirar dellas algum provnilo. 0 presi-
dente di provincia, pura evit ir esse escn-
dalo e suas perniciosas consequencias, fdz
'"%* de Fernando
iriosa guarda nacional, ao valcnte exerci- vas porturbages da ordem publica.
o hrasileiro de trra e mar, aos intrpidos Ha homens a quem lio dilbcil convencer,
roluntaritis Pernimbucanns, e mxima que a indulgencia com que sao trtalos
artn da iinnnliefio dinuclli heroica pro- usco de origen) nobre, e no do modo.
INTERIOR.
0 governo imperial commemorando fc- embarcar e seguir pan i
los de tilo subida importancia, nAo p le ".reo condemnados, eum dos co ifi. is da
deixar de aproveilar esta solemne occasUo, | revolta, que abusando da amnislia que lhe
tiara agradecer, e-n nome da sociedane. i fra concedida conlinuava a fimentar no-
1
l
vol
parte 'da popiilicfio daquella'heroica pro-asce de ongem nobre, e no do
vincii os esforgos, com que ausiliaram o que, vaidosos, acrediiam insinrar.
governo na defeza da ordem publica alie- Como era o deaejo maia ardente dos re-
nd. Niio menos digna de apreco ho a bel les do Pernambuco fazer apparecer em
lesldade que mar.ifeslaram ns provincias] diersas provincias moviinenlos revi.lto-
viziuhas, j cerrando os onvidos s repet-' sos, porque assim se alevanlavam, o ohn-
das sedueges dos chefes da revolta, j le-'gnvam o governo a dittribir lorgas para
vantando filrcas para" silia-los e bl-los. I diflVrentes pontos, por ser a durago em
Todos rivalisaram em'ilc cagao e zelo no taes lulas urna vanlagom para os crimino-
eumprimenlo do* deveres, que imp* a l--.sos, proouraram elle revoltar parte diipro-
aldado e o patriotismo. Vencida a rebel-'vincia das Alago**. Para esse um foram
lio, terminada a lula. OUlr.'S deveres ti-!onviadoa algndo* Chefes 10 porto da Ca-
lilla o governo de satisfazer. Se niio deviam molla, nesla provincia, c leniaram levar a
os principaes culpados deixar de respon-! cff-uto seu plano, favorecidos pelo tente-
der ante lusticas por seus faetol, nao era ir.irunel co'iimandnie do um bsialhflo de
menos necessaio apagar os vestigios da guarda nacionaes los Lun Belirflo Uavig-
contend, acalmar os nimos c preparar a nier, e pelo promotor publico Jos Angelo
pacilicagiio moral da provincia. Marcio da Silva. Ilesisliu-llies, porein, o es-
A clemencia imperial habilitara o pre*-1 pirito publico, e a lealdade dos Alagotnos
denle a derramar o balsamo salutar da im-' fez nialugrar o intento, resultando d ni um
nillia, edeniro em poueo o cimmerco h a processo, no qual fram pronunciados >s
industria reassumiram sea antigo mov-! dous.
ment; as rendas publicas avultavam, e Na villa de Bananeiras, provincia da l'a-
Perna nhuco pareca vollar rpidamente a rahiba, houveumi sedicjlo em 4 do feve-
seuestidu normal. irein) do 1849 contra o respectivo juiz mu-
Sendo enifio concedida demissilo quejniciualod-legado de polica, por occasiflo
petlra o piesidento Ca provincia, rec.irrcu de se executar a or.lcui de prsao, por elle
o governo pira subslitui-lo ao pa'rinti*.no expedida co itra uin turbulento do lugar
de um de nossos estadistas mais notaveis qiieandava armado, sen lo um dos princi-
porsua posigao elevada, carcter Drine. co- paea autores delli o propro escrvilu do
uhecimentos e pralica de administrador e juiz que lhe Votiva nimizad'. O juiz,
poltico. Inmeac-idooui sua vi la. queieil lo evitar que
E niio fram illulidas suas esperancas; proseguase a desordem, deu-so por aipe-
sba nova administragao a provincia con-dido, e passou a autoildide ao i.' sup-
tinuou a prosperar, c os nimos a tranquil- pente. Esla se'ig'io inda linha de c itn-
lisar-se. mum com a rulielliilo de Pernambuco, du-
Mas a seguranga individual e de proprie- ron pinico lempo, e vollando as cousis ao
dade niio poda deixar de resent r-se ainda seu estado normal, organisou-se um pro-
dos panados acontec rentos, que absor-'cesao, no qual fram pronunciados o dito
viam todas s atlenges, o daixavam em eserivio e mais 12 reos, dos quaes sen lo 7
escuro fados de niio pequea gravitado. I aubmeltidos ao julgaaiento do jury fram
as povoages por onde passnii a revolla iodos abaolvidos.
niio havia respeito.s leis ; todos os lacosl (Conloiaar-it-aaJ
sociaes se haviam relaxado; os povos esla-'
va ni .i ha mi,na les s paix's e aos inslinc-
los dos mais audazes. Ilefcrirei dous Tactos,
que por suas consequencias merecer indi-
gno.
Em Paje-do-Flores foi Ssssssinadn o pa-
dro Jaoquim Jos de Veras, e a voz publica
fazia recahir sobre Francisco Nogueira Har-
lin/a Paes o oulms a culpa do assassinato.
A polica tratou de prend-lo para ser dev-
damenle julgado ; o criminoso,poim,reu-
ni' ^enle, ai inim se c loi refugiar-se na
Serru-Negra, onde se entrincheirou e es-
perou i autoridade para dar combate.
O delegado de polica de Flores com urna
escolta de polica e alguns guardas naci-
mes mudiuu para Serra-Negra, e dabi,
depois de ter tomado urna trincheira, retro-
cedeu para Flores por se ivizinbar a noite,
e niio sejulgar com frga sufllcienlc para
lomar imposssvel a resistencia.
Pedro Ivo, um dos chefes di revolla, es-
pirito refractario, receioso sem duvida do
rigor das leis, porque nao lie su nenio reo
de crimes polticos mas tambem de outros,
e desertor do excrcito, ligindo-se ao ban-
do de um tal Caetano Alves, que ha lempo
nfesta as mallas de Agoa-1'reta, alli se con-
serva errante, e sihmdo smenle as occul-
tas para issolar e devastar os povos vizi-
iilins, que pode sorprender
^aoera i'ossivel, que o governo provin-
cial consenlisse em lies escndalos contra
segunnga ndivial e de propriedade. E
mal comprehenderia seus diveres o admi-
nistrador, que nflo procurasse vigorosa e
promptamento reprimir esses ilimitados.
Na posigoem que est Pedro Ivo, no he
fcil obriga-lo a combato ( que elle sompro
evita I sem um cerco, para o qual siio de
inisler as frgas, que o presidentij da pro-
vincia rene, sendo de esperar, que entilo
se veja obrigado a despertar esse han u ,
sem pensamenlo poltico, mis que serve
pin espalbar oleiror pelas hibilages vi-
zinbis dis mallis. lie ntcessaho repetir,
Srs., que o governo nadi poupou para evi-
tar estas depreJigcs, e com o fim de |r
em execugo o syslema poltico, quo adop-
tara, levou a indulgencia at o poni, que
lhe permilliam os interesses do paiz a sua
digmdide. O caudilho, purm, eiilendeu,
que iuspirav temor, e que poda mpr
condicges, nao duvidando, quando rebel-
ladas, lomara vida errante de parceria cun
o be ni couliecido Cielano Alves.
as lutas intestinas he ordinario apDre-
ecrem griudes ciiuiinosos, pni os quaes
iiiuguetu repara, licaudo absorvdos pelos
scuiiievimenlos, em que tuinain parle no
primeiro, ou ultimo plano. Depois da lula,
RI-DE-JANEIRO.
CMARA DOS SUS. DEPUfADOS.
SESSA DO DA 26 DE JANEIRO DE 1850-
Preiidcneia do Sr. Gabriel itendrt do Sanios.
SBOOaOA PRTr. DX OBDEM 1)0 ou.
DiicKssao do projcrlo de respaila falla do
Ihrono.
(ConclusDo. )
O Sr. Totla, ministro da marinba (conti-
nuando ) :-- .
Parecc-mo que tenho dado siilhcientes
explicages para justlicagilo dos primeros
tres pontos sobro que versaram as aeeusa-
gO.-'s, islo he, violencias cnmmcttidas con-
tri os individuos presos, suppressflo di m-
prensa e falta de eoncessSo de amnisti.
Resta-me dar alguma explicagflo a resuelto
de um facto especial, que tem sido inver-
tido pelos meus adversarios nesla casa e na
cmara vitalicia. Este f ctoliea correspon-
dencia que se diz que houvo entre mim e o
ciudilho Vicente de Paul : desla corres-
pondencia, qu meheattribuida, uo s os
joruaes desta cile lem f ito seu srandeca-
vallo de tiatalha como tambem mais de um
memoro da cmara vitaba tem feito dola
urna grave accusago. Um delles, esquo-
cendo-st da crcunispecgilo que devia ler
em un negocio de tanta gravidade ( muilos
anotados), ehogou i amrruar que eu me ti-
uha inscripto como amigo e criado desse
hornero a quem se diz queeu me dirig ; e
depois oulro sonhor, que enlendeu dever
recusara asseveragao que se fazia do que a
caria no era d meii pul1.o, ohservou que
a carta estava reconhecida por um labelliilo.
Eu posso asseverar acamara que a carta
transcripta nos jomaos da corle e referid
pelo nobre depulado e pelos nubres sena-
dores, nao he feila por mim, he urna caria
apocrvpba.na qual cu nflo live parte alguma.
Releva, purm, declarar Icr-me ao depois
conslido queossa carta, bem como oulras,
linham silo escripias em meu nome, que
se linha fingido a iniuha lellra para poder-
se arredir \ cente de Paula dos conviles que
lodosos momentos Ibefaziain os caudi-
Mms da revolta ; ma nole-se que a noticia
que live, de lerem-se feito essas carias em
meu nome, lu depois de as ieretn mandado
euliegar.
O ir. Reiende :-lla outros documonlos
falsos anda.
O Sr. ministro da marinha :Todavil niio
negarei que alguma caria escrevesse a Vi-
cenle de Paula, que respondesse a alguma
OOnmunieacBo que mefizesse; mas nogo
que rehaixasse i diznidadeda provincia da
maneira por que os jomaos pblicos o tem
dito, e ns nohres senadores se cncarrega-
ramde repetir, bem como o nobre depu-
lado.
OSr.Souza Franco :Eu no disse pala-
vra sobie isso.
O .Sr. ministro da marinha :Mas serilo o
nobre depulado e os nobres senadores
aiiu"lles que me devem aecusar de seme-
lhanle piocndlmenioom u n lempo exceu-
cional (in-i'loi apoindoi), quando ns caud -
Ihos M dirigirn) cun o maior afinco a Vi-
cente de Paula exigm lo o cumprniHMito do
promessas por elle feitas quando ellos o
acliaram na adminislragno do imperio, rara
que se pronuneiaasecontri a logtlidale?...
SeriSm esses senliores os mais propros pa-
ra me censura'ein por dar urna respost*
qualquer a esSa homem que aliancava n,1o
aceitar laes convites o que jamis iS)arclia-
ria para eombater as frgas da legall la le ?..
Seriam os mais propros para me virem l.in-
gar cm rosto o ler eu escriplo alguma carta
iquelle homem para o afasiar do nhysmo a
que o quoriam levar aquellos que lhe de-
ratn rnneiro ?....Senhor presidente, quan-
do o Sr. Flix l'eixoiodo Britoc Mello >o
re ron para as mallas do Agoa-Preta com-
oulros disputados dirigio-se a Vicente do
Paula nos seguinies termos :llluslre ami-
go o srnhor.. (A carta s acha junta aos do-
cumentos annexos ao processo que se for-
mn aoscudilhos )
( Um Sr. diputado entrega no orador um
jmpel. )
O nobre depulado levo a imndadn do dar-
me a caria nflrcisl que he documento incon-
leslavel. Nes'a caria o Sr. Pcixoto de Brito
convida a Vicente de Paula em consequen-
cia das promessas que lhe linha f ito, quan-
do presidente da provincia das Alagoas, pa-
ra o roadjuvar a livmr Pernambuco do des-
potismo que nesse lempo diz estnagava a-
quella provincia. [ IJ a carta. )
Sao os homens que approviram o proca-
dimenlo do Sr. Flix PoUoto de llrito,
quando presidente das Al igas, presi lente
que niio s secorrespnndi por carias, co-
mo que pesgoilroenle se eutreleve cun Vi-
cente de Paula ; siio estes gue vem aaora
accisar o ex-presidente de Pernambuco
por ler respondido a urna carta que Vicente
de Paula lhe escreveo, nflo nos termo* em
que lhe cscrevia Feliz Pcixoto de Brito, mas
em termos correspon lentes a dignidade do
governo? Ser esta accusagilo digna dos
nobre* senadores que approvaram aquella
proced ment do ex-preidenle das Ala-
gas ? Sera esta aecusaeo seria ?
Tem-se pergumado por que nao seman-
dou responsabilisar otibelliOo que r^co-
nhrceu a cart. Nflo soi, snhor prnden-
le, cuino se pude responsabilisar i um la-
bolliilo por semelhanle motivo, lendoreco-
iiheoido una carta por Iho parecer de mi-
nlia leltn. A/ioiadoi. ) He esta urna aecu-
sacHo tfto improi eJentc [ apoiados), que n3o
tenho querido resiondcra ella; ese boje
o figo be por ter sido reproduzida no parla-
mento, he porque he feila por pessoas a
quem eu devo consideiago e respeilo.
Supponlianios, porm, que cu livesse trata-
do a Vicente de Paula com muita benevo-
lencia, seiia ou uo osle acto juslilic.vel?
No se diriga a eviiar que lanos indivi-
duos quo se acharo em redor de Vicente do
Paula cihissem no mesmo crime em que
linham cabido iquelles que Osla vi m na re-
volta ? Nao seria antes urna acoSo merito-
ria sreedar dociimemaisde30a iiidividuus?
