Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06784


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Full Text
c
ANUO X&XV. miJHLEAO fiSCJ.
Sl\ I A 1 Lili i 19 DE ACONTO DE 1850.
/
Por tres mezes :uliaii:ii,iiis 4$000.
Por tres mezes vencidos GSJOOD-.
Por rtimo adiantado S^OOO.
Porte franco para o subscriptor*
ElCallEfiaDOS 01 SUiSCRIfQIO NO flORTE.
Parahna, o Sr.Joo Rodolpho Gomes: Natal,o Sr Antonio
Marques da Silva; Araraly, o Sr.A. de Lemos Braga;Cear,
o Sr.l. Jos di> Olin-ira; Uaranho, o sr Mam.el Jos Mariin-
Ribei o Guiarles; l'iauhv, o Sr.Ju.se Juaquim Avelino; Para,
partida oos curtios.
Olinda lodos os das as nove e rucia lluras do dia.
o Sr. Justiu J. Hamos; Amazonas, o
Costa.
lguaia
s. Anta
lias I
PO d'Alllio
ra, I
lii.ii i
UlilENCUS OOS TKIUK4ES Oa CilMIJ..
Sr. Ji loiivuio da Cabo,
la, I
(Indi
PARTE OFFICIAL
i:ohHvm>u mas \ini\s.
,. ........ nao poucas vezi
ltini U'l gCMHU ilit oniiiiaiido las res de uiu Indi.
urinas de Periiaiiibiico, na eiilade Icrados. o arrasl
do tteeife, If tle agosto de 1HSS.
olil't.M 1)0 hl X N. -J7:l
Mtondeudo a Icnonle-gencral connandante das
armas que a junta mililat desande era insperco a
qui procedeu no da :i do i-orrenlc na pessa do
Sr. alferosdo nono balalhao dc infnnlaria Manuel
de Faria Ceios, de opiuiu que o restabelcri-
laenlo dcste seiihorofficial dependa antes da tini-
ide aros, que dos meios Iherapeulicos, po-
de i.i" sr; empregado era serrien moderado, doler-
iiina que fique addido ao olavu batalh .1.- ini'.ui-
laria fasendo userxieu que for compatvel ruino
-i estado phlsico na companhia que eslivor des-
t.i ada na enmares de tiaranhuns on era nutra qual-
qner quando nao so der bem no duna da dita co-
Ui.irca.
Issiguado Jos1 Joaquiti CoellO
Contorne Horario de Ultiman Coelhn,
ajudaulu do ordens do i'oinniaiido.
U privilegio Jo lru clerical la......ligo coAm a conjugal nao leve pois ate enln uulra nrigcm, .....levou i dignidailu de Sacramento, cujo eltetlo reconstruir
mesma igreja, e subsistente por tantos secutes em senn mu contrato natural e divino, e mesmo es- prnprio e efticvz santificar os esposos, mpor sa-
ludos os pai/es i alholiros, (o snpprraido o pa- piritual, sem que o poder civil livesse uelle algn- grados deveres ao seu cora ;ao, imprimir >. sell
dre como qual, uer oulro individuo, acensado, e na parle. itiiandu lieos i ura rei ao sen da perpeluidade no lacu desta imio, que nunhun
inuoacnle, ir gemer nos horro- puvo ; qnaii tribus se dividirn! para poder humano pnderia jamis dissolver, como ell
ido careen' eutie os raais vis sce- formar os dons reinos di' Israel ede Jud, leve por expriluiente dectarou (J .< ril ha-
da aule o | re-inri.i utir cuberln (putura n ., itoridade real alguraa influencia snbn
ridade d un joi/o solemne, a re- o contrato matrimonial d'cslc povo, que formara
limos ou falsos, ou, so vordadei- ento a igreja de Dos? Neiihuma, (juando
[ipenasdo algumas pesspas, .i face hebreos foram Iranspnrlados i Babilonia, rs
i leviaua ou maligna, e por demais Inrnarara subdi -. s idolatras, liveraiu ell
i infeliz sacerdote E mu tal
Heitresenlai/ao dirigida par Itvuia. o Sr. arceluspa eemle le
Sania Or/., is eaniaras lefrislati-
livas ai-erra da proposta do giner-
o sobre o easameiilo eivil.
Augustos e dignauimo* Srt. reprendante da
i i-iio Depois do havet levado aos psdo toruno
velacao dos seu:
ros, conhocidos
de una mullida
severa para coi
ariliamcnlo nao
lir>- a mesma di
Pelo benepla
11111J .- 111 111 .i I do
supremo de
una ersal, .i--im
tas dediscipliui
cam suspeusas e
torno
I'.mi virlude di
curso coroa,
libere, eni nlliii
cao ecclesia.slii
julga em -na e
sau de mu mo
c il. o magislr
si.- Ihe fosse -! ii
clrigo mi
desar c menosc
sera recorr
sonso basla paral
des condecidas
rdole E
lli-i'lii.i s, bro loda a classe
udode do raracler sarerdotal?
iio, i.n l'r turne, exigidu pela lei
impi'rio, i* o poder temporal o juiz
i- .i- delillii-oos d.i inc-ni. .
lias ni iterias de i-'-, como lainboin
i|ll lilil ii SOU i.-lu solii-l un U- ; l'-'-li-r el.
m.im nonhum olfeilu uu toroex- i
I! pros,
appellaeao cmao de abata ou re- itaoiuli
niii.l.i o poder temporal quera eo- hebreo
io-iaii,-ia, dos aclos da jiirisdic- appai
i-, o que mais, se uin bispo I moiiio elevado diguidade d
i- rienria dever m>i>iir na biispen- de outras v.ili-is.is cnnsiderae
imperial asobservaroes que, impulsos da mu,lia P"*'e.conleslar
(onscienria, enleud que devia apresenlar acerca Heisaudo de
la proposld sobre o malrimoi.....-vil, cu nao nv- l'-n'"' '" poder i
chena ludo u que nesta eravissima causa l-\l-i-iu ecclesiaslico, i
couferida pela i
se guarde a ron
autoridade !tip
litada n compel
idonoidade doi
u-lia pendente!ns? 'i'"','1 d'-
cujo colino
mciieria ludo ii que nesia gravissima causaexigem
do officio pastoral o interesse daregioe o bem
espiritual do rebauliu que, embura sem neuliuiu
mereciiuenta, a Divina Providencia conliou mi-
iiha vigilancia e responsabilidade, se deixasse J>
ubmelter iguaes observacoes ao alto eonliecimon-
lo di corpo legislativo, de quera so
remetsa ollicial pula secreiaria di- estado dos ne-
gocios dajuslica aos bispos do Imperio de grande
numero deexemplares do urna broebura, em que
.-o pretende justificar a citada proposta, e ondea
cada pagina se prodigalisam invecliras e insinua-
res contra o ulero e o poder espiritual al aos
tnais elevados graos da sua liierarchia, alera de
na i r 'aeao e cu 'om
anda uin prnbji
blcas provincl
concedum o pap
i-amar.i- i
lernas, I inalm
seja f.-ila, li-m
contar proposicoea mais que muilo suspeitis, que|aa! "nellica/ iupulso ( protecen aos seminarios
mu bispo jamis poderia approvar. Uuvidei, e in-
da dundo, que o governo imperial, sunipre grave
e eiiTumpeelo as suas deliberaeoes, aulorisasse
essa remessa, ou podesse ronceber o pensamento
de incumbir aos bispos, jaizes natos da doulrina, a
dislribuicao de semolhanle escrpto. Sem o nome
respeitavel do governo nao me leriam de eerlo
maraiiiliado essas invectivas, queja se bao tor-
nado familiares, e como tilingadas semprequesi
discata qualquer questao, que inleressa o pod r ''"'
iscupaes, eult
relio tle approvi
mestres dos dili
nnoes conliaran
mu dos ramos ii
e u recnnhei
liluidos paiv
un un luminoso
deposilarios do
e, lllllilo lllll
ecelesiasUco
UUramoutaniamo e ambieo Je dominar, ms a
matara deeonUnuas e vagas declamaeoes, especie
de lalisma, con que mi procura fasrina'r os hoinens
menos illusirados, para nao verem nos arlos da
autoridade eceleaiastica seno usurpaeao d.is prc-
rogalivas do poder temporal
em lu/es ,iu- i
compelenle mis
re/a e iirlliudn\
lie pass igem
ra. apoxar das si
CSino, den
tle I. li-r.iini.i
, i.uiaiina t l'aialuLia lias Segundas si\!,is-feirat
r.i/inus, Bonito, Caroar, \ltiuho e Garanhung Tribunal do rommercio: segundas e quintas.
,i- feiras.
Na/areili, Limociro, Unjo, Pesqueira, Ingaiei-
ires. Villa Billa, Itoa-Visla, Uurn ury e ElU lias
s lenas.
rinliaem, llio Pormoso, Una, Rarreiros, Agua l're-
menleiras Natal quintas tenas
is correio pariem is 1H horas da maiihaa.
Kelai '" tercas i--i as e Kibbados.
I'i/iinl:i: reas, quintas p sabbados as 10 huras.
.In./ii do commeri io: quintas ao meio da
Dilode orpliai lercas e seMas as lll limas.
Primeira vara dorivel; ten;.....sexlas ao meio dia
Segunda >aia de tul: quarlas e sabbados au no io dia.
Quarto tu-i i ule a 1 lona e iiiinulnda larde.
1M I ii,i ehei.i as horas e l minutos da larde.
21 Uuaiin miiiguanle as 11 horas e i~* minutos d. uianlija
J^ l.ua nova as ;l horas e lniiiulus da mariliaa
PBF.AMAR DB HOJK.
Primeira a- i horas e (i minutns da raanha.
si gundo as :( horas e J minutos da larde.
IsS DA SEMAN1.
s Segunda, s. Gyriaro di.it-, m. ; s. Emilia na R
!i Terca, s. aii.iii-u Mara de Ijgnorio, fundador.
lo (.luana, s. I iiiin-iii n ni.; s. Asteria v. ni.
!11 Quinta. S. riburrii eSii/anamm. ; S. Taurino b.
12 Sevla. S, Clara v. I S. i.i.niliano in. ; S. Fclicissiina,
1.1 S.ibliadii. Ss. liypolito b.,V CassiailO mni.; S. Melena.
I Domingo, s. Euzebio sacerdote ; s. Alhanazia viuva.
ENC1RREG100S Di SUBSCRIPCiO RO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino PalcSo Dias; Baha, o Sr. Jn-4
llarlius Aln-; Riu de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Hartins.
F.M PERNAMBDCO.
0 proprii-tario do DIARIO Manuel Figueiroa de Paria, Bt
sua livrana praea da Independencia ds. 6 e 8.
; iin matrimonial ; o deste espirito innovador
i/ii>iio,i xtnnret anlt-cathnlico brolaram esses diversos e successi-
Wra, | i este .Sacramento cornos vosprojectos que propondo por Iros vetes desd.-
mente uu materia, na phrase tuoolugira, o contrato 17'.i2 a lei do divorcio, foram seropre repellidospo-
iiii rouveiu'u entre o huiunin a a niulher, mugiiem la opinio, sulisisliudo porm ale hoje na Franca a
reconslruir a amilia e a sociedade .' Ab. i.-and,, sen, o, adeptos de.--.,- .......leraveis u luullifor.ue pera ootra salleca0 ira esl, Tre0g,Tel mudan.,,
passado glorioso, elle proclamou com incnvel ,-- senas que abundam entre as ua.-oes herticas. I.u- ,j Mu ieM ;,_. tfmemo a c,; ,,,. ..u, ede"o
r.,,,1,1, que ale entao se hav.a ignorado oque era o lUeranos, Calvinistas Zuyiglianos Molhodislas, So- sl,,| j:, ,,,,,.,,,, os seiJS d,.,1,^ .uns,.
";"""....." ,'"1 *'.q l1-"'1'" w ""' "J- e"''?"0* PteUstas, .tnabalistas, Un.o- Moraves, g,,,, do seu faluro', poder-se-ha rir impunemeu-
lunos empos, ,u leve deas precisas sobre o Wuaters. Arme,,,,,,,,,.-, Mormon. Perfeccion.stas. o ,, jus MU4escrpulos, e recusar sua pdica pie-
i'.-'iii ii i1t'|n- lid cuela do seu poder noa ronlr.ifos
niAirimoiiines Noiiliuma. o siiuimn sarerdolc
11* t i- ,i sus aulorididu sobre osiccoii-
irnlo, o si- a povo violn as Iris prosrriplas! [or
M..\ .s oi HOini' tif Ii,us, ill<> fo
liPiidiilos pftlo icol tos o profi'las. Logo m i^ri-
II is ni. i. mi lo nio da u-i i'acrpUi, >
m i iiiiervuio no contrato do matriz
rdoli1, absolvido pelo iribunal
l< iii.-.ii'ii'^'.iiju da excuro,
io ler i;is chaves, reslnir <
terrino d*i snvs ordens, com
ibo da liigiidadu episcopal. Ora,
lu/es 'hi scieni'M, u simples Immu ,
mostrar que, com laes restrirvoes
a anlifcuidade chrsla, w lorna
dir i|nt: Jess i hristn escollieu para iv\> sin desl
naraclir i piritual con Ira lo civil lal r|ual ento
se ucliaui, ii'iv pie o ijue prevaleca nesses
h'rnpoi era maucii i lo i un au isos upposlos .'i pro-
pria l-i iiiiiui.i!. i|uedeshooravam ost;isanta ui>:i-
Itiirao, >t i. i ,i |M>ri|iin .i eslalli lnlc da
nnijti i .. i .is sen?; litis e .i
iiilluuiicia ano ella po lia esercei sobi a fainiliu u a
mesma sociedade, nodeva licar dependente dos
msiderando-o como divino eespiritual. capricho* e da incoiislancia ou iiiobilidade das le-
_: 11 ii. ? o m i-snio cscrintor nesla cadfia R.slacocs humanas, como s*1 observa nos dilTenmles
ruin pida da Iradco divina eulre o povo paizes idolatras. I', portante evidente que o con-
u.itn naliii il. ,iohii' mesino que, autos de luda a
il servio dv tutidamtMitn primeira allianca
ino ni e da mullid. ( u materia do Sacra len-
lo ilu matrimonio., materia couslaiile, uuiforniee
i n.lt jn ii.i, nli' do arbitrio varameos Uu manas, co-
mo enotpra que osmi .1 do grande Sacra.....iiIo, ly-
po m\ slm'iusii da iinio de Jess Christo com o sua
1 :
Tal fui o espirito da doulrina da Jess rim-in.
ipnii's, c recusar sua pudica pi
dadeoselloda lionio promettida. L depois deal-
gumas observacos sobre ;< indeclDarel neeeesi-
dade do modificara Lefrislaeo vigente, e uropor n
matrimonio, como preserva no meio desse mo- iroUcio dado reino ios DuasSwilia sem drida
arospovosdalicem;adoues opioioes muilo mais orlhodoxa. accresceDta-Pod>*e ducr
;ravi; ijuc
uutros dispersos por todos os anjgulos do pau com
us s ussyrtcmas, ou formularios religiosos, con-
tradilorios e profundamente immoraeStSobretudo ao
, 1 -, i_ *ii 1 i ."------- "|U'" iii^ii.i "i 1 ii'i'ji ii, < t/i|i le,:,-l.ir.iii dn nalrinionio civil. .. despert do epis- e nww illesa a inlegridade c pureza da rcli- S4B1 receto que nunca bouveeausa mais
i-i 1 i.iiln < 11 1 111 11 ,.1 1.1 iit ,,.1 ii- 1 ,1 i, 111,. 11,. ti; 1/ 1. ,,,._ .'1 ,,, ni ,it..-.. (...... ,,_.,.<... 1 i .. '
isada ii'ii esse ;
inellior jiiliin js.-e tima niiidunea de Icsislacuo, que
; ,' n, il"'T,ar llu-'i","""';' I0 bsl?,rd0 nunca se poderia pleamar urna reforma mais mo-
>8iteismo de algumas desi is sellas nao se lunitou ra|,, mas uudaet
111
as crencas religiosas, inaseslende-seainda jos pro
p ius inW'iv--.-- ni,,ii;i-i,,,s da sociedade ; u para uao
de nuil is, bastar citar os l*icli< mu apruvima/la s doutriuas do catbolicismo
falla
all
i mil.1
1 ec moa i
le Jess r.lui-iii. em t|uo se vio
nrdein rfe cousas, u nial, i-
lerameuto, dopnis
ellf aiiiesienl,,
illii-iuj.i a indi'pendencia c soberana, que se nao
igreja na ordein espiritual.
altar na parle tao impurtanle. iiuc
til na apiesi niai-.oi dos beneHcios
firipio esta alta premgntiva llie fui
e-m.i igreja, bem que nem sempie
einplai-.'iii, que parece merecer .1
.....nle, seguramente a mais lialii-
>- i-I.- ni, -11 1 lien- ,pii- >,- linli 1 -i'llipre ,.-
servado ale i'iil.iu a direeeo do contrato do ma-
Irinioiiio, mi itnniediatamonle por si, mi mcdiala-
....."le pelo- sacerdotes, quando a matrimonio nao
era mais do que una ligur.i dn icrann ul i, liv, --.
aban lanado ,i legisl ic.iu e a direceio delle ao po-
der civil, dopnis que este me.sinu ronlrolo se lia-
via lomad i a n, ,i
nada te poderia ,i
rente : e i o que ..
a mu r,i//ni(ii'ii, i/uefiiz profmiio di reieitar xu-; do seu podor, o exereeram seuipn- sbreos deis fortuna
'ri-iiini'iih' 1. (niutadar da igreja, f'/'tiT raciocinar conrplena liberdadn, como se deprelieude das car- civil, sin
sobre o* priMci/nos da religio. las do grande apostlo das nacoes, e o transmitti- tinado'5
pado, e da materia catbolica daquelle paw e dos
mais esclarecidos jurisconsultos. Kilos lem reco-
llliecido OS il.....uveiMli- da lei Irani-e/a, clieia do
ilisptisi.ni'- contradictorias devidas, di/, un dollcs,
o Sr, Tuullicr, precipila<;ao Com que fnrain redi-
midas, au- prejuuus do lempo, iliversidade das
"11,1,111- entao reinantes, a mcertexa dosacontecl-
iinmus futuros.
-N .i 1 sei se me ser licito produtir lambemoles-
Icmunbu de nina mullier, notavel por scus conlie-
cimentos, contempornea da revolucoe demais
.', mais pertencentc a seita calvinista ; mas a sua "- pctistas, duoutro escriptoi
autoridad uesie ponto lio insuspeita e positiva das as sacudas o arles, at olliarem o- barcos de ,:l [reTa"calb'o1ca"dXe^\Cm.rt^'UfJ^ n",
- "'"l" "'..........Sr- ll"""IJ. *" '-'"'- !?' ""^l f^J?!?0. "llV":^. J" P*Senlem.le SSaS!cjoH habiioslmeu
lima vinda. Mi
como cu eslou intimamente convencido, niio do mineriu'"com o
,,-wi,..' ...i...,, ,...!....._. ...,tl...(..,.... .......... "
Ni 1 escapar decertu vossa penelraco, augus-
tos 1 .|iu'i,i--:inn- senliores, que iodos esses incon-
venientes, que dae nos casamentos dos proprios
catholicos cutre si, e perlurbam a tranquillidade
s se das familias, produzio anda peiores eBeilos nos
J- pasamentos miuos ; o decid ao niesino lempo se
nlia, protestando contra o protestantismo, e refor- ip, nue
mandos reforma, como se explica o sabio ilmlher
lem
em odio ao luUieraoismo, do qual se separou,
stabeleceu na Prussiae oulras parles na Alleiua-
ii- mais abalisados escrptoreS, e todo o nu-
neruso episcopado da i-'rain-a desejam ver elimina-
aversao a lo-Id, do seu cdigo, como iecompalivcl com as leis
11- liii'i'n.- flu : .. 1 1 -
lll
iije
rehabilitando c divnsando o m-ilrimoiiiu como un rellexao nos persuadir que nuda era mais coiifor
dos Sacramentos ib l'i nova, ^:;n neiihuma depeu- me 6 indcaco, ;'is U-is eaosdireitos d.t natureza
"""''"""".....' T" ">l"">-"-"-' ^ ""'*- ; ,-\l,lsl1- ej signaos precursores da sua pro- radoseoseu paco fund.....enlal. que proeUmou a
crev.i assuasseguiutespalavras: una .....la lb Se pois indispensavel a colon,- religiio catbolica apostlica romancooroligiao
. Vuti de censurar, du a celebre madama Nec- weao como uu eslou mlimameote convenci, nao d importo, com os mus dogmas, sua moral seu
Ler, us padres da igreja, que cluvaramu matnmo- sena |m,Vu, pMfer|t cu|onos l.Jlm,UcL1Si ,,u w| ,ij.i fc ^ ,ua disciplina, nao poaem
. ra nec.ssario stem e.n grande numaro nos mosmos pmxes, don- I wm perigo,comport r urna semelhante innova,a,,."
couhecer o principio- desta dccisao. I m poucode, de lem de vir\>s protesUnles. Nao sera couveui- [ E se oreciso coiroborar .ind. 1Ciis a
............ -.....' 1 "-.......------- .......w=, .)Ui t- cuno, sua Ii vern; ,u, ua O
i,-,-,ai.n islcm em grande numaro nos mesnios paues, don-1 sum perigo,comporli r urna
pouco de ue tem de vir os protestantes i \ao sera couveui-; e se preciso coiroborac a
is ,-onlor- ente prevenir as lunestas cousequecias do prosely- upinio de tantos escriotores
nalureza usmu protestaute que, como e notorio, se acba em- mas palavras de mu do- mai
1.1 iln sacramento j instituido, doncia, quanlo su,, substancia do poder edas ins- porque fa:er A'i matrimonio mu ionrulo imples- peuliado em descatholisar o nosso pai, e ja infe- moderno o abbade ludr nu seu cur o U I il ura
laL'in 11 unos absurdo o inrolio- Itluieois dos I.....n,,-. Ds discpulos deste Invino mente civil tomar por bate dexta inslilitao a lizmenle coma com algumas conquistas, e mais fa-; de Oircil Cannico no liii^doilnmo 5 i'rii'i Ma.
todera mnis persuadir Mestre, interpretes da sua doulrina, o deposilarios Vcirmii/oiicio a menos importante. RcomeJfciloa cilinente as poder obter pelo contacto com urna riaaecicit < Bons e-niriir -h 'i >i "
anda mais a illustratla
iuutarei aqu algu-
niais doutos canonistas
''" ,'"1'':.'',/""^'''!'::"c'as d:1,.ur'!e"' KRlfJ'IP.f !",ll'"'.'l:l,.'\.'1'"' ..".i.u .,"i"j'; bein "drcomm boje Mnremmde^la
ca ......
-II, ipil-:
associai
ceessorios em mu empenhodes-1 extremar a liufaa que separa das verdades do
ao dos coraeoes, dos sentimentos, : tliolicismo os erros das cumuiuulioes dissidentei
(a no-
, cessidade da reforma) e pedem com raio que se
' miidiliqie sobe este ponto o nosso cdigo til.
lii'l.-v.ii-ioe. senliores, e.-ia longa cilai o,c oulras] r-'m iniacto aos seus successsores. Us santos pa- das repu taces e das vidas; e pois que todas as \ vossa alia sabedoria, senliores, compete resolver I Seguramente seria istn o u'ue se norria 'SerH"
que anda podere ralcr-me : ombora desagra- dres que, despeilo da opiuio a citada do apoto- grandes altoiroes lem sido ronstantemento unidas uo iuleresse do pau, este problema poltica e re-1 mais acertado para consolidar a '"c tdademu '
m a delicadeza de cerlos espiritos,iur olliam rom (fisto do matrimonio civil, eu me lumia re semprc idea religiosa ; pois que na sociedade os jurameii- Itgioso. Lu apenas o examinarei mu succinlamen- cila sobre suas bases e nue amaaeaal it'-r'"-''' "
silein i-sti- genero de provas, o que ,,.i mesma de citar como as mais cun pe ente, lesleiuunlias da los cimenUtmlodasa obrigaces sobre que a lei nao lo na sua relacao com a familia, li ah cotu cffei- o,,,- i-.mi,,r. ^.. .-, '.'..... ... "i l sf' .
, i t j- ..... ,,,-., ... .. i i ,' t ..,,,* c .tattiiu .-, nao aplessdr a si-ie-ta C0I1I IIHll-
que se loma mais patntele O pengodos casa- iucoes religiosas. O egislador. fazendo presidir a
:." ::>. n!Uu,r :l'fa"Jj^ lt_P*r.*r?.da |,ar- I "S o Mmenlo!nio causara nenlimna que-
nle para avahar a maior ou menor
is cooperadores: lembrarei spe- queslo verlente acabain de laucar'o ridiculo em Iradicoo, sao unauimes em asseverar quoajuris- pode velar para que exceptuar o casamento dosla
i da residencia dos benellcados, "u," espeeie de insulso calembur sobre as opi- diccao da Igreja. acerca dn Sacramento do malri- regra geral, o casamento coja perfeita pure/a nao
Tip'-.u, de novas paroehias
nucu que podio reservar-se udi-l
r .i esoollia dos cuinpeudos e dos
seuiiiiaiiiis, que ii- sagrados ,-
ispecinlmenle aos bispos, como i
- esseueiaosd rgimen pastoral
i legi.slacot's -1>is mais beiu cons-
itliolicos, bem como a dnsUi mpe-
ilrar de ln de inao de 1805. n-
iiiie o el,, i-,,,.i deve coulraliiro m itrimoniu.Y>,/
citm legibu a Paulo patitii. Dos, diz S. riw-
I maz, uo une aqunlles quo, casando-se, violam as
Ii i- da Igreja ; pnrq.......las leis iiniioe a mesma
obrigacao que o preccito divino Ueus non coii/mii-
lionleui, e Inije i-o mes,no lamlieiu ser por lodos
os serulos [1*1 '"i o i-liee, quer antes da sua viuda
pela l e esperan-a dns patnarclias, pelos orculos
dos profetas, e pelos s\ toblos que o preliguravaiii
lela- inteipri-i.u-ii.is i- syslemas arbitrarios dos Rali- Paulo. Km vio se allegara -,- eis ci,-. diz Joo
ni., ura a mr parte das assetu- binos favoraveis A liberdade, ou anleslieencj do re- Clirsustomu lien-nao os jnlgar os cheistosi
e- que, quando iiiiiiio, II,.-s pudo, que foram euHiui abolidos por Jess i.!in.iii. aps estas los, mas aps as suns, como elle dccla-
I de meros informantes, como as ^n mein inesmo do paganUmo, edepois que fui p>i rou K, segundo as leis cslabelecidas por Paulo
les, ou oulras autoridades suba I- toda a parte substituida a idolatra rcvel.n iopri-
iiliij o governo que, juslira I lie milivp, nao p nauifeslado a inellior voutade di- perslces, que desliguruvam, os vestigios da anlga
Iradco sobre n matrimonio. I! ucioso, senliores,
exptr-vos ns cosliunes de quas lodn- os povos n is
ceremonias da relebracao do suas nupcias, mur-lyt' Wos,i/i coujunguntar contra Eceltxiippnecep- quer depois pelo complemento e perfeicao da
mente em Mln-n.i-, onde o casamento era semprc tum,quoaluibel tndem aliliaantliefllcaciam quam mediante a sublime doulrina e moral do clirist
precedido de socrilicos, nos quacs os ruspices babel licinum prteceptum. -- usmo. Assim que regenerando a sociedade, ell
consultavam a voniade dos leoses, e em Roma, lo- Estas auloridades irrecusaveis, o oulras nimia reulegrou n matrimonio na sua primitiva pureza,
inainln--.- mi da iprazudo desde manlia os anspi- que desnecessario ciiar, baslam para desmentir c o revustio da metlavel diguidade de Sacramcnlu.
cos i- fazeudo-se diversos sacrificios 3 Estas asscivo, deque os chrislos da primitiva igre- Daqui porm nao se segu, que se negu ao poder
solemnidades e inyslerios, diz n Ilustre r.lialeau-1 ja obedeciam escrupulosamente as leis dos impera- temporal os direilos < atlribuices que Ihc compe-
nder ii uipin al podeni ser, em ver- brwnd, .,|i/ u i el< bre Vico, nao eram urna imposlu- dores romanos sobr.....lasamenlo. u quo ncuu-
Irados, e por ventura supeiores ra, ou nm meio de poder iuvenlado pelos padres o leslavel e que ajj^ilancia, soHcilude c constancia
da igreja liel a i ensinoViu Jesns Christ dos apos-
iido-, foram devidas ,',- solidas basas, em que as-
-euia a orgauisaco da fam inlc u casa-
.....llln ilili-lan.
So ii ei -!.i po, osa i- -i.:,,.i. que lile uppu-
queneas, nem ptir lauto dar direilo aceo conju- de lal sorle as suas alleiees que, assim como ellos
gal. l.lle eomeeou com a mesma religiao, que na sao dtuis em urna s carne, lambem
sua uuidade fecunda abcdttgo todas as idades do urna s alma e era mu 30 cora
mundo e pode dizer-se que forma urna s igreja, da \ nao ser dillcil conciliar a unidad
pial Jess Cbristo que. na pbrase do apostlo, era menloscom a divergencia sobre um dos mais caro
eoiijunnl /ionio.nuil separe!
r-sinos bispos : mas falla-li
io para conherer a julg ir da pu-
n o sejam em i luvoca-se a liberdade religiosa ; mas nao se r,-
o. Mas quanlo necio que, com deudo-1 ao conjugo hertico, se
e oestes senli- Ideua a eonjuge calhoca entregue aosvexaraese
i aos mais caros agiUcoes du nina conscicuca delicada-, que busca
i,, eiesses do lerdadeiro ca.liol,,-,, ,,al e a sua o ,,-pouso e a paz no seio da soa religio. E por-
religao Pode sem duvida segundo o Apostelo, que nao poderia o governo restringir essa libe'rda-
a mulhcr Bel conseguir a conversao do marido w- de. ou deua-la nos temos c-,n que ora se acha
i. i .i., lierelico eoiuo ueram as U-cilias, as Mu-. seui ollensa da legistocio caninica em vigor? ti
le., nicas, as Clotildes, as llerlhas c oulras sanias mu- governo que, loierando as sillas heterodoxas que
,a- Iteres as pnmeiras idades do christiams-uo era admitiera o divorcio, ou dissolucao do matrimonio.
que.supposio tosseiu Ilcitos esses matrimonios,, 1DU1 juslamente repelUo saU funestissima nberda-
cianicomludorecouhefidosval.-Jos pela igreja. co- de. que os proprios cliefes dos estajes proleslan-
mo oram os casamimlos claudestiuos antes do con- tes. em contradicco com as doutrnas da sua com-
cilio de rento-roto et cera matrimonia isto -, muiiho. se esloreaui per modera-la e-reprirni-la,
uo sentido dos sagrados caones, 'erdadeiros so- ;,o poderia, por maoria de razo, c em harmona
cramentos. conforme observa o banta Padre Benlc com as leis e o respe,.,, religio do imperio, im-
.;''. .... ... .... por aos dissideules a ob.izaco de submetter--e is
Uoje porm que a mortfera peste da indiftercnc. ] solemnidades que ella presanve nos casamentos
Una ii- ai
cenes algum ,
i.iln, nem a un
gnma un nterin
Estado au pede
iinirersidadc n.'u
salisfaco
gramuia c publii
\ailn ,', sabedoria
superiores nao
exame dos eslud
id,
1! a I i-Il. ,^,> dos
lii visilas, nem
r.lll que
pinio dt
O p.l,
lllllll
que
E oque esto.tan decantado ultramonlauismo extslem, di/, um
Nn meio da conusao do ideas que se lem formado i:"":" os pequen s s
nesla palana, parece-me que u sentido delta lica- ""'"' subinellk
na mais claramente Qxado e dolindo, coiifroiitan-is0 a>nam, e g,
do-ocomas iheorias to sysma contrario,que lu lo '-'" i," '
-uj.-ita i supremaca do poder temporal, e que i.i
sido designado com as deiiominaei-s dn Febrouis-
mo joseli.-mo regalismo c gallicansmn
como sabido, sao eternos inraigos desse in
do ultraiHOHtamumo i: onde que existem u pre-
dominan anda essas doutrnas jotefiela e galli-
canatf Proscriptas dos psizss catholicos, que
erara como os ceiros do seu predominio, u onde
por lano lempo oppriniirain uebaixo do seu pesa-
do jugo a igreja de Jess Chrislo, ellas fogeni luz
biilliam,.. da reaceio religiosa, que por toda a pi i
la se manifest, esclarecendo e depurando os ge-
iiuiiius principios da sciencia snbroas raas que -
param os dous poderes, e dssipando as antigs migo&dn clero
desconuaneas de um contra ouUo. va no reinada d
< Sabis quaessao esses iramoaoiios, excla- Cambray, esl c
mava un sabioe veneravel prelado (roucez dnstes I rados declai idn
ltimos lempos ? Ah o chefe da igrejd univer- ha nada de que
sal rodeado de todas sigrejas particulares, eoicej- noine do rei.
