Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06807


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Full Text
att*
Anno XXVL
Seg-mula-feira 1!
PARTIDA! DO* OO-UUIOI.
Goianna e Parnhlb. egunda* esextas feiras.
llio-Grande-do-Noilc, quinta* fciras aoincio-
dia.
Cabo, Serlnhein, Rio-Furmoio, Porto-Calvo
e Macelo, no I.8, a II, e 21 de cada niez.
Garantios e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vi*U e Flore, a 13 e 28.
Victoria, s quinta* fciras.
Oliuila, todo* o* da*.
IfHOimiDH.
/Mlng. a 3, s 10 h. e 59 m. da t.
Putas ba i.n. J? a }- ** J-e "> da .
j le esc. a 19, as 5 h. e52 ui.da t.
(Ciieia a 2o, s 9 b. e 11 m. da u.
rmiMia se hoji.
Prlmelra as 4 horas 30 minutos da tarde.
Segunda a* 4 horas 54 minutos da uianhaa.
Fevereirode 1850.
N. 54.
PKKOOI DA SUBSOairOAO.
I'ortresine/.es(_di_nl__o) 4/000
Por seis mezei > 8/1)00
Por un anuo 15/000
DI\ DA U*IAMA.
11 Seg. S. Lzaro. Feriados osles trea das para os
negocios Corcuses.
12 Tere. f. Eulalia.
13 On.irt. de na. S. Gregorio II papa.
14 ijuint. S. Valcullm. Aud. do J. dos orf. e do
u. da I. v.
."i Seat. S. Faustino. Aud. do J. da 1. v. do clv.
e do dos feitosda fasenda.
16 Sal). S. Portirio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
V. do (Minie.
17 Doin. S. Silvio.
CAMBIOS M 9 DE FEV :Rao.
Sobre Londres. 23'/, d. por 1/000 rs. a 60 das.
. Pars, 346.
Lisboa, 95 por cento.
Otiro.-Onca hespanhoes.........28/500 a 29/000
Moeda* de 6/400 velbas.. 16/700 a 16/900
> de 6/4oO novas.. 1H/0O a 16.J400
. de 4/000........... 9/200 a 9/400
Prtta.Patacdes brasilelros...... 1/960 a 1/980
Pesos columnario....... 1/960 a 1/S80
Ditos mexicanos.......... 1/800 a 1/820
" M ._
PARTE OFFICUl.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 28 DE JANEIRO.
OTlcio.--Aocommandanteda pra$a, eom-
municando haver *idn dispensado da com-
mis*5o em quo no chava na provincia de
S.-Paulo i Iforrsdo nil*vvo batalhflo de
capadores Augusto Carlos Maris.
Dito. Ao inseeclor iln Ihasouraria-d* fa-
zenda, inlerando-ode ter o Exm. ministro
da hienda communicado,em aviso de 19 de
maio prximo (lindo, que app'ovra as de-
niissoe* dadas aos guardas da alfan lega des-
ta provincia Antonio Muniz Tavares.Filippe
:lo Saniiago Kerreira, Jos Alves Thenorio,
Joaquim Izidoroda Silva, Jeronymo Jos
Kerreira, Bepto Jos de Sena, Militilo Borgeg
Helios c Candido Eustaquio Cesar de Mello,
e hi'm assim as nometces dos seguintns in-
dividuo* que os substituirn) -. Jo_oGrego-
rio dos Santos, liento Borges Leal, Jos
Francisco dos Santos Mi tanda, Francisco de
Paula Theodoro Barala.Tito Avelino d B r-
ros, ConQallo Lopes Lima,Manuel Comes de
S e llermengildo Firmino de L-mos.
Dito.Ao mesmo, Iransmittindo o aviso
de uma leltia da quantia de 1:500,000 ruis
sacada pela thesouraria da fazenda do Rio-
Crande do norte sobre essa, e favor de
Francisco Jos Gomes-~Paiticpou-so ao
presidente daquella provincia,
Dito.--Ao mesmo, envianlo o aviso do
saque de uma letlrada quantia de 1:000,000
rs. feito pela thesouraria do Rio-Grande do
norte sobre essa, e favor de Antonio llonio
da Costa.Ititeirou-se o presidente daquella
provincia.
Dito --Ao mesmo, inteirando-o do que
por aviso de 19 de maio ultimo o Eim. Sr.
ministro da fazenda cominuuicra haver
app uv.u'o a nomeacHo de Francisco das
Chagas llibciro para guarda da mesa do
consulado desta provincia.
DitoAo mesmo, enviando copla do avi-
so circular de 8 de Janeiro correte, no qual
so determina, queessi repartirlo remella
presidencia una demonstrado das despo-
zas fritas por cotila du Crdito Cunee lido
ao ministro da jostica no anno de 1818
1849, s se ordena que Igual romessa se faca
do lim de cada auno finaneeiio futuro.
Dito.Ao inspector da pagadura mil lar,
remellando a Cunta em duplic.ti dos inate-
riaes que foiain comprados por ordem da
presidencia para srrem enviados para a illi i
di* Fe nand, aflm de que mande satifazer
Antonio Das da Silva Cardeal a quantia de
181 500 rs., em quo importa a mencionada
conta.Inteirou-se o inspector do arsenal
du maiii.lia.
Dito.--Ao administrador das obras publi-
c, para que mande proceder aos concer-
los de que preclsflo as prisOes da cadoia
desla cidade.
Dito.Ao agente da conipanbia das bar-
cas de vapor, recommen lando a expedidlo
de suss ordens.alim de que o rommandanlc
du vapor l'araenu entregue ao do briguc-es-
i'un.i Legalidad* o imperial maiinheiro, que
fui remullido pelo Exiu, presidente da Pa-
ra hiba. Veste sentido ofllciou-se ao com-
mandantedo referido brigue-escuna.
Dito.Ao mesmo, mandando dar passa-
peni para a corlo no vapor l'aratnse ao al-
feresdo oilavo de fuzileiros ('.arete Eluy
Pessoa da Silva.
Portara.Ordenando ao director do ar-
senal de guerra, que mando fornecer a
guarde da cadeia de agoa, luz o mais ob-
jectos de que piecisar.
gem da assembla constituinta era hostil
e arrogante, os preparativos da faccto re-
volucionarla para um outrn rnmpiment
eram incessantes. 0 tem da imprensa e dos
clubs era incendiario. A repblica an-
da pareca vacilar sobre as hordas da
anarebia ou do imperio. Tas assem-
bla constituinte. caso fosse dissnlvda,
appareciam os resultados incerlos do suf-
fragio universal, e do perigoda insurrei-
eflo popular ajuotava-se uma suspeita de
desaffeicSo parcial no exeroito. Nj Alle-
manha, o parlamento do Frankfort anda
eslava em plena aclividadc, e posto que li-
vesse revelado dstinrtamente seus p-ojee-
tos incoherentes e seus principios incon-
sistentes, a nac.no e os soberanos ainda
simulavam por sua autoridade uma defe-
rencia sem sinceridade, porque nenlmmn
outra autoridade exist* na trra. Todava
a Prussia tnha ja comefado, debaxo do
ministerio Brandehurgn, essa Inuvavol luc-
ia que a livrou dos insultos dos demagogos
de Berln e da homenagem dos demagogos
de Frankfort. No norte uma porcSo d
ierra secca comerjou a apparecer no m -io do
deluvio, e lo,'o a Prussia teve que prestar
aos outrosesses servicns militares quepa-
receram em um momento quasi faltar-lho.
.Nenhunia esperance d salvacSo tinha ain-
da apparecido para a Austria ; ojovem Im-
perador tinha subido ao throno em um dos
perodos mas desgraca.ios nos annaes da
sua casa sotfredora; pois, comquanto o
maiordeseusantepassalng livesse sofTrido
iguaes calamidades da frgj de seus inimi-
gos, era esta a primeira vez que a Austria
tinha deixado de ser leal a si mesma. Na
Hungra a rehelliifo que dividi as frcas da
monarchia reuna recursos para uma resis-
tencia prolongada ; na Italia Carlos Alber-
to medilava uma nova violnciln da paz da
Europa e um novo ataque contra um vizi-
nho enfraquecido ; naAllemanha a exclu-
so da Austria deMI unido cacional que tem
sido, ha seculos, o assento de seu iinprio e
o laco de sen po lr.era o proposito delibera-
dn ale de una classe moderada deestadistas,
os quaesa cousignaram a pcrdicHo, ompe-
nhando-se em uma nnvidade favorita, mo
menos inipratcavel que s visos da repu-
hliei social. A llalla jazia inteiramente
prostrada aos ps da revoluco, excepto s-
mente aples, cujo re achou energa e
dos revolucionarios; a rebelliSo do Badn
i do Palatinado chamaram a aceito as Mrcas
da Prussia, noliv u landirehr. A expe-
didlo francez Rom levou oulro etercilo
a Italia ; porm nam a causa que elli df-
fenileu, nom o lirilhodesuas oneraijies re-
flectiram muito esplendor sohre as armas
da repblica. O desenvolvimento real da
guerra en sua masVarga e mus lorrivel es-
cala leve lugar na Hungra; l 'da mostrou
antes os horrores do seeculo XVII do quoa
opposicfio mclliodica dos exercitos mo-
dernos.
Debaxo de um ponto de vista militar,
nada he mais nulav I dnque o numero ex-
traordinario do cercos i ni 'Orlan1 es que l.
veram lug de lempo. No menos de doz cidades gran-
des, ou fortalezas da Eurooa foram inves-
tidas e atacadas, sendo algumas dcllas lo-
gares de renome histrico, que, ha secu-
los, Imlian sido isentos da violencia di-
recla de um inmigo. Ni Italia, Roma o Ve-
ne/a fram tomad prolongado e regular di mais notavel ca-
rcter ; Conova e Annrona fram reluzidas
por moio de um bombar leainuto, nlo
sen jo as guarnieras revolucionaria; sulH-
ciente para sua defensa conpl-da. Ni Di-
namarca a fortaleza de Fred Ticia resis'in
felizmente ao exerclo "que a sitiara, eha-
hilitou as Torgas reaes a fazerom voltar a
fui lua da g'ierra por meio de urna sorti-
da feliz. Palatinado Laudan fui assalta la
sem efeito, porm Rastadt, ten lo sid i
sorpren dn, foi depois tomada com alguna per-
da e demora pelos Prussianos. Na Hungra
os coreos abortivos de Cumorn ePetenvar-
dcn manliveram a repul^ilo de invenci-
veisde que gozam estas fortalezas ; entre-
tanto que a defensa heroica de Tesnes-
war e a esclala de Iluda devem sor con-
sidralas como as mais lii'illian'es acc6es
dcsta guerra fatal. Na maior parlo destas
nnlaveis cisosa necssidade de ohrir rmi-
tra cidades e posic,0es fortilicn las foi devi-
da i circumstancia de o partido revolucio-
nario depositar mais conlianc,* em sua fr-
qs Us os muros das ci lades do que nu
campo.
Todava em todos os casos, bem como
uniformemente temos antecipalo desde o
momento em que esla lucia comecou for-
fd'Qa para oppor ti illuses de vassallos, I maliiente, as operaeOes systematicas dos
ruina de seus vzinhos e perfidia de seus j exercitos regularo; fram bem suced las ;
alliados. O papa andava fugitivo de Roma, I e o dominio caprichoso dos chef-s revolu-
EXTErtO.
LONDRES, 3I*DE DI ZKMIIIIO DE 1849.
O encerrmento do correnle anno, as
signalsdo por uma successfto rpida de
acontecimenlos extraordinarios, o encer-
ra ment da primrira nelnde do seculo 19,
a qi.al lega agora a posteridade sua histo-
ria nflo concluid*, convida-nos a lanzar
uma vista d'ollios sobre os ltimos doze
mezes, ea considerar o estado da Europa.
Quem se recordar nojo coinnosco da posi-
cio do continente no ultimo da ao anno
prximo p*ssudo, reconhecer que o mun-
do fra livre de pergos e calamidades, ede
Inteiisidade nao ordinaria, abaxo de Dos,
por esforcos dignos de um confelo entre
a civilisiH'flu e o harbarismo, entre a auar-
chia o a le. O anno de 1848 tinha si lo um
anno feliz para a aggress&o, o do 1849 o foi
para defensa ; o que o primeiro conquis-
tou em i orne da revoluc,io, o ultimo res
(aurou em parte em o nome da autorida-
de ; o primeiro fui o nnm >'o triumpho da
violencia, o segundo foi o da volta do di-
reito e da expiaco inevitavel. A causa da
liberdade e do progresso foi divorciada por
um momento de tuda o que constilue a se-
guranza e diguidade da sociedade o do go-
verno ; mas, esperamos que os goveina-
dores do mundo recobrando sua legitima
influencia, oSo esqu ccrDo sua antga divi-
da es: santa causa.
Aaurura de 1849 appareeeu como o cre-
psculo om uma tempesiade. Nenhuma
Tesstencia permanente tinha ainda sido
opposla A torrente revolucionaria ; ou so,
como em Vienne, Berlin e Pars, alguma
mudanca salutar tinha ja sido cfTeituada,
cstn era tilo demasiadamente recente, que
iiinguem poda ainda contar com durarlo.
Em Franca Lulz Nipoleao acabava de ser
eleito para o cargo supremo do estado, sau
ministerio apenas se tinha formado, sua
conducta era suspeita e incerta, a lingos-
e esta cidade achava-se as m.los de um
bando do avenlureiros armados, que em
parte pela fr?, en p irte pela impuden-
cia, se fizeram senhores absolutos da popu-
lcflo atlerrorisada, ou desvarada. A Si-
cilia tambem estava occuoada por uma
horda desses soldados vagabon los da anar-
ebia, queem toda a parte lusteavnm u es-
laudarte da independencia nacional. Mo-
reno, a, i*iifina, Bolonha e l.orue achavam-
se em poder da canullia, que tyranuisava o
povo, lyranisva-se a si prupri,e clebra-
va com extravagancia a expulsilo e derrota
de todo o governo. Smenlo Veneza apre!
senlava o aspecto honroso da urna defensa
regular e heroica, sustentada pelos sacrih-
cios de seus proprioa cidadlos, governada
pelo homnimo do seu ulliaio doge, e pre-
parada para adornar outra voz as (inginas de
sou anligo renome. O mesmo nflo acontc-
ceu em Genova, porque ah o espirito | le
independencia se tinha ligad" as peiores
paixes, e a frca de suas vastas fortifica-
ces serviram smenle para cubrir o retiro
da ciuispiraco e violencia. No norte da
Europa urna tregoa que estava a exoirar, e
quo logo deva ser seguida de outra cim-
Sanha vigorosa e Miz, encombria a hostili-
ade da Dinamarca e suas provincias re-
tolUdas.
Tal era o duvidoso, sen.lo o desanimador,
aspecto dos negocios pblicos no principio
do anno ; mas tal lem sido a energa com
que o espirito da revolucjto tem sido com-
ballido, mesmo as ;cenis de sua origem e
de.seos maiores triumphos, que nilu ha um
su dcstes pontos em que a ordem e a lei
n5o tenham alcanfado um victoria, iva
presene dos perigos e dos crimes que pro-
cederam imo>ediatamente da violencia po-
pular, nilu liiiu ve m-is que um s meio ef-
ficaz de deffensa. A frce da autoridade fui
opposla foro da revolucflo, porm a con-
sequencia disto foi em realidade um estado
de guerra; guerra de urna especie nova
pois que nllo foi feila pela amhicSo dos
rcis, nem entre exercitos inimigns ; m
entre os elementos da propria suciedad
entro os elementos pooular e militar na
constitiiicSo dos imperios ; guerra entro as
exigencias incoherentes de um pulido liga-
gado para a suliversilo da ordem politice e
social da Europa, e a recusa do oulro parti-
do, o qual tomou a seu cargo a deflensa dos
dinios traiiecionaes e dos paclns estabe-
lecidos -Comquanto a guerra.nosenlidoque
commumente se da a esta palavra, fnsso evi-
tada,ou ciicuinscripta a algunscampo limi-
tados de aceHo, todava esto auno lestemu-
nhou opeiaeii' s militares de uma magnilu-
do o Importancia desconhecidas_ geracilo
presente. As insurrec^es parisienses de
29 de Janeiro e 13 de juuno fram instant-
neamente comprimid* pclts promptase
liem dirigidas operaeOes do general Chan-
garnier; as de Desde, Genova c Badn
apresentnram um caraoler mais formida-
vel; por todas as contestaces que se segu-
ram, lerminarim na derrota dos insurged-
tes ; em nenhuma deltas a revolucSo nSn
obteveesses successos parciaea que dos-
honeraram os annaes do anno de 1848. A
curta campanha do Novara anniquilou os
projectos da causa de Saboit o de seus allia-
cionaiios sustentado em parte pelo enlhi-
sias'iio, eem parte pelo lcr ciplina regular da autoridade militar. Em
todos os oasos o partido ggresor foi der-
rotado, e comquanto a liberdade e as <>s-
pi raneas das iuk s tenham solTridosevera-
mente por causa deste extemporneo e mal
dirigido ro npiuiento, comtudo vista do
terrjr pannico e da ruina dos mez's prece-
ilontes, a massi da populnQo di Europa
folgou de esc par, fosse por que termos
foss-, iio- males i 11 linM.i sido obrigada a
soffrer. Islo ceriamenle nHo be anda tu lo ;
iiHu be islo bstanlo para o bem e contenta-
mente do mundo ; porm tal he u estado a
que hojo somos chegados ; amanbla pro-
curaremos tragar a dreci;fu> da poltica que
convin ao futuro.