( Muitosapoalns.) Nio seria odol'jo de
poupar o deriamamento do singue braslei-
roquerer por esto meio apartar da revolta
muios in livi luos ? Eu admiro de que, ao
i atio que se aecusa de violencia o ex-pre-
sidenle da provincia do Pernambuco, seja
elle BCCUSido de langar milo do u.n meio
persuasnno para evitsr que esses individuos
langassem inflo das urinas contra a legali-
dide. Me parece esla urna rontradicgao que
no se ple deixar de qual.hearde poueo
digna daquelles que ncllas cahem. (Apoia-
dos. )
Para provar que o rccrutamenlo so fez
n massa, o nobre disputado pelo Para anre-
senlouo aclo da morlalidado que appare-
ceu no hospital militar'na <:,iocaem que
alguna rccrulas de Pernambuco fram para
lili envalos, lie na verdadequerer fazer
urna accusagilo sem verificar os fados. Dis-
seo nobre depulado que no hospital mor-
reram iliiuns recrutas por serem velhos :
qnem inrormou ao nobre depulado corta-
mente o illudio. No, senhores, exista
auui epidemia das bixigas na occasiao em
quecnegaram reciutasdo norte e do sul,
r.crulas que no eram vaccnados ; fram
mandados para Praia-Vermelha, onde a
epidemia grassava ; morreran) alguns re-
crutas no s de Pernambuco como do ou-
lras provincias. Oque prova islo? Quin-
do a epidemia grassa por oulros lugares on-
de niio ha recru'as, quando livra p'la po-
pulago inteiri, poder* dizer-se que isso
prova algumi cousa ? Poder-se-ba dizer,
pos, queamoitaliladequehouve entre os
recrutas nesse lempo pioveio do recruta-
inento em massa T Vioram alguns recrutas
mais do jue viriam em lempo ordinario,
mas nfio tantos que 80 possi tachar de re-
cruiamento em massa aquello que foi feito
em Pernambuco. Se lecorrer o nobre ex-
ininistro do negocios etdrangeiros aoreli-
loiiodo minisl-o da guer.a.aos ma.ipas
que vem annexos, vera qua desde dezem-
bro de 1848 a setembro de 1819 vienmape-


na* ilo Pernambuco 600 mantos reerutas.
O Sr. Snuza Franco iMil a tantos.
OSr. minii/ro rfa nar/nAa: E vieram de
algum.iR provincia onde nilo houve robel-
ItfloOO. Sa'isto rrcrutamonto em mus-
a ? Quaes fram os que vieram de Per-
nanilioo ? Fram os prisioneros feitos
ero differenles combates. Quera o nolirc
deputado que csses prisioneirns fossem ou-
tra vez restituidos ao mi nigo? (Mu'tos opoia-
dos. Se o iiuIm d' pnindo reronhece que es
ses hnniens nSo pndiamser punidos poique
nilu eram criminosos pelo cdigo penal,que
meio achava pira queel|*sn9o podessem
de novo pegar em arma? Kste procedimen-
tu he novo? NSo se fez o mesmo na pro-
vincia ilo Parii no trapo emque o nobre
deputado apoiva a admiriislraco que sd-
miilio os reciulas que se recebiam ? Nfin ge
fezu mismo na piovincia do alaranli3o ?
JNfio se fez o mesmo na provincia da Baha?
E que Otilia cousa se poda fa/er em cir-
cumstanciasextraordinarias? (Vultos apoia
dos.) I'ois aquelles, como disse o iiobre
ministro da jusii$a, que nilo lom crime al-
gum, aquelles que eslSo passificos em
suas casas, esto snjeilos aorocrutamento
em lempo ordinario, e nilo o podero estar
aquelles que toinaram as ai nis para com-
balero seu paz i' Hutas opoiados.)
ulra iccusui.o seguramente mais gra-
ve me tem sido fela pela imprensa, e re-
petida no senado com lana injnstira quan-
la rumpria ser a disrric^o com quo os no-
bres sena ores deviam ter fulla lo neta
materia. Disse-16 que eu puz caberas a
premio 7 Oque quer dizer cabrea! a pre-
mio t A: paireen em l'criian buco logo
depois do ataque de 2 de fevereiro um im-
pre.so sein assignslura, em que se dizia
que o presidenlo da provincia Java a quan-
tia de tres contos de lis a quem pren.iesse
e entregasse a qualquer des autoridades po-
liciaes com luna seguanlos caudiTlios
fulano c fulano. Eis-aqui o que tem sido
truiralgunsartigosda conslituclo, de ten-
111- nuil a integri lade do imperio, em es-
po de tentar deatruir a forma de governo
eslabelecidn. ( Mwto opoiados. ) Nenhuma
lestaspovonces,qjecnmnrehetider3o ::m* tjcailo em todos os lempos, e quer-se dar
argido de caberas a premio Km retribu-
cao do que se propunba ueste inipresao,
quenflo era assignado ncm aullienlicadu
pelo presidente, o que fueiam o* caudillios?
Pnblicararo iminedialaineiite um niunifes-
to do puerra, declarando que nilo dariam
qunitd a nenhun prisin- im que fizes-
sem, e lo/eiam isto em pratica no ataque
de (Jnianna, onde Flix Peixoto de tirito
mamlou fuzlar da manena a mais barbara
um srcenlo porque era poituguez. A-
poiatlos.) Mas supponba-se que o pr.siden-
te da provincia tivesse esenpto sua assig-
nalura nesse papel quo ipparect'u ; que
eia \eidade que o presidente tinlia tu Jado
essa medida. Seria urna medida que nfiu
osse icconhecida pela nossa legislarlo e
pela legislacBo de outros paites? tu no
quero aztra injuria ao nobre deputado e
aos nobres senadores, que me liteain esta
acciisarSo, de supi -que iguorain a legis-
lacilodo seu paiz e os estylos dos oulio.
paizes ; se cu a quizesse fazer, cilana o
ediala respeito ue o'Hrieu ; diaria res-
pailo do nosso paiz fados idnticos, que s
dciain militas vezes. Inri i que se lie per-
millido a quaiquerciJado preti .cr um reo
em flagrante delicio, l3o pode ser pioln-
lii.lo ao adu iii->11 .-i,-r.i de urna provincia,
principalmente em ciicuuistaucias extraor-
dinarias, u.over os cida los a cumprir es-
sedever que a lei Ibes imi-Oej lieum pre-
ceilo da lei que cada ci iad3o un uhnga-
cSode cumprir aquanlia dada pelo pie
sitente da provincia sema de iuceutivo
i a.,i nquelle que ia exprsua vida para fa-
tal un.a nillgeocia desaa ordem. -Creioque
Ii.lo se tiulia Frito Cnuza algunia que uo
estivesse de Conformidad* Com a lii. He
porvenlura desconlieci lo a alguem que
tanda o menor ronln-cimento do direit<
que mis pagai os a otliciaes dejutiga para
faserem pn>6>'s ? ( Apuudus.) e por taso
su diz que se pem Canecas a premio quan-
do se tal urna prso por um mandado
N3n, poden os fectnar a | riso empregar toda a frc ne-
cessaia, sgiiiuloa ex re.ss.lo do Cdigo,
ale tirara ida a aquello que resiste? Co-
hlO, iris, le disse que o kim| Ii s CODVile.do
presidenta da provincia qnando tivesse
havido) impoitava aXpOSi(flo de cabreas
a premio? Tem ebegadoa lalponloa ma-
levolencia e desejo de Cdluiiiniai o ex-pre-
S'dente da | rovmcia de Peinambuco, que
al ae quiz imputar-lite a inorle do um ci-
dadfio que fui atravesado por urna bala no
dia 2 de i'i..... m ? Em raso de miulia de-
fez a fallo no infeliz ex-depulxdo Nuues Jla-
cbado. NBoaei seilevo apresentar alguiis
f. ('tus para destruir scniellianlo aecusa-
Sio.....
MuiltisStnhores: NSo, nio, nSo lie nc-
cossario.
O Sr. ministro da warinha : lie ella por
si mesmo lAo infundada e contra todas as
apprehensOes, que eu nSo preciso conts-
tala ( numerosos apo'ados ) i mas sempre di-
rei que os pro i ios caudillms da rrvolta re-
cnnlieceram que esia morle lito fa um as-
sassinalo, que teve i..^ i na oceasitoem
que o Sr. iNunes Macliulo se achina a testa
de urna das rolu.iilias rebeldes atacando um
los pi.incipaea pontos da sidadu do Reclfe.
Bata rj'conlieciinenlo esi maiiifestado na
ordem do dia escripia pelo ajudame do ge-
neral dos lebeldes, eassignada pelo seu di-
rectorio, pelo Sr. elix I', ile Briloe Burgas
da Fonseca. N3o he, portsnto. preciso dizer
mais nada a rsie respeito. Aqu dentro da
casa existe alguem que sabe a maneira por
que teve lugar a morle do Sr. .Nones .Macha-
do. [\poiadus.) Se esse nobre deputido a
quem me retiro permilteque cu declare o
seu nome, eu licarei muilo obrigado por is-
to ; n as n3o o vejo na casa, e por isso nao
posso declarar o seu nome.
Um outro ponto de accusacn que pare-
cen fazer muila impressilo no animo do no-
bre deputado que bonlom fallou em ultimo
lugar, fui a talla de competencia do juiy
da cidade do Itecife para julgar os chafes da
rebilliSoque foram presos depois da 2 de
fevereiro. O nobie dt-pnlado para funda-
mentar esla incompetencia teve necessida-
de de chamar illegal o artigo do regulainen-
to de 1842 que explica os casos em que o
jo (.'amento da rebelliSo deve ter lugar ues-
te ou naquelle ponto ; foi preciso recorrer
rssa coaiclada para poder dizer que o juiy
du Itecife era incompetente. Vasta refl -ctir'
na dclini(;io que da o artigo do cdigo cri-
mina) a re.-| u.lo de rebelliao para concluir-
se da competencia do juiy do llerile P'ia o
julgunienlo dos complicados na revolta. He
lucuiitestavel que multas povoares de l'er-
uaiiibucu, contando todas mais de 20 mil
pessos, perpelraiam o chine de qusfer Uc-
le 20 mil pessoas, se inclu! no municinio
do Itecife. Ora, a lei de 3 de dezomhro de-
termina expressamenta que os rebeldes nSo
possain ser julgados naquelles termos em
que a renelliiio leve lugar; e nilo ten lo
havido rebelliSo na cidade do Recif', se-
gu se que esses liomens deviam serjulga-
dos na caqital da provincia, emhora se diga
que ahi urna lula teve lugar no dia 2 de fe-
verejro, porque isto no era bastante, se-
gundo a 'Irlinirfio quo O cdigo da de rebri-
llan, para di/er-se que a capital fez parle
do ajunlamnnlo dessas |idvo.co"s para di-
lisarquarsqucr doscrimes j mencin i.los
As simples reuniOes de algumas pessoas de
urna povoaco em urna outra povoafilo nSo
pode por maneira alguma iiivolver a inclu
silo dessa pnvna(i1o para que ellos deser-
lam na rebclliiWi de que outras foram lliea-
tro. A continuacilo do crime ou o resultado
do ciime sobre urna ou outra povoafo Dflu
be, segundo o cdigo, urna circumslancia
que deva fazer com que esta povoa^u que
soffreu esta consrqiiciicia seja tida por urna
pOTOSrjBO lambem rebellada. Nilo entrarei
em profunda anulyse, nem explicarei aqu
mais largamente o sentido da palavra re-
belliilosi'.-undo oarligo do co lign, por
que o nobre deirntado, fallando tmente so
bre rom. cenca do j-iry, me dispensa
certameule de fazer uina ui.ns ani, la ref i-
lafBo. Se eu no lenbo ncccssidido de fa-
zer urna mais ampia refutaban do que disse
O nobre deputado, anula menos necessida le
tenlio depois quo mais de um tribunal du-
ela rou qu-t n:io exisiio rebellilo ooReelfa,
Veremos se os Iribunaes a quem compete
esle negocio decidein por una maneira di-
versa. Por ora compre que o Sr deputado e
iodos aquelles que respeitam a independen-
cia dos poderes polticos do estado lulo
c.ii-uio n nina ilecisAo dada por um tribu-
nal competente como be o tribunal da rela-
(8o a quem este prjeesso foi suajeito. No-
te-se be o que apenas um niembro da rea
Cflo entre 9 ou 10 qu-julgaram essepro-
cesso se arhou dissidente nessa materia ; e
posso asseverar a V. Ex. e casa que esse
meamo magistrado ji profesMva urna opi-
niiiodiversa [apoiadot), e que liquei sobre-
maneira sorpiendido quando o vi assigmi-
do un acomian con.o professando urna opi-
lllao coiil'a'ia.
Tcr-nie-bao escapado muitos outros pon-
tos da aecusaeflo que se me dirigiram; mas
me parece que trullo respondido sargui-
c i 's mais notaveis, i|u 'Has que pnderiam
fazer mais ni.ressfio; roiiiludo diiei al-
guma cousa sobre a chamada viola(.ni da
Conslitu(fiO, da qual u nolxe deputado leu
ilill'orentes artigos, di/emlo que nenlluili
deles era cumplido. Cltou, por exeinplo,
a liberdade de imprensa, a garanta de pro-
priedade, e a outros direilos reconheci los
pela Ciiisiitoico. Seo nobre denulado re-
l'erio-se comenta n provincia de Peroambu-
Ci>, eu ji llie tenh.i respondido bstanlo
com a pequea di loza que liz dos maus tc-
lOSj j I lie liz \i>r que as circumsiancias
extraordinarias e rxcencioiiarsem quenie
achei nao podia proceder de nina mam-ir.
diversa, e que Issim priicedcn io i i ilc
aquelles que tinliam presidido outras pro-
vincias em pocas analog s, sagiiimlo mes-
mo o exeinplo do iiobre'doputado se, po-
rm, s-) refrre a oulras provincias do impe-
rio, eu pec,o ao nobre deputado que me diga
qual he a differeiiCt que existe entre a exe-
cufOo boje da conalituicSo, e no tmpora
que elle esleve no poder, nesses cinco an-
n is emquu a stu polillos dominuu. {M ni tos
ap..iados.) Houve porveiilur.i nesse lempo
mais garaniit depiopiirdade, mala libar-
daifa de imprensa, mais seguran; i de vida ?
