Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06811


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Full Text
Anno XXVF.
Sexta-feira 15
mrtidi dos oomauoa.
i'.i lanna c Parahlba, scgundas'e sextas feiras.
Rio-Grande-do-Norlc, quintas felras aomelo-
da.
Cabo, Serlnhacm, Rlo-Formnso, Porto-Calvo
e Macelo, no I.', a II, e 21 de cada mes.
Ca .11.1nins e DonUn, a 8 e 23.
Hoa-VIsta e Floros, a 13 e 28.
Victoria, s quintas (Viras.
(Huida, todos os dias.
I'lUJKS Ot III.
XPBEMEBIDES.
Miog. a 3, s 10 h. 69 m. da t.
Nova a 12, s 4h.e 9m. da m.
C Chela a 2(1, s 9 b. e U m. da id.
ritimiB di HOJr.
Primeira as? horas 42 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas li minutos da tarde.
HH"M
de Fevereiro de 18>0.
N. 58.
anascoa da oBtoai*9lo.
Por tres mezes (atados) 4/000
Por seis metes 8/1100
Por un anno
DAS da SEMANA
11 Seg. 8. Lzaro. Feriados estes tres das para os
negocios Toreases.
12 Tere. S. Eulalia.
13 Quart. de cima. S. Gregorio It papa.
I (Juint. S. Valemiu. Aud. do J. dos orf. e do
ni. da 1. V.
lj Sext. S. Faustino. Aud. do J. da 1. v. do clr.
e do dos Cellos da fasenda.
16 Sab. S. Porrino. Aud. da Chae, c do J. da 2.
? .do crime.
Dom. S. Silvio.
cambios en 14 arnvmtmo.
Sobre Londres, 28'/, d. por 1/uOO rs. a 60 dias.
i'aris, 316.
Lisboa, '.O por cento.
Ouro.Oncas hespanhoes.........28/500 a 29/000
Mocdas de 6/400 velh.. ln;?lll) a lOftlin
de 6/4O0 novas.. 16/200 a IUJ400
. de-tyUOO.......... 9/200 a 9/400
Prata.Patac.Ses brasileiros...... I/!'(i'l a I/1811
Pesos conminarlos....... 1/M>'> 1/98(1
Ditos mexicanos.......... 1/800 a 1/890
sBssjsssq
DIARIO DE
PARTE OFFICI^l.
MINISTERIO DA FAZENO.A.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 15
DE JANEIRO
A'lhesouraria da Baha, em resposta ao
odlcio de 21 de dezembro ti. 224, se de-
clara que no caso que figurou de ler o
mestre do hiato miarn descarregado os
gneros da produccilo nacional que con-
ln/ia para essa previncia som a forma-
lidade do wt. 181 do reguiamento do 30
de maio de 4836, se devoconsiderar com-
prehendido na hypothese do ai t. 182, pa-
ra se haver delle os direitos rospeclivos,
e impor-lhes a multa correspondente aos
gneros constantes do manifest que do-
sembarcou som as referidas formalidades
, CONCELHO SUPREMO MILITAR.
\Provi,o.
Dom Pedro, por graca de Dos e unnime
arclamacSodos povos, imperador constitu-
cional e defensor perpetuo do Brasil Faco
saber a os que esta minha provisSo virem,
que, tendo subido a minha augusta preson-
ca urna consulta do conreino supremo mi-
litar, datada de 3 de dezembro do anno
prximo passado, a que mandej proceder
sobre o oflcio do chefu de divisan e inspec-
tor do arsenal de marmhn da corte, n. 758
de 9 de novembro do referiilo anno, acerca
*!a> talla de correspondencia salva que |he
Jera fragata americana surta neste porto
poroccasiJo de pagar a sua visita no res-
pectivo commandante; e porquanto no
exirte nenhuma detorminacjio estaheleren-
do as salvas que dever-se-hilo dar quan lo
occonerem especialmente casos semillan-
tes ao que metidona no sohredito unido o
indicado inspector, segundo
ebefe de esquadra enesrregado do quartel
enera) da marinha; nfio commetleit por
isso falta alguma o commandante da fraga-
ta Cjtnstiluico em deixar de corresponder
que dera a Trgala dos Estados-Unidos da
America quando leve lugar aquella visita.
Sendo, porm, conveniente que a tal res-
peilo se eslalieleenm regras iuvaraveis pa-
ja d'nra em dianle seren observadas, hei
por bem, por minha immediata e imperial
rcsolucSo de 5 de dezembro ultimo, deter-
niinar: Que, quando os subditos brasilei-
como o povo ingles, de mercados como os do
Rio-da-Praia e dos ros que nelle desaguam.
Os difl'ercnles povos que vivem as margens
desses rios ou prximos delles, desejain arden-
temente negociar cin grande escala coin os Eu-
ropeos ; mas Rosas (pelo recelo instinctivo da
influencia liberalisadora da permutaciio inter-
nacional e do risco que conseguiiteiiienle cor-
re o despotismo) sellou hermticamente o Pa-
ran e o Uruguay, e annuncia-se proteccionis-
ta em um sentido que provavelmente tentarla
o Sr. G. F. Young a ser seu primeiro ministro.
se a esperada dissoluco do parlamento ingle
for acinlemente adiada.
Os resultados da poltica do general Rosas es-
to porm inulto longe de ser f.ivoraveis. A
Europa nao sabe que o Rio-da-Prala he o cam-
po de I,,( illi i de dous principios, bascado um
no absolutismo de um s hoineiii, e o nutro na
neccssiiladc deexpanso. O primeiro destes
principios heAatrograd e concentrado ; o nu-
tro he progrnsivo e expansivo.
O primeiro
repelle a cu"nlianca me; mi.ando o terror c a
<-sp.il i aran o segundo convida o crdito e a
coof1era9.no cstrangeiros. Finalmente um, du-
rante o sen reinado de desoll aiiuoi, reduzio
umn ,-i,l ni,- (Hucnos-Ayrcs) que conlava 80,000
habilanlcs antes da sua fatal apparico, a 40
mil, ao passo que a outro elevou, dentro de
I iiiii poneos anuos, uina populaco (a de Mon-
tevideo) de 15 a .'111 mil almas, a
Citamos um dos numerosos fnlhetos sobre a
quesillo do Rio-da-Prala publicados recenic-
mente em Franca, onde exsa questn excita o
maior interesse, e onde tem sido tratada ooui
zelo e ardor por hoinens lulluentes de lodos os
partidos. as quaes naturalmente sunpocn que,
a ser dandi tal queslao a um desfecho satis-
factorio por mel da intervencao francoa, co-
Iherao ns seus compatriotas as principaes van-
lageus deliaixo do ponto de vista cpm111crci.il.
Antes da guerra que assoll-i o Rio da
a Prata, dlzoSr. Carlos Chrislophe, fabn-
cant, trocavamos annualnvnte o valor
de quarenla millid s de francos com a-
quelle paiz. Hijo est isso redundo a
quatro quintas parles. A nossa etporla-
informou o ?"i par* si Bnwil slie anda a quaronta
inillie-i de f>ancos mas teria a sorie que
leve a do Rio da i,r.il.i, se, com o abau-
dono do Mouievido, atirissemns a enlra-
da para o Brasil a ambicio de Rosas, cujo
exorcito ameaca j.i suas fronteiras. Mor-
eados para nossii maniifaliiras, lugar pa-
ra a nossa superabundante populadlo ,
laes s3o asnossas ruis urgentes necessi-
dailes, eo sanctuarin da America-Meri-
(i dional nos est boje aberlo pela sua porta
principal, que he Monlevido, o Gibraltar
Transatlntico.
Todos os fnlhetos francezes s3o escrptos
no o,(".-111,1 senlido, no mesmo e-pirito, es-
ros em qualquer dos porlos do imperio f-
lem a bordo de alguma emba cacao de' .
guerra eslrangeira ahi eslacionada, o no'Pir,l I"9 Pfece ler-se commumeado a
seu regresso o cominaiidanle della mandar co^m'sso da assemhlea nacional encarre-
salvar, cando a handeira imperial, o offl- **d" d* dar um parecer sobre 1 quesillo.
cialda armada commandante do porlo nr.'Aescolha do conde Datu para relator mdf-
denar logo que seja correspondida aquel- CJVI1 claramonle o toor provavel da sua dj-
la sslva com igual numero de tiros por um
dos navios que se adiar prompto para dcs-
empenliar esse servico, fazendo tambom
icara bandeira da naco cujo navio hou-
ver salvado ; e no caso de existir em algu-
mas occasiOes absoluto Impedimenlo de ser
dada a dita sslva pela marinha imperial, o
commandante do porto eommunicar esta
rircumatancia, sem perda de tempo, ao da
fortaleza do registro do mesmo porto, e es-
te ser entSo obrigado a mandar salvar a
fortaleza pela mancira supra-detTminada.
I'eloque mando a autoridade a que.m com-
pete, e mus pessoas a quem o conhecimen-
to desta pertencer, a cumpram e guardem
tao inteiramente como deveni e nella se
conten. S. ,M o Imperador o mandou pelos
membros do concelho supremo militar a-
liain.i assignados. Jo9o Marlins de Snuzi
Caldas a fez nesta corte e culada do Rio-de-
Janeiro, aos 4 dias do me/ de Janeiro do an-
uo do nascitnenlo de .No-so Senhor Jesus-
t.hn-to de 1850. Eeu, o concelheiro .Ma-
nuel da Fonseca Lima e Silva, marechal de
campo, vogal o secretario de guerra, a flz
escrevero subserevi. -- Luis da Cunta Mo-
flir. Joan Ckrisoitomo Calado.
EXTERIOr.
1\ EGOCIOS 1)0 III0-DA-PR ATA. PROCED M EN-
10 DO GOVERNO l.\GLK/.. LMEltVENCA
FaANCEZA.
Loniti, 22 rf dntmbro de 1849.
Nao ha hoiiicm publico do nosao tempo que
inais vezes lenha mudado de partido, 011 maia
vc7.es abandonado os signacs exteriores c visi-
veis da sua t pulitica, .lo que lord Palincrsloii.
A \ nacida,1c e vci,,auIjdaila do seu genio cor-
111 perfeilaiuentc parrlhas com a sua incons-
tancia. I
l.ove's wlng and lite peacoik's are nrarly
(alike,
Thcy're bolit of them brlght, bm ihey'rc
(chaugeable loo,
And as oft as new beam of por tu can slrlkc,
Twill tinge Cupid's pluuic wi'ih a dilleieut
hue.s
cisSo, o o relatorio por ello apreseul ido
a-x-iiilila na sessao de 17 do correte com
a receinuiendacMi de que deve ser conside-
rado urgente recommendar induhitavel-
mente una intervenido franceza, apoiada
por urna frtrtja sullicienta ede nstureza de-
masiado pernmptoria para permittir novas
evasivas ou demoras.
Ogoverno francez deve saber hoje por-
feilamente que he urna mera perda d tem-
po traUr ou negociar. Em primeiro lugar,
nem Oribe nem Rosas se julgaro ohrigados
a cumprir tratado algum ; em segundo lu-
gar no resta realmente ponto algum sobre
o qual se possa negociar. O poni princi-
pal he fazer entender a Rosas, posiliva e'n,"la esPfra do* "oniens, que governam a
distiuctamenle, que nunca mais fe lomar FraiiQa. Nada espero, diz elle, nem Jaquel-
es que se assentam aqu (mostrando o ban-
A ideia de entrarmos em urna guerra pa-
ra evitar que nossos virlnhos prolejam os
seus compratiotas e cumpram a sos um
grande dover publico, a que tambem esta-
mos obrigados, he pelo menos um absurdo
estravaganto. O principe Luiz Napoleilo
conhece por demsis a Inglaterra e os Ingle-
zes para carecer Ihe assepuremos que a par-
te mais inlelligantn da nacSo nfio est mais
satisfeita com a poltica externa de lord
Mmaratn do que com a poltica colonial
de lord Groy.
A chega-la da expedQo francoza desperta-
ra provavelmenic'omocOes de pe/ar e de v^r-
gonha 110 peilo de mu i tos negocisnles ingle-
zes estabf lecdos no Rio-dt-Prala ; mas sus-
peitamos lortemente que o sentimenlo mais
pronunciado em lodos elles, sem exceptuar
mesmo os de Ruenos-Ayres, seiia o de pra-
zer e congratulacflo ao contemplaron
crescente seguranza de vidas e propieda-
des, o augmento do commcrco, e tolos os
domis h-uis que resultara ai da suppress.1o
da tyrannia, da execucSo das leiscdores-
tabclecimento da paz.
(Mornirig Chrontcle )
( Jornal d Commtrcio. )
PBANCA.
*
QUESTAO ROMANA.
Aitembla legislativa de Fran(a.
Sessfk) de 20 de oulubro.
(Conlinuardo do n. 36.)
!H. V. Hugo :Pko a assemhlea um gran-
de silencio ; porque me acho bastante ron-
co. (Smiuto.)
O Sr. Pretidenle:--0 orador diz que esl
roneo, e reclama um profundo silencio.
M. V. lugo :Senhores, hontem em mo-
mento, em que me no achava na casa,o 110-
bre Sr. de Montalnmbert disse que ns ap-
plausos, que recehi de urna parte da as-
s Mullica, que os applausos qin saliiain do
OOMC/u> abaldos pelos solTrementos de
um paiz nobre e infeliz, eraiu um castigo
Esle cxslgo eu o aceito, o me honro com
elle. lApplauos no 6111c) da llunlanha.)
Urna i'os :--() senhor tein dircilo a elle !
Aceit'-o acoite-o .'
M. V llago :Se os outros applsusos os
quaes deixo a quem ns quizor tomar...
il'tfi>e/fa:-Ob Oh I
Na extrema esquerda :~.Muito bem mu-
lo lieiii !
M. V. Hugo :--DiMxem-Hie o menos ex-
plicar o iiihu peiisainento. Digo que ha
uniros applausos, 04 quaes dcixo a quem
os quizer tomar, estes applausos silo os ap-
plausos dos algozes da llungiia, e dos op-
(ircss ires da Italia.
A Mantanha :--Bravo Bravo!
A7 V. Hugo 1 Permiti-me M. de Monla-
lembert que Ihe diga com profundo pezar,
que houve lempo, em que elle impregava
melhoroseu talento. Elle defenda a Po-
lonia tanto quanto defendo boje a liada.
Eu era entilo por elle, e elle he boj 1 conlra
1111 ni. a im-.'i.i di-s 1 he le ni simales : ello,
se passou para o lado dos que oppriinem, e
eu fiquei do lado dos oporimiilns.
A tontunha :Bravo .' Bravo !
O Sr. 'residente :O Sr. Eminanucl Ara-
go tem a palavra.
V. Emm. Arago comee 1 declarando que
quem P Ao pedido da Austria ; e porque ?
Porque a Austria est perto, o h urna mo-
narchia ; porque a Franc esl longe e ha
urna repblica; emlim, finalmente, poique,
depos do se lerem servido do nos, Iblgam
de lirar-nosa consideraciln
O orador interpreta aqu as palavras non
possumus pornunciadns hnritm por M. de
Montalemherl. Elle diz quena bora 1I0 gn-
veino sacerdotal, estas (palav.-as devem se
Msim entendidas omnia ponumus. Hila-
das.)
Ilontem, senhores, contina n orador,
fize-am-nns desafos e ameieas. (O/i! Oh .')