(o o gatli mu : pois que as suas mximas e o que K porque ,
ella chama suas liberdades, a distingiiem de ludas silero fazer ouv
as oulras. i Trintaoa quarcuta anuos mais tarde
o Ilustre prelado nao lena de genier es-a excepcao,
que felismente desappareceu. Vssim que, pode-sc
ducr que a maioria das igrejas dns estados catholi-
cos da Europa 6 ultramontana na legitima accep-
can desta palavra, islo recotlhece C tributa
effecliramente a devida horaenagem independen-
cia e liberdade da gruja de lieos que, na phrase
de Santo Anselmo, nao quer urna esposa escrava,
mas livrenon ancillam. .-,-'/ fiieraate soltando
as peas qu ligaran a a;o d-epIscopado, no
exercicio de sua misso divina, se approxma
reahsaeao do grande desidertum do feliz araplexo
Jos dous supremos poderes que regern ., universo
dando a lieos o que de lieos, e a Coa
tle Cesar.
Neste mesmo sentido foram nllmmoiilaii'.s. no
meio uo mais orgulhoso absolutismo, c a face dos
parlamentos da Franca o-dous grandes luminares
da igreja gallicana, Bossuel .- Eenelon, aquello, no
seu immuriai sermo sobre a muda,le da igreja,
lo con, sua lgica irresislvel e eloquenria vic-
tein sobre os olTeitoscivis do malrimoiio, nao ; a
igreja o a primeira a reconhece-los e respcla-los.
los liebres. da igreja li.-l ao ensinoVie Jess Chrislo u dosapos- llabilissimos jurisconsultos, vos conheceis mellioi
I.u, liico.i i,- aclos i-li.iiniil.K por excellencia ac- i dos, foram dei olas solidas basas, em que as- dn que eu quanlo e extensa a jurisdieco que lio religiosa, fallando geralmente, nao dcixa s almas : mixtos, como at agora se tcm pralica'da *
la doulrina. ilimo, eram acoinpanhados de ritos sagra- senla a orgauisaco da familia mediante o casa- dado as nossas leis aos poderes do Estado sbreos pulra energa que a que llie dio os sentidos o oo Ning'uem dir que o famoso Edicto de fiantes f i
ibservarei que a propria Inglaler- pos : para que os i-as.-iinenlos .- "< testamentos se I Bienio chrislo. a essoros c rondcoes do contrato matrimonial, e iuteresses ndividuaes ; hoje que o prosely lisios antiliberal ou oppressivo ilas eonscieneias noisae
proven oes contr.....athoh- ilissussemyu-ifos, islo suppondo os direilos da or- So meio da pw-osa resistencia, quo llie uppu- que adase pode bem ampliar, sem sabir dos limi-1 proleslauto, aproveiando-se desta disposicau dos ao contrario a sua rerozacao nao lem ce-san i-
spe i.i um admiravel exemplu deui poltica a mais eleva i i, era preciso que fus- nliam a ios : is ni ismos pruici- tes da aulori iade secular. \ espirito, e com u auxilio do suas Biblias falsilica- excitar altos gritos nos campos do liberaUsmo '-
i-iilli-gins c.iii, das que all sem legalisadas por ceroniouias sanias. Ora, ",,- pos e polenladus, nunca ella ii iiisigio, e est gran- D que a igreja nao pode approvar que o acto Jas, as quaes sublilmente se insinuara os scus -, com ludo a liberdade ou'u r-'ada aos calvinistas i/i
'ina elle, ii i-liiisii.,,,:-,un que fundn una socie- de obra que alravcsscu la.ulns -erlos, foj recobida civil por si su coustitua o matrimonio : o que ella ; ros, de enrolla com as verdades que contm este moditteada por varia- te-t, ,ci-es'
Iade parle uu lucio de una sociedade pag.-i em e fez pa da : slnco de todos os Estados catho- nao podera ver sem dr a rantradico entre a lei livro divino,*ello redohra os seos esforeos paradis-l era
Os
judicioso
na esse prelen lulo es-
w, que lano inconiiuo la os ini-
- A jurisdirao espiritual, brada-
l.ui/ XIV ii grande arcebspo de
rao aniquilad., ; etceplo os pec-
creara -ule ,io confessor, uau
magistrados nao julguem em
- i le-pi-iin aos joi/.ns da igreja. -
seria lc i, ao episcopado Brasi-
r -oa voz ante os poderos consti*
tucoiiaes, vend a igreja un.i a.la de urna l,mu-
ta, .ni perigosa, que leude a nuil,licar o grande
atrimonio, que nao se liuila .1
ndividuos que n rnceb.....,mas es-
lea -al',lar -ulm- a l.-ln nl.nl,- da
le i n germen a u alnenlo? A sua
Iraordinaria ocruirencia seria ura
a digna di- severa animad*
Sactamenlo 'lo
sanlilicar.i.i i,.,-
leude -oa influ
familia de que
mudez em tao e
signa) de Iraqu
Sim, augusto
reza, a revela, a
mano, a histori
ticas, ludo cons
,-a para collocar
v a guarda lio i.
sa dn- iretiis i
BU, por pie e-I,.
muguen, pusar
-', ..i de llln d
eia no Jtalrimo
''--. e no ser .//<
on mansa orgaa
rilo de luda
desonvolver os
o Hu ultimo d
mesmo da iiatm
leu, espiritual,
ciaro seja a pr,
ni- i
en i
Malriiiiaiini del
'.iiiaoilii duas
lonosa lusteotou. & despeito de suas condescen- d.....A"vl'".
delicias com o ,1'illican,-,.,. as divinas prerogati- '.'"'' l IV|' "' ul'1'
vas da Sania s, e a propha soberana temporal bwn,'!"La '"'u'
do p.iiinii,:,. romano nos oslados da igreja, .ni,.,- 0,s merlos, do
nindo as censuras do celebre Jansenista Uaultrot
queqialiiicou esse magnifleo discurso de arsenal
aot ultramontanos, al desojar que, por honra da
memoria de Bossuet, elle fosse riseodo do catalogo
te suas obras; este, no seu nao menos admiravel ,
d.-curso, pronunciado na sagracao do cleilor de ".""i1 ; f
i.ooiaa, onde marcando com mo Orine c segura IT.1"!108 P1'1
nslimiles do sacerdocio e do imperio, nao nsita
em alhrmar |ii-, se a igreja precisa de proloccao
ella precisa anda mais de mauter a sua libordd.-. '' ''KJ*"*" csl
K nao salisfuilos anida esles dous eximios prelados 'I0"* 8*0 co
de haverera assim dado o mais luminoso lestemu- ", l*de (
libo da sua fe, como se fossem ambos movidos de *"hredo a vob
moa inspiraciio celeste, proromperai.i qoasi nos' ,0se"oWter~
mesnios lermos. um no alado discurso, e oulro no ,' ,T,dil moi"a||
seu mandameiito sobre a consliluioo Unignita, ad* 1UB """ '
uiiimu canto do cysua de Cambray, uestes subh- ll""1''"1""' -
mes Iran.-puries da MI adliesao e amor a ineia re?Jdssuai
romana. Sania igreja romana, mai das iareSs,e'COnslder8do "
mu do lodos os liis, igreja escoliada de Heos paia
Unir seus Ulhos OS mesma u na mesma caridad,-
nos vivereraos sempre ligados loa nnidadepelo
tundo das nossas eiilranhas Ol I Igreja romana,
possa cu esquecer-niu de uiiin mesmo, se mu mo-
mento me esquecer de ti Fique a minlia lingua
^eeea,eiin:nui'i.'l na minlia bocea, -i- lu nao fiircs
sempre"a primeira na miuha lembranca, se eu ti-
nao pozer no principio de lodos os ineus cnticos de
alegra. Bis, augustos e digmssiino- senhon
rece-me lgica
esse liime la fac
segundo a exprc
de exercer una
llliiao d.-rilada
liomcm. a iv
" vol da u.iliin
que ii mesmo ln
allianca conjuga.
impriinindo-lln
....,,.,. ,,,.,, uugustos e uigiiissiinns senliores, o '
Mltramoutanitmo que protessa o clero ealholico ''""'s nolemni
' que a cada passo se nos lain-o em rosto, como ''"'" """ s" "
una injuria. I ein nina s cari
One direi da ambicio de dominar, que tao gra- : "''v|" """1
luilameote se allribue ao clero, por poiim que elle 1""1""' '"" con
queira erguer-se da sua humiliaro para adrogar a '''I'1"'
scriplor, I
d i linii.
b<-,o
lili ira-
. dos di-iMins, mide
ruados por padres secul,: ..
, o rgimen desles cnllogos, ou
\ g ii ni. iposloli -, mi perleu-
congregain religiosa, nem n --
i r-i I idi es Tcoin aulori lado al
deslas casas, Ncslcs roll
-i-nao a ulii-ilii-in.i.i s leis, e a que/a nudu um
dos aspirantes .-enanque nina falsa applicaco do um principio verdaden .
- i ura exame, cujo pro- que se achara arraigado nos costuraos desde a pii-
uiii auno antes; indo i del- tueira origem dessas nacoes, onde -> consorrou o
i ui-'-uei Van-Espeu, pie de civil,que legitima osesposo
um iien suspeilu, l'allaudn declara invalida a soa
o a leda igreja, que seminar entre a iuuoceiile populaco ueste mesmo
unan, porque destituida da I imperio suas falsas doutrnas ; hoje emliin que a
,i, i.i/.o de Sacramento, nao possa, seus nlhos de | falla ou os vicios da educaeaa onerecem o triste
nina das quaes
pie os san- casamentos fossemcontrahidos se-
gundo as lei- calholicas. ;I9 lambem nao se pode
allegar que Seja gravoso o irocesso actiialnit-nle se-
iiido para a cclebi.n.o dos casamentos mixtos.
le i-allio-
bispos, ou dos
iuspeceao, inni
llotna i- na Grecia, ou entre ns povos barbaros, a heos. Como eiinl --a u m
leu igiintiueule le religiosa, t) casamen- cerlono iillrau
lo e a sepultura nao luram solemnes o legtimos, dos impedimentos malrimoijaes. Quid quid
mreos fiis, seno era lano que chrislamento au- diz elle koe consta!, jam u pvtribm uet uli tecle- um i erdadeiro eonrubinatu ; o que cmfim ella uau espectculo de urna profunda ignorancia, ou quan- I Dcpois'das minina"n.-sdo p'a"ro'iho''da' par
lorisados. II uidem pricalice eliuin exclusin prin- poder deixar do deplorar a sorle da prole, que do muilo um superficial conhecimento dos priuci- lica sobre aboneslraade e moralidade dompeirm-
Ja se v que os ritos pralcados pelo; idolatras cipum sn ularium imped mella tUrimentia imer aesprotegda do poder temporal era consequencia pos e mximas do chrislianismo, nao seriantes te, inforraaces em que nao eanham menos afami-
... nos seus casamentos nao foram um i lo fra- catholicos ordinasse, aut eiiim rlaxasse, ac per da opposicao cutre as duas leis, ficara conderana- para recelar que, contra o diclame do Apostlo, o lia e o Estado do que a isreia reeonhecido
i pido lerror dos deoses, mas consequtns ueqari non patesi i/niu tcelesia hac po- da ou perda dos direilos civis, ou dos direilos es- i marido hertico sado/.a a esposa calholica, abusan- competente jusliQcaci
tstale a primisso-culispaci/lce um (atril. pirituaes. E como quo os legisladores de un paiz dodesua fraqueza e ternura, ou vice-versa, foqu
Os imperadores e os res dtais sabios, diz Cha- em queedomiuanie de faclu e de direito a reli-l muito mais perigosa a asposa hertica com seu
teaubriaiid, laes como Carlos .Maguo, e Alfred,
Grande, entenderam que nada era mais ace
igreja ; reeonbecido pela
oulros documentos nao
liarer nenhum impedimento cannico, procede a
. autoridade eclesistica a um termo assgnado pelo
id.i o giao calholica apostlica romana, poderao admiiiir | mil artiiicios ao esposo catholr o ? A frussia e ou- nubenle heAjtico. eraquese obriea coni iuramenlo
rl ido sanecionar semelliante antinomia que vai por em Iros palies heterodoxas, que lem subditoscalholi- a nao impedir a 'parte calholica o
do que receber no cdigo civil urna parle desse cu- collisao as conscieiicias dos Deis coma sua obe-1 eos, i assis tem mostrado que este receto nao religio, e fazer baplisar e educar seus Qlbosseeun
digo ecclesiaslco, onde vem fundir-se a lei do le- dlencia as leis du estado Se siles tveram sempre imagmario. Mas anida suppondo que o conjugo a- do o rito o a doulrina do mesma. F concluida"- es-
, u Evangclho e o Direilo Itomano ,'- E pois ampia liberdade. para regular os iieiios civis em. I ealholico se absteuha de tentar directamente a se-1 tas diligencias, coneede-se a dispensa do imoedi-
e aquelles que introdiiziram a uso dos dolos esia-
helecerain iiiii erro antes deseo,,!,i'inlo.' Sem llovi-
da as exlraragancias Jo polylheismo alteraran! e
i nos senliores a nalu- "licca a puenlidade e cegu ra desse espirito su- senea st ealou toda a Ierro, submcllcu-so, no apo- ao l'oder temporal a sua competencia sobre o ma-
a iradi-ao do "enero bu- Perslir'oso de que erara possuidos us mesnios -.,- geu dn sua grandeza e da sua gloria, a essa coudi-1 triraonio como ofOcio da sociedade, ou os seus ef-
.,,,.!.. e poli- .'"*i catn grarc clio preconsado Calan; 7 mas '."n, receuendopelas maos docardeal Fcsch, dele- [eitos ciris;como se o Santo Doutor previsse os-
as leis da iercia calholi- >"" I""'!1"' eiiieinli. i ni, que es-e universal sent- Btdo do sanio padre, as heneaos nupci
p. ,......i..... ... i....i,.....ii
dgui
divina,
as i-iuit
na com
n eonii-ai.i matrimonial sol a -,,l-
r espiritual, sem a mennr ulfen-
i oulro poder. A nalureza, disse
iniim luiente convencido de que
sulisci'i er,-, ,tupi., e absurda as-
mais celebriis solistas, que mi
lio sttto a simples uniuo dos se-
icaba >!' nasetr, um composlo
ulo eseusivel, que recebe oespi-
a i i.i iu -i ,i homem, tliz o
seucialmenle um ser mor il ;
n iuoral como no seu elemento,
u material Ihe forneca os orgos e
ue elle precisa para exereilar i-
las faeuldades. O'aqui vem que
Iade conjugal, apoz o vol
za, um um que perloncn or-
'i'lll que o lio, luill|e,|;,,li, da astil-
lan precnlil-adn Calan;
I ic esse universal
i,,--,iii mi insliuclo religioso que, na phrasu de I
loli.ino. i-r.i eomo o leslamuiiho da alma uatural-
nienle irlirislia, ii urna prova deque as mesillas na-
co gentlicas anda as mais barbaras, vam nn
contrato matrimonial algn,,, ruusa de dirim, se-
gundo a expressao du calbecismo do concilio de
11 uin.
i:
l'.elli
ni is can, rerependo pelas nians o caracal Pesen, dele-
i.-nii- gado do santo padre, as benrios nupciaes na noite
autecedeiite ceremonia da sagracao. z"10J
Bastara osle laclo para dar urna idea da cora-
geui dos su minos ponlillces na defeza da inslitui-
co divina dn matrimonio, sem que nunca recuos-
sem dianle do mais forniidavel poder humano ;
mas para maior csrlnrccimculo desta rerdade se-,
ja-me permillidu Iranscrever aqu alguna doselo-
lo senlimenlo que Valerio Maxim, Aillo quenles trechos da magnillca obra do Sr. Balms,
uniros aitiibiiem o respeito dos Itoin.inos que nina prematura mono, anula nao ha muilo,
* do matrimonio durante os primeirns i"ouh,u repblica das letras. II tpezar, diz es-
buso que um dia se (aria deslas suas palavras, elle
leve o cuidado de explicaroseu rerdadeirosentido
que a esposa calholica pratiquo os actos d
religio que elle dele-la, a Conflssae, a missa
urna
a ve-
moiiollieismo no a irein;a de uin Den- e de mitras
verdades da revelaco primitiva, muilo antes que a
idolatra as riesse obscurecer com as Uceos e fbu-
las da sua mylbologia, Assim o altoslaiu i. los us
- antigs e mo lentos, anda os menos susp ,- rom suinma injusliea, que se ha qualilicado da in- harmona esm as regias da igreja calholica. man- duceo do conjugo ealholico, lera elle lana prudei
tos iis Rumanos, por exemplo, nao liveram, di/ tolerancia os esforeos, queeiu lodos os lempos tem tonda invMavel a observancia dos >agrados cano- lea, ou lito pouco zelo e apego ssuas creocas, que
Santo Agnslinho depois de Vanan, no espaco de feito os ponlillces romanos, para mantor a santidade nes, mormentc das delinicoes dogmticas do eoo-1 veja com indbTerenca ou cousinta de sangue fro
perto de dous seculus imagens alsumas dos deoses, do Sacramento do malnmonio contra os abusos e cilio Tridentino sobre este importante assumpto,'
excessos da llccnca e da leberlinagein, E nao so- que vanlagens poder Irazet urna innovacaocontra-
ineute nesses lempos, que se lem appelldado de ra ao direilo publico das nacoes carblicas, c par-
ignorancia o do irevas, que os ponlillces romanos, i ticular do nosso paiz ?
: iraram as formas que represeptavam o aun- empregaram todo u zulo o vigor da sua autoridade Em apoio desta doulriua, apezar do tedio que
go rullo; mas n fundo ou a substancia delle, der- aposlulca parasuslcnlai, coulra as prelences dos causa m as cuacos aceras pessoas, appellou-se
vada da iradcco primitiva, nao seapagou deluda maiores principes, a santidade do matrimonio. O para S, Tliomaz de Aquino, e para o sabio bispo
o.,- ii edades que, depuis da dispcrsio, se funda- nosso mesmo sei ulo, chamado de lu/es e de pro- do llio de Janeiro. M.i- a passagem bem coulieci-
ram por lo i i a superlicie do globo. gn sso, viu com edilicaeio o i m mora I Po Vil re- da de S. I'liniua/. sobre a trplice relacao do malri-
nii.iiidn pois o- impugnadores do matrimonio ci- eusar-si' com intlexii el firmeza o sagrar o imperador i inonio regulado, como ollicio da nalureza, pelo
vil iiivni-am as prilicas seguidisuo pagansiilu, nao Napoleao o tiraudc,que se adiara casado civilmente i direito natural, como u (Tirio da soiedade, pelo d-
poi i in queir.im descubrir uellas, ,.....io algucni com a Imperatriz Josefina, emquanto e mesmo ma- reita civil, b como Sacramento pelo direito divino,
disse en io -n ni ni i iiiMisln; i, o cxemplar ou modelo trilUOiiiu nao fosse celebrado segundo o rito cal lio- u.io pode sulragar a opino dos deb.-n sores do ca-
docasamento chrslao. nueni lia ala que deseo- 'ico. E esse orgulhoso monarcha, ante cuja pre-jsmenlo civil, porque uinguem anda contestn
exereicio da sua
dispensa do impedi-
mento impedenle da dilTerema de religio, que a
Santa S lera sempre concedido benignamente nes-
te imperio, ou pelo seu delegado, ou pelos mesmos
bispos. ilim de procer a Iranquilidade das eons-
cieneias, e evitar maiotes males, bem que nao veja
Iher anda a mais forte, o obrgando-a a occuliar
subtrahir s vistas do esposo os seus religiosos sen-
timentos, e privar-se cuiisegiiiuleraetile das gracas
e COUSOlaces, que ella s pode adiar no exereicio
do culto ealholico, ou emliru chegar ao extremo de
abandonar-se a una formal apostasia ? E ovala
que nao tiressemos j de lameular alguna exem-
plos desta infeliz des rcio Se fiel s doutrnas do
ao- la
culos da repblica. Com ludo elle era ja demasa- le grande escriplor o philosopliu, da benfica in- j-lrarto ao sysema francez nos scus elementos de I bade Rupert,
do trac., para servir de barreira ao progressoe des- fluencia que as doutrnas rhrtsls deviam exercer i direito ecclesastico, parece-me contra producen- |o Sr. lii. lir.i'z
llelgio luda -ell-il
regraineulo da idolatra.
despida de toda a doulrina e de toda ., lei moral
que -1 falla va aos sentidos n iniagiiiacu, ella de-
va em lini quebrara freio daspaixes consagrar os
mais iulaue- tiiins, extinguir o pudor, que cousli-
, le n mais bello uin unci do sexo feniiuili.o, han-
neracao das reliquias e Sagradas linagens, e oulras sem desgoslo seinelhantes alliancas, que nunca tp-
diversas e santas deinonstracoes da piedade clins- i piovou. Mai piedosa e com[iass'iva a igreja calho-
taa Pelo menos o sarcasmo, a irona, o o ridicu- lica tem levado nesle ponto u sua condescendencia
loque mala, segundo a expressao de Vollaire, nao-alos ltimos limites, a que pode chegar a pruden-
irao pouco poui-o abalando a constancia da mu- ca christa : mas inOexirel e solicita dos mcios do
prevenir os perigos da sedueco e ruina espiritual
de seus fillios, ella nao pode transigir, nem jamis
transigi sobre as condices da liberdade religiosa
da parle calholica, e da educacio chrisla da
prole.
E com razo, senliores, porque, prpscindindo'lns
tristes eleilos que deve prouuzir no espirito dos fi-
llios a cootradcao dis crencaa oda conducta reli-
catiioiicsmo e convencida de qoe o matrimonio, glosa dos pas, cujo resultado nao pode ser seno a
que conlraho cirilmcule e sem as solemnidades I ndifferenca ou a incredulidado, apenas meneiona-
prescriplas pela Igreja Calholica, nao aos olhos re o immmcnie perigo a que beam expostos,quan-
d.i religio senao um puro concubinato, ella dse- tn prvacoou invalidado do bapisrau se parte
em oulros inultos lugares das suas obrasDetentil- | jar.....star pela iiecidade de cumpnr o acto re- hertica nao for compellida a faze-los baplisar se-
nantur, diz elle em alguma parle, con!raclw el ligioso, quautas angustias, incertezas o trisles ap- gundo o rilo ealholico. Sao eslranheis senliores
o/ficta sptrilualia Itgt Eccltna. Prohibitio ttg prehenses nao dererao agitar sua alma, se por esla miuha proposicao, que talvcz ros parees e\a-
ventura e.....mira resistencia da parte aeolhohca, gorada ; mas comqianlo as sei tas heterodoxas ad-
que arobertada com a l'aculdade que Ihc d a le, miltain o Sacramento do baplismo, todava ellas
se recusar obstinadamente 5 recepcio de um sa- ou nao o julgam de absoluta necessidade para a
i lamento que ella uo reconliece O que se passa salvaco, ou o consideran como um aclo puramen-
i passagem que se allega da sua theologia moral, na Franca entre o- mesmos catholicos, como ree- : le exterior, ou urna via ceremonia, que nao produz
pie elle eiplicou largamente, e em sentido con- rom inultos eseriplores (ranee/es citados pelo ab- a graca da regenerarlo. Taes sao os Anabilisi ,.,
receiilemente pelo digno Brasilero OsSocinianos, Armiiianos, Aiitilrinitariose nutro-!
lente da academia de Olinda, no iu- I (Is (Juakers alacam abertameule todos os Sacrameu-
/i ii in ilim- non suf/iterel ad inipedinientiini inatri-
inonti, iiisi inienciui-i- Kcctesiw auclorilat qua
dem etiam iuttrdicil.
Pelo que respeila ao Sr. bispo do llio de Janeiro
por si ni -mas. ,. | m desejado nao loria sido suffl- : lora. Tambera eero, diz o illu.-lre prelado, que {leressanto Opsculo que acaba de publicar sobre I los. e com especialidade o baplismo e a ceta
vio, se a igreja nao tivesse en- os espososclirislaos nao deven querercasar-se sem asta materia, pode dar urna idea da Iristee perigosa mitldos pelosproUsUntes. i,2U) Estas opioioes es-
dos lili,ti- ca or. 1,-in na- a" dl hmilia In la ., si-guranea pela llimitada lber-
oque lodos os povos, naoextra-
o o snphisma, lem
\o da proteceo da divindad
ii- abrigara, por contrato,
ecic humana, i e\ denle que esic
aprehende somculc a procreaea
[anisado, mas qoe elle encerr
arte de dar .', luz mu ser moral, de
Inia do recemuascido os germeus
jicrmcns da rerdade, da honesli-
ella depoz, e de iu,uliar-ll,e pro-
riucipios, que derein ser um dia
liud.idc moral. i
pelo-,nlnlii levar ao caboa ubra a maisnecessaria
, mais iiidispensarcl para a boa urgansaciu da fa-
milia e da sociedadi/ r>ot-mti de casamento.
Sobre este punto a doulrina chrisla multo simples
nnt sti com iiitiit ii, e/ittea *ioniire.
Ma> a doulrina tena litado impoleiile se a igreja
nao suencarregassede fazei a devida applicaco,
e se nao l,\ es-e sustentado esta empiezo com iiuili
firmeza inabalarel : aspaixoes, sobrotudoaa do bo-
lado da polygaraia e do drorco e do estado loda
'enllocado a 'dignidadepida espantosa corrupeo duscoslumcs.
ral era, ant, s da viuda de Jess Chi slu, o e-lado
em que achavo o inundo idolatra onde, segundo
a expressao de Itossuct, ludo era Heos, excepto o mera, se subieran] contri seuielhaule doulriua, e
inesmo iie.es. Huma, de iiuoin o orador romano ha- ellas a leriam ndublavelmenle calcado aos ps, se
va dito ante U senado, qoe era como una nao se- iiio viessem quebrar-so conlra una barreira, que
gura por duas ancorasReligio e Costumesse I nao Ihesdeixara mesmo entrever a mais remota es-
lornia o tVn-o dessa horrrel imnoralid nle, du que peranca...
oos deixaraiu os mais negros quadio- o- historia- Osescrptoresapaixonados esforcan-se porachar
lo,es e poeas contemporneos, e que formara um nos aiinaes da liistoria ecclesiaslica diuerencas en-
contraste bem iriste com a grandeza o eii iisacio do tro os p ipas e os res, e dolas lomar oceaso de
Vsmuii pois '"lV" "'' aecusar a corle de Boma da sua inloiernncia. o6s-
alrimouio na ordein espiritual pa- A~ lr's fluederiam oOerecer o correetiro esles finado no qoe toca.....ntldade do casamento. Seo
i consequencia que a religio' uu I les, eran as que mais contribuan) sanccuna- espirito de partido os nao cegasse, tiles coraprc-
llivina grarado no fundo d'a'lm* '"s '' Propaga-los, autorisando o divorcio e polvg i- henderiara que, se esta intolerancia e esla obsti-
no;,, e 11 .ni elles os mais rergonhosos c abomina- nacose livessem relaxadu mus' instante, seo
veis exceSSOs da lilierliiiagiun e prostiluieao. Re- poulilice romano tivesse reinado i,ni .-" [ia-so dian-
lea poini notar i-oin o Sr. de Itonald. ein apoio do le ti is paxes, dado tuna vez este pnuieiro passo,
que ha pouco nbservei acerca do suitimento ruli-iun rpido pendor o arraslaria ao fundo dv um
gioso que a natureza nao perde nunca os seus di- abysmo elles admiraram a espirito de verdado, .,
reiio-, e que ella re.ipn.mee na- opinioes l raes-1convceoprofunda, a viva fe do que esla cadeira
mo.'onde uo exislem mais nem cos umes, nem. augusto c animada, nenhuna consideraco, ne-
leis. Assim o desregrameuto doS matrimonios era nhuin temor lem podido faze-la rain- quando se
ollni.in entre os Romanos como urna das mai- pode- tratado lembrar a iodo-, particulajmoiile ao- po-
sao lo paalmista, nao pode doixar
inOucncia especial sobre esssa
a eoiisiiliiiea i lisit ,i e moral do
lai-o vem sanecionare consagrar
za na tocante scena do i den, ora
os formou os Lacos da primeira
, que elle abeUeooil e SailtlicOU
un carcter divino com estas pa-
- o homem deixara* seo pa <- su,,
um fu
causa dos seus direilos e Ja igreja ? Quacs sern os ''"'.' "'" "' ||,
elementos ou os meios, d* que possa dispor o clero'''"':'.sou "'-
dn Brasil paraconceber lio alus aspiracos ? Ser Vl" Xl~tl,,,''!
a riqueza f Mas, seem gerai o clero da Franca e con,to malri
de oulros paizes catholicos (o qualilicado por Can- ll" I" '" ll: -""
familias, exerc,
do -,-n e, ],, ,.i
i-------I----------- --------...jiii, .,aiiiii^,|u Jim ,..1111- -., -- ,.............
uienaiscomu una oriem mtnaieatU que diremos ?"ls' etercendo ao mesmo lempo c- (un
sacrilici
do nosso pobre clero, que pela maior parte vive na
indigencia, e todos os anuos tone s portas de-la
augusta cmara a pedir una esnola, ao passo que
todas as uutras classes do estado, ja bem aquiuhoa-
das. receben ampios e successivos asgnenlos .'
Sera a sciencia, que em si mesma ,' uin pode, i
Mas os que accusiiiii o clero de ambicio pao -,r.....-
mesmos que o esligmatisom com a nao m.......la
ola de ignorante? Sim. nao merecida, porque
cora ,os seus mesquinhos recursos e cusa de
nuitos sacrificios, sendo apenas favorecido neslea
ltimos anuos com alguos auxilies do governo im-
perial, que alias se lem amplamenle fornecido a
uutras classis, elle ha podido adquirir a indispen-
sarel instrueco, e conta mesmo entre os seusmem-
brosnu dislinctas lluslraces. Heais, snbn que
objectos poder exercer-sc a pretendida domina, ao
do clero, quando pela propia legslaco do ntz,
flese acha com as mios atadas e quas'i exclusiva-
mente sobordiuado supremaca do poder leiupo-
sua mullier serio don-, rosas cau**' dc desorden!
l-'i-i-uinla ciilpu- -
contrato matrimonial se tonino
l ItO .lis. llio pi r e-la lllilin lala .
o do iiie-nio Dos, Desde enlo
lelo sociedade conjugal, collo-
, os d dirindade.
anda ouii.is le- que regulassem
luiuiial, sen,...... que eram ilicla-
Dcos, os palriarchas c chefes das
i,i.-i
rein o
ue.
era
liorna ilo vt-r.la, en,, lien-, cam os qu presidan!
a e-i.i- .-i I i i in -.i -. invocando a- bem os do i .- i ,,
! poder ciril de e atoo, diz n sabio Miizzarcll ; n'uma
! das mais erudita i di.-,: es do i lomo dos seus
bem conhocidos Opnsculs, i ra n igreja de lieos
inseparavel do acerdocio, e os cheles da familia
regularam e diiigiam a contrato do matrimonio, cos
como sendo padres. Riles.....gulavaui, segund '''"
a instiliicao divina, a lei da nal.....za, e .i rea
que ii matrinoi ,, dina conservar rom a igreja, e
com Jezus i.lins o nos ten,pos futuros. A uniau
1) O Abbade Rohrbachcr na sua historia qci le-
uaslica da grej calholica, lom. 8, pag. 23
l'eoelon, lom, 2. pag, 407 I 18,
tom. 'J. pag. ti i o 231
cola nuplias
l*i nuil ni iiiqinavie. diz lloracio.