(Muttot apoindii.) Houve ulgiiem quetra-
lialbassi! com mais uli do que actual-
mente para que as garantas se tornassen
eflectivas ? 'Jluit'ji ap indas. ) Sr. presiden-
te, a poltica do gabinete actual mo s
deve s i tino medir pelo que se pasas n
provincia d* l'oroambuco; em casos intelra-
meiito excepeionaes tamben) o proceditnen-
tn do governo nao p le dixar de resentir-
se ib- temelbaulo circumstaucii poicm a
respeito das outras provincias uo existe
dillrrcnra alguma do proc--diinento que
l< ve qu ilquer go/rrno em lempo iegular,
em lempo no mal ; em luda a parlo as ga-
rantas uus cidadaos sao respailadas tanto
.(iianlo o pudein ser {numerosos apoiudns) em
um paiz era que o le.-peito as leis, o rrspn-
lo as instituyos nflu esta profundamente
gravados nos Coslumes pblicos [apuindos],
em que alguns ni lividuos predominantes
em ce tos lugares n3o podem com facilida-
de ser SUl'jeitoS a acgSo titular das leis
{niimtrusos upoiudus), em que o abusos nao
pdtim ser reprimidos fcilmente. Qual-
quer que seja o desejo do governo do inan-
lerilleat a constituigao, n3o podo asseve-
rar que si-ja mantilla exactamente e.n lo-
do* os lugares: (or maior que saja o em-
penbo que o governo leulia em fazer reS.iei-
lar as leis em lodos os lugar s. nao lie
posssivel que seus desejos seja o semine
cumpridos. Nflo deve o governo se.- rea-
ponsavel porque em um ou nutro lugar s-'
deixa de resprilar urna ou outra garanta
d cidado. (Uuilos opoiados.) Enquep.iiz
nflO aconleco semelbaute cousa ? (Jada be
que nao se viola urna ou outra garanta do
oidadflo ? Para reprimir-se es.a violacao lo-
que se fazeiii as I s criminaos e de rcs,>uu-
sabiliJade. [Apoiados.)
Sr. presdeme, n.lo fallarei n >s rlnnia-
das depOflacOet, que tem sido um ponto
de grave necosacao tanto no sead i, como
aqu nesta casa. Itealmcnte be fazer inju-
ria i iniellign.iria da cmara alongara re-
l'otaciio desemclliaiilo accusa;ao. I'ois o
nobie deputado, que he jurisconsulto, que
fui ministro dos negocioi c-ilrangeiios, que
tem occu a lo poMi.iV-s altas na soeledade
bfaslleira, nSotabf o que lie depurtaeflo
A que chaina o nobie deputado depoi t n.-i ?
Iie.-ej.ini que deliiiisse seuiclhanlo termo,
para que nos podessemos del'eu lar. Sea
di pin l.ii;ao enviai-> um individuo do orna
prisflo paia outra na mesilla provincia i1
Ent9o nao lia jutzque a nao faca, entilo lie
auloi'isida pelas Iris : se deportadlo he ti-
rar de urna para onlia provincia um iu li-
viduo criminoso, entfio laubein o nobie
de.o. lado t- seus Correligion-i ios O li/eram
em 18:15, em 18to, em 1845 e em ou ra-.
pocas. Desde que tem havido rcticHias
ou desrdeos uo paiz tem sido mandados
individuos do urna para outra pioyiucia
som suspenslo de garantas, sem que nln-
guem se tenha lerhlfra lo de dizer qu esses
inlivlduns fram deportados. Quer gira
lar o nome de deportarlo a esle acto pra-
smeite porque o governo tem um crime
i-randr, immenso, inaudito, oessecrim,
saibores, foi vincor a revolta (nmeros apoi
dos), foi terSUCCedido na administraran ao
ministerio a que n-rienda o nobre deputado
(uiteroso opoiados) ; esse crima foi terem
osindiviluus que compila boje o gabine
te combatido, como era do seu dever, a
poltica desastrosa daquetle ministerio,
desse ministerio intoleraute quetomou as
redeaS da administraran em rnaio de 1818
Itumiroso opoiados.) Mas, senhores, se islo
he um cime, se isto lio um alintalo, en-
l5oeu no receio a con JemuacSo eoin que
hnntom o nobre deputado concluid o seu
discurso, porque della appellarei pan o
juizo reflectido o sensato do paiz, eestou
certo que bel de ter um voto muilo o aposto
'O que proferio o nobre deputado. (Mumero-
sos opilados. Milito bem muilo lien {)
lluitos Srs. deputados: Votos, votos,
volos. ____________________
AUG0AS.
Extracto do expediente do Ecm. Sr. presi-
dpnte Dr. Jas tiento da Cunta Pigueirtdo
17 ni: JANEIRO.
(inicio. Ao inspector da theaouraria pro-
vincial, para mandar abonar ao ajudaole pro-
curador das rendas desla provincia na de Per-
nanibuc a qnantia de 150,000 ra que se lio-
unir n. -u que despeiiHesae, c pela qual foi justa
com o eduor do Diario di Prrnamlmco a iuipres-
uo da corre-pondencia da prealdrncia de 1 1 de
jiiliio at o funde deembro pratlmo paasado.
Dito. Au coronel de legiao da Atalaia, pa-
ra farer marchar iiiiiiiedialameiite para a capi-
i.il a- So pracas, e o tenente da guarda nacio-
nal de que trata em seu ofticio de 13 do cor-
rente.
lino. Ao capilao d t arguiida rompanhia
do h iiallfau da guirda nacional de Camaragi-
Iii-, Francisco Jos Crrela, para entregar au
capitao da lerceiracoinpanhia do nirsino bala-
Ihao Jos Apolinario de Faria, 50 pracas da la
co *ip inhi aflni de se conservaron aquarte-
l.nl.is debaixo do conimando daquelle capilao
at segunda onlein da presidencia. Com-
iii ii o icnu-sr ao dito capilao Jos Apoliaario de
Faii..
Dilo. Ao promotor publico de Anadia, or-
deii uido-lhr que parta imiiiediataiueiite para
sua coinarra.
P::NAfVIBUCJ
CONCFXIIO CKUAI. DE SA1.U RIOADE.
(ainlinninilii-sr a propalar que o sn vico
medico do hospital piovisorio da ilha du Nn-
gueira nao he feito com a precisa regularidade,
e me pareceudo que islo lie um nitrio de que se
sn mi o ceitos i.itiigantes para desacreditaren!
o] elhs que gratuitamente se emai i ee..'iiain
da direecan c servico .nedico do dito hospital,
ciiiiiprc-ine declarar .fue he falso o que se tem
dito; epara pruva invoco o testeinunho de
um disverea lores da cmara municipal oSr.
i ir. Francisco Goncalvcs de Mnraes, que por
veies foi li ilha rm conipauhia do secretario do
concrllio geral de silubriiade publica o Sr.
Dr Cosme de Si Pendra, e aprsenlo os offi-
cina que abaiio vao transcriptos.
Consta uie que tiinbem se tem dilo, que o
enterraiiientii dos cadveres nao he feitu na
ilha de modo qur as ovas tenhaui a precisa
profuiididade; mas estando encurregades de
dirigir esse servico, que lie falta pordousA-
l'ricanos livrei. dous soldados da companhla
dr artfices, e nao sendo cu o coveiro, pode ser
que lirio srmpre se observen! asmiuhasor-
lens. O que posso asseverar he que nao ees
io de reco......eodar aorncarregadodo servico
Interno do dilo hospital, e aos dous soldados
que deein s cotas a profundidade de nove pal-
mis,-,! mo cada cadver posto em cova dislinc-
la ; sr isto senao observa em t 'das as occasides,
sobre luini nao deve recahir a culpa; por-
qnanlo, repito, naosou coveiro, nao reaido na
ilha e o- ni me he possivel ir todos os das a-
quelle lugar, avista das iunuiiieras obrlga-
ces que lenho, sobre tudo quaudo tantas coli-
sas dislraheui inliiha alten ao; cumprindo me
declarar que me parece, que desse enlerra-
inento ha de vir menor mal aos habitantes des-
la cidade do que do enleriamento, ,,ue se v.u
I i/i o lo lias Igrrjis cunlra inlnhas reclaiua-
coes. c contra as ordens da polica, deveudo
cada un: pedir a l)ro que com abertura ds
acpulturas, que quisi sempre se faz antes do
lempo prescripto no artigo Sdo'l, A. I .'das
posturas mmiicipaes, se nao desenvolva urna
outra vei a febre amarrlla.
Recifc, ?1 de feverrirode IS,'0.
/' Joaquim de Aquino ponteen.
* lllm. Sr. Sem querer defan ler-m?,
sent mo que miulia resposta, se nao (Mu-
fesaar minba falta, nSo tenha peso algum,
alllrmo a V. S. que, s por calumnia, cahi-
ra em descrdito o servido medico do hos-
rantequinze das, que nalle serv, as visi-
tas fi'iram feitas das 8 as It horas dodia. o
esforcel-me por cumprir o que a medicina
ordena que o vrrdadeiro medico f/aQl.
Emiimdia, nico,eoi que se demorn
0 escaler, e me adiando incummodado, vo'-
tei para casa, tendo avisado a V. S que ues-
te dia l mo po lia ir, e o Dr. Caelann, co-
mo consta do diario do mesmo bo'pital,
tupprln minba laiia.
O Dr. Francisco Goncalves de Moraes,
medico que mullo me merece, aconpa-
Ilhou-aie em quasi lodos os das que visitei
os doenles daquello hospital.
He o que lenho de informir a V. S. a
resp. lo. Heos guarde a V. S. Itecife, 5 de
feveroiro de 1850. --lllm. Sr. Dr. Joaquim
deAqnno Fonseca, presidente do conce-
1 lio geial de salubridada publica. --- Dr.
Cosme de S' tereira, secretario do mesmo
coucelho.
lllm. Sr. Fazem boje quinze dias
quo visitos doenles do hospital estable-
cido na ilha do Nogueira, pelo que espero
que V S. de providencias para eu ser subs-
tituido.
Tenlio de scienlilicar a V. S- que os do-
entes lram visitados regularmenle, r que
liz o qiianto em mim e.-teve p.ra desem-
I"' -liii a ni iiini.-sao deque fui encane-
gado.
Itecife. 16 de fevereiro de 1850. -~- lllm.
Sr. Dr. Joaqunn de Aquino Fonseca, presi-
dente do couceliio geial de salubridade
publica. Ur. Alexandrede Soma l'ereira
do Carmo, adjunto do mesmo concelho.
I
da medicina para a misericordia de Dos
sobro as febres reinapt^s, que em bem pou-
cos diis tem coifado algumas dezenas de
vidas, anezar do cuidado com que 0 Exm.
Sr. presidente da provincia ha providencia-
do sobre a salubridade publica, nada es-
quecendo a sorle dos misera veis, segundo o
attestam varios documentos olliciaos que
temos inserido as paginas deste Diario.
Em a noile de hontm houve lugar esse
appello, tinto mais edificante quanto foi
todo voluntario, e todo dictado pelas cons-
ciencias dos fiis que o levaran a effrito.
Vamos referir esse acto de piedade com a
devida li leudado.
Seriam oito horas da noile, quando de-
pois de um eloquente sermSo, a imagem do
Senbor dos Passos, acoaipanhada da res-
pectiva irmauda lo, bem como da da ordem
terreira do Carmo, e de mais de 800 pes-
soas, a maioria das quaes trazia trajes de
penitentes, sahio da igrejado Corpo-Santo,
no meio de mu poucas luzes, d no mais
profundo silencio,
- Nesta piedosa peregrinarlo os christSos
conduzam a sacrosanla imagem da men-
cionada igroja do Corpo Santo para a da
matriz da llda-Vista.
Duran le o trajelo, militas provas de ab
negarlo fram dadas pelos quo o faziam :
osle cairogava sobre as costas dura e posa-
da cruz, a cojo peso como que vergava ;
aquclle, acompanhado de dous innocentes
filbinhos, disciplina-sr, sendo imita lo por
estes em acc3o lio cheia de vrrdaleiro es-
pirito chiistao ; aquell'outro, linalinen-
te, dril iva-se quieta e paeilicameiile sobre
o cli.lo, e deixava que os demais peregri-
nos o pizassem.
Chegado em frente da matriz de Santo-
Antonio, o grande grupo, j elevado ao nu-
mero de quasi duas mil pessoas, parou si-
lenciosamente para ouvir a voz de um mi-
nistro do Senbor, que do alio de um pulpi-
to porttil I he djrigio palavras todas ebrias
de uneo evanglica, eque provocaram as
lagrimas dos circumslantes.
Halii seguiram para a matriz da .Ba-Vis-
ta, em enjo lsrgo um outro saccidole os
aguardava pira fallar-llies a ngnagem pu-
ra e simples do evangelho ; lngoagem
que foi ptimamente empregada, o que le-
vou a contiicciio s almas de todos os ou-
vintes.
Assim terminou esta ceremonia religio-
sa, pela qual urna g rande parte do povo
p ernamliucano imp lorou as grabas do Om-
nipotente a seu favor e de lo los os seus r-
inaos que, de tribuanlo em trbul8r,3o, vi-
ve m em continua e perpetua agona, aguar.
dando o momento em que a morle Ibes
roube a existencia, ou Ibes arranque para
sempre dos trmulos bracos os objectos
que Ibes silo mais charos neste mun lo.
Possam os seus rogos ser Hendidos !...