M. de Montalembert dis-e-nos quo so mis
empenhnssemos em urna lula com a igreja,
n3o nos ririamns muito tempo. Isto he,
una palavra de desalo, u na pnlavra de 011-
tras eras. Oh sim ao desara^ado que
era Inorado ms masmnrras da inqu/e-ln e
que ahi era posto a tormentos, olla Jizia
Niio le rirs muito lempo I 'A animadlo
com que o nolira memlTro pronuncia eslas
palavras, excita urna certa liila-i lade, na
qulM. de Montaleobert n.io refusa lomar
parte. )
Senhores, com urna eloquencia incompa-
ravel,dianle da qual m" lnclino,no ponto de
vi^ta d'arte, H. de Mnnialemhert nos disse
hnnlem : A igreja he mais que urna mu|her,
he nina mili. Bem .. ('aquj o orador
cruza os bracos, n diz)ea lihenladn seulioip
( Hitadas em algum bancos da tlireita. 1
Os senhores nem : mas dse jar a que me
distessem, se a maior parle dos senhores
seriam o que silo se nffo fosse a libeMade.
POSSO portanto repetir, que he urna bel-
la imagem comparar a igreja a urna n.ai,
mas digo une a lherdule he tambem urna
mili, e que r-mpuuliando as armas contra
ella, os senhoips furam parrecidas.
O orador termina, dilODdo que o governo
s tem um maio para acabar honrosamente
com a qoesiiio romana, e he consultar o
povo romano para saber qual he a forma de
governo que elle quer adoptar. Se niio li
zerem lato, nccresccnla 11 orador, a hislo-
toria glorilicar, e vingara tiquelles que os
senhores ins.iltam, olla cscrevera o nome
dos senhores en una triste pagina, frente
da qual se lera : TralCfio!
(Cnntinaar-ie-ha.)
INTERIOR.
a enlrometter directa 011 inlireclamenlc
nos negocios de Monlevido de manera quo
possa roagir a accSo independente do seu
governo.
As condicoes precisasdo arranjo que exi-
ge a justica ea boa fpdem exprmir-sem
poucas palavras. Todas as forjas estran-
geiras devem ser retiradas dotenitorio da
banda Oriental ; deve insistir-se em urna
amnista completa; obler-su urna indem-
nisaijio rasoavel para os que teem sido vic-
tiinnis de actos de violencia ou de confisco,
e assegurar-se aos residenl.os eslrangeiros o
gozo pacifico dos privilogios que o direto
das gentes conferio as classes correspon-
dentes em todas as dentis nacoes civilisa-
das de ambos os hemispherios.
Mas emquauto nos discutimos as cond
Cfles que a Franca deve exigir, que passos,'
Eodera perguntar-se, lem dado o gabinete'
ritannico ? Que tem feilo o ims-o ministro
dos negocios eslrangeiros para icvindicara
nossa honra e iroieger o nosso commcr-
cio ? Ah .' nada, ou peior que nada. De-
pois de 1er feitoo mais quo pode para re-
baixar o actual governo de Montevideo e
trovar que era indigno da independencia,
insultando-o sem o menor motivo e s pelo
gnslinho de interesse, assigna um trata-
do pelo qual abandona vinualmente o go-
vetno terna compaixlo do seu archi-o:>-
Fora, porm, injusto negar-I lie o louvor (sejprcssor. E depos, receioso de que a politi-
louvor he) de grande tenacidad* em srus ob-JM coiainsa e iudiciosa que a Franca tem em
jrclos liidIVIUiiai'S. '
causa de um collrga
iirnlrgido, nunca a
ixemplo nolavcl denla peculi.rid.de do carac- fCmo de certo collocara), emwrega loda a
terou Utico de sua senhoria 110 apoioi-onslau- -Jn"'" *>" nor
dS'SXJXlZ to'"\ a si "vista colloqoe a sua poltica deba.xo de um
\.;:::;ardoVe:,1o,ou," p-''' *<* ***m,?u de^"\''>r
le i|iie prcsla ao general Rosas, no bem c no
mal, sendo que ltimamente tem estado o mal
para com o bem na raso de vinle para um.
A honra da nacao ingiera, c ate a honra do
proprlo governo de que lord Paluicrstun faz
parle, est solemnemente couiprouicliida a
sustentar a Independencia de Montevideo, alias
repblica oriental do Uruguay, c a conseguir
plena iudeniDisaco dos damnos causados
prnpricd.ide hril.inuica pelo dictador ou por
i)i iln-, in auna sua. He, alcm disto, notorio
que a exlcnco do commcrcio brilanuico em
um paiz vasto c rico, depende quasi exclusiva-
mente do grao 1:111 que possa ser comida 011
sua influencia com ogovemo francez para
odiii-lo a sanccionar os planos du Rosas ;
e o faz tilo indiscreamento que poe em
alarma seu orgulhoii acronal, e \e frustra-
do o objecto quo mais particularoicnte li-
nlia a peilo realisor.
Consta que a maneira por que S. S. se
cu! 1 (mielt. 11 nesia quesillo molivou una
dilreiica noianel na volaciio do.relalono,
sendo os votos linaea 12 contra 3, em vez de
9 contra 6, em favor das conclusOes do cnu-
u o iiliimn loiheio do Sr. Le Loug
co dos ministros), nem daquelles quo se
assentam all ( mostrando a direita ) te-
nliain ou niio tenham pastas.
O que quero...
Urna voz :He urna pasta ( Hilaridade. )
li. h'mm. Arago :--...o que quero, agora
he mostrar a situaran deplnravel, a que nos
tem reduzido o gahinet ; depois indagarei,
e talvez o faca de balde, se a queslao roma-
na adinitte ainda urna sollucSo humosa.
O orador appresenla longos desenvolvi-
mentos sobro estes dous pontos. Una das
suas phrases provoca o general Oudinota
pedir a palavra.
Insistindo sobre a carta do preside .te da
repblica, o orador pede ao Sr. presidente
do concelho quo declare categoriesmenta
se approva esta carta, o faz della a biso da
polilica franceza. Ello lembra urna cir-
cunstancia de urna das sessfles preceden-
tes, na qual citara um faci que vieis ao
seu coiiheciinenlo, o que obrigou a un mi-
nistro a dizer : Como sabe o senhor disso ?
lia entilo dous governos, ha entilo 110 exte-
rior agentes que se corresponden! eco un-
irs pessoas que nSo sejam os ministros .'
Aassembla ha de lembrar-se, contina o
orador, que eu niio quiz dizer entilo 110 go-
verno de quo modo tinlia ohtido as minhas
infiirmaces. Iloje teuho maisalguma cousa
que dizer aos senhores ministros. Vnu ((ar-
ibes nina indica que ainda nao rereheram ;
mas que recbenlo a uianha. Os seiilioes
fram a Italia |,aia se opporem inllueneia
da Austria, para fazerem provavelmente
que depois da expeden>|rorrana a repblica
Iranceza gozasse na Italia de urna cerla po-
iuihiridade. I'ois sabem o quo Ibes vai acon-
tecer ? Eu Ihe disse ha pouco, que o papa
pndeiia turnar a entrar om Roma por soli-
citarles dos Austracos, dos Suissos, dos
Hespanhoes e Napolitanos ; poim que na-
da faria por pedido oa tranca, que elle nJo
tornara a entiar 0111 Huma, eiiiqiianlo exis-
tiste la um soldado francez. Repito, que,
spezar de todas as instancias que lulo leito
para alcaller conces.sOes alem do motu-pro-
RIO-li-JANElBU.
OPINIAO DA IMPERIAL ACADEMIA DE MEDI-
CINA SOBRE A FEBRE CHAMADA AMA-
REI.I.A.
Como se propala entro o povo qiyj a
academia em sen parecer ao governo allr-
ma existir entre nos a fobro amarella, o
qin dalo proviiihan medidas que s ra-
zem o terror sem dar vanlagem, julgo-
mc no dever de fazer publico o parecer
que a respeilo do, c que, sendo appro-
vado pelo meus dignos collegas da com-
mssiio, enlro os quaes cont um nien
lente, foi aceito pela academia o como seu
enviado ao governo imperial em resposta
aos avisos do 7 c8do crrante
l)r. Filial.
Parecer da commlssio nomeada para era-
minar os casos que sedizem ttr apparreido
de felire amarella, e para ptopr medidas
hijgienicas e preventivas de que o povo pos-
sa uttltsar.
ro :: SLixtft&s
e decisiva a respeilo, e dar-lhos o lugar que
nosngraphicamenle Ihes compote.
He anda depois da apreci.icffo do Iodos
os phenomonos que as teem precedido, a-
'tu .1 tih 1 I 1 e seguido, e da exacta com-
paracilo das rirriiinstancias dos paizes e in-
dividuos, das causas que as produ?iram, o
dos sy ai plomas que as caraclerisam, e
malos a que ce lem, que se p le em defi-
nitivo julgar se tal molestia hoje presente
he a que teve lugar em nutra poca, sao
flagello quo alllign um paiz he da mesma
atureza ou partiiha da indnle do que gras-
sa em outro. EK portanto, indagado s a fa-
zer-so, I rali 1II111- a que frocosa liento te n-
se a proseguir, para proceder cm icara, e
com carleta escguraRca.
A COmmissOn, porm, balda de lodosos
csclareciuienlos sobre a natnr,'za, ndole o
causa da mole-lia epidmica que or gras-
sa na Baha, nao possundo nem a dcscrp-
efo dos scussymptomas, nem Ionio conhe-
ciinenlo do resultado das autopsias, desco-
iiliec n lo o que a seu respeilo pensam os
pralicos abalis idos quo a tnni presenciado
e cuidado, mo rie ajuizar acera lamento
della e de seu carcter, e menos sinde oc-
Cupar-se de sus contaginsi lade, 'pura dahi
induzir a posibilidade de sua imporlaclo
no Rio-de-ianeiro. Maiores anda sio as
d 1 di'cu' la les pura que ella se animo a a :ir-
mar que lal mulasa partilha dasqualida-
desda febrea ntarella ; aguar la, porm, quo
11 governo imperial se dignar mandar vir
tolos os esclarec (lenlos precisos, o forne-
cera academia os meios do satsfazer
Curiosi la Je publica c enrlicr esta leruna do
scienoia.
Out'o lano acontecc-lhe com a mnlcsla
que na Santa-Casa foi observada, e sobre a
qual o governo imperial chama a aUeoijao
da academia, (lito foram os casos p'cseii-
ciados pelo Dr. LalleBlan-l naqueHe c-tabe.-
lecimeiilo : um, foi referido pelo Sr. Dr.
Sigan I ; e um nutro, leve lugar no hospital
de marmita, onde o doenle apenas e-iev,-
lloras, e s em dous caso* se lizcram au-
topsias. Seu numero lio por dentis escasso;
alguna livetam curtissim* duracil>, e os
phenumenos que apresenlrain, deixanlo
do ter semiire a mesma bomogenedade,
nao po le, fiado unicainenlouelles, o mli-
co couscii iicioso c prudente basear sua
OpiniBo e femar um juizu sobre & i lenti-
dade do seus mplomas e aquellos que silo
Indica los pelos autores como representan-
do a fbre arpw'ia ou lypho ictero le, que
da-sc entre os iropico-, que reina as \11ti-
Ihas e Aiiienca do nstlte, eque, (libo dos
grandes calores o piubiiuciVs martimas,
lem de lempos em tempus formado graves
epidemias c invadido varios palies.
Seria, porlaiito, tenos srientificn 6 re-
gular quo a commisso pudesse desde ja, o
sem novos fados e ulteriores ndagaces,
sasignar a classe das molestias onde deve
ser enllocada a de que qrs se oceupa ; a
menos quo nao se I i unte, a dizer que apre-
sentam-se geralmcnle phcnnuionos gislro-
enteiiCOS iuflammalnros, sigues do phleg-
maaias cardio-artoriaes, e alguna syoipto-
mas de nlTeiCau cephnle-racliiiliniia.
\.lo entra a cui.inis.'i 1 na gravo quesillo
do contagio, poiquauto denla discussSo
sempre estril nao p le resultar nenhums
utiliilade pratica ; por isso qu se argu-
mentos poden] ser omiiregadns contra o
contagio, niio menos fortes rasss cxtsiem
a seu favor, e sempre prudencia exige quo
de Daru,
he escriplo na conviceflo plena de que lord prio, nada conseguirilo ; |0 em o papa cuu-
ueuir.lisadaafunesliiinenciadeRosa,. i l'almerslo.i aincacou fazer um casas bell, ,U Cedea alguma cousa de mais, he isto que
O mais pequeo exame do mappa mostrar 'proposta expedido Iranceza ao llio-da-1 os senhores saberSo aii.anhaa. fe, lio conce-
a vasta inipoitaucia, para um povo exportador (l'rata !
)dei alguoia cousa ao pedido, sabem de
miitii Ano
narmos os casse a na tu reza das febrea
que teem apparocido cin cstrangeiros re-
cem-chegados a csla capital, c que so di-
em ser di liebre amarella e semelbantes
s que reinam na provincia da Baha, e
para dfrtna com urgencia um parecer a
respeilo propondo ao mesmo lempo re-
gras hygicnicas e preventivas de que o
povo possa utilisar, como Ihe foi orde-
nado pelo Exm. Sr. ministro do imperio,
que em aviso de T 68 do corren le se di-
gnou consulta-la.
A commissilo sent que a pressa com
que he forrada a apresentar seu parecer,
a falla dos precisos esclaiecimentos, c a
pequenhez do numero dos factos que ao
seu alcance chegaram, niio lho preslcm
meios bastantes para em materia lio gra-
ve, e de tanto iiiicrcsae para a sciencia e
humanfdade, poder clarae distiuctamen-
le formular desde ja%sua opiniilo, mor-
mente quando o sujeito presento urna
molestia que lem talvez do figurar na
historia medica do nosso paiz, avultando
no numero do suas epidemias.
Apenas receben rila, junto com os dous
avisos, cima citados, urna simples coin-
iiiunicai.-o dirigida ao Exm. Sr. ministro
pelo Sr. provedor interino da Santa Casa
da Misericordia, participando o appareci-
menio de c Tactos de febrea que ciie acre-
dita assi-melliareiii-se as que se ilizeui exis-
tir 111 llalua ; opolo Dr. Lalleniand loram-
llie Irunsmilliilas algumas notas dcslcs
mesmns (Incides as quaes o Dr. Feilal ac-
eres cenlou a hisloria de um-outro quo por
algumas horas viven 110 hospital de ma-
rinha, ajunlando o Sr. Dr. Sigaud um
le que foi testeiiiiinba na casa de sadu
do Sacco-do-Alfcr'.-s ; sendu-lho tfio rnen-
le coinniunicado o icstillado de duas au-
topsias, una presenciada pelo Dr. Boin-
pani e nutra pelo Dr. Lullemand.
Entretanto, as molestias graves, e mr-
mente nas epidiinia-, he S depois de pos-
suir-se giandes coalas de faetns. he depois
de pausada consulta dos autores, de ouvir
a lipidian dos sabios que a de.-Cieverain e
presenciar,ini, e, eoulra do estado do to-
dos os seus sym;.tuinas c vaiiaco-s; hoon-
tlu que se pode formular urna opiaiao cerla
admisslo e falta da caulellas podeai resul-
tar graves acontecimonlos.
