Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06808


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Full Text
Auno XXVf.
Terga.feirg 12
PABTIDAS DOS COimElOS.
Colanna c Parahiba, segundas escitas feiras.
Rio-Grande-do-Norle, quintal feiias ao melo-
da.
Cabo, Serinhaem, Rio-Furmnso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.*, a II, e 21 de cada incz.
G.iranhuus e Bonito, .1 8 e 23.
Moa-Vista c Floro, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Ulinda, todos o dias.
Pimses Di Ln.
nuKzmou.
MIng. a 3, asl0h.e69rn.dat.
Nova a 12, i 4 b. e 3m.il......
liesc. a 19, s 5 h. e52 ni. dal
(.'liria a 20, s U b. c 41 ni. da u>.
N. 5&
PBEAMAn DZ HOJE.
Prilucir as .') horas 18 minutos da manbaa.
Segunda as 5 boras 42 minutos da tarde.
REQOf da avBiciirglo.
das da sbmaha.
11 Si'g. S. Lzaro, feriados estes tres dias para os
negocios forenses.
12 Tere. 8. Eulalia.
13 Qttart de i inza. S. Gregorio II papa.
1 uiimt. S. Valentina. Aud. do J. dos orf. e do
ni. da K v.
lj Sext. S. Faustino. Aud. do J. da 1. v. do clv.
Portresmezes(ai.nadw)4W00|,'tolSDfci,t.o?daa",'d.a-,h a i i o
P orseisruezes 8<000 I Porlino. Aud. da Chae, e do J. da 2.
V or um anno 15*000 ., do """c-.
17 Doin. S. Silvio.
IIWIIW llili CAMBIOS EN II DE FEVAZlElaO.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 rs. a 81) dial.
. Pars, 316;
. Lisboa, 9j por cento.
Ouro. Oncas hespanhoe......... 28/500 a 2f(IOO
Moedasdeo-IOOvelhas.. Ii70i) a GJDMI
de ylim novas .. Hitfoi) a Hm-IiIii
. de 4/000.......... 9^i00 a 'J/40O
/>ra(o.Palaci.es brasilciros...... IjgOO WO
Pesos coliiinnarios....... I/*1) WK|1
Ditos mexicanos.......... 1/800 a 1/820
rr.i#B?-Ajr/K-?- i i i i iiimimi m i! i iTm i i mil ni ni mi iimW'im iwiMiniil1 ni
PARTE QFFICIA1.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 29 DE JANEIRO.
Offleio. Ao Exm. presidente da Paradi-
na, dizendoficsr sciente de ha ver S. Exc
lomado posse da administraran daquella
provincia no da 21 do coi rente n decla-
ranilo, que o adiar prometo a coadjuva-lo
no que fr tendente a o. servido publico, e h
ser mpreRado no particular de S. Exc.
Dito. Ao commandante d praca, trans-
miltindo, para ter o conveniente destino, n
parte arcusatoria e inquirirlo, que se pro-
ceden na provincia das Alagas, Acerca da
deserefln do soldado do segundo batalhSo
d irtilharia a p, Manoel Filippe de San-
tiago. -- Sclentificou-sc o presidente da re-
feiila provincia.
Dito. Ao mcsnio, communicando que,
segundo consta do aviso do ministerio da
guerra de 14 do frrente, lem de ser onvii-
do para esta provincia o soldado desertor
do quinto halalho de caladores. Elias
l.ourenco Rodrigues de Souza, que lora prc- j
so no Rio-Grande do sul; e prevenindo-o de
que deve se fazer no sol Jo do referido des-
ertor o descont da quantia de 8,000 rs.
que o Exm. presidente daquella provincia
iaudou pagar ao individuo que o premien.
Inieirou-su o inspector da pagadura mi-
litar.
Dito. Ao mesmo, remetiendo o proces-
so do reo JoSo l.uii 'os Santos, soldado do
primeifo batalhSo de fuzileirog, addido a
terceira companhia do segundo da mesma
arma, para que Ihe mande intimar sen-
tenos contra elle proferida pela junta de
jusliQS, alim de, no prazo da oito dias, apre-
sentara sua pelic/lo de graca ao peder mo-
derador, e deca'ailo que, lindo o mencio-
nado prazo, devolva o referido processo
enm a peiicHo ou sem ella, devondo, po-
im, vir aeompanliado da certid.lo de iuti-
nia^So, para ser enviado ao juiz relator da
mesma junta para enmprir o dispnsto no
artigo 3 da lei dell de setembrodo 1820..
Dito. Ao mesmo, conimunican lo ter
S. M o Imperador concedido passagem pa-
ra a companhia fixa da provincia doSergi-
pe ao primeiro cadeto do quarlo li., t Ih.lo
de arlilhaiia a pe, Olivo Eloy Pessoa.--
Scienliflcou-se o inspector da pagadura
militar.
Dito Ao mesmo, ioleirando-o de que
S. M. o Imperador houvera por liem conce-
der passa ge m para a companhia provisoria
de infantaria da p'cvincia de Minas Geraes
a Kloieuco Joaqun) de Figueired, pninci-
ro sargento do segundo batalhHo de cala-
dores addido ao deposito de recrutis da
coi le.
Dito. Ao mesmo, scienliicnndo-o de
haver S. M. o ImporaJor concadido quaren-
ta dias de liecnca com sold simples ao ca-
pitn do oitavo balaltiSo de caladores. Jos
de Alnieiila Pinto Proenca, para tratar do
sua h le. luleirou-se o inspector da
paga loria militar.
Dito. Ao mesmo, communicando que
por aviso da si cretsria de estado dus nego-
cias da guerra de 2 do crrente se ordena-
ra, que o capitlo do qu i ..tu balalhilu de l'u-
zilenos, Jollo Francisco i'oLivramenlo, v
commandar a co npanhia provisoria de li-
nha da provincia de Minas-Ceraes. Sclen-
lificou-seo inspector da pagadoria militar.
Dito.--Ao inspector da tliesouraria da
fazenda, transmiltndoo aviso de urna le'
Ira da quantia de 112,690 rs., s.cala pela
thesuuiaria das rendas do Rio-Grande d >
norle subre essa por conla du meio dizimo
arrecadado na mesa do consulado daqui, e
a favor de Jus Ignacio de Urito. Neste
sentido olUciou-se ao presidenlo da referida
provincia.
I) lo. Ao mesmo, remetiendo copia do
aviso do ministerio da fazenda de 3 do cr-
lente, acerca daduvida porS. S. proposta,
sobro deverem ou nSu pagar sello as Miras
passadas, negociadas, ou aceitas pelas the-
sourariss provinciaes.
Dito. Ao mesmo, transmitliudo o aviso
du una leltra da quantia de 300,000 rs sa-
cada pela tlitsouraria do ltiu-Crande du
imite sobre ess, e a favor de Thomaz Go-
mes da Silva. Parlicipou-se ao presiden-
te da mencionada provincia
Dito. -- Ao mesmo, communicando, para
qu faca constar ao inspector da alfandega
o o administrador da mesa do consulado,
q
de
correte
Manoel
aceitar o cargo
rarfio argentina, para que Tora nonti ado
pelo respectivo governo. Nesle sentido of-
leou se ao cht fe de polica inte, mu e ao
ra pitan do porto.
Dito. -- Ao director do arsenal de guerra,
remetiendo urna pea de algodfloziuho fa-
bricado no Itio-de-Janeiro, para que exami-
ne a qualidaJe do panno, e informe sobre a
sua possivel dui aeflo, comparada com a que
teni igual fazeuda un citada pelu eslrati-
geiro, liim cumo cun a do lirini, ;llim de
verse he maisconveniente coinprar-se dol-
a para uso d tefeiido ai scual o curpos de
primeira linha.
Dito. Ao mesmo cancedendo a autori-
saefluque pede para dispender a quantia
de75,000 rs. com a compra de azeite e co-
co, vela du carnauba, lio de algodo e pa-
vios, i.l n de fornecur uo mez ue fevereuo
vinduuru as luzrs nceessaius aus quarlcis
e fortalezas da provincia. lutuirou-so o
iuspeclor da pagadura militar.
Dito. Ao inspector do arsenal de mari-
"ha, remetiendo copia do cilicio do com-
mandaite do vapor Thelis, e bem assim a
infbrmac.lo, que se elle refere, alim de
que mande proceder vistoria -que pede o
mencionado commandante, e, caso se dcom
nomechanismo da refurida barca as ruinas
dique trata o respectivo engenbeiro, man-
do fazer os necesarios concertos.
Dito. Ao inspector da thesouraria i'a
fazenda provincial,orjensndo mande adi-
antar ao almoxarife da roparticSo das obras
publicas a quantia de l:000,00i> M. para oc-
correr as despozas da obra do 10. anco da
estrada da Victoria, visto aehar-se quasi cs-
gotada a segunda prestaclo, que para o
mesmo flin ae mandnu adiantar. -- Scien-
Ulicou-sn ao administrador das obras pu-
blicas e ao mencionado engenbeiro.
Dito.--Ao administrador das obras pu-
blicas, remetiendo a conla das despezas
fritas de C a 12 do correte com a obra do
16* laen da estrada da Victoria, alim de
que'faca acreditar o engenbeiro Milet na
quantia do fOl,630 rs. cm que importa a
referida conla. luleirou-se o dito enge-
nbeiro.
Dito. Ao mesmo, enviando as coritas
das despezas feitas de 6 a 12 do correte
com a conclusflo da segunda pa lauco da estrada da Victoria, ccom a obra
do 17. Janeo da mesma estrada, a primeira
na importancia de 77,310 rs., e asegunda
na de 105,035 rs alim de que mande acre-
ditar o engenbeiro Milet as referidas quau-
tias Scienlificou-se o mencionado enge-
nheiro.
Dito. Ao juiz municipal da primeira
vara, enviando as guias dos sentenciados
Jos Filippe Dias, Jos Clemente dos San-
ios. JoSo Correia de Azevodo, Feliciano Jo-
s Joaqtiim, Manoel bvzerra PeJrosa e Al-
berto Jos de Carvallio, que vieram da pro-
vincia da Parahiba com destino a ilba de
Fernando. Participou-sa ao presidente
daquella provincia.
Dito. -- A' Francisco Alves Cavalcanto
Camhoim, communicando que S. M. o Im-
perador houvera por bem, por decreto de
15 dedezembro ultimo, nomear a S me.
commandante superior da guarda nacional
dos municipios do Brcjo e Cimbres.
Portara. Nomeando a Francisco do Re-
g Barros Brrelo ajudante do engenheirn
Jos Mamede Alves Ferreira com a gral.ifl-
cacilo mensal de cem mil res. ~ Inleirou-
se o referido engenbeiro.
Dita___Nomean Jo a Cuilherme {Morq ues
Nepomuceno para o lugar vago de gua.-Ja
da alfandega desta ci lado.
Appe liante, Joaquim Intnnio do Forno ; ap-
tirl.'ado, Manoel Francisco da Silva.
Appell'antes, os administradores do hospital de
carldade; appellada, Rita Mari a do Carino.
Uo ni.'snio Sr. ao Sr. drseuiba rgador Luna
Freir as-appellacao criuies cin qiie sao :
Appellante. o jury do Sobral; appellado,
Francisco Antonio Ferreira.
Appellante, o julzoda comarca da Victoria; ap-
pellado, Jos Joaquim Tcixcir.i Jnior.
Passaram do Sr. desembarga'lor Luna Frei-
r aorlr. deaembargador Tille-, a, appcllaccs
civeis ein que sito :
Appellante, Antonio Bernardo Ferreira, admi-
nistrador de sua multicr; apiiellado, Joaquim
II nieirn de Rrito.
Appellaiite, Francisco Soarcs da Silva, appel-
lada, Pedro Muller. -
Appellante, Manoel Elias de Monra appella-
do, DeluTio dos Alijos Tcixelra .
Vassnu do Sr. desembargad)- Talles ao Sr.
deseinhargdor Ramos a .hj|h i i,i,., criuie cni
que siio :
Appellante, o jury do lotl ; appellado, Joa-
quim llaptista.
oSTRiBut (Oes.
Ao Sr. desembargador llamos a appellacao
erime do jury de Baluril ein quesio :
Appellante, Antonio b zplisla deOIlveia; ap-
pellado, o juizo. .
Ao Sr. dcsembarB.vlor Tilles o aggravo des-
ta cidade em que s'j :
Aggravantes, Joao Francisco Ferreira e aua
inulher aggravado, Jos de Mcdciros Tava-
res.
Ao Sr. desemba rgador Rebello a appellacao
civil desta cidade. em que sao :
Appellante. His Coelho Cintra; appellado,
Agoslinho Hc.iiriqucs da Silva.
Levanlou-se a sessao 1 hora da tarde.
EXTfcRIOK.
TRIBUNAL DA I.ELAGAO'.
SESSO UE 9 UE FEVERE1KU l)F. 1850.
PSESIOBNCIi DO EXM. SKMIOII
C0l>CKLDEIRO AZEVEDO.
A's dez horas da manhi, achando-se pre-
sentes os Srs. desemhargadores llamos, tJns-
tos, l.eo, Rebello, Luna Freir e Telles, fal-
tando Com causa m Srs. desemhargadores Pon-
ce, Villares e Souza, o Sr. presidente declarou
abena a sessao.
O Sr. presidente apresentou em mesa dous
oflcos do Exm. Sr. concelheiro de estado pre-
sidente da provincia, remetiendo inclusos em
un a copla da portarla que fura por elle expe-
dida, designando a ordeni pela qual deven ser
substituidos oajuizes dedireito, civel e, criine,
FRANCA.
*
QUESTA0 romana.
Auembla legiilalfoa de Franca.
Sessilo de 19 de outubro.
(Con/iiiuar/l'i do n. 9.)
O Sr. Presidente:Mr. de Montalembeit
tem a plvra.
M. de Monlal'tnbert: Senhores, o dis-
cuiso que acabis de ouvir j recebeu a re-
compensa, ou antes o osligo que mereca
sios applausns, co'n qu foi acolliido (Kx-
clamac&ei vilenlas not hancat da Montanha.
A'direila: Muitobeml muito liem.)
M. Ilaudine muitos ouiros meinhrosse le-
vantam, e interpellio com a maior vehe-
mencia o orador o o Sr. presidente.
OSr. presidente dirige ao orador, no meio
do susurro, ofservtcoesquo nilo poJOmos
ouvir.
Itenova-se n tumulto nos bancos da Mon-
tanha, o ouvem-se os seguimos gritos : A'
nniem.' he una insolencia! he urna in-
juria f
SI. A. Thouret .--Espere pelo menos que
elle osleja prsenle.
Pozes numerosa :--A" ordem o imteirup-
tor! ordem o cidadto Tourelh !
Muitos membros da Mont iiitus se levan-
tam vociferando.
Os membros ass'ntados diante delles se
vo'tam, e piJem-sa a considerar os MU
collejas.
Muitos honrado' membros da Mniilanha
pedem o< feus vizinhOC, que le m|iiiel,-m.
O Sr. Presidente ~Oa senhores querem
deixar que a lesaSooontn, ou n.lo ? .
*/. Duprat :Sr. presidente .... \
O Sr. Pretidente :Queira calar-se Sr\
Dunrat.
M. Uirrut dirigi-sn tribuna, e pO; sea
discutir com M. Dupin. Osg'itos quasi un-
nimes, que so nuveni decide n M Duprat a
voltar para n seti lugar.
O Sr. Presidente:Logo que M. de Mola-
lemhert ennuncinu a sua primeira pirase,
observei-lbo que n.ln ora parlamentar, elle
tmha o direto de se explicar. Assin o fez.
Iletirou a expressio, e substitua-1 por ou-
trn. Ouvindo a segunda phrasn, enuncia la
pelo mesmo senhnr, observ u-lhe ain-la que
era demasiadamente pessoal, Eu Ihe dia :
respond nos racionioi do Sr. Vctor Hugo,
m is nSn ataque a sua pessoa. Julguci com
i Ido cumprir exclamente o mcu dover.
yuanto o chamamento ordem, ileclaio os
senhoies que'o Tacosb mnha responsalij-
lidade. 0"" s chamo orden os nUr-
ruptores violentos. Son, repito, o nico
juiz do diamntenlo ordem. e por lano
ninguem lem o direto de dciar-me o meu
dever. .WmiIo bem muito 6*;l)
SI. de Vutalembert: --Pedem-me que res-
ponda aoSr. Vctor Mugo ; elle he o mcu
d sejo, o meu direi'o, o meu dever; mas
ao mesmo lempo obseivam-me que est au-
sente. Entretanto he dilli-il lettponder a
nm discurso tito vehemente, tilo apaixona-
sagrada commiiiilino, e que todava viola-
ran) odiosamente csse juramento Oh .' fa-
crfjustiQi os demagogos, eaos revolucio-
narios I' anee/e,,ellos nunca teriam pratica-
do um aclo tilo sacrilego ( Muito m! mul-
lo bem'.) Eos senhores, oussni expobrar-
Iheo nlo ter dado segunda amustia, len-
do lirado laes fruclosda primeira .'
B issiii't fal/ou de nilo s-'i quo perfoi;1ot
que a desgrac njunta virio le.
Po IX conheciMi a desgraQa : elltcnnhe-
eon o qiio ha de mais cruel ni dnsgraca, a
in-Talulao Nilo s-rei en que deplore a su?
rio, pelo contrario, cala vez o venero
mais e at direi, tenh i-lho inveja. Pan
fazer ingratos nilo hasta querer, releva tur
querido fazer bem, nuito-lien. Ah .'no
ih iladn a lo los o fzer ingratos! Felizes
aquellos que f.izem Ingratos ; poim ah! da-
iii 'lies que o siio ( )/ui(o he a inuiti brm '.)
E quainjnumerosas silo OS ingratos! Per-
milli, senhores, qun o diga, ha ingratos
nilo somonte em Roma, seito em toda n
Europa : aqu mesmo os ha ; pois he pre-
ciso ser ingrato para desconhecer os ser-
vicos por cllrt prestados para a pureza do
toda sua vid i com injurias giosseiras, as
quaes a severidado do Sr. presidente fez
juitica um desses das passados. o qu o
Von'teur conservar paran jusleado futuru.
(Multo bem I muito bem !)
Si n, ha nss) urna ingratid.lo tal que jul-
go nilo sr de fur. em f a op r-lhe um
tributo solemne de raconheeime to e ho-
menagnm. (iVoHd approi:ari}o. )
a issambla me permittir dizer mais
urna pilavra antes << Sabir desso terreno,
ao qual me tem si lo Uo doloroso dcscer.
em setuinMutffl de M. V. Hugo : Est; se-
nhor Ungi separar o papa disto quo ello
chaina sua roda. Protesto contra esta as-
tucia de guerra. (.Ipnrowicdo.'i De duasuma,
ou o papa sabe o q ie quor, e faz oque
quer, e entilo lo las as invectivas dirigidas
do, sem ser arrastrado, nilo a a'ncar a pe- contra o governo clerical recabem sobro sua
sua do orador, nada esta to alhcio do ni/u propria pessoa; ou elle nao sabe o que
pensamento, masa dlrigir-lhe ntcrpclla- quer, e he smcito um instrumento nas
cOcs as quaes no so pJo qbjectar a sur anuos daquelles que o cercim, eentilo n3o
ausencia. merece uenhun dos elogios derisorios, que
Muitai vozes : Isso he evidente Ihe iceni sido tecidos. Muito bem! mU'lo
JW. de Montalembtrl: N:1o creio que um t"> )
orador, qualquer que seja a altura a que
se supponha elevado, tenh i o direito de
deixar a sssembla si^li a impressflo de
suas palavras, e de impedir repulacSo ;
lenha o direito de retirsr-se pera nflo ou-
vir a resposta. [ Signa' de approraclli. )
Peco lcenca issembloa para completar
o meu pcnsainenlo am deque ella possi
julgar se hava nelle nada que fosso dema-
siadamente pesioal, Eis o que eu quera
lizera M Hugo.
Eu lheilizia,(|iielalvczalgiim da elle pro-
prio Wsse a Boma, a essa cidade incompara-
vcl, em busca do rspOUSO, <1a calma, dvi paz,
da dignidnde, da solido do retiro, de lo-
dos esses licns infinitos que l ha sido co i-
servadns, ha lautos seclos, por esse go-
verno clerical que'clle chava de n-ullar.
Talvcz algum dia o Sr. Vctor Hugo v a
O Sr. Preiidente aos interruptores :Quei-| Boma procurar o gozar esses beneficios.
e fritos da fazenda desta provincia.
Em nutro, o numero do Diario de Pernamliu-
eo. em que conten os avisos do ministerio do
imperio, solvendo as duvldas a respeito da le
regulaiuenlar das cleiedes.
Outro, do llr. chele de polica interino desta
provincia, participando ter mandado ouvir ao
delegado do Bonito, acerca da piiso de Anto-
nio Jos da Silva, que requerera ordem de ha-
beas-eorpus, como Ihe foi determinado por ac-
cordam da relaco.
lULCAUKIfroS.
Iltcurtoi crtmn.
O recurso criine do juiz de direito do Rlo-
Orande do norte ein que sao :
Recrreme e recorrido Uomingos Rebello Leo.
Foi reformado o despacho.
Appellacti erimii.
Appellante, o Juizo ; appellado, Joao e Jone,
pretos libertos. -- Foi mandado a norojury.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Fer-
reira da Silva. Foi mandado n novo jury.
A appell.i(o civel do juizo da fazenda em que
be appellante c appellado Manoel Joaquim
do Reg e Albuquerque. Foi com vlsla ao
Sr. drscinbjrgidor procurador da corda.
DES1CNACES.
Foi assignado o primeiro dia til para o jul
AfpeUacio cite!,
Appellante, Jos I-Yj do Mello ; appellado, Jo-
s Gabriel de Maraes Mayer.
jrrwtes,
Passnu do Sr. desembargador RamioSr.
desemba rgador bastos a appellv'-i crime ein
que sao:
Appellante, o jury de Nazarcth ; appellado,
Paulo Jos Francisco.
P'assou do Sr. desembargador Pastos ao Sr.
desembargador Leo a appellacao civel em
ipie sao:
Appellante, Nuno Mara de Scixas; appella-
do, De Goussencourt.
ram calar-se, meus senhores, para que o
orador possa explicir o seu pensamento
(Novas eriflamaros na extrema esguerda.)
N. A. Tourit:Nilo podemos solTrer, qu l
se nos dirijam semelhantes injurias; V.
Exc. deve cli maro orador a ordem.
Sluitas vozes :Sim .' Sim! ordem u
ordor!
O Sr. Presidente:Nilo he aos senhores
que compite o chenlo a ordem ; poim
a mim, a m m s J dirig a M. de Monta-
lemberi as palavras que julguci a proposito
dirgr-lhe.
A' eiquerda : Que palavras? Que pa-
lavras ?
OSr. Presidente -- Se os senhores se tves-
s mi cooseivado silenciosos, td-las-hiam
ouvido. Agora o orador tem o direito de
se exrlicar; elle tom a palavra. (Hedobram
nos bancos da extrema esguerda os clamores e
os grito : ordem.)
\o*'i deise lado :--0 orador nos insultou,
V. Exc. devia chama-lo ordem.
O Sr. Preiiden le:Os senhores acabam de
dizer a M. de Montalemberl, cem vezesmais
do que elle Ibes disse. Saibam, que nilo
ceden i jamis violencia. Julgam arcaso,
que silo soldanos aqu e que pdem impe-
dir a sessilo do continuar P
Urna vos :--0 orador que declaro que nilu
leve inicie;"!'! de insultar a ninguem. (Itisa-
das e rumores direita.)
M de Montalembeit :--Se a palavra casti-
go ofTende aus senhores, cu a retiro, e a
suhslitiio pela palavra recompensa.
A' direita :MaltO liem muito bem !
U. de Motatembert:hirei, pois, que o
preo; un lite ja re ceben a sua recompensa nos
applausos da opposi(3o, e que a maiura, de
que elle fazia parte, os eteilores moderados
d Pars, os quaes, bem cuino eu votaiam
nulle, i rumores etqutrda) e linaln ente o
glande partido da oruem teom o direito de
perguntar-lho se foi para colher os ditos
applausos quo o cnu rain a esta ussem-
bls. (Novas exciamucoe esguerda.)
M. Fiaudtn se levanta. ( Exclamarte
direita.)
Vozes iles/e Indo : Dtixe que rscutemos o
orador J escolamos a II. Victur Hugo,
cscutem agora o orador.
EntHo lalvez elle agradec a Daos o ter ins-
pirado s nacOcs ctliolicas o pcnssmento
lie essa u^vclhocslralageina levolucio-
nario, que tf. Vctor lingo deveria ter jnl-
gado indigno de si. Elle he de anliga data,
e foi inventado contra o infeliz l.uiz XVI.
Ao enc> lar a carreira das reformas, este
principe eslava rodeado das symp.tinas du
Indos: mas logo c imeijararn por sepira-lo
de ludo o que o cercava, de sua familia, de
eui servos. Diz a-se : O re \\n hom ; mas
os seus apaniguados que silo detestareis.'
E depois de lc-lo separado de seus servos,
de seus amigos, lancarem mo delle, aban-
donado, despojado, e enlreg.rani-noao al-
go?. s)l> o nniim de Luiz Capeta (S/iietdo.)
Umavoz'da Montinha : Elle o meroceu !
(Humores violntoi.)
M. de Montalemberl: Senhores, a ques-
illo, que tintamos, e na qual entro, alinea
t'os Caces, que, secundo julgo, leein sido
muito confundidas al aqu; a soberana
temporal, a con lucia da expedi^aj ea ine-
li.la das iiislitiiicfles quidovein ser conce-
de reservar csse asvlo nico ao abrigo das dulas aos Romanos. l).>ixaioi de parteas
M. Grevy, ;! vsutado-se):-Sr presidente,
.. t A7. Urew. I- viiiaiio-se,';--.-ir prrsiue me
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao 1 v %' J'\i,.v .<.... aua se insulta as
r. desembargado! Luna Freir as appellacdes V "c" "l0 ,dev.e UCIX*^ .quo se ,lu,ulle M
iveis em que sao : jsim urna parle da assembloa.
, Voze da direita :A' ordem o interrup-
Appellantes. Joao Pcrrlra Lago eoutros; ap- ,_. i nr.in.|
pellado Uartholomeu Francisco de Souza t .. u,;.raz.Pi la..ntn.).o ..II
A, pellautc, Antonio Gome. Villar; aj.pellado,' Uomiiifios Francisco lavares. nua) :--0 futuro gualda uni castigo para o
Appellante. Francisco Carneiro da Silva ; ap- honrado, M. Viclor Hugo ; leilho O direito
pellado, Juo Alves de Car valu Cesar, Jde dizer isso...
tempestades, das calumnias, das violen-
cias da vida poltica. EnlSo elle se arropen-
deri de terfetO o discurso, que acaba de
pronuncar, o esse arrependitnento ser o
sen ceslo ; nilo Ihe desejo outro. ( Susur-
ro ri esr/uerda )
Entilo elle se arrepender das suas pa-
lavras calumniosas contra a Franca, e con-
tra o chi'fe venerado donostOS coraces, e
de nossas almas. Sim, elle calumniou a
a Frauda ; porque he sem duvida calumnia-
li, attiibu-lho as iiilcncfjes por elle refe-
ridas.
Eli calumniou o papa ; porque he sem
duvida calumnia-lo, altribui-lho por um S
momento, o pensameiilo dos supplicios.
Onde estilo os patbulos, senhores? Uud
cslloos algozes? Onde existen) elles, ou
antes onde existirn) nunca, qur no tem-
plo de Pi IX, qur mesmo no de seus prc-
decessores ? (Inlerrupftlo esguerda )
A historia ah esta, senhores, o ella diz
qno, ha tres seculos, tillo tem havidn um
s papa que lenha sido duro, cruel e tyran-
tio; eis o que di/, a historia :
O paj a perdoa sempre ; elle sempre
obrigado a perdoar.
Vina voz da Montanha :Quando se paga.
U. de Montalemberl: Eis porque 068-
sa amnista, quo os senhores calumniosa-
mente chaman) proscripeflo, em ve/, de
cnlrogar os seus adversariosao algoz, elle
he obrigado a conserva-Ios apartados, a re-
pel i-Ios do solo italiano, pola n;1o pode re-
primir, con o fazcm os uniros governos,
como faz a propria Franca ; elle he obri-
gado a seguir o systema preventivo, por-
que o repressivo, Ihe he mais difiicil, mais
impussivel que a ninguem.
Os senhores tiram da amnista urna ob-
jeceflo contra o Padre Santo; mas esque-
cem-se que ella he urna auna de dous gu-
ie;:. Esqueccm-si: que o governo da rep-
blica recusou a amnista, solhcitadu para
oi.tri-s culpados pelos homons que boje os
applaudem.
Fallam de amnista; mas esquecemso
quel'io IXjadeu una amnista. Qual foi
o primeiro acto do seu pontificado ? A
amnista a mais completa, a mais extensa,
a mais universal. No dia que seseguio
aqin lie em que Po IX cingio a tiara, urna
amnista foi por elle concedida a homons,
que pela maior parle, hilo quebrado o ju-
ramento que prestaran); a liumens quo ju-
raran) respcila-lo a iioinons que jurando
isso, receberaui de suas propria unios a
duas primeira9 tiestas faces, pois creio quo
a asseiiib'ci ja pronunciou sohurattamenlo
gubre estes dous prlmeires pontos. Presen-
temente s canil co nina quesillo, e vem a
ser: Qual he o grao d liberJade, que de-
vemos desejar para as popula^es romanas i'
Todo; concordan), ou pelo menos, quasi
todos o oradores, que s toem srftccdido na
tribuna, li-m parecido concordar nest^ pon-
to, que bu preciso reclamar para os Oslados
romanos o que o ministro dos uegocius es-
ISMu;;eiros clinmou agrande liberdade po-
ltica. Vou ex nninar se esUbelccidn esto
principio, pojemos o devumos pedir mais
do que o que domoiu proprio. E primei-
ra mente este motu proprio nao passa do um
progratnma ; elle he aemeinante a declara-
c;";o fe i ta per l.ui/. XVII a Saint-Ouen. He
um programma que encerra as bases da or-
ganisacilo futura dos estados romanos
O que he, pois, que conlcm este program-
ma ? Elle cont n quatro garantas : A ro'or-
ma da IrgislacSo criminal, a reforma dos
tribunaes, liberdades provinciaes e innni-
cipaes ; liberdades mhioies do que as que
temos em Franca ; liberdades lio grandes
que os senhores nilo ousaram concuJ-las
nem mesmo a propria cidade du Pars ....
no que obraran) com acert! f Risadas de
approvacio direita. )
Enilim, em quarlo lugar, esso program-
ma ronlm a s. culai isne/m da administra-
c.ni, no senliilo da oxrluso dos ecclesias-
licos, poim no sentido da aJrnissSo dos
leigos, e para diz-lo de passagem, essa
admisslo lem sido tal uestes ltimos lem-
pos, que, segundo a estilstica olUcial de
todos os eiiipi cgadiis, assim na ordem po-
ltica, como na civil, e na judiciaria, lia
por ludo 109 ecclesiasticos, e 5059 leigos.
( Hitadas. )
vi.i creio que tenha podido entrar no
pensamento de alguein querer excluir os cc-
Clesi isticos das lunccijcs eminentes que
uxercem junto do oapa ; porque emlim o
papa he ecclesiastico salvo se se quer
que soja leigo (risadas, o sendo o papa ec-
clesiastico, cumpre que us funecionarios
eminentes que ocerco, sejo ecclesiasti-
cos como elle.
Querer o contraro, seria o mesmo que
querer mpur ao czar na Russia, que he um
tei militar, a obrigacao de goveruar com
advogados. (ttisodas estrondosas.) O impe-
rador da Russia vive rodeado de militares,
como elle ; al por muito lempo o seu mi-
uislro da aieuda foi um general de miau-


taria, e nem por isso as suas financas foram
mal dirigidas pulo contrario. ( Novas
risadas. )
Acereseento que, alm das garantas qoe
corita m o moiu proprio, se presta ao desen-
volvimenlo d todas as lberdades. Sem
duvida o governo francez far hom em in-
sistir fe a esto respeito approvo completa-
mente ao que disse oSr minist'o dos ne-
gocios estrangoros), o governo, digo, faz
bem em insistir para oblera maior exacti-
dSo, e a maior integridad na applicacSo
deste programma. Insistindo a esse res-
peito, elle promover igualmente adigni
dado da nossa poltica exterior, e a propria
segu i a n< do pa pa. (Slgnaes de approvacdo.)
Que mais querem os senhores Y Querem
para os estados romanos insliluicOes livres?
Creta que estilo engaados, o o mostrare;
nnrm quero prime ira mente dizer-lhcs a
rasflo por que certas liherdadcs polticas s8o
incompatveiscom a soberana temporal do
papa. NSo he a liberdade que heincom-
patlvel coma soberana temporal do papa,
por que na media idade exsliram em Roma
liherdades muilo consideraveis. Porc n
nc-les ltimos lempos os demcratas teem
eslabelecido una snonyma entre a liber-
dade e a soberana do povo distinccilo,
que nlo existe ns tulureza il.is cousas;
rorque ni Inglaterra, onde nlo reina o
principio da soberana do povo, ha certa-
mente urna mu grande somma delherda-
de | o o mesmo aconteca comnosro na res-
i mi i io, Mas i'oiiim os nossos demcratas
modernoa confunden! rssasduas cousis, e
como a soberana do povo he inrompativel
com a soberana tem oral do papa, dizem
que lambctn a liberdade he incompativel
rom esta mesma soberana. [dpprovaro
tlireittt).
Direi mesmo que, se a soberana do povo
se entendesse, como se entende na Relgi-
c>, por exemplo, isto he, pelo direilo que
le o povo de estabelecer para si em urna
poca urna Turma de governo, que conserva
por muilos annos, talvez nfo exslissem a
incompatibilidade; porm o que he in
compativel com a soberana temporal do
papa, lie e.>sa soberana do povo, em vir
tude dn qual tojos os di?s se muda a forma
do seu governo.
Ileassim que teem obrado os Romanos,
heesseoouro que elles se tem apressad
em fazer de sua soberana. Se livesseni sa-
bido contentar-secom a liberdaile modera-
da, quelites tinha sido dada, teriam boje
ns duas cmaras, a guarda cvica, e a li-
berdade do imprensa. Por no terem sabi-
do cnnlenlar-se com esse grao de liberdade
poltica, por se terem deixado arrastrar por
de C'eeruacchio, e mo sei, que omros
magogos mais, muto dos quaes silo titula-
dos, be que clles perderam a liberdade, qie
Ihestinlia sido outorg la.
A' direita :- Mullo bem muitoliem !
V. de Mouialcinbcrt : Assim cis os tres
elementos da grande liberdade poltica : a
libertado da tribuna, isto he, a soberana
da tribuna, porque ondo quer que a tribu-
na be livre, be soberana [signaes de a/lhe-
so), aguarda cvica calbc'rdatle de im-
prensa. Itra es estados romanos podetn
supporlar tudo isto ?
Quanto liberdade de imprensa, primei-
ramente permitan!-me os snnhores que I
Ibes record a resposte, que deu um lio-
mein de estado inglez aos que reclama-
vam para a ilha do Malta. Como he, di-
7iam-lhe, quecxislndo em Inglaterra esta
liberdade, e dando ah bons fruclos, V.
Kx. a recusa a Malta .'--Ello responden : a A
liberda le de imprensa he urna bella cousa,
mas nio em nin nano de linha. t
Se o estadista inglez linha o riireito do
comparara ilha de Malta a ummviode li-
nda, com mais foite rasilo o mundo Callio-
lcotem odiri'ito de comparar Roma com
um navio de linha. {Approvncio a direita. )
I'orm, dizem, nio pedimos cssas gran-
des liberdad-s polticas, so pedimos o que
iiayia as antigs cmaras de deputados,
odireitn de conce terem, oh recusa re m os
mpostos, c os subsidios. Apparentcmente,
similores, bem ponen cousa he esse direilo
mas realmente elle he grande como o mun-
do. K com efleiio, no he pela ficuldade de
conceder, ou recusar os subsidios, que lo-
dosos parlamentos se tcem tornado sobe-
ranos? Como fui que na Inglaterra o
parlamento conquistnu a Mhedoria? Pelo
voto dos subsidios. E em l-'ranga, como foi
que a cmara dos deputados corseguio a
soberana, quando l.uiz XVIII, o qual no
tinba celo nenos, nlo rreinque tivcssca
iiitencilode crear a soberana pail iir.enlar,
Ibc concedeu esta faculdade ? Pelo direilo
que tinba de conceder, ou recusar as des-
pezas. A carta diza bem : re tem o d
to d fazer a paz e a guerra. Mas quando
so oflertceu a primeira guerra, a guerra de
llespanlia, elle foi obligado a apresenlar-se
as cmaras, c pedir-lhes dinheiro, sem o
que uno leria podido azer a guerra. Eram,
pois, realmente as cmaras, que decidlam
soberanamente da gueni edapaz. [Sig-
nis de udhesdo direita. )
.0 mesmo acontecera em liorna, se a
consulta fsse revestida da faculdade de
poder votar o imposto.
Todas as vezes que se manifestasse n ,
assoinbla urna opposicfto ao soberano pon-
lilic, anda mesmo no governo geral da
igreja, rcctisar-lhe-hiam os supprimeiilos.
chegariam por este meio a impor-lhe o que
quizesscm. Se quizessem, por.exeinplo, a
supprcssilo de tal, ou tal congrega,'flo, co-
inecariam atacando-a com a ajuda do b-
culos do cadarer, emlimcoma (juila de lo-
do o Irem de palavras, que osseubores co-
nhecem. ( V, sudas.) Kse o papa resistase,
rccusnr-lhe-hiam osuprimento necessario a
congregarlo.
Nao recejo dizer, que desde o da em
uue este estado de cousas existisse nos Es-
tados Romanos, os calholiros mo saheriam
o que apegar-se. Sua posiclo se tornara
mais delicada o mais dillicil, do que se o
papa fusse vassallo de outra potencia, ain-
la mesmo da repblica romana {risadas),
pois elle mo seria mais, que um chefe no-
minal, e seria um vassallo real, nao seria
mais, duque instrumento, e severiacou-
demnado a fazer a vontade de oulrcm com
a sua propria voutade. Muilo bem I muilo
bem!;
a urna tal condieflo. Eo governo, e a Frail-
ea pdem quorer isso.
Supponham os senhores, com effeitn,
3ue so estabaleca em Roma um tal estad i
e cousas, entilo no teremos conseguido
o (i n da nossa expodiclo. Fumosa Roma
pira restabelecer a independencia tempo-
ral do papa, e no teamos restabelecdo,
e tc-lo-hiamos condomnado a perder a sua
soberana espiritual em nio sei, que mis-
tura de religio, e de poltica, como suc-
ceden ao patriarca do Bysancio. ( Signaes
de assentiment. )
0 papa nlo he, como disse o honrado ge-
neral Cawignic, um homem e um soberano
respeilav*el; no fui a um homem e a um ti-
dadno' respeilavel, que nos fomos restabe-
lecer. Seguramente u papa he como ho-
mem, e como soberano eminentemente
respeilavel; mas, pnmeiro que ludo, elle
tu' p.ip;i, lio u pon i lie ', lo- o chefe espi-
ritual dasconsciencias catholicis.
Ora, qual foi, e qual he ainlaannssa in-
tenqo? He manter a independencia, no
do homem, no do soberano, mas do papa,
do pontfice, do ebefe espiritual das cons-
ciencias calhnlicas. {He evidente! lie evi-
dente muilo bem.)
Aos que querem que se deem aos Ro-
manos urna liberdade poltica, completa,
pergunto, que dira o mundo catbolico se
visse o papj esquecendo as li^Oes do sua
propria experiencia, lancar-sede novo nos
riscos que o levaram ao desterro?
Mo hesito em declara-lo, se elle asaim
obraste, a eonflanca que nelle temos, se
ra, ho direi, ablala, porm assuslada
[ Sussurro iiesauerda. ) lio no poder moral
du pupa que consisto a sua autoridade, e
oo fallo aqu l>*m entendido da autorida-
de dogmtica. Tallo da autoridade pessoal
do papa ; pois esti autoridade be que seria
abalada, so vissemos que ello tornava a
langar-se na carreira que o levou ao des-
terro.
Conlinuar-si-ha.)
!2
INTERIOR.
ALAGO AS.
Extracto do expediente do F.xm.Sr. presi-
dente l)r. Jos liento du (vnha figueiredo
4 DE JANEIRO
Oflicio. Ao inspector de fazenda, para
que. mande pagar a Johun Christian Fogt,
a quanlia de 85,000 rs., constante da cun-
ta que se enva, por elle assignada, impor-
tancia de urna taiimba que fez no quartol
de primeira linha desta cidade.
Pito. Ao mesmo inspector, communi-
cando-lhe para seu governo, que no dia lo
le dezembro ultimo, cntrou no exercicio
de chefe de polc:a interino da provincia, o
doulorjiiz de diieito da Atalaia, Manoel
Jernnymo C.uei!esA!canforado, nomead no
impedimento do duulor Francisco Joaqun
Gomes Ribciro.
Dito. -* Ao mesmo inspector, para man-
dar salisfazera Salvador Concalves Anjos,
a quanlia -Jiiiin rs. eonstints da conta
que se Iba remelle, junto ao s.'ii requeri-
mento, nproveniente de urna palluca que
I fez para os bexiguenloa Africanos
Dito. ~ Ao mesmo inspector de fizenda,
para mandar satisTazer no Capito Ade-
lo Copos do S.-Anna, a quanlia do 31,801
rs., constante do pret em duphoala que se
Ihe remelle, por elle assignado, provi-
uiente das lacOes atouadas aos recrutas, no
me/, do dezembro ultimo.
Dito. Ao mes no inspector, para min-
Jar entregar ao dispenseiro do brigue-es-
cuna Caiipo, a quanlia de I 030,000 rs. ,
que re luisila o respectivo comnandanto,
para fnriucimento de suidos e rac, s a
guarnico
Commiinicou-se ao commandanto di
mes-no brigiie-
Dito ;-- Ao delegado ilc polica de Macci,
dzeudo-llie, em resposta ao seu oficu de
boje, que Cica cerlo da ficarem aliviados
ila quarentena, por se acliarem desemba-
racados, |iela visita de su'i le, a barca in-
gleza Imperador, o it'uo Narciso, e o pala-
dn Nireida.
Dito. Ao )r. chefe de polica. N 3. -
CuniprequeV.Mc.coiiliuuosc.il perla de
tempo a proceder nas ulloriores dillgenoial
logaes acurc.i da apprehenso dos A'ricano<,
que vienim no talacho t'tllS'UnlSo, qui se
aclia ancora lo no porto desta cidade,
uliiri de que uo s se posta conbecer se
taes Africanos sfio bucaes, e por couseguin -
te mili legitima a apprebensfiu nclles lei-
ta.como lambem oapresionamento do'men-
ei.iiM.lo palacho ; devendo V. Me. unir ao
processo os tullios documentos, que nesta
data Ihe remeti, e fazer todas as necessa-
rias inqiiiiice-s a respeito'das pessoas, quo
nos termos da lei de 7 de novembro de 1831,
pJem ser couipreli-iididas no crime de
contrabaado .lo Africanos. E logo que tc-
nha V Me. julgado boa a presa, e bem feiU
prehonsfi, por aerem ditos Africanos
considerados bucaes, me padicipe do su i
decidlo para quo possa este governo desig-
nar o JUIZ que deve fazer arrematar os s> r-
vijos dos mesmos. Recommeudo-lbe a
maior presteza no desempenlio desta func-
eflo, visto que no conven sobrecarregar os
cofres pblicos, por mais tempo, com des-
pezas extraordinarias qu. se estilo fazendu
com us aliinciilos dos referidos Africanos
gado o "Exal. Sr. prosblento da provincia
Dr.Jos Rento da Cunba Figueire lo.e o che-
fe de polica Manoel Jeronymo Guedes Al-
canTorado, em consequancia de terem ou-
vido em distancia de tres quartos de legoa,
dois tiros do peca despedidos do rcTerido
brgue-escuna do guerra Canpo, e deso-
jando o presidente saber o motivo daqu signal, ofliciuu immediatamenle por urna
jangada ao commandanto do brgue-escuna
Conopo.mas como ceiasse a demora dirlgi-
ra-se logo a povoacfln dos Morros, e com
sua chegada recebeu do subdelegado V* leo
um olllco communicando-lhe o desembar-
quo dos ATricanos, o indagando o mesma
lixm. presidente sobre o lugar onda esta-
vam os ditos ATricanos, soube que esta-
vain na mata viziuba no lugar denominado
--Reg-, e inmediatamente pedindo ao
subdelegado um gua ordenou ao cheTe de
polica que se dirigiese ao referido lugar e
Tizesse conduzr os ATricanos aporehen li-
dos a sua presengt, o que do Neto se effdC-
tuou, acbando-se setenta e seto Africanos,
que depois de conltdos pelo mesmo presi-
dente, fram conduzi los pefo commandan-
to do corpo de polica Evaristo Jos do Arau-
jo, para urna casa na mesma povoaco dos
lorros onde pernoilararam.deter.ninandoo
l'.xm. presidente qu o chefe de polica ficas-
se ali at reembarcar no dia seguinto em o
mesmo patacho os Africanos apprehendi-
dos, (cando debaixo da guarda do com-
mandanle do brigue-escuua Canopo, que
devia logo Tazer-so de vela, levando em
conserva para o Porto-de-Pedras o patacho
que devia conduzr os Africanos, o com
Suelto ludo assim foi praticado, reembar-
cando os Africanos qns lora ni entregues ao
couimandante do brigue escuna Canopo,
bem cuino quatru bacamartes portenconles
a Inpolafo daquelle patacho,(cando sobre
o comino da praia livre das ondas um l>n-
zilo inulilisadopor falta de urna la boa arran-
cada no lastro; cujo lauxo o chefe de poli-
ca deixou sobre a guarda do respectivo
subdelegado, para delle fazer entrega
quaniu l'or procurado pela repartirlo com-
petente ; e para constar mandn o cliefe de
polica lavrar este termo de adiada e ap-
pieiieosu no qual se assgnou, eeu.Jos
d.iiii de Azevedo Jnior, escrivflo do dele-
gado deste termo o esrrevi.Alcanforado.
t'r. Manoel Rodrigues Ccite e Otcual.--Josc
Paulino de Albuquerque Sarniento.Jos
Garlos de Garvalho.-Joaquim MariuhoFal-
cao.--si conforme ao proprio origina.O
"Ciivo do gerul, Felisberlo Puscdto de
Arauj.i Cima Conferida commigo escrivo
dus leaos, Jos lt.ipli.sla Pinto.
Inde Brigue cicuna Fanny, captao II. James,
carga a meiiuj que trouxe.
Iialiiiiiure brigue americano Julieta, capito
S. Eaton, carga aisucar.
Obstrvac&o.
Sabio e fnndeou no LameirSo.para acabar de
cirregar.a barca prunlaoa ir/lirrniiuu, capitn
F. Smilli.
EDITAES.
Correspondencia.
Vina vos da esquerda -. Entilo no gover-
no representativo o rei uno he mais que
um subdito-?
.V. de Uonlnlembirt: Ao meu ver, o
rei en urna inonarcbia representativa nao
mais quo um chefe nominal, e um sub
Termo de ochada, e npprchenso dos Afri-
canos conducidos pelo patacho l'eliz-Uni&i.
Aos dezaiiove dias do m / de dezembro
de mil oiloecntos quarenti e nove, nesta
povoacilo dos Murros do Camaragibe, termo
da villa de l'orto-de-Pe iras comarca de Ma-
cei, provincia das Alagdas, ah contando
ao subdelegado de polica de S.-Miguel dos
Milagros, Joaquim Uaiinho Falc3o, haver
nesta barra da referida pnvoaco dos Mor-
ros aportado o patacho 'ein-Vaido, precen-
tido, e apresionado po briguc-escuna de
guerra Canopo, quando ja fuudeado eslava
despejando por meio de jangadas a l,m\ s
setenta e seto Africanoi, couduzidos pelo
capiao do mesmo patacho Francisco Jos
limen ; havcndo elle subdelegado reuni-
do alguns guardas Racionaos, passtira io
lugar du desembarque a fazer aapprehenci)
dos Africanos, os quaes so acliavam em tr-
ra no lugar diserto denominado-Reg,
quasi meia legoa distante da povoaca"o, ha-
vendo noticia do se ler evad Jo um Africa-
no, e sobre o-qual passava elle subdelegado
a dr as providencias, alitn de conseguir a
apprelieucfio, ou priso da pessoa q>ie ti-
vesse desencaniinbado logo que esta fosse
OS CONVITES PARA QBAILF. DE MASCARA-
DO, EDIRECCAO DO TIIEATRO DE
AfOCLO.
O caso cont como elle le panoli. Como sou.
begse. senhores redactores, que nos tilas 9 e 11
do corrente tri i lugar um baile na-carado no
llieatrn de Appollo, c que nao era necemario
ser socio parad elle ser adiniltlilo, cnintaiito
i|iii- o |>11 ten.ten te coutnbni.se cun o seu con-
tingente para as despeas, e tivesse boa con-
ducta, etc., etc., acertando de fallar a um ami-
go iij<-ii que he socio do iiirsoiu Apollo, entrei
a fazcr-lnc elogio de taes bailes, por te-Ios va
to em diversas partes da Europa, e elle espun
laucamente promclteu-ine dous bilheles para
"s.is das, c isto cooi toda a certeza, pois con
fiava ua proposta e nopruposto, sem que nun-
ca llie viesse cibeca que parle da direceo
trataria de Tingar caprichos, ou uiesino que ae-
ria alhein aos predicados de delicadeza. Con-
tando com isso, cooio j lia anuos nao quadri-
Ihava, chamo um antigo inesirc c amigo, pas-
so a exeicilai-me nas vultas e reviravi.ltas uio-
dems, e apenas elle sabe, foriiialis com ca
ileias diversos pares, tomo por meu vitvis
mu de l, 11 int ii. e cuineco tocando de bocea
moa qiiadriltia para me eusarar, mas infeliz-
mente embaraceime com o meu vitvis e del
com as nadegas no chao, do que alada boje me
reainio ; todava uaodeaauimei, compro uovas
leas, s.ipatos, chapeo de mola, lalho com o
nirn alf.iiiite, grazioo com o cabelleireiro, at
que lio luiente chega o dia aprazado, e eis-uie
no meio da sal. prompto e testo, pisseandoe
mirandii-me despera dos proinettidos billietes;
mando portidnres para o meu amigo, e eis
que recebo delle o seguinle cscriptinlio:
Amigo, envergouhado nao te levei a res-
posta, a direcco nao o appruvou.a
Coofesso, senhores redactores, que nao pu-
de conler o riso ao considerar-mc naquelle es-
tado. Quanto', pirm, i iiijusiica que nina parte
da direCyjo me fe, litio me causou a menor es-
traulicza, pnrquanto ha j muilo tempo que
eiuiiii-i i o de quanto lie capat a estupidez, e
estnu aenstiiuia.lo a desculpa-la.
ltogo-lhcs, seutiores redactores, o favor de
putilicareiii estas toscas liuli.ii, certos de que
com isto inuito obrigaro ao seu coustaute
teitor.
O Reprovado.
0 lllm. Sr. inspector da Ihegotiraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
do 8 do corrente, manda fazer publico, que,
nos dias 19, 20 o 21, ir a praca, peranle
o tribunal administrativo da mesma the-
souraria, para ser arrematado a quem por
menos fizer, o concert da ponto do Vara-
douro em blinda, sob as clausulas especlaeaJ
ibaixo transcriptas, e pelo proco de i:03t/
As pessoas que se propozerem a esta ar
remataeo comparefam na salla das sessOes
do aobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, polo meio-dia, competentemente
habilitadas
E para constar se mandou afflxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 9 de fevereiro de
18500 secretario, Jntonio Ferretira d'dn-
nunciaedo.
Clausulas especiis d'arremataco.
I. Os concertos da ponte do Varadouro
sero l'eitos conforme o ornamento apresen-
lado nesta data a approvaco do Exm. Sr.
presidente da provincia, sendo a importan-
cia 1.031,000
2 O arrematante cornear a obra no
praso de um mez e acabari no de tres ma-
zos, ambos contados na conformidade do
art. 10 do regulamento das arrematacesde
II dejulho de 1843
3. O pagamento d'arremataco alisar-
se-hado modo determinado no art. 15 do
supracitado regulamenlo.
4. Tolos os matedles sero examina-
dos pelo engenheiro antes de serem em pro-
gados, e approvado lavrai-se-ha um termo.
.1, Para tudo o mais que nSo estiver
determinado nas presentes clausulas, se-
gur-sa-ha inteiramente o que dispOs o re-
gulamenlo mencionado de 11 dejulho de
1843.Recife, 7 de fevereiro de 1850. O
engenheiro do termo do Recife, Jos Mame-
de Alces Ferreira.
- A cmara municipal desta cidade faz
publico que, attendendo ao que Ihe repre-
sentaran! alguna donos de alucinas de fer-
reiro, eslahelecidas Tora da cidade, lem
designado as ras novas do sitio de llercu-
lanu Alvesda Silva na Soledade, e as do si-
tio denominado Campo-Verde, no Corre-
dor-do-Rspo, para coIIocrqSo de Terrarias,
(ieatulo nesla parlo ampliado o seu edita)
de 8 de marco do anno passado. E, para
e instar, se mandou publicar o presento
Caco da cmara municipal do Recife, em 9
de fevereiro de 1850. Francisco Antonio
de Oliveira, presidente. Manoel Ferreira
Accioli, secretario interino.
Rento de Aratijo, Jos Pinto, Antonio Vioira
Martina, Francisco Goncalves Draga, Manoel
Antonio Jos Passos Oliveira, Elwardo Fon-
Ion, ManoeT Francisco Duarte Portuguez,
Domingos \ntoniti de Oliveira Porluguez o
Antonio Jos Enes.
.Theatro de ^.-Francisco.
Grandee extraordinaria representaco pe-
la companhia franceza, sob a direcco da
viuva Rerlcaux.
Esta rcpresentaco ter lugar quinla-fei-
ra, 14 dn corrente, e ser* composta de pas-
sagens de difTerenlea gneros: os aninin-
cios do da fardo menco especial do deta-
Ilie deste espectculo.
ltcparlicf.o dn polica.
Ulm. e Exm. Sr.Segundo as partea bo-
je recbalas nesta reparticSo, fram hon-
tem presos : ordem do subdelegado da
freguezit de S -Antonio, o Portuguez Jos-
de Souza Monleiro, por desobediencia e o
preto Antonio, eacravo de fijlliertne Soa-
res, por assim o haver requisititlo o respec-
tivo senhor : do subdelegado da freguezi
de S.-Jos, o Portuguez Jos Francisco
Galvilo, por haver espaneado a preta Carlo-
ta, oscrava de Joflb Francisco Regs dos.
Anjos.
O subdelegado da fregoezla de S.-Frei-
Podro-Goncalves communicou-me que,pura
ao amanhecer hoje, linha sido roubad a
casa do negociante i.utkens, levando-se-lho
alguns macos do meias de seda e urna bur-
ra de ferro, aqual aeachou anda fechada
no caes do Trapiche-Novo, e foi restituida
ao respectivo dono.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 9 de fevereiro de
1850.lllm. e Exm. Sr. Honorio Mermlo
Carneiro Ceo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia. Jos Nienlo f?-
gueira Costa, chefe de polica interino.
Ocarcereiro da cadeia recolh* a mesma
'joraMEttCio.
ACFANDEGA.
It'iidinuiito do dia II.....11:037,463
Oescirregain hoje 12.
Rarca franceza Leonie manteiga.
Barca nglcza Bonita mercadorias.
Rarea hamburgucza Marianna .lcm.
Brigue inglez fila bacalhio
Patacho brasleiro -- Valentt toucinbo e
queijog.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia II.....3:990,G68
provincias...... 204,162
.1 cmara municipal da cidade de 01 inda s seu
termo, em virlude da lei, etc.
Faz saber a quem ennvier, que.de conformi-
dade cun as ordens do Exm. presidente, vio
de novo a i>r.-i.--> as casinhas da ribeira, avaha-
das em 139,000 rs., as quaes teem de ser ar-
rematadas com o abate da le, e cujas pracas
san nos das 12, U c 10 do correte.
As pessoas que quizerem Linear compare-
eam habilitadas na sala das sessoes da mesma
cmara nos dias mencionados. Poco da caini-
ta iiiitnlcipal, em si-s.-in de 9 de fevereiro de
ts.'io. E cu,Antonio Martins Jos tloraes, se-
cretario interino o escrevi
Rodrigo Theodoro do Freitas, ofllcal da im-
perial ordem da Roza, cavalleiro da de
S.-Rento de Avz, condecorado com a
medalha da restauradlo da Rahia por oc-
rasio da independencia, capitSo de mar
e guerra d'armada nacional e imperial,
inspector do arsenal de marnha, e capi-
lilo do porto desta provincia de Pernam-
buco, por S. M. o Imperador que Dos
guarde, ele.
Faz saber a quem cnnver, que tem desig-
nado para ancoradouro das alvaurengas,
lanchas e mais amharcacfies que se em-
pregan) no trauco do porlo.no servico dia-
rio das cargas, e descargas dos navios, a
parle do Mosquciro, pelo hdo de trra, que
medeia da segunda barca de viga da alfan-
deg* para o sul al a popa da terceira barca
da mesma nlTandega, Meando amarradas de
maneira que n.lo embaracem o transito das
embarcares que tenham de seguir para o
norte e sul do mesmo Mosqueirn ; e para
ancoradouro daquellas dascitadasembarca-
ciies.que no se empregam conatanlemen-
le em laes servicos a parte do dito Mosquci-
ro que Rea ao sul doancoradoro dos navios
em descarga, em seguimento do canal que
vai para a barreta, c a que existe nos fundos
do arsenal de marinha, pelo lado da turne
pequea, para o norte at a praca publica
projecta pela cmara municipal na ruado
Rrum, conforme j so declarou em edital
desla capitana de II de setemtro de 1847
Capitana dn porto de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 1830.Itodrigo Theodoro de Frei-
tas, capitSo do porto.
sposic/lo do juiz municipal da primeira
vara* o portuguez Manuel Jos Guedes Ma-
galhSes, como indiciado em crime de falsi-
lla le.
Secretaria da polica de Pernambuco,
7 de fevereiro de 1850. Wcgueira Costa.
Remello a V. me. o titulo de residencia
incluso, que nesta repartiefio apresentou o
porluguez Manoel Jos Guedes MagalhSes,
o qual foi reconhecido falso, ja porque
uo consta do I i vro donde se diz extrahi-
do. e j porque est falsificada afirmado-
pnmeiro amanuense,que, como signatario,
nelle figura, aliin de que V. me. procada
contra o mencionado portuguez, que se
acha a sua disposif.to recolhido a cadeia
desta cidade, visto estar elle incurso na
penas do art. 167, do coligo criminal.
Dos guardes V. me. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco, 7 de fevereiro de 1859.
/. N. Wigutira Costa, chefe de polica inte-
rino.Sr Dr. juiz municipal da primeira
vara do termo do Recite.
Diversas
4:194,830
EXPORTAQAO.
Despachos martimos no dia II.
Canal, barca nigleza Queen, de 356 toneladas:
eondnz o seguate :
4.8U0 saceos com 24,000 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia II.....2:299,137
Declaracoes.
Movimento do Porto.
po nal. >iui.' no quero reduzir o papa I denunciada; e leudo uesla occasiao clie-
Navio entrado no dia i I.
PliilariVlphia-42 dias, brigue americano Rran-
du-Wine, de 207 loneladas, capilo David C'o-
ueveck, cqulpagem 10, carga farinha, man-
teiga de poico e mais gneros ; a Uatheus
Austin Si C.
Navios sahidoi no mesmo dia.
baha Escuna inglea Commnior, capitn I,
Pralt, carga a mesma que trouxe.
S. Exc. Rvma. manda declarar que, vis-
to eistirem as mesmas causas por que lem
concedido dispensa para se usar da comida
de carne e lacticinios na quaresma, conce-
de a mesma dispensa para a presente qua-
resma, com as clausulas com que a conce-.
deu nos annos passados.
S. Exc. Rvma. manda celebrar missa so-
lemne, qual pretende assistir, nas domin-
pas da presente quaresma, rom semino, na
matriz da Ba-Vsta. Recife, 10 de feverei-
ro de 1850. O padre. Francisco Jos Tava-
rss da (lama.
--OSr. juiz de direilo chi fe de polica
interino da provincia ordena os quatofze
cstrangeiros constantes da rnlaoo abaixo
transcripta,por mim assignada, que no dia
14 do corrento.no up-io- li i.cnmp rera n im-
preterivel Tente nesta ropaiticfln, sb pena
de desobediencia.
Secretaria de polica de Pernambuco, II
de fevereiro de 1850.Antonio Josde Fre
tas, primeiro amanuense.
lula fia a que se re/eie o aviso lupra,
Luiz Gomes, Antonio de Souza Maia,
Francisco Jos Lopes, Manoel Comes Vilas,
Jos Joaquim de Abreu Carduzo, Antonio
Alnude sultara afaor ds Manoel Jos Quedes
Uagaikes.
O Dr. Joo Florines Dias Barreto, juiz
muncipil supplente da segunda vira,
nesla cidade do ReciTe, e seu termo
por S. M. o Imperador, que Dos guar-
de, etc.
Mando ao carceireiro da cadeia, solt da
priso em que estiver a Manqpl Joa Guedes
MagalhSes, quanto pelo crime de falsida-
de, pelo qual presin Mane i na forma da
lei.
Cumpra-se. Recife, 9 de fevereiro de
1850.-En. Francisco Ignacio d'Attayde, es-
crevi.160 rs Ftoripei.
Cumpra-so.Secretara da polica de Per-
nambuco, 9 de fevereiro de1850.Rio-km'-
ra Costa.
lllm. Sr.Tendo V. S mandado rocolher
a esta cadeia Manoel JosGucdosMagilh.le.s,.
tpor crime de falsiJa le, e pondo-o a dis-
posiclodojuiz municipal da primeira vara,
fol-me apresentado alvar de soltura com o-
cumprase de V. S. pelo juizo da segunda
vara, pelo que duvido dar execu^So em-
quanlo V. S. me no ordenar d0novo.
Cadeia, 9 de foverero de 185 Ulm.
Sr. Dr. Jos Nicolao Rgueira Costa, chefe
ile polica da provincia.Ftrwino Pessa da
Gama, carcereiro interino,
||lm.-Sr..Tendo duyidado sollar a Ma-
nuel Jos Guedes Guimaraes, recolhido por
ordem de V. S e posto a disposlco do juiz
municipal da primeira vara, por er o alvs-
r passado pelo juizo da seguoda vara ; de-
pois de submettida a duvida i decso de
V. S., recobo a participado inclusa do jui-
zo da primeira vara avissndo-me que o
mencionado preso passari a disposicSo do
juizo da segunda vara : i vista do exposto
rogo a V. S. se digne ordenar-mo o que
devo obrar
Cadeia, 10 de fevereiro de 1830.lllm.
Sr. Dr. Jos Nicolao Rgueira Costa, chefe
de polica da provincia.Firmino i'tssi da
Gama, carcereiro interino.
O carcereiro da cadeia fique certo de que o
preso Manoel Jos Guedes Magalhes est a dis-
posifo do jui inuiiicip.il da segunda vara. Re-
cife, 9 de fevereiro de I850.--ionf/ivfu Silva.
O chefe clara ao carcereiro da cadeia desta cidade, em
minean a sua duvida pmposia em oilicios de 9
e 10 do crreme, que o juiz municipal da se-
gunda vara nao tem competencia para mandar
soltar a Manorl Jos Guedes Magalhes, embo-
ra a sua disposicSo tenha sido posto pelo juiz
municipal da primeara vara, porquanto (endo-
se por esta repartico, em oiflcio de 7 do cor-
rente,mandado este que procedease contra o
mencionado Magalhes pelo crime de l'alsidade,
nao poda elle commeiler isto a outra autorida-
de por se ihe oppr a expressa disposicao do
artigo (if do regulamento n. 120 de 31 de Janei-
ro de 1812.
Secretaria da polica de Pernambuco, ll de
fevereiro de 1850. Rlgteira Costa.
Pessoas hoje despachadas com pussaporle por
esta reparlic3o.
Para Pcnedo, o cidado Zeferoo Jos dos
Santos.
Secretaria da polica de Pernambuco. 9
de fevereiro de 1850.An/oaio ^ose il Frei-
tas, primeiro amanuense.
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janero sabe o mais bre-
ve possivel o brigue Minerva, por lera bor-
do mais de dous tercos de seu carregamen-


to : quem quizcrcarregar o resto, mandar
* escravos a frete 011 ir de passagem, onten-
da-so com o capitflo a bordo, ou com o geu
consignatario, Francisco Alvcs da Cunha,
na ra do Vinario, n. II, primeiro andar.
I'ara Lisboa pretenda sabir com brevi-
dado n brigue portuguez Caneeicilo-Flor-
de-Lisbi, pdenlo inda admillir algu-
nia carga da praga : tem commo los para
alguns passageiros : quem pretender carre-
jar ou ir de passagem, pode entender-se
com o capit3o, JoSo Bprges Pamplda J-
nior, ou com o* consignatarios, Amorim
lrmfios, na ra da Cadeia, n. 39, primelro
andar.
Para o Rio-de-Jniiiiro sabe, com a
maior hrevblado possivel, o patacho nacio-
nal Vtente; quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao capi-
tulo, Francisco Nicolao do Araujo, na praga
Jo Commercio, ou a Novaes & Compendia,
na ra do Trapiche, n. 3*.
Para Lisboa sabe impreterivelmente,
no dia 27 ilt corrento, por ler maior pirte
de seu carregamento prompto, o brigue
portuguez Novo-Vencedor : ainda recebe al-
guma carga a frete e passageiros para o
que oflerece escolenles commodus: os pre-
tendentes poderflo tratar com Thomaz de
Aqnino Fonseca & Filbo, na ra do Vigario,
n. 19, ou com o capitflo, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na praga do Commercio.
fazercompanhia a urna moga solteira doen-
te, e tratar da mesma fra desja praga. Nflo
seduvda darum brJm salario, sendo pos-
soa que agrade. Na rua Urga do Itozario,
n. 35.
Aluga-seum moleque quo sirva para
o servico interno de una casa estrangeira
com punca familia : na ra do Trapicho,
n. 8.
>3
do sermilo, as s.gradas reliquias do N. S. I lvros do Sr. reveron lo paire Ignacio Fran-
padre S -Francisco S.-Antonio, que esta- 'cisco dos Santos na rus. da Cruz do Reci-
rflo expostas no altar-Ot1. Itoga-se i
limpesa dss ras por onde houver de pas
sar a procissflo.
Leiloes.
Jnaquim Ferreira Mendes Cuimaifles
far leilfio, por ntervengflo do corretor
Oliveira, em presenca do Sr. cnsul de Por-
tugal, o porconta e risco de quom peren-
cer, do brigue portuguez Anna-Adelaide,
en pililo Ignacio Jos de Araujo, arribado a
esto porto, onde foi legalmente comdem-
nado, dppois de haver sabido do mesmo,
carregado deassucar e mais gneros, com
destino a Lisboa : qutrla-feira, 13 do cor-,
rente, ao tneio-dia em ponto, porta da
associagflo com mere a I desta praca. Adver-
te se que o casco do dito brigue, sua mas-
treagSo, pannoe apparelbo completo, in-
clusive a lancha e dous botes, ludo tal qual
os pretendentes pdem anticipadamente
examinar no ancoradouro defronte do tra-
piche do algodilo, se vender som reserva
de prc?o em um nico lote. O respectivo
inventario acha-se, por copia, tanto a bor-
do eem casa do vendedor como no escrip-
toriodo referido corretor.
- C. J. Astley & C farilo lelflo, por
inlervongito do corretor Oliveira, de urna
porcto de phoaphoros em palitos da melhor
qualidade que vem a este mercado, de al-
gumascaixas de couros de lustro, e de ou-
tros artigos proprios para lojas de miude-
zas, para ultimar contas: quarla-feira, 14
docorrenle, stO dores da manda, no seu
armazem, tua doTrapicde-Kovo.
O corretor Oliveira fara Mlflo, por
oniem e em presenca do Sr. cnsul da re-
publica Tranceza, dos restantes hens do fi-
nado subdito francez, l.uiz Vctor Desll-
elos, consislindo em urna excellenle burra
de Trro nova, 33 pipas de cacbaga,
um pequeo sitio, tendo 100 palmos de
frente e 350 le fundo, com alguns arvore-
dos fructferos, cercado de limito e e.-pi-
i)l'o. e com urna pequea Casa de pedra e
rnl m'iI> o n. 33, no lugar da Capunga, su-
ngamente denominado Manguinhn; assim
como de um terreno do cerca de 190 palmos
de frente e 335 de fu mo, na estrada que
vai ao sitio de I). Florinda pela parle do
norte tamben na Capunga : sexta-feira,
15 docorrenle, s 11 horas da mauhflaem
poni, no consulado da dita repblica, ra
lo Trapiche-Novo. Os pretendentes aos di-
tos sitios, casa e terreno, sito convidados a
iieni examina-loa com anlccipagao, eos
que protn lito a cachaba, enlcidSo-SB com
o dito corretor.
Avisos diversos.
Precisa-se de um bom amassador: na
iua estreita do Rozario, padaria n 13.
Precisa-se de urna ama do leite forra
ou captiva, sem cria : pagase bem e d-se
Imni Iralamenlo : na ra da Soledade, nu-
mero 12.
-- OSr. Policarpo Jos de Freitas far p
favor de ir 'ua da Cadeia-Velha, n. 2t, a
negocio de aeu iuteresse
Roga-so ao Sr. J I,. P., morador na
ra do Santa-Rila, ou no Barro, o favor de
apparecer na ra Direila, padaria n. 26, a
negocio de geu interesse.
Casa de eomroissao
9
9
de
*.
m
escravos. i
Recehem-e escravos dn ambos os ?
exos para se venderem de cotnmis- J
silo, para a provincia e fra della, *
garantindo-se toda a seguranca aos 9
inesivios, coa o .-e prava : na ra das 9
Lirangoirag, n. 14, seguodoandar. 9
9
--A pessoa queannunciou'querer alugar
una sala eum quaito, dirija-se ra da
Mnda, no primeiro andar do sobrado de
tres ditos, ao p do da esquina.
dllini'.'-se urna casa estrangeira urna
ama para carregar enanca, e igualmente
pensar : na ra do Queimado, n. 57.
- Aluga-se urna casa terrea, sita na ra
da Praia do-Caldcirciro, n. 15, coro 2 por-
tas, 2 salas, 2 guarios, cozuba fura, quin-
tal o cacimba, por 9,000 rs. mensaes : na
rua latga do Rozario, luja n. 35.
No paleo do C'aimo, n. 10, aluga-se
urna pela captiva para o servico de urna
casa de pouca familia : paga-se bem. Tam -
bca pinga um primeiro andar.
D-se dinheiro a juros com penhores
de ouroou prata : na ra das Laraiigeiras,
n. 14, se dir quem d.
Pretende-se comprar as partes da casa
da biquinha de S.-Ped'0-.Martyr, em Olin-
da, n. 42, aos herdeiros da fallecida Inno-
cencia Mara do Carmo, cuja casa tambero
lio ciinsenhor, o Sr. capitflo Anselmo Jos
Ferreira : se houver quom se julgue com
algum direilo a ellas, queira anuuuciar por
esta ollia.
L'lisses Droz relra-se para os portos do
sul.
Precisa-se de urna ama de leite : na
prafa da luiflo, n. 14.
Precisa-se de urna mulhcr capaz, par-
ai1, ou prela, que seja de meia idade para
BOVVMAN & MC. CALLUM, engenhel-
ros machinistas e fundidores de ferro, mu-
reapeitoaarhente annunciam aos Senhores
propietarios deongenbos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabelecimeoto
de ferro movido por machina de vapor con-
tinua em effectivo exercicio, e se acba com-
pletamente montado com apparelbos da pri-
meira qualidade para a perfeita confeegao
das matores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Rowman & Me. Callum
desejam mais partirularmento chamar a
attengflo publica para a sseguintes, por
terem aellas grande sortimenlojprompta,
as quaes construida na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
irangeiro, tanlo em prego como em qua-
lidade da materias primas e uiflo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhor construego.
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moindos de vento eserra-
as.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguildOes, bronzea e chumaceiras.
Cavilhes e parafusos de todos os tama-
itos.
Taixas, pares, crivos e boceas de Tonta-
ina.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, n prensas para a dita.
Chapas de fogilo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Cuindasles, guinchos e macacos.
Prensas dydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carroso obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portes.
Prensas de copiar curtas e sellar.
Camas, carros do mito e arados de ferros,
ele etc.
Alnt da superioridade das suas obras, j
geralmenle reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanten a mais exacta coufornii-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
deseucomroendas, aproveitandoa occasito
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por ellos honrados, e assaguram-ldes
que nito pouparito esforgos e diligencias
para conlinuarein a merecer a sua couli
anga.
Pela ultima vez roga-se ao Sr. Dr. A.
J. de S. G., morador na cidade de Olinda,
que baja de ir loj de fazendas da ra do
Passeio, n. 21, pagar a quanlia de 137,121
rs. saldo da lettraque V. S. nito ignora :
isto no prazo de tres das ; do contrario,
lera de ver seu nome por extenso nesla fu-
Iha, para ser mais condecido, al que pa-
gue dita quanlia.
OSr. ThendorioTavares Jnior quei-
ra ler a bondade de ira loja de fazondas da
ra do Passeio, n. 21, pagar a quanlia d
39,684 rs. saldo da letlra que lio devedor,
desde o dia 17 de selembro d*> 1836 ; do
contrario, lera de ver o seu nome nesta fo-
Iha, al que pague dita quanlia.
, No dia 3 do corrente ucsap-
pa re ce ti do pateo do Terco untes-
cravo, de nome Sim5o, cor acabo-
ciada, cabello carapinhado, rosto
redondo, bastante giosso e gordo,
que pelas maos parece iu-Ii.mIu ;
he um tanto baixoe falla um ttou-
Arrenda-se, por qualqucr lempo, um
excellenle sitio com opl-ma casa, a qujl
tem commodospara grande familia, na es-
trada do Ciqui.n. 1!, cujo lugar he bem
reeommendavel para preservativo* das fe-
bres reinantes : a tratar no mesmo sitio.
-- Airi'la e-la por alngir o segn lo#an-.:
dar do sobrado da ra larga do Rotearlo, n.
40, que est preparado de novo : a tratar
na ra de S.-Francisco, n, 30. Na mesma
casa contpra-se una porta usla, de 5 pal-
mos de largura e 11 ditos de cornprimenlo
--Precls-sc alugar um bom cozinheiro:
na rua dd Crespo, n. 19, a fallar com Ber-
nardino Maya da Silva.
Pracisa-se alugar um preto cozinheiro:
na rua da Cruz, n. 2.
Antonio Agripino Xavier de Brito se-
gu viagem para a Bahia, a continuar os
seus estados mdicos.
- Arrenda-se um sitio na eslrada do Ro-
zario, com casa do vivemla e proporgffes
para ter 2ou3 vaccas do leite, boa baixa
para capim com algum j plantado: a t ra-
in- na eslrada dos Alflictos, passando a ca-
pella, no quarto sitio.
Ao publico.
Un mogo pernambucano quese'icha des-
arrapado, querendo dar-sa a algum trnba-
Iho, pelo qual possa honestamente galibar
ilguma dinheiro, se olferece aos Srs. ne-
gociantes e mais pessoas commercises,
para cobrar dividas, mediante a mdica
porcenlagem do 20 por cont : tambsm se
olferece para cobrar aquellas dividas que
seus donos jnlgarem pendidas, dando estes
o dinheiro que Mr necessario para se ten-
tar acgOo contra os caloteiros d'agora. Ad-
verle-se que estas ultimas, serilo cobradas
coma porcenlagem de 30 por cenlo, visto
ser negocio de bulir coro lujeltOS galuclios
que comem e nflo pagao : lodas as pessoas
que o precisarem annunciu para irai nvni e
saberem de capacidade do fiador do men-
cionado rapaz.
co fina ; levou carniza de algodao
da trra e calcas de laa parda, e
por baixo destasseroula do mes-
mo algodao ; ha noticia de ter se-
guido a estrada de Santo-A ni ao,
talvez para de l procurar l'edras-
de-Fogo, poi ser estrada por on-
de veio acompanhando seu senhor
em agosto do anno prximo pas-
sado ; roga-se s autoridades poli-
c aes, capiteles de campo ou outra
qualquer pessoa que o peguem c
levem-no rua do Queimado, n
l<, que serSo generosamente re-
compensados, e pagos de todas as
despezas que houverem feito.
Na rua das Cruzes, n. 40, taberna de
Domingos da Silva Campos, ha superiores
bixasde llamburgo, que se venilem e tam-
bemsoalugam, tanto em porclo como a
relalho, por prego com modo.
- O padre mestre pregador effectivo da
capella in.perial, Fr. Jos de S.-Jacinth
Mavignier, encarregado da obra da igreja
do miisso convenio de S.-Antonio do llecife,
tonciona, de coinmum arcrdo com o Rvm.
padre guardiSo, no da 17 do corrente, le-
var em solemne procissflo as santas ima-
gensdos nossos altares, para a igreja ve-
llia da vencravel ordem terceira du mes-
mo convent, passando pelas mas da Ca-
deia, tomando a ponte do llecife, at o
Bom Jezos das portas, dalii seguir al a
rua do Vigario, a procurar a ruado Azeite-
de-l'cixe, e dahi a seguir para-a ponte, i
voltara rua do Colegio, o seguir rua di
Rozario rstreita, e sahir ao pateo do Car
mo, lomando a ruada Gamboa a sabir a'
poito Ja rua nova o vir por ella al a'esquin*
la [raga da Independencia, voltar na ru
das Cruzes, u recolher-so na igreja nov
da ordem. Os liis devotos beijaro depois
DEPOSITO GEKAL m
do superior rap areia-prsta
da fabrica de Gantois Pai- S
Ihet&c Compartida, na Ba- 9
O na. 2
f Domingos AlvesMathcus, agente da #
9 fabrica de rap superior arcia prela *
t> e meio grosso da Bahia, tem aberlo o 4
# seu deposito na rua Cruz, no Recifo -
H n. 52, primeiro andar, mdese achara }
a> sempre desie excellenle e mais acre- 4
tditado rap que al o presente se tem 4
fabricado no L'nsil: vende-se em bo- 4
}> tesdeumae meia libra, por prego 4
+} mais commodo do que em outra qual- ^
i> quer parte. m
% 4
9S999999999999S999M9
Dflo-se cinco contos de ris a prem io
sobre boas firmas, penbnres de ouro, prata,
ou hypotheca em bens de raz : na rna es-
Ireita do Rozario, n. 30, segundo andar, se
dir quemd.
Aluga-sc o sobrado de dous andaros,
na praga da Boa-Vista, n. 6: a fallar na bo-
tica do mesmo sobrado.
Offerece-se um rapaz solleiro para
caixeiro da qualquer estabelecimenlo, o
|ii il ila liailoi- sua conducta: quem de
sen prestimo se quizer utilisar, dirija-so
rua do Hospicio, casa do Sr. l.uiz da Veiga
Pessoa.
Precisa-se de nm rapaz, ou menino de
intelligencia a quem se encanegue diaria-
mente de servir de andar rom papis, para
ajudar a outra pessoa da mesma occupaglo,
pagndo-se mensalmente : na rua cstreila
do Rozario, n. 30, segundo anclar, se dir
quero precisa.
Jos Teixeira Basto, tendo
de rctirar-se brevemente para a
Europa, roga quelle de seus de-
vedores, cujascontas jsaobastan-
te antigs, tenli-tni a bondade de o
mandar embolcar, alim de que
nao seja necessario usar de meios
mais positivos.
Quem precisai de um administrador
fe, o na do Sr. Manoel Figueiroi de Faria
na praga da Imlopendcncia, podo tambom
assignaro seu nome quem quizer ser as-
signante de qualquer das refer las obras.
Os Srs. assiguanles que ja receberam o pri-
meiro volunte do ndice clironologico, dig-
ncm-se mandar buscar o segundo casa do
annuncianle.
d'aurora
C. Slarr & Gompanliia leem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral.quea sua grande fundilo em S.-
Amaro, alm do sortimenlo que constan-
temente tero aeda-se de novo provilla do
rouilas moendas de canna, e de varios ta-
maitos, feilas no mesmo estabelecimenlo
pelos mais peritos officiaes, o com o maior
cuidado e perfeigiio; tanto assim he, que
osannuncianlcsse ufaiiam em garanli-lss
pelo primeiro aun* As moendas inleiras
todas de ferro", construidas as ollloinas
dos aniiunciantes sito milito supcriores'a
quaesquer oulras da mesma natureza que
al agora teem sido aqu orferecdas, pois
aquellas encerram ero si cerloso importan-
tcs inellioranientos resudado oe mais de
20 annos de experiencia e pralica do paiz
-- O abaixo assicnado faz scicnle a quero
interessar que, tendo annunciailo para ser
apprebeudiila una escrava de Manuel Ma-
rinho, de nomet:iculeri>, morador no en-
golillo Po-Santo, freKuzia do Cabo, acon-
tece que no dia 31 de Janeiro prximo pas-
sido Ihe foi entregue urna escrava do mes-
mo nome, que andava tamdcm fgida, e
dizia ser escrava do dito Manoel Mariano,
em va tude du quo tomei conla, avisando
ao mesmo sendor para vir lomar conla, e
por elle me foi dito nito .ser a dita escrava
sua ; passando a averiguar, me foi confes-
sado pola dita escrava ser do senhor Fran-
cisco Manocl de Paula, tendo appollido de
Piloto, residente na cidade da Paralaba do
norte, na rua do Mala-Negro : por isso ro-
ga-se ao mesmo senhor de a maular rece-
ber na residencia do abaixo assignado, nai
rua do Cullegin, n. I, pagando todas as des-
pezas que o mesmo tem fejjo : lambein nd-
verteque se niio rosponsabilisa 'por qual-
quer aconlecmenlo que possa ler a mesma
escrava, e milito monos pela folia.
MatUias de Aieveio Villarouco.
tambom se precisa alugar um preto quo
entenda do servigo interno, e saiba tratar
dd cavallos.
Sfudanca.
JoSo Vigiles, fabricante de piano?, parti-
cipa aos seus freguezes, que rnudou a sua
residencia da rua do Queimado para a do
Rozario larga,primeiro andar da casa n. 28,
ondo morou o Sr. Dr. Netto, aonde acha-
rto sempre pianos de superiores qualila-
doj, cordas, e todos o aviamentos neces-
sarns, cas msicas mais modernas para os
meamos.
Na rua da Cadeia-Velha do Recite, n.
51, segundo andar, ensina-s" ltiro, melo-
nes o plnlosophia, com todo desvelo e per-
feigiio, por pessoa de algum merecimento,
que se offerece a quem queira.
--Aliigam-se eseravas quilaodeiras: na
rua do Collngio, n. 13, das 10 doras da ma-
ndila s 3 ila larde. ________
PjlPHgHajaajaaBBjBjaajBjBjajspaBjHP
t*wm
Compras.
Cliapos (le sol.
Rua do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica da presentemente um rico
sortimenlo dostes objectos do todas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
panninho, por preCOI commo los; ditos pa-
ra senhora, de bom goslo : estes chapos
sflo feitos pela ullima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retioz. Na mesma
casi se acba igual sortimenlo de adl e pan-
liinho.s imitando ledas, para cobrir ar-
magOes servidas : lodas oslas faz-ndas ven-
den-seein porgSo ca retalh i : tamborr se
concorla qualquer chapeo do sol, tanto de
hasteas ile ferro como de haleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: tildo por prego
commodo,
Jos deSouza.Poituguez, participa ao
publico quo do hojeem dfante se assgna-
r Jos ite Souza Braga.
--Precisa-se de uoi amas-ador: na rua
larga do Itozarin, n. 48, padaria.
A iToiis-o J>'s iht Oliveira, profcssnr ju-
bilado na cadeira de geograpdia e disloria
do lyccu desta citado, tem aberlo sua aula
partic ilar do priinciras latirs egrammat>
ca latina : as pessoas quede seu picslimo
se qni/nreni utilisar, p lo .11 procura -lo na
rua Direila, n. 120, segunJo andar.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo Ihesoureiro, Manocl Gonga-
vel da Si'va, pretende nito Iluda a expee-
tacito do publico com anmincii s importu-
nos do andamento das rodas desta lotera ;
esforgar-se-ha quantn couborem suis fr-
gas para rom .1 po-sivel presteza annunciar
o dia, alem do qual nflo devera passar a os-
C'ompram-se escravos de am-
bos os sexos de bonitas figuras,
com habilidade e olHcios, de ida-
Je de 1 a a ib annos, para fra da
provincia c para trra : pagim-
se bem se agradarem : na rua dis
Larangciras, n. 14, segundo an-
dar.
--Compra-so o diccionario inglez do
Vieira formato grande na p-aga do Com-
mercio, n. 3, primeiro andar. Na mesma
casa vendom-se caixes para assucar, por
prego commo lo.
(atmpra-se ralgado feito na torra, para
liomuin, senliora e meninos, de tolas as
qualiJades: def;oiite do nixo do Corpo-
Saulo, na loja nova sila na esquina da 1ra-
vessa que vai para a rua do Vicario. Na
mesma loja se vende a relalho sola, mar-
ruquins, bozerio, couro de lustro, couros
de cabra em branco e tintos, e todos os
mais preparos para o oflicio de sapateiru.
Compra-se urna canoa de carreira, do
um s pao, usada, mas em bom estado, e
que seja maneira, de modo que quatro d-
meos u possa O transportar para qualquer
parte : quom tiver auntincie por esta Tolda.
Compra-se Chnrnoves, livio de roedi- '
cia : na rua Direila, 11, 14.
Vendas.
endem se barricas e metas
V
ditas com superior farinha galeg),
chegada prximamente : na rua do
Trapiche, n. 36*.
Vende-so una pnrgflode courinhosdo
cabra desofliivel qualidade : na rua da Ma-
dre-dc-Deos, loja 11. 34.

Veiidem-so urna mulalinha de 14^3
.-linios, nimio linda, e que rose h ni; *
urna moleca de 16 annos, que cose, ^
engomma e cozinlia bom; um mo- ^
lequede 9 anuos, muio esp-rloo ^
bonito, e que he ptimo para apren- x?
U> dor qualquer ollicio; um preto de -
nagfio, dS5 anuos, bom compra- dor, niuito diligente, sem vicios, e "3
por isso ptimo para o servico de ^
11 mu casa ; e mais alguns escravos: T
na rua das Larangciras, n. 14. ^
iAA,...............""^
para qualquer engenho longo que seja, dilp#r(nca Jos .-nnipradoros j porque entende
rija-so rua Direila, n.43.
Precisa-sede um menino para caixei-
ro : prefere-se os de fra da praca : na rua
do Livramento, n. 19.
A abaixo assignada, viuva do fallecido
('aciano l.uiz Ferroira, roga aos credores
de seu casal que queiram apresenlar suas
contas correntes na loja n. do Aterro-
da-Boa-Vista aflm de serem attenddos 110
inventario a que vai proceder.
Rufina Antunee de Oliveira Silra.
-- Precisa-se do urna ama de leile, quo
uo tenhn filho : na rua da Cadeia de S.-
Antonio, llotel-Commercio.
O abaixo assignado avisa as pessoas
que teem penhores em seu poder, de os ir
lirar no prazo do 15 lias, contados desta
data ; do contrario, (Icario pertencendo ao
abaixo assignado. Francisco Netlo de A:e-
redo Coulin/10.
-- A' casa da residencia do Dr. Lourengo
Trigo de Loureiro, no bairroda Ua-Vista,
rua da Saudade, defronte do Hospicio, p-
dem dirigir-so por carta, ou pessoalmentc,
que a essa illusflo em que alguns teem por
vezes deixado o respeitavel publico, se de-
ve essa especie de descrdito, que tanto
lem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso limita-so por ora a annun-
ciar a venda dos bilhetes, e a extrahi-los
com lodo o empenho, alim de poder asse-
eurar aos compradores o dia em que deve-
r ella mprelorivelinente correr.
A vantagem do plano j publicado e o fim
religioso para que foi esta lotera concedi-
da, convida o seduz os tentadores da sorte
a concorrerem sem demora para a compra
Jos iiiini'ros que liles preparam a suave
acquisiclto de bens ua fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe semen-
t da diminuta quanlia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-h3o os bilhetes : no
Recite, lujas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica de .Inflo
Moreira Marques, no pateo da Matriz, e de
Francisco Antonio das Chagas, na rua do
Livramento ; loja de liernardiuo Jos Mon-
ate o fin do niez de fcverciro prximo fu-jteiro, pracinha do Livramento, n. 44; no
turo, lodas as pessoas, que quizerem ser Aterm-da-Boa-Visla, lojas de Guimarfles,
assignanlrs lo novo compendio de pralica n, 44.,. je liuarte Boiges da Silva, n. 18.
do processo adoptado pela congregaelto dos iflifJGOGOOO000Ss3O0S>
lentes do curso de sricnnas sociae e ju- jr^^*'^' -v-w-v vw-w
ridicas de Olinda para a segunda aula do
quinto auno, sendo cinco mil res o preco
da assignatura decada exemplar; e em to-
do o tempo as que o quizerem ser do intc-
ressantissimo ndice chronologico da Ic-
gislagflo brasileira que ha di conter em
oito volumes infolio,ou poucomais, toda
a legislagflo brasileira vigente desde 1833
al 1848, a qual, com a que est revogada e
a que tem cabido em desuso, compenas
cdtecgOes acluaes vinte o tintos grossos
volumes, e cusa para mais de 150,000 rs ,
entretanto quo o prego da assignatura do
referido ndice he a pequea quanlia de
31,000 rs. paga aoreceber o 1. e3.* volu-
mes, de queja existem varios ejemplares
em poder do annunciantee brevemente su-
bir a luz o lerceiro volunte. Na loja do
G Alugam-sn e vende r.-se as verda- Q
Q deiras hixas de llamburgo : na praga j
q da Independencia, n. 10, ao voltar n
n para a rua das Cruzes. q
Na rua Direita, padaria n. 36, da-se
pito de vendagem a pretas sobro a respon-
sabilidade de seus senhores.
Precisa-te de olflciaes de sapateiro, as-
sim como tambero se admitlem aprendizes
forros ou captivos : na travessa da rua do
Vigario. loja nova.
Precisa se alugar urna preta que saiba
lavar, engommar e coser, para urna casa
estrangeira : na rua do Torres, n. 34, daa
II horas al s 3 di tarde. Na mesma casa
. *
>
Vendom-so, na rua do Crespo, n. II,
llvros para aulas, como sejain 1 Selecta, a
790e 1,000 rs. ; Crummatioa por Moura.a
6loe800rs. ; Salustio, a 800 rs.; Crjm-
iii.it c.1 i 11 gIez e franceza : Charin, pbilo-
sopba, Diccionario portuguez e francez;
Kscriplura sagrada ; Cloquencia nacional ;
Memorias histricas de IVrnamhuco, 4 v.
novos, pur 8,QflO rs. ; e oulros muitos li-
vros.
Na praga da Independencia, loja ns.
37 e 39, de C. G. Ilrockonfeld, vendom-se
ricas maulas e veos de Mi o blonde; luvas
de fil c seda bordadas ; lucos Je blonde,
seda, I julio, o algodflo ; ricas litas do seda e
garga para cinto e Chapeos ; lengos de seda
para pescogo o algibeira ; crep e fumo;
prine/ j ; alpaca ; lila ; panno tino ; meiag
de seda e do algodflo de lodos os tamaitos,
branca.se pretas para senhora, menina, d-
meme padres; chitas de novos padroes;
madapoles de todas as qualidades; panno
de "hu, o; haniburgos; algoditozinho ; o
muilas fazondas finas para vestidos de so-
niiora, caigas, rlleles, etc.: ludo por pre-
go inuito barato.
Vende-se urna escrava de Angoia, com
cria, a qual cozinha, lava, engomma, he
quitandeira ; nflo tem vicios noin achaques:
na rua de S.-Amaro, n. 16.
--Na rua do Vigario, armazem n. 11, ven-
de-se excellenle vinho do Pullo, o inelhor-
quoha no mercado, em harria de4"e5*;
tari nia de trigo de SSSF; dita autor gale-
go ; dita americana de dilTerentes autores,
tanta COI bal ricas, Como em un ias dilas;
polaca em lu 1 iis pequeos ; saceos com ce -
vada e ccvadinha ; arcos para barricas e
barris; tabous de forro de pinho, po, 1 ias
para fundos do barricas ; relroz ; panno de
linho do Porto ; canaslras coro aillos e ro-
ldas de curtiga ; peneiras de rame de la-
tflo ; c penles de alisar o cabello.
Agencia de Kdwin illaw.
Na rua de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
mniiuv Coiiipaiiliia, aclia-se conslanteniente
um grande sortimenlo de ferragens nglczas
para engeudos de fabricar assucar, bem
cuino taixas de ferro coado e balido de dif-
terenles tamanhos e modelos, moendas
de dito, tanlo para armar em madeira como
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
chinas de vapor de frga de 4 cavallos, alta
pressflo, repartideras, espumaderas, etc.
de ferro estanhado. Na mesma agencia acha-
se uro soriinienio de pesos para balangas ,
escovins pea navios, (erro om barra, tanto
quadeado como redondo, safra para ferrei-
ro e urna porgito de tinta verde em latas:
tudo por barato prego.
-Na rua Nova, n. 35, j tem folha de
Flandres de superior qualidade, para ven-
der barato aos seus freguezes.
Vendem-se 5 apolices da companhia de
Beberibe : na rua da Cadeia do Recife, ar-
mazem n,"64. -----_


*>..*
Ao barato, freg"czes.
A i,800 rcis.
Na lnja dos liara'lciros da ra
do Quehnndo, n. \7, veiidem-se
corles de cotin. franeczes, escu-
ro, muito encorpados, (ingindo
casimira, a 1,800 rs. ; ditos de ca-
simira de cores, a j.ooo e G,ooo ;
ditos de meia casimira, a 2,000 ;
ditos de collete de velludo de co-
res, a .>...") o o i ditos de sarja de
cores, proprios para o diario, a
800 ; ditos de gorguiao de linlio
e seda, a 3,800 ; ditos de fuslo
de cores finos, a 9005 liscados
111 nslros, muito largos, a 090 o
covado *, ditos iancezes, a 1G0 e
nao; rastores de cores, a 240;
chitas decores finas, a 2oo e aao;
panno fino prelo, a 3,000, 3,5oo,
4,000, 5,ooo e 6,000 o covado;
-- Vendem-secortes de cimbnis de co-1 Vondem-se r-epns de madapolSo com 20
res, pelo barato preco do 2,000, 2,500, 3,000. varas, e com algum toquede arvaria, a 2.5C0
3,.r>00 e *,0O0rs.; cambraia de soda, a 3/
rs. : npias para meninas, a 100 rs.; lila
com lislras de seda, a 600 rs. o envido; lan-
yinlia propria para rnupa de meninos e ves-
tidos de senhora, a 210 rs.; 13a superior pit-
ra calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dilo e seda com franja, 1 600 rs. ; crt-1 de
rollete de. velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
sa-ebita, a 400 rs 1 vara ; girca de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado, e outrss muitas fazendas por
barato preco : na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquim de Oliveira Maya Jnior.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassaj
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
lempo se nao vende: nc rtecife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Farinfla de muodioen.
Na roa do Qoelraado, n. 14, loja do fer-
ragens, ainda ba Kl|iin>ns saccas-da boa
familia de mandioca, muito alv8 e bem tor-
rada ; bem como urna pnrcAn de peonas de
cmi, proprias para espilladora.
Venile-se viudo do Porto muito supe-
rior, em barril de quarlo c quinto ; farinlia
de trigo de Icidus as qimli.iailes e em meias
huiricas; rclroz do pnrto, irlincira quali-
dade: panno e meias de linlio ; arcos bar
Dnicas ; farinlil de mandioca em sacras
grandes 6 a garu! a bordo da sumaca >.-
S.-tln-Carn.o: ludo por preco commodo
na rua i!o Vigano, n. 11, piimeiro andar,
casa de francisco Alves da Cunha.
cortes de cassas pintados, finos e
modernos, a 3,5Co ; lencos de se-
da de cores finos, a a,a4 5 ditos
prclos e de cotes para" giavala
tarjas e casimiras pelas : t'^do pa-
ra ullimrcao de contas, e por me-
nos preco do que em entra qual-
quer parte.
Ao barato.
Panno da Ctsta, com 8 palmes de largu-
ra, a 320 rs. o covado, proprio par.- pannos
de prelas, cuberas e qualqiier obra d<; es-
cravos : na rua da Cadeia do Recife, n 20,
loja.
Vcndcm-se saccas com muito boa ra-
ruili.i de mandioca, 2,500 rs. cadi sacci :
na rua da Cadia do Recife, ao p do oteo
da ConceicSoejuntoa botica do Sr. Anto-
nio Pedro das iNeves.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da ltussia, da
mais nova que lia no mercado, por prtco
commodo : na rua do Trapiche, n 17.
Vendcm-se 2 cnrrenles para sendera,
urna dill i ara relogio, dous relogios do
nuro, sendo mu pairte ingle/, 1 Iranee-
lim, medaliias, conloes, miielArs, cruze,
1 corico, e outras ohriS de uto, 6 collic-
res de prata pan ed, e un coco para s-
suear, un pian prop io para aprender : na
rtia estrella do Itozario, n. 28. segundo in-
dar. Na inesma casa so dii quem d di*
nheiro a premio.
AGENCIA
da fundicao I.ow-Moor,
RUA DA ShNZALT.A-KOVA, N. 4?
Neste estalielecimento conti-
na a haicriim completo soiti-
mciilo de moendaa e meias mofli-
das, pur engenbo ; machinas d6
vapor, e tachas de ferro batido t
toada, de todos os
pata dito.
Tahras para eng-eiiho.
Na fundicHo de ferro da rua do Brum,1 J{oym7dicoV'mBi celebra,' qu do'ci-
acal.a-sc.de recelar um cumple o son.men- ,-crdo, sobro luai precio* quali-
..os de horca as -
quacs acliain-se a vernta por reco com-
oodo e cun promptidSo embarcam-se,
tu rarregam-ie era carrossem despezaste
omprador.
(omina de engommar.
Veiidcm-so saccas com muilo superior
gnmma de enpominar, a 9,000 rs. Cada sac-
ca : na ruado Amoro, n 35, casa de Tas-
so Jnior.
Oh!
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de Irigo trn-
cela de Provenca, chegada ltimamente de
Maist-lha : em casa de J. J. TlSSO Jnior, na
rua do Amorioi, D. 35.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S.-Amaro,
vcndcm-Se arains de ferso diversos mo-
delos.
Cal virgem.
C.ni ba & Amorim, na rua da Cadeia, n.
50. continuara a v. nJer barris com cal de
Lisboa, da mais nova que lia no mercado,
por isso n ais barato do que em outra qual-
qiier parte.
-- Vendem-se amarras ue i/rro: na rua
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
--Vende-se nm escravo da Costa, mogo,
liom trabalhador, muito diligente,e!por isso
proprio para o servico de una casa e ga-
libar na roa : na rua Direita, n. 69, padirii
de Antonio Alves de Miranda Cuimar.les.
Chocolate de satirio.
De todas as substancias alimentares, que
sendo em si-u principio consideadas como
cousas i!e luxo, tornam-se pelo lempo adi-
tamlihos, "ntedeiimuso geral, o chocolate pode sen
contradicho, oceupar o p imeiro lugar.
Effeclivamento. ouauus pessoasnSove-
mos nos i referir boje ao uso Jo quvote caf,
o uso do chocolate e insto seguir opiuifio
o .r.... ... .u.. uu nruu<, j0 m,.JiCl,s maig cu[ -
erum cumple oso.timen- mm lcc6r.lo, sobro
e bocea as (]li|( s_ 0 in,riin, cnift um do ns#0 ni0.
lines estoma'ICOS aquellas pessoas, cuja
sau'dede di-til edelicada!., Preserevem-
no aos scus doentes, i cunselham no aos vc-
Ihos eo recommendam s n-Bis de familia
pma seus fillios. Km urna palavra, o con-
sumo veidadeiraniente cxlriurdinario que
Indas aa clisses da sociedade la'zem deste
alimento, de o n ais bello elogio que nos
Cliegou do UiranhSo,
e 2,600 rs. e limos a 2,800 rs.; pecas de al-
godilozindo muito encorpado com 20 jar-
das, a 2.240 rs.; pecas de chita com algum
loque de ivaria de chuvi, a 4,200 rs. ; um
.noleque bom ro?inheiro : atris do thea-
tro velho, n. 20, primeiio andar.
Novo sor timen to de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6. ao pe
do lampes o.
Vende-se cassa-chiti muito fina, de bo-
nitos padrees, cores llxas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado ; cassi fnncezi de quidros, muito
fina, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
traadelinho, a 240 rs. o covado,- brim de
algodlo de cores com lislra ao lado e de bo-
nitos padrfles, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, i 1,500 o 1,600 rs. o corte de
dnas varase urna quarta ; cissi preti com
ramagem branca para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covido ; dito izul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covido ; chitas de
bonitos padrOese cores flus, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlalana, a 500 e
S00 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, 640 rs.
A bordo di brigue S.-ioi, chegado
prximamente, vende-so farinha do man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do que em outra qualquer parteros
preirndenles dirijam-se bordo do dilo
brigue, fondeado defronle do irsenal do
guerra, ou ao Hecife. rua da Cruz, n. 66.
amado Crespo, n. 15, loja de Joa-
quim de Oliveira Maya Junio', ha, alcm das
fazendas ja annunriadas.e de outras -mul-
las por barato preco, um sortimento de lin-
dos chapeos de sol, de panninho estampa-
do, muito proprios para os meninos o me-
ninas que andan na escola, e mesmo para
as senhorasqne ainda estilo no campo, pe-
lo pre^o de 2,000 is.
Vende-se superior farinha
de milho em porc5es. e a retalho,
tendo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte: na rua do
Brum, q. 28.
A 3^000 o corle.
Vendom-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padiOcse com 6 varase meia, pelo
diminuto preco de 2.000 rs. o corle na
rua do Crespo, n. 6, loja 10 p do lampeo.
Farinha Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nha fontana que lem viudo a e>le
mercado, chegada ltimamente :
a trotar com Wanoel da Silva San-
tos, no armazem do Annes, no
caes da Alfandega.
g
fl) Na loja do sobrado amnrello nos
r?, qualro-cantos da rua do Queimado, $
q n. 29, vende-se, pur precos raso- Q
^ veis, sarja de seda pret, 1 verda- q
'n deira hespanbola, bevendo varias ^j
( qualidades para se escolher; set-m
~ prelo de Maco, muilo encorpado, X
i lustroso esem gommi, proprio para S;
S veslidode senhora ;Jimios l< pre- g
y tos bordados de seda o com lindos J*
fi desenhos, fazenda superior ; meias W
O de seda de peso ; um completo sor- O
9 lmenlo de pannos pretos finos, pro-
-i va de limito, havendo urna qualida- <3
<3 deque le ornis lino que aqui tem O
C.-1 ippaiecido ; casimira preta clstica O
de diversas qualidades ; selim preln ^
f.j de Wacso, muito superior ; chapos Q
1 ir', francezes de superior qualidade e di a
T
cado
dos-ns-Santos.
Na rua da Cadeia, n. 5V,
Ihe podemos lar. ctiegou do lliranhfio, J j,, mod nutras fazendas fi-
sonde he fabricado, um novo sorUnenlo i W nM lU()o por prec0 de agradar ao S
Farinha de mantiinca.
Vende-so a tordo do pilucho ndvtiria,
chegado de San-Mallieus.Tundeado defronto
,-, a 1 ,------ :....' ..------ .. in as: iuuu mu riiiu u otiouoi .
TeCldOS de alilOdaO trail- lesle cl.ocolat ja bem condecido neMa n- fi? fomprador.
_ jdadepor minias pissoas que lem fulo USO IV
CadO lia labriCa (le JO- dolle.aconslaiitementaaevendenomeamo 0000000990909994
lugar :'i annunciado, na venda da rua da
Cadeia do llecifo, n. 25, defronle do llecco-
Lsriro, a 480 rs. a libra do n. 3 eulrc fino, c
a 60rs. o de n. 4 lino,
vendem-se por atacado dtus qualidades, j Vcndcm-se lons queijos Ion trinos da escadmlia do Collegio, a melhor fari-
proprias para saceos de assucar e roupa de! ditos de pratn muilo frescaes e de superior rll", I1"',,a '!n niercado, por ser muilo no-
qualidade, presuntos inglezes para fim.'va, em grandes ciequonas porcOes, e por
l.re, ditos pnrtuguezes rara panella, latas rrec0 n,",s commodu do que em outra
com 2e4 libras de miruielada, dilas com i lualquer parle : trata-se a bordo do dito
holicbinba de Lisboa, ditas de sardjiha, di- ,'"rco' "" ''"* ''" N lBi"",' ,9- co Ma-
tas com hervildlB, frascos com conservas
inglezas, queijos de quallia vindos do Cea-
Ir, por barato preco, maulas de touciulio
escravos.
Proprios para a qna-
res na.
Na rua do Qucimido, vindo do Itozario,
segunda loja, 11. 1H. vinde-so panno
piova de I i ii- fio sarja preta l.espanhola { inglez de funieiro,dei 7 a 8 libras cadauma.c
selim pulo do Maco, multo bom e proprio, outros muitos geiu-ros de boa qualidade :
paia vestidos, por ser muilo mielo; rlia-, ,ia rua da Cruz, no l'.ecife, n. 46.
malote de listrss; Id* pretos, grandes a 7/1 ir I 1
e pequeos a 4/; e outras multas fazendas; Gs (1115 (* !tri!().
por commodo precu.
IVendo-se urna preta boa
lavaileira ; urna dita boa vendede
ludo, o que se ali: m;a ; duas es
ne(,rinlia de 16 anuos, com
haliiliiladt'S ; um prelo de 20
cozinbelro; um uiio bom Imlieiio o copei-j ,,j,r^ nie'ninos, a '2,500 is.; e outras
vo : na rua do Collegio, n. 21, se dir quem ius fazendas por puco comniodo.
vende.
mu-
BATATAS.
Aioendas superiores.
Na fundicilo de C. Starr & Companbia ,
INo armazem de Francisco Das omS.-Amaro, acham-se a venda moendes
Ferreira vendem-se .p.rior \Eg*ff* 'Si*"**00
blalas a Goo rs. a arroba.
Vendem-se 7 lindos muli-ques de 12
18 alios ; 9 pelos de 20 a 30 anuos, sendo
um driles ptimo sapateiro ; 3 pardos de
161 20 anuos endo um deMes ptimo co-
/inhi-iio ; 3 pardas do 14 a O anuo-, cun
habilidades j 4 pn las do 18 a 'U annos,
eotnalgumns habilidades, por jeso propria.
paraUuoo s.-rvico: na rua do Collegios
11. 3, se dir quem vende.
--Na rua das Cruzas, 11. 22, segundo an-
dar, ywidein-se 10 eacravoe, sendo : urna
bnniir'iouln de 18 anuos, com algumas
li.il liid.li .->; um casal de escravos de ni-
Deposito da fabrica de
Todos*os-S<"iitos na liahia
Vende-se eiti casa de fj.O. Hieber & C.
aa rua da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito pioprio para[saccos
de assucar e roupa de escravos.
Vende-so um escravo peca, de 20 an-
nos : na rua do Crespo, loja da csijuina que
vi.lia (ara a cadeia.
Veiuiem-se bala lis novas, a 40 rs. a li-
bra; figos do comsdrtv-* 100 rs ; feriaba
do M rail*.o,a too rs. no pateo do Carao,
n. 2, venda nova.
Vende-se papel para exlrabir copi
cao, de niela nlade, tom um lilho molrqui-,
multo lindo ; una crioul. de 20 amius com
um deleito em umollio; um escravo opl-'por machina, proprio para rscriptorios' de
uia paia o servico decampo; un moleque' negociantes nieioiiies e estrangeiro* : 11
*be 13 aunos; e 3 escravas quilandeiras. Jrua da Cadeia, u. 45
diado & Pinliciro.
JNo irmazem do barateiro,
Silva Lopes, na porta da alfande-
ga, vende-se farinha fianceza no-
va, da melhor que vem a este
mercado, e de outras qualidades
de l'hiladelphia.
ovimente i rua di Sen-
relogiosde ouro opiata
n homem e senhora.
de cera.
Vendem-se caixas com ceri em velas, fa-
bricadas no Itio-de-Janeiro, sorliJas ao
gosto do comprador e por pieco oais com-
modo do que em outra qualquer paile: a
tratar com MachaJo & l'iiibeiro, na rua do
Vigario, n. 19.
Arroz a 50 rs 1 libn e 1,400 rs. a
arroba, sendo em ssecs anda* por menos
espirito de 37 graos 1 1,000 rs. ranada:
n paleo do Hospital do Panizo, venda
n. 20.
Na botica da rui estreita do Itozario,
n. 10, e no armazem de drogas o tintas da
roa da Cruz, no Hecife, defronto di Inja do
Sr. padre Ignacio, vendem-se garrafa de
muilo bom oleo de ricino ou mamona, a
800 rs. e mais pequeas, 1 500 rs.
Na rua da Cruz. n. 28, segundo indar,
vende-se una parda de 24 a 25 anuos, por
preco commodo, por ser defeiluosa, mas
muilo boa pria iodo o servido de una ca-
sa de familia.
Vendem-se 3 mulatinhas de 14 a 18
anuos, ; 4 mol coles de 10 a 18 annos. para
lodo o servico ; inegrinliasde15 a 20an-
a I nos ; nina prda do muilo doa conducta ; 5
Jescnvas mocas: na rua Direita, 11. 3.
ue bella ; ecbin*
chs!
Vendem-se lingoKjas do porco, do ser-
to, a 320 rs. a libra ; fi^os da commadre,
a 120 rs. : nos quatro cintos di Boa-Vista,
esquina do San-Concalo, venda n I.
-- Anda lia pin le vender peixe Salpre-
so o secco, vindo da ltadia-da-Trai(3o ao
lado do Hio-Grande jlo norte, por prego
commodo : na rua das Cruzcs, n. 40.
Potassa nacional.
Vende-se potassa nova da fabrica nacioml
do Itio-de-Janeiio ao daratissimo preco de
180 rs. a libra. Ossenhoresdeeogenlio de-
vem todos mandar comprar desta potassa
Qm de animar 1 fabrica que com tintos
sacrificios se estabeleceu e foi causa de
baixar a es le preco : na prici do Comraer-
cio, d. 6, primeiro andar, escriptorio de
Minoel Ignacio de Oliveira.
Vende-se um cavsllo gordo com todos
os andares, o qual he esquipidor sem se-
gundo: ni cocheira do Pessoa.
I'll\ltMW:i.\ FRANCESA.
Xarope peiloral alibanle d qomma dtangico,
preparada por Luis llottenluit & C. boti-
cario chimico da esculla especial ile Part.
A gomma de angico he condecida e ero-
prcgadi da muito lempo pelos habitantes do
interior do Brasil, como um excellcnlo re-
medio para as mob-stias de peilo ; mas em
um estado tal d'impuresa, contendo corpos
eslranhns, que muitas vezes impediodo
seus ell'i-i tos, lu iiivam suspeitas suis pro-
piedades, e iiln igavam o doento a tomar
urna porr;So de materiasenlranlias, nSo obs-
tante que inertes, mais que noentantodif-
icultava oseu uso.
Iloje, emlim. esta gomma he por nos le-
vada ao mais alio grao de puresa, e assim
com ella preparamos o nosso xarope lito 1-
gradavol e fcil de tomar como promptoc
eficaz nos seus resullados. lis mdicos des-
ta cidade e outros muitos que teem obser-
vado seus efleitos. provamsua superiorida-
deahsoluta para a cura das inflammacOes do
peilo, toces, defluxos, catarros, escirros de
sangue, etc. ; e applicam aos seus doentes
como o melhor especifico al boje conheci-
do. Chegou do Maranhflo, aonde he fabri-
cado, una quanjyade deste xarope ja bem
conhociilo nesta^idade por muitas pessoas
que delle tem usado: constantemente se
vende no mesmo lugir j annunciado, oa
venda da rua da Cadeia do Itecife, n. 25, de-
fronte do Itecco-Largo, a 1000 cada garra-
finha, acompanhando nmreceituariodo seu
autor.
~ Vende-se um moleque crioulp, de 7 a
8 annos: lambem se vende um sitio ni
Passagom, no lugar de llemlica, ao p da
estnda nov, com boa casa de vivenda,
bastantes larangei'is, um gnnde poco de
agoa de beber ou trocase o mesmo si-
tio por alguma propriedado nesla praca
anda que so volte algum dinheiro, con-
forme o ajuste : vendem-se mais duas lan-
chis grandes que se acham no Korledo-
Mattos.ao p do estaleiro do tinado Sin-
Tiago ; bem como umi pnrclo de cobre ve-
lho de forro de nivio ; una porciJo de ta-
boas de lniro e ainarello .- ludo por nreco
commodo rjia rua da Cadeia do Recife, n.
5i, loja de fazendas.
o o
Q Vende-se urna carro de 4 rodas, pa- Q ra 2 cavados, por muito diminuto gj
O
pre^o : lambem troci-se por um ca- q
O
briol"!, ou carro de 4 rodas para um
O cavallo: quem pretender annuneie,
O ou dirija-so a praca do Corpo-Santo, O
0 n-2. O
0999999999990999
Xarope do bosque
pata cura de phlhisica em todos ot seus dlfle-
renlra [_'"-. qut'r motivada por constipa-
cfle, lame, aslhui.i, pleiirii, eicarros de san-
gue, di'/r de costado r pello, palpitacao no
rcir.ii-.'iii, coqueluche, brnnchiu?, dAr na gar-
ganlae ldalas molestias dos orgaos imlmu
nares.
De todas as inoleitlas que por heranca cain
ao corpo humano, mn I) ii 1:1a lia que mais des-
triiullva lenha sido, ou que tcnhazombado dos
esforcos dos homens mais eminentes cin inedl-
cini do que aqurlla que he geralinenle conde-
cida pnr melettia no bofe. Em varias pocas
do secuto posando leni-se oflerecido ao publico
difl'rrentes remedios com itlestadns das eatn-
i'i (linarias curas ipie cites teem frito, pin ni
quasi que rm todos os casos 1 illusao lem sido
apenas passngeirn, e o dorntc torna a recihlr
envpelor evladii do que se achava anici de ap-
plicar o renifdio tao recoinmrndado : oulro-
lanio uo acontece coi este extraordinario xa-
rope do lintque.
O proprictario ao principio foi intimido a of-
ferecer este xarope ao publico, depois de trr
ell'ectuado em si meimu una cura permanente,
e depois d; trr a opinio dos nrluiriros mdi-
cos da Europa e dos'Ksladm-Unidos, de que
seu estado ji nSo dava cspi-iancas de melbori,
e' era como segu. No auno de 1837 apanhei
urna 1,-1 linde cunsiipi(ao que me atacou o pei-
lo, e todos os svinploinas de phthisicfi pulmo-
nar logo se srgiiiram. Ku linlia nina tn-.se ron-
liuunda rom dor lio peito, salivava una flru-
ma dura e algumas vrtrs inisinr.nl,1 rom san-
gue, nina tiln- tica, simres de noile, rina-
greri rapidaurnlr, e rm punco teinpo fquei
rednzido rxtrema di-bilidade.
Os meus inedicos frntre os quars liavia al-
guns dos prinripars dos 1 M.nlns-1'nidos) jinua-
mente com meus amigos prrderam toda a es-
peranca de meu inrllioraim-nto, c rspcravam
que cu brevemente succuinbiria.
Nesle estado de molestia por casualidade en-
contrei com una amiga rrcrita dos Indios, e
resolvi me com o conscnlimculo dos meus me-
dial a experlmcnta-la, visto t> estado drses-
prrudo do inru caso.
Qual nao seria a adnilracao dos meus medi-
ros, e o mi 11 1 initi niaiiii 111<> vendo que desde
que piinripifi a lomar firopr. rmilirri Iopo
urna mudanca no meu yatrma, e pela couti-
nuacao do uso a molestia inndiiton, os iiih.ii.
res ioi 111.11 au 1 cabrc e iriebriitarain linean-
do grande portan de sangur e materia. Depois
de ter c-onltuuado pelo rsparo de 3 inr/.es com
0 remedio, a luiulia molestia cessou inleira-
inei.ie, e achei-iiie rrslabrlrcido de perfrila
s unte, o bofe desde aquellr lempo tem conti-
nuado si tu a menor altrclatao de enfermida-
de. fiestas circumstancias lie i|iie me resolvi
ao principio a ollerer-ln ao pulilico, fiiitie
iiirnic convencido de que lie o nico rcuredio
que se tem drscobrito, no unai se pdde ter
i-iinlianca para a cura de phthisiea pulmonar
1 111 mi onde lodos os ufis remedios linbam ta-
lludo, c, se fr tomado e applicado segundo as
din-mies, pomas veic deixar de produiir
una cura radical.
O seu principio de operar he fcil de expli-
car : suarisa e acalma a inciumoda tosse,
amaduiccc o atiscesao, facilita a salivaco, e
em pouco lempo livra os bofes da materia que
se retnenos tubos de ar. Regula as fuocedes
usuaea sem necessidade de outra qualquer me-
dicina, tonifica o systema e purifica o singue.
Nao conten, nein mercurio, opio, ou mitro
qualquer ingrediente venenoso, e he frito ni-
camente de rat's e kervas. Tein-se usado ha
mais de nove annos, e he umversalmente con-
siderado como o grande e nico remedio para
esta horrorosa molestia. Os seus rfleitos san
em todos os lugares o mesmo, admiraceit 1 tii-
umphanles ''.'. .
Como medicamento preventivo e antidoto
contra'fc tendencias do cllim paria phthisiea,
he de-grande valor, e nao di.segundo faz qual-
quer medico ou couhecedor de drogis, porm
cuiquanto se est paliando com estas cn|
mt,o doente vh| rpidamente empeiorau-
do, c cada dii mais r. mais colloca o seu ciso
ora do alcance de eeperanfas! Nao auccede as-
sliu com eita preciosi medicina. lie seinpre
salular, e seus rffeltol nunca sao damnosos.
Nao he opitica, uo he tnica, nao he um me-
ro expectorante, nio tem por ebjecto tfaatr o
doente pin ter uina fatal seyuranfa. He um gran-
de remedio, urna grande coinposicao curativa,
o .grande e nico remedio que a sciencli r o
eoiilu-iiincnti) medico teem at hoje prodiiiido
pira o tratamenlo delta molestia, at hoje lu-
couquistavel.
Em urna palavra he o melhor remedio no
mundo, e neo huma pessol locada com este lia-
gello da familia humana ser justo para si e para
seus amigos, se deseer a sepultan sem inci-
tar luis qualidades virtuosas. Una nica gar-
rafa quasi que em lodos os cisoi produzir
nina considcravel mudanca 00 estado de qual-
quer dotnca, si ja ella qual fT.
Tem cundo caaoi que se mppunhim supe-
riores ao poder medico. Tem levantado doen-
tes cavmo que da sepultara. Tem curado de-
pois que Ja todos 01 ouiros syslrmas, medica-
mentos e inethodos de Intmenlo teem tallu-
do, lu nina palavra, dtseubiio-se o legredo,
phlhiiica cun-se.
A intiga opiniao de que phthisiea nao po-
da curar-se tem desappirecidn desde a intro-
duccao desla milagrosa medicina. A phthisiea
pela descobcrla oeste medicamento adiase
drspid de metide dol horrores que elusiva.
Em lugar de se enlrcgarem ao desespero qu|n-
do estavam seguros de que a phthisiea Ihe ti-
rilla laucado as iiias ganas, inllhires de pes-
soas teem recorrido 1 este iofalllvel remedio, e
ruin prater e regosljo eontiutiain drsfructando
sade neste secuto que produilo tal beneficio
i r.ica humana.
I.cinlircm-se todos aquellei que se acham f-
cidos de muleslii pulmonar, qur por tosse,
constipaedea, asthma, bronchites, plcuris. ei-
carros de sangue, dur de caslado e no peitoj
palpliajao no coraran, dor de garganta, e to-
das as mais molestias dos orgoi pulmonares,
que o nico remedio seguro he o xarope do
poique.
' Lembrir-se-hi o publico que cidi garrafa
lem dous papis com propria isslgnilun dos
agentes lt. C. Viles e Comp., um ni garrafa
com urna perfrita dirreco lobre o mediado
de usar delle, e outro no papel luvolto.
Pode ser mandado com toda a ieuridide
para qualquer parte do iuiperio. Aa ordena
exrculam se puntualmente.
Veiidc-a na rua dos Quirlelfi. 12.
I ai do novo a 5,300 rs.
Vendem-se siccas grandes com 3 arro-
bas de Trelo, chegadas no ultimo nivio
dellimhurgo: na rua do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasse Juuior. .
Vendem-se 10 saceos cora
senteio novo, de muito boa quali-
dade, por commodo preco : na
rua da Senzalla-Vellia, n. i'>(>.
Para acabar
Vendem-se spalos de marroquim fran-
cezes, e de diversas cores, para senhora, a
500 rs. o 1 ir: ni rui do Livramento, n.
II, loja.
--Vende-se um sobrado de'dous'andires.
com bom armazem para qualquer rstahu-
leciment, por ser em urna das principaes
ras da freguezia de S -Antonio : na rua do
Passeio, loja n. 21, se dir quem vende.
fcscravos Fu^sooa
Fugio, no dia primeiro doeorrenle,
nina muUtinha, de nome Denediel, de 11
annos pouco mais ou menos, magra, cor
um Unto alv; levou safa de midapolio
com babadorm baiio, o camisa com ren-
das nos issenlus j soja : quem a pegar
leve-a rua da Cadeia do Recife, n. 51, pri-
meiro andar, que ser bem recompensado ,-
sum como se prtesis contra quem a liver
occulta.
Kugio,.no dia 27 do prximo psssido,
a parda Isabel, bai\a, mil Icila de corpo,
feieOe grossos, sndir muilo tro; ico : quem
a pegar leve-a a ma da Cadeia do Recife,
n. 50, luja do ferrigens de Antonio Jnsquim
Vidal, que recompensara, ou na l'irah'iba,
ao Sr. Cypriano Antonio Itodrigues, 1 quem
foi comprad!.
~ Fugio, no dia 13 do correle, alarde,
urna parda de nome alaria Thcrezi, de 40
anuos, serca do corpo, bstanle illa, rosto
comprido, com bstanlo marcas do bexigas,
ps o mos grandes; costuma tomar roupa
para lavar ; lem os cabellos grandes; sup-
pe-se estar escondida. Itoga-sea todas as
autoridades policiacs o capiUes de campo,
que a apprebenJam e levo ir.-ni a rui l'i-
reita, 11. 3, a entregar a mu senhora, 1 viu-
vi do tallecido Antonio Itulino Ferreiri Pa-
dilha, que grilificir.
--Da casa do ahaixo assiguado desap|a-
receu, no dia 10 doeoirenie, um preta de
nome \icloiia, de lucilo Mocabique, cor
fula, magra, estatura regular; lem serrilha
da testa t o nariz ; levou vestido de chita
azule panno da Cosa; falla pouco e nSd
muito inlelligivcl: ji morou na Estancia,per
isso se presume que por esse lujar se oc-
culle. Itoga-sea todas as autoridades po-
liciaes e capities de campo que a apprehen-
di.ui e levem-iia rua do Queimado, n 4,
OU III praca da Independencia, ns 13 0 15.
.' ..-.'/:..'..-: Vertir Arantes.
Fugio, no dii 27 de Janeiro prximo
passadu, um esclavo ciiouio, de nome Cui-
llierne, pertencente ao ahaixo declarado,
lavmdordo engenlio Roa-Vista, freguezia
da Kscada ; de 25 a 3 annos, rosto redon-
do, bem feilo, rom umitas eicilnzes de be-
xigis, 1 nuca ou nenhumi barba, de altura
e coipo 1 cpulares pemas'e pos bem feilas,
denles alvos, cor preta, falla moderada e
explicada; hecarreiro ; levou duas calcas,
duas jaqudas, 2 camisas de madapoln,
um dita de linho, um cobertor de panno da
Costa : quem o pegar leve-o a rua de Dor-
ias, n. 114,ou ao dito engenbo, a seu se-
nhor, I zequii 1 dos Anjos do Nascimento,
que gralicara.
Psnn. 1 a ir. uta. t de rAii*. 1850


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