Sobre os uiouiiiuenie- funerarios elevados ,i- cs-
is -. ii,,, coma o mais bello elogio, qoe se i.....a
fazer de suas virtudes, que ellas nao liveram scno
un, espeso.
Conjiig pin, inclila- ii ii i vii. i -. s
O Uro i mi..... pul,- boje dizer do- paizes protes-
tantes, onde a liberdade do divorcio, concedida pe-
lo syiiibnlu religioso, 6 modificada e quasi nullili-
eaila pe',,, opiuiu pelas proprias leis.
Mesas i ue, un -lamia, appa, eci-u o Divino Rc-
demptor, o desejado das nacoes, que vinha leparar
., nalureza humana derahda pela culpa
o reinado tit pa/, q, iustca, da santidade e
do eolio c .idoracaii em e.pililo o verdado. i> ina-
i, i,nomo profuudaniciile alterado pelas leis e pelos
coslumes, nao poda dei\ar de -er- uu, dos pruici-
ibjeclos da mi..ao do Divino Legislador. El-
le o rcsiiimii sua primeira instituirn, ralilicou as
bencos com que Ii.....n.......- prijneiros conjujes,
:-------------------'------- -1 caprichosa
Diccionario das Origens na palavraWariage, ., \s |,.,,
lentados b aos rois, osla preceotiles strao don.
i ni intu -o nirne ; n homem nao stpararA ti que
Deostem unido. Uostrando-soinflexveissobreest
pinito, com risco da colei.i dos eis, nao somonte
us papas lem preeuchido o dever sagrado que Ihes
iiiipoulia o seu carcter do rliefesdochrsliauismo,
como l.iuiliein c\ec,Hado nina nhra prima de pul-
an lepoll-i e ,io
lica, e contribuido grandcinonle
lu n, i -lar I i- pin os.
Co.......pois que a e-la olua tle .sabedoria se
siib-iiiuio ea ii.....na do casamento civil, logada
pelo protestantismo ao phlosophsinodo ultimo se-
cuto?. Sim, o protestantismo, di/, anula o Ilustre
Raimes, despojando o matrimonio du -ello augusto
fundar do Sacramento, se mostroii bem poucoeonllecedor
I.....ai;,io humano. Vpreseiilar,, malrimonio, nao
como un, simples i 'mralo cicil, ma- como um rer-
dadeiro sacramento era col|ora-lo debaixo .i som-
bra augusta da religio, elura-lu cima da aimos-
pbea agilada dns piixiie- ; ,- ipieni pede dmidar
que i-io -|.i absolutamente iieeessaru, quando --
traa de poi um reio .i paixi.........s ri\a, a mais
i mais iiiuivel dn coracn ib, hornera f
i Obras de
Edi, de V'ersail
(:J) Calliecism i de moral philosophica por SI. d
Saint l.ambcrl
(ly Azglio
-ao iii-iilucientes para piodiiziriim
i, Estudos histoi iros pelo > isconde do Choleau- jgUa| e|tl.i,n ,-. Ul. misU.r tnMeat ,., ,., rle ,,,,.
briaud, lom 1 no prel u io, pag. W a 19 alta motivos que exercom urna influencia mais elli-
l'1"......."'"" ,'"1"- "'"" "' historia, que .-i.- ,-u, .. E.iquoese philosophismo no seu plano de
famoso sabio discua seriamente se ura espirro da-
do em nina asscmbla pedera annull.n os seus ae- ,
los, queslo esla que, rcsolvida airirmatirameiile, I
tena ja ha muito acabado i un lodos os comicios e
ntaio theorico dt Direilo Natural assenbleas do nundo
[8] Uo divorcio cousiderado uo'sclu XIX.
B liei.....lu chrislianismo ton. I cap. lo.
(10,1 O abbade llolirbaclier no j citada Ion. 28 di
Historial iiiversulda igreja catbolica, pag 13.
ll n proieslamismo comparado ao calhulicismo
lom. 1 cap. ti.
que io mesmo lempo qiieiram receber a graca que
o Reradeiuplor anuevou ao matrimonio, islo uo
devem separar o contrato do Sacrameulo do na-
stuaco, que fica exposta a esposa calholica nos laopetfelaneule dc accordo com a aigacn dos
casamentos mixtos. '. Dogmas do peccado original, da Trindade, e da lli-
Dexando porm de Iranscrever as opinioes des-1 rindado de Jess Chrislo, que se ton successiva-
trimonio : semelhante separacao seria 1 um al- j ses e oulros publicistas, que tem olhado como odio- [ mente apagado dos seus Symbolos ou Formularios
tentado coulra a luslituico divina que uni ambas
is cousas, o cntralo o o Saaranieuto el qnod
Dcu-i foniuii.itt Itonio non septirct. 2" Ella seno
pode presumir de instan nenbiiui, o qual so lal
uao ha de querer prirar-SO de urna graca que san-
lilica-o, e llio d,i os iiecessarios auxilios para pre-
encheras arduas (unecesdo estado conjugal.'/ Ura
obvio que o effoilo da le, de que se trata, seria
autorisar os liis acoinineller mu altentado coulra
a inslituico divina do matriiuonio, dei\ando-lbes
a perniciosa liberdade de separar o contrato do sa-
crameulo ; a que se pode esperar de lo esclare-
cido e catholicos legisladores.
Mas diz-se, que a proposta submellida ao V0SS0
exame, sonhoros, nao se refere ao matrimonio dos
catholicos entre si, mas smenle aos sectarios de
oulras cuinuiunlics.
Couheco, e rae alegro de que esta fosse a inteii-
eao do g jverno. claraiueiilo expressada na mesma
proposta. Cumple porm notar que essa excepcao,
bem que justa, nao pode dar sullicieute garaulia
desde que o poder civil se julga com direito para
sei ulansar e redu/ir o contrato matrimonial a una
convenci puramente ciril. Una vez eslabelecido
i -le direito, nada impedir que mu da o poder ci-
vil, enlendendo que por esie modo remediar al-
guos abuso-, que inleli/iiieiile -o coinmcltem nos
casamentos dos uiesmos catltolicos, eslenda tam-
ben estesa medida do matrimonio civil. Cusa-
me, senliores, a i niiiprehender que n'uma poca,
en que as leis e a autoridade mal podeui couler a
desenvoltura das palios, se lire ao contrato do
malnmonio a nica barreira, a iiilfueiuia religiosa,
que anda pude isalvar a Ma e-labilidade.
Passando agora a dsposico sobre os casanen-
tos mixtos, islo e, os de nina parle calholica, e ou-
ira liuihuroduxa, pomo accrescentarei s humildes
observaccs que dirig ao throno imperial na iniulia
j citada representaran. Nada direi das vanlagens
da nulado religiosa, que os menos BUSpetOS plulo-
sophos e publicistas consideran como urna das mais
solidas garantas da paz publica, e pelo contrario
a divcrsidada de crencaa como uma origem fecun-
da de discordias civis. A religio chrisla, diz Uon-
tesquit-ii, pelo i'.labeleciiiieulu da caridade, por um
culto publico, pela pariicipaeu dos mesnossacra-
inentos parece exigir que ludo se una ; (14) u o pro-
pno Rousseau julga inpossivel fazer rirer em paz
as pessoas que pensam differentomento em male-
na de religio, nalu ai,ida ns proprios Aojos. 15
Figure-se a bxpollie-e de una nacao calholica,
anula nova, que receba iudislinclcineule uu seu
,12; Nao foram os padres, que instituirn) o Sa-
cramento du matrimonio, mas o mesmo Jess Chris-
lo, que oelerou a esta sublime diguidade.
(l;t) Paul, Ueb. cap. 13 V s
1 i Espirito das leis, liv. 19 cap. 1>.
15J Etuil. lom. J, pag. 110.
sa e tyranniea essa disposiro do cdigo civil ran-1 rosolrcodo-se na grande neresia da pocao ra-
''. que obrig.-i a niulher a rirer em nina unin cionalisno. Einlim a iosensibilidade ou negligeii-
coutraria .i sua religio e ,i sua conscienca, nao! ca dos pas de familia em alguns estados proies-
posso prescindir do sufTrago de um modernissino I lantessobre o'baptisno de seos Ulhos chogou a Ul
escriplor, medico insigne que, examinando no seu poni que, segundo refere o abbade de l.ainmei ,i-
tralado especial de hygiene da familia as suas re- era alguna liarte d is suas obras, fui preciso que
lacees com o matrimonio no physico e no moral. | ulerviesse a autoridade publica para obriga-lns a
rende uma brilliaute liomenagom indissolubili
dade e santidade do mesmo matrimonio. 18] Ba-
t escripia no tundo do coracio huniano, diz o l)r-
l-'rancis llevay, que a religio. deve inlervir no ma.
trmonio ; tal (o o senlimenlo da humanidade por
toda parle e sempre ; c esle ao mesmo lempo o
rilo da conscienca e o voto da nalureza. I) ho-
cumprir esle sagrado devor. Os proprios Anglica-
nos nao escapam suspeita de iguaes erros, ou
pelo menos de ndifferenca acerca da recepeo do
baplismo, tanto mais quanlo, anda nao ha muilo,
a ranilla da Gr-Brelanha, como chele supremo da
igreja cjlabclecda, prouuiiciou que se nao deve
considerar como necessaroo Dogma da regenera,-o
nem, que recusa a interrencao da religio na sua I polo baplismo ; ;2I] e o celebre' Nwema Dr. da
allianca cora a mullier, u homem que uo permute Unirersidade dc Oxford, convertido aocatholicismo
sta lerna ni.ii assenlar-se no foco domestico para
velar na santidade do tlamo nupcial, se enlloca fu-
ra da le i-iiininoin, e por coiiscguiule elle se re-
rolta contra a natureza, elle perde seus direilos
diguidade de liomeni, e se torna seinelliaute ao
brillo En oulro lugar elle se exprine ainda mais
claranente. Cunpre nao descoohecc-lo ; o iule-
resse cirilisador, moral e sanitario da humanidade
reclama da parte das C i- <- das nslituicoes tudo o
qoe pode favorecer a inviolablidade d i matri-
monio, Iutlo o que deve consagrar a sua gran-
deza Como hygienista, o como medico, us ap-
ploudimos de toda llOSSa alma os votos formados
por um i-loquenle orador, um antigo presidente das
nossas assenbleas parlancntares, incaute con-
cordancia uas leis ciris com as nslituicoes reli-
giosas.Cusla-me a ronfessar, diz u Sr. Saiisel,
que i- a lei (ra.....za, a le do poro o mais justa-
mente orgulhoso da sua civilisacao delicada, a le
do paiz christianissimo, que desconhece is Iradic-
cc- du Direilo das lenles, adoptadas mesmo pelo
paganismo, e rebaixa o matrimonio ao nivel dos
mais vulgares contratos, que o capricho mprorisa,
e que a inconstancia destroe. n homem ah oceupa
o lugar de Heos,,- ,, banca do magistrado substilue
o altar do padre, luedgoeut h lei que reduzo
matrimonio a um contrata civil dispensa-s de
lieos, e sacrifica as eonscieneias. Depois das pala-
na- do oUical .1-1 estado civil, repula se consagra-
d.....natrimonia e se a joven .- Unida irgom os-
,lt; Rohrbachcr, tom. ^s, pag. ItiT.
ITi Jamaulem uungmim Tridtntini Vatru illa
i.iii.i,- roto co iiiii.: I a dixissenl, et declarassenl,
ni'i eredtisstnt, i tra Sacramenta: uti
enim pepeudil llei'ttintiim.< cit. c.1/1. 7 iapitnlissi-
misillis Patribu nolum tral, a mcrii canonibus,
quibutsuum loqutndi modum conformaste*stpra-
timeiitlutn. ta ttiniuut matrimonia dici cera ae
rata, quw non. solum snnl contractas civiles, sed
etiam sacramenta religionis. I> Synod. lia
ti H>. 13 n. 5.
(18) Pag. 147, 151 c 152.
li
nao heeitou em asseverar, que Imjc melado da In-
glaterra nao era baplisada. [2\ Eu ouso dizer islo,
senliores, apiado na autoridade de varios eserip-
lores. i- sem a menor ntenrio de offender essa
grande e poderosa nacao. constante alliada do nos-
so paiz, e por suas iustiliiices polticas e amor da
liberdadecredora da adniracaodo Universo ; mas
porque me cuinpria justificar o procedimento da
Igreja Calholica, mostrando a conveniencia ou ne-
cessidade da clausula imposta ao conjuge hertico,
de fazer baplisar seus lilhos segundo o rilo ealho-
lico, e desvanecer ao mesmo lempo a aecusacao
injusta que mais de uma vez se ha feln conlr a
ortica observada en Boma, o em loda a igreja, de
baplisar condicooalmente os protestantes que ab-
jurara sene erros, vista das bens fundadas duvi-
das sobre a validado do sen baplismo.
I'erdoai-nip. augustos edignissimossenliores, s,-
aboso da vossa paciencia, mas parece-meinilispen-
sarel di/ei-vos ainda duas palavras acerca do ma-
trimonio oonlr.iliido pelos pioli sl.lules entre si.q i,-
6 o artiga menos difficil da proposta. Supponho
nao vos ser desconhecdo que, conforme a legisla-
10 cannica, fundada uo espirito du Concilio iri-
dentino, as Constitnicoes Apostlicas, mrmenle
nadoSS. Padr>> Henlo XIVJfolrimoHfa de 9 de
novel,,iiio de 1711 coucei-neiiie aos matrimonios dos
hereges dos estados confederados da Hollanda e da
Blgica, la carta do ss. Paoro Pi vil ao impe-
rador Napolca i sobre ., annnllaco do malrimuuiu
contrahido por seu inuo Jeronyno com uma jo-
ron protestante dos Estados Unidos, sao invlidos
os casamentos celebrados, sem a- formas prescrp-
ti pelo mesmo Concillo nos paizes onde elle Coi pu-
l'.i luslituices de historia ecelesiastica por Cla-
ro \ a-eolli i ,,p. ii' 5 23.
fl Miiiiei na sua magnifica obra intitulada i
Symliulica Ton. 'J. p il'. 241.
[21 Rupert das leis ciris coneernenles ao casa-
m, i./ /- dos christaospag, 68
(22i Estudos da doulrina cstholca no Concilio de
I rento por NaUpOU, na OtrodUOCO pag. 2i
ILEGVEL
X.


Diario de Pernambuco Sexta feira 12 de Agosto de 1859.
hlicado, uma vez que nao inlervenha dispensa ou prujeclo de lei obr
approvacao da Sania Su; sendo incontestavel quoIapresenlado .i- cmaras
oa dissidenles, pelo laclo da sua separarlo da uui-i Nossos keitons cstari
dade catholica, nao deixam do aer subditos da igra- jeclu do governo, une
ja, bem que refractarios, e por conseguiuic wjeitoa mas de nossa ee as pn
i- dispostQdes do -riendo Concilio nos lugares, lual, achou logo no seicj das
niele foram promulgadas Na citada caria o gran- toda a imprensa a mai
de Poiilince Pi II so expresan uua seguiutes ler- Si o d i ilo um teslomunl
neis pois sobre o impedimento da claudesli-
nidade, on da ausencia do parncbu, que ns temos
dirigido IIOSSIS medilares. Este impedimento vem
dn Concilio do Tiente. ; masa disposion do m
ino Concilio nao tem lujar seno nos paizis onde o
^seu famoso decreto Cap. 1. Ses. -i da reformaeo
do matrimonio fox publicado, e mesmo ueste cano
ille nao tem lugar seno a respeito da- /tittoas,
para as quaet -< puWiioic E todo esse-iiocbulu-
minoso, dcsetivolveoao com clareza e precisan esla
na, responde exheboraoleiaente i objeecio,
queja se tem (ello,de que a disposicau dessede
creto n.ioc local on territorial, rumo alias se col-
lige das ultimas patarras dispositivas du mesmo de-
creto. Foi osla inesina doiiliina cine 0 Sr. hispo
conde capellao-mr expendeu no ulfcio dirigido ao
vice-presidonte da provinrado lii" de Janeiro, com
dala mu casamento mixto celebrado na colonia de IV-
iropolis, e a couliriuoii depois inui claramente nos
snis rlrlilrnlns de dil'elln ecclesiaslico. tu Cito
'"ni prefereneia o saino prelado, porque felizmen-
te o defensor da penosla Ibe consagra o respeilo,
que ustanienie merece.
luda as n ao do governo esl, se me nao da rotonisaco, e o
engao, o meio canonieo e legal de remover ou lirados da liberdad
recer do lllm. Sr. cone
lado pela commissu i
vem mojecio ; a precio?
nes- Florentino Delinques d
' e-.nni.uiie de direito o S
nalincuie os ariigns pot
! grande numero dos jom
a esta peremptona e
opini.in publica do pai/
smenlos civis, e mixtos, seus cuiilicciinonlus jurdicos na defeza de seu
pele m08ter0. Cliente.
lembradiis de que o pro- Itesla vez porm, ue se cticarrcgando da do-
ria profundamente os dog- feza o Sr. Ilr. Feilosa, fui ella entregue as mos do
rogativas do poder espiri- Sr. Borgesda Ponseca que couseguio para sen infe-
i .miaras e em quasi liz cliente a pena de gales perpetuas, salisfazendo
pronunciada reprovaejio. assim as vi>t.is da redaeco do Diario de Pernum-
o eloquente o luminoso pa- bu, o e de sen proprietario de quem alias o mesmo
i l'iulo de Campos, adop- Sr. Burees se confessa amigo mullo obrigado, e at
carregada de c\aminar o correligionario. Pobre Pedro Celestino, em quo
obra do Sr. Dr. Braz mitos Metes cabir I
Souza ; o opsculo do Consta-nos porm que o mo resultado da cau-
. Pedro de Calasans, e ti- sa foi em grande parle deudo ao sen patrono que
icados a esto respeito por (apo/ar de se Uaver proclamado no mesmo Diario,
es do imperio. infinitamente superior ao Sr. Ilr. Feilosa) deitou-a
solemne inantestaou da a perder, dei\ando do suslentar a defeza no seu
eio porem anda junlar-se pomo capital, declamando sobre banalidades, e sul-
oquenle e aulorisida do genio tuMarda Igra- lando chutas que provocaran! o riso
i'
ja Brusileira, do Sr
o.i i preseniacan citada
es grai issimos Incont
o esmd lempo attcntali
pe to e das leis e canon
Depois de indo sin
Iransviar a opioio publ
tribuir escriplos de eath
catholicos, a queslo d
ai b.i-se esgolada, e pan
l.i lo a i endemiiai.ii' do
K de eilo. que valer
iv em boje lodos ceses
a caholico romn
ni
I
le de Sania Cruz, o qual,
pe a '"'las as lll/OS palen-
enles dq prujeclo, que ao
in da constiluico do nu-
da Igreja calliolica.
\pi-/.ir dos esbirro- para
fazeildo publicar e des-
alieos, que nada leem de
i a-.iinenl.is civis e millos
e ler irazido como rcsul-
rojeelo.
uindiiiear essa dilliciildade, medanle um renlo de' Santa Cruz Riostra, c
cen a Santa Sr. Um de que ROS protstenlas, que I profunda Ilustrarn, '|
oeste imperio cantrabireni matrimonio cutre si, lanle da colonisaeao, n
9cja applieada a meamadiapenaa da clandesliuidade 11, mada libertado de c
que foca concedida aoa da llollanda e da Blgica, e sa legislador tempoi
posteriormente ana da Pnisaia catholica, onde foi: t" fundamental do unpt
publicado o r.....il n e existe leg.iliuciite eslabeleci-1 de nina diminuta pni
do o i iilto protestante. In -ai que inultos aball.-a-
dos IheologAS enlriidein que asr/es porque osu-
ipontilice Rento \l\ declaron validos os ma-
trimonios dos koreges as provincias da llollanda
i* da Blgica, lem a meama forra em favor de quaes-
quer uniros hereges, e um distes theologos, que
merecen particular benevolencia do mesmo sobe-
i ihe pontfice, nao duvidon aiiirmar que os predi-
nones da igreja calholic
lleeoinmendamos aus
relie, tida da reprsenla-
di Santa r.i u/.
N.i da !l o Sr. Ilr
Sanio Vmaro, da qual
rom n v. Ilr. Hamos, |
ran da nsrls.io do ma\
los lealiiiiionius sao validos ein viilmte da lana queixo de rima ; em un
dispensa daaanta s e uso daigreja. ''i Alm dis- Irmaos, em conseqnenc
- parece um punco repugnante o poderla concur- nin.....aso, e alterara
ntlo que le-
ven a falla de gonerosidade para rom seu intraigo,
ao punto de reiisiira-lu, estando ausriile, per nao
continuar a defender oaccusadu uaquella occasio,
comproinisso esse em que nao entrara u Sr. Dr.
Keilosa para com o infeliz Pedio Celesiino, ruja ab-
snivi'.iii alias oblivera som que dola lbe resuttasse
mieressc algum pecuniario, como n conscienria re-
mordida do niesmo Sr. Borges da Fouseca o obrigou
a declarar petante o tribunal.
Esse Sr. Borges da Fonscca nao se quor desen-
gaar que nesla tena os eharlalcs j uao fazem
irru, que .mpoiijiicia me- fortuna pormaisque encareeam a sua panacea, e
ediros argumeutos du lira- que (i tribunal do jury do llecife nao e romo o que
deduztdos da necessidade passa pelos remlos serloes uu l pela Jacuca
i la tnais lelbes e sabidos, onde um rbula esperto pude anida levantar poei-
rousciencia u Sr. runde ra. >
m a lucidez propria de sua n evnismo com qnn o Sr. Feilosa mente jindig-
n ti. -ni a necessidade na- na alados. Na sesso do jury de sabbado todos m-
n as largue/as da lio pro- r4nn nimn le ocotlejei, e nem era possivel que de
isi 1,-n.i.i | iiilrri.no auiori- nutro modo procedesse; chal......u abonodoque di-
e ordinario a violar o pac- ge o leatemunbo do Sr. lie Ribuiro, quena enlo
io, e a derrogar em uivor promotor, e que perlcuce a redaccau do Liin-rul
de diasdenlos as lea n C-a- l'rnmmlmriino, per ler sen neme ua lisia des uieni-
luns da commissao respectiva.
N'-ni ni dis.se que o Sr Feilosa nao lives-e irre-
bidii iiiulieiro (lela dei'e/a do infeliz Pedrn Celesti-
no, e siui que era provavei, que o priuii'iro advo-
gado livesse assislido ao aecusadocomo eu o fazia,
gt .os. enganci-me porm.
O Sr. pellos,i que nula sua alta itiiporlanria co-
mo advogado, a sua riqueza, defendeu a Pedro Ce-
lestino por "ill.j, cuniuverao es leitmes dnseguillte:
Seve. na rasa de samle de
proprietario de sociedade
alicou a iniporlanle openi-
i lar super or I extirparan do
legro des Sis. i iinlia A
da caria, que llie arriii-
'S teridus mollea da (are
re pai,i mais alienar e indispor os prolestaiitr
contra o catholirismo, a condicao da nsatatencia do
parocl.....aiiuiiieo ans aeuscasaracntos, e oSr. Bou-
iier assevera que, depms do edicto de l.uii \\ i dr
-i Je novembro de IT.sT. que reetituio o estado ci-
vil B08 proleslanles, aeiiiarain os bispos que nao
podiain us palor ni. .issislir a laes cas.inieulos, por-
que de nutra surte ruminiiiiiratiain ruin os beleces
ni i/u i/u.-e preiaiiariam o rilo sacrainonlal. appli-
' indo-0 -i inili nienle. Todava opinando otlros
nao menos abalisadoa theologos e canonistas, que
as dispeosaa i Mieedidaa s referidas proviucias nao
i"idein esiendej-se a oiitrus lugaressem novo juizo
da sama s' queji por v/rs t,n: respondido oeste
s'-ntido a diver-is consultas r o mesmo summo
puntillee Pin Vil a^siui o declaren na sua respOSla
correspondente
A operaran coriei
vesse consideravel bem
nulidad
Assi.sliram a operaran
do Cannn, Pilonga, l'o
de lilil
Boas, I
II Sr. Dr. Juan \l
Andr.ide, reassiiuno
pruinuliiiia desta cidadi
i oiiseqiicnria de una I
bu concedida
I.e-se no Futuro l
CiMtivt. nuii
comecar as operantes n
i felicidade, sem que bou- Carlos Uol
rrbagia, c o doenlc val sem
is Sis. Urs. llamos, Pereira
les, Miguel Felino, Pereira
itgripino, liamti/.io, Valenca, Sanloa, \ illas
i e Firmo
edo Correa de liveira
ile-lionleiii o exercicio du
aoa v iganus geraea de Poitiers em '.' de agosto de drico Forey,
e uasceu
ISJ8, sobretudo quando oa dissidenles se acham
dispersos entre es i atliolii o-, r nao roiisiitiiem so-
cjedades dislinclas a separadas, evidente queom
malaria l&o da icada nao piule um paz eatholi^u
prescindir do concurso do Supremo Cbee da igreja,
ji ti na de evitar tuda a incerteza a prevenir odiosos
Conflictos no raso da roiiversiio de lili) dos ruiijuges .
Em ta.s circumslancias quando Huma falla, eessam nhascm frica d'onde
Indas as din olas e a causosla linda cuu.o /iei- vembro dr l^i. Foi fe
'' c-7. Irihuio i,na ii golpe de
laessao. Augustos a 1 n ^n i.-si (mis S-uliores, as l**51. o que Ihe rendeu
enlr.....ni escola militl
no 1." ligeiro, fez par
leve de guarnn*ao nos I1
rapltae, prissull \fri
por err.i-iao da retirada
laiiliiia. Em 1M0 i oiiiu
rad
gnm cantarada poda recadar algum dinheiro; rom
elleito, i; qii.-iinlii foi dar parle ao lllm. Sr. Dr. Fe-
, o qual havia deixado, em tosa, que u preso ia ao jury pela primeira re levou
ecnea de M) das, que lite riin oenli .'il)> mil reis, que pode lecadar du sen
amigo, e lu absolvido pelo jury e appellado pelo
1 Lisboa o seguinte : juiz para a rolaran, e depois de tres das elle mea-
ste general, a quem COnbe '.....lose Feliz leven um presente, que mise cuiii-
Italia, chaina-se Elias Fre- prava por menos de Irinia mil res, e pela segunda
m Pars em iMli. I ni IB22 vez foi dar parle que a relarau linba mandado a uu-
I- de SI. I.vr. Tul instructor vo jury para verse poda deiender nutra ve, res-
la expedirn de Argel, ees-1 pondeu que nao poda, porque eslava doeule e
, renens at I8*t>. Nnineadu milito oecitpado. Jos Fehx da Cruz vendo este dea-
dialinguio-ae em Medeab pacho veio aos pea do lllm. Sr, Dr. Antonio Borges
du primeiro rene de l'.ons- da Fonseca pedir a sua prolerrao para defender sen
primo, n qual pruiuplau.cnlc Strvio de sua boa \ un -
honra. K general de di
de 1852. A arma de iui;
v ros pelas insperres i
meiobro do Comit
'ion a reserva du exere
algum lempo as [ni
i
iili-ervarues i|ue tenlio a honra de snbmeiler mu
i'speiliisamenli vossa consideraran, monos con-
liado nas niiiinas proprias lonas j per dentis aba-
tidas pelo paaodoa annoa, que nos (ominnos pen-
samentos dos ascnplotea, que chamei em nteu au-
xilio, e de niilios milites que se erruparan diste
assumpto. \ qneslao sobremodo importante edi- basiopool. Em IsT ion
gnadeaag serio estudo e madura reflaxo. Nada divisaodo exerrito d
menos sellada que de urna inslituUeo Divina que, grande olflrial da legii
comoji penderei. uaoafl limita s6ao bem do indi- tubrodel834. Kumdc
vtduo, mas eucerr.i OS destn,,- ,la familia o da su- orruirenrias.Campen
riedade. Al^ueiii di.-se que ere ulna simples ques- Cimiim i ii.wi.ii.ii
lan de dntuilina : uias al estn as deinires dog- presidente do ministeri
malicat du Sagrado Concilio frideiitino, us orculos 'ano e fllho do Ilustre
ibis soberanos pontfices o o juizo de nido o episco-
Tera Til anuos e
pado catholico que altamente profestam contra es- ade, nao s de Kapolet
sa asserco. K n disciplina da igreja, senhores, in- u driiienslrou em 1- s
liuiaineiile ritiiuexa com a rniistituirau e goverun dounto nionarrtia Frrii
da igreja, une o seu Divino Fundador conlioii, nao
.ios principes e magistrados do seclo, mas aos
pastures, ,i,i potuU Bpiteopot rtqlTt Eceletiam
/'", oslara por untura subordinada ao arbitrio do
poder temporal para altera-la e revnga-lasempreque
Un- aprouvet, sem nenliuma inlen nn ando poder es-
piritual? Sao, dn cortil ; e sem prodll/.ir equi a au-
tuinladej nulr'ora por mira citada,do grande Bos-
surl, quaudndil, que ildireltii que lem a jgrja de
regularon rariara disciplina euma rerdade que
pi i trille a le, euiboia sej.i ella elll si mesilla sus-
ceptivel dr mudenca; ponlra anda
lia. que luda ella se acl
ou Messiua pur esparo
enlroii por as-alto naq
Teria felO o mesmo el
sriii us almiraules de P
depnis. tellilu rolllrrad
general Pilangieri pai
rujo mando supremo
Pilangieri (oi semp
seu rival, u gonoral Cu
mais venera- i \ ida -e deu por patri
" qoaj do .....noiiai |.....liflce Pi VI porque caberas melhor
i iam-se do seu auxilii
| lando escre elido aos blSUoS da assembla f.iaiirr-
-i em I" de mareo de 17!>1, pronunclou qua o dis-
ciplina da igreja nao podtqaandocuniqutt uec u
uuocHmque rariaii, sed o tola EceUxiaoto l'oies-
lale ; eu S invorarei 0 tesiemiinlni de um aunr
que a ningnem podo ser snspelo, e famoso Depradl
manduque dUcxpliuu universal da igreja ex-
tujdfixaaa. etvcariavel, como o mesmo Dogma.
As Iris disciplinares san como as ulnas exterioras,
e o antemural da cidadeUa da f a os abaloa ou os
golpes que ellas snilretii veeni mais cedo on mais
tude refleclir sobra esta, ou, para servir-me -ta
lingnagem drst,-s lempos, ellas sao como as Iris
regulamentares la constituiOeo da igreja qne s po-
ii.'Ui emanar di Soberana AInridada, interprete e
guarda do deposito de meama Divina constituirn
Sem diiMila i i ni a. rainaias legislativas, liem u
governo imperial deaeonheoem esta rerdade a nao
pimas provaa bao dado do seo resprilos de-
cisea da igreja o desejes de manlor amaiper-
na harmona com o Augusto Chele dn cathoiicis-
ino ; esluii mesmo convencido de que o projecto
que vai disiiitit-se, foi elaborado com as melhores
inli-iii bes porque lenlio a fortuna de rnnberer e
apreciar o nobre carcter dos dignos membrosdo
gabinete que o apreaenlou ; comprehendo em lim,
qu porum lado a necessidade de remover oz obs-
lariilus qoe poilem dillicullar a colonisa
itiilroalguna escndalos ou abusos,que tem occor-
i.'i" na admiiii.irai ,u do Sacramento do matrimo-
nio inspirarais a medida da proposla; mas a face
I i- razos que acabo de expender e deoulra-1 que
ros deven sugerir as lusas que lauto distingue o par-
l.iniriiiu brasileiro, eu eulendia qiiantu ao primeiro
motivo que-e i ludisponsavel a entigreci da ro-
lonosque nao ptulessam O catholicismo se podia
liuiiicr a esirs adisDoaieo da proposta relativa-
mente aoss.ns casamentes, substilumdo peto que
respe)la ans calamentos jnixlos, a legislaran e a
praiira al agom observadas, medanle a feliz ron-
i nidia entre as leis cannicas a civis, e quanlo no
segundo, que nn mi onlro fado irregular, um ou
nutro desvio que por vates se i"m rommcttidn nos
propijoscasaiie.'ntos dniealliolicos eque nenhiiiiia
b.i por mais providanle quelosse poderia prevenir
ou acaulelar aobrelndo nesta poca nn que se acha
lio eulraqiieriilo o principio da auloridade nao bes-
la para justificar uma tan profunda alteracao de
as e hbitos religiosos incarnadns por assim
ili/'i, nos aoslumes da nossa popularao. Os acon-
t" imeuios que ha alios liveram lu^ar por igual
causa na Prureia, e recenlemeiile no Pie monte
romprovam a verdade dosla asserrao.