E como todos os fados quo Ihe fram
en lumnica los se passar ilil em III iriilhei-
ros e individuos que.ou Cstiveran n,i B ihia
ou liveram contacto com alguns dos affce-
lados, como tambora entre os symptomas
que os doenlOS aposentaran! se enconlrein
alguns que -e assemelham com os que c is-
luniain nffereo.er os que silo acommelti los
da febre amarella, julga a cnmmisilo pru-
dente, justo o de conveniencia publica, quo
se 11.11,1' n medidas sanitarias e de utidla,
das quais Sd nutra maior vanlagem niio
provonha, ao menos trazem o socego as
familias, tranquillisam o povo e acalimm
os espirites j um tanto atemorisados, e s
por isso dispondo os corpos a soffrer. '
He para senlir-sa que o paiz mo possua
um cdigo de polica medica, onde lo los
os moios de sanidade e salubridad,' publica
se achassem reunidos e isposicAo das
autoridades para os prcm om pratica nas
occasies precisas ; e que, ni momento da
ncccssidaile, quando o mal bilo a pulla ou
he j comnosco, seja mi.-t, r trac regras c preceilos que couveriam ser con-
feccionados com a maior calma e depois da
mais pensada nlle\au. lio, porm, de espe-
rar qu" o governo imperial, sempre solicito
polo bem uo paiz, provea tilo grande ne-
cessidade publica; e poiisso a coiiiuiisslo,
liara baal-r a actualidad-1, para moslrar-sa
pressurosa cm sati.-fa/er a academia a ob-
d, c 1 ao Exm. iiiinistiu que se diguou cou-
siilla la, huiilnr-so ha a lembi'ar algumas
medidas do pn c nic.io que julga deverem
ser adoptadas; por isso quu evitandu-se no-
va importarlo, afastando os ja alTeclados,
e destruid 10 ascausis que poJem promo-
ver ou arlivar o mu. Ur-se-iia muuu con-
currido para o bem Uo publico.
Pensa ella portanto que se deveria :
Conservar em quareutena os navios viu-
dos de porlos onde leineui quaesqmr epide-
mias, ou nelles tenham tocaun ;
yue. o mesmo se deve observar com os
que, emliura u.lo tenham estado nessos
paizes, apii'senUin com ludo Cssos. suspei-
los, ou leiibain lido algum fallecimeuio a
bordo;


Que iml seja o proceder com os que te-
dmm lido eonimunicagao com outrus na-
vios ja contaminados ;
Que Indas i>s suas mercadorias e passa-
geiros, mesmo com sa !e, sejam separados
por algum lampo da populacfio, cem local
onde aquellas possam srf rejudas e desin-
lt ciadas, s-gundu-se as regras prescriplas
di) taes casos ;
Que o n tenor do navio si-ja ventila.ln,
lvaii(i e psgotado, fnzdido-sc depois dentro
de lies funiegafes cliloruretadag ;
Que lodos os doenles de bordo sejam
mandados trra, e para un lugar inleira-
mente afasta.lo do pnvnmio, o que para alli
tejam lamben remettilos todos os doi-nles
seme'haiitcs on suspeilos que se spresen-
I ivm noshospitacs;
Que linalirent-se trate quanto antes da
lim.czi das pr.ii.is, < 11.-1 11.111. i e asseio
das pracs e mas, dando-.se esgoto s aguas
cstagnadas, o fazendo-se seccar os panta-
nos ; ao mesmo lempo que se cuidar em
Inspeccionar os vveres que corruptos, de-
teriorados e falsificados silo constanleaen-
te ex poslus venda.
Rntrviauto an poro m dever aconselhar:
Que evite /udos os encesto, especialmente
01 praticados com a ingesiao de comidas gros-
eiras, muito aplmentadas, e bebida alcooli-
ca c excitantes ;
Quedrixeos Lcroys, pilulasde Alian eouiroi
l'in inles enrgicos;
Que faja uso repetido de banhos c de bebi-
Que iude de rnnpas o maisfreijiieiitcnientc
ipie pod i ;
Que nica pasacios blandos eem lugar areja-
do. i' huras ero que nao baja sol ardente ;
Que nao promova o causado neni peuusas fa-
dlgaa com suas dislrarrdrs de longos passeios
a pe ao jaidim Hmaiiico, Pona do-Caj, etc.
Que finalmente leja sobrio em luda, usando
ao '.leaino lempo de aliiiiciitacn puuvo tempe-
rada, simples e de fcil digcsto.
..onipl. (ar-scliiau ainda as medidas de ani-
ilade com a noinca^ao'de pi < !'<-, s.ir.s para ex-
clusivamente trataren! dcsles docutei, e mais
le perto estudarem a molestia, suas phases,
trtamenos e tcrmiiiacdes ; no caso em que
olla venha a propagar-se e loruar-se mais geral.
Si 11 i tainliem mil que desde j.i se iiistauras-
sein enfcriiiarlas isulailas, prompias de roupas
C uteni'is, e dspostas a receber todos os doen-
tesque a ellas se aprrsciilaicni, nao leudo ne-
cessai io oulro documento ou guia que tera
molestia: e que se faca em lempo a propaga-
ban o distnbuicao gratuita das iusiiiinccs pu-
Jhil.rrs que a academia, que desde ju estuda a
moleslia, confeccionar para enviar ao gover-
nn, alim deas fa/er eheg.tr no novo, i|iiand.i de
ma existencia esnver elle mais inleirad.i.quan-
do a molestia reja mais cnnliecida, e quaudo
iiiliniii.ii niaior nnmero de Ciclos prove a epi-
demia ou o cotilagin.
Kis o que a cominissao por acora pude oft'e-
reeer, esperando quede vossasdiscusses Das-
cam bastantes luzi s, e <|iie todos ..s mdicos du
paiz eoiiciirram para milhor lllustra-la, e ella
poder mais larde apieseniar um tiabalho que
prove sen veriladeiro inleresse pilo bem pu-
blico, r coa dod.cacan pi 1 a silencia : perduai-
llie eulreiauo se nao safisfez "Vusa-*jiec-
taiiva.
Itio de-Janelrn, II de Janeiro de 1850, Dr
Jnif Marn tle Aornn/iu liilil, relator Dr. luir
Vertir Higo Vt. Friiriei.ro Julio Xuritr.
Dr. Iivmpai___Di: t'alleinand.
lito Jamal du Commercio.
proprietarise mais pessoas, que se digni-
retn conenrrer para a solemnidade desse
acto fnebre, em que nimio obsequiaran)
asaraphica religiflo capuchinha, na pessoa
desse seu digno fillio, que assim nessa pro-
vincia, como nesta, em cirrumstancias
bem eiltiClS, tilo valiosos servi ;ns havia
prestado leligido e ao estado, e cuja Ma
agora amargamente deplora.
Hospicio de N. S. da Penha, em Pernam-
cuco, 14 defevereiro del850. Fr. Cutia-
no da Minina, prefeito interino da Penha.
Al iscel lauca.
AI.AC.<\\S.
Extracto do expediente, do v Sr, presi-
dente Dr. Jo.-e lenlo du innha Ugucired/t
10 M JANEIIU*. f -
Offieii. Ao director ttT' dnj Indios.__
lllin, Sr. deceb o tru.blf l'u do 2 d.. corren*
t.'.ac.inpanliad.i dos pela,1'!'!'!! e reribos res-
pectivos s pracas (fue vencem sold, e aoi In-
di, s assalaii-dus nesse presidio de Jaeuipe
Mamlei.4s*9TilTinr esse ilociiment. i p.la tlie-
Snuiaria a verse estn com a devilla regulari-
dade, e porque lie esse uin Iraballio liiioucio-
so que demanda algum lempo c necessiie V.
^. de recorrer s despexaa sen cargo, apirs-
s. me i ni renirller-llie uesia oeeasian pelo >l
feres llanoel Dioiimo de Sonza a i|iianlia de
1:100,000 rs., deiva do de completar a le tres
Conloa que devera mandar jegend a su i exi-
gencia, por querer ev'tar iiiainres risc.-s. Se,
l ii.ni, V. S liver pessoa de enmianca que
c receba esse restante, inaiiua-lo-liei cnlic-
jn. ,r com o sen aviso
Nao me lie possi\cl ueslc momento mandar-
lile a loica de bulla que pede no sen ofticio de
T dd crreme, que acabo de receber, porque
ainda me acbo lias inismas cinum>tiniis em
que lenho responiiido seiuelliantes exigen-
cias, ruja a p..i tancia nao di icoulirco,mas que
lumia pena lenbo de nao poder satislazer, so-
liretudo vista da drserefio da guarda nacio-
nal ; mas assrgino-llie que dlsso nao me des-
cuMaiei no linimento fui que me ebegar a tor-
ea que' ainda lioiilnn ped para lVrnambuco.
Nao hesite V. S. em prestar toda a coadjnva-
cilo ao corone 1 Muniz Tavares coiniiiaii.ianle
das forras de Peruainbiiro, sein nunca perder
le vista a seguranza desta provincia, e ncm
d.'ixar de enlende.-se sempre COU o coronel Ja-
cintlio Paes de Mendou;a, alim de que os re-
Jjeldes iiaopossam tentar ;alguiua" T.i nina para
o lado do Porto-Calvo, c faca toda a deligemia
para capturar o criminoso Jos Pruflriu, que
milito servir ao capilo Pedro Ivo na digies-
v io que rsic le por (ala provincia,
DEM DO DA II.
Ofticio. Ao inspector da thesouraria de fa-
,' n.la, para mandar satisfazer os prets que se
llie reinen, ni do contingente da guarda nacio-
nal da segundo batallio de cacadores que se
gotran em diligencia para a Srrra-Negra, as-
signados pelo i apila,. Manuel Jos de hspindo-
la, di vendo cliama-lo previamente a prestarlo
de rmiiH.
Correspoiitlenca.
Sr. rerfae/er.-Oabaixo assignado, prefeilo
interino do hospicio da Penha, em l'ernam-
buco, ten io sido reitificado do muito gene-
roso e d< svellado Irn, im nlu, que livera o
seu n lidioso ii.issionrio cupiicliiuho, I*r.
Eum Lio ''e Sale, dotante a fUrU e violi ni
feble epidmica, da quai foi victima, no
da II do corrt'iite pwg de levcieiro, quau-
do sescliava oiiigmdo a obra da ig'eja ma-
tiiz da ridade de Mac-i, na provincia das
Alagi'as : assim como, informado tamlnm
do / l.i, e liberdade, v ni que, a respectiva
iimundade do SS. Sacramento, fe/as rxe-
quias, e eoleiro do I II. ci iu niissionarm^
com a manir soleo;nuiade possivel, pres-
tainlo-se a isn todas as p-'ssoas, ainda as
maiagradas d qm lia cid.de; e, nilo Un-
Minio I issivel dirigir o seu agradecimen-
to individui.lii.eiiK', como be seu dever,
reentre pi r is.-o no seu muito acreditado
Ihaiio, \aia, rtit este meiti, fdzer ebegnr
este seu ie-|. mu Im de giatidan no conhe-
Cliieulo do todas as autoridades, irman-
ades, euipregadua pblicos, uegociautes.
TtLEtJItAPIIO ELCTRICO SUB-MAniNO.
Toin-so fallado repelidas vezes do cs'a-
helccimcnto deum telegrapbo elctrico sub-
marino entre as costas de Eran^a e de Ingla-
terra. Encontra-seaesterespcitonoil/onifetir
0 artigo seguintc. Ver-se-ha que esta em-
preza vni ser seriamente tentada. Nilo he
preciso estcnderitio-uos acerca das immen-
sas vantagensque della, se fr hem succe-
lida, rcsultariiu a ambos os paizes. Os
leitores verSo tatnbcm neste arligu que o
governo francez aiinuncia a firmo inlcucHo
em que esta do cstabelecer, na exlcnsiio
de todos ns camiliIms de ferro, novas linlias
telegruphicas, entro oulras as de Koo ao
Havre, e do deixar, emlim, como muitas ve-
zes pedimos, a disposteo do todas as li-
nbas ao publico.
Bis o artigo do Monileiir :
0 pres dente da repblica, ouvido o
relatortodo ministro do interior, acaba de
conceder um Inglcz, o Sr. Jacob Brett,
1 cenos para Cstabelecer na costa de Frail-
ea, enlrc Calais e Itoulogne, uin lelegra-
plio elctrico sub-marino, que, atraves-
sando a Mancha, ira a llutivics, na costa de
Inglaterra.
0 contracto Caito comoSr. Brett garan-
te io governo francoz certas vaatagens, e
deixa toda a despeza a cargo do concessio-
nario, asscgiirando-llie lo lana um privi-
legio de dez anuos, caso seja a empreza
bem succedida. As obras devetn estar
acabadas nao mais tardar no dia I.' de se-
lembro de 1850; 6 provavel que o cslarao
antes dessa poca.
Esta priuieira ppUoagffo da tclegra-
phia elctrica sub-marina, se for bem suc-
cedida, o que do suppr de|iois do longo
esludo que della se fez, prnduzir, a res-
pailo das relaces entre a Pree* e Ingla-
terra, resultados cuja importancia iinpus-
sivel finjo avaliar. Dover, ponto de cor-
respondencia do telegrapho sub-marino na
Inglaterra, uue-se Londres por urna li-
nlia tclegrapbica directa ; assim pois Lon-
dres e Pars poderiuo corresponder quasi
instantneamente.
de sentir que os embaraens llnancei-
ros e as preocupacflea polticas nao tenham
permit ido nt boje construir em Franca
oulras IiiIis elctricas alm das do Itoilo e
de Liile. Mas na presenca da nova siluaeAo
em que vai dentro ue pouco lempo icbar-
se a Franca, em consequencia da sua junc-
cffu com a Inglaterra, que ja possue 3,joo
kilmetros de linltaa de lelegrapbos elctri-
cos, o governo liancez nao pode hesitar em
eiiipivbender novas liadas, sobretodo at-
lendeiido-se a que o te egr.ipio elctrico
he um recurso poderoso paraoservico dos
Iramiiilios de Ierro. Sera preciso um nos
caminlios de l.you o de Chartres, cujo ier-
viyo be por oa Coito pela aduiinislracdo das
obras piililii'.is.
A seren exactas as nossas informa^rtes,
o ministro do interior deve, logo que se
tornaa reunir a asseuibla, pediros crdi-
tos necessarios para co.itiuuar-.se at ao
Havre n telegrapho de Koo, c para estabe-
cer-sc um entre Paria c Naules, com rami-
lica^es desde Orlcans, cor.i as povoac/ies
do centro por liourgcso Novers.
0 uso desses tclegraphos elctricos,
assim como o da linba de Pars a Dover, se-
ra franqueado ao publico. A tranquillida le
que torna a|iparecer no paiz de cerlo B0r-
uiiira Cazer aquilloa queobstaram tristes
necessidades polticas nestes tempos de
Bgitacflo e desordens civis.
0 iutoresse do nosso commercio, que
pouco a pouco vai (adiado da crise por que
passou ; o cxemplo dos outros povos nos-
sos vizinhos j finalmente una necessidade
incessantede progrosso c de bem-eslar que
atormenta o nosso secuto, aconselham un
estado esta importante empreza. Ento
sera possivcl franquear ao publico, sb a
vigilancia sempre presente do governo, e
un1.i ia nii; pi'ivo.s razoaveis, o Uso dos lele
giapbos elctricos, o seu producto resar-
cir piovnveliiiciilo as despezas feitas com
a sua construccSo.
AS RIBLIOTHfiCAS NOS ESTADOS-U.MDOS.
Segundo um trabalho feilo pelo secreta-
rio do Instituto Smithsoniensc, em Was-
hington, a Unio possue actualmente 182
bibliothecas publicas com 1,994 volumes ;
4:1 deslas liibliulliccas conten; cada urna
mais de- 10,000 volumes, novo mais de
20,000, duas Mmente mais du 50,000. A
lulilintlieca da umversidade de Harvard, a
maiordoINovo Mundo, conlm um pouco
mais de 70,000 volumes, incluidas as col-
lecc/Ses especiaes dus escolas de theologia
o de jurisprudencia.
Depois desta cstatisaica, falla o relatorio
das riquezas da Europa ueste genero, e
mustia que smentea llespauha e a P.ussia
estilo abaixo dos Estados-Unidos.
imisirn, tem que ponsa ler augmentado ou di'
mi nvido. Tros ha i \ os, o primeirb com
1,500 francos de ordenado annual, o se-
gundo com 1,200, e o terceiro com 1,000*,
c tres contraltos pagos na mftma propor-
<;iIo. Os contraltos nada parderam quando
vieram a chamar-se tenores.
Seis cantoras, a primeira com 1,500 fran-
cos de ordenado annual, e segundo urna
proporcSo decresconte, a sexta com 700
francos. Coros, vinto etres homens e do-
ze mulhores, com 400 francos de ordenado.
Dous primeiros bailarines com 1,000 fran-
cos cada um; dez com 800, 600 o 400 fran-
cas ; duas primeiras bailarinas com 900
francos, e oito com 500 e 400 francos. Re-
gente da orchestra 1,000 francos do orde-
nado. Tinha-se dado ao regente da or-
chestra a alcunha de tenhador, por causa do
movimentodo braco e do costume que ti-
nlia de tocar com o bastDo como quem ra-
cha lenha. fazendo assim una bulha mui-
to desagradare! para os espectadores. Rous-
seau, no son Diccionario de Uutiea, nilo po-
de fallar nella sem se encher da ira.
Para completar este mappa ollicial, ac-
crcsccntcmos 46 msicos instrumentistas e
dous machinistas, o acharemos que o pes-
soalda opera em 1713 compunha-sode 126
artistas ou empregados, custando tudo
67,050 francos ananaes (ao cambio actual
rs. 22:797,000 ). Mas esto estado de cousas
nao contiiiuoii por muito lempo : as despe-
zas descera m n'uma proporcilo en o une.
Em 1778e 1779, poca em quu brilhavain
Vestris, fardel, Dauberval, e as Sras. Cui-
mard c Sophia Arnonl.l, a dospeza uxeedia
receita na raiflo do 700,000 francos.
O LEITE NO ESTADO DE NEW-YOIIK.
He provavel que poucaspessoss laram idia
justa da inmensa riqueza que da o leite
ao Estado de New-York. A quantida.de do
leitcque se consom annualuienle be ava-
hada em 800 iniiliors de galOes, que, ao
preQO de 400 por galilo, representa a quan-
lia do 3,20 ilolars: cada dolar valle
i......i rs. ). Urna quantidade quasi igual se
couverto em manlcigu e qunijo o il, ter-
mo medio, 80 inillni.'s de libras de urna
36 milhOes de outro. Calculando-sc a
inanteiga a 10 cents, e o queijo a 5 cents,
libra, acha-se para estes dous productos
um rendiincnto de quasi 10 milhoes de
dolars. De aorta que, termo medio, os
remlniros ti rain annual; nenie 13 milhoes
de dolars desto nico ramo da sua indus-
t'ia, aos quacs se deve acrescentar os lu-
cros que cada um destes productos deixa
as diversas miios por onde passa antes
de chegar ao cunsumidor
VlAfiGM AOS MARES POLARES.
Os dous navios de Sir James Ross, qri
EXPORTACAO.
espachot maritinxoi ni dia H.
Porto, polaca sarda UnPo, de 221 toneladas1
eoudiw. o seguale :
J,407 saceos com 12 035 arrobas de assucar.
Marieille, barca franceza lotnnt-Rnymnnd,
de 277 toneladas : condut, o srgulute :
3,300 saceos com 16,500 arrobas de autocar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 14..... 905,322
v~
viovmento do Porto.
Navios entrados no dia 14.
Mar-PacIQco, lendo sabido de New-London ha
18 me/es, galera americana Cataarina, de
384 toneladas, capitn .Samuel S Creen.equi-
pagem 25, carga ateite de pelar ; ao capilao.
Rio-de-Janeiro 18 das, patacho heipanhol
Kenao, de 127 toneladas, capitau Antonio
t.'nlouilr, equlpagem II, em lastro ; a Joo
Pinte de lanos.
i'arabiba 3 dias, hiatc brasileiro A7,tia>5un(a-
Cruz, de 22 toneladas, capilao llanoel Igna-
cio da Cunba, equlpagem 4, carga lenha ; ao
capilao.
Navios sahidos no mesmo dia.
Stockholm Brigue tueco Superior, capilao E.
S.niil.-i-inoii, carga assucar.
Peni-do Hiate brasileiro 5aafo-.aln(onio-Ffor-
do-ltio, capitn Airlr BUarro de Souta, car-
ga varios gneros. Passageiros, Francisco
Antonio Tavares, Jos Marques dos Santos,
Manuel Joaquim de Jess, J os Antonio Guer-
ra Jnior.
Mieein Hrigue inglez Caroline, capilao Jo
teph Mrnheiuinet. em lastro.
Porlos do norte Vapor brasileiro San -Salva-
dor, cominaudante Otton. Alm dos passa-
geiros que irouxr dos portos do sul leva a
seu burdo: para a Parahiba, 2 presos.
Falmoutb Barca franceza '/. napu, capilao
Maes, carga assucar. Passageiros, Vctor
lirowe e Madama Papom.
EDITA ES.
A ACADEMIA REAL DE MSICA EM 1713,
l.-se oseguinle no Diccionario adminis-
trativo e histrico das mas de t'aris e dos seui
monumentos :
Pela carta regia de marero de 1672, que
concedeu o privilegio, v-se que el rei dava
a i.ulli o direilo do representar pe^as de
msica comoslas tanto em verso (ran-
ea como em oulras linijnas eslrani/eiras. Vi-
nh i depois esta clausula singular que hem
mosira o orgulho do grande re i i l'er-
mcllinio-lhc representar peranto o publico
todas as pecas que liver composto, mesmo
as que tiverem sido representadas na nossa
presenta, nd pudendo tudnviu servirse, po-
n a execiirdn das dita* pecas, dos msicos
que sao pagos peta nossa cusa.
causa curiosa ver em que consista o
pessoal da opera, mo na poca da sua crca-
r.io, mas snii qu.ir lita anuos de, os. ES
o que se 10 a este respeito em um documen-
to legulamentar de II de jan.iro de 1713,
intitulado : Helaco do numera de pessoas,
tanto homens como mulheres, de que el-rei
quer te componha sempre a academia real Ue
foram enviados em busca de Sir John
Franklin, de atrevido explorador dos ma-
res polares, chegaram no dia 3 de nnvem-
bro ao porto de Scarbocougtl. i Inglater-
ra ). No dia seguinte Sir James Ross tomou
n caminho de ferrojulra Londres. Nilo traz
noticia alguma do canillo Fr.inkltn.
Os navios da Apediciio estivoram reti-
ih>s no gelo por espaco do 342 dias. des-
de H do setembro de 18t8 at 29 de A-
gosto de 1819, no porto Leopoldo, na en-
trada da Babia do Prince Regent Sir Ja-
nes Ross, testa do um destacamento de
inarinheiros- explnrou em maio e junho
i costa da North Somerset, n'uma exten-
san de 2!lo niilhas. Gastn 40 dias na
sua excursffo. Em parte nenliuma nchou
o menor vestigio de ler passado Sir John
Franklin por aquellas paragens. No por-
to Leopoldo esliveram estes corajosos na-
vegadores 80 dias sem ver o sol ; a tem-
peratura eslava 80 graos Farenheit abai-
\o do zro. Fot somante en tins de se-
tembro que podrain sabir do gelo, par-
tindo do estreito de Davis no dia 10 de
outuhro. O estado sanitario das tripola-
tjes excedente, e em toda a viagem per-
deram >menle tres homons no porto
Leopoldo, onde invarnou a expedic/io.
Diz o Vorning Chronicle :
h Sir Jamas Ross tem a intima convic-
io de que nem Sir John Franklin neni
s ais biavos en ni pan lie i ros estilo a leste
de qualquer ponto uavcgavel das regioes
rcticas. Se existe alguma possibilidade
de encontra-los vivos, smente no ca-s,.
so de ter ido Sir John Franklin para o
oeste.
Sir James Ross atravessou pelo me-
nos 230 militas sobre o gelo, cujas inon-
lanbas eram mais espantosas do quo as
que al bojelinham sido vistas pelos vi-
ajantes rcticos. A marcha do Sirlamcs
Ross, por estas regioes, sem limites he o
facto mais extraordinario nos annaes, da
exploraCfio ; he pena que nflo livesse'um
resultado mais feliz. O capito, os olllcia-
es e as tripolares rivalisaratn de zelo
nesta missiio philatitropica.
( Jornal do Commercio. )
cmamelo.
ALFANDECA.
Itendimento do dia 14. _. 17:772,992
Descarregain hoje 15.
Barca hamburgueza Marianna simento
e botijas vazias.
Brigue americano Homp mercadoriasT
Barca ingleza Bonita ideal.
Barca americana Francklin idem.
Patacho brasileiro Santa-Cruz iJcm o
fumo.
Brigu1) americano flrond-Wine-idem.
BHg'iO americano Balhunt fariuha.
Brigue inglez -- Vestal haclluo.
IMPORTACAO.
litigue americano Bandy-Wine, viudo de
Philadelphia, nitrado no correle mez,
eonsikaado a Malheus Auslin & Companiia,
manifestou o segmnle :
79 caitas cha, 7.i barris banha de porco,
200caixas velas de espermacete, 323 barr-
i|iiinli.is Imlarbiiihas, 1.3S2 barricas fari-
0na du tiigo, I log-jo e seus perlences;
aos consignatarios.
Pola inspectora da alfandega se faz pu-
blico que, no dia 17 do crrente, depois do
meio-dia, na porta da mesma, se ha. de ar-
rematar en hasta publica, 3 atinis de bri-
lliaiit'-s a 40,000 rs. cada um, total 120,000
rs ; 1 aHIiiela de peito de dito por 50,000
rs.; c I dilo de dito por 40,000 rs. : tudo
a: prehendido pelo ajudantedo guarda-inr
Florencio Jos Carneiro Mouteiro a bordo
da polaca sarda Constante, por irlo virem
manif-stados: sondo a arreinalagSo livre
de direiios.
Alfandega de Pernambuco, I2de fevereirn
de 1850.O inspector, l.uiz Antonio de Sam-
paio I iannti.
O lilm. Sr. inspector da thesouraria
da fazen.la provincial, em cumprimento d
ordemdoKxm. Sr. presidente da provincia
le 8 do correle, manda fazer publico, que,
nos das 19, 20 c 21, ir a praca, peranle
o tribunal administrativo da mesma the-
souraria, para ser arrematado a quem por
menos fizer, o concert da ponto do Vaia-
lo no em Oiinda, sol as clausulas especiaes
abaiio transcriptas, a pelo preco de 1:031/
As pessoas que se propouerem a esta ar
remalacuo comparecam nalsalla das scssOes
do sohredito tribunal, noadias cima men-
cionados, pelo meio-dia, ompctentemeule
habilitadas
E para constar so manflou afTixar o pr-
senle e publicar pele Diarpo.
Secretaria da thesouraria da Nzenda pro-
vincial de Pernambuco, 9 de fevereiro de
1850.-0 secretario, Antonio Ferreira d'Jn-
nunciaco.
a Clausulas especiis i'arremataco.
1. Os concertos da ponte do Varadouro
serilo Coitos conforme o ornamento a presen-
tado resta data a nparovac.to do Exm. Sr.
presidente da provincia, sendo a importan-
cia 1:034,000
SO arrematante come^ar a obra no
praso de um mez e acabar no do tres me-
zo*, ambos contados na conformidade do
art. 10 do regulamento das arrematares de
II dejulhode 1843
3. O pagamento d'arremataco realisar-
se-b.i do modo determinado no art. 15 do
supracitado regulamento.
4. To los us materiaes serilo examina-
dos peloengonheiro anles de seren empre-
gados, e approvado lavrar-se-ha um termo.
5. Para tudo o mais que nSo estiver
determinado as presentes clausulas, se-
guir-te-ha inteiramenle o que ds; o o re-
gulamento mencionado do II dejulho de
1813.Rccife, 7 de fevereiro de 1850.O
engenheiro do termo do Recife, Jos Mame-
de A Ivs Ferreira.
lo: quemquizercarregar o resto, mandar
escravos a freteou ir de passagem, ontea-
da-se com o capito a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvos da Cunha,
na ruado Vigario, n. 11, primeiro andar.
Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a
maior hrevidadn possivel, o patacho nacio-
nal Vatenlt: quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao capi-
to, Francisco Nicolao de Aiaujo, na praca
do Commercio, ou a Novaes & Companiia,
na ra do Trapiche, n. 34.
Para Lisboa sahe impreterivelmente,
no dia 27 di concille, por ler maior parte
de seu carregamento piomplo, o hrigue
portuguez Novo-Vencedor : ainda recebe al-
guma carga a Treta e passageiros para o
que o (Tereco excedientes commodos: os pre-
lendeutes poJeriin tratar con Thomaz de
Aquino Fonseca & Filho, na ra do Vigario,
n. 19, ou com o capito, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na pmca do Commercio.
Quem liver emitas com a gal iota hambiir-
gurza Carl-Adolpk, capilao N. Tick, vinda de
Mirolin coyi deslino para o Canal, arribada
neste porto, queira aprescnta-las at ao melo-
da do dia 16 do crrenle, no consulado liaiu-
burguez, ra da Cruz, n 4.
Para o Rio-de-Janeiro segu, em piu-
cos dias, o patacho Santa-Cruz : para o res -
lo da carga e passageiros trata-Sd ao lado
.lo Corpo-Sanlo, loj do masoames, n. 23.
Para Loanda com escala
por 51ossaiiicdc.scl.cn-
iiiclla
A barca Tentativa-Felis segu para todos
estes porlos, e se acha prompla a receber
carga e passageiros : ascommodidas que a
mesma ofCereco j silo bastante conhecidas
nesta praca, e para melhor desengao, os
pratendenles poderao ir bordo da mesma,
que se acha fondeada defronte do Trapiche-
Novo : trala-se na rus da Madre-.le-Deos, n.
3, com Silva & Grillo, que pretenden Cazd-
la seguir ate o (Im do crrente.
Le loes.
Oeclaracoes,
CONSULADO GERAL.
Rondimento do dia 14.....
Diversas provincias......
Francisco do Paula e Silva, segundo
escripturario da segunda secc3o do consu-
lado, Caz sciente aos prop ietatios tos pre-
dios urbanos do bairro de S -Antonio, que
principiou a Cazer o lancamento da decima
do dito bairro do anno crrente, no dia 14
do correte mez.
Joaquim Francisco Duarte, escrivo
interino das hypolhecas, tem estabelecido
o c.irtoiin em a ra Fonnosa do bairro da
lloa-Vista, casa n. 6, de sua residencia.
HmmsmtfmWkXWkmtmkWmmmm
Kcparticao da policii.
illm. e Exm. Sr.Participo V. Exc ,
que bVa-ii hotiteni presos : minha ordem,
o pardo Joaquim por antonomasia lloiada
ou Mano. I Zrf lino, segundo elle diz, como
indiciado no crinie ue latrocinio : ordem
do juiz municipal da primeira vara, os sen-
tenciados Flix Jos da Costa e Manuel An-
di Caraira, sendo isto o que consli da par-
to dada pelo carcereiroda cadria : nada pu-
dendo ili/er a es: ilo de oulras pr.>0eg,
que talvez tivcssem havidu, porqua at
gora, que sSo 5 horas e meia da tarde,
ainda ne nilo fui entregue a parle do com-
li.iiii,l.ilili- ilo culpo d: ooliCa.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 14 de fevereiro de
1850.Illm e Exm. Sr Honorio lirmelo
Carneiro Leo, cuncelbeiro de estado, p,e-
sidente ilesla provincia. -Jos Mcolo Ite-
guera Costa, chele de polica interino.
I I I fill
O corretor oliveira fara 1-ilSo, por.
or lem e em presenca do Sr. cnsul da re-
publica franceza, dos restantes be s do fi-
nado subdito francez, Luiz Vctor Desll-
elos, consisti.lo em urna excellente burra
de ferro nova, 22 pipas de cachaca, e
u n pequeo sitio, tendo 100 palmos de
fieme e 250 le fon lo, com alguna arvore-
dos fructferos, cercado de limBo e espi-
ntio. e com urna pequea casa de pedra o
cal .-li o n. 33, no lugar da Capunga, an-
ligameute denomina lo Manguinho; a como de um terreno do cerca de 190 palmus
de frente e 225 de fundo, na estrada que
vai ao sitio de I). Florimla pela parte do
norte tambero na Capunga : sexta-feira,
15 do con en le, as II horas da man lula em
ponto, 110 consulado da dita repblica, na
do Trapiche-Novo. Os pretendientes aos di-
los sitios, casa e terreno, sflo convidados a
ueni exainiH-los com anlecipaco, eos
que pretendfloa cachaba, enleudSo-sa coiu
o dito corretor.
O corrertor Oliveira fara grande lei-
1.1o, sem limites em precos, de muitas e
excellentes obras escolhidas dos mais aba-
lisa ios autores, compostas nos idiomas
portuguez, francez, ingloz e em latim, aa
quaes Ir.lim de litteratura, jurispruden-
cia e comoiercio, sSo de summa uliiidade,
recreio e instruc<;3o: sabhado, 16 do cor- .
rente, s 10 horas da oanba, no seu es-
cu pin i io, na ra da Cadeia do Rccife.
N. 1!. Os catlogos respectivos dislri-
buem-se anticipadamente e grates, no os-
criplorio do dito corretor o na Imaria da
praca da Indenendencia, ns. t es.
James Crabtree & Companiia CarSo lei-
ISo, por inlerveiiQo do corretor Oliveira,
le grande vareJadt* defazendas inglezas,
todas pro prias do mercado, e amor parte
para lechar contas: segunda-feira, 18 do
correte, s 10 horas da tuauhaa, no seu
armazem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
1:036,461
115394
1:981,858
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro sahe o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por ter a bor-
do mais de dous tercos de seu carregaueo-
Appareceu no engenho tinga-de-Ci-
ma, da freguezia do Cabo, um escravo de
nomo Jos, procurando ao proprielario pa-
ra o comprar, dizeudo pertencer a um sc-
nhor de nome Antonio di- Mallos, lavrador
do engenho Arand, na freguezia de S.-Ao-
tilo avisa-se, pois, a seu dono para o man-
dar buscar; advertindo-sc que nSo so Rea
responsavd por algum accidente, ou fuga
que possa ter o dito escravo
Aluga-se, ou vende-se urna escrava
que sabe bem co/inlur, lavar de sabo e
vai nlla, e he quitandeira ; nina dita de
mais dado: ni ra do Sol, n. 9.
-- Precisa se fallar ao Sr. Jos da Costa
Albuquerquea negocio que llie diz respai-
lo : na luadoVigaiio, n. 15, terceiro an-
dar. Na mesilla esa exista urna carta'para
oSr. D". VasCuiado,
Denles arliiciacs.
J. A.S. Jane, dentista, participa ao res-
peilavel publico que contina a exercer a
sua prolissfio, na ra eslreita do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
MadeinoiselleZu Popon faz sciente a
todas as pissoas que se leem utilisado do
seu prcslimo, que tenciona estar nesta ci-
d-de, por todo o mez de junho prximo
futuro, de volta de sua viagem Franca, e
oga as mesillas Hie desculpem, por nilo
fazer esta participado pessoalmente, fican-
ilo certas que a rapidez de sua viagem uo
Ihe deu lempo para o fazer.
Clara iNubns retira-se para a Babia.
.No da primeiro do correle, as 8 pa-
ra as 9 horas do dia, enliou um cavallo.no
armazem do sal da Roa-Vista. Rogase a
pessoa a quem perlenc. r dito cavallo, diri-
ja-se ao dilo armazem, que, dando os sig-
naos, se Ihe entregar, pagan lo todas as
despezas quo o dilu lem feilo.
I'recisa-se de una ama i na ra do Han-
gil, u. 25.
Peante a mesa regedora da Sanla-Ca-
sa-Jii-Misencordia ,-e li.io de por em pra-
?a os rendimeiitos das respectivas casas,
que n;"ln se acliam aireniatadas, nos diss
14, 15 e. 16 do crrenlo mez, as 9 horas da
nianhla.
Precis-sede urna boa ama para lodo
o scrico detima casa de muito pouca la-
ihUia : paga-se bcui : na ra do Agoas-
Verdeiu. 86, primeiro andar.
141 ITII


f
V
Ouem vio e leu no Diario ilo hontem
um miomicio do Rvd. padre mostr ex-pro-
vncialFr. Manoal deS. Ftlipn*. prohib n-
do a solemne prncissITo da Irasla taciln das
santas ImuBonsdo nosso convento 'le S. An-
tonio do Recite para a vcneravcl ordem
terreir velha dn mesmo convenio, persua-
riir-se-ha rom eff'iln, que elle tonda algu-
ma rasflo, plo que diz de ser o nico no-
meado, pra fazer a obra pelo, Rvd. padre
provincial, e diflnitnrio na Rahia, e que
por consequencia, que se la ni por parte1),
como elle entender. Ora, esse padre para
iino nSo falla a verdadeecom clareza, e
nlo confesa, que o Rvd padre mestre,
prcador effetivo da capilla imperial, Fr
Jos de S. Jacinlho Mavignier, fui o empre-
liendedor da obra, que podindo ao Rvd.
eutrdiio, que entSo era o padre pregador,
Fr. Amonio d s. Rita, pin queassignasse
o requerimento, que se fax assembla
provincial, pedilo urna esmola, para ma-
nulencllo, concert e reparos da igreja, an-
dn o padre Mavignier peJindo e rogando a
todos osSrs. deputados a sua corniseraclo
para que annuisse ao pedido, do quere-
aultou ter attendido e conceder-se 800,001)
ris. Emqoanto isso se passa, o padre Ma-
vignier pede ao Itvd. padre provincial, que
nomeie|o padre S. Filippe, membro da com-
missfio administradora, como homemque
o julgava do prosiigio, e un syndico ad
lino, que se nomeou, o Sr. Jos dos Santos
Neves, cuja esmolla fui logo receida, e
nenhum andamento den a obra, no aman-
to, queoSr. padro Mavignier foi promo-
vendo, e mandou fazer os dous pulpitos
pelo risco dado e orame nlo de toda a obra,
os quaes se acham promplos, sendo um
delles de esmclla, e de tu lo Ido dava pirte.
Chegada a occasiflo de fszer-se o paga men-
t de hu dos pulpitos no valor de 250,000
rii a muito custo passou ordem para se
pagara 50,000 rs. por mez, e isto depoiade
Ide haver escrlpto varias cartas, e nessa
oecasiiio dase, que nilo queria saber mais
da obra, e mesmo foi dizor ao guardiao
que eu Uzease o que quitesse, delorminei
continuar, sendo animado de muitas pes-
soas edoesmollas provenidas porpedi
do de miiitoa devotos resolveu fazer a pro
cissilo da trasladaco, cun ajuda dos fiis,
annunciei o principio da obra e marquei o
dia 17 do correnta para a procissSo, ped
as respeitaveis coiifrarias para que nos hon-
ra ase cun pias assislonclas, outras se. nos
ofle'eceram, e lo las contentissimas se pre-
pararam com uas figuras e aojos, o povo
unnnindoe dando oulros aojos, oscirjeiros
ofTereceram os seus brendSos, einim todos
susi'iravam o da aprasido ; como agora
appareceu o Rvd. padre meslreS. Filippe
empecendo e probibiudo o andamento, tillo
s6 da procissao, como mesmo ila obra, pa-
ra dar tempo a apurar o que receheu. Rvd.
padn nieslre S. Filippe, esta obra nilo he
mind, be da nacSo, que deu sua boa es-
molla ; esta prociss.1o h do povo, que lew
mulla devuciiu cun onosso Seraphico Pa-
triareba, eaquer ver.ir. Jote Ue S. Ja-
cintko Mavignier.
A aluixo assgnada I). Ilrites Mara
Jos da Rucha, viuva do finado capi.lo Jos
de Barros Cavalcante Mariuho FalcSo, Ca
s'ionio sos credores do seu linado marido,
eao respoitavel publico, que ellaviipro-
ee.ier a inventario pelojuizodo urphUosd*
villa de Nazarelh-da-Malt dos neos do sou
casal, o qual le principio no dia 25 du
coi rente: os Srs. credores queiran aom-
parecer nest- lempo habilitados ueste en-
gatillo da Barra, alim de veulilarem suas
i onias. Eugendo da Barra na comarca de
Nazarelh, 1. de fevereiro de 1850 Bri
tes Mario )oi do Kocha.
Agencia de passaportes.
Tlrain-sc passaportes para dentro e fura do
imperio e lainbcoi corre-se folhaa para qnal-
<]< r preltn(ao : o ra do llaugrl, sobrado,
jj. 67.-
O jui/ da rmandade to SS
Sacramento da freguezia de San-
Joc do-itecife pede en arecida-
mente a todos os irmSos di mes
na irmandadeque queiran com-
parecer domngo, 17 do torrente,
pelas9 horas d manha, no con-
sistorio da igrej* de N. S. do Ter-
co, que ora seive de matriz, afim
de proceder se em mesa geral a
< leu ao da mrsa regedora que tem
de fu limonar do dia 3 de marco
em dianle.
-- Quem precisar de um ofllcial de bar-
liareiro, dirija- st :ua estrellado Rozario,
n. 21. ou annucie.
O milagroso S. S -bastirlo quo se venera
na sua igieja, no Varadouro de (Hinla, e
que foi trasladado desde o dia 20 de janei-
10 para a Igreja de S. Pedro Apostlo da
dita cida Je, ser reconuzido com to la a
solemntdadepara a sua igreja a 3 de mar-
co. Os encanegados deste acto religioso
espera ni que nesae dia o vilo acompandar,
em teste mu n lio de gralidao, pelos benefi-
cios outorgados por tilo santo patrono. A
procissSo Sabiudo da igreja de S. Pedro
Apostlo i' pela campia do Carmo, ra
de S.-Francisco. Nova,da Misericordia,
Amparo, Malhias-Feneirn, Passo-do-Casii-
Ihano, S -liento, Coxo, Biquinba e se reco-
ldera a SUS igreja.
-- Domingos da Rosa roga a scus credo-
res que apresentem suas cootas, em virtu-
dedeter fallecido seu caiseiio, Jo.io Pe-
dro da Silva.
Arrenda-se um sitio que seja perto da
(iraca, e tenba casa para familia : quem
tiver, dirija-s ao Passeio, luja do Sr. Fir-
iiihiio Juso Rodrigues, que se dir quem
quer.
O abaiso declarado, q'ie at hoje tom
tido o nome de Joflo lia alista Rodrigues da
Silva, declara quo visto existir nesta pro-
vincia um s.-niior do mesrnissimo nome.
genro que de da Sra. D Mara Marroquina.
viuva do fallecido Antonio Francisco, d'or*
em oanle us-r do vel.clio Carneiro du
Cunda, licamio coutiecido lor Joflo llapii,
la Carneiro da Cunda.
Quem preciar de urna ama, dirija-st
ao berco confronte ao do Carcereiro, n. I,
casa terrea.
--Precisa se lugar um'pnlo para boti
sentido a urna pcquena casi de cimpo : n.
ra do Trapiche-Novo, 11. 10, casa Jo Jone
faln & Coiupaubia.
Ao publico.
Declaro que nenhuma parle tomo as
polmicas, que talvez tenda de a aparecer
entre o padre mestre prgador effectivo da
capella imperial, Fr. Jos de S.-Jacintho
Mavignier, o o padre mestre ox-provincial.
Ir. M. noel de S. Filippe; no s6 porque
julgo-os fra do proposito, como mesmo
porque nenhuma ingerencia tenho na obra
da reedificacilo da igreja ; vislo que o N.
U. P. provincial ( muito ante* da minha
elegi para esta guardiana ) desonerou os
guardiOes desle convento de semelhante
trabalbo, encarregando-o aos sohredilos
padres, o esta fui justamente a rasilo por
que, comoetindo-me o dreito de pdr em
agilagauos mcios que. levassem a effeito a
procissfloda IrasladacSodas nossas santas
imagens, eu me quiz exrnir desse onus
pois eslava bam aofactoda desiotejligen-
cis que hava entre ambos. -- Fr. Dinis do
Amor Divino, guardin.
Aluga-se o segundo andar e sotKo do
sobrado da ra do Rangel, defronte da bo-
ca : lambem vende-se urna escrava criou-
la, que cozinha : na ra do Cabug, loja
n. 1 0.
Antonio Marlins Saldanha contina
como eslabeleciinonlo de tinturero que
inilia seu fallecido pai, na mesma casa da
ra Jo Mondego.
Aspessoas que se julgarem credoras
do fallecido Antonio Martins Saldanha, en-
lendam-se com o seu 111 lio, na ra do Mon-
dego, casa do mesmo fallecido.
-- Deseja-se fallar ao Sr. Jos Concalves
de l.aranjo, a negocio que muito Ihe Inte-
ressa i na ra Nova, n. 20, loja de ferra
geus.
ttabrica de Asphalto, em
Fra-dc- Portss, em fren-
te do chafariz da na
do iJrun
Chama-se a attencilo dos Srs. proprie-
tarios para que entre no coiihecimento des-
la niassa. quo podero ver as amostras ile
differentes cores, na ra doGuararapes, ca-
sa que da fundo para o chafariz cima men-
cionado Essa massa lie de gran le utilida-
de, por ser contra a formiga, coiim e rato,
e ser propria para la Irilhar calcadas de
ras, armazens, casas terreas, igrejas, ter-
reos, tinques, corredores : ludo do mais
bonito gosto em proporcHo da obra, e em
particular, por ser muito saudavcl: trata-
se no lugar cima.
Xt,
BOWMAN & Mg. CALI.UM, engenhei-
ros machinistas e fundidores de ferro, mu-
respeilosamente annunciam aos Senhores
proprielarios deoiigenhos, fazendeiros, mi-
rfeiros, negociantes, fabricantes e ao res-
oeitavel publico, quo o seu estahelecmento
le ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo ejercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confec^ilo
das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Itowman & Me Callum
ilesejam mais partcularmento chamar a
'llenero) publica para a sseguinles, por
terem dellas grande sorlimenlo j prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
eompetir rom as fabricadas em paiz es-
Irangeiici, tanto 0111, preco como em qua-
lidade da materias primas e nulo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccflo.
Moendas do canna para engenhos de lo-
dos os tamanlios, movidas a vapor por agoa
OU un maes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos ndependenles para cavallos.
Id).las dentadas.
Aguilhes, bronzesechumaceiras.
CavilhOes e paral'usos de todos os tania-
phos.
-Taixss, paros, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaos, c prensas para a dita.
Chapas de fogilo o frnos de farinha.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, por animaes 00 vento.
(Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrageus para navios, carros o obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese portdes.
Prensas de copiar cartas e sellar-
Camas, cairos do inflo o arados de ferros,
ele ele.
Atenida superioridad das suas obras, ja
geralmenle recondecida, Itowman & Me.
Callum garanlem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remettidos
pelos senhores que se dignaren! de fazer-
Ihcs encoinmendas, anroveitamloa occasiilo
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e fieguezes a preferencia com que leem
sido por elles honrados, e assegnram-lhes
que nao pon pal."10 esl'orgm o diligencias
para continuaren! a merecer a sua conll
anca.
Aluga-so o segundo andar de um so-
brado na ra da l'enha : a tratar na ra do
Cabuga, n. i I), luja de Jos Alvos da Sil-
va Cuimarles.
Illary Sheppard retira-se para Ingla-
terra.
Jos Tliomaz de Campos
Quaresma avisa a seus amigos e
(Vrgtie'esque mudou-se da rua da
Aurora para a rua do llos|iicio,
onde liojo reside, no sitio do Lefio,
onde j foi collegio do Dr. Sar-
ment.
OSr.Dr. Miguel Jolils lem cartas n
rua da Cruz, 11. 45, casa de NBSCimenlo&
Aniorim.
Aluga-se urna casa lerrea na rua Bella,
com 2 sahs, 3 1 Ico Vas, cozinha la, quin-
tal e carimba : a Iralar na rua do Collegio.
n. 15, segundo andar.
Aluga-se o segundo audar do sobrado
t. 'S.
n. tt4, da roa Dirfila, com mutos commo-
dose muito fresco : quem o pretender, pro-
cure o saoateiro, na luja do mesmo sobra-
do, quo da* quem o aluga. '
Precisa-se 'do 1111 forneiro forro ou
captivo: as Cinco-Pontas, n. 106. _
itoubaram, na noile de sexta-feira pa-
ra amanheeer no dia sabbado, 9 do eorren-
te, da rua do Trapiche-Novo, fscriptoriq n.
14, os objeclos seguinles : 3 sinetes de mi-
ro, tendo um delles as iniciaes T. C. M em
urna pedra lopazio, outro com M. em pe-
dia vermelha o um ramo cima do mesmo
M, e o outro da mesma cor e liso ; ,e jun-
tamente urca chave de relogio de ouro la-
vrado com a broca do ac. Roga-se ss pes-
soasa quem frem offerecidos ditos objec-
los ven la, ou souberem onde existem, de
parliciparemem dita casa, que receberao
30,000 rs. de gralifica^So.
Desappareceu no dia 5 do eorrente,
desta cidade, um cavallo niqo, pequeo,
carregalbaixo pouco, com urna cangalha e 1
jogo de inquirideiras: qu' o acliou leve-o
rua Direita, n. 99, que sei .ecompensado.
lloubo.
Na noite de 6 para 7 do eorrente, foi fur-
tado a um prcto que venda fazendas, urna
grande lata e um cartflo com diversas fa-
zendas finas; pois tendo o mesmo prcto,
por motivos do embriaguez, chamado um
ganhador para carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com todas as fazendas e al-
gnm dinheiro que carregava. Roga-se, pr-
tenlo, a polica ou a qualqner pesSOl que
tenha noticia do occorrido, de ilirigir-se
rua da Cadeia-Volha n. SI, primeiro an-
dar, que ser gratificado.
o c
< Alugam-se e vendeir-se as verde- Q
k\ deiras bixas de llamburgo :naprar;a q
g% da Independencia, n. 10, ao vollar q
gt para a rua das Cruzes. q
0
Roubaram da casa da rua do Trapiche,
n 1*, na noite de sexta-feira para sabbado,
7 duzas de meias para hoinem, urna duzia
para senhora, pretas, de seda e do algodilo,
o que s parlicipa aos Srs. logistas para no
casodeserem offerecidas de as apprehen-
der.
Pinla-see doura-se palanquins e ca-
deiras de armar, com perMc.lo e por pre-
co coinmodo : na rua Velha, n 54.
No dia 27 de Janeiro passado desappa-
receu una canoa pequea le carreira. en-
caveiHida, tenio a proa um tanto rusa, e.
com.ferro 011 chapa Roga-se a quem delta
souber de dir noticia em S-Amaio, ni von-
dajo p da casa do Sr. Cardozo, ou em
Kra-dc-l'ortas, n. 145, sera recompen-
sado.
Alii2a-se o primeiro andar da casa n.
65 da roa Nova, com comniodos psra gran-
de familia : a tratar na mesma CSSI.
Teiv'o o ahaixo nssignado de retirar-
se para fra da provincia, roga as pessoas
queteem ipenhores em se.u poder, de os ir
tirar no piazo de 15 das ; do contrario, se-
rilo vendidos para pagamento do principa
e juros : e para que no se chamoin a igno-
rancia, faz 0 presente amiuncio.
Antonio Vcenle da Cruz.
f
i
m
<9
assignanies dn novo compendio de pralica
do processo adoptado pela rongregaca dos
lentes do curso de sriencias socaes e ju-
rdicas de uhnd 1 para a segunda aula do
quinto auno, sendo cinco mil res o prego
roquins, bezerro, couro (le ius.ro, couros
de cabra cm branco e tintos, e todos os
mais preparos para o nfilcio de sapateiro.
Comura-se urna canoa ilc carrera, oe
ums pao, usada, mas em bom esiado.
e
ia assignatura decad exemplar : e em lo- que seja maneira, de modo que quatrrj 110-
mens a possam iransportar para qualquc
parte : quem liver annucie por esta loma.
--Compra-so um tomo dotnrneiar para
ourives, e que esteja em bom uso : na rua
da Cadeia do Recif-.n. 21, primeiro andar.
fe
g Casa de. commissao
I de escravos.
Recebem-se escravos de ambos os
sexos para se venderem de commis-
s3o, para a provincia e fra della,
garantindo-se toda a seguninca aos #
unsiiios, con o se prova : na rua das 9
I.araugeias, 11. 14, segundoandar.

do o lempo as que o quizorem ser do inlc-
ressantissimo ndice clironologico da le-
gi-iag.oi brasileira que ha d conter em
oito volumes infolio,ou pouco mais, toda
a legislarlo brasileira vigente dosde 18-22
ale 1848, a qual, com que est revogada e
a quo lem cabido em desuso, compenas
coliec<;6es acluacs vinte e timos gromos
volumes, e cusa para mais de 150,000 rs ,
entretanto que o prego da assignatura do
referido ndice he a pequea qoanlia de
31,000 rs. paga ao receber o 1.* o 2." volu-
mes, de que j existem varios exemplares
em poder do annuncianle e brevemente sa-
hir a luz o terceiro volume. Na toja de
livrosdoSr. reveren lo padro Ignaciu Fran-
cisco dos Sanios na rua da Cruz do Rcci-
fe, e na do Sr. Manuel Figueiroi de Paria
na praca da Independencia, pJc (anibem
asMunaro seu nome quem quizer ser as-
signante do qualqner Jas referidas obras.
Os Srs. assignantes que ja receberam o pri-
meiro volume do ndice clironologico, dig-
nem-se mamlar buscar o segundo casa du
anunciante.
-Precisa se alugaruma preta que saiba
lavar, engominar o coser, para urna casa
e-lr.ui^"ira :' na rua do Torres, n. 34, das
II horas at s 3 da Urde. Na mesma c.isa
tambem se pred'sa alogar um prcto que
entenda do servido interno, e saiba tratar
de cavallos.
Lotera da matriz da Boa-
Visla.
O respectivo Ihesoureiro, Manoel Goni;a-
vel da Si'va, pretende uflo Iludir a expec-
tacflo do publico com aunuiicios impoilu-
nos do andamento das rodas desta lotera ;
esforcar-se-ha quunto rouberem suas ttr-
ea-. pira com a possivel presteza annunciar
o dia, alom do qual no devera passar a es-
peranza dos compradores ; porque entend
que a essa illusflo em que alguns teem por
vezes deixido o respeitavel publico, s-i de-
ve essa especio de descrdito, que tanto
lem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso limila-se por ora a annu'i-
cinra venda dos bilheies, e exlrahi-loa
cara lodo o empenlio, afini de poder asse-
curar aos compradores o dia em que deve-
ra olla imprelerivelmento correr.
A vantagem do plano j publicado e o fin
religioso para que fui esta lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da sorte
a coneorierem sein demora para a compra
los ninii ros que liles preparam a suave
acquisicflo de hens da fortuna, sem lisco
de grande capital, e com o niporte smen-
te da din.nula quanlia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-liao os Mdeles : no
Recite, lujas do Ihesoureiro c do Vieir
cambista } em S-Antonio, botica de Joilo
Mureira Marques, no pateo da Matrir, o de
Francisco Antonio das i.i. -..-, na rua do
l.ivramento ; loja de llernarJino Jos Mon-
te! ro, pracinha do l.ivramento, 11 44 ; no
Alerro-da-Boa-Vista, lujas de Guiniarfles,
n. 44. e de Duarte Rorgcs da Silva, n. 18.
-- Na rua Direita, paitarla n. 26, da-se
pflo de vendugein a pelas sobre a respon-
sabilidado de seus seiihoies.
Alugani-so esrravas quitandeiras 1 na
rua do Collegio, n. 13, das 10 lloras da ma-
ntilla as 3 da larde.
Vendas.
Precisa-se da urna mulhercapaz, par-
ap, 011 preta, que seja de mein Idade para
fazer companhia a urna moca solteira doen-
le, e Iralar da mesma fra desta praca. \ o
so duviila dar um bom salario, sendo pes-
soa que agrade. Na rua larga do Rozario,
n. 35.
--Aluga-se um moleque quo sirva para
o servico interno de una casa estrnngeira
com pouca familia : na rua do Trapiche,
n.8.
6 Arrenda-se, por qualquer lempo, um
excellentesitio com Opima casa, a qua'
tem commodospara grande familia, na es-
trada do Ciqui, n. II, cojo lugar he bem
recommendavol para preservativos das fe-
bres reinantes : a Iralar no mesmo sitio.
Pracfsa-se alugar um preto cozinheiro:
na rua da Cruz, n. 2.
Jos Teixeira Basto, tendo
de rclirar-se brevemente pora a
\. 111 o|i', roga quclle* de seus le-
ve dures, cujas coritas j:sao bastan-
te antigs, tenh m a Londade de o
mandar embolcar, alim de que
nao srja necessario usar de meios
mais positivos.
Precisa-se de urna ama de leite, que
nilo tenha tildo 1 na rua da Cadeia de S.-
Antonio, llotcl-Comraercio.
Chapeos de sol. jfe
Rua do Passcio, n. 5.
Neida fabrica ha presentemente um rico
sor!iinenlo desles obj-ctos de todas as co-
res o qii9lidades, tanlo de seda como de
panniiilio, por precos commoilos; ditos pa-
ra senhora, de bom gusto': estes chapeos
so feiios pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retioz. Na mesma
casi se acha Igual so; timenlo de teda c. pan-
iiinlios i i liando sedas, para Cohrir ai -
ui:n oes servidas : todas estas fazendas ven-
do'n-seem pnrcSo ea retalho : tamben" se
concerla qualquer chapeo de so|, tanto de
basteas de ferro como de balcia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por freco
commodo.
Alfonso Jos de Olveira, professor ju-
bilado na cadeira de geographia e histoiia
do lyceu desla cidade, lem aberto sua aula
particular de primeiras ledras egrammati-
ca latina : as pessoas quede seu preslimo
se quizerem ulilisar, poden procura-lo na
rua Direita, n. 120, segundo andar.
Precisa-ve de olficiaes de sapaleiro, as-
sim como tambem so adn.itlem aprendizes
forros ou capilivos : na travessa da rua do
Vigario, loja nova.
DEPOSITO GERAL
do superior rap areia-prsta 9
da Jabrica de Gantois Pai- pf
Ifie&c Companhia, na Ba- jj|
hia. (9
Domingos AlvesMalheus, agente da %
fabrica de rap superior areia prcla w
e meio grosso da Rabia, tem uberto o .)
seu deposito na rua Cruz, no Recife 4
n. 52, primeiro andar, onde so achara 41
sempre deste excellente e mais acre- .5 | Jrmflos. na rua da Cruz, n. 10.

q^ ditado rape que ate o prsenle se tem 4
*>J fabricado no Brasil: vende-se ein bo- 9
% les de urna e mcia libra, por prego ,%
$) mais commodo do que em oulra qual-
*: quer parte. 4
?) 9
a*^a***s-*&>*?*
-- A mesa regedora da ordem teiceira do
Carmo convida a lodosos seus irmflos, pa-
ra que no dia 17 do correte, s tres horas
da tarde, compareeam na igreja da mesma
ordo i;, para acompaiiharcni em procissao
soln na e trasladadlo das Santas Imagens
do convenio dos religiosos franciscanos
para a igreja da mesma ordem.
Pretende-so comprar as partes da casa
da biquinba do S-Pedio-Marlyr, em Dun-
da, 11. 42, aos herdeiros da fallecida Inno-
cencia Mara do Carino, cuja casa tambem
lie consendor, oSr. capitn Anselmo Jos
Ferroira : so douver quem so julguo com
algum dreito a ellas, queira annunciar por
esta Tolda. ^_____________
e-a~~~o*mmm^mmameomm
Lotera d;> Kio-dc-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, n. 4, ven-
dem-se bildetes, meios, quarlos, oilavns e
vigsimos da 52." lotera da Misericordia.
Xa ropa do hrtsque.
salvacao de mais um a vida.
Eu abaixo aailgnaoo, morador na rua da Val-
la, 11. 10, lenilo padecido par espaf u de 13 ali-
os do mal de asllima, proveniente de nina
COMIIpacXo que apanhel quandn ninrel no lu-
gar Chamado Pona-Negra, no distrteto da Ma-
rica, durante esic lempo nunca cesse de to-
mar remedios, uns apllcadol par amigni
un os uniros por professores a quem coiimiI-
tei ; por lini dcseiigaraiii-ine que o meu mal
nao Uiili i rura, por ser j muito m '(| ; en
nesla trate tituafao, com os ataques continuo*
que me perseguan) em toda* a la, c com o desengao de nai poder ser mais
curado, esperava a inorie a todos os inomenloa
em que me viiiliain os ataques, porque tie.iva
lio siill'ncaUo.q'iC perda a respiraco ; easilnt
queme pastara a inalor forja do ataque come-
cava-mr euto urna tosse tao forle.que iiein de-
iado, neiii de maneira algmna poda locegar,
e para descansar alguuias poucas horas, passa-
va recostado na caieceira da cama. Ii:i seli-
annns rara ca, quando vim para a corte, fui
acunsrlhado para ir residir fra da cidade, e de
tomar de lempos em lempos vomitorios de
poaia : assim fu, porm tildo fot Intil. Con-
linu ivaiu os uiesnios atai|ues da mesma inane- j
ra: j cansado de tantos soll'rmriilos vullci
para a cidade : nesta accasUo disserain-mc
que havia mu novo remedio que curava .\
aslhuia, e que se venda na rua do Hospicio,
n. V>. Ora, en tendo j gastadb tanlo dinheiro,
e nao tendo obiido resultado algum favorav I,
pouco esperava dn tal remedio da ruado Hos-
picio, n. 40 ; porni no fi)l o que cu esperava,
foi a minha salva;So Coniprel nina garrafa do
x inipr do bosque, se vende ; principie! a tomar este precioso i-
hnpagaveI remedio desde o dia em que prin-
cipie! a tomara prlmeira dse logo senti que o
remedia eamecava a fazer-ine bem; nao me
engae!, fui t idos os dias a inclliorar ale aca-
bar urna garrafa, o ha j um me/, que nao sel o
que he ataque de asinina. Dos prolongue o
dias de vida ao descubridor deste lia precioso
reme 'io para bem di hiiiiianidadc sollredora.
assim como eu ; digo, e sempre o direi, que o
xarope do bosque lie um grande e excellente
remedio para as molestias do peito.
Esta miaba declarado fal feila de muito mi-
nha livre voutade, C coi reconheciniento ao
boi effeito ; port n!o, recommendo a to-
dos os que solliercui, assim como eu sollri,
que nao percam lempo em ireui rua do Hos-
picio, ii. 40, comprar o Ineomparavel xarope
do bosque, para goiarein du que vslou gozan-
do, que he de minha perfcila sade.
'lodo o cima referido juro aos sanios evan-
gelhosque he verdade ter en utfrido.
Kio-dc-Jaueiro, 14 de agosto de 1848.Jo
.lii"ii il i Sitva.
Heconheco verdadeiro o igual supra fello
peraute miiii.Jaaquim Joiede C'ailm.
Vende-sc na rua dos Quartels, n. 12.
Vende-se um grande sitio no logar do
Mangiiinho, que tica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de qualro agoas, gratulo scnzulla, co-
clicira, eslribaria. b^ixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba com
bomba e tanque coberto para bando, bs-
tanles arvoredos de fruclo : na rua da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
Vio lio de Bordeaux,
das mais superiores qualidades ; bem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, j muito apreciado, tanto aqui como na
lamina : vende-so em casa de Kalkmann
Compras.
C'ompram-sc escravos do (tim-
bos os sexos de bonitas figuras,
com habilidade e oiHcios, de ida-
de de ti a a5 annos, para fra da
provincia c para trra : pagam-
se bem se agradaren! : na rua das
Laraiigeiras, n. 14, segundo an-
dar.
Conipra-se o diccionario nglfz de
Vieira frmalo grande na pisca do Com-
mciciu, n. 2, primeiro andar. Na mesma
casa vcndeiu-se caixes para assucar, por
prego commodo.
Compra-so urna negrinha de 6 a 7 an-
nos, sem vicios nem acnaques : na rua de
S.-Amaro, n. 16.
Compra-se um macaco do Angola, um
canario do imperio, um cachorro d'agoa,
um candido : na rua do Encantamento, ar-
mazem de moldados, por baixo do sobra-
do do reverendo vigario do liento.
Farinha de S.-Calharna.
Vende-se, a bordo do bergantim Ma-
rln-Libania, fundoad'o perlo do caes do lla-
mos, a muito boa farinha de mandioca,eQ
pin i; ."o a i el a! lio, sendo a mais nova quo
edegou a esto porto : latndem se traa na
rua da CudenWo Recife, n. 14
Vende-se papel para extrahir copias
por macliiua, prr.prio para esenptorios de
negociantes naciones o estrangeiros :. na
rua da ''a leia, n. 45.
Vcndem-se bustos de gesso represen-
tando belmente a rainda Victmiae o prin-
cipo Alberto; relogios de ouro e do praia,
ciiegados ultimameulo da Suissa : estes re-
logios que silo mu bem no I).idos, so tor-
nam muito recommendaveis a qualquer
particular,'e advoile-se que lia entre elles
algunsque andam 8 dias sem precis-irem
de corda : na rua da Cruz, no ltecife, n. 55.
Vende-se a vend ii. 72 da
ruado l'adre-Florianno, com pou-
cjs fundos, porm com bjstaulc
lreguezia para trra, regulando
por dia de lo a 13,000 rs : a tra-
tar na travessa da Concordia, so-
brado n. 5, das S as 8 horas da
Mi.-inlifn e Jas f\ as 6 da tarde.
Vonde-seum bom cavallo esquipadore
carregador baixo : na rua do Seve, junto
a ola ra.
A 5,000 rs. a pollo.
Vende-si" couro do lustro, a 3,000 rs. a
pello, de muito boa qualidade e em muito
bom estado : na rua do Queimado, n. 16,
luja douiiudezas.
Chitas de assentos oscu-
ros, cores fixas, a 180
rs. o covado
Vendem-se as melhores chitas de cures
escuras e lisas a nove vinlens o oovado :
na rua do Queimado, n. 8, lora defronte da
botica,
Anil


~ Vende-se o bem conhecido e afreguc-
*ado deposito de assucar da ra estreita do
Rozano, n. 4S, com poneos fundo.*, pelo
pussuidor ter.de retirar-se fara Tora da
provincia : a tratar no mesmo deposito.
Vende-se, para pagamento, um es-
cravo pega, de bonita figura, sem vicios
nem achaques, a que he ptimo cozinhei-
ro : na ra da Cadeia-Velha, n. 41, luja.
Iioiu e barato.
Na roa do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vende-se sarja do seda
llespanliola, pelocommodo preQO de 2,000
ri. o covado : as amostras serSo francas ao
comprador, com o competente penlior.
-- Vende-se urna preta de nac,9o, do 20
annos, que co/inha, cose bem, e com urna
cria de 1 4 mezes o motivo por que se ven-
do se dir ao comprador: na ra do Passeio,
n. 5
Vende-se urna preta moca de bonita
figura, sadia e sem vicios, com algumas ha-
bilidades ; um moleque de bonita figura,
mmii vicios nem achaques: na ra da Cadeia-
Vellin, n 33, se dir quem vende.
--Vende-se um moleque crioulo, de IC
anuos pouco maisou menos, de bonita fi-
gura, bem sadio e muilo esperto: na ra
da Cruz, no Recife. n. 49, primeiro andar.
Venili'in-se 6 cadeiras, 2 bancas dn
madeira de oleo envernizada, obra moder-
na, 2 p res de lanteruas bordadas, com cas-
licaes de bronze, milito eai con la : na ra
do Livramonto, n. 11, se dir quem vende.
-- Vende-se urna niela de n mo lioniln
liglTa, sem vicios nem ac'.aqucs, e que co-
to dito ciigomma liso, c he boa quilan-
deia : \cnde-se para pagamento de una
divida : na la i'ol.ivramei.to, n. 4.
~ Vendem-se 4 niolf coles de 10 a 18 an-
uos, 3 mulatinhosdelCa 20 anuos, sendo
um driles bom holiciro ; 3 escravasde bo-
nitas figuras, cirrriios ; 4 negrotas muilo
lindas, sendo duas de nac.no, que engom-
mam lisoe cozinliam; una parda ptima
para Indo o servico de urna casa: na ra
Dire'la, n. 3.
Vende-se um multo bom alambique de
cobre, que a caldeira lova 50 caadas de li-
quido, com urna serpentina de estanto fino
que pesa 3(0 libras, o qual serve para des-
tilar garupa.e tainlem fezer espirito a'
40 .to-, por prc^o commodo, por ter-se de
mudar d lugar em que se acha montada:
no Alerro-da-ltoa-Visla, n. 17, fabrica de
'licores.
Vendem-se, na ra do Crespo, n. 11,
livros para aulas, como sejam : Selecta, a
720 e 1,000 rs. ; Cranimatica por Moura,a
I0e800rs. ; Salustlo, a 800 rs.; Cram-
malira ingleza efianceza : C.harm, philo-
.sophia, liiccicnario porlugucz e francez;
Escriplura sagrada ; Kloquencia nacional;
Memorias histricas de Pernamhuco, 4 v.
novos, por 8,000 rs. ; e outros muilos li-
vros.
Vcndcm-se2 correnles para senhora,
una dita iara relogio, dous relogius do
ouro, sendo um palpntc inglez, i trance-
lim, medalhas, conloes, annelors, cruzes,
1 coracilo, e outras obras de ouro, 6 colhe-
res de piala para cha, e um coro para as
Rucar, um piano proprio para aprender : na
ra estreita do Rozario, n.28, segundo an-
dar. Na mesma casa se dir quem d di-
uheiro a premio.
AGENCIA
da fundico Low-Moor,
RA DA SKNZALT A-KOVA, N. [\1.
Neste cstabelecmento conti-
na a havrium completo sorti-
meuto de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, c taclias de ferro batido e
co-ulo, de todos os tamanhos,
para dito.
Tajxas para engenho.
Na fundiciln d ferro da ra do Brum,
iraha-se de receber un completo sortimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-sc a venda por prego com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
cu carrepam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadcia, n. \\%l,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
tscravos.
BATATAS
No aimazem de Francisco Das
Ferrcira vende ni-se supeiiores
batatas a Coo rs a arroba.
Vendem-se corles de cambraia de co-
res, pelo barato preQO de 2,000, 2,500, 3,000
3,500 e 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; ISa
rom lislras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
7inha propria para roupa de meninos e ves-
tidos de senhora, a 240 rs.; lila superior pa-
ra calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dflo e seda com franja, a COO rs. ; crtt 8 de
rollete de velludo, a 1,600 e 2,500 rs. ; ce 8-
sa-chita, a 400 rs. a vara ; garc de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e outras muitas fazendas ror
barato preco : na rua do Crespo, n. 15, loja
de JoaquimdcOliveira Mava Jnior.
4
- Vendem-se pecas de madapolflo com 20
varas, e com algum toquede arvaria, a 2,560
e 2,600 rs. e limos a 2,800 rs. i pecas de al-
gndflozinho muilo encorpado com 20 jar-
das, a 2 240 rs.; pecas de chita coro algum
toque de avarla de chuva, a 4,200 rs.; um
.noleque bom rozinheiro: atrs do thea-
tro velho, n. 20, primeiro andar.
de fa-
Depositode Potassa.
Vende-se milito nova potassa
de boa qualidade, em barriszinhot>
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende: nc Recife,
rua da Cadcia, aimazem n. ia.
Anigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco.muilo commodo.
Farinba de mandioca.
Na rua do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, anda ha algumas saccas da hoa
farinba de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna porc,flo de pennas de
i'ina, proprias para espanadores.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quarlo e quinto ; farinba
de trigo de todas as qualidades e em meias
barricas; relroz do Porto, prlmeira quali-
dade: panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinba de mandioca em saccas
grandes e a garnel a bordo da sumaca '>.-
S.-du-Cnrmo: ludo por precio commodo :
na rua do Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Farinba de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo l'ran-
eeza de Provenga, chegada ltimamente de
Marsclha : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim, n. 35.
Arados de ferro.
Na fundido da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferio diversos mo-
delos.
- Vendem-se amarras oe rro: na rua
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Chocolate de saude.
De todas as substancias alimentares, que
sendo em seu principio consideradas como
colisas deluxo, tornam-se pelo lempo adi-
ante de um uso geral, o chocolate pode sem
contradiccSo, oceuparo pumeiro lugar.
Kffecliyumenlc. quanias pessoas n3o vp-I
mos nos preferir boje ao uso do quelite caf,
o uso do chocolate e nisto seguir a opiniflo
dos medico! mais celebres, que de com-
mum aecrdo, sobre suas preciosas quali-
dades, o inilicam como um dos nossos mc-
Ihoics estomticos aquellas pessoas, cuja
sau'de he dbil e delicada !.. Prescrevem-
no aos seus doeules, iconselham no aos ve-
Ihos e o leeommendam s nfiia de familia
para seus filhos. Km una palavra, o con-
sumo verdaileiramcnle extraordinario que
Indas as classes da sociedade fazem desle
alimento, he ornis bello elogio que nos
Ihe podemos fazer. Chegnu do Maraiihilo,
aonde he fabricado, um novo sortimento
desle chocolate j bem conhecido nesla ci-
rtade por militas pessoas que lein feilo uso
del le, e constantemente se vende no mesmo
lugar annunciado, nn venda da na da
Cadein do Recife, n. 25, defronte do Becco-
Lari'o, a 480 rs. a libra de 11. 3 entre lino, e
a 640 rs. o de n. 4 lino.
-- Vendem-se bous queijos londrinos .
ditos de pralo muito frescaes e de superior ba.xar a este preco : na praca do Commer-
qualidade, presuntos inglezes para fiam- ?,'" n; ,6' primeiro andar, esenptono de
hre, dilos por.uguezes par. pane.la, Utas.*"*%L0,.ftPSSSkMA
com 2e4librasde mermelada, ditas com IHAHeUUA IIIANLLSA.
bolacbinba de l.isbfta, ditas de sardinha, di- Xarope peiloral adobante da gomma dtaugieo,
tas com hervillias, frascos com conservas! prtpatada por Luis Uottentuit ti C. boli-
inglezas, queijos de qualha vindos do Cea-| cario ckimico da acull ttptcial ilt l'aris.
Novo sortimento
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampean.
Vende-se cassa-ebita muito fina, de bo-
nitos padroes, cores lilas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado; cassa francezade quadros, muilo
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
algodSo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrfles, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1.3 e 1,600 rs. o corte de
duas varas eur>.' uarta ; cassa preta com
ramagem branca para loto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monslrn, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrfles e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs.; cobertores de algodflo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-o$, chegado
prximamente, vende-se farinba de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
pre^o do queem outra qualqucr parle: os
prelendentes dirijam-se a bordo do dito
brigue, tundeado defronte do arsenal do
guerra, ou ao Hecife. rua da Cruz, n. 66.
-Na rua do Crespo, n. 15, loja de Joa-
quimdeOliveira Maya Jnior, ha, alm das
fazendas j annunciadas, e de outras mili-
tas por barato preco, um sortimento de lin-
dos chapeos de sol, de panninho eslampa-
do, muilo proprios para os meninos e me-
ninas que indam na escola, e mesmo pirYfi
as senhorasque anda estSo nocampo.fe-
lo preco de 2,000 rs.
Vende-se superior farinha
de milliocm porcSes e a retalho,
leudo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle: na rua do
liiiiin, n. 28.
A !t,?000 o < rte.
Vendom-se cortes de cassa-chila, fina, de
bonitos padics e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco de 2.000 rs. o corte : na
rua do Crespo, n. 6, lojaao p do lampego.
Farinha Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nba fontana que tem vindo a este
mercado, chegada ltimamente :
a tratar com Manoel da Silva San-
tos, no armazcm do Annes, no
caes da Alfandega.
Farinha de mandioca.
Vende-so a bordo do patacho Industria,
chegado de San-Malheus,Tundeado defronte
da escadiuha do Collegio, a aielhor fari-
nha que ha no mercado, por ser muito no-
va, em grandes e pequeas porches, e por
preco mais commodo do que em outra
qualquer parte : Irata-se a bordo do dito
barco, ou na rua do Vigario, n. 19, com ala-
chado & Pinheiro.
Potassa nacional. \
Vende-se potassa nova da fabrica nacional
do Itio-de-Janeiio ao baratissimo preco de
180 rs. a libra. Os senhores de engenho de-
vt'in todos mandar comprar desta pota&sa
alim de animar a fabrica que com tantos
sacrificios se estabeleceu e foi a causa de
dezas, n. 26, de J080 Francisco Maya, ven-
dem-se ricas luvs de pellica para senhora,
pelo diminuto preco de 1,280 ris o par ;
ditas de sJa pretas, para homcm e senho-
ra a 1,000 rs. o par ; suspensorios de seda ;
agulhas linas para bordar; penles d.! lar-
taruga para marrafas : ludo por baratissi-
mo preco.
-Na rua do Vigario, armazem n. 11, veo-
de-se excellente vinho do Porto, o melhor
que ha no mercado, em barris de 4" e 5o ;
farinha de trigo de SSSF; dita autor gale-
go ; ditai americana de differentes autores,
tanto em barricas, como em mrias ditas;
potara em barris pequeos ; saceos com ce-
vada e cevadinha; arcos para barricas e
barris; tabeas de forro de pinho, proprias
para fundos de barricas ; relroz ; panno de
linho do Porto; canastras com albos e ro-
ldas de cortica ; peneiras de rame de la-
tfio ; e pentes de alisar o cabello.
Vendem-se urna uiulstinba de 14 <5
annos, muito linda, e que cose bem; *
urna moleca de 16 annos, que cose, ~;
engomma e cozinha bem; um mo- n
lequede 9 annos, muilo esperto e ^
bonito, e que he ptimo para aproo- ^g
j- der qualquer oflicio ; um prelo de
i> naco, de 25 annos, bom compra- .* dor, muito diligente, sem vicios, e ^
*" por isso ptimo para o servigo de "*
9 urna easa ; e mais alguns escravos : 2
J na rua das Larangeiras, n. 14. J

Na rua Nova, n. 25, j tem folha de
Flandres de superior qualidade, para ven-
der barato aos seus freguezes.
Ao barato.
Panno da Costa, com 8 palmos de largu-
ra, a 320 rs. o covado, proprio para pannos
de pretas, cuberas e qualquer obra de es-
cravos : na rua da Cadeia do Recife, n.20,
loja.
Vendem-se saccas com muito boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacca :
na rua da Cadeia do Recife, ao p do arco
da ConceicSoe junto a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
Edmundo Delham, na rua do Arag.lo,
tom para vender.porprpco commodo, mag-
nificas mohilias para urna sala de gosto,
rompostas de cnnsolos com pedras, trems
com espelhos soherhos, sophs, jardineiras
com pedras ricas, cadeiras, ditas de batan-
eo, varios consolos com pedras, ricas me-
sas de sala e jogo, soherhos aparadores pa-
ra sala de janlar, mesa clstica p>ra 40 pes-
soas, camas de ai macSo e de vento com di-
ta : ludo, ou em separado para liquidacflo.
Vendem-se muito bons pos para den-
tes, que n3o s limpa como conserva os
meamos, a 160 rs. a caixinha : na rua Ve-
Iha, n. 54.
Salsa-parrilha de Sands
para remover e curar radicalmente todas
as enfermidades que procedem da impu-
reza do sangue, 011 habito do systema.
Esta meJicina est operando constante-
mente curas quasi incriveis de molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas inchadas, ervos incolhidos
e os ossos meio arruinados, ficou restabe-
lecida com loda su sade e Torcas. O (len-
te escrofuloso, coberlo dechagas, causan-
do nnjo a si mesmo, e a quem o servia, fi-
cou perfeito. Centenares de pessoas que li-
nham soffrido ( por annos a ponto de deses-
peraren) da sua soite ) molestias cutneas,
glndulas, iheumatismo chronico e muitas
outras enfermidades procedentes do desar-
raigo dos orgos de secregao c da circula-
Cao, tcem-se erguido qua^si milagrosamen-
te do leito da morte, e boje, com conslilui-
efles regeneradas, com prazer atiestain a ef-
licacia desta ineslimavel preparado.
Comquanlo tenham apparecido grandes
curas al aqu produzidas pelo uso desla
eslimavel medicina, corstudo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
laveis.
Ncw-York, 22 de abril de 1848.
Q O
<} Vf nde-se una carro de 4 rodas, pa- Q
^3 ia9 cavallos, por muilo diminuio ^>
m I reco : lanibem tioca-se por ujn ca- r\
^ briol"!, ou carro de 4 rodas para 11 ni rf
O cavallo: quem prettnder aiinuncie,
O ou oirija-sc a 1 rata do Curpo Sanio, O
On.9. O
Potassa da ltussia.
Vende-se superior potassa da ltussia, da
mais nova que ha no mercado, por pnco
commodo : na ma do Trapiche, n 17.
Ver.de-se guaian, vindo ul-
timamente o l'ar, por preco
commodo : na rua do Amorim,
n. .'iti.
Ricosboloes pretos para
cacasa.
Na rua do Queimado, n. 24, loja de miu-
dezas, vendem-se bol>s para casaca ;
hem como muito bons los pretos paraos
sermOe* ; selim de Maco ; n3o se arinun-
cia o preo, por ser muito diminuto, o queleom frente" pra~'a"estra!ia da iesma e'"o
lie CuCiI se persuadirm que estas f-zendasj fundos para a estrada do Arraial, o qual
siio de ruim qualidade, quando ellos silo|demarca com o do Sr. FerrSo, com bastan-
superiores; assim como penles da verda-tes nrvoredos : o motivo da vendase dir
deira tarlaruga para trancas dos mclhorcs no comprador: 110 pateo do Son-Pedro, ven-
goslos, por prego muilo rssoveJ. dan I,
A (omina de angico he conhecida e em-
pregada ha muito lempo pelos habitantes do
interior do Brasil, como um excedente re-
medio para as molestias de peito ; mas em
um estado tal d'irnpuresa, contendo cornos
estranhos, que n.uitas vezes impedindo
seus efieitos, lornavam suspeitas suas pro-
priedades, e obiigavam o doenlc alomar
urna porgan de maleriaseslranlias, uo obs-
tante quo inertes, mais que no entanto dif-
licullava o seu uso.
iloje, emlim, esta gomma be pomos le-
vada ao mais alto grao de puresa, e assim
com ella preparamos o nosso xarope lito a-
em rasa de f>. O. Uieber & C. gradavel e fcil de tomar como promptoe
ra, por baralo preco, mantas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.c
ouiros muitos gneros de boa qualidade :
na rua da Cruz, no Recife, n. 46.
Moendas superiores.
Na fundi(;!lo de C. Starr A Companhia ,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
construccilo muilo superior.
I)t psito da fabrica de
rodos-osSaiitos na Btahia
Vende-se
la rua da (juz, n. 4, aleodilo trancado
daquella fabrica, muito proprio parasaccos
de assucar e roupa de escravos.
Vende-se um escravo peca, de 20 an
nos : na na do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Chegaram novamente rua da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios do ouro e praia
patente inglez, para hornean c senhora.
Velas de cura.
Vendem-se caixss rom cera em velas, fa-
bricadas 110 llio-de-Janciru, sstitida* ao
gosto do comprador e por preco mais com-
modo do queem oulra qualquer parle : a
tratar com Machado & Pinheiro, na rua do
Vigario, 11. 19.
-- Airoz a 50rs a libra e 1,400 n. a
arroba, sendo em sacca ainda por indios ;
espirito de 37 graos a 1,000 rs. a caada:
no paleo do Hospital do Paraizo, venda
11. 20.
Vendem-se 10 saceos com
senteio novo, de muito boa quali-
dade, por commodo preco : na
rua da Senzalla-Vclha, n 1.36.
-- Vende-se um sitio pequeo com casa de
pedra ecl nova, no lu^ar da Cusa-Forte,
eficaz nos seus resultados. Os mdicos des-
ta cidade e outros muilos que leem obser-
vado seus efleilos, provsm sua superinrida-
dr disoluta para a cura das rflammacOes do
peito, toces, defluxos, catarros, escarros de
sangue, etc. ; e applicam aos seus doentes
como o melhor especifico al boje conheci-
do. Chegou do Maianlifio, aonde he fabii-
cado, urna quanlidade desle xaroie ja bem
Conhecido nesta cidade por muitas pessoas
que delle tem usado: constantemente se
vende no mesmo lugar j annunciado, na
venda da rua da Cadeia do Itecife, n. 25, de-
fronte do Uecco-Largo, n tfui- cada garra-
linha, acunipaiihaudo un ruceiluario do seu
autor.
1 ai co novo a 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes enm 3 arro-
bas de farelo, chegauas no ullimo navio
de llambuigo : na la do Amorim, n. 35,
casa de 1.1. Tasso Jnior.
Vende-se urna porco de bi-
.va- de muito boa qualidade, e l-
timamente clicgadas, por preco
commodo: na rua da Senzalla-
Vclha, n. 1 3.
Vendem-se barricas e meias
brancas, opilscSo', abalimento de torcas
noescrohuio, em lodos os caaos de enfra-
qucciinenlo do organismo, na animva, vul-
go trialdade, na bydropesia. consequencia
destas molestias, emlim em lodos os casos
em quo ha alteracflo na composicno do
sangue.
A respeilo da dse que se deve tomar,
bastan) tres confeilos pela manliua, e ou-
tiostres d larde, e o mais distante possi-
vel das horas da comida, augmentando pro-
gressivamente al G de amanha e 6 de
larde.
Kelalivamenteaos meninos, as doses va-
riam conforme a idade; mas lomando o
lermo medm, se dardo de 6 a 8 todos os
das, na idade de 6 a 12 annos, e ? aos mais
jovons. .
Em as principaes cidadas da Europa se
acham os depsitos dos ditos confeitos, em
Pernamhuco na botica do Sr. Prannos, na
rua estrella do Rozario, n. 10, e no arma-
zem de drogas e Untas da rua da Cruz, no
Recife, defronte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
A ellas.
Vendem-se luvas da pellica preta, ponto
inglez, as melhores que teem vindo a esle
mercado; bem como meias pintadas pa-
ra meninos de lodos os tamaitos; na rua
do Queimado, n. 9.
Vende-se, effoctivamenle, na rua D-
reita, 11.78, leitepuro, as" horas e meia,
a 200rs.*a garrafa.
Vendem-se oculos para todas as ida-
des, pelo baratissimo preco de mil rs. o psr:
na rua larga do Itozario, n. 26, loja d
miudezas.
Vende-se urna preta da Costa, do boni-
ta figura, sadia e sem vicios, a qual en-
gomma e cozinha o diario de urna casa ; um
moleque de bonita figura, sem vicios, nem
achaques, com principios de sapaleiro, e
proprio para pagem : aa ruada Trempe, n.
48, sobrado.
o Chapeos francez. g
Na loja do sobrado amarello nos 2
'-* quatro-cantos da rua do Queimado, 5?
3 n. 29, vende-se um grande ortimen- **
O to de chapeos francezes de formas da O
0 ultima moda, a 6,500, 7,000 e 8,000, O
O O
OOO0QOOOOO000OO0O
Vendem-se duas esrravss, sendo urna
erioula noca, que cozinha ensaboa e cose,
e a outra deneefio, por 250,000 is., a qual
cozinha, ensaboa e vende na rua: na rua
da Paia-de-S.-ltita, no primeiio andar do
sobrado de 3 ditos.
Vende-se a 3,500 rs. a sacca grande
de milito : no armatem defronte da escadi-
uha da alfandega.
Vendem-se cascos vasios, sendo bar-
ricas de bacalho, barris de vinho, dilos de
azeite doce, dilos de manteiga, etc.: na
travessa da Concordia, sobrado n 5, das
6 s 6 horas da manha, e das 4 s 6 da
tarde.
jscravos Pulaos
** Contina a estar fgida, desde o dia
iodo enrrente, a preta Victoria, de naclo
Mocatnhique ; levou um taboleiro pinta-
do de verde, com urna toalha, vestido de
cliiu -azul, camisa de algodSozinhn, panno
da Costa; he do altura regular, cor Tula,
magra ; lem urna aerrilba na lesta, nariz,
queixo e tambem pelas cosas, algumas
marcas de custicos, falla pouco, porra
muito inlellegivel consta andar vagando
pelas ras desta praca : esla pela j foi es-
eravadoSr. I r. Quintino, morador na Es-
tancia, e anlerioimtule de outros n nilos,
c 8gora do abaixo assignado. Hopa-sea to-
das as autoridades policiaese capilfles de.
campo que a apprehendam e lerem-na a
rua dn Queimado, n 4,ou na praca da In-
dependencia, ns 13 0 15.
Joquim Vertir Arunltt.
Fugio, no dia 6 do crrenle, a preta
Rosa, de naQio Hbolo, um lauto cheia do
Sis A. "n7'e 'l).' Senda." jlgVndo ser corP i,em "n.8'"1 de sua nieSo na tes-
um dever para com vosco e para com o pu- la e oulr, ero C!m, do Pe'l e81uerllo; cos-
blico em geral, remetto-vos esle ceilif.ca-;tuma vend" P'"'"' Cldd Qe"> a
do das grandes virtudes da vossa salsa-par-lPp<,r ,e*.e; ro do nn6'. 91, que
rilha. para que outros que boje cstSo sor- *" gratificado generosamente ; assim co-
Trendo estabelecam melhor a sua confian-j"0 prolesla contra quem a tiver oc-
ca e fseam sem demora uso da vossa medi-lCU" .. ,
na i Fugio, no da 12 do correnle. do lu-
. Vi-me perseguido com urna grande fe- *,r. dUna, um moleque criouloj de rime
rula no tori.ozelo, que *e estendia pela ca-| Antonio, de 12 annos; saino monladoem
nella cima at ao joelho, lancava grande, "m. "'<<> '"CO pequeo como ferro C j
porefio de nojenta materia, com comichees lru" PfJo no quarlo. com dous callos
que me privavam muitas noites do meu des- n,s sc? r',l8 Pe'a "ngalha : o molequo
canco, e eram muilo penosas desuppoilar. h do f6r baslanto prela nariz afilado,
. OSr. LiogoM. Connel, que havia sido olhos alguma eousa vermelbos ; levou es-
curado com a vossa salsa-parrilha, rerom- D,,s doalgodSoznho de lisl-as miudas ja
mendou-me que cu fizesseuso dclls, e de-
pois de haver lomado cinco garrafas fiquei
pe frita mente curado.
. Tenho demorado um anno mandar-vos
esto certificado, para ronhecercom certe-
za se a cura ere permanente, e tenho agora
a meior salisfafflo em declarar que ufo te-
nho vislo, nem sentido cuusa alguma du-
rante todo esle lempo, e acho-me peifeila-
aenle restabelccido. Sou vosso, ele.
Snriili V. Inlne.
210, ius Delancey. >
Neala provincia o nico agente desle ma-
ravilloso lemedio he Vicente Jos de Brito.
('onfcUos de C lis,
e cont de laclo de ferro, approvado pela
academia de medicina de Paria, confor-
me o parecer de urna comniisso conipos-
ta dosSrs. Uouillaud, Fouquier eliailly.
As pivparacocs ferruginosas se coulam
no numero dos medicamentos, cujas pro-
priedades nilo se | dem 1 ''' cm duvidd .
com cll'cito ha pouecs piepaiacOes medicas
que lenbam sido esludadas com lauto es-
111 ei o por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados receilaram
estes confeitos com muitas vanlagens.de-
poisde terem aualysado sua composicilo.
U benvolo acolii.nento que esta prepa-
racilo obleve da escola de medicina de Pa-
rs nos dispensa de fazei seu elogio.
Estes confeilos 580 empiegados com gran-
de successo na clorosis ou paludas cores,
as inll iiiimi cues chronicas do estomago
ditas Com superior lannha galega, edos intestinos, na falta deappetite, as
chegada prximamente : na rua do nienuirbe.s. ousuppressflo do uiensirus.
,., 1 >'- as enfermidades escrophulosas, einconli-
Irapiclie, n. 00. Ineocias das urinas, provenientes da debili-
Ka rua larga do llosario, loja de miu-Idade da bexiga : ua loucorrhea ou flores
rota atrs, ceroulas de algodlo, e chapeo
de (ih I lia. Itoga-se as autoridades policiaes,
capilfles decampo e pessoas do povo, que
0 apprehendam e levem-no ao paleo do
Terco, n. 139, casa de Jos da Cosa Carva-
1 ti o Cuimarfles, ou no mesmo lugar a Jos
Antonio da Silva, que gratificar.
Fugio, no dia 6 do rotrente. um imi-
laI inlio ile noii.e Jeionvn o, de 10 para 11
Hunos, cor um tanto marfilada que pare-
ce ler frialdade ; levou camisa de algod.to-
zinhobranco jsujaecom as nangas pelo
meio do braco, cojo boccal das mangas he
emhaiado : quem u pegar leve-u rua do
Pedre-Florianno, n. 5, que s 1 recompen-
sado : assim como se prolesla contra quem
o liverocrulto.
-- Furo o cscravn Jos, crioulo, de cor
fula, baixo, che io do curpo, | es e |rnas
linas, sem liai ha, de 22 anuos; lera lodos
os denles ; tem urna pelladura atris da ca-
I'<.; 1. piocedida do ferro que trazia an pes-
clo ; lem urna brida junto da bocea que
parece houba ; ja foi suriado, por isso an-
da tem as tnaicas ; he hem fallante : quem
o pegar leve-o iua da Cruz, n. 6<, ou ao
engenlio Cjimbuca, freguezia de Agoa-
Prea, que ser recompensado.
-- Fugio, no dia prin.eiro do correnle,
urna n ul linha, de nome Benedicta, de 11
anuos pouco mais ou menos, magra; rr
um lauto alva ; levou saia de madapolflo
com habadoem baixo, e caniisa com ren-
das nos assenlos j; sija : quem a prgar
teve-s rua da Cadeia do Itenfe, n 51, pii-
meiro andar, que ser bem lecunipcnsado;
assim cumo su piolesta contia quem a livcr
occuiia.
1
Ni TVI'. liK, I DEPAalA. 180
J


Full Text
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