Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06816


This item is only available as the following downloads:


Full Text
-rn"*""1-^
Anno XXVI.
.
Quina-feira 2
f Ar.TIDA SOI COBREIOi.
fiolannae Parahlba, segundase sextas felra.
II i > -(irande do-Noile, quintas feiras ao meio-
dla.
Cabo, Spmiliarin, Rln-Fonuosn, Porto-Calvo
c Macelo, no l., a 11, r 21 de cada mez.
Gasanhuns r Bonito, a 8 c 23.
Poa-VUla Florea, a 13 e 28.
Victoria, as quinta fcii.is.
Olinda, todo o das.
... i-_*,j*~i^;^iiM"tn'iia
PlUJKS DA im,
MJng. a .'!, as 10 li. e.'VJ m. da t.
Nova a 12, a 4 h. c 0 ni. da m.
Cese, a III, t 5 h.e5im.dat.
Chela ati, s 9 6. e.lm. da in.
rnttntft SE HOJB.
Primeira aos 30 mininos da tarde.
Srguoda aof 61 minino da inaohaa.
de Fevere.ro de 1880.
aiiaiaama mi nana, iiii a

N. 43.
breos da subsorifoXo.
Portresineie(adnfade) 4/000
Porselmeze. 8/1)00 T. d(, crlle.
Porumanao lb/WO^ Doul. S. Malinas,
DIkS DA !!.
18 Seg. S.Thetoolo. Aud. dol. orf. edom. 1. v.
I'J Tere. "". Conrado. Aud. doclianc, do J. dal.
v. do civ. e do dos (Vitos da fatruda.
20 Quart. S. Eleuterio. Aud. djJ.da-2. v.docivel.
21 yuint. f>. Maximianno. Aud. do i. do orf. e do
ni. dal. v.
22 Sexl. S.Margarlda. Aud. do J. da 1. v. do civ.
e do do folios da Calenda.
21 Sal. S. Laiaro. Aud. da Chae, e do 1, da 2.
v. do iridie
apostlo.
CAMBIOS BSI Bt rETXKBIBO.
, por 1/000 r. a 60 das.
Sobre Londres. 28'/, d.
r.iiK, 310.
oJr, -Onbc h^anSoer.:...... 28/000 a >
"r- ?.oe7a,de%4-00vc.ha... I8fg g
. de 6/4'Mj novas .. 10/200 a lhj4H
. de 4/000........... D/iOO 9/401
Prala.-Patacoe brasiteiros...... j/}*" {#
PMo.eolumn.rioa....... a /*
Ditos mexicano........_. I*"0 *._,*8W
5 MfcP^fffc-('<- INTERIOR.
ii i i mu
IUU-DE-JANE1RO.
CMARA >0S SUS. PEMJTAD0S.
ar.SSa6.BM 83.1 1"I0 dk 1850.
Presidencia do Sr. Gabriel Menta tht Santal.
........OlrDEM 00 nu.
Diletante do proferto He reipoila ti falla
do Ihrono.
(Continuaeflo du u. M.)
O Sr. f*mira Peana :A pagina 61 re-
pniiluz n autor do folholo urna calumnia
alni7, mil vees repetida, qual a de tor sido
is.gnadn efn Wussupinrio o rapitflo l.uiz
Alves Ferreir, assim como o desembarga-
tlor-Nunes Machado nj> Itecife. Sobr este
raso diz elle & pagina 81: Nune Macha-
do foi as*inado Nflo o poderemos pro-
var_coni'ludenlenienta > ""' temo disso
plena conviecfto, e alguin da... os nomos
dos que preiararam o vil instrumento, o
nn do *sno. a somma porque fui
jui.ladn...lao publico. *
i\;"io lom a menor certeza do Ciclo, nao
ten a )s 'eve prova, e entretanto p ro-
niclle publicar o noqie do assassino enm
todas as circumstancias do mesmo felo!!'!
Assim lie bi'iii fcil escrever volumes nuci-
ros tilo verdicos o conscienciusos como este
lollieto. 1
llavera nada maja, natural, scnliorcs, do
que ser feriJo or urna bala o homem que
entra rm combate a frente le um troco
ai maiio.e bonicos Uo a ionios como era m o
desemhargadr Nunes Machado e Laiiz Al ves
Ferraba f- .
Os rebeldes que morreramem combate
fram Iwrbarauente assissinado*,' mas
qliando se trata no respailavol com man da li-
te, superior de Goiann., o Sr. Paula L.cer-
da, que vindp. em vi.gem para a capital
a'compaiiliatJo de poucos papen u guar-
ilas, foi ranrlalmenle ferido nas costas por
urna bala que Ih dispararan) os rebe.Ues
embqscado* na malla? Oque se diz que
foi una vantapein .alcancada pelas forjas
liliciai'S... (Apoiadoi.)
0 Sr. Aguiar; He urna venlade : a mor-
ledoSr. Paul, naqu-lla ,oca foi uina ca-
lamiibide para o governo.
0 Sr. Fetreira l'enna : Qnando se trata
dos assassinatos do eugenho Aguiar, assas-
sinstosbotrorosos {numtrviot apuiadoi), o
que diz O fulor do folbelo .* tincamos as
suas propiias palana, i Para ilesfoar a
rcvoiu o orador Ihe imputa algn faetn
praves, que devomo ropellir ou expli-
car. Oosla que os revoltoso aticrain
o engnlio Aguiar, matram dous lillios do
pruprielarioe a st o conduziram preso
Tul he o nosso respailo a verdade, que niio
nepan'os nem megmo procuramos occol-
tar o fado Ao passareni as frcas pelas
iminedtacfli'S desteeugenho, un grupo de
violo c tanlos boini'us sedislacou s-m or-
ilem. a conliecinientu dos che fes, Hirigio-u
aquella proprie'Jade onde eommelleii niguas
excenu: tifio foram, lorm, consenlidos
nrtn appTovoilos pelos commandanms ele.
0 autor do f. Hielo nflo i t'ide neaar os as-
sassinatos, mais apenas os qu .hlica como
altjum. rxreiso; os sommandanle os re-
pfuvaram, mas Continuaram a conservar
em sitas lileiras os assassinos (Apoiadoi).
Quando trata dos hoTiveis kssasstnatos
dn Uarreiros, diz o autor do folbelo ( pag.
98).
Ha igtinlmente falso qun no ataque de
Uarreiros se aasassiuasKe alguem ; atorra-
ra m 60 a 70 passoas do lado do governo,
mas lodos e n cmbale
Sito, nscltcfes rel't'Ucsque enlravam em
fugo frente de suas tropa tifio podiatn
niorrersenSoassassiuados; mas os velbo,
as mull eres, e enancas de Uarreiros mor-
reram om combate.'.'.' Assim o aflirma o
autor du folheto, o apreciador da revoita. e
l'.ircoso he acredia-lo, porquo elle so u
IVre osfuctos de que tem pleno conheci-
inento e convico,flo.
Fielaoseu proposito de calumniar e de-
negrir em tu lo o compoilamento dos le-
galsUs asssevera o autor do folneto ene o
eugenho Mussupiuho o outros fram com-
|.lelamente saqueado, assim como os po-
vusdos ; que a lio. as do governo eram a
cholera que ludo assolava ein ei> transito
fatal, etc.; mas qun dado uo engeiibo do comm.ndsiite supe-
rior Francisco Jacinto, dizque os liberaes
reunidos no Cal tica ahi mandaiaui cuto cl-
ii'ito urna purli i por duas vezes, mas que
s tiraram algons bois, como se n3o fosso,
:>so un) verdadeiru roubo, como se nada
valessem os insultos Cutos A casa e familia
daqnelle ilistinein e brioso IVrnambucaiio,
que nao tirando inleressoalguiu da polti-
ca ,nao .-.comtiatisndo os partidos polti-
cos em scusodios a raocores {apoiadoi es-
ta lodavia promploa ilesembaiiihar a sua
viilenle espai'a, a expr a sua vida oi de-
fesa da ordem publica como se tem visto
em toda aa crjse | orque lem pass.lo Per-
namliuco. (Nuwroiui apoiadoi). Quando
se fallado assallo dado pelas fdreas do Ca-
luc a cas du velho subdelegada de llebo-
ribo, que mal te.e lanlo de correr para o
mato rom sua familia, drixando os suus
lien .exposto a r(iacidaUe dos assaltaules,
o que dizem as folhas praieira^? C?uc fot isso
urna billa accu militar, una victoria al-
cancada pelos revollojos, que por tua par-
le leva va ni o escrpulo a ponto de pagarew
fielmente tgdo quanlu compraran nas lujas
e laveras do Kecife, durante o combate da
2 de fcvereirn, como lambem nos- diz o au-
tor do folhnto a pag 93!
Sr. presidente, eu craio que quem pres-
tar allencfio aos discursos que profiro nes-
ta casa e as pecis ulli ii 'S por ni ni SlSg-
na ls reconhec ra que ainda quando od^n-
dido eu n3o custumo usar de palavras odio-
sas, avillantns, ou quepossam f^rir o pon.
dunor de quilquer in lividuoou classe da
socielade, ( Apoiadoi.) Su nislo muilo
escrupuloso, porque onlondo que trio Iris-
te recurso s pJe a prove lar a quem nflo
tem porsia raslo ea justici, epara prova
poderei presentar lo la a minba corres-
pondencia (il!ici;.| i respeito da mesmi re-
volla dos praieiros i mas confesso que me
lie milito diflicil conler as expres-0 -s da mi-
[nha inlignarlo quando v-jo assim tratados
pnrum homem que lem sido representante
da nacflo os briosos def nsoresda ronstitui-
Icaoedaslcis, que tantas vezc* expoze" >|
suas vidas nos combates de Pernait.' o
umeroiso apoiadoij quando vejo ijue
se imputan) accOes as mats torpe a.in-
fames a tropas comtnainla las por um
general Coclbo, por um coronel He-
zeria, ppr um te.ionle-coronel Falcflo,
e por tantos outros olliciaes distinc-
los do exercito, da guarda nacional,*tc.
( Apniatltii. ) Se o Sr. Urli.no conheresse di
perto est'S homens, se suuhusso apreciar a
nobreza de seu rardcter o gqnl i Menlos, de
certo nflo ousaria faze-lo. ( Apuiadoi J Se-
nhures, be necessario que todos os legalis-
tas paguem caro o grande crimequacom-
melteram de seren liis ao seu juramenlo
( numerlos apo'adoi), o grande attnniado
que pralieai ani (lifiid 'ti lo ordem publi-
ca (tipiindoi ) ; mas elles devem consolar-
se com'a certeza de que os agr lecimetitos
olouvuiesque se lite dirigen) do alto do
Himno acham. echo em todos OS coraertes
brasileirus. ( Numerasai apuiadoi.) Taes ca-
lumnias nflo poderflo jamis olTenJer a sua
lepulaQau. ( Numerosos apuiadoi).
Tratan lo da amntslia. diz o autor do f.i-
Ihoto : a pagina 75: A itna a verdade assusladora, tic. lima amnista
(dieren la em termos dignos do poder,
garantida 114 e\i cic'i 1 m' un preside 11-
le benigno que quizesse u podesse assi-
gurar as vidas e proprieila-les, teria pro-
duzi lo a prompta oeposiQao das armas.
Poique o nflo fez o governo, porque o
nao tentn ? Nao eslava nnssous interes-
n se. 0 calculo infernal quo bavia pro-
vocado a revolt n:lo poda procurar-liie
11 na soluco amigavel, e tenda pelo
a conlirio a aprovetta-la, no sentido do
a mais completo exterminio do pul lo li-
beral. A' pagina 77, accrasceula : a Oiz-
se que os revoltosos nflo aceitariam u
amnislia. lidio argumento 1 Se nos pn-
(1. ssem dizer: elles nflo a aceilar.tn -
teriam dado urna rasflo ; mas nflo aceita-
riam f Quo perda o governo em offerecer-
Ihes o ramo ile olivira por entro o appa-
ratodos exordio? Se rejeitassem a paz, o
governo,ganharia na rasflo publica : sobre
elle recaliiria a responsahilidado do sanguo
derramado, e o governo se apresenlaria
peranle O paiz, e>cudado pela le da no-
cessidadii, teodo sslisfeito ns deveres da
litiminidade; elinalmenle, a pagina 140e
115, analysa o decido de II de> Janeiro,
fazendo divprsas roflexOes, das quacs con-
clu quo a amnislia nflo foi lombrada antes
do di 1 2 do 1'evereiro, e que b dala do mesmo
decreto he smenl ostensiva, pois que elle
foi expedido inuito depois !.' /
Nao trato agora, gentiores, de discutir .1
conveniencia e opporiunidadeda amnisia;
mas chamando a aliene,.lo da cmara sobre
ns passagens do Muelo quo acabo dn Inr,
i'U tcnlio em vistas mostrar que o ou nulor
foi 11 iiitn- o milito pouco escrupuloso, in-
justo e inexacto no jmzo que maufesta so-
bre esta importante quistan
Para provar que a amnista foi nflo s
lombrada, mas tentada e promcllida anle
do dia 2 de fovereiro, bastara recordar o
que eu dtsse, o qu disse o m'eu hnralo
successor nas proclamacoe que dirigimos
im Pernanibucanos logo no comeen o no
prugtesso da revolla. Nflo conlrahiamos o
sol.....ou cun prometimiento de impetrar 11 m
aclo de clemencia imperial a favor dos re-
beldes que depozessem as anuas ; mas o
Diario Novo e oulr.s folhas do partido di-
ziam-llies que era isso nina rila la que se
llies armaVH, que nflo cahissem n.-lla, que
proseguissam na sua Indinle e gloriosa
marcha. K seria om ell'eiio uina cilala, se-
ria da iulencno do doleuad do governo im-
perial prometlcr una con, e fazer oulra,
em aproveilar no sentido do lais comple-
to exterminio do partido liberal a revulta
que luna provocado '.'
Tal vez continu a aflimu-loo autor do
folbelo ; mas en ainda poderei provar-lhe
que 0 presidente da provincia, dando infor-
niar,oes ao Sr. presidente do concelho so-
bre o estado d levoll, assim se exprime
em carta do V le 18 de dezenibro : a Os
revollosos deconliani que opiimeiro va-
por que vier do Itiu iraia entre outras pro-
videncias do governo a suspensflu de garan-
li.is, e os seus jornaes ja SO Servein disto pa-
ra exaltarem cada vez mais as paixtles do
povo, aconselhando-lba a resistencia a lodo
olanse. Nflo saliendo eu qual sea a a de-
liberaeflo do poverno sobre este imporlanie
assumplo, julgo do meu devor ponderar
tu 11 i respeilosametite que, viudo um Ul de-
creto, parece-uie conveniente quo seja
acomp>nhado de nutro de amnislia, (can-
do o presidente da provincia autorisado a
fazer o uso que as circunstancias aconselha-
rem. He verdadd que quasi uenbun dos
revoltosos se lem at hoja apresontado as
nuloriiiades legilim, apezar du lorem sido
ii 1 !^..... :''
sf.ss\o no du 20 ni janewo nF. isso.
freridearia do Sr. ttbritl MenAti m Simio.
src.i mu paute n* onnr.Ji no oa.
Di si a ss '7 a do proierlo de res posta falla da
Ihrono.
O.Ir. Tonta (ministro di mirinlia): Sr, pre-
sidente, eu eslava disponto a nao Ciliar a res-
peito da reapost 1 .'i Cilla do Ihrono ; mas oj ne-
(."icios da provincia de pernamlmco que terfi
fcito o ohjerto das accusacic proferta, pelo
nobre itrpntado pela provincia do Para, brl-
gam-nie a lomar parte nesla diarussSo, qnr j
1 sl.- b.iatanleiiieul.- .tinntada, e que me porr-
ee nao precisa de mais nrnhnin auxilio para
pndOr dar tiiinnplio polilica que dirice o
patr. (,1'uro! npuimlni.) Mu, rnborrs, nao so
iicsta(-amara, iiin tambern no senado, pnipo-
iertc. lem sido aventurada to injiistameut-',
(miulm .poUrfO) qu- n.io p.nso deixar de pajar
o irilmto cmara dos scntinres ilepiliidii", dr
que tenlio a IWUra de ser iii-mbro, explu-an-
do-lhe e rxiilic.iiido tanibem ao paiz o meo
p-ocedimeiilo. nao s romo Miembro do gabi-
nete que preside aos dealiims do imperio, mas
(amhein como ex-presidenlc da provincia de.
l'ern.imliuen.
Graves attentados. artilles rnonnea dogibi-
nete e dos ex presdeme't.isrovihe.i de Per-
nambiico incrcccram n cominunlcafSd Tat'it
qiir hontcmfl clninVa'otiA'lii d* bocea lio hon-
r.idu iiirmiiro qur citolloca ao asarnto mais
allodesta casa.
- Voirs Na nmntanha....