Queir a o Creador de tudo mitigar-Ibes as
mgoas.
SHBWaasi
Correspondencia.
Srs. Redactores. l'ermittam que. por
meio do seu conceituado jornal, eu d pu-
blicidades fados pro lUZdOS pell Imano i-
palhia em minba casa, por o casino da epi-
demia que por aqu tem grassadn. Appro-
veitaodo eu o ensejo para dirigiros meus
agradeeimenlos ao Sr. Francisco de Paula
Oirnriro l.3n pelo lelo e promptidao com
que se lem prestado a soccorrer a miutia
familia, atacada d .-ti' terrivel flagello.
Testemunha dos extraordinarios pheno-
in 'nos quo o syslcma de llanoman tem a pre-
sentado no l'.io-de-J uirii'.i ; e tendo eu
mesmo experimentado por varias venes os
seus salolarcs effelos, apenas em minha
casa appareceu o mal que por aqu se lom
espalhado, recorr ao Sr. Francisco de Pau-
la Ca neiro l.otlo, por saber que se tem de-
de ervos, apezar do seu estado do excessi-
va debilidade n3o foi menos promplo o ef-
feilo de duas dses lionuujpallucas, ao ter-
ceiro dia depois que foi atacada ella so
chava restabelecidt.
Um raso n3o meuos importante foi o de
urna criada nossa que, senliiido-se afTecta-
da da febre, lomou um purgante de oleo de
ricino, exacei bou-s" espantosa mente o mal,
lerriveis sucias a accommettrram, repet-
dos vmitos, compressflo sobre o coracSo,
a febre primoira, ebegada a um ponto ex-
cessivo, ella com instancia pedia a confis-
s3o ; ebegando eu a casa maiidei chamar
imniediaMmeiito o Sr. Carneiro Le3o is:-
gupda dse cedeu a febre, mas n3o as for-
tes dores do estomago ; urna lerccira dso,
porm, fez desapparecer todos os vestigios
do mal: tudo isto leve lugar em cinco
dias.
O meu silencio, Srs redactores, sobre
fados desta ordem, quando lo povo aterra-
do n3o sabe onde encontrar recursos contra
o mal que parece querer assolar esla cida-
de, seria a iuinoso ; e nSo menos o seria
eu se, vendo de lodo restablecidas quinze
pessoas de minha casa, ba pouco prostra-
das pela febre, mo desse um publico teste-
iiiiinho do meu reconherlmeiiloi prompti-
dSu e telo com que o Sr. Carneiro l.eio
tem acodido ao meu chamado a qualquer
hora : tanto mais quanlo os seus soccorros
approveilaram Exm. Sn. marqueta e um
meu cimbado.
I'ela publicnlade destis linhii mu reco-
nhecido Ihes Oca, Srs. redactores,
Salva dar Carreta de Si t Benevides.
Itecife, 19 do fevereiro de 1830.
...... li ... JJ____L_MiMii .. JL.Jl.-_-.
COMMEHCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 21..... 9:<37,450
Descarregam nojeii.
Barca americana FrancUim farinha e
laboado.
Brigue inglez Cornelia bacalhao.
Iliate americano/I6.001dem.
Barca ingleza Bonita ferro.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 21.....3:761.0.2
Diversas provincias...... 239,732
4.000,751
EXP0RTACA.0.
Despachos martimos ni di* 21.
Ilio-da-Prata, brigue-rscuna dlnainarqaez
i'nio. i|e 213 toneladas : coildUZ o segunle :
,312 barrica e 110 metas ditas com 10,410
arrobase31 libras de aisucar.
CONSULADO PKOVINCIAL.
Rendlmerrto do dia 21.....2 4*7,279
VI o vi ment do Porlo.
lu do aoestudo dos preceitosde llanoman,
pi tal provisorio da ilha'do Nogueira. Du- d"sdei|ue o Dr. Sabino Olegario l.udgero
-*
liUKI UE PKUiVtlBIiCO.
HECir, ti D rEVIBIBO DS use.
O povo i-eruauibucstio acaba de appellar
l'inlm aqu cslaboleceu o consultorio ho-
moaopalhico, fornecendo ao Sr Carneiro
Lelo lodos os meios de aperfeleoar-se 110
esludo do systema a que 13o dedicade era
Certo da excellencia do systema homreo-
palhico, pelos inuumeros fados que a uiii-
guem sao boje desronhecidos, n3o duvidei
consentir que o Sr. Carnero l.e.i se in-
cumbase de tratar de um escravo que foi
arroniiiiel 1 i lo de um rilen inalisnu agudo,
que o inhiba de fazer o menor movimento,
leudo tolos os msculos excesivamente
engorgi ados : taes dores solTria que n3o
era possivel tocar, anda mesmo de leve,
sobre qualquer pare do corpo. Os desejos
do Sr. Carneiro Leilo foram cornados pelo
mais feliz resultado; em poucosdias des-
appareceram as dores, e no lim de 15das o
escravo eslava de lodo restablecido, tendo
lomado tres dses bomceopatbicas.
Eu acc immeliido de urna forte herysipe-
la, no lim de tres dias trulava de meus ne-
gocios sem o menor vestigio de tal mi, 1-
midade, lando lomado apenas urna dse
lioniir j,.alinea.
Estes tactos acontecidos em minha casi
(iteran rom que geni o menor escrpulo eu
recorresso ao Sr. Carneiro Leo logo que o
ll-ig-llo que nos atu ineiua appareceu em
tumba familia. Quinto tem sido al hoje as
victimas de febre, com forte dr de calieca,
c algumas vezes com vmitos, e uina ou
duas pequeas dses bumceopalhicas tem
sido bastantes para em vinte e quatro ho-
ras 1 eslab I' rer os enfermos que se levan-
tan! da cama com appele, e apenas com a
debilidade que be coiisequeucia da mo-
lestia.
A Exm. Sra. msrqueza, presenciando a
rapidez com que a boa coopatliia restabele-
cia a sado de sua familia, nSo besitou em
laucar iiiho della logo que se seulio nll'ec-
tada ; e apezar de se ter desenvolvido com
a uppjneao da febre, o seu uutigo ataquo
Navios entrados no da 21.
Habla II diat, barca franerza Julie, de 176
toneladas. capilSo Tombarel, equipagem 12,
em lastro ; a Lasserre & C.
Hio-dr- anriio 25 dias, lirifiie braalleiro
Sfin-'ar, dr 393 tonelada*, capilao Ju**' Joa-
quim da tai-ta, eqiiipagtm 14, carga varios
groeroa ; a Novae Je C.
dem 25 dias, escuna brasileira Giaal<-Al-
iiu. de 149 tooeladas, capilao Jos Heniles de
Suu/.a, rquip:i|>eiii 14, caiga fumo e mais
gneros ; a silva Al Grito.
Parahiba t illa, hiale braalleiro Etpiiarlr,
de 27 toneladas, capilao Victorino Jos Perei.
ra, equiprelo 4, carga toro* de mangue;
a Joa Amonio de uiivrira. Pattageiros.
Joao Joaquim de Araujo, Joaquim da Silva
barbosa, Luiz Tolciilino de Mello.
Navios sonidos no mesmo dia.
Glbraltar Itrigue inglex LalU-Book, capilao
John Macioravch, carga assucar.
dem Polaca sarda N.S.-dts-tmeas, capilao
Antonio o., carga assucar.
Arac.it> Hiate brasileiro lintiioso, capilao
Jos Joaquim Alvea da Silva, carga varioi
gneros. Pasiageiro, Jos Crrela do* San-
to*, Itrasilr iro.
Ilha de Fernando Escuna de guerra brasi-
leira l.egaUdade, coinmandante o capitao-te-
nenie I.o'iiein,o da Silva Araujo Auiaiouas.
Passageiro*. (i lenlcnciado* e um preto poli-
lico Peregrino Antonio de Oliveira.
Saii-Tlioinaz lirlgue tardo Sagrudo Coroco-
di-Jesns, capitao Paulo Jos Caporro, carga a
inesma.
Genova Polaca sarda Ptrmiio, capitao Joao
Haptista Caslanhola, em lastro.
i'lyiiioutli Krigue-cscuna de guerra inglez
(rifo, cuiiimnudanlf! o tenente Thwrobor.
Parahiba Urigue inglez L'du-Faulktond, ca-
pitao N. Gallcc-lian, carga a uieiuia que
liouxe.
Macei lirlgue inglez J'druui, capitao Jobo
de la Pemiles, carga a mesuia.
ED1TAES.
O lllm. Sr. segundo escriplurario, ser-
vi ndo de inspector da thesouraria da fazen-
da provincial, em cumprimenlo da onlein
dokxm. Sr. presidente da provincia de 14
do crrenle, manda/azer publico que, nos
dias 12,13e 14 de tnarcj> prximo vindou-
ro, ira a praca, peanle o tribunal admi-
nistralivo da iinsaia Ihesourarii, para ser
arrematada, a quem por menos fizer, a obra
di conlinuacSo do caeg denominado lla-
mos, sdb as clausulas especiaos abaixo
transcriptas, e pelo preco de H:3s5,000 rs.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
re aiaUc;,1o coiupai-ecam na sala das sessi'S
do snbiediio iribunul, nos das cima men-
cionados, pelo meio-dia, coinpeleulemeule
habilitadas.
r. para constar se mauO iuxar pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda
provincial de Pcrnambuco, 19 de fevereiro
de 1850. 0 secretario, alaoao terreira
d"\nuunciacoo.
Clausulas especiars da arrematac&o.
ti.' As obias daC'jiilinuafao do caes de-
nominado Hamos sero feitas de conformi-
dade com a plaa e ornamento ni ata dala
apiesentados ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo p ceo de 11:385,000 rs.
2* Esta obra sera principiada no pra-
zo do dous mezes, e concluida uo de 7, am-
bos cunioi mi) o artigo 10 do regulameuto
das ai remataco.'S de | 1 dejulllo dj 1843.
3 Os pagamentos da arrematado so-
nto feitos segundo dispOe o artigo 15 do su-
pracilado legulamento.
4.a Todos os uiatehaes ser3o examina-


.?
dos pelo engenheiro antes deserem empre-
ados, e, spprnvados, lavrar-se-ba um tor-
mo em que a>signar;1o O engonheiroo o ar-
rematante.
5.' Pura to lo mais que nBo estiver de-
terminado as presentes clausulas segnir-
se-ha inteirameole o que dispi o mencio-
nado r(tn|amenlode ti de julho de 1813.
Recife, 13 de fcveieiiode 1850. -- O en-
genheiro do termo do Recife, Joi llama/e
Alvt Ftrnlra.
11 |j-|iTi |-iii ,-Uii.i_-!_im ij _
Declarae-oes.
--Pela inspectora do arsenal de ifiari-
nha se convida a todos os individuos livres,
at o numero de cincoenta, que se quise-
rem empreear como serventes na obra do
mesmo areensl. e naido melhoramento do
porto, a se enienderem com o respectivo
inspector, o qual, em virtude das ordens do
Kxm. Sr. presidente da provincia, Ihes ga-
rante a insenefio do recriitamento, em
quanto se emprogarem effecti va mente nes-
sas obras.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMBUCO.
Sendo muito nncessario que nesle con-
sulado lujam informacSes exarlas i res-
peito dos subditos porluniiezes quo infeliz-
rne te teem fallecido da epidemia da febre,
roga-se aos prenles, amiaos, 'ou pessoas
interesssdas dos mesmos fallecidos, quei-
ram comparecer neste consulado, afim de
darem os asclarecioienlus precisos.
Consulado de Portugal em Peinambuco,
os SI do fevereiro de 1850.
Joaquim ftplista Moreira,
Vicecnsul.
! i i -...........
Keparticao da poloii.
Illm. e Rxm. Sr.Participo V. Exc..
que des partes boje recebi 'as nesta repar-
tiriio consta que smente foram presos : a
i'rn>m <1n subdelegado da freguezia de S.-
Jos. Casimiro dos Res Cmese Silva, por
se ternpposlo aceito da justica; e Vi-
cente Ansstario Ferreira du Nascimento, pa-
ra averiguacflo do caso.
O delegado de rotici do termo do I.imo-
eiro participou, por olTirjo de 18 do corren-
1e, que Trajino Mendos da Costa, e mais
tres irmilos, matarm a ccete a SemiSnde
tal, morador no lugar Beracra do t *dis-
iriclo do Bom-Jardim, sendo que nlo po-
deram nT presos por se haverem evadido
D-os guarde a V. Exc. Secretua da
polica de Pernmrurn. 21 de fevereiro de
1850.Illm e Exm. Sr. Honorio llcrmto
Carneiro l.eSo, conoelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia. Jol Hieolo Re-
fue'ra rala, che'e de polica interino.
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro sabe o mais bre-
ve possivel o brieue Minerva, por ter a bor-
do mais de dous tercos de sru rarregamen-
to : queni quizercarregar o resto, mandar
escravos a frete ou ir de passagem, cnlen-
da-se com o capitflo a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvos da. Cunba,
na ra do Vinario, n. II, primeiro andar.
Para Lisboa sabe impreterivelmente,
no dia 27 di correte, por ter tneior parle
de seu carregamento prompto, o brigue
jjortuguez Nooo-Vncedor : tinda recebe al-
puma carga a frete o passageiros para o
que offerece excellentes commodos: os pre-
tendenteg po Imito tratar com Thomaz de
Aqnino Funseca & Filho, n ra do Vigario,
n. 19, ou com o capitn, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na prca do Commercio.
Para o Rio-de-Janeiro segu com bre-
vitade, por ter parle da carga prompla, o
Iiriguo Condescendencia : para o resto da
carea e escravos a frete Irala-secom o ca-
pilo. Joaquim Jos Msilins, ou com JoSo
Francisco da Cruz, na rft da Cruz. n. 3.