A igreja, senlinrcs, a ludo o imperio, na geral
ani iedade que lia eictado esta grande, queslo,
aguardan da vo.-sa sabedoria nina soloco digna
- dos representantes de um dos povos mais religiosos
do mundo, e qoe longe de allrouxar o sagrado iaco
do matrimonio lerinado pela mao de Dos, nlleseja
elevado cima das ideias terrenas, e rodeado da
veneiario e pureza sem macula, que inspiran ana
in e carcter celesle llonorabile connu-
Inain Mtaamius attaonu immaculalusSaira-
memtum hoe manguui in Christo et in Eecltsia.
Balda l de maio de l59.
Aruebispo, Conde de Sania Crn:.
ISO. Em 18-18, O aula
us don. generaos rheg
langieri ofTereceu a su
desde enlo,dcclarou-
luciouario. Apenas os
lo em Casera ao defui
Francisco II, cliamou a
neral Pilangieri, que n
migo declarado da dea
" K preciso adverlii
seuia em aples mui
'. ludu menos a revi
Correspondencia aulo
crrenle para o runsuil
.No dia 11 dn mrsmi
Uorlatidade do
Faustino, pardo, escra
perniciosa.
.lun, piel,,, i -riavo.Tl
li".-,i M.ui,i Aleandrina
plhlisiea.
Mara, prela, esrrava,
Alaria da Suledade, pa
dropesia.
Antonio da Costa, pro
fio e por j Hospital de cari
2 mulbeies nacional
homens escravos, Iota
Sa lolalidale dos di i
sendii s mulheres e I
Foram visitadas as
Pinto s 7 horas da m
:l(l miniit os lunas da infi
lunas da tarde de liun
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
So dia 9 do correle pelas" horas pouco mais
00 menos algnns cadetes do 9. balallio de inl'an-
taria em numero dr 1, acompanhados de alguna
soldados disfari ados dirigiani-se ao corredor do
Hispo e quizerem a forra entrar na casa do eslu-
danle da faculdada de direito Olimpio Manoel dos
Santos Vital. Keuniram-se muilos csliidanles, e
quasi que urna lula se liava, se algiiinas peasoaa
consideradas nao livessem conseguido applacar OS
nimos de laes cadetes, fazendo-os retirar para suas
rasas.
O Sr. Dr. chefede policia leudo noticia desse tacto
Iratoo logo de syndicar delle, para que nao se re-
petisse, como se suspeilava, olliciou ao Exm. coui-
mandante das armas, e lioulem a noite mandn
urna forle palrulha commandada por um official ron-
dar n'aquella fregiuvia.
- Foi concedida a exoneraco pedida pele l-
enle Francisco de Assis Guimaries, du cargo de
subdelegado do Altinho, e. sublituido por Joaquiut
Pereira da Silva Duro.
Foi nomnadu primeiro supplenle du subdele-
gado do districto do Cabrob, Francisco Lopes de
llarros e Silva.
No dia H db correte foram capturados noeu-
genho 11.- Bracos, do termo da Escada, pelo dele-
de Serinli.ieni Domingos Comes condonando
a gales perpetuas pelo jury de l'esqueira, e que se
havia evadido da cadeia do Brejo, Januario de tal,
e Uaiimiano de mi, criminosos de morios.
Puiam recoliudOS a rasa de detentan no dia
10, do correle 3 mulheres : 1 esrrava, e 2 liares;
1 a ordem do i ib'delegado de Sanio Antonio, e 2 do
subdelegado de Sao Jos,
Damos boje puplicidade a represenlaco do
i v i IIiiiIissiiiiii e rrveiendissimo Sr. ronde de San-
ta Cruz, arcebispo da Baha e metropolita do Brasil,
dirigida assembla geral legislativa, coulra o
cas,009 iiirus amigos Motaos, Antonio Allonso, contraiaram com a companbia, foi om consequen-
lleriiardo e Joo Paulu. I cia da piomessa soleiinie do seu auiiiinclu, islo ,
Assim per lano, su a falalidade, o que Dos nao que o registro era sonto de pagameulo; consta po-
110--0- assignanlesa leitura
io do Sr. arcebispo conde
permita mais, levar Pcriianibuco a o 11 lia revoluco,
nao entre nella o Sr. Feilosa, a guaes IraGcanles
polticos ; pulque se eu l estiver, romo necess.iria-
iiienle Ibes serei superior, os farol fuzilar a primei-
ra tratantice ou cuvardia que praliquem.
IiquL'iii assim entendidos.
Dr. Antonio llorges da Fonitca
I liinii .1 de Manta Isabel,
AIXlll Mil. IIKRMA.N.N.
Oa jornai's desta capital lem referido muitas dio-
brurdi pralcadas, nao s neste como em oulros
pai/es por Mr. Hermano, odiaba depalelotcha-
peo redondo, como espirituosa mente o chama um
rnininniiicaiile du Diario de buje, que cesluiiia b'r
os jornaes do Rio da Piala, em alguna dos quacs
tambem achain-se historietas dialiolicas que fazt-m
andar inda a caneca do loilor. Has ninguem nar-
ruii a melhor, a mais tina, a mais diablica que
Mr. Ilermanii lem lei I o entre mis. i; preciso pre-
benelier essa lariina dn jornalsmo.
i.iiiaudo aqu chegou esse grande autor de dia-
lauras que Itoje anda ua ra seguido ntlo novo,
c propoz-se dar espectculos nn salo do Saxt
|s\mi, algunia dilliculdade ouohjeccoapparereu;
i por que oslando o ihealro enlreguc no empresario
da companbia dramtica, uo se podia obrigar a
1-ir ad-lu a quem quer que fosse, sr isio Ihe nao
approuvnssc, 011 nao acarrelassc algum proveilo.
I is pn- de repente espallia-sc que Mr. Hermana
pretenda dardous beneficios aos ealabelecimcnlos
de caridade..... e romo que por encanto ou elleito
dr mu poder mgico ludu foi lanlidade !
\--rgurava-se, paren- que i-so verdade, que a
s 1 ve. o Sr. vtre-prrsideuln da provincia, havia
Mr. II, iin.iiiii ritn promessa, ou oltcrta desses be-
nelirius.
(i caso que-as chaves do thealro inmediata c
gratuitamente pas-.araiu das inos do Sr. ermann
para as de rximiii prcslidigilador, que cun arles i>
idiabrura* e niagiiolismos, foi logo tratando de ele-
\.ii us precos dos camarotes, duplicando os do pla-
lea r eadeiros, e niuguem lbe nppoz a muuor ob-
Ijeecio
rem, que a rompanhia anicra cuitar o gaz aquel-
b s individuos, que Ihe ii.in pagarem o regislro.
Se laes aloraras se i ral isai rin n qur diividamus,
porque nao eremos que us senhores gerentes nao
lenbam o bom senso preciso para aquilatar a sua
sem razan) lereluu> de ver os execuloies povoar a
casa de delenro como violadores da pnquirdade
albeia.
A enmpanhia obrigou-se, ( palavra sacramonfal
du 1 onlraloi a fornecer >az aos particulares; nao
Ibes faz favor, e um dever que conlrahio ; 11111,1 vea
r-lahelecido o aiqiarelbo rom Indas as suas depen-
dencias, deixou de ser propriedade da rompanhia,
a qual s lem direito de ruinar o consumo, segundo
o a rro ft" contrato.
No caso de duvida lemos Iribunaes, onde podem
ser conduzidoa os refractarios, sr oshouver, uu-en-
1,1..... arbitros, comoresi a ultima condicao dusou
contrato.
Mas, cortar o gaz seria uma violencia. 11111 insul-
to, que pode ser renellidu pela foit;a, e os pacientes
auxiliados pela polica, UU pleno goso de seos direi-
to-, podero arrastrar aos juizes criminaes tes da companbia que a lano se alreverem.
Veste estado, Sis. redactores, se acha a queslo
do gaz, r o sr. angeliheiru fiscal du governo de
bracos cruzados......
fia ronsuniidores de gaz.
Sr redactores.. verdade que em das do me/
prximo passado iuraiu presos e [lusius ,i dispesi-
! cao desta delogacia da Escada, que como Bupplen-
I le axcrcia, qualro individuos suspeilus porfolio de
ca val los, ans quaes pondo ein averigiiaro, smen-
te um reconheci -n criminosu, cuju processoaquj
1 existo, pelo que ficou recluzo ua cadeia dcsla villa,
mandan,lu por em libridade us uniros tres que,
sem culpa formada, nao leudo sido preso., em lia-
orante, e demais leudo ji decorrido oprazolegal,
11.10 p.1 lia reli'-lus na pn-u, lauto mais sem par-
, licipacu de pe.ssoa alguma para tratar de pru.es-
ISO, como raliiiiiuinsainriiie pretende O .nitor do
; i-ummiiiiicadii no seu Mario u. 16.1, que docorlo
1 bem parece daquelles que som criterio algum, nao I
Aill los siihulos no mrsmo da.
Rio do Janeirobarca americana Harta, capilau
W. A. Stniitli, em lastro.
'ar litigue escuna brasileiro fraeiota, capitn
Joo Jos de Souza, carga asMicar c mais g-
neros.
Rio de Janeirobarra americana Cordelia, capitn
Tbuin.'i/ W. Sbecr, mi 1,i-tro.
OBSERVACOKS HETEOROLOUIl
ni v 11 ni: vi.nsro.
AS.
0 da m
9 >
1 2 dia
da 1.
-
c
1 0 * 4



^ 5 c
-------- ---- --------
-iimulus Sil \w-a.
llrrus s
jimuliis ssi:
1: Bou.
TKIlH'iMI 1K0
23.8
24.4
Ji.11
2f.(
19.1
19.5
211.11
19
7K
II'. 1
mm
, 5
758.8
759
759.5
7.VJ
A noite nublada e Cliuvosa, vento S, veio
terral ;iun amanheceu.
iib-n v aiuiiu du arsenal de marinha II de
de lb.VJ.
\ II i.l- J| Mol!
para o
agosto
Editaos.
.Jos Fel do Cruz, primo do infeliz Pedrn .,-. ,.,,,, comer a aarespectaculus.com
V -1"1" ?.....I Si,va- "'"-Obi por ler em sua o,,|,.. encbenlcs o dinheiro corre-lliu para a al;;,-
drl",a assassinado no raes du Capibar.be ., allemao [.,, ,, dmiracao, o pasmo, u enlhusiasmo de lo-
', vendo ua circumslanria de seupn-(da esla ridade iaiiifeslam-se pelas cem tubas da
<"""......r moto algum. foi dos ps do lllm. sr. mprensa, e o poro arae a Mr. Ilermanu, pelas
or- .....-' pedir se poda defender o seu pumo, el- ,, 1 ,, grail(ie ,.,,,i,d"i esl conteuti
Ir prnmpiaiuciiie aceitou o pedido, e fez enlo a ea- int, lllt> nadadiz
prrularu da citt'iinislaiicia du preso, disse que elle ; j. us beuolicios *
''' I."'1'"'' 'I'"' BUti.....fto poda panar a oio/a, que N,-, ^. |L.||01. .,, ,.;, ,|s a|nul|.los
era lao pouro qm* romia a cuU di ca, sini su 1- un Diaria
l'ntli-iM nao, su Iodos j;i cslavara niagnetisaos, J ("'J11'" dt' voiiluroi pro^oi^ iuexacla coulra
s viiini ,is cousas (m'I.i li-iiii- u' diorama, qu
prsenla cores lao botillas......
Mr. Keruianii comer dar espectculo
1 endientes o dinheiro corre-lhu para
.1 adipiraco, o pasiuo, i> enlhusiasmo
M Ulf-
i|iH'in ipicr i|ue seja,
l'ivsuniiiulo ser pontual no cuniprmenlo de mi-
rillas altribuires como empregado publico, uao li-
nio qm1 me oflndam m Incas iiu sr. aucapoiado,
quem d**snjaria ver descoliorto.
Recite, 5 de agosto de 59.
Sutoadordoi Santos MotUlro Cat&tcttti,
TI1EATH0
DE
Santa Isabel.
lii-aiiilc espectculo innjiro c Itciro em
1.3 agosto de 1S:.K
Pela ultima tez comparecer Mr. Ilermanu pe-
ranle 11 respuilavi'l publico desta pioviiiria para
execular dinerenles de seos admiravela joajos de
mama e pmlidigilacoea em obsequio ans cantores
I.. Tnrrirelli e sua solibora C. I'atresj iurrirelli, Co-
sar Gianelli e sua aentwra 1' Uianelli; assim como
i essa a ullima vez que oa meamos cantores espe-
ran] comparecer peranln us pernambueauos, do
ruja linspilalidailr e benigno arnlbinientu -empit
concerraro imniorrcdora lembranca.
P I! OGR A M M A.
PRIMEIRA PARTE.
I alalina da opera Kbmm-I IIYVM INVOI.AMI ,
pela Sra. E. Palresi Torricelli.
I.iandr cavatina de \ un ,uonosuii IVHilTHi
L SKI I.IIH, pcln Sr. i.i.uirlli.
Une.....le Mi un e11.11.1iADI PARE A MU BELL
lliiui:, pelas Sras. i. Paire e P. Gianelli.
si.1.1 Ma PARTE.
Mr. Ilermanu execular diversos e muio nteres
sanies jugos do magia e preatidigilaRdes.
TERCF.IRA PART
Cavatina da oprra BanaEino ni:
VOl 1 POCO P.pela Sra. P. Uianel
Romance I'.hmmIPBLIGE e
pelo Sr. tilanelli.
Grande ana linal da opera Sino
MUI 01 AL JO l.'AMAl, pelas Stas.
nrrlli.
II resiodos billieles esta desde j venda no es-
criplorio du Iheatro.
I'rinripiai s 8 horas 1 '2.
Sk 11.111I 'NA
II.
n: i.KEiiRvi.
1- L' AMA At:-
l'ainsi Tor-
llr. Ilermanu dar buje 10 docorrente, nn be-
nelicio ao hospital de caridade, de hicihi como
hospital porluguez, corrodo naturalmente as dea-
pesas por COIIla des betieliciados !
Admiran-I toar, suiprebndenle mgica, Slipe-
.ilidava um batalbn de ca-
rea a p e nrssa qupdldade foi quatm rampa-
ulttiu coronel em I de no-
to general em ISs a con-
tado de 2 de de/.enibro de
a eommenda da legio de
iso desde 2i de de/emliru
nlaria deve-lhe grandesser-
ue lbe Itv. na qnalidade de
skiperior. Km 1854 eomman-
0 do oriente e mesmo pur
osladas em frente de Se-
111 o eommando da primeira
Paiis. O general rorey
Je honra desde 1 de nu-
ife fnlurus marecbaes, sahas
,/o Vou.ja.
( irlos Pilangieri, noo
de l'ian isru II, r napuli-
ulorda ciencia da legisla-
0 general de maior capaci-
maa de inda a Italia, como
luando foi encarregado pele
lldn II d.' pariliear a Siri-
ava sublevada, llumbnrdi'-
le qualro das, e ao quinlo
elle baluarte da revoluco.
Palermo, nenio intervies-
ranra e luglalerra, que pedi-
ram e obliveran um ai nisliriu. Porem, SOIS me/es
de novo as hostilidades, 0
llcou rpidamente a ilha,
leve.
e em polili a u rniilrario do
Ihei me Pepe, qur era tuda
ta exagerado, e nada mais,
irgausadas que a sua ser-
en favor do revoluco de
unisino 1 a rn alidade eulre
1 au "i cumulo. t:,irlns i-'i-
espada ao re defunlo, o
francamente contra revo-
nrdirns I iiliain rmbalsania-
tu mouarcha, aeo lllho, buje
curie immodialamenlc o ge-
absolutista, seno o iui-
agogi e da revoluco.
pir buje Pilangieri repre-
a parle da olilica loiy, isto
lucio e o bonaparlism.
aplut
Matadouro publf o.Matatam-.-e ne dia 10 do
1 desta cidade lli re/.es.
49.
I a 11 :
O, sulleir I, l'.l alios, feble
11.o mesmo a dos celebres relogins qur meltidos na I Paroce. '',"! s''h."10 u" ll'.'.,h' P"
borra de niii.i pistola, r di-pai ,ula esla, foram adia-
das nos bolsos de seusdonosl '
Ahi, porm, nao leon a philanlropia du artista,
nem a delicadeza e cavalleirtsmo do eslrangeira
I que recebe lao boa hospitalidade. v se.....ib,una
i do que fa/.eui os Insistas e vnidrlhucs de pequea
reputarn ruin us freguezes caloteiros, Mr. Hermann
SrnUores redactare.(juando, na semana pas-
sada em minlia currespoudencia, e\pu/. au publico
um arunleriuiiiilo paasado na estrada de ierro, nu
peusei que, u minio cunliecidu bacliarel AJTonsn de
Albiiquerqiir sahisse de seus limites, e nlroduziase
negocios particulares n'uutros totalmenle diversos,
Nu me admira de iieuliuina forma 11 Sr. Alfonso
assim la/.rr, porque .sel boje ein dia perl'eilanienle
pie elle nu e molino do que Sprer, e coniu elle
villa du Cabo,
pur au lbe ir bem por l
Seilhor Allonso mal sabe que eslOU a par du que
se passini ruin elle lia quilize aiuiu- ; iiaquelle tem
pn era eu ua verdade criauca, porm uniros nu o
eiam, segundo a urdetu das cousas. Sr. Alonso
n.....bendo de mim bom Iralamenlo quiz me e.n\u-
valiiar. mas siiupunho que bo por elle nu saber que
erv
lade. o qual nu Ihe pode ollerecer um leal pur nu
ler na ocrasiu. Ucciie* de agosto de lS'J.
Jote Flix da Cruz.
1 si reeouhecido.)
J se ve pois a lealdadc com que trocede o Sr.
1 riinsa. fazendo publicar qur defender por carida-
de, quando defender por 50#.
a defeza doSr. Feilosa aaaeninu em ser licito o
uial.ir-se um estrangeiro quando nos oliendo, e nao
sendo para mim esla dnilrina assim elstica, e nem
iisaudo en mentir na Iribiitia juduiaria, e menos lian
pedlndo nunca .10 jiilgador uma decisn, e sendo
eu torrado pela lei a |itsiilirar us raquisilos requeri-
dos para dar-se o raso de legitima defeza, nao leu-
do proras nao podia pre alerer-ine dola, e prociirei
defender mea cliente com a disposicau do arl 101
t. du COd. crim.
A causa de nu 80 aprovcilar a defeza dn Sr. Fei-
losa fui ou sua malicia, ou sua ignorancia. Luln
levo elle dnas lesteiiiiinbas para prorar como lina
redro Celestinoeggmdide, e cum'prindo-llie reque-
rer que ae rsrrevrssu seus depoimeiilns, puis que
devera contar rom a appt'llaro, deilou de o fazer,
resultando dahiquea lilla do i.ies derlaraces es-
criptas luis autos a relarau inanduu proceder nu-
vo iolgameulo.
Porm a a usa loi pur mim vencida.
Quando depoia de lao exlraordinariaa prevenroes
Uvesae eu obtidu somonte us votos a favor, isto
j era niiiitu. norm n documento que segu mus-
ir rumo obtive votos, eque s, por um descui-
do e pur urna perniciosa inlllgencia da lei deixou
de -'! segunda vez absolvido Pedro Celestino.
I;.is o ducumeulo :
lllm. Sr. Ilr. juiz de direito. Pedro Celesllnn
Magno da Silva, requer a \ S. se sirva mandar .10
jurado .In 1 l.uizda Silva l.eiria declare qual [oi 0
motivo de sua duvida a respeito de aun volaeo e
assignalura as respuslasdos quesitos.E II. Mr.
advogado,
Ilr. Antonio llnrtjes daFoiuutca.
Passe qiiciciidn a derlaraco requerida. Recite, na
sala do juiv, ti Je agosto.
/;. I/, da C. Doria,
Km virtude du despacho supra. declaro, que pro-
eedeinlo-se a volarn dus quesilus, o lenilo elll vista
a acensaran que cnnlinba, alm do fado principal,
deas rircumatauciasaggravanles, e depuis os artigos
votando ao tercoiro quesilo, pensei ser
chama'pelosjornaesaquellesque tomaram biliiei'es: !'*'' l'^''111'^" esiuniual com u fallecido Juaquim
1.111/ de Mello I,arinca, que em un da feliz parece
Sr. Alliuiso, ai rastou-u da porta da matriz de Sanio
Antonio do llecife para sua rasa. Sr. Ail011.su srve-
me disto, porque nu e.-tnii s em campo, pois ja-
mis pretend servir-mu do laes aunas, neaeio que
son na sociedade.
MiiiUi nubir Si. Alluiisu. veiu-uie aus ouvidos que
Sinc. eslava insligaodn Spyer a me chamar a res-
ponsabilidad!! pur eu US-lo chamado ein minha cur-
responileiuia alein de" unirs colisas rumediaiiie ;
-' assim u digo-lhe que foi porque Smc. nu com-
pielietideil-a, pui'|uanlo o que digo 11,1 mesilla [oi
por uncir delle Spyer e de oulras pessoas dignas
de criterio, e Smc. como Iliterata deve saber que u
anliurisiuu VOX pnpnlt, cor Di-i e as mais das ve-
tes acertadamente ditu, e principalmente neste
caso.
Smc, Sr. AfTonsu pergunla-me em seu commu-
uicadn II qual a razio de nao lbe terrespondidoa
arguijoes de seu produelo 1 : Ihe rosoouderei que
a razao foi porque considerei c considero seus es-
cripias com indignos de ser respondidos.
lio exposto, senhores redactores, vi-se qur es-
tmi, nu eslava antes com Sr. Alfunse. Iluje em dia
nu tlevn a es-e liumeiii ubrigaru alguma porque
elle publcou nina que pretenda derer-lhe. \. es-
ta ser a minha ullima, pois que uao nasei par ser
criado de e.. ,
Villa do Cabo 10 de aposto de 1859.
". de Almeida Sobredi (turnio.
Publicaces a pedido.
Continuara a estar em praca peranie acamara
municipal dista cidade, nnsdias 11, l e ldueor-
renlu, as rendas aeguinlea da mesnia cmara, que
nao [iiiam buje arrematadas, menoa aa ribeiras do
peixe da (reguezia de s. .los, t a ribeira da Boa-
Visla, qur 11,111 nn piara, caziiilia pur cazinba, nos
dias quefbrem minunciadas : saber, aJericio, im-
posto de iiiki rs., dn 1 sobre mscales e boeeieiras ;
Os lalbus de aeongues estaru em basta publica 110
dia I '
l''.o da ranura municipal do Recite om sesso
ordinaria de 10 de agostu de 1850.Manuel Joa-
i/iiim do Higo t. dMuqueripue, presidente.Manuel
terreira Acciolt. secretario.
-- De ordem do lllm. Sr. inspector daUeaoura-
na de lazenda desta provincia se faz publico, para
cuitliocimento dus inlerensudus, qur no na U dn
crrenle ntez ,i 1 luna da tarde se arrematar, com
quem por menos llzer, peraule a mesma Ihesoura-
ria u luiiieciuieniii d agua potavel para a guaiinrau
un lurir dn Buraco.
As pessoas, portanto, que prelenderem licitar,
cuiiipareeam no dia e hura cimo indicados na casa
da Hienda lliesunraria.
Secretaria da theaouraria defazenda dePeraam- PALACETE DA RA DA PRAIA.
bun II de agosto de 1n."i9. -Serviiidu de ullicial-
MUS
c\ssi\o tm\JA
No
MAGESTOSO SALO
maior, Manuel Jote" Piulo
Declaracoes.
para seu beneliciu, e que anida nao us pagaran) ;
I visto que lem de r'-lirar-se para a Europa.
I Por e.-te linal, cortamente, jiinguein esperara, i'.
I preciso cont'rssar qur a mais lina, a mais sorprr-
| hondura, a mais embaidora de quanlas lem eilo Mr.
i Hermann!
E pena que misliflcaces dessasnn tenham che-
gado an couliecimcnlo dn jornalista dn Estado >-
i iM-11i.1l estamos persuadidos que se elle a soubes-
(se mudada de clave, e dira comnosco : que use
repita, que no se repiu.
10 du aguslu.
I m Embado.
Ao lllm. Sr. Joaqnim de Miranda me diriju ainda
com expressesUmpas de paixo e inleresse: um
amigo quem Ihe falla e o adverle, e cujas adverten-
cias, puras ruino sao, pruniraiu a luz da publici-
dad!'.
Si. Juaquim de Miranda, a posico dr S. S. me-
lindrosa c graves inconveniencias sobre inconve-
niencias lem acompauliado s, s. em sua priso. Se,
em suas nimisades com sen irnio, o Sr. Bernardo
de Miranda, seiiqin' desacreditara salvo este se-
nbur, boje urna narran, at reiln pinito justa, se
prepara contra s. S\ e 3er certa calma, prudencia
r mil penetraco, laes sao os elementos de que S.
S. buje nerr-sile, e .1-siHit.1III em suas cas.
Nu ba maior perign, do que o perigo da preci-
pilaeo, nem peiur consellieiro do que o resenli-
menlu peSSOal, nem peiur SOCiO du que os Iiossus
cmplices.
Aquelluque alira outrem ao precipicio, o me-
nos proprio e apltt para -alva-bi. Se t-In por ner-
tersidade,esla n acouMianhar ala victima exha-
lar oullimo snspiru de morle : so por erro ou ira-
prtideucia, a defeza prupria o preoecupar rom pre-
lerencia a iud......tais, ea victima licar seudu pa-
ra elle ubjrrto secundario.
Itigam-nie us luuneiis curdalos se assim nu 6, e
se rae illudii no desejo de ve-lo salvo.
E preciso, porlanlo, que uma razio calma e es-
clarecida venlia era socenrrode s. s. : nucessa-
rio que as paixoes se calera, e deiveni lu^.ii a-
roiirepees e preveuces da prudencia : neces-
saro, que aquelles, que liveram maior on menor
rulpabilidadu na prisu de S. S. serelirem: riles
qm ii-iii ainda aconselliar e dirigir S. S. em aeus
iralialhos e ellos proprios esli precisando de quem
lamben) us arutisrlbe e dirija.
he que cpnsolsco servir ao Sr. Miranda a sua
Domingo I\ do corrente.
lia era baile neste dia e ser mantilla a boa or-
dem e harmona do rosturoe. A sociedade desojan-
do evitar qualquer obstculo que por ventura possa
embararar u pmgresso dos seus divertmenlos, es-
] pera das damas que os riislumam abrllianlar curii
| suas prest-liras, 0 usu dos vestidos brancos, pur Se-
ren os mais simples a honestos.
Orogulamento interno que o lllm Sr Dr. chote
I de policia se dignou appruvar prohibe absolulamen-
; le o ingresan de armas prohibidas, e o de quem nu
se apir-iiilar rom a devida decencia.
Deveri principiar s 8 huras e lerininar s 2 da
madrugada.
Consiilal de Frailee.
I.c cnsul tli- Frailee ses nnupalriolcs
rsiiliiiit un ile passatie i l'ei'iiainlioiic.
FKTK
LEMPEREim NAPOLEN
Mrsstriirs el Chcrs Compatriotet.
J'al Ihuiiiieur de mus prevenir, que lundi pro-
chain, l du ruiiran, I n Te-lirum, sera chaul,
a une li.....-o aprs-midi. l'Eglise de la l'enba,
l'occasion de la lele de S. ||. I. Kuipcreur Napif-
lnn.
Apri's un le avia, jesais qu'l serail SUperflu, que
je mus invilasae ,i assislcr a retir crmuniu ; mus
vous y rnidrr/ tous, je n'en 'Imite pas ; vos senli-
mcnls, qui me som coi.....s m'eu sonl un sur ga- __ i ," i ,-
rant etpeudant que nos soldis, verseniglorieuse-1tera ,ar l)0 iboado 13 do corrente
menl leor sang sur les champa de batalle, de
THE ATM)
DE
O eonsellio deliberativo da S. P.
Recrea ro do ti i cateo de Apollo avisa aos
Srs. socios que, para aquarta recita que
da defeza
a segunda aggravanle, neguei-a ; quando porm
ui advertido ser sobre o auesito da defeza, nao leu-' t....:
do dado at.enr.iu a retirada que da segunda ti.- i .'",,,1,a.* al-,"'"s "'mcnlo ja larde d crios e
cumslancia aggravanle havia eilo u promotor, de-
clarei ao presidenta do conaelho o meu engao, e
annus, tubrculo pulmonar.
. branca, sulluira, "i0 anuos,
Itcira, id annos, ccrebrlie.
da, solteira, lio annos, hy-
i, solleirt fiO annus, tolano.
adr. Exisiem in homens.
, 2 homens eslrangeiros, 2
102.
mes exisiem :1T alienados,
bolilrlIS.
.iilrruiarias (irlo cirnrgio
iih.ia, Dr. Dornellas s s o
uha, Ilr. Firmo s i e meia
ein.
CHRONILA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
0 quiz assignar a derisn ; visto como eu era ro-
mo anda suu de upiniu de ler u aecusadu cum-
niellido o delicio impellido por turca inaiur a que
nao pode resistir; e quiz nesle sentido que se es-
crevesse a decisn pur seis vulos, com o que nu
i onrur.lou o diio presidente : motivo porque den
lugar au conselhu de sahir da sala Secreta tiara con-
sultar, se visla daquelle meu engao devra en
assignar. ou se reformara deeisao ; a como o Exm.
Si. presidente do jury dissesse que me cumpria as-
signar, eu o liz, poria declaro que o meu veto era
I aquello, o qual empalando, devia dar a absulviro
' do aecusado
llecife,tOde agosto de ls'J.
Joo Ltiiz du Silva Leiria
Esla dedaraoo feita por um cidadio lio respei-
' lavel cuino o Sr. Ileiria, o leila espuiilaneamenle, e
-em que eu li\ esse desse digno petnambiicaiio n me-
nor conhecimenlo, inuito aignicativa, a prova
contra as miseraveis aggressoes du meu gratuito de-
tractor.
SI'SSAO AllMIMSTI
II-: 189.
Plir.SlliKNCU nn k ,
M. SU. UtSKMIUKUAUU
SII1/..V.
a,
eiinis, Basto
ra a srs-.tn.
a acta da antecedente
Ai 10 horas da man
Sis. depntados llego, I
presidente declarou ab
Foi lida e appruvad i
EXI 1.1UIMK
Foram prsenles a
dos roiTrlures desta piara, da semana linda
10 -I'AI.IIOS.
I ni de Amavel Alv s i} i "iepmina, pedindo o
registro de sen contra
cius Amavel e Saloma
Ouiro de Schafheill
registro da procurar.iu
Unlro de I-uiz Am'av
do u teruiu de liaura
pediudn o respectivo l
O Sr. deputado Jui
ler recolbidu a Ibes
(il3sili saldo dos em
SESSAO JUDICIARIA
PlIKSIUKXCIt UU I Vil. Sil
,111 /A
(Secretario, ir. Ap
l'alluu ii Sr. depula u l.eino
(2'l) Padre Anloine na sua Theologia Moral, lom.
(i rilado por Buuvier nas lostilllicoes Theologicas
lom. 4, arl. i, 51
Do Sr. desembargad
gador Silva Buimar
Appellaule, .Manuel
appellado, lleiirique d
ni
Appellanles, l'ilippi
tros herdeiros de Dom
pallado, Jos Gabriel 1
Nada maia huuvea i
Cornin
Nao para u paz, pu
namOui ano nu ler cu
Ionio Vicente do Nasc
ATIVA IMll DE AGOSTO
Em segundo lugar nole-se a ni t com que u Sr.
Feilosa se ha na sua vida de advogado poltico; na I
ancia de esligmalisar adversarios que o desprezam, i
leva-SO a sublevara opiuio contra srus
imprudencias
Sr. Joaqnim de Miranda, nao se i rata do qual-
quer negocio : trala-se da sua honra, liberd.nle e in-
teresaos pecuniarios: prudencia c mais pruden-ia :
medico cepa/ do cu a-lo sem mais eompromelle-
io lempo
fl qur possa b.ivrr dr pernicioso em tliinhas ex-
pressoes, permuta Dos, que sobre mim re-
cala.
arralas.
Na C'irrcspuiideiiria publicada lio Diario de hnii-
tein 11 du crranle, assignada pur Bernardo Anto-
nio do Mirinda, onde so lelendn cabido a rasa
glande do Oileirudiga-selendn-se arruinadu a
| casa grande du dileiruMais abaixo onde se l
requeren para seren arrematados um praca publica
us escravos du engenhodiga-serequer para se-
ren arrematados em praca publica os escravos ale,
Km seguida, onde dizincluindo em sua lisia
alguna escravos j tallecidosdiga-seincluio elle
em sua lista algnns esclavos j fallecidos.Mais
adianlr mide dizr
lllm." Sr. redactor do periudieu Pono.A bem
da rerdade, e para desengao de uieiis gratuitos
detractores, per a V. S. se digne respouder-me au
pu desta sr alguma vez Ihe forneci Commuuicado,
Corretpondeufia, uu nutro qualquer artiga para ser
publirndu em seu ditu peridico contra esla uu
aquella prssn.i, esla uu aquella sociedade.
Permita quo de sua resposta faca o usu que en-
tender.
lie V. s. atiento venoradorc criado.
Joan Gregorio dos Santos.
lll de agostu de 1S9.
Sr. Joo Gregorio dos Santos. A bem
inesuui da verdade e pur ludo qnanlu verdadei-
ru det laro que V. S. nunca me (orneieu nada para
ser publicado em meu peridico contra ou a favor
de-i.....i daqueUa pessoa, uu mesmo sociedade ; e
pude fazer desla o uso que Ihe aprouver.
He V. S. alenlo venerador e criado,
/.i: Ct/riacoda Silva.
Recit 10 de agosto de 18.9.
[Eslava sellado e reconhecido.)
Recite
lllm."
COMMERCIO.
PIIACA I10 IIEC.IFP.11 DE AGOSTO HE 1859.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Coiarues nlflciaes.
Canillo sobre Londres2 1|2 90 d,v.
/'. A mor i m Presidente.
Francisco Mamede de AlmeidaSecretario.
AI.FANDEGA.
Ileildimenlo .India 1 .' lll 1K-I:195g5l4
dem du da 11....... I 1:881 jhZO
mez, devera procurar os seus billiete, lio-
je e im-iiihi i no mesaio theatro.
Pl BUCAQiO UHERARU.
IMIVOS
POR
FRANKf.IN AMIllICti DEHENEZES DORIA
Com este titulo ser publicado al o dia 16 do
Crrante um volunte de PWJsJaa fuiendo porln tlu
450 paginas, unidamente impresso, para o qual se
receben) desde ji aaaignaluraa nas diversas lvrarias
desla cidade a :ij u exemplar.
Esla obra, mimosa prodiicro dn dislincio acad-
mico u Si. I'ranklin Americo de Menozos Doria, fui
pelo mismo seiihor onerosamente cedida asso-
ciar.in rpograpliica l'eruambuaajia, a qual espera
e cumia na nimio valiosa prolecru do respeilavel
corpo acadmico, e du ludas as pessoas amantes das
leltraa a dos artistas.
Avisos martimos.
I'lialie, el celbreronl cette Fte par de nouvllei
vitioires, iiuus nionlreroiis, parnulre Union, que -i
nuis ne pouvona prendi par, la lulle qu'ils SO-
liennent, nos virux sonl aussi ardents que les leurs,
puur la gloire, la graiideur, el la prosperil de nutre
bolle patrie.
A Lundi done, Messieurs, el Chers Compalrioles
I mais eu atiendan!, reuillez me permettre de mus
renouveler ci, l'assuraorn de mes senliments les
i plus distingues, el de mim d.muemeiil le plus
eulier.
\'.u' E. de l.i-nionI.
Coosiilat de Frunce.
Le cnsul de Franco l'honncur de rappeller aus
l'risiiunes qui dcsrenl prendru par la souserip-
lion ouverle son eonsulal, en faveur dea Mesada
dr I iiueo d llahe, que c'esl Al ti II lili lll I, 12 dn
courant, a lruis heures el deinie du soir que la lisie
en sel a dlillilivciiieiil i luse.
Consulado de Franca.
ii cnsul do Franca lem a honra de lembrar -
pessoas que desejam eoucurrer para a subscripcao
aborta no son consulado a favor dos flidos do
exercilo da Italia, que o dia marrado para dila subs-
cripcao ser fechada o de IIOJE 12 docorren-
te s ires horas e meia.
Con s-1 in i administrativo,
0 eonselho administraiivo, para fornecimenlo do
arsenal dr guerra, lem de comprar os objeetnsse-
guinles :
l'ara o palacio da presidencia.
llepo.-lcini.- ,1.
Para as fortalezas.
Baelilha, covadosOO.
Para o \0.batatkaa de infantaria.
Bandeira imperial de seda 1 rapa de lirim para
dila 1 tina de oleada 1 ; hastia para dila 1 ; faxa I
da, burlas; Ps de ietru :i 0nnoFCrHieirodo Sal, commandanle o cap-
Para a enfermara militar da 1 t//u Deda. ,lp',,,. ., i;,.n hl yancebo espera-se
raivadeiiislriimenlosninigiros. dns pelos dnnur.....1,1 segiiimeun aos doaol ale
Quem quizer vende, laes i.bjrc.us aprsenle as ao j^a 1(J ao ,,,. ,"
P_r.tpi.sias .i,, rana Indiada na secretaria do j Recebe-sc desde ja paaaageiroa, trete de dinheiro
e encomroendas a engaja-sa a raiga qne o vapor
poder conduzir sendo us rolumes despachados com
antecedencia al a vespera de sua cliegada : agen-
Para a Bahia.
Freta-se o cnler brasileiro l'mma de5- tonela-
s : a traiar-se rom o consignatario James Ryder
C. na ra da Cruz n. 6.
COMPIMIIA BH4SILEIRA
ni .aria fechada
da manlia dn dia \2 du'
198:0771334
Descarregam hoja 1"2 ./ agosto.
Bai ra fraiu-ezaOlindal'a/t ndas.
Rrigue ingle/.Limas fazendas.
- -..-^ .. ..'quereu a renda du engenho .,
em piara publica-diga-Sirequer a renda du en- V'r *.,1~|Ia.'.!.""".,l,,,1,'.r1"s -1'1,"'"";
gtiiiio om praca publica etc.Em cunliiiua.u, un-
.ir.,rlos, de se 16 ruiirurdei--diga-seeoncordou elleun-
tes, altribnindo a'absolvico delles a iinmura- ''l', "' !' '"---|o'diudo qne asmi.basbemfelorias
all existentesdiga-sepedindo eu que as lunillas
' beinfeiiorias all existenlcs.
lidade desses seus adversaiius
Eis pois quanlo julgu conveniente responder au
achando^ prsenles os Sr. Anlom viem'o. que sabio, como nu deve
ua, u si. n,,rd,,r;, ocrasian de csmagai-me indo au jury de-
fender au Sr. Carvalhu, cuja aecusacao vou cu fa-
zer.
O Sr. Feilosa nu quer conlieror sua impotencia
ui,,,,,,, ullinae.s dajunla di.inlo de mim ; me basta a cunscieiicia que leem
lodos de minha moralidade ; se sei pouco, como
advogado snii leal, e nao coniprniiieUn mcus Clien-
tes snmeiiie no inleresse de arrancar-lhea das algi-
beiras seu ouro, ou suas tiras de papel ; sendo que
nu ha localidade dn Brasil undo se prununcie meu
nome, qua nu seja couheeido; e quando habilissir
mus advogadns da corle me huiiram e me respei-
lam, o jubo de iim lo ridiculo adversario nao me
pude prejiidior.
I'ensn que leiiho respondidu suHcionlemeiile an
Sr. Feilnsa, que ln niesqiiiuhu e nnseravel que
leva seus espdelas a pralicaroni indignidades inau-
ditas, coiBu aeonlereu ao mais vil delles no dia 9,
ein que lem a safadez de ir oll'erocor-se an infeliz
Luil Ignacio da Silva para advocar sua causa, insi-
pr.-idetileeu- nuando-lhe le-la cu deilad.i a perder ; mas tal o
cunceiln que essa calila do. traanles merece, quo o
preso lbe respondeu : .-'! ^nrci o que mandar o
meu advogado.
V. nao se i oram quando levain laes bofetadas. Tan
desprezivel o caualha que leve este prncedimen-
lu, que tenhn nojn de esrrevor-lhe n nomo.
lis humens de bem que digam se devo deitar o
campo ao Sollimbaiicu que forceja pur autepor-se-
me ; o cuitado nao se coiiliere.
Recito, 11 de agosto deisr.9.
Dr. Antonio Itorges da l'onstca.
> social. Declareiu us B0-
a sua naluraliilade.
ii a. Gompauhia, pedindo o
uie ajinilam. Rcgistre-se.
I liiibotiicq Jnior, junlaii-
para o lugar de enriulur, e
lulo.Como requer
Piulo de Lemos doclarou
orara geral a quanlia de
uiueulos arrecadados na se-
i rei.nia at u ulliinu uju junho proxiinu passadu, co
mu mostrou pur conht menlo
Nada mais havetidu
cerruu a sessao.
I.M II DE AGOSTO DE Ih'J.
DI si MBAHlHllllll
'ojio tiuiuiares.J
Escuna bnllandezaAlbcrdinafarinha de irigo.
llana ingle/a Palman..raiv.io.
Brigue piiriugiiezl.aia Ical, hlalas e rehuas
Brigue porluguez Una Farcos e batatas,
rlOVIMEMO DA AI.FAMIKUA.
SSlliF.NS.
r \ illans au Si.
deseinbar-
Uarrus ;
de Itezeiule Reg
Silva Moreira.
II.INi.H.
Ni i > Alfunso Ferreira e ou-
ngos Alfonso Ferreira
ereira de l.yra.
alar.
unicados.
qui alm de u Liberal l'er-
su (ura desla capital,o Sr. A-
ino.. Feilosa ( um ente olis-
1'onl scriplum.
No Liberal de 9, se me alU/ihue u cuinmuiiicado
ap- Alma do Muniz, que u Diarto publicuu em seu
ii. de 8 ; minha ennhecida lealdadc me pe cima
dessa insiniiaru.
Iloje nn l.iberul Iralando de defenderse o Sr.
Feilnsa de inipiilaces de desloaldade assigna-se
A alma do finado lenle 'antoja.
Necessidade indeclinavel de minha sitiia.au,
curo, esem nome, pata pudor em suas diatribes e
libellnslaiuosusprejud car-rae ; mas para alguns ho-
mens de ba fe, que iijida arretllam nn liberalismo
do aventureiru, mas para este puvn sempre palmi-
ta e dedicado, porm constantemente vctima de fli-
htisleirus pulicus, que me duu n pena Je apre-
seniar us documentse redexoes que seguem,con-
tando aempra com a enevolencla da dreccio do
patritico Diario de Pernambuco.
Em primeiro lugar cliamu a alteneao dns leilores
para o artigo publicado no Liberal l'eruambucano
de 8 do crrenle n. 218, que como so segu :
Sabbadn |6 dntlurreiile) fui jnlgadu peante o
tribunal do jury desla cidade Pedru Celeslinu Mag-
uo da Silva, arrusa.lo por ler merlo a um allemao
no caes du Capibaribe. tendu j sido absolvido des-
so crine em uma das s|essoes do jury de annu pru-
kimu passadu. Knlau flii seu advugadn o Sr. Dr.
Nascimeulu Feilusa, a nueiu o Diario de Peraambu-
o nao perdoou semell
Ihe pur orrasio drlla
ante absulviro, lanrando-
iin.i ba duse de insulina, e
dando o insio espectac. to do censurar a um advo-
gado por empregar o alforjo de suas paUvtos e de
1 lliiiiiimii :i.i a ifn/..
Srs. redactores. F.m seu Itetrospeclo de segunda
(eir ultima le-se una censura bem cabida enm-
panhia de lluminacao a gaz, pelas [alias que lem
commettido, com manfesta infraeco doseucon-
trato cuiu ogovoruo provincial, nao s quanlo a il-
luminaru publica, cuuiu acerca da particular.
E na verdade, Sis. rodadores, nu sabemos quo
especio de parafuso leem os laesrombiistnres das
mas, que augmentan] uu diminuem a luz cania-
de dos gerentes da companbia, o nao segundo as
rundirnos proscriptas nu contrato, islu uma luz
correspondente a de 2 relias de spermacete.
Us Sis. gerentes, quando Ihes parece, inandam
aportar a lusca, e eis que a luz lica redunda es-
pecie de candela de cusinha. mullo abaixo da luz
dos caiidieiros de azeile de peixe, quo antes linda-
mos.
lira, realmente nmilo zombar com a popularn
de slacidade e com o governo, que Ihe manda pagar
puiiiiialinenle a quanlia estipulada no contrato, o |
qual a cniipanhia liado constantemente !
Mas se discernios aoa particulares, ahi que a
i companhia se aprsenla sem rebuco infringmdo a
i lei, que Ihe concedeu o privilegio da lluminacao;
i a cuinpatiliia cubra dus consumidores dn gaz 300
por ionio mais do que lbe devem, recorrendo ain-
da an svslema da rosca, islu ans pos cbicos,
[que ninguem sabe medir, e que s ella pelos -rus
! registros pude manar a sua volitado.
I A companbia no contrato feitoeom a presidencia,
nao tnriirionoii uma s ve/, a palavrapi- cubico
de ga/.eslabelt'i en romo base uma luz de dez vel-
las de spermacete, a obngou-se a contratar essa lux
coraos particulares nunca pur maior proco do que u
cuiivenciuiiadu cun u gowrno.
I.ugu. porm, que ae vio senhura de baraco'e en-
lejo, enrosniu us particulares UOS seus registros,
o iinpn/-lhes arbitrariamente u preco de ;ttKi por
Vulnmes entrados cun fazenda
cum gneros .
Volumes sabidos com fazendas ,
com gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimemo do dia 1 a 10 .
dem do dia 11.......
DIVERSAS PROVINCIAS
Hendinieiilii dn dia 1 a lll .
dem do dia 11.......
. B8
. 2I
------339
. 2i
. :M
-------J
28 6951509
3^265j360
.'II SlSSh'J
1 r.TS'ili
I
quando mesmu em combate leal o golpe quo ferio cenlo mais do qur an governo
a esse valenle ullicial livesse partidu de minha man,
ein nada mo deslmnraria.
No cmbale de Mo Amarelln, o Infeliz, mas bra-
vo lente Panlnjii, o mais bravo ullicial dn exerci-
lo imperial com quem brguei om 1H-I8 e 189, con-
segua mrliri -me em lima liiilia sua, e cercandu-iue
deu-me vez de presu, rcspondi-lhe apresentandu-
Nao lica aqu o cyniamo da enmpanhia: quando
ella prelendeu invulver us particulares nas suas lus-
cas, fea um pomposo annoncio neste Diario,sendo
u seguinte um dus paragraphos:
i ti ga/ deve ser vendido pur regislro, vendidu
au consumidor sement o que diariamente forcon-
sumido; esle registro deve ser guardado em ordem
Ihe meu facao, e cnuieeamus a lula de humeiii a bu- pela companhia santo meni, nossa lula milito desigual, puis eram mais de dor garantido pela circumstancia du registro, sen-
iim multa um fui socenrridu pelo minio valenl
lenenle-ceronel .lun Flix da Escada, e pelo igual-
mente valenle alteres Monle-Ncgro, de Pajea, en-
lo suecumbio Pantoja atiavessado por uma estuca-
da, que quando (usse dada pur mim, nada faria con-
tra minha finura.
S pode com isto aggrcdir-me um covarde coran curreram au
o Sr. Feilosa, que treme mal presume a pussibilida- liarn; qual
do sellado para nu sn aberlu senao em sua pre-
seni'a.
l.siu aiiiiuncin foi piibliradn mais de qiiaronla
vezos; e es particulares confiando na sinceridade
da rompanhia ecertos de que oregislro era iaas-
to depagamentocomo se vi'- do mr-inn aiinniicin,
son aruiazeni :i contratar a illunii-
nn foi porm a sua eslupefaccao,
de de um perigo
Como cliefe no campo dos cmbales os que antla-
vam contigo sabiam que en proceda descricionaria-
meiiie ; e uo eslanoo na rovolurao para rapilanear
uma quadrilha, live de mandar fuzilar a algum que
ae niel tria nas fileiras para latrocinar, e saiba o mi f da pari da rompanhia
Si Feilosa que ao depnis dn (lia 2 nao (uzilei a al- runsiiniinidiiies particulares recusaran] e re
guiu dus ilutes da columna da Boa-Vista a instan- I cusauj pagar essa verba, firmados em que, quando
quando paasados alguns dias Ihes apreseolam a cun-
ta, e nella a verba ;
Regislro. :l0$ooo
o que lalvez, Srs. rodadores, VmcS. ainda nao
sabiam, c o que na rcalidade se deu cum insigne
1 .TS-.1
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MKS\ Do
CONSULADO DES I A CIDADE NO DIA II
DE AGOSTO DE 1859.
ValparaizoBarca oldemburgueza Falk, Amorim
lmiis, 615 saceosassucar bronco.
Valparaizu llana baiiibiirgue/.a ,. l.udomille,-, viu-
va Amorim A Filho, 1,300 saecos assucar bronco.
Canal llrigue inglez Rob Roy, Palnn Nash A
C, loo sarros assucar raascavado.
f.irerpoolBarca ingle/a Roberl Jones, James
llviler & C, 720 saceos assucar mascavado.
HavreBrigue francez Belem, lisscl l'reres, 500
sarros assucar mascavado.
Lisboa Barca portuguesa Gratidao, David Fe-
reir Hallar, 50 saceos aasucarmascavado
PorlnBrigue portiigoez Amalia 1-, diversos car-
rogadores, 50 saceos assucar bramo. 25 volumes
cum 110 libras de dore.
Cvpoi'lai/io.
Um da l'rala, escuna hollande/a Udona, de
222 toneladas, ronduxio o seguinte : 1,100 bar-
ricas e 100 baniquiihas assucar, 52 pipas agur-
denle.
Porlo, barca piuiigui/a Flor de s. Simio", de
fiil toneladas, condozio o seguiot i 955 saceos,
10 bal riquinhas o 2cai\nles assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia I a lo 113665597
dem du da 11....... 78J657
13 1195201
CONSULADO PH0MNC1AL.
Roiidiineiitn dn da 1 a lll
dem do dia 11
21 :IM0gi(3
2: il5j7.r)li
23 I1S219
Movimento do porto.
NaOXOI entrados no da 11.
Rio de Janeiro18dias, barra franceza .Vari Lom-
se, de 2111 toneladas, capilo Dural, equip. 10,
em lastro : a Tisset 1 rere v\ I '
I en.i-Nova110 das, brigue inglez Wtlina, de 216
lulo ladas, cnpitao \\ illi.uii Boy, equip 11, rarga
2361 barricas com bacalho: a Johuslon Pater A
C." Sejjuiu pata us portas .1" -ul
sua
conseilin, s 10 lima
agosto prximo vindoar
Sala das sessties du cunsolhu administrativo para
tomecimenlO dn arsenal de guerra 4 de agosto de
1S59.liento JoM Lameuha Liiis, coronel presideu-
16.Francisco Joaqnim l'ereira Lobo, cnrunel vo-
gal secretario.
Pela recebedoria de rendas internas geraes se
declara que no semestre addirional so exercicio de
1868 a Is"i9, a contar do 1." do crreme ao lim de
dezembru prximo futuro, continua a arrecadaco
na repartirn dns srguinlrs impOSlOS, perlencenles
ao referido exerciciu renda dos prnprios nacinnaes,
foros de terrenos o de marinha, e laxa dos escravos,
oque, lindo e mencionado p*razo, lera lugar a co-
branza execuliva.
Recebedoria de IV-rnauluico, 25 do iiilho de
1859.
O administrador,
Manoel Carneirn de Souza Lacerda.
Novo Banco de Pernambuco.
A direccao do Novo Banco de Pernam-
buco convida os Srs. accionistas a rece-
berein as respectivas acciies, entregando
os litulos que as representam.
ll lllm. Sr inspector da tliesouraria de fazen-
da desla provincia manda fazer publcn, para co-
iihecimenlu dns herdeirns de Antonio Jus Ouima-
raes, que o tribunal dn lliosnuru, a quem foi remet-
lido o proceaso de divida de exercicioa lindos, na
importancia du 11(733, reclamada pelos raesmus
herdeiros, pruvenieule do aluguel da casa que aer-
vio de quartel an deslacameiiln de primeira ludia
estacionada na povoaco de Timba&na, acaba de
declarar, que parapoder-se resolver sobre odireitu
dos reclamantes e ordener-se u pagameulo, in-
dispensavel que provom por dociimenios, que nie-
recam f ter-lhes cabido em partilha esta divida, se
o respectivo inventario j livor sido julgado, ou
que apreseiilem cortido provando que asobredila
quanlia se acha descripta no dilo inventaro se es-
urer ainda aborto. Secretaria da Ihesourara de fa-
zenda de Pernambuco 8 de agosto de 1859.0 otii-
cial-maior interino, Luiz Francisco de s. Paio t
Silva.
I rihimnl ilo fiiiiiiiierflo.
Pola secretaria du tribunal do coromercio de Per-
nambuco, se tai publico, que msia dala Oca com-
petentemente registrado o papel de dislialoda so-
ciedade de \. Kilim ,v Jaquinol e Antonio Joaquim
de Faria Jnior, pelo qual est desonerado o socio
| Faria Jnior, e a. Kihm A Jaquinol ficam obliga-
dos pela liqiiidaru.
Si i retara 11 de agesto de 1859.Dr. Aprigio (!ui-
manes, nllicial-lliainl .
A cmara rouuicial du Recite compra 10,78U
palillos quadrados de pedia para ladrilhu da casa
da matan, a, no maladoiirn publico: quem u \er,
faca proposla mesma cmara. Recite 11 deagos-
tu'de l859.-=0 secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
Conselli mliiiiiiislrativo.
O conselhu adminisirativo, para fornecimenlo do
arsenal de guerra, lem de comprar os objeetos ae-
guinlea :
Para procimenlo dos armazens do arsenal de
guerra.
Azeile de carrapato, caadas 1000.
Para o presidio de Fernando.
675 alqueires (mediJa velha) de (arinlia de man-
dioca.
Ourm qui/rr vrndrr laes objeClOS aprsente as
suas propostas em rana lechada na secretaria du
COnselho &S 10 hutas da manhaa du da 19 du cor-
rente mez.
Saladas srssurs doconselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 11 de agosto de
Ib59. liento Jos Lamenha Lint, roronel presi-
denle. -Francisco Juaquim Pereira Lobo, coronel
i agal s,, i, i.ii m.
cia ra do Trapiche n. io.
= Para Lisboa deve seguir cum muia brevidade
a barra porlugiie/.a cGnlidju, capilu A. P. Bor-
grs Pestsua, lem promplo a maior parle da carga,
e para o reato a frete ou para passageiros, trata-se
com Amorim Irmaos, rna da Cruz n. 3, ou com o
capillo na piara do rommnrio.
Para Lisboa o maia breve possivel a bem rn-
nhrrida barra porlugueza Mara Jos, de que ea-
piao luse Ferreira Lessa : lem parle da carga
prora pa ; quem quizer i arregar uu ir de passagem,
para oque tem us melhores cnininodns, dirija-so
.ios -rus consignatarios Francisco J. ltabello i Fi-
lho, un au inr-iii" rapilu.
COMPANHIA BRASILEIRA
P40LETES \ VAPOR.
(i vapor I'ihvnx. rnmmaiidanle n rapiln lenle
.1. I.. de Vininlia liirre/o. espnra-se dns portus
do sul ein seguiuieiilo aos do norte al o dia 14 do
crrenle.
Recebe-so desde ja passageiros, frele de dinlioiru
e cnooinineiidas o ongaja-se a carga que o vapor
indrr COndlIfir, seudu os voiiiiaes desparl.ados
ruin antecedencia at re apara de sua cliegada :
agencia ma du Trapiche n. Ul.
Companhia Periiamborana
DE
NaM^acio eosteira a vapor
i) vapnr Persnunija, inminandanle Francisco
.luse de Vranjn Vianna'e Almeida ; espera-se dog
pintos do Sul alr o dia 9 dn -oirenta : partir s
huras da larde dn dia 14 para os porlos do luirlo
de sua estala al acidado da fortaleza. Porlanlo,
avsa-ae a......tibores earregadorea, que no dia 10
rerebe-sr raiga para o r.enr, Arecaly o Ass ; nos
dns ll e 12 para o Rio Grande o Parahiba. Ouiro
sim, previne sr a quem intereasar possa, quo d'ura
em dianle a carga ser embarcada pela pranrha
m la dns senhores earregadorea, a acumpanhada,
dos competentes despachos e ct nhecimentos, sob
pena de nu ser receida.
Para Macei.
O veleiro e bem conhooidn paiai hn nacional Julia
pretende seguir uestes olo das, lem parle de seu
raiiegauenlii promplo: para o resto que Ihe falla,
Irala-se com o seu runsignalariu Autonio Luiz d
Oliveira Azevedo, nu seu osrriplorio, ra da Cruz
n. 1.
Para a Bahia.
A veleira e bom cunhocida sumaca nacional
Hortencia, pretende seguir com muia brevida-
de, lom parlo dn seu carregameutu promplo : para
o resto que lbe falla, trata-se com o seu consign-
i.in Anlonio Luiz de Oliveira Azevedo,nosc es-
criplorio ra da Cruz n. 1.


<1
1
REALCOMPANHIA
DE
Paquetes iiijlezes a vapor.
_ No dia 14 dente gcr espera-se .lo sul o vapor
Taniuutian, commandaute Jolicoo, o qual depois
da demora di eostume seguir para Soutliamplon,
locando nos porlps do Lisboa e s. \ nenie : para
pasaagelro. etc., traia-socom os agentes Adamson
Howw A C. na dn Trapiche Novo n. j
H. II ii-; i- iilunHus su se receben) al 2 horas
antes dse fecHareio as malas, mi urna hora pagau-
do mu palacio alam do respectivo trote.
Lisboa.
Sali no dn 1* inpreterivclmcnto o hrigiio So-
phiai : para o resto da carga o passageiros, trata-
se rom r.aivallio Nogueira4 l'.., na na da Cruz n.
ii, primeiro un] ir, .....un ,i capito na praca.
Rifo de Janeiro.
Sane na presente semana a barca naelon.il Ma-
i i.nina 11-ni sua carga nronipla, e somonte podo
recber algunas miudezas e passageiros, par.i o
que it'in bois commodos
Ignacio de Ulivetra \ i-i
biario de Pernambaeo Sexta feira 12 de Agoslo de 1859.
3
Allenco.
Roga-sc an I
fazer o obsequio
leiro, alim di
calta, pois me
Sancho, que vi
desse un prejiii
suppoesi -
crioula, de -!'
criei; assim cu
rampo e ios Sr
la snuber dar r
nlior receber i
ila pois nao l(
desgrana de 9 1
Joaquiru do I*
Pr 1
Adveric-sc ei
Cardoso, iiilerin
1 dado, que o ri
risa .1 exercor
educaco com
principaltuciili
educaran, que 11
1 fin de s. S
iral-se rom Manuel
detVonte di igreja du se que
1 icter de super
do dislioclo r.
quem infezrnei I
Corpo Sanio 110 se i osciiplurio
Maraobao e Par.
Va i snliu era poneos lias por ter parte
de seu carregameoto o palnabote bra-si-
letroNovaes, do qual capitao Joaqu m
Jos Alendes, quem no mesmo qoizercar-
regar ou ir de pastagem, dirija-te ao ca-
pilao na prara do conini icio ou ao seu
consignatario Eduardo II- Wyatt, rur-ido
Trapiche n. 18.
V liana hamburgueza LudomilU rom derUinu
a V'.lparaizo, seguir eom brevidade, lemexeel len-
!- commodos aira passageiros : a pQ88H1 que nel-
la quizer seguir poder procurar o capito ni t es-
criptorio de Viuva Aniorim & l'ilhos.
rigi o liospilal,
|ue s. s. com 1
Im. Sr. inspector de quarleiroo le
de prestar attenco sobre seo quar-
ver se nolli lem gente de mais oc
desappareceu urna prela do noi ic
idia fazenda uesta cidade a como
ko na lujas.la na ra Direila n.3 ;
la motivo que se occultasse:
nios de idade justamente pois a
10 p 1 licipa-se aos Srs. capitana de
guardas de polica ou a quem del-
iiicia on .i leva casa de sen se-
5 de --laiiiiai i Oca a p.l.l r 1111 i.l -
\ isla de a castigar, pois tile a
riar. Recite 11 de agosto de 1859.
Baptista.
Hora qiianlo liasla.
mente ao Sr. lenle-coronel
lire lor di hospital mililar desla
spoclivo rcgulaiuento nao o auto-
llos ile tgrosseria, e de mesquiulia
s empregados do mesmo bospilal,
rom ilguiis empregados niorosdc
ni seinpi e ctai ao sug ilos a oui
lo acra ao meuos nem lia de sor
ITertito dirfctor, o que S. S. coslumava dzei
os soldados qu ni lo i lies linham a infelicidad)} de
o Ii-l.ni por sen capitao ,le ciinp.iiilii.l Ilein pode
s. st'i 'i icil, i. ipieiro sem oui ludo perder o ca-
Sga ein ludo i. procedimiento
iilieiro o mu diguo inajor Baixa a
veio S. S. substituir, e lembro-
Si Baixa durante 7 me/es quo di-
lao creen ni i s.' inimigo, ao passo
"i .has (le es -inicia n ni adquirido
as atilipallnas de lo.ios. devido issn s >uas inanei-
res burlescas
ao sen lalo grosseiro Oulra vida,
tonel, vpetiicando seus interinos
, cobrirhos at qu o inajoi Eilippe, a ifuem rogami s,
lomar cont da directora, para o
governo imperial Qomeado. Conie-
Uuer contar as estrellas. Bem roe
Leiloes.
ilil
Hoje 12 de agoslo.
PELO AGENTE
HYPPOLITO
nieu lenente-c
los
se resolva a rir]
que j lora pelo
nha-so se nao
entende '
Florencio
dissolver a soc
firma de Uves
peilavel publu
se alguamjulgai
sonto sua eonla
assicnado nada j
de 1859.flore
Quem pre
esia praca ou pa
:t primen i. and
Prceisa-se
coznhar e eu^i
o. 3, segundo an
francisco Uves declara, .pie ai
dale que i,.m em ^pipucos i' a
Irmao, .1.- cuj i la/ scienle ao n s-
e ,n. nohre c n ni do coinmei'ci,) ;
iuu a diia tirina e devedora, apre-
denl o em tres das, pois oabaixo
il^ra dever. Apipucos l'i do agosto
ci Franciseo les*.
-1: um caixeiro de escripia para
a lora, dirija--'- .i ra da IVaia n.
ir.
le urna ama farra ou captiva para
una:- : a tratar na mu di) Cabug
llar.
roldene nina pulsena de oiiro, ila Passagcm da
Magdalena ao Mauguinho, e do Haguinho ao Re-
cito .- quem a ai har o quizer restituir, queira en-
Irega-la ni ra do Cabug, loja do ourves do Sr.
Nicolao Tolentino de Carvallo), que ser generosa-
mente recompensado.
A pessoa .pie anniiiiri.ui ipierer comprar um
balro o dous caixes, dtrja-sc a praca da Boa-
Vista ii 7
Pllgio de bordo da sumaca nacional Hurten-
ii.i no dia :il de jiillui piovinn. pas.-adn, u pelo
^gostinho, de n.i ;ao, alio, magro, barba s-'i no rpo-i-
xo, levou cal.a azul, camisa de riscado, cosluma a
emticlieiiai --e : quem o pegar ou delle der noticia
no cscrplorio .1.- Vnlonio l.uiz de Qliveira Ueve-
do, se gratilioar.
5 ."",................., ,,..+~
LOTERA
i
assm i\r.\o
^TVIMMillAlMIK \ PEUNAMBlOWt.
l!oa paga
irava para o sorvico /- it i-v #
io--!iuaDircila--4.)
-
Temi de snleiuni.-ai-so o leicu.i an- -
li i i-.irio da A-.iiMi.i.i T-il'oi.itM-uii v -
l'i uwiiin i tw dumiigii I i do rorrete, o ~
otiaixo a--ii.-ii.iil... de orden) do Consrlho .
". Iiireclor. pelo prsenle convida a lodos "- -
*; Srs. Socios II.un.rail--. Correspondentes, j
SCll'ecIivo- e m,n- peoas, para quesedig- '',
mu honrar com suos p
f-
s 1 1 I
a ses- H
oras da \
i -ao magna, que i,i.i lugar
'.' nianlia dn mencionado dia, no Palacete
- da rila da l'raia.
" Secretara da Associai o Typographira
,.: Peraambucana, II de agosto de ls"'
a
y Joo i dei n ruello Cmara,
J ,1. Secretario.
,"/ >.
,......,
M
I
:- O abaixo assignado, pslabelecido lia ~l't annos,
- offerecp para investigare cobrar dividas, deixas,
dividendos e rcrlamacoes de qualqoer nalure/a, no
; reine unido da i.r.i Brelanha e no continente :
OSr. thesoureiro manda i&zei publico
queseacbam < Minia todos os dias das y
horas da mania as V da tarde, no pavi-
inento terreo da casa da ra da Aurora n.
26ena casa commissionada pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22,os biihetese mei *
ila primeira parte da prtmeira lotera do
Si. Hoiu Jess ilos Passos do Corpo Santo,
cujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 'i de agosto.
Thesouraria das loteras
M
a
de 1859.O sciivao.J
i.'uein prensar de una ;
de Iros dias, drijn-so a i na
achara uom quem tratar.
i ie agosto
da Cruz.
Ill.l de I. lli ,
da Roda u. II, que
Quem livor para alngar nina i
inieiiei o externo de urna i asi
rija-se ao paleo do Carmo n. 9, primeiro andar.
Ni. beci o da raiiiuo.i do i armo n. 1. c isa ler-
rea, recelie-e ruu|i,i para lavar O entornillar Com
proinplidao e aceiii.
O secretario do Monto Pi Philarmonieo con-
vida em n.une da i onniii.10 a lodos OS seus SO-
CIOS a comparceoreui no dia 16 do torrente no con-
sistorio da irmandade de Santa Cecilia as 9 horas
dud i para sctratai de negocios relativos a mesma
sociedade.
\\,i um mocoportngnezquedesejaarromir-se
em 11 in.i casa estr.iu.'eii.i quer em caixeiro de co-
liranca ou em oulros serviros que os mesmos pre-
cisar o Ibc enearregar: os senhores que de seu
presinti sequizer uiili-ar anniincie pot este Uiariu.
MADCIKA.
Para n concert que se tem de fazer na llha do
Retiro Inc. i-..--.- c.....prarenchameis de palmos
do cmprelo e i polli jadas de grnssura, convida se
aquemnei.......i incumb. ,!, fornwer de apre- c ^na pra^a da Independencia
senlar-se na mesma llha ao abaixo assignado nu na "elUlll <*' '*
ra .i" i n spo 11 19, pniiieiro andar.
im: Uanoel Hodrigutt Voltura.
Curso to rhetoi'ica o potica i;
aiinly.se idos i
O professor Torres
solvido
llorzogiiinspiomonlezos V^lll'S
Vendem-se sarcos com farinha de mandi..
superior .pialidade, saceos com inilho, arelo de
Lisboa em saceos grandes, gomma do \r.i :aty, ar-
io/ pilado e de casca, feijao prelo 8 rajado, couri-
i.Im..de caliri, esleirs (le pallia de carnauba i.i-
Miuras de dita em porcao, ludo limito barato; no
aiiua/.-iii da ra do Kangel n.62.
Para acabar.
Na na do Livramento, loja de
miudezas n. 2.
Sapaios de tranca de Lisboa a 1S6O0 o par.
estrenos a 20, 30,40, 50 e r,0 rs ditos targ. -
lh;i' irlidos pelo dmiiiiii- l;'i) 11,0 rs.. lesooras meilo linas para .-.-nliora a
"i i '.,< na bem cmilierida loja n. 320 que em oulra parte cu-la -j.;, luvas de pellica
Jouvm a i3 o par novas, penles de tirar piolho a
13211 de martim, banbas francezaa em libras J-,
lnd-.es para ralea a20rs. a duzn, agulhas a SI rs.,
franja ae seda todas as cores a 240 rs, a vara, bo-
Bonels de gorguro de seda pelo diminuto proco '"es para camisas a 98J rs., duzia, meias para
3jO0 i 1*200, li.i: los de feliro enfeilados na- l"."1"'1" !> : Pr, Bnas X rs.. d.- escocia a
Estao a lindar-se os f.imosos bor-
zeguins a puco de.....5r000
2,")00 m 2,o00
i.liap -o, dn Chyli de j-, j--.no, i-r.iin :,- ,- ,i,-
les presos para cima, chapeos ramr/i-s fazenda
iiuiiio lina a V.-oiiu, chapeos de fellrn de 3)500,
-MIH i. ."i>, dltO mUilO linos lie li,v..HII e 7.s' com
aba torrada a velludo : na bem couin-cida loja n.
I'-. 38, na prarada Independencia.
2,800 3,000
IpCOS de felli.i de ule- il dl)S pelo dillli
1 3g na bem Collhccida loja
:!"> na praca di lu lepeml
380II-p4s200
lassicos.
ISandeira esta re-
curso completo de
Os abaixo assignados tem cxposlo v
-i us i. li/es liillu le- da piineir.i parle da piilnina
lu. na do Sr. r.oin .leso- dos Passos do Corpo San-
io, os ipiaes esi.oi sontos do pagamento do- 8 >i i
O'Odaiei, na sua loja da praca da independeneia magisterio
o. 10, na na da l.a.i, ni do IIi cite no aiiu.i/cm do
Sr. ('untes, e na ra Direila ii 83.
lilil.!-- i;-oiiu
Mein 30000
ma a js/OO na praca da Independ ncia n. 10.
In ira & RothechM.
Qui i- -
Pato-se bem.
quera quizer seulilisardos seus serviros, pdedi-
riair suas carias com porte pago a C. W. de Hcr-
u.ii'dv r.ici.ii Laws, and conimercial agenl, 'J Nor-
ihumbcrland Slree Strand.C. de Dernardy. -.-;.; 4 c f 4 ., c .,,, ,,-
(neta los fabrieantes americanos ^&nttXV3SXJtiat& XW4*TOW*S?Sii
t. ron i i'i- \ li-il.i-r. *3 l'reci-a--e alltgar uma inullier que en- g
Machinas de coser : em casa de Samuel P. Jo- ; *!* -""'"'.""" perfoicao ; p.^a-s,- bem na ^
hnston&C. ra da Senzala Nova n 52 .....Iii.ni/.i.tt g.
, fi.....* S srLernl,........ter imiff^fHtn ??nm?iY!
Szss TZi&zarsxsus.l -prcci! ......(.......ie ieii
a abril' mu
rlietorica epoclita, seguido pela analyse
dos elsticos, para todos remelles pie se
Iquizerem preparar em ditas materias ali-
jo (im do cor rente anno lectivo O curso
Ura principio no I de agosto prximo
futuro. 0 mesmo professor aanea para
O iniiii ileseiiipcnlio de suas finiccoesO lon-
go cxercicio de mais de II annos de
e espera continuar a mere-
cer conlianca com que Sernpre tem sido
honrado. O refer lo curso sera' dado,
na casa i!a residencia do anuunciunte, na
ra larga do llosa rio n. S, segundo
andar.
alu
plelere -
i,, meninos e meninas a 4f5O0 e 5S), chapeos ama-
zuna- para senhoras o mais bem enfeilados que lem
mulo .ni mercado de iOgal His. el apeos para pa-
gem de copa baixaa 2]J500e muitas nutras quali-
d.i.ies que se rendem para acabar indo mais barato
le que em ufiraparle: na bem condecida loja n.
36 e 38iu praca da Iiidepeodeo a.
Chapeos o prololi
castor, npa baixa all
poles, iodo pur mello
I .i-ni conhecida loja u
Dcndencia.
dito- de feliro
de q.......o oulra
10 u o> na praca
240, relroz Ono de todas as core; a IW rs. a oila-
i i, meias para seehora a 240 rs. o par, clcheles
a 60 rs. a caixa ou carian. luvas para seidiora de
-.la bordada a o par, linhas de 200 jardas a 'sd
i-, o carriiel, bandeijasa .soiui cada urna, tacase
garlos a 1,9600 a duzia linas, alfinetes a 120 l
A :>.$000 rs.
- ias de balo de pi.....o: na loja da ra do Cres-
po ii. 10, de Adriano i Castro.
Vende-se uma .asa Ierres sita na ruado Ito-
iiicidoiuh n. ti na freguezia dos Melgados, com
bastantes commodos para uma grande familia, len-
;i i, tro- dosalas, I quarlos, cozidha lora cacimba, cslri-
lonlra, dilos de
I
parle : na
da lude-
ii urna casa para grande familia,
no bairro de Sanio Antonio e lias ras
Nova, i.iu.miado, Collegio, kirramenlo.
\llencao
Bicodeseda puquio para eofeilesde vestidos pe-
lo diminuto preco de sihi rs. a vara e pela largura
que tem ii do grara, a elle antes que se acabe, fl-
liva
, l'ecl-a-se
na i ua do
le uma ama
Ainoiiiu n. II,
P-
0 que compro o co-
pouca familia : na
a mesma obra
noel Antonio A
pensado.
I no r.d\n lloberts faz letlao por ii iter- Oabaixo a
vencaodo agente cima telendo no seu ^^uTs^
escriptorio na ra do Trapiche n. 9, (fe Uves&C, ede
urna pipa e um bar!I d vinlio chrez,
de vendo principiar o dito leil&o as 10 bo-
tas era ponto
LEILAO
ni.
,rJ ^3 SS? %c> \cj
Se\la-I'piia 12 do crrate.
Antonio Fernandes de Castro, temi
comprado a taberna dos fallidos Leopoldo
<-\ Krnesto, sila na ra Direila n. 8(i, la-
ra' leilao por intervencao do ageente
Borja no dia cima designado as 10 horas
em ponto" dos gneros, pesos, medidas,
caivjes e outros muitosobjectos, os quaes
se acliam em perfeito estado, enja venda
sera" ellecluada sem reserva de pceo
alguin ua refeiida lal/ctna.
LEILAO
Com lanche
Tpiva fpiru ICi do coi-iTiilp.
O capitao Leopoldo Augusto
Fenvira, ton- lo tic. i el irar-su no
prximo vapor procedente dos
portos do rioilc. lai leilao por
iiilervencao(loo>?eiilc Borja na
casa de sua j-esidt.'iicia em San-
io Amaro, passaiido a fundico
tle Star, uo dia cima indicado
as 10 horas em ponto de sua pi-
ca mobilia de Jacaranda coiu
pedra, garda-roupa, guai-da
vestido, aparadores, commo-
las, mesa de jantar, apare!hos,
vidros, louca etc., etc., e oulros
limites artigsque seria enl'a-
donho menciona-los, e assim
como do que abaixose declara :
3 bois de carro mansos.
28 vaccas de leite sendo 2 lo-
rinas.
1S garrotas novilhas.
1 novilho ingle/..
2 grandes carrocas.
alguma sem qu
o competente re
de agosto de I&3)
ra dos Prazen
confronte an sili
I MA
Km que ail. d
director inte
o-l Cardoso par.
maas um serv
da matriz de Sanio nionio n. 2
Companhia da via-ferreado
Reeife a S. Francisco.
i'elo prsenle san convidados os senhores accio-
nistas desla companhia a virolo do 1." de agosto
prximo futuro em dianle ao escriptorio da ra do
" o, 2, pira receberom o stimo dii ideado de
juro- de -na- aceoes, contados na se.....-lie decorri-
do do I." de fevereiroa 31 de juina desle corrente
faz scienleao respeilavel l1111"- Recifc 26 de ulho de 1U59
.1. Ilunder, alfaiale, avisa ao respeilavel pu-
blico, principalmente aos seus froguezes, que niu-
dou-se t.ara a ra Nova n. li'J.
Precisa--.' aluL'ar nina escrav
zinhe 0 diario i e urna casa di
ra do Cellegio, loja n. 2\
llontem [9, desappareceu da obra do Ur. Jos
Joaquim de Uori es Sarment um poldro de primei-
ra muda, eardai. de bom laman no, com afrente
aberta quem d illa souber ou liver noticia, dirija-
das t s luna-, a (aliar com Va-
ves Mascaniilia.-, que ser reco li-
sign id
ci, que desde o da 11 do t caiveiro dos Srs. \lmeida inini -s,
ilara mais. que nao rerebeu coma
pelos mesmos senhores passasse
um, e i reslasse cantas. Recite 12
Joao Poca de >/ic. ira.
Aluga-se i na casa rom poneos commodos na
a tratar ua Capunga
nos i uelhos
i do Sr. Dubnr
SIMPLES PERCI NTA.
i rejolamenlo se tunda o celebre I Ionio
Attenco.
Precisa-se de urna pessoa para lomar conta da
roups de mu homem sollero, para mandar lavar
e engommar, dando fiador a sua conduela : a tra-
tar na loja de Jlaia Irmos ao arco de Santo An-
do hospital militar lenenle-coro-
di-iialor dos servicos dasenfer-
nie em seu [nove lo, para 1 lio pro-
curar an.a- que i ie engommem, como aconleceu no
dia 10, a poni i
lar ludias em um tumor por
chamar o barbei
Precisa-se
linas tenas n.ir
tivi-r auuum ie p ir esle Diario.
I) Sr. Ilotn
lioiulailc apparec
co qui
Quena liver p
Hanguinho e Pin
uesta tvpugraph
e licar um .1.
ule privado de dei-
ii,, 1er quem fosso
0 ', .-i m Ufi .
arrendar um engenho que
soja milito longe da praea
lelll a
uiiein
pie da I ouseca Cu linho leilha a
rna ruado Cresp i n. lii. a nego-
Ihe di r< speilo.
Attenco.
ira alujar um silio n.i Capnnga,
ledfXichoa, deii caria luchada
9, iiiii as iiiii.iis I. I1.
assoi;ia(;\o porilar
DE
ros Mutuos.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro de
orna taberna, mas que leu ha alguma pratica : lia
ra da- Cruzes n. 2u.
Precisa-se de um homem < uma mulhcrcasa-
- ni lilinis, o lioinein para fa/er as compras
di.nia- e a mulher para lavar e engommar, assim
tamlwm de nutra mulher para o mesmo lim acuna :
a tallar na ruado Seve, cosa lenca junio ao sobra-
do de cinc,, carandas, vislnho a grande casa
esia tazendo para o Gymnasio rr.ninci.il.
Uueni liver p.n i arrendar um engenho perto
desla prai a, ruin alguns escravos, recebendo algum
dmlieiro adianlado, pode procurar na rita do Cres-
po II. 1 t. esquina, queacliai com quem tratar.
Aluga-se para criado um nioleque croulo, la-
dino, de iioa en.luda e fiel : quem precisar, diri- Ua '"Uependeticia.
ja,' a ra da l'enlia, sobrado n. 21, primein '
andar.
que se
nudo andar.
cojii'Axaii.t
ALUANCE
Estabelecida om Londres
frco i mu.
CAPITAL
Cinco sivVWiocs Ae \\jras
esterlinas.
Sannders BrolhersA ('.." tem a honra de informa
negociantes, proprietarins de casas.
ha al 1:200$ no escriptorio do Dr. Antonio Bor-
ges da Fonseca se dir quem. e -, est nutorisado
a fazer o negocio : que .-.- far inda com algui
im ai, oMondego, Solcdade,equalqucroutra pon-
to que fique na mcs'Ua distancia.
paga r-se- las de velludo relas de i ores cstreilas largas a
200, 210, 300, 560 e 600 rs. a vara, bonete inf
bordados a ouro pelo diminuto preco de 5)500 na
iicn cuilierida |,,|,i u 36 e 38 na "praca da Inde-
pendencia
Compras.
aes Sis. negociantes, proprietarins de casas, e i
quem mais rom ier, q......slao plenamente aulot isa-
dos pida diia companhia para efiVctuar segaros so-
bre edificios de njolo epudra, cobertos de lellia e
igualmente sol.....s objeclosque ronliverem os mes-
mo.- edificios, quer consisla em mobilia ou em tazen-
das de qualqu.-i qualidade.
-
DENTISTA FRANCEZ.
o-> Paulo Gaignnux, denlLsla, ruadas I a-^
- rangoiras 15. Na mesma susa lem agufa e -
pii delllilico.
Compra-se um escravo que si-ja robusto, em-
bora na,, iciilia habilidades: na ra larga do llo-
sario n. 20, lerceiro andar.
Compram-se moedas de
ouro de 20.S, Hi.S e 10.S: na ra
da Cadeia do Kecife n. 36.
Compra-se um sil .. bem plaa.lo de arvores
de fruclO.com casa sul',.ce..... para lamilla de pon-
cas pessoas, e que estoja collocodo na estrada de s.
Jos do Hanguinho aic o Honleiro, preferindo-se
que os terrenos sejam proprios: a tratar na ra
do Aniorim n. II.
Compram-se m.....las de ouro de 20J a -\S-
na ra lia Cadeia do Itccife II. 34.
baria, quintal murado com pul as para a roa ,1o
iGeremu, van,,-.mundo-, como sejam \ psdela-
rangeiras da China, limoeiros, pioneiras, romeiras,
goiabeiras.cafeeiros e mais outrasarvores: a tratar
na ra do Kangel n. HJ.
Vende-se umapreta boa cozlnhcira osoffrivel
engommadeira : ua ra do Crespo n. l(i, esquina.
Attencclo.
Vendas.
<..
.....
-
Bernardo
da praca
Precisa-se fallat a Jos
Ventura, na livraria n. lie S
liolica.
SCMCOl
Se^uinla-ieira.
semidea gcral, ni ra da Praia, i
me, ciiiiiiuuai.i
le estatuios de
a Indos OS -
-: i
Paz-se pie
vincia de l'erna
Costa Torres Cui
l do ce riiiii, -v em sessao da as-
unas do costu-
iiai.ii--.-do negoeio dosprojertos
\ i.c.-n .ni: o que communico
iffeciivbs para quocomparocam.
1. ./. themoleo.
1 secrelario.
-i sabei se nesla praca ou pro-
niiuc existe ou existi Juan da
aue-, natural laquella cidad
pois quem do me imu Uver conhecimento so servir i
cnniuiuiiicar na
visto o lugar
por cujo obsequi
ti abaixo a
thesoureiro, viel
li\re da iutaladi
guarda da sua n
se musir is.-nlo
merecidamente
nao ignota. o
A pe.-soa
urna prela para
na primeira casa
Accioli, que acli
So liolel
para o sen ico u
No dia ti d
prela Cosme, en
blIStO, chelo do
nellle-c......le .1
gar, leve-o a ru
pensado.
lle.-apparc
iini lioi de carro
no cabo provenii
- se a quem q lea
parte na roa No-
pe/a que com o
Offerocc-s
-ua casa, ou pa
zer, dirija-se a i
rom quem iratat
Preci-a-e
ta cnladc, profer
l'oiio, que lenhi
LEILAO
SOBRADO COM SITIO.
A 25 do corrate.
O preposto do agente Oliveira (ate' lei-
lo de um grande, bem coestruido eno--1)'1 quinial, na :
na da Cadeia do Reeife, toja n. lililli
desua existencia nao ser sabido,
se -.-ra grato.
iguadu pede encarecidamente ao
na da lina t, que \ isto ja -e adiar
a da 75 e 50, COIlvcni para salia-
ulac'io. por ora To marcada, que
le outras faltas, que jusla ou im-
lie -.ii attribuidas, c que Vmc.
,,,.; Sfa.iiitfta
pie annunciou no Diario querer
ozinhar, drja-si a.. Manguinho,
defronle do porlao do sino do Sr.
ri lun quem tratar.
^Ii / precisa-so de um nioleque
le no dn ine-UIO : p.l^'.l-se ll,|l|
corrente me/, d i agosto fugio o
ulo, com i.lade de :l annos, ro-
orpO, ollios vivs, escraio do Ic-
io \ alenliin VilcHa : quem o pe*
t'ormosa, que ser bem recoio-
'u na noitc do dia lit do corrente
le cor alvacenta, com um tal lio
lile de urna sangria, por is-'o pede-
ia apprehendido entregar mi dar a,
l II. -i>, que lie- Ser paga .1 des-
l fez.
uma mulher para criar de Icile em
lesmamar menino ; quem qui -
ia dn Caldeireiro n. 7, que achara
i^ar un silio nos airabaldes des-
iido-se na s,de, a le. e em ultimo
Roga-se ao Sr. Luiz Josc
(la Silva Araujo de comparecer
hoje na alfandega para lomar
conla de 148 caiiaslras de h-
lalas viudas do Porto no brigue
Boa IV.
Roga-se a pessoa para
quem venido l'orlo no brigue
Boa F, 30barricas com farinha
a entregar a ordem, de \ir hoje
lomar conla das niesmas na al-
a.
caso ai.'- a distar ia de iinia Icgi a e.-ie sitio deve
ter soltrivcl
a I ral a r no aterr<
Precisa-
casado, para Im. ar conla de um sitio, exige-sado
l'recisa-se
vo sobrado varandas de ierro, de um an-
dar sotiio, de excellentes e eupacosas
accooamoda(:"ies, com silio, em chaos pro-
prios, a margein do rio Capibaribe no
lugar denom nado Bemlica, entre os si-
tios do Sr. Harroea e dos Iterdeiros do
coronel Maraede, tendo o sitio 100 pal-
mos de fren! e cerca de 600 de fundo,
cocheira, estribara, quartos para leitor e
para pretos, galinlieiro ete tudo de ti-
jolo, grande cacimba com bomba de co-
lige, jiorlo de ferro, mnitos arvoredos e
baiva pataeapim. F.sta grande proprie-
dade aclm-S livte e desambatacada de
<|ualquer duvida como ptovam os docu-
mentos que serao apresontadot aos pie-
tendentes os (juaes podem tambem e\a-
mina-ladiiigmdo-se aoseti indicado sitio,
pieaelia^o pessoas promptas pata tal|*f
fim. Tera'pois lugar esle leilao quinta- *,
lora 25 do corrente ao nuio dia em pon- '
lo, no escciptorio do supradito agente1
mi da Cadeia do Recie.
USM
Whately Forster \- f'.. fara' leilao por
intervencao do agente liyp|iolito de 40
barril com carne de vacca a snliir da al-
fandega na porta do armazem do Sr
Annes: sesta-feira 12 do crtente as 11
lioras em |xnto.
Avisos diversos.
familia, pois ipi
dando: a tratar
dar, ou anuuncu
COMIMMIIA DA .IV FERBKA
lu
Reeife a Sao Francisco.
(LIMITADA.)
o- directores desla companhia convidam os Srs.
accionistas a eneeiuarem a entrada da 6" prestacao
na razan do duaslibras slerlinassobre cada arro,
a qual dele mi- paga do da II de seleinluo prximo
viinloiini 6 de uutubro : no Rio de Janeiro
em casa dos Sis. Man Mac GregOC \ C,
na IIalna em i asa dos Sis. S. Ilaveniporl \ C, 8
cmPernainbuco no escriptorio da ra do Crespo
o accionista que nao realisaro pagamento dentro
i,, termo indicado poder perder tod.....lireito as
oes sobre que o dlo pagamento nao liver sido
effectuado, o em lodo o caso lera de pagar piros
de 7 pur cento pelo lempo que descorrer entre o
da indicado para o pagamento e a -ua realis.i, ao.
Reeife 11 -e agosto de 1859.
Por ordem dos directores,
tssignndo I'.. II. Bramali,
Thesoureiro.
.Nov idade.
.1. s. p. Corveira, alfaiale reccnlemenlc chegado
da l'uiopa, faz publico a todos OS i i.lad.ins pi-niam-
bucanos, que abri um non. eslabelecimento da
sua ofliciua ni ra do (jucitoado ii. segundo
andar..
: Pre sa-se de dous ronooiros escravos para a
coiidin o de lijlo, dos Remedios para o Recite,
da-se comer o paga-se bem : a tratar na ra larga
dn Rosario ii. ls, padaria.
Precisa-se i-unlralar um padeiro, s para fa-
zer bolacha, masque seja perito, para ir Irahalliar
na villa da Escada : quem Ihe convier, enlends-se
.om o Icnenle-eoi'oiiel tranca, na ra nova de San-
ia lula.
_ Precisa-se de um caixeiro portuguez, de I a
l anuos, para o l'.reju da Madre de Dos: na ra
Nova ii. 71.
Barlhol.....en Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. :lti, rendo os seguimos medicamentos :
BOU l.'Allecleui-.
Pillas contra sezoes.
Hilas vegetaes.
S.il-.ipanilha BriStOl.
Hila Sands.
v ermifugo ingle/.
.Varope do Bosque.
Plalas americanas contra tabres).
I ngitento llollowaj,
l'ilulasdo dito.
ASSim como ten.....i grande sol liuieidi) de papel
paia inunde sala, o qual vende o mdico preco.
Vende-se um sobrado de um
dar na freguezia da Boa-Vista
DO caes do Hamos n. I 1.
a
an-
tea tar
Vidrilhoparaen-
feites.
Vende-se ridrillio de todas
por procos mullo commodos
ouru, ra do Cabug u 1 11.
as cores em libras,
na loja da aguia de
Capel.ao.
Na ra da Cadeia
C. .1. Asllev & C.
Vende-se na ra do Collegio u
iniiilo superior, viudo do Guerra.
Precisa-se de um capelln paradizer missana
le delenco, das C s S linras da manh.ia nos
dias festivos, e mesmo diariamente so se ajusfar,
-.....loa paga feila pela ordem tercena franciscana,
com cujo s'ndro se devem entender, ou na sa-
cilrislia da mesma ordem.
Arrenda-se uma olaii i que seja perto desla
I i.i.a a tratar na ra do CabugS, loja de ourives
n. I n.
Precisa-se do um homem de mea idade,
portuguez ou brasileiro, para caixeiro de um arma-
/eiu de niateriaes, dando flama a sua conducta : I Io ?"""> oa uoa-visia, loja do bilhetes n. 56,
quem esliver nesla (iiciimstan i.i, dirija-se a ra i a_* V'"la \'mU' bons charutos Unes da Babia,
da matriz da Boa-Vista n. 13.
Aluga-se nina casa na povoaco do Monteiro
coiu nonios commodos, grande quinial muradi
CBIB1M8 Di H&Tili
i !! i ie ii. 21, armazem d
Doce k arar
doce de arar
Superiores charutos da
Bal lia.
No Ierro da Boa-Vista, loja de bilhetes a. 'ti.
^ Vidros para vidracas.
Vi nde-se caixasdc ridrode lodos os lamanhos e
em perfoito estado bem accnndieionados em porcao
. a i i.illio, por pre o commodo, e a quem comprar
''r cit..... ii\.i- para cima se far maior difieren a
em proco : na loja de terragens e otticina de fuui-
leiro na ra dn Qucimado n. 30.
^^Caixas com vidros.
\ emle-se caixas com vidros em porcao e a reta-
Iho por prego commodo, chumbo de lenco), caixas
de folln de llandres,estanho em verga e'embarra:
na luja da ra da Cadeia do Recite n. iii.
Ao eslabelecimento de pholographia da ra
Nova o. ls, primeiro andar, acaba de ebegar de
l'raie a pelos navios I-mo llico, Azua e Olindi urna
glande varied.ide de quadros domados o molduras
i pelas pa--o-par-louts, paillons, guilloch, ondul,
] lulipes, sableor, velours soie, niosaiquee galvani-
sados a ouro, etc., etc. : assim como mnitos oulros
artefactos de goslo para a enlloca, o dos retratos.
O eslabelecimento esl liberto iodos os dias das 9
| horas da raanha s 4 ou 5 da Urde. Na mesma
casa vende-se urna excellente machina pbologra-
phica com iodos os apparelhos echimicas para fa-
zer-so i.iiaio-, de ambrolypo, enslnando-se este
processo q.....i tacilimo ao comprador.F. i Helia,
photographo.
Ill A DA CADEIA DE SANIO \NTONlll, DEFRON-
TE di: s. ihancisiii.
T|oia|i!iia del'. ('.. de Leiuose Silva.
Para acabar com os testantes
ROTLOSDEGUABETOS
V r,SAH>VA o mVUieiv
A>4A> o eento.
Etiquetas para ncllas I quem se quizer,
papel almai,, n. 2, gn-ve, de impressao duplo, e
quaririiplo alia, o. de peso, alma-o paulado, de
linho, paulado l'.arr, Hesin e Jesu, de hollanda
grande o meiao, e meia hollanda, etc., etc.
li propnelono da loja da ra do Quei-
mado n. |0, resolveu expor a venda n
i fazendas alera das que linlia resolrido li-
- quidar e as vende tambem por nieiios de
sen valor, aiancanjo que em parte algu-
lo.i n- senlioiesi limpiadores pdela,) c,on-
prar mais barato e que encontrario bom
! i lmenlo pira eseollia.
e algum le nuil i-mliora inchello :
da Boa-Vista,loja del. J. taller.
de um homem soiteiro ou mesmo
hoa conduela, e d-se boio orde-
nado : a tratar Da roa do Collegio n. 12.
Saca-st para o Porto e Lisboa : no
escriptorio de Carvallio Nogueira & C,
ra da Cruz n. 40. primeiro andar.
llugar un silio ou casa cun giau-
ulodauV, que accoiumode grande
mo an proco nao se aiusla agra-
ia ra de Apollo n. 9, segundo an-
Irmainlailc Araileniira to Nossa'
Scnlioi-a do liitin l'.iiiiscllio.
ii secrelario da referida irmandade 9
visa aos seus irmos, que visii dn
art. 27 do nossocorapromisso, no do- I
mingo prximo, 1 i do curenle me/, s
11 horas da mauha, iceni de compare- '
icreni na igreja dos religiosos l'rao. is- i
canos para assislirem a missa do liivino !
Espirito e depois no respectivo roosis- \
lorio proceder-se a eleicio da mesa 5
futura.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN
CA
Offerece cond
moderados
Aiiinla-se lodo
se denles, vend
hurgo, e applica
da Boa-\ isla i
COM PAN Y
ASSUKANCE
LONDON.
flTAI. l.aOD.tKIO.
\genli; C. 1. \si\ey e C
oes muito tavoraveis e premios
de llamhum,.
o
o ferro corlante, sangra-se, tiram-
n-se e alugaiu-se bichas de llam-
n-se veutosas : defronle da matriz
I (i.
Ama.
Precisaban de uma ama para rn.nhar em casa de
rapazes solleiros : na na largada do Rosario n. 28,
lerceiro andar.
-= Preci-i-se de uma ama de I ule forra ou cap-
tiva na roa do Aniorim n. 9, segundo andar.
GABETE PORTUGUEZ
rendo de solemnisar-se a 15 do corrente ooitavo
anuiversario da inslallacao do Ualifneie Portuguez
de l.eilura nesla cidade,' a diri-.toria Convida u lo-
dos os senhores associados, para que se dignem
comparecer assistir a sesso magna, que lera lu-
gar no siiprariadn dia, no saln do respectivo es-
labelecimento, s III lunas do da. Has lenas da
larde at Ss In da noitc tronquoar-so-h a entrada
no Gabinete a todas as pessoas de ambos os -evo-
que qiieiram risila-ln. Recite Itt de agosto de
1859. ii 1. secrelario, ./. <;. Silliiverde. '
GABINETE PORTUGUEZ
I I III RIA.
Por ordem da directora do Gabinete Portuguez
de I.i-tiura se la/ saber aos senhores socios, que em
cni-eqiieoc i do aiiiiiver-.irio do mesmo Gallineto,
<-i.ii.i suspenso o movimenlo do livros nos dias 13,
14 15 e 16 do correte me/ Recite lo do agosto de
185, ii 1. -enviarlo, .1 U. \ Ulaverde.
Saco-se sobre o Porto por
qualquer soraiua, pagavel alli
ou em Lisboa,podeiiiloas letras
serem pagas vista mediante o
descont uarazo de aprcen-
lo aoanno, aos portadores qu
oexigirem, dirijam-se a Joa-
is frucleiras': tratar no'aterro 1411 i 111 (ll Sil\.l C.nslro, rilil (lo
a em frente ao mmiiliii de vento <
nl.iuia. (,ITSpO.
l^i 16 do Rorrele mez lem de1 No domingo7 pot orcaslodo fogo de vista
da audiencia do Ur. juiz de or- na igreja do Carmo, perdeu-se dentro da grade jun-
i casas torreas sita na ra do Cal- lo n portarla uma pulseira, a pessoa queaachou
B, e o sobrado da ra'das Cruzes querendo restituir dirija-so a ra do Senhor Uom
u. 3, perlenii-iiies aos orplios do linado Jos Ma- .lesos d,is i imillas, priuieiin andar du sobrado que
/, a requeriui, nio do tutor sendo : volla para a ra de Sanio Ainnro, que ser recom-
ecluada do dia 16. I pen*
O Ur. Cas inova pode ser procurado
qualqoei Im a em sen consultorio honico-
palhico
28= i a nvsi.ui /.rs 2s
No inesii ,i ciiii-iiliiirio arha-se semprc
rande surt nenio de medicameulos em
Unturas e gb bulos, us mais nnroa o bem
preparado-, is elementos de honieopathia e
Nvsluin dice uarlo dos I un,,- de inedi-
no Sr. Cosme -I"
je......ador na vi
lea de Sanio \i
negocio que o u
cello que llo a|l
pucar por -I i i
Alug.i -.,- u
ja, com um.
eslrlbaria e muil
dos Afogados, m
de Estevao Casad
Nos dias 9,
ir praca depois
phos a renda d.
dereiro ns 111 i
cora porlao cun sahida para o rio, e hoa agua de
cacimba: no ra do Queimado n. 36, loja do-fer-
ragens.
Ama de leite.
Precisa-sc de uma ama deleiie, mesmo que nio
seja de pinico lempo parida, para criar urna peque-
a de 7 me/es, multo inancinlia quem quizer, di-
i ja se a pra,.a d.i Roa-Vista n. 16.
Coutinua-se a preparar bandeijas enfeitadas
com bonbos do diversas qualidades as melhoree e
mais em cunta desla cidade, para bailes, casauen-
lose testas de igrejas, com armonios e sem ellas
dirijam-se a na da l'eiiha u. 2-"> segundo andar que
-e ajustar o mais em conla.
l'erguiiia-se ao Sr. procurador bstanle da Sr.
Prancis.....los do Vm.iral se est concluido oin-
venlanoda lina la II. Isabel, .....Iln-r do mesmo Sr.
Vniaral, on oque Ihe falta, p- se uelle eiilroo as 5
escravas perlem enle a mesma tinada, pois -o de-
corrido o mais de i anuos: isto desoja saber
Uma da herdeiras.
M. Victoria retira-se para a Europa b l.-va em
sua companhia Hdame Hathieu.
Ueseja-se fallar com o Sr. Intonio Hnrges da
Silveira Lobo a negocio que muito illteressa ; na
ra Nova n. ;lli.
-= lina pessoa habilitada olTercce-se para cai-
v.iro de coliraiea, dando lia.lor a sua conducta, e
sujeita-se a um mdico ordaoatio : quou precisar
aiiiiuiii ie por e-la folha.
Deseja-se fallar ,io Sr. Vntonio Silverio Bar-
bosa esludanle do Rio de Janeiro' para nesociode
sen nteresse : na ra do Queimado n. 3;1 A. luja.
Aluga-se nina PSCrava para o seivn o interno
de nina casa : m ra da Peulia u. 17.
Allenco.
Vende-se om fardamento para ituarda de (-aval-
lara : a naiar na ma Direila n. S2, loja ; ao com-
prador se dir porque se Venda.
Attenco.
Vende-se ou arrenda-se uma padaria montada
de ludos os ulencilios, a qual faz seis arrobas de
pao diariamente, no lugar da estrada nova do Ca-
. i, sendo que lem igualmente estribara abal-
la de capim, e outras vantsgens qu i serio vistas
pelos pretetiih-nti-s : a tratar na mesma padaria.
Vende se ulna cadena da Baha quasi nova :
quem quizer uuuuncie.
= Vende-se um mualo d-- 20 anuos de idade,
proprio para iodo o servido : na ra da Cadeia do
Recite n. 4.
Bordados finos.
Voiidiiu-so ricas liras bordadas pira casaveques,
manguitos e calcio has paja enancas, babadns,
ricasgollinhas, ricos manguitos com cambjnha e
gollinha para senliora e meninas, e um rico surt-
inenio de renda a imilaco de labjrinllio, que -e
v ende indo muito era cunta, por ter grande porcao
ua aterro da Boa-\ isla, loja da Boa i' u. 74.
Aos senhores de engenho.
Na ra de Sania Isabel,casa da esuuina, vnde-
se por pico commodo um escravo official de pe-
droiro, leudo apenas 23 annos de idade.
Allenco.
Vende-se iiianleiga ingleza a 800 rs. a libra, dita
francezaa 640, cha livsson a l$800, caf a 820, lou-
cinhode Lisboa a ilil, espermaceto bom a 7110 rs..
Loja de miudezas, aterroda Boa-
Vista defronte da fabrica de
charutos jnnto a matriz.
o proprietario desle estabelecim >nto avisa an
publico com ospecialidade da.Boa-Vista, que em
sua loja acliaro sempre o mais rico elegante sor-
lmenlo de miudezas finas e grossat-, objeclos de
luso e muito gusto, polos precos mais commodos
que i: possivel ven-lei-se, cuino sejam :
Ricos tientes de tartaruga a imperatriz 10$, l-ij
l ?.
Enteites de vidrilhos, pretos e de co ( gostos mo-
dernos chegados ltimamente a 53,
Hilos para meninas s S$500
Luvas de pellica de core- [iaia ne n nas, perfeilas
e iniiiio frescas a IJJS80.
Go Inhas bordadas com iodo o osmerj a ;.
Tiras bordadas largas e estrellas.
Olales ,|e mulla phanlliasia a 149 e 16jJ.
Bandos de froco de crina para eabell is de senlio-
ra a IJB80.
I.indi-simas guarn,-oes para nfetes d
brancos _e de cores pecas com 10 varas a 380O.
Ricos enhile- de llores, cachos de Qi r.-, iia.
franjas de seda e de algodao, para casa-
veques, bicos de seda brancos t ros, frocosde
.ores, lioneras do cera e de mas-a, alfinetes pe-
los com vidrilhos para Begorar enfeifes, ricas
perfumaras etc., etc ,dc ludo dj-st tn
peiilior.
qu.ijos muito bons a 19500, milhoe arroz com ca I Unilik iwwilik.., a i'!,iJa*ici A,\
a a :.l. a c,,,a. ,--,,-,,,s de palha doblada .380, 1*13110, PC .16 OS C \ M OS UC
vinhode Lisboa a 480 360 a garrafa : aa taberna J
da estrella do paleo do Paraizo a. 1
Ao barato. |>*IeiHo.
i inila..i da llav.ma, o pico agrada ao fiimaul ,
, vende-se a relalho cen caixas assim como ci-
garros hespanhes a 160 0 maco.
Veiidem-se duas enrocas', um.i nova e oulra
usada, por barate preco, em razo de nao serem
mais precisas: pode bem servir para engenho por
seren proprias a serem puchadas por jimias de
bois : a tratar na ra du Cabug, loja de calca-
do ii. !).
Vende-se na botica da ra Direitan. 88, de
Jos da lloclla l'ai.uiho-, inaa para distruicio dos
ratos, e oulros animaos noi iv..- para em prega-la
preciso estende-la em carnadas linas sobre (alias
de pao mu delgadas; us ralos acorneen morrea
logo.
Vende-se uma escrava crioula, de idade 30
annos, sem vicio algum, sabe lavar roupa, e apta I
para qualquer servico, e d-se por mdico preco
por Ier uma (crida na perita: na ra da Saudade,
primeira -..i de solao do lado do sul, procure-se
pela iiiaulia ale as B lloras e meia, e a larde de-
pois da- :t 1|J huras, im.. dias uli is, e nos oulros a
qualquer hura.
Na ra das Cruzes n. 21, contina haver saceos
com milho a ViOO, e a cma a 320 ; nesla casa
tambem acaba de receber-se superior carne do
s.iio, a qual vende-se a 480 a libra, mntitoisa in-
gleza a 960.
lOOO
Penles de tartaruga para atar cabello
Ditos de dila virados dem dem
luios de dita diio.s -i imperatriz
Hilos de massa ditos luiiilo lind-is
Snalos de tranca
Enteites de vidrilho multo modernos
Pellea de couro de lustre muito superior
o nutras mullas cousas para acabar; vende-se na
i pequea loja de miudezas junto ao arco de Sanio
Vntonio.
NOVA Gl
E chegado ha poucos dias nm rico e elegante
lii-iHili '"n"" '"rl< do l|'orili,s. construido pelo premiado
lgfJC 'l'lr"'i"lle das exposicoes de Pars o Londres Mr.
200fl de '*'""'* o.'iui'l garantc-se a toda a prora
ao comprador ; assim cuino ricos 0 e'.eganles vio-
lSSli
;illi
Ssi.il
Alloncao
V endein-se na
commodo.
Na antiga hija que fui da madama Tlieard, rita
Nova ir M. e d'lena em dianle ,|e sen genio Tlio-. ..
me Lopes de Sena, e sua mulher Aimee Carolina Irmao & And rada
l'heard Lopes de Sena ; conliiiua-se como era de
cosiume a fazer vestidos e \ istidos para casamentes,
vestuarios para bantisados e louquinhas, chapos
para luto, faz-se ludo o que perlence a um loile de
uma casa ; e avisa ao respeilavel publico e princi-
palmente a sen- In-gue/es, que rec.-heu agora un
snrlimenlo de a/.-ndas, ricos Chpeos do seda com
veo para senhora, enteites de cabera de luco-, Illas
e non-, cap.-Has de (lores brancas o de cores, ditas
de limes ii,- laranja para casamento, ricos enteites
de lineo prelo Cont vidrilho, llore- -ollas. Illas, bi-
en- de seda braiiro c prelo de linho, franjas, v. ,,.
pal chapos de senliora, manteletes de grosdena-
ples prelo, collarinhos e manguitos de cainbiaia
b'ii.l idos, luvas de .lun, o, brancas e de todas as
cues lauto para hornera como para senhoras, alli-
neles pretos e domados para segurar, enfeiles de
cabera, i icos penles de tartai iir.i, liHptes de madre-
perola, sapalinhos de nierin para baplsadns de
enancas, inuca- de laa esapaliuhosdc Ion para me-
ninos, enfeiles de relio/ em M Inlho.
Na ra das Cruzes u. 21, coiitina haver saceos
cmn milhoa 50500,ea una a 320. no mesmo es-
labelecimento acaba--- de recebar superior carne
do serlo, a qual vendo-sea Hi a libra.
-- Velidelu-.-e 12 cadena-de Jacaranda, 1 mesa
redonda, 2 bancas de columna dealirir.de amarol-
lo, 1 marqueza, 1 relogio de sol, 1 cama fraiiceza,
e mais objeclos na ra dos Marlyrios n. \1.
Dmlieiro m ohrc.
Vende-se conslantemenic na ra da Penha, so-
brado n. Ill, e em Pora de Portas, ma du Brura,
delionle a nova fiiudii o du i ahh ireini de \ illa-a,
loes, mandados vir rom todas as recommonda-
res, armnicos com 8 pecas, o realejos de canu-
dos com 20 peas, binculos de marflm para Ihea-
Iro, bengalas de unicornio a 10?, ricas casemnas d,
cordao a 73500 o corte, lindos cortes de eollete de
velludo a ~$, espelhos com molduras douradas
grandes e pequeos, cocliins de linho para monta-
ra ,1 I3J8OO: na loja de miudezas do aterro da Roa-
\ isla n. S2, delronlo da fabrica de charutos junto a
matriz.
Vende-se esla agua a iiielbor que tem apparecf-l
do para Ungir o cabello e suissas de preto : na li-'
Mara universal ma do Collegio n. 20; d-se junto!
mu impresso gratis, ensinandoa forma de applicar. I
"
Ervilhas novas.
na do Collegio n. 12, a preco
lloga-se
Barboza, oOlcial de alfaiale, no-
do Cabo, que venha a ra da 1..1-
lonio n. I-, ba de man ineiro, a
-1 nleo un, ignora, licindo
anceiido ni -le- ,il,, das, se ex-
esrnn folha qual u negocio.
11 snio no Rnsarinho, junio ,i igre-
1 de qualro quarlos, rozinba
Sociedade Hygioplrile.
A -ociedade Itj'gtOphile, que acaba de eslaliele-
1 i-r em Paris um grande laboral......de perfumaras
Ingieren .i-, as az n. ominen.I ir com instancia an
respeilavel pnblti-u desla cidade: nao hesilando
em a,-vi-iai-Ihe -ni excellonle qualidade, vistosd
empregar em sua picpai.ii.au subslancias inteira-
nienie medicinaos; como prova con.....(ame sa-
nitario da c>miiiii--.io medica desla seciedade, e
com
mas
Ra do Queimado.
Loja de miudezas de tres por-
tas coiu lenle ama relia.
Vestuarios do meninos c meninas de iodo- us |.
manilos, e por barato preco, esparlilhos de niuilu
bom gusto a 6J, manguitos finos cmn gollinhas du
nimio goslo por 10;, gollinhas a 3, dilas a son 1-.,
camisas, collarinhos c ponhos para senhora a Di
' penles de larlaiuga .1 3o00, 18500. Ii, 8 V 10, (li-
le- a imperatriz a 12--, ditos de volla para meninas
,1 2f50U, franjas de seda do lodos as cores elargu-
ras por iodo proco, ditas com borla- para cortinado
:v-2nu, ditas para loallia a 2,s."iOO, lilas linas la-
is 1 d,-11,11,10 goslo por barato pn....., carios
,1, clcheles a lio rs., nnlia de cartinlio de200 jar-
Idas de lodos os nmeros a 80 rs lucos de seda de
todas as larguras por barato preco, ditos pretos
ditos de linho por barato preco, rendas a IJfiOOa
peca, chapeos de soda para meninas de muito gos-
lo a 10$, ditos para meninos a 3$500 e ij, booeta
i;RiMIE E VARIAHO S0RTI3IE\T0
DI
;lloii|tas IVilas c fa/ciidas IVaiicc/as c
nilc/.os leceliidas em dii-eilma
v 11
Armazem e loja
DE
Ges k Bastos
NA III \ Hiii.H I'IM mu N. |f,. PRESTE HV i
LOJA \ M v 16 r.l.I V i: llnfl I.AS BRANCAS. .
Ideas sobrecasacas de panno lino prelo e g
de cor hila cmn lodo o aceio e goslo a 249, '
2-\S, 2s,s ,:lii;, paletots do mesmo panno im. -
vos modelo-a 269 229, ditos para meninos ':.
:, is ,. 20|, ditos de casemira modernos de B
rores a I\n, ditos do luciacasomira a 12;, di- g
los de i .!- uma- grossas a 10;, ditos de alpa- S
la de con a i,s, iliin- para meninos .
:- ,1,11, -niuei a-acos de alpaca torrado- a ..
i,.s S'9, ditos de tu un pardea ;.iOO e 5, di-
los le fnslio de rores bouilos padrees a -
I5500, ditos de esguio pardo a 5$. ditos de H
in un branco a 59, di los de meia casemira a
>, linos de meia casemira a .'i^. ditos para :"
menino a 19, grande sorlimento de camU
assim como camisas inglezas a 45g e 529 '
duzia, e de lii-lo brama- i 9500 :',s. se-
rmilasile lodasas qualidades e precos, meias --

de vi iludo com plumas a ?, ditos de plhinha a
a 355OO, perfumaran de ledas asqualidades c por
piceos baratos, enteites da vidrilnos pretos e de
cores a 4g50ll, griiialdas, limes e sapalinhos de la
1 anterisai ao concedida para a venda das mes- a 300 rs., ditos......- 1 IjJfiOO, proprios para bapii-
A preferencia destes perfumaras s pode ser Bado.luvasdo Jouviu verdad, iras .para homens e
ria de Jess Hun
1 aiiciiiaLi. ao el
bem demonstrada pelas pessoas que deltas j lem
feilo uso ; e pulanlo aquellas que quizerem fazer
experiencia podem dirigu-se ,i ra do Queimado
II. 25, loja de- ^1-. Iiouvel.l ,\ \ra ijo onde elicon-
Irarao, bailha, aguas para denle-, extracto, vinagres
aromticos, aguas philodermiques, aguas para lid-
iis, saboneles, cosmticos, agua- de Lavando, etc.
, I, .. revestidos lodos os frascos mi incidinos, i-nm
a assignatura da respectiva seciedade : o nico de-
posite nesla proi incia em casa de Moni.110 Lopes
.\ i 111:1 da Cadeia u. yo.
em,1- inglezas muito linas a i;ii..... 55500 a '-
duzia, 1. le-os ,le caiiilu na de linho mullo Ii- .r
- a 55 .1 duzia, calca- de casemira de cores
e 1.1.1.1 a s- i|<. ||l^ ,. I),:, ditas de uie|i!ni
1 pn-lo de cmd.ni a 5-, odiles de flislo a 3J
. e 3g50 I. cale.1- de III ins Ii"-'- de COTOS
1'O. ls e r>5, dilas de meia casemira a i>. B
''_ duas de brinsbrancos finos -1 5(560 e 69. col-
leles ib- giH ..'111,1,1 de cores e prelOS C ci-e-
miras a !. tiS, 7S e SS, chape is de sol de se- -:
da cabos de inarliine sem ellos a llg 125,
Heles de velludo a 10;, mas pliantai
senhoras a 2;2no, i......a- para baptisado de muito'' para vestidos de senhoras a IJ2O0 o 1(400

bom goslo, snalos de iranca ,1 htSuO, luvas enfei-
lada-a 290 par, paletots de varias qualidades e
P'-ios, qi..... vendem mais barato que om oulra
qualquer parto, e finalmente mimas nutras miude-
zas que s,- torna desnecessaiio mencionar: lev .mi-
se amostras um 1 asa de lamillas.
veodem-se duas casas terreas sitas na ruados
Ulirgos II- 15 e 111 quem a- preleildol". llilij,1-sp
a 1 na .1,1 Encantamento n. ti, que achara com
quvut tralat
ce. ,ido. c.i-a cqo. de fuSlBO de novo gOSlO ,1
:-, 20j, lapides de relro praselas a 2s\ n
lluilias du Iraspace tnuilo moderno a 75500,
as verdadeiras luves de Jouvin de todas .1- '
..-'. lilas ii,. da Esc ira a 80U 1- .
mantede poro linbo com largura de dua-
v.o.i-e tanto a 2-1 im 1. e oulra- inuilas i,i/,-u-
Grande sorlimento de objec-
los de goslo.
Aloja da Agina llranca acaba de recebar de Pa-
rs a sua propria encommenda um grande snrli-
meuto de objecterde gotto, como bom sejam : li-
nissimas tuvasdo Jouvin ricamente enfeitadas para
casamentos ou bailes, obra de apurado goslo a 5$
o par, lindas capailas e ramosdo Aires linas a.7J,
mas louquinhas e chapeosnhoa para bapdsados e
passeios, sendo de ulo de linho enfeitadas de (lias
e bicos a 2S e 2<500. de cainliraia 1 e linho do llo-
res e bordadas igualmente bem enfeitadas 1 :l;. is,
5| e 65, deselun .melladas o inellior possivel em
suas caixinhas a 7>. 8#e9#, sapalinhos de merino
lino bordados e anfatlados a 2,s e !f500, mei
nas de seda para o niesnio tnn a2| o par, enfeiles
Helos de vidrilho lindos e nOVOS dc-eiilios a 5S,
grampos e alfinetes pretos com pendentes de vi-
drilho para segurar OS enfeiles a lj, linissimas p
delicadas lesouras d'aro refinado, maiores e meno-
res para costura a 25, ditas curvas tgualmenla linas
paraunhas a 2> dilascommola propnamantecha-
madas coi'la-unlia- a 2->r)00, mu bonitos 8 bemfei-
tns livrinhos cmn capa de luarroq tim bordados pa-
ra notas e lembrancas a |g e l|50O, 1 .iileiiinhas
bordadas com iranca eguarnieo dourada lo pro-
11.1-para homem como para senhora a 1<, 15*00 e
I950O, ligas doseda mu linas bonitas com loco de
franja e llvelladourada a 11500 o par, mu bonitas
caixinhas para costura i......espelho dentro e lindos
amos de limes maiisadas em cima a 2; e outras I
19, 1 arlen-as grandes mullo bem finias e -
para letra- e dinboiro a 7;, mu nitas caixinhas
com moldurase arranjos para barba a :t;. Alein
di miudezas de todas as qualidades qu.- a enumera-
las se tornara demasiado entadoulio, notando-so
apenas luvas de lonas a- qiialidat -. franjas, :
bicos de seda Lugos e eslretos, narroqutm de to-
das as cores, couro de lustre de superior qualidade,
i. ase galios, cabos de metal priacipe, martim,
;,-'l".....le, colheres tinas ,- .1 treOoas para
cha c sopa, c.....Im- para assucnr ,- sopa, assim
todas a- ni.i.- miudezas do comn um, cuja baratez.
de precos ja e he sabida pm lodos quanios com-
prara para tornar a vender e mesmo por aquellos
que o (azora par. seus gastos is tos, ra do Queimado o. lli, loja da Agui. llranca.
Guerra de Italia.
.1,1- e roupa
c.....ar.
sfeila- que na
po lem meii-
Visias d,,s pr.n -ipa-s nconteeimenlos da actual
na de Italia, c das principaes personagen que
nelta figuraui vende-se na pequea loja de/mtu-
. dezas junio .10 arcu de Santo Anlot
MUTILADO


Atleneao.
\. ndc-sc urna escrava con habilidades ;.na ra
llegio 11. lerceiro anear.
Rap.
Ka praca da ladependencia n. ">. vende-se 11.
livameulo 11 mu lo superior rap de Lisboa, Paulo
* "i leiro, gasso lino, lucio grosso o Meuroii, lano
em libras 1 orno 1 m oilavas.
Mariiinisino para engento.
Na fuudicao de ferro
' DO
ENGENHEIRO
/>. W. UOWMA.X.
Estubelerida na rua do B'uru,
pautando o chafar.
>A.vuian todas as eucommenda; de marhi-
nsmo para t ugeidm, com a superinridade j reco-
nhecida, eeom a decida presteza e ei mntodidade
1111 preco.
No deposilo do msino, ,
iia rua dos Gnarnrapes, defroole da fuadiro, lia
sempre grande s minenlo de
llai hioas de vapor e rodas d'agua.
Mocadas o meias moendas.
1 ic lias do ferro rundido o balido p de cobro.
Alambiques do I, no.
Prtese termas deassucar.
Rodas domadas para agua o animaos.
1 rivos i- boceas le broalha.
Aguilhoes, bromes o paratusos.
Bombas e rano- 1 e trro.
Moinhosd.....andioca-e fornosdo farinha.
Alados, rodas d'1 ciiTO'-a com eixos ce palentc,
ele,, ele. .
l>. W, lowman vo-se obri^ado, pela excessiva
rollecta que a recebedora das rondas internas per-
siste 1 111 a/rr, a d 'clarar que nos edificio na rao
i" nniin. ocupo4ox pela ana fabrica e armazem
'/- recolkr uitrh'i itn > nao SO aiha nliji'rlo algum
(posto renda, eshnoo deposito cima referido.
SYSTLMV MEDICO DE HOLLOWAY.
huas ROU.WOYA.
Este inestimavol ospocilro, coiminsla it leiramen-
I'* J*' lit'l v.i*. iiiiiiiiiti.ii--. nao itiiiiiiti innviimi, 1 m -111
alburno outra substancia uvi.'rh-n.i. BencfiHi mais
lenra ml.uii 1.1, p 1 eoiupueo mais delirada lio
igualmvntc promplu a seguro nara desarreigftf n mal
na oiupleirao mais robusta ; he ulctramciite inno-
i'iii.1 pm suas uperaedes eftVilos; pois busca e
reroove asdoencas dequaujner especiu ogru por
mais aatigas e lenazt g que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas rom este reme-
dio, muilas que j.'< estovara ;i- portas da tu re, pre-
servando cm seu uso : consegu rain recobrar ;i saudc
e iiifi.is. depois de ha' et tentado intilmente lodos
oa oulros remedios.
Ls mais afilelas noderem entregar-se adeses-
peraeo ; facam um c > npetente ensaio dos effirazes
efleitos desta assombrosa medicina, prestes re u-
perarao o beneficio *! i saude.
Sha se perca teiup em lomar este remedia para
qnaiqui i das soguintes enermidades :
Clll l(M|
liano Je P\tuui1>uo
Pecas de chita ron
3$500: vende-se na ru
que rolla para a rua da
70^0011
Vi rua tlti Queimado
ba de receber de Fram
de chales apntanos,
co cima mem ionadi
o de molo.
lixe cun 38 COI idos poi
iin Crespo, loja da esquina
Cadela.
cada um.
:'.T, 1.>j; di- fa/endas, aca-
1 um completo surliiiH iiln
quaes vendem-se polo pre-
A Margrtela Sa-
chero.
Os mais ricos manteletes prctos que leni rindo a
este mercado, viudo cad.....11 i-m mu riru carliio
ornado eomu relralu da insigne canlura Uargarida
Sachern, os quaes sevendom nuiraniente na luja
de 1.1 iio It 11 uiao, 11.1 un da 1 adoia do Recifu 11 iS.
Tachas e moendas.
Braga Sili .1 .\ P.., Icm sempre no seu deposilo da
ru.1 da Jloeda n. '' V, um 21 nido sorlinionlo .!. la-
i liase moendas paraengenlm, do mullo arred
fabricante Edwin Maw: a iralarno uiosniu deposi-
lo mi na rua do Trapiche o I .
Jogos de damas.
Fendem-se limito bons jogos de il.nn.is rom as
competentes pedras, pelo barali.isimn preoo de :i;
cadajogo : na rua dnQueimado, nabemconbeclda
loja de niiudezasda Boa lama n. ::'.
- Se\la feira 12 le Agosto de 1859.
tua Direita n. 7.'i, em li-
quidacao.
Na rua Dlrena n.
massas [nos, vende-te
<:n\i*eos no (hilli:.
/>. deposilo de
boliulios, liiscon-
los, liiilacliinli.is etodos 01 mais obiectof 12
por muitu menos de sen valor visto que-
rer-se acabar com dito extabetecimento,
I tumbean lem cba' Iivmmi e de divetia
(|iialidades, cliartrtosetc ule., por ure-
n>s tflo ra/.oaveis |ue o tregutz nao dei-
\ i : de comprar
Vcnde-so urna marqueza p ineia duzia de
i .'iras pm lniiii oslado 2bancas |.i usadas por
prero commodo; a tratar na Iravessa da rua da
Palma, que linda com a sacrislia lo Carmo ante
peiiullima i asa
IMuilo ciii conla por ler grande
poirad.
Chapeos do Chille a 3*500, ditos a ~>. f>. B, 10,
I -. ditos francies de seda a 6$60O, di.....le
e soda a 7*1 na bi-m conheeida luja de elia-
[>--- da rua Hiniia n. 61, de il. de B. Keij.
Ha na rua da Cadeia do Rcrife n.Otl, ;1 eeravi-
iiIiks pi'r.is para se render por Itaralu nreoo, sendo
I mulalmhode 10 anuos, 1 rabrueha de llaunus,
i-1 cabritilla prelo do 12 anuos.
Aiila conlinia
Reeebidas otn direilnra de
ba
l'IS.
lados bordados
Aliidi'iiiis epileptici
Alporcas.
A m polas.
Amas lucido).
\-llnna.
Clicas,
Conviilsdes.
Debilidade ou exlenua-
rlll
Debilidade ou falla de fi i-
i as para qualquorcousa
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Pureza no ventre.
F.ufermidades no vonti
hilas u Bgado.
Hilas funreas.
Enxaqueca.
Herj si pola.
Febre biliii- -
r.-lii-.-i.t intemilente.
\ endem-se estas pUula
Pobreto da espe ie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Mydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inllaiiiinai i
Irregalaridades da mens-
Iruai'aii.
Lombrigas de luda espe-
Vestidos pretos com
velludo e seda...
Hilos de cores o broncos;
Ditos de gaze com baba
Ditos de ditos com dilos
Ditos de ditos a Stcphai
Hitas sedas brancas
IS*00 e............
Grosdenaple liso de lodhs as
Sedas de quadros lar
lirosdeiiaple prelo enro^pado a IgfiOtl
Dito dito luuitii largo a 19600 o.......
Iiiinili' cores de quadriplios a........
Sarja pn la hespauhola i
Hila pn i.i o do ion- i
largura a............
Belleza da China toda d
r.liah do flon malisi
Follar de l'aris u mais
Gaze de seda de ores
Se t ni de escocia e dian
Seda de quadros e listr
moto a..............
Duqneza de seda de ra
Barego de seda de varia
l iis ('.............
Mi-o velludo de coi
Velbutina do cores.
Brilhantina btauca mu
i.luas franrozas claras
Panno pretoe de cor lii
o 3*00 o...........
Casemira preta lina a-1
i asa i- orlandys de novo
Ditas francezas muito li
Manas piolas do Huiro
Ditas do blnud brancas
Taimas bordadas muilo
llicos chales de touquim
Ditos do soda de core
Dilus do merino t
com babador
is de velludo___
de [ruco..........
. i' \ ietoria......
11\radas o nado
cores n......
un -i pallo i- il-
da a..........
as a..............
uoderno a........
de soda a........
i o.un toqu de
i.i_ ni a.........
[ualidado .i Uno
razendas existentes na l<>i"> da rua do l>ueima-
ii. lo, c cada vei por menor preco, jomo sejam
s
i
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S
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'.'-MU
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bCOO
J-MKI
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IS.lllll
K1
lOfl
1,Si li i
'.Mili
1 smil
i-ini'i
1:ihiii
d
entre outra
Ganga amarella Usa e de quados, cor fisa
l'iO.lllo
Suporior bniii lir.inco trancado de litiho,
vara
Curtes do cal.a de mcia casemira, um
Panno Qnn prelo, covado
Hilo motbor, (ovado
Olales de laa o soda grandes
Hriin do liulio.dequaoros, covado
Superiores lomos do seda de i ores
Cambraia do soda, lindos padrc, cavado
Cortes do calca Grande soiiinienlti do ehilas de coros -. li-
ras o tiara-, cores li\as, ruva lo
Grande sorlimunto de chitas larcas fren-
rezas, bons padroes o eores ft\as, oo\ ado
Wpaca do qiiadrinlios pmpria para vesli-
o roupa do erianras, ro\ ido
i i--..- de i ni os tiv.i-, i ovado
Di i- muilo Unas, un ado
Chapeos do palliinha oi.feilados para s,>-
iilioia, um
Hilos do soda rom ricos enfeites, um
Grosdenaple prelo, largo o bom, covado
ros di vestido modernos do pliaulezia
200
ICIIIKI
I9GOO
filil
Aviso.
No armazem do \d unson, lina ie.iS C.,rua do Tra
pirlie n. 2. \ lu 1 -o -.Il 111- para hnmem e son I
arreios pratea I"- para cabriolis, i-hu-otes para
io, collonas Liara uavallu etc..
Chapeos eneilados.
Na rua do QuiMinado, loja de
porlas 11. M.
Chegou poli
solliuielilo di
I.Hilo do
cntente
modo ;
llllillll
ll.ipoi
vapor do Havre um comph lo
para senhoras e meninas,
MSOIIII pn la ionio .lo l'oliro d
l'Sllllll
ICO
IS2S0
pallia romo do fellro, o ^\<- -oda, lodos 'i- ..
entintados, o se vendeni por preco com-
is>im ruino para liorucn, lano do soda ,
rlod.
iCIOglOS.
Vendem-se relojio? de ouro ingleses lo patete*
no armazem de Angu?l i (. ]> Aluru, roa da Ca-
deia dn Recife n. 3fi.
Enfeites pelos pa-
ra senlioras
Enfeites pretos <\ melhor gosto, chegados in-lt
ultimo vapora 4S500, dii'* de Procos de diversos
preros muilo linos, bei'is mullo tinos bonlnd-is a
\i*lliiiln proprios para chapeos de senhoras., assim
romo o mi completo sortiincnto de chapeos para am-
bos prwo e da qualidadu nao deivarao de comprar: na
Ih-hj oonhecida loja de chapeos da rua Direila n
Relogios it* ouru e prata, coliertos di fioobertos,
patente ingle/., os in*-|lmr< > qi' islem no mer- ;
cado, h despachadiis li>j--. ifiidem ^' |ur oreos
raroavi'is: n es*'cptirio dn ngeuie fHHvira, rua
da Cadeia do Revin* n. ':, prcueir*! andar.
%i va reiuessa de borzoguins ^<
A lOSOIMIo |),u".
Dhiheiro a vista.
.Minio superiores nos pi iineiros, conti
nuain a vender Leite >\ Irino, na s.ia luja
de tuatro portas, na na da Cadeia do
Recfe n. IS.
Sflius, sillines o canias de fer-
ro itiglezas.
Dos prmeiros (bricantet de Inglater-
ra, vendem-se por preeos razoaveit, no
escriptorio do afjenle Oliveira, rua da
Cadeia do Recite n. 02, primeiro andar.
Hurle para os inserios.
Exposicao Universal <\c 1850.
l'-i;i romposicao devida as mais perservanles in
vi-siigaeoes e aos illiistrados couse hos iU- um don -
Lo lllell .ttiii/ii, iiiiihoiido pil.ii -na- \i.ioin- poli
Viuerii'.i, llo-paulia, opilo- estados do Uorle i
li-liu.i'l'i Segundo poiiMi a la/or um ; i ..i.f
publico,
i i.i sein a menor ditUcnldade e obro
|Ue o moni ompro;'.!!!.' possa pi'iudn.ii de
lo..11. i: -i a! 'Ulna .i sailde, lodo- o- i i-oi lo- i|il( i
["rsioiioin e nos anligem, laos romo poi-n\o)o-,
pioiloi-, pulo;,., lurmigas le, tal o problema que
-o .ola resolvido polo pruyressu intitulado uorle
par.i o- insectos.
Para mnscgutr este Uro, grandes aforeos se lem
l'iloal lillje ; mas lodos so nao Ion .-ido inleiia-
nenlo iiii'riif'liro-os ao menos o>lo longe de cor-
rt*sponder ao que uromettiam os pomposos an-
C(
1 -
Uno. de
Hilo- do
calca do casemira de cores
i olile de velludo de ires
casemira prela bordados
goilolio do soda
Maros de unas rruas minio linas, ngleas
i uio- de i al' a de i-aseinira prela e boa
V uiide-se una muala do iodo serveo
lina a...
scuras a
i prova de
P
Mal do podra.
Mainha- na i lilis,
oli-triiii ao de v elilre.
l'liivsiia ou cousumpeo
pulmonar.
Retenco do ourina.
Itli'illualisino.
Symplomas segundarios.
llllinli -.
Tico doloroso.
ulceras.
\ eneren [mal).
is no estabelecimento pe-
ral do Londres n. 22 (Slrand.s o na loja do iodos
o- boticarios droguistas o outras pesstias encarrega-
dasdesua renda iin luda a Amrica do Sul, ll.oa-
ua o npspanha.
Vendem-se a- hocolinhasa 800 rs. cada urna del-
tas i-oinioiu nina istcuceao em porluguezpara ex-
plicar o modo do so usar do-la- pilla-.
i > deposito geral lio em casa do Sr. Soum pharma-
Ceulico, na rua da I'.i-u u. 22 em Peruambuco.
IVrliiiitia scmi ip
Na loja do Preguiea, na rua do Queimado n. 2,
esquinado becco do Pene Frito, Icm casemira en-
testada muito larga o cores escuras propria para I
caira, colletes e palelots polo baratissimo prefo de
1(280 cada corado : a ella, antes que se acabe.
Ol! que pechinclia! upara
acabar..
o
20 o
limao
lli I
1.si ,1111
ICO
.
210
2IKI
21.1,
tiKinu

*j(HMI
-iKII!
:,--niM
i SI li I.I
2,sllll
jtkKI
o-iHin
Ulula
os proi'os, chapeos de
sol de panno de seda de diversas qiiatidades, imi-
fciles de frcicn para senhoras .i 6a, gravatiuhas le
limo a 1s2mi. o inuia- para meninos, de diverxis
lili
reous os fre
lian doi\am do
/o- > indo a i *le
iiiilirar
slabelecillieiilo
na atorro da loo-Vista n. 7, primeiro
Na loja u. 10 da rua do Quoimado,
I.i se \ondoiiilo por menos dn son va-
uiii cmplelo sorlimenio do [,r/en-
:oo o..........
desodlos a va
asa...........
icas............
1 piolas........
uas............
bordados......
oos o escuros
velludo.. .
soda............
2JMKI a........
dados............
lio do DIKI rs. a
riiioios bordados
lo o do tilllio
ir o brancas
Hilos dilOS a soda a Cejl
Hilos ditos li-os franja il
Hilo- ditos franja do la.,
mo- dilos eslampados <
Lencos de linio, lino lio
Hitos do algodo labyrin
Manguitos e tires o enti
do cambraia.......................
Golinhas de cambraia boi dadas a 610
Hil.isdilas muilo linas di pona......
Enfeites de troco e flores modernas..
I'oilos para camisa do aljndo o liuho.
Seroulas do brim de al
Camisas francezas do
l$>0 o ................................
Hnas do dilos do esguido linas..........
Casacas esobrecasacos de panno prelo li-
no a 225 o..............................
Palelots do casemira claros o escuros___
Dilos do merino setim piH to e do cor___
Hilos do alpaca preros o ^i- cor com gtdla
de velludo..............................
Hilos do brim branca o do coro- linos___
linos do alpara prelo < de cor............
r.ali asdo casemira prela e do cor........
i.olilos do velludo casemiraegorguro..
Vende se na isa ue Prente Van
na v C.
Balanqas de deciuiaes romanas.
Alvaiade.
Genebra.
Cerveja.
Cimenlo'siipeiior de I la mi: urjo.
; Rua da Scnzala Nova n. \1.
Lindas victorias de lia de quadros para vestido,! Vendo-sc em rasa de s. P. Jonbston \ C raque-
pelo baratisstmo preco .lo .20 o covado, bzenda us de lustre para carros, sellis o silhoes inglews,
ouesempro se rendeu por IjOOO o corado: na toja candeeiros e caseaes I.....izeados binas mol,.,as,
do soiiiado 'o
Oucimado n. .
patente inglezi
S
1,vi. III
9
3
2-mo
o
3OSO00
s
OgOOO
7-.Mil I
r,sr,uii
HSMId
LOW-MOW,
Itua ihi Seii/.iila ftova n." V2.
\o-io estabelecimento continua a haver um com-
pleto sorflmento do moendas e lorias moendas para
engeiiho, machinas do vapor e laixasde ferro lian-
do niado. de lodosos lmaulios liara dito.
.Moias de borracha.
C1IEGADAS II.TIM\Mr.\ll NO NAVIO PRANCF.Z.
Na rua do Queimado, na bem ronliecida loja de '
miudezas da Boa lama n. 33, j.i lem para vender I
por prero baralo as muito procuradas meias \\<-
borracha, uuicamenleproprias o approvadas para .
toda o u.ualojier eiiclifrnNi as pernos.
Vendem-se relogios de lilas as quali-
des, sendo de ouro e piala pequeos pa-
ra senhora, e de patentes ltimamente
chegados : na rua da Citi/. ti. ')"> cm.i de
.1. Keller & C.
Potassa da ilussia
E CAL DE LISBOA.
No bem i oiiliorido o acreditado deposilo da rua
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender polas-.i
da Russia oda do Rio do Janeiro, nova o de supe-
rior qualidade, assim como lambern cal virgem em
in dra : tudo iior pn
mm,
Para concluir.
O arrematante dasfazendas do fallido Jos Dual
lo do nli. o i.i llego, esta ilisposln a \ oudor por iodo
0 prooo para acabar, o restante da- fa/endas e\i--
lenles na lujada roa da Madre do lieos n. 7.f en-
ire imita- muilas fazeudasliu i- : issas,lem o se-
uuiulo :
i.olios do brim do liu!,o
Hilo- do casemira Una do cor
Hilos do dila dila piola a 27 :!.-' o
Penles do lartarnga
I' iloiol-do linio liso o do quadros a 2 Cliiasfrance/as muilo linas, covado
iliorlos con i'im
Camisas francezas brancas o do cor
Chapeos franrezi -
1 ma.. do scla pr.ia para senhora
lili is \\<" lio do l'.sroi 1.1 muilo superiores
Cambraias do cor, covado a 21111 o
Hilas muilo superiores, vara
llisrados iuiio." largos e estreilos, co-
vado a lliil o
Grosdenaple pelo multo bom
Hilo muilo suporior iiiglez
Damascos do lodas as cores o dins largu-
ra-, covado
Chalos do lloco a 10- o
Cneils para son hora a :i* o
Molas ornas, du/ia a 2*\ ;!*" o
Corles de colletes do gorguro muilo su-
periores
Hilos de relindo mnilo rirns
Pecas do chitas de cores Hxas a i-, SJ, (i o
Chitas eslreilas, covado a 1211. IfiO o
Hilas franco/as largas
i diales do touquim a 88, 25J
Casaveques do fusto o cambraia bordada
Corles de sussina com 1 covadus
Coliorioros de papa
i.o hus do lindo
i do liuho fino, vara
Vlpacasde cor para vestidos, covado
Meias un.i- paia senhora
Hilas ditas dila
Hilas .lilas dila
Pannos pilos linos do IJfiOO a
Chapeos do Miro do lodas as qoalidades.
Chapeos francezes, merinos, sedinhas.
chalo- do cores, rostidos do cambraias com baila-
dos, o muilas la/ondas linas o grossas, que para
acabar se vendem por diminuto po .o.
caberlos o desetil,orlos, pequeiiose grandes, de ou-
ro patente higlez, para liomem e senlinra, do uro
dos melhort's fabricantes do Liverpool, nudos pelo
ultimo paquete ingle/. : pm casa do Soiilhall Hel-
lors \ c *
J
Borzeguins. I
1S2O0
iriKiu
ijOOll
:7Ikhi
oi-llllll
2n
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l.-Miil
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7IMHI
180
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ar.vimo
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8J00O'
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19280
1SIHIII
240
.i.sllll'1
$000
-S1 ii ii I
i-iHHI
Presuntos.
Na rua Hila n. I>, ha presuntos de Laniego dos
ltimos chegados a esle inerradn, a i8u a libra a
ello-, que o pri-liiiiclia.
Ghapcosinhos para crian-
cas.
Vendem-se chapeosinhos ricamente enfeilados,
polo mdico i.....o de Ce 79, assim eomolKinels do
lit muilo enfeilados a ; : n.i bem conheeida loja
da Una faina n. 33.
J
Almeida A Burgos, em son loja defazen-
^-^ das linas, roupa teita franceza i- perfuma- ?j
':. n.is i na do Cabug o. 'S, voiidoin Liinliem
8 bonegoins para hornera da melhor a
- acreditada fabrica do llamburgo, che- ,
; -ido- iillimamenle sendo ".ispead ,.dedil- "
i 95500, o do pellica a los, e ven-
dem porseinehante preco em ennsequen-
eia do n.in ser loja proprimente do ral. .id,, '.
v-vv-VSrv vvyr r*w-
i\a loja da estrella.
Una dn Queimado n. 7.
Ksle e-iahiloiinioiii'i contina a loro mais com-
pleto sorlimento do fazendas de o.da- a- qoalidades,
o -o vendem por menos do queem outra qualquer
paiio, assim como :
(".hilas francezas, o invado ICO
Corles do casemira ingle/a 2S1IH.I
Hilos do dila muito superior, franceza,
o corle 635OO
Cha].....s francezes para cabera, linos 1>$4KI
curio- do caifa do brim 1-2mi
Casemira do du.i- larguras muilo fina,
o ovado :lllll
Taimas bordadas muilo ricas.
Chapeos pora meninas o senhoras.
Camisas para seuhora, bordadas.
Corles do inllolo do flislo,bolillos padroo-
Camisas do indas as quatidades para hornea).
Carleiras de perfumaras ingle/as 55OIMI
Cazavcques do fusto, fazenda milito .superior,
Colletes do velludo preto do ion -
Palilols do panno prelo
Hilos de dito supenor a 2*\! o
Calcas de casemiras piola- c de cores.
Kspailillios paia sennnra
Palelots do ganga muito superior
Hilos do biim branro
Reos voslido- do fil do soda proprios pa
bailo o casamento.
Hilos do soda do lodas as coros.
Hilos do cambraia rom hallados
Lencos de seda a 500, 19280 e
l.uvas do soda para liomem o senhora
\an sueceder Isfn com amorte pan os insectos
0 espero sem inedode ser desmentido, que uenlium
insecto poilor.i resistir a sus accao.
Mas esperimenlei, julgue quem quizer pm-
ni-1110 : no lim do una -imple- prova recoahe-
,' : -, 1, 1 que a uiiiiha do-cuborla o hoa. ib 01D
rlempega o de infallivel resultado; e eolio
bom xito colindo convencer a iodos e ser este
para uiim o melhor dos prospectos eo mais seguro.
Cada frasco de mullo pala o.. 111.o. lo- lio .1 a llil-
nhi lirma o o iin-11 siliete,
So algnem falsificara miuhadcsroberla promel-
] to poisegui-lo.
F.MPREGO.
Para destruir os aselos que se introduzca em
geral em buracos e onda- como persotejos etc.,
etc., iinlisponsavol um folies cuja extremidad* se
introdnz nos buracos e os insoctos nao lardan em
salar por lodos os lados morrem pono toupo
depois.
Para todos os insertos que roam qoasi conslan-
: lmenlo, como moscas, mosquilos oto., etc, basta
sopeara morte para osinsectas.
Para osdemais ionio foriuigas, pulgas, piolhos.
lacraos, aranhas etc., emfim iodos aquellos que se
podem alcaiii ar ha-la -opiai 1 0111 a ininha COBJpo-
1 su.'iu ou esfregar o- objeclos infectados.
i.iu.nulo o insecto lem absoli ido o principio mor-
, lil'-i o. I ral a do fruir o va inorroi poma d -Uno i
; do lugar onde fo atacado.
Medanle o empregudo principio so preservarao
.1- 1' la- preciosas, a- pollo- o .1- hia- ih ilo-lroso-
dos 111-ocliis. A iiresonea do meu drodurto o no 1
naiisa molo- aos 111-orlo-, mas lmbelo us al.i>-
la das lugares onde acodem.
Vende-sc em Pernambuco na botica do sr B. P,
do Soii/.a, rua larga do Rosario n. 36 a 500 rs. o (ras
o pequeo, lljdilo medianoe 1s."hh) frasca a-
ilo ; assim como u folies COU ludo por 1>2jO.
Escravos fgidos.
lili

=-?_== -.^s: = 2 5 c .~
Chapeos de ellro
muilo cmcoiila visia to preco

ido amarcllu, nos quatro cantos da rua do fio de vela, chirnle para carros, e montara, arreios
ao -J- para 1.1110 do um o
O ultimo goslo.
Lindos cazaveques do fusto branro, compridos,
da 11 il i ma moda, o bordados com muilo KOStO, che-
- polo ultimo vapor de l'aris. na luja do so-
brado ainarello, nos i|iialro rautas da rua do Quei-
mado 11. 211, do .los Moroira Copes.
Gomma do Mara-
nliao em paneirose sarros.
Vende-se no lugar Ha Assembla, deposilo n
por menos preco que em nutra qualqaer parlo
Vende-so um -obrado de Iros andares silo na
praca da Boa-Vistan. 12 : os pretendentesdinjam-
96 ao pateo do Trro, sobrado u. 4, que acharao
nuil quem tratar
Escrava pechincha.
lina mulata de oO annos, bonita I;it-
ra, salje co/.inhar liem o diario de nina
i di 1.-* .11 alio.-, o relogios d'ouro
Vende-so um alamhi po do Derosne por quasi
melado 0Cseu valor ; para ver c tratar, na rua do
Vigauu n.in, rasa i'.^ pintores.
os?3' S"-0 5- T r
fe'
\'ende-se em rasa
pi.n.i do 1 oipo Sanli
por 111

Saunders Brothers & C,
llogios do afamado l'ahri-
i'os cioiiiiii"los, o tamben]
canio Rnsketl,
traocelns e cadeias para u mesmos, de excellenle
goslo
Caes d'Apollo
Aiilonio de Aniujo.
01 I] ADMIRA.
Na Lingocla n. .">.
.lo-,- nias Brandan ion 1 o. seguinles gneros ;
manleigafranceza libra liin 1-. ngleza 13. pre-
suntos 560 rs., chouriras 7imi rs., loucluho iln rs.,
aloliia, lalhariin o niacairao a 7211 rs., mermelada
a lj. Ii.iiih.i de pono a 560 rs., e-poi uiarolo ,1 (iill
rs., vinhode Lisboa a iiil 1-., cerveja branca a on
1- > inho do Porto engarrafado em 1831 a Ig500,
dilo llonleaiiv o Mii-i-alol a l,<, cha hyson a IjHOO,
pulo 1*400, champagne garrafaslj, meias a IglOO,
conservas, fructas, ameudoas, charutos do afamado
lii'iiiil.io o oulros aulores ludo barato que admira
sabe a dinheiro cantando,
sj^sair^^/3
Velasslcarinas a ma Dlreila n 6, dinlioiro \isl.
KuadoLivramenlo
n.2,
loja que .iv quina, vciidcm-so as fazendas seguin-
les, para acabar : cassas do cores iv.is .1 2110 rs. o
covado, dem a 160, .hila franceza, dita a 200, 220,
210, chales larlalaua a 500 rs., .-orles de cassa
I 2 '3 = |".3>.> 3 3> o 11
^ '/ -r o > ^ o
Aellas, aules que se
acabem!!!
Chapeo!
">S. 5S500,
loriada do .-oda
chapeos da i u.
i' na <|iiaiiiiaiit>.
lo l'oliro a 2<.">oii, 3/, :li.i. ;>, 4|J500,
'it o 7.-', l.niihoni lem dos mesmos aba
litan kaaaiAa chita a 1J60O, cassa de salpico a I0O rs., corlas de
lili II I l( il. :'""'"'' cora 22 .-ovados a 38500, corles de meu
" '* "casemira o1s60U, dem a lgilO e 2, curies de ca
ll,lllliilir','n.
pri'ld iillinia-
o tli Inglaterra i;
caa, engomma soliiivi.-l, compra menos s -l.'^Ss'f g %* 53 s
mal, esta'costumada a tratar de meninas, I =.;. r = b ~ Z Z'- z rf i *"
e lem bom ;enio ; ven le-s,- |ioi(|iie se js c 3 = =. f 3 |.'^ p
precisa mais do seu valor, do <|iie di
seusserviros : na na Direitan. \'i.
\o arniazeni de fazendas.
s ^'.Klh '**,,,,,a '>a,T'n,
raneo/.
J. Asll.-v
' 7 "- '- ." ,3 _
Vinho lioiulcaux.
F.m casa de Uenr Rrunn
vende-se vinho Bordeaui de dilterenles qualidades
Como Lafolle, i:h, Lenvilli
de nina du/ia Dnr barato i n
*>
Jo-
i. Kissel, relojoeiro fra
" (uno o piala, roncera
* cas, ja aqui he cunhec
to habita in, paleo do il.
Cognac
Cognac superior eni rai
se em casa de Uenr liriinn
Itua to Queimado n. I'.).
Cortes de riscado francs muilo lino a 29500, com
13 1|2 corados,chita escura a 160 18., .lilas fran-
a 240, brinzinho para paletol e cali a de me-
nino a l'l, ricas chitas ai han ahiladas para Cflbei
I.i a 2SII o invado, i halos de Lia oscuros a IS00.
Agora pecliiiiclia.
Rua do Queimado n. 1!).
Caberlas do chita 2g, lencos bramos de cambraia
lino-para algibeira, (i 11 z i a 8, dilos de cores para
meninos a ni rs. cada un, pannos adamascados
para cubrir mesas, um I5J.OO, tapetes para sala a
S#, chalo- do meiin com barra de cores a 3f,
Pulseiras de froco.
Vendem se pulseiras do froco enfeitadas rom fi-
la-o lino.- de seda, pelo baratissimo preco do ?,
na bem conheeida loja da Boa Fama n. ::l.
Loja das seis porlas
F.M
Frente do Livramento.
ROUPA FKll'A.
Palelots do panno, todos forrados de seda, obra
fina, ditos do alpara pretos a 4 e 58, dilos de
brim pardo a 118, dilos blancos a 5$, dilos de fus -
lio de coro- n 3f500o 3500, camisas brancas o de
- a 2S cada urna.
lioiicls ricos para meninos
Vendem-se bonete de panno muilo finos e de
velludo o melhor que se podo encontrar, tanto uns
como oulros ricamente enfeilados para meninos
pelo baratissimo preco de te 6| cada um na rua
do Queimado, na bem conheeida loja de miudezas
da Boa I in,a 11. 3J.
Abridores de I uvas
a 1$500
Na rua do Queimado, na loja de miudezas da Boa
Fama 11. II .
Hechegado a loja do Leconte, ai
Pista n. 7 eiccllenlc leite virginal do rosa Dran
ca.para refrescar apelle, lirar pannos, .-ardas e es- I Id!
pionas, igulente o afamado oleo babosa para lim-1
e l'a/er erescer os cahollos ; essim como p impe- i Vendem-se manguitos I
rial dolyrio de Fhin-ina para bortoejas e asperida- ra senhoras e meninas, p<
des da palle, conserva a frescura e oavelludado da L o par, ditos muiissimo
primaverada vida. Blo de linho mnilo linos c
-. I a 5J; lambem se Tendera
Mais barato e mpossivel.
I.azinhas muilo finas de quadrinhos miudns de
lindos padroes, iguaes aos de seda, pelo baralissi-
inii proco de40(lrs. o covado, quem vir nao deixa
de comprar, na rua du Queimado u. 22, na bem
conheeida loja da Boa Fe.
.V. C, rua da Crn?. n. 10,
qualida
-s. Julicen, 0111 c.nva
o.
rrts,
\)r cimento lira neo
Vend'.'m-se eut casa de t"
.\ Compa tibia :
Caito da Kusaia e ingle/, patente.
Salitre, alvaiade e verniz bronco.
l'..l!iinli.i para marciiieiro.
Vinliiislinos ile Moselle r Champagne,
Pedras de mar more para mesas e roo-
solos.
Baldes americanos.
lien, lira e a;;uardente de Frailea.
Pregos de cobre e de y.inco.
Em casa de Robe Scbmettan Si C.
rua da Cadeia n. 07, v< ndem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
iiiaiiii ile Uamburgo'.
Clie!>iiein ao haralo
sentir .1 2$O0, Innros de cassa Unos a 160, do chi-
ta a loor-., meias pfelas para senhora a ltiii, rruas
para liomem a 140, peras de cambraia h-.i a 2,s2iin,
, corles de brim decora l,
[{([uissimos cafeites para
eabeca.
Vendem-se riquissiinos enfeites derdrilho pi-
los e de cores, polos baralissimos preros de o .'o
cada um, assim ionio de flores, ilo muilo lindos nos-
los a 8$e lil.s', apellas com palma proprios para
I noiva a 19, 63 -. : ini'.i- piola-oiihiiadas a Ij!
o par, armarn para cabello a l.s : na loja da agina
I........., rua do 1 ahu.' 11. I I!.
Vestuarios linos para
enancas.
vende relogios de
elogios, joias e mu.-i-
do ha mullos dimos,
pilal 11. 17.

i
Fazendas com loi|ii' deavaria.
*] Na loja do t'rcguira, na rua do Queimadon. 2,
"' lia para vender pocas do madapoln com loque de
avaha a 1J e l$80n a peca, algodozinho liso a
2S500 o -i,s .1 poca, dilo grOSSO para saceos rom 2s
raras a 5g a peca, chitas largas francezas linas de
coros claras oscuras a 160 o 200 rs o covado. al-
godao de llstras proprios para roupa de escraros,
rom 40 COVados cada [.eca a i$ e 49500, o chales de
laa e seda sem arara a 2j."iiln cada um.
A 200 rs. o covado.
Vende-se para liquidar cassas chitas linas a 200
rs. cada cavado, musselinas de coros a 260 rs., cha-
peas do sol a IcillMI : na ru 1 do Collcgio, loja 0. 9.
Voinli-se ou permuta-se por outro manir, que
soja no bairro da Boa-Vista, o sobrado de um an-
dar n. 49, silo no canto da Iravessa do Lima, de-
lirme do chafariz da rua Imperial, muilo proprio
1 novas, desembarcadas honlem ala? a caixa Paca so pflr as lojas qualquer negocio, por licar
nicamente na arma- I ""'i'" rr"N'......!'' '-,;l.:i1
Peuha n. S
Na loja da rua do Queimado n. :I7, querendo so
acabar com corlas ia/endas. por i-su pretende tor-
rar o nao vender, bem como sejam :
Laaziuhas de quadros, covado a 160 e
Sedinhas de quadros, covado a 100, (MU e
Soda branca lacrada, covado
Grosdenaple de cores, corado
.Merm de cores, coi ado
Gassas francezas fazenda muito supe-
rior, vara
Organdys de coros do lindos gustos, vara
corles do vestidos de seda com babadas
Curtes do casemira de coros
Hilos do mcia casemira a 2S)e
diales de merino hordadosa velludo
Lencos de cassa, du lia
Fusto hiaiuo, fveiida boa, covado
N elhuliua de cores o prelo, covado
Choles de louquim
Ditos de dito muito superiores
Manteletes de grosilenaple prelo
Corles do rolletes de tosan a 400,152011 o
luios de gorguro do seda
Chitas francezas linas, cavado
lira.al.1-do ii-,, para -oiiloua a 19200 o ]500
Brelanha de linho, peca com 5 vara- 35flO
Meias 1 nas para liomem, du/ia 2>.'nii
Chapelinas de seda para senhora 10000
Chai.....s de palito para senhora .. 8S e 12j.mhi
Ditos de fellro para senhora a 12; e IMgOOO
Hilos de palha e de seda para menina lOgOdfl
Hilos de seda o de casemira para liomem nIiiii
eoiiira- muilas fazeudas, que com a vista dos
..-:.iiii : na bem ronhecida loja de ; ''finado.
Direita a 61. de B. de li. Fej
Desapparecimento.
X dia H do correle desappareceu da Baa-1 isU
una muala do nomo Manuela, que fui eseiava do
Si. Santiago Lessa, com os seguinles signaas ; aau-
C'iscaini's 1 "in abrumas cias, estalura regular, mhos
pardos; levou vestida semi-riHo, chales aniarello,
16S000 ''"'"j''1 usado: roga-se a quem a apprehcnder au
3O3OOO ''''"a liver milicia, lonha a bomlade de a Ira/er ou
, participar na rua Direita 11. 91. que ser genero-1-
5S5Q0 '"''"',' BratiOcado ; julga-se que ella sabio a proeu-
59500 "'lr senhor para a comprar, e porianio peae-se 1
''<-iiMi I pessoa a quem ella se oftereeer, queira pavUripar
" no lugar acuna designado, que podla ta/er ne-
1 gociu.
- l'ugiodu poder do abaivo assiguado a osrrava
Josepha, cnoula, do 2 anuos de idade, pouro mais
1 1 menos, lem estatura mediana, rr prela. eoffMi
regular, nariz grande, albos bocea peameaos, tem
ni peilo do p es'piordo 011 diroilo nina marra de
um lalbo, assim como una pe,piona cicatriz em ulna
das sobrancelhas, lem empigens as orelhas prin-
cipalmente em urna dolas que a lem ma.s estela-
da 1 inchda: deve existir nesta ridade porque
i' in muilas anii/adi s. o mnilo ladina cdcafarcadi
onerece-se una boa recont|iensa a quem a levaron
der noticia, ou na ilha do Beliro, na Pasaateesa da
Magdalena, OU rua do Crespo 11. 19 ao abaivo .1--
5^500
23OOO
1 SIMIO
llliiiiiiiiaila
45Rua Direirai."i
a gaz
istoo
lll'l
3g500
ii-niiii
l-:,iiu
liim
500
205000
llOtOOO
sismo
I,Sllll
SSOlIfl
Borzeguini traneczes [liomem) 8s80
Ditos para senlioia .lol\) A.sSOO
Otilios istiOO
ijiwo Borzegumsda trra para rapaz i.sOO
Igloo 1 Apparelhos de cha' com bandeja
para baptisado ou casamento
de bonecas .sOoll
Como de lustre superior e gran-
j| de.dima 50^0001
":;-;;;;,: peite m
Marroquim france/., dn/.ia |Ss"(MI
l'elle KsO
Calcado da Ierra de lodas as qualidades,
sola, couros, etc., etc. tudo por preros
que incitamo comprador.
= Na ma das Cruzes, parede-mela do sobrado
novo do Sr. P!nciroa, vendem-se .ola- d- esper-
macele do i, 5 e li em libra a 6)0, o em caixa a
til ill rs.
Yi loja das sois porlas
IM
Frente do Lirramento.
Ilnralo |inr:i eunliiiuar.
pico miiidinlio, lirau
C.imliaia- di
ios, fazenda lina a 2E0 o
nada muilo larga a 2 i.i
- finas e bonitos
a 160.
brancas
un .11 ,,o a I.,-a .i,s, peras de cassas
com listras bordadas com 8 1|2 .anisa 2,s',
lina com s varas a
gilos bordados a 2,0110, dilos rom gollinha a :i?,
1 halos de molino com barra a 'o. dula- para co
berta de bonitas lilas a 2011 o o.o.ido ; J.i-----
amostras com penhor: a loja esl aberta at as :i
horas da noile.
Loja da Itoa F, na rua do \
Oiiciiijlo 11. 22.
as de urna du/ia, vende-
vV C. r na da Cruz n. 10