________________ (Tima.)
1. DE JANEIRO DE 1850.
Se como ltimamente procuramos mos-
trar, no anno que acaba de terminar a sua
carrera ebea de acontecinientos, a Euro-
pa fui libertada pelo poder militar dos pe-
rigos que ame u; ,v un lula a ordem e so-
eie I ule, uo menos verd ule que os meios
quo serviram pora combnter este mal, silo
insullicientes para restaurar n paz genui-
na e o conlcntamento entro as classes hos-
tis eas nages perluhadas ; e que rele-
va agora recorrer a outras fnii'es, que uo
a potencia militar, para conseguir o me-
Ihoramente praticodo mundo. No seculo
em quo vivemos, o progressoda intelligen-
c,i, a facilidade da ciunmuncaeSo, o po-
der da opinio publica teem-se tornado
tilo grandes, que, emquiiuto a frga dos go-
veruos nlo fr positivamenln identilcada
com a frca da nacilo, de ueiibum governo
se pode-a dizer que tem frca real, de n--
.Iiiiiiih na.'u que tem inslituces segu-
ras. Esta identidade entre o espirito pre-
valescente de um povo e o seu governo
pode existir debaxo de formas polticas
niiii differentes; ella existe em Inglater-
ra, onde o governo be molellauo pela
opinio e pelos sulfiagios de urna imcllo
livre; existe na Russia, onde um Autocra-
ta rene em sua propria pessoa os senli-
mealus e superslices populares de um
imperio immenso na aurora da civlisacilo.
Contesta intima muo do povo e do Osla-
do, ha paz no interior e frga no exterior,
sem ella nenhuma destts duas cousas exis-
te. As loro,as pelas quaes o estado pode
mrr aos Subditos a sua vontade. pode ser
sufficientemunle para reffrear us tendencias
1850 he destinado a ser principalmente
empregado na tentativa de construir insti-
tuiCes que p'ssim satisfazer s justas
reclamaces e desejos do munlo, sem sa-
crificio dosdirelios que contribiiem igual-
mente para seguranca do tolas as clas-
ses. O fu'uro prximo he ponen propno pa-
ra s-r detorminado pelos incidentes dranu-
tieoiiepelaj conleiiilas vehementes dram-
ticas que ltimamente acomnantinram a f-
gida dos soberanos e a nxaltaco das na-
co -s ; ello sor, porm, mais prolicuamen-
l empregado para o bem geral, se lr om-
preg.do n -sses mutuos ollleios dn concor-
lia o actividade, que pdem unicaiiiente
unir entre si os mumbros de um estido.
Nos estados livres estes oflicios mutuos sao
maisneces quu smenlo elles previno n a lula dos po-
deres lio-lis o a desorde n do lodo. Nlo so-
mos insensiveis s Hltcrn-ilivas adversas
que ar-impaiinam estas expe'iencias ellas
pdem ser frustra las pela falla de sinceri-
dde. OtttJWla ambQii .dos principes, as-
sim C uno pela me i-i'.iari e pr-su upi; u>
dos ebefes populares : Olla* pdem falhar,
ja por um desejo eonfuzu de co iar as ius-
tituiees las nages estrangeiras, ja p ir
um espirito exclusivo de rivalidada nacio-
nal. I'orm o que lie certo hj que ellas uo
pdem ser bem siiccedida* sem urna su-
bordinadlo constante dos interesses e pre-
venees particulares ao bem commiim. He
mais que nmvavel que om alanos dos ea-
sus a que bavomns alludido a iu-IIIcacia dos
meios actuaos pule tornar-s- 13o comple-
ta que cliegiio a lanzar as nages do conti-
nente em nutras e mu dill'creiites comblna-
c'-s ; e vemos com pozar que as sementes
da liberda le pdem mais ficilinente crear
raz, mesmo debaxo da sombra do govor-
nn desptico, do qne sobre as ondas da
agitaco popular. Porm como he do dever
de tu lo o boinem de bem nito deixar pas-
tar ueiibiinia OOCaiiflO de m -Ihorar a cjii-
dicSo poltica e social do sen paiz ; entre-
tanto quo nos maiavilna us mais que nuu-
ca d)S obscuros e inescrutaveis caininhos
pelos quaes a Providencia dirige ou desti-
nos da n:ico, devenios contentar-nos com
acliar a inJo o trabalbo o o augmento do
anuo que cometa.
(dem.)
lurgioit.
le insurrei^ao ; porm nflo pdem suppri
aquelle vigor que tira a sua origem da cou-
lanca e da concordia.
Se considorarmos agora os difTerenles
estados europeos que passaram pela fo'iia-
llia da ultima revolucflo, observaremos
quo a sua presente cundicSo exhausta e
precaria provm principal nienlo da falta
le sinceridad e harmona entre os seus
governantese su* populaclo. Em Franen
ninguom negara que tem sido destruidos
os mais flagrantes excessos de anarchia e
s-'dii,-ao; eque. o governo de l.uiz Napo-
llo tem trabalhadu honrosamente em pre-
encherseus trduos deveres ; porm quem
ha abi que pense que a nacflo franceza esta
or isso mui reenneiliada com a revol"-
e;tn e com a reoiihlca,'a qual ella consi-
dera como a causa dos seus infoMunins e
o sgnal de uma intoleravel humlhaeilo ?
Por ventura o governo de um povo apal-
Tonadamonte avilo de ludo o que lsun-
sn a sua vaid-de e c iprieho, d-ver ser di-
rig lo pela exclus.lo praliei da eloiun-
eia, do entendimenlo e da ambicio ? Em
uma palavra, ha ahi alguem que esleja sa-
fisf-ito com o o lifico nbantastico que se
ergueil das ruinas da monarcliia sem o d>-
sejo. ou asenliment real da nae.o? Tilo
nnuc recommen lavel se tem feito ao povo
francei esta forma do oovernn, qu-a julg-
m >s que elle de mu boa vnnta-le cd-ria a
poreflode liberdade que ella ainda (lie pre-
serva, em trocado um estalo de coosas
mais a tptado aos seos desejos reaes. Com-
tudo, at esta privactto, elle est condem-
nalo por aunri a solfrer ; nenhnm bo-
me-n tem frca para apressar, nem Sabe*
doria para antever a prxima melbamnr-
pbose ; lie-n que uma inudanQi de vento a
pnssa eff-'iliiar.
Na AHemanha o estado moral da nacfl
est ain la mais divid lo do queem Fran-
ca, o offereco menos esperanqa de uma cura
com alela. Entre ns soberano* o o povo,
entro as tendencias separadas dos estados
sua ambicifo nacional, entre os gove-na-
dores ea revnlucio, existe um c inflicto
que alznns acontecimentus tem Mistado,
liorm Dio terniin-ido. Em minias partes
rio paiz, como em Wurletnberg, Reden e
Saxonia, reina uma grande desaffeicflo, e
o maior argume ilo para a creaclto >to um
poder central f-i'te, lieeqiie, lendo os so-
beranos bercdilarios pirdi lo pira sempro
a e inlianea e amor do seos subditos, s-
mente pela grandeza e vigor de urna a I-
miniStrsQKo nacional germnica lio que as
classes do pnvopoleran ser outra vez re-
dil/.i tas a submissflo, leald ule e lei.
Esla he a raaflo pela qual os projectos da
corle da Pru-sta tem encontrado algum as-
se timento, o se ton dado importancia ao
parlamento Erfurt, quo se ht do reunir
no principio do correnle anno. Esperamos
que esta assembla merecer e gozar um
poder mais real e mais salutar, do que o da
sua inf-liz predecessora em Frankfort; po-
rm nflo podemos cgarnns a ponto de des.
cinhecer que algumas das questes que
Un- hilo de ser submeltdas, sin insoluveis,
eque nad>,senflo um connleto sucrassn,
podera eleva-la ao g o de iiilljoucia que
ella aspira a cousTvar.
O governo au-triaco, por su parle, es-
t resolv o a perseverar na experiencia A-,
anp'icir o vasto maelnsmo das suas cons-
ttuicOes Ineses c mperiaes, e pela resis-
tencia que f-z ii-vulieui, assim na Italia,
como na Hungra, tem-se dito aqu que Oltieio. Ao Dr. chefe de polica, passando
he um (invern reactivo. Nida pude haver sua dsposl(o o preso Antonln Fel, casado,
niai infundado lio n muilos respeilos urna eque fra renietddo de Oiinaraglbe com a no-
admnislrncflo Iflo liberal, para nlo diaer; assassuio. como consta do ortcio que por
democralic., quanto so poda echar em '** r,'""',lc- ?SpS."f?,Ta proceda
"ni i- i. i.iaI.. ., contra elle com a sevend.ide da le.
Vienna. B.ch, ministro do interior, le j DUo. Ao loipeetor de faienda, para man-
ereatu-a da revolucflo : B'uck, ministro do (lar ,1Uifaier a drspeta de 18 000 rs. fe.ta com
commercio, be inimigo declarado d iS res- a so|d ida de um pralico que ful no brigue-cs'
trico -s comm'rcaes ; o cunde Loo Tliun, cana Campo, quando condozlo armamento a
mini-tro da InStroccfiO ptiblici, he refor- Porto-i;alvu, como consta do uniciu e guia do
mador das escolas mais humanas e prati- Icapilao do porte que se Me reincitem.
cas; Schmerlng, he bem conhocido pelos Dito Ao uies.no iiispeeinr aecusando a
seus s-rvicos causa liberal e.n Francfort., ' muss i vivs ..,i Lil 19 dedeteiiibiouUiinos, e declarando-llie que,
Oolijecto de#tS lmeos, omqu.nto esi- g C0||,lntorfo ew qe M ,tncna ,|COccorro
verem no po ler, be liliiuesliouavel nenie ao llllltc ,|a provinca. commandada por um
effeiluar vastas reformas ; elles tem feilo guarda-uiartuha do brigue-escuna Canoro, e
para esto fin todos os seus esforQos. A levaiutu os renieirot aos i|uaes fnrneceu rare*
idei de vol'ar aos abusos 0 caduquces do Faustino Kogaca da Silveira, teve por fin tuna
lempo do prncipe de Metlernik lie absolu- providencia a bem da tranquillidade publica,
lamente impossivel, e'nflo he certamento e a peca de lona comprada anniesmo Faustino
ntmiida nelus actuaes ministros i fui P" enerados da capitana do porto como
intretlda pelos aciuaes niiiiisiros decla.oii o respectivo capilao no offlcio que
lgu.es acontecimentus sa estilo Pssan-' se Ihc r.-...etlc. Devolvendo-se-lhe
do na Italia, elles apre.enlam nlgumi pro- a ordelll (.Ue j se deupara pagaineulo de tae*
h.lu ide.de suceesso no Piemonte, talvez detpezu.
Roma ; porm, a seguranca material dasci-'ra mandar satisfazer o pedido que se 1 he re-
dados italianas por mullo lempo ha do de- y inette de ce camisas e cento e vlnte calcas
pender inteiramente da occupc3oestran-iq"e c*igc o encarregado do deposito de artigo*
g I bellicos para us recrutas do excrcito.
** I Dito. Ao iiiesmo inspector, para mandar
Estes fados mostram, portanlo, que o Oh-'abonar ao administrador da mesa de reiidas da
jecto minedatoda maior parle, dos estados cidade .10 Penedo a quantia de o0,i7u rs.de
d. E .ropa he presentemente aproveilar o !*< 'l"e *SSmE!5S^ C'
ar iiiii i i-i ,1 [ ,i UO OllClO flIlC SC III*. rrillrlIC.
intervallo do repouso que as suas operacO-s ",iI,0l,^aAo ........o i,pector. tr.n.mltndo-
militares Ibes leeui dado, e descubrir, se,11||(1 .lara Slia iniriiigrocia e execuco copia do
possivel fr, instiluices que possam asse-; aVisode 22 de novembro ultimo, quecstabele-
gurar a paz 0 seguranca de todas as classes ce a regra que se eleve observar com o p "ga-
ita siu-ie la le. resultado deste trabalbo ineiilo dos eapellaVl que sai n.imcados para os
depender sobretudo da conducta dos mes- corpos do exercilo, e nao entrain logocmex-
crcicio.
Dito. Ao mesmo inspector, para mandar
satisfazer pelo miulsterio da guerra ao alferes
de policia Antonio Jos da Eunseca a quantia
de 32,000 rs. que despendeu com o aluguel de
cavados para desempenliar% a comiulsao de
que fui incumbido na Uatta-Grallde.
liiio Ao inspector do algodo, dizendo-
Ihe em resposta ao seu ollicio de hontein, que
chame para servir interinamente na reparti.
na brllhnte na historia do geouro humano, 11": nu 'l'.'' para exaltar a faina dos seus ^''^"^X^ &?
e acon.lic.flo de seus concidadflos, f()11, di.|1 a ,, H,J .elh(,lro enl ,5tl.
AI.AGOAS.
Extrae/o do expediente do Exm. Sr. preii-
denle Dr. Jos liento da Cunha Piguciredo.
3 III-: JANEIRO.
mus povos. Nflo eremos que entre os esta-
distas que actualmente! piesidom aos desti-
nos da Kuropa central, hojealguns inteira-
mente apaixonados pelo governo absoluto.
Elles conh-cem que este governo be exces-
svameute dispeirrlioso, imprat'cavel e ins-
ta vel. As suas proprias predilecQes, a sua
ambicSo levain-nos a pieferir uini forma
mais popular. Pura eiicherem urna pagi-
paizes
lie-llie necessaria uma especie de autorida-
de ii ui dilTerente da disciplina de um ins-
tructor ou da prccau(flo do um carcereiro.
Porm ainda resta examinar so o povo da
Europa le ni j elie_-i.il) a esse grao de in-
lelligencia, de actividade o boui sonso, no
qu l somonte se pdem obler de lie laes ser-
vicos. Nadadizemos da ultima inundaeflo
que rompeu os diques, o oniisnlei.il i-lie-
mu-ruin um accidente, visto que ainda
po lomos e.Mi.-.ir em terreno enxulo ; mas
seria sem duvida um architecto indifforente
aquelle qu-i nflo piocurasse asseular o e li-
liciu sub e o largo o solido fundamento do
apoio nacional.
Pareco, portanto, que assim como o an-
no de 1818 foi um anno de rovoufoeo
del849 um anno de repressao, assim o de
do de nao poder ser estragada pelo lempo, pa-
re com ella al segunda oidcm.
Dito. Ao promotor interino da comarca
dc Anadia, Jos Filippe da Motta Murici, di-
.-.< n lu-liie, cm'rcspoita ao leu olUcio de 'li do
nu/. prximo passado. que dever continuar a
exercer o lugar de promotor, nao obttante a
ordem de suspensao do juiz de direito que nao
se considera curial.
Dito.-- Ao juiz de direito interino da Ana-
dia, Joo Kerreira da Costa luibusriro.dizeudo-
liie em resposta ao seu oIBclo de 71 do prxi-
mo passado iuez,que- o primeiro promotor no-
meado Jos Filippe da Motta Murici deve con-
tinuar a excrcer o lugar em preaeuca do aviso
n. 50 de 28 dc julho de 1843; sendo certo que
aosjuizes de direito nu compete suspender
promotores pblicos.
Portara.Noincaudo, sobre proposta do Dr.
chefe de policia interino, para delegado da fre-


dU
!fc>
curili di Matta-GranJe a Pedro Vieira Jnior,
ii. imU exonerado o aclual Manoel Francisco
Alatli. Comintinicnu-seao resperlivo cbefe
de polica, ao nomeado e ao dcmluido Manoel
I i .ni'-i-cu M .i 11,1.
OITicio. Ao subdelegado de Agoa-ranca.
Tenh Vine. leinpre em aclividade a polica
desse districlo, empregando as medidas preci-
sas para nao ser elle invadido pelos desordei-
ros da provincia de Pernambuco, aos quacs
perseguir por todos os meios ao seu alcance,
obrando de intclligencia ccombinacao como
tenenle-coronel c delegado Podro Vielra J-
nior, e podendo augmentar de inais 10 pracas
o deslacaineiil'i dei.se lugar no caso de se lor-
riar isso d'absoluta necessidade, rcquisllaudo-
as ao coimnandante da guarda nacional. __
Dito. Ao coimnandante do batalhao de
guardas nacionae da Malta-Grande, para faier
augmentar de inais 10 pracas o destacamento
de Agoa llranc, quando isso se torne de abso-
luta precisao a bem da polica e tranquillidade
do lugar, e pelo respectivo subdelegado fr re-
quisitado.
Dito. Ao ir i'sino cominandante do nicn-
cinnado batalhao. Accusando a recepeo de
dous orocios seus, datados de 26 do prximo
pascado mez, qu.iuto ao priineiro teuhndesig-
nllicar-lhe' que lie mu digna de louvor a
pi ompilda com que Vine, tem deseinpenbado
us ordenado governo, assim como que lloam
demittidos os tres olAciae que se proviram
indignos de conrianca, devendo Vine, propor
para oa lugares vagos a cidadaus que nielhor
i'ompreliPiidaiu e deaempeiilieiu os seus deve-
res i n'ii taiu s necessldades do servlco pu<
blico (limito a segunda, que vou providen-
ciar a resprito do que me relata Vine., nao ses-
saudo de rccniinirndar-lhc que persiga os gru
pos de rebeldes da Serra-rgra que por ah
apparccerciu, levantando mu destacamento di'
guardas n.icionacs, se por oulra furnia nao pu-
der providenciar.
Correspondencia.
OS CONVITES PaRA O BAILE MiSCARA-
DONA RIRKCCAO' DO TI1EATRO D'A-
POI.I.O.
lie tena, Srs. redactores, que urna so-
i a- lilil' como lie i do ihe-ilro d'Apollo
quo nn escalla das corpnracOes que ten le a
apresontar diverlimeulns particulares me-
rece elevada considerado, sej reg la (com
honrozas exceKOes; pr urna d receo com-
posla de pessoas tfioalheias aos predicados
da delicadeza, e por isso predis kmUm sem-
pre a pralica do fados tilo escandalosos que
lerfio, quando impaicialmenle, combina-
dos de innoduar para sempie seus respeita
veis autores, eetivergnnhar aquelles que
lu vez por inex erienna ou hrta fcoscullu-
caram na posicfio de adtninisliar tim corpo
brioso, e do qual abusfio conlinuadamente-
ho o caso : Promovendo a direrjfio da so-
ciedade II. Theolr! mu baile de mascara
dos facultou COPIO pode ver-se noabaixo
sssignado, que disinbuirain, entrar por
complemento do uiesmn, pessoas que tifio
fossetn socios, e rccebemlo de nuilos os
compelenles dez o il ris reprovaram a
proposta desse iresmo convidado ; nao Srs
redactores, porquo a nielhor conducta e as
inais bellas qualidades nfio assistissein ao
pretendente, mas pelo unicofim de consu-
mar a vinganca de particulares dessenjoe.
menos presfinio desfaite, nflo so seus nie-
recimentos, mas lamben) menos pret'-no a
le que u ni socio deve Icr qunndo indica un
convidado para urna lum eiu na casa que
como acs Srs. directores igualmente he
perlence, e anda tnais, Srs. redactores, nao
se circuniscreveu tnicamente este compor-
tamento mesquinho e indecoroso n'um
simples convidado, mas se eslenJeu fami-
lias de singular tralamento, e que tetn in-
grosso nos diverlimentos de casas respeila-
blissimas, cujo zelo por sua honra seaclia
collocado niuito alm daquelle dequep-
dem disir alguem que por desgraja poie-
ram em sua rofio os tneius para obrar ifio
cobarde e mesquinhamenteSis. redacto-
res, para bem conhecer-sc esta verdade pu-
ra, basta ler conlicciinenlo do que se apro-
vava porvalimenio d'este ou daquelle, o
individuo que na ivuniao antecedente lora
plenamente reprovado, c que tal f quem
usa tanto he capaz de ludo.
L'm dos nieinliros, Srs redactores, n'uma
das reuiui'S de que leuho fallado, ouvindo
a reclamajfio d'uina repiovajfio de convi-
dado, em que o reclamante se dispunhaa
provar sua int' ira capacidade, re-pondeu
seja boa ou ni sua conducta, nem lodos
cslfiohabcliUdos a ir a um bailequaes se-
rfio i ois, Srs redactores, os quhtiloi pre-
cisos para lal lim alm de probo e honrado?
I', rece que os sahera aquello, que pouco
raso faz da honra. Uui iiaiu pois, Srs, re-
doctores, inserir no seu Diariu c>U poucas
lilil...'-, e assim obrigaro o sen constante
leitor Vm dos que obtive vm R.
MI SI Mil.....MIBS II 111
ft*iil)lcaea a pedido.
Eleico de jues, escrii.des e mais levlos que
hilo de festejar Nossa Senhurn d'Asstump-
rn nos fronleiras da Estancia, na imperial
capella dos Henriques no anno de 1851.
Juiz perpetu e protector quo conlina
a ser S. M. I. o iiiiiiln poderu Setihor 1).
Pedro II.
Juit por eleicio.
O lllm. Sr. commendador Mu noel Goncal-
ves da Silva.
Escriro por eleicio.
O lllm. Sr. commeiididor Antonio Lins
Caldas.
Juizes por ievocdo.
Os lllifis. Sis. Ozoiio Maciel Monleiro e
tenentu-coronel Frauciscu Carnciro Machado
Ros.
Escrio.
O iiii. Sr. Joaquim Antonio da Silveira.
Mordamos.
Os IHms. Srs. Victorino Jos Travasso,
Jos Antonio Corris. Jnior, llodrigo Prrei-
r de Ciifvalho. Jen iiniihi l'ereira Braga,
Manuel Raslose Mello, Jo> Pedro Morena,
i lu ii'iiiio Goriea de Brillo, Antonio Pereia
la Ciiiiha de t,ui ii,ii ees, l'i innsm ItufillO
Ferreira, Manoel MaaMnnano Guedes, Ma-
nocl Figueira de Fanas, Agostinho Jacnme
Pessoa, Joaquim Cardozo A y res e Di. Quin-
tino Lefio de Catiro.
Juiza.
A Ultra. Sra. I). Maris da Silva Ayres, niu-
lln r do lllm. Sr. Jofio Carduzo Avies.
Escrivda.
A lllma. Sra. D. Josefa Candida de Olivei-
ra, oiullier do lilm. Sr. Deodalo.
Juisa por devocao.
A lllma. Sra. 1). Felicidade Vidornia Jor-
ge de Azuiar, mulher do lllm. Sr. lenente-
corel Jofio Pedro de Araujo e Aguiar.
EtcrivM por dtvocOo.
A lllma. Sra. DHlena Vieira, mulher do
lllm. Sr. Luiz Antonio Vieira.
0 padre Josi Gregorio da Silva Carvalho
Coadjutor pro-parocho.
O administrador Francisco Jos de Mello
ALFANDEGA.
Rendimento do da 9. ... 17:309,687
Desearregam hojeli.
Patacho ingle/ -- Bysanlium mercadorias.
Barca hamburgueza -- Narianna dom.
Patacho brasileiro Tlente dem.
Patacho inglez Caroline bacalhao
Brigue inglez Viola dem.
Brigue americano Romp mercsdorias.
Patacho americano Vullure bacalhao.
1MPORTACAO.
fomp, brigue americano, vin lo de Dos
Ion. entrado no crrenlo mez, consignado
a llenry Foster & Companhia, manifesiou o
seguinte :
200 barricas farinha de trigo, 17 esllM
cha. 200 saceos farelln, 40 barris carne de
vacca salgada ; aos mesmos consignatarios.
100 barris banha de poren, 175 barricas
furinha de trigo. 20 ha-ricas ceblas, 100
barricas bacilho, 12,067 ps de taboas de
pinho; aRoberl Knoi Jnior.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 9 .... 3.657,358
Diversas provincias...... 595,137
4:262,495
" EXPOUTACAO.
Despachos martimos ni dia 9.
Aracaly. sumaca nacional Corlla, de G4 to-
neladas e um qaarto: eondm o seguintc:
10 barricas bacnllio, 2 pipas vinho, 1 sicea
pimenta. 1 dita alfateuia, 1 einbrullio taxas de
ferro, 1 saccocoin milho alpista. 1 barrica rer-
raeens, I cdxao niiiidem, I cunheteaco, 1 di-
to lotice, 1 barrica enxadas, ft barra de fer-
ro, I embriilho com seis paes de ierro, 2 laxos
eat-inho, 1 barrica eom 40 bofjas de geuebra
1 dita com 30 gairalis de a/eite doce. 1 resma
papel pardo, 1 barrica bolaclii.ha. 4 ralxinhas
pa.sis, I sacea com 4 arr.ibis e 6 libras de pi-
meiila. 2 pipas vinho, I dita vinagre, J gigo
lonca, 2 pipas vinho, 1 gigo louca, I ca.xa com
13 libras de cha, 2 ditas com M libras de mas -
sas, l|2 barril com 32 libras de manteiga, I cal
xao, 2 fardos, 7 pacotes e I caixa fatendas, 1
slnete de bron/.e com 2 arrobas. 2 caixas hien-
das, 1 gigo louca, 1 barrica com 30 garrafas de
azeite-doce. 2 meios barris com manteiga, I
Ca vi note de solf nte, 15 banica farinha de
Higo, 1 voliime 50 libras latas,! pacole f.izen-
das, I calxaocmiCrelogios, I pacole faiendas,
I pipa vinho, 2caixa com JO libras de cha, I
pipa vinho, I canaslra albos, l|2 pipa vinagre,
i canaslra com 2 arrobas de batatas, I fardo
r,uci.das, 20 barricas rom fai inlia de trigo. I
pipa vinho, I gaquinho c mi l(i libras de eiva-
doce. 1 gigo cun 5 arrobas de batatas, I caita
rom 13 libra de villas de espermaceti", I an-
coren com azeilonas. I caixotc com 0 l|2 du-
zias de copos, 4 ancoretas azeitunas, 4 barri-
cas bacalhao, 2 nielo* barris com 58 libras de
manteiga, 1 bairil rom (i0 de dila, I cana-Ira
albos, I saquiiho com II libras de erva-doce,
I barrica cun bolarbinha, I sarca con; 2 arro-
ba! de pimenta.I caixa de aletria com 2o libra
4 barricas bacalhao, 2 barricas bolacinha, 1
barril manteiga, 1 barril vinho branco, 2 bir-
ricascom bacalhao, 1 bail com 60 libias de
manteiga. 1 dito vinagre, 1 caixa aleiria, 10
barricas farinha di-trigo, I barril com M ga-
Ifics de azeite-doce. I dito vinho branco, 1 dito
manteiga, 1 quarlola genebra, 1 dila vinagre,
1 barrica grata, I) ditas bacalhao, I caita iniu-
drzas, 1 fardo e 1 caixa faiendas, I baml vi-
uliii branco, 1 embrulho com 4 libra de ca-
nda, 2 pipas vinho,! ciuariola vinagre, 4 gigos
tonca, 2 banis com 132 libras de manteiga, 1
barfica com 48 botijas de genebra, 2 barricas
bacalhao, 1 dita sardinhas, I sacca pimenta, 1
barrica com 25 garrafas de aeitedoce, I em-
brulho com li.cliapoa de sol, 2 banicas cun
8 diiiias de garrafas de servrj.i, 3 caitas min-
deas, 2 amarrados com 24 paes de ferro. I bir-
rica com 13 duzias de potes de graita. 21 bar-
ras com 10 quintara, 2 arrobas e libras de
ferro, 4 cndeles de ac com 19 arrobas, 2 gi-
gos tunca, 1 caixa fazeudas. 2 caites com mni-
deas, 1 eiiibrulbo rom .'dunas de II franee-
zes, I embiullio miu.etas, 50 barricas familia
de trigo, 1 barrica bacalhao, I gigo lou^a, i
embrulho com ti libras de canella, 1 birrita
diugas, 1 gigo batatas, I diln lotifa I embrii
Unicom 8 libras de crav, 1 dito com 6 llora
de c mella, 1 gigo batatas, I embrulho com 12
ilutias de trinchetes, I dito com 6 queijos, I
barrica bolachinha, 2 ancorelas aieiluuas, 1
caita com 13 libras de cha, 1 embrulho com
1 ti libras de lio e 4 bronzes, I barrica baca-
lhao, 1 chapeo pira padre, I eaixao rom miu-
dezas, 1 pacote ditas, 2 calxoes e 1 fardo faien-
das. 10 caixa talio, 2 barris com 30 medidas
de mil. 15I|2 barricas deassucar com 112 ar-
robas c 5 libias, 0 barricas com 511 garrafas
de licor, ditas com 35G botijas de genebra ;
13 linas de assucar com SI i arrobas e V Ulnas,
3diias com 5 arrobas c 29 libras de assucar,
2 ditas com 100 garrafas de licor, I barril com
34 medidas de genebra, 1 dito com 2l>diias de
ago'aidenle do Keino,2barricas,4 uieins ditas e
7 caas de assucar coai 29 arrobas e 30 libras.
Jii caitas sabao, 3 barril niel, 1 barril com 34
medidas de agu'ardeule do Reino, 6 banicas
com 4 i arrobas e 20 libra de assucar, I bar-
rica com 50 garrafa de licor, I dita com 50 lio-
lijas de gcnelna, I dila Jiu arliuilia, 10 caltas
salmo, 2l>airica com 15 arrobas c 18 libras de
assucar, 10 caixas com 300 libra de s.ibiiu, !
banica com 8l libras de bolarbinhae biscoilo.
5 sacca com 25 arrobas de cal, I barrica miu-
dezas, 4 barricas com 280 botijas de geuebra,
3 ditas com 144 garrafas de licor, I ancorea
COIII til ranadas de a mus. I dila CoiU 4 caadas
c um quarlo de ag'ardenle do reino, 4 caixas
com 144 libras de sabo, 1 barrica de biscoito
com 2 arrobas c 2 libras. I dila de bul-tchiuha
doce com 3arroba c 12 libias.
Paradina, biale nacional Espadarle : condui
0 seguintc :
1 pipa viiho, 4 mullios de ceblas, 50 bar-
ricas de bacalhao, (icaixa, I fardo e 1 l'ardinho
lasenaas, I caixa com chapeo de sol depann .,
i ditas e quatro fardo i.,/, mas, I lorrador de
ferro, 7 rmelas de ferro. I raixa com follu de
1'l.iudies, 2 dilac 1 laido la/enila-, 2 barricas
niauleiga, bgigo baiau, 2 caixas queijos, I
caito iniudetas. 1 dito couioie maisobjeclos,
1 iliiu ilillen un s objeclo. 1 dito fecbadina e
inais objecto, 27 artnaces de aellins, 2 ditas
de silliao, Ipeca de tona, 112arrolia.dejunco,
l caita com dill'erentcs olijecto, I dila gomma
laca, 'i u.assos de junco, 3 caixas com candiei-
ro e garrafa, I baln e 1 caito droga. 3far-
dos I'./i mas, 10 barricas bacalhao, 1 calxlnha
i. ni cuuiinhosparachapos.8 iuasos|de pape
lo, 5 banicas bolacbiulias, 4 barris c 4 meios
ditos manteiga, 2*acM) de pimenta, 2 arrobas
de erva-doce, 1 caixa iebo, 2 barrica lervaja,
2 barril banda,t barrica genebra, 1 barril aiei-i
le-doce, 2 pipas vinho, 1 barril prego, 2 pa-
roles e 4 caitas faieuda, 1 caizi couros c
erais objertos, I cartiio faiendas, 1 caita c
I lardo dita, 5 barr vinagre, 10 taboa
iiuarrllo, I laia com 35 libra de rap, 1 cal-
xa com 100 libras de dito, 200 arrobas de
carne, 80 caixas com 2,400 libras de sabo, 10
dita de dito; nao embarcaran) : 9 aseos com
20 arrobas de bolacha. 5 caixa noin 500 libras
de rap, 5 laceas com 22 arribase 15 libras de
arroi 100 re'sllss slhos.