Vende se a polaca N.-S.-d*-Conce:cU9,
chegsda reccntemeiite de Santa-Calharina,
forrada de cobre e prompla a navegar:
quem a pretender, pode mandar examina -
la defronte do caes do Collegio, onde se
ach Tundeada, e para tratar com Mai,o|
Iguacio de Oliveira, na praca do commer-
cio, n 6.
Para o Rio-de -Janeiro segu, em pon-
eos dias, o pnladio nacional Imlutlria, novo
e forrado de cobre : tem parle de sua carga
prompla : para o resto, escravose pss3age-
ros, para oque tem excellentes commodos,
I rla-se com .Machado & Pinbeiro, na ra do
Vigario, n. 19, ou com o capililo na praca.
Mar Loanda com escala
por llossametiese Den-
fuella
A barca Tentativa-Feliz segu para todos
estes portos, e se acha prompla a recvber
carga o passageiros : ascommodidas que a
inesina ofJercco ja sito bastante condecidas
iii'.sia praca, e para melhor desengao, os
prelendenlos pdenlo ir i bordo da mesma.
que se acha fondeada defronte do Trapiche-
Novo : Irala-se na ra da Madre-de-Dcos, n
3, com Silva & Grillo, que pretenden.! fje-
la aeguir al o lim do crrente.
IsajajaaaaMaajBaajaaaaaaaaaaiaiaia^
Avisos diversos.
Pnssn-de-Camaragibe, provincia das Ala-
goas, faz scienteaquem convier quo qual-
quer consignacJo que Ibe seja feita nao
loma conta della, por lite inle encontr a
seus interesses; por isso, embora ja prev-
nisse seus amigos a tal respeito, o faz no-
vamente por meio desta declarado para
evitar novas remessas. Jo Marqwt.
Precisa-se de urna sma para servir em
casa eslrangeira de pouca familia : na ra
do Urum, sobrado do Sr. F. A. da Cunta, no
segundo andar.
Precisa -se aiugar urna preta para o ser-
vico de urna casa eslrangeira de duas pes-
soas, quesaiba engommar : na ra da Con-
cordia, n. 8.
Pergunta-so a certo tenenle-coronel de
um batalhSo de guardas nucionaes se sem -
pre o soldado da batalhSo de voluntarios,
valente, moco, bonito e de urna das fami-
lias condecidas desta provincia, ficou sen-
do soldado de seu bstalhflo de guardas na-
cionacs, morando fra do seu domicilio.
Desappareceu, no dia 15 do correte,
ila praca do Corpo-Sanlo um quano ala-
sSo-caboclo, bem novo, frente aborta, cal-
cado dos dous ps at os joelhos, urna das
orelhss com a ponta rachada : quem delle
souher e quizer dar noticia,dirija-se as Cin-
co-Ponas, n. 82, que ser bem recompoa-
sado.
Joaquim de Oueiroz Monleiro retira-
so para Portugal a tratar da sua saude.
Pe le-so a cmara, a saluhndade ou a
quom competir haja por candado e atien-
do ao lempo mandar remover o grande
numero de taixas de ferro que estilo posta-
das na praia confronte ao Recco-Largo, no
Recife, pois que so nSo- pode respirar por
aquelle lugar.
-- Napoleflo Gabriel Rez embarca para o
Rio-d-Janeiro qiiatro moletas escrn umadennme l.ourenc de ida le d 9.1 o
nos, Mara de dado do 20ennos,Cyriliu ua-
de de 20 annos e Roa de 12 annos.
-- A veneravel nrdem lerceira da peniten-
cia do convento de San-Francisco da clda-
de de Olinda avisa ao respeitavel publico
da mesma cidade, que no domingo, 21 do
correte, as 10 horas da imito, pretende
condntir em. procissflo de penitencia a lina-
gem do seu glorioso patrono S. Roque, ad-
vocado contra o mal da peste que sssola os
habitantes desta*cidade, para o mosteiro dos
mongos benedilinos, afim de quo lioo-,
commoviilo das nossas lagrimas, e rogos .lo
seu santo iuterers-or, arrede de nOs o
mio flagello ua sua ira. Espera, portanto,
a concurrencia do reverendo clero, seus
irmos lerceiros e os honteni qoo quize-
rem assistir a um acto digno do nnsso aca-
tamento, louvor e solemne desagravo das
nossas culpas.
A i baixo assiunada faz sciente ao res-
peitxvi-1 publico que ninznem trate nego-
cio algom com Joilo Carneiro da Cunha Al-
liuquerqoe ou com Joilo Xavier Rodrigues
Gampello a respeito do engeolin Mozambi-
que, pois que acha-se pennorado pela a
slmixo assignnda, a quem ja foram adjudi-
cados diversos annos de Ven la para paga-
mento de urna exooucfo quo a mesma in-
leulou contra o mesmo JoSo Carneiro, sen-
do que leudo opposto embargos de lercei
'3
queira mandar buscar una carta na livra-
ria da iira
-- OTcrece-su um rapaz brasileiro para
caixniro do armazuu do issuoar, o qual
toril bastante pratica : quem precisar, din-
ja-so na do Cabug, loja da esquina, jun-
io a botica do Sr. Moreira.
-Precisa-sedeurna preta forra ou cap-
tiva para servir em urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Concordia, casa terrea
junto ao sobrado em que mora o Sr. JoSo
dos Saut-is Porto.
D-seja-se aiugar um preto ou 'mole-
qiio captivo, que seja de boa conducta e
bel, para o servido de cope milia eslrangeira : na venda junio a capel-
la i!i.:Kv;i.
Arrenda-seum sitio em Santo-Amaro,
com boa casa, frute i ras e com com molo pa-
ra dez vaccas quem o pretender, procure
na ra da Gloria, o. 70.
O + O
& Avisa-seao reverendo Fr. F. de S. ^|
:> T. religiosn, que no prazo de 3 dias jjj
q v pagar a quantia de 25,000 rs a a
q pessoa que nao ignora, pois foi di- a
nbeiro de empreslimo para se arran-
J* jar, afim de ir solebrar fra da pra- O
'-' Qa as missas do Natal, e so o nlo Ti- O
0 zer nos ditos tres dias, lera de ver o O
O seu uome por extenso nesta folha* <-J
O
Prccisa-se de urna ama para todo o
servico de urna casa de homeui solteiro
na ra da Gruz, loja n. 49.
~ Preciaa-se de um forneiro que saiba
desempenhar bem a sua obrigacSo : na ra
da Senzalla-Velha, n. 96.
Oabaixojissignado, morador na tra
vessajlo Queimado, n. 3, faz scieule a to-
das af pessoas que teem penbores em seo
pnlr de ouro o prati, leuliam a bondade
de resgta-los no prazo de 10 dias, corna-
dos da dala do presente annun.io, li-.iiiiu
as mesmas pessoas certas de que, lindo este
prazo, os vender para seu pagamento, de-
vendo repor qualquer quantia que porven-
tura faltar para solugflO de seus dbitos.
Gabriel Antonio de Catiro Quintan.
Precis-se lugar tres pretos : na ra
cd Concordia, n. 8, refiuacHo franceza.
Precisa-se deum feilor para um sitio
perto da prar;a : a tratar na ra da Gruz, nu
ni t ii 2.
-Na loja de ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, ra da Cadoia dn Recife, deseja-S
Siber das mora las ou fallar-so com os abal-
lo inscriptos ou tlguem por clles a nego-
cio de inleresse de ambas as parles : os se-
nhores Antonio Jo- Pinto; JoSo*Francisco
Coriolano; Jos Joilo, caixeiro qun fi em
Olinda em 1837; Vicente Ferreira do O'; Jo-
s Fernandos da Silva; Joaquim Meud'-s
pintor que lia pouco lempo morou na ra di.
Caira la ; Manuel Kr-iicisco da Cruz; Joso
Ignacio da Silva Rosvou, msico : assmi
c>mo se faz qualquer negocio com urna
letra que he devedor l.ivio Lopes ('.asid-
lo Urlico Silva, da quantia de 8J5.U73 ven-
cida em setembro de184l.
Ifons) Jos de Oliveira, prnfossor ju-
bilado na cadeira do geogrnphia historia
A vantagem do plano j publicaJo e o fim j Alu(ttn-sa separadaipenlo ou jutitoj
ligioso para que foi esla lotera conced- os primeiro e segundo andires uo pra.iio
sorto n. 113, prnnrios para pequanas raminas,
mpra na roa do Pifar, em Fon- le-Portas : a Ira-
religioso para q
da, conv la o seduz os tentadores da
a concorrerm sein demora para a compra
dos nmeros que Ibes proparam a suavo
"Cciuisioilo de bens da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe somon-
te da diminuta quaulia do 5 ou 10,000 rs.
por poucos.dias.
.Desde jn acliar-se-ho os bilheles: no
Recife, lujas do tbesoureiro e do Voira
cambista ; em,8.-Antonio, bolioa de Jou
Moreira Marques, no pateo da Matriz, e de
Francisco Aulouio das Ghagas, na ra do
l.'vramento ; loja de llernarJino Jos Mon-
leiro, prarinha do Livramento, n 41 ; no
Aterro-da-Boa-Visla, lujas do Guimaraes,
n. 44. o de Imane Borges da Silva, n. 18.
ro o dito Jos Xavier, driles decahio em |do lyceu desta cidade, tem iberio sua mi.
primera e segunda instancia. E para que
ninguem se chame a ignorancia faz o pie
s-'iite a'nuncio. -- Anna Joaquina Lint
Wanderleij.
Existe na ra da Cadeia, n. 16, UTa
Carta para o Sr. Francisco de Barros Silva,
vinda do Rio-de-Janeiro, e para ser entre-
gue ao Sr. Fronrisco de Paula Pereira d.
,\i..Irado, a cuja merc lie enderezada ; e
i N no uno so tentia al boje polilo Muer
qncm be o Sr. Audrade, ou onde mora,
avisa-se aos Srs. cima mencionados, qu<
mandem buscara dita carta, quelites ser
entregue a qualquer hora do da.
Precisa-se deum pequeo de 14 a 16
anuos para caixairo de urna venda, o qual
de Oidora sua conducta : em Fra-dd-Por- gum dinieiro que carregava. Roga-se,por-
tas, n. 86. Manto, a polica ou a qualquer pe-Jtoi qui
O Sr. Jos Joaquim de S Pegado que-I fnha noticia do uccorrido. do dirigir-se i
DirllCulsr de prinviras lotlras ogranimati-
ca latina : as pessoas que du seu prestio
se quizerem ulilisar, pode n procura-lo na
ra Oireita, n. 120, segundo andar.
--Precisa-se do urna ami de leile, qui
mo leona tllho : na ra da Gadeia de S.-
Antunio, llotel-Commercio.
Houbo.
Na noite de 6 para 7 docorrente, foi fu
tado a um prelo que ven lia fazendas, um
.Tan lo I la o um carillo com diversas l'a-
z 'nas finas; pois tendo o mesmo prelo.
por motivos do embriaguez, Chamado <
gauhador para carrregar a l'azen *a, ornes
mo se evadir com todas as f'azondas e al-
Precisare de urna negra alngada pa
ra o servico interno e oxlemo de urna rus
no pateo de S.-Goiifalo, n. :\i.
O Sr. Fiancisco Xavier Carneiro Ro-
drigues Gampello queira apparecer ua na
de S.-Rita, u. 85, a negocio do seu inte
ressa.
A!gs-e o primeiro andar da ca.-., n
44, da rus do Amonio, com pouros com-
modos, pri.pro para humeni solteiro : a
tratar no mesmo sobrado.
Pitcisa-se aiugar preloa i ara seiven-
tos de pedreiio, pagaudu-se 610 rs. por
dia: noarmazem de madeiras do Torres,
na ra da Concordia.
(I abaixo assignado, como admioistra-
dor de sua muloor, sobr nln [o herdeira do
finado (encnto-roionel lleoiique Pnppe Gi-
iflo, faz scieule que, constando haver urna
lutira na circulacao da quantia do I 886,520
rs. que se diz ser aceita pelo dito Gi'ffo,
quem possuir dita leitra, haja de justilloai
M inventario dos heos do icferido Cirilo,
que prosegue pelo juizo municipal da vil-
la do Iguarasjti, alim de couliecer-se Ja sua
ven.cidade, e separar so bens para seu pa-
gamento Mure elimo Jos Lopes.
O abaixo assignado, eslabelecido no
ra ter a liondade de vir ou mandar pagar
quantia de 30,960 rs, da qua he devedor
na loja de calcados da praca da Indepen-
dencia, na. 13 e 15.
Prccisa-se de 1:400,000 rs. a premio
por lempo de doz mezes, olferecendo-se
para garanta 4uu 5 osera vas por meio de
urna bypotheca : a pessoa que quizer dar,
dirija-se a ra do Pnsseio-Puhlico, loja n.
9, que achar com quem tralar.
O Sr. JoSo Francisco de Athaido tem
urna carta ni ra da Cadeia-Vt llia, n. 40,
terceiro indar.
Oabaixo assignado certo da lionovo-
la protecclo quesempre Ibe prestaran) os
seus amigos e freguezes, lites faz sciente
que se acha novamente de possA de sua lo-
ja de alfaiale, sita na ra Nova doala cida-
le, n. 35, onde sempre o acharilo prompto
servi-los. como sempre foi seu coslumc,
com aquella promptido e bom corle, para
oqueseacna munido de tudo quanto he
preciso para lalfin. Jacinlho Soarts de
Uenttes.
A pessoa que perdeu urna letlra da
quantia de ItO.OOO rs., dirija-se prar;a do
Corpo-Sanlo, n. 11, que, dando os signaos
cellos lio ser entregue.
Airenda-so um sitio no logar da Mag-
dalena, no principio da estrada que segu
para o l.uica, com boa baixa para ca.un
o alguna aivoredos, cun a condico de f-
zor-so um pequanu repaio ua dita casa :
tamben) far sola ouiro qualqutr negocio,
que coin a vista se dir : a tratar no uiesiuo
sitio.
--Pncisa-sede urna cozinheira forra ou
escrava : a tratar na ra Cruz, n. 2.