OSr.-Tnsla (ministro da marinlia/: Mn>,
.....-.............. senhorcs.qiiaes so epsescriiues, qnaes 3o es- '
lisonpeii-mi do ter prstalo ums-rvico, ,es atientados? O paiz, s-nliorc, osconhece,
cnniribuindo ara que uo s demoiass a jo par/, os tcem avallado. [Mullo* feBataeV.) Qae
nomoaclo do m mi succssir, quo certa-1 Ateiuos ini. que lleraui os ex-prealdeat^da
mente nflo PO li 1 rec ihir em Rrasileiro mais provincia de l'crniinhuco que nao livenr teilo
1 t Nuuurav aaoladal "u ""> ll0' Gabinetes ..ntriores, que nao ti-
.uno ( numerosos apota m.\. vesse leito til ilituer do> presidentes que esli-
Cneeamlo ao ,\larao.i:,o, l.vo aulla til) MSrttWeSrX ad,ioistr..co.-s provineiar.
tra pessna, moveram-mo a dar essi passo,
qua au espero sej 1 jistamenta interpretad 1
como um prova nflo do desejn que BU li-
vesso de subtraliir-mo ao servico publico.
ms sim da leal lado com qu lemliro lo los
osmeiosque possun pnrvcn'iiri facilitar
a marcha da a luiiiistracao. A' vista, p -
rom, do qui V. Etc. me di/, na rail que
fez-mt) a honra de dirigir com data de 29
le novemhro. s me resta declarar que ten-
(|o eu a Cu liria de ver approvado pelo tnes-
moK'ivcrnn o meu comnodi nenio ni cri-
se actua'l, facen lo-mc elle a josUea da ac-e-
lilar que eu nflo nr jvoi|ti :i de maneira al-
guuia, an'es procur.i quando pude evitar
a revolla qui tanlos m ile* tmn ja cans lo
provincia, proseguirai contente no exer-
cicio da obre commissflo que me est c m-
1'nda at que, se reslalfleca a ordem pu-
blica, ou que s M. o imperador esolva o
que n:n sua sabedoiia julgar mais acer-
lado..
Kntrelanto cli'gavam corta as outras
caitas que eu lluvia aiilenonil*nl rscripto
e entflo resolveu o gnvrm i npe ial remu-
ver-me paa a preLdencil do Maranhflo,
lionr.indo-me assi o porn una nova^rovn
dess confl-inc- ( Apiidns.)
Creio, s-niiores,' q-M pricolemlo tiesta
nwnira cumnri un dever que nio impo-
nia a ininha leal lado ao^oyerno itnticrial
( apoiadhi ); ten'io cotisciPn.ci i do baer so-
hreludo alien lilo ao interessi publico e
convidados i isso pela minha proclamscAo
e pela do general; mas ainda assim estou
convencido de que nas suas fleiras milita
multa KPiile illulidaej hojearrependida,
qua p'ovavcl.iieatc deporia u armas se li-
vessn a certeza da nflo sor procesal la ...
lia certa mente entro os revoltosos (di-
zia a oulra carta ) nimios malvlos que ns
acompanham por posto o animados pela
esperance de grandes premios nu do saque
em algiim povo.ir.flo ; mas outros parece
que sflo movidos pelas intriznse dlsidades
que os jornaes assoalham contra o governo,
C >mo s>'jani a do r'crutaiiientn em mass,
do capliveirn 'los homens da cor, de prisflo
de lo 'ns os praieiros a bordo "los navios
de guerra, etc.. etc Um decreto dn amnis-
lia confiado ao prud ule arbitrio dn presi-
dente da provincia podar produzir hons
effttos a respeito dos que assim se achi-
ren! Iludidos, applicainlo-se ao mesmo
temno o rigordas lets aos principies cul-
pados a
A" vista de ludo isto, senhores. nflo se po-
llera jamis dizcrque a amnislia nflo foi
letnhrada e. at promcllida des le o primei-
ro mez da revolla ; e se os rehsl les si mos-
traran) obstinados, nflo foi cerlamento par-
que Ihas. fallas-e a eqieranc do perdfln,
mas sim por pie con la va m yencer. Observa
o autor do fo'heto que s' a amnislia tivasse
sido immedialamonte concedida, ns rebel-
des a aceitariam, ou que nflo aceitando-a
Meara o governo justificado ; mas o que lio
que nos dizem os Tactos ? Nflo sor verda-
de que ainda depois de 2 de feavereiro ten-
do apparecido no Diario Novo trm artigo em
que se lembrava a conveniencia da amnis-
lia, ipressaram se algons dos mais envol-
vidos r.a rtvolla a declarar quo lejeitavam
tal li nil>raii(;i, que nflo piecisavam de am-
nista, que nflo se eonsideravam crimino-
sos ? (Apoiadoi. 1 Nao ser verdade que o
i meu honrado successor usou em favor de
j multo dos compromettidos da aulorisacflo
que Ihe foi c inferida pelo decreto de 11 da
I Janeiro Nflo ser ver lado queoSr. Car-
1 nitro l.eflo, animado do mais sincero deso-
jo de fazer juslica a ambos os partidos,1 a
. proceden lo com a franqueza qua lia p'opria
' do seu carcter, nao s u nnistiotl a inultos
Idos r. beld, mas tamliem Iralon a- lo los, tinte haver
! muilo mais genero
' un sinos esperavam
j da lOtribuiOo que .,.,-,n, ......u. ......,., .,u. .|..o i.,....... ..... .-...........-
genernsidadu, o quedir oaulurdo follie- pdrlugnezes, assim como depois disseram e q'uerVcliaixar an -presidente de Periiam-
tr com a'gumas diflhuM les, pois que
nfl.f polia sur inteiraiiinn'.e satistalorio o
estado daqoella a out-as p-uvincias do nor-
te emqumto durasse 1 ivvolU de l'e.rnam-
liuco [apo'adti); mas, apezar disso, apro-
sei-me a mandar em auxilio aos briosos
defensores da ordem a fo'ca deque podia
"?*' .. ,. Infla Coi acnsalo de *r suspendido tonas
O Sr. Jamen do Para :-!-. q m cli .gou mu ,,..anM,, co,lsli,Ucionaes? nao f..l rile or.rusa-
to op'10 tunamente a Peina nbuc ). I ,|0 ,|,. u.r ,.,,,,!,,., sull'ocado a imprensa ? nio
O Sr. Perrtira Pena : I) 1 is eloiCOCS ge- j f r||e acouwdo de ter insinuado nu quasi or-
raes se lizcrameni meu lempo, c nflo oh$-| denado que se espiuganleasse um individuo
mu anuos interiore? Que fizeram elle que
nao tive*e IVilo o honrado iiicmliro a qnein
leilhe a honra de me- referir?.... Por vpnlura,
srnbarcs, accua(es.da mesilla ordem nao f-
r.1111 dirigida em outros lempo contra es-c
honrado memoro, quando presidia a urna das
provincias do norte.do imperio? ^So foi elle
recusado de f.i7.cr rccruiamenlos cm inatta ?
11:10 Coi accuiaio de ter suspendido todas as
j mi u ii'Miui a iiMiini.% raa m: ii.oi vih m,u Hnuy, ...... -- u. ,,...., .|.... o. .,....B-------------- .........
lamben) Iralon a lulos tinte haverem essis lulas augmenta lo a ir-, que elle suppunha coulrario ai pensamnito
nsamento do quo elles rit.cflo dos partidos, nflo ObHantO 8 pM-lteadmlmalnefla ^^.^^^'^
? tApo.-dol.]\ avista vocales da algn, i-nies incidanos.jQn^
tiveram lautoi actos de que tamliem me .ccusarain do aiiiauo "o1*;' .r.|(, c|.r,. ,)IS in.a, ,. ,t,ie todoi os dia
Bv..-..-.^, .,-etlir oaulordo folhe-! p'irtugnezes, assim como depois disseram j w ^^ ^u,!^ aoex-pn-sideiite de Periiani-
' lo ? Tora a ingenoidale de cotifessar, aolqueOiiOi manlava maltratar e perseguir, j |,ut.> Nflo nMinosi euh ne, cuino mu ad-
1 menos urna vez, qu o governo est justili- nflo obstante lu lo isto, digo cu, Uva a sa-| miuUlrarior d.iquella paarii|da em tempo pa>
'cado? Eu nflo o espero, antes me parece lisfinflo de observar que a assembla pro-rilito eordinarios (m.i,l(.i opoi*/os) se abalan.
1---------^..1 ... 1...... .....;... .in hit.I ... ahii da capital des 1 nicsnia puivincu
11 pro-lar arate inesnio lioincui (muilo
que lioje he designado coma sallea-
lassino ? E quando suceedeu Isto, e-
-, quem erara aqnelle que seach.vam
I atacar os seus postos avancdos quando em l'ornambuco, a par do mats solemne e j[ret |unegocios pblicos? rMiinara*-4eae.l
elle eslava bem quieto na matta. ( Risada 9 expiassivo protesto de adhesflo s nossas Seria porventara alguem da poltica actod?
1 opa-alus. ) t'oi assim, senhorus, que 11 pro- actuaos insiituico's (apoiadoi )', tife linal-iQua*loram ese ministros queapprovartm
i vnjuei os delegados e subdelegados quando mente a ventura de deixar e n perteila lraii-i e defcnderain tal procedimcnio de.se ex-prcsi-
Ijulguei dever dcinilli-los dos etnpregos de : quili lale o MaranliVi, onde n governo p- dente aqun, me MAr*>t Q***y**'W"8
,i^nusava,n. decerumentecorturcomadedlcaflo^
Nflo saiiseito com tolas as calumnias multa gente C*px de fizer saenlicio pela Jentc da provincia da Alaaoai luandou quan-
'que accumulou sobro o governo do paiz, 'causa ..ulilici. [Apoiadoi,. da em teiapo ordlrtarlo. .te presente a esse
' sobre o presi lonta de Pernambuco, sobre i Entretanto o quo li/.eram os autores ros ebrfe dal mala ? \4t9lmt*l) H*eaiteini ae-
' lodos aquellos que tomaram parte no testa- 'm infestse dos l'olbelos i' lieceberaiii naSjhorr, os docuiuenios conipri.batorio deaia
! beleciiiiBiito da ordum, escogitou 0 autor ponas das haiunetns o meu honrado suecas-,-verdade nos archivo da iliesouraria di pro-
do folheto utnoutu meiodefelir-me,as-:sur*(a/)omr/o) ; e antes no mais pequen vincia da. \lagoas.' E, nihore,c por oes
; severa,,do que fui domit.ido da presidencia BPo seu voiaram-lhe o lio de "^.m- J^S*' *SKS\E^!Z
por f.lta doconli.nc. a que anda assim trando assim.que 1180 queri; inflo duvidei accilar um novo despacho para dn 1111 ncira alguma (apoiadoi ,; translor- n;0 ,1,,^, cielito aquellas verdades que ao
o Maranliflo, onde fui talvezaJeifoicoar-me ^nara n-sa em sollados le llo.ges da Fon- C|,iras e mmifesta, quando se lira perante o
___.A ... -. ~.-........ a R......II..J !. \ ..........11.. .1 ...1..I./.1. 1 ...... r.t .... HBM... 1,111 II lilil I* 111 111 I. lltd
na arla le provocar revolla, i seca (Xuineroso* upolaJo*).
Iicclaro, senhores, queso o gnvcrnoim-I o Sr. Apngio -, l'ara elerna gloria
pe ial, observando os extraordinario suc-]delle!
ressos da provincia de pernambuco, eoten- j o Sr. Verreira Penna:~ Contra quem tan-
dease que eu nflo era ornis propno pira lo haviam clmalo [Qpoado*) e que ds-
adnnnistra-la e resolvesse de seu mutu-A>ro- ;creviain como homem norrorqsJ(apo{i*ot)
prio remover-n)e ou demitlii-me, eu n:lo n|istara.i.-so sdb a banJei a da cuiisiiiuiu-
enxergana ueste fado a mais pequea of- jte arvorada durante a carnificina dai S o
filis 1 ou dezar ( apoiadoi), porque conlie- f 07,1a junho ( ttpoiatlos); tiverain emlini o
co que he de sua obngacflo recular as no- j harb.ro prazer de preparar a Itictuosi seo-
meacds para os cargos publieo, nflo s- ,ie 2 do fevetetro, que devera servir de
mente pela eslima particular qua Ihe me-'cfl,, tolos aquellas qia ainda t-nlarem
recamos individuos, mis pelas rasOJS de
Utilidade geral. (Apoiadn. ) Netn isso, po-
ro ni, acontecen.
Sumiiiainenle desgostoso por so ter ma-
logrado a minha missao, eonslerimlo pelo
espect.culo da gue ra civil quo eu nflo h-
via provocado, vendo horrivelmenlo c.i-
11111111 lados lodos os meusclos e inleniOes,
recetando nflo poder corresponder ei
seduzii con) su-is perigosas doutrinas.',.'V-
meroioi apoiadoi.)
TeodO eu faite Sr. presi lenle, uu,a (id
iexposicilo dos fados quo me parecem suf-
licient-s para provar ( o alguem ha que
ain la duvide ] que o ministerio de 29 do se-
tombro, e seu delegido, ejn voz de provo-
,', l,, cirem por qualquer inaoeira a desastrosa
conveniencia d minha demissflo e o liz por
mais de urna vez.
.Sendo uegaltva a primeira resposta, eu
eclarei que eslava prompto a continuar,
pois que bavia dado aquello passo, nflo mo-
vido polo deaejo de poupar-ma "' servico
publico, nem a quaequer sacnlicios, mus
IM-II..I 1 .1,,..--------r---------- -
e caluinn^s que contra mim pcssoalmeule
ten sido dirigidos pelos orgflos doisi par-
t lo desde o da da niinlia numen;.10 alo
hoje.'.
Nflo, Sr. presidente; eu creio quo o de-
ver qu" me resla cumprir nesla oceasiflo
lie manifestar, como uiunifeslo sincero o
im pelas rasOas que acabo de manifestara meu agradecimento a t.idas aquellas pes-
eatnara, cjuio bem se v daseguiutecartalsoasque na asseuibloa provincial do Itio
uue dlriui ao senhor presidente do couce- de-Janeiro, de Pernambuco, o em outros
.,.. r> .._,*. ..__ _,. .... Lilinui piimn un im.
Ino com data de 18 de dezembro :
'feudo eu dado a V. Exc. em oulra car-
ta desla data as noticias da pioviucia, quo
ineparttcou mais i-npurtintes, devo agora
tratar oarlicularmeiile da questflj da mi-
nha deinissflo. Nflo foi sem grande vexame
que a submetti considoracSoda V. Exc,
porque bem via que a occasiflo era a inda
impropria mas o rece o de nflo podar cor-
responder em circumslancias tflo melindro-
sa e dilliceis a cuuauca com que o go-
verno imperial tue leui honrado e a consi-
deroslo do que poderia elle julgar couve-
11 lento causa publica a nooieacflo do ou-
lugares, lano na tribuna como pola im-
prensa, Uveama gauerosidade deeucarre-
gar-se da inhiba uefeza. ( Apoiadoi. > A ad-
versarios que procuran) ferir-me e descon-
ceituar-me por muios tflo in liguos, nao me
ahaixo a dar respos'.a alguma, porque isso
deslustrarla a bella causa que tciilio.defen-
di.lo e hei de defender. (Numerosos apoiadoi,
muilo bem. )
( Muilm Srs. diputados le dirigim ao ora-
dor para fiticita-lo.)
senado a f que merece um nobre c honrado
lucubro desuwa, (uilo apoiadoi', eu invo-
carci, scnliorcs, o tc-ieiiiuulio de 11.0 illo-tn-
cx-presidenie da provm ii das Alar;oas, o Sr.
Haodeira de Mello; elle abe que em lempos
ordinario houvequein detcruiinassea lliesou-
rar da provincia da Alagoa, que nina quan-
lia nao pei|lU*na fosc enlregue a esse homem
a quem me reliro. Teve l|>ual procediuicnto
o Sr. l'eixolo do tirito, lalve/. porque prepara-
va se para depois augariar esc caudillio. (.V-
mcroau. ttpoiatlos.]
Sr. presidente, devo parliculari.ar mai a de-
fesa <|ue tenho de zer de alguas actos do ex-
picaidcutc de Pernambuco.
Elu outra esao, ein um lucido e bem dedu-
lida tiscurso pronunciado na ca.a pelo meu
nobre antecessor aquella pieiideucla, foi de-
monstrada' a urlgeiu do desgrayao acontc-
cimciitos que euliiuraui a provincia de Per-
nambuco ai a 'poca em que Uve a honra a>
ser Chamado para com o pequeo cuuliagente
ueminli.is fica e intflllgencia coadjuvar o
rest ibeleclmciito da paz n npiell 1 nroviucia
e, srnhores, es-a deiuou-lrac.au foi tao codcIu-
dente quo iiinguein pode duvidar de que o
aconleci'MCiiio de Pernambuco eiiiilam ao
lempo em que governavaiu o uosso adversa-
rio, sendo at liuligilado, cuutqu 101 1 queira-
se agora dizer que o mr&Uterlo de cutan tiulii
podido por algn embargos, porque lia vi 1 c-
perauca c jue esse luiuiaterio rizes>e alguma
cousa para melliorar a lorie do paii. Seuhu-
11-1 convt'm recordar <|t.e, ainda quando nao
iivc.-i'suio (Icio.'ii-tiada pelo nobre depuiado
por \fua.--l.eiae, rx-pridciilc de l'eruam-
ini.'ii. aexiatrncia ileeacouieciuientos, elle
ui .un ji previsto, e laiubeu augurado pelo
honrado cx-prc.ideute do ouucetlio, que agura
se uiostra tao adversa ao gabinete a que te-
nho a honra de pcrlrocer: eolu, scnliore.
osaconlecimculoi da Europa etu 48 e acb.-
v.uii recente ; aluda nao bavia etperauca de
que a paz publica le restabelccese mquellr
continente, qu.udo esse nobre mador, de
quem tenho a huma de fallar, prugnoillcara
que o. inimigo da iiionarciiia haviaui de co-
l o de eilip-e o brasil, e que Uto era inevila-
vel. E, pois, dada unta seuielhante ideia do
lado do paiz uaquella poca, llavera porven-
tura mal ucceasidade de provar-sr que a re-
volla de Pernambuco ful uiua coiisequrncia
natural do t-sudo tul que se achara o mesmo
paiz? Ser una s.ano diter ainda urna veique
au foi nem o gabiueie actual ucm ueiihum
do expresidentes de Pernambuco quem pro-
vocuii aqucllc deigrafados acomeciiuento t
Parece-uie que nao. Ku, poli, Sr. preiidelen.
