Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06806


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Full Text
fe
Anuo XXVI.
Sabbndo 9
VABTisAa nos coaaxioa.
Coi.iiina c Parahiba, segundas e sextas felras.
Mo-Graiidc-do-Norlc, quintas feiras ao melo-
da.
Cabo, Serlnhem, Alo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1., a II, e 21 de cada mez.
Garanhum e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-VIsta e Flnre, a I3e28.
Victoiia, s quintas foirai.
llnda, todos os das. -
EPHEBCEniDES.
MIng. a 3, s 10 h. e 59 m. da t.
Nova a 12, s 4h.c 9 in. da m.
Oesc. a 19. s 5 h. e52 m.dat.
Chcii a 20, s 9 h. c 41 m. da m.
PllEAMAR DE HOJ.
Primeira as 2 horas M minutos da tarde.
Secunda as 3 lloras 18 minutos da inanha.
de Fevere.ro d< 1850.
N.
5.3.
das da bxssava.
4 Sog. S. Avcntino, Aud. do J. dos orf. e m. I. v.
j Tere. S.gueda. Aud. da chano., do J. da I. v.
do 11 v e do dos fritos da fazenda.
Quart. S. Dorolhea. Aud. do J. da 2 v. civel.
7 Quii. S. Hoinualdn. Aud. do J. dos orf. e do
m. da I. v.
8 Sext. S. Juao da Malta. Aud. do i. da 1. v. do
clv. e do dos fritos da (aicnd.a.
PortrcsmczesfarfmnMos) MHO 9 Sa s. Apo||OI,ia. Au,|. da ci.anc. e do J. da 2.
Porseismezes 8/000 do crinic
Por amaneo 1*000 l0 Doin." Kscolas.ica.
rar.qos da suBSCaivoAO.
CAMBIO EN 8 DE rEV 113110.
Sobre Londres. 23'/., d. por 1/1)00 rs. a BO das.
. Paris, 3(6.
Lisboa, 100 porcentn.
OurOs-Oncas hespanhoes......... 2/Th)0 a M00O
-.locdasdc/'fOOvelhas.. 17/Odn a 17/200
de fami novas.. I (#200 a I0J4O0
de 4/000.......... Wjl a VIO
f'rata.Pataces brasileiros..... I/K>' '
Pesos coiuinnarios....... l/tbi) a I
Ditos mexicanos.......... P "**-'"
1 P
tgtissiii !! imiiiii tva-aof-^---^"w.>:.
_-. ^-"J^ t -?x je:
riltJiit"B"-' '
PARTE QFFfCUt.
PHOPOSTA E nEUTORIO
apreienladoi a aitemhla gem leghlatimna
primeira sesrdo da oltava legiilnlura, peto
ministro e ierre/ario de taludo dot nei/ociot
da (metida, Joaqun Jos fodriguei Torrei.
; Contitiuagfio do n. 32. )
KMm de proteger a inixulrla.
Nfio son partidista dos prinoioios de li-
herdade illimitida de commercio e indos-
(ra applicodos ao nosso paiz : i.", porque
entendo que nenhuma nigSo pode ser ver-
daderamente independente e fazer gran les
progresos qusnlo se Imita, como nos,
qussi exclusivamente produzir materias
lirutas mi gneros que nflo acliam consu-
mo Senfo nos mercados estrangeiros Urna
guerra extern i ; nova dirergflo dada ao
commercio ; a cultura de productos simila-
res om Ierras t&o ou mais feriis do que as
nossas, e onde o trahallio sej mais haratn
ou os capitaes mais abundantes, quali|uer
destas Circumstancias, digo, p !e con Un-
to mais fxcilidade reduzir-nos no estad de
decadencia ou penuria, qtianto he dilllcil,
scnilo impnssivel, deslocar os capiaesem-
pregados na agricultura ; 2., porque a ex-
periencia demonslra que a accuinulagllo das
riquezas he muiln mais lenta nos paizol
puramente agrcolas do quo no i manufac-
lureirose commerciaes Cumpre, pois, ex-
citar novas forjas productivas procurando
conseguir que parte da nossa populadlo se
applique en fabricar alguns dos artigo de
consumo, que recbenos dos estrangeiros-
Crearemos desl'a'to no p'oprio paiz me cid os para maior copia de tolos os nossos
(i ni notos; mais movimeulo o aclm lade
psra o coinmeicio inlerior, e maior varieda-
de de occu(ag>s em quo possam e npregar-
se nossos compatriotas e desenvolver suas
naturaes disoosiges. Nenhuma das nacO 's
condecidas teem chegado a grande d'son-
volvimenlo industrial senilo sombra de
leis | rotectoias ; e aquellas que as lem re-
vogadoou modificado, s o lizeram qu^ndo
j;i se u'havain em circumslaucias de nfio
recear a conrurrencia dos outros paizeg.
K"\o se enienila.porm.ser minha opkniHo
que devamos, ou possamos promover desde
j todo os ramos de manufacturas cusa
e coin sacrificios da in-luxlria agrcola, a
qual, como j disse em outio lugar, se nflo
deluda, tntnhem.nuo aprsenla por cerlo
appaiencia do prospe idade Em materia 13o
grave importa obrar com muita caulellae
ciicumspecr,So, e consulta'' aUenUmcnte os
interesses que pdeinseruHendidos por me-
ditUsdese-i.elhanle nalurcsa. (Menlium r
ino de industria manufacluteira ou fabril
ili-ve, no meu concedo, ser protegida, ao
menos ror ora, cujas matrias primas nlo
silo ou possam vir a s r fcilmente produ-
zidas no Brasil ; nenhuma que nlo promet-
a vaniageiis setiSo immedUlas, pouco ro-
molas, e que possa em prazo niaisou me-
nos bieve rhegaraceilo ponto de robustez
que habilite a vlvere crescer de seus uro-
prios recursos e dar benelicios superiores
nos sacrificios que cuslar. Exceptuara des-
ta regra nicamente as idustnas indispeii-
saveis se(uranr;ii e defensa do oslado. As
leis prohibitivas ou prniorioras, d-' durar;ilo
I! i ti iHila, s neste caso pdem ser justifi-
cadas, no pelos principios econmicos,
mas por motivos polticos que dev.m pre-
valecer sobre inte, esses de elevada caihe-
goria.
Errara o governo nos dnveres quo ten
de proteger os iit'ressos sociaes, so eonven-
ci lo de uue ceits industria ostrangeia po-
de vir a ser exerci la vanidosamente no
paiz e augmentar a liqupza public* ; e ro-
conhecendo demais que nenhum particular
ou assoeiac.no 'le parliculares podo expor-se
nos prtjoiios que quasl sempro acimpu-
niliim o- p>inii-ii<>s esubrlecmentos de urna
in.tustria nova eaos ohslaculo-i da concur-
rencia cstrangoira ; errtil, ligo, se da hy-
I el hese Usurada su recusasse a f^zer rrca-
liir laes sacrilioios sobie a sociedade em ge-
ral e a pr.vasso por rSU modo dos beneficios
futuros que podero colhcrda crepito dessa
industria.
Nossa IcgWtacao rrconhece es'.e< princi-
pios : ah esta a le de 28deabtl de 1809,
vigorada p( lo regiilainenlo de 22 e junlio
de 1836, e o decreto de 2* de agosto do I8,
que l> alt slnm. Mas sera ella sufficienie
para conseguMo ? E-tarllo suss djsposicOes
dearcorio con as regias de urna judiciosa
e eflicaz pnitcc(j3o? NSu ouso dectli-lo;
masas succinlus oliservaco's quevouex-j
por jiislilica 3o as duvidas que leuhu a esso
res. ello, i
Diz o.$ 1 da n.encionada le : Todass a ]
moleras piimas quo servirem de base s!
qualquer manufaclura serlo isentas de p-j
gar diretto alyum de entra-'a em tolas as'
allalidegiiS dos nituS eSiduS, i|Uni luicantoBS comrar para gasto dess fa-
ll ica, liesndo somenlO obrigado a mostrar,
que sconsoiiiO todas no uso do sus indus-
triae subjeito aos etnltl c avcriguacOes
que iulgar necessarios a real junta do com-;
nieirio, paia evitar a Iraude o descaminliu.
demeus r. aesdircitos. o Mgu'ameiito do,
2adojunhoexpri-nie-se a.-sim: S3uisento<
de pagar liitxitos de consumo as materias
primas pata usi das fabricas naconaes, en--
tondi'iulo-so por lacs maleris* as que as-,
sun fi\rem declaradas pelo liibunal do Ihe-,
souronosriisusoccurreiitcs, o qual marca-,
i gualuieille a quantidade das dilas mate
ras quo s poder* despachar livre annual!
mente para cada rabrc.i, segundo o seu Con-
sumo | rovavcl, precedendo as lnforOia{Oes
uecessanas. i
tro n<, o que rumore lie flter-lhe o curso,
mas nlo elvalo por meios arlif i;ies, qu-
onerando a naeilo, e ciusaudo o traustorii
de lodas as fortunis, n3o podem deixar de
produzir consequencias mais desastrosas do
que o mal que se pretende evitar por se.'iie-
Ihantes motos.
Iteleva, porm, observar que paraconse-
gur-s-< o fin que se leve em vlsln nessi lei
ora indispensavcl : I.-, conservar sempre a
relapilo que entilo oxistia entre a somrna do
papel circuanle e a massa das transseeflea
A resoluCflO de 28 d julho de 1817. toma-
da sobre consulta do concclho de estillo,
declara subsistente osla Icgislacu e con-
sidera fabricas nacinnaes lo las as que 10-
rom estahelecidas dentro do pai7.
Orn, como a obrigaco que temo fabri-
cante de mostrar quo consom tulas ns m i-
lerfas primas despachadas livres de diretos
consiste na declarado mais ou menos pro-
vada que faz quatido pede a permissSo do
despnoha-Us, claro se v o prejuizo que po-
de daqui resultar ao thesouro sem tienliu-
ma v.intagetn para a industria nacin il. K
ain la quandn nflo 86 dssn tal inconveni-
ente, e houvcra meios do verificira quan-
tidade de materias primas que consom ca-
da fabrica, ainda quando estivessn bem de-
fin lo o que sflo materias primas para cada
ramo de industria, n.lo he menos verdade
queso thesouro nlo cabe julgar da utilida-
(leila protocclo pedida, o liega-la quando a
nlo reconhecor.
Poder-se-ho, pnis, alTie lar por seme-
Ihantc meio industrias tielicas, cujo rosul -
lado ser ant>s exhaurir do que augmentar
as forQas productivas do paiz.
Importa ainda notar que o resultado das
dispnsicfl's da lei ser em mullos eatOJ (>
vorecer anles o emprehenledor do que a
propria industria. Tal fabrica havora que,
empregando materias p'imasqno I lio cus-
la m muito mais barato do oue aos donos das
pequeas ofllclnas que fabricarem proJuc-
tos Idnticos, iuipossibilitando-os de sus-
tentar a eoneorrencla no mercado, as far
desapparecirr coi prejuizo do publico, c de
lodos aquellos que tiravatn dalil meios do
subsistencia.
Oiitro inconveniente da legislarlo a que
me reliro coosiste em perpetuar a protec-
efo s fabricas nacionaes. Se para queel-
I is se estabeleQarn e se mantenham nno bas-
ta in favores temporarios, injuslificavel se
torna a protercjbj ; porquanlu equivaleria a
um ontis perpetuo sobro os consum lores,
sem nenhuma compensoslo para a socie-
dade.
Releva por fio observar que a insonoro
de dmitos de tolas as materias primas,
ainda mesmo das que s:lo j pro llizidss no
paiz, nfo so Concilla bem com o espinto da
lei que tam por flm proteger a industria na-
cio-ial.
I'elnque toca tarifa, peco venia pira ro-
produtir aqu a opiuino do ministerio que
a nrgxnisnu : Considerada a tarifa, diz el-
le, pelrfhi lo do protecr;<1o dadi ao Ira lia I lio
e ca daos empregades denlro do paiz, devo
oonfessar ufiu porque me fxltasse vo'itade para issu
preparada, iras porque tifio line non) tem-
po nem os meios p ira esse trabalbo.a
Ftira, pois, minti opinilo quo se revogas-
sn o lei de 1809, depois de so fazerem na ta-
rifa as molificaedes convenientes para que
s^^ razoivelmento protegida a industria
nianuf(fturi'ir.i e fabril, procurando con-.,
ciliar essa proteceflo com os interesss da n l'Qflodos dolorosos residalos que o go-
da pesados sacrificios, 5ou fl mil cont do
papel; s> o vacuo que elle deixar ftir imme-
diafmente suhslituido por ig isl quinfid i-
de de olas ro banon, qua tambetn reptra-
bro de 1849, para a ImpressSo das lela, deet
tos e outros actos do ministerio di fazonda
Pondo aqui termo a esla rxp-isirSo, CUtnpri
me assegiirir-vos, senlmrea, que proenrarei
coidjivar quanto em iiiiui coiiber eciiu o u i i
em que tinha de npresentar como arente ;. mnle onerosas para o thesouro, 0 banco
2.", que b fraude nfio ro lesse Inlroduzfr na Inflo poden organisar-se, o provocar o eon-
circiilagfo papel falso, quo comnunican lo curs ) di accionistas, sem ter meios deomit-
Su dcscre lito aoverdadeiro Ihe (izesse per- tir notas em maior quantidade fio q'ie os
der ^iiuilidade de agente de ciiculac.a'o re-!ompreslimns que fuer ao OVrno piraros-
conliecido e aceito por tolos. A primeira galar papel moeda ; ou por out as pilavras,
condigno era fcil de prehencher enguanto sem augmentar, emlugir d,! diminuir, a
trtssem prosperas as circumstancias do paiz. tnass i do papel circulante. O resultado,
So a massa das IrsnsaCCOss augnientasso, e pois, la med la seria opposlo ao quo se pre-
miior somma do meio circulante se tornas- ten te obter.
se por isso necessaria, a 111 r i.i espontanea- Quando livennos conseguido, pelos meios
m--iile a mo la metlica para reslabel cor q'ie delta ex lostos, resgatsr arte (lo papel
o equilibrio da circulacu He o pilonme- ti luciario que ora serve Jj agente da circu-
no de quo fomos teslomunhas em 1817 e Ucflo, o for Isl a quauti li le restante que
principio do 1818. Se, poro n, um dssses no possa exceder as necessidades das tren-
iranslornos, a quo s d o notne do crises sac^es, ainds om pocas de crises co coinuio ciaes, viesse intorrecor ou diminuir ninrciaes, s;ra ento opportuno, til, in-
aslrtnsaccoes.nlil estuvo o artig. segundo dispenssvel mesmo a cresQflo do um ou
da mesuia lei que autorlsava o governo a \ "isis eslabelecimenlos bsneaos, organisa-
fazer as operaQoes de crdito inlispensaveis dos de modo que ddem garanta aosnle-
para neutrahsar-llie o effeito que podesse resses dos seus accionistas, n do publico,
ler sobro o valor do meio circuanle. F6-- Entilo poder la nlien sor cdiciz a coa ju-
ca he todava eonfessar que esse remedio vaef> dos bneos as operaco>8 do rsgalo
apropriado a urna errse podcoinletisa opas- do P3l'el qe existir ainda emcirculac.flo.
sagefra sena inelfcsz, quando o nosso com-! OppOe-sea proviucialsacilo das notas o
mercio, ou o dos estados com q iem temos Inconveniente [grave, eu o conf issoj de dif-
mais relar0es, soIlVoss) urna commocilo tilo 'cuitar o movimento de fundus de umis
violenta como o que leve lug ir em 1818. I,:"a ouiras provincias do imperio) mas
O ouipreslinius a que so qulzesse ento ro- couvem relleetir que esse Inconveniente ps-
coirer, anda quando nfio fosse imnossivel r-'c'- transitorio e de poues dureBo,porque
rea I isa-Ios, aggrsvarlam demasiadouieiiie estando o eambio sibre Londres scimsdo
OS encargos do lliesotiro. I P'i continan lo o mellioramenlo do es-
le, porm, fina dedufida quo, so desdo lado comnercial, como devenios esmerar,
1816 se tivoss; comeijado a re-glar aljum ugm'Otar cada vei mais a mo Ja metal i-
Dapcl, como aconselhava a pro lencia, e era ea Mu '- Ja existe om cireulscflo ; o nolla en-
rrienQfl.) di lei, multo menor lera sido a eonlrar-se-laoroeurso necesssrio para o
balxa do cambio,e aieoossensiveis os efToi- movimentu de fundos. Demais, nenhuma
tos da crise no quo loca ao uni crcula>ilo molestia grave p le curor-sa sem applica-
Quanlo a segunda condicfi i. Conserva- '?io de remedios, que silo sempre mais ou
rani-scnsdispuaicocida legisla^Ilo anterior,' menos amargos.
eos fictos iitteslim que ella nflo h suli-' Para desvaneeer todava os recios que
ciento para reprimir a audacia dosfalsili- inda assi n possa excitara provlncialisa-
cadores. Ql" das olas nflo dtiv laria eu consorvaf as
Do que levo dito sobre esleassuuipto ma-'do 200,000 is. e t;o,000 is. cuoio uiola
niresla-se qual lie o meio que entendo mais geral.
aproprla lo para lixar ocurso Jo nosso mo Cabo aqu com nunioar-vos que, nao so
circulante. com o IIni de alhear diflicuMades que se
Tenho f en quo consolidar-se-ha eada 'podessen oppor s operar0es a que me te-
vez mais no Brasil a pazaeordem publica nho referido, mas ain la pelos motivos que
que so vilo gradualmente restahelccendo
nos oblados do velho inundu
o
snntim pspel-mola? As pessoasquo jui- Iqnelusplraa conselenela de dever, os esfor
gam til, ou mesmo neeessiria a nreacSo do I cosque eston cartehaveis de empregar pan
ti n banco do misso, co mo auxiliar do go-ldeseinpenhares con rantagcmda paisas func
verno, emenden que a este estabeleclmen-' fes augustas deque estis encarrega ios.
lo davo ser incumbido o resute de papel,1 Rlo-deJnelro,8de Janeiro de 1850.Jo-
nos prazosecom as cindicoes que foro u Vui ,Mt **rl"Trrit
MINISTERIO DO latPBIMO.
COnvenciona las ; mas ain la bu para mim
Mira de duvida queessss coodieOes ntmia-
uiais desenvolvidos se acliam nos doeu n
fo'vel'o'm'doTlTancs'm'o losCeD, lorain publicados os drolos de
>om senso do nosso povo; a siTeicfloquo I de Janeiro e 28 do julho do auno proxi-
cum tmla i asilo consagram s insttuic's mmenlo peasado.
patrias ; a faoilidado de obter meios de sob-' OeiVlM* autori*ad>ii p-or decretoi do go-
sisteocla nesta ierra abencoada ; e por fin: vtrni.
iue o ge-|
iiio das twolucOes ten prodnzido em ou-j Pelos decretos do 27 Jcjsnelro, (9 de fe-
ImiQflo de determinar quaes os ramos do in-Ltrns paizes; e neste presupposio tenho pa- veroiro e 28 dejunho do auno prximo pas-
agricultura ; que ao governo fique a altri-
JUStfla que devom ser protegidos e oque
sHo materias primas para cadi um delleg
ra mimque, ajuda los de elhor fiscali'-a-'sado, fui o ministrada fazula autorisado
cSo no arreend ir de nossas rendas, e da ec i- para despender no auno flnanreirodo
c que, lio a lu.'ule, qiian'o a essas ma lorias nomia comp ilivelcom as mais u'gentis no-: 1819, aln disquaiitiis lisa I s ni lei de
primas, pagtiem smente o direito do 5 a Oessldsdes do serviOO publico, podemos co-28 de outubro de 1818, de 30:000,000 rs.
15 por 0,0. conforme f'menor ou maior a
facilidadoilo produzi-las no paiz e a impor-
tancia das manufaclurus etn que tiverem de
ser omprepa las.
Com esle intuito incumb j a revisilo da
tarifa secQlo de fazenda do conrolhn de
estado; mas he Irobalho que exige siio
esludo c mfudirs observbaos, e que portan-
lo mo polo concluir-so con abrovidale
que tora para desojar.
llevo aqui communieor-vos que alguns
negociantes e faliricantes de s.,bo e tabaco
represo:.taram ao governo imperial contra
as itisposicoes da lei provincial do Pernun-
,buco de 12 do agosto da 1847, a qual lon-
go u pesados impostas sobre o sabfio e taba-
co fabricados f a da provincia; cxo.nplo
que lom sido infelizmente, imitado por albi-
nias das nutras assemblas legislativas pro-
vinciaos. Semelhantes actos nflos parecen
evidentemente contrarios lettra o espiri-
to di cojistuigflo e embaraesm o corpo le-
gislniivo do ese cicio do importante dover
le regular o proteger a industria nacional,
mas ainda a. rosentam a funesta tendencia
de solar as provincias do imperio e collo-
ca-las no losicfio da estrangeiras urnas aifim, deniandam sacrificios pecuniarios;
migar desde ja, bo'u que lentamente, a ros- cini reposigOos 0 rrsliluigflas do ris
gatar o papel moda, dando, nu pare pasSO 2:933 000 com o juizo dos fallos di tazn la,
quo o lizermos, maior eslabilidado aoquele a de 51:000,000 rs. com as alfanjegas,
ficar na circulaclo. [cnsul ulose aposenta los.
Emendo, pois, quo devenios fazer opera-1 Pelo decreto de 28 de jutilio do mesmo
giles de crdito ciuji que resgatemos otnbie- auno foi tambein nulorisado para depender
ve pra/o todos os lurteles de 1.000 e 2 0)0'mais 80 eolitos do que lora consignado pelo
rs os quaessenlo substitu ios por riinbos corpo legislal vo para jui 'O dos le tos da
de i rala do mesmo valor, e que continu- fazenda, consulados e sposeuladOS DO 6X-
mos a pratlcar do mesmo mo lo com os ou-
ii os tu i leles, dando sempre preferencia s
elasses de menor valor. Para osle fin Son*
vm osla boleo, r "ni lei quo so tire ai iual-
niente da circulagfio a q'ianlia de quiiiou-
tos a mil conlos de icis de papel; deixan-
do todava ao governo a faeuidade de res-
ga'ar anda maior somma, so as circums-
tancias do lliesouro o permitirom. Esta
medida dove ser acompaubad i da provincia-
lisngao do papel, e da promulgacilo de urna
lei quo eslab lega processo mais prompto e
elilcaz, e talvez penas mais s-yeras contra
os falsificadores da moeda. Salisfar-se-hia
doste molo a segunda cendioa.) que tras
menciouci. Sei que estas medidas, como
quaesquer outros que leudan ao mesmo
respeilo das outrag.
mas nfio s as exigem os interesses do paiz,
a ift imu ii'iis <'uii Transmiltir-vos-bci tolos os papis rela-!a moral publica eos deveies de lodo o g.-
tvos a olijcctos de seniclhanlu uaiuroza,
sobre que lem sido no vi la a sergflo do fa-
zenda do c.iM'.'ilio de estado, e pego-vos
quo os lomis na considerugilo que incre-
Sam negocios de tanta gravidade.
Illeio circuanle.
Nfio ha abiqncn desconbega os inconve-
nientes da flucluagflo do valor do papel, que
verno regular, mas estou anda convenci-
do de que esses sacrificios sci fio aniplumen-
le compensados pelo exeianienio favoravel
qua produzr5o na industria e co:iiiiiercio,
e palo augmento da liquoza publica que
il.ini ha lie provir.
Enlendem algumaspcssoas com que. tenho
pralicado a respeilo desla un portante mate-
ria, que a creacilo do um banco de eniiss.o
entre nos fssfuncg6>s de moda :a para- MrJj IniUpensavel como auxiliar do gover-
(ysagSo do crdito publico, c d. industria c Ilu |ias Oiieriloes quo ten de realisar para
commercio, s;io consequeiiciss ncccssariascouse,ui|. 0 r,.sgalo uo papel.
e inevilareis da inslobilidade e incerteza |
que essa niiCltiBgo i rodui em todas asi N90 sou avesso s inslitiiigOes bancaes;
transaegOcs; he, puis, da mais rigorosa obri-i rcconlicgo os grandes servieos quo |iem
gsgflo du poder, a quem incumbe olbar pe- prestar ao brasil fago mesmo votos para
los interesses da sociedade, empiegar tolos quo se creen om todas as nossas provincias
os meios que csliverema seu slcauce psia!bancos do depsitosedescoiitos que reu-
ilar estaliilidnde ho meio circulante; e he'nam as economas e capitaes domicilies,
isto lano mais urgente porque, promulgan-os em;rcslOii sOb condico s vaniajusas
do a le de II d-selenibro do 1846, o corpo,a quem possa omprega-los iutilmeme, e
legislativo coiitrahio solemncincnle com o] coucorrerao sssiin para fecumar a indus-
paz esto impon oso dever. Essa lei que' tria, e oniiquecer o uaz ; mas n3o conec-
tantos dotra toros leve o lem ain la, be do bo por ora que ulilidadu podcnaill ler os
n,eu entender um dos actos mais judciosos bancos de eniissfio, nem como he possivel
da legislatura br.-sileira. combinar a existencia delles com a dimi-
Quando o signal representativo da moeda ouicfioda massa do papel circuanle, como
da um estado clii ga gradual e lentamenlv lio iiidispeosavel para lisar-ll) o valor. Do
ao ponto do depteciagao que levo lugar eu- que sei vira lirarmos da crculag2o, cusa
erciciode 1S19--IS59
* deliiiencii lia verba -jiiiio dos folios- pro-
cede da disposicao do art. 49 da mencionado
le, que elevOU o venciiueiito dos solicitadores
das provincias em que ha rehenes c do S'\
do art 7", que passou para novaclassede maior
veiiciiiienlo as ih sourariaa do Kio-Graiide do
sol eScrgipr, cojos procuradores llscaes ser-
vcoi de procuradores dos fcllue, a iccm poi
isso de prrccber maior ordenado.
A das alf.mdeg.is piovm : I.", da disposicao
do ari. 47 da lei que iiiniidou escripturar e iu
corporar as rendas geraesns deapplicacao es-
pecial, em oonsequenola do que icin-se de des-
pender cerca de 40:000/ com i porceutagen
dos3lp2 por cont de ariiia/.cnageiii addicio
nal qudala pane daquellas rendas applica-
das ; S.% da despeza com mais una barca de
vigii qu< ulinaiueote se luaiuiou estabelectr
na alfaudega dcsta curte, e que est oreada
ni l:0H0/0U0 animaos ; e*o, do un pequeo
augmento de porceoiagein as alfaodegas da
corte, de S. Paulo e da P.irahiba. i-in conse-
qiieinia da maior renda (|ue pruJu/.iraoi alen
da ..i-, el i.
A dos consulados procede: I.-, do um enga-
llo que liouve na orgaiiisjco do iilliuio orca-
iiienlo, deiaaadO-SC de contemplar ll l curie o
veiiciiocnlo de nove agentes de trapiches, por
suppor-se que estavain incluidos nojumuero
dos guardas daquell.'i repanicao 2.", doaug-
niento de pnrcenlagcn para o mesilla consu-
lado, em conseqiieiieia de maior renda do que
a oreada ; r i.*, linalmcnie, de liavci-sc aulo-
rlsaoo a crcacao do scrvn.'o de capal.uias no
consulado de l'crnambuco, com o que se des-
peflder.i pouco mais de 3:000/100 por anuo,
mas prodiuu una recolta superior, proven-
ante da quota de cxptdiente que bao de pagar
os gneros embarcados,
A do aposentados na^cc do acciesciino que
tcm lido esta verba de desparta polas apoSeiH
tid.ni.is concedidas depois da organlStco do
oUimo orcaineulo apresculado ao corpo U'gis*
lativo em malo de 1848.
Pelo que toca s rcslituires, c reposices, a
naturrza desta despeza e a circumslaocia de
iiavciciii sido reclamad is por algo mas tliesnu
rarias maiores consiguacoes do que Ibes f-
rain distribuidas, silo raidos sulliciciiles para
justillcar o decreto que augiiieiitoua verba
ispeetlva da lei do or miento.
OdociiinentoEjustihcaocredltodel4:o07/3S
autonsado pelo decreto u: B4, de 4deuovein-
Deelara quo nSe esto comprehcndldos i \
cepcfio do JJ Io do art. 18 di lei regula i
lar das cloiroes os olilclaFS da guarda 001
nal, por. isso que Ibes nao lie applicavel .-.
oxprossao. olliciaes inilil.ires I nip:
no mesmo '..
Primeira secco) ".io-de-Janelio M
rio dos negocios do imperio, em 'l de tli .'
de 1819.
Illiu. e r.mn. Sr.Tendo Siia Mie'-lil u
Imperador apprvado a decisau piiiici. I i
Y. Kxc. sobre a duvida proposta pelojiib! -1
paz presidente da junta de quallllcacn li\ .
li das narra*, declarando llie qup na i esl
cpinprelieiididos na exceptan consignada
I .* do art. 18 da lei reguamentar dosel
os ofAciaes da guarda nacional, por Iss > que
nao pi'id "iu ellos ser encabezados ni esp
ofnoiaes militares -empreada no ni -mu i .
assim o cominiinico a V. Kxc. em resposl i ou
sen ofliclo de H de ftfverelm du correntc auno
Dos guarde a V. Kxc. ritoudede t.'.nif'- 1'
i/re.Sr. presidente da provincia do Piaubv.
Declara IneompatlveU differentes eutpi
coin os cargos de juu do paz c vercitor di
cmara.
Piloieira secciio.Uio-de-Iaoeiro. Minale
rio dos negocios do imperio, eni 211 de abril
do 1810.
Illui. e Kxni. Sr.Sua Mageslade o Impera
dor, a quem fram presentes ns ollicio-; de V.
Kxc. sol ns. 48a5l, de 21 e 23 de drzeuibrn
do anuo pr'Xioio pissa lo, versan Iu Sbreos
"luvidas oli'crceidas pelas cmaras inunlcipaes
dessa capital c das villas do Mazagao e da \ i
gi.i, aero da acruuiulaco de varios empre-
gos, li i por bem diclaiar :
1 Duvida. Que d indu-se a respeilo do em
prego de sub lelegtdo de policio, bem como
de delegs lo, a iiiesmi rasao por que o decreto
ii. 42H de 9 de agosto do 1815 declarou loac-
iiininlavel o emprego de jui/. municipal com o
devereador, accreseendo que tantoaiuril.--.
eouio este, teem a atlribuira i de julgar as in-
liaccdes de posturas, em que lie parle .i can -
ra municipal, lia certamente incouipatlhilid.
de ni acciinmhca i do exerclcio dos referidos
cargos de delegado o subdelegado c..... o dr
Mocador da cmara, e deve-se a seu respeltn
observar o que determina o mesmo decreto
2." Duvida. Que por diversas veses leu o g
verno Imperial declarado a inconipatiblli i I
da aceuiniilaco dos eiopiegos de administra-
cao de azeitda oom os cargos dejulzdepa o
vereador, Cllinprludo ip:ie se observo a respei-
lo dos jul7.es de pa/. o cercad.nos que fr.'in
nonnadus para os ililos einpregos o queco (!"
termina no aviso n. 32 do 5 de marco de i
e |iara o caso de serem os einprrgadoa de n
/.coda eleitos jiii/.es de |ia c vereadorn-,
ciiinpr.i o disposto as ordena do lites nir< di
123 e 54 do le.....biodc 1833, lodo abril P I
dejunho do 18II. 10 de feverelro de IS!... ,
aviso< n. 281 de IG de Janeiro de 1841 ::.
n. 32 de de marco de 1817, com a flecl'ar i .
do aviso de 25 de setembro de |S(N dirigido ao
presidente do Rio-Grande do oorte.
3.* Duvida Que nao ha ras.io par que
nao faca n ostensivas as decisOes citadas na du
vid. anterior aos Oollectores o eacrlvea d i
colleclurias, pois que elles uo poden sen
prejuizo do servico e d?.nnio das parte
dlstralildos das suas i'iincv^s diarias; e por-
l iiko devo \' Kxc revocar a deciso que d-u
em contrario por occ.isio do duvida prop st.1
pela cmara inuolclpal de Haiagao, ecoostan
le do*> 13 do seu otliciosb n 61.
i.' Duvida. (lile nao pudendo o ennego i| i
teni liincfdea diarias a cumprlr, a a limas c
tas, desempenliar cumulativamente as fu ni
coes de veiead ir, he sem duvida lucoiiipatiri I
a accuioul-cao do excrcicio dcstes dous em-
pregos, cuoiprindo observar-se a seu respeilo
o que o governo imperial (em determinado re-
lativamente aos ciuprcgados de fasenda, por
baver idoutid.idc de raso, como bem dcel ll i
V. Kxc.
5.' Duvida. Que com raso decidi V. Kxc.
ser incoinpativcl o emprego de fiscal da cam i-
ra com o de vereador, nao s porque i i .
piignancia as fnneces dos dous empreg i .
proveniente da dependeoclt em que aquelle
empreg.ado est da cmara, c pela gscalls i i i
que sobre os seus actos olla lem de exerca r,
como liinb'tii p oajiie leosla acciiniiii.iv.io ex.
prcssainoiite prohibida pela icsoluco n. :', i
do '20 de setembro de 1815.
ii Duvida. Que havendo o decreto n. 501
de l" de fcvcieiro de 1817 declarado incomp i
livel o exerclcio cuuiulalivo do ollicio de .
v.i de orpbos cuino do emprego de veroo-
dur, pelo pr.'juiio que resulta adininistracao
da jiisdca, com mais ra/o deve ser prohHll I i
a aecuniul icfio doexercicio do dito Ollicio com
o Uo emprego de secretario da cmara munici-
pal, que he sem duvida muito mais pensio-
nado
7." Duvida. Que pela inesina razio de nSo
podreiU ser ilesempenhados salisfacl'o;i.tinen .
te e sem prejuizo do publico os ollicios de ti
belluoc de escrivo dos auditorios pelo Indlvi-
luo (iuc accumular o emprego de vereador,
pela ualurcza das fuuccocs dos ditos ollicios.
que exigen assiduidade conslaiitc e dara, ha
certaiiic.te incoinpalibilidide na accumulacaj
dos ditos cmpicgos. u esciivo ou tabllelo
elcilo para este, cargo deve dalle pedir escusa.
c u venador que lr uoiiieado p na os ditos ol-
Qo os, perde peio exer icio delics o emprego
de' elcito O que ludo coiniiiuiiic.i a V. Ex< .
pa ra so.i luielligencia e esecueso.
Dos guarde a V.Kxin -Viicandi ilc Moni'-Ale-
gre. Sr. juiz de paz actual da Ireguezla do
Para.


iO<
OOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DI.V 28 DE JANEIRO.
onicio. Ao F.xm. hispo diocesano, re-
coinmendan lo haja de informar acerca iu
requerimenlo, om quo o vgario da fregue-
zia doSalgueiro. Amonio Joaquim Soares,
pede S. M o Imperador a graca de residir
ncsta cid.ide, oiiiiiuanlo se nu rcstnbele-
i'cr das molestias que padece.
Dilo. An commandante da praca, com-
mnnicaiido ler concedido ao tenonte da se-
gunda classe do exercto, Joo Marinho Fal-
eo de Alhuquerque, licenca para resi'iir
na comarca do Rio-Formoso, emquanto
no houvpr precisn dos seus servidos.
Dito. Ao mesmo, declarando haver no-
meado para o substituir, ilurante o seu im-
pedimento, o coronel Francisca Jacintlio
Pereira.--Inteirou-se o referidlo coroneL'\jLoml>v'4os os 0sos existentes no corredor
Dito. Aos cnsules. Tendo mandado
cstabelecer um lazareto na Iba do Moguei-
ra, para nello scrom tratadas ns pessoas ac-
commeltdas das Mires epidmicas, e re-
presentando-me o presidente do cancel no
de salubridade sobre a difliculdade que en-
cnntniva na eotduccSo das pessoas que en -
ferniam a bordo dos navios surtos nesle
porto, naja V. S. de expedir suas orden*,
pata que, quando as embarcacoes de sua
naQoadoecer alguma pessoa das ditas fe-
brea, seja immeiliatamenteconduzida para
o referido lazareto.
l):to. Ao juiz Matorda junta dejusti-
ea, remetiendo, parase presente a junta
de justica, oprrC'S'O do soldado do pii-
nipiro bitalh.lo de caradores, Antonio da
Cruz Ainnrim.
hito. a' cantara do Recife, para que
remeta com urgencia as authenticas das
actas das eleictVs do eleitorea, qu* so
proco leu cm -28 de ootubro ultimo naspa-
rochiisdoseu municipio. N-sto sentido
ojliriou-SO as cmaras de Olind, Ignaras-
sii. Cho, Saiitii-Aiit.1i>, Rio-Formoso, Limo-
eiro, Florrs, Tacaral, Kx, Itumto e Na-
zarelb.
DilO. A' cmara de Olinda. A mesa
iloenllegioeleitoral desse municipio, ten-
do deixado do remetter-me a authentica da
iota dn el- cSo de senadores, que abi l-
timamente se procedet^ fallan lo assiin a
obrigaefio que expressantciile Iho impe o
artigo 79 da lei n. 387 de 19dd agosto de
1846, ordeno a Vmcs. que, com urgencia,
bnjam de enviar-me copia da acta mencio-
nada. -- Igual s cmaras da lla-Visla e
Ex.
Um offlcio do Exm. presidente da provin-
cia, ordenando que se Iho romettesso com
brevi dado copias das netas da eleic^o de
eleilores a que se p'oceileu cm 28 de oulu-
bro passado as parochias deste municioio.
Que fossem ditas copias re i,cuida-, visto
ja se aeliarom lira lag, e se desse a S. Exc. a
raso por que no fram antes.
Oulro do cidado Miguel Filicio da Silva,
participando nilo Ihe ser presentemente
possvel tomar parte nos trabalbos desta
cmara, para o que fura convida lo na qu-
lida,ie de vereador supplentp, por o nilo
permit irem sen estado de Sa lo, qun tem
peiorado na nclualidade. segundo prova
com o atteslado do facultativo, que junta-
va. Que se chamarse o mmedialo.
Outro do fiscal interino da freguezia de
Santo-Antonio, participando terem si lo ja
INTERIOR.
AI.AGOAS.
Extracto do expediente do F.tm.Sr. presiden-
te )r. Jos liento da Cunha e Figueiredo.
29 DE DEZEMBUO.
Olido. -- Ao inspector da llipsouraiii da
fazen'a. pnrn mandar entregar an patrait-
mAr los M iris do Sarrament i a qtiantia le
197,60) rs, importancias das dual Col has
em duplcala que se Ihe rcmetlem da obra
do telheiro de Jaragu.
Dito. -- Ao niesmo inspector, para man-
d irsnlsfazer es folhas qu se Ihe remellen)
da obra do mesmo t-dheirn, en'regan to a
importancia dellas ao p8(r3o-mr lOl Ma-
ra do sacramento.
31
Offieo. Ao inspector da alfandega, di-
zen 'o-lhe,em respos'a ao seo ollicio datado
de hoje, e nesle momento recebdo, que de-
vendo ser sustentada pelos motivos pn lero-'
sos que llega, a nrdem que dra para se-
rem cnns"rvHas no incoradouro de qua-
renlena, as embarcacOes que vcem depor-
to da ei lade da lthia, onde es' lavrando
urna febre perniciosa de carcter Contagio-
so, se passa a dar ao capullo do porto o an
onnimandanle do hrigue de guerra Canopo
na rom etentes ordena.para que, sem perla
ile lempo,faeam com que o patacho Nereida
va ja tundear no ancnradmiro ile quarenle-
na, riimprin'n que cunlinue a ntnpregar'ri
seo 7i lo eaclivi.laile rm nfo consentir que
por inlereasea pecuniarios sja compromet-
liila a vida de lima populaco inteira.
Dito. An enpitito dn porto, para que fi-
ca ni 'iie ii.ii imenle sahir para o ancorad mi-
ro de quarentena at segn la nrdem, o pa-
tacho Nereida que se acha no porto de Jan-
gua, viudo do da Babia.
Do mesmo teor (Mala ao commandante
do hrigue de guerra Cannpo.
Dilo. -- Ao delegado de i olica Francisco
Ellas Pereira. --Aceusando recebido osen
olTcioemque me participa haver manalo
fiear de quarentena a barca ingleza Impera-
dor, vinda da Baha, onde est reinando
urna febre contagiosa, da qual morrena um
marulo da m^sma efhsrcac.io 'ci "\ "n~
conmenilar-lbe que pra'ique a mesma pro-
videncia em todos os navios nue \jer>m da-
auellp porto, emquanto n'o linuver noticia
de que tem cesado empinante calamidade:
e para que sejam cnnsiliadns os nleresses
co i merciaps com os da sa le publica, faca
Vmc. proceder a urna visita de sde nos
navios que se arham em quarentena convi-
dando para isso um profesgor ronsciencin-
so quo declare escru .ulosamente se Ibps na-
vios pdem ler livre pratica ou se deven
continuar a estar de quarentena, visto que
na provincia uno existe pruvedoria de
sa le.
a igreja do Rosario, e adiar se a respecli
va irmandado tratando de ladrilhar e as
sear o mismo corredor.
Igualmente participa va qun no quintal de
una casa do patrimonio do estahelecmen-
lodecaMlade, queoutr'ora servio de abri-
go a pobres, na rua das Larangeiras, existe
urna grando porcilo deentulho, que exala
miocheiro, em prejuizo dos moradores da
mesma rua, e das do Rozario o Cabug,
consultando sobre o que devia fazor -- Que
mandasselirar todo oentulbo. entenden-
do-se para isto com a commissflo adinmis-
traliva do mesmo cstabelecimcnio. e mul-
lassc o morador da casa vizinlia aquella
para nilo continuar a fazor despejos na-
quello lugar.
Outro do secretario da provincia, remet-
iendo, d'ordeot deS. Esc., a authentica do'
lio-Formoso ; e pedindo que Iho fosse de-
volvida logo que se cojicluisse a apurac.no.
Em consequencia, passandn acamara a
fa/er a apuraglo geral pelo methodo deter-
minado no artigo 84 da lei regulamcntar
das eloicoes, coiiclui-a depois de 4 horas
da larde, assignando a tcpectiva acta ea
lista sxtupla.
Aaaignou-se 0oIReio para o ministro e
secretai io de esta lo do imperio, e fura ni
-al i-I' las a- mesma lei ; e levantou-se a sess.li>.
Eu, ilunoel l'errtira Ae.cioli, secretario in-
terino, a cscrevi. Otiveira, presidente. -
Horros. Carnciro Uonteiro Jlamede
Henriquts da Silva.
Correspondencia.
Para desengao de cerlns Individuos, que
procurara fa/fr crer ipie os dnrntes recollii-
dos ao hnapit.il prnvitorio da illia do Nogiiei-
ra snfTi'cn privaces. e illa sem duvida por
que aiippoem que .1 direc^ao desse hospilrd he
nina mini ; declaro que rssa direegao, que
s elevo confianc iln F.xin. presidente da
provnria, nada me deixa. ll(*m de gran-
iles ineninniodos. e que falso que os doenica
all sejam nullralailoa Nnhospii.il proviaorin os
doenles sao vizitados tartos ns lias por faculla-
l'vos, e leein todo qii.iolo por cites liles pres-
rriplo ; sendo ns medicamentos le sohstanei.is
alimentara da inclhorqualldade, cexlsllmlo
ein sen servico ioleriio iliversns nTrnneiros
hrasdelrns p esiranRciros ; o que pode ser veri-
liiiilri por quein quizer ir a dha.
Uccife.8 de fevereiro de 1850.
/ r. Iiiiq'iim ilc Auin Fnncrra.
n'm
ERGIO.
PE NAMBUCO
CMARA MUNICIPAL DORECIFB.
f-Sl EITRAOnDIMKU F\l H DE JAKEI-
BO DF. 1850.
Presidencia do Sr. Oliveira.
Presentes os Srs. Carnciro Monteiro, Mo-
racs, Vianna e llenriqueg da Silva, fal-
tando com canas os mais senhores, abri-
se a sessao, e foi lida e approvada a acta
da antecedente.
Pdssandon camaia a verificar se se acha-
vam recolliidas todas as aulhpnticas dos
collegios elfeloraesda provincia para dar
principio a apurac.lo geral di.S votos para
donssenadores, poraer hojeo lia para es-
te fim designado, achou que faltava anda a
do collcgio do Itio-Formoso; e resolveu
ped-la ao Exm. presidente da provincia,
senloadocollegiodoEx entregue, pou-
ru antes de seabir a sessilo.
Meato nterin foi lido o seguinle expe-
diente ;
ALFANDEGA.
Rendimento do da 8..... 9:373,527
Itescurrcqam hoje 9.
Patacho inglex -- Bytantium niercadorias
e laxas.
Barca liamhiirgueza -- Marianna genebra
e smenlo.
Itrigue sueco Rapid taboado.
Brigue austraco Mir papel.
Patacho brasileiro Valente toucinho
sebo e sahilo.
Patacho nglez -- Caroline bacalhao
Rrigue americano Itomp mcrcadonai.
iuportacaO.
Carolina, br'gue ioglez, vmdo de Arichat,
enlra la no crrente mez, consignada a Me.
Olmnit; C, manifesio'i o segointe :
1.976 barricas e5ji meias (lilas bacalhao,
100 barricas TarinlLT; aos mesnos consig-
mtarius. /
CONSULADO OEItAL.
Rondimento do da 8.....2:422,291
Diversas provincias...... 4G.735
2409,029
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia..... 1922,118
EDITA ES.
Acamara municipal desta ci lade faz
publico que ella fez, c o Exm. presidente
da provincia approvou, a seguinle postura
a adicional, a qual pnssa a ter inteiro vigor,
como nella se conlm :
Postura addicional.--Artigo tnico. -
Fcam prohib las no-nleror da cha le i
casas de sa le, inl'eimarias ou lazaretos.
As pxistentes sciSo removidas para os luga-
res que a cmara municipal designar no
prazo de 30 dias, contados da pnblifiaeRo
da presente postura. Os donos, administra-
dores ou directores de taes casas, que as
nilo mudarcm no prazo marca lo, ou que as
situar fura dos lugares designados, pagarlo
trinla mil reis de multa, o, nocaso de rein-
cjdeneia, '''' ''a molla dobrada, solTrc-
i.Vi seis dias de priso.
a PaQo da cmara municipal do Recife,
em sessfio de 25 de Janeiro de 1850. Frnn-
ciseo Antonio de Uli'-eira, presidente. Mqf
noel Coetano Soaret Carneiro Uonteiro.
Francisco Concnlrcs de Moran Angelo
enriquesda Silra. Jos Pires Fer'eira.
Api rovo. Palacio do governo de Pernam-
buco, 31 de Janeiro de 1850. Carneiro
ledo. Conforme O oflicial-maior, Josi
yioreira llrando Gnstelln-Branco.
F. para que cheguc ao conherimenlo de
quem convicr se man Ion publicar o pre-
sente. Paco da cmara uiiinicii al do Reci-
fe, em ses3o ordinaria de 6 de fevereiro de
1850. -- Francisco Jntonio deOlireira, pre-
sidente. Manoel Ferreira Accioli, secreta-
rio interino.
-Acamara municipal desta cidade faz
guntes, para onde devem ser removidas as
casis de sa le, enfermaras OU lazaretos,
actualmente exislon.los no interior da cua-
ja : rua Nova de Santo-Amaro ; rua do Hos-
picio, do sitio denominado Leila-d'Ojro
por dianlo, procuran lo a direcco do nor-
te ; li is da rua da UniSo, ao lado do norte ;
u Suledade, da igrpj* para o centro, deven-
do taes eslabelecimentes se enllocar nos
edificios que mais solados se acharem em
referidos lugares, com previa licenca da
mesma cmara.
E para constar se mandn publicar o pre-
sente. Pat;o da cmara municipal do Reci-
fe. em sessilo ordinaria de 6 de feverwro de
1850. Franciico Antonio de Oliueinf pre-
sidente. Manoel Ferreira Accioli, secreta-
rio interino.
Rodrigo Thco.loro de Freitas, oflicial da im-
perial ordom da Roza, cavalleiro da do
S.-Rento de Aviz, condecorado com a
medalha da restauradlo da Rahia por oc-
casiSo da independencia, capito de mar
e guerra d'armada nacional o imperhl,
inspector do arsenal de marinha, e capi-
llo do porto desta provincia de Pernam-
buen, por S. M. o Imperador que Dos
guarde, etc.
Faz saber a qnem convier, quo lem desig-
nado para anenradnuro das alvanrnngas,
lanchas e mais embarcarles qno se em-
pregam no trafico do porto.no servido din-
rio das cargas, e descargas dos navios, a
parte do Mosqueiro. pelo lado de trra, que
medeia da segunda barca de viga da alfan-
dega pira o sul al a popa da tercera harn
da mesma alfandega, Picando amarradas de
maneira que nilo omharacem o transito das
embarcacfi"s que tenham de seguir para o
norte e sul do mesmo Mosqueiro ; o para
auc o admiro daqiiellas dasciladaseoibarea-
crtos que nilo se empregam constantemen-
te em taes serv'iQos a parte do dilo Mosquei-
ro que fica ao sul do ancoradoro dos navios
em descarga, em scgiiimenlo do canal que
va para a barreta, e a que existe nos fundos
do arsenal de marinha, pelo lado da maro
pequea, para o norte at a praca publica
orojecta pela cmara municipal na ruado
Rrum, conforme ja so declamo em edilal
de-ia capitana de 11 de setemtro de 1847
Canitania do porto de Pernambuco, 25 de
ianeiro de iftiO.llodrigo Tlieoloro de Frei-
tas, capiulo do porto.
Lisia dos ci ladlos qualificados pela junta
revisora, avista das listas dos delegados
do primeiro, segundo e lerceiro distrie-
tos, pdos que julgou a junta qualificar
para serem jurados nesle corrente anno.
t Continuado do n. 32. )
Poa-Vista.
JooPinto de |,mes, Jos Jacintho da
silvein, Jos Mariano dn AlhiiqiiTqii. Jos
Joaquim Ferreira Rnhelln. Jo Nieassio da
olva, Jos Marinho Pereira dos Sant'". Joa-
qoim Ridrigues Pioheiro. Jos ArToosq,
Ferreir>. Jo< lo>qniii Xavier SnhM'a.
Joito l.uiz Victor l.ieulhier. Jnaquim Jos
Ferreira da p,.||hg, Joaouim Jos da Costa,
Inllo Polienrpo dos Santos Campos, loiquim
Intnnida Mo-aes, Jos Fn,^ \prv da
Silva, Jofln Jos Loops, Jotto Caneio Comes
da Silva. Jos Mvesdn Souza Ran?el, Jos
loaqoim l'mne'ino de Miranda, Jo^ Joa-
qilim Votnos. Jos Marques .la Costa Sos-
res, Jon de Pinhn Rorspg, Inflo de Si l.ei-
Ifio. Jos Pires Fprrpira. Inaquim C.oelho
Cintra, Jonqnm Vipgas Jos Romes Tava-
rps. JoiTo Carneiro Rolriunes Cam-iello,
lisFrancisco do Rpo Rarrns, Jos Joa-
quina, de S.-\nna Frnzo. Joo Concalves da
Silva, Jos Rodrignps do Olieira Lima.
Jos Antonio dn Oliveira Antones, Joo
Anastacio Camello Pessoa, Jo5o Ferreira
dos Santos, Julio Caneio Pereira Freir.
Jos Lula Innncencio Poce, Jos Mara Fre-
re C.tmeiro. Dr. Jos Quintino de Castro
Leo. Dr. JoHn Jos Innncencio Pose, Dr.
JosMamede Alves Ferreira, D'. Jos Ro-
drigues dos Passos, Joaquina Silvprio de
Souza, Joaqun Juvencii da Sdva, Jos Lu-
cio l.tns, Jos Maria de Carvalho. Jnaqnim
llereulano Pereira Cal la, Jos Maria Ci-
raides, Jos Ferreira da Penh, Jos Con-
C'lves da Silva, Ignacio Jos da Assumpcio,
Joo Francisco Chaby. Jos Jeronymo Cor-
roa, Jos Raptista Ribeiro de Faria, Joflo
Arcenio Rarboza. Jorge Victor Ferreira Lo-
pes, Jos Xavier Faustino Ifllmos.
Terceiro distrielo
Joaqun) de Souza lina, Dr. Joilo Augus-
to de Ledo, major Jos Francisco do Souza
Lefio, capitn JoSo Marinho de Sonta Lelo,
Joio Francisco Paes Rarrelo. Jos Cavalcan-
le de Alhuquerque, los Maxirniano perei-
ra Vhnni, Joilo Manoel do Rirrns Jnior.
Jos Francisco Pereira da Silva, Ignacio
Francisco Pereira da Silva. Jos Joaquim
ds (hagas, joflo Manoel Carneiro de La-
cerda. Joaquim Machado Portella. Jos
Francisco de Rarrns Reg. Joaquim Correa
le Araujo, Joo Coelho da Silva, Joaquim
Mauricio Wanderley, JofJn de Carvalho Pacs
'e Anlride, coronel Jos Peres Camello,
Jos Flix dn Alhuquerque Maranho, Dr.
Ignacio de Rarros Rarreto Jnior, Dr. Joa-
quim Pires Machado Portella, caoitno Joa-
quim Cavalcanle de Alhuquerque, Jos Ro-
berto do Moraei o Silva, Jos Carlos Tei-
xeira.
S.-Antunio.
l.uiz de Franca e Mello, l.uiz de Franca
Mitniz Rarrelo, Luir. Francisco Rarhalho,
l.uiz Manoel Rodrigues Vllenla, Dr. l.uiz
Duarte Pereira.
fecife.
Lu; Antonio do Siqueira, l.uiz Antonio
Veira, l.uiz de Franca Mello Jnior, l.uiz
de Pinhn Rorges. l.uiz Rarboza de Rrilo,
LuizPedro das Neves, Ladislao Jos. Fer-
reira, Lucio Rodrigues Pereira.
Boa- Vista.
l.uiz Ro Dignes S-Hte, Lucio do Almeida
Pessoa, Lniz de Azevedo Souza. la.i/. Jos
Nunes do Castro, Lniz Comes Ferreira, Dr.
l.uiz de Carvalho Paes de Andrade.
Terceiro distrielo,
l.uiz Francisco de barros Reg.
( Continua.\)
eros livero quizer vender, comparecer
na s i li da directora do mesmo arsenal, no
lia 9 do corrente, trazando sua proposta
com seus ltimos precosom .carta fichada
e amostras.
0 arsenal de guerra precisa comprar
urna porrfo de sola curtida: quem seme-
ntante genero tiver da nvl'.or qualidads 0
tnzer vender, comparecer na gala da di-
rectora to mesmo arsenal, com sua pro-
posta e ultimo preQo em carta fechada, no
da 9 do corrente.
O Sr. commandante do corpo policial,
authorisa lo pelo artigo primoiro d le ti
235 do 31 de main do 4819, convida aos c-
dadilos queso quzerem ongajar como pra-
vas do mesmo corpo, a comparecern! na
secretaria. ____________________
Theatro de S.-Francsco.
Crande e extraordinaria representarlo pe-
la companhia franceza, sdb a direcco da
vuva Rerteaux.
Esta reprcsentac-lo ter lugar qunta-fei-
ra, 14 dn corrente, e sera comosla de pas-
sagens de difforoutes gneros: os annun-
ciosdo dia faro mengHo especial do deta-
Ihe deste espectculo.
Kcparlica dn polica.
llim. e Exm. Sr.Das partea hoje dirigi-
das a esta re^ailicito, consta terem sido
presog : i minha ordem, Joaquim Jos Al-
vos, por crimede Turto de cavallos, o qual
decltrou ser doserlor do stimo batalhSo
de fusileiros da corte : ordem do subde-
legado da freguezia de S.-Frei-PeJro Gon-
calves. os Americanos, Rulte e Ricard
Witek, por esta re ni armados de caivetes :
ordom do subdelegado da freguezia deS.-
Antonio, o l'ortuguez Francisco Botelho de
Mendonija ; o preto, Antonio escravo, por
cotreccilo ; e Francisco, escravo de Minoal
Tliomaz Rodrigues Campello, por andar f-
gido : do sudelegado da freguezia da
Roa-Vista, a preta Maria e a parda Thoreza
Maria da Conceic3o. por desobediencia.
0 delegado do termo de Caranhuns, em
ollicio de I do corrente participa quo,no dia
28 de Janeiro ultimo, na povoacflo da Pal-
meira, pertencento ao mesmo termo, Ma-
noel, porantonornazla Fino, dra urna fac-
c.ola em j,i,o tieiiii, o qual ficra em perigo
de vida, tendo aquella sido captura lo, para
serprocessado na forma da le.
lieos guarde a V, Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 7 de fevereiro de
isio.--llim e Exm. Sr. Honorio llermto
Carneiro Lelo, ciincelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.Josi Nicolao Re
gueira Costa, chele de polica interino.
Avisos martimos.
0 patacho Fortuna no parte para a
Rahia como tinha annunciado, no da 8 do
corrente, por Ihe terem faltado com parte
da carga que eslava engajada, com a que
co o pl el a va o carregamenlo, por consequen
cia recebe anda alguma carga a fretc : tra-
ta-se com Firmno J. F. da Rosa, rua da
Sen/alia, ii. 42, primeiro andar.
Para n porto sahir breve o milito ve-
lnro hrigue porluguez Mara-Feliz, capi-
to Loureneo Fernandas do Carmo, por ter
part da carga prom da : quem no niesmo
quizer carregar ou ir de passem. para o que
tem lios commodos, tratem com o consig-
natario, Antonio Joaquim do Souza Itihei-
ra, ou com o mencionado capito na praca.
!' a o Rio-de-Janeiro segu com bre-
vd por ler parle da carga prompta, o
br..ii! nacional Doui-Amigos : quem no
mesmo quizer carregar, ir de passagem ou
embarcar escravos, falle com c capito,
Francisco Jos l'rates, ou com Manoel Ig-
nacio de Oliveira, ni pra?a do Commercio,
u. 6, primeiro andar.
--Para Lisboa pretende sahir com a maior
brevi la le |'0'SVel o tingue pnrfugUOZ No-
vo-Vencedor, por ter grando paite de seu
carregamenlo prompto : para o restante e
passageiros, para o que ollero o nxcellentes
commodos, trata-se cot os consignatarios,
Thomaz de Aquino Fonseca & Filho; na
rua do Viguro, n. 19, primeiro aniar, ou io
capito, na praca do Commercio.
I'ara arseille pretende se-
guir, at o dia 11 do corrente, a
milito veleira barca franceza fran-
leccbe
suladodo llamburgo, rua da Cruz, n 4
pois quo depois dessa hora, n3o si regpoq.'
xabilisa por pagamento algum, relativo ao
dito navio.
Para Lisboa aahe impreterivelmente,
no dia 27 ik corrente, portar maior parlo
de seu carregamenlo prompto, o hrigua
nortuguez Noee-Vencedor : anda recebe al-
guma carga a frea e passageiros para o
que ofTerece excellentes conmodus: os pre-
lon lentes po lerflo tratar com Thomaz do
Aq .110 Fonseca & Frltio, na rua do Vigario,
n. 19, ou com ocapitSo, Antonio Jos dos
Santos Lapa, na praca do Commercio.
JLeiloes.
N. 0. Rieber & C. faro leilo, em pre-
senta do Sr. cnsul do llamburgo, por n-
ter veneno do cor retor Oliveira,a por coila
e risco de quem pertencer, da 95 a 30 caixaa
de assucar mascavado,para do aeu producto
occorre.r aos gastos com a gttiota holandeza
Carl-Adolph neste porto, onde arribou, e
foi legalmente coudemnada na sua recente
viagem procedente de Maroim com desti-
no ao canal Inglez : sabbado, 9 do crran-
te, s II horas da maiiha cm ponto, no
trapiche do Angelo.
Joaquim Ferreira Mendos Cumiantes
far loilflo, por intervenco do corretor
Oliveira, om prosenQa doSr. cnsul da Por-
tugal, o por cunta e risco de qoo.ti perten-
cer, do brigun poituguez Anna-Adelaide,
capito Ignacio Jos da Araujo, arribado a
estu porto, onde fot legalments ciimdam-
nado, depois de huver sabido do mesma,
carregado de assucar o' mais gneros, com
destino a Lisboa : quarla-feira, 13 do cr-
renle, ao meio-dia cm poni, porta da
assuciaco commercial desta praca. Adver-
te se que o casco do dito brigue, aua mas-
traaco, pannoe apparelho complrto, in-
clusive a lancha e dous boles, ludo tal qual
os pretndanles pdem anticipa.lamento
examinar no ancoradouro defronte do tra-
piche do algodo, sa vende-a som reserva
de preco om um nico lote. O respectivo
1 nventano acha-se, por copia, tanto a bor-
do e em casa do ven ledor como no escrip-
lorio do referido corretor.
aajaaa
Avisos diversos.
Na rua Direita, n. 61, se dir quem
compra u na casa terrea, sen lo em boa rua,
o oslando om bnm estado.
Precisa-se de um forneiro o de um ama-
(, idnr.que sejam peritos na sua proflssSo. na
padaria da rua do Rozario, n. 13.
A pessoa que precisar de um rapaz
bra.sileiro, que sabe bem ler, escrever e
contar, e com muita actividade para cai-
xeiro de loja, di rija-se rua do Rangel, n.
75. Ni mesma casa precisa-se de alugar um
prelo.
DEPOSITO GERAL
do superior rap areia-prsta
da fabrica de Cantis Pai-
heSc Companhia, na Ba-
ha.
i
m
m
m
Domingos Alvos Matbcus, agente da
fabrica ile rap superior areia prota
e meio grosso da llahia, tem aberto o
seu deposito na rua Cruz, no Recife ,
^ 11. 52, primeiro andar, onde se achar
f sempre deste excellente e mais aero- A
fc) ditatlo rap que at o prsenle se tem <%
fabricado 110 brasil: vende-so em bu- ()
les de una e meia libra, por prego (g|
mais commodo do que em outra qual- A)
93 quer parte. J)
DeclaraQes.
Rrcveoiente se hilo de afiliar e litaos
lo concluso s fregoezias vagas desta dio-
cese. llecife, 7 do fovereiro de 1350. O
padre Francisco J- s Tavares da Gama.
--((arsenal de guerra compra sola da I burgueza Syria queira as entregar al o di
publico que tem designado os lugares se-'Malta, e pedras de ferir fogo : quem taes ge-' II do curente mez, ao meio dia, no con- ras, 11.7
ce : recebe passageiros soincnte,
para o que lem excellentes com-
modos : a tratar com o capitSo, ou
com os consignatarios, B. Lasser-
re & Companhia, na rua da Sen-
zalli-VcIha, n. 1.38.
-- Para Lisboa prelen le sabir com brevi-
dade o brigue porluguez ConceicAo-Plor-
dt-Lisba. pudendo inda admttr algu-
ma carga da praQa : tam commo los para
alguns passageiros : quem pretender carre-
gar ou ir de passagem, pode cnlender-se
com n capitn, Joflo Rorges Pamplona J-
nior, ou com os consignatarios, Amorim
limaos, na rua da Cadeia, n. 39, primeiro
andar.
- Para a Babia sabe, com a maior brevi-
dade possivel, o hiato S.-J0S0 : quem no
mesmo quizer carregar, 01 ir de passagem,
lrija-se a Novaes & C., na rua do Trapiche,
n.34.
-- Vende-se o hiale S.-Joo, prompto a
navpgar, para examinar defronte do Tra-
piche dn algodo : a tratar na rua Bella,
n. 30, ou na rua do Trapiche, n.34.
Para o Rio-de-Janciro sabe, com a
maior brevidade possivei, o patacho nuciu-
ital Valente: quem no mesmo quizer car-
regar ou Ir de passagem, dirija-se ao capi-
to, Francisco Nicolao do Araujo, n praca
do Commercio, 011 a Novaes & Companhia,
na rua do Trapiche, n. :u.
Precisa-so da quanlia de vinte o cinco
conlos de ris, pouco mais ou menos, a
risco martimo, para pagar os concerlos do
navio de commercio llamburgo Syria. ca-
pito C. G. A. Sohst, o qual indo de II.....-
burg:. rom destino para Calcuta, arribou
Torcidamente a este porto : as pessoas a
quem o negocio convier, comparuca no
consulado nc llamburgo, na rua da Cruz,
11 4, segunda-feira, 11 do corrente, al ao
meio-dia.
--Quem tiver con tas com a barca ham-;
Precisa-se de urna ama pa-
ra casa de potica familia: na rua
do Itangel, n. 52.
Do-so cinco conlos de ris a premio
sobre boa-s firmas, penhores do ouro, prata,
ou hypotheca em bans da miz : na rua es-
trella do Rozario, n. 30, seg indo andar, ao
dir quem d.
Precisa-secopiar varas msicas enm
asseio i; iii" 1 nplido : quem quizer incum-
bir-sedesso iralho, dirija-se a rua larga
do Rozario, segundo andar por cima da lo-
ja de louca.
. Aluga-se o sobrado de dous andares,
na praca da Roa-Vista, n. 6: a fallar na bo-
tica do mesmo sobrado.
Precisa-se de um forneiro : ni rua Di-
reita. n. 129.
Aluga-se o primeiro an lar do sobrado
a marello, nos qua tro-can tos da rua do Quei-
mado, ji. 39 : a tratar na ioja do mesmo
sobrado.
-- OITerece-se um rapaz snlleiro para
caixeiro da qualquer cstabelecimento, o
qual d fiador sua conducta : quem de
seu prestidlo sn quizer ulilisar, dirija-so
rua do Hospicio, casa do Sr. l.uiz da Veiga
Pessoa.
A capntazia da alfandega das
fazendas precisa de mais traltallia-
dores, mas que sejam mocos e ro-
itistos : quem se quizer subjeitar
a esse 8fi vico, dirija-sc porta
a mesma allandega s 7 boras
da manha. Na certeza que ga-
iiIiii ao por dia 64o rs.
J. T. C. Quaresma
O abaixo assignndo f / cienle a todas
as pesso-is que leein penhoies cnt s"u po-
der, do og ir resgatarno prazo de 30 dias;
do contrario, serflo vendidos para seu paga-
mento. Paulo ot Humes
Do-se 380,000 rs a juros
de um e meio por cento, subre
hypolliccn ou firmas a contento :
na rua Direita, n. 101.
Precisa-se de um rapaz, ou menino de
intelligencia a quem se encanogue diaiia-
menta de servir do andar com papis, para
aju lar a out'ii pessoa da uicma occupacflo,
pagando-se mensalmonle : na rua ostreila
do Rozario. n. 30, segundo andar, so dir
quem precisa.
Precsase do urna ama de leite, forra,
ou captiva : na Roa-Vista, Iravessa do Ve-


attencaO.
Comi qner qiie apperecesse no n. 30 des
lo(jiario do crrante atino um annuncio
sobre a prislo do Sr. Manoel Antonio de A-
raujoReil, responde-so que he exacto ler
sido o mesmo preso pnr nlliiencia de pcs-
soas moradoras as Cinro-Potitas, por in-
dsposces eje familias, (segundo savnlga-
risou) e por sao os seus prenles mudo se
rcsscntiram, por Hilo estarem na classo da-
qirclles quo vivem em fraccOos e eoi eff'eoli-
vo desejo de se devorarem como lees; e se
a pessoa que fez lito annuncio se julga sem
remorsos, dispa-sedo capote pm qucseem-
brulhou, rara os moradores do usno lu-
gar e mais pessoas do publico, Ihe fazerem
justica, ficando certo de que o seu nome,
nem a stia pessoa ha de intimidar aoan-
nuncianle, nem mesmo as bravatas que
menciona do da 2 de fevereiro, ou outro
lalve* mis desejado pelo aulor do dito
annuncio,para com He verse, mudando de
vista, pMn tornar-se mais graduado era sua
presumida importancia, pois que o annun-
cian'e nao temi ate boje tomado parte el-
guma nasdesordens que (eem haviilo nesia
provincia, e tendo sempro respeitado as leis
e as autoridades, como Ihe compre na qua-
lidadado de cidadflo, nao se receia das sila-
das que lalvez desejem_forjar-Ihe algum
dos vulgarisados denunciantes do paciente
Itpal, porque esl certo do qns o falso por
si he fraeo, e como fraco lia de caducar dei-
xando por premio aos falsificadores ficarem
com cara de asno, fquando j pelos seus
feilo a nlo tenham) e conhecidos do pu-
blico (se j o nfto siloj.
Jos Teixeira Baslo, tendo
de rclirar-se brevemente para a
Europa, roga quelles de seus Je-
vedores, cujasconlas jasan bastan-
te anligas, tenham a bondade de o
mandar embolsar, afim de que
nao s'rja necessario usar de meos
mais positivos.
No pateo do Carmo, n. 10, precisa-se
alugar urna prela captiva para servir a urna
casada pouca familia: taiiibcm se aluga
um sobrado de 1 andar.
Qiiem precisai de um administrador
para qualquer engenho longe que seja, di-
rija--o na Direila, n.42.
Precisa-se de um menino para raixei-
ro: prefere-scosdefura da praca: na ra
do Livramento. n. 19.
A abiiiso assignada, vinva do fallecido
Octano Luiz Ferroira, roga aos credores
de seu casal que queiram aprcscnlar suas
cnnlaa correntes na loja n. do Aterro-
da-Roa-Vista allmdeserem attendidos no
inventario a que vai proceder.
Hvfina Antvnei de Oliveira Silra.
Precisa-se de urna ama do leite, que
nflo tenha Hio : na rua da Cadcia de S.-
Antonio, Ilotel-Commercjo.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidasa mfio, por animaes 6u vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulcas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mflo e arados -de ferros,
ele etc.
Ali'in da superioridade das suas obras, j
geralmenle reconhecida, Bowman & Me.
Callumgaranlem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remetlidos
pelos sr.nhnros que se dignaren! de fazer-
Ihcs encommendas, aproveitandoa occasilo
para agrarieccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e assegoram-lhes
que no pouparSo esforcos e diligencias
para continuarem a merecer a sua confi-
anza.
lenles artificiaos.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
peilavel publico que contina a exercer a
sua proissSo, na roa estrella do lio/ano,
n. 16, primeiro andar.
Rouho.
Na nnite dn 6 para 7 do correte, foi rou-
bado a tim preto que venda fazendas, urna
grande lata e um carino com diversas fa-
zendas finas, pois lendo o mesmo preto.
por motivo'de embriaguez, chamado un
ganhador para canegar a fazenda, o mes-
mo se evadir com tolas as fazendas e al
gum diiiheiro que carregava. Iloga-se, pnr-
latilo, a polica, ona i|iili|iicr ppssoa qu>
tenha noticia do occorrido, do drigir-se a
rua da Ca leia-Velha, n. 21, primeiro andar,
que sera gratificado.
--O abaixo assignado avisa as pessoa.'
que teem penhores en seu poder, de os ii
tirar no przo de 15 das, contarlos desta
dala ; rio contri rio, firar.lo perlencendo ao
bailO assignado. Francisco Helio de Aze-
redo Coutinho.
Na rua de Agoas-Verdes, n 26, engnm-
ma-se e lava-sc roup com ludo asseio,
piomrtidflo e por preco mais commodo de
que Pm mitra qualauer parle.
JoscdeSouja.Portuguez, participa ao
publico quo de hojeem (liante so asigna-
ra Jos de Souz* llraga.
A quem Ihe fallar tres cavallos com
cangalhas, dirija-se ruado Sebo, n. ic,
que, dndoos signaes cerlos e ferro, Ihe
serio entregues.
advogado Antonio da Assumpcilo
Cabial mudou a s'ih resduncia para o pri-
meiro andar do sobrado, n. 10, da rua do
Queimado.
Jo.lo Comes Janlim, cidadSo dos Esta-
dos-Unidug, relira-se para fra do imperio.
DAURORA
C. Starf & Companbia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral, que a sua grande fundido em S.-
Amaro alm do sortimenlo que constan-
temente tem acha-se de novo .prvida de
muitas moflidas de caima, e de varios ta-
maitos ffMas no mesmo estabelecimcnto
pelos mais peritos ofliciaes, e com o maior
cuidado e pcrreislo ; tanto assim he, que
osannunciantesse ufanam em garanti-las
pelo primeiro anno. As moendas inteiras
todas de ferro", construidas as officinas
dos annunciantcs silo multo superiores a
quaesquer mitras da mesma natureza qui-
st agora teem sido aqui ofTerecidas, pois
aquellas encerram em si cerlose importan-
tes melhoramcntos resultado de mais de
20 anuos ijij experiencia pratica do paiz.
A abaixo as-iguaria faz sciente a quem
tiver feilo liyoolhecis ao fallecido francis-
co Joaqun) Antoro, que nilo pague as mes-
mas, por haver qu silo em juizo a respeito
desta heranca, sol pena de pagar duas ve-
zes. onquina Mara da Espirilo-Sanlo.
- Precisa-se de um amas-ador : nj rua
larga do Itozario, n. 48, padaria
Aluga-se o tereciro andar do sobrado
n. 18 da rua do Vigario, ptimo para morar
familia, por ser muilo fresco, por preco
commodo: a tiatar no primeiro andar do
mesmo sobrado, ou na praca da Indepen-
dencia, livraria ns 6e 8.
Sabbado, 9 do correnle, porla doSr.
Dr. juu do civel da segunda vara, se lia de
arrematar urna canoa velba, avahada em
30,000 rs pendura la por execu(3o de Do-
mingos Iibs dos Sanios con ta o preto Ju-
lo Alves da Cruz.
--O abaixo assignado faz sciente a quem
interesar que, tendo aununciado para ser
apprehendida una escrava de Manoel Ma-
ri.nlio, de nonif F.leuleri, morador no eyi-
genho Pao-Santo, freguza do Cabo, acon-
tece que no din 31 de Janeiro prximo pas-
tado Itie foi entregue una escrava do mes-
mo nome, que anriava tamlicm fgida, e
dizia ser escrava do dito Manoel Maiinho,
em virtude do quo lomei conta, avisando
ao mesmo snhor para vir tomar conta, e
por elle me foi dito nao sor a dita escrava
sua ; passun lo a averiguar, me foi ennfes-
sado pela dita escrava ser do scnbor Fran-
r isco M.iuoi'l de Paula, tendo appellido de
Pillo, residente na cidade da Paraliiba do
norte, na rua du Mala-Negro : por isso ro-
ga-se ao mesmo sennor de a mandar rece-
lier na residencia do abaixo assiguado, na
rua do Collegio, n. 1, pagando todas as des-
i'ezas quo o mesmo lem feilo : tambero ad-
verlo que senSo responsabilisa por qul-
quer arontecimento que possa ler a mesmu
escrava, e muilo menos pela fuga.
Uatliias de Aietcio Vitlarouco.
cambista ; em S -An'oino, botica de JoSo
Moreira Marques, un paleo da Matriz, e de
Francisco Antonio das Chcgas-, na rua do
Livramento ; loja de Iternar lino Jos Mon-
teiro, pracinha do l.ivramcnto, n. 44 ; no
Aterrn-da-Roa-Visla, lujas de Guimares,
n. 44. e de liuarte Borgos da Silva, n. IS.
JjJ Chapeos de sol.
Rtia do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sertimentodestes objectos do todas as co-
res o qualidades, tanto de seda como de
panninho, por presos commodos ; ditos pa-
ra senhora, do hom gosto : esles chapeos
sflo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. N mesma
casa se acba igual soitiment de seda e pan-
miiiIios imitando sedas, para cohrir ai -
maijOes servidas : todas estas fazendas ven-
don-seem porcSo ca rola I h i : tamben" se
concerla qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro cqjno de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas : todo por | rero
commodo.
Casa de modas francezas.
Buessard Mitlocbau.
RUA 1)0 ATERRO DA-ROA-VISTA, N. 1.
Pelos ultimes navios francezes, chegados
do Havre, recebeu-se grande sortimenlo de
modas, taes como : chapos ricos de seda e |
de palha ; litas ; bicns de blund e de linho ;
cassas brancas o pintades ; manteletes de
seda de lodos os modelos; llores; cabe-
C/>es ; camizinlias ; gollinhas bordadas de
file camliraia ; lencos de mSo, de todas as
qualidades ; luvas de pellica o de malha
aberta ; transas e franjas para vestidos; fi-
los ; camhraias; meias de seda ; o muilns
outras fazerrdas que se fario palenles aos
compradoro : ludo por prego muilo em
conli e gesto verdadeiramento franecz. Na
mesma casa fazem-se vestiduse cha; eos, e
ludo o mais ilc loililti rias senhoras.
O o
< Alugam-se evenderr-se as verda- gj
Q deiras Inxas de llamburgo : na praca ^j da Independencia, n. 10, ao voltar n
pt para a rua das Cruzes. A
O >
OOOCOOO0>OOt!> t>>t>0
Precisa-sede urna a mi de leite, que
no tenha cria : na rua do Queimado, n.
32, segundo andar.
A' casa da residencia do r. I.ourenco
Trigo de Loureiro, no liairro da Ra-Vista,
rua da Saudade, defronto do Hospicio, p-
demdiri^ir-so pnr carta, ou pessoalmentc,
aloiim do mez de fevereiro prximo fu-
turo, todas as i cssoas, que quizerem ser
asignantes do novo compendio de pratica
do i rocesso adoptado pela eongrc^agnn dos
lentes do curto*de ttencas sociacs e ju-
rdicas de tllinda para a segunda aula rio
quinto auno, sondo cinco mitris o preco
da ssignalura de cadi xomplar ; e em lo-
do o lempo as que o quizcem si-r do inle-
ressanlissimo indica chrouologicn da le-
gisla(*io brasileira que ha d^ conler em
oilo volumes in folio, ou ponco mais, toda
a legislarlo brasileira vigente desde iRi-2
al 1848, a qual, com a que est revogada e
lludaiica.
JoSoVgnes, fabricante de pianos, parti-
cipa aos seus freguezes, que mu.loo a sua
residencia da rila do Queimado para a do
Rozario larga,primoiro andar da casa n. 28,
onde ntorou o Sr. Dr. Nelto. sonde adia-
rlo sempre pinos de superiores qualida-
des, cuidas, e todos 04 aviaiuentos neces-
sarins, cas msicas mais modernas para os
mesmos.
Na rua dasCruzes, n. 40, taberna de
Domingos da Silva Campos, ha superiores
bixas de llamburgo, que se vendem e tam-
hem se alugam, lauto cm porqSo como a
relallin, por prego commodo.
Alugam-se escravas quitandeiras: na
rua do Collegio, n. 13, dBS 10 horas da ma-
nhfa as 3 da tarde.
Precisa se alugar urna preta que saiba
lavar, engommar e coser, para urna casa
estrangeira : na rua do Torres, n. 34, das
II horas at as 3 da tarde. Na mesma casa
tambom se precisa alugar um preto que
enlenda do servido interno, e saiba tratar
de cavallos.
Compras.
Compra-se calca.!o feilo na Ierra, para
loiiiom, senliora e meninos, do tolas as
Dualidades i def.onle do nixo do fiorpo*
Santo, na oja nova sita na esquina da tra-
vessa que vai para a roa do Vi.ai o. Na
mesma luja se vende a relallio sola, nuir-
roquin-s, liezeno, couro de lustro, couros
de cabra em branco c linios, e lodosos
mais preparos para o nffieio de sapateiro.
Compra-se urna canoa da carroira, de
um so pao, usada, mas em bom estado, e
que seja manoira, de modo que qtialro lio-
mens a possam iransporlar para qualquer
parte : quem liver annui'icie por esta folha.
Compra-seChornoveB, livio de medi-
cina : na rua Direila, n. 14.
Compra-se, i ara una encommenla,
escravos rie ambos os sexos, rie 10 a 40 ari-
llos : na rua do llangel, n. 57, Sobrado.
Compra-se um sellim inglez ustdo,
com assenlo gran Je, bordado: na rua da
Cadeia do llecife, loja n. 50, de Cunta &
Amoriin.
Compra-se urna lolefr de pedra dn
Lisboa, de 7o meio a 8 palmos do comi-ri-
do ; 3 ou 4 pedac/is de liombreias tamlicm
de pedra de obras antigs, e que tenham de
5 a 7 palmos de altura ; urna poiti de rua
feita deaaiarollo, oostadlnho, ou assoaliio
reforcado : quem tiver ludo ou parte, dui-
ja-se rua Nova, loja fiancez.a, rio -Sr. Ro-
berto.
Vendas.
Para senhoras.
Vendem-se manteletas pretas de gorgu-
rUo, pelo diminuto preco de is.ooois. ca-
da un-, : na rita du Uncinado, n 17, loja
dos lurateiros.
Instrumentos de msica.
Chegnu casa de Kalkmann Irmios um
completo sortimenlo de instrumentos de
msica, como sejam :
Violos de j icaan la, com machina; di-
a quetni calulo em desuso, comerte tuis itos "li"1,r.'"s e onlre flnos ;sem machina
colieccOes actuaes vinte e t-n'os grossosl Flautea deobano rom 4 a 6 Chaves, e de
ditas de bocho de 1, 4 e 6 chaves.
volumes, e cusa para mais de 150,000 rs i bomba ; ditas de boch(
emretanto quo o preco da sssignalura do' Planos e do e si limo
referido ndice tina pequea quaniia de! Cirmelas supeilioas com 13 cliaves.es-
3V,00 rs. paga aoieceber o !. e2 vn|u- tanteabra o mi limol; ditas em du com 6 e
mes, de quo j existem varios excmplarcs i 8 chaves
em poder oo annunciantee brevemente sa- Requintas em fa, prclas e amarellas, de
hir aluzo terceiro volume. Na loja de I 8 rhaves.
livrosdoSr. reveren lo padro Ignacio Ftan-: tisl(Vs em bfa com o arros ; trompas.stm-
r les e com pistn de 6 a 8 arcos ; trombones
em bfa, bailo a tenor; baixos rie harmnnia;
cornetas rio chaves; clarins com 8 arcos em
sol e bfa ; clarins cun chaves ; pandeiro ;
pralos; caixas He guerra; arcosdo cam-
\alalias linas.
< onfeitos (fc( !is,
> ? WA ^V> u
94NHMNM ft4MKRSIIIMI|IIMHt
I Modo asseiado e econmico
para alumiar urna Rula
file reconhecido que o gaz hydroge- g
neo liquido de todos os comhustives u
| queseempregaram al boje para alu- |
fmiar-se, he o mais fconomico, mais
asseiado, e que d a luz mais bri- B
llt.rln r^ amnlrtf r4cc i*4*.,llAl**nfl ak
w ......... Oa .....-..j '- Uii. lailitilifB -J,
J- de gaz siu mui simples, e nao se en- H
# contram nelles os inconvenientes &
% que a caila instante aprcsenlam o de ;;,
*| azoilc. Os amadores do gaz acliaio &
S scnipreem quanlidade suflicienle, e S
($ rio boa qualulade, na de-.ii:ai;.'o fran- O
f| coza da travessa da Concordia. 9|
mmit&mmwmmm wmwtmwwwm
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Cnca-
vo! da Si'va, pretende nflo Iludir a expec-
tacao do publico com aniiuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lotera ;
esfofear-se-ha quanto couberem suas fr-
Cas para com a po*sivel | restpza annunciar
o da, alcmdo qual no deveri passar a es-
peranza dos compradores ; porque enlende
queaessa illusao em que alguiis teem por
veres deixado o respcilavel publico, se do-
ve essa especie de descrdito, que tanto
lem demorado o andamento das nossag lo-
teras ; por isso limita-se por ora a annun-
ciar a venda dos bilheles, e a extrahi-los
com lodo o empenho, afim de poder asse-
curar aos compradores o dia em que deve-
rella imprelerivelmente correr.
A vantageni do plano ji publica Jo e o fin
religioso pa>ra q- o fui esla lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da surte
a concorrerem sem demora para a compra
ilos nunv ros que Ihes preptram a suave
ncquisicflo de hers da luriuna, sem risco
de gran-le capital, e com o importe smen-
I lo da diminuta quantia do 5 ou 10,000 rs
I _..- ........ ... .(.no
BOWMAN & MC. CAI.I.M, engenhei-
ros machinistase fundidores de ferro, mu
respeKoaamenle annunciam aos Senhores
proprielanos de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, quo o sen eslabelccimento
de ferro movido por machina do vapor con-
lina em effeclivo exnrcicio, e se aclia com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidado para a per feita confcCcSo
das maiores pocas de machinisnio.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Rowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar i
attencio publica para a sseguintes, por
terem dellasgrande sortimenlo j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdciri
competir rom as fabricadas em paiz es-
irangeiro, tanto etn pre^o como em qua-
lidade da materias primas e mfio d'obra,
a saber:
Machinfsdevaponla melhorconstrucgfio.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, monhos de vento eserra-
aa.
Manejos independeutes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilbOes, bronzes e chumaceiras.
Cavlties e parafusos de todos os tama-
itos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Momlios de mandioca, movidos a mSo o
por aiiruaes, e prensas para a dita.
Chapas de TogAo e tornos de farinha. I por poneos das.
Canos de ferro, torneiras de ferro e d< I Desde jii ichar-sc-h.lo os bilheles: m
bronze llecife, lojas do thesoureiro e do Vieira
cisco dos Santos na rua da Cruz do lleci-
fe, e na do Sr. Manoel Figueiroa de Fari
na praca da Independencia, pode lan^bcm
assignaro seu nome quem qu'zer ser De-
signante de qualquer jas refer'as obras
(JsSrs. assignanles que ja recebeiam opri-l
meiro volumo do ndice cbronologico, dig-
ncm-se mandar buscar o segundo casa doj
anniineiante. | e cont (|e laclo d ferro, approvado ppla
Iloje, 9 rio correnle, is 4 borajda lar- academia de medicina de Pars, confor-
de, aporta do Sr Dr.juiz do civel da se- me o parecer de urna commi-sHo compos.
gunJa vara,fe hfio rie arrematar dous es-j doaSr. Bou Illa ud, Fnuquier e Railly.
cravos, penlioradosa Jos Hurle & C. por' As prepara cues ferruginosas se coiitam
ser a ultima praQ.i, pnr excrucilo do Ma-! "o numero dos medicanient'S. cujas pro-
theusAustin & Coinpanhia, esciivilo tlap-! priedatles nfio so pdem por em duvi la :
lista. com elTeito lia poucas preparares medicas
Na rua Dircita, padaria n. 26, d-se Ique tenbam sido estudadss com tanto es-
pfio do vendagem a pretas sobre a respon-
sabilidad de seus senhores.
-- Precisa-se de olciaes de sapaleiro, as-
sim como lambem seadmiltem apremlizes
forros ou capitivos : na travessa da rua do
Vigario. loja nova.
AlTonso Jos de Oliveira, profosor ju-
bilado na carieira rie geographia e historia
do lyceu desta citladp, lem aberto sua aula
particular rie primeiras letlras egrammati-
ca latina : as pessoas quede seu prestimo
se quizerem utlisar, pdei procura-lo na
rua Direila, n. 120, segundo andar.
- Na rua da Cadeia-Velha do Recite, n.
51, segundo andar, ensina-se lalim, rlielo-
rica c philosophia, rom todo desvelo e p'-r-
foi(;So, por pessoa dealgum merecimenlo,
que seoffeece a quem queira.
O abaixo assignado faz publico que
trsspassou sua venda, sita na rua da Cruz,
n. 36, aos Sis. Jo.lo Jos Rodrigues Mendes
e Antonio Lopes llraga, ficando os mesmos
Srs desunc arios das dividas que a mesma
deve a prac,a, e o abaixo assignado respon-
savel pela liquidaelto das niesmas ; o para
clareza fnz u presente annuncio. llecife, 6
de fevereiro de 1850.
Juaquim da Silva Pinlo.
> Piccisa-se comprar urna escrava que
s^ja perita engomn'adeira, entenria de co-
ziuha e do n ais arranjo du urna cas, pre-
ferindo-se com cria de 6 a 8 mozes : na rua
larga do Rozhiio, n. |39, taberna da esqui-
na, ou no primeiro andar por cima da dita
taberna.
mero por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados receilaram
pslps ronfeilos com militas vantagens.de-
poisde terem analysado sua composiclo.
O benvolo acol,nenio que esla prepa-
raed obleve da escola de medicina dn Pa-
rs nos dispensa de fazer sen elogio.
Esles confeilos *3o empregados com gran-
de surcesso na clorosis ou paludas cOre,
as mil..niin.-i-.-.s chronicas rio estomago
e des intestinos, na falta deappetite, as
amennrrheas, ou suppreasllo de menstrua,
as enfermldades esoropholoias, o inconti-
nencias das urinas, provenientes da debili-
rtade da bexiga : na leucorrliea ou flores
brancas, opilaco, abatimento do tOrjas,
rio escrohuto, em lodos escasos de enfra-
quccicenlo do organismo, na aninya, vul-
L-o frialdade, na bydropesia, ronsequencia
destas iiioleslas, etiilim em todos os casos
em que ha alteraco na coinposico do
singue.
A respeito da dse quo se deve tomar,
ba.stam tres confeilos pela rnanlifia, o ou-
tros tres de tarde, e o mais diatante possi-
vel das horas da comida, augmentando uro-
gressivamente al 6 de amanhila c 6 de
Urde.
Ilclalivamente aos meninos, as doaes va-
riam Conforma a idarie ; mas tonmnJo o
lo lino me lio, se daio de o a o todos os
das, na idade de 6 a 12 minos, c 4 aos mais
jovens.
Em as principara cidades da Europa se
arlnm os do, ositos dos ditos confeilos, en
. Pernan buco na botica do Sr Caratillos, na
-Pdojuizo da segunda varado civel.se rua eslreita do Itozario, n. 10. e no nrma-
zem de drogas c tintas da rua da Cruz, no
Rectfe, defronle da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
PHARU4CIA FRANCESA.
Xarnpe pelloral arincante da qoaima deangicn,
prepaiada por Luis HottenlU't & C. boti-
cario chimico da espolia especia/ i'e I'ar.
A can na de angico he conhecida o ein-
piegada ha muilo lempo pelos habitantes do
Interior do brasil, como um oxcollento re-
medio para as molestias de peto ; mas cm
um estado tal d'imporrsa, cootendo corpos
hilo de arrematar na rua Nova, na porta da
residenciado Sr. doutorjuz municipal e
civil, Joilo Floripos Das, dous escravos e
mais objectos penhorados por execu^fio,
cujo arremataefio sera feita no dia 9 do cor-
rente, pelas 3 huras da tarde.
Quem precisar do urna ama para o ser-
vico de urna casa, dirja-se ao bteco con-
fronte ao db Circereiro, n. 1.
Precisa-se de una pessoa para ira I a-
Ihar em um sitio : na rua.Nova, u. 46. -
Precisa-se alugar urna sala que tenha
um quarto para morar um humern solleiro:-
quem liver anriuncie.
estrnnhos, que multas vezes impediudi.
seus elTetos, luriiavam suspeitas suas pro-
piedades, e obrigavam o doenlo a tomar
urna porQo de matiriaseslranbas, nfloobs
tante que inertps, mais qu no entanto dif-
ficultava o seu uso.
Iloje, cmlim, esta gomma he por nos le-
vada ao mais alto grao do puress, c assim
com ella preparamos o nosso xarope tilo a-
gradavel e fcil de tomar como promploe
eficaz nos seus resultados. Os mdicos des-
ta cidade e (nitros muilos que teem obser-
vado seus effeitns, provam sua superinril?-
deahsoluta para a cura das ioll.immaces do
peilo, toces, defluxos, catarros, escarns do
sangue, etc. ; e applicam aos seus doentes
como o mellior especifico al boje conheci-
do. Chogou rio Maranbfio, nonde he fabri-
cado, urna quimil lade deste xaropo i-i bam
conhecido nesla cidado por mullas pessoas
que dalle lem usado conslanlemcute se
vende no mesmo luar ja aninniciado, na
venda da rua da Cadcia do llecife, n. 25, dc-
fronte do lleccti-Laigo, a l#000 cada garra-
linha, aconipaiibando nm rcceituario do seu
autor.
XAR0PE DO ROSQUE,
para cura de plnliisica em todos os seus dlfl'e-
l'entcs graos, qur uiolivada por conslipa-
{oes, losse, asimila, pleiirfl, escirros de san-
gue^ dor de cost.ido e pello, palpitafao no
corafao, coqueluche, bronehile, rir na gar-
ganla e tudasas molesllaa dos orgaos pulniu-
nares.
tic luds as inolci lias que por hcraiifa ncam
ao c*rpo hlllliauo, nenliuma ha <|ue mais des-
nni i iva leiih.i sido, ou que tenha louiliido di>(
esforcos dos liomeus oais riiilnriiles em niedi-
ciua do que n|iiclla que lie goraliuenlo ciinlie-
clda por.i melesllanoboft. Em varias pocas
do sectil pascado lein-se oflcieci'lo ao publico
diil'.renics reinedloi com attealado das ratra-
ordlnariai curas ipie ellos rcem feU, porem
quasi nueem lodosoa casos a illusao lem afdo
apenas pass.igeira, e o docnio tonta a rcc.iiiic
ein peior estado do que se achava antes de ap-
plicar o reuudi i tiio rcconiineiiil.ido : mitrri-
tanto nao acontece com csie extraordinario ti-
rope do limque.
ti prop ielario ao principio foi io'luzidn a of-
ferecer este sarope ao publico, depola de ter
eH'eetuario em si mesmo una cura permanente,
e depois de ler a opinho (tus nriuiciros uiedl-
cos da Europa e dos Estados-Unidos, de (pie
seu estado Ja nao dava rsperanc.as de inrlluua.
e era como segu. No auno do IS37 apaulici
una grunde ctuMipacao que me alacou o pei-
lo, e todos os svoipioinas rie phthiBlca pulmo-
nar lo^o se seguiraiu. Kn tioba nina tosse con-
tinuada com (lor no peilo, salivava nuil Ura-
nia dura e algiiuias veies inistnrada (o aon-
gue, una febre tica, suures de molo, ciua-
greci rapidainente, e em punco lempo Hquel
reduziilo cxlreuiti drlliitarie.
(is uicus ihcdicus (entre os quiej liavia al-
guns Jos priucipaes dos t-.st.idos-Unidos) junt.-v-
mente com ines amigos perdarain toda a es-
peranea de oieu inellioramento, c rsperavant
que cu hr.-vciiiriile siircuiubiria.
Ncslc oslado de molestia por c isualiri.ido en-
contrei com nina antiga recelta dos Indios, e
resolv uto com o conscntioiculo dos lilfUI me-
dicoa a experimentada, visto o estado deses-
perado do mol caso.
Qual ii;io seria a ailmiraco dos meus mdi-
cos, c o incu corilcnlaiiiciito vendo que desde
que principie! a lomar o xaiope, COOl.CCi logo
urna mnd.iiica no ineu systciua, epelacoiili-
nuaco do uso a molestia inadurou, os tumo-
res roriliarain cabrea c arrcbeiitaram hu i:i-
do grande porefto de singue o mal- lia. Depois
de tor continuado pelo esparo do 3 uie/escoui
o remedio, a miiilia molestia cessou ioieira-
meole, e achei-me restahelocido de perfeiift.
-indo, o bofe desde aquello tciupo un conti-
nuado sem a menor allccnvao de Cllferiiilda-
rio. Neilai circunstancial lie que me reaolvi
ao principio a ullrrerc-lo ao publico, firme-
niciitc convencido de que be o nico remedio
que se lem descoberb, no qual se pdde ter
conlianca para a cura de phthllica pulmonar.
t.Urou onde todos os mais remedios linham fa-
Ululo, e, se fr tomado c applicado segundo as
dirercdfs, poiicaavezca dcUar do produxtr
Ulna cura radical.
O seu principio de operar he fcil rio expli-
car : suavisa e acalma a Inciiiinoda losse,
ainadnrecc o abaceaao, facilita a salivaran, o
em punco lempo livra os bofes da materia que
se retine nos lulios do ar. Regula as fnnccAes
u-iiacs sem necessiriario do nutra qualquer me-
dicina, lortiliCa o syateina o purifica ( sangue.
Nao conten, nem lucrcuiio, opio, ou ouiru
qualquer Ingrediente renenoso, e he relio mil-
caiiiciite <\i' milis e hervnt. Tein-so usado ba
mais rie nove aunos, e lie univ^rsaliiu-iilo con-
siderado como o grande e nico remedio para
esta horrorosa molestia. Os seos ift'oilos sao
cm todos os lugares o mesmo, admirareis e t> i-
umphnnles .' !
Como medicamento preventivo e antidoto
coiiiia as tendencia! do clima paras phthlilca,
he do grande valor, e nao d,segundo fjz qual-
quer medico ou conhrcedor de drogas, porem
cmquaulo se est paliando com estas cnij/inotus
mislurtii, (lente v i rpidamente empeiuran-
do, e ca la dia mais mais colliica o son caso
ftrii do atcanre de esperances1, Nao suceede as-
sim com esta preciosa medicina lio aeinpre
salutar, e seus ell'eilos nunca liu diiuiiosus.
Nao he Opitica, nao he tnica, nao lie um me-
ro expectorante, nao tem por objeclo a/fcffar o
iloenle para ter una fatal segitranrn. lie i/in gran-
de remedio, tuna grande CompoSlfO curaiiva,
0 grande e nico remedio que a ciencia e o
coioicciiiiciilo medico iccm ale boje pruriii/ido
para o Iratameulo desta molestia, al lioje in-
conquistavcl.
Km una palavra he o mellior remedio no
mundo, e nenliuiiia pessoa locada com o-.li- Ha.
gcllo da fMnilia humana sera justo para si o para
seus amigos, se riescrr sopuliuia aein atics-
l.ir suas qualidades virluos.is. Dina nica gar.
rafa i|iiasl que em lodos os casos produxlr
nina consiricravcl inud.ioca no esl ido de '/iuii-
qurr d rufo, S'_;-ii e//n qual or.
Tem curado casos que se suppnnliain su;ie-
riores ao poder iiiedtao. Tem levantado (len-
les como que da sepultura. Tem curado dc-
poi* que j iodos os ou ros systcioas, medica-
mentos c nioihodos de tralaincnlo teem (alna-
do. Km nina palavra, descobrio-sc o scgiedti, a
phihitica enra-se.
A auttga opiuio de que plilhisica u;io po-
da curar-sc tem desapparreido desde a tntro*
ducr.io dcsia milagrosa medicina. A plilhisica
pela dcscoborta desle medicamento acha-se
despida do melado dos horrores que causava,
Em lugar de se enlregareui ao desespero quan-
do eslivaui seguins de que a plilhisica llie ti-
nlia lur, ido a-, suas ganas, milbares de pes-
soas teem recorrido a esle infallivil rentadlo, e
com praicr e regosijo eoiiliuuain desfruclando
sade arate secuto que produiio tal beneficio
r.ir.a humana.
l.i-iutiicni-sr todos Aquellos que se a, lia ni in-
carios de un.lesna pulmonar, qur por tosae,
consiip uos, asilima. Iinn hites, pleuris. ea-
carros de sangue, dor de costado e no pello,
palpiac^io no corarfio, dr de garganta, c lo*
das asmis molestias dos orgaos pulmonares,
que o nico remedio seguro he o xaropc do
bosque.
Lcinbrar-se-ha o publico que cada garrafa
tem dous papis com a proprla assignalura dos
agentes R. C. Yates e Comp., mu na garrafa
com nina perfidia direcco sobre o uielhodo
de usar dellr, emiti no papel invollo.
Piule ser mandado com loda a seurid.idr
para i|iiali]uer parte do Imperio. As ordena
cxecoi.iiii se poulualmente.
Veude- na rua dos Quaileics. 12.


Ao barato, fregnczcs.
'A i,800 ri..
Na loja dos harntciros da ra
do Queimado, n. i7, vendem-sc
corles de cotins francezes, escu-
ros, irrnilo encorpados, lingindo
casimira, a 1,800 rs. ; ditos de ca-
simira de cores, a 5 000 e 6,000 ;
ditos de mcia casimira, a 3,000 ;
ditos de colletede velludo de co-
res, a a,5oo ; ditos de sarja de
cores, proprios para o diario, a
800 ; ditos de gorgor ao de linl>o
e seda, a 3,800 ; ditos de fustn
de cores finos, a noo ; riscados
m. ostros, mnito largos, a 290 o
covado ; ditos francezes, a 160 e
aso ; rostores de cores, o2'|o:
chitas de cores finas, a 2oo e aao;
]>>nno fino preto, a 3,ooo,3,5oo,
4,ooo, 5,ooo e 6,000 o covado ;
cortes de cassas pintados, finos e
modernos, a a,56o ; lencos de se-
da de cores finos, a a,a4o ; ditos
prrtos c de cores para gravita!
sarjas e casimiraspretas : t..do pa-
ra ullimsro de cenias, e por me-
nos prego do que eni outra qual-
quer parte.
GI;fffffffffVfWfffff
-"> 31
Cassas e cambra as.
tj Vendem-se cambraias de cores, de *
$ mais do vara de largura, a 40 e 300 J-
^ rs. o covado ; cassas de Corea, a 200, ^.-
> 240 o 320 rs. ocovailo; lencos de seda, <,
S 1 1,000 m.; ditos grandes, proprios si para hombros de senliora, a 1,880 ;
S> ditos corr franja, a 1,000 e 1,280 rs ; #
P meias para meninas, a 120 is o par; <
^ e outras moilas fazendas por mola- "
v? dedeseu cusi: ua ruado Crespo, S
? > n. 9, loja. J
..........:.........
Ao barato
Parino da Cosa, com 8 palmes de largu-
ra, a 320 rs. o covado, proprio par1 pannos
de pretal, col rase qualquer obra de es-
eravos : na ra da Cadeia do Recife, n. 20,
loja.
--Vendem-se saccas com muito boa la-
rinha de mandioca, a 2,500 rs. cada sacca :
na ra da Cadia do Recife, ao j do a ico
da Conceicta e junio a botica do Sr. Anto-
nio Pedro das m*ta>
Potassa da Bussia.
Vendc-se superior potassa da Itussia, da
mais nova que ha no mercado, por preco
commodo : na ra do Trapiche, 11 17.
Vemle-se una escrava de Angola, que
lava, engomla, co/iiiha u vende na ra : na
ra de S.-Amaro, n. 16.
~ Vendcm-se duas pretas crinlas, sem
vicios nem achaques, urna de 14 anuos, e a
outra de 25 : na la do Queimado, u. 2, su
dir quem vende.
-- Vendem-se 2 correles para senhora,
urna dita para relogio, dous relogios dn
ouro, sendo um patente inglez, i trance-
ln!, medainas, conloes, ennelOra, cruzea,
1 concito, e outras obras de ouro, 6 Colhc-
res de prata patache, e un coco (ara Be-
sucar, um pian prop i o para aprender : na
ra eslreita do Itozario, n.28, secundo an-
dar. Na mesnia casa se dii quem da d-
uheiro a premio.
AGJNCIA
dn fundido Low-lfoor,
ItUA DA SINZAI.T A-NOVA, N.^'
Nesle e.slabelecimcnto conti-
na a haveium con.pleto sorti-
mento de rnoendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro hatido e
coado, de todos os tamanhos,
-- Vendem-so cortes de cambraia re cO-
res, pilo barato preco de 2,000, 2,500, 3,000.
3,500 e 1,000 ra.) cambraia de seda, a 3/
rs.: meias rjra meninas, n 160 rs.; lila
com lislras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
zinha propria para roupa de meninos e ves-
tidos de senhora, a 240 rs. ; I fia superior pa-
ra calcas, a 500 e 600 rs. ; lencos de algo-
dSo e seda com franja, a 600 rs. ; cortea de
collete de velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; garrea de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e outras muitas fazendas i o
barato preco: na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquim deOliveira Maya Jnior.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova ptasst.
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrollas, por
preco barato, como j ha muilo
lempo se nao vende.: nc ecife,
ra da Cadeia, armazem n. ia.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
omito superior cal virgen) de Lis-
boa, por preco muito com modo.
V; ij*!i!i;i de mandioca.
Na ruado Qtieimado, n. 14, loja de fer-
rngens, nimia bu algumns saccas da boa
farinba de mandioca, muito alva e liim tor-
rada ; bem como urna porreo de peonas de
eiua, proprias paia espanadorea.
Vrnde-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barril de qunrlo e quinto ; farinlu
de Irigo de ludas as qualidades e em meias
barricas; rctroz do Porto, 1 rlmcira quall-
dade : panno r meias de linho ; arcos para
barricas; farinba de mandioca em tacraa
grandes e a guriid a bordo da sumaca V-
S.-do-Cnrmo ludo por preco enmmodo :
na rua 1I0 Vignrio, n. II, primeiro andar,
casa de Francisco Al ves da Cunta.
Farinba de Irigo.
Vende-se superior farinba de trigo l'ran-
ceia de Provenca, ebegada ltimamente de
alaisi-llia : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorioi, n. 35.
Arados de ferro.
KanindicSo da Aurora, em S.-Amaro,
vemliiii-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Cal virgem.
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia, n.
50, coutinuam a vender barris com cal de
Lisboa, <)a mais nova que lia 110 mercado,
por isso n ais barato do que em outra qual-
quer paite.
-- Vendem-se amarras ue lrro: na rua
Ja Sen/alla-Nova, n. 42.
-- Vende-se um escravo da Costa, moco,
bom trabalhador, muito diligente.c'por isso
proprio para o servico do una casa e ga-
libar na rua : na roa Direita, n. 69, padaria
de Antonio Aires da Miranda Guimaraea.
Chocolate de saude.
lie todas as Suhslanciaa alimentares, que
seniioemscu principio consideradas como
cousas de luxo, tornam-se pelo lempo adi-
anto de um oso geral, o chocolate pode sem
contradicefio, occupai o pi imairo logar.
KlTectivamente, quauas peasoaa nSo ve-
mos nos 1 refei ir boje ao uso do quente caf,
'o uso dn chocolate o insto seguir opinifio
dos midicns mais celebres, que de com-
mum accordo sobro suns preciosas quali-
dadea, o in ficant como um dos noasoa n.o-
- Vendem-se pecas de madapolfio com 20
varas, o com algum toqnede arvaria, a 2,560
o 2,600 rg. o limos a 2,800 rs.; peQaa do al-
godllozinho muito encorpido com 20 jar-
las, a 2 2(0 rs.; ne^aa de chita com algum
toque de varia de chuva, a 4,200 rs. ; um
nolcque bom cozinheiro: tris do thea-
lio velho, n. 20, primeiro andar.
Novo sortimento de fa-
zendas baralns na rua
do Crespo, n. 0, ao p
do lampear.
Vende-se cassa-ebita muito fina, do bo-
nitos padrOes, cores fxaa e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado; rassa franceza de quadros, muilo
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de lis-
Irasdelinho, a 240 ra. o covado; brim de
algodflo de cores com listra ao lado e do bo-
nitos padrOes, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ;*cassa preta com
ramngom branca para loto, a 140 rs. o co-
vado ; zuartede cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
<1o monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOese cores fijas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarta tana, a 500 e
800 rs.; cobertores de algodlo america-
no, mnito superiores, a 640 rs.
A borlo da hrigue X.-Joi, chegado
prximamente, vende-so farinha do man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do que em nutra qualquer parteros
pretendentes dirijam-se a bordo do dito
hrigue, fondeado defronte do arsenal de
guerra, no ao ltecife, rua da Cruz, n. 66.
-amado Crespo, n. 15, loja de Joa-
quim de Oliveira Maya Jnior, ha, alm das
alendasjinnunciadaa,e de outras mili-
tas por barato prego, um sortimento de lin-
dos chapeos de sol, do panninhn eslampa-
do, muilo proprios para os meninos e me-
ninas que nndam na escola, e ursino para
as senhoras que anda estilo no campo, pe-
lo prego de 2,000 rs.
Vende-se superior farinha
de niilho em porcoes e a retalho,
tendo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica deTo-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadeia, n. i$2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de nssucar e roupa de
escravos.
^mmmmmmestmmmmmmmm*
9
f Fazendas modernas.
I I
Na rua do Crespo, n. 9, vendem-se,
| por commodo preco, lindas fazendas 2
9 modernas, tanto para homem como i
* para senhora, como sejam cortes de 1
seda furia-cores com barra para ves- |
3S lido;cassas; cambraias de barra ; I
S chales; mantas; manteletes; len-
9. t;os; luvas ; sarjas ; chapeos trance- 31
)i zes modernos ; casimiras pretas n de 9
cOres; cnlleles de velludo, selim, 9
C sarja e fiislo ; hrins brancose de 9
; rores; lencos para grvala jsuspen- 9
\:. sorios; cambraia de linho muito fina. j$
S
9*T.mw**mm<* mmmmwmm*
Bom negocio.
Vende-se a antiga fabrica de ca-
f, que perlenceu ao finado A nto-
nio Vas de Oliveira, sita na run
do Amorim, ns. 4o c i, com to-
dos os pertences ; tambem.se alu-
gam ao comprador os dous pe-
queos armazens em que estilo
collocados o fogao e mais perten-
ces da mesma fabrica : quem a pre-
tender, dirija-se rua do A mo-
rim, n. 36, a tratar com Antonio
Joaquim Vidal & Companhia,
Proprios para a qua-
resma.
Na rua do Queimadn, vindo do Rozarlo,
secunda loj, n. 18, vende-so panno fino
co mais commodo do que em ou-'Prn.v* do l'"*l' !arJa ,!^et,,, snanhoM ,
. setim preto de Macao, muito hom o proprio
tra qualquer parle: na rua do
Brum, n. 28.
A i,y00 o < rte.
Vendom-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padrOcs e com 6 varas e nieia, pelo
diminuto preco de 2.000 rs. o corle : na
rua do Crespo, n. 6, loja ao 1 c do lampeSo.
Farinba Fontana.
Vende-se a mais superior fari-
nha fontana quelem vindo a ete
mercado, chegada ltimamente :
para vestidos, por ser muilo macio ; cha-
malote A listras ; los pretos, grandes a T#
e pequeos a l ; o outras muitas fazendas
por rommodo preco.
Rom e barato.
Na rota do Queimado, vindo do Rozario,
sesunda loja, n. 18, vendem-se lirvas pre-
las de torcal para senhora, a 500 rs. o par ;
ditiS de pellica ingleza para hnmem, a mil
rs. ; bons c'tes do cassa-chila para vesti-
dos, a 2,f00 rs. ; chapeos da sol. de seda
para meninos, a 2.500 rs.; e outras mui-
tas fazendas por preco commodo.
Vende-se a possn dn um terreno no
para dito.
Tafeas para engenho;
Na fundido de ferro da rua do llrum,
xraha-sc de receher um completo sortimen-
ioiie laixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco coui-
mudu e com pronipiidio embarcam-se,
cu carregani-aeem carros sem despe/as ao
comprador.
Gomma deengommar.
Vendem-se sarcas com muito superior
gomma de engommar, a 9,000 rs. cada sac-
ca : na rua do Amono, 11 35, casa de Tas-
so Jnior.
Na rua daCadeia-Yelba,
11. 17 loja de mndezas,
vendem-sesaccas com milho muilo novo, a
2,800 rs.
-- Vende-se um cavallo ruco, com todos
os andares, batante gordo e sem achaques:
na rua Queimado, n. 39, casa do CusmAo
VenJe-se orna parda com 3 filhas, com
as idadaa c prendas scguinles, aquella com
30annos, q> c cozinha o diaiio de urna casa,
cose muito bem, tanto loupa de homem
como de senhora, engomniH snffiivel, lie
muito boa rendeira ; lem muito bom genio,
por isso muito boa para o interior de urna
rasa a que ella est acoslumada ; estas
teem de idade. urna 8 anuos, outra 5 para
6 aunse a ultima 6 news, as duas mais
velhasja eosem soffrivel milito bem, a ato
muilo galantes : vendem-se por preciado, o
que se far ver ao comprador: ni la do
sol, n. 9, se dir quem vende.
|Vendt-e urna preta boa rozlnheira e
lavadeira ; urna dila boa vondedeira do um
ludo, o que se adunca ; duas escravas ; urna
ni-f. niili:i de 16 anuos, com principias de
habilidades ; um preto de 20 anuos, bom
cozinheiro j um orto bom boiieno cupei-
ro : na rua do Collrgio, n. 21, se dir quem
vende. I
llioies estomticos aquellas peasoaa, coja
sau'.le lio dbil a delicada !.. Presera veni-
no aos seus doentoa, rconaelham-nn toa e-
Ihos eo recommendam s mflia de familia
paia seus fllboa. Em orna palavra, o con-
sumo verdadeinmenle exmordliiario que
Indas as Classes da sociedad fazem desle
alimento, he o n vis bello elogio que nos
Ihe podemos fazer. ChegOU do MaianliHo,
aonde he fabricado, um novo soitmenlo
a tratar COm Manoel da Silva San-jlucardaCapnnga,em a rua Real, rom ti-
tos, no armazem do Aunes, no J
caes da Alfandegn.
-J Na loja do sobrado amarello nos (&
r^ quatro-cantos da rua do Queimado, j
deira hespanbola, liavendo varias
qualidades para se. esrollrer ; selim
r reto de alneo, muilo encorpado,
loslrnso esem tomma, proprio para
vestido de senhora; lindos l< pre-.
tos bordados de seda o com lindos
desenlies, fazenda superior ; meias
i"i.h 1 1 V0'1 im nos: ludo por preco de agradar ao
desle chocolatrt ja bem coohecido nesta ci-. "" inr
dadepor multaa peasoaa quelemfeito uiojO compra.ior.
Iclle, eeonstantemente se vende 110 mesnu
lugar :i anriunciado, na venda da rua da
Cadeia do lleeife, n. 25, defronte do Ilerco-
I.K'fo. a 480 rs. a libra de n. 3 entrefino, e
a 640 rs. o de n. 4 lino.
Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de prato muilo frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos porlugiiezrs para panella, latas
enm 2 e 4 libras de marmel.ida, ditas com
holarhioha ile Lisboa, dilas de Hrdilibe, rii-
lascom hervilhas, frascos com conservas
inglezas, queijos de quallia viudos do Cea-
r. por barato preco, mantas de toucinho
iiijlez de fumeiro.de 7 a 8 libras Cnd,'i:nia,e
oulros muilos gneros ile boa quaiidade-.
na rua da Cruz, no ltecife, n. 46.
-- Vende-se um escravo de bonita figo-,
ra, de t8 a 20 anuos, sem vicios nem acha- mercado, 9 de outras qualidades
Q ufa i na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 'j, ii .i_jiu:.
13, se dir quem vendo. dl! l ''ladclpliia.
ASir>nlr\rtiM.,.". <"<-'s?\s<<>< -^.^' -Veniiem-se os sepuinles livros : l>ic-
:5GQ'v.# C&OOOOOOf ,|0nir, rnplish por Necyra; Dgesln jortu-
0 _. ,. (v gil--?; Dietlonaiy de prnnoiincing por
O ( OllClCS. \V.1Ijt; Mapnnm lexicn; lices de lilte-
Vendem-se gorgurfio ne seda, a G r>t,'r*'ct ,,c Mor,,,? pn,,,rM n,,,ils n,,,rfil.
GS 1,600 rs. o cne; ditos a 2,000 rs. ; *>***/"!* commodo: na praca da Inde-
q n. 29, vende-se, por precos rasoa-
^ veis, s.irj de soda prela, a verda-
Q
a
o
9
'* 1: i* r' 1 1 1' '-, mi/ .' iiiiii tiio mi 111 < de te !a ile peso ; um completo sor- &
& tmenlo de pannos relos linos, pro- 3
CJ va de lim.lo, havendo urna qualida- O
3 rio quo le ornis lino que aiiui lem O
O appareeido; Casimira 1 reta clstica O
0 de diversas quali lades ; selim preto 0
C-j de Macio, muilo superior ; cbaicos ^
p% francezes de superior qualidade e da ,
m ultima moda ; e outras fazendas fi- m
*^-----. l...l/\ 1..... r..o/.. .lo -ji'.-.I i- .. ^
O
OOOO9OO^O Farinha de mandioca.
Vende-se a bordo do patacho Industria,
chegado de Ran-Mntheus.Tundeado defronlc
da esradinha do Collegio, a melhnr fari-
nha que ha no mercado, por sor muito no-
va, em grandes e requenas porefles, o por
preco mais corrmodo do que em outra
qualqiirr parte : tiata-so a bordo do dila
barco. 011 na rua do Vigario, n. 19. Cun Ma-
chado & Pinheiro.
No rmazein do baraleiro,
Silvi Lopes, na porta da alfandc-
ga, vende-se farinha franceza no-
vn, da metlior que vem n este
^^^^^^^^^?^ya',*?awartBafc^. >a
ranjo dos orgBos de secregUoo da circula
ello, leem-se erguido quasi milagrosamon"
le do lelto da morte, o hoje, com constuu
cOes regeneradas, com prazer allestam a ef-
ficacia deata ineslimavel preparacSo.
Comquanto tenham appareeido grandes
curaa al aqui produzidaa pelo uso desta
eatimavel modicina, contado a experien-
cia diaria aprosenla resultados mais no-
tavela.
Ncw-York, 22 de abril de 1848
Srs A. B. e D. Sanda. Julgando ser
um dover para com vosco e para com o pu-
blico em geral, remetto-voa este certifica-
do das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rilha, para que outros quo boje esiao so-
rrendo estabelecam melhor a sua confian-
Ca e Tacam sem demora uso da vossa medi-
cina.
. Vi-me perseguido com urna grande Tu-
nda nolornozelo, que te estendia pela ca-
nella cima at ao joetho, lanQava grande
porgo de nojenta materia, com comichOes
que me privavam muitas noites do meu des-
canto, e eram muilo penosas desupporlar.
OSr. PiogoM. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilha, recom-
meudou-me que eu fizesse uso dcll, de-
pois de haver tomado cinco garrafas flquei
pe feilamente curado.
Tenho demorado um anno mandar-rna
este certificado, para roiibccercom certe-
za se a cura era permanente, e lenhd agora
a maior satisfacno em declarar que no te-
nho visto, nem senlido cousa algum du-
rante todo este lempo, a acho-me perfeila-
meute restabclecido. Sou vossn, etc.
Surtth U. Inlnt.
* 210, la Delancey.
Nesla provincia o nico agente desle ma-
invilhoso remedio ho Vicente Jos de Brilo.
Vende-so urna porcilode couiinboade
cabra desoflrivel qualidade : na rua da Ma-
dre-dc-Deos, loja n. 34.
Ob! que bella ? echin.
cha!
Vendem-se linpoicas de porco, do ser-
IHo, a 320 rs. a libra ; figos da commadre,
a 120 rs. : nosqualro cantos da Boa-Vista,
esquina do San-Guncalo, venda n 1.
Anda ha para se vender pexe salpre-
so o serco, viudo da Baliia-da-TraicOo ao
lado do llio-Crando do norte, por prec.o
commodo : na rua das Cruzcs, n. 40.
farinba de S.-GathtrinB.
Vende-se, a bordo do bergantn 4Ve-
riu-l.ibtinia. Tundeado peno do caes do Ra-
mos, a muilo boa farinha de mandioca, em
porc-toca retalho, sendo a mais nova que
chegou a eslo porto : tambem se trata ua
rua da Cadeia do Recife, n.' 14.
Charutos de f lavan
verdadeiros :
vendem-se em casa d Kalkmann IrmSoe,
na rua da Cruz, n. 10.
1 "" i"-ii
Vende-se urna escrava criolita de 14 para empalhar c?deiras, e
inos, de linda finura, ptima para moca- escriplori'n de Novaes &Con
do Trapiche, n. 34.
ann
mi, or ser recolhida e ler allomas habi-
lidudcs : na rua da lio la, n. 16.
Itloendas superiores.
NafundiCSode C. Starr A Companhia.,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
ile coima, todas da ferro, de um modelo e
ronstrueefio muito superior.
E)r'po(tfn da fabrica de
rodos-os-Sa 1 !; )g n t, SS.f h ia
Vende-se em casa deA'.O. Hiebef & C.
ir rua da Cruz, n. 4, aleodfio trancado
laquella fabrica, moli proprio par'saceos
le issucar e rnipa de t-scravos.
- Vende-se um escravo peca, de 20 an-
uos : na rua do Crespo, loja da cs.juina que
volta para a cadeia. '
rolm
m porcC-s : no
mpanhid, na rua
Vendemae 8 escravos de lionilss fi-
guras de 20 a 30 anrms bons para lodo o
servico, sem vicios; um moleqnnho de 12
annos hom para pagein ; urna bonita parda
de 24 nnnos, boa roslureira e engomma-
deira e do todo o servico ; 2 prelas muito
boas quilandeiras e de bonita figura ; 3 di-
las com alpumas habilidades ;assim como
oulros o uilos escravos: na rua dn Cadeia
do Recife, n 51, se dir quem vende,
Veas de cora.
Vendem-se caxas com cera em velas, fa-
bricadas no Rio-de-Janeiro, sortid*.< ao
goslo do comprador e por preco mais rou-
o 11 lo do que em outra qualquiir paite : a
tratar eom Machado & Pinheiro, na rua do
Vigario,n. 19,
nhas, e as madeiras quasi todas appare-
lliadas, como sejam : gradee, portadas,
norias o .'indias : ludo muito em ronta, pa-
ra quem livor bom goslo: na rua da Glo-
ria, n. 95.
-- Vende-se a taberna da rua de Vi gario,
n. 15, com poneos fundos : vende-se por
sou dono retirar-se : a tratar na mesma ta-
berna.
Potassa nacional.
' nde-se potassa nova da fabrica nacional
do Ro-de-Janeiro ao baratissmn preco de
180 rs. a libra. Os senhoresdeeneenho de-
vem Indos mandar comprar desla potassa
afim de animar a fabrica que com lanos
sacrificios se estabeleceu e foi a causa de
baixar a este prego : na nrac do Commer-
rin, n. 6, primeiro andar, esrriptorio de
Manuel Ignacio deOliveira.
Vendem-se 6 alqueires e 3 quarlas de
lenas ( quint-i e vinba), na Iba de S.-Hi-
guel, reino de Portugal, no lugar do Rabo-
do-Peixe, freguezia da Rbeira-C.randr; pias
de biliar agoa : na rua da Praia, serrara
do Cardial.
Arroz a 50 rs a libra e 1,400 ra. a
arroba, sendo em sacca anda por menos;
espirito de 37 graos a 1.000 rs. a caada:
no pateo do Hospital do Psraizo, venda
n. 20.
Vendem-se 5 apnlices da companhia de
Reberibe : na rua da Cadeia do Recife, ar-
mazem n. 64.
din roa da Cadeia-Velha,
n. 17, loja de miudezas,
vonJem-se ricas luvas de lorc-l, prelas e
de cores, pelo diminuto preto de 2,400 ra. I
rada par : loques de |apel da ultima moda, lenguado, 011 no raleo do Carmo, taberna
Je.semvos Fujrioo
Fugio, no da 6 do correnle, o escravo
Narciso, de 18 anuos, sem barba, pardo
claro, cabello rapado 1 or detrs da'rabe-
Ca ; anda sempre com charuto a bocea, ou
atrs da orclha direita ; levou calcas e ca-
misa luanca, chapeo de como j tem um
los 1 o. punco mais grosso que o nutro;
andn nesta cidade at o dia 7 do mesmo
mez ; costuma frequenliir lodos os luga-
res aonde ha adjuntos : quem o pepar 10-
ve-o rua da Cruz, no Recife. n. 56, que
ser bem papo doseu trabalho
-- Fugio. no dia primeiro do correnle,
urna mulalinh, de nonie Benedicta, dol
annos pouC'i mais ou menos, magra, cor
um tanto alva ; levou sai de nuda nio
com babadorm baixo, e cornisa Com ren-
das nos assentos j soja : quem a pegar
leve-a rua da Cadeia do Recife, n 51, pri-
meiro andar, que ser bem recompensado ;
assiin como se piotesla contra quem a tiver
occulia.
IVsapparecoram, no dia 20 do prximo
pissado, do engenho Aranba do Pimenlel,
na freguezia do Cabo, dous moleoues rom
os sicnaes seguinles : Joaquim, por anlho-
nninazia Mullica, do gento de Angola, de
15 a 16 annos, seccodo corpo, peina- linas
e compiidas. ps um tanto grossos, cor pro-
ta, roalo comprido, olbos muito vivos ; le-
vou urna camisa de algodlo azul, outra de
riscadinho lamhem azul, cemulas rio algo-
dflozinho compridas, chapeo do palha usa-
do: Malinas, do genllo de Angola, de 13 a
14 annos, mais baixo, reforjado do corpo,
edr fula, caheca pequea e comprla para
tras, olhos fumacr-nlos, pernaa grossas, per-
feito de ps e nios ; le muito callado ; le-
vou urna camisa e urna calca do el.la azul,
eoiiira camisa e outra caica de algodlo
azul usado : quem os pegar leve-o.i ao dito
a 4 e 4,500 rs.
Vende-se um cavallo gordo com lodos
os andares, o qual he esquilador sem se-
gundo: na rochen a do Pessoa.
BATATAS.
No armazem de Francisco Dian
Ferreira vendem-sc superiores
blalas a 600 rs a arroba.
Na botica da rua estreita do Rozario,
n. 10, e no armazem de drogas e titilas da
rua da Cruz, no lleeife, defronte da loja do
Sr. padre Ignacio, vemlcm-se garrafas de
muilo bom oleo de ricino ou mamona, a
800 rs. e mais pequeas, a 500 ra.
Vende-se cafe de niangirioba, de mui-
to boa qualidade, por preco muito com-
modo : na rua das Flores, taberna da es-
quina, do Sr. urges.
Salsa pnnilha de Sands
para remover e curar radicalmente todas
as enl'ern ida les qu > proceden) da impu-
reza do sangue, ou habito do systema.
F.sta medicina est operando con-laole-
menle curas quasi incriveis de molestias
quep'OCedcm da iirpineza do sangue. A
infeliz viciina de molcatiaa hereditarias,
com glndulas indiadas, mrvi'S.incolliidos
n os ossos meio arruinados, ficoll restabe-
Ircida com toda sua sanle e forcas. O doen-
le escrofuloso, eoborto derhagas, causan-
do nojo a si menino, o a quem o servia, fi-
eou perfeilo. Ccnleiiares do pessoas que ti-
nham sol'! i lo ( por annos a punto do deses-
peraren! da su soilo molestias cutneas,
glndulas, ilnuinatisino chronico e muilas
outras enferuiidades procedentes do desar-
n. 1, que ser gratificado.
Fugio, no dia 5 do correnle, da fundi-
Cfio do Mcsqnita & Outra, o preto Antonio,
de nco Cabinda, offlcial de caldeireiro ;
representa ler 40 annos ; he bastante rhcio
.lo corpo, muilo cabelludo nrs peitos; le-
vou cnlcs e camisa de algodlo mas he
natural que tenha mudado de roupa, a qual
ho calcs o jsqueta de ganga azul : quem o
pegar levo-o a ditn fabrica, na rua do Itum,
11. 28, quo ser recompensado.
-- Fupio, no din 27 <\o prximo pa9sado,
a parda Isabel, baixa, mal Icita de corpo,
feir;0es grossos, andar multo Iroi ico : quem
a pegar |eve-a a la da Cad< ia do ltecife,
n. 56, loja de ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, que recompensara 01 na Parahiba,
ao Sr. Cypriauo Antonio lio Irigues, a que 11
foi coni! ivda.
Fuio. na larde do din 27 do passadn,
de S -Amaio, um crionlo marinbeiro de
bordo do hrigue Duvi-kmigos ; I evo t cui-
cas brancas, camisa de riscado azul de 25
-.i 30 nnnos pouco mais 011 menos, de esta-
tura regular ; lem as orelhas compridas :
quem o pegar leve-o a praca do Commer-
cio, n. 6. ecriptorio do Manoel Ignacio de
Oliveira, que ser recompensado.
Fugio a fTreta Mura Jaciniha, de 40 an-
uos, estatura ordinaria, niela fula, de na-
r0 Mozambique ; tem o beico superior fu-
ido o as juntas dos ps indiadas; levou
vestido de chita preta deahotada e panno da
Coala. Iloga-so as autoridades policiaeso.
BafitOeade campo, quo a apprehemlamo
levem-na a rua do llozaiio, n. I, quo serio
gratificados.
PiN. : N* TYl'. HE*, r UK Al*. 1860


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