Liverpool por Psrahibs, barca inglazs
Monarca, de 254 toneladss : cundir/, o se-
guinte:
70 toneladas da lastro de aris.
Storkholm, brigue sueco Helena, de 339
toneladas i conduz o seguinte :
4 47 humeas e 2,(70 saceos de assucar com
16.456 apodas e 15 libras, 3,900 couros
com 117,572 libras e 2 caixas com 150 li-
bras de rap nacional.
Trieste, brigue suCo Gustaf-Melin, de
360 toneladas : conduz o seguinte:
3,920 saceos de assucar com 19,600 arro-
bas.
llin-Grande do sul, patacho Dovs-lrmaos,
de 117 toneladas : conduz o seguinte :
739 alqueiressal do Ass, 7,950 couros
com casca, 125 barricas de assucir brinco
com 921 arrobas, 57 pipas de ago'ardente
cun 720 medidas. 1 dita de espirito de 35
graos com 180 medidas. 551 meios de sola,
50 caixas aiassas com 25 libras cida urna.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 9..... 1636,889
praga no man, 9 DE fevebeiro DE
1850. AS 3 HORAS DA TARDE.
Recista semanal.
Cambios Pela barca Culumbus o ga-
lera Genot-tre, que sahiram
es'i semana, houvessques
avi.liados a 28 1|2 d. por
1,000 rs.
Assucar- As entradas fram regula-
res, e as vendas do branco
ensapcado e emborricado
regularan! de 1,950 a 2,600
rs. a arroba, e do masca va-
do a 1.600 rs.
Algodfio----------Entraram 547 siccas, e as
ultimas vendas fiam a 5/
rs. por arroba do de primer-
ia SOrte, llfio tirando 116-
nhum por vender.
Ago'ardente- Vendeu-se de 37 a 42,000
rs por pipa.
Co uros As vendas fram pequeas
IOS ivens de 100 a 102 1|2
rs. por I i hra dos salgados.
Bacalhao O mercado foi suprido com
5,300 barricas chegadas es-
ta semana, as qua.s Tram
vendidas de 9,200 a 9 500
rs. por lia pica. Ficaram
em ser ceica de 10,000 bar-
ricas.
Carno-secc Os precos nfio soffreram al-
terac,!to, e a existente mon-
ta a 60,000 arrobas, inclu-
sive um carregamenlo en-
trado esta semana.
Farinha de trigo Entraram 450 barricas, e as
vendas da senana regula-
ran* de II a 14,010 rs. a de
lliillimoie; a 19,000, a de
Riclimond ; de II a 16,000
rs.. a de Philidelphi; de
18.603 a 19,000 rs a de
T.iesteSSSF; a 17,500 rs.
a franceza nunca Bsiion.
Farcllo----------Vendeu-se a 2,600 lis por
sicea.
G3rraf0es- Ucmde960 a 1,100 rs. por
um empalhado.
Manteiga A franceza vendeu-se de
420 a 440 rs. a libra.
Queijos Os llaincngos alcanQsram
de 820 a 1,050 r. por cada
um.
Ficaram no porto 101 embrcateos, a sa-
ber : 4 americanas, 3 austracas, 37 brasi-
leras, 3 dinamarquezas. francezas, 3ham-
burguezas, 1 lianoveri.na, 19 inglezas,
na pul i ia na, i prussiiua, 4 poi luguezas
j ii.i as e 13 suecas.
ObssnifSo.
Val acabar decarregar no lameiro o brigue
Ingles lliji>ion, capilao Deunis Whelao, com
a mesina carga que Irouxc.
Navios entrados no dia 10.
Terra-Nova 30 das, escuna Ingleza Oiniw-
dore, de 147 tonelada, capilao Josioli l'rait.
equipageni 9, carga 1,813 barrica de baca-
lhao: JameiCrabtree & C.
dem 35das, brigue Inglez Faniy, de 194 to-
nelada, capllio Henry Jame, carga 2,530
barricas de baealdo ; a Me. Calmont & C.
Philadelpdla 48 dia, barca americana Fr/in-
Wia.de i toneladas, capilaoFrancli Cook,
equipigem 10, carga farinha e mal gene-
ro: a De.ine Voulle 9 ('..
Rio-Grande do sul Patacho braiileiro Dou-
llmos.capllio Jcronj-mo Jos Flix, carg
varioi gneros.
Aracaly Sumaca brailleira Carlota, capilao
Jos Goncalve Simas, carga vario generoi,
Passagelro, Joi Anuncio de Aibuquerque,
o bacharcl Manoel Antonio de liveira,
Francisco Muniz Ponte, Manoel Thoniaz de
Aquino, Joan de Olivelra, Joo dos Santos
Mendonca, llraiilelrui.
Navios sahidas no Mismo da.
Trieite brigue sueco Guslaf-Mslin, capilao C.
II. Sitala, carga assucar.
Ncw-Hedfnrd -- Galera americana iilint, capi-
lao Nalhaniel M. Junegan, carga inenna.
New-I.ondon Galera americana Bleclrice, ca.
pltap Robert Brown, carga a inesma.
Observacdo.
Foi Tundear no Limeirfio o brigue sueco
D.-Therea, capilfio G. Dunherg:__________
^mmmm^mm^mm^is"^"
Ylovmcnto do Porto.
Navios entrados no da 8.
labia 12 das, patacho brasileiro Sanla-Crui,
de 101 loneta las, capilao Joan Antonio da
Silva, equipageiu 8, carga gneros do pali;
aCaetano Syriaco da Costa Morelra. I'a-si-
geiros.5 escravos a entregarFicou de qua-
renlena.
Sanios 21 das, barca tarda Piruvlao, de298
toneladas, capillo Joao baptista Caslandola,
eqnipagem l4,em lastro; aordem. Ficou
de r|ii.i emeii.i por ti irazrr carta de sade.
Mar-Pacifico, leudo adido de New-Bedfnrdlia
20 Ineses, galera americana Stino, de 281 to-
neladas, capilao Fiederiik Mocum, carga
aieile de peixe ; ao caplo.
lins ion 48 dias, patacho americano Vullure,
de 140 toneladas, capilao Andrur hurditt,
equipagem 7, carga bacalhao a II. Foster &
Companhia.
Samo -- v3 dias, galera sueca Anna-Matitdt, de
214 toneladas, capitiio A. Janseu, equipagem
II, em lauro a N. O. bieber.
Navios sabidos no mesmn dia.
New-Bedford Galera americana Siime, capi-
tn Fredrick Slocuui, carga a misma.
!\i w-l.umlnii -- G llera americana ilcngnl, capi-
lao I). Ileinsi.id, carga a inesma que ir o me.
New-liedford Galera americana lieorgc-Wai-
lnnglon, capilao 11. F. Gibbs, carga a inesma
que leal".
dem Galera americana Jnnior, capilao Sila
Tiukho, carga a meamaque Irouxe.
Observando.
Val acabar de carregar no Lameirao a barca
hamburgueza Sj/rin, capitn Sablst, carga mer-
cadorias. Leva de passagelro a Cobre, iiain-
burguez.
Navios entrados no dia 9.
Sanios -21 das, barca sarda Sagraio-Corafo-
de-Jeius, de 170 toneladas, capilao Paulo Jos
Caporro, equipagem II, carga lastro de pe-
dia e ale,ii ni arrutf a Le Bretn Schrainm.
Firou de quareulena por nao traier carta de
sade.
Ili i-de-J.ineiro 23 dias, brigue sueco />
klin, de 250 toneladas, capitao C. N. Morbo-
beu. equipageiu 12, em lastro a Le lirrtoii
Schramm le C.
dem 39 das, brigue inglez Caroline, de 240
toneladas, capitn Joseph Meuhennet, equi-
pagem 9, em lastro ; ao capilao.
Navios sabidos no inmoto dia.
Stockolm III-igue sueco Helena, capilao 1. II.
Knoll, carga assucar e couros.
Paradiba barca inglesa Uonarch, capilao Alc-
xaudre Blarr, eiu lailro.
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da thesourarla
da fazenda provincial, em cumprimento di
ordem do Kjtro. Sr. presidente da provincu
de 8 do correte, manda fazer publico, que,
nos dias 19, 20e2l, ir a pracs, peranle
o tribunal administrativo da mesmi the-
sounria. para ser arrematado a quem por
menos fizer, o concert da ponte do Vara-
douro em Onda, sOb as clausulas especiaos
abaixo transcriptas, e pelo preco de i:034/
As pessoas que se propozerem a esta ar
remataran comparecam na salla das sessOes
do sobredi to tribunal, nos dias scima men-
cionados, polo meio-dia, competentemente
habilitadas
E para constar se mandou afllxsr o pre-
sen'e e publicar pelo Diario.
Sacrotaria da thesouraria da f.zenda pro-
vincial de Pernambuco. 9 de fovereiro de
1850--0 secretario, Jntonio Ferreira d'in-
nunciaco.
Clausulas especiaes a arrematado.
I. Os concerlos da ponte do Varadouro
serfio i'eitos conforme o orcimento apresen-
lado nesta dala a opprovacfio do Exm. Sr.
presidente da provincia, sendo a importan-
cia 1 034,000
20 arrematante comeesra a obra no
praso de um mez e acabara no de tres me-
zo, ambos contados na conformidade do
art. 10 do regulamento das arremataces de
II do julho de 1843.
3. O pagamento d'arremataQfio reamar-
se-ha do modo determinado no art. 15 do
supracilado regulamento.
4. To tos os materiacs serfio examina-
dos pelo engonheiro antes de gerem empro-
gidos, e approvado lavrar-se-ha um termo.
5. Para tudo o mais que nfio estiver
determinado as presentes clausulas, se-
guir-se-ha inleiramcnto o que dispO' o re-
gulamento mencionado de 11 de julho de
1843.Recite, 7 de feveroiro de 1850.--0
eiig nheiro do termo do Itecife, Jos Mame-
de Aires Ferreira.
-Acamara municipal desta cidade faz
publico que, atlendendoao que lhe repre-
sentaran) alguns dimos de ollicinAs de fer-
reiro, estabelecilas fura da cidade. tem
designado as ras novas do sitio de Hercu-
lao Alves da Silva na Soledade, e as do si-
lio donominado Campo-Verde, no Corre-
dor-do-Bispo, para collocacSo de ferraras.
Meando ivsla parte ampliado o scu edita!
de 8 de marco do anno passado. E, para
eonstar, se mandou publicar o presente
l'ifrjo da cmara municipal do Itecife, em 9
le fevereiro de 1850. Francisco Antonio
de Oliveira. prosidente. Manoel Ferreira
Accioli, secretario interino.
Rodrigo Tbeodoro de Freitas, ofllcial da im-
perial ordem da Roza, cavalleiro da de
S.-Rento de A vi/, condecorado rom i
medalha da reslauracSo ds liahia por oc-
easifio da independencia, cpitflo de mar
e guerra d'armada nacional e imperial,
inspector do arsenal de marinhi, e capi-
tfio do porto desta provincia de Pernam-
buco, por S. M. o Imperador que Dos
guarde, etc.
Faz saber s quem convier, que lem desig-
nado pira ancoradouro das atvanrengas,
lanchas e mais embarcacOes que se en-
pregsin no trauco do porto.no servido dia-
rio das cargis, e descargas dos navios, i
parle do Mosqueiro, pelo lado de trra, que
medeii da segunda barca de vigis da alfan-
dega para o sul al a popa da terceira barr
da mesma alfandega, Meando amarradas de
inaneira que nfio embaracem o transito das
embarcacOes que lenham de seguir para o
norte e sul do nu'smo Mosqueiro ; e para
ancoradouro daquellas dascitadasembarca-
coes que nfio se empregim conslinlemen-
te em laes servidos a parte do dito Mosquei-
ro que Mea so sul do ancoradoro dos navios
em descarga, em seguimento do canal que
val para a barreta, e que existe nos fundos
do arsenal de marinha, pelo lado da ruar
pequea, para o norte at a praca publica
projecta pela cmara municipal na ruado
Rrum, conforme j se declarou em edilal
desta capitania del! de setemtro de 1847
Capitana do porto de Pernambuco, 25 de
Janeiro de iaiO.Rodrigo Tlteodoro de Frei-
tas, capilar) do porto.
a
Manoel Carneiro Leal, Manoel Esteves do
Niscimento Quinteiro, Mmoel Joaquim Ro-
drigues de Souza, Mmoel Joaquim D iptisti,
Manoel Alves Guerra Jnior, Manoel Jos
deS.-Anna Araujo, Maximiano de Oliveira
Mussurlpe, Dr. Manoel Jos Pereira de Mel-
lo, Dr. Mmoel de Souza Garcii.
Reeife.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, Manoel
Ignacio de livelr, Mmoel Francisco Mar-
ques, Mmoel Luiz da Veiga, Manoel Luiz
Goncalvcs, Manoel Luiz Goncilves Jnior,
Mmoel Pereira Caldas, Manoel Joaquim
Ramosa Silva, Mmoel Joaqotm Seve, Mi-
noel Auiunes Domingues, Mmoel Antero de
Souza Reis, Manuel Antonio da S Iva. An-
idos, Manoel da Silva Naves. Mmoel Es-
tanislao da Gosti, Manoel Goneilves da
Silva, Manoel Duarle Bodrigues, Manoel,
Caldas Brrelo, Manoai Ribeiro da Cunta
Oliveira, Miguel Antonio da Costa e Silv*
Manoel Antonio Ferreira Gomes.
San-o$.
Manoel de Almeida Lima, Mmoel Joa-
quim Ferreira Esteres, Malhias Muniz Ta-
vires, Mmoel Francisco Coelho, Mmoel An-
tonio de Souza Mattos, Dr. Mmoel Jos Do-
mingues Codiceia, Manoel Florencio Al-
ves de Moraes. Miguel Archinjo Postumo do
Nasciment, Mmoel Antonio Monteiro de
Andrade, Manoel JoiTeixeira Bistos, Ma-
noel Jos dos Santos, Manuel Jos Galvfio,
Manuel Eugenio da Silva,.Manoel da Fonse-
ca e Silva.
Boa-Vista.
Mmoel Bezerra de Menezes, Manoel Fran-
cisco Seheder, Manoel Jos Marlins Pereira,.
Mmoel Rodrigues dos Pissoi, Manoel Coe-
lho Cintra, Dr. Manoel Adriano da Silva
Pontea, Manoel Antonio Simfloa do Amanl,
Manoel Jos Martina Ribeiro, Manoel Fran-
cisco Rodrigues, Mmoel Alexmdrino de
Castro, Manoel do Nascimento da Costa
Monteiro, Mauool Joaquim de Miranda, Ma-
noel Gregorio da Silva, Manoel Cardpzo.
Ayres, Manoel Dusrte Pereira, Mnnoel Pau-
lo Quintella,Manoel Joaquim do Reg Ai-
buquerque, Manoel Joaquim do Paraizo,
Manoel Concalves Silvina, Manoel Zeferino
de Castro Pimentel. Manoel Joaquim Muniz
Hrandfio, Manoel Jos de Oliveira Lima, Ma-
noel Joaquim dos Passos, Manoel de llollan-
da Cavalcante, Manoel Joaquim da Silveira.
Terceiro districlo.
Manoel Filippe de Souza Lefio, Manoel de
Souza Lefio, capitfio Mmoel Ignacio de Ai-
buquerque Maranliu, Mariano de S Ai-
buquerque, Manoel Cavalcanle de Aibu-
querque, Manuel Pire Ferreira, Mauool
Bezerra, Macelhno Antonio Pereira.
Terceiro districto.
Tenenle-coronel Nereo de S Aibuquer-
que.
Reeife.
Onofre Jos da Costa.
S.-Antonio.
Pedro DornelUs Pessoa.
Reeife.
Pedro Marciano.
Roa-Vista.
Dr. Pedro de Atalude Lobo Moscozo. Dr.
Pedro Autran da Malla Aiouquerqu-, Peiro
Ignacio Baptista, Dr. Pedro Gsudiuo Ralis
o Silva, l'ruliro da Cimba Moreira Alves.
Terceiro districto.
Dr. Pedro Frauciscu ue Paula Caralcante
e Albuqueiquo.
S.-Antonio.
Rodoltiho Joyo Barata de Almeida.
S -Josi
Ricardo da Silva l'ovfio.
Boa-futa
Rufino Jos Corris de Almeida, Rufino
Gomes da Fonseca
S.-Antonio. ,
Silvestre Pereira da Silva Gnimarfies,
Sebastifio Jos da Silva Braga, Dr. Sebas-
lifio Jos da Silva Bragt Jnior.
Boa-Vista.
Severino llenrique de Castro Pimentel,
Si mio Concia Cavalcanle Micambira, Sim-
plicio Rodrigues Cxmpello, Simplicio Jos
de Mello, Dr. Simplicio Antonio Mavignier.
Terceiro districto.
Sebistifio Jes de Barros Barreto, Silva-
no Thoniaz de Souza Magalhles, Dr. Salva-
dor Crrela de S e Benevides.
Reeife.
Dr. Thnm Pernandesde Castro Madeirs,
Thomaz de Aquino Fonseca Jnior, Tuo-
moleo Pinto Leal.
S -Jos.
Thomaz de Carvalho Paes de Andrade,
Toralo llenrique da Silva, Thomaz Pereira
Piulo.
Boa-risla.
Thomaz de Aquino de Cirvslho, Thomaz
Jos da Silva CusinSo Jnior, Tnomaz de
Carvalho Soares Brandilo, Thomaz de Aqui-
eo Fonseca.
S.-^nfont'o.
Umbelino Guedes de Mello, Dr. Vicente
Ferreira Gomes, Victorino Francisco dos
Santos, Dr. Vicente Pereira do Reg.
Itecife.
Vicente Cardozo Ayres.
Boa-Vista.
Dr. Vicente Jeronyiuo Wmdorley, Vic-
torino Joi de Souza Traveso, Vicente Fer-
reira da Paz, Vicente Amonio do Espirito-
Santo.
Itecife, i* de Janeiro de 1850. = Eu Jos
Afrooso Guedes Alcanforado, escrivfio o es-
crivi. Reis e Sil'-a. -- Josi Camella do lle-
go Barro. Joaquim de Soma lleii.
Lista dos ciilados qualilicados pela junta
revisora, avista das listas dos delegados
doprimeiro, segundo e terceiro distric-
tos, o dos que julgou a junta qualifjcar
para seren jurados neste corrente auno.
( Continuacdo do n. 33.)
S.-Antanio.
Mmoel folio de Miranda Henriques, Dr
Manoel Marlins liibeiro, Manoel Romfio de
Carvalho, Manoel Filippe de Castro Nunes.
Miguel Serafi n de Castro Non *. Manoel da
Silva Ferre Jnior, Dr. Manuel Clomentino Carueiruda
Cunda, Manuel Kernmi les da Cruz, Ma-
noel Gomes de S, Manoel Antonio de Je-
ss Jnior, Manoel ferreira Antunes Villa-
ja, Manoel Concalvea Ferreira da Silva,
Declarat^es.
- S. Exc. Rvma. manda declarar que, vis-
to existirem as mesnias causas por que lem
rum um lo dispensa para se usar da comida
de carne e lacticinios n quaresma, conce-
de a mesma dis.ensa para a prsenle, qua-
resma. com as clausulas com que a conce-
den nos annos passsdos.
S. Esc. Rvma. manda celebrar missa so-
lemne, a qual pretende assistir, nis domin-
gas da presente quaresma, com aerolito, na
matriz da BOa-Visla. Itecife, 10 de feverei-
ro do 1850. O padre, Francisco Jos Tova-
res da Cama.
- Brevemente se hilo de afiliar editaos
do concurso s fregueziis vsgas desta dio-
cese. itecife. 7 de fovereiro de 1350. O
padre Francisco Ji.s Tuvares da Gama.
--No edilal di cantara municipal, que
lem si lo publicado nos ns. 31, 32 e 33 dos-
te jornal, em lugar das palavras- dosltio
denominado Lefio-d'Ouro por diante --
leia-se smente-- do sitio denominado do
Lefio por disute.


Theatro deS.-Francisco.
Crande o extraordinaria representado pe-
la companhia franceza, sb 0 directo da
vuvi Bertoaux.
Esta repreaenla^Bo t*r lugar quinla-ei-
ra, U lo correnle, e sera composla de pas-
egensdedifrerenleg lleneros: o anmin-
rios do dia faro mencSo especial do dela-
llie desta espectculo.
Keparlicao da polica.
llim. e Es m. Sr.--Parlripo a V. Exc. que.
segundo as communicHces por mim boje
recibidas, fflram hontam presos : minlia
ordem o PoMuguez Manuel Jos Cuerles
Magalhaes, por crime de felsidade; Paulo
esrravo, por infraceo de postura munici-
pal ; o Antonio Concalves, remeltido pelo
subdelegado da freguezia do.Poco, por es-
tar indiciado em crimo de tentativa de
mor te : ordem do subdelegado da fregue-
zia de S -Frei-Pedro-Concalves, os impe-
naes marinhoiros, Joaquim Francisco Car-
ilozo e Manuel Concalves de Azevedo, por
briga 5 e Filippe Nery da Paz, por espancar
a urna preta : do subdelegado da fregue-
zia de S.-Antonio, o Portuguez Placido Cae-
la no Dorges, por ser encontrad^ com um
ccete, lornando-se assim suspeito; Joffo
Roberto, por dar em a preta Jozefa, escra-
va de Francisco de tal, qi.e tambem fui pro
sa, por andar fgida.
Das partinpncOes que me dirigi o dele-
gado de polica do termo de Nazarelh, em
dala de 9 do crrenle,consta que, no dia 17
de Janeiro ultimo, o pardo JoSo nares as-
sassinra no lugar do Po-Amarello, com
urna facoeda, ao pardo Joaquim Rodrigues,
poileudo escapar-e perseguidlo que
polica Ihe flzera para o prender : que no
dia JO do mesmo mez Antonio de Almeids
morador em Gutiba, espancar gravemen-
te a um menino de 8 annos da i I ule, (lllio
de Joilo Andr, morador em Maroioa, sendo
que, lando apparecido era soccorro deste,
Diogo de Saliese Joaquim da Cruz, fram
tambem espaneados de que resultara fica-
rem levemente feridos : alinal que, nodi
23 do preiiito mez, no ragenho Timbozi-
ntio, o pardo J0A0 Baplisla fera grave-
mente t Antonio Joaquim; assim como
que. Joilo Mai ianno.nesse mesmo lugar,es-
pancra a Francisco de tal.
O^os guarde a V, Exc. Secretaria da
polteia de Pernambuco.--|||m e Exm. Sr.
Honorio llermto Carneiro l,eSo, concelhei-
to de estado, presidente desta provincia.
Jt Mcolo keguelra Coila, chefe de poli-
ca interino.
CIRCULAR.
Teodo prohibido o folguJo de enlrudo
Telas ras desta cidade e seus suburbios,
assim o coinmuiiir.ii a Vmc. para que nesle
sentidoexpeca asnecfsnariasordensquanto
ao que diz espuitoao disliicio de sua ju-
ri.Miiic.1o, fazendo prendera todos aquelles
que as infringirem, dupoi de terem sido
isso adve lulos. *
lieos guarde a Vmc. Secretaria da poli-
ca fie Pernambucu, 9 de dezemhio de 1850.
Jos Niculv Hegueira Cosa, chele de polica
intermo.-Sr subdelegado da freguezia de
II do corrente mez, ao meio dia, no con-
sulado de llamburgo, ra de Cruz, n. i,
pnis quodepois dessa hora, nao se respon-
sabilisa por pagamento algum, relativo ao
dito navio.
Para Lisboa saho mpretervelmente,
no dia 27 ik corrento, porter maior parle
de sen carrpgamento prompto, o brigue
portuguez Novo-Vencedor : ainda recebe al-
guroa carga a frele e passageros para o
que olTerece excedentes commoilus: os pre-
Icndentes podero tratar com Tbomaz de
Aq"ino Fonseca & Filtra, na ra do Vigario,
n. 19, ou coro o capitn, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na praca do Commercio.
Le loes.
Avisos maritimos.
Para o porto salina breve o muito ve-
leiro brigue portuguez Mara-Filis, capi-
tao l.uuri'iicn remandes do Carino, por ter
pait< da carga prompla : quem no mesmo
quizer carregar ou ir de passem, para o que
lem liona commodos, tralem com o consig-
natario, Antonio Joaquim de Souza Ribei-
ra, 011 com o mencionado capitflo na praca.
Para u Rio-de-Janeiro segu com bre-
vidade, por ternario da carga prompla, o
brigue nacional Dout-Amigos : quem no
mesmo quier carregar, ir de passagem ou
embarcar escravos, falle com c capil.lo,
Francisqp los Prates, ou com Manuel Ig-
nacio de Olivira. na praca do Commercio,
11. 6, primeiro andar.
Para Luanda com escala
por llossamedcscBen
11 el la
A barca Tentaliva-Feli segu para todos
estes porlos, e se acha prompla a receber
carga e passageros : as enramo tulas que a
mesma offereco j silo bastante conhecidas
neata praca, e para meliio- desengao, o
prebndenles podcro ir i bordo da mesma
que so acha Tundeada defronta do Trepiche-
Nuvi: Irala-se na ra da Madre-de-Deos, n
3, com Silva & Grillo, que pretendem fje-
la aeguiml o O ni do crrente.
-- Para o Rio-do-Janeiro sahs o maia bre-
ve possivel o brigue Minerva, por lera bor-
do mais de dous tercos de seu rarregamen-
to : quem quizer carregar o resto, mandar
cscravoa a frele ou ir de passagem, onlen-
da-se com o ea pililo a bordo, ou com o seu
consignatario, Francisco Alvos da Cunha,
na ra do Vigario, n. II, primeiro andar.
-- Para Lisboa pretende sabir com brovi-
dade o brigue portuguez Conceicdo-Flor-
di-Litbia, pdenlo inda admittir a I fu-
ma carga da praca : tem commodos para
alguns passageros ; quem pretender carre-
gar ou ir de passagem, pode cntender-se
cora o capitJo, Joo Dorges Pamplona J-
nior, ou com os consignatarios, Aniorim
lrir.Sos, na ra da Cadeia, n. 39, primeiro
andar.
Vende-se o hinte S.-Jodo, prompto a
navegar, para examinar defronte do Tra-
piche do algodflo : a tratar na ra Bella,
o. 30, ou na ra do Trapiche, n. 34.
Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a
manir brevidade possivel. o patacho nacio-
nal Valenle: quera no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, dirija-se ao capi-
tilo, Francisco Nicolao de Aiaujo, na praca
do Commercio, ou a Novaos & Companhia,
na ra do Trapicho, n. 31.
"Precisa-se da quantia de vinte e cinco
contos de ris, pouco mais ou menos, a
risco martimo, para pagar os concerlos do
navio de commercio hamburgo Syno. ca-
pitflo C. G. A. Sohst, o qualindo de Ham-
burgo com deslino para Calcuta, arnbou
fundamento a este porto: as pessoas a
quem -o negocio convier, coenpareca no
consulado oe llamburgo, na rua da Cruz,
n 4, segunda-feira, ti do corrente, al ao
aieio-dia.
Quem tiver contas com a barca ham-
burgueza Syria queira as entregar ale o dia
Joaquim Ferreira Mendes Guimarfiea
Tari leiltlo, por inlervenc&o do corretor
Olivira, em presenca doSr. cnsul de Por-
tugal, o por conta e risco de quem perten-
cer, do brigue portuguez Atina-Adtlaide,
capito Ignacio Jos de Araujo, arribado a
este porto, onde foi legalmente comdem-
nado, depois de haver sahido do mesmo,
carregado deassucar e mais gneros, com
destino a Lisboa : quarla-feira, 13 do cor-
rente, ao meio-dia em ponto, porta da
associacfio commercial desta praca. Adver-
te se que o casco do dito brigue, sua mas-
ireacao, pannoe apparellio completo, in-
clusive a lancha e dous botes, ludo tal qual
os pretendentes p lem anticipadamente
examinar no ancoradouro defronte do tra
piche do algodflo, se vendei sem reserva
de preco em um nico lote. O respectivo
inventario acha-se, por copia, lano a bor-
do eero casa do vendedor como no escrip-
torio do referido corretor.
C. J. Astley & C far3o leil3o, por
intervenclo do corretor Olivira, de urna
porefi de phosphoros em palitos di melhor
qualidade que vem a este morcado, de al-
gumascaxas de couros de lustro, e de ou-
tros arligos proprios para lojas de miudc-
zas, para ul'.imar contas : quarla-feira, t
do corrente, s to horas da manh, no seu
armazem, ra doTrapiche-fjovo.
-- O corretor Uliveira fara leilUo, por
ordem e em presenca do Sr. cnsul da re-
publica franceza, dos restantes be is do fi-
nado subdito francez, Luiz Victor Desen
dos, consislindo em urna excellente burra
de ferro nova, 22 pipas de cachaca e
um pequeo sitio, tundo 100 palmos de
frente e 250 le fundo, com alguns arvore-
dos fructferos, cercado de limSo e espi-
nho, e com urna pequea casa de pedra e
cal m'iIi o 11. 33, no lugar da Capunga, n-
tigamenle denominado Manguinho ; assim
como de um terreno do cerca de 190 palmos
de frente e 225 de fundo, na estrada que
vai ao sitio de I). Floriuda pela parte dn
norte, tambem na Capunga : sexta-fera,
15 do corrente, asi I horas da manhfla era
punto, no consulado da dita repblica, ra
do Trapiche-Novo. Os pretenJentes aos di-
tos sitios, casa e terreno, sflo convidados a
irem examina-los com antecipaco, eos
que prelen lito a cachaca, entend3o-sa con.
o dito corretor.
46, qticsero generosamente re-|
compensados, e pagos de todas as
despezas que houverem feito.
Quem precisar de urna ama para casa
de homem solteiro ou de pouca familia, di-
rija-se ra dasCruzes, loja n. 36.
O padro mestro prcgadoreffcciivo da
capella imperial,(Fr. Jos de S.-Jacintho
Mavignier, encarrega lo da obra da igreja
do nosso convento de S.-Antonio do Recife,
tenriona, de cuinmum arc^rdo com o Rvm.
padre guardiSo, no da 17 do corrrnto, le-
var em solemne procisso as santas ma-
gensdos nussos altares, para a greja ve-
Iha da veneravel ordem terceira> do mes-
mo convent<>, passando pelas mas da Ca-
deia, tomando a ponte do Recife, al o
Bom Jezus das portas, dnhi seguir al a
ra do Vigario, a procurar a ra do Azeite-
de-Peixe, e dahi a seguir para a punte, e
vollara ra do Coll'gio, e seguir ruado
Rozario estreits, e sabir ao pateo do Car-
Jos Teixeira Basto, tendo
de rclirar-se brevemente para a
Europa, roga rjuellcs" de seus de-
vedores, ctijs contas j sao bastan-
te antigs, tenham ,a bondade de o
mandar embolcar, aim de que
nao seja necessario usar de indos
mais positivos.
No pateo do Carmo, n. 10, precisa-se
alugar urna prota captiva para servir
casa de pouca familia: tambem s
um sobrado de 1 andar.
Quera precisai de um administrador
para qualquer ongenbo longe que seja, di-
rija-se 4 ra Direila, n. 42.
Precisa-sede um menino para caixei-
ro : prefereseos de fra da praca: na ra
lo Livramento, n. 19.
--A ahxoasignada, viuva do fallecido
Castao Luiz Ferroira, roga aos credores
urna
alu
mo, tomando a ra da Gamboa a sabir ao de seu casal que queiram apresentar suas
n.irln la rila n n tt<\ i. Ilif l.^ir Illll olll -I I' '. I 1 \ 1 M I !____._________.____... a. a I ^ .. .. .1 n tnn.n
Avisos diversos.
Lino Pinto Leal retira-se para Portu-
gal a tratar de seus negocios.
Tendo o abaixo firmado ilrigido-se ao
seu commandanle interino,o major-gradua
do Cypriano da Roxa Lima, afim de Ihe pe-
dir abonado pelo batalhlo a quantia di-
quarenta e sis mil rs. para certas despezas
que o annuncianle tinha a fazer, leve en
resposta um nSo ple ser muito redondo, i
que o alferes JuBo Guilhermn Marat tam-
bem o havia incommodado no mesmo sen-
tido e tinha I ido a mesma resposta, e com
o annuncianle esta na inteira convicio
que este negocio ha de vir a (car publico,
comquanto fosse passado entre elle e o dito
m'ajor, comludo quer o annuncianle poupar
esse trabslho, anniinciando por esta folln
--Amrica Antonio Cnrdozo, tunen tu do se-
gundo balalhAo de fuzleiros.
Precisa-se de urna ama de leite : na
praca da UniSo, n. 14.
-- Precisa-se de urna mulher capaz, par-
da, ou preta, que seja de meia idade para
fazer companhia a urna moca solteira doen-
te, e tratar da mesma fra tiesta praca- NSo
se du vida dar um bora salario, sendo pes-
soa que agrade. Na ra larga do Rozario,
n. 35.
Aluga-seum moleque quo sirva para
o servil;,) interno de una casa estranseira
com pouca familia : na ra do Trapiche,
n.8.
Pela ultima vez roga-se ao Sr. Dr. A
J. de S. G., morador na cidade de Olinda,
porto da ra novae vir por ella ato a'esquina
da praca da Independencia, voltar na ra
das Cruzes, e recolher-se na igreja nova
>la ordem. Os fiis devotos beijaro depois
do sermSo, as sagradas reliquias du N. S.
padie S -Francisco e S.-Antonio, que esta-
rlo exposlas no altar-mr. Roga-se a
I i ni pesa das ras por onde houver de pas-
sar a prorisso.
Theatro (.'Apollo.
A ilircccao scienlifica aos Srs. mascaras
convidados para o baile de 11 do corrente
raez, que he prohibido o ngresso a aquel-
les que frem em trajes religiosos.
Arrenda-se, por qualquor lempo, um
excellente sitio com ptima casa, a qual
lem commodos para grande familia, na es-
Irada do Ciqui, n. 11, cujo lugar he bem
recommendavel para preservativo* das fe-
bres reinantes : a tratar no mesmo sitio.
--Na ra Nova, n. 25, j tem folha de
Flandres de superior qual tade, para ven-
der barato aos seus freicuezes.
Ainda est por alugar o segundo an-
dar do sobrado da ra larga do Rozario, n.
40, que est preparado de novo : a tratar
na ra de S.-Franci.cca, n. 30. Na mesma
casa compra-se urna porta usada, de 5 pal-
mos de largura e II ditos de comp i ment
--Precisa-se alugar um bom cuzinheiro:
na ra dd Crespo, n. 19, a fallar con Ber-
nardiuo Maya da Silva.
Pracisa-se alugar um preto cozinheiro:
na ra da Cruz, n. 2.
Antonio Agripino Xavier de Brito se-
gu viagem para a Baha, a continuar os
seus estudos mdicos.
I Arrenda-se um sitio na estrada do Ro-
zario, com casa do vivenda e pr. pues
para ter 2ou3 vaccas de leite, boa baixa
para capm com alguraj plantado: a tra-
trr na estrada dos Alictos, passando a ca-
pc'.la, no quarto sitio.
Ao publico.
Um moco pernambucano que se acha des-
arrapado, querendo dar-aje a algum traha-
l'io, pelo qual possa hones'amenle gauhar
alguma dinheiro, se olTerece aos Srs. ne-
gociantes e mais- pessoas coramerciaes,
para cobrar dividas, mediante a mdica
pnrcentagem de 20 por cenlo : tambem se
offeroce para cobrar aquellas dividas quo
seuidonosjulgarem perdidas, dando estes
o dinheiro que for necessario para se teii-
tar acco cOntn os caloteiros d'agora. A I-
verte-srt que estas ultimas, serSo cobradas
cuma porcentagera dn 30 por cento, visto
ser negocio de bulir com sujeitos galucho:
que comem e no pagao : todas as pessuas
que o precisaren! annunce para tratarein e
saberem de capacidade do fiador do men-
cionado rapaz.
contas crrenles na loja n. do Aterro-
da-lloa-Vista afim de serem altendidos no
inventario a que vai proceder.
Un fina Xnlunet de Uliveira Silva.
Precisa-se do una ama da leite, que
nSotenha illho : na ra da Cadeia de S.-
Autonio, llotel-Commercio.
Oabaixo assignado avisa as pessoas
que teern peuliores em seu poder, de os ir
tirar no prazo de 15 das, contados desta
data ; do contrario, ficaro pertencendo ao
abaixo assignado. Francisco Nello de Aze-
tedo Coulinho.
O abaixo assignado faz sciente a quem
interessar que, tendo annunciado par ser
appreheiididauma cscrava de Manoel Ma-
rinho, de nomo Eleuteria, morador no en-
genho Pao-Santo, freeupzia do Cabo, acon-
tece que no dia 31 de Janeiro prximo pas-
sado Ihe foi entregue una escrava do mes-
mo nome, qu andava lainliciu fgida, e
dizia ser escrava do dito Manoel Mariuho,
em vii lude do que tomei conla. avisando
ao mesmo S"iihor para vir tomar ennta, e
por elle me foi dito nilo ser a dita escrava
sua ; passan lo a averiguar, me foi confes-
sado pela dita escrava ser do scnlior Fran-
cisco Minoel do Paula, tendo appollido de
Piloto, residente na cidade da Paraluba do
norte, na ra do MaU-Negro : por isso ro-
ga-se ao mesmo sendor de a mandar rece-
lier na residencia do abaixo assignado, na
ra do Collegio, n. 1, pagando todas as des-
pezas que o mes-no lem feito : tambera ad-
rarle que se no responsabilisa por qul-
quer arontecinenlo que possa ter a mesma
escrava, e muilo menos pela fuga.
Mulhias de Aiecedo Yilltirouco.
A^ass: ^.mwmmmmmm9
.Modo assei ido e econmico |
para alumiar urna sala
Elle reconhecido que o gaz hydroge- ?^.
neo lquido de todos os rorabustives jj|
a qiieseernpregaramal boje rara alu- |
miar-se, he o mais econmico, mais S
^_ asseiado, e que d a luz mais bri- i
l Ihante. Os arranjos dos candieiros 9
' de gaz silo mui simples, e nilo so en- &
di.iiaui nuiles os inconvenientes fe
8 que a cada instanteapresentam os le \
il azeilc. Os amadores do gz achai.lo |
jj| sempru em quauliila le sulliciunle, e p
$ de hia qualidade, na deslilac-io fran- ti
? ceza da travessa da Concordia.
S

DEPOSITO GEHAL
do superior rap areia-preta
f da fabrica de Gantois Pai-
g Ihet&c Companhia, na Ba- i
S hia. %
t Domingos AlvesMatheus, agente da #
ff fabrica de rap superior areia preta #
H e meio grosso da Baha, tem aberlo o a)
f|| seu deposito na ra Cruz, no Recife a)
*J n. 52, primeiro andar, onde se achara A)
a> sempre desie excellente e mais acre- 4
| ditado rap que at o presente se lem a)
fabricado no Brasil: vende-so em bo- a)
les de urna e meia libra, por pn-co a)
mais commodo do que em outra qual- a)
quer parte. ^
i
- iiao-se cinco contos de ris a premio
sobre boas firmas, penbores de ouro, prata,
que haja de ir loja de fazendas da ra do I ou hypolheca em bens de raz : na rua es-
" treita do Rozario, n. 30, segondo andar, so
dir quemd.
-Aluga-se o sobrado de dous andares,
na prai;a da Roa-Vista, n. 6 : a fallar na bu-
tica do mesmo sobrado.
Precisa-se de um forneiro : na rua Di-
reita. n. 129.
I'asseio, n. 21, pagar a quantia de 137,121
rs. saldo da lettra que V. S. nao ignora :
isto no prazo de tres das; do contrario,
lera de ver seu nome por extenso nota fo-
lha, para ser mais condecido, al que pa-
gue dita quantia.
O Sr. Tlieodorio Tavares Jnior quei-
ra ter a bondade de ir a loja de fazendas da
roa do I'asseio, n. 21, pagar a quantia d.-
39,684 rs., saldo da lettra que he devedor,
desde o dia 17 de setembro de 1836; do
contrario, lera de ver o seu nome nesla fu-
llate que pague dita quantia.
No dia 3 do corrente desap-
pareceudo pateo do Terco um es-
cravo, de nome SimSo, cor acabo-
ciada, cabello carapinhado, rosto
redondo, bastante grosso e gordo,
que pelas maos parece incitado;
he um tanto baixo e falla um pou-
co fina ; levou carniza de algodo
da trra e calcas ds laa parda, e
por baixo destas seroula do mes-
mo flgodao ; ba noticia de ter se-
guido a estrada de Sanlo-Antao,
talvez para de l procurar Pedras
de-Fogo, poi ser a ostra Ja por on
de veioacompanhando seu senhoi
em agosto do anno prximo pas
sado i rogare s autoridades poli
ciaes, capitAesde campo ou oulr;
qualquer pes->oa que o peguen, e
levem-no rua do Queimado, n,|
--Jos de Souza, Portuguez, participa ao
publico quo de boje em diunte so assigua-
r Jus de Souza Braga.
O advogado Antonio da Assiimpcfo
Cabral mudou a sua lesidoncia para o pii-
meiro andar do sobrado, n. 10, da rua do
Queimado.
Joilo Gomes Jardim, cidadfio dos Esta-
dos-Unidos, relira-separa lora do imperio.
Precisa-se do um amas-ador: na la
larga do Rozario, n. *8, padaria.
Lotera da matriz da Boa-
Visla.
O respectivo lliesoureiro, Manoel Gonca-
vel da Si'va, pretendo nflo Iludir a expec-
UcflO do publico com aniiuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lotera ;
esforcar-se-ha quanto couburem suas Cor-
ca para com a possivel presteza annunriar
o dia, alem do qual n3o devera passar a os-
peranca dos compradores ; porque entende
que a cssa illusilo em que alguns teem por
ve7es deixado o respeitavel publico, se lle-
ve essa especie de descrdito, que tanto
tem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por sso lmita-se por ora a annin-
ciaraveoda dos bilhetes, e a extrahi lo*
comlodooempenbo, afim de poder asse-
gnrar aos compradores o dia em que deve-
rclla imprelerivelmente correr.
A vantagem do plano ja publicado e o fin
religioso para que foi esta lotera concedi-
da, convida e seduzos teoladores da sorte
a concorrerem sem demora para a compra
Aluga-se o primeiro andar do sobrado dos numi ros que Ihes preparam a suave
amarello, nos qualro-cantos da rua do Quei-
mado, n. 29 : a tratar na loja do mesmo
sobrado.
-- Ofierece-se um rapaz solteiro para
caixeiro da qualquer estahelrcimento, o
qual da fiador i sua conducta : quem de
seu presumo se quizer utilisar, dirija-se
rua do Hospicio, casa do Sr. I.uiz da Veiga
Passoa.
A capatazia da alfandega das
fazendas precisa de mais trabalha-
dores, mas que sejam mogos e ro-
bustos : quem se quizer subjeitar
a esse servico, dirija-se porla
da mesma allandega s 7 boras
da matihaa. Na certeza que ga-
uharao por dia 64o rs.
J. T. C. Quaresma.
O abaixo assignado faz sciente a todas
as pessoas que leem penbores era s-u po-
der, dos irresgatamo piazo de 30 das;
do contrario, serflo vend ios para seu paga-
mento. Paulo liilii limi.
Chapeos de so!.
Precisa-sede um rapaz, ou menino de
intelligencia a quem se encanegue dia ll-
mente de servir de andar com papis, para
aju lar a outra pessoa da mesma occupacSo,
pagaudo-se nieii.saluicnle : na rua estrena
do Rozario, n. 30, segundo andar, se dir I Affonso Jos de Olivira, professorju-
quera precisa. hilado na cadeira de geographia e historia
acqm'sicflo de hens da fortuna, sem risco
(fe grande capital, e com o importe somon-
te da diminuta quantia de 5 ou 10,000 rs.
por pouens das.
Desde ja achar-se-h<1oas bilhetes : no
Recife, lojas do thesoureiro e do Veira
cambista ; emS.-Antonio, botica de JoSo
Moreira Marques, no paleo da Mal 7, e de
Francisco Antonio das Chagaa, na rua do
I vi'ann n'o ; loja de Iternardino Jos Mon-
teiro, pian o lia do Livramento, n 44 ; no
Aterro-da-Boa-Vista, lojas de. CuimarSes,
n. 44. e de Imai le Boiges da Silva, n. 18.
a*
M
Iltia do Passeio, n. 5.
Ntsta fabrica ha preseuteraenle um rico
soi (miento distes objeclos do todas as c-
rese qualidades, lano de seda como de
panuinho, porprecos commodos; ditos pa-
ra senhora, de hom gusto : estes chapeos
silo feitns pela uhima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rctioz. Na mesma
casa se acha igual soitmenlode seda e pan-
liiuhos imitando sedas, para cubrir ar-
iiia(,oes servillas : lodas estas fazendas ven-
de ii-seem porcSo oa retadlo : tamben- s.
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasleas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de grujas: ludo por prego
com molo.
do lyreu desta cida le, tem aberto sua aula
particular do primeiras lettras egrammati-
ca latina : as pessoas que do seu prestigio
se quizerem utilisar, polen procura-lo na
rua liueiia, n. 120,segundo andar.
Casa de modas francezas.
Buessard iUillocbau.
RUA f)0 ATERRO DA-IIOA-VISTA, N. 1.
Polos ltimos navios rancezes, chegados
do Havre, recebeu-se grande sortimenlo do
raudas, taes como : chapeos ricos de seda e
depalln ; lilas ; bicosde blond e de linho;
cassas brancas o pintadas ; manteieles de
seda de lodos os modelos ; flores; cabe-
cAos ; camizuihas j gollinhas bordadas de
fil e camhraia ; lencos de mo, de todas as
qualidades; luvas do pellica o de malha
aberta; transas e franjis para vestidos; fi-
los ; cambraias; meias d seda ; 0 militas
ouiras fazendas que se farSo patentes aos
rompradore: ludo por prego mullo era
conta e gusto verdadriiament francez. Na
mesma casa fazem-se veatidoae chapos, e
ludo o mais de toilette das senhoras.
o o
2 Alugara-se e vendem-se as verda- g>
'j, deiras hixas de llamburgo : na praca Q
q da Independencia, n. 10, ao voltar j
j para a rua das Cruzes. q
o <
O0t>?GO03(a7>>>t& 5&>5&>?
Na rua Direita, padaria n. 26, da-se
pIJo de vendagem a pretas sobre a respon-
sabilidado de seus senhoies.
-- Precisa-se de ollicaes de sapatero,as-
sim como tambem se admitiera aprendizes
forros ou capitivos : na tr.avessa da rua do
Vigario, loja nova.
Na rua da Cadeia-Velha do Recife, n.
51, segundo andar, ensina-se latim, rneto-
ricac philusophia, com todo desvelo e p--r-
feicllo, por pessoa de algum merecimenlo,
que scoffei-ece a quera queira.
11 ii (I auca.
JoSo Vienes, fabricante de pianos, parti-
cipa aos seus freguezes, que mudou a sua
residencia da rua do Queimado para a do
Rozarlo l-rga^primciro andar da casa n. 28,
onde ninrou o Sr. Dr. Netlo. aonde adia-
rlo sempre pianos de supeiiores qualda-
les, cordas, e todos o< aviauentos neces-
sarins, cas-musicas mais modernas para os
meamos.
Alugam-sc eseravas quitandeiras: na
rua do Collgio, n. 13, das 10 horas da ma-
ntiHa s 3 da tarde.
Precisa se alugar urna preta quo saiba
lavar, engominar e coser, para urna casa
estrangeira : na rua do Torres, n. 34, da9
II horas al s 3 da tarde. Na mesma casa
tambera se precisa alugar um preto que
entenda do servico interno, e saiba tratar
de cavallos. ______
Compras.
-- Compia-se calcado felo na Ierra, para
hornera, senhora e meninos, de lodas as
qual lades : defionle do nixo do Corpo-
Santo, na loja nova sita na esquina da tra-
vessa que vai para a rua do Vi/ario. Na
mesma luja se vende a relalho sola, mar-
ruquins, bezerro, couro do lustro, couros
de cabra ern braneo e linios, e lodosos
mais preparas pira o ofliciode sapateiro.
Compra-se urna canoa de carreiia.de
umspaii, usada, mas em bom estado, o
que seja maneira, de modo que quatro lio-
mens a possam transportar para qualquer
parte : quera tiver auuuiicie por esta folha.
Compra-se Chernoves, lvro de medi-
cina : na rua Diieita, n. 14.
Vendas.
-- Na rua do Vigario, armazem n. 11, ven-
de-so excellente viuho do Porto, o melhor
quha no mercado, em barris 116 4" e 5";
lrinbade trigo de SSSF ; dita autor gale-
go ; dita americana de diflereutas autores,
tanto cni barricas, como em mias ditas;
iin i ,,;.! em barris pequeos ; saceos com ce-
vada o cevadinha; arcos para barricas
barris ; laboas de forro de pinito, proprias
para fundos de barricas ; retroz ; panno de
linho do Porto ; canastras com albos e r.i
Ibas de cortica ; penetras de rame de la-
tflo ; e puntes de alisar o cabello.
( oIV los de tlis,
o cont de lacto de ferro, approvado pela
academia de niedicina de Pars, confor-
me o parecer de urna commisslo compos-
la dos Srs. Bnuillaud, Fouquier e Bailly.
As preparaces ferruginosas se coutam
no numero dus medicamentos, cujas pro-
piedades n.'io se pdem por fin duvida ;
com effeito ba poucas preparaces medicas
que tenham sido estudadas com lano es-
mero por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados.receilaram
estes contritos com muilas vantagens, de-
pois do lerem analysado sua composicilo.
O benvolo acoiiii.neuto que esta prepa-
rae.n. nbieve da escola de medicina de Pa-
rs nos dispensa de fazer seu elogio.
i:-tes confu los *o empregados com gran-
de sucresso na clorosis ou paludas cores,
as inflanimuces chronicas do estomago
e dos intestinos, na falta de appelite, as
aniciiorrheas, ou suppressSo de menstrus,
as enfermidades escrophulosas, o inconti-
nencias das urinas, provenientes da debili-
dade da bexiga : na leucorrnea ou llores
brancas, opilado, abatimento de forc,as,
no escrobuto, em todos os casos de oufra-
quecinienlo do organismo, na unin a, vul-
go Irialdaile, na hydropesia, ronsequencia
destas molestias, uinlim em todos os CaSOS
em quo ha alteraco na couiposco do
sangue.
A respeilo da dse que se deve lomar,
bastara tres confeilos pela manli.u, e u-
tios lies do larde, e o mais distante possi-
vel das lloras da comida, augmentando pro-
gressivamentu. at C de amanbaa e 6 de
larde.
Relativamente aos meninos, as doses va-
riara conforme a idade; mas lomando o
termo medio, se denlo (le 6 e 8 lodos os
lias, na idaue de 0 a 12 anuos, e 4 aos mais
jovons.
Era as princi.iaes cidades da Europa se
Chara os depsitos dos ditos conidios, em
Pernaiiihuco na botica do Sr. Paranhoa, na
rua eslreita do Rozario, n. 10, e no arma-
zem de mogas e tintas da na da Cruz, no
Recife, defronte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.


Ao barato, fregueses.
A i,800 rcis.
Na loja dos baraleiros da ra
do Queiinndo, ,n. \7, vendem-se
cortes de eolios fraocezes, escu-
los, milito cncorpados, iingindo
casimira, a 1,8oo rs. ; ditos de ca-
simira de cores, a 5,000 e G,ooo ;
ditos de meia casimira, a 2,000 ;
ditos de colletc de velludo de co-
res, a -..Mo ; ditos de sarja de
cores, proprios para o diario, a
800 ; ditos de gorgurfio de lindo
e seda, a 3,800 ; ditos de foslSo
de cores finos, a 900 ; riscados
m iisiios, muito largos, a 290
covado ; ditos francezes, a 160 e
320; castores de cores, a 2
cintas de cores finas, a 2oo e 110;
panno fino preto, a 3,ooo,3,5oo,
.'l.ooo, 5,000 e 6,000 o covado
cortes de cussas pintados, finos e
modernos, a a,5Co ; lencos de se-
da de cores finos, a a,a4 ? tn,os
pretos e de cores para grvala
sarjas e casimiras pretas : t-do pa
ra ullimBcao de conlas, e por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte.
Ao barato.
Panno di Cos, com 8 palmos de largn-
ra, a 320 rs. o covado, proprio pan pannos
deprelas, colurtase qualquer obra de es-
cravos : na ra da Cadeia do Recife, -
loja.
--Vcndem-se sacras rom muito boa fa-
rinha do mandioca, a 2,500 rs. cada sacra
na ra da Cadin do Becife, ao p do arco
da ConeeieSo e junio a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves.
I'olassa da Itussia.
Vcndc-se superior potassa da Itussia, da
mais nova que ha no mercado, por prt(0
commodo : na ra do Trapiche, n 17.
Venfcm-se 2 correles para senhora,
urna dila rara relogio, dous relogios do
ouro, sendo um patente inglez, 1 lian, e-
lim, medalhas, cordOes, annelOcs, ciuzes,
1 coracl'>, contras obras de ouro, 6 colhe-
res de prala paia cha, e um coco para as-
sucar, um piano proprio para aprender: na
ra estreita do ilozario, n.28, segundo an-
dar. Na mesnia casa se dir quem da di-
nheiro a premio.
AGENCIA
da fundeao Low-Ioor,
RA DA SKNZALT.A-KOVA, N. 45.
Neste estalielecimento conti-
na a havemm completo sorti-
mento de moendas e meias rr.oen-
das, para engenlio ; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
co-ido, de todos os tamaitos,
para dito.
Taixas para engenho.
Na fiii:iiic-Tin de ferro da ra do Hrum,
acaba-so de receber um cmplelo norlinien-
todo taixas de* a 8 palmos de bocea as
Vendem-se cortes de oambraia de co-
res, pelo barato preco de 2,000, 2.500, 3,000.
3,500 e 1,000 rs.; catnbraia de seda, a 3/
rs.: meias para meninas, a 160 rs.; 13a
com lislr.is de seda, a 600 rs. o covado; lan-
zinha propria para roupade meninos e ves-
'4
.- Vendem-se pecas do madapolo com 20
varas, e com algum toquede arvaria, a 2,560
e 2,600 rs. e Uwpos a 2,800 rs.; pecas do al-
godSozinho muilo encorpado com 20 jar-
ifas, n 2 240 rs.; pecas de chila com algum
loque de avaria de chuva, a 4,200 rs. : um
lidos do senhora, a 240 rs.; Ifia superior pa- .noleque bom corinheiro: atrs do thea-
rn calqns, a 500 e 600 rs. ; lencos do nlgo-
d3o e seda rom franja, a 600 rs. ; crt< a de
colleth de velludo, a 1.C00 e 2,500 rs.; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; garra de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e oulras muilas fazendas por
barato proejo : n" ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquim de Oliveira Maya Jnior.
Deposito de Potassa.
Vcndc-se multo nova potassa,
de boa qualidade, *>m barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : nc fecie,
roa da Cndcia, armazem n. \i.
Antigo deposito de cal
virgen..
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal.virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Fariuba de mandioca.
Na ra do Queimado, n. 14, loja do fer-
ragens, aiiula ha ligninas saccas di boa.
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como una porr/Ho de peonas de
orna, proprias para espanadores.
--Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quarlo e quinto ; farinha
de trigo de todas as qualidades e em meias
barricas; retro? do Porto, prlmeira quali-
dade: panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinha de mandioca em saccas
grandes e a garnel a bordo da sumara V.-
S.-do-Cfrmo: ludo por preco commodo:
na rua do Vigario, n. 11, primt-iro andar,
casa de Francisco Alves da Cunta.
Farinha de trigo.
Vondo-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Proveda, chegada ltimamente de
Maiselha : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim, n. 35.
Arados de ferro.
Na fondicSo da Aurora, em S.-Amaro ,
vondem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Cal virgen*.
Cucha & Amorim, na rua da Cadeia, n.
50, conlinuam a vender barris com cal de
Lisboa, da mais nova que ha no mercado,
por laso n ais barato do que em outra qual-
quer parto.
--Vendem-se amarras ae irro: na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
~ Vend-so um escravo da Costa, mnc,n,
bom trabalbador, muito diligente,e'i or isso
proprio para oservico de una rasa o ga-
nhnr na rua : na rua Direita, n. 69, padaria
do Antonio Alvos de Miranda Cuinuu.les.
Chocolate de soude.
Do todas as substancias alimentares, que
semloemseu principio consideradas como
colisas i'c luxn, lornam-se polo lempo adi-
anto do um uso peral, o chocolate pode sem
enntradrelio, oceuparo prirneiro lugar.
klTeclivanieiilo, quaulas peBSOtl nDo va-
mos nos I referir boje no uso do quonte caf,
o uso do chocolate e nislo seguir opiniflo
dos mdicos mais celebres, que do eom-
tro volho, n. 20, prirneiro andar.
Novo sor timen to de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea".
Vende-se cassa-chfta muito Una, do bo-
nitos padrocs, cores filas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado ; oassa franceza de quadros, muito
fin, a 260 rs. o covado; rlscadinbo de lis-
trasdelinho, a 240 rs. o covado; brim de
algodilo de cores com listra ao ladoe do bo-
nitos padrrjrs, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corto de
duas varas o urna quarta ; cassa prett com
ramagem hranet, para luto? a 140 rs. o co-
vado ; zuarlo de cores, rom 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
S00 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-Joi, chogado
prximamente, vendo-so farinha de man-
rua da Cruz, no Recife, defronto da loja do
Sr. padre Ignacio, vendom-se garrafas de
rftuito bom oreo de ricino oo mamona, a
800 rs., e mais pequeas, a 500 rs.
Oh! que bella cchii
cha!
Vendem-se Hngoicas do porco, do sor-
tflo, a 320 rs. a libra ; figos da commadre,
a 120 rs. : nos quatro cantos da lina-vista,
esquina de San-Concalo, venda n 1.
Anda ha para se vender peixe salpre-
so e secco, vindo da llahia-da-TraigSo ao
lado do llio-Grande do norte, por preco
commodo : na rua das Cruzcs, n. 40.
Potassa nacional.
Vende-se potassa nova da fabrica nacional
do Itio-de-Jajieiio ao baratsimo proco de
180 rs. a libra, s genitores de engenho de-
ven) todos mandar comprar desta potassa
alim de animar a fabrica que com lanos
sacrificios seeslabeleceu e foi a causa de
bailar a este preco : na praea do Commer-
co, n. 6, prirneiro andar, cscriptorio Manuel Ignacio de Oliveira.
Vende-se um cavado gordo com lodos
os andares, o qual ho esquilador sem se-
gundo: na cocheira do Pesaos.
PHAIIMACIA FRANCESA.
Xarope pciloral adorante da gamma deangicn,
preparada por Luis Botlentuit & C. boti-
cario chimilo da escolta especial de l'aris.
A tomn de angico he conhecida e em-
pregada In muito lempo pelos habitantes do
interior do Brasil, como um excedente re-
dioca de superior qualidade, e por menos meijopl,ra S9 molestias de peito ; mas em
proco do que em outra qualquer parle : os um estado tal d'impuresa, contendo corpos
pretndeme dinjam-se a bordo 'lo ,d,' {eslranhos, que militas vozes impedindo
brigue, fundeado ilcronle do arsenal dOiseus erfeitos, lornavam suspeitas suas pro-
guerra, ou ao llecife. rua da Cruz, n. 66. | preja(iCSi e obrigavam o doenle a lomar
-Na roa do Crespo, n. 15, loja de Joa-, u(ng .10rl;30 je maleriaseslranhas, ntio obs>
uim de Oliveira Mayai Jnior, ha, alcm das unte que inertes, mais que no entaiilo dif-
firullava oseu uso,
lloje, oinlini, esta gomma he por nos le-
mum accftrdo, sobre snas preciosas quali-
| dados, o in licam como um dos nossos mo-
quaes act.am-se a venda por proco con.- |hlllM eslomalicos aquellas pessoas, Cuja
modo e Com proinptidSo embarcani-se,
tu carropani-seem carros sem deapezu o
comprador.
Gomma de engommar.
Vendem-se saccas COoi muiio superior
gomma de rnpommar, a 9,000 rs. cada Me-
ca : na ruado Amoriui, n 35, casa de Tas-
so Jnior.
Ti (idos de al^odao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadeia, n. i>2,
vondem-se por atacado duas qualidade,
proprias para saceos de assucar e roupa de
esclavos.
Proprios para a qua-
resma.
Na rua do Queimndo, vindo do Ilozario,
segunda loja, n. 18. Vtndo-so panno fino
prova do liiitiln sarja preti l.ospanbola ;
selim pelo deMaco, muito bom o pro| rio
pata vestidos, por ser muilo niacio ; cba-
malote de listras ; los preos, grandes a 7/
sip,'debo dbil o delicada !.. Presero veni-
no aos sous doontos, i cunselliam no aos vo-
ltios eo rorommondam as RiUIs do familia
para scus lilhos. Km urna palavra, o con-
sumo verdadeiramente exirasrdinario que
lodasas classes da soriedade fazcm deslo
(lmenlo, lio o ii ais bollo elogio que nos
Iho po-lemos fazer. Cliegnu do Naranhfl
fazendas j anuunriadas, e de outras mul-
las por barato proco, um sortimentodo lin-
dos chapeos de sol, de panninho estampa-
do, muilo proprios para os meninos o me-
ninas que andam na escola, e mesmo para
as senhora que ainda estHo no campo, pe-
lo proco de 2,000 rs.
Vende-se superior farinha
de milito em porcoes e a retalho,
trnilo de todas as qualidades a
vonlade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte: na rua do
liiiiin, n. 28.
A <2#0OO o corte.
Vondom-sc cortos de cassa-chita, fina, de
bonitos pacimos e com 6 varas e moia, pelo
diminuto preco de 2.000 rs. o corte na
rua do Crespo, n. 6, loja ao 1 do hunpefo.
Farinha Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nha fontana que tem viudo a esle
mercado, chegada ltimamente :
a tratar com Wanofl da Silva San-
tos, no armnzem do Aunes, no
caps da Alfindeg.
<3 O
C Na loja do sobrado amarello nos
^ quatro-canlos da rua do Queimado, 5
q n. 29, vende-so, por presos rasoa- ^
^ veis, srjt de soda pret, a venia- q
deira hospanbula, havrndo varias ^
qiiKlidade para se esroihcr; sel>m ~
rretn de Maro, muilo encorpado, g
liislrosn esem eomm, proprio para S
vestido de senhora; lindos los pre- Jj?
tos bordado de seda c com lindos y?
desenhos, fazenda superior ; meias ^*
O do seda ile peso ; um completo sor- /
?3 timonto do pannos relos finos, pro- 43
Q vadelimilo. havendo urna qualida-
& deque re o mais fino queaqui tem O
0 appareoido ; ra'iniira'|ircta clstica B
ti de diversas qualidades ; selim proln /jj
K>
ile Maro, muito superior ; chapeos q
,ij franrezes de superior qualidade e da ^
- f\ ultima moda ; e outras fazendas fi- -i
sondo he fabricado, um novo soitunento W lu,i0 por preco de agradar ao S
doste chocolate ja bem condecido nesta ci-i v -...i,.- **
ja nem conucciuo nesia ci-i
dado por muilas pessoas que tem feito uso
delle, econstantemente se vende no mesmo
lugar j iiiiiin ciad.c, na venda da rua da
Cadeia do Rocifo, n. 95, defronte do Iteeco-
Lariro, a 480 rs. a libra do n. 3 entre fino, o
a 6i0 rs. o de n. 4 fino.
x comprador. ~
Farinha de mandioca.
Vende-so a tordo do patacho Industria,
I chogado de Snn-Matheus.Tundeado defronle
Vendem-se bons queijos londrinos da escadinba ditos do prato muito fresoaes e de superior ."ha que ha no morcado, por ser muilo no-
qualidade, presuntos inglezes para fiam-; va. ern Brandes eioquenas porefles, e por
bre, ditos pnrtugiiezes para panella, latas Prpf0 m"is commodo do quo om outra
com 2e4 libras, le mermelada, ditas com : qualquer parle : trata-se a bordo do dito
lolcbinba do Lisboa, ditas de sardinha, di- brc<>, 011 n rua do Vigario, n. 19, com Ma-
las rom hervidlas, frascos com conservas diado & Pinhciro.
ingle7as, queijos de nualha vindos do Cca-
111, por barato preco, mantas do tnurinho
inglez de fumoiro.do 7 a 8 libras c.idauma,c
outros innilos gneros de boa qualidade :
na rua da Cruz, no Kecifo. n. 46.
Vende-se caf do mingiriob, de mni-;
No (.rmazem do harateiro,
Silva Lopes, na porta da alfande-
ga, vende-se farinha franceza no-
va, da melhor que vem a este
do, e de outras qualidades
o pequeos a 4/; e outras muilas fazendas. to boa qualidade, por proco muito com-'. mercado, e de
por commodo preco. modo : narua das Flores, taberna da esa:d l'hladclphia.
Vende-se um oavallo ruco, com todos quina, do Sr Borges. Vendem-se os
os andares, bastante gordo e sem achaques:! Itnm pltArAln (tionary english por Ne
na rua Queimado, n. 39, casa do Gu.sm.lo. F"U**: Dirlionary de
\eude-se urna pardn com 3 (Illas, com| Na roa do Qucrma lo, vindo do Rozario, \v*iker ; Magnum Leii
as nladese prendas seguintes, aquella com segundo loja, 11. 18, vendom-so luvas pop- rture e jo Morale ; o
:t0ai,no., q..ocozinha o diario de urna casa, i ts de toryal para senhora, a500 rs. o par;'por pr,,co commodo:
rs. ; bons cotos de cassa-chita para vesti-
dos, a lV'Oo rs. ; chapos de sol, do seda
par meninos, a 2,500 rs.; e outras mul-
tas fazendas por proco commodo.
Moendas superiores.
Na fundieflode C. Starr O Coii'panhia ,
om S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canoa, Indas de ferro, de um modelo e
construyo muito superior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos nalSahia
Vende-se em casa de N. O. Ilieber & C.
rua da Cruz, n. 4, alundo trancado
daquolla fabrica, muito proprio para .'saceos
de assucar e roupa de escravos.
Vende-se um escravo peca, de 20 an-
nos : na rua do Crespo, loja da es juina que
.ella para a cadeia.
Vende-se a taberna da rua de Vig*rio,
'erreira vendem-se superiores ,5> c"m i)0UC0S fundos: vende-se w.r
._. i son dono relirar-se : a tratar na mesnia ta-
arroha. lBerna. j
como de senhora, engomma soffrivel, be
muilo boa rondeira ; tem muito bom genio,
por isso muilo boa pra o interior do urna
rasa a que ella esta acoslumada ; estas
tcem deidado, urna 8 annos, outra 5 para
6 aunse a ultima 6 mezo, as duas mais
volhas ja cosem soffrivel muilo bem, e silo
muito galantes : vendem-se por precisn, o
que se fari ver ao comprador: na la du
Sol, n. 9, se dir quem vende.
{Vondt-so.uma preta boa cozlnhelra e
lavadeira ; urna dita boa vvndedeira de um
tudo, o que se alianga ; duas escravas ; una
!.; nuli.'i 1I0 16 anuos, rom principios de
habilidades; um preto de 20 anuos, bom
cozuiheiro; um dito bom holieuoe copei-
vo: na rua do Collegio, n. 21, se dir quem
vende.
BATATAS.
iNoannazem de Francisco Diis
erre ira vende:
hlalas a 600 rs. a
Chegaram novamonle ruada Sen-
/a lia-Nova, n. 42, relogios de ouro o prata
patente inglez, para homem e senhora.
-- Vondo-se, por preco commodo, rotim
para empalhar edeira, em porcOos : no
escriplorio de Novaos &Companllia, na rua
do Trapiche, n. 34.
Velas de cera.
Vendem-se ni xas com cora em volas, fa-
bricadas no Itio-de-Janeiro, sortidas ao
gosto do comprador e por prefo mais com-
modo do que em outra qualquer parle : a
tratar rom Machado & l'inheiro, na rua do
Vigario, n. 19.
Arroz a 50 rs. a libra e 1,400 rs. a
arroba, sendo em sacca anda por menos;
espirito de 37 graos a 1,000 rs. a caada :
no pateo do Hospital do l'araizo, venda
n. 20
Vendem-se 5 plices da companhia de
Boberilie : na rua da Cadeia do llecife, ar-
mazem n. 64.
Na botica da rua estreita do Rozario,
vada ao mais alto grao de puresa, e assim
com ella preparamos o nosso xarope tilo a-
gradavel e fcil de tomar como promptoe
eficaz nos seus resultados, (is mdicos des-
ta cidade e outros muitos que teem obser-
vado seus effeitos, provamsua superiorida-
doahsoluta para a cura das luflammacSes do
peito, toces, defluxos, catarros, escarns dn
sangue, etc. ; e applicam aos seusdoentes
como o melhor especifico at boje condeci-
do. Chegou do Maranhflo, amule he fabri-
cado, nina quantidade doste xarope ja bem
conhecido nesla cidado por muilas pessoas
que delle tem usado: constantemente se
vende no mesmo lugar ja annunciado, na
venda da rua da Cadeia do llecife, n. 25, de-
fronte do liecco-Largo, a IfOOO cada garra-
finha, acompalibando nm receituario do seu
autur.
Xarope do bosque.
aSO DE TIM NEOOC|ANTE DESTA PIUCA.
Eu abaixo atsignado (o certificado original
disto uicisir.i-se a qualquer pessoa que qui/.er
chogar rua do Hospicio, n. 40, Rio-de-Jami-
ro, verificado pcranle o (abrllio (Jaslro) com
casa de negocio, drelaro que ha viuie e dou<
annns que padeca de uina palpilacao do cora-
cao ; csl.i palpilacao era liin furle que, quando
me a tara va, perda us sentidos, e a rrspr.ico
de til forma, que as peasoas cpie preseDCiav.in
nrtas occaslOes esperavain seinprequo eu snc-
cinnbisse em alguns destos lerrveis ataques ;
todos os recursos da medicina quantos me fd-
rain prodig.ilisados nunca servian mais que
para tiesta* occasirs diininuir tao terrivcl ni -
Icsiia ; porin nunca pude oblrr uirlhora al-
guma. Ale in desta molestia sobreveio-me una
outra : qual havia olla ser? a terrivel pluhis
ca, causada por una constlpafao ; e Lo rpi-
da se itic I ci un, que suppuuha o men nico re-
medio ser a uno le: o sangue que continua-
mente deilava pela bocea, a paltiitacao, a loa-
se, o i'isiiti, os suorrs noile a febre conlinua,
tudo isto li'/.-me perder todas as esperan-
fas, e eslava bem persuadido que er. iuipossi-
vel poder livrar-iue da inorte. Nesla deplora-
vel crise, entregue tristea, e vendo que ti-
iilia gastado au pequea quantia t sem ne-
iiliiiin proveito, fui quando de volta das I.aran-
geiras, onde eslava residindo, por felici-
ilaile miiili i ouihii iiain-nic um annuncio ein
um jornal que na rua do Hospicio, n. 40, se
venda o xarope dos bosque, remedio queja
linlia feito admiraveis curas na America do
norte ; resolvi-me e fui comprar na dita casa
una garrafa. Principlei a tomar, como declara
o autor em um papel que acompnnha cada gar-
rafa ; foi a uiinha salracao este poderoso reme*
dio : em menos de olto das de uso j era ou-
tra petaos ; desapparrcerain o sangue pela boc-
ea, o fastio, a icisse e os suores de noite : con-
liiinil a tomar, e frain desappareceudo lio
cnnslderavelinente todo? os meus solfriinentos
de tal forma, que todos os mcus amigos e co-
ndecidos se .iilin i ov i in de vr-me tao rpida-
mente melhorar : boje o que me reata de todos
os meus sollrimrnlos de de diai a dias me ap -
parecer a palpitado; porrm vejo-me de tal
inauelra que j me nao d cuidado, porque
multas vezet tem sido sulficieute um copo de
are,i para fazer desapparecer, uu turnando una
eolio r do xarope do bosque desfeito em unta
pequea porcao de agoa : digo que nunca pas
sei taobein de sade durante vinte e um anuos
de iiinli'si.i como agora ha seto para olio me-
zes, depois que prtncipirl a tomar o xarope do
bosque, porque eu recupere! o que julgava
perdido, que foi a inhiba sade, se nao pe fri-
ta, ao nii'iius qu.isi perfeila. Nao fui s cu em
ni i nli.i casa que liz uso desle poderoso xarope ;
tive muilas occasies de o appcar em pessoas
de iiiinli.i l.iii.i11.i em esos de conslipaces e
tosse, e nirsiiio tendo dado desle x^iope a al-
gumas i essoat do meu condecimento, e anda
em nendunia oecasiao faldou de produzir ad-
miraveis etl'eitos; portaiitu, rccominendo a
todas as pessoas que de o mais excellente re-
medio para as molestias que o seu autor re-
coinniciida sem exageraco porque ninguem
podrr dizer nieldor o que he este remedio do
que eu uii'Miio.
Tudo qiriiiio cima tendo declarado he a
pura verdade debaho de minha palavra de
honra, o que jurarei se necessario fr,
e juslificarei enm quanlas pessoas torein
ni'i-essc i.-is as que me virain doente, e me
estao vendo agora no estado em que me
acho ; e qualqurr pessoa que inclhor se qui-
ier informar pode dirigii-se rua d" Hoplclj
o. 40, que o abaixu assigoado Ide reflrir in-
mensos casos em os quars o excellente xarope
do bosque ti o l'eiiu scus extraordinarios ef-
feitos.
Esta ininha deciaracao mandei fa/-la g as
aignei de niiulia lirrr vonlade, e com o nico
interesse de prestar um aervifo diiina:iul ule
he que a ti/, para ser mostraela a quem quier
saber o que de o xarope do bosque do lr.
'"ottt.
Itiii-iie-J.iiu iro, 4 de Janeiro de 1848.
Vcndc-se na rua dos Uuarleii, n. 12.
Vendem-se 7 lindos moloques de 12 a
18 anuos ; 9 pretos de 20 a 30 annos, sendo
umdelles ptimo sapaloiro ; 3 pardos de
16 a 20 annos, sendo um delles ptimo co-
zindoiro; 3 pardas de 14 a 20 annos, com
com algumas habilidades, por isso-proprias
para todo o servico : na rua do Collegio
n, 3, se dir quem vende.
Vendem-se io saceos com
senteio novo, de muito boa quali-
dade, por commodo preco : na
rua da Senzalla-Vellia, n. i36.
Farelo novo n 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
dellamhurgo : na rua do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasse Jnior.
Na rua da Cruz. n. 28, segundo andar,
vende-se urna parda do 24 a 25 annos, por
preco commodo, por sor defeituosa, mas
muito boa pera iodo a serviejo de urna ca-
sa de familia.
Vendem-se 3 mulatinha* de 14 a 18
annos, j 4 molecoles de lfl a 18 annof, para
todo o servico ; 3 negrinhas de 15 a 20 an-
nos ; urna parda do muito boa conducta ; 5
escravas mocas: na rua Direita, n. 3.
Vende-se um moleque crioulo, de 7 t
8 annos: tambem se vende um sitio na
l'assagem, no lugar de Henifica, ao p da
estrada nova, com boa casa de monda,
bastantes larangei'as, um grande preco de
agoa de beber, ou tioca-se o mesmo si-
tio por alguma propriedade nesla praca,
ainda que Se volle algum dinheiro, con-
forme o ajuste: vendem-se mais duas ca-
noas grandes que se acham no Fnrte^io-
Mallos, aop do estaleiro do finado San-
Tiago ; bem como una porgllode cobre ve-
Iho de forro de navio ; urna por^fio de ta-
boas de louro e amarello : tudo por proco
comino lo : na rua da Cadeia do llecife, n.
54, loja de fazendas.
Salsa-parrha de Sands
para removor e curar radicalmente todas
as enfermidades quo proceder da impu-
reza do sangue, ou habito do systema.
Esta meJicina esl operando constante-
mente curas quasi incriveis de molestias
que proceden) da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas inchadas, ervos incolhidos
e os ossos meio arruinados, ficuu rest* bo-
lenla com toda sua sade e fOr^as. O doen-
te escrofuloso, coberto dechagas, causan-
do nojo a si mesmo. e a quem o servia, li-
rn perfeito. Centonares de pessoas que ti-
nlia in sofiYido ( por annos* ponto de deses-
peraren! da sua sorte ) molestias cutneas,
glndulas, rheumalismo rhronico e muilas
outras enfermidades procedentes dodesar-
ranjo dos orgilos de secrecSo o da circula-
Clo, leem-se erguido quasi milagrosamen-
te do leito da morle, e boje, com constitui-
cOes regeneradas, com pray.er allestain a ef-
lcacia desta inestimavel preparaQSo,
Comquanto tonhain anpurecido grandes
curas al aqui produzidas pelo uso desta
estimavel medicina, comtudo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
tavels.
Ncw-Yrk, 22 de abril de 1848.
Srs A. It. e D. Sands. Julgsndo ser
um dover para com vosco,? para com o pu-
blico em geral, remetlo-vos este cerlilica-
do das grandes virtudes da vossa salsa-par-
i ilha, para que outros que boje esllo sof-
frendo ostabelecam melhor a sua confian-
ra e t".-. ca in sem douiora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido com urna grande fe-
rida notornozelo, que te eslendia pela ca-
nda cima al ao joelho, lancava giande
porQilo de nojonta materia, com comichees
que me privavam muilas noites do meu des-
canco, e eram muilo penosas do suppoilar.
OSr. L'iogoll. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilha, rerom-
mendou-me que cu fizesse uso dell, e de-
pois de baver tomado cinco garrafas fiquei
perfeitameule curado.
Tonho demorado um anro msndar-vos
esto certificado, para ronhocercom certe-
za sei cura era permanente, e tonho agora
a maior salisfacfio om declarar que nflo le-
nho visto, nem sentido ronsa alguma du-
rante todo este lempo, e acho-me pvi fula-
mente restabelecido. Son vosso, ele.
Sarah U. Inlue.
240, rua Delancey.
Nesta provincia o nico agente desle ma-
ravilloso remedio he Vicente Jos da Brito.
Farinha de $.-CatharinA.
Vende-se, a bordo do. bergantim Ma-
rin-Libania, fundeado perto t.'o caes do ha-
mos, a muito boa farinha de mandioca, em
porc&o e a retalho, sendo a mais nova que
chegou a este porto : tambem sa trata na
rua da Cadeia do llecife, n. 14.
n. 10, e no armazem de drogas e tintas da' habilidades; 4 pretas do 18 a 20 anuos
ftscr&vos Fgidos
i '"
-- Fugio, no da prirneiro do corrente,
nma mulatinha, de nomo Itenodioi, dell
annos pouco mais ou menos, magra, cor
um tanto alva ; levou saia de madapolo
com babadorm baiio, e camisa com ren-
das nos assentns j suja : quem a pegar
leve-a rua da Cadeia do llecife, n 51, pri-
rneiro andar, quesera bem recompensado;
assim como se protesta contra quem a liver
occulia.
Desappareceram, no dia 20 do prximo
passado, do engenho Arariba do Pimenlel,
na froguezia do Cabo, dous moloques rom
os si.'n.iis seguidles : Joaquim, por anlho-
nDiii.-izin Miitura. do gento de Angola, de
15 a 16 annos, secco do corpo, poma- Unas
e compridas, ps um tanto grossos, cor tre-
ta, rosto comprido, olhos muilo vivos; le-
vou urna camisa de algodilo a/ul, nutra de
riscadiuho tambem azul, coroulas do algo-
d"iozinhii cumplidas, chapeo de palha' usa-
do : Malinas, do gomio de Angola, de 13 a
14 annos, mais haixo. re Toreado do corpo,
crfula, caheca pequi'tia e comprida para
tras, olhos fumacenios, pernas grossaSj per-
feito de pos e mlos ; ho muito callado ; le-
vou una camisa e una calca de cl.iia azul,
e oulra camisa e outra calca de algodilo
azul uslo: quem os pegar leve-oj ao dito
engenho, ou no paleo do Carmo, taberna
n. 1, que ser gratificado.
I'ugio, no dia 27 do prximo passado,
a parda Isabel, baixa, mal leila de corpo,
ieM;.Vs grossos, andar muilo Iro. ico : quem
a pegar leve-a a rua da Cadeia do Itorife,
n. 56, loja do ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, que recompensara ou na Parahiba,
ao Sr. Cypnano Antonio ItoJriguos, a quem
foi comprada.
Psart. : na trp, de a. i
depasi*. 1860


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