Aulouio Jos Raboiio Guimardcs reli-
ra-se para lora da provincia Com sua f-
milia.
Pede-se ao Sr. Fmncisco Antonio de
Brito, capililo da piimcira companbia do
segundo liatalilao da guarda nacional des-
la cola le, u favor de ler o seu livrode re-
gistro das ordens do da de seu batalhSo, se
osie (i ioin, o s<- o au tem lea o numero5
leste Diario do 7 de Janeiro do corro uto
auno, que nelle encomrar publicadas s
ordena da presidencia e commandanie su-
perior da guarda nacional, relativas aos
-uaidas narionaes quo se alislaiam no cor-
pode volntanos, alim de dar assuas or-
ruada Cadeia-Velln n. 21, casa de Manoel
Antonio da Silva Aniunes, que ser gratifi-
cado com 100,000 r..
Precisa se aiugar urna preta que saih>-
lavar, engommar e coser, para urna casa
estrangeira: na roa do Torres, n. 34, das
II horas al s 3 da tarde. Na mesma Casa
tambem se precisa aiugar um pVoto que
enteiida do servico interno, e saiba Iralai
deravallus.
O ,
Q Ajugam-se evendem-so as verda- f
q deiras htxasde liamburgo : na praca r>.
gt da Independencia, n. 10, ao voltar q
0 para a ra das Cruzes. q
0 C
b Chajjos dfi ol.
lina do Passeio, n. 5.
1 DEPOSITO GEIIAL
2 do superior rap areia-preta 9
^ da fabrica de Gantois P'ai- %
l/iet&c Companhia, na Ba- |*
hia. 3
ei Domingos AlvesMatheus, agente da ;;
(.. fabrica de rap superior areia preta <4
{., o meio grosso da Babia, te.m aberlo o ^
|$ seu deposilo na ra Cruz, no Recife ^
'> n. 52, primeiro andar, on ie se achara ai
{ sempre desie excelleuto o mais acre- (a)
y. ditado rap que at o presente se lem :',)
t> fabricado no Brasil: vende-se em bo- f.
> les de urna e meia libra, por preco j
>, mais commodo do que em outra qual- 4
i quer parte. C-9
ti "
4 siiSiivi\i;*f^

BOWMAN fi MC. GALI.UM, engenhei-
ros macbinistas e fundidores de ferro, mu-
respeilosamente annunciam aos Senhores
proprietanos deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes o ao res-
peitavel publico, que o son estatielecimento
le ferro movido por machina de vapor con-
tina em elfeciivo exercicio, e se aclin com-
pletamente montado co:n apnarelhos da pri-
meira qualidade para a perfeila confecco
las maioros pocas de macliinismo.
Habilitados para emprehender qunesquer
obras da sua arte, Ruwmaii & Me. Calluui
desejam muis particularmente chamar a
ittencflo publica para a sseguutcs, por
terem deltas grande sortimento j prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdom
competir rom as fabricadas em piz es-
'rangeiro, tanto em preQo como em qua-
lidade da materias primas e mo d'obra,
a Saber:
Machinas de vapor da mellinrconstrucc3o.
Moendas de caima para engenhos de to-
los ostamanhos, movidas a vapor por ugoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinlios de vento eserra-
as.
Manejos in lopendeules para cavallos.
Rolas dentadas.
Aguilhfleg, bronzea e chomsceiras.
Cavillioes c parafusus de todos os tania-
nhos
Taixas, parees, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mio ou
por animara, e prensas ara a dita.
C uipas do fogAo e frnos de fariuha.
Cuios de forro, lorueiras de fono e de
brooze.
I! unas para cacimba e de repucho, nio-
vid is a rollo, Mor animaos o i veulo.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas by liaiiliens e de parafuso.
Ferrageoa para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grados cporlOes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, cairos de milo e arados de ferros,
ele ele.
Alm da superioridado das suas obras, j
geralmenlo reconbecida, Buvrman & Me.
Gallum garantem a mais exacta couformi-
dade com os moldes e dezenhos remedidos
pelos senhores que se dUnarcm de fazor-
llicsencommendiis, aproveilandoa occasiiT
,ara agradeccreni aos seus numerosos ami-
gos e fieguezes a preferencia com que leen,
si lo por ellos homados, e assoguram-lhos
que n3o pouiarilo e.for^os a diligencias
para continuaren! a merecer a sua cunfi
anca
lar n.i mes-na ra, u. 141
Compras.
Conipra-se um bom cavallo : paga-so
bem : na casa das ufences, na rui do mu-
ro da Pc.ii ha, n 4.
Compra-s 13a de frf cha barriguda a
6,000 rs. aarrobi : tamhain conpra-sa 13)
de carneiro : na ra Nov, defronte da gro-
ja dos militires, i). 2S, loj i do SeliirQ.
Compra-se urna cania da carreira.de
um s pao, osada, mas em bom estado, o
que aoja inaneira, da molo que quatro lio-
mons a postam transportar para qualquer
parte : quem liver annuncie por esla folha.
Compra-se um sellin grande inglez, mo-
derno, quees'.eja em bom estado : na ra ds
Praia. n. 21.
Compram-se 5a 6 palmos de cordilo
que nao seja muito fino, e un ou dous pa-
res de rozetas : tudo de ouro e sem feitio :
as C.'nco-I'ontas, n. 62.
Compra-se urna escava engommadei-
ra : na ra da Gadeia, II. 14.

n.'-.i_; .-'
Vendas.
a
N
Vcttde-se champanha d
marca cometa C & C, cltfgad3
ullirnameiitc pelo ultimo navio
de Franca : na ra da Alfandega-
Vell.a, n 5.
I o!ha de Fl?mires
Vende-se do superior qualidade, por pro-
co mais commodo do que en> oulra qual-
quer parle : nu ra Nova, luja de forragens,
il 25.
Vende-so una a'inaciio do armazeni
de motilados, co una das melhores ras
do Recife : a tratar lia roa da Gruz, n. 7.
Tambem se ven le urna porcSo delelhas no-
vas, alguna caibros, etc.
Veiulem-se batatas de superior qu.ili-
dade a 40 rs. a lib'a o a 480 rs. cada canas
Ir i : na roa Diroila. n. 14.
-- Vendem-se qunij.is do llioil 480 rs. :
na ra Diieila, n 14.
--Vendum-se sapatOasde eouro do lus-
tro para homeni .le 4 a 7 000 rs ; lio zc-
guina dedurequo do 4 a 7.>'()0 rs.; sapa-
iffes do hezorro, n 2 60 ; daos Inglezei, a
5,000; ditos deNanlea, 5,000; dito* d
AraCaly, a l.OOi) ; brozeguina para senho-a,
a 4,i 00; ditos decores e pretos, n5,0o0;
sapal8 de couro de lustro para s<*niioia, a
1,600; ditos do marro|Uim, a 1,410; ditos
de .luraqu-', a t.00 is ; pelles lie lustro
hamburguez ; dito franee/.: ma*rnquiH do
todas as cores ; chaos frinea/AS ; ditos
do sol; lenco- dn g/avata e p -rf.linarias,
por precns commodos: na praca da Inde-
pendencia, n. 15, luja do Arantes.
\ elle que lie pcchinchi.
Vende-se fumo do corda em birris, mu
to propno P'ia cigarros ; charutos solios e
em raizas,vindos ull'mameote di n.t.ia,
iiiuil oin cdiili o i vonla le -ios comprado-
res : na roa do Gad a do Recife, u. 3 i i -
meiro an lar
ir>ca 'i i Independencia,
loja, ii. 5.
lie chegado a oslo estib'leci.nento un
completa sortimonlo de curdas o borJSes
para vio'as,rabeeiS erabocSo, papel pau-
lado para niiisici : tudo da mell) ir q ..!
da to possivol e chegado ltimamente do
Franca.
Ra c novo.
O exci Monte rap Palo Cor.loiro, fabri-
cado ijp Rio-de-Janeiro, o chegado no ulti-
mo vapor, do 8 da Cadeia do Recife, n. 1!); ra <\o Vigario,
n. 13; Alciro-ila-Roa-Visia, casa dos grs.
Estima & Hamos ; ena ra do Queimado,
luja de Jos IliasSimOes.
Vi nde-so niilho el'arinba em Mecas,
pelo pieco mais commodo do mercado : na
ra do Codorniz, n. 8, venda de francisco
Jos da Silva Macieiro.
Atrs do tlieatro, arinazcut
junto a marc, vendem-se tsboas
de pinito da Sutcia de lodis un
groMtiras,
larguras e cotnpiiinen-
Mudo asseiaiio o econmico K
para allumiar urna Bala.
"^lJ-, II-! reconhecido que o gaz hydrogc- (j>
&. ttj neo liquido de lodos oscombuslivrs 9>
? que seemprcgaramalboje para slu- (
fgj miar-te, he o maia econmico, mais t
(B> asseiaiio, oque da a luz mais biilhan- 4
t le. Osarianjos dus caudioiros do gaz fe
|@ silo mui simples, e nlo so oncuiilram tf.
nellos Q$ incoiivonionlcs que a cada i
C inst.iiite apieseiitam os do aneile. Os 4
amadores .'o paz 11 li rffn s. mi re coi %,
Q>* qusnlidaJesullIi'iouie, < doi.ua qui- Js
ty hilado, na d stil nao f/ailC / i da Ira- ^
voss i da Concordia. ft
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objctos do todas as ci\-
reso qu'Hulados, tanto de seda como de
paniiinho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom goslo : estes chapos
silo feilr.s pela nliima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rotroz. Nu mes'ti*
casa se acha igual soitimonto de seda o pan-
llinhoa i'Miiuidi) sedas, para cohrir ai-
mandes servidas : todas estas fazendas ven-
de :.-se em pnrcSo c a ieiiUm; tamben'm
roncera qualquercbapo de sol, tanto di
basteas de forro conio do baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: tudo por iiecn
commodo.
Lotera da matriz da Iloa- 3M.** f*" CTT'""' ,iullrv"1,.
_, do do idiide iiina 9anmi> c a uiil'a
Vista-
O respectivo Ihesoureiro, Manoel Gonca-
vel da Si'va, pretende mo illudir a expee-
laco do publico com aniiuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lotera
esforcar-se-ha quanto rouberem suas for-
jas para com a possivel presteza aununriai
o dia, slem do qual nao dovera passar a es
peranca dos compradofes ; porque entend
que a essa illusilo em que alguns teem po
veres deixado o rcspi ilavel publico, si dr
ve essa especie de decrcdilo, que lanl
leus para que oa mfeiiores do sua cumpa- I lem demorado o andan uto das nossas lo-
iiba deixem de chamar para o servico da tenas ; por isso limita-se por ora a annim
mes i a i s guardas nacionaea voluntarios, j ciar a venda dos bilheles, e a extralii l.i-
por assim terem delerminado os seus su-! com lodo o empenbu, alim de podr asso
pcriori'S. O voluntario avitado. j guraraos compradores o dia em que deve-
O Sr. padre Gaspar, do Fra-de-Portas, I r olla mpreleritelmente correr.
::
Da-se diiil i iro a i r1 mo Mib p- nhorca
d uni ou praia : na ra do Sol, u !). se
dir quem da, \amj'ama casi tamboui se
.II ir.il illl.'lS 1) l.liiti !l y lliuilO lllldas, >8
t'll-
o a oUHa 6 p ira
7, teem milito bom modo o po< smi u.uito
(roprias pura uua familia as possuir.
Fiecisa-se de nina pessoa
mese encarregue de diiigir o ser-
vico interno dojiospital proviso-
rio da ilia do Nogurira : quem
quizer procure o presidente do
ioncellioger.il de salubiidade pu-
blica, ua rua Nova. n. t4, das Irea
s cinco li iras da laide.
--Precissede una ama forra, quo ssi-
baroziiihur e [engomiosr, para servir dr
orts a dentro a urna familia de duas pes-
sots : na rualvrgadollovuiio, n. S6, ter-
eiro andar.
tos, pssnn como americanas, al
tres palmos de largura c urna por-
cao do mesmo de retigo, por to-
do o preco : approvcitcm-se, JVc-
gue/es, dabarateza.
-- Vendr-se urna negrinha do 10 a 12 an
noa|dedade, bonita figura, sabe cozer sof-
frivelmoole e mu i lo esperta ; r bom assim
um molequinho deidade de 6 annos, sadio
e de bonita Maura ; na rua da Mangueira,
casa terrea, n. 18, do lado dos acQiigues.
\eiide-so um bom cavallo coin tojos
s andares, por prer;o n;ui commodo: na
rua do S.-Rita, n. 85.
N.v pa i)\c.aiii;ia UuitKciKK, \ at,
LOJA DEGAMltli) HA VIUVA V1EIHA
& MI lilis.
laOteria di Itio-de-
tfaiK'Iro.
Aos 20:000 000 deis.
Pelo vapor San-Saltador entrado neste
porto, no da 13 do correte, recebemos os
mohos lo>tunados bilheles e mojos ditos.
i 52.* tutora a loni-licio da Sauti-Casa-ila-
M soi icoroia ; o tan.bem recebemos as lla-
lla da primera lotera de S.-Joilo, e da se-
gunda de M.-S.-da-Gloria.


Confeitos de Celis,
e cont de laclo Je Trro, spprovado pelo
academia de medicina de pars, confor-
me o parecerse urna commiesRo compos-
la ilosSrs. Bniiillaud, Fouquier e Bailly.
As preparacOcs-ferruginosas so conlam
no numero dus medicamentos, cujas pro-
priedades nilo se pdem por em duvida :
com effeilo ha poucss prepararles medicas
que tenhain sido esludadas com tanto es-
mero por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados receilaram
estes confeitos com militas vantagens, de-
poisde terem analysado sua composicfio.
O benvolo acolni.nento quo esta propa-
ik.-.m) obteve da escola de medicina de Pa-
rs nos dispensa de fazer seu elogio.