J ILE6IVEL


a~" -
l*!
romeare i a minha defesa do ponto n M
florin a ta o nobre-deputado pela provincia
de Minas -Ciernes {Apniatht.)
Sr. presidente, eu tlnha pertencido ao lado
dos deputados que coiiibateram a polillcaqoe
governava o pal em 48 ; mas negocio* particu-
lares e de familia me tinham feilo retirar para
minha provincia antes de concluida a teisiin
legislativa. Sabia en, tabiain todos que il-
nliam asiento na casa, sabia todo o paii, que
una mu.lauca no systeina polilico tlulia neces-
saiament pode uno, pelas rases que ja expur., continuar
a presentarme na cmara, i de, como ja di*-
se, relirar-mepara minlia provincia, nao pen-
sei que seria chamado a desempenhar neuliuiu
papel na sorna poliilca daquclla poca em
diante mrus amibos, porm, que fdram cha-
mados ao poder em 19 de selembro, rntende-
ram que cu podia prestar alguns pequeos
serviros no met paii em una provincia do
norte, e liveain a bmidade de apresentar-inc
:i esculla de S. M o Imperador: fui, pol, no.
meado presidente do Maranho.
Nao desejando nem ambicionando de tna-
nria alguiua qualquer nutro emprrgo que ala
fosse aquelle que exerela, rol consequencia de
sua vitaliciedade, eu fiz todo o posslvel para
me tsenlar dessa coniniisslto, uo porque re-
cinasse contribuir cun os meus pequeos ser-
vicos, mas entendendo que qualquer outro
podia deseuipenhar tanto ou mais babilmete
do que eu o encargo de administrar urna pro-
vincia. Knlretanto o Sr. Hereulano Kerrelra
Penna liavia pedido a deinissao do lugar de
presidente da provincia de Pernainbuoo, co-
mo outro dia nos fe constar; e ogoverno, en-
tendendo que outro culada.i devia ser chama-
do para dliigir os destinos daquclla provincia
nas luelllidroMi circumslanciss em que se
achava, fui en fallado para aceitar essa piesi-
deocia ; e desejando tamben escusar-inc a ella
porque nao me achava cntii a necessaria Intel-
ligeucia e capacidade (non opniadu) para nego-
cios de tanta e tiio grande importancia, eu.
sem todava querer negar o niru pequeo e
travo contingente de meus serviros a cansn
que eu desejava ver triumphaiite, respond
que se uo liouvesse ningunm que se quizesse
eiicarrrgar da diffi dos negocios de Pernamburo na quadra a que
trulin .-iIludido, eu nao riuvidava saciilicar o
ineu repousn, uo duvidava tomar sobre inin
esa tarefa difliutitiin ; e enlj ogoverno, con-
liando mals em n.liii no que eu menino confa-
va, leve de nomear-uir para aquella presi-
dencia
Pai lindo da provincia da Haliin logo depois
que recebi a linnrnsa carta de nomeacao de
presidente de Pernambuco, fui encontrar na
provincia das Alagias un manifest df guer-
ra, em que os eaudilbos es-deputados pela pr
vincia de Pernaubuco se declaravam em re-
bellina abena cun o governo imperial. At
illi no tiuha havido tuna declaracao explcita
da li un.-ira cun que elles iiiilitavam ; todo o
Biasll a percebia, mas elle ainda nao a ti-
nham desenrolado ;.vi, portanto, ao eliegar as
Alagoas. depois de ter lulo esse manifest, que
eu tiuha de encentrar os mais serios einhara-
cos na nitela que eu ambieiunava que fosse
s de paz, s de tranquilisar a provincia.
(.llegando a piovincUjIe le< natnbuco, lo-
go no ilm inuneriiato ful recibido, segundo
a elnqurnte exi rcsslo do noliie cx-presi-
denle de l'ernaniliuco o Sr. Penna, sobre m
ponas das baonctas. l>gofni tratado por
tigre, innlvailo, sanguinario, e mals nao se
que; enifiui, todos es epitln-tos horriveis
qut-se pJem dar qualquer liomem co-
berto i'ns Dais ennra es ciiines me foram
prodigalisados nesga occasiilo pela inuren-
s, de ruja desenvoltura Ulvrz u.lo hajam
mullos exemplos no Brasil (apoiadoi) ; e he
tnuilo drllicl Ulvp/arhar niesmo em qual-
quer oulro piz. (Apoiadoi.)
.Mas, Sr. presidente-, qtial foi o proredi-
mento que tive logo que lomei poste da
presidencia, de Pernambuco? Como o mu
nico desojo era que a paz fosse reslahcle-
cida, que osangue lirasileiro fosse poupa-
do, que as luis recubriesen! n seu imperio,
eu, imitando o nohre exemplo ilo honrado
ex-prcsidonle meu snieressor, procurci to-
dos os meios de paz, proclamet aos Iludi-
dos, e iM'siuo aquelles que cu sabia que o
nflopiam, para que depozessem as armas;
eu afnnce-lhes a clemencia do monarch,
eu aliancei-lhis toda a minha coopcracilu
para que elles podessem gozar de todas as
garantas sociaes que gozaiti todos os uiais
cidadnos do imperio. Eu, senhores, cami-
nhei anda mis longe; procurei pessoas
qun se podessem entender cnni alguns che-
fes revoltosos, para que esles, ccedendo
as ru.nl,-i- instancias, viessem deprir as ar-
mas e recebar o perdfio ou ao menos a es-
peranza de perdilo que eu lites tlav, liado
na alta munificencia imperial. Entretanto,
o que acontecen .' L'm digno Pernambuca-
no se me dirigi poneos dial depois, e me
nfiancnu que podia obterao menos que al-
guns desses caudilhos deixassrm as armas
se eu lites afiantjasse perdlo do governo. se
podesse fazer com que elles uiio fossem per-
seguidos Entilo, senhoies, o meu procedi-
menlo fol mandar gustar todas as opera-
cues niilitstesquedcvamscr post-s em exe-
cuc.no contra esses irbeldrs que se aciia-
vam reunidos. E, senhores, como que para
rpp ludibriarem, muilo ue proposito, esses
ttnmens se prevalcceramdesse indulto pira
se n foicarem, para rruuirein mainr nume-
10 de homens. *flm de mais ellicuzmenle
aggn d'i't'in as fcircas do governo.
11 ludido rosta maneira em todas as mi-
nhas esperaness, qtml serian obiieacii do
administrador da provincia de Pernambu-
co Hcveria elle entregar-se ligado aos
entres dos tcvoliosos? Ucveria tleixar de
dar todas as providencias, e as mais enrgi-
cas, para fazer cessar este estado desgrasa*
do em qtip se achava a provincia ? relo, Sr.
presidente, que, a mo querer passar por in-
sensato ou pin i omnenle na revolta, ne-
ii li u m liunicu^ pillera deixar de applicar
rntao lodos os mpios do vior pdeeuergia,
todos os nirios i llicazes para obter aqutilu
que Se nao tiuha pondo conseguir por pelo
das proniessas de perdSn, pelos meios per-
suasorios. Assim. pois, Sr. presidente, lan-
ce i-u e lio caniinlio oessas medidas tecla-
madas tela necessilade de reprimir a le-
I el lio (.tpoiadot.) Mas he chegsdo o lem-
po f p i orn ai justilicar essas mesmas me-
didas, de dizer q uSrs ellas fui a ni.
Sou aecusado. ecommigo o gabinete de
qne facn paite, de ter feilosull'ocar a un-
pretisa do Pernambuco; sou aecusado de
ter linio ii'cruti,iiieiiio.s em massa ; s.m ae-
cusado de ter prendido diHVrenlcs culado
sem culpa formada ; sou aecusadu de ler
posto caliecis a premio ; sou aecusado, co-
mo ja disse, de ter lulo correspondencia
com esseeaudilho das matas; sou aecusado
mais....lie que, senhores?. .
0$r facha : De ter derrotado a rebel-
lio. (Apoiadus.)
O Sr. Toila : .... Sou aecusado de ter
inundado ass.&tioar un dos cheles, que
esse luehroso dia 2 de fovereiro se apre-
se.ntou na frente dos combates. Vejamos se
me poderei justifbar de sumelhantes aecu-
ssci'es.
A suffocacto da impreoss.Ser na ver-
daile procedente semelhanle acctisacio?
Todo o mundo sabe a msneira por quo s
pnrlirt a mprens de Pernsmhjro na po-
ca a que lenho feito allttsflo ; todo o mun-
do sabe que essa imprensa tiuha a mais di-
recta e intima correspondencia com todos
os cheles dos revoltosos, que ella, era que
dava o signa! dos ataques, que ella era que
espalhava as noticias, sempre falsas na ver-
dade, mas, emim, que espalhava as noti-
cias e o holetim das viclotiss aleancadas
pelos rebeldes; essa imprensa alacava, tifio
digo an presidente e sua porsnnali lade, a
que nao dou importancia, mas atactva lo-
dos os linmens que se a cha va ni empanha-
dosem favor do thronn, em favor das ins-
i ilnigoi's dopaiz: eram por cons'quencia
os individuos que diiigiam essa impronsa
os directores dos movi.enlos revoluciona-
rios. ( Kpniadot. ) Era tilo poderosa essa di-
recefio que se Ihcs dava, tao forte era o ri
gor da imprensa para que os movimentos
revoltosos cada dia se fortilicassem, une.
logo depois de supprinnda, un dos chefes
dessa revolta a julgou perdida, porque a
imprensa no podia dirigir semelliniites
movimentos. Na presenca de urna lal siltia-
Co fazia-se preciso prender aquelles que
lirigiam semelhanle imprenta, alim de que
os movimentos n.lo podessem serrombi-
nados por mcio desse orglu poderoso Mas
n administrador ta provincia ainda assim
nflo mandn fazer a pitido desses chefes,
nlo os mandn tirar da commiinhlo da so-
ciedade, nao Ihpstirou os meios i|i e linham
pm sen poder para ronlinuareni a susten-
tar a revolla. O-q^e fez sim O adminis-
trador da provincia fn, en consequencia
le urna qtieixn que Ihe dirigi urn desses
direclores a respeilo de alguna Composito-
res que linham si lo ptesos por seren apa-
nhadoses allnndo pnirlamacOs e impres-
sos annrebicos. declarar positivampnle ao
ebefe dessa folha que nlo consenta por
mais tempo que a gazela revolucionan
coiitintiasse no estylo violento e desabr lo
com que hoslilisava a tolos os d.fensoros
I legalidailp, advAgando a causa dessa re"-
bellino ominosa ; o entilo hsstou smenle
'Slo para qtt o chefe dessa folha nao con-
linnasso mais a escrevla no tnesmo sen-
tida. Ei-aqui, Sr. presidente, o que se clia-
mou siiffocclo da imprensa !. Nlo houve,
noi, supopressiloda liborila le ila imprensa;
houve soiieel'. nina declaraco tle que se
nlo podia coniinnir a escrevor dai|uella
manpira ; de que era preciso que a im-'
prensa nSo fos.ie um animador, uin Susten-
tador da revolla. (\poiadus.)
Mas snppoiiliamcs que um pnuco mais
avanzadas fossem as medidas ; admitamos
que aquella i muren-a fosse sulfurada ; por-
venliin nao eslaria o aduinistrad vincia na ohrigacao de fazer ce.-sar seme-
llianto puhlicago? [Apoiados.) Oreio que
sun. Se se considerar a provincia no esta-
do em que realmenic se achava, nftu se t ti-
lle deixar de admittir como consc juencia
que o administrador della estava na ecos-
sidadp de laucar nflo, e.u circuiuslancias
lilo e\lraoi,ii anas, de todos os nteios que
e_am indispensaveis para acabar com a te-
volt i i, por ou ira, se considerar o direi-
toque i i ;i li,-i a parte helligeianle na guerra
civil d" coarctar a ouira lo los os meios que
tiuha de fazer a guerra, em todo o caso se
reeonhecea necessidadn dosiippiiiuir a Im-
prenta da piovincia, porque eta quem di-
riga essa guerra ; em taes circumstancas,
pnis,todas as medidas extraordinarias,com-
anlo que nao passas-cm das necessarias
para pacificar a revolta, eram pcrmiltidns
por todas as leis humanas, por ludas as leis
natoraes, por todas as leis de guerra, ern-
fitn, senhores, pela le extrema da Heces-
sulade. (/ipoiiidot.) Como, pois, se nos vem
aqui acensar de ter.nos aniiiquilada a jm-
pretotl ecom ella at libertades publica*?
lie preciso que se tenba etn vista o caso, as
cirenmstancias escciaes em que una (al
medida foi tomada ; he preciso que se sai-
ha que se uo |,moa qu* se escrevesse com
a liberdndn nec ssaria, mas que ptivou-se
que se escrevesse rom aquella licetica de-
masiada e crimino-a conique os cheles da
revolta pretetidi-in ptopala-la na I ella pro-
vincia de Pernatuliiico ; c que, quando i;to
so va na provncia de P, rnambuto, a
irnpieiis-i em todos os mais pontos do Bra-
sil se achava |vfa como se achou aqu na
i'i'irle, niulc an. aiec aru MC'iplOa os mu-
inseniijarios (apoiadoi), como se achou em
I odas at provincias do imperio. [Aponuloi.)
Senhores, logo apoz desle fado de cha-
mada suflncaco da imprensa em Pernam-
buco, e que no foi sento um meio ex'.'a-
ordiuario reclamado pelas crcumfta< ci s
excepciotiaes e extiaor.iinaiias daquella
provincia, teve lugar esta temerario atsjl-
io, esse sanguinolento combate do part
sempre meu oravci oa 2 de fev. reiro, aia-
que, nilo filho da revoluco de momento,
mas de um plano premeditado desda o prin-
cipio da revolta, ha muto combinad >; e
a lintl verificado pr insligacOes e COrilP-
Ihos dnquelles quo, aprovetH'ndo-se ain la
e luisa mi.. da nio icra vflo do governo, con-
lnuavam a achar-se dentro da capital do
liecrf para poderem melhor vi^i. ros mo-
vimentos do governo t do exeieieio legal,
alim do que podesse ser bein succidida es-
sa einpreza desgracada. Nesse meinuravol
ataque o sangue brasileiro correu como lal-
vez poucos extiiiiplos se lelil un apresenla-
do ; innuineas victimas foram sarrilica-
das uaquelledia fatal por liun. ns f. roz.es,
apiiiiaios nas maltas d'Agoa-Preta, em
llaireirus e suas circumviunliaca*. Esses
lioiiens lareciam nao quererem se conten-
lar smenle cun o derramainento de gan-
zu ; viiiliaui preparados para rommelle-
rem todas as-g,ectcs de honores {apoia-
doi). Os defensores da le que tivemtn a
desgraca decahir com vida lias mfios da-
quelles seoii-barbaros, eram assas-inados,
e entre elles citaiei o lime do lenle ala
noel Hufino fundo de duss b las que Ihe
coi tai -o, as peinas, o depois atrozmente
sSMtsinudo a faca do punta e a punhal.
(^eatardo ) Nessa occisio oulros u.utlos
lioiroies de igual natureza fOram com net-
tidos por esses Lmeos. Quaai ,io .lelen-
sores do tlirutio u da Cuiistiiun.o se acha- I
rain fertdos nas ras doliente; o,ais de
so fura ni nuil los nesse dia desgranado. .
O al devena ser otilado dos senlimentus
em sementante circuuislancia ? ou .1 pode-
ria ser, sunhure.-, a irrilacaojcausada por
um ataque lio inopinado quanto sanguino-
lento e mortfero, dado por essas Iropis e
aconselhado por aquelles que eslava m den-
tro dacidado? Nessaiiamente eatainita-
c3o devia subir a um jonto extraordinario,
devia cortamente prnduzir alguns excessos;
mas pelo contraro tal linha sido a mode-
la cilo do governo da provincia, tal foi a ma
neira por que sa comportou nesse dia, que
se pJa dizer que nenhum excesso so com-
metteu da parle daquelles que pugnaram
pela causa da le ; aquelles dos seus coi-
tratios que tinham perecido em combate
nilo fram de maneira nonhuma vilipen-
diados em seus cadveres; aquelles que
fram aprisionados na accflo nlo tiveram
nutra torta seniloaque coslumam teroa
presioneiros em qualquer guerra das n*-
Q>s civilisadas: (Ap'iiados)
No era possivel quo laes homens assim
apresionados fossem immediatamente en-
tregues a si proprios : era urna necessdade
indi c.inavel a encarceracffo des duos, que tinham si lo prisioneiros. O go-
verno da provincia nao pdde deixar dos
p6r todos em seguranca, para evitar que
houvessem de fazer de novo parte dos gru-
pus revoltosos que ainda restavam. Fo-
fa ni tambem presos aquelles cbefe.i que li-
nham aconselhado c fomentado a revolla,
que se achavam dentro da cidade. Eis-iqu
o que se cbamou recrutamento em mas-
sa ; eis-aqui o que se chamou violencias
praticadas pela administracSo da provin-
cia.
l)epo;s dessa oca novos combates se
succederam ; ain fl l-ique os pnmeiros. As prisOes elfectua-
das em alguns uaquclles quo n3o sendo
Cltefet ainda linham ns mfins as armas fra-
tricidas, tambem forana appellidadas de re-
crutamento em msssa, de violencias, de
prisfies sem culpa formada. Nao sei com-
h'tiar como cidail is illustrados, e que es-
tilo colocados tus altas posivoes to esta-
do, desconhecem que um semeihaute pro-
ceditiiento era aconselhado pela justica e
autor isado pela legislacao do paz As vio-
lencias que se coiiunelteram nossa poca
reduziram-se prsfio dos ch'fes e daquel-
les indiviluos que se achavam armados;
em netihuora parle da provincia alguem
que fosse innocente foi perseguido. (Apoia-
dot.) K o que so cliamam violencias com-
meltidatj eis o que se chamam violacfles
liagr^nies da coiisltuic.lo, esoqueotio-
bredeputado pelo Para linnlem appellidou
nesla casa dejinteira derogifSo das garan-
lias que a constituidlo -piescreve.
Mas d'sse u tiobro deputa lo que depois de
2 de f vereiro o governo poda ter acabado
inteirameiit coma revolta do i'ernamhu-
c, sepoiventura tivesse espalhado sobre
aquella provincia o lijsimo salutar da am-
nista.
Ja om outra occaslo um nobre deputa-
do pela provincia de Minas-Geraes e outros
nobrps deputados deinonslraram que a am-
nista nilo pnileria ter o menor cabimento
em semelhanle ciicumstnncia ; ja elles de-
monstraram que anda quando -amnistia
fosse publicada na poca que se tetn refe
rido,ni.o poderia produ/ir resultado algiim
Eu, senhor s, nlo acjiescontarei mulla*
oliservacAes as rasO.s que deduziram os no-
bres .lepla.I..-; mas pudirei licenca para
dizer que semelhanle aninisija uoso no
seria aceita, como al seria iudibnadn.
(Apoiajlot.) Ilirei mais que a amnista foi
posia em execuefio em lempo mais opnor-
tnnn, porm infelizmente ella nlo produ-
vioneiihn.il dos effeitos que a a Itiiiusira-
Cio que a concudeu teve em vista. [Apoia-
doi )
lie^ois de derrotadss em Arras as forcas
evoltosas, urna poreo dellas foi abrigar-
se nas natas de uaraiipe, e o governo da
provincia desejando pur to los os meios
acabar a revolta, o ver ga poiia poupar o
derrainamenlo de niaissangue, depois de
ici-f.Mloniarrlnr forcas contra essa grupo
assim destacado, man Ion, a pedido de urna,
pessoa de cor side aglo, conceder amnis-
lia no so ao chefe cessa poreflo de horneo
que eslavo nas maltas, mas lambein a to-
dos os outros que ah se achavam. Fiiram
assim amnistiad.is Do ningos Alfonso For-
reira, Joilo Flix dos Santos e Iternardo
Jos da Cmara.
I m Sr. deputuilo -.E Jos da Costa Gui-
ma riles
OSr. ministro la marinha :--Com a con-
diQflo de qne esse,|cliefcs nlo sdevoriai
dispeisar os Iludidos que tinham debaixo
do armas, como tambem que deveriam de
I f e entregar as armas. Aceita por elles
a amnista, o seu proc-dimenlo, bein lon-
go de correspooder as vislas oo governo,
"stas benficas e de moderacilo que tiuha
empregailo o adtnioistrador da provincia,
foi pelo contrario o mais illusono e frau-
duleiiio que se pode imaginar. Em lugar
deentregarcm asarmas, cuja condicao Ihes
linhasido iti.posta quatido foi concedida a
amnista, pelo contrario traUram de apre-
senlar gmente aquellas que j nao pmliam
servir: estando reunidos mais de 200 bo-
mens, estes cheles entregaran! apenas hOe
tantas armas ; escondern) loto o arma-
meato em boiii estado, sonegara tolo o
cailuchamc. O governo uo queren lo por
maneira alguma ser argido de faltaras
prou essas que liulia i'eilu liflu quereudn
quesedissesse que retoba va as amnistas
que tinhnin sido concedidas, tolerou, di*-
simtilou, disfaicmi todas ossas fraudes, e
manteve em perfcila legnraiica os caudi-
lhos de que t-nilo fetu munco.
Outrasamnislias foram concedidas a dif-
ferentes individuos, qne ainda que nlo t-
vessetn a importancia daqoellles ctijo* fio-
mes lenho imlic i do, nlo eram por isto me-
nos significativos; eram mimes desconhe-
cilos no paiz, mas eram individuos que po-
dan ser enn-iderados como chefes parciae*
dos iiTerentcs grupos.
Jase ve, pois,Sr. presidente, que aam
nisiia nlo era sinceramente aceita por es-
ses homens ; elle* a queriam para terem
urna tregua, porque elles queran) ver te
podiam tentar de novo contra as inglitui-
cocs que elles tinhatii amparado da manei-
ra a mais violenta lupoiado). Se he preciso
mais alguma prova para convencer que a
amnista irlo poda produzir n.mliiirii re-
sultado favoravel em prol da pactlicaclo da
provincia, eu lerei um trexo d um artigo
do Diario Novo de 21 de oulubro de 18*9, is-
to he, depois da poca em qu o actual pre-
sidente da Pernambuco cune ulou a aitinis-
lia a lodos os chefe? que existan) luragi-
prosos, a excepcSo daquelles poucbt qua ti-
nliam sido condemnad'S pelo jury : expri-
ma-so o Diario Novo pela maneira seguin-
te (L )
Bem se v, pois, que o pensimento pre-
dominante nesse* homens que revoltaram
a provincia de Pernambuco, ora quo a am-
nista oflerecida pelo governo, publicada
por elle, nlo era um acto de clemencia, nilo
era senlo rlTeilo de sua fraqueza ; uo era
sen.lo a necessdade que o governo linha de
ver desarmado suis adversarios....
A'vista de gemelhante pensamenln, como
poder-ge-ha sustentar que a amnista pu-
blicada em qualquer lempo pndoria apro-
veitara paz puhlica, pndoria tornar ao seu
estado normal a provincia de Pernambuco ?
Eu creio que a historia das amnistas con-
cedidas no Brasil deveriam convencer a lo-
dos de que ellas nlo serven) senlo para
desarmar aquelles que se acham eu> estado
de nlo poderem fazer mal algutn. ( Apoia-
doi
Se cu no publique! a amnista com toda
aampliiulc com que desejava o nobre de-
putado pelo Para, nflo foi porque nao dese-
jassa fazer cessar a guerra civil, nflo fui
porque no desejasse conciliar por tolas
as furnias os nimos daquelles que tinham
tido a desgraca de tomar as armas contra a
sua patria ; mas fui porque a experiencia
me convencen de qiM esta amnista, bem
tonga de trazer a paz. e a trinquillidade,
nflo seria senlo urna tregua para que a re -
hollino d'pois se apreseutasse mais forte e
mais temivel, e podesse mais fcilmente
supplautar as nossas instituicri \s o procla-
mar o omininso syslcma que ns rebel les ti-
nham tomado por sua handeira. [Xpoiodoi.
Crejo, portanto, que nTi se p le do ma-
neira alguma sustentar que eu deixasse de
empregar a amnista a resp-ilo de muitos
dos revoltosos a quem ella po lia s*r dada ;
mas era tima neressidadoda joca uo a
esterilice tilo feralmente cuno he O p.'us.i-
ui'Mil o do nobre deputado.
Seaequer anda umi (Tova que esta am-
nista n.io pode.ria seracita, quo nlo liavia
conveniencia ncll, eu ciramare a alinelo
la 'nasa para a deelaraeflo feta aquelles cite-
fos presos, para r. s.uiii I.rein por por seus
crimes. Em um dos peridico* dcsia corlo,
creio que no Crrelo Mercantil, foi publica-
da-essa decla'aQlo a que me reliro. dos che-
fes Lopes iNeltoe oulros dizendo que elles
no tinham pedido, nem queran) a am-
nista ; que nilo julgavam indecoroso pedi-
la, mas que a nao tinham pedido, que a re
getavam, que queriam serjulgados pelo*
tribunaes, porque elles. era u innocentes,
porque linham usado de um direilo que
Ihes pertencia. Como, pois, acolitarn pr*
sidenlo do l'ernambuco por nilo ter feilo
extensiva a amnista a todos os chefe* f
Senhor presidente, a maneira por que le-
nho dscorrido a respeilo de algn* tupi
eos das acrusacoes contra o governo tem
sido, eu o recotihcco, algum Unto dilTusa,
e mesmn pouco netho lica ; mas peco c-
mara que me desculpe fallar por este modo,
porque he preeiso cingir-mo aos fados e
justificar as miuhas accoes segundo a lem-
liranea que vou tendo dellas,'no lve lem-
po para coordenar as ideias, nflo Uve tempo
para determinar a maneira porque devia
expur esta defesa na casa ; nao lomei apon-
tamentos muilo claros a respeilo de pro-
posictW proferidas pelo nobre deputado
pelo Piite a respeilo das accusicOes que
se tem feito ; portanto nlo lenho remedio
senlo expritnir-me por esla maneira algum
tanto enfadouha. ( iVo apoiadoi )
(Conlinuar-it-ha.)
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 20.....6:227,517
Diversas provincial...... 191,137
6-418,68
EXPOBTACAO.
Despachoi maritimoi no dia 20.
Gibialtar, brigue ingles .atla-ltokh, de 247
lanciadas : conduz o seguiute:
i 'OH saceos com 11,5uU arrohas de assuc.ir.
Genova, polaca aarda N.-S.-dtlli-raiif, de
248 tuneladas: coudtu o seguiute :
3,100 saceos com 15,500 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendlinoiito do dia 20.
3.7*2,084
Vlovimento do Porto.
/Varo enlradoi no da 20.
Terra-Nova 29 das, barca Inaleza Criamorf
de 108 toneladas, caprtao thoinat Krnip>
rqnipagcm 14, carga 2,700 barricas de baca-
Iho ; a Jamos Irabtree & C.
Rlo-de-Janelro-31 dias, brigue i nglez Pttruiui
c 205 tonelada*, capitSo John de la Pevietle
equipagein ll, em lastro; a Me, i.aluioot lt
Coinpanliia.
Terra-Nova 30 dias, brigue Inglez JVaonM, de
198 toneladas,capitao SVIIIIim (ainnrnglnni,
equipagein II, carga 2,7114 barricas de ba-
c.liban ; a Me. f.'aliiiont 4< ('
Babia 10 dias, barca Trncela Emilia, de 322
toneladas, capitao Gregorio Kebeqien, ei|iii-
pagem 14, em lauro ; a Croco & C. Flcuu
ile .|ii.-nentena al receber rdeos.
Natlotahido no intimo da.
Liverpool Ftrlgae inglez Hyperion, eapilao
I tenis Wheleni, carga a ineiuia que trouse.
San-Thoinai nrea americana Niw-Worii,
capitao David Hanilllon, rm lastro.
I'ahia Patacho brasileiro .Santo Cms. capitao
Joan Amonio da .*ilva, carga bacalllo.
wmmBeamm i. iim
EDITAES.
ALACOAS.
Extracto do ixpedieni* do Exn. Sr. preii-
dente Dr. Jos lenlo da Cunha Piguciredo.
16 fE JANEIRO
tllliel). Ao Inspector da thrsouraria de fa-
/einl.i, tr.iininitiiuilo-llie por copias os avisos
do niiiiistrrio da mariuha de 31 de julho e 18
de dezembro do anuo passado aui de que d
cumplimento au que nellrs he ordenado.
Dito Ao iiiesmo in-pecior, para que man-
de extrahir dos respectivo* .livruaarchivados
na mema lliesouraru as les de ollicin dOs olli-
ciaes da extincta seguuda -linha que vencem
sold.i a saber: tenrnte-cornnel Manuel I.uii
das Chagas, capitao l de Mendonca, e ajudante Joargulin Diniz de
(iliveira, e as envi com bievlrlaue presiden-
cia para Ihes dar o desuno Indicado no aviso
do ministerio da guerra de 24 de oovembro ul-
timo.
Dito. Ao capitao do porto, declarando-lhe
que sendo aluda precisos os oito prauchdra de
vintiatlco de reato da eucommenda para a
obra do palacio impeiial da Boa-Vista, cumpre
que receba os que uttVrecr Louren(o i .avaluan-
te da Albuquerque Maranliao, ajusiando o seu
importe para ser pago ua corto da forma que
loe indicada, como prope o Exm. mordoiuo
da casa imperial no ollicio que por cp a se
lliC remelle.
IHABIO DI PRHNBL'CO.
aacirc, >o o rrvincino de isst.
(Exm. Sr. presidente da provincia adiou
para o 1." do abril prximo fuluro a reu-
niao da assembla legislativa da mesma
provincia, que davia de haver lugar no dia
I.' de maico. Eis a portara, pela qual fot
resolvidosemelhanle adiamento :
0 presidente da provincia, usan lo da
attrbuiciio que Iheconfere o 2 do arti-
go 2.la le de 2* de agesto de 1834, resol-
ve aliar a sessao urdiuaiia da assembla
legislativa desta provincia om o rorrete
anuo para o i," deabiil prximo futuro.
Palacio do governo de Pernambuco, 19
'lo fovereiro de 1850. l/ofoiio Mrmelo
COMMEttCIO.
8:657,35i
ALFANDECA.
Reodimento do dia 20.....
Iteicarregam aW9|,
Barca americana Franfklin farinha.
brigue americano Brand-Wine- farinha
ebolachiuha.
Brigue inglez Cornelia bacalho.
Iliate americano"/l%ot7--idem.
Barca ingleza Bonita mercadorias.
dos, o a alguns musuios que se achavam | Brigue americauo Balhent breu.
A cmara municipal desta cidade faz
publico, para conhecimento dos Srs. denu-
tsdos eletos i assembla legislativa desta
provincia, que pelo Exm. Sr. presidente da
provincia Ihe fura lemellida a resolucao
haixo transcripta, pela qual o mesmo
Exm Sr. adiara para o dia 1. de abril pr-
ximo futuro a sesso ordinaria da mesma
assembla no corrente anno. E para cons-
tar mandou publicar o presente. Paco da
cmara municipal do It-scifo, em 20 de feve-
rero de 1850. -- Franc'lico Antonio de Oli-
neird, presidente. Manoit Ferreira Aecio-
ti, secretario interino.
c 0 presidente da provincia, otando da
atlribolcflo que Ihe con fe re o V 2.* do-arti-
go 2* da !ei de 2* de agosto da 1831, resol-
ve adiar a sesso ordinaria da assembla le-
gislativa desta provincia em o corrento an-
no para o "de abril protimo futuro.
Palacio do governo de Pornamburo,
19 de fevereiro de 1850. Honorio Herintlo
Carnelro Ijio. Conforme. No impedi-
mento do ullicial-maior, Josi Ignacio Soa-
rci ile lUaeerlo. ,
O lilm. Sr. inspector da thesourarla
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordemdoExm. Sr. presidente da provincia
do8 do corrente, manda fazer publico, que,
nos dias 20 e 21, ir a praca, peranle
o tribunal administrativo da mesma the-
souraria. para ser arrematado a quem por
menos lizer, o concert da ponto do Vara-
douro em Olinda, sob as clausulas especlaes
abaixo transcriplas, e pelo preco de 1:031/
As pessoas que se propozerem a esta ar
rematacSo comparecen) na salla das sessOes
do sobredilo tribunal, nos dias cima men-
cionados, polo meio-dia, competentemente
habilitadas
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thsourara da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 9 de fevereiro de
1850--0 secretario, Antonio l'irreira d'An-
nunciacSo.
Ctaiiiulai eipeciaei d'arremataco.
a I. Os cotcenos da ponte do Varadouro
serilo feitos conforme o orcamento apresen-
lado nesta data a approvacao do film. Sr.
presidente da provincia, sendo a importan-
cia 1:034,000
2 0 arrematante comecar a obra no
praso de um mez e acabar* no de tres me-
zo*, ambos ronlados na conformidade do
art. 10 do regulanienlo das arreinaiacas de
It de julho de 18*3
3- Opagamentod'arremalaco realisar-
se-ha do modo determinado uo art. 15 do
supraettado regulamento.
*. Tolos os materises serilo examina-
dos pelo engonheiro antes de serem empre-
gados, e approvado lavrar-se-ha urn termo.
5. Para tudo o mais que nSo estiver
determinado nas presentes clausulas, se-
KUir-se-ha inteiramenie o que dispOi o re-
gulamento mencionado de II de julho de
18*3.Recife, 7 de fevereiro de 1850.O
enganheiro do termo do Recife, Joi Mame-
de Alvti Ferreira.
O lllm. Sr. segundo escriplurario, ser-
vindo de inspector da Ihesouraria da fazen-
da provincial, am cumpriment da ordem
do Exm. sr. presidenta da provincia da I*
do crrenle, manda fazer publica quo, nos
dias I i, 13 e t* de marco prximo vitulou-
ro, ira a piaca, peante o tribunal admi-
nistrativo da mesma Ihesourari para sor
arrematada, a quem por manos fizer, a obra
da coiilinuacao do cae denominado Ra-
mea, aOb as clausulas especiaos abaixo
transcriptas, e pelo preco de Il:3s5,000 rs.
A pe.so.a que se propozerem a esta ar-
rouialacfiocuuiparecaiii na sala das sessOes
do sobredilo tribunal, nos dias cima men-
cionados, pe lo meio-dia, coinpoleutemente
habilitadla.
Eparjjronstarse mandou aflixar o
sentir publicar pelo Diario.
Secretaria, da Ihesouraria da fazenda
provincial de Pernambuco, 15 de fevereiro
de 1850. o secretario, Antonio ferreira
d Annuneiaciio.
Ctuuiulat especian da arrematado.
i.' As obtas da cjiliiiuaijo do caos de-
nominado Ramos seio taitas de conformi-
dade com a planta e remenlo neata dita
apienentados ao Ksm. Sr. presidente da
provincia, pelo pero de 11:385,000 rs
"2* Eslaotira sera piincipiada no pra-
io do doua tnezea, o concluida no de 7, a-
bot conforme o artigo 10 do reglamenta
drisaireinalactiesdo II de julho da 1843.
3 Os pagamentos da arrematadlo sa-
ro feitoa segundo dispde o artigo 15 do su
pre-
'pracilado regulamento.


1.
l" Todos os materiaes serfio examina-
dos pelo engenheiro antes deacrem empre-
ados, e, approvados, lavrar-se-ha um ter-
mo em que assignarfio o cngonheiro c o ar-
remtame. '
< 5.' Para tu lo mais que nfio esliver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
sc-hi inteiramcnte o que disp3 o mencio-
nado rcgulamentodo 11 de julho de 1813
Recife, 13defevereirode1850. Oen-
genheim do termo do lenlo, Joti Mametle
A Ivs Ftrnira.
O Dr. Ahxqndre Rerntrdmo dos lleii e Silva,
juiz de aiT'ilo da segunda rara do crime da
comarca do Keri/t de l'ernanbuco, par S.
M. I.e C. que Dos guarde, etc.
Fac saber que a sessfio do jury a que
presid neste termo da cid de de Olinda as-
sisliram rom assidnidade os genhnres juizes
do farln Claudino Jos Krnnro ; Mano-I Lo-
pes Machado; Jos Ferreira Marinhn; Fran-
cisco Perera Pinto Cava lea nt; Jolo Can -
cio Prospero Montanha ; Epifanio Jos de
Sou?; Alejandre Jos Onrnellas ; Ancelmo
Jos Ferreira : bachorel Francisco de Salles
Aloes Maeiel ;Thomaz da Cunha Lima Can-
tuaria ; Joaqun Bernardo de Souza Ran-
gel; Manoel Pinto da Silva: Alexandrino
Ayrea da Pailflo ; Luiz Jos Gonzaga ; Jofio
C.oinjalves Rodrigues Franca i Manoel Za-
caras da Silva Braga; Francisco l.uiz Vi-
riles ; Manoel Jos Teixeira Bastos Jnior ;
Antonio Joaquim de Almeida Guodes Alcan-
forado ; Amador Antonio da Cunha ; Anto-
nio dos Sanios Lopes ; Antonio Bernardo
Fr>r'cira ; Antonio Ferreira ; Bernardino
Jos Serpa ; Bernardo Joaquim de Areveaoj
Chrlslovao Pcreira Pnlo-aetano Alves
de Souza Filgueira ; ha/iarel Eduardo S.ia-
res de Albergara ; Francisco do lleco llar-
ros : Francisco Podro-Celestino ; Jolo Soa-
res Rannzo ; J"flO Baplikt*. da Silva Mangui-
nlio ; Jcflo F.steves da Silva ; JosJciniho
-Tivarix de Arreila ; Jr Mauricio Teixara
de Alboquorque; Jos Policarpo de Frei-
tas; Jos Roberto do Espirito-Santo ; Dr.
Manoel Ferreira da Silva ; e Manoel da Por-
ciuncula Ferreira; tendo sido multados por
nSo terem comparecido nom apresontado
escusa Ie1rili1naoss1tnhorpsjui7.es de Tacto,
Antonio Francisco de Souza Lefio ; Francis-
co Xayier Carneiro da Cunha; Antonio Cle-
mente Estoves de Larras; Jos do Barros
Cavalcante ; Paulo Jos de Oliveira ; Jolo
ISepnmueeno David Madoira; e Antonio Pin-
to de Aranjo, na quantia de cincoentt mil
ris rada um ; e Vicente Jos de Carvalho
em quarenta mil res, a rasfio de tez mil
ris por cada dia de sessfio que faltaram,
senilo este ultimo quatro dias e os sale pri-
mciros cinco das
E para cnns'ar mandui lavrar o presente
que ser afiliado nos lugares do costume e
publicado pela imprensa.
Dado e passndo nesta cidade de Olinda,
sol meu signal e sello deste juizo, 011 va-
Iha sem ello excausa aos nove de foverejro
le 18J0.--F.ii, JuAquim Jos Cyriaco. escri-
vfioo escrevj. --Altxandre Bernardino dos
liis t Silva.
Deca racoes.
Rio-d.>-Janero quatro molatas escravas.
urna de nome Lourenga de i Ja lo de 25 n-
nos, Ma'ia de idadede 20 annos,Cyrilia ida-
de de 20 annos e Rosa de 12 anuos.
--Joaquim de Queiroz Monteiro vendeu o
s -o deposito de assucar 11 cafe da ra Direita,
n. 58, e roga aosseus calores que no dia
23 a presentera suas cuntas para seren pa-
gas.
-- A veneravel orem lerceira da peniten-
cia do conventa-de San-Francisco da cida-
de de Olinda avisa ao respeilavel publico
la mesma cidade, que no domingo, 24 do
crranle, as 10 horas da noite, pretende
condnzirem procissfiodo penitencia a ima-
gem do seu glorioso patrono S. Roque, ad-
V'igado contra o mal da peste que assola os
habitantes lala cidade, para o mnsteiro dos
mongos heneditinos, a(im de que lieo,
commoviilo das nossas lagrimas, e rogos do
seu santo inlercessor, arrede de nos o
maio flagello da sua ira. Espera, portanto,
a concurrencia do reverendo clero, seus
irmfios le'ciiros e os homens que quize-
rem assistir aun aclo digno do nosso aca-
tamento, louvor e solemne desagravo das
nossas colpas.
Aabaixoassignada faz sciente ao res-
peilavel publico que ninguem trate nego-
cio alg'im com Jofio Carneiro da Cunha Al-
buquerque ou com Jofio Xavier Rodrigues
Campello a respeilo do engenho Mocambi-
que, pois que acha-se peniorado pela a
sbaixo assignada, a quem j fdram adjudi-
cados diversos annos de ron la para paga-
monto de urna execucSo quo a mesma in-
tentnu contra o mesmo J0S0 Carneiro, sen-
ilo que tendo opposto embargos de tercei-
ro o dito Jos Xavier, dclles decahio em
primeira e segn la instancia. E para que
ninguem se chame a ignorancia faz o pre-
sante 11'1 nuncio. -- Anna Joaquina Lint
Wanderley.
-- Existo na ra da Cadeia, n. 1fi, u
carta para o Sr. Francisco de Barros s .,
viuda do Rio-de-Janeiro, e para serc.ue-
fcue ao Sr. Francisco de Paula IVreira de
Andrade, a cuja merre he enderezada ; o
co.no Dio se lenha at hoje polillo saber
quem he o Sr. Anilrade, ou onde mora,
avisa-se aos Srs. cima mencionados,
>~3
milia eslrangeira : na vori la junto a capel-
la ingleza.
--Arrenda-se um siii 1 em Santo-Amaro,
com boa casa, frutclras econ com molo pa-
ra dez vareas : quem o pretcn ler, procure
na ra da Gloria, n. 70.
o o
( Avisa-so ao reverendo Fr. F. de S. Q
Q T., religioso, que no prazo de 3 dias j
0 v'pagar a quantia do 25,000 rg. a j
f\ pessoa que nfio ignora, pois foi di-
^ nbeiro de empreslimo para se arran- r*
j-tr, alim de ir selebrar fra da pra- O
Q r;a as inissasdo Natal, e se o nSo li- 0
& zer us ditos tres dias, lera le ver o
Q seu nome por extenso nesla folha. --Precisa-so de urna ama para todo o
servico de una casa de homem solleiro :
na ra da Cruz, loja n. 49.
-Precisa-so de um forneiro que saiba
desernoenhar bem a sua obrigafSo : na ra
da Senzalla-Velha, n. 96.
-- Precisa-se do um caixeiro para venda :
na ruado Livramento, n. 30.
Aluga-seoprimeiroandar da casa, n
H, da na il.) Amoi mi, Cum poneos Com-
1110 los, propro para homem solteiro : a
Ira tur no inesino subradu.
-- Precisa-se alugar pretos para serven-
tes de pedreiro, pagamlo-se 610 rs. por
da: no arma/ r 11 de niadeiras do Torres,
na ra da Concordia.
Oabaisoassignadn, morador na tra-
vessa do Queimado, n. 3, faz sciente a to-
das as pessoas que leem penliores em seu
poder de uurou prata, tenhain ahonda
de resgata-los no prazo do 30 dias, conta-
dos da data do presente anuumio, (icando
as roesmas pessoas certas de que, lindo este
prazo, o* vender para seu pagamento, de-
veodo repor qualquer quantia que porven-
lura faltar para M)lm;:io de seus lietnios.
Gabriel Antonia- de Cuatro Quintdei.
Prerisa-se de una negra alugada pa-
ra o ser vico inlorno e externo de nina casi:
no pateo de S.-Goncalo, 11. 32.
Precis<-se alugar tres pretos : na ra
Cha fieos de sol.
ettrangeira : na ra do Torres, n. 34, das
II horas at s 3 da tarde. Na mesma casa
tana bem se precisa alugar um prcto que
entenda do servirjo interno, e saiba tratar
decavallos.
O &
Q Alugam-se e vendem-se as verda- ,vj deiraabixasde llamburgo :napraca
q da Independencia, n. 10, ao voltar r-%
^ para a ra das Cruzes. q
Ra do Passeio, n. 5.
Ntsta fabrica ha presenlemente um rico
sorlimento desles objectos do todas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
panuinho, por presos commo los; ditos pa-
ra senhora, de hom gosto : estes chapeos
sao feitos pela uliima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na meS'iia
casa se acha igual so'ti ment de seda e pan-
ninhos imitando slus, para cubrir ar-
macOes servidas : todas estas (alandal ven-
de n-se em porcSo e a retalho : tamben se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de balcia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por prero
coinmolo.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
0 respectivo thesoureiro, Manoel Gonca-
'lg vel da Si'va, pretende n.lo illudir a expec-
ii -
anden buscara dita carta, que Ibes ser da CoqcorJIt, n. 8, reluacJo franceza.
entregue a qualquer hora do da. Pede-se a cmara, a salulindade ou a
- Precisa-se de um pequeo de 14 a icj I,"01" competir naja por candade e alten
unos para caixairo de urna venda, o qual
--Pela inspectora do arsenal de mari-
nha se convida a todos os individuos livres,
al o numero de cincoenta, que se quise-
rem em pregar como serventes na obra do
mesmo arsenal, c as do melhoramento do
porto, a te entenderem com o respectivo
inspector.'o qual, em vntude das ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, Ihes ga-
rante a insencio do recrutamento, em
quanlo se emprogarem effcctivamenle nes-
sas Obras.
Itcparticao da polici-i.
lllm. e Exm. Sr.Das partes hoje recibi-
das nesta repartico consta rnente que no
t 'i'iho da Victoria, Francisco Gomes Celes-
lino (que vive de tirar esmolas pelas portas),
no dia 18 do correte, dera urna" Tacada em
.Manuel Francisco,, tendo sido logo preso,
.lim de i r piocessado na forma da lei.
1) os guarde a V. Exc. Secretaria da
pnlicia.de Pernambuco, 2! de fevereiru de
1850,lUm e Exm. Sr. Honnrio Hermto
Carneiro Le3o, concelheiro le estado, pre-
sidente Uesta provincia. Jos.Mcolo lie-
gera Coila, chele de polica interino.
S=
Avisos martimos.
--Para o Rio-de-Janeiro sabe o mais bre-
ve possivel o hrigue Minerva, por lera bor-
do nii.is de dous tercos de seu rarregamen
lo : qucoi quizor carregur oralo, mandar
escravos a freteou ir de passagem, enteo-
consignatario, Francisco Alves da Cimba,
na ra do Vigarjo, n. II, primeiro andar.
'Para Lisboa sabe impreterivelmente,
no dia 27 ili crtente, por ler nmior parle
de Seu carrega.ment promplo, o brigue
portuguez Hovo-Vencidor : anula recebe al-
guma carga a frele e passageiros para o
que oITerece excellenles commodoa: os pre-
tcndenles po lerfio tratar com Tbomaz de
Asnino Fonseca & Filbo, na ra do Viga rio,
n. 19, ou com o capitfio, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na prac,a do Cuinmercio.
Para o Rip-dt-J.neiro sabe, no dia 24
do C0'rente, o palacbo nacional Valent :
para alguma carga miuda, passageiros, e
cscravosa frele,, tratare com Nuvaes &C,
na ra do Trapiche-Novo, n. 34.
Para o Hio-de-Jaiieiru sabe, na presen-
te semana, p brigue nacional Uous-Amigos :
tem ain la lugar paia punca carga muida,
passaiieiro u escr.voa a frele : quem pre-
tender emlia,car procura o seu cousignata-
lio, Manoel Ignacio de Oliveira, na praca
do comuicicio, ii. 6.
Para o Maranhfiosahe.no dia 24 do cr-
lenle, O veleiro biale nacional Auuia-llruti-
leirq, forrado e plegado do .cobre : os pre-
tenjentes a carga ou passagem, dirijam-se
com antecedencia ao escriptoiio de Jdtnoel
Concslvff da Silva, na ra da Cadeia do Ite-
cife, uu ao ineslre a bordo.
Para o Rio de-Janeiro segu com bre-
vi lade, por ler parlo da carga prompta, o
brigue Condescendencia ; para o reslo da
carga eescravps a frele Irala-se Com O ca-
pit.'o. Joaquim Jos Mai lilis, ou com Jofio
Francisco, da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
se quizerem ulilisar, p le.n procura-lo na
ra Direila, n. 120, segundo airlar.
Precisa-se do urna ami
nfio tetilla fllho : na ra da
Avisos diversos.
i if i i i i i i
-- Napole&o Gabriel Bez embarca para o
d fiador a sua conducta : em Fra-d<3-Por-
tas, n. 86.
-- 0 Sr. Jos Joaquim de S Pegado quei-
ra ter a bonda le le vir ou mandar pagara
quantia de 30,9(0 rs, da qual he devedor
na loja de clcalos da praca da Indepen-
dencia, ns. 13e 15.
Glorioso S. Moque.
A ordem lerceira de S. fran-
cisco, altendendo as Pebres reinan-
tes, que tem assolado esta cida-
de, exp5e a piedade dos liis a mi-
lagrosa imageni do glorioso S.
Boque, na sua igreja, hoje, 21 do
correte, das 6 s 8 horas da noi-
te, por espaco de oilo dias.
P.cclsa-se de 1:400,000 rs. a premio
por lempo de dez mezes, olTerecendo-se
para garanda 4 ou 5escravas por meio de
urna hypollieca : a pessoa que quizer dar,
dii ija-se g ra do Passeio-Publico, loja n.
9, que achara com quem tratar.
O Sr. Jofio Fiancisco de Alhaide tem
una carta na ra da Cadcia-VMba, n. 40,
terceiro andar.
~ Oabaixo assignado cerlo da benvo-
la proieccfio que sempre llie prestaram- os
seus amigos e freguezes, Ibes faz sciente
que se aciia novamenle de posse de sua lo-
ja de alfaiate, sita na ra Nova desla cida-
de, n. 35, onde sempre o acharfio prompto
a servi-los, como semprj foi seu costume,
com aquella promptidilo ebom corte, paia
oqueseaefla munido de tildo quaulu he
preciso para tal fim. Jacintho Soares de
Menetes.
A pessoa que perdeu urna leltra da
quantia de 100,U00 rs. dirija-se a praca do
Corpn-Santo, n 11, que, dando os sigilase
cei los. Ilie ser entregue.
-'-Arrenda-se um sitio 110 lugar da Mag-
dalena, no principio da estrada que segu
pa-a o l.ucca, com boa baixa para capimi
e alguns ai vori-dos, com a coudicilo de la-
zer-se um pequeo reparo na dita casa:'.
tambem farse-ba ouiro qualquer negocio, \ j^i-iS2Sllfc
que com a vista se dir : a tratar no mesmo
sitio.
0 Sr. I. de 0. G. haja de ir pagar a
quantia de 11,720 rs. que deve na ra Di-
reita, n. 82; e, se a n.io pagar do prazo de
tes ilias.se publicar seu nome por exten-
so nesta folha.
I'rfci.ia-sede urna cozinheira forra ou
escrava : a tratar na roa Cruz, n. 2.
Antonio Jos Kabollo Guimarfios re i -
ra-se para fra da provincia com sua fa-
milia.
Oa-se quatrocentns e oitenla rs. pelo
li/orio do d
tiver leve-o a ra do Rangel, 11. 21, onde re-
cebar seu importe.
- Pede-se ao Sr. Francisco Antonio de
Biito, capitfio da primeira companhia do
segundo batalbflo da guarda nacional des-
ta cidade, o favor de ler o seu livroile re-
gistro das ordens do dia de seu hatalhfio, se
esle o tem, o se o nfio tem lea o nmeros
deste Diario de 7 do Janeiro do correle
anuo, que nelle encontrar publicadas as
or leus da presidencia e commaudanie su-
perior >da guarda nacional, relativas aos
guardas nacmnaes qoe se alistaiam no cor-
po de voluntarios, alim de dar as suas 01-
leiis para que os inferiores de sua compa-
nhia deixem de chamar para o servico da
nuMiia ns guarda* urcionaes voluntarios,
por assim terem Weterininado os seus su-
periores. O voluntario avilado.
O Sr. padre Gaspar, de Fra-de-Portas,
lueira mandar buscar urna caria na livra-
1 i da praca da Independencia, ns. 6 e 8.
-- Ufferrce-so um rapaz b'rasileiro para
caixeiro do armazern de assucar, o qual
tem bastante pratica : quem precisar, diri-
ja-se roa do Cabag, loja da esquina, jun-
to a botica do.sr. MeVeira.
Precisa-so de urna prela forra ou cap-
tiva para servir em urna casa do pouca fa-
milia : na ra da Concordia, casa terrea
junto ao sobrado em que mora o Sr. J0S0
dos Sanies Porto.
Deseja-se alugar um prelo ou'mole-
que captivo, que seja do boa conduela e
bel, para o servico de copeiro do urna fa-
ca o ao lempo mandar remover o grande
numero de taixas de ferro que eslfio posta-
das na praia cuufronto ao llecco-Largo, 110
Recife, pois quo se nfio ple respirar por
aquelle lugar.
--Precisa-se de una ama de leite, que
seja parda, para acabar de criar una meni-
na : no Aterro-da-Biia-Vista, n. 80.
Precisa-se deiim feilor para um sitio
perlo da praga : a tratar na ra da Cruz, nu-
mero 2.
-Na loja de ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, ra da Cadeia do Recife, deseja-se
saber das moradas ou fallar-se com os ubai-
xo inscriptos ou algiiein por elles a nego-
cio de interesse de ambas as parles : os se-
nliores Antonio Jote Pinto; Jofio Francisco
1.01 lulauo; Jos Jofio, caixeiro que fui em
olinda em 1837; Vicente Ferreira do O'; Jo-
s Fernn.les da Silva; Joaquim Meu,!--.,
pintor que lia punco tempo morou na ra da
Calcada ; Manoel Francisco da Cruz; Jos
Ignacio da Silva Rosvou, msico: assim
como se faz qualquer negocio com urna
letra que he devedor Litio Lopes Castil-
lo Urlico Silva, da i] ua uli.i de s l.;,07.1 je l-
enla em selembro de184l.
Iiesappareceu, no dia 15 do corrente,
da pi'ac do Corpo-Saulo um quano ala-
sfio-cahoclo, bem novo, fren'e aborta, cul-
pado dos dous ps at os joeltios, una das
orellias com a punta rachada : quem delle
souber e quizer dar noticia,du ija-se as Ciu-
co-Pontas, u. 82, quo ser bem recompen-
sado.
Joaquim de Queiroz Monteiro retira-
se para Portugal a tratar da sua saude.
Precisa->e de ofiiciaes depapateiro, as-
sim como tambem se adiiiittem apremlizes
forros ou capilivos : na travessa da ra do
Vigario, loja nova.
~ Affonso Jos de Oliveira, professor ju-
bilado na cadeira de gographia e histoiia
do lyceu desta cidade, tem alierto sua aula
particular de primeiras lettras egrammali-
ca latina :' as pessoas que de seu prestimo
tai;no do publico com aununcios importu-
nos do andamento das rodas desla lotera;
esforcar-se-ha quanto rouberem sus Tor-
cas para com a po-sivel presteza annunciai
o dia, iilem do qual nfio devera passar a es-
peranza los compradores ; porque entende
queaessa illusfio em que alguns teem pin
v?es 'Jeixido o respe la vel publico, si de
ve essa especie de descrdito, quo tanto
tem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso limita-so por ora a annii't-
ciara venda dos Muleles, c a extrahi-loa
com lodo o empenho, alim de poder asse-
iorar no-, compradores o lia em que deve-
rclla impreterivelinenle corcr.
A vantigeni do plano ja publicado e o fin
religioso para q .o foi esta lotera concedi-
da, couvi la e seduz os tentadores da so 11
a enneurrerom sem demora para a compra
dos nmeros quo Ibes preiiarein a suave
acquisipfio le bens da fortuna, sem tlsCl
le grande capital, e com o importo smen-
to da diminuta quantia de 5 ou iO.UUU rs
por poneos dias.
**.',?*<>:**
DEPOSITO 6ERAL
do superior rap areia-pnta i
da fabrica de Gantois Pai- 9
IhetSc Companhia, na Ba- '''
hia. fs
Domingos Alves Matheus, agente da
fabrica de rap superior areia prela '(*.
e meio grosso da Babia, tem iberio o Q
seu deposito na rua Cruz, no llecife ti
11. 52, primeiro andar, un.le so achara i
sempre leste excelleule e mais acre- 4
fabricado no Brasil: vende-so em lio- 4
lesdepmae meia libra, por prego 4
> quer parle. *
i
lAij,**^************..
Precisa-se alugar um prelo para bol8i
sentido 1 urna iequ'iia cusa de campo : 11
roa lo Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jone>
Patn & Companhia.
' Compras.
ileile, que
eia de S.-
Modo asseiado e econmico *
para allumiar urna sil 1.
Ha reconhecido que o gaz bydroge- i>
neo liquido de lodos os comluislives f
que seeinpregaramat boje para alu- p
te miar-se, be o mais econmico, mais
te asseindo, cque d a luz mais bullan-
te le. Os arranjos dosc.uidieiros de gaz
V silo 111111 simples, e nfio se enconlrain
te Helios os inconvenientes que a cada
i! instante apresentam os de azeite. Os
te amadores do gaz acharfio sempre em
te i|iianl ida lesollleieule, o de boa qui-
te lidade, ua deslilacfio fianc?za da tu-
te vessi da Concordia.
Compra-se uni hom cavullo : paga-s
bem : na casa les afencOes, na rua do mu-
ro da l'enha, n 4.
rompr-se Ifia de frecba barriguda n
fi.000 rs. a arroba : lambem COmpra-sa Ifir
de carneiro : na rua Nova, defronte da igre-
ja dos militares, n. 28, loja de Bflleiro.
Compra-se urna canoa de carreira.de
um s pao, usada, mas em bom estado, e
que seja mani'ira, de modo que quatro ho-
mens a possam transportar para qualquei
parte : quem tiver aonuncie por esta folha.
__Compra fe um missal e seis colhcres
de prata para simpa : ludo em bom uso :
na rua doOueimado, n. 7.
__Conpra-se um cabiiolct com robera.
cu um ci rio de 4 nulas para 1 Cavado,tendo
boas Odas, embora es tej velho : quem ti-
ver a iiniieie.
Compra-je um sellin grande inglez, mo-
llento, que esteja em bom estado : ua rua da
Praia, n. 24.
Compram-se 5 a 6 palmos de cordfio
que mo seja moito fino, e u u ou dous pa-
res de rozelas : ludo de ouro e sem feilio:
as Ci'nco-Pontas, n. 62.

#<9'99A9
K o ubo.
Na noite de 6 para 7 lo eorrenle, foi fur-
tado a um prelo que vemlia fazendas, urna
grande lala e um cartfio com diversas fa-
zendas finas ; pois tendo o mesmo piel,
por motivos de embriaguez, chamado um
gaubador para carrregar a fazenla, o mes-
mo se evadir com todas as la/, Hilas e al-
gurii dinheiro que carregava. Roga-se, por-
tanto, a polica ou a qualquer pessoa que
leiiliu noticia do occorrido, de dirigir-se i
ruada Cideia-Velba n. 24, primeiro an-
dar, que ser gratificado.
Desde j achar-se-hfio os bilbeles : no
Recite, lujas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, liotiea de Jofio
Moren-a Marques, no paleo da Mal i/, e de
Francisco Antonio das Chagas, na rua dn
Livramento ; loja de Rernardino Jos Mon-
teiro, praCinha do Livramento, n 44 ; no
Alerrn-d -Roa-Vista, lujas de Guimarfies,
n. 44. e de liuarte Borges da Silva, n. 18.
Na rua Direila, piulara n. 26, da-s-
pilo de vendagem a pretas sobre a respon-
sabilidade de seus senlioies.
--Precisa se alugar urna preta que saiba
lavar, engommar e coser, para urna casa
NA ll \ n\ CAHI-.IA Dl'liKl IFF, N 24,
LOJA DK CAMIIIo DA \ H a VIEIRA
Si FILIIUS.
Lolcria do Rio-dc-
Janeiro.
Aos 20:000,000 deis.
Pelo vapor San-Saltador entrado nesli
porto, no da 13 lo crrenle, recebemos o
muitos afortunados biihetes e meios dito
la 52.' Inleria a benecio da SanU-Casa-da
Misericordia ; e tambem recebemos as lis
tas da primeira lotera de S.-JoSo, e da se-
gunda de N.-S.-da-Gloria.
Vende-se urna eserav* de naijSo com
urna cria de cinco annos, aquatcozinhi o
dia'io da urna casa.engomma, lavado sa-
bfioehefiel: na rua das Trincheiras, so-
brado n. 48. '
Vende-se um pardo claro, le 20 an-
nos, proprio para pagem : na rua do Cres-
po, u. 15, primeiro anlar.
A 1,000 rs.
Vendem-se sapatos de couro de lustro
para senhora. pelo diminuto preco de 1,600
rs. opir: na praca da InJependencia, na
13e15. loja do Arantes.
Vendem-se quatro molecotes do 10 a
18 annos ; 5 escravas mogas ; quatro negro-
lis de bonitas figuras, que cozmham e en-
gommain : ns rua Direita, n. 3.
* $,* 4*****'i,*i#l**
| A 7,000 rs. |
<| Vendcm-se excellenles chapeos ^
^ prelos de massa, chamados aza de #&
j mosca, de finissima seda e do mais -
^ moderno gosto, pelo commodo pro- %)
*% co de 7.000 rs.: na rua do Crespo, n. 4>"
J II, loja de Antonio Luiz dos Santos #>:>
* & Companhia. W
Vende-se urna preta com habililades,
n qn* faz todo o servido de urna casa : na
rua d i- i.oiu-1 rapes, n. 47.
Vende-se urna parda de 28 annos, que
ensboa, cose c engomma. comum filhode
2 para I annos : na roa da Ro la, n. 17.
Vende-se um grande sitio no logar do
Mang'iinho. que lica defronte dos sitios dos
Srs. Carrmiros, com gran le casa de viven-
a, le quatro agoas, gande sonzalla, co-
cheira, es'ribari i. baixa le capim que sus-
tenta 3a 4 cavnllos, grande cacimba com
tinniba o tanque coherto para hanho, bas-
tanti'S arvoredos le fruclo : na rua la Con-
cordia, prim rn sobrado novo de un anlar.
--Vndese urna niulali iba le 18 annos,
recnlhi la e com todas as qualidades preci-
sas para urna mucama : onio'ivo por que
se vende se dir ao comprador : na rua do
Rangel, n. 57.
Fumo para charutos.
Na loja da rua larga do Roiario, n. 32,
iln das diversas da qualipos de charutos,
aiitofeitns na t-rr*, como vin los da Ba-
ha, lia tamliem fumo para ven ler-sc de
primeira, segunda o lerceira qualidades,
tanto em porqiVs como a retalho.
Vendem-se velas de carnauba c.hega-
as ultimameiile do Aracaty, pelo prego le
320 a libra, sendo e-tas superiores as usu-
acs pola duracllo, Mi luz ; na rua do Ro-
zario es'reia n. 8.
-- Fsti a venda o bm ennheci lo folheto
Verdade acs meninos obra nova e de
muito interesse para os mesmos ; na rua
lo Rozarlo e.-treita, n. 8, pelo prego de
200 rs.
lUia do Colle^io, l. 9.
LOTi:illASD()KIO-DE-
JANKlfiO.
\os 0:000,000 ris.
52." DA MISF.IlICORDlA.
[I exlrahir era 10 do corrente.)
Pilo vapor S.-Salvador, sabido do Rio-
,Ic-Jam-im em 2 do corrente. recebemos bi-
slbetes e cautelas testa lotera ; bem como
qa li-tasda i." de S-lo&oel'da Gloria
J^" Os biihetes e entlelas que se ven-
'Ipm nesla casa, sito marcados com nma
Chancella, que ind'ca o local la venda--
afim de offerecerem todas gaiaritias aos
romprni'o'pstornando o vendedor assim
i ais cffectiva a sua resnonsalidadepois
que se ohrig.i a pagar prownlamenle qual-
qu-r premio dos hillipr.es e cautelas que
livereinj.sua Chancella, com as condige*
que j publicou, e se achain patentes na
porta da sua loja.
Quinto aos biihetes c cautelas com pre-
mio que lliefrom npn sen1 rolos sem a dita
Chancella, fomente os recebe em troco, ou
papa com o descont que soconvencionar.
Nfio se perniil'c a separagfio de biihetes,
sen fio por 24 horas, e islo he al dous dias
antes da GhefCSdl presumivel do vapor,
porque Pnlfio le inleiranienle volada. SO'
SE VENDE COM DINHEIRO A" VIsTA.
Vendf-se urna negrinba de10a12an-
iii< Je i.lii.le, bonita figura, sabe cozer sof
fri vel mente e muito esperta : e bem assim
um niolequinho leidade de 6 annos, sadio
e dp bonita (ion-;,; na rua da Mangueira,
casa terrea, n. 18, do lado dos agougucs.
-- Vende-se milito e farinha em sucos,
pelo prego mais commodo do mercado : na
rua lo Codorniz, n. 8, venda de Francisco
Jus da Silva Marieira.
- Vendem-se charutos tapetados, caval-
leiros, regala, saqitaremas o senadores,
fazetida muito boa ; assim como vinho do
Porto, dito muscatel de Seluhal e azeite-
lore enL'arr.ifado. i-rmn io pura botica: na
rua da Cruz do Recife\r n. 43.
O arremftanle das aferigfics deste
municipio do Recifo ven le as mesmas afa-
ng s da l'reguezia de Santo-Vmaro-Ja-
huatfi e da fiegue7ia de Muriheca por pre-
go commodo, pois he de Interesse para
quem as pretender, principalmente moran-
do em qui'lqut r das litas freguczias : quem
as pretender, dii ija-se a casa da mesma afe-
r.r.iii, na rua do muro da Penha, n. 4.
Vcndem-se 2 lindos muleques perfei-
oscozinbeirns, de 18 a 90 anuos, sem v-
l cioa ; 1 lito Imm bolieiroe de boa conduc-
a ; 8 pretos de 20 a 30 annos. hons para to-
lo o servico ; urna parda de 24 annos, mui-
to boa costureira e engommadeira ; 1 dita
e 12 annos, com piincipios de habilidades
e n ni i n cu inlnisa para meninos ; urna pre-
la de elegante figura, de nagflo e sem vi-
rios, perfeita quilaudeira e cozinheira ; tres
lilas com algiiinas habilidades, de 14 a 80
annos ; una dita de meia idade ; assim co-
reo unr.-s muitos escravos por pregos mui-
to rasoaveis : na ruada Cadeia do llocife,
ii.Sl, primeiro andar se dir quem vende.
Vende-se um sobrado de dous andares,
em chfios proprio e em urna das pnncipaes
rus da freguezia de Sanlo-Auloiiio : quem
piel,-nder, di iij i-se rua da Cadeia do
Recife, escriplorio do Sr. Jos Antonio Bas-
tos, o qual su acna ulonsado para tratar
do ajuste
ILEGIVEL
MUTILADO

.


*__
*SSt
m
>.4c-
HlWUW *-*
Vende-se, p*rft pneamcdo, um es-
crnvo ppqn, de bonita figura, rcm vicios
ne.ni :( 1 -i i ii i- s. c que he i pimo cozinhei-
ro : na na da Cadeia-Velha, n. 41, lojn.
Rom e ha ralo.
Na rna ilo Qtieimado, vindo do Rnzario,
segunda loja, n. 18, vende-se sarja do seda
llcspanhnl, polo commodo proco (le 2,000
rs. o covailo : as amostras serSo francas ao
comprador, com o competculn penlior.
V'pnde-se um molpque crloulo, le 10
annos pouco mais ou menos, de bonita fi-
gu ra. be ni sailin e muito esperto: na ra
da Cruz, no Itecife. n. 19, primeiro andar.
Vende-se un milito bom alambique de
robre, que a caldcira leva 50 cana.las de li-
quido, com urna serpentina de eslanho fino
que pesa 300 libras, o qual serve para des-
tilar pimpa, e tambern fazer espirito a'
40 grao*, por preo commoilo, por ler-se do
mudard<< lugar em que se arha moniada :
no Aterro-du-llna-Vista, n. 17, fabrica de
licores.
AGENCIA
<<: fundido I.ow-Moor,
RA l*.v SF.NZALT.A-OVA, n. 4a.
Meste estabelecimento conti-
na a hatrnim completo serti-
B entfl as, para enperliO ; marliinas de
vapor, c tnl.as o fetro balido c
codo, le toioe os tamaivhos,
para dito.
TlXiiS
enerenho.
para v..6
Na fundicSo de ferro da ra do Brnm,
caba-se de receber um completo sorl*ien-
Arados de ferro.
Na fundido da Aurora, em S. -Amaro,
vandem-se arados do ferio diversos mo-
do os.
.-Vendern-se amarras ae ito: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 4.'.
Vendem-se bons qneijos londrinos
ditos de prato milito frescaes o do superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos porluguezes para panella, Islas
com 2 o 4 libras de marmelada, ditas com
holschioha de Lisboa, ditas de sardinha, (li-
las rom bcrvilbas, frascos com conservas
inglezas, queijosde qusltia vin los do Cca-
ril, por barato pret o," mantas de toueinho
inglez de fumeiro.dii 7 a 8 libras cadauma.o
oulrns inuilos gneros de boa qualidade :
na ra da Cruz, no Itecife, n. 46.
jlinciiitas superiores.
Na fundido de C. Starr & Companhia ,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, loilas de ferro, de um modejo e
construc^ilo muito superior,
Deposilo n fabrica de
Todos-os-Ssntos na Rabia
Vende-se em casa deN.O. I'ieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, alsodio trancado
aquella fabrica, muilo pinprio paralsaccos
de assuear e roupa de escruvus,
-- Vende-se um escravo peca, de 20 an-
uos : na na do Crespo, loja da esquina que
volla i ara a cadeia.
--Chegaram novamente ruada Sen-
zalla-Nova, n. 42, iclogios de ouro e prata
patente inglez, para homcm e senhora.
Velas de cera.
Vendem-se caixas rom cera em velas, fa-
tode (afxas de 4 a 8 palmos de bocea as hriradas no llio-de-Janeiro, sentidas ao
quaes acbam-se a venda por prec/D com-1 gusto do coinpiadur e por pietjo maiscon.-
modo e ci ni proniptid.lo emba cam-se,
i u carregani-secm carros seni despezas ao
comprador.
Tecidos de algodfto frail-
eado da fabrica de To-
dos-os-iSantos.
ha-rua da Cadeia, n. 542,
vendem-se por atacado duas qualidades,
yroprias para saceos de assuear e roupa de
esrrsvt.s.
2'olassa da lUissia.
o odo ilo que em mili.i i ] 11 .< 1 > 1111-1- paite : a
tialar com Machado & l'iubeiro, na la do
Vigaiio, n. 19.
Xarope do bosque
pala cura de phlhisica pin todos os seus difle-
renlis grao, qiie> motivada por cnnsiip.i-
ccs, tonse, ailhina, plemiz, esearros de san-
gne, dr de Cotuda o pcilo, palpiUfia no
curaca", crqiirluchc, broncha.', dor na gar-
;; nii i r ludas as molestias dos orgus pulmu-
naretv
l)e Inda.. olctiasquc por heranca firain
ao cupo hutu- o, nenhuina lia que mais des-
h ni 11\ i ii nli i siilu, ou que le.ha aotnbado dos
esforcos dos honiens mam emnenles em niedi-
A amiga opiniao de qnc phthiilca nio po-
da enrar-se trm drsapparreido desde a Intro-
iluccao desia milagrosa medicina. A phlblslea
pela descoberta drl* medicamento adiase
despida de nien.de dol horrores que cautava.
Fm lugarde se entregaren! ao deepcroquan-
do estavam seguro de que a plitbisica llie ti-
ni.a lancado as snas ganas, n.ilhares de pes-
soas teem recorrido a este infallivel remedio, e
com praier e regosijo eontiniiam desfructando
a.le neste seclo que produiio tal bcnelicio
a raja humana.
Lembrcm-se todos nqucllei que t acham to-
cados de inoleslia pulmonar, qur por losse.
eonslipacoes, astlima. bronchltes, plcurls.es-
rarrnsde sangne. dor de costado e nopeito.
palpilaco no coracio, dr de garganta, e to-
das as mais molestias dos orgaos pulmonares,
que o nico remedio seguro he o xaro>* do
bosque.
l.embrar-se-ha o publico que cada garrafa
ten. ious papei. com a prn>ria assignalura dos
agentes 11. O. Yales e Lonip., un na garrafa
com nina perfeit direcfo aobee o nielhodo
de usar delle, euutro no papel involto.
Pode ser mandado com toda a seguridade
para qiialquer parte do imperio. As orden,
ixr.ni.un se puntualmente.
Vendc-s na ra dos Quarteles. 12.
Novo sortimenio de fa-
z?ndas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea'.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrAes, crtres fixas e C"m 4 palmos
de largura, pelo baralo preco de 320 rs. o
rovado ; cnssa franceza de quadros, muilo
fina, a 260 rs. o envado; riscadinbo de lis-
Iras de tintn, a 240 rs. o covado ,- brim de
algodo de rrtres com listra ao ldo e de ho-
ndos padrfies, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas vaiase urna quarta ; cassa preta com
ranmpem bruno, para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarlede cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
domonstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrflese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de lailatana, a 500 e
S00 rs,; cobeitores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs. ,
A bordo da brigue S.-Joii, chega.lo
cessario em miudezas, alm de mu linas
pe rumanas, cm ricos vasos de porcellan,
fingindo frutas e figuras, lindos vasos de
chrystal com finissimos extractos, como se-
jam" palhyoly, fantona de I. Francisca,
miel, mbar, mil-flores, monsuline, viole-
la, proprios para presento de Yaya ; a ver-
itadeirao'oiui apreciavel agoa do Ungir o
cabello e suissas ; opiat e pos inglezes para
deles ; novissimas luvas de pellica e seda
para senhora ; ditas de ponto inglez para
liomem ; tesouras linas ; tirfleiros da moln ;
ditos cun a figura do NepoleSo ; e oulras
n;uilas fazendas por precos commodos.
Vendem-se tres canoas de carreira no-
vas, e que peder conduzr at 6 pessoas
cada urna : por Irs da ribeira de San-Jos,
noestaleirodo Sr. JOodc Brilo Correia.
Edmundo l)etbatn,na ra do AragSo,
tcm para vender,por pfeco commodo, mag-
nificas mobilias para una sala de gosto,
comportas de consolos com pedras. Iremos
com espelhos sobei bos, sophs, jardineiras
com pedras ricas, en leiras, ditas de balan-
do, vanos consolos com pedras, ricas me-
sas de sala e jogo, soberbos aparadores pa-
ra sala de jantar, mesa elstica para 40 pes-
soas, camas de armado e de vento com di-
ta : ludo, ou em separado para liquidarlo
Salsa-pBriilha de Sanda
para remover e curar radicalmente lodas
as euferinidades que procedem da impu-
reza dosangue, ou liabilo do systema.
Esta me liciua esln operando con-tante-
menlo curas quasi iurriveis de moleslias
.que piocedem da impunza do sangne. A
infeliz viciima de mol. slias hereditarias,
com glndulas indiadas, urrvis inmundos
eos oss'is nifio arruinados, ficou reslabe-
I" fi.la com loda sua saude e IVucas O doen-
lo escrofuloso, cobeilo derhagas, causan-
do nnjii a si uirsiini. i' ii queiu o servia, fi-
cou peifeito. Cvulunaris i'.c pessoas que ti-
iili.nn s.iil'i ido ( loraiiunsa ponto de dises-
perarem da sua soile molestias cutneas,
glndulas, i In-ninal i-ino clironico e multas
mi lis enl'.-Miii.ladi's procedentes do desar-
ranip dos orgos de secrcejiioc da circula-
9.1b, leem-se eiguio quasi inili g. omiu.cu-
(e do Uni da 111.11 le, c boje, com conslitui-
cOes regeneradas, com pruzer alleslama ef-
licacia desta nie-iiinave preparaban.
Comquanlo lenbam nppai.ecido grandes
quasi q
apenas pastagetra, e o doeme loma a reeal.ir
rn. peior estado do que se achava antes de ap-
plie.tr o remidi 1 tfio recomiuendado : outio-
tanto ni* a. iiiiiei c com este cxtraoidiuai io xa-
ittpe rf litnqtif.
O pruprietario ao prineipio f.d induzido a of-
fereeer esle naiope ao publico, dipnis de lee
PiTeotliado i si mesmo una cura permanenle,
collote de selim pri to lavrado, a 2,000 rs. o 1 edrpols de ler a opiuido dos primelroa medl-
vir a nina casa, por ser do muilo tina con-
ducta : na ruado Collegio, n. 21, primei-
ro andar, se dir quem vende.
Pechincha.
Na rna do Qneimado, vindo do ozario,
segunda leja, n. 18. vendem-se cuites do
corte.
A ellas.
Vendem-se luvas de pellica frea, ponto
ingles, as mediares que liem vindo 11 esle
meicado; lem pomo meias piutudas p.1-1
ra n cuinos de lodos os taiiiutilios ; na ra
do Oupimado, n. 9.
Vende-se'11 3,500 rs. a saeca grande
do millio : no armazem dcTronle da esCadi-
nha da a I -n.leg 1.
coa da Europa e dos Kstados-llnidos, de que
mu estado j nao dav.i espeancas de melilota,
c era como segne. Ko anuo de 1837 apanhrl
una guinde conitipacao que me alacmi o pej.
t.i, e todos os ITIiiptomas de phlliisica pulmn-
i nar logo se seguiaiu. I.u linlia un.a tnsse eon-
lluuada cm dor no pello, lalivava una II. u-
in 1 1I111.1 e alguiuas vezes misluiad.i com san-
gue, nina febie clica, suurcs ile imite, eiua-
greci rpidamente, c em pnuco tenipo Qquei
redo/ido rxlri'iin- licbilidadc.
Os ineus me.lies (entie os qnaes liavia al-
guns.i.is principaradoa Fatados-Unido Junta-
cos
Irfntiezia
Vende-se a venda n. 7a da. llirilll. C011, ,,., aill(g0, ,.,,,,, tciua, Pi.
rila do l'edre-FloriantlO, COIll poil-l peranca de nieu inrlhorainento, c speravan.
, I i que en lireveinenle succuu.biiia.
ftlIHlOS, pOICHi COm bstanle Kene estado de inoleslia por easiialidade en-
nara tetra reculantlo """',' com w,n* n'il' "eeiiadoa indios, e
resolv me com o consentiinento dos.....is n.e-
por da de lo a ia,ooo rs : a ta- dices a experimenta.!*, visto o estado desea-
. g\ i- 1 pelado do n.eu caso,
lar na Iravepsa da Loncordia, to- Quil, llSll .1a admlraco doameua.ned'.
litado n. .'i dS 6 ;s 8 limas da I co" c n "' coi>t>ntanieto veito que dmdc
.. ,. que piincipiei a l.iniai i> x.n.ipc, conl.eci logo
' 111 ;i -: e ilas 4 '*' <
- Vendem-se coi tes de cambraia de c- nuacodo uso a luulealia ii.aduroii, us 111
l.rigup, fiiiideado defronto do. arsenal de
gueira, ou so Itecife. ra da Cruz, ti. 66.
Nt%roa do Crespo, n. 15, bija de Joa-
quim le Oliveira Maya Jnior, ha, slm das
fazendas ja iiiinunciadas, e de oulras mul-
las por baratoprepo, um sorlimentode lin-
dos chapeos de sol.de pannii lio estampa-
do, muilo pioprios para os meninos o me-
miias que 1 ndam na escola, e mesmo para
assenboras que a inda estilo no campo, pe-
lo pieco de 2,000 rs.
Vende-se superior farinlia
de millio em porgues e a retnlho,
tendo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais a ni modo doque'em ou-
tr qualfxpier parle: na rna do
li.' mu n.\ 28.
IA !W0 o (orle.
^'^iileni-sf- corles de cassa-cbila, fina, de
bjpn|is padiwcs e com 6 vaias e meia, pelu
i|iiinii||0 piteo de 2.000 rs. o corle-: 11
ri-ia do( regrto, n. C, lija ao | do lampeSu,
Far>_il"|ia de ni iidinc t.
Vende'"'* a tordo do patacho Industria,
cjiegado,. Ain-Matheus.l'undeado defionte
-I escad. ii((ldo Colbgio, a n.elhor fari-
nliaquel' pnierrado, por sor muilo no-
, emrt,""
,,rico mi
qualquer'
Prro, 011
e Ve
es e pequeas pur(fies, e por
toii riio.lo do que em outra
liala-se a bordo do dito
hia do Vigario, n. 19, com Ma-
Iro.
zinha propiia para roupa de meninos e ves-'
lidos de senhora, a 2ln rs. ; lila superior pa-
ra calchas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
diio e seda com f. anja, a coa rs. ; crt s de
rollete de velludo, a 1,600 e 2,500 rs. ; cas-
aa-Chit, a 400 rs a vara ; garca des ila, a
500 rs. o aovado; cambraia de se.la,a 560 is.
o covado, e oulras muilaa fazendas or
barato pieqo : na ra do Crespo, n. 15, loja
de JoaquimdcOliveira Maya jnior.
Deposito de Potassa.
Vende-se muilo nova polass.
de boa qualidade, cm bai riazinhlt
pequeos de qitdtro arrolas, por
prreo barato, como j ta muito
lempo se nao vende: nc lecife,
ruada Cadeia, armazem n. la.
Vi nde-se vinho do Porto muito supe-
rior, em larris de qusjlii e quinto ; familia
de Irigo de ludas as qualidades e em mcias
bttriraf; relroz do l'nrlo, irlmeia quali-
di.de: pannoe n.eiasde linlio ; reos (ara
barricas ; farinlia de mandiuca em sai cas
grandes e a grnel a bordo da sumaca 'Y-
S.-ilu-CtirriiO; ludo por preco commodo:
11a ra do Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Antigo deposilo de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
mullo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
I ai inJia de mandioca.
Ma ra do Queimadn, n. 14, loja de fer-
ragens, anda lu algumas saecas da hoa
U.....ha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna purcSo de pengas, de
en.a, proprias para espanadores.
F.-u-iiiha de Irigo.
Vende-se superior farinh'a de Irigo fran-
ceza de l'ruvenea, chega.la iiltiniameute de
e-sciima pnrco de bi-
0 boa qualidade, e ul-
ebegadas, por preco
na ra da Senzalla-
s.iude, 11 bule desde aqu lie lempo lem cinili- Vt4||ia, ). 1 38.
miad.) siiii a menor aflVctacSo de ciir.-ru.ida- ... .
de. Nettal eircuii.si.in.ias lie que me resolv &Q<<1^Q<3$Q$$QQ><>
.! 5
res, pelo barato preco de 2,000, 2,500, 3,000 I"* 'orn aram oabefa e arrebenuraiu laucan-\aS de m il
1 i'iti p OOnis eaml.i-iia .tesela S#l" Brtu,ie frfSo de aaiigur e mateila. Uepuli ,\ ,f
,i,j.ioc *,oiMlis., canil.....a ite m la, a V,t |Pr continm..... pelo espaco de 3 iiiczps com Unamente
rs.: rriHiis para nienin.s, a 160 is. ; Ida ,rutr\, a .....il.a u.uir.iia ce.sou ..t.-.n-' rX .,.\n .
com lislras de seda, a tOO rs. o covado; lan-lmenie, e achei u.e restabelerido ile pe.ieia m<*"'
vinha nrniiiia liara rnnnii de iiii'iuiiii.i.iia......... .. 1...I.. ,i, .,i,....... n.. i.................... V'.tll... ..


ao piiucipio a idlcn-i -lo ao publico, l'n..... ; :i
nicuic convencido de que lie o nico remedio I S
que se teni descolici ln, no qual se pode ter '
couflanca para a cura de phlhislea pulmonar.
i'iih.ii onde lodos i mais remedios linhaiii fa-
ih.ido, e, se f. tou./do eapplicadoseguudoai
diieccoes, puncas vcVes cinai de piudu/.ir
nina cura radical.
O aeu principio de operar he fcil de expli-
car : suavisa e acalma a iiicuiii.oda losse,
aiuadiiicc.' o aliseesso, facilita a salivaran, e
Pin punco lempo livra os bofes da materia qnc
se n inicuos lobos de ar. Hebilla as hincc.ies
USUai s scni ni cessidade de outra q.|.ili|iier ine-
dieina. fonilica o sjsieiiia e pinilicao laugne,
^ll cniicni, iiein mercurio, opio, ou unir.,
qualqtiiT Ingrediente venenuso, e he frito nni-
eaincule de faim t litrvai. Tem-se usado lia
ni us ile nove anuos, e l.e umversalmente con-
siderado como o ;i nuil- e unico remedio para
csia burrurosa inuleaa. Os seus n un, ifio
em todos os lugarea u ineillio, atlmiraects t tri-
umiihiintes I
Como medicamento preventivo e antidoto
contra as tendencias do clima para a plllhlsica,
he de grande valor, e nao d,segundo faz qual*
quer medico ou conhecedor de drogas, por. ni
ei.n|uanto se est paliando com estas enyaniHus
mt'jluruj.o iliienie v-i rapidameiile empciorau
do, c cada dia mais mais Col loca o sen caso
/"r.i do alcance de rtprranrn! INao succeile as-
si ni com esta preciosa medicina. He seiupre
nalular, e seus elleilos nunca sao damnosus.
N.io he opitica, mi he tonina, nao he um me
ro expectorante, nao lem por ohjeclo afanar a
dntnlc para ter nina fatal sigurmca. lie um aran-
de remedio, nina grande composicao curativa,
" grande c nico remedio que a scinuvia
coi.heciiiiento medico leeiu al hoje produtido
para o trataiueiito desta molestia, al hoje In-
coni|Ustavcl.
Kin una palavra he o melhor remedio no
mundo, e neutiuma pessoa toca gello da lamilla humana seri justo para si e paia
seus amigos, se desccr sepuliiiia sein alies-
lar snas qualidades virtuosas, lua nica gar-
rafa quasi jue em todos os casos pi nilu/.n a
nina coiisideravel mudinpa no estado de i/ual-
tuer d>>enca, tija ella qual /or.
'I mi curado casos que se soppiinhaui supe-
riores ao poder medico. Trm levantado dncli-
tes como que da sepultura. Tcm curado de-
poh que j lodos os ou ros syleina, medica-
mentos e uiciliodos de tratamenio leen, falha-
Chapos francCK. f
Na loji do sobrado amarello nos ~
qiialni-i'unliis da ra do Quciqado,
n. 29, Vende-se um grande sortimen-
lo de cliai eos lanr-zes do formas da &
ultima moda, a 6,500, 7,000 e 8,000. vi
S3
Faieio novo a 5,500 rs.
Wndem-se saecas grandes com 3 arro-
bas de fardo, ebegauas no ullimu ntvio
de Na ni burgo i na iua do Amoro, n. 35,
ca.-a de J. J. Ta'sso Jnior.
Cli.inili s de Hilvana
verdadeiros :
vendem-seem casa de Kalkmann IrmSor,
na ra da Cruz, n. 10.
Chitas de ausentes escu-
rosi cores itfc, a 180
rs. i> covado
Ve.idciij-.se /s lliclhorrs cliilas de r.'ues
escuras ej linas a nove vintens o covado :
na i na doQueimado, n. 8, loja dcfioule da
botica. /
Vcpdcm-sc saecas com muilo boa fa-
i i tilia de mandioca, a 2,500 rs. cada sacca :
na ra/da (adei do lircife, ao pe du ai cu
da CcrnceigSo ejunlo a bulicu du Sr. Anlo-
nni Fedru das iNeves.
-- Vende-se ou aluga-so um sitio : na ra
.Nova, n. 46.
Vendein-so superiores bixas de llam-
lni'g'i, as-im como tsmbetn se alu.'am por
Antonio da Roza, morador que foi na Pas-
sagem-da-Magdalena, e boje do abaixn as-
sipnado : roga-se s aulori lades policiaca,
capitiesde campo que o apprehendam e
levem-noao-Alerro-da-Boa-VUt. n. 14.
Joaquim Jote Diai Pertlrn.
Fugiram, a Sdefevereim desto nnno,
do sitio Piraoga, districto dos Afogados, Q
escravos, Indo ambos rmalos, um j foi
preso em l'o-d'Alho o o oulro pdde eva-
dir-se; hecrioulo.de 38 annos, cheio do
corpo, estatura regular, falla grossa, olhos
avermelhados, chama-sa Miguel; foi escra-
vo do Sr. Antonio Bernardo da Cunha; fa-
zem 2 annos que aodou fgido, o estivo em
Nazareth l.imoetro, ISrejo-Je-Giirabira,
ei.genho Tab, engenho Novo, em Coian-
autondade ou capitflo de campo de o ap-
prehPnder onde quer quer elle apparoca e
rcmelie-lp ao mesmo sitio a seu senhor. ou
no engenho Paraizo, tregenla da Escada,
ou no engenho Inhaman, disdricto da Igur-
rassu.que ser* generosamenle recompen-
Fugiram do enganho Talvoroa spgnin-
es escravos. pertencenVs i Ignacio de Mel-
lo da Silva Cusnio : Manoel, crioulo, de 22
annos pouco mais ou menos, sem barba
apenas principia a bucer. de boa estatura!
um pouco fula e bem parecido; urna escr -
va, mulber do mesmo prelo cima, de nome
Mana, bem ,||a, de Imm Corpo, bonita fi-
gura e de 22 para 28 armos ; um pardo cla-
ro, de nome Raymundo, de boa estatura,
de 22 a 24 anuos pouco mais ou menos
bem apessoado, cabellos pegudos o sem br-
ha ; e um cabrinha de nome Casimiro, de
1i annos, cabellos bem pegados, olhos
grandes, bastante esperto, cra larga e um
lano acune libado das pernas : lodos estes
escravos fugiram do engenho cima ao
amanheccr do dia 14 de fevereiro de 1850 :
quem os pegar ou delles der noticia ser
gratificado
Fugio, no dia 10 do crrenle, do enge-
nhn Pintos, freguezia de Santo-Amaro-Ja-
boatlo, o crioulo Eduardo, de estatura mais
que regular, bastante f. i.>, ftrosso do cor-
po e rom um* falta cm urna das or. Ibas;
consta fiequeniar, no lugar do Ciquia, um
e.i/i lu e contiguo a urna olaiia ve iba : quem
0 apprehender sera generosamente gralifl-
c.'iiio, levando-o ao mesmo engenho, ou
ra llireita, n. 121.
Fugio um pardinho captivo, de nome
Joilo.de 7 annos, a 16 do crreme s 4 ho-
ras da madriigidi, comoss>gnaes segtim-
les :levoubaiela com travesseiro, carniza
de chila ; be elvo, e esl amarello por est
bastantedeente, perius indiadas e queinsa-
das dosanapismo! roga-se as autoridades
1 oliciaes ou a quem o pegar que o leve a
ra ilo Fugo, por bailo do sobrado da Sra.
li. Auna, ao sabir no pateo de San-Pedro,
que se gratificar a quem o trouxer.
No da 15 de fevereiro desapareceu da
padana da ra Itenl, no Manguind, n. 51,
o prelo Antonio, de Angola, de 24 annos,
grosso do corpo, alto, psjp beicos grandes,
lallo de denles na frente, olhos abogalha-
dos e sem barba ; Irvou ramiza de mada-
poln, calca escura, sem chapeo : qoem n
pegar, leve-o a mesma padaria que ser
generosamente recompensado.
Fugio, no dia 21 de Janeiro do correnle
anuo, do eiigenho Miranda, rooiaica de
i.i.iainia, o esciavo Ju.ln, t'e naeo Congo;
foi do Acarac. no Ccar, no lugar ferra da
lliruora ; be de altura legular, cheio do
corpo, representa ler 40 anuos, roslo le-
dondo, testa grande ; quando olha cai-lbo
os sub "olhos ; lem urna coia na cabrea,
fallo de denles t.a fien,le, cor fula, peritas
um lano finas cm proporcio ao corpo;
leni piuca barba, levoii um babu de Flan-
diesja velbo, cbafo de couro, mais oulro
de pollo dentro quem o pegar |eve-o ao dito engenho, ou
ao Sr. M, noel Concalves da Silva, na cida-
de do Itecife, que tecebera 60,000 rs., sen-
do conduzido de pequea diUnria, e se
ti de lugar ionginquo ser generosamen-
te gratificado.
Figiram do engenho Novo do Cabo os
dousescravos seguetea.: Manoel, ciioulo,
ca pina e mestre de assuear, baixo, pouca
barba, cabello j bastanln ralo e de 30 an-
uos pouco mais ou menos; e llene.lirio,
crioulo, d 20 unos, boa estatura, nariz
hablante chalo e pea grandes : quem os pe-
gar levo-osao refeiido engenho, que ser
bem lerouipeiisa.iii.
Fugio, no dia primeiro do correnle,
rima muUlinli, de nome Benedicta, de 11
annos pouco mais ou menos, magra, cor
um tanto alva ; levou saia de madapoln
com ha hado em baixo, e camisa com ren-
das nos assenlos j suja : quem a pegar
leve-a si ra da Cadeia do lenle, n 51, pii-
meiro andar, que ser bem recompensado ;
--Fugio, no dia 16 do crranlo, da casa [assim coinose protesta contra queiU aver
do abaixo assignado um moleque de nome occulla.
prximamente, ven de-so larioha de man- cuna al aqui pruduzidas pelu uso dr;sta
diuca de superior qualidade, e por menos estimavel medicina, cou.ludo a experjen-
preco do que em outra qualquer parte: os:Pia diaria aprsenla icsulUdos mais no-
pi eicn.Icoles dirijam-se a bordo do dito lavis.
Ncw-Yoik, 22 de abril de 1848.
Srs A. B. e I). Senda, Julgando ser
um dever para com vosrn e para com o pu-
blico em geral, remelin-vos esle certifica-
do das grandes virtudes ds vossa salsa-par-
rillia, part que oulros que hoje estilo sof-
liendo esiabelcQam melhor a sua confian-
za e lacaiu sem demora uso da vussa medi-
cina.
Vi-me perseguido com urna grande fe-
rida no lornozelo, que se estendia pela ca-
nda cima al ao joellin, laiiQava grande
pnrcilo de nojenta materia, com comichees
que me pnvavam muilus noites do meu des-
canto, e eram nuito penosas desuppoilar.
O Sr. lingo M. Connel, que havia sido
curado com a vossa sal-a-panilha, lerom-
in.'iiiioii- ni.' queeu lizesse uso dclla, e de-
pois de haver lomado cinco garrafas Gq'uri
pe fe i la meiile curado.
Tetiho demorado um aneo mandar-vos
esle cerlilicado, para ronhecercom cerie-
za se a cura era permanente, e lenho agora
a maior salisfacflu em declarar que n.lo le-
nho vislo, nem sentido cousa alguma du-
rante lodo esle lempo, e nrho-nie peifeila-
mente reslabelecido, Son vosso, etc.
Sara/i IU. ntire.
"\ 2jl0, un l ida no v. >
Nesta provincia p nico agente desie ma-
i.'uiilio.-n ipu.edio be Vicente Jos de Brilo.
Igencia de Kdwin llaw.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
monte.- Coinpanhia, acha-se conslantemenle
um grande smlimenlo de ferragens inglezas
liara engenhos de fabricar assuear, bem
como luixas de fe ro coa.lo e balido de dif-
tei. ules lamadlos e modelos, muendas
de dito, lano pura armar em madeira como
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
chinas de vaponle frca de 4 cavallos, alia
picssilo, repartideras, espumaderas, ele.
de ferro eslauhado. Na mesma agencia adia-
se u ni sorlimenlo de pesos para balanzas,
escovins paia navios, ferro om barra, tanto
qua.Irado como redolido, satra para ferrei-
ro e urna pnrilo de tinta verde em latas;
ludo por barato prego.
tm^mmmmimmsmmmmmemmmBmBmm
Jbsurdvos afiteiiios
Joilo, o qual diz a algumas pessoas chamar-
se Constantino, de 19 a 20 annos, altura re-
gular, coipo sceco ; levou carniza branca e
caica de brim trigueiro ja usada ; lom urna
bi li.le no olho dircito, um dente ravnlga-
do em cima do oulro e uina marca em qua-
dio iib | a direila, proveniente de um caus-
tico : roga-se s autoridad, s i ociaes ca-
pil.les de campo que o apprdiendam e le-
ven.-no ra das Trincbeiras, por cima do
ra lorio du Sr. Cuilberine Patricio.
Uvfina Josi l't mandes de Hyiieireilo.
Fugiism de burdo do palacio Aslrea,
edo patacho l)mi-de-Marro, a 13 e 14 de
fevereiro. dous esclavos marinheirns, sen-
do um de nome Joaquim, ci nuil.., o o oulro
de non e Miguel, do naciln Mus, este da e-
quipageni do ultimo patacho, de cor preta,
estatura regular, cheio do corpo, de 30 an-
nos, Com roupa de algodilo usada ; e a.mel-
le da iquipagem do Atina; he alto, bar-
hado por baixo do queixo, bexigoso, cheio
.lo ci-po ; levou calea ecarniza azul, cha-
peo alrochoado e represuula ter 40 anuos.
Ilogs-se aoscapililes de finio, o pede-se
a todas as auturidades polio.es a sua cap-
tura, o rio de .|iie iro.i.ln cenilo-M- OS pro-
prios, quem os appichender, ou delles der
noticias vindicas, e os levar a burdo dos
dilos navios, sei generosamenle grat'fi-
ca.lo pelos Oiestres dos mesmos.
%m ,..,..h -w-m .~.,... .MnH... ,-.-. in.iii jii-.u, u.i^.i'a >i. HmnnwBi OU IH'liis
pceo commodo: no Alurro-da-Boa-Vista,seus consignatarios, Amoriin Iranios, na
venda que foi do Maya, n. 42. (ruada Cadeia do Itecife, n. 30.
Vende-se uii.a preta de nac.lo, de2d] Da casa do abaixo assignado dcsapa-
annos, que cozinlm, coze bem, e com una receu, no da 17 do cm rente, um prelo, de
ciia de 14 n.ezes : o motivo por que se ven- non,o Antonio, de niicilo Angola, que re-
l sediis ao comprador : na ra do Pas- presenta ler a anuos, alio, cheio do corpo,
seio, n 5. I com os pea grussos nos lomozellos e ralla
Ferreira & bastos, com loja na ra da bem desembaracado; levou ralea e carniza
r i mi ii iuj un iii.niui ni munnimiw 11 .ni iniiin- i ._ --------------^-----
Maisciha : cm casa dej. J.Tasso Jnior, na [do. t'.m uina palavra, descobrio-tc o segredo, (Cadeia do llecile, n. 19, leem para vender, brancas ; he bem conhecido por ter sido es-
rua do Am-rim, n. 35. IpaWrfea cura-se. jpor mdicos prerjos, o que lia de bom e uc-. cravo lia tnuitos annos do finado Ger.Ido
Fugiram, na madrugada do dia 19 do
crrenle, dous escravos, sendo um pardo,
de nome Faustino, da 3-2 anuos, estatura
iegular, hoa presenta, pos e m.los peque-
as, cabellos encarapinhados, roslo regu-
lar, bai na na pona do queixo, boa denla-
dura ; levou camisa de hamburgo, siroula
compiida de algodAo com boleos e bonete
de panno; tambrm levou comsigo urna
preta de nome Mara, catalura regular, fu-
la, tost bem feilo, olhoa grande, faltan.-
ibe us denles du frente: ambos fram sur-
railos, leudo esta una cicalnz n.is cosas,
junio as rradegas. O pardo llavera 10 nie-
les que fui pegado no lugar Varjflo, eslan-
lo rugido perto de 3 annos e exisliudo com
escravos de Galilluo Jos ue Aginar-, o qual
o vendeu aoannuuciaiile ; be de presumir
que lei'l.a iiio pala o inesuio couto : ro-
va-su s ai.toi i.la.ies policiaes dessedistric-
to, o inesii.o por onde possam OS ditos pas-
sar, a sua apprebeusSo, e os capilSes de
campo que o levarem a seu senhor, Caspar
da Silva Froes, na ra da ItoJa, n. 17, serSo
bem recompensados.
-- Fugio, na segunda-feira passada, urna
preta de nacao Angola, de non-e talharina,
estatura regular, chela do corpo, uaiiz
chulo, liosos grosus e o hombio esqueido
lev. .ni o lo ; icui mu ni,., ia preta no dedo
mi.un de uiua das nios ; levou vestido de
Chila nzul p panno da Costa ; anda vmideil-
uo Uraujas pelas bandas da Sol laJe e
Magdalena, e costino recolher se a imite
para o pin lo v. Ibo das canoas no ItCC.fe :
quem a trouxer a casa de seu senhor, na
i.a du lia.icbe, sobrado II. 17, recbela
aaalvicaras.
PtBN. : Ni TTP I>E U. I DB PAU. 1860
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ENOOJG7VP_E6YLAN INGEST_TIME 2013-04-24T17:50:48Z PACKAGE AA00011611_06816
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES