Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06809


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Full Text
Auno XXVI.
mi i
Qiiarta-fe.ira 15
F4BTIDAS SO* OOBHZIOS,
Coianna e Parahiba, segundas r gestas feiras.
Un (Irande-do-Norle, qnialai feiras ao melo-
da.
Cabo, Serinhem, Tlio-Fonnoio, Porto-Calvo
e Macei, no I.", a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, n K e 23.
Iton-Viia e Florea, a 13 e 38.
Victoria, as quintas feiras.
(Huida, todos os .lias.
FHXWERIDM.
Ming. a 3, s 10 h. e 59 m. da t.
Nova a 12, s 4 h. e 9 in. da m.
Cese, a 10, s 5 h. ebl m.dat.
Chela a 28, s i) h. c 11 m. da ni.
fMUUB DE HOJE.
Prlmelra as (i horas 6 minutos da manhaa.
Segunda as 6 horas 3J minutos da larde.
de Fevererode t8>0.
.
N. W
rszrioa Di aunscnipcAo.
Por tres mezes (adianladoi) 4/000
Por.eisn.r7e, tgXJO ,, crime.
'^OMj, 17 Doin. S. Silvio.
das da szmawa.
11 Seg. S.Laiaro. Feriados estes tresdias para os
negocios forenses.
12 Tere. Eulalia.
l.'t Quart. de Muza. S. Gregorio II papa.
14 Qulnt. S. Valentiin. Aud. do J. dos orf. e do
ni. dal.v.
1 j Sext. S. Faustino. Aud. do J. da 1. v. do clv.
. e do dos feitos da fatenda.
16 Sab. S. Porfirio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
CAMBIOS ZM 12 O* MTMIMO.
Sobre Londres. 28'/, a. Pr 1/000 M. a 80 das.
. Paris, 31fi.
. de4oOO.......-... {JO ?*"
rVabs.-Patae.oes brasilciros...... Jffi a ]%!$.>
Pesos coluu.narios....... l/ Ditos mexicanos.......... 1/800 al/-"
saaBnsn* s>
PARTE OFFICIAL.
* .....'" '
GOVENU DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO 01\ 30 DE JANEIRO
Omcio. Ao commandante da praca, cmn-
mmicando haver arbitrado a gratificarn de
SO.000 rs. ao paisanp Adolfo Cavalcante de Ol-
velra Msciel por se ter oflerecido para servir
no exercilo, e a favor de quera a junta de lau-
de den o sen parecer. Iqteirou-se o inspec-
tor da pagadnria miniar.
Dito. Ao mesmp,declarando que pode -
celtar o nfl'ereclnenlo que faz o cabo do segun-
do batalho de arfilh.ii a a p, Pedro Chriios-
inmo da Cunha, para continuar* servir no ej-
ercito; e prevenindo-o i'e haver arbitrado ao
mencionado cabo a gratificara > de cen mil rs.
Sclenliflcou-se o inspector da pagadoria mi-
litar. .
Dito. Ao mesmo, inteirando-o de haver
arbitrado a grn ti tiraran de cem mil ri'-is ao sar-
gento vago-ineatre do primelro balalhflode ca-
radores, Candido Sudr Gumaraes, que se of-
fereceu para continuar a servir no exrieito.
'ninmunicou-se o Inspector da pagadoria ini-
liUr.
Dito. Ao mesmn, remetiendo para que
baja de informar, o reqnerlinento. em que Fr.
Antonio dr Santa Rosa de Lima, religioso fran-
ciscano, pede ser noineado eapellao de uin dos
rurpns do rxerciln
Dito. Ao iaspector da tliesouraria de f.i-
senda, ordenando em cumpriinento do avino
do minlsterlu da juslica de 9 do corrente, que
organise e remetta coin % maior brevi.ladc a
aquelh reparlicao o nrcamculn da desprza do
referido ministerio nesta provincia, em o exer-
clclo lie 1851 a 1852.
Dito.' A o Inspector da thesouraria da fa-
end provincial, para que mande pagara pes-
soa que aemostrar auiorlsada pela cmara mu-
nicipal doLitnoeira osalugiieis deumacaaa,
perteneentet aquella municipadade, a qual
desde oiitubro de 1848 ae arlia ocupada pelo
destacamento de polica all estacionado.Com-
ininicou-se ao ebefe de polica interino.
Dilo.-> Ao administrador das obras publicas,
ordenando mande receber os concerlos das
ponte* da Magdalena e Afogados. visto acha-
rem-sc promptoi, segundo informa o enge-
nlieiro do termo.
Dito. Ao administrador do crrelo, coin-
mullicando que, segundo consta de aviso do
ministerio do imperio de 10 de dezembro ul-
timo, fran exonerados Amonio Pedro Tava-
res e Jos Nunes Montelro dos lugares de a-
genle e aldanle da agencia do correio na el-
dade de Ooianna, e nomeados Hlcardo Nunes
Cavalcanle para o primelro dos ditos lugares
coin venciinento de 50 por cento do rendiinen-
to da agencia, e Antonio Jos Salgado para o
segundo coin Igual venciinento, quando subs
tituir ao agente emseus impedimentos.
Dilo. Ao jniz de direlto Joao QuerinoRo
drigursda Silva, ordenando em cumplimento
do aviso imperial de 7 de Janeiro, que no pra-
so (le doiis meze siga para a comarca do Ip,
no C.ai.i. para onde foi removido, sob pena
de ser aquel le lugir considerado vago.
DEM DO DA 31. *
OITIclo. Aojlt relator da junta dejuslica
remetiendo, parser apresentado em srssn di
iiesiua junta, o processo de Antonio Joe da
Silva, aniflee de f.goal o arsenal de guerra.
lniciidii-sr o conimanuanle da praca.
Dito. Ao inspector da thesouraria da fa-
ruda provincial, para que mande abonar an
administrador das obras publicas a quantia de
80.000 rs. para proceder aos cotcenos le que
precisam as lalrioas da cadela desla cldade.
Scieiililicuu-se o mencionado administrador.
Dito. Ao inspector da pagadoria militar,
rrini tiendo copias das inforinac.e8 que foraiii
traiismitdas pelo Kxni. presidente das Ala.
linas, acerca do fardamento que se lem abona-
do n.npiella provincia prajasdo contingente
do segundo batalho de curadores.
Dilo. Ao juli de paz supplenle de Carua-
r. Em rrsposta as olllcfo de Vme., tenho a
drclarar-lhe, que a mesa qualllicadora deve
compor-se dos eleitores e sappleutes da pre-
sente legislatura, devendn ella reunirse na
primeira dominga iqinedlata recepeo do
presente; j que nao pode trr luear na tercei-
ia dominga de Janeiro, confonue determina a
ci rrgulamentar das elekfes.
Portarla. Nomeaudo subdelegado de po-
lica da fregueua deGaranbunsao cidadao ala-
noel Pereira dos Santos Rocha. Cojuiuuni-
cou-se ao chefe de polica interino.
EXTEft.OK.
FHAKCA.
QUESTA0 romana.
Aittmblta legislativa de Franca.
Sessflo de 19 de outubro.
(Continuando do n. 35J
M. de JfoaiWin&erf (continuando):
Vejamos agora quaes sin aquelles, que
prolem pira os estados Romanosestss insli-
tntQOcs parlsmenlare ; os catholicos teem
o direito de informar-so disso. Ora, aquel-
les que pedem ssn, sdo de dusa especies.
Os primeiros fo os que creslruiram em
Frnra eslas mismas nslituicOes, faquelles
que se channm os republicano do hontem.
Como, devem natunlinente dizer eniro si
os calholicos, como po 'cm pedir para Ita-
lia aquillo mesmo, que deslruiram em Fran-
ca ? ( Biada de adlutUo a direila. ) Como ?
eis urna eijiHcac0 m,li i131,"'*1 T vem "'
gazeta o Kalionalto 10de dezembro passa-
S1" Por mais que Pi IX hci, o novo ro-
m-no nSo ccear francamen e n l.berda-
des novas que lite de.em. elle so sery.ra
de las somonte para deslnnr o principe,
que as tiver concedido, e para desembara-
Qsr-se delle. ( Hihridade prolongada a oV
'e"matozdaHontahlr.~Uio b'e perfeila-
".^JX^/^r^-Coineireito.esUlin
goagem lie perfeitamento lgica. Nao direi
que os que a empregam.sflo incompelente;
pelo cnntrnii'i, aclio-os muito competentes.
i Ritadat.). Smenle riles fallam a favor, e
provamonnlr, e fra preciso queosseus
dvergirios fossem cegos para nao licnreai
egclsrecilos A vista de confissOes tilo fran-
cas. (Viva fi/inri'if/lo direita.)
A' segunda especie pertencem aquelles
que amaram o governo represen ativo, que
contribuirn) para funda-lo oro Franca ; ou
son desse numero. Amei esse governo, e o
serv. N0o so o serv e amei. seno tam-
bero cri nclle de boa f, econfesio que an-
da hojecreio. (Radat.)
Sim, creio que, pelo menos em theoria.
elle be o melhor dos governos; porm con-
cordo que a pratica dos senliores valeu mais
que a nossa theoria. (JVova* ritadat.)
'jumido vi que esso governo, que era ser-
vido pela dedicacSo e luyes de homens tans
como os senhores Thiers, Brrrot, Dufjure,
Molo, de Rroglie... quando vi, digo, que
esse governo, que era dirigido em todas as
cnndicOes possiveis de prosperidadee du-
raQ.To, ncabou por urna lorpreta queo des-
truio .. {Sumir etquerda.)
Vozetdetlt Indo :--lIma sorpresa !
t de Monlalembert :Digo quedepois de
ter visto esse grande esjpderriso governo
cahir n Franca, nflo direi poruma sorpresa,
visto quo esta | alivia n3o agrada aos se-
nhores ; mas por urna revoliiQiin... ( Noto
lutxltro etquerda. ) Sou obrigado a dizer
que elle iilo he o bem supremo em polti-
ca, e que portento nlo he de admirar que
de sua parle o papa nos diga : Os senhores
acotiselham-mo um tal governo ; mas por-
quo raso nflo o conservaram para si ? (Il-
tadti* e approvaclo direila.Rumoris es-
qutrda.
Votes esquerda:Entilo he o governo
absoluto que o senhor defende,
M. de Montaltmberl:En nunca defend o
governo absoluto, nom delle quero saber.
As mamas row :--0 que be l|U0 quer
enlflo ?
V. rfe Monlalembert:J dssa quaes as
pessoas que recommendam ao papa o go-
verno constitucional ; vejamos agora quaes
(em sido as experiencias, quesetem fcilo
lesto governo na Italia. Elle exist no
Piemontc ; veio um dia, em queotei de
Ssrdenha deu ao seu povo o governo consti-
tucional. Que U70 fez elle tiesto governo,
e qu-il faz amia ?
Primeiro que tdo, a cmara sarda preci-
pituu Cirios Alberto na denunciarlo do ar-
mistirio concluido com a Austria, e na ca-
llmstrophe de Novara, e os senhores bem
so lamhram do qua Iro, que em outra poca
M. Druin de Lhoys fezdrssa cmara ; quan-
to a mm, nflo esqueci as suas ptilnvras,
qusn lo nos digse que,emquanlo o exercilo
austracoentrava poruma porta, ella sabia
pela outra. ;llsrf"s a direita.)
E domis oque beque faz essa cmara,
dnpotsquea anliga opposigflo sa tornou em
maioria? Empenha-se, segundo todos con-
fessam, em tornar o governo ImpoMivel.
Responde com bravatas aos Austriacosque
sino longe. (R'sada), e tonta mpnssi-
vel a larel'a dos homens generosos e do li-
cados que tilo coiajosamente servom opaiz
a dynastia nacional. (Muito btm muito
bem !")
' Eis o exemplo que d o nico paz consli-
tuconal da Italia. Esq'iecia-iuo dizer que
esto agora oceupados em perspguir e vexar
os hispos. Pensam os senhores que i su
seja urna animar;ani para Pin IXIaiiQarse
na via das inslilineoes constitucionties.'
EirVflm o que foi queaconteceu no proprio
Pi IX ? Nflo den elle ao seu povo as lies
grandes lber.la.les polilicas.as duascmaras
a guarda cvica e s liberdado da imprensa ?
I'ois que succodeu? A imprensa o destruio
moraimente antes que o fosse de faeto ? A
guarda cvica o cercou em seu palacio;
quantosduascimaras,ellasncii'mimpas
siveis.ao saberem do assnssinalo do seu pri-
meiro ministro, e foi o chefe do partido
constitucional d'entlo, o Sr. Mamiani.qdem
se conslituio successor do nuuisiro assassi-
nado, e carcereiro do padre ssnto.
O paire sanio nflo se onganou, quando
esiai eieeeii o geverno conslitucioual nos
seus estados.
. Nflo foi, como se lem (dito, para recon-
siliar a igreja com o espirito moderno, pois
a igreja nao se rtconsitia ella reeomilia.
.Vilo Pi IX quiz fazer urna experiencia, e
se nflo a houvesse feito, ter-se-hia podido
duvidar da grandeza de sua alma. Agora a
experiencia esl* feila.c j nflo entra em du-
vida que, se o rgimen da liberdsde nflo
leve bom resollado em Ronia, Po IX nflo
he disso clpalo, culpados sflo aquelles, aos
quaes elle deu a liberdado Nflo s o papa
nflo se engaen, sendo que nflo mudou;
elle.comn sempre.nflo esl disposto a sacri-
ficar a. I i berdade do bem ao culto da for?a.
Smente lem aproveilido a licflo. que
Deus Ihe deo por mein dos acontecimenios ;
admiltindo que lenha mudado, oque nflo
creio, repito, ser porvcnlura o nico que
lal lenba feito na Europa, e sobre ludo em
Franca ? ilontcm fallou-so da apostasia do
grande partido liberal, direi portanto al-
giima cousa a este respeilo. Oque beque se
lem passado no mundo, ha alguns aiinos?
Pensam os Srs. que hoje ha nelle quem
crea na liberriarie, no progresso, na mar-
cha ascendente da civUisagfio, como se cria,
ha dous ou tres anuos T Pensam que por to-
da a Europa, o principalmente em FranQa,
as consciencias nflo teem sido assustadas, e
os coragdes desanimados, e quo a luz san
guinolenta elevada sobre elles, nflo teni es-
clarecido a inuita gente ?
I E se me dissesnetu que a poltica nos teui
endurecido, o que he por isso que somos
nclifferentes liberdado e ao progresso,
eu Ibes dira : Me aos lares mais obscuros
interroga! esses patriotas, que se tornaran)
estranhos vida publioi, btei porta de
suas moradas, o perguntailhes se amaro
hoje o progresso o a liberdade com o mes-
mo amor e ardor, que ha tresannos; ou
antes, s amando sempre a liberdade. creem
nella com a mesma f e a mesma conanca.
(Muito bem \ muito bem'. ) Nflo, nflo ha um
s dos mil liberaos de outr'ora, qnelenn
anda boje o mesmn ardor pela grande l-
ber I.le poltica .' { Interrupcdo esquerda )
Um dos oradores do lado dos senliores, o
qual hontem escotamos com o silencio do
rospeito, senflo com o da sympathia, disse
islo mes i o. Elle qualifle.ou esttf phonome-
no do mudaiiQa, de apostasia liberal.
Busco explicar este mesmo phenomeno,
e os senhores me interrompem 1 Porm di-
go anda mais, digo que esse phenomeno
be universal. Porque rasflo essa mudan-
ca ? Porque em toda a parU o manto do li-
beralismo foi usurpado por demagogos im-
puros e incorregveis I iUuilo bem muito
bem direita.-Reclamaces < esquerda. )
Pois os senhores toroam para si o que di-
go? [Risadas direita.--Comento de novo os
clamores a esqnerda. )
Digo que por toda a parte demagogos im-
puros e incorregveis (muito bem! maito
bem !) teem manchado a causa da liberda-
de. (AccIamafBes direita. )
/ Montanhez : Sflo os jesutas quo a
teem manchado. ( Hilaridade direita. )
Muitastous : Vamos l : so be muito
velho '. invente outra cousa !
p.UIMUi'.MKHS' I
rasflo humana, para o coraeflo humano!
( Approvacso.)
s'e movimenlotambom se produzio na
sreja c nesse mundo catholico. cujos des-
tinos os senhores boje discuten). Sim,
quando l'io IX sub'o ao throno evo a de-
mocracia em n iliante de s, dssc-lhe :
* Es minha filha, eu sou teu pai. Im-
melialamentn se manifestiram duas o;>-
niOes na igreja : do uiia parto os homens
nm pnneo diplmalas, um ponen experi-
mentados, um pouco idosos, o elles com-
punham a minora, diss"ram : O padre san-
ie emprehenda urna cousa algum tanto ar-
rscala ; da outra parte, eu e os meus ami-
gos, denominados entilo o partido calholi-
co.saudmos com jubilo esse movmento
do padre santo. Porm ab fomos espanto-
smenlo desmentidos ; a experiencia foi
dpsgraca la, nflo para Pi IX ; porm para a
liberdade.
Eis porque quizera achar-me em face des-
S9S odiozos demagogos (risadas de adhesio)
para dizer-lhes toda a verdade; sim, eu
lies dira islo..... ( Mui\o bem muito b:m\ )
Votes da moutanha:--\us\a'. basta! trate
da queslflo. (Risadas.)
M de Vontalcmbert:~F,-<\n verJade, ei-la :
sabis. Ibes dira eu, qoal lio o vosso maior
en me? Nflo he ter derrama lo o sangue in-
nocente; nflo he ter sememlo o .lesasin-, e a
ruina sobre toda a Enroca, nflo. Il* ter
desp'eocupado o mundo da liberdade [mui-
to bem muito bem'.\ he ter comprometido
esta santa crenga, c tor repelli lo pura a sui
origen) a torrente dos destinos humanos!
[Aplausos.) Quero crer que Pi IX nflo ac-
ceitara a deploravcl alternativa, que assi-
Hl. de Monlalembert : He porque em to-l "alo. quero crer que elle v um meio en-
Ire a soberana do '/m, e o regresso puro e
simples pn o despotismo ; poicm no me-
nos vos, senhores, vos amigos sinceros da
liberdade, ajudnl-o tresti larefa, nfl > o em-
barac-M, nflo compliquis a sua siluagflo
tflo dillicil, ajudai-o a acbar mi pureza de
sua conscieneia, e ni sinceri lade do suas
inlences esse meio, quo queramos crer
da a parte, assim ao p do capitolio, como
na barreira de Fonlanobleau, nos arrabal-
des de Frankfort, como najponlede Pcsth,
em toda a parle o punbal democrtico.....
Um Montanhtz com urna voz atroadora :
Diga j.-suitico 1 ( Hilaridade prolongada. )
Urna voz : Valba nos Dos! o Sr. nos
diz sempre a mesma cousa !
G S- III .1 U 11 inisn.l L.lltja ,, !.... 1 !._ I ,
Urna voz da Monlanha : -E a forca dos' P"S?'V; usque aioda eremos na liberda-
res / E a morte de ISalthyany !
91. de Montalembert: Ougoum aparte,
aoqual vou responder.
Objectam-me as severidades cvjngangas
monarchicas. Crem entilo os senhores que
de .' [Spprnvtittio.)
lima voz da lonlanha :Conclua !
Vosea numerosas -.--Falle! falle!
stf. /eMoMie/-<;-,V-assemhl,i sabe que
as intei'iupgOes lem oceupado, pelo menos.
mona) coicas, brgin saiau o ninninm uuv ,,- TV .-_ i
lenl.o dous pesos e duas medidas ? Nflo, cu, "l^" '" "'"'r0 ''" ",e l0"' conr-ednlo.
primeiro que lodos, censurci na cmara dos ("<'""'' dheUO.) Pego, portanlu Itcenga
paresascarnefieinasdaC.llieia, e nflo me| P' """* ^um palavras. h,lle \
arre t-mo de o ter feito. Objectam-me o/') ..
supplco de uattl.yiny. Declaro que. se sflo M P c^er des'a tribuna, sem ex-
verdadeiros os fatos reeridos pelas gaie- '""", brevemente una hypolbese. Sua-
tas, reprovo-os, deploro, e detesto ; mas ac-; l,0,,hu q" fhlWi, que a commivsfl .,
crescento que em summa n.lo sflo senflo fe- I presalas.(7uma//o t.guerda. ) enganam, quo lo lo o munuO se engaa.
eu .hars r. me lem celado muitns 'excepto estes senhores da opposigflo, e tal-
Eis, senhores, o que lem gelado muitos eXrel'
enlhusiaimos Sabis oque extingue nos;vez urna parto dos membroa, da / lame do
roracoea a eliaminf radiante da liberdade? tiitigo partido moderado, do qual o Sr.
Nflo lio a mflo da tyrannis. Vede a Polonia I Victor lingo ae fez anda agora orgflo
Sabis o que a extingue ? Sflo esses dema- Vmm da Plaint i-NSo! M*** ^-
gogos odiosos, dos ques euf llave anda elle nflo era o nosso orguo! (Miada,.)
agSra .' i AapteuaM direita. ) Sflo esses i.o- | M. de MontaUmhert :~Suppot)hamos que
imens que declaran) por toda a parle unia;convein comclTeilo exigir mais do qu*o
I guerra impia e oplacavel a natureza \m-.motu-proprio, digam-mj Mno a ha vera m
com isso .' Eslou Couvooci.lo
guerra impla e iii'plai..o. o ><>> ..-
mana, s condiges essen^aes da socieda-, os senhores
| de, as bases ,1a justiga social! E.s os verda- que n.nguem aqu, nema tai i.ri., nema
1 de ros mimigosda l.bcrde.de. m.nor.a .... ^0 .orador so vlt para Ta
Votes numerosa, :~\le verJade / be ver- "Unha, quo comega ja a fazer bulhaj
dade' oh! Porfvor' sail.oies, nao o
U.'de Monlalembert: l.embrai-vos do Uml l sito.)
que se possou na Europa, ha tres anuos, a! Um*n/0Ae :-\amos la.
Falle serio.
lese UU93UU om *Jyat um ....- .
berdade cstendia por toda a parte ,t su](Rcdobraa Inlaruluite )
lausivel impe io ; os reis vnham alterna- ". de Monlalembert :-l)igo que n.nguem
aqu qoer crsmente, de proposito delibe-
rado, empregar contiaopadre santo ne-
nhiimn violencia.
livamente--he verdade que com repug-
nancia ;/ risadas ) mas emlim vnham alter-
nativamente r]epor de alguma aorta as suas
coias aos ps da liberdade, e pedir-lhe no-
va sigragflo. O proprio p,>a, esse smbolo
vivo da auloridade, a incamaeflo mais au-
gusta ... ( Gargalhadas esquerda. Inter-
rupciio estrondosa. )
O Sr. Presidente : Observo que nflo so
lera podido atacar a demagogia e a anar-
chia, sem excitar as tumultuosas reclam.i-
gOes dos senhores. e que tambem nflo se
pode retider bomenagem ao que he reapei-
lavel, sem excitar as suas nsulas e der-
sflo. He essa urna ciH)ducla que assigna-
lo altamente; assignala-la he fazer-llie jus-
tiga. ( Applausos a direita. )
Vin uiembio da nlonlanba se levanta e
lenta fallar. Numerosos sguaes de repro-
vagflo o furgatn so silencio,
M. de Monlalembert : -- Pi IX, o smbolo
mais augusto da autoridado sobre aterra,
creo poder pedir liberdade, democracia,
ao espinlo moderno, um raio de mais para
a su tiara ; porm, o que foi que os senho-
res lizeram ? Mudaram, destruiram, per-
turbaran) ludo. Os senliores mudaram es-
ta correte. Esla correle paiou. Os senho-
res dcslrui'sm lguiisreis.be verdade, po-
lai nflo lizersm islo s ; destruirn) prin-
cipalmente a liberdade.' ( Applausos. ) Os
res lomaran) a subir aos seus throuos ; a
liberdade nflo ousa mais subir ao seu.
Urna voz da Montanha : Eiia tornar a
subir.' .
V. de Monlalembert: Oh sim bem
sei que os senhores escrevem o seu nome
por toda a parte, em todas as los, em todas
as cornijas.......( hihridade prolongada ) ;
mas nos eorages o seu doce nomo esta apa-
gado. Sim, casa liberdade altiva, santa e
nobre, quo tanto amamos, nflo est mora,
senfio desfallecida, extena la, abafada por
issq que os senliores ousim chamar a so-
berana do flm, e que nflo he oulra cousa se-
n.io a soberana do mal ; porque dabi nasce
um i egresso exagerado, talvez uui regres-
so Vehemente para a auloridade, regresso
exagerado lalvez, replo, mas do qual os
seubores zeram |uma necossidade para a
L'ma voz da esquerda :Nao.
M. de Monlalembert i\flo ; muito bom !
Ninguem pois peusa em renovar contra
Po IX os ataques de que Bonifacio VIII, e
oulros papas filram victimas. Enlflo nlo
devenios langar-nos no caminho, que p le
condiizir a estas violencias, cujo pensnmen-
lo desaprovamos. Pensam os senhores que
os homens, que teni sido levados a levantar
as milos contra a santa s, comegaram por
este pensameulo ? Nflo, elles fram induz-
dos a isso pelo despeito, e por u imprudentemente feita, qual um detesta-
vel orgulbo manda ser fiel. Pensam es sn-
^nhoies que Napoleflo em subs contendas
com Pi Vil encsrnu desde o pripcipio a ne-
cessdado de trtlar a esto papa como o fez
cm Savone, e em Fonlainebleau ?
A historia he um lugar curomum, e nflo.
quero voltar a esleponto. Entretanto elle
conlm mui grandes ensinos, e primeiro
qua tudo, esle : Diz-se :-Nflo luamos senflo
por uro objecto temporal ; mas Napoleflo
lambeui dizia Uso. Foi acaso por um ob-
jecto espiritual e dogmtico que comega-
ram suas contendas com Po Vil? NSo; foi
por urna questflo poltica, por urna quesillo
de guerra, pela questflo dos portus, que o
pspa nlo quera feixar aos Inglezes, pela
queslflo da guerra, que Po Vil nao quera
fazer aos Inglezes, bem como Po IX foi es-
pulso,porque nflo quiz fazer guerra aos Aus-
tracos. Equeresultou da lula entre Na-
poleflo e Pi Vil ? Urna grande frquezs,
urna grande desconsideradlo para o grande
imperador, e filialmente, umadesfeita : be
isso o mais grave. NSo tieso, com efleito,
o descrdito,, a desconsideragflo, que cedo
ou tarde cahe sobre os que I ota ni com a san-
ta S, he o mo xito, o mo xito certo.
E porque isso P Porque entre elles e a sairta
S ha desigualdade de Torga, e esta desi-
guililade nflo he por elles, senflo contra
elles. hiles teem 500,000 homens, canhoes,
um giande poder militar; mas ella lem
o que elles nflo teem, urna Torga moral, um
imperio sobre as consciencias e as almas,
imperio a que elles uflo pdern ter preten-
gSn, p que he immortil. (Vovimtnto pro-
longado. ]
Um membro da Montanha : #Vamosl !
vamos l !
M. de Monlalembert: Os senhores ne-
gam isso, logo negam a f, negam o Impe-
rio sobro as almas. Mas ha urna cousa, quo
nflo plem npgar, he a fraqueza da santa
S. (Muito bem'. muito bem'.) e nesta fra-
queza consisto a sua forga nsuperavel;
porque.segundo j foi dito, nflo ha espect-
culo maior do que osemharagns da frga
hitando com a fraqueza. ( Applausos. )
Quando um homem he levado a eombnter
urna mulher, se essa mulher nao be a ulti-
ma das creaturas, pode affronta-lo inipu-
nemente ; ella Ihe iliz: Rate-me quo te
deshonraras Ora a igreja nflo he urna mu-
llior, he mais que urna mulher. he urna
mdi! ( Applausos prolongados. ) lie a mfli
da Europa, a mfli da sociedade ino lerna,
da Inri mu ludo moderna. Debalde um II-
Ibo so torna desalmado, ingrato, rebelde,
sempre be (libo, o l vem um momento, em
que essa lula parricida se turna insuporta-
vel ao genero humano, e na qual aquello
que a excitou csbeopprimido, ou pela des-
gracia, ou pela roprovagflo U' anime, f.tfo-
vimenlo. )
Imaginen) os senhores a Pi IX appellsn-
do para a Europa, pan a posteridade, para
a hUloria, para Dfos, contra a violencia a
oppressio da Frang, que o salvou, equo-
vira juntar mus ridiculas inconsequen-
ciss um crme, um enme, que nunca deu
f.-licida lo a ning lem Demais saham que
nflo o consegueriatn.....( Susurro es-
querda. )
Nflo, os senliores nflo o conseguiran),
portille a igreja tmn recursos minuto-;. ( Si-
sadaf esquenla.) Empenlui-vos um pouro
neta lula, s"tiliorcs, que vosasseguro quo
nflo ruis muito lempo.
Digo que a igreja tem recursos immensos
para a defensa. Para o papel aggressivo,
concebo que he mui pouco proprla ; mas
para a defensa he ncomparavel. He urna
praga, que as avessas das nutras pragas, as
(iiaes cslflo certas de IM" tomadas, esta
certa de o nao sor nunca. Ella to.n um texto
velho, non postumu. um texto velho lira-
do de iim livro velho,os Actos dos apostlos
deutnlivro valho inventado por umpapa
velho, chamado S Pedro. ( Risadas pro-
longadas. ) E com estas las palavr.is ella
vos coiiduzii atao fim dos siculos sem ce-
der. (Agitaejo. )
Disse-se que a honra da bandra franco-
za linba sido comprometti la na expedigflo
romana. ToJos aqu devem ser sensiveis
a tal exprobragflo, o todos a devem re.pellir,
como eu a repillo. Nflo, nossa bandeira
uflo est coinpromctlida. (Muito bem '. mui-
to bem'. ) Nflo, nunca as suas lloaras abri-
garan) mais nobre empreza. ( Muito bem '.
muito bcinl) Eu invoco com embanca a
historia, invoco o seu tP*temiiiiho. Que
fara a Historia? Ella lngara uin veo sobre
asaiiibigudales, sobre as t-r^iversagiies,
que os senhores teem assignaladu com titi-
la soilicitu le, para semear a divisfln entro
nos; ou enlflo asassigualara para mostrar
a grandeza da o npieta pela grandeza das
dilficiildades vencidns ; ella dir que mil
anuos dcpoU te Carlos Magno, cinquenta
anuos ile. uis de Napoleflo, cinquenta annos
d-'pois que Napoleflo no cumulo do presti-
gio deseo poder cabio, tentando desfazer
a obra deseu Ilustre predecessor, a Fran-
ca p r n.ine eu iiel a sua IradigSo ; olla dir
que a l-'rain,'.-! commandada por um digno
lllhodouma das glorias do impeaio, fui k
Roma para ahi reslabelecer a jusliga, a
equ lade, o interesse europeo e francez.
Ella (I i f i o que o proprio pana Po IX disse
IUi carta ao general Oudinol: 0 tri-
umpbo das armas fraucezas foi alcangado
sobre os inimigos da sociedade humana. *
( Sim Sin !)
E-la ser a gloria da Franga no seculo
XIX !, e creio que os senhores nflo a quera-
rao cmbscar nem diminuir, e o que a em-
baciaiia, seria oppr a bandeira francezaa
liara que ella acaba de salvar, seria trocar
o nosso papel de prolectores, pelo de op-
pressores seria permutara gloria de Carlos
Magno por um miseruvel imilagflo de(ari-
baldi! ( Acclamaces prolongada,. )
J|. Vctor Hugo precipila-se para a tribu-
na ; porm os senhores representantes se
apressam a evacuar a salla, eoSr. presi-
dente declira levantada a sessflo.
(Coniuar-if-/ia. i
INTERIOR.
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presi-
dente Dr. Jos lenlo da Cunha Figueirtdo.
5 DE JANEIRO.
Ofiico. Ao inspector da thesouraria
provincial, declirando-lhe que estando
desmontados os soldados de polica, e ten-
do-se alugidocavallospara acumpanharem
a presidencia a Porto-Calvo, manda pagar
por essa repailigfloas despezas quo se li-
zeram com o aluguel dos sobredttos caval-
los para os mesmos soldados.
Dito. Ao inspector de fazenia, para
mandar salisfaaer ao alferes agente do hos-
pital, Pedro Nolasco da Silva, a quanlia de
VyiOO rs. proveniente d despezi feita
com os Africanos doenles, e all tratados
no mez de dezembro ultimo.
Dito. Ao mesmo inspector, para man-
dar pagar a folha que se Ihe remelle dos
offlclaes da guarda hacional, que, por or-
dena da presidencia marcharan! em com-
missflo para Serra-Negra.
II FflX/FI


Portara. -- Momeando par os postos
vagos do primeiro balalhfio da guarda na-
cional rto municipio do Poilo-da-Folh, os
i tTiciaes procustos pelo respectivo com-
uiatulnnte.
Commuicou-se ao commandate supe-
lior respectivo.
Ollicio. -- A cmara municipal da ciliado
dn ivnedo, dizendo-llie, em resposla ao
ollicio de 24 do outuhro prximo pastado,
le pode mandar faxor, pelas soliras dos
rcndinieiilos municpaes, o concorto que
P'opOe da ponte donnminada de S.-Miguel,
oreado em 20.000 rs
PARAHUSA.
4 de (evereiro de 1850.
Os consliluintes, qiiecm nosso numero an-
tecedente dissomos tercm seguido pela es-
trada do Pilar, forilo para o engenho de
Crizanio Daro, prximo villa da Inde-
pendencia, capitaneados por liento Jos
Ferreira Pontciro 6 Antonio Joaquim Bpr-
ges, com destino de attacarem a villa.
Immcdiatas providencias foram dadas pel
E\m. Sr. presidente, fazendo marchar cin
sen encalco o coronel Ismael da Cruz (iou-
>a com una columna de quasi duzcnlos
horneas. Fortes partidas sahiram do Brejo
d'Area,Mnmangoape o Campia eosohr-
garui a fugir vergonhosamenle, nao po-
dendo esecutar n'aquclla villa o plano san-
guinario que Mies pejava a mente.
Em fuga, antes da chegada da columna
do Coronel Ismael, dirigiram-seao luga pa-
ra casa do Sr. Travasso, c d'alii assalla-
ram a casa do subdelegado Eufrasio d'Anu-
da Camera, onde mataran) dous lionicns,
(um cornil (i I los saquearam a casa do
inesmo subdelegad, que milagrosamen-
te escapou entre i inmensos tiros, nao dei-
\ando o ol'jccto de mais insignificante va-
lor. Para cumulo de atrocidades qui/.eiam
ass anidar a urna menina de poucos an-
uos, nilia do subdelegado, que csc.ipou
pela heroica corasen) de urna escrava que
n amamentara. Pello esle acto de beio
smo, i otila ram-se com destino aolirejo de
Fngundcs, ou Campia.
O coronel Ismael apenas SOUDB da direc-
co dos facciosos dirgjo-sc para o Inga,
o d'ahi contina cm perseguirlo de seme-
Ihanies reas.
Foi preso mais um dos ranclieiros do
Munguengui'i que pretenda furiar um ca-
vnllo, etem mo importantes rovelacoes.
dem 8.
Os facciosos, que em nosso aiilcccden-
te ni>mero, dissemos haverem espoliado no
dia 22 do pasudo a casa do delegado do
Inga, e nao subdelegado, romo por enga-
o dissemos, seguirn) para um lugar vi-
zinho ao Brejo de Fagumlcs, donde sa-
hiram puncas horas anles da entrada da eo-
lumna do coronel Ismael n'aquelle llrejo,
c suppiio-se irem em direceo a Cahaceiras,
Ksses lioniens perdidos, anda nao far-
tos de sangue, fogem diante das tropas
lgaos, como um bando de gafanliotos, le-
vando, poten), a devastadlo aos lugares por
onde trnnsitam.
Fsso grupo sem lim poltico tleve ser
perseguido pela sociedade, como urna hor-
da de selvagens, pata llie nao oharmaTmos
bandidos, que, sem moral, desenfreado
con-e na estrada dos crimes e o tem sido
pola parle sfia da populacho, que os vo-
la a cxr-ni ar,iin.
lippois de termos cscripto estas linhas
i'hegou nova noticia, de que os facciosos
desceran) al o Salgado, onde se deban -
daiaiu, pormaichar milito prxima a el-
los a columna do coronel Ismaelque ex-
tacionou em ltabayanna, apenas soubeda
debandada.
Conhccedor do carcter tenaz e reca-
citante doscaudilhos, nao podemos crer
que ellos dehandassein tilo .le prompto
sua gente, anles estamos persuadidos do
que ellos traman) alguna nova e horrorosa
tentativa.
.\io Ibes sendo possivel escapar co-
lumna, que de perto os prosegua, olios
se dehandaram para alcancar, sem deixar
noticia de sua marcha, algum lugar que
tiiili. ni lolerminado para tlieatro de suas
perversidades.
tanto cura na vinha do Sonhor : e mi
louvores ao povoquo atiende s palavras
de Dcos, pronunciadas polo son ministro
________________{Da Ordem)
\9n
PERNAMBUCO
Tem apparecido n'esta capital algumas
febres; porm proprias da esiac.no, u sem
o caraeler maligno com que teem gras-
sado em mitras pocas.
O F.xm. presidente, receloso do que, nilo
fossem do carcter da que tem coila do
a infeliz Rabia, convocou os mdicos da
capital, que*deelararam uo Ibes lar des
coberto ncnliutn dos symplomas por que
ollas SO leo) feilo nolaveis
NSo tem,porm, sido assim a bordo de
alguna navios, onde, principalmente em
um, as robras se teem apresentado com
toda maliguidade, causando ja a morte a
dous marojos, nlm de oulrosquu estilo
em eoiivalescenca.
O Exm. presidente foi pcssoalmenle es-
rolhor um lugar approprado para um la-
/rolo, onde fossem lindados os empes-
tados, e determinnu a ilha do Tiriri, um
qumio de legoa distante d'esta cidado.
(luirs providencias tem dado, para que
esla provincia nao soja victima d'essa pes-
tilencia, prohibindo a communica^flo dos
navios prximamente chegados, antes da
quarentena, e delerminaiido o asseio das
ras, cm que o ex-liscal pouco curava.
Tocou e vingou as pedias do arrecife,
na harretinha doLeiliio, na Pona do mal-
lo do Cabedello, no dia 2!) do passado as
t> e 1|2 da larde, prximo ao lugar em
que se pordeu a galera lidmond,o brigue
inglezSusan, consignado a V. I'. Mala, com
rarregament de fazendas. Salvou-se to-
da carga sem avaria, e espera-se salvar o
navio.
Apenas o gnverno soube d'csse successo
deu todas as providencias tendentes a so
nilo ronctirem as scenas do Edmoti'1.
.Mandn pora dispotlffio do consignata-
rio a lancha da alfandega e remeiros, as-
sim como a da capitana do porto. Fez
marchar nina forga de primeira linlia.
CAMABA MUNICIPAL DURECIFE.
1 SSSSA0 ORDINARIA EM 6 DE FEY'RRKI-
ao de 1850.
Presidencia do Sr. Oliveira.
Presentes os Srs. Barros.Mamede, Carnci-
ro Monteiro, Moracs o llenriques da Silva,
fallando com cutis* os mais senhores,abri-
se a sesso, e foi lida o approvada a acta
da antecedente.
0 Sr. vercador Moracs fci ver que nao ac po
dia demorar na srsso.c rclirou-se.
O secretarlo fez a Icilura do teguinte expe-
diente :
Um ofllcio do Exm. prrsidente da provincia
cniiiniinicnndo a inortc do sercnissiino princi-
pe Imperial lnteiradi.
Oulro do mesiiin, remrllendo srij cxcmpla-
ros do Diario di Pernambuco ns. 14, 15, 16, 18.
20 c 25 do corronto anno. contando aviso ex-
pedidos cm ditt'ercntcs datas pela secretaria de
estado dos negocios do imperio, todos solven-
do riiividas occorridas na execufao da Ici regu-
lamentar das 0101(308. Que se aecusasse a re-
cepcao e se fizessem as reinessasdocostuiiie.
Outro do mesmo. approvando provisoria-
mente a postura addiciunal que esta cmara
lUera, prohibindo as casas de sade no Interior
da cidade. -- Que fosse dita postura publicada,
c passando-se a tratar dos lugares para onde
dovem sor removidas ditas casas de sade f-
rain designados os scguinlca : na do Hospicio
do sido do Leo por oante, procurando a di-
reecao do nono ; ra nova de Santo-Amaro ;
litis da rua da fluan, ao I ido do norte ; c Sole-
dade, da groja para o centro, devendo lacs es-
labrlecimelos situar-se nos edificios que mais
laoladot se acbarein nos referidos lugaies.com
previa approvarao da cmara.
Outro do presidente do eoiicolbo do saluliri-
dado, remetiendo uma copia das rcllexes a-
doptadas pelo mesmo concilio, tanto sobre as
causas principan da insaluuridadc desta cida-
do. como sobre os incios de as remover. Que
lssem rriucttidas a coiumisso de sade para
einitlir a sua pinino a rosprito, toudo cm con
sideracao a inaiicira porque oconcclho censu
raa cmara.
Outro do inrsmo presidente, respondendo ao
que Ibo dirigi a cmara relativamente a indi
carao de lugares proprios para a Mliiacao de
casas de sade,cnferuiarias ou lazaretos. -In-
teirada.
Outro docommandante do corpo de polica,
solioiaiiiio as ordeni que devia dar as scuiiiiet-
las que, por ordoiu do governo da provincia, c
a rrqulalcld dcsia cmara, mandava postar nos
extremos da jionto do Boa-Vista, para evitar o
despejo de iuimund ees que se alii faz. Que
so rc.-pondesse dlzeudo, rjue nao estando as
extremidades da uiesma ponte designadas para
lespojos de hxos. immiiudicos e de outias
|iiaesquer colisas que poaaain incominodar o
publico, ordenarse posilivaiiieule as senlinel-
ias, quo nao consintaiii que all se facam taes
lespojos. Mandoii-sc-lhe remclter um exem-
plar das posiuras cji vigor.
Outro do cidado Jos Antonio de Figueire-
do, communicando nao poder tomar assento
nesta cmara, na qualidade de voleador sup-
plente, por se aohar gravemente molesto.
Que se llie respondesse, que juslificasse o seu
Impedimento, para, em vista da Ici. se poder
chamar o luimediaio cm votos.
Oulro do subdelegado do Oairro do Recife,
coiiimuiiicaiido irr multad) na quantia de 30/
rs a Joao Coetlio do Rosario, por vender a-
go'ardeuics a proios scoi bilhetcs deseos se-
nhores, e que a cmara mandaste receber dita
mulla. Que se desse ordeiu ao procurador
para reccbc-la.e seagradocesscao subdelegado
o iiitiTi-.se que tem mostrado cm favor da inti-
iiieipalidado.
Oulro do vigario da freguezia do P090, rc-
inotteiido o mappa dos baplisados feilos na
iiiesma freguezia no semci.tre fiudo. Intei-
rada. r
Outro do fiscal do bairro do Rccifc, partici-
pamlo ter f.-ito corrida rte porcos 0111 dias do
nici passado, que prodtizio livre de dospezas,
a quantia de 88.UU9 rs. que passava a entregar
ao tliesourciro do hospital dos Lazaros. In-
teirada.
Maudou-se consultar ao advogadn se a cma-
ra podia ii>:i 11 ii .i- arrelar um todieiro levanta-
do sobre osteios de madeira e coberto do te-
dias, existente 110 lim da rua da Roda, na praca
do i..i|iim, visto ser rlle'iiiutil c s servir para
lins i Hit-i tos, sem que por isso possa originar-
se algiiuia questao.
Foi litio c licou addiado, at quo a commls-
sau de sade do parecer sobre as rellexes ad tadas polo concellio de salubridadc deque ci-
ma se falln, um parecer ta uiesina cnminissao
sobre a mudanca de urna salgadeira de cou-
ros paran Cabanga
Foi uoinrada nina coinmissao composta d >s
senliures Heurit|ue da Silva e Mautede, para
lomar coiiliecimento dos aliiiliaiuentos daCa-
puoga,contra o <|ue se quelsam aiguns pro-
piii-l.inos daquelle lugar, e infirmar circuuis-
laiieiadaincute a cmara.*
Foi nomeado o fiscal da ha-Vista,para servir
inleiinamciite na frcijnczia deSanto-Aiitooio
Bu- o lim do corente me, e mandou-sc Ihe
cteiiniiar que. quanlo antes liiesse remover
Indo o rnlullio existente junto a ponte da Ha-
\ isla.assim como as madeiras qucahi se achaiu
deporiadai.
Dcapaeharain soaspetiedes de Antonio Jos
Maciel, de Anlonlo Fernandos Vollozo, do Fran-
cisco Soltcm de Figueiredo o Castro, de Joa-
quim Antonio dos Santos Andrade, tle Jos* Hap-
lista Braga, do bacliarel Gervasio Gnncalvca da
"Uva, tle Uauoel Carnoiro I.cat, de Mauool Joa-
quim Maluchos, de Manoel Furluos-i da Silva,
de Manoel Tivarcs Aquino. tic Manoel Kraucis-
co da Silva, de Miguel ougem c outros, c le-
vantoti-se a leftao.
tu, Manuel lerreirn Accioli, secretario in-
leriuo, a escrevi.
Declaro cui toinpnque fui approvado um pa-
recer da coinmissao de etlilic-icao, relaliva-
111......a teirenos de marinha pedidos por afora-
liientoa por Antonio Jos Gomes do Crrelo,
Antonio Peregrino Maciel Monteiro, Rufino
Jos 1 1 111 ni li i de Figueircdu, Jos Ignacio
Soaretde Macedo, Baiilio Alvos de Miranda Va-
rcj.iiii, Nicolao Gadaut e Dai lliolotnco Francis-
co de Souza, c maiitluu-se ouvir ao cordeador
se ditos terrenos cslavatn ou nao designados
.ara ser VCD til publica. Accioli, o declare!.
Oliveira, piesideule.- larras. Mamtdc.
Ciirneiru lonleiro. Utnriqms da Uva.
Brilhantcs cffeitos da Religi.io.
O missioiiario apostlico Fre Serafim
pregou no Cabedello, c tal fui a influencia
do F.vangelho na populadlo d'aqncllo. lugar,
que toda coiitricta restiluio, mo s oque
llie estava do carrcgmcdlo da galera
lidinond, como os (iroduclos do que ha-
vi.un vendido. Iii/.etii-i is que quasi o
valor to seiscentos mil ris foi recolbido
jui/.o corto acerca das causas productoras
das febres reinantes, acreditamos comtu-
tlo quo qualquer mudanca oxiste nos prin-
cipios conslituintes do ar atmospherico que
nos cerca, e que respiramos todas as horas
ecm todos os lugares, o que tlessa altera-
qo qualquor nos resulta o estado mrbido
que lilo vulgar eassutador tem sido em sua-j
maneira verdadeiraiiienlc epidmica, Cnlre
os habitantes desta cidade. Podor-se-ha
porm precisara origem d'essas cmunacOes
pestilenciaesdesses miasmas que infec-
cionam e alteram de semelhanto modo a
nossa atmosphera, afm de so poder adoptar
medidas sanitarias que provinam e abri-
guem a nossa popula^no de sor assim ex-
posla perigodevidai1 Serilo taes emana-
t;0es oriundas tle corpos animaos 011 vege-
lacs aqu ou aili em putrefacto; de agoas
estagnadas pluviaes ou de cannos descober-
lOS, ii.ja oJialac/io favorecida pelo grande
calor vem depois sobre nselteiluar com
mais iiitensidatle sua influencia pestfera ?
Ou seriio antes esses efBuvios, esses
miasmas, esse principio qualquer produ-
ctor da atleracto do ar de que temos fallado
devido c trazitlo para o nosso clima
por um* importando eslramjeira em uma
poca em que epidemias aterradoras devas-
tan! minias cidados da Europa?
Aoconselho de salubrdade, corpore-
co medico-allopalliica, que representa a
parto oficiala medicina, cumpro desenvol-
vere elucidar estas quesles que smenle
a /wina-opathia, nesta cidade se tem d'ellas
oceupado al Ituje, nilo obstante a despro-
porcao grande entre o numero dos mdicos
allopalhas para com o dos mdicos homceo-
lalhas, o nilo obstante anda a obrigaeo
qucllies cumpre por todas as considera-
(cs.
Algum serviqo havemos j feito-indi-
cantlo ao povo os meios de tmtamcnto pa-
ra as febres reinantes, o clamando contra
as pardas de sangue que praticam os Srs. al-
lopalhas, c que 18o jataes lecm sido para
muilos nfelizes ; nossos esciiptos, emfim,
parece que vo semlo attendidos mes-
inos pelos nossos adversarios, pois que nos
consta queja os Srs.- collegas se tcmem de
pralicaras sangras, convencidos, como de-
vein estar, de seus funestos resultados.
A homceopathia sl geralmente aceita
por lodosos nossos concidadilos, e ivconbe-
cida superior no lala ment fiestas moles-
tias, em que ella nilo tem perdido doenles
senfio aquelles que a tem procurado nos
ultimas mmenlos depois de estragados e
desengaado pelo tralamentoda allopathia.
Toila esla cidade ja sabe que as doses m-
nimas da llcll. du N.-vum do Arom. do
Yeratr. da Unj. e da l'vls. sam suflicicntes
para, segundo os symplomas predominan-
tes, 6 administradas cora preceilo, resta be-
lecera sade nos doenles acommetlidos
das febres actuaos.
Resta smenle que a medicina oficial diga
alguma cousa para orientar o governo acer-
ca das medidas que so devem lomar alim
tle evitar a continuac.flo ou repeticio desle
flagello : e nos assim o esperamos ; regozi-
jando-nos muilo de haver para isso coil-
corrido com o limitado contingente de
nossos poucos recursos.
t.'asa desautle e consultorio na Pregui^a,
28 de novembro de 1849.
Dr. Luz.
( Mercantil.)
Parahiba 2 das, hiate braailelro Hordo-IU-
1 ift, de 37 toneladas, capitn Antonio Manoel
Allnuso, equipagein 4, carga Icnha ; ao ca-
pllao. Passagciros, Cypriano Antonio Ro-
drigues, Brasilelro, Manoel da Costa Ramos,
Potingues.
Parahiba 2 dlaf, Mate brailleiro l'arnhibano,
de 30 toneladas, cpitao Nicolao Francisco
da Costa, equipagein 3, carga lenha ; ao ca-
pilao. Passageiro, Lniz de Franva da Costa.
Haltimorc ,'iii dias, patacho americano Maru-
Eleonor, de l'IS toneladas, capllao Howei Par-
ker,'carga farinha, manteiga de porco, velas
e mais gneros; a II. Foster & C.
Obstrvaco.
Foi fundear no Lameirao o patacho tardo
Doui/'Ytlui, capilao Jacome Irabogulata.
EDITAES.
COWMEACIO,
Publiea^ad a pedido.
a a
ll'andcc
Honra ao apostlico missionario, que
Sem
IH>.VlU-:oi'ATH/A.
PROPAGANDA.
Lili.
An.no 1.
Finis venir, venit linis .'.'!
( Biichiit cap. 7.' 2.J 3. )
Dr. Lu, rJ. V. Marlins,
AS FEBHES ACTIMKS
(i funesta pratica das sangras.
Que cbacmi ramasse sos mors,
( l)r. Castel.)
nos decidirmos a aprcsenlar um
ALFANDECA.
Rendihieuto do da 12.....10:422,703
bescarreqam hoje 13.
Itarca ingleza [llonita mercadorias.
Barca ha mburgueza -- Naritnna ferro.
Patacho brasileiro -- Santa-Cruz charutos
o panno de algoilio.
Briguo inglez Caroline --bacallio.
CONSULADO GEItAL.
Rendimento do dia 12.....3:8fi9,46C
Diversas provincias...... 350,187
4:219,633
F.XPORTACAO.
Despachos maritimos na da 12.
I islia, brigue portuguez Conceicdo-Fior-
de-Lisboa : cundir/, oseguinle:
100 barricas, '20 caixaa e 1,631 saceos com
9,053 it tilias de assucir, .'mi molhos do
piasav, 6 pranches deamarello. 12 taboas
cusalo de amurello, 4 barricas farinha de
mundioc, 1 dita de carne doCear. 3 du-
zias de la boas cuslado tle am -relio, 597 sac-
eos com 3,235 arrobas de assucar.
Genova, polaca ssrda Fidanzal: conduz
o segu ole:
80 pipas ago'ardcnte, 3,175 saceos com
15,875 arrobas do assucar.
I'orlo, barca hamburgueza Syria, de "593
toneladas: conduz o seguate :
A iiii'snn carga constante do manifest
original que conduz de llamburgo para Cal-
cuta.
Stocklmlm, brigue sueco Superior, de 270
toneladas : conduz o seguinle :
320 harnease 1,930 saceos com 12,016 ar-
robas e 2 libras de assucar, 2,800 couros
coni 87,418 libras.
Rubia, patacho nacional Fortuna, de 100
toneladas: conduz o seguinlo :
300 barricas da farinha do Reino com 6
arrobas cada uma, 49caixas velas de com-
posieo otiin 32 libras cada uma, 50 ditas
viuho iniiscaUI com urna duzia cada uma,
40 ditas velas slearuias com 30 libras cada
uma, 40U tinas bacalhao com 400 quintaes.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 12.....1809,145
Movimento do Porto.
Navios entrados no dia ti.
Gilir.-ili.ir-- 35dias, barca inglesa Egypl, de341
tonrladas.capiao Abel tleard, equipagein 12,
cm lastro; ao capito.
lialtimorc42 dias, patacho americano Fnu-
viui, de 217 lonrladaa, capito Newton S.
nniinn, equipagein 10, carga fariuha ; ao
capilao.
M niin .'tilias, escuna, liiasileira Nireide, de
105 lonrladaa, capito Joo de Ca valho Ra-
poso, equipagein9, carga madeira ; ao ca-
pito. l'assagrirns. James Vertullano Cor-
ciano de Macedo, Caelano Siinoes Pililo, bra-
ileiroa, Simiao Pinto Victoriano, Portuguez.
Olllm. Sr. inspector da Ihesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Kxm. Sr. presidente da provincia
do 8 do corrento, manda fazer publico, que,
nos das 19, 20021, iri a praca, perante
o tribunal administrativo da mnsnia the-
souraria, para ser arrematado a quem por
menos flzer, o concert da poni do Vara-
tlnuro em Olind, sOb as clausulas cspeclaes
baixo transcriptas, e pelo preQO de 1:034/
As possoas que se propozerem a esta ar
rematnern comnareeam na salla das sessOes
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas
I-.' para constar se mandou afiliar o pr-
seme e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 9 de fovereiro de
1850 -O secretario, Jntonio Firreira d'dn-
nunciacilo.
Clausulas especiaes d'arrematado.
I. Os concertos da ponte do Varadouro
serslo feilos conforme o ornamento apresen-
lado nesta data a approvar,8o do Kv.ni. Sr.
presidente da provincia, sendo a importan-
cia 1:034,000
20 arrematante cometer a obra no
praso de um mez e acabar no de tres ma-
zos,..a-mbos contados na conformidade do
art. Odn regulamenlo das arrematares de
11 tle jullio de 1843
3. 0 pagamento d'arremataQo realisar-
se-ba do modo determinado no art. 15 do
supractado regulamenlo.
4. I o los os malcraos serflo examina-
dos pelo engenheiro antes de seren empro-
gados, e approvado lavrar-se-ha um termo.
5. Para ludo o mais que nao esliver
determinado as presentes clausulas, se-
guir-so-ha inteiramenle o que dlspOa o re-
gulamenlo mencionado de 11 dejulho de
1843.Ilecife, 7 de fevereiro de 1850.O
engenheiro do termo do Recife, Jos Mame-
de Aires Ferreira.
-Acamara municipal desta cidade faz
publico que, atlendendo ao que Ihe repre-
sentaran) alguns ilontis de ollicinas de fer-
rero, eslabelecidas fra ta cidade, lem
designado ns ras novas do sitio de llercu-
lanu Alves da Silva na Soledade, c as to si-
tio denominado Campo-Verde, no Corre-
dar-do-liispo, para collocacSo de ferraras,
licaiiiln nesta parle ampliado n seu edilal
de 8 tle marco do anno passado. I!, para
eonstar, se mandou publicar o presente
Pago da cmara municipal do Recife, em 9
de fevereiro de 1850. Francisco Antonio
de Oliveira, prosidente. ~ Manoel Ferreira
Accioli, secretario interino.
Pela inspectora da all'andega se faz pu-
blico que, no da 13 do crrenle, se ha de
arrematar em hasta publica, na porta da
mesma, depois do mcio-dia, 120 maiitinhas
de seda pata senhora, por facluia uma mi
e quindenios ris, total 180,000 rs.; 50 du-
zias de frascos com bandolina, por factura
duzia 1,400 rs. total 70,000 rs. : ludo im-
pugnado pelo segundo escripturario Anto-
nio Francisco de Moura, no despacho 11.
144 de 9 do e 1 rente : sendo a arrematarlo
suhjeita acs direilos.
Alfandega de Pernambuco, 11 de fevereiro
de 1850.O inspector, l.uiz Antonio de Sam-
paio I taima.
1 tea
A cmara municipal da eidndt di (linda
raso, m lirlude da Iti, ite.
Faz saber a queuiconvier, que.de conformi-
dade com as ordens do Kxm, presidente, vo
de novo a iir.ic.1 as casiuhas da ribeira, avaha-
das em 139,000 rs., as qtiaes teem de ser ar-
rematadas com o abate da le, e cujas pracas
ao nos das 12, 14 e Kido enrente.
As pessoaa que qulierem tancar compare-
i-.ini habilitadas na sala das sesses da mesma
cmara nos dias menciunadoa. Pac.o da cma-
ra municipal, em seso de 9 de fevereiro de
IS.'hi. K ou.Antonio Martius Jos Moraes, se-
cretarlo interino o rscrevi
RodrigoTheodoro de Freitas, oficial d* im-
perial ordem da Hoza, cavalleiro da de
S.-Rento de Aviz, condecorado rom a
medalha da reslaurac^o da Babia por oc-
oasiiioda independencia, cpit3o de mar
e guerra d'armada nacional e imperial,
inspector d ai seal de marinha, e capi-
tfl.i do porto desta provincia de Pernam-
buco, por S. II. o Imperador que Dos
guarde, etc.
Faz saber a quem convier, que lem desig-
nado para ancoradouro das alvanrengas,
'anchas o mais embarcaces que se em- nest* praga, e para
prfltendentes pdenlo ir i bordo da mesma,
dea mesma dispensa para a presente qu.
resma, oom as clausulas com que a cunce-
deu nos muios passados.
S. Exc. Rvma. man la celebrar missa so-
lemne, S qual pretende assistu, as doniin-
gasda presente quaresma, com sermlo, na
matriz da BOa-Vista. Recife, 10 de feverei-
ro de 1850. 0 padre, Francisco Jos lava-
res da Gama.
Tlieatro de S.-TFrancisco.
Grandee extraordinaria representado pe-
la companhia franceza, sb a direcgSo da
viuva Rerleaux.
Esta represenlaoti ter lugar quinla-fei-
ra, 1* do crrante, e ser composta da pas-
aagens da dilTorontes gneros: os annun-
cos do dia fardo mencSo especial do dela-
Ihedeste espectculo.
SBHHHaa9atBHPHBiiBMlWBjBa0
licparli^ao da polica.
illm. e Exm. Sr.Das partes hontem e>
hoje recebi lasjnes'a repartido, consta te-
rem sido presos: i minha ordem, Manoel
Goncalves Coutinho, por infrscc.ao de pos-
tura municipal; Albino Nuncs da Rocha,.
Joflo Francisco Reinaldo Gomes da Silva o
Alexande Francisco do Rozario, como des-
ordeiros; e Caelano Quinlino Calhardo,
como indiciado em crime de falsidade :
ordem do delegado do segundo districto
dcste termo, o preto',Domingos,escravo, por
desorden : ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Frei-Pedro-Cnncalvos do
Recife, o cabo do otavo batalhSo de caca-
dores Silverio Antonio^ por embriacuaz ;
Guilhermina Justianna de Oliveira, l.uduvi-
na Maris deOliveira, Mara da CoiicoqIii do
Nascimento, Francisca Mara da ConcoiQflo,
Mara Pastora da Cnnceic.no, Antonio dos
Sanios e Francisco Xavier de Amonio, por
corroec.lo : ordem do subdelegado da fre-
guezia de S.-Antonio, o prelo Romualdo,
oscravo de Manoel Malheus. pelo mesmo
motivo ; e a prets Gertru les, escrava, sem
que o motivo me livesse sido declarado : a
ordem do subdelegado da fregnezia de S.-
Jos, a preta Calharina, escrava de. Joa-
quim da Costa Maia, por crime de offensis
physicas: do subdelegado da Bda-Visla,
o Portuguez Antonio Jos l'ereira Bastos,
por atacar a palmilla.
Dos guardo a V, Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, II de fevereiro de
1850. Illm n Kxm. Sr.Honorio Mrmelo
Carneiro Leo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia. Jos Nicolao Rt-
gueira Costa, chele de polica interiuo.
Illm. e Kxm. Sr.Foram hontem presos :
ordem do subJeiegado da freguezia de
S.-Frei-Pedro-Gonsalves. a crioula Adria-
na Mara de Jezus, por briga ; e Jofio Fer-
reira Tavares', para av riguacocs policiaes :
a ordem do subdelegado da freguezia do
S.-Antn 10, Joaquim de Freilas Lefio e Seve-
rina Mara da Conceiciio, por eslarem hri-
gando ; e o escravo Cietano, por andar f-
gido : ordem do subdelegado da fregue-
zia da lla-Vists, O pardo Benedicto .Narciso,
por correcQilo : ordem do subdelegado do
primeiro dislricloda freguezia de JaboalSo,
o crinlo Juo Domingos da Silva, que diz
ser desertor, c cha mar-so Domingos llamos
da Costa, por furto de cavallos.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 12 de fevereiro de
18.10.--Illm. e Exm. Sr. Honorio Hermlo
Carneiro Leo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.--Jos Nicolao lll-
gueira Costa, chele de polica interino.
Avisos martimos.
Para o Ro-de-Janeiro saheo mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por ter a bor-
do mais de dous tercos.de seu carregamen-
to : quemquizercarregar o resto, mandar
escravos a frele ou ir de passagem, enlen-
da-se com o capitflo a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvos da Cunta,
na rua do Vigario, n. 11, primeiro andar.
t,r Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a
maior hrevidade possivel, o patacho nacio-
nal /atente: quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao capi-
tflo, Francisco Nicolao de Aiaujo, na prac.a
tfo Commercio, ou a Novaos & Companhia,
na rua do Trapiche, n. 34.
Para Lisboa sabe impreteriyelmente,
no dia 27 di correte, por ter maior parle
de seu carregamento piompto, o brigue
portuguez Novo-Vencedor : anda recebe al-
guma carga a frele e passageirns para o
que oTerece excellenles commodos: os pre-
lendeutes pdenlo tratar com Thomaz da
Aquino Fonseca & Filho, oa rua do Vigario,
n. 19, ou com o capilflo, Antonio Jos dos
Sanios Lapa, na praija do Commercio.
Para Loanda com escala
por llossamcdcscBeii'
fuella
A barca Tentativa-Feliz segu para todos
estes portos, e se acha prompta a recuber
carga e passageirns : as cnmmo lidia qua 1
mesma offereco j silo bstanle conhecidaa
mollior desengao, os
r. "c-Vg?; ed^sc, ^ d r3,^5ue;eac.,afJndead. "X&VlFt
.rte do Mos-queiro pe.o iado de Ierra que *g. U"- j r^^^o:
nedeif da segunda harca de viga da alfan- f co"' ?" ,. ?* i>
pregan) no trauco do porto,no_servido dia
rio
p
medeif da segunda barca de vig.a 1
deg. par. o sul al a popa da te.ceir. barra e8uir ", "m d0 Crr"nle
da mesma alfandega, Picando amarradas de
maneira que uflo embaracem o transito das
omliarcao -s que teniam de seguir para o
norte e sul do mosino Mosqueiro ; e paro
ancoradouro daquellas dascitadasembarca-
c/ies que uo se emprogam constinlemen-
ie em taes servaos a parte do dilo Mosquei-
Leiloes.
Joaquim Ferreira Mendcs GuimirSes
fara lelflo, por intervenc3o do corretor
Oliveira, em preseti^a doSr. cnsul da Por-
ro "que"fica"ao sul do aeradorodos navios! lugal, o por cunta e risco de qtioaa perlen-
em descarga, cm scguimenlo do canal que'cer, do brigue portuguez Anna-Adelaide,
vai para a brrela, e a que existe nos fundos capitflo Ignacio Jos de Araujo, arribado a
do arsenal de marinha, pelo lado da mar este porto, onde foi legalmente comdem-
pequeua, para o norte at a praca publica
projecla pela cmara municipal na ruado
Itrum, conforme j se declamo em edilal
desta capitana de II de setemtro de 1817
Capitana do porto de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 1850.Rodrigo Theodoro de Frei-
tas, capitilo do porto.
1 nado, depois de haver sabido do mesmo,
carregado de assucar e mais gneros, com
destino a Lisboa : quarla-feira, 13 do cor-
rete, ao meio-dia em ponto, a porta da
associaQocommercialdesla praca. Adver-
te se que o casco do dilo brigue, sua mas-
IreaQflo, pannoe apparelho completo, in-
clusive a lancha e dous boles, ludo lal qual
os pretendentes pdem anticipadamente
examinar no ancoradouro defronte do tra-
piche do algodilo, se vendis sem reserva
-S. Exc. Rvma. manda declarar que, vis- de prego em um nico lote. O respectivo
lo exislrom as mesmas causas por que tem, inventario acha-se, por copia, tanto a bor-
concedido dispensa para se usar da comida do eem casado vendedor como ao esenp-
de carue e lacticinios na quaresm*> conce- lorio do referido conetor.
==
Declaracoes.
rrjnrm


Quinla-feira. 14 do frrente, s 10 lio-j que teem penhnres em sau poder, de os ir
ras da nutntif. haver leilRodo manleiga j tirar no prazo de 15 das ; do contrario, se-
ingleza de boa qualidade, om lotes a von- J ro vendidos para papamen '.o do principal
tade dos compradores, na ;porta da alfan-
dega.
C. J. Astley & C.# rarffo leilflo, por
intervenglo d eorrelor Oliyeira, do urna
porcffo de phosphoros em palitos da melhor
qualidade que vem a este mercado, deal-
gumascaixas do couros de lustro, e de ou-
tros artigo* proprios para tojas de miude-
zas, pan ultimar contas : quinla-feira, 14
dnenrrente, as 10 horas da mnnlifl, no seu
armazem, ra do Trapiche-vovo.
.0 corretor liveira fara lrilflo, por
ordem e em presenca do Sr. cnsul da re-
publica franceza, dos restantes bens do fi-
nado subdito francez, l.uiz Vctor Desen
dos, consistindo em urna encllente burra
de ferro nova, 22 pipas da cachaca, e
uti pequeo sitio, tendo 100 palmos de
frente e 150 le fundo, com alguna arvore-
dos fructferos, cercado do limSo e espi-
nho, e com urna pequea casa de pedra e
cl>bon. 33, no logar da Capunga, an-
tigampnt* denominado Manguinho; assini
como de urn terreno do cerca de 190 palmos
de frente o 225 de fundo, na estrada que
vai o sitio de D. Florinda pela parle do
nnrle tambem na Cpunga : sexta-feira,
15 do correte, as 11 horas da mantilla em
ponto, no consulado da dita repblica, roa |
do Trapiche-Novo. Os pretendentes ans di-
tos sitios, casa e terreno, sflo convidados a
irem examina-Ios com anlecipacSo, eos
qu pretendan a cachaca, enlcnd3o-se cooi
o dito corretor.
O n.ri-Ki-ior liveira far grande lei-
lflo, sem limites em pregos, de muitas e
excedentes obras e'colhidasdos mais aba-
lisalos autores, compostas nos idiomas
portuguez, francez, ingloz e em latim, as
quaes tratam de litteralura, jurispruden-
cia e commercio, silo de summa utilidade,
recreioe inslrucgfio : sabbado, 16 do cor-
rente, s 10 horas da ff>anhfla, no suu es-
criplorio, na ra da Cadeia do Recife.
N. 1). Os catlogos respectivos dislri-
buem-seanticipadamente e grates, no os-
criptorio do dito corretor e na livraria da
praga da Independencia, ns. 6 o 8.
MI
e juros : e para que nlo se c hamem a igno-
rancia, faz o presente annun ci.
Antonio \icen U da Cruz.
Prccisa-se do un bom a massador : na
ra estreita do Hozado, paila'ia n. 13.
Precisa-se de urna ama o'e leite forra
ou captiva, sem cria : pga-se bem e d-so
bom tratamonto : na ra da S< iledade, nu-
mero 12.
OSr. Policarpo Jos de Fn nas far o
favordeir ra daCadeia-Velha, n. 24, a
negocio de seu inleresss
-- Roga-se ao Sr. J. L. P., m orador na
ra de Santa-Rita, ou no Barro, o favor de
apparecer na ra Direita, padaria n. 26, a
negocio de seu interesse.
#)?*** **++* I
f
f
Casa de commissao
de escravos.
Rerebem-se escravos de ambos os !
9 sexos parase venderem de como lis- ?
? sSo, para a provincia e lora dei'la, '
# garantindo-se toda a seguranca eos A
meamos, como se prova: na ra d as 9>
Avisos diversos.
Aluga-ie o segundo andar do sobrado
n. Gl, da rua Direita, com muitos commo-
dos e mu lo fresco : quero o pretender, pro-
cure o sapateiro, na loja do mesino sobra-
do, que dir quem o aluga.
- Antonio Joaquim dos Santos, por haver
outro de igual nome, assignar-se-ha de ho-
je em dlanle Antonio Joaquim Tavares.
Ocsappareccu no dia 5 do correte,
desta cidade, um cavallo ruco, pequeo,
carregabmo pnuco, com urna cangalha e 1
jngo de inquirideiras: quem oachou leve-o
ra Oireita, n. 99, que sr recompensado
itoubaram, na noite do sexta-feira pa-
ra amanhfcer no.dia sabbado, 9 do corren
le, da ra do Trapiche-Novo, escriptnrio n.
14, os ohjectos seguintes : 3 sinetesde ou-
ro, tendo um delles as iniciaes M. C, M em
urna pedra lopazio outro com M. em pe-
dra vermelha e um ramo cima do mesmo
M, e o outro da mesmi cor e liso; e jun-
tamente uina etiave de relogio de ouro la-
vrndo com a broca de neo. Roga-se as pes-
soas a quem frem offerecidos ditos objec
tos i venda, ou souberem onde existen, dr
paiticiparemem dita casa, que recebero
30,000 rs. de gratificagSo.
lloubo.
Na noite de 6 para 7 do corrcnle, foi fur-
tado a umprelo que venda fazndas, urna
grande lata e um cartflo coro diversas fa-
zcodas finas; pois tendo o mesmo piolo,
por motivo* de embriaguez, chamado om
ganhadorpara carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com todas as fazndas e al-
gum dinheiroque carregava. Roga-se, por-
tanto, a polica ou a qualquer pessoa que
ten ha noticia do occorridu, de dirigir-se
mi! da Cade a-Velha n. 2(, primeiro an-
dar, que ser gratificado.
Houbaram da casa da ra do Trapiche,
n 14, na noite de sexta-feira para sabbado,
A pessoa queannunciou querer alugar
urna sala e um quarto, drija-se a ra da
Mord, no primeiro andar do sobrado do
tres ditos, ao p do da esquina.
~ OfTereca-se urna casa rstrangeira urna
ama para carregar chanca, e igi. pensar : na ra do Queimado, n. 57.
-- Aluga-se urna casa terrea, sita na ra
da Praia do-Caldeireiro, n. 15, com 2 por-
tas, 2 salas, 2 quarlos, cozinha fra, quin-
tal o cacimba, por 9,000 rs. mensaes : na
ra larga do Rozario, loja n. 35.
--No paleo do Carino, n. 10, aluga-se
urna preta captiva para o servico de urna
casa de pouca familia : paga-se bem. Taro-
bom se aluga um primeiro andar.
D-sedinheiro a juros com penhores
de no ni ou prata : na ra das l.&rangeiras,
n. 14, se dir quem d.
Pretndese comprar as partes da casa
da biquinha de S.-Pedro-Martvr, em On-
da.n. 4-2, aos herdeiros da fallecida Inno-
cencia Mari do Carmo, cuja casa tambem
heconsenhor, oSr, capitflo Anselmo Jos
Ferreira : se houver quom se julgue <;om
algumdireitoaedas, queira annunciar por
esta folha.
L'lisses Oroz retira-se para os porlosdo
sul.
Precisa-se de urna mulher capaz, par-
an, ou preta, que seja de meia idade para
fazercompanhia a uina moca solteira doen-
le, e tratar da mesma fra tiesta praga. NSo
su llovida dar um bom salario, senito pes-
soa que agrade. Na ra larga do Rozario,
n. 35.
Aluga-se um moleque quo sirva par.i
o servico interno de una casa estrangeira
com pouca familia : na ra do Trapicho,
n.8.
Na ra das Cruzes, n. 40, taberna de
Domingos da Silva Campos, ha superiores
bixis Je llamburgo, que se vendem e tim-
ben* so alugam, tanto em porgflo como a
retadlo, por prego com modo.
eiipreslimoso quizer nlilisar, dirija-se
ra do Hospicio, casa do Sr. l.uiz da Veiga
Pessoa.
Arrenda-se, por qunl'iucr tempo, um
excellentesitio com ptima casa, a qual
tem commodospara grande familia, na es-
trada do Giquia, n. 11, cujn lugar he bem
recommondavol para preservativos das fe-
bres reinantes : a tratar no mesmo sitio.
Pracisa-se alugar uro preto coiinheiro:
na ra da Cruz, n. 2.
Arrenda-se um sitio na estrada do Ro-
zario, com casa de vivenda e proporgOes
parater 2ou3 vsccas de leite, boa baixa
para capim com algumj plantado: n ira-
trr na estrada dos Alictos, passando a ca-
pelli, no quarto sitio.

BOVVMAN & MC. CAM.M, engenbei-
ros machinislas e fundidores de ferro, mu-
re8peitosamento annunciam aos Senhores
prnprietanos deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabeleciroento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em efTectivo exorcicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confec^So
das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Rowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
attencfto publica para a sseguintes, por
terem dellas (?randp sortimento j proinpta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
t rangeiro, tanto em prpijo como em qua-
lidade da materias primas e inflo d'obra,
a sahi>r:
Machinas de vapor da melhor construego.
Moendas de canna para engenhos de lo-
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos independeotes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos de todos os taa-
nnos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogflo e frnos de Lunilla.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
brnnze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a m3o, por animaes o.i vento.
Guindastes, guinchos e macaros.
Prensas hydraulicus e de parafuso.
Ferragens para navios, carroso obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porlOes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de mflo e arados de ferros,
etc etc.
Ali'oi da superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Rowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
- Anda es't "por "alugar o segundo ,.jdadecom osmoldes e dezenhos remettidos
rdo sobrado da ra larga do Rozario, n. pelos senhnres que se dignaren) de fazer-
Ihes encommendas, aprnveitandoa occasio
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e fregnezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que n0o pouparflo esforcos o diligencias
par continuarem a merecer a sua confi-
anza.
Jos Teixeira asto, tendo
de rctirar-se brevemente
ao mesmo senhor para vir tomar conla, e
por elle me foi dito no ser a dita oscrava
sua ; passan lo a averiguar, me foi confes-
sado pela dita escrava ser do sonhor Fran-
cisco Manuel de Paula, tendo appnllido de
Piloto, residente na cidade da Parahiba do
norte, na roa do Mala-Negro : por isso ro-
ga-se ao mesmo senfior de a mandar rece-
ber na residencia doahnlxo assignado, na
ra do Collegio, n. 1, pagando todas as des-
pezas quo o mesmo tem fcito : tambem ad-
verteque se n.lo responsabilisa por qual-
quer acontecimento que possa ter a mesma
escrava, e muilo menos pela fuga.
Mutliias de Ateveio ViUnmwo.
Chapeos de so4.
Ra do Passeio, n. 5.
Nesla fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res o qualidades, tanto de seda como de
pauninho, por precos comino los; ditos pa-
ra senhora, de bom gesto : estes chapos
sflo feitns pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retioz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
ninhos imitando sdas, para cohrir ar-
mac,>l servidas : todas estas faz->ndas ven-
de n-se em porc3o o a retalho : tmbense
concerla qualqueachapo de sol, tanto de
basteas do ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: tudo por prego
commo lo.
-- Alfonso Jos deOliveira, profesor ju-
bilado na rateia de geograplua e historia
do lyceu desta cidadp, tem alierto sua aula
par c ilar ile primeiras leltras egrammati-
i'i latina : as pessoas que de seu prcstimo
se qui/erem utilisar, pode m procura-lu na
ra hireita, n. 1-20, segundo andar.
Precisa-ie de ofTiciaes de sapateiro, as-
sim como tambem so admillem aprendizes
forros ou capitivos : na travessa da ra do
Vigario. loja nova.
-- Precisa se alugar urna preta que saiba
lavar, engommar e coser, para urna casa
e.strangeira : na ra do Torres, n. 34, das
dos os tamanilos, movidas a vapor por agoa< horas at s 3 da tarde. Na mesma casa
tambem se precisa alugar um preto que
entenda doservigo interno, e saiba tratar
de cavallos.
Lotera da matriz da Boa-
Visla.
O respertivo thesnureiro, Manoel Gonga-
vp| da Si'va, pretende nlo illudir a expeo-
tagilo do publico com aiiniincios importu-
nos do andamento das ro las desta lotera ;
esforgar-se-ha quanto couberein su^s fr-
gnspara com a poisivul presteza annunciar
o dia, alem do qual nflo dever* passar a cs-
peranga dos eompradores ; porque eiitende
que a essa illusflo em que alguns teem por
veres deixado o resiifitavel publico, se de-
ve essa especie de descrdito, que tanto
tem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso limita-sc por ora a annun-
ciar a venda dos lullietes, c a exlrahi-los
com lodo o einpenho, alim do poder asse-
curar aos compradores o dia em que deve-
"a imprelerivelmente correr.
40, que est preparado de novo : a tratar
na ra de S.-Francisco, n. 30. Na mesma
rasa compra-se urna porta usada, de 5 pal-
mos de largura e 11 ditos de comprimenlo
-- Pela ultima vez rpga-se ao rtr. Dr. A.
J. de S. G., morador na <;idade de Olinda,
que baja de ir i loja de fazndas da ra do
Passeio, n. 21, pagar a/quanlia de 137,121
rs. saldo da lettra que V. S. nflo ignora :
isto no prazo de tres dias; do contrario,
i era de ver seu nome por extenso nesta fo-
lha, para ser mais condecido, at que pa-
gue ditaquanlia.
OSr. Theodorio Tavares Jnior quei-
ra ter a bondade de ir a loja de fazndas da
ra do Passeio, n. 21, pagar a quantia d.-
39,684 rs. saldo da lettra que ho devedor,
desde o dia 17 de setembro de 1836; do
Iha, at que pague dita quantia.
O padre mestre pregador efTeclivo da
capella imperial. Fr. Jos de S.-Jacintho
.Mavignier, encarregado da obra da igreja
de nosao convento de s.-Antonio do Recife,
tenciona, decoinmum aredrdo como Rvm.
padre guardiflo, no da 17 do correnle, le-
var em solemne procissilo as santas ima-
gens dos nossos altares, para a igreja ve-
Iha da veneravcl ordeni lerceira do mes-
mo convento, pissaudo pelas mas da Ca-
deia, lomando a ponte do Recife, at o
Bom Jezus das portas, dahi seguir at a
ra do Vicario, a procurar a ra do Azeite-
de-l'eixe, e dabl a spguir para a ponte, e
litara ra do Coll-gio, e seguir ruado
Rozario estreita, e sahir ao paleo do Car-
mo, tomando a ruada Gamboa a subir ao
porto da ra nova e vir por ella at afesquina
da praga da Independencia, voltar na ra
das Cruzes, < rerolher-se na igreja nova
da ordein. Os liis devotos beijarflo depois
do serm,1o, as sagradas reliquias do N. 8.
rpadre S -Francisco e S.-Antonio, que esla-
rilo expostas no altar-mr. Roga-se a
limpesa das ras por onde houver de pas-
sar a prorisso. ,
7 duziasde meias para homem, urna duzia 'contrario, ter de ver o seu nome nesta To-
para senhora, pretas, de seda e de algodflo, "-- -
o que se participa aos Srs. logislas para no
casodeserem offerecidas de as apprehen-
der.
Pinta-sce doura-se palanquins e ci-
deiras de armar, com perfuigito e por pre-
go commodo : narui Velha, n 54.
Joflo Gomes J.irdim, cidadOo dos Esta-
dos-Unidos, retira-se para fia do imperio.
No dia 27 de Janeiro passado desappa-
rercu uina canoa pequea de carreira, en
rnvi'i nula, ten lo a proa um tanto rasa, e
com ferri ou chapa Roga-se a quem deiln
souber de dir noticia em S-Amaro, na ven-
da ao p da casa do Sr. Cardozo, ou em
lra-de-Porlas, n. 145, ser recompen-
sado.
- Aluga-se o primeiro andar da casa n.
65 da ra Nova, com cuinmodos para gran-
de familia a tratar na mesma casa.
-A mesa rogedura da ordem terceira do
Carino couvida a todos os seus irm.Tos, pa-
ra que no dia 17 docorrente, as tres horas
da tarde, comparegam na igreja da mesma
ordem,' para acompanharcm em procisslo
solemna trasladagito das Santas Imagen-
do convento dos religiosos franciscanos
para a igp'ja da mesma ordem
Ilontom, 6 do rorrenle fevereiro, a tar-
do appareceu em niiuha casa, na ra da
l'assagem, n. 3, um pardinho que represen-
ta ter 8annos, e que diz ser forro e cha-
mar se jeionymo ; assim como que j nfl
tem pai nem mai, e que exista em csa de
urna parda de nome Kirmina, que, hontem
mfsmo, aahindo pela manhila de casa, cuja
porta fechara, o deixara na ra, cujo nome
ello nflo sabe dizer. Assim abandonado e
vagando pelas ras, enconlrou-se na do
AragSo com mcu cunhado, Manoel Levino
de Amorim Lima, que dirigindo-se para
ni i iitiu cusa, o trouxe em sua companhia
por assim elle haver pedido. Condudu de
sua siluaglo, e por me haver elle dito que
quera flearem minha casa, eu a isso au-
nu por commseragSo; mas por elle me nflo
responsabiliso de maneira alloma, poi.-
queorecebi na molhor'boa f, e pela rasfle
dita nicamente. Quem, portanto, sa jul-
gar com dreilo sobre elle, pde-o vir bus
car, que, demoostrando-o, ser-lhe-ha en
trege, se entretanto elle nlo ho'iver des
'parecido. <4nioio de Suusa Wangel.
Tendo o abaixo assignado de retirar
se para fra da provincia, roga as pessoas
afim de que
usar de meios
I DEPOSITO GEKAL
r do superior rap areia-prtta
\ a fabrica de Gantois Pai-
Ihet&c Companhia, na Ba-
la.
>.; nomingos Alves Malheus, agente da
S fabrica de rap superior aroia preta
e meio grosso da Bahia, tem aberto o
9 seu deposito na ra Cruz, no Recife,
% n. 52, primeiro andar, onde se achara
fe sempre desle excellente e mais acre- A
ditado rap que al o presente se tem (|
fabricado no Brasil: vende-se em bo- %
tesdeJimae meia Jibra, por prego #
mais commodo do que em oulra qual- (4
quer parte.
Aluga-se o sobrado de dous andares,
na praga da lloa-Vista, n. 6 : a fallar na bo-
tica do mesmo sobrado.
-- Offcrece-se um rapaz solteiro para
caixeiro de qualquer estabelecimento, o
qual di fiador .sua conduela: quem de
para a
Europa, roga quelle de seus de-
vedores, cujascontas jsao bastan-
te antigs, tenham a bondade de o
mandar embolcar,
nao seja necessario
mais positivos.
Precisa-se de orna ama do leite, que
nflo lenha ilho : na ra da Cadeia do S.-
Antonio, llotel-Commercio.
-- A' casa da residencia do Dr. I.ourengo
Trigo de Loureiro, no bairrod Ha-Visla,
ra da Saudade, defronlo do Hospicio, po-
den diri(r-so por carta, ou pessoalmenle,
ale iiiini do inez de fevereiro prximo fu-
turo, todas as pessoas, que quizerem ser
assignantps do novo compendio de pralica
do procesan adoptado pela congrepag.lo dos
lentes do curso de sricncias sociaes e ju-
rdicas de Olinda para a segunda aula do
quinto atino, sendo cinco mil res o prego
da sssignatura de rada ejemplar; e em to-
do o tempo as que o quizerem ser do nte-
ressantissimo ndice chrouologicn da le-
gislagflo brasleira que ha di conler em
oito volumes infolio, ou poucomais, toda
a legslagflo brasleira vigente desde 1822
at 1848, a qual, com a que eW revogada e
a que tem cabido em desuso, enmpenas
CJllecges actuaos vinle e Unios grossos
volumes, e cusa para mais de 150,000 rs ,
entretanto que o prego da assignatora do
referido iiniice. he a |equena quantia de
31,000 rs. paga aoreceber o 1.' e.' vilu-
mns, de queja existem varios ejemplares
em poder oo annunciante e brevemente sa-
tura.a luz o terceiro volme. Na loja de
livrosdoSr. reverendo padre Ignacio Fran-
cisco dos Santos na ra da Cruz do Reci-
fe, e na do Sr. Manoel Figueiroa de Parla
na praga da Independencia, pode lambem
assignar o seu nome quem quizer ser as-
signante de qualquer das referidas obras.
O Srs. assigsn'.es que j receberam o pri-
meiro volume do ndice chrouologicn, dig-
nem-se mandar buscar o segundo casa du
annunciante.
lenles arlifciaes.
J. A.S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico que contina a exercer a
sua prolissflo, na roa estreita do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
O abaixo assignado faz scienle a quem
interessar que, tendo annunciado para ser
apprehendida uina escrava de Manoel Ma-
rn lio, de nome Eleuteria, morador no en-
genho Po-Santo, fregueza do Cabo, acon-
tece que no dia 31 de Janeiro prximo pas-
sado Ihe foi entregue una escrava do mes-
mo nome, que andava tambem fgida, c
dizia ser escrava do dito Manoel Marinho,
em virtude do que tomei coma, avisando
A vanlagem do plano j publicado e o fin
religioso para q<.c foi esta lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da surte
Elmundo Ddhatn.ni ra do Arag3o,
tom para ven ler.por prego commo lo, mag-
nificas molurlas para uina sal i de goUn,
rompo-la* de consolos com potras, Iremos
com espedios sobarbos, snphs, jardinera?
com pedras ricas, ca ieiras, ditas de balan-
go, varios consolos com pedras, ricas me-
sas de sala e joo, soherhos aparadores pa-
ra sala de janlar, mesa elstica pira 4) pes-
soas, camas do armagfloe de vento com di-
ta: tudo, ou em separado para liquidagflo.
Ao barato,
Panno da Costa, com 8 palmos de largu-
ra^ 320 rs. o covado, propro pan pannos
de pretas, roberas e qualquer obra de es-
cravos : na ra da Cadeia do Recife, n. 20,
loja.
Vondem-se saccas com muilo boa fa-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacra :
na ra da Cadma do Recife, ao p do arco
da Concegflo e junto a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
Poiassa da llussia.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais nova que ha no mercado, por prego
commodo : na ra do Trapiche, n 17.
Vcnde-se guaran, vindo l-
timamente do Para, por preco
commodo : na rua do Amorim,
n. 3(i,
Vende-se um sitio pequeo com casa do
pedra e cnl nova, no lugar da Cusa-Forte,
rom frente para a estrada da mesma o os
fundos para a estrada do Arraial, o qual
demarca com o do Sr. Ferrflo, com bstan-
les nrvoiedos: o motivo da venda so dir,
ao comprador : no pateo de Son-Pedro, ven-
da n 1.
IVa rua larga do Rosario, lojndomiu
dezas, n. 26, de Joflo Francisco Maya, ven-
dem-sn ricas luvs de pellica para senhora,
pelo diminuto prego de 1,280 ris o par ;
ditas desfila pretas, para homem osen'io-
ra a 1,000 rs. o par ; suspensorias de s.la ;
guillas flMI para hordar; penles de. tar-
taruga para marra fas : ludo por baratsi-
mo prego.
Vendem-se barricas meias
ditas com superior farinha galeg,
ebegada prximamente : na rua do
Trnpicbe, n. 3o.
~ Vende-se urna porgflnde courinhos do
cabra desuflrivel qualidade : na rua da Ma-
dre-de-ucos, loja n. 3i.
Vcndem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoiiae o prin-
cipo Alberto; relogiosdo ouro e do prata,
chegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que sflo mili bem sobados, se tor-
iinin multo recommeudaveis a qualquer
particular, c advcle-se que ha enlre elles
alguusque andam 8 dias sem precisaren)
de cor la : na rua da Cruz, no Recife, n. 55.
Vende-se um grande sitio no bigardo
Manguinho, que lica defrontc dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de qualro ngoas, grande sonzalla, co-
cheini, estribara, baixa de capim quo sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba rom
bomba e tanque coberto para banho, bas-
tantes arvoredos de fructo : na rua da Cor-
a concirrerem sem demora para a compra >coti, primro sobrado novo le unan lar.
dosnuro.ros que Ibes preparan) a suave! Vcndem-se, na rua do Crespo, n. II,
cquisigflode hPiis da fortuna, tem risco | |jVros para nulas, romo sejam : Selccla. a
de grande capital, e com o importe somon-
te da diminuta quantia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-hflo os bilbetes : no
Recite, lujas do thesnureiro e do Vioira
cambista ; em S -Antonio, botica de Joflo
Moreira Marques, no pateo da Mal i/, e de
Francisco Antonio das Chagas, na rua do
l.ivramenlo ; loja de Iternaidino Jos Mon-
te! ro, prarinha do l.ivrauento, n 41 ; no
Aterro-da-Roa-Vista, lujas de Guimarfles,
n 44. e de finarle llorgcs da Silva, n. 18.
0
720 n 1,000 rs.; Grammalica por Moiira.a
610e800rs. ; Salustio, a 800 rs.; i.i.m-
inatica ingle/a e franceza : ('.harina, philo-
sophia, liircionario portuguez e francez ;
Kscriplura sagrada ; F.loquencia nacional ;
.Memorias histricas de Pernamhuco, 4 v.
nuvos, pur 8,000 rs. ; e oulros muitos li-
vros.
Na praga da Independencia, loja ns.
37 e 39, de C. G. Rreckenebl, vendem-se
ricas mantas e veos de lil e blonde; I uvas
de lil e seda bordadas ; hicos de blon le,
seda, linho, o ai^o.lflo ; ricas fitas de seda e
garga para cinto e chapeos ; lengos de seda
CJ Alugam-see vendem-se as verda- 0|pan pesrogo e algibeira; crep e fumo;
Q deiras tuzas de llamburgo : na praga Q[ princeza ; alpaca ; lila ; panno lino ; meias
q da Independencia, n. 10, ao voltar Q
n para a rua das Cruzes. r
Na rua Direita, padaria n. 26, dase
pflo de vemlagem a pretas sobre a respon-i
sabilidado de seus senhores.
Alugam-sc escravas qnitandeiras : na
rua ilo Collegio, n. 13, das 10 horas da ma-
nhfla < 3 da lard.
Compras.
Compram-se escravos de am-
bos os Sfxos de binitas figuras,
com Iiabilidade e olllcios, de ida-
de de 12a ib annos, para fra da
provincia c para trra : pagam-
se bem se agradaren) : na rua das
Larangciras, n. 14, segundo an-
dar.
* Compra-se um macaco do Angola, um
canario de imperio, um cachorro d'agoa,
um candido : na rua do ICncantamento, ar-
mazem de molhados, por baixo do sobra-
do do reverendo vigario do Recife.
Compra-so o diccionario inglez de
Vieira formato grande na praga do Com-
mercio, n. 2, primeiro andar. Na mesma
casa vcndem-se caixoes para assucar, por
prego commodo.
Compra-se ralgado feito na torra, para
hornero, senhora e moninos, de todas as
qualidades : def.-onle do nixo do Corpo-
Sanlo, na loja nova sita na esquina da tra-
vessa quo vai para a rua du Vu'iiu. Na
mesma loja se vende a retalho soda, mar-
roquins, bezerro,. couro de lustro, couros
de cabra em branco e tintos, e lodosos
mais pieparos para o olficio de sapateiro.
Compra-se urna canoa de carreira, de
um s pao, usada, mas em bom estado, e
que seja maneira, de modo que quatro ho-
mens a possam transportar para qualquer
parte : quem liver aonuncie por esta folha.
Compra-se Chernoves, livio de medi-
cina : na rua ircila, n. 14.
de seda e do algodflo de todos os lamanhos,
branca.se pretas para senhora, menina, ho-
mem e padres ; chitas de novos padroes;
madapoles de todas as qualidades ; panno
de linho; hambiirgos; algodflozinho; e
muitas fazndas finas pura vestidos de se-
ntiora, caigas, codetes, etc.: tudo por pre-
go Aullo barato.
Vende-se urna escrava de Angola, com
cria, a qual cozinha, lava, engomla, he
quitaudcir.i ; nflo tem VCIOS nem achaques:
na ron deS.-Amaro, n. 16.
--Na rua do Vigario, armazem n. 11, ven-
de-se excedente vinho do Poito, o melhor
que ha no mercado, em barris do 4o e 5* ;
farinha de trigo de SSSF; dita autor gale-
go ; dita americana de dilferentes autores,
tanto em barricas, como em nuias ditas;
polaga em barris pequeos ; saceos com ce-
vada e cevadinha ; arcos para barricas e
barris; tabeas de forro de pinho, proprias
para fundos de barricas ; retroz ; panno da
linho do Porto ; canastras com albos o ro-
Illas de eortiga ; peneiras de rame de la-
tflo ; o penles de alisar o cabello.
Vendas.
Vendem-se muito bons pos para den-
les, que nflo's liuipa como conserva os
mesmos, a 160 rs. a caixinba : na rua Ve-
lha, n. 54.
Vendem-se urna miilatinha de 14
annos, muilo linda, e que cose bem;
urna moleca de 16 annos, quo cose,
engomma e cozinha bem; um mo-
leque de 9 annos, milito esperto e
)f> bonito, e que he ptimo para apren-
- der qualquer oflicio; um preto de
9- nagflo, de 25 annos, bom compra- ?S:
& dor, muilo diligente, sem vicios, e ^K
por isso ptimo para o servigo de *
* urna casa ; e mais alguns escravos: 2
J na rua das Larangeiras, n. 14.
e
6
--Na rua Nova, n. 25, j tem folha de
Flandres de superior qualidade, para ven-
der barato aos seus freguezes.
Yinlio de Bordeaux,
das mais superiores qualidades ; bem coma
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, ja muilo apreciado, tanto aqui como na
Kuropa vende-se em casa de Kalkmann
Irmflns. na rua da Cruz, n. 10.
Farinha de S.-Catharina.
Vende-se, a bordo do perganlim Na-
riu-l.ibaiiia, Tundeado perlo do caes do Ra-
mos, a muilo boa farinha de mandioca, em
porgflo e a retal lio, sendo a mais nova que
rhegou a este porto : tambem se trata na
rua da Cadeia do Recife, n. 14.


Salsa-parrilha de Sands
I ara remover e cursr radicalmente todas
as enfermidadrs qn proceiflem da impu-
reza do sangue, o habito do syslema.
Esla medicina esta operando constante-
monte eur.is qttasi incriveis de molestias
que proceden da impureza do sangue. A
infeliz viclina le molrslias hereditarias,
com glndulas juchadas, nrrvns ineolliidos
e os ossns meio arruinados, flcou restahe-
Iccida com toda sua sade e forjas. O doeri-
to escrofuloso, coltcilo dechagas, causan-
do nojo a si mesmn, e a quem o servia, fl-
cou pe feito. Centonares de pessoas quo ti-
nh.iin solTrido ( por annosa poni de deseV
perarem da sua sorte ) molestias cutneas,
glndulas, rhemnistismo ehronico e muitas
outras eufermidades proceilentes do desar-
ranjo dos orgflos de seerecioo da circula-
rlo, leem-se erguido quasi milagrosamen-
te do leito da morte, c liojo, com rnnstitui-
cCcs regeneradas, com prazer atteatam a ef-
ficacia dcsta inestimavel preparado.
Comquanto lenham apparecido grandes
curas al aqoi produzidas pelo uso'desta
rstimavcl medicina, corr.tudo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
taveis.
New-York, 22 de abril de 1848.
Srs A. I, e D. Sands. Julgnndo ser
>ni dever p.ira com vosco e para com o pu-
l'lipo em geral, remetto-vos este cei titira-
do das giamlcs virtudes da vossa salsas-par*
lilha. para que otilros que lioje estilo sof-
frendo cstahelecam ntelhor a sua confian-
ca e facam sem demoia uso da vomi medi-
cina.
Vi-ne perseguido com urna grande fe-
lida no lornozelo, que fe eslendia pela ca-
nda cima a' an jnellio, lancava giande
pnrcftu de iiojenta materia, com con ichOes
que ii i' privavam muilas nniles do n.eu des-
canco, e eram milito penosas de suppoitnr.
OSr. 1'inpoM. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilhs, recom-
n>endou-me que cu fl/esse uso dcll, de-
pois de lia vi r toniailo cinco garrafas fiquei
pe feilamente curado.
Teulio demorado um anro mendar-vns
este certificado, para rodo cer com certe-
za se a cura era permanente, e tenlio agora
a nuil Tsalisfacflo em declarar que n.lo le-
nho visto, nem utido cousa alguma du-
rante todo esto lempo, e arlio-me perfcila-
nieute restabelecido. Son vosso, etc.
Sarah M. Inirt.
* 2t0, na Delancey.
.Nesta provincia o nico agente desle mi-
invillioso lemcdio be Vicente Jos de Rrito.
Proprios para a qiia-
resma.
Na ra do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vende-se panno fino
provade lu o sarja prela hrspanhols ;
setim pnto de Mcan, pioito bom e pro| rio
para veo i dos, por ser multo naci; cha-
malote de Mitras ; los pretos, grandes a 7/
e pequeos a 4/; c outras multas fazendas
por com modo preco.
Vcndcm-se 2 cnrrenlcs paia senhora,
urna dilatara relogio, dout relogios do
ouro, sendo um flente inglez, 1 trance*
lim, medallias, cordOes, annelors, cruze,
1 coi c3n, c outras obras de ouro, 6 cnlhc-
res de piala para cha, e um cuco para s-
sucar, um (piano piopiiopara aprender : na
ra eslrcita do Rozario, n. 28, segundo an-
dar. Na mesma casa se dir quem d di-
nheiro a premio.
AGI-NCIA
da funcli^o jw-IIooFi
tVCA ux SKNZALT A-KOVA, K. t\1.
Neste estabelecimentb conti-
na a harertiin con;j>leto sorti-
mento de niormtas t uieiaa muen-
das, pura engenbo; machinas de
vapor, e taclias d COfldo, de tocios os laman hos,
para dito.
ixas para engenho.
Na fundido de ferro da ra do Itrum,
arahg-se de receher um completo sorlimen-
tode taixas de a 8 palmos de hueca as
quaes acham-se a venda por preco coni-
qoiIo e com promptidSo embarcsD>M|
i u earregani-ie em carros sem despezas ao
comprador.
-- Vendem-se cortes de cambrsi* de Co-
re?, pelo barato pre^o de 2,000, 2.500, 3,000
3,500 e 4,000 rs.; cambraia do seda, a 3/
rs.: meias para meninas, a 160 rs.; 13a
rom llslras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
i 7nha propria para roupa de meninos e ves-
' tidos de senhora, a 2*0 rs.; 1,1a superior pa-
ra calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dilo e seda com franja, a 600 rs.; crli s de
collete de velludo, a 1,600 e 250 rs. ; cas-
sa-chit-i, a 400 rs a vara ; garca de s<*da, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e outras muitas fazendas por
barato preco : na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquim de Oliveira .Mava Jnior.
. Deposito de Potassa.
Vende-se mnito nova potassffj
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba milito
tempo se nao vende : nc ftecife.
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na-ruado Trapiche, n. 17, ba
mnilo superior cal vTr^cni de Lis-
boa, por preco muito commodo.
FarinJiM ele IDttiiifioca.
Na ruado Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, anda ha afumas saceos da boa
fnrinba de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna porcio de pennas de
cma, prorrias para espilladores.
Vinde-se vinho do Torio muito supe-
rior, em barris de qunrto e quinto ; tertulia
de trigo de ludas IS qualidades e rm meias
barricas; lelroz do l'nrto, 11 lucir quali-
dade: panno e meias de linho ; reos para
hairicas ; farinlia de maudinca em sacras
grandes e a gante! a bordo da sumaca >.-
S.-ilo-Cnrmo: ludo por preco commodo :
na roa do Vigario, n. 11, piimeiro andar,
casa de francisco Aires da Cunta.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo trn-
cela de Provenca, chegada ltimamente de
Mar sel lia : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Ainorim, n. 35.
Arados de ferro.
Na fundicto da Aurora, em S. -Amaro,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Vendem-se amarras ue /rro : na ra
da Scii7.illa-Nova, n. 42.
Vende-se um escravo da Costa, moco,
bom trabalhador, muito diligente,e'porisso
proprio para o servico de una rasa e ga-
libar na roa : na roa liircita, n. 69, ppdaria
de Antonio Alvcs de Miranda Cuimar.Vs.
Vendem-se pegas de mndapolfo com 20
varas, e com algum toquede arvaria, a 2,560
e 2,600 rs. e limnos a 2,800 rs.; pecas de al-
gndflozinho muito encorpado com 20 jar-
das, a 2 240 rs.; pegas da chita com ilgum
toque de avtiria de chuva, a 4,200 rs. j um
.noleqiua bom co7inheiro: atrs do thea-
tro velho, n. 29, primeiro andar.
Novo sortimento de fa-
zendas baratas
eado
Gomma deengommar.
Vendeni-sn sSCCaa com muilo superior
gomma de engommar, a 9,000 rs. Cada sac-
ca : na ruado Amonm, ti 35, casa e Tas-
so Jnior.
Teeidos de algodo tran-
da fabrica de To-
rios-(s-San tos.
Na roa da Cadeia, n. >'2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de ossucar e roupa de
escravos.
--.Vende-se unta prela boa cozinheira e
i.v. .idt'ir.i ; urna lila boa vcndedeira de um
ludo, o que se ti. im.-.-i ; duas escravas ; una
. >!- un a de 16 anuos, com principios de
habilidades j um pelo de 20 anuos, bom
cozliheiro ; un uitohom bolieuoe cupei-
vo : na na do Collegio, n. 21, se dir quem
vende.
BATATAS.
No nrmazem de Francisco Das
Terrena venJem-sc superiores
btalas a Goo rs. a erroba.
Vendem-se 7 lindos molcques de 12 a
18 anuos ; 9 pelos do 20 a 30 anuos, sendo
um delles nplinto sapateiro ; 3 pardos de
16 a 20 annus sendo um delles ptimo co-
zinliriio; 3 pardas de 14 a 0 anuos, com
habilidades ; pretas de 18 a 20 minos,
coi Igumas habilidades,por isso propria.
paratouoo s-ivco : na ra do Collegios
n 3, se dir quem vende.
Na run das Ciu/es, n. 22, segundo a-
il, r, vendem-se 10 esciavos, sendo : urna
hi>nila crioula de 18 anuos, com algumas
li. I ind.-ides ; 11 m casal de escravos de na-
Cflo, de mela idade, com um fllho moleque,
limito lindo; unifcriouU de 20 amina com
un deleito em umolho; um escravo pti-
ma para o servico de campo ; um moleque
de 13 anuos; e 3 escravas quitandeiras. 1
Chocolate de saude.
De todas as substancias alimentares, que
sendo emseu principio consideradas como
cousas de luxo, tornam-se pelo lempo adi-
anto de um uso geral, o chocolate pode sem
conlradirciio, oecuparo primeiro lugau
Kflertivamenle. ouaul.is pessoas nlo ve-
oies nos [ referir boje ao uso do quenle caf,
0 USO do Chocolata e rusto seguir opiniflo
dos midios mais celebres, que de com-
mum accordo, sobre suas preciosas quali-
dades, o indicaffl como um dos nossos mc-
Ihoies estomticos aquellas pessoas, cuja
sau'de he dbil e. delicada!.. I'resrrevein-
no aos seus doenles. tconsclbam no aos ve-
Ihos eo reconimendan s mus de familia
paia seos fllhos. Km unta palavra, o eon-
siiipo veidadeirameiite extraordinario que
todas as ciasses iia soeiedade fazem desle
alimento, heomais bello elogio que nos
Ihe podemos fa/er. Chegou do Maranh.lo,
onde he fabricado, um novo soitment
deste chocolata ja bem conheoldo nesta ci- Q deque fe omais fino que aqu tem O
rtade por muilas pessoas que lom feiln uso 0 pparecido; casimira 1 reta elstica
delle, ecoiistnnteniente se vende no niesmo gj <]e diversas qualidades : setim prelo ($
lugar j snnunciado, na venda da ruada ^ > Mamo, muito superior ; chapeos 0
Cadeia do Iterife, n. 95, defronte do Becco-,~ franrezes de superior qualidade e da />
Lervo, a 480 rs. a libra de n. 3 eolre fino, o ~. ultima moda ; e outras fazendas f- ^
a 640 rs. o de n. 4 lino. (u,|0 por prero de agradar ao 2,
na ra
do Crespo, n. 6. ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chHa muito fina, de bo-
nitos padroes, cores fixas e com 4 palmos
tle largura, pelo barate preco de 3-20 rs. o
covado : russa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de s-
trasdclinho, a 240 rs. o covado; brim de
algodfio de cores com llstra ao lado e de bo-
nitos padroes, a 326 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarta; cassa prets com
ramagem hranck para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarlede cAres, rom 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs.; cobertores de algodo america-
no, muito superiores, a 640 rp.
A bordo da brigue S.-Joi, chegado
prximamente, vende-so farinha de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do queem outra qualquer parle: os
preiendentes dirijam-se a bordo do dilo
hrigue, tundeado defronte do arsenal do
gueira, ou ao Hecife. ra da Cruz, n. 66.
--amado Crespo, n.15, loja de Joa-
quim de Oliveira Maya Jnior, ija, alm das
fazendas j annunciadas, e de oulras mur-
tas por barato preco, um sortimento de lin-
dos chapos de sol, de panniiho estampa-
do, muito proprios para os meninos o me-
ninas que ruda ni na escola, e mesrno para
as senhoras que ainda estilo no campo, pe-
fo preco de 2,000rs.
Vende-se superior farinha
de milito em poredes e a rct.ilbo,
dudo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pro-
co niais commodo do que em ou-
tra qualquer parte: na ra do
firum, n. 28.
A *1$()00 o corte.
Vendom-sc corles de cassa-chita, fina, do
bonitos padiocs e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco do 2,000 rs. o corle : na
ra do Crespo, n. 6, loja ao | do lampeflo.
Farinba Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nba fontana que lem viudo a este
mercado, chegada ltimamente :
a tratar rom Alanocl da Silva San-
tos, no armazem do Aunes, no
cp.s da Al/andega.
o o
Q Na loja do sobrado amarello nos
quatro-ranlos da ra do Queimado, (rj
Q n. 29, vende-se, por precos rasoa-
rt^ veis, sarjn de seda pret, a venia- j
deira hespanbola, l.avendo varias ^>
qualidades pari se escolher; setim m
S rrelo de Maro, muilo encorpado, ^
^^ lii.IrAGn o cam nrvn\ma nrnnrn napa ^^
_ lustroso esem gomma, proprio para >,
J^ veslidode senhora; lindos los pre- J?
>p tos bordados de seda o com lindos je
O desenhos, fazenda superior ; meias l-1
de seda de peso'; um completo sor-
0 tmenlo de pannos pretos finos, pro- O
0 va de limito, havendo urna qualida- 0
_-- Vendem-se bous queijos londrinns
ditos de prato muito frescaes e de superior
comprador.
las com hervilh.s. frascos com ronserv.i cln'p"'',.,,e>V /' ^' r0nl"
ingle/as. queijos de oualha viudos do C. ",?/SflSlitL^S!11^ n,elho.r f8ri"
r, por Itralo preco,' mantas de loucinho "l,a 1qu''''",'h2 T. rrSPr m"" no"
ii.sil.-7 de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.c i 2^?jtt-,J XT" pnrC6p!,> e pnr
de boa qualidade: I ^T m"'S Z*ES? ',0 n,,e, cm outri
oulres mullos gneros oe noa q
na ra da Cruz, no Itecifc, n. 46.
IHoendas superiores.
Na fundifBode (' Starr A Companhia ,
em 8.-Amaro acham-se venda moendas
de raima, todas de ferro, de um modelo e
eonstrttceSe muilo superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na 5aha
Vende-se em casa de N.O. llieber & C.
ai ra da Ciuz, n. 4, algodSo trancado
daquelln fabrica, niuilo proprio |>ara)saccos
deassucar e roupa de escravos.
Vende-se 11111 escravo peca, de ao' an-
nos : na ra do Crespo, loja da esquinu que
vulla 1 ara a cadeia.
-Vende-se pajel para exlrahir copias
qualquer parle : Uata-se a bordo do dito
barco, 011 na rua do Vigario, n. 19, com Ma-
chado & l'inlieiro.
Oh! que bella
cha!
ccliin.
Vendem-se linelas do porco, do ser-
ISo.a 30rs. a Mira ; figos da commadre,
a 120 rs. : nosqualro cantos da Uoa-Vista,
esquina de San-Concalo, venda n 1.
--Ainda ha para se vender peixo salpre-
so e serco, viudo da Haha-da-Traclo ao
lado do Kio-Crando do norte, por preco
commodo : na rua das Cruzes, n. 40.
Potassa nacional.
Vende-se potassa nova da fabrica nacional
do llio-de-Janeiio ao barstissimn proco de
180 rs. a libra. (Is senhores de engenho de-
por machina, proprio paia fscnptonos de vem lodos mandar comprar desla potassa
negociantes naciuoaes o estiaugciros : najaliiu de animara fahril que com tantos
sacrificios se estabeleceu e foi a causa de
lioje, cmfim, esta gomma lie por nos le-
vada ao mais alto grao de puresa, e assim
com ella preparamos o nosso xarbpe tilo a-
gradavcl e fcil de lomar como promploe
eficaz nos seus resultados. Os mdicos dcs-
ta cidade e outros mu i los que leem obser-
vado seus clfeilos, provanisua superinrida-
deabsoluta para a cura das inftammscoea do
peito, toces, deflusos, catarros, escarros de
sangue, etc.; e applicam aos seus doentes
como o mclhor especifico al boje cunheci-
do. Chegou do MaranhM, sonde he fabri-
cado, urna quantidade'desle xaropo j bem
conhecido nesta cidade por muitas pessoas
que delle tem usado: constantemente se
vende 110 mesrno lugar j annunciado, na
venda da rua da Cadeia do Recite, n. 25, de-
fronte do llecco-Largo, a 1#000 cada garra-
finha, ac ni paulia ndo nm roceiluario do seu
autor.
Vende-se um moleque crioulo, de 7 a
8 anuos : tnmbem se vende um sitio na
Passagem, no lugar "de femfica, ao p da
eslrtda nova, com boa casa de vivenda,
bastantes larangeras, um grande poco.de
agoa de beber, ou troca-se o mesmo si-
tio por alguma propriedado nesla praca,
ainda que se volte algum dinheiro, con-
forme o ajuste: vendem-se mais duas lan-
chas grandes que e acham no Portedo-
Maltos, ao p do estaleiro do finado Ssn-
Tiago ; bom como urna porcilo de cobre ve-
lho de forro de navio ; urna porefo de ta-
boasde louro e amarello : ludo por preco
conimodo : na rua da Cadeia do Recite, n.
54, loja de fazendas.
<3Q$Q'n00O00OO

Vende-se urna carro de 4 rodas, pa-
ra 2 cavallos, por muilo diminuto j
. preco : lamhem troca-se por um ca- n
v brioll, ou carro de 4 rodas para um _
cavado: quem pretender annuncie, **
O ou iiinja-sc it 1 raa do Corpo-Sanlo,
O
Farelo novo a S,oOO rs.
Vendem-se ssecas grandes com 3 arro-
bas de farelo, rhegadas no ultimo navio
de llamhurgo : na rua do Amoriin, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Yendem-se 10 saceos com
senteio novo, de muilo boa quali-
dade, por commodo* preco : na
rua da Senzalla-Velha, n i.36.
Para acabar-
Vendem-se sapatos de marroquim fran-
cezes, e de diversas cores, para senhora, a
500 rs. o par : na rua do l.ivramento, n.
II. loja.
Vende-se um sobrado dejdous andares,
rom bom armazem para qualquer estabe-
lecimento, por ser em urna das principaes
ras da freguezia de S -Antonio : na rua do
Passeio, loja n. 21, se dir quem vendo.
Rom p, har.o.
Na roa do Queimado, vindo do Itozario,
segundi loja, 11.18, vendem-se luvas pro-
las de toi ca I para senhora, a 500 rs. o par ;
ditas de jellira ingleza para hornera, a mil
rs. ; bons cotes do cassa-chita para vesti-
dos, a 2,000 rs, ; chapeos de sol, de seda
pan meninos, a 2,500 rs.; e outras mui-
tas fazendas por preco commodo.
Xaropo do bosque.
rua da i'adeia, n. 45.
Na rua da Ciuz. 11. 28, segundo andar,
vende-se urna parda de 24 a 25 minos, por
preco commodo, por ser defeituusa, mas
muito boa pria todo o servico de urna ca-
sa de familia.
Chegaram novamentc rua da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro e prata
patente inglez, para homem e senhora.
Velas de cera.
Vendem-se caixas com crs em velas, fa-
bricadas no llio-de-Janeiro, sortidas ao
gostodo comprador e por piego mais com-
modo 1I0 que em outra qualquer parte : a
tratar com Macha jo Pinheiro, na rua do
Vigario, n. 19.
Arroz a 50rs a libra e 1,400 rs. a
arroba, sendo em sacca ainda por menos ;
espirito de 37 graos a 1,000 rs. a ranada :
no pateo do liuspital do I'rai20, venda
n. 20.
haixar a este preco : na praca lo Cnmmer-
cio, 11. 6. primeiro andar, escriplorio de
Manoel Ignacio de Oliveira.
Vende-se um cavallo gordo com lodos
os andares, o qual he esquilador sem se-
gundo: na eorbeira do l'essoa.
PIIAKMMMA FRANCESA.
Xarnpe peilorat adobante da gomma de augtro,
preparada por Luis lloltenluit & C. boti-
cario chime? da esculla especial ilt I'arit.
A gomma de angico he conliecida e em-
pregada ha muito tempo pelos habitantes do
interior do brasil, como um escolenlo re-1
medio para as molestias de peito ; mas em I
um estado tal d'impurpsa, conlendo romos to delicadas iiKiitbrnnai que gnarnecein
eslranhos que muitas vezes impedinde/i0' t"l>o' broucblaes, esla rrltafioprodiu urna
seus elTeilos, Imnavam suspeitas suas pro-' t0"M' e ?'" ,cu ,ur"? agoste augmenta a ln-
A introdiiC{5o do xarnpe dn basque em o Bratl-
foi nniooiila por siiri-r-so nem igual nos Etta-
dos-Unidns, ende depoii de ele annos de ex-
periencia t uso fui 1 lev do a tan alio mrito,
que s vezes ai exigencias exreiliam muito
quanlidade que se podia manufacturar.
Nn principio de sua inlroducco aqni nao se
piide logo aiscvcrar o seu nirrito neste clima ;
mas as inmensas provas que os agentes rece;
lino ili.ii i.iineiiie ila curas in.iravillios.is que
elle produt ns habilita a cerllficar que 01.ro-
V da bosque he urna cura certa para a pluhisica
em I odoi os seus dlA'erentei grips, qu^r moti-
vada por consiipacdc, tone, coqueluche,
pleiirlz. astbma, bronebites, palpita;ao no co-
r.iro, dr Ue collado e pello, escarroi de san-
gue, dio na garganta e todas as molestias dos
organs pulmonares.
Depois Je tantas provas do seu inereciinrnto,
como oiitroshn depois de e testrniunhar um
firme augmento da venda deite remedio, como
igualmente a accumiilacao de tantos factoa que
coinprnvain o seu bom tuccesso durante a es-
perienria de 24 meies, os agentes nao arrao
aecusados de tercio imposto sobre o publico,
recnimnrndando un remedio de um valor in-
cerlo, ou de exigir de qualquer invalido que
lise.1ssn.1s esperancas de cura por mnallivlo
imaginario. O uso principal do Sarape do bas-
que tem sido feito nicamente na cidade do Rio-
dr-Janriroe mas vizinhanras ; mas, agora que
ai suas vii ludes ae pdein conacicnciosainente
asseverar, os agenlea o olTereccm ao publico
rain a mala segura confianca, e que em qual-
quer caso se achara um remedio de Infallivcl
mrito romo de felii suceesse.
Ha casos destas molestias, quaudo por ne-
gligencia se deixa que a molestia tome coipb
sobre a substancia doa bofea, at que os reatos
deatra fiquem insnfficicntcs (se a su* declina-
cao poder aer reprimida) n poder forneeer o
sangue aos elementos necessartos vida de
urna pessoa, e aeinelhantea caaos sao e serao
sempre alm do conhecimenio da aaaiatencia
humana, e he peior que < lio lato aqurlle que
quizer engaar a algurin com esperancas fal-
sas de cura ; mas ha muitos rasos que appare-
cein sem esperancas, mas ptSdem. ser curados
com remedios proprios.
' 010 alguns a tendencia para eitaa molestias
vem de pais pan filhos, e por estes he nova-
mente transmitlida s suas descendencias. Islo
he feralmente conhecido por phtliisica cons-
titucional Km semelhantei casos a doenca
apparece geralmenle na mesma familia em
urna certa idade, e familias intriraarjllecem
piopon,'aiM|iie vao chrgando quetle periodo.
Como alsserhos cima, remedio aluiiiu piide
remediar estes casos, onde urna tonga moles-
tia se acba arreigada. vr conseguioie tem
consumido todos os recursos da vida, mas lie
pelo uso de semrlhanle remedi como 02-aro-
pe do bosque, e o muito cuidado na saude, que
estes periodos crticos se pdem passar, a vi-
da se pode prolongar ale nina idade avaucada.
Km caso de moteada da bofes, occasinnado
pnr rxposieao ou negligencia, a molestia ap-
proxima-ae por diflerrnirs frmaa, mas qner
no broebiat ou aslhmalica, as membranas sao
aneciadas e as suas srcrr(rs improprias 011
mais que excitadas fa/rm logo senlirein-se
>j mptonias que nao se drverao desprrzar;
una ecjns ipai.ao pode produiir una inlamina
curso, se este niio for multo forte ; mas ni
guein escapa de urna maneira fcil, urna ei
que tenlia padecido molestia que tmlia atacado
.iquellcs. Ilr' pin tanto que elles precisam fle
algum remedio seguro para ajiidar o s^siema',
atim de corriglr as sccreccs e restaurar f6r>
aos orgos pulmonares ; em casos como estea
o xarnpe rio bosque tem-se tomado Infallivcl, e
nfio he tu nn principio como na ferina simples
destas molestias que este remedio ha urna cura.
Teemj havido mullos exeuiplo em que a sa-
de se tem restaurado a pessoas que haviain ai-
do abandonadas pelo seus mdicos e amigos
U tarop do bosque nao se olterece como um.
remedio para qualquer dnenra, mas siin he
onerecido com uina perfeita couiianca como o
nials ulil remedio al aqoi descouertu para as
molestias de garganta c dos bofes, o qual he
composto nicamente de vegetaes, e que se
pode tomar sem aquelle cuidado em ortica
qur na dieta ou no exercicio
O publico deve-se Icmbrar que cada garrafa.
tem dous lelreiros com a propria atsignatura
dos agente* R. C. Yate* e Comp., um na garra-
fa cein todas as direcces para uso, e uiu na
papel de fura.
Pode ser enviado com toda a segundarte
para qualquer parte do imperio, e as orden*
si 1 ao pontualmenle ejecutadas.
Vende-se nicamente na botica do Sr. Jos
Maria Gnncalves llamos, rua dos Quarteis,
d. 12.
Con fe i tos de Clis,
e cont de laclo de ferro, approvado pe.'a
academia de medicina de Caris, confor-
me o parecer de urna commiss.1o compos-
ta dos Srs. bonilla ud, KouquiT e Ritilly.
As preparacOes Teiruginosas se cunlam
no numero dos medicamentos, cujas pro>
priedades nlo se pdem por em duvida :
com efTeito ha ponis preparacOes medicas
que lenham sido estudadas com tanto es-
mero por observadores sabios.
(Is mdicos mais acreditados receilaram
estes confeitos com muitas vanlagens.de-
poisde lerem aualysaifb sua composieflo.
0 benvolo acolhi.nenio quo esla prepa-
raeo obtevi: da escola de medicina de Pa-
ria nos dispensa de fazr seu elogio.
Estes confeitos alo empregados com gran-
de successo na clorosis ou paludas cores,
as inllammscOes chronicas do estomago
edos intestinos, na falta do appetite, as
amenorrhess, ou suppressflo de menslrus,
as enfermidades escrophulosas, e inconli-
nencias das urinas, provenientes da debili-
dade da bexiga : na leucorrhea ou flores
brancas, upilacHo, batimento de frcs,
noescrobuto, em todos os casos de onfra-
quecin ento do organismo, na animya, vul-
go frialdade, na Itydropesia, consequenria
destas molestias, emlim em todos os casos
em que ha altera(.1o na composico do
sangue.
A respeito da dse que se leve tomar,
bastsm tres confeitos pela manilas, e ou-
lios lies de larde, e o mais distante possi-
vel das libras da comida, augmentando pro-
gressivamente al C de amaiili3a e 6 de
larde.
Relativamente sos meninos, as loses va-
liain conforme a idade; mas tomando o
termo medio, se darSo de 6 a 8 lodos os
das, na idade de 6 a 12 annos, e 4 aos mais
jovons.
Em as principaes cidades da Europa se
acham os depsitos dos ditos confeitos, em
l'ernam buco na botica do Sr. Paranlios, na
rua cstreita do Rozario, n. 10, a) no arma-
zem de drogas e Untas da 1 na da Cruz, no
Recife, defrOnte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
7
prtedades ol^M ocloe.u ^omr^^l^^^^^:^^
umaporcaodemaleriaseslrnhas, noobs- da$ie ,,ur ,m a ., ,Ubsiancia dc.tes he
(ante que inertes, mais que no entauto dif- atacada, lie verdode que muitos bofes sao bas-
I licullava o seu USO. unte fortes, s vetes, para resistir ao primeiro
Escravos Fugiaoh
-- Fugio, nodia 6 do eoirente. um nm-
Intiiiho de nonte Jeroiiyn o, de 10 para 11
annos, cor um tanto amarellada quo pare-
re ler frialdade ; levou Camisa dealgodfio-
zinho.branco j suja e coro as mangas pelo
meio do brac, cojo boccal das mangas he
emhaisdo ; quem o pegar leve-o rua do
Padre-Florianno, n. 5, que sua recompen-
sado : assim romo te protesta contra quem
o tiver oceulto.
Fugio o escravo Jos, crioulo, do cor
fula, baizo, cheio do corpo, |s e ternas
linas, sem br ba.de 92 annos; lem lodos
os denles ; lem urna pelladura airas da ca-
brea, procedida do fero que trazia ao pea
coco ; tem um* ferida junto da bocea que
parece bouhs ; j foi surradn, por isso ain-
da tem as marcas ; lie bem fallante : quem
o pegar leve-o rua d* Cruz, n. ce, ou ao
engenho Cuimbuca, freguez ia de Agoa-
Prela, que ser recompensado.
Fugio. no dia piinciio do rorrele,
nma ntultlinha, de nome benedicta, le 11
annos punco mais ou tenos, magra, rOr
um tanto alvt ; levou saia de nirdapolflo
com babadocm baixo,e camisa com rin-
das nos atentos j suja: quun a pegar
leve-a rua da Cadeia do Recife, 11. 51, pri-
meiro andar, quo ser bem recompensado;
assim como se protesta contra quem a liver
psnlla.
Fugio, no dia 27 do prximo passado,
a parda Isabel, baisa, mal leita do corpo,
feicOes grossos, andar muito trpico : quem
a pegar leve-a a rua da Cadeia do Recife,
n. 56, loja le ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, que lerumpensara ou na Parthiba,
ao Sr. Cypriauo Antonio Rodrigues, a quem
forcomirsda.
Da ctsa do baixo assignado desappa-
receu, no di* 10 do crrenle, um prela de
nome Victoria, de nscfu Mocabique, cOr
fula, magra, estatura regular; tem serrilba
da testa t o nariz ; levou vestido de chita
azul e panno da Cos'a; falla pouco a niin
muilo intelligucl; j morou ns Estancia,por
isso se presume que por esse lugar se oc-
culte. Itoga-sca lodus as autoridades po- .
liciaese capit.les de esmpo quna apprehen-
d a ni e U'iein-iii rua do Queimado, n 4,
OUnspracada lndependeneiai |)| 13 o 15.
Jcaquim l'fieira Arantes.
Fugio, r.o dia 27 de wnciro prximo
pastado, um esciavo ciinulo, de nome Cui-
Ihtrme, pertencente au absixo decltrado,
lavrsdordo engenho l!o*-Visla, freguezia
da F.scada ; de 25 a 30 annos, rosto redon-
do, bem feito, com muilas cicatrizes te be-
xigas, pouca ou nenhuma barba, de altura
e cor| o regulares pernase ps bem fritas,
denles alvos, cOr prela, falla moderada e
explicada; liccarn-iro; levou duas calcas,
duas jaquelas. 2 camisas de madupoltio,
um dita de linho, um cobertor de panno da
Costa quem o pegar leve-o rua de llor-
tas, a. 114,011 ao dilo engenho, a seu se-
nt or, F.zequifl dos Anjos do Naseiiuenlo,
que gralicar.
PssN. : Na TTP. DE M. l>. DE rAl. J850


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