Estes confeitos ;Ioempregados com gran-
de successo na clorosis ou paludas cons,
as infUmmacOes chronicas do estomago
edos intestinos, na falta deappetite, as
amenorrheas, ou suppressllo de mensirus,
as enfermidides escrophulosas, e inconli-
neuciasdas urinas, provenienlea da debili-
dade Ja bexign : na leucorrhea ou flores
abrncas, opilac.lo, abatimento de forjas,
no tscrobuto, em todos os casos de entra-
quechi ento do organismo, na animya, vul-
go frialdade, na hydropesia. ronst-queneia
i!.--i.is molestias, eoifim em todos os casos
em auc lia altera(flo na composicio do
sangue.
A uspeilo da dse que se deve tomar,
bastam tres confeitos pela mandila, e cu-
tios lies de tarde, e o mais datante possi-
vi'l das horas da comida, augmentando pro-
K i estivamente ale C Je amanliila e 6 de
larde.
Belalivamenlo sos meninos, as doses va-
riam conforma a idade; mas tomando o
termo medio, se daro de 6 a 8 todos os
das, na idade de 6 a 12 anuos, c 4 aos mais
jovons.
Em as principies cldadeg da Europa se
acham os dei ositos dos ditos confeitos, em
Pernamhuco na botica do Sr. Prannos, na
rua cslreita do Bozaio, n. 10, o no aima-
7em de drogas e tintas da rui ila Cruz, no
Itecife, defronte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
Tantas para eng-enho.
Na fundicfto de ferro Ja ra Jo Brum,
acaha-sc Je receberum completo sortimen-
toJe taixas Je a 8 palmos Je bocea as
qiiacs acham-se a venda por preco com-
moJo e com promptiJSo embarcam-sc,
ou carragam-seem carrossem Jespezas ao
comprador.
Tecidos de algodo tran-
cado dos-os-Sanlos.
Na rua da Cadeia, n. 3'2,
venJcm-se por atacaJo duas qualidaJes,
proprias para saceos de assucur e roupa de
escravos.
quido, com orna serpentina de estanho fino
qne pesa 300 libras, o qual serve para des-
Iilar garapa.e tambem fazer espirito a'o
40 graos, por proco commodo, por ter-se de
mudar de lugar em aun se acha montada:
no Alerro-da-Boa-Vista, n. 17, fabrica de
licores.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
.-Vendem-se amarras ae frro: na rua
da Sonzal la-Nova, n. 42.
~ Vendem-se bons queijos Jondrinos
ditos de prato muilo frescaes e d superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos portuguezes para panella, latas
com 2e4 lihrasde mermelada, ditas com
bolachioha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com homilas, frascos com conservas
inglezas, queijos de qualha vindos do Cea-
r, por barato preco, mantas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.e
outros inultos gneros Je boa qualidade:
na rua da Cruz, no Itecife, n. 46.
Moflidas superiores.
Na fundieSode C. Starr & fompanhia ,
em S.-Amaro 8cham-se a venda moendas
do cann.-i, todas de ferro, de um modelo e
coiiMruccjto muilo 'superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na lahia
Vendc-sc em casa de N. O. Hiehcr & C.
ai rua da Cruz, n. 4, alcoJSo trancado
daquella fabrica, muito ptoprio parajsarcos
deassocar, roupa de escravos e fio iironrio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Vende-seum escravo peca, de 20 no-
nos : na rua do Crespo, loja Ja esquina que
volla i ara a cadeia.
--Chegaram novamenle rua da Sen-
zalla-Nova, n. 42, leloginsde ouio e prata
patente inglez, para homem e senhora.
\ elas de cera.
Vendem -se caixas rom cera em velas, fa-
bricadas no llio-de-Janeiro, sorlidas ao
gosto do comprador e por preco oais coo.-
moilo tratar com Machado &Piubeiro, na rua do
Vigario, n. 19.
AGENCIA
4
Folassada Itnssia.
Vendc-se superior potassa da Hussia, da
mais nova que ha no mercado, por pn co
commodo : na rua do Trapiche, n 17.
Vende->e um mulatinho de 15 annos,
muito lindo i ara pagem, o ptimo para ser-
vir a urna casa, | or ser de muito boa con-
ducta : na na do Collegio, n. 21, primei-
ro andar, se dir quem vende.
Pechincha.
Na rua do Queimado, vindo do Itozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se cortes de
cnllcto de setim prcto lavrado, a 2,000 rs.
corte.
Vende-saa 3,500 rs. a sacca grande
de in ilini : no armaiem defronte da escadi-
nlia da alfuidega.
~ Vendem-se cortes de cambraia de %6-
res, pelo barato preco de 2,000, 2.500, 3,000
3,500 o 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : rocias para meninas, a 160 rs.; 13a
f'im listras de seda, a 600 rs. o covado; ian-
/inha piopiia para roupa de meninose ves-
tidos de senhora, a 24o rs.; 13a superior pa-
ia calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dflo e oda rom franja, a 600 rs. ; crli s de
colleto de velludo, a 1,600 e 2,500 rs. ; chs-
sa-chit, a 400 is a vara ; gaica deteda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda.a 560 rs.
o covado, e outras muitas Tazendas por
barato preco : na rua do Crespo, n. 15, loja
de JoaquimdeOliveira Maya Jnior.
Depositle Potassa.
Vende-se milito nova potassa,
le ho3 qualidade, em barriszinho;,
pequeos de quitro arrobas, por
preco barato, como j lia muito
lempo se n2o vende: nc tfecife,
rua Ha Cadeia, armazemn. ia.
Vemle-se vinho do Porto muito supe-
rior,, em barris de quarlo e quinto ; farinha
de trigo de todas as qualidades e em meias
bairicas; retroz do Porto, | rlmeira quali-
Jinle : panno e meias de lindo ; arcos para
bairicas ; farinha de mandioca em sarcas
grindes e a garnel a bordo da sumaca "...
S.-do-Carmo: ludo por preco rommodo :
na rua iio Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Aives da Cunha.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapicbe, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
MA DA SI.NZALT A-HOVA, N. l\1.
Nestc estabelecimento conti-
na a ha-, ei mu completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das,.para engenho; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
co^do, de todos os tamanhos,
para dito.
Farinha de S.-Ca(harina.
Vende-se, a borJo do berganlim Ma-
ritt-Libatiia, fiimleado periodo caes 1I0 lia-
rnos, a muilo lina farinha de mandioca, em
porcito e 1 relalho, sendo a mais nova que
chegou a esta porio: taiiiliem se traa na
rua da Cadeia do Bccife, n. 14.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoria a o prin-
cipe Alberto; relogiosde miro e do prala.
cnegados ltimamente da SuilM : estos re-
logios que silo mui bem acabados, se tor-
na m niuito recomniemlaveis a qualquer
particular, e adveite-se que ha entre elles
algunsque andarn 8 das sem precisaren,
de corda : na rua da Cruz, no Itecife, n. 55.
Vende-se papel para extrahir copias
por machina, pn.prio para a srriptorios do
negociantes nacionaes e estrangeiios: na
rua da 'udeia, n. 45.
Novo sor t ment de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea.
Vende-se cassa-ebita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores fixaa e cum 4 palmo*
le largura, pelo barato preco Je 320 rs. o
covado; rassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 r. o covado; riscadinho de lis-
iras de I i nbo, a 240 rs. o covado ,- brim de
algodSo de coros com listra ao lado e de bo-
nitos radios, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 o 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarta ; cassa preta com
ramagom bnnei. para luto, a 140 rs. o co-
vado; zuarie de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200rs. o covado; risca-
Jo monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e cores Oxas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-ioti, chegado
prximamente, vende-se farinha de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do que em outra qualquer pirte: os
pretendentes dirijam-se a bordo do dilo
brigue, Tundeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao Itecife, rua Ja Cruz, n. 66.
Na roa do Crespo, n. 15, Inja de Joa-
qun) de Oliveira Maya Jnior, ha, alm das
lueodtfji annunciadBS, e de oulras'mili-
tas por barato preco, um sortimento da lin-
dos chapeos de sol, de pannioho eslampa-
do, muilo proprios para os meninose me-
ninas que andam na escola, e mesmo para
as senhoras que ainda estilo no campo, pe-
lo preco de 2,000 rs.
Vende-se superior farinha
de millio em porc5es e a retalho,
tendo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte; na rua do
Brum, n. 28.
A <2#000 o erle.
Vendem-se corles de eassa-chila, fin, de
bonitos padies e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco de 2,000 rs. o corte : na
rua do Crespo, n. 6, loja ao | do lampeflo.
Farinha de m ndinc t.
Vende-so a I ordo do patacho Industria
chegado de San-Matlieus.lundeado defronte
da escadinha do Collegio, a melhor fari-
nha que ha no mercado, por sor muilo no-
va, ero grandes e pequeas porcoes, e por
preco mais commodo do que em outra
qualquer parte : tiala-se a bordo do dito
barro, ou na rua do Vigario, n. 19, com Ma-
chado & Pinbeiro.
paiba com gomma quinno, dem
de dito por fieral, idem por I'a-
quin, ebegadas prximamente : na
botica da praca da Ba-Visla, nu-
mero 24.
- Vende-se ou troca-se urna escrava de
meia idade por urna dita Je 10 a 12 annos,
propria para se educar, ou por um mole-
quede bonita figura, voltando-se oque se
convencionar : na rua Jo Sol, n. 9. Na mes-
ma casa se Jira quem d dinheiro a premio
sob penhores de ouro ou prata.
j(Vende-se urna escrava ,de nagSo com
urna cria de cinco annos, a qual cozinlu o
diariode urna casa, engomma, lava de sa-
bQoehefiel: na rua Jas Trincbeiris, so-
brado n. 48.
Venda-se um pardo claro, de 20 an-
nos, proprio para pagem : na rua do Cres-
po, n. 15, primeiro an lar.
A 1,000 rs.
Vendem-se sapatos de couro de lustro
para senhora, pelo diminuto preco Je 1,600
rs. o par: na praca Ja independencia, ns.
13e 15, loja do Arantes.
-- Vendem-se quatro molecotes de 10 a
18 annos; 5 eseravas mocas ; quatro negro-
tas Je bonitas figuras, que cozinbam e en-
gommam : na, rua Diieita, n. 3.
m
m
i
A 7,0(10 rs
Vendcm-sa excellenles chapeos
pretos ile massa, chamados aza de
mosca. Je finissima seda e do mais
moderno gosto, pelo commodo prc-
% Co de 7,000 vi. : na rua do Crespo, n.
' 11, loja Je Antonio l.uiz Jos Saulos
h 6l Coinpanhia.
fe
fe
fe
VenJe-se urna prela com hahili laJes,
a que.faz todo o servio de urna casa : na
rua dosGuararapes, n. 47.
Vende-se urna parda de 28 annos, que
ensaboa, cose c engomma, comum lilhode
2 para 3 annos : na rua da Roda. n. 17.
- Vende se urna mulatinha de 18 anuos,
rccolhida e com lodas as qualidades preci-
sas para urna mucama : o motivo por que
so vende se dir ao comprador : na rua Jo
Itangel, n. 57.
Fumo para cbarules.
Na loja da rua larga do Itozario, n. 32,
alivn das diversas da qualipes de charutos,
lanlofeitns na trra, como vindos da Ba-
ha, na tambem fumo para vender-se de
primeira, segunda e terceira qualidades,
tanto em porcoes como a retalho.
Vendem-se velas de carnauba chega-
das oltimamente do Aracaty, pelo preco Je
320 a libra, senJo estas superiores as usu-
aes pela duracSo, a boa luz ; ni rua do Ito-
zario eslreila n. 8.
Est a venda o bem condecido folheto
Vende-se urna porcao de bi-
. Ap miiiin knn onilirlaH. i ~ Verd?lle scs meninos -- obra nova e de
ses ae muito boa qualidade, e ul- muito interem para os mesmos; na rua
cliegadas, por prefo
na rua da Senzalla-
ti mamen le
commodo:
Velba, n. I'38.
Chapeos franecz.
X Na loja do sobrado amarello nos 5
; quatro-canlosda rua do Queimado, 8
** n. 29, vende-se um grande sortimen- *^
g to de Chapeos francezei de formas da
W ultima moda, a 6,500, 7,000 e 8,000. O
Fardo novo a 5,500 rs
Vendem-se saccas grandes c >m 3 arr-
basele farelo, chegaoas no ultimo navio
do Itozario
200 rs.
olreiia, n. 8, pelo preco de
9&m
Rua do Collegio, n. 9.
LOTEKlASDOHIO-DE-
JANKIBO.
Aos 20:000,000 rcis.
52.* DA MISFJtICOBDIA.
(a extrahir em 10 do correte.)
Pelo vapor S.-Salvador, sabido do Bio-
da-Janeiro em 2 do correnle, recebemos bi-
slhetes e cautelas desta loteri* ; bem como
qa 1 i-tas da i.'de S -loSo e 2.' da Gloria
*T^ Os hilhetese cautelas que se ven-
de llamhurgo : na luaoAmoiim, n. 8|ie'n n,,sla casa sl marcados com nma
''Chancella, que indica o local da venda
am de offerecerem todas garantas aos
compradores-tornando o vendedor assim
Farinha de mandioca.
lo Queimado, n. 14, loja do fer-
nda ha algumas saccas a biu
Na rua do
ragens, ai
farinha de mandioca, muito alva e bem
raJa ; bem como urna poreSo de peonas de
ema, proprias para espanadores.
Farinha de Irigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Provenca, chegada ullimamente de
Marselha : em casa de J. J. Tasso Jnior na
rua Jo Amorioi, n. 35.
Vende-sa, para pagamento, um es-
cravo pee, de bonita figura, sem vicios
nem achaques, o que ha ptimo cozinhei-
ro : na rua da Cadeia-Velha, n. 41. loja
para curar da pblysica em lodos os seus
dilforeiili's graos ou motivada por consli-
pCoes, tosse, astbma, pleuriz, escairosde
sangue,dorde costase peitos, palpilacDn
no eoracOo, coqueluche, bronchiles dor-
na p!irg;uita e todas as molestias dos orgflos
pulmonares.
De todas as molestias que por heraiica fi-
camaocorpo humano, nenhuma baque
mais deslrnitiva Icnlia sido, ou que tenha
zombado dos eaforeoa dos homens mais
eminentes em medicina, do que aquella
que he geralmente ronhecida por moles-
tia no bofa. Km varias pocas do se-
clo nassado, tendu-se olTerecido ao publi-
co difiranles remedios com allestados das
extraordinaria! curas que elle lem feito;
porcm qnasi queem lodos os casos a ilusio
tem sido apenas passageira e O doenle
torna a recahir em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio lo re-
cornmendado-, oulro lano n3o acouteco
Con es le extraordinario
Xarope do Ronque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade e provincia, nem. idos pelos
Surs. ||. C. Yates i Companhia agentes
geraes no Bio-de-Janeiro mudaram o de-
Ciia de J. J. Tasso Jnior.
Chitas de assentos escu
ios, eres fixas, a IttO
rs. o covado.
Vendem-se as melhorcs chitas de c^res
escuras e fixas a nove vinlens o covado :
na rua do Queimado, n. 8, lola dcfionle da
botica.
--Vendem-se saccas com muito boa fa-
rinha Je mandioca, 2,500 rs. cada sacca :
na rua Ja Cadeia do Itecife, ao p do arco
da Couceico junto a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
Vende-se ou aluga-so um sitio : na rua
Nova, n. 46.
Vendem-se superiores bixas Je llam-
hurgo, assim como lambem sealugam por
preco commodo: no Aterro-da-Boa-VisU
venda uno fui do Maya, n. 42 '
Vende-se una prela ue nacito, de 20
annos, que coznha, coze bem, e com urna
ci ia de 14 n.czea : o motivo por que se ven-
de se dna ao comprador: na rua do Pas-
seio, n 5.
Vendem-se tres canoas de carreiri no-
vas, e que podera conduzr at 6 pessoaa
cada urna : por lias da nbeia de San-Jos,
noeslaleiro Jo Sr. Joflode BriloCorreia.
Os mcihores charutos de
S,-Flix.
SBochegadoa os melhores charutos de
S.-Flix : na rua do Queimado, n 9, loja.
Vendem-se pecas de madapoLlo largo
muito encordado, com 20 varas, a 2,500*
2,600 e 2,800 is.; ditas de.ehilas, a 4,200
is. ; ditas de algodozuiho, boa largun,
com 20 jardas, a sele patacas ; el fule de
lolear formigas : por tris do ihealro velho,
n. 20, primeno auJar.
Vendem-se seis lindos moleques Je 12
a 18 anuos; dez pretos de 20 a SO IODOS,
sendo um ptimo sapaleiro ; quatio pardos
de 16 a 20 anuos, sendo um bum sapaleiro
e outro cozinheiro ; lies parJas de 14
mais cffecliva a sua responsalidadepois
que se obrign a pagar prumplamentt qual-
quer premio dos lnlliel.es e cautelas que
liverem a sua Chancella, com a* cundios
que ja publicou, e se acham patentes na
porta da sua loja.
Quauto ads hilhetese cautelas com pre-
mio qoe llie fdiem aprescnladoa srm a dila
Chancilla, fomente os recebe em Iroco, ou
paga com o descont que se convencionar
NSose permiUe aseparacSo de bilheles,
scn.lo por 24 horas, e isto he atdousdias
antes da chegada presumivel do vapor,
poique enlilo be inleiramente velada. SO'
SE VEMDE COM OIMIEIBO A' VISTA.
- a 20
nnos, com habilidades ; quatro pretasde
psito deste xaropeparaa botica do Sur. 118 a 20 anuos, lando urna bnm leite com
JosMariai;. llamos, na rua dos Quarleis, n. I una ciiade8 mezesje mais algumnscom
12, junto aoquartel Ja policia, onde sempre habilidades : na rua do Collegio, n. 3.
acharo o nico e verdadeiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Vinho de Bordeaux.
Jas mais superiores qualiJaJes ; I em como
Vendem-se capsulas de oleo
de mamona, de stilpbato quinnino,
de pos contra vermes, de oleo de
Vendem-se charutos deputados, caal-
leiros, regala, saquaremas e senadores,
fazenda muito boa ; assim como vinho do
Porto, diio moscatel de Setubal e azeile-
doce engarrafado, proprio para botica : n
rua da Cruz do llecife, n. 43.
-- O arrematante das afencoos deste
municipio do llecife vende as mesmas afe-
ricOes Ja freguezia Je Santo-tmaro-Ja-
hoatiloeda fieguezia de Muribeca porpie-
Co commodo, pois he Je intereste para
quem as pretender, principalmente moran-
Jo em qualquer Jas ditas freguezias : (peni
as pretender, dir ija-se a casa da mesla afe-
no.Ki, na rua do muro da Penha, n. 4.
-- Vendem-se 2 lindos moleques perfei-
toscozinheiros.de 18 a 20 anuos, sem vi-
cios ; 1 dilo bom bolieiroe de boa condue-
la ; 8 pretos de 20 a 30 anuos, bons para to-
do o servico ; urna parda de24 annos, mui-
lo boa coslureira e engommadeira ; 1 dita
del2annos.com piincipios de habilidades
e muitocarinhosa para n cuinos ; urna pre-
la de elegante figura, de liarlo e sem vi-
cios, pcifeila qoitaiicira ocozinheira ; tres
ditas com alguinas habilidades, de 14 a 20
anuos ; urna dila de meia idade ; assim cu-
ido oulros mullos escravos por precos mui-
to rasoaveis : na rua da Cadeia do llecife,
n 51, primeiro andar se dir quem vende.
Escravos Fu rijos
co
la, ja muito apieciado, tanto aqui como na I A.,
i n\,,., no 1 loma.loiDique da Europa ; vende-se em casa de Kalkmaun"
bre, que a caldeira leva 50 caadas de ii-1 limaos, na rua da C
i Cruz, u. 10.
-Na noita de 19 do corrente fugiodo
deposito Rara I desta cidade um escravo de
nome Francisco, de nac3o Angola, baixo,
cheio do corno : levnu carniza Je riscadi-
( nbo o calca branca de brim : esto escravo
de quilina aiiirtrellii, de e*'st,a nn mesmo deposito pelo arresto e
/ruibarbo da China, de oleo de cu-ffiZr^lS ^""ArXt'rr
vinho Je Champanlia Ja nova maica eslrel-j figido de bacalbo, de dito dito
goso da Silva ; sendo que o depositario ge-
ral tem suspeitas que o 'escravo fra man-
dado seduzir pelo senhor, que he morador
em trras do engenho Lages, da comarca
de SarUo-Antilo : quem o apprehender le-
veo-o a rua de llorlas, n. 140, que ser
gratificado.
| Fugio, no dia 16 do corrente, da casa
doabaixoasslgnado um moleque de nome
Joo, o qual diz a algumas possoas chamar-
se Constantino, de 19 a 20 annos, altura re-
gular corpo seceo ; levou camisa branca e
caca de brim trigueiroja usada ; tem urna
balido noolhodireito, um dente cavalgado
em cima do outro o urna marca em (pa-
dre na pa dlreita, proveniente do um caus-
tico : roga-se s autoridades policiaes e es-
plines de campo queoapprehcndam o le-
vem-no rua das Trincheiras, por cima do
cartorio doSr. Cuilhermc Patricio.
. IIi fino Josd l-rnandes de Figueiredo.
Fugiram de bordo do patacho Attrea,
e do patacho Doui-ie-Marco, a 13 e 14 de
favereiro, dous escritos marinheiros sen-
do um de nome Joaqun), crilo, e o outro
de nome Miguel, de nielo Mina, eate da e-
quipagam do ultimo patacho, de coi preta,
estatura regular, cheio do corpo, de 30 an-
nos, com roupa de algodSo usada ; e aquel-
lo da eqoipagem do Aitrea ; he lito, bar-
bado por hatxa do qeixo, urzigoao, cheio
do corpo levou calca acamiza azul, ch-
po alcochoado a representa ter 40 annos.
Boga-se aoscapilles de campo, e pede-se
i todis as autoridades policiaes a sua cap-
tura, cario de que reconhecendose os pro-
prios, quem os apprehender, ou dolas der
milicias vindicas, e os levar a bordo dos
ditos navios, ser generosamente gratifi-
cado pelos meslrea dos mesmos, ou pelos
seos consignatarios, Amorim Irm.los, na
rua da Cadeia doRecife, n. 39.
Da casa do ibiixo assignado desipi-
receu, no dia 17 do corrente, um prclo, da
nome Antonio, de nacfio Angola, que re-
piesenta ter 26 annos, alto, cheio do corpo,
com os ps grossos nos tornozellos e falla
bem desembargado ; levou calca e carniza
brancas ; he bem conhecido por ter sido es-
cravo ha muitos annos do finado Ccreldo
Aninio da Boza, morador que foi na Pas-
sagam-da-Magdalcna.ehojedo abaixo as-
signado : roga-se s lulor Jades policiaes,
capitfies de campo que o apprehendam e
levem-noaoAlerro-da-Boa-Vista, n. 14.
Joaquim Jos Dia$ Vertir.
Fugio, no dia 10 do correnle, do enge-
nho Pintos, Treguczia da Santo-Amaro-Ja-
bn tilo, o onoiilii Eduardo, de estatura mais
que regular, bastante fri, j/nisso do cor-
po e com urna falla cm urna das orelhas :
consta frequentar, ao lugar do CiquiA, um
cazebre contiguo a urna olaiia velba : quem
o apprehender ser generosamente gratifi-
cado, levando-o ao mesmo engenho, ou i
rua llireita, n. 121.
No dia 15 de fevereiro dcsapareceu da
padaria da rua Beal.no Manguind, n. 51,
o preto Antonio, de Angola, de 24 annos,
grosso do corpo, alto, pese heleos grandes,
tallo de denles na frente, olhos abogalha-
dos e sem barba ; levou carniza de mada-
polilo,calca escura, sem chapeo: quem o
pegar, leve-o a masma padaria que ser
generosamente recompensado.
Fugio, no dia 21 Je Janeiro do correnle
anno, do engenho Miranda, comarca de
Coianna. o esciavoJoto, de naeao Congo:
ro Jo Acarac. no Ccar, no lugar serra da
Biruoca ; he Je altura regular, cheio do
corpo, reprsenla ler 40 annos. rosto re-
dondo, testa grande; quando olha cai-lhe
ossobr'olhos; lem urna corda ni caheca,
falto de denles na frente, cor fula, pamas
iim lano finas em proporcSo ao corpo ;
tem pouea barba, levou um hah de Flan-
dies ja velho, chapeo de couro, mais oulro
Je pello dentro d.i urna caixa de papelio :
quem o pegar leve-o ao dito engenho, ou
aoSr. Mnoel Concalvesda Silva, nacida-
de do Itecife, que lecebera 60,000 rs., sen-
do conducido de penuena distancia, e se
fr de lugar longinquo ser generosamen-
te gratificado.
Figiram Jo engenho Novo do Cabo os
Jousescravos seguetas : Manuel, crioulo,
carpina e meslre Je assucar? baixo, pouca
barba, cabello j bastante ralo e Je 30 an-
uos pooco mais ou menos; e Benedicto,
crioulo, de 20 annos, boa estatura, nariz
bastante chalo e pos grandes : quem os pe-
gar leve-osao refei ido engenho, que ser
bem recompensado.
Fugio, no dia primeiro do correnle,
urna mulatinha, de nome Benedicta, de 11
annos pouco mais ou menos, magra, cor
um lano alva ; levou sala de madapoln
com babadoem baixo, e camisa com ren-
das nos assenloa j suja : quem a pagar
leve-a rua da Cadeia do Becife, n 51, pri-
meiro andar, quesera bem recompensado;
assim como se protesta contra quem a liver
occulla.
Fugiram, na madrugada do dia 19 do
corrente, dous .escravos, sendo um pardo
de nome Faustino, de 32 aunos, estatura
regular, boa presenca, ps e mf.os peque-
as, cabellos eiicarapinhados, rosto regu-
lar, haroa na pona oo queixo, boa denta-
dura ; levou camisa de hamburgo, siroula
cumplida dealgodilo com boleos abnela
de panno; tambem levou comsigo urna
preta de nomo Mara, estatura regular, fu-
la, rosto bem feilo, olhos grandes, faltam-
Ihe os denles da frente : ambos frain tur-
rados, leudo esta urna cicatriz as costas
junio as nadegas. O pardo haver 10 me-
zas que foi pegado no lugar Varjilo, estan-
do fuido perlo do 3 anuos e existindo com
escravos de Caldillo Jua de Aguiar, o qual
o vendou ao aniiunciaule ; lio de presumir
que lacha ido para o mesmo couto : ro-
la-se a autoridades policiaes desse distric-
lo, e mesmo por onde possam os ditos pas-
sar, a sua apprelieiisSo, e os capilfles de
campo que o levarein a seu sonlior. Casoar
da Silva Kroes, na rua Ja Boda, n. 17, serio
bem recompensados.
Fugio, na segunda-feira passaJa, urna
preta de nacu Angola, do uoine Catharina,
estatura regular, cheia do corpo, nariz
chato, lieieos grossnse o bombio esqueido
levanUJu; leui urna marca preta no dedo
niaiui de urna Jas mos ; levou vestido Je
chilaazul e panno da Cosa; anda venJen-
Jo Ucuijas pelas bandas da Soledade e
Magdalena, e cosluma lecolhar se a imite
para o porto velho das canoas no Bec:fe :
quem a trouxer a osa de seu senhor, na
roa do Trapiche, sobrado n. 17, receber
asalvicaras.
Psin. : k* ttc. e n. ug nt. 1850


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFTPLY9D3_XC7RC2 INGEST_TIME 2013-04-24T17:48:49Z PACKAGE AA00011611_06817
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES