Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06812


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Full Text
Anuo XXVI.
Sabbado 16
PARTIDA DO OOHBKlOa.
Goianna c Parahlba, segundas reilas fclra.
Rio-Grande-do-Norte, quintal feira aomeio-
dia.
Cabo, Serlnhacm, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macri, no 1., a II, e '21 de cada mez.
Garanhuna e Bonito, a 8 e 23.
Iioa-Vlsta e Flore, a 13 e 28.
Victoria, as quintal (Vira*.
Olinda, todoa o diai.
irauHiDU.
Pauta D Lni.
Ming. a 3, ail0b.e5Sm.dat.
Nova a 12, i 4 h. e 9 m. da m.
Gesc. a 19, 5 h.e52m.dat.
Chela a2tj, 4 9 h. elin.da rn.
fBHW OS HOJI.
Prlmelra a8liorai 30 minuto da manhaa.
Segunda ai 8 hora 54 ininuioi da tarde.
de Fevereirode 1850.
N. 50.
paioos da iDBoaipgio,
Por tres inezea (adi'aiKadot) 4/000
Poraeiimezea 8/000
Por un anuo 15/000
da da simiii
11 Seg. S. Lzaro. Feriado esle tres dia para os
negocios forense.
12 Tere. .*. Eulalia.
13 Quart. de '.lua. S. Gregorio II papa.
14 l>uint. S. Valentn. Aud. do J. do orf. e do
ni. dal.v.
1 j Seit. S. Fautino. Aud. do J. da 1. v. do clv.
e do do feitoi da fateoda.
18 Sab. S. Porfirio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
v.do criine.
17 Dom. S. Silvio.__________________________
ai
CAMBIO* SU l BIWTlltlBO.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 r. a 60 diai.
. Paris, 318.
0> L0br.,he^anhC"W.'....... MtfOO a 29/000
O"rO-Sorda.deV400ve.ha... 1BI7U0 a MOO
de 64G nova .. Ib/200 a Ibf400
. d 4/000.......... 9/200 a 9/400
/.r.,..-Patac5e.bfflro....... 1/W gg
Pe.o.colu.nnario........ |/*0 a \**f
Dito mexicanos.......... I**00 '**'
MARIO n E"P ERMMBttCQ.
PARTE OFFICIU.
GOVERNO t* PROVINCIA.
linria. querendu provi-
Viento da prssoas indi-
cadas da IV ti if reinante,
ruarlos par se prove-
e pagaren) os facullati
O preildente da p
denrlar mbre o trat.
gente*, que, lendo a
nao teem os meios r
rein de niedicamenl
vos,reolve:
Arligo I.* F.mcada aVua da freguezla desta
cldade eiistlr.emqnaSn durar a epldenva.uin
medico encarregado da vliita o enrermns
indigentes e un botica.io que dever aviar as
recrin dadaaaoi mcsnm.seiiferino.
Art. 2." Sao no.neadojpara se encarrrpareni
da referidas visitas, nsf fregiit'zia de Santo-An-
tonio o Dr. Franrliro AMnaib Vital ileOlivei-
ra, na da Boa-Vista o Dr. Peiro Dnrnellas fes-
coa, na de San-Jos o Dr. Igijacio fiery da Fon-
eca. e na do Kecife n l)r. Krrtcisco Goiicalvc
dr Morar: epara forecerei(os medicamen-
to! o eguinle pluriiiacrulii'.Ws: na primeira
da dita frrgurzia Jaqnl-n\ Jote" Pinto, na
segunda Mmnel F.lias de MouV na terceira
Hartho'oineo Francisco de Solfea c na quarta
Joan Soii in i
Art. 3.* Ai mencionada rece deveraoser
rubricada pelo subdelegado_ d'f. eguezia, ou
pelo inspector de quarteirao qfce pertencer o
eufiTiuo, eierao paga pila lliej>uraria da Ij
zonda com orden, da preideuc
Art. 4.* 0 mencionado Hierro vencerao
a graliflcafOt que Ihes foreinXutterloriiicnte
arbitrada. f
palacio do governo de Perlanibnco, 15 de
feyereiro de 1850. Honorio fermclo Carntiro
Uio.
NTER!
Rl-DK-JAPKIKO.
CMARA DOS SRS. 1 CHUTADOS.
srssi km 33 de jai no os 1850.
Presidencia do Sr. Gabriel 'endet do$ Santos.
OH DEM DO I IA.
DiscussSo do projeeto dircsposla falla
do thnnoi
OSr. Pre Ferreira Peni".
O Sr, Ferreira Penna :NI tenho por ha-
bito, Sr. presidente, tomar ttrte ns gran-
des questes poltica* que M agitam mil
casa; mns na< actuaes circiHislanciat en-
latan que nilo poderia gujidar o silencio
sem faltra deveres milito irriieriosos da po-
scH > em que me'achncollncljn. a resposta
falladn throno versi'.>rinellmeniesolire
os deplorav.is sucressos occojfclos em urna
das oais bellas.das niais ricrfcovinci9 do
impe o,quando a sua admni&cio me es-
lava conviada, surceggos qucBnganguen-
larsm, succeasos que deram MfesulUdo a
subversflo da ordem puhlicalKdispendio
de mnitos cabedaes, e o que ti Sais, a per-
da de miniase muilo p'ecioi ridas ; en-
tendo, poia, Sr. presidente, < m investigar
escrupulosamente as causas todos esses
uccessos he de manifest inl resse publico
[apoUo$\ assim como he do n sJU dever con-
correr para esta invesligaQfl e para o co-
nhecimento da verdmledos fj oscomludo
quanlo esliver da minha panl,
Se fr verdade, Sr. presideBl|i s0 a|guom
chegar a demonstrar que o nisterio de 28
de setembro de 1848, infiel *jkus mais sa-
grados devores, dominado pem niais crimi-
nosa ambicSo uu pelo mais netco espi-
lito de pai lido.concebeu o ml-ni p|no de
provocar a revolta naquella pr*incia do im-
perio para4er occasiflo de es&ger M 8eus
adversarios e de dar o iriumpll, 8 seus amj.
gos polticos; sealguem desaladamente
conseguir provar quo este mlil slM.0 achou
um in.sliumento ajado para i leCuc!lo de
um tal plano na pessoa do pr guarne que
para l mandou ; he juslo que )s rH(,(us se.
i.m conbecidon nilo (6 peh ge ,sfl0 P,-CSBii.
te, como pela posteri.iade; e j11S|0 qe
este ministro c scu delegado s jaill rPg,,on-
gabilisados por laes crimen, qU,0do nilo
possam ser-lhes eflVcliv,imen ajipcadas
as leis p'iiaes, sejam seus noi BS yo'ados a
execradlo publica. Mas, se a.|0 contrario
se mos rr que o ministerio ,PU delegado
lizeram tu lo quanto era himiaj,,,,,,,,^ p0S.
sivel pra que esses deploravj succeasos
n.loti*essem lugr,tamhrmsir| osi0e con.
veniente que a nacao lique c
verdadeira causa da revoll, e
seus males ; e que esta dnloio
anda aos Rrasileiros i na n.lo
(lmenle as palavns daquelle
ii rendo se em defensores excltr
-.iherdade nSo duvidam s.cnlica
interessa gmente a minha dafttl pessoal,
mas a can-a publica, {potados )
Alm disto, lembra-me quo entro aquel-
los que se empenham em provar quo a re-
volia foi provacada pelo governo, alguns
hn que teem lido a triste franqueza de lo-
elarar que a opposicSo est em su direito
quando cnlumnia, porque Ihe he preciso
montir como cincoenta para ser acredidta
como cinco... (Apoiado* )
O Sr. Apritjio l o dsse o Crrelo Mer-
cantil.
O Sr. Ferreira Penna :. .e que preten-
dem que o publico admita como prvida
qualquer aecusacilo que apia'oca em seu<
jornaes, por mais absurda e injusta que ella
seja, se o aecusado n3o Ihe der prnmpta
respo-tn. Asslrn, |>ois, ve a cam.ra que
nilo deixa de ser anda boje necessaria e
conveniente a discussilo dos fados de Per-
nnmbnco, factos que o paiz s tenha delles
suficiente conhecimento.
No annode 1848, lenhoret, vm eti tomar
assenlo,nesta camarj.achaudo-tne exonera-
do da presidencia do l'ara.e aqu colloquei-
me na posicHo que d-sejo sempri oecupar,
equetlTectivamentehaviaocciipado nasses-
s>s anieriores.isto he,a posir;5o de um do-
putado qup,muilo diaposlo a concorre' com
mu voto para as medidas que o inlere-sc
publico reclama, semjre prompto a encar-
regar-se de qualquir trab ilha til, que ros-
si desempenhar, nSo amWolona t'ilavha
gloria que cabe aos que silo influentes, ou
chefes dos parti lospolitico-, ssiin|rnmonfio
deseja carregar com a rcspoosabildide de
seus excessos. Entilo pareceu-me que mui-
tos dos meus collegas, e talve alguns
daquelles mes'i.os que mais violentamente
me teem aecusado pelos successos de Per-
namluico, fiziain jusliga aos meus senti-
menlosemnht conducta,poisqueat lem-
braram a conveniencia de ser eu novamenlo
despachado para urna ou outra p'orificia do
imperio, ao que sempre respond que nilo
desejava continuar na carreira administra-
tiva, comquanlo a julgasse muito honrosa,
porque linlia em rnuita eOnsMoraeBu a res-
onabriidide que Ihe he inicreiile, e os
desgostos que muilas vezes snffie qoem oc-
cuia urna presidencia, anda que animado
seja do mais sincero desejo de cumprir seus
deveres. ... <
Em das de junho, indo eu vigilar o Sr.
senador Paula Soui, enlflo presidente do
conci-lho, com quem n3o linha a honra de
ontreter rel'Qes particulares, mas que
sempre respeite o respeito muito pelas no
bre qoalidades de scu carcter, disse-me
S. Exc que o governo desejava nomear para
Pernambuco um presidente qu,mereccndo-
Ihe intoira confianct, nao dosa^radagse aos
deputados diquella provincia, mas que
achava nial muita didlculdade ; quo al-
gumas pe*Mo"sque pareciam mais idneas
ja S3 haviam escusado; que entre outras
linha eu sido tambem lembrado ; que elle
eslava persuadido de que eu satisfara a
primeira cindicflo, mas que nilo sabia se
poderia salisfazer a segunda. Summamon-
te penhorsdo por osla demonslrac/lo de
coniauca do honrado presidente do conce
opprimindooscidadlos.ahusando do poder,
prostilundo-o, convertendo-o om seu pro-
veito ou em instrumento do seus odios,
vingancas e caprichos. (Mullos apoiado*.)
Se nenhum dos cidadios que tilo rpi-
damente so succederam na administraeflo
de Pernambuco podo salisfazer as vistas
dos deputados, nns mosmas crcumstancias
so acharara os diversos ministerios ( apoia-
dos), para prova disto, lembrarei o seu
coinportamento a respeito do me Joaquim Marcellno de Brito logo depois de
resolvida como clles desejavam a grande
qucstilo da escolha dos senadores ; a res-
peito do ministerio de 8 de marco de 1848,
que al foi aecusado de haver concertado
um plano tenebroso para dar cabo do >ys-
intellgente e nosso verdadeiro amigo,
faz o sacrificio do aceitar o lugar s com
i as vistas nobres de salvar a provincia o
arredar o partido liberal de um precipi-
co certo. Portanto, esperem-no ; con-
(em nellc, o deixem-no governar, que
elle o fai a contento. ( Hilaridadc pro-
longada e varios apartes. )
Trazendo esta caria ao cnnhecimenlo da
cmara, Sr. presidente, eu nilo tenho em
vista discutir de maneira nliiuma asquali-
da les lo Sr. Comes dos Sanios ....
O Sr. Aprlq'o : -- l'ois eu neg que elle
seia moco. (Hitada*.)
OSr. Ferre'ra retina s .... nem a conve-
niencia da sua nonipac.ln para Pernambu-
co naquella noea Desejn, sim, que so no
tema liEnTTsMft^T*^^ a 0Put,3;' praieira cninprehen-
mo ministerio de 3. do' maio. que. pare- di, os deven s e M^Mm Moverno
cendo merecer o scu decidido apoo, tevo comose julgava cora direito a mte.vir Un
deouvr afinalas mais amargas xprohra- directa e immediatimenteina nomoacOo dos
cOes-. (Apnlados.) A homens queso mos- presidentes, como nunca lueram as depu-
travilo l3o intolerantes, oque oppu- taces de muras provincias. ...
nham embaracos a marcha do governo O Sr. Souza Franco-.- 0 nobre dcpot.do
quando dzino que queram apoa-lo, i,n Do esta informa do do que se em pagaado.
erapossivel que satisfizesse a minha no- OSr. lerrcra Penna : -Pulo ,eJ
meaeo, nem cu me senta con, Torcas Pa- certo nao me record le erviato r., r por
ra odesempenho detfio dilficil commissiio. semelhante maneira qoeslfie uOla ordem
E^Sos do junho resolveu-seoSr. antes de estar,.. reslvid,s pelo governo
Costa Mnloa aceitara presidencia de Per- imperial. Tambera d- jo que sele q .o
nambuco eqalfo o juizo da deputacilo ja em 12 de junl.o de 1848 .ecooheoam os
nraieir.a respe lo des.sa escolha!' Ei-lo depotados de Pernambuco que a sua pro-
L, expressado as palavras proferidas vinca se chava era estado en^.cc.emihn-
pcloSr Urbano na sesslo do da 16, era droso.iioo, para salva-la, para arredar o
'esposVa a i discurso do hoiN.....o minia- partido liooral de umprccipioo cerio. era
\k "do in.|.'ro o Sr. Lias de (. albo, em necessar.o um presi lente que merecesse ao
dooSr Cosa Pinto por ulga-lo muito ca- nar. ( Mwt.a apoiados e riotfai.) litr. Dr.
paz d/vil lisa' o'sei pcUncnto, ta op- Comes dos Sa ^^^oi^^ll
nrimindo. tiem perseguindo a partido al-'maerlaelle Uolelnquepolesse saUsra-
Rum "isnd a lodos as garanlias que pela *r eom^leUmenle oadeaejos.aa esperan-
SiluK I es compefera, ele. I N de seos ara.gns? (.re.- que .fcM Ba
. Todava; diz o Sr. Urbano), devo de- dwersos apartes Digo iblo porqu-, lendo
clara o governo que, no estado era que en. vista o f.^>^ %
se ada a nrovincia de Pernambuco, cun- blea provincial do It.o-de-Janeiro a reipel-
: Pre-S lTurta.1 ho o melhor .ystem. lo da revolta. -l-o cr.r ,,ue co locado na
ase-uir e ver sesera conven ente urna presidencia, nao pode, a elle appiovar a
OoXIdadTabaoiuU. Os partidos.na- n.arcl,. aegn.d.. ,^o pa. ,lc! P;-'"-
, quena provincia anda se votan, odio c: m Sr. deputado da um aparte que nilo
PTeeracao tima neulralidade perfoita ouv .nos.
co too orador que l.c aynonvmo .lo OSr. Ferreira Paaat:-Repelirei, pira
. fra e7a?do impotencia rneimo da parte melhor juslilicar .i raioha opioiOo, as uro-
a',. onio prias naUvras do discurso a que me id. o,
" .n li li llotU he hoio guerreado proferido na sessflo de 19 de marco do 1849.
a OSr. PiresUaMOlWno nojo pie eiay unode acabar a guerr. eo.n iSar-iiou-a icu.y..----------.
por ambos os partidos, c se precisar de '"" io,;,V, ,.ir, Tneio NSuaa no- do-so da numeaco do coiiiinaiidanlo das
. um apoo decisivo em qualquer eraer- ffiK'r. S ofnZlarm^. occorreu loRn. como tamben, dsse
OSr. minslro dajostiea, a conveniencia do
ser escolhido o valonte general Seara ; mis
apenas se (loiulerou que a sua presenca
poderia de alguma maneira neulralisar a
minha misso de paz, porque o partido
praielro poda nterprela-la como um pro-
vocara.), por ja haver entre ellos alguma.
indisposicao, desisti o governo deste in-
tento, e iiomeoii commandanle interino o
Sr. coronel Joaquim Jos l.uz do Souza,
Pernambucaiio distlncto pelas suas quall-
dades o alineo i cansa da ordem, contra
presidente doconcelho que nenhum re-
rommen.laeilo linha a fazerao novo presi-
dente, porque no via meio possivel de.me-
Ihorar o assustador estido da provincia,
nem de evilar a crise que Ihe parecia immi-
nente.
Organisndo o ministerio de 29 de setem-
bro, fui eu novamenlo lembrado para a
presidencia do Pernambuco. Nffo obstan-
te seren raUo mal diversas as circuns-
tancias, porque eu no linha do ir servir
sobre a influencia do partido que ate en-
tilo havia dominado na provincia, ani-
da li/. lodo quanto 'eatava da minha par-
te para csc.isar-mc dessa commssoo, pos-
to que fosse para iiiim snbremanera hon-
rosa. Todava, o profundo respeito que
consagro ao governo de S. M. I., o desejo
de corresponder lamanha prova de con-
lianca quu rae r.cabava de dar cada um
dos membros do ministerio, a imp-cs-
Sffo que em meo animo (izera.n as pala-
vras do respoitavel Sr. viscollde do Olin-
da quando dedarou-me que a ronhecda
moderaciio do meu carcter c a certeza de
que eu nao seria capaz de pralicar acto
algum de nersoguicKo ou.levingauc eram
as principies razos da minha nomeajUo,
a eonsideracSo, emlim, de que em laes cr-
cumstancias he dever de todo o cid.ulao
prestar a sua patria os servicos que por
ella so reclamados, determinaram-mo a
aceitar a presidencia. Nenhuma oulrn re-
flexao (iz, Sr. presidente, senao dzer ao
governo que cu parta sem demora, e quu
l'aia quanto estivessn da minha parte para
conesponilcr a confianca quo dcpositava
em inin ; mas qi.p, quando eu conheces-
se que uo era o lioraen. proprio para as
circunstancias, seria o primelro a decla-
ra-lo con. toda a ingenoidade.
A respailo da mudenca de empregados,
lembrei apenas para chefe do polica um
magistrado por n.im muito conhccido,
porque servimos juntos na provincia do
Para, o Sr. desembargado!' Kirm.no Anto-
nio do Souza, magistrado cslrauho a par-
tidos, de un carcter ndependenle ojus-
ticeiro, magistrado que, como ja observoii
o nobre ministro da justica, entendendo
dever dar um voto favoiavel aos proprios
rebeldes de Pernambuco quo o cobnran
de nao merecidas injurias, no hesiten cin
faze-lo, afastando-se aaslm da opiiiio do
lodos os seus collegas da relac.o. Tratan-
: prirrt;CotfhTumn, tms-l >l^> ,** i.
< lula que nHo existe em nenhuma das pro- s--j .,_.._ ,
: as sra'^ t^ij&Si\-7k
prios recursos se o_ governo w Uver ^"X an osatienlado, contra as les,
: aK^JWSttlttT* "f'OSr.U.n.oel /^M. oer ; o qua, da ftSS^;
Destas palavras v-so, Sr presidente apoia lo Q coronel Lemcnha, que, alm do n3o poder
que a deputaci.o de Pernambuco ja entao ^ *B(;i*'n 9 '" '""y j ter a prctcncHo de manlcr-so n um emprc-
eonbanea do honrado presdeme oo conce- que a uepumv. ^ <;........~ j- -.-- rUrot lera pretcncao """ "'" -"
Iho, eu ponderei a S. Exc. com toda a inge- nHo se conlentavacom justica e moderaciluj ,? fiomel ^ Santos i He clarisa.- go depura confianca dopols de randada
..^..J_,_______;..k. ,.m.on.. em tuce' -n se em. eniava com a admiiuslracili) do *T' "ome> ""' J"'"' IS_n,i.; r,i,., o.mii-asi a e.rcumstancia
giros intcrefses da patria a seus
H Incoes pessoaes. ( Muilos api
I.(Oes pessoaes
bem!
Sr. presidente, os sorcessos d
de Pernambuco, desde o dia da r
at schegads do meu success
da diversos documentes oflicae
se essencalmento descriptos n.
com que cu Ihe fiz entrega da a
cao, tambera irapresso no Join
inercia C.eio que de 19 de jane.,
mas, nao obst-ute essa verdica,
quennoidedeixardeserconlir
te.steii.unho de todas as prssoas qut
cafamos fados, os adversarios do _
no. os idvcrsanos da ordem {mullos a,
dos), os apologistas da revolta contra
al hoja s ...verter esses mesmos fac*u
uraa maneira incrvel, porque enten
que ihso conven, a seus bus : vendo-
poiS, na nocessidade de entrar na exp.li|.
So ue mullos delles. lerei l.lvez de lornf..
iadamci
mas espero que a cmara
para comigo, porque essa discus.ao uao
Uiecen io a
tutores de
licflo sirva
harem fa-
quelarvo-
fvog i* l-
os mas ra-
dios lam-
ido! ; \uito
propicia
inha|isse
t, i un ., mi
e acjim-
relri o
Imiulra-
IdoitM-
de li ;
Xpojjj,,,
lo
,11-
nuidade que a minha nomeac,5o em taes
circuuistancag seria muilo desacertad,
que so ella houvesse de realisir-se eu faria
ludo quanto era minhas frgas coub.sse
para corresponder as vistas do governo,
hias que n3o poda ter espranos alguma
de agradar ao partido praieiro.
N3o havia, senhores, da mioha parte,
motivo ilKum do indisposicilo pessoal a
respeito dos deputados de Pernambuco ;
ante eu eotretinha com algum delles e
pnncipalmeule com o Sr. Urbano, aquellas
boas relaces que ordinariamente si dao
entre pessoas que talen parte de urna mes-
ma corporaeflo ; nunca lomei paite nsca-
lorosas discussoes que nesla caga ge gusci-
laram a respeilo dos negocios daquclla
provincia ; mas tendo-me adiado por di-
versas vezes no rtecife, e observado mais de
porto os factos. eu nSo poda app.ovar a
direccao que os deputados davain ao go-
verno. Digo direccilo, porque no lemuo
da inlluencia dos praieiros era es-e partido
ou a sua dcpul-Qo que governava a pro-
vincia 1 muttos upoiados ) ; tendo desgraca-
damenle por base da sua poltica a intole-
rancia, e por um dos seus pr.ncipaes obj-c-
los ou de suas principaes necessidades, de-
primir a desconceituar a melos Peruam-
bucanos dislincios e lesieit-Vris par sua
posic'o e servicus pi-ra dar inlluencia e
preponderancia a homens que ceriamente
a nao merecan). ( Mvitoi apoiados : muito
bem.)
Eu tambem observava que os Srs. Joa-
quim Marcellno de Bnto e Thomaz Xavier,
que alli servirn, antes do Sr. Chichorro.nao
tnliam podido salisfazer a deputaeflo per-
nambucana, .pozar de seren nouieauos
por um ministerio que ella devia apoiar
com toda a sncuridade do seu enihus.asmo
( apotadr.s ), c quo depois do Sr. Chichorro
tambem nao houve presidente ou vicepre-
sidente algum que Iho agradasse, a come-
car do Sr. Souza Teixeica, que do amigo
quo en passou a ser considerado como um
monstro ( apoiados ), logo quo et.tendcu,
como declarou com teda a franqueza no
lelatorio apresentando ao Sr. Pires da Mole-
ta, que, para estancar o sangue o lagrimas
que se verlam em Pernambuco, para sa-
lisfazer as justas queixas de tantas familias
lanzadas na miseria, para promover emlim
a conciliacOo e undadu dos Pemambuca-
nos por bem da monarchia, era indispen
nito secontentava coma adminslraglo do,
zsvtJss ss r.t|^yS5--Mi.--i
em ludo e por tudo os planos de um par- ouvunos.
ti,!,, ,. 0 Sr. Gomes dos Santos : Tive a des-
Vozes : Quera um Chichorro. grac< de nao me ler feilo entender pelo no
O Sr. Ferreira Penna : --..-. quando ella bre deputado. Eu dsse quo nilo se poda
raesma rcconhccia e contessava quo os justilicr a revolia, porque leve lunar antes
odise os .ancores dos partidos tnliam de. se ter rolo o paci lundamcnll, porque
restavain aluda mu i los recursos legaes,
porque a imprensa eslava livra e os Inhu-
mes abe-tos ; mus, se a revolla, repilo an-
da ; ( e muilo estimo que o Sr baite me
ache bem claro ) mas, se a revolta tive>se
tido lugar boj*, que lodos os recursos le-
gaes sflo negados aos Periiambucanos, boje
que nfio ha imprenta livre, nem Inbuuaos
que prot-jamo cida.liio, boje que nSo lia
nessa provincia seguranca individual, nem
levado as cousas a ponto de achar-se a pro-
vincia ameacadu de grande perlurbaQo na
ordem publica. Moslrou-se, pois, descon-
tente cora a nomeaeo do Sr. Costa Pinto,
porque nilo Ihe parecia idequada as cir-
cninslancias, o porque j havia concebido
a bem fundada esperanga de ver nomeadn
oulro presidente, o Sr Dr. Thomaz Comes
dos Santos.. .
O Sr. 1). Manoel'. -- Oh lucaa* |hwiii*..w 0.-..^.. ~.t ...
O Sr Ferreira Peona: .... como consta jiber.wde, boje que a provincia ralo.ra esis
de una carta dirigida para Pernambuco em jiiegalmente em eslado de sitio, no sei,
..-.i.. ;....i, nn um .los denoladns. ouelraniln nilo sei uual lena sido a mulla opi-
ii unin v'i.m .o-----i-------
12 de junho por um dos deputados, que
corre iinpressa, o aqu aprsenlo. Nella se
dzia que o Sr. Dr. Comes dos Sanios esla-
va no caso de salisfazer as necessidades da
provincia, e que o partido deva de.xa-lo
governar, o que bem raostra os principios
quooniao vogavSo, islo e, que se julgava
necessaria a licenca do partido para que o
presidente cuinprisseos seus deveres. [ H-
luridade.)
O Sr. Apriglo : Est direito !
OSr. Ferrara Penna: Nao duvidaroi
ler a propria carta para que a cmara medi-
te as suas expressOes, visto quo j so acha
impressa.
Vario Senhores : Lea, lea.
O orador passa a ler o seguinte trecho da
carta
a Meu amigo. Quizera deixa-lo para o
ultimo a quem escrevesse, para poder ser
a mais extenso ; porm, como amanl.a
vou para fra dislrahir um pouco, e al
esla hora( onzo da noile J ainda no es-
< l resolvida a quesillo do presidente que
lhes queremos mandar ( hilaridad), e
que ten. soffrido sua opposiclo, mas que
a temos vencido, adianlo-ine em dingir-
. Iho estas lnhas- Se nilo fr ueste va/.or,
a ganiri logo depois o Dr. Thomaz Comes
dos Santos como presidente dessa pro-
viuca, pois o candidato que temos
aprcsenlado, o em cuja candidatura in-
sistimos ; e destruidas as difliculdades
repito, nilo sei q.ial tena sido a minha opi-
niilo sobre i justica dessa revolta.
V se, pois, claramente, Sr. presidente,
que o Sr. Dr. Comes dos Santos duvidava
daopiniioquet-Tia sobre a revolta se os
aclos que o presidente de Pernambuco pra-
ticou para suffoca-l, e que e.le qualilicou
Oealtentados contra a ronsliluicao, livos-
seni existido lotes do apparecioienU da
mesma revolt, hito he, se a presidencia de
Pernambuco estivesse convia la a algum
louco que lzesse marchar a (orea publicc
contra grupos armados que nSoexislissein
era parte alguma, que lzesse prender como
rebeldes a homens que se achasserfl mu
tranquillos en. suas casas, que aulorisasse
emlim o cmbale de ? de levoiero antes de
ser a cid-de do Itecife atacada por pessoa
alguma, etc., etc., ele.; mas, como nada
oslo acnlecou.nen. era possivel que acn-
lec.sse, nflj pie o Sr. Comes dos Sanios
appiova. a revolla que Iho parece injusliu-
cavcl. Pensando elle assim, digo eu, devo
crer que, se houvesse aceitado a presiden-
cia nao seria talvez mais feliz com a iiepu-
t-c'ilo praieira do quo o fran. oul.os, por-
que neeessanauiule leria de reprovar a
marcha do partido que levou a provincia a
lao critico estado.
A' vista da maneira por que (oi recebla
pa depuiac,...) praieira a uumear;So do Sr.
Costa Pinto, rasOo linha o ministerio de 31
de niaio para crer que ainda nao oslavaiu
nue anoarcerain, ..lo c mais Halo tuv.-I vencidas as dilliculdaoes da qu.stfio, apezar
un.,:........-------'"" "<- nos por uciii ~...v...-, .- -------r h >y omeado. Presumo uuc I de achar-se animado do sincero desejo de
m deniasiadamenle minucioso e proiil. I gavel a destitu.co de mullos empregados dM'deuucMuonvneaao.^ ^ __ f ..- i.
------------ geja indlgele corrompidos ou prevaricadores que provo-l. ellesaliarai
i1i.ii..-iiiniiii .....,, .m mu ,iHKiiiandiis a suerra civil.I ca. Moco
rao lioiiieaao. i-iosiiiiiu quu ,uo ..-" .......----------------------,-
iia as necessidades da provm-1 acedar, e islo mesmo foi conlirmado pela
cars^^
polil?ca, linha contra si a circumstancia do
ser reformado, circunstancia que tornava
menos regular a sua nomeacito.
Nomcado no dia 2 de ouluhro para par-
tir no dia 6, ItOtive mais tempo devir
cmara, nao live necasiao de encontrar um
s dos deputados de Pernambuco, nao lhes
dirig nma s palavra; mas un. delles, o
Sr. Urbano, t
nasessodeS dooutul.ro, expiunio-so da
maneira seguinte: ( Li. )
Foi nonieado para a provincia de.
Pernambuco o Sr. Penna. En respeito mui-
lo o Sr. Peona, mas devo dzer que presu-
mo a sua adtmnistraeao hostil.
o O Sr. l'ereira da Silva : Ja ?
O Sr. Apriaio : He a maor injustica
nue se Iho podo fazer.
.. O Sr. Irbaiw. lm delegado do mi-
nisterio aclual ..Ho podo dcixar de ser-nos
hostil O Sr. Penna de certo n;.o ha do
trahir o ministerio quo o nomeou; o mi-
nisterio nfio ha de dcixar de l.ost.l.sar o
o partido liberal da provincia de Pernam-
buco, ministerio cujo presidente ho o Sr.
visconde de Olinda, que na tribuna do se-
nado levou o scu espirito de partido a pon-
to de aconselhar una nsurreic,ao. 0 Sr.
visconde de Olinda dsse que os Pernam-
bucanos devam resistir ao mniglero para
melhor servir ao Imperador. .
Os Srs. Nunes Machado e Jos ae Assis :
Resistir ao rei para melhor servir no roi.
a OSr. Urbano: NHo sei como se servo
melhor o rei resistindo ao mesmo rei. To-
da a resistencia nilo sendo legal he um cri-
me, urna rebclliao.
O Sr. Apriaio: Apoiado.
.OSr. Wvmo: Elle aconselhava a
resistencia para inell.or servir aorei, e por
consequonca aconselhava a insurreicflo.
So elle leva o seu espirito de partido ao
ponto de querer a sua provincia coi.flagra-
da, oque posso cu esperar do seu delega-
do? Como cu nilo posso Iludir os meus
constiluintes, declaro com mu.la franque-
za ao partido que reprsenlo que o Sr Pen-
na be um presidente hostil. ( Apoiados t
no apoiados. )
Com que vistas poderia o ministerio
actual ter aceitado a m.ssilo de governar o
paz? Os homens que sustenlam una po-
ltica opposta, tendo convicc.no de seus
principios, nSo se pdera contentar com
um gabinete quo v viver entre dous par-
tidos; por consequencia o ministerio ou
ha de seguir a poltica opposta, e neste caso
MUTILADO


v i i- n-r
tora de dissolver a cama, ou Im de mudar
le pnlitica, e so mudar do polilla pcrde
o apoin desse partido a quem ello tem per-
toncido; o se se ligar a essa pnlitica exclu-
siva, o que espera o ministerio? Nos esta-
mos ua poca em que os pnvos pelas ar-
mas eslfio conquistando as libcrdades pu-
blicas.
Se o Sr Urbano se limitase a declarar que
n.lo pmlia ver do delegado do gallineto de
. > il.' s, 11 Iu i ii ni :ii i i i ii> do p,n li lo prai -
eiro, um presidente capaz de favorecer
animar suas pri enefles polticas, (cria dito
una cnusa muitu ordinaria, leria frito jus-
tic os sentimcntoa desse presiJcute, de
quem certampiile se n;ln poda esperar qiif
fosse infiel ao sru dever illudinilo a con-
li tica do ministerio que o non cara [apoia-
'/'.- .- mas rilo fui milito mais longo, e
int' rfivt.-.ndo nimio malas palavras profe-
ridas pelo viaconde de Olinda [apoiadat), co-
mo seso odesse amnis imputar a.um ho-
niem collocado em tilo elevada posicfln
aploados) e tilo conlenlo no paiz oilesig-
nio de piovoear urna revolla na su pruvin-
ca uu ern qilihjuer oulra parte do imperio,
quiz le pioposito preveniru partido pra-
eiro para que rerehesse como inimig > o de-
legado do novo minisierio, que anas nflo
liavia pratica lo um s acto que pndesse u-
lorisar srmelli.iiiln prevrncao. {.punidas.'
Um lal proredimento nflo poda ilcixard-.
sorprender as pessoaa mais despreveni Jas e
itnparciecS, mas i-lle esuva de accor lo coro
os sonlimentas ja anteriormente manifesta-
dos nesla casa pelo n esino Sr. Urbano.
Apuiadot.) Parece-oie quo milita gen'.e se
recordar! de que elle nos dizia que esses
programlas de juslica, concilnco elote*
rancia n.lo passavam de banalida les ; que o
i -:, que cstivisse dcima clevia domi-
nar com lelamente, e excluir ou esmsgsr
< s seos adversarios.
O Sr. Soma Franco : -- He o que agora
se faz.
O Sr. Sabuco l'az-se aquel les que estilo
com ns armas na mfio. [Ha varios upara..
O Sr. presidente :All ncilo.
O Sr. Ferrol'a l'cnna Slas, senhores,
se as expreeso do Sr. depulado de Pernatn-
buco, que lenlio reproilnznlo, envolviam
gravisslma injuslica contra anilinas in-
teiices, contra as IntentjOes di governo
que me liana nomeailo, nesse mesmo dis-
acurso quiz ello dar-nos urna consnlacflo ;
mo fui smenle o ministerio de 9 de se-
tembro o aci-us'iio ; o prnprio presidente
do ministerio do 31 de inaio, o Sr. Paula
Sou/a, leve tambero de ouvir da bocea do
Sr. diputado as eXprrssOcsque pastoalri
< Eu quitara, diste o Sr. Urbano, que o
iinbre ix-iresi lente do consolbo ouqusl-
quer dos rx-minialros livesso assento na c-
mara, porque eu quera exigir delio urna
jtilifica^'! peanle o paiz, pirante o parti-
do liberal que o a. oion, desse de*fei|ln
miscravel e insto que imita ti Jo o niuisti-
rlo.
plvora, bala, e muita bala. (IHovimento.)
Ora, lendo-se verificado a minha viage*'
e iiossb como acabo de referir, como foi olla
entretanto de c'te que sedizorgo genuino do partido
11 hora I?
Muita gente anda llavera qnr se record des
* famoso artigo ,1o fiirr^-M'rra>ili7, em qu
-en. redactores apresentaram como prova di
fila pe v i-i -id ule dos ministros a historia do
neii embarque no vapor 1'ernambHcan* tina da
barra iln Ulode-Janeiro, para Ir directamente
a l'ernambuco, c all ebegar primeiro do'que o
vapor da carreira, que levava os deputados
mas pai ece-me cnnvcuiciite repetir de novo as
uaspalavras. IU).
Cuniprc declarar que fin ama solemne reu-
nan de senadores c depiilados tiesta rrle. se
r .1 va o na n i ni i-m i-ii n- l'a/.er nppn.ieau ao ac-
tual ministerio pelos iiieioa legae.s, e inulto eje-
prcssanieute se ajnslou a exelusao dos nirios
uaterlies-, os diputados que iam em coMipa-
nbia no Sr. Peana assisliraiu a essa rcuiiiiio, e
se comprometteram por essa Indi i de conduc-
ta : de ludo isto temos certeza de que o intus-
leiin rsl.i per le i.nni ule instruido: se, pols.
tresse elle o desejo ilnccro de evitar o que
chaina explosor! do frenes! prairiro, longc de
retardar a viagem dos deputados do norte, dc-
vi.i accelera-la : erain garantas de ordem. con-
celhelros de pa que haviam de rmpregar o
seu prestigio c inllnencia para acalmar a irri-
taeao do partido nacional, e chama-lo pacien-
cia c retignacao. Isto, portan, nao furia coma
i perversidade dos dominadores; cumpria-ltics
provocar um pretexto paraelleituar desorpic-
la e emboscada a conquista da provincia ; cis
o cslragcuia a que recorrem, nico que nos
lenibra para explicar case burlesco manejo
(liega o vapor a l'ernambuco com o Sr. Peana,
tropa, armas, luuuifdet, diulieiro, etc.; nao le-
va um depulado, um passngciro, un jornal,
nina caria : vio InstruccOei secretas aus dig-
nos correligionarios, e de coiiformidade a ellas
derramaram-se pela popul.ico as mais estre-
pitosas noticias. Subi o partido siquarema
ao poilr.... fotdissolvida a cmara dos depu-
ladus.,.. lu .mi presos c deportados varios se-
nadores c deputados ... oslo suspensas as gi-
ranli.is individuara llis provincias, e vai-se
proceder numerosas prisoes, ao mais extenso
c fcioz recrulaiiiento.... O efleilo elelrico des-
se plano tenebroso quem o puder calcular?
ontain que a populacJo, levada ao ultimo
grao de desesperaeo, ludo acreditando pela
ausencia incxplicavel de todos os deputados,
pila falta de cartas e quaesquer lufortnacdes,
pror lUipe em algiiin excesso, e qualquer mo
(ini subre o puvo Ibes basta i caliein com a.i
anas duas mil bajouetas, procedem inatanca,
euiutlino as prisdes e pre>igangas com todos os
liomens proiiuiiciidos do partido nacional,
lerram as olasSCI baixas' com o mais atro re-
crulaiiiento, e el* realUad.t a conquista da pro-
vincia pelo nico ineio que Ibes poderapro-
rcilar K--e plano lie linrribilissimo; vos se
o ctinccbestes salnstes das cavernas do infer-
no, c uellas devela ser precipitados!! Dcos de
misericordia, salvai-nus! u
Sr. presidente, l vi-la di'tao descomedida
liiigoagem, de tiin revoltantes calumnias, de
tu nianifestu desejo de perturbar toda c qual-
quer tentativa d concillaran, eu julguei que a
mais cabal resposia consista em f.uer lians-
crever nos jornaes de Periiaiubuco esic artigo,
o mais propro para mostrar aos Pi'rnambuca-
Eu pedira conlas ao nobre ex-presi- uo* al quepvmo menta a opposicao.
O .Ve. Ajiiigiu: Is'.o lie um dos dogmas da
denle! dOCOnselho, das circuinst.iiiriws m-
volvidas nesie faci qun parecem autorisai
susprltaa de poifl lia. Entrar para um gabi-
nete quesuccedeu aoutroqnc tinba silo
drrrnlaJopela Cmara dos deputados, de-
clarar que aeeiUvaa idlica do vulu d
grifas, pessari m-se quat'o mcz-s.-eni rea>
Usar ti- iiliiini dos c.impr.iirii.-sos dovolod
grabas, e n<> flm da sessfio, uepoia da cma-
ra i nceiradi de faci, depnis de no podei
0 paiz ollieial pionunciar-se tubre a nova
orgnnisrcilo, entregar o poder aosoossu
advisaro<,tie realmi ule um facto de quen
n ii isleiio pi.-sulo lemObiigaofto r-stricia
di'jusli(ic.ir-.se. (-ip-iiuiloi Eu nfloformti
hypuihcses. nloaimilln os f otos que s>
eprcseniam como justilieativos deesa mu-
o nca ; e se laes lucios existe.n, eu quiz ra
que os nnbresex-miiiistrns, ara se jnsti-
lica>em, os ibclaia-seiii |.i r.iule o paiz.
O Sr. Aprijio -o Sr. Sou/a Franco an-
da ouvio pe or s.
O Sr Ferrelra Penna :Portanto, no ad
nlN que eu fnsse ohjecto do inju-lns ecu-
aarOes do Sr. U'bauo, quando elle liatuu
desi i nunnia, aiguioiu .t delperfldia, o
bonrado presidente do concelho o a ludo
esse minihteiio que tiuln merecido o seu
apnio.
O Sr. I), tlaivcl:AinanliHa ou boje lia-
veu os de OtivirasjusliOcarOea doSr. Bouza
Franco, slleos quiz r. Estni com tanto
drarju '.UHariiade e aparta.)
O Sr. presidente :- Alleiicao.
O Sr. Ferreira l'enna :Apenas divulgada
a minba nOm*ecftfl, Sr pie-iiicnt, eu ti-
ve mais o ensillo de observar que era01 ge-
raes m appielien-fies a respeito dealgum
rompimenio na provincia de Pernambuco
rcspeoin lo-me nesta crt de allomas pes-
soas que oecupam elevada nosifBo na 'Oeie-
dade, e queesiavam habilitadas para julgar
la inarrlia dos Conleciineiilus. umidellas
di/ii-m que no poda serenis ardua e
arriscada i n inlia Commiasfin ; nutra tiulia
por.infallivel o rompinfnio, outia final -
mente repela a iicsina consa, eaccreicen-
Uva que, conuni tiendo o governo o erro de
no Uis-olver lugo a ciniar, teamos de
ver os deputados n Insta da rcvolta por Cun-
ta rem com a sua immiiuidade. Cbegamio
u Babia, e indo asistir na casa da Cantara a
pobte do Sr Goncalves Mal lilis, ouvi que
algumas pessoas deaejavam ver me para
conliecerem pessoaliiientc c victima que ia
1 ara l'ernamtiuco ; e em Macei, quando
eu trutava dcembaicar para seguir viagem,
lan.bm i ouve quem se admirasse deter
eu tanta pressa pata ir la I vez assislir a um
massarre .'!! Si\o obstante todas estas m-
zes i lustras, segui o meu destino mudo
animado ca esperanca decumprir 8 com-
msafio que n.c era cnulisua, porque me pa
recia que a quereiem os praieiros goza>
realmenii! os loros de partido poltico, e
Mil rui-se as ci.iiilieocs doeystema repre-
sentativo, dcs'sliiiaai infaliivelmente de
quaesquer tentativas illegacs logo que co-
nbecesscm as vcrdudeirus inleni.es do go-
verno. CommgO eli.b-ireaia ii un mesillo
vapor mullos depntcdos do noile, e entre
elhsosSrs. I'eixolo de Iluto, Vitalia lava-
res e Arruda ; o rliegaudu no dia IS de
oulubro ao llecife, onde ain Ja no liavia no-
ticia da um langa do minisleuo, I .tuei pus-
sea 17 com toJaa s furiDalidades do es-
Ivio. seni que occi.rresso circumsta'ncii
algoma nolavel, ililo ser o desguato que
me de mivii dizer que um dos meus com
paiilieiios de viagem, encuiilando no acto
do escn baique um amigo que lite pergun-
tava pelas noviddes na corte, responde-
r :A noviditc que lia bo quo ludo est
poliic.i d. lies.'
U Sr Firitira Penna : No dia da rululu pos
se publicuu o Diario .Yuro o seguinte artigo
(*}.
i Acaba de cliegar o vapor lmptratrii,-\a Rio
de-Janeiro, tr.izendo as mais traosceodeuie-
notieias jn lia miiitos anuos nos vceui A\ cor-
te. Il.iuve conijileta sobversao no governr -
ua pnlilica do Uiasil, e esta mudanca eapitil
fez-sedo dia para a noile, sorprendeudo at os
propiios saqnaicinas. Oiul sei o desfeebo
leste aconleciiiienti) imprevi-to. que lauta i ti
lluencia pode ter sobre os destinos de nossa
patria ? Ningueiu o poder rtiaer por ora. mas
todos scniem que o lutiiroest prenlie de gra-
ves successas. Dos se leiubr: de mis Para a
oossa provincia lioiive lugo lima mudan;:! ge-
ral, viudo para presidente delta o Kxm. .Sr
comineudador llc.cnl in l'cir. i'.i Pemil, etc.
etc.
O vapor l'araeme sabio de Peina nbue.i no da
inimediato ao de minha po-se; uto b.via acon-
tecido Uovldade algUllia digna de referir-se;
mas os reilaetores do Cumia Mercantil aprovel-
l.ir.iin a (llegada desse vapor ao Itio-de -Jauei
ro para publicar o artigo segiuule, que nao
ti ni ii i-i de aualysar porque a sua simples lei-
lura me di-peusa de-se tiabalho.
ii O ujcsiiio vapor do uorle tiouxe-nos noti-
cia da chegada e poste do novo presdeme de
Peiuambiico. A noticia di brusea mndinca
da poltica causn all, como era de esperar, a
mais giave sensacao de soiprexa e desguato. A
cidade do Recite eslava convertida em um vas-
to acampamento peito de cinco mil lionieui
de tropa de liana e niuitos vasos de guerra l
est.ivam para testemuiibar ao novo presidente
as mais lince ras dcmoiisiraccs de regosijn pu.
tilico, c dar a mais decidida prova da plena
coiilianca que tecm os dominadores no apoto
franco c espontaneo do p.jvo peruaubiic.ino.
a O susto e aiiiiiiadvers.io publica erain ex-
tremos, e uiugucm pu le assegurar a sorte do
futuro. A presenca desse poder olossal de
repressao levava a irritaco da popularan ao
desespero, e lo los se perguntavam com indig-
naran : He a conquisti da provincia? Ha
aqu algunia revolla' t)u aomos alguoi paiz
luiuilgu para serums ai.iin invadidos^ A corte,
que ftssiui nos iusuita c trata to liuirivel.nen-
ie, ter-uos liaem coma dos Irlamlecesii i lira-
sil? Has nao meditaoi em una grande dille-
renca que temos feniamliiicanos desse povo,
c be que mi nos nutrimos de batatas.
Alguos das depois da uiiulia poasc aproen,
tou-uie o met antecessor o relatorio do estado
dos negocios pblicos, reeoinuieudado pelo
aviso de II de marro de 4K; e essa peca, que
coi re impressa, conten trecliusque jiilgocuu-
veniente ler ago'.a, poique tein de servir de
bise a algumas de inhibas rellexoes. (l..)
... tslranbo ao pait, srui conliecimento
d s liomeii.s e das colisas, eutc'udi que devia
observar c rrconlicccr a minba posi^ao, e por
isso pu ir o pressuroso em pralicar actos que
jiodi >si ni olleuder como que deliberadaiuenle
os iuteresses dos mesiuos partidos, os fui dis-
pon.lo para aceitar o meii programla admi-
uialraliuo, baseado ua observancia religiosa
da consiilulcao c das Icis, na iiuparcialidade c
luodeacao para com lodos.
a |lm dos partidos que liavia concebido
experaucas exageradas, leve do voltar ao
toneno da rcalidade, e no seachava mal
collocado ; o outro, a quem no li/ um s
favur, paieccu coiiientar-sc coii osrigidos
principios de juslica, de sin le <|..i- por sua
Conducta levou-me a fazer delle utua iJei<
vatilajosa. Esta silu. gHo nilo poda dcixar
de produzir us melliures esuliados pelo
que pertence ordein publica, e lalvcz que
os mesmos pailidos anda veubatn a reco-
nbecer que se bu louvavel su-lunlar com
lineo oseen* principios polticos, procu-
rando sempie i) ti iumi.lio dilles, licta>n-
be.n indispenaavel'pura uliter esse liin se-
guir smenle .s va legars, faZendo Hit- r-
vir em seus c-fuicos a probidade ea hon-
ra ...
... Por essa occasifio (a de marcar dia
perdido, e que o jiosao utiico recurso bel par a elevos uiuuicipaeaj dirig uiua
tw
circular aos funecionarios Dublicns, Tazan-
do Utos senlir o dovor qtfc ihes incumbe de
"similar a lilierdade do voto, para que n
triumplio seja legitimo ese manifest por
anuello parli lo que liver verdaderamente
a msioria. E para mostrar que mo tencio-
nava fazer urna cousa dizendo nulru, como
teem pralicalo algumas administrarles,
i'srrupulisoi, depois de marca lo o dia da
eleicn, em demiltir a nomear empregados
de polica, reservando-me pira considerar
em occasillo opportuna as ropresentacflrs e
prnpostss que se me faziam acerca de laes
ubjeclos.
Se o vo'o he livre, e se o povo nlo pre-
cisa da luidla da autoridade para o emittir.
ser talvez conveniente, mas nunca justo,
que se nomeem empregados com olim apa-
rente de mainr cumplimento de deveres,
quando na realidade o que om casos laes or-
dinariamente se pretende he que elles a li-
se m da sua posiefloexercendo no animo dos
votantes por tfio varios motivos que seof-
f;recem urna influencia criminosa epouco
leal. .
c Acham-se na provincia, e a maior par-
te em sua capital, mais de dous mil liomens
de uVca de lena ornar e de polica, como
se poder ver dos mappas que existem na
secretaria. Faco o melhor conceito dos
nfflciaes, epersuaio-me que atropa tcm
disciplina, eest pcrleilamente no caso de
cooperar, quanlosiqa preciso, para a ma-
iiiiti'iiean da s- giir.inea e tranquillidade pu-
blica, quanln mais qHO nSo descubro mo-
linos que indiiz.'io a sus.ieil ir quo alguem
haja que intente perturbar a ordein e a paz
de que goza a provincia : ha j dous mezes
a esta parle qiic nein sequer lenho appre-
hcnsO.'s a este reapetto.
.-.. Enlrego a V. Ex. a administ'a-
e'i da provincia estando ella em perfeita
paz : este facto me he sohremaneira lison-
griro, se se quer ter em considerarlo as
i .'prehensiles qiM sua situacflo ha Imstantes
mezes tem causadu ao governo imperial e
capital do imperio
Os successos de Paje de llores silo
tristes consequencias de acontecmentos
ant-ripres minha administraco.
He certo, Sr. presideule, que quando lo-
iiii-1 i'iint > da adininistraQilo da provincia de
l'einambuco poJia-so dizer que ella se
achara tranquilla, como geralmenle se
costuma a'lirmar do qualquer oulra em-
qu nlo ii3o apparece em campo urna revol-
la formal, oipquanlo mo lia partiJns ou
grupos que 'lalam pelas armas; e eu l'.i-
1,0 a devida ^.sti(a ao meu antecessor, a-
cieditan lu que elle npplicou lodo o seu
desvelo na msnutencfio da tranquillidade
publica; mas ncm por isso deixa de ser
exacto que muitas causas concorriain para
o receio que feralmente se tinha.de alguma
desordem mais ou menos prxima.
As impresses causadas pelos trislcs suc-
cessos de 2fi e-27 dojunlio mal se i:1o apa-
gando, quando foram novamente avivadas
pelas noticias, posto quo exageradas, dos
que tiesta corle occorreram a 7 de setcm-
nro; e a lingoaguin de cortos jornaes, de
proposito publicados para concitar os odios
e as paixOcs das classes menos pensantes
contra os nascidos em Portugal, nilo dei-
xavam de produzir um efleito funesto, cau-
sando continuados sustos, no s a estes,
mas a muitos llrasileiros pacficos.
As eleicSos municipaes, que nilo se hn-
viam feito a 7 de selembro, em razfio de
muitas irregularidades da (|iiali(ica(iio, ti-
iiliini sido adiadas pelo mcu antecessor
pura 19 do novembro, o que deu causa a
alguma dscussfto nesla casa, em qne eu
tambem toinei parte; c quanto mais se
approximava aquello dia, mais se dimi-
ntiiam as cspe'ancas de que se concluissem
pacifica mente, Htenlas as disposicucs que
faziam os partidos para enlrarem nessa
lula.
O estado de seguranza individual nilo se
poda dizer satisfactorio em alguna distre-
los, onde as autoidudes locaes, porfraque-
za ou connivencia nao repriman! na for-
ma devida os malfeitorcs, e alm de varios
casos, que Silo mui frequenles nos distric-
los menos cultos de qualquer provincia,
alguns tinham occorrido ltimamente de
n,dureza bem grave, como, porexemplo,
os de Paje de Flores, a quualludio o meu
antecessor em seu relatorio, equo consis-
tirn! em urna serie de assassnatos, cou-
tros attonlados cominctlidos por bandos
de home.ns armados, sAb a influencia ou
proteceo do celebre Nogueira Paz, tilo elo-
giado em alguns jornaes da actual opposi-
1,'iln praieira.. .
O Sr. Aprlglo : R he milito 'digno della.
O Sr. Ferreira l'cnna : .... desse bomem
que be acensado dos actos mais ferozes, e
s proprios du um tigre, como se pode ver
de diversas exposices o documentos ofli-
ciaes que correm impressos; desse huniem
de quem -t; diz que lem mandado pendu-
ra r algumas do suas victimas pelos artelhos
para seren sangradas, c arrancar-lhcs os
olhos estando anda vivas !
O.it o divnelo que causou-me desde logo
algum cuidado foi o da cidade de Olinda,
ondo se deu o extraordinario facto de ve-
rem-se os estudanlcs da academia vendos,
perseguidos e ameados por meia duzia de
espoletas ou cafagesles protegidos pelas
amo:', dides puliciaes, e pal ticiilarn' lite
pelo subdelegado Jmlo Paulo Ferreira,
\{apoiad-,i) por esse homem 19o estimado
pela oppnsieo, que foi o primeiro a mar-
char para o ponto de reunido dos revollo-
sosos, a testa de um halalliilo de guardas
nacionaes, cujo commaiido Ihe eslava con-
liado (Apuiados.) A audacia dos Ues cafa-
gesles sempre impunes chegou ao ponto de
um dilles, dj nomo Jo.lo Siuli, lanzar inflo
de urna faca do pona dentro mesmo da aca-
demia para acommelter os eslulanle, al-
guns nos quaes foi .un depuis npudrejados e
maltraa Iu,, ciirreudo al pe igu de Vida.
(jteeMHtesv)
Vma vo*:L'm dos esludinles levou um
Uro.
O Sr. Ftrr*ira Penna :Em laes circums-
LaneiaS, tomaram elles a deliberando de
reunirem-se e armarem-se em aua defesa,
comu ludo consta de aitigos publicados nos
jumaos e de una repfesrnlsc,o que dirigi-
r m ao governo da provincia, que lambe n
seacha impressa, e que nflo poda ser con-
siderada como um manejo de part io para
conseguir a deunsslo das autoridades po-
liciaca, i ois qun o grande numero de oll'cn-
didos o quetxosos era de moco* de divei-
sis pitiviucias {apoidot), muitos dos quaes
n i tomavaiii parte tus quesl.-s polticas
de Peruambuco, o alguna eramalpratei-
ros. (Apoiados.) Foi este o primeiro oh.
,o."to a que tire de prestar attenc.lo, man-
dando o novo cuera de policia a Olin la, a a
sua presenta milito contribuid para que ces-
sasein tSo criminosos excessos, (cando-me
to lavia a conviccSo de no mesar pnssivel
conservar aquellas autoridades policiaes
que tilo escandalosamente baviam faltado a
sen dever o Iludido as reco nmsnUc'i is da
presidencia, emuora fossea sua desiituic3o
eonsiderada pelo partido praioiro como
urna provooacfio, como urna offensa gra-
vissims,
(Coalinuar-u-haJ
ALAGOAS.
Extracto do txptdient* do Exm. Sr. pres-
dante Dr. los Beato da Cunha Pigueiredo.
ti DE JANEIRO
(inicio. A Alarias Carloi de Carvalho Ga-
ma, terceiro lupplente dojuU municipal de
Anadia, para que responda com brevidade
cercadas accusacdei que Ihe sao fe i las as i, mi-
tro qncixas que te Ihe reinettein, sendo tres
de los de Soma Moreira e nina de Joaquiui
de Soasa Moreira, todas com leus documentos.
Dito. Ao delegado dos termos da AlaUia c
Vssenildea, para que informe com urgencia
acerca do contedo do olTicio <|iie se Ihe re-
melle docotonel Manac de Karia l.'abral, sub-
delegado da villa da Assembla, que partici-
pa deixar este cargo pela provocafo com que
tem lido Iralado.e que o obliga a asiun pralicar
Portaria. Deiniltindo a bem do servico
publico ao ni *jor do segundo batalhiio dr guar-
das nacionaes do iiiiinicipio do Porlo-Lalvo
Antonio da Rocha llullauda Cavalcanle, e no-
iiieando para o posto ao capitao Manoel Joa-
]iiiiu ."-evero doi Reli. (Jomiiiuuicou-se ao
coronel de legio respectivo.
COMME&CIO.
ALFANDECA.
Itnndimento do dia 15.....11:651,232
Descarregam ha je 16.
Urigue amencano-rVomp-taboado e familia.
arca ingleza Bonita meradoriis.
Barca americanaFrancklin farinba e
bolachinha.
Patacho brasileiro Santa-Cruz lirio o
fumo.
Patacho americano Vutture bacalbo.
Barca hamburg.-.Uarianna-botijas vazias.
Iliate brasileiio Exalacdo fumo e cha-
rutos.
Brig ie americano Bathursl farinha.
Brigue americano Brand-Wine -farinha,
bolachinha, cha e velas.
IMPORTAgAO
Vestal, brigue ioglez, vndodeTorra-.No-
va, entrado ueste mez, consignado a Me.
Calmnnt & C, manifestnu o seguinte :
J:006 barricas com bacalho; aos signata-
rios.
Vulture, patacho americino, violo de
tostn, eulrado tiesto mez, consignado a
II. ForslcrtC, manifestou o aeguiule :
2:006 ps de laliu.ido de pilllio, e 1:318
barricas de bacalho; aos consignatarios.
CONSULADO CF.IIAL.
tendimento do dia 15.....5:719,858
Diversas proviucias...... 50,918
5:819,806
EXPOIITACAO.
Despachos martimas no dia 11.
i.car, hiate Ligtiro, ie 78 tonelada! : con
din o seguinte:
70 barricas bacalho, 10 ditas farinha de tri-
go, 4 libras cancha, I cauoie 4 vidros decan-
deeiro, l|'2 pipa vinagre, I barril ateiie-duce,
1 dito mauleiga. I safra de ferro, 2 banieas
graixa, 4 ditas icrveja, 2 barris mauleiga, 20
gigos batatas, 2 barril mauleiga, 2 caixas mos-
catel, 2 barris sn veja, 1 cana diversas miude-
zas, 2 barricas ein.id.is, I caixa 12 lesmai, I
peoeira de rame, 1 barrica genebra, 1 barris
inauleiga, 90 b n ricas tai inba de trigo. I barril
servej.i, | caixa cha, I caisao miudeiai, I ca-
xa miudezas, 120 barricas bacalho, 30 gigos
batatas, 2 caixas com 50 libras de inassai, II
barricas farinha de trigo, I caixa cera branca,
I dita com 60 prcas de chita com 28 jardas ca-
da nuil, 5 prcas de brim de algodancom III
jardas, 1 caixa I baixo de harmona, 1 dita um
/.abomba, 1 dita liliudcias, I cmbrullio couru
de lustro e 12 duziat de caixas de clcheles, I
caixao com mu globo, 10 caixas com250 libras
de passas, 5 barricas com 7(ii) botijas de gene-
bra, I caixa com I!) peras de chita, I pacote
com 5 prcas de bi im da llussia, 25 barricas fa-
riulia de trigo, I barril breu, 1 dito manteiga,
10 barricas bolachinha, 3 balas papel panto,
1 barril com 30 galoes de azeite-ducr, I laceo
com 1 arrobas deerva-duce, 1 bai rica gr.aixa,
.' pipas viiilni de Lisboa, 28 barricas bacalho,
4 ditas ser ve ja, I caixa com 40 libras de cha,
(i tsaiaei uiaisas, 50 barricas fatinha de trigo,
I qo.ii tola vinagre, 7 barris com 30 libras de
mauleiga, 1 arroba de canilla, 2 laceas com C
arrobas de pimenta, I barrica sardiuliai, 1 ca-
uastra cun l50 mauucas de aillos, I gigocham-
i'.ioli.i, 3U barricas bacalho, 30 ditas faiiuha
de trigo, 2 eiubrulhos com Iti libras de caucha,
(i barril inaiiteig.i de porco, 1 pendra de ra-
me, 5 gigos e 5 cauaitrai batatas. 1 siuo coi
10 arrobas, I saquiulio rolhas, 5 ancoretas aei-
lon.is, 1 ciiiaslra com 2110 maiiiir.is de aillos, 8
libras cravo, I baila papel pardo, I embtiilbo
pregos c mais objectos, 4 cina.-n-as albos, 0 gi-
gos batatas, I rmbrulho com um luanlelete de
Manon e man fan odas. 2 caixas com 2b libras
de cha, I caixao diU'ereules objectos, I dito
uiliiiie/.as, I dito drogas, 2 barril uleo de linha-
;a, I pacote paireira, I dito meicuiio, 2 latas
com Su libras de olio, 1 peca de lona, I barril
vlulio branco, .3 barris louca e vidros, I calsl-
nli cuiu 1 duzia de chicaras, bariis com 100
libras de mauleiga, 4 gigs batatas, 1 caixa
com 12 queixos, 2ancoretas aseilouas, 4 barri-
cas bolachinha auieiicana, 1 giguinlio ceblas,
1 barrica diversas ferrageus, I torno, I moi-
iilio, 1 cuilii ullii. com liuha eseda frouxa.5 bar-
ricas com 28 arrobas 13 bbrasile assucar, i \y.\ rus
com ItiO medidas ue niel, 2 barricas com 15 ar-
robas e 25 libras de assucar, 1 pipa com 180
medidas ugu'aidente, 7 caixas com Bi6 libras
rap, 4 barricas coui 31 arrobas c 7 libras de
assucar,iOgarrafn com 10 medidas de alcool,
lu caixas com 3i:0 libras de sabu, 5 pipas com
SoO medidas ago'ardeule, 57 barricas com 110
arrobas de plvora.
Despachos martimos do dia 15.
Liverpool, barca ingina Piiscila, de 280 lo-
mdadas: cuuiluz o si guite :
l,2lll saceos com b,u50 ariobas de assucar,
860 Mcas com 4,l>64 ai lobas e 3 libras de al-
godo.
Liverpool pela Parabiba, brigut inglrz fli-
charJ. de 45tl toneladas e 3|4: condus o se-
guinte :
51 caixas e 900 sucos com 7,280 arroba e
meia.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilendlmento do dia 15.. 2:778,866
.Movimento do glorio.
navio entrado no dia 15.
Rio-de-Janeiro48 das, escuna ingle ia Per-
irvranre, de 194 tonelada!, capito llalheiis
John Noel, em lastro ; a Deane Youle t C.
Navios sahidns no mesmo dia.
New-London Galera americana Calharint,
capito Samuel S. Gren, carga aadta de prl.
xe i leudo vindo do Mar-Picilico e New-I.on-
don a 18 ineies, a pescada balria.
Calcula Barca hamburgiiexa Syria, capitao
Jo|t, cargas mesma que Irouxc.
Lisboa Hrigue pnrliigurz Canceifn-Flur ilt-
Lisbon, capitao Joo Borges Pamplona, carga,
assucar. '
Marseille Barca franceza ''aei-Jlaymiad, ca-
pitn I. Bownrt, carga asfucar.
Parahiba Hiaie brasilcir* Trts-lrmioi, capi-
tn K Hiendes da Silvajfc,'Rs varios gneros.
Passageiros, Jos AntaSk'0 Lagei e Miguel da
l-'on ec.i Costa. Y
Cear Hi.te braslleire.'J',f",'>. capllao Joao
Vicente Ferreira UaineJ>4Jcarga varios gene-
loi. Passageiros, lleul J*nlonio e Joaqun
Doiningues da Silva. ? II
Liverpool Barca lnglAo|^r','".capltSo fl.
Gibson, carga assucar.
Senova Polaca larda
lloniscnhor, carga asm
capllao Lula
EDITi
O lllm. Sr. inspeftor da thesouraria
la fazonda provincial, m cumprimenlo da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
te 8 do correte, eiandM fazer publico, que,
nos das 19, 20e2l,/'.r* praca, parante
o tribunal admn>i*atlT0 da mesma Uie-
souraria. para ftf frematado a quem por
menos fizer, qjwicertda ponto do Vara-
louroem 0lio|Bso'sc,aUuUse*P'C|es
baixo transcJB8' Plo pre?o de 1:031/
> se propozerem a esta ar-
irecam na salla das sessOes
luiiial, us das cima men-
meiu-dia, competentemente
As pessoas
reinatacn COJ
lio sohredilo
cionados,
'lalulitadas
F. para d
sent e puidi
Secretaria
vincial de
1850.-0 secr
nuniiarila.
Ctausul
I. Os conc
serilo t'eitiis cmibr
tado i.esta data a
presidente da prov
ca 1:031,000
2 Oarremutai '* comeasr a
praso de um mez
i.o*, ambos con la
art. iodo regulan)
II dejulhode 184
3. Opagamen
sc-ha do mudo de
r se mandou alh'iar o pre-
pelo Diario.
thesouraria da fsiends pro-
mbuco, 9 de fevereiro de
io, Antonio Ferreira &An-
isptciaes d'arrematacHo.
s da ponte do Varadooro
ie o orea ment apresen-
Uvrovaclo do Exm. Sr.
ncia, sendo a importan-
obra no
acabar no de tres tim-
os na conformdade do
iu das arremata^des da
d'arrematai;T > realisar-
rminsdo no art. 15 do
supracilado regulfr,,cnlo.
4. lo ios os JiateTiies serilo examina-
Ins pelo engnnhef1 ",es de <"rem empre-
gados, eapprov.
5. Para tud
determinado n
guir-se-ha ni
gula ment ni
1843.--Recita,
eng nlii'ii n lio
de Alces Ferrcir*
-- O lllm. Sr.
vindo de ins.iec
la provincial, e
o lavrar-se-ha um t-rmo.
o mais que no estiver
presentes clausulas, se-
'amente o que dispfl i o te-
ionado de 11 dejulho de
de fevereiro de 1850.O
inio doliecife, Jote Mame-
ogundo escripturario, snr-
rda thesouraria da fazeu-
cuinprimenlo da ordein
do Exm"sr'."ire',iel,le da Prvincia da 14
do crreme, mt,4 razer puhbco qu, nos.
o marco prximo vindnu-
perante o tribunal admi-
sma tbesourari para ser
das 1-2,13e U
ro, ira a praca
nistrativo da n
la coutinuacS
mus, siM) as
arrematada, a i uenl Por menos fuer, a obra
do caes denominado Ua
Iclausolas especaos abaixo
Iwscriptas," e e' Preco de ll:3*.000 rs.
As pessoas qi e propoxerom a esta ar-
re inalacllo cun '"em na sala das sessOes
do sobredito ti hunal, nesdiasaciraa men-
cionados, pelo "eiu-dia, competenlemenle
habilitadas. _
Eparaconst mandou anixar o pre-
sente e publici r161" IJIar"'; ,
Secretaria if thesouraria da raionda
provincial j>l|ernsmbuco, 15 de fevereiro
de 1850. _oaecretl,r'0i Antonio Ferreira
d'Xnnunciaro.
Clausular tsptttir* aa arremttarao.
1.* As ulnris da c:iiiinu,ic,ac du ci.es de-
nominado itarjiossero feilas de conformi-
dadecom pfsnla e orcamenlo n'S' dala
apresentidos Eira Sc- preeidenle da
provincia, pe pego do 11:385,000 rs
2 Ksla0,,r,,era Pr,nciP'l,Ja no Pra~
zo de do :::'le*: e concluida no da 7. am-
bos couforir.9,0 rt'S 0 do regulamento
das arremata<5''S de 11 da julho de MI13.
3 Os psmenlos da arremitacSo se-
liiulu ilispAe o artigo' 15 do su-
auiento.
s niatrriaes ser.lo examina-
lieiro antes deserem ompre-
vados, lavrar-se-ha um tar-
ignai .iu o engcirhetro o o ar-
M
rilo fuitos s ;
praeitado r
Tod
dos pato en
gados, e, ap
mo em jue
rematante.
5.' I'
tnrmimdo
sc-hi inle
nado rttgu
llellf".
genheo
Alvts f-'ei
ludo mais quo no estiver de-
I presentes clausulas seguir-
ente o que disp" o meucio-
entode II de jinlio de 1843.
i de fevereiro de 18 >0. O en-
ermodo Rocife, Jos Mamed*
I.
eclara^oes.
ro do Paula e Silva, segundo
da segunda MHjSO do consu-
ente aos propiietarios dos pre-
1o bairro de S -Antonio, que
fazer o lancameolo da decima
odoanno correte, no dia 14
mez.
ireclor do lycou manda fazer
) Ivceu esta abarlo portante,
esliverem matriculadus quei-
.otuparecer para iiar-so priiicipio as
i h-m con os Srs. alumnos de tachy-
lia, cujas liguas piincipiarfio aegun ui-
, 18 do correte. Secretaria do ly-
IS de fevereiro do 1850. Janaano
'i andrino da Silva HebtUo Caneca.
. Juaquim Fiaurisro Muitc. cscrivSo
n,i rio das hypotheras, lem eslahelecido
| rloiioem a ra Kurinosa do bairro da
ll -Vista, casa n. 6, de sua residencia.
--granel*]
esciT'turan
ladd1' faz
ilioj'ihain,
11 ri r." j.i ou
do do li ii
do crente
8r.
puljco qui
os S)i. qi4fl
lvi itii Ann


D'or.lem superior foi transfund para
lioje portusdosul. devemlo fiearem fechadas as
muas an ineio-dia imprelerivelmenU
^.U.J-L. '_________IL-g
Avisos maritiiBGs.
Para o Rio-dc-Janeiro
sopno, *<" pouoos das, o pa'acho nieio-
ti.iI Induttria, novo e forrado de cobre;
lem parte de sua carga prompta :-para o
resto da carpa, escrsvos o passageiros, para
oque tem exctenles nommoios, trsia-se
rom Machado & Pinlioirn, na ra do Viga-
rio, n. 19, ou com ocapitflo na praca.
--Para a Bahia sahe, no da 20 imprete-
rivelmcnte, o patacho Snnta-Cruz: par*
alguma carga e passageiros trala-se ao la-
ti do Corpo-Sauto, ii. 25, loja de massa-
mes.
Para o Rio-de-Janeiro aahe o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por ter a bor-
do mais de dous tercos de seu carregamen-
t : queniquizercarregar o resto, mandar
escravos a frote #u ir de passagem, onten-
da-se com o capitflo a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvos da Cunta,
na ra do Vigario, n. II, prirneiro andar.
Para o Rin-de-Janeiro sahe, com a
maior hrevidade possivel. o patacho nacio-
nal Valfnte: quem no mesmo quizer car-
regar ou Ir de passagem, dirija-se ao capi-
t.,o, Francisco Nicolao de Aiaujo, ni praca
do Comroercio, ou a Novaos & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 31.
Para Lisboa sahe impreterivelmenle,
no dia 27 di correte, por ter maior parte
de eu carregamenlo prompto, o brigue
portuguez Nove-Vencedor: linda recebe al-
guma carga a frete e passageiros para <
que offerece escolenles commodos: os pre-
lendentes poderfin tratar com Thomaz do
Aquino Fonseca & Fillio, na ra do Vigario,
n. 19, ou com ocapilAn, Antonio Jos do
Sanana Lapa, na praca do Commercio.
i Quem llvrr ronlai com a galiola hambor-
gueza Cart-Adotph, capltao N. Tivk, viuda de
IMarolui com destino para o Canal, arribada
irstr porto, quelra apreaenta-las at ao melo-
da do da lodo corren te, no consulado liiin-
burguez, ra da Cruz, n i.
Le i lo
oes.
O corrector Oliveira Tari grande lei-
lflo, sem limites em precos, de multas e
escolenles obras ercolludasdos mais aba-
lisatos autores, compostas nos idiomas
portuguez, franeez, inglez e em lalim, as
quaes ir.lam de lilleratura, jurispruden-
cia e commercio, 56 de summa ulilidade,
recreioe instruccn : sabbalo, 16 do cor-
rete, s 10 lloras da iitaulifla, no suu es-
o nimio, na ra da Cadeia do Kecife.
>'. B. Os catlogos respectivos dislri-
bucin-se anticipadamente e rales, no os-
cripiono do dito corrolor o na livraria da
praca da Independencia, ns. 6 e 8.
James Crabtree & Companhia farfio lei-
Iflo, por inlerveucjlo do corretor Oliveira,
de grande vari ladu de fazendas inglezas,
todas, proprias do mercado, e amor paite
para techar cont.s: segn.la-feira, 18 do
rnrrenie, as 10 horas da maiiha, no seu
urmazcm, roa da Cruz.
Avisos diversos.
ODr. Francisco Antonio Vital de Oli-
veira faz soii-iil>- ins habitantes da fregun-
zia de Saiilo-Antonio quo se acn nomeado
pelo Eioi. presidente d provincia para tra-
tar ilos inl.unos pobres desta freguczia,
pudendo ser procurado a qualquer lima n
rasa de sua residencia, na ma du Livramen-
lo, n. 90.
ODr. Ignacio Ncrvda Fonseca, encar-
regado polo governo da provincia de visi-
tar os eniermos indigentes do frcgqeiia de
San Jos denla ci lade, que. suido atacados
das fcbres reinantes, ojio tiverem os meios
necessarios para se proverem do inedica-
nientos e pagarem ao facultativo, annuncia
que devo ser ser procura lo a qualquer ho-
ra na casa du sua residencia ra Dimita,
n. 31.
Oabaixo assignado faz publico a al-
g'ins .ios i s. nllii i..i's de priineia lala,
guarda nacional e polica, que toem con-
tas com elle, hajain de irou mandar pagar
mihs conlas: lio i como avisa a ludas as
pessnasque tem penlioies, cartas de or-
dens, vlese cunl-s de livros, hajam de ir
por liom pagar, ou mandar a ra laiperial,
n. 49 do i', niiano, serio dedicados os
seus nomes por extenso nesla folha.
i. Frunciieo ioi A n tunen.
A pessoa que unnu> ciou querer com-
prar urna canoa de um s pan, o que i im-
wcns carr.gue para qualquer pane, sendo
queira urna nova, appjrccu un ra da l'rsia,
i. 3-2.
Deseja-sa uma pessoa com os conhec-
nientos necessarios para onsinar a ler, es-
f r.ver econtar a dous meninos, em um si-
lio perto da paca: quem Su icli.ir ne I s
circumsUncias, dirija-se ao Hospicio, ca-
sa do Sr. Antonio du A ma ral e Silva.
Precia .-se de um bom refi-
nador, livie ou escravo : na ra
do l'ilar, owli'nn de Fra-de-
l'mlas, n. ;4> |ii"iniciit) andar, se
dir quem pretende.
Aluga-se um sobrado na ra da Finjo,
rom os methores com modo* para uma ou
duas familias, <> qual offeiece visla para a
barra, com ptimas salas, alcovas, quaitos
pura criados, grande quintal murado, ca-
cimba e 2 cozinlits ; a tratar na ra da Au-
rora, n *.
-- Precisa se de um forneiro : na ra Di -
reila, padaria n.8J.
1'ropOe-se a administrar qualquer en-
genho um Urasileiro, solleiro, pira o que
tem bastante pralica j asioi como enlon-
da peifeilauenUdo melhodu de fazer assu-
car, e tem habilidade de curar escravos em
algumasentermidades : quem de seu pres-
timo se quizer utilisar, dirija-se a ra No-
va, H. *9, loja dealfaiaie.
-- Perante o doulor juiz municipal da
segunda vara, porta da casa de sua re-
sidencia, na ra Nova, .d ha de f^WlJ
em pri;a publica, nos das 16, 20 o 3 do
crrenle, uma morada ce esa *"-
pedra cal, sita na ra da (.lona da Uoa-
Vista, peiiliomlipor execuijflo de Jo^t oa-
quim da Cosa coulra I'aulo Jos do Alniei-
da esua mulher : os preten lentes compa-
n caninos dias indicados, as 4 horas di
larde, no lugar disignado.
Aluga-se a loja de um sobrado da ra
da (JniSo, pertencento ao Sr. Guerra : a
tratar no mesmo sobrado.
Avisa-se ao Sr. Manuel Francisco da
Silva que faca o favor de ir pagar o que de-
vo na ra do Crespo, n 21.
-- Fr. Jos de S.-J clntho Mavignier, ten-
dn feito ver pelo Diario de hontem os mo-
tivos que houveram por nao haver a pro-
cisBopremeditada, tema honra do levar
os seus agradecimeutos as respeitaveis cor-
poraQO's quo se dignavam acompantur a
noss procisslo da trasladacflo ds santas
imagens para a venoravel o'dem lerceira do
mesmo convento de S.-Antonio do Roeife,
cujas corporar;0es sito as seguintes: a mui-
lo respeitavel communi la.le de N. S. do
Carmo, a vnneravel ordem lerceira d) sua
or|e n, a res?eitavel confraria doS. Jos de
Agonia enllocada no mesmo convento, a do
Sr. Rom Jess das Chagas do hosjital, a de
N. S. do l.ivramenlo, as respeitaveis confra-
rias collocadas no nO*M convento, S. Ho
nediclo e Espirito Santo, bem como nossa
veneravel ordem terceira de S.-Francisco >i
quem respfitosamento pedimos a igreja ve-
llia para all se recolher a procissSo, que
mSscnncediamcom oonusdeser aberta e
fechada pelo seu MOfUUo e outros incon-
venientes mais; pmtanto,-levado da mais
iiingeiiledor esenlimento.digo que nao ha
rncissilo, eu apiesso-me, emquanto n3o
dlico a cada uma das corpoiaQes, agra-
Ipcemlo-lhes a boa vontade com que se
nrcparavam honrar nos para 19o digno,
cijo e solemne acto de odilicucao e culto pu-
blico. .
OSr. Antonio Victorino Pinto Randei-
'a o Accioli de Vasconcellos queira ir a ru
do Sebo, n 8, a pegocio de seu intoresse :
isto at o dia 23 do correnla-
Oabaixo assiguaJo avisa as pessoas
que teom penhores em seu poder de os ir
liiar no prazodc15 dias, contados da data
leste; do contrario, publicara os nomes
das pessoas, paieis do Irato e mais docu-
mentos, e serflo ditos penhores vendidos
nara seu pagamento. 'uilodio Josi du
Silva.
Jos Hay mundo da Nativi-
iade Saldanha e Joanna Louren-
ca da Conceicao Ferreira Salla
nln acham se com aula de pri-
meiras leltras na casa de suas re-
dencias, na ra ireita, n. 2o,
prirneiro andar.
A pessoa que do Rio-de-Janeiro leve
ordem para enliegar nesta prat;a dinheiro
ao segundo lenle da armada Carlos Anto-
nio de Carvalhn,queira annunciar sua mo-
rada para ser procurada, ou enliio lenlia
bou lade de dirigir-se a bnrdo do briguc-
escuna L'-galiilmle a euleildcr-se com o
mesmo segundo lenon e.
< ompra-se Ifla de trecha barriguda a
fi.ono rs. a arroba : lainbem compra-s.; la .
le canieiro : na ra Nova, defnele da igre-
ja dos mililires, n. 2S, loja de selUiro.
5
wm*m
,'.-
Modo asserado e econmico
t*
para allumiar urna sala. ?>
% IIi reconhecido que o az hydroge- t>
ty neo liquido de lodos os comiiustives w
0 que siteiiipregaranial hoje para alo- fe
@ miar-se, he o oais econmico, mais fc
i asseiado, cque d a luz mais brilhan- #
te. Osanaujos doscandieiros de gaz (
>? silo mu simples, e nlo seenconlram (ti
& nellos os inconvenientes que a cada 4
4* instante apresentam os de azeite. Os %
& ama lores do gaz adiaran sempre coi *
#9 quanlidadesulliineute, o de boa qua- %
# lidade, na destilapao fiauceza da Ira- #
M vessida Concordia. X
i
fei*3S>4********
A abaixo assignada II. Untos Mana
Jos da lincha, vi uva do tinado capilSo Jos
le Barros Cavalcante Mantillo FalcSo, faz
s-iiiulc ans cre eao respoitavel publico, que ella vai pro-
ceder a inventario pelo juizo do orpbilos da
villa de Nazaretli-da-Maita dos beui do sou
casal, o qual lera principio no dia 2 do
coi rente: oa Srs. credores queiram com-
parecer neste lempo habilitados nesle en-
:.'nli i da Barra, alim de venlihirem sua
ontas. Engenho da Barra na comarca de
Nazarcth, 12 de fevereiro de 1830.-W. tiri-
te Mara \oti da Rocha.
Aluga-se, ou vende-se uma escrava
luesabe bem co'inhar, lavar de sabio e
vanla, e he quilandeira ; urna dita de
mais idado : in ra do Sol, n. 9.
-- Precisa-se fallar ao Sr. Jos da Costa
Alhuquerque a negocio que I lie diz respei-
to : na ra do Vigaiio, n. 15, lercetTo-stn-
lar. .Vi mesma e-.sa exis'.e urna carta para
o Sr. I) Vascurado,
Mademoiselle Zu Popon faz sciente a
todas as pessoas que se leem utilisado de
seu prest lino, que lenciona estar nesta ci-
dade, por todo o mez de jiiulio prximo
futuro, do volta de sua viagem FraiiQa,o
roga as mcsiuas llie desculpem, por nilo
fazer esta participacSo pessoaImeute, fican-
ilo corlas que a rapidez de sua viagem n.".o
llie deu lempo para o fazer.
No dia prirneiro du corrente, as 8 pa-
ra as 9 horas doflia, entrn um oa vallo no
armazem do sal da Boa-Vista. Roga-se a
pessoa a quem pertenct-r dito ca vallo, diri-
ja-se su dito armazem, que, dando os sig-
nae, se llie entregar, pagando todas as
dospezks queo dito tem feito.
Precisa-sc de uma boa ama para todo
o servico de urna casa do milito pouca fa-
m 11 i i : paga-se liom : na ra de Agota-
Verdes n 86, piimeiro andar.
5><-l-j Q <3
Alugam-se e vendetc-se as verda- $
<) deiraa bixas de llamburgo : na praca
q da Indeppndencia, n. 10, o vollar
^ para a ra das Cruzes. q
O O
Pinta-see dour-se nalanquins c ci-
delras de arruar, com porr-icnu o por pre-
cocomniodo: na ra Velha, n 51.
--Aluga-se o Refundo ai.dar do sobrado
o. Ct, da ra Din la, rom muitos comino
dos e n.uito fresco : quem o pretender, pro-
cure o sapateiro, na loja do mesmo sobra-
do, que dir quem o aluga.
Rnubtf.
Na noite de 6 para 7 do corrente, foi fur-
tado a um proto que ven lia fazendas, uma
gran le lata e um carillo con diversas fa-
zeoJas finas; pois tendo o mesmo proto,
por motivos do embriaguez, chamado um
ganhador para carrregar a fazenia, p mes-
mo ao evadir com todas as fazendas e al-
gum dinheiro que carregava. Roga-se, por-
tanio, a polica ou a qualquer pessoa que
tenha noticia do occorrido, de dirigir-se
roa da ddeia-Velha n. 91, prirneiro an-
dar, que ser gratificado.
?**':**#*********;$>*
g Casa de cornmissao
de escravos.
1 Recebem-se escravos de ambos os
? sexos para se venderem de cop>mis-
sBo, para a provincia e fra della,
9 garantindo-se toda a seguranza aos
4% mesmos, como se prova : na ra das
4 l.arangeiras, n. 14, segundo andar. 9
m *
Precisa-se de urna mu'.her capaz, par-
*p, ou preta, que soja de meia i.lade para
fazer companhia a uma moQa solleira doen-
te, e tratar da meama fra desla praca. NSo
seduvida dar um bom salario, sendo pes-
soa que agrade. Na ra larga do Ruzario,
n. 35.
Aluga-se um moleque quo sirva para
o servico interno de uma casa estranzeira
com pouca familia : na ra do Trapicho,
n.8.
Arrenda-se, por qualquer lempo, um
excedente sitio com opt'ma casa, a qual
lem commodos para grande familia, na es-
Irada do Ciqui, n. 11, cojo lugar he bem
recommendavol para preservativos das fe-
bres reinantes : a tratar no mesmo sitio.
Pracisa-se alugir um preto cozinheiro:
na ra da Cruz, n. 2.
Jos Teixeira Basto, tendo
de rclirar-se brevemente para a
Borona, roga quelles de seus rle-
vedores, cuj is cuntas j.sao bastan-
te amigas, tenli un a bondade de o
mandar embolcar, afim de que
nao srja necessario "-ir de meios
mais positivos.
Precisa-se do urna ama de leile, que
nao tenha linio : na ra da Cadeia do S.-
Antouio, llolel-Commercio.
te Chapeos de sol. &t
Rtia do Passeio, ti, 5.
Ntsla fabrica ha presentemente um rico
snrlimento destes enjertos de todas as co-
res o qualidades, tanto de seda como de.
panuinho, por presos commo los; ditos pa-
ra seuhora, de hom gosto : estes chapeos
sao feilns pela uliima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de relioz. Na mesma
casa se acba igual soi liinenlo de teda e pan-
ninhos imitando sedas, para cubrir ar-
marles servirlas : lodas estas faz-'iidas von-
de i-seem ponjBo o a retalh : tamben* pe
concerla qu'lquer chapeo de sol, tanto de 11
pelas 9 horas da inanlian, no con-
sistorio da igreja de N. S. do Ter-
co, que ora serve de matriz, afim
de proceder-se em mesa geral a
eleicao da inesa regedora que tem
de funecionar do dia 3 de marro
em diante.
Pranle a mesa regedora da Santa-Ca-
sa-da-Misericordia se hilo de pr em pra-
r;a os rundimenlos das respectivas .casas,
que nilo se acham arrematadas, nos dias
14, 15 e 16 do corronto mez, as 9 huras da
mandria.
Agencia de passaportes.
Tir.ini-so passaportes para dentro e fra do
imperio e tamben) corre-se folhaa para qual-
quer prcicnco: na ra do ttangol, sobrado,
n.57.
DAUaORA
hasteas de ferro como de baleia, assiin co-
mo umbelas de igrejiS: ludo por preco
commo lo.
Alfonso Jos de Oliveira, professnr ju-
bilado na caleira de geographia e historia
do lyceu desta cidade, lem aberlo sua aula
particnlar de primeiras letlras egrammati-
ci latina : as pessoas quede seu preslimo
(',. S'ar & Companhia leem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral, que a sua grande fundicilO em S.-
Amaro alm do snrlimento que constan-
temente tom acha-se de novo provida do
militas moendas de caima, e de varios ta-
maitos foitas no mesmo eslabelccimento
pelos mais peritos olciaos, e com o maior
cuidado e pe feieO ; tanto assim he, que
os annuncianles se ufanam em garanti-lsi
pelo prirneiro auno. As moendus inleiras
todas de ferro constru las as ohVinas
os annuuciarues silo muilo superiores a
quaesquer oulras da mesma n-itmcza que
al agora leem sido aqui olTerecidas, pois
aquellas encerram em si cerlose importan-
tes nielhuramctns resultado de mais de
20 annos de exneriencia e pratica do paiz.
--Quem precisar de um ifiicial de bar-
bareiri, dirija-se ra estrellado lioiario,
n. 21, OU annuncia.
Domingos da Rosa roga a seus credo-
res qu* apres'iilem suas cuntas, em virtu-
de.lcier fillecido seu caixeiro, Joo Pe-
dro da Silva.
-- \rrenda-se um sitio quo seja perlo da
praca, e tenha casi para familia : quem
tiver, dirija se ao l'asseio, loja do Sr. Fir-
miano Jos Rodrigues, que se dia quem
quer.
Precisa se alugruin prelo para botar
sentido a urna pequea casa do cimpo : na
ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
Patn & Companhia.
Ao publico.
Declaro que nei.huma parte tomo lias
polmicas, que la I vez tenha de aoprocer
entro n padre mc^tre prgador elT'Clivo d
capella imperial, Fr. Jos de S.-Jacltho
Mavignier, 0 O padre loestre cx-pruviucial,
Ir. M-noel de S. Kilippe; nilo s porque
julgn-as fra de proposito, Como mesmo
porque n"nliuma in.'e:oiicia le.iho ni obra
la reedilicaciio da igreja; vi-lo que o N.
P provincial ( muito antes da minlia
.'.'cao para esta guarliania ) desoneou ns
guardifiet daste convenio de semelhaute
Iratialho, encarregando-o ans sobreditos
padres, e esta foi juslair.ent a raslo por
que, rnmni lindo-me o dir.-ito de pAr em
agitaennos meios quelevassem a effeitn a
procisslo da trasladacffo das nosaas santas
Imagens en me quil exi :.ir desso oni
Quem precisar do tirai ama, diriji-ta
ao becco confronte ao do Circereiro, n. 1,
casa terrea.
DEPOSITO GEIIAL
f do superior rap areia- preta %
da fabrica de Gantois Pai- 2
IhetSc Companhia, na Ba- ,J
hia. <%
Domingos AlvesMa*eus, agente da
fabrica de rap superior areia prcta 9
ti e moi.) grosso da Baha, tem aberlo o ft
i*; seu deposito na ra t;ruz, no Recifo <^
flj n. 52, prirneiro andar, onde se achara ($
i, sempre deste excellento o mais acre- (4
a>j| ditado rap que at o presente se lem s
r.) fabricado no Brasil: vende-se em bo- ,'#
J-' les de uma e meia libra, por prego fia)
i,, mais commodo do que em outra qual-
it quer parte.
a> '*
No dia 2" de Janeiro passado desappn-
receu uma pnoa pequea do carreira, en-
caveroada, ten lo a proa um tanto rasa, e
com ferro ou chana Roga-se a qu-m della
souber de dr noticia em S-Amaro, ni ven-
da ao p da casa do Sr. Curdo/o, ou em
Fra-dc-Portas, n. 145, ser recompen-
sado. ^^
Aluea-se o prirneiro andar da casar n.
65 da ra Nova, com commodos pura gran-
de familia : a tralar na mesma casi.
Temi oabaixo assignado do retirar-
se para rra da provincia, roga as pessoas
queteem penhores em s-u poder, dos ir
ti'ar no niazo de 15dias | docoolrarlo, se-
rilo vendidos para pagamento do principal
o juros : e para que nSitsa chiaioin a igaio-
raucia, faz o presente annuncio.
fnlnnio Vicente da Cruz.
-Precisa-se de una ama : na ra do Ran-
gel.n.2.
mm
Compras.
Compram-se escravos de ita-
bos os Bfioa de Ii niitis figo ras,
com habilidad*; e olllcios, de id>-
dede \i& ?b annos, para fra da
provincia c para trra : pagim-
se bem se agradaren): na ra dis
Laraiigfiras, n. 14, segundo an-
dar.
Compra-se o diccionario inglez do
Vieira ro mato grande '. n 1 P ac do Com-
mercio, n. 2, prirneiro anda'. Na mesma
casa vendem-se caixOes para assucar, por
precn commodo.
Compra-se urna negriuha de 6 a 7 an-
uos, sem vicios nem achaques: na ra do
S.-A maro, 11.16.
Compra-se um macaco do Angola, um
canario um candido : na ra do tncantimcnto, ar-
mazeni do moldados, por baixo do sobra-
do do reverendo vigario do l'.ecife.
Compra-so uma canoa de carreira, do
um sopan, usada, mas em bom estado, e
que soja man.-ira, de modo que qualro hu-
me,is a posasm irmsporiar para qualquer
parte : quem tiver anunce por esta folha.
Com: rae um tomo dnlornoiar para
ourives, c que estoja em hom uso: na ra
da Cadeia do Recita, n. 21, prirneiro andar.
se qinzerem ulili.sar, pdern procura-lo 0; pois eslava bem ao fado da desiutelligen-
cia qun havia entre au.bos. -- Ir. Diniz du
Amor Divino, guardiilo.
Aluga-se o segundo andar e sotflo do
sobrado da rus do'llangel, dorionte di bo-
tica : lambe ni vende-se uma escrava criou-
la, que coziiilia : na ma n. 1 C.
-- Desrja-sc fallar ro Sr. Jof Conculves
de Laraojo, a negocio que muito llie Inte-
rrssa : na ra Nova, n. 20, luja de ferra
gens.
Fabrica de Asplialto, ero
Fra-dc-Portas, em fren-
te do chafaras da ma
do B111111.
ra Direila, 11. 120, segundo andar.
Precisa-.e de olliciaes de sapateiro, as-
sim como lambem se a.liiiillem aprendizes
forros 011 capitivos : na travossa-da ra do
Vigario. loja nova.
Precisa se alugar uma preta quo saiba
lavar, engomuiar e coser, para uma casa
e>trangeira : na ra do Torres, n. 34, das
II horas at as 3 da tarde. Na mesma casa
tnmbem se precisa alugar um prelo que
entenda do servico interno, e saiba tralar
de cavados.
Lotera da matriz da Boa-'
Vista.
0 respectivo thesoureiro, Manoel Coni;a-
vel da Si'va, pretende n.lo illudir a expee-i
tacan .lo publico oo'ii annuncius impoitu-
nus do andamento das rodas desta lotera ;
esforcar-se-ha quanto couber em su*s for-
ras para com a possivel presteza annunciar
o dia, aloin do qual no devora passar a cs-
pemnea dos i'oinpradorcs ; porque vulende
queaessa illusao em que alguna teein por
ve7es deixidu o respoitavel publico, so de-
ve essa especie de descrdito, que tanlo
tem demorado o andamonlo das nossas lo-
teras ; por isso limita-se por ora a annu-i-
cinr a venda dos bilhetes, o a extrahi-los
com lodo o empenho, afim do poder asse-
curar aos compradores o dia em que deve-
ri ella impreterivelmenle correr.
A va na cen do plano ja publicado e o fin
religinso para qe f.i este lotera concedi-
da, convida e seduzos tentadores da sorte
a concorrerem sem demora para a compra
dos iiuiiitos que Ihes preparam a suave
o iin'sii ;io .le lieos ua fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe somon-
te da diminuta quantia de 5 ou 10,000 rs.
por pouens dias.
Desde j acbar-se-li3o os bilhetes : no
lente, I,.jas do thasoureiro e do Vi.....-
cambista em 8.-Antonio, botica do Juilu
Moroira Marques, no pateo da Matii?, e de
Francisco Antonio das Ctugas, na ra do
l.ivrainenlo ; loja de lleruarUino Jos lon-
teiro, praciuha do Livramento, 11 41 ; no
Aterro-da-Rna-Visla, lujas de GuimarOeS,
11. 44. c de Duarte Borgcs da Silva, n. 18.
Na ra Direila, padaria 11. 26, dase
pilo de veudhgcm a prelas sobre a respou-
sabilidado de seus senhotes.
Alugam-SO .sera vas quit.indeiras : lia
ra do Cullegio, n. 13, das 10 horas da ma-
ullan as 3 da taide.
I'recisa-se do um forneiro forro ou
captivo: as Ciuro-I'ontas, 11. 106.
O juiz da irmaniiadedo SS
Sacramento da freguezia de Sati
Jos do Itecife pt-de cuiarccida-
mente a todos os irmos du mes-
ma innandade que queiram com-
parecer domingo, 17 do corrente,
Vendas.
Chams-se a cltencflo dos Srs. proprie-
larioi pura que entre no Conhecimento des-
la niassi, quo poderflo ver as amostras de
.lifferentes cilres, na la do Guararapes, ca-
sa quo da fundo para o chafarii cima men-
cionado. Essa massa lio de grande ulilida-
de, por ser contra a formiga, copim e rato,
e ser pl'opria para ladiilhar eticadas de
ruus, anuazens, cusas torreas, igrejaS, ter-
lacns, Isnques, corredores : ludo do mais
bonito gosto em propnrfflo da obra, e em
particular, por ser muito saudavul : trata-
se no lugar cima.
Aluga-se o segundo andar de um so-
brado na ra da l'euha : a tratar na ra do
Calmea, ti. I I), loja do Jos Alvos da Sil-
va Cuimsr.les.
IlilarySheppard retira-se para Ingla-
terra.
Josc T,||omaz de Campos
(Jiidiesma avisa a seus amigos c
Iregue/esqne mudou-se da ma da
Autora para a ra do Hospicio,
onde boje reside, no sitio do l.eao,
onde j foi collegio do Dr. Sar-
niento.
OSr D. Miguel Jolits lem carias na
ra da Cruz, n. 45, c.sa de Noscimenlo &
Amoriin.
Aluga-se urna casa terrea na ra Bolla,
com Isaas, 3 alcovas, cozinha fia, qun-
tale cacimba : a tratar na ra do Collegio,
n. 15, s gundo andar.
Dosapparecou no dia 5 do corrente,
desta eiJade, un (-avallo r ik;o, pi i|in 110,
rairega'baixo pouco, com urna cangalha e I
jogo de inquii i.'einis: quem o aclluu P ve-e
a ra Direila, n. 9'J, que ser recuinpensado
As pessoas que so jnl-a em credoras
do fallecido Antonio M .ruus Saldanha, en-
lendam-se com o seu lilho, na ruado M011
dego, casa do 11 esum fallecido.
Anionio Marnns Saldanha contina
como eslabelccimento de liulureiro que
ti tilia seu fallecido pai, na mesma casa da
ra JoMoudego.
Lotera d> lio-de
Janeiro.
Aos 20:000.000 de rs.
Na praca da Independencia, n. 4, ven-
dem-se bilhetes, meios, qusrtos, oitavos e
vigsimos da 52." lotera ila Misericordia.
(lli que petbmeba !
Nao ple haver consa mais barata do qua
lencos de pura s la a 800 rs. por cada um,
na loj i nova, n. 13, no aterro da Roa-vista.
Vendr-se urna neg'inha de 10 a 12 an-
nos de idade, bonita Ogura, sabe cozer sof-
friveltnonte e muito esperta : e bem assim
um molequinho de idade de 6 annos, sadio
e de bonita Ogura ; na ra da Maiigueira,
casa Ierres, n. 18, do lado dos ncougues.
Vende-se uma rede sulDcioule pera o
IraballlO da cotx, de 50 bragas, entralba-
da : na ra de Santa-Rili, u, 97.
Xa ropo do lios(|uc.
UMA OUTR4 GRANHK CURA DA ASTIIMA.
Seria urna irrepaiavel falla de iiiinha parla
deixar rin alleucio o que acaba de acontecer
ininigo, r que pasto a relatar para que o pu-
blico soja sabedor.
Nos priiiioiros inoies do auno de 1842 em
.....,1 noile de muilo calor, dirigi-mr ao mar
para lomar un b.inho, e com rtl'olio lomei-o;
vnllei para c-a aeiili-ine couslipa.lo, c cuino
j era larde nao pude cuidar em tratadme, no
oulro illa eiili-me muilo mal da yoeintiu
dopriio, multa toase, dores de cabrea, fros e
fehiee boirasIncniniu dos que'aenipre acoin-
panbam as con.llpacu.es ; nessa noile louiol
mu suador, n me e.Pahi ein diaule coill difleronles rciuedios
umapplicailns por professores, oiiliosque me
eri.iinav.iin alguiliaa prsioat ; de non1 um lirei
proven cund,ua loase que me allligia ; pur
liiu Icclar.u-ie.me em asllima : <;o.iti anuos
fui victima desla terrivel molestia que S quem
a lem ou leve lie que slicos soffrhueotos por-
que pi-si o que tcui a infelicidade de ser por
ella aceomuietlido; h"je pordm com orgullio
pns.i. il i/er i|iie ael.ei um remedio que louibou
(laanilima ; foi o xarope do bosque que se ven-
de na ra do Hospicio, n. 40 ; pul. julgava-ine
inciiravel, pnrm nao .uccedeu assim : lugo
que principio! a lomar o sobredilo \aropc nao
i'i'HMiu mala do que poucos Jla para cu co-
olioccr que o incu mal com este precioso icme-
dio poderia ser complelaiiieule curado, e nao
me engaoei, porque acho-me coniplotaiiiente
livre de lodos os iiicominodoa que al o piin-
cipio do mea de julho desle auno, poo.i em
que pi ineipiei a tomar o xarope do bosque,
uu fui s em uiiuha pessoa que este bom re-
medio prodigalisou seus beneficios, tem tm-
belo proiliK-ilisadu co oulras pessoa. do meu
coiibocioieiito, que vrudo o bom ell'eilo que
me ia f.i/eiiilo resolveraiii touia-to para oulras
ililleente, inoleslias do poito, e os que expe-
rimentaran! acli.n.un o desejado ell'eilo. llcs-
ta-me, porlauln, a saliafaco de dizer que es-
mu i. -i.ihi-lei-iiln coiiipleameiiie da astbma,
anida digo, leriivrl molestia.
lUo-dc-Janelro, em 2 de setembro de 1848.
Ra da l'iince/.a dos t.ajueiro n. 118. I'itlo-
riao Ignacio Camilla.
Vcude-se na ra dos Quaiteis, u. 12.


--Vende-se o bem conhecido c afregue-
zado deposito de nssucar da ru estreila do
llozann, n. 43, coni pouco fundo.*, pelo
pussnlor ter do retirar-se tara fra da
provincia : a tratar oo mesmo deposito.
-- Vcnde-s<, para pacomenlo, um_ et-
erno pe?, de bonita figura, sem vicios
ni-.n achaques, o que ln- ptimo cozinhei-
i'u : na ra da Cadeia-Velha, n. 41, luja.
Rom f barato.
Na ra doQueimado, vindo do .Rosario,
sogund* loja, n. 18, vende-so sarja de sed
llespanhola, pelocdtnmodo preco de 2.000
rs, o covado : as amostras serflo francas ao
comprador, com o competente penlior.
-- Vcnde-se urna preta de nacito, de 20
annos, quo cozinha, cose bem, e com urna
cria de 14 mezes : o motivo por que se ven-
de se dir ao comprador: na ra do Passeio,
n. 5
Vende-se urna preta moca de bopita
figura, sadia e sem vicios, com algumas ha-
bilidades ; un moleque de bonitA figura,
sem vicios nem achiques: na ra da Cadeia-
Velha.n 33, se dir quem vende.
Vende-se um moleque rrionlo, de 16
anuos pouco maisou menos, de bonita fi-
gura, bem sadio e muilo esperto: na ra
da Cruz, no ftecife, n. 49, primeiro andar.
Vcndem-se 6 eadeiras, 2 bancas de
madeira de oleo envernizaila, obra moder-
na, 2 parpa de lanternas bordadas, com cas-
tiQues le brnnze, muilo em conta : na ra
du Livramonto, n. II, se dir quem vende.
Vende-se un multo don alambique de
cobre, que ncaldeira leva 50caadas de li-
quido, com urna serpentina de eslanho fino
que pesa 3i0 libras, o qual serve para des-
tilar garapa, e imlmi fazer espirito a'
40 graos, por pceo con.modo, por ler-se de
mudar de lugar em que se arha moniada
no Alerro-da-Roa-Vista, n. 17, labrica de
licores.
Vendcm-sp, na ra do Crespo, n. 11,
livros para aulas, como sejam : Selecta,
720e 1.000 rs. ; Craniuiatic por Moura, a
lo e 800 rs. ; Salu.-tio, a 800 rs.; Grm-
malica Insten efiancea : Charm, philo-
ophia, lirc< nano porluguez e francez
Fscriplura sagrada ; Eloquencia nacional
Memorias histricas de l'irnambuco, 4 v.
novos, por 8,000 rs. ; e ouiros muilos li-
vros.
i AGENCIA
da fundicao Low-Moor
ra da si-nzali.a-kova, n. 4^-
Neste estabelecimento conti-
na a haieium completo sorti-
mento de manidas meias moen-
da8) para engenho ; machinas de
e taclias to
de todos
ferro batido c
taannos,
O.S
vapor,
coado,
para dito.
Tai xas para enger h o.
Na fundicAo de ferro da ra do llrum,
acaba-sede rece her un completo sorlimeii-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
inodo e com promplidSo pmharcam-se,
CU carrpgnin-*e cm carros sem despezas ao
comprador.
Teeidos de algodo Irn-
o da fabrica de To-
dos-ns*Sanlos.
Na na da Cadeia, n. 5*1,
vendem-so por atacado duas qualidades,
proprias para sacros de ossucar e roupa de
escravos.
0&Q0O01Q&QOQGW0VG
0 3
Vende-se un a carro de 4 rodas, pa- <}
$ ra 2 cava lio, |or muilo diminuto j
. | refO : lanibpm Iroca-se por um c- n
briol*"', ou carro de 4 rodas para um ,_
yado
4'
0 c.-iviillo: quem pri ti mler iiniuncie, *
i':) ou dirija-te a | raa do Corpo-Sanlo, 0
< n.2. 0
O0QQQOO0G0G00Q00%
Polassa da Itussia.
Vendp-se superior potassa da llussia, da
mais nova que ha no neicado, por |-rtjo
commodo na ra do Trapiche, n 17.
Vendem-se 200 | es de coqueiros, ou
a porc,8n qocconvii rao comprador, em bom
estado de se replaiilaiem. a -jimi rs. caja pe:
na la do Queimado, n. 57.
Vence-se um mulalinho de 15 anuos,
un. iln lindo | ara pagem, c ptimo para ser-
vir a urna cas, por ser de muilo boa con-
ducta lia ruado Cullegio, n. 2i, primei-
ro andar, se dir quem vende.
-- Vende-se um cavallo ruco-pedrez, no-
vo, capado, bom andador de tiaixo a esqoi-
par : na ra da Praia, n. 20.
Pechineha.
Na ra doQueimado, vindo do Itozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se cenes do
collete de selim pnto lavrado, a 2,10o rs. o
corle.
A ellas.
Vendem-f-c luvas de pellica preta, ponto
ingle!, as mellioies que uem vindo a este
meicado; bem como meias pintadas pa-
ra meninos de todos os lainaulios; na ra
do Queimado, n. 9.
--Veuue-se, elloclivameiite, na ra Di-
reita, ii. 78, lene puro, as 7 horas e meia ,
a 20U rs. u gairafa.
Veneiii-se oculus para todas as ida-
des, pelo IimiiIi-siii.ii | ii 1.0 de mil is. o par:
na ra larga uo Itozario, n. -<>, loja de
miuJezas.
Veude-se a 3,500 rs. a sacca grande
de iiiiliu) :noarmazeui defronle da escadi-
nha da alfiudega.
lticosbotoespretos para
cacasa.
Na ra do Queimado, n. 24, loja de miu-
dezas, veiidem-.se bolVs para casaca ;
bem como muilu bous los pelos para os
seimes ; selim ue filacao ; nflo se auiiun-
cia o preco, por ser minio iii.iouto, o que
he fcil se perauaduem que estas fazenrJas
.- Vcndem-se pe?gs de msdapolilo com 20
varaste com algum toquode arvaria, a 2,560
e 2,000 ra. e limos a 2,800 rs.; p*Qas do al-
gndfiozinho muilo encorpado com 20 jar-
das, a 2 240 rs.; pecM de chita com algum
toque de avaria de chuva, a 4,200 rs. ; um
.noleque bom roziuheiro : atrs do thea-
tro velbo, n. 20, primeiro andar.
Novo sor limen lo de fa
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea^.
Vende-se cassa-chita muilo fina, de bo-
nitos padrees, cores fizas e com 4 palmos
de largura, pelo barato proco de 320 rs. o
covado : rassa franceza de quadros, muilo
fina, a 960 rs. o covado; riscadinho de lis-
trasdelinho, a 240 rs. o covado,- brim de
alaodflo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrOes, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarta ; casss preta com
ramagem branca para loto, a 140 rs. o co-
vado; zuarle de cores, rom 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monslro, a 220 rs. o covado ; chitas de
bonitos padrCes e cores fizas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlalana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muilo superiores, a 640 rs.
--A bordo da brigue S.-Jos, chegado
prximamente, veude-sc firinha de man-
dioca de superior qualidadp, e por menos
preco dn que em nutra qualqucr parle: os
prelendenles dirijam-se a bordo do dilo
brigue, tundeado defronte do arsenal do
guerra, ou ao Itecife. ra da Cruz, n. 66.
-Na ruado Crespo, n. 15, loja de Joa-
quim de Oliveira Maya Jnior, ha, alm das
Iii7cndasjaiinuncdas, e de oulras mili-
tas por barato preco, um sorlimento de lin-
di chapeos de sol, do panninho eslampa-
do, muito pioprios para os meninos o me-
ninas que andan na escola, e mesmo para
as senhoras que anda estilo no campo, pe-
lo piero ile 2,000 18.
Vende-se superior farinha
de milito pni porc5es ea retalho,
lendo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais cnniodo do que em ou-
tra qualo^ parle: na ra do
lliiiiit, n. 28.
A *1$000 o corle.
Vendom-sc cortes de cassa-chita, fina, de
bonitos padiOes e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco de 2,000 rs. o corle : n
ra do Crespo, n. 6, lojaao pe do lampefio.
Farinha Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nha fontana que tero viudo a este
mercado, chrgada ltimamente
a tratar com Alanorl da Silva San-
ios, no aimazem do Aunes, no
caes o\ Alfandego.
Farinha de mandioca.
Vende-so a bordo do patacho Induitria,
chegado de Ssn-Matlieus,tundeado defonle
da escadinha do Collegio, a melner fari-
nha que ha uo mercado, por ser muilo no-
va, em grandes e pequeas porcOes, e por
preco mais ronmodo do que cm outra
qualquer parle : trata-se a bordo do dito
barco, ou na ra do Vigaiio, n. 19, com Ma-
chado & Pinheiro.
I'olassa nacional.
Vende-se pntassa nova da fabrica nacional
do llio-de-Jmieiio ao baratissimo |iei;o de
180 rs. a libra. Os seiihoresdeengenho de-
vem todos mandar comprar desta polassa
, 11I1 ni do animara fabrica que com tantos
sacrificios se estabelcceu e foi a causa de
na praca do Ooinmei -
para'fiam- c'' n" 6' P''meiro "dar, escriplorio de
"Waiioel Ignacio de Oliveira.
PHAHMACIA FRANCESA.
Xarope pcituial adujante da gomma dtangico,
pttpatada por Luis UoUentuit & C. boti-
cario chinitio da tu-utln especial ile Paris.
A gomma de angico be condecida e em-
bregada ha muitolempo pelos habitantes do
interior do Itiasil, como um excollento re-
medio para as molestias de peito ; mas em
um estado tal d'impunsa, coolendo cornos
ealranlios, que n.uitas vezes impediudo
seus cffeitos, tomavam suspritas suas pro-
Vendem-se cortes de esmbraia de co-
res, pelo barato preco de 2,000, 2,500, 3,000
3,500 e 4,000rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; ISa
com listos de seda, a 600 rs. o covado; lan-
linhl propiia para roupa de meninose ves-
tidos de senbora, a 240 rs.; 1.1a superior pa-
ra ralbas, a 500 e. 600 rs. ; lencos de algn-
dRo e seda com franja, a 600 rs. ; crtrs de
rollete de velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 rs. a vara ; garca de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e outras muitas fazendas por
barato preco : na ra rio Crespo, n. 15, loja
de Joaquim de Oliveira Maya Jnior.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
lempo se nao vende: nc fiecife,
ruada Cadeia,armazemn. 13.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ba
muilo superior cal virgcni de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Familia de mandioca.
Na ra do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, imilla ba algumns suecas da boa
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna pnreflo de peonas de
eina, proprias paia espanadores.
Vinde-se vinho do Porto muito supe-
rior, em banis de quarlo p quinto ; farinha
de trigo de lodas as qualidades e em meias
barricas; retro? do l'urto, rlmeira quali-
dade: panno e meias de linlio ; arcos para
banicas ; farinha de mandioca em saccas
grandes e a garnel a bordo da sumaca 'V-
S.-du-Carn na rua do Vigario, n. 11. primeiro andar,
casa de Francisco Alves oVCunta.
Farinha jie Irigo.
Vende-se superio/Winha de trigo Tran-
ce n de ProvencavwiPgada ltimamente de
Maisclha : em i-nm de J. J. Tasso Jnior, na
ruaVlo Amorim, n. 35.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. -Amaro,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Vendem-se amarras oe jarro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Chocolate de saude.
lie lodas as substancias alimentares, que
sendo em seu principio consideradas como
consas de luxo, tornam-se pplo lempo adi-
anle de um uso geral, o chocolate pode sem
cnuliariiccSo, ocenparo piimeiro logar.
KTectivamenle. quaulas pessnas nilo ve-
mos r.s preferir boje ao uso do quelite caf,
o uso do chocolate e insto seguir a opiniHo
dos mdicos mais celebres, que de com-
mum aecrtrdo sobre suas preciosas quali-
dades, o indiraffl como um dos nossos me-
llioies estomticos aquellas pessoas, cuja
sau'de he dbil e delicada !.. I'rescrevem-
no aos spus doentea, 1 conselliam-no sos ve-
Ihos eo reenmmenilam s milis de familia
para seus filhos. F.m urna palavra, o con-
sumo vetdadeiramente extraordinario que
todas as classes da sociedade fazem desle
alimento, he o mais helio elogio que nos
Ihe podemos fazer. CliPgou do Maranhilo,
sonde he fabricado, um novo soitmenlo
leste chocolate j bem conhecido nesla ci-
dade por mudas pessoas quetcmfeito uso
delle, econstantemente se vende no mesmo
lugar j annunciadn, 11:1 venda da ruada
Cadeia do Itecife, n. 25, deftonte do Bpcco-
l.art'n. a 480 rs. a libra de n. 3 entre fino, e
a 610 rs. o de n. 4 lino. .
Vendem-se bons qneijos londrinos .
ditos de pralo muito rrescaes e de superior; nl
qunlida.lp, presuntos inglezes
bre, ditos porluguezes para panella,
com 2 e4 libras de 11,ai niela.la, ditas Com
bolacbieha de l.isbOa, dilas de sardinha, di-
las com liervilhas, frascos com conservas
inglezas, qneijos de qualtia viudos do Cen-
r, por barato prpeo, mantas de toucinhn
inglcz de funieiio.de 7 a 8 libras eadaiima.c
oulrus muitos gneros de boa qualidade:
na ri.il da Ciuz, no Itecife, n. 46.
Moendas superiores.
Na fumlii-"io de C. Starr & Companhia,
em S. -Amaro acham-se a venda moeudas pnedaoes, e ohiigavam o doenle alomar
de canna, todas de ferro, de um modelo e. una porfo de materias eslranlia, nOoolll
dc-se exccllenlc vinho do Porto, o melhor
qunha no mercado, em barris de 4'e 5a;
farinha de trigo de SSSF; dita autor gale-
no ; dita americana da differenles autores,
tanto em barricas, como em meias dilas ;
polaca em barris pequeos ; saceos com cc-
vada e cevadinha; arcos para barricas e
larris ; tabnas de forro de pinho, proprias
para fundos de barricas ; relruz ; panno de
lindo do l'orlo ; canastras com alhos e ro-
ldas de cortica ; penetras de rame de la-
ifio ; e pentes de alisar o cabello.
Ss* Vendem-se urna mulatinha de 14
annos, muito linda, e que cose bem;
Z urna moleca de 16 annos, que cose,
engomma e cozinha bem; um no-
C loque de 9 anuos, multo esperto e
g> bonito, e que he ptimo para apren-
g>. der qualquer offlcio ; um preto de
* nacSo, de 25 annos, bom compra-
:> dor, muito diligente, sem vicios, e
*" por isso ptimo para o servigo de
* urna casa ; e mais alguns escravos:
2 na ra das Larangeiras, n. 14.

Vendem-se saccas com muito boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500rs. cada sacra :,
na ra da Cadpia do Recife, ao p do arc*
iln Conceicaoejunloa botica do Sr. Anto-
nio Pedro das NevPs.
Edmundo Detham, na ra do AragSo,
tom para vendor,por preco commodo, mag-
nificas mohilias para urna aala de goslo,
composlas de consolos com pedras. Iremos
com espelhossoberhos, sophs, jardineiras
com pedras ricas, esleirs, ditas de balan-
CO, vanos eonsolos com pedias, ricas me-
sas de sala e jogo, soherhos aparadores pa-
i sala de jaular, mesa elstica para 40 pes-
soas, camas de armado e de vento com di-
ta : ludo, ou em separado 1 ara lii|ni.lucilo.
Vendpm-se muito bous pos para den-
les, que no so limpa como conserva os
meamos, a 160 rs. a caixinha : na ra Vu-
Iha, 11. 54.
eonslruccfio muito suporior,
lh psito da labrica de
l'odos-os-S.'.'iiios na Itahia
Vende-se em rasa de N. O. Hieber & C.
aa ra da Cruz, n. 4, altimlSo trancado
daquella fabrica, muito pioprio para^saccos
deassucar e roupa de escravo>.
Vende-se um escravo peca, de 20 an-
nos : na ra do Crespo, loja da esquina que
volla 1 ara a cadeia.
.Chegaram novamenle ra da Sen-
/alla-.Ni.vii, n. 42, lelogiosde ouro e prata
patente higlez, para don em e senbora.
Velas de cora.
Vendem-se caixas rom cera em velas, fa-
bricadas no Rio-de-Jaiieiro, sortidas ao
gosto do comprador e por piec<> mais com-
modo do que em outra qualquer parte : a
tratar rom Macha Jo & Pinheiro, na ra do
Vigaiio, n. 19.
Airoz a 50 rs a libra e 1,400 rs. a
arroba, sendo em sacca nula por menos;
espirilode 37 graos a 1,000 rs. a cariada:
no pateo do Hospital do l'araizo, venda
n. 20.
Vendcm-se 10 saceos com
senteio novo, de muito boa quali-
dade, por commodo preqo : na
ra ila Senzalla-Velba, n 1.36.
-- Vende-se um sitio ppqueno com casa de
pedra rol nova, 110 lugar da Casa-Forte,
rom frente para a estrada da mesina e os
fondos para a estraoa do Arraial, o qual
lante quo ilieiles, mais que mintanlo di f-
ficultava o seu uso.
Moje, emfim, esta gomma he pomos le-
vada ao mais alto grao de purs, e n-sim
com ella preparamos o nosso zarope tilo a-
gradavel e fcil de lomar como promptoe
eficaz nos seus resudados. Os mdicos des-
ta cidade e outros muitos que teem obser-
vado seus i-IVeiios. provam sua superiorida-
deahsolota para a cura das iiiflammacOea do
I tilo, loces, defluOTt, catarros, esrarros de
sangue, ele. ; e applicam aos seus doentes
como o melhor especifico at boje conheci-
do. ChegOU do Maraiilifio, ulule he fu lin-
eado, urna quantidade dele zarope ja bem
conhecido nesla cidade por muitas pessoas
que delle tem usado : constantemente te
vende 110 mesmo lugar ja annunciado, na
venda da ra da Cadeia do Itecife, n. 25, de-
fronte do Hecco-Lurgo, a 1|000 cada garra-
linha, acompanhando nin receiluario do seu
autor.
Farelo novo a 5,o00 rs.
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegaaas no ultimo navio
dellambuigu: na la do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Vcnde-se urna pnrcao de bi-
xes de muito boa qualidade, e l-
timamente ebegadas, por preco
commodo: na ra da Senzalla-
Velba, n. t38.
NA BIJA DA CADEIA DO RECIFE, N 24,'
LOJA DKCAMIIIu |)A VIUVA V1EIUA
& FILHOS.
Lotera dollio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Pelo vapor San-Salvador entrado nesle
porto, no da 13 do correte, recebemos os
mohos afortunados hit heles e rucios ditos
da 52.a lotera a bcnelicio da Santa-Casa-.la-
Miscricordia ; e tamhem recebemos as lis-
ias da priineira lotera de S.-J0S0, e da se-
gunda de N.-S.-da-Gloria.
Bilhetes vendidos na mesma loja, da 1.a lo-
tera de S.-Joilo, com os premios :
145 10:000,000
1,373 1.000,000
2,932 400,000
449 400.000
4,072 200,000
1,320 100.000
1,139 100,000
1.1.".0 40,000
5,338 40,000
Os melhores charutos de
S.-Felix.
SSo chepudos os melhores charutos de
S.-Feliz : na ra do Queimado, n 9, loja.
A elle.
Fumo de corda em barris; charutos sol-
los e en carnudas, viudos da Itahia pelo
p.tacno S.-Crus, muilo em conta e a von-
lade dos compradores: na ra da Cadeia du
Itecife, n. 31, primeiro andar.
!\i ra das O u/es, 11. 22, segundo an-
dar, vendem-se 10 escravos, sendo: urna
crioula de 18 anuos, com algumas habili-
dades ; urna dita de 20 anuos, com um di"
f.-iio em un oliiu ; um casal de escravos
de meia idade, com um lilho moleque de S
anuos ; um escravo para o semeo de c.tu-
po ; um cabrinha de 13 annos, ptimo para
paiem ; um moleque uo 13 anuos; 3 pre-
tas que cozinham, lavatn de sabo e vende
na ra'
Chitas de assentos escu-
los, cores lixas, a iUO
rs. o covado
Vend m-se as melboies chitas de cies
escuras e lisas a nove viiileus o covado :
na ra do Queimado, 11. 8, lula clioule da
botica.
A 5,000 1 s. a pelle.
Vende secouio de luslro, a 3,000 rs. a
pelle, de mu,lo boa qualidadee em muito
bom estado: na ra do Queimado, 11. 16
loja demludeat.
Vende-se a venda n. 7a da
ra do Psdre-Fiorianuo, com pou-
cos fundos, poim com bastaute
Irfguezia para trra, regulaudo
por da de lo a ia,ooo rs : a tra-
tar na Iravessa da CJoncurdia, so-
brado n. 5, das 6 s 8 horas da
manba e das 4 vS '- l'a tat'de.
Charutos de Ha va na
verdadeiros :
vendem-se em casa de Kalkmauo rmeos,
na ra da Cruz, n. 10.
(renles tamaitos e modelos, moendas
de dito, lano para armar em madeira como
rodas de ferro para animaos e agua, ma-
chinas de vapor de. frca de 4cavallos, alta
pressSo, repartideiras, espumadeiras, etc.
de ferro estanhado. Na mesma agencia adia-
se um sorlimento de pesos para balancas ,
escovins paia navios. Ierro em barra, tanto
quadrado como redondo, safra para ferrei-
ro, e urna poreflo de tinta verde em latas:
tudo por barato preco.
Vende-se urna preta da Costa, do boni-
ta, figura, sadia e sem vicios, a qual en-
gomma e cozinha o diario de urna cala ; um
moleque de bonita figura, sem vicios nem
achaques, com principios de sapaleiro, e
propno para pagem : na ra da Trempe, n.
48, sobrado.
o Chapeos francez. o
? Na loja do sobrado amarello nos *
v quatro-cantos da ra do Queimado, "
9 ir. 29, vende-se um grande sortimen-
0 lo de chaposfraneezes de formas da >
O ultima moda, a 6,500, 7,000 e 8,000, O
OG0QO0Q00OQ0QQQQQO
Vendem-se duss escravts, sendo urna
crioula moca, que cozinha ensahoa e cose,
e a outra de nac&o, por 250,000 is., a qual
cozinha, ensahoa e vende na ra: na ra
da i'aia-.le-s.-iiita, no primeiio andar do
sobrado de 3 ditos.
-- Vendem-se careos vasios, sendo bar-
ricas de daca Ido, da iris de vinho, dilosde
azeiledoce, ditos de manteiga, ele.: na
travesa da Concordia, sobrado n. 5, das
( s 8 huras da mauhsa, e das 4 s 6 da
larde.
Jbscravos Futaos
Vendem-se barricas e meias Agencia fie (uhvin Ia\V.
ditas com superior farinha galrg-i, Na ra de Apollo armazem n. tt.de M. Cal-
soueruiui qualidade, quando ellas siio I demarca'com o doSr. Fpnflo, com' basan-|cl,C?a(la nroxiinamente : narua do "lou'^omP"'''^. acha-se conslantemente
suptiiores; assim como peules da verda- t).s arvoredos : o motivo da vendase dir r" ..,- um grande soilimcnlo de ferragensiuglezas
deira tartaruga paia trancas dos melhores ao comprador : no pateo de Son-Pedro, ven-f Iropiche, I), b. para engenhos de fabricar assucar, bem
gustos, por preco uiuilo raswel. Jdan. 1. I --Na ra do Vigario, armazem n. 11, ven-, como tatzas de ferro coadoe batido de dtf-
Fugio, no da 13, as 5 horas da larde,
um pardo de nome Luiz, alto, cheio do cor-
po, de 20 annos, fecOes grossas, orelhas
grandes ; levou calcas amarellas e jsqueta
preta ; tem urna perna indiada provenien-
te de erizipela : quem o pegar leve-o a pa-
daria da Camboa-do-Caroib, que sei gra-
tificado.
lloca-.-c as autoridades policiaes, ca-
pifles de campo, que apprehendain a es-
crava Thomazia, alta, magra, cabello corla-
do rente, ps grossos eum mais que oulro,
por causa de tiizos que leve, beicos gran-
des e grossos, cara comprida, lesta grande
e feia ; tem marcas as costas |da mo di-
reila de ventosas sarjadas que levou ; levou
urna Irouzinha do vestidos velhos.je nocor-
po um vestido de chita de lis tras azues, e
panno da Costa : quem a lever a cata do
Sr. Antonio do Ama ral e Silva, ser recom-
pensado.
Fugio, no dia 21 de Janeiro do crranle
anno, do engenbo Miranda, comarca de
Coianna, o escravo Jlo, do uaco Congo;
foi do Acarac, no Ceara, noTugar sena da
Biruoca ; he de altura legular, cheio do
corpo, representa ter 40 annos. rosto re-
dondo, testa grande ; quando olha cai-lhe
ossobr'olhos ; tem unta corda na cabeca,
falto de denles na fenle, cor fula, peritas
um tanto finas em proporeo o corpo;
tem punca barba, levou um bah de Flan-
dies ja velho, chapeo de couro, mais ouiro
depellodenlrodi urna caiza de papello :
quem o pegar leve-o ao dito engenlio, ou
ao Sr. Manoel Goncalves da Silva, na cida-
de do Itecife, que recebera 60,000 rs., aen-
doconduzidn de pequea distancia, e se
fr deluear longinquo ser generosamen-
te gratificado.
Contina a estar fgida, desde o da
iodo corrente, a preta Victoria, de naci
MoQam liiiiue ; levou um taboleiro pinta-
do de verde, com urna toalha, vestido de
chita azul, camisa de algodloziohn, panno
da Costa ; he de altura regular, cor fula,
magra ; lem urna serrilha na teala, nariz,
queixo e tmbem pelas costus, algumas
maicas de custicos, falla pouco, |On-ni
muito nlellegivpl consta andar vagando
pelas ras desta praca : esta pela j fui es-
erave do Sr. Iir. Quinlino, morador na Es-
tancia, e anlerioim ule de ouiios n nilos,
e agora do abaiso assignado. Hopa-sea to-
das as autoridades policiaes e ca pifles de
campo que a apprehendam e levem-na
ra do Queimado, n 4,ou na pra(i da In-
dependencia, ns 13 e 15.
Joaquim Pertira Arantes.
Fugio, no dia 6 do corrente, a prela
Rosa, de naciln Redlo, um lauto cheia do
corpo ; lem um signal de sua ni efio na tes-
ta e outro em cima do peito esquerdo ; cos-
tuma a vender peize nesla cidade : quem a
pegar leve-a ra do Rangel, n. 21, que
ser gratificado generosamente ; assim co-
mo se protesta contra quem a tiver oc-
culta.
Fuftin, no dia 12 do corrpnte, do lu-
gar de lina, um moleque rnoulo, de nome
Antonio, de 12 annos ; sahio montado em
um cavallo ruco pequeo com o ferro 0 j
muilo apseado no quarto.com dous callos
as pases fritos pela cangalha : o moleque
he do coi- bastante prela, nariz afilado,
olhos diurna cousa veimplhos ; levou ca-
misa do algodfiozinho de lislras miudas ja
rola airas, ceroulas de algodSo, e chapeo
depalha Riga-seas autoridades policiaes,
capules de campo e pessoas do | ovo, que
o apprehendam e levem-no ao pateo do
Terco, 11.139, casa de Jo> da Cosa Ct.ua-
Ihu cuin ii'fl'-s, ou no mesmo lugar a Jos
Antonio da Silva, que gratificar.
Fugio, no dia 6 do coirente. um mu-
lalinho de nome Jeronyno, de 10 pera 11
anuos, cor um tanto amarellada que pare-
ce ter frialdade ; levou camisa dn algodo-
zinholiranco jsujaeconi as mangas pelo
meiodo braco, cujo boreal das mangas ha
embaiadn : quem o pegar leve-o a ra do
l'a.li 1 -1 lor iaiino, n. 5, que ser recumpen-
sinlo : assim como se protesta contra quem
o tiver oceulto.
-- Fugio, no dia primeiro do correle,
tima mulatinha, de nome Benedicta, de II
annos pouco mais ou menos, magra, cor
um tanto alva; levou saia de niadapnlfio
com babadorm baizo, e camisa com ren-
das nos assenloa j auja : quem a pegar
leve-a a ra da Cadeia do Itecife, n 51, pri-
meiro andar, quesera liini recompensado;
assmi cuiiiu se piolesla contra quem a tiver
oceulta.
Pian. : NA TiT. DI H. I. DE rana. 1850
MUTII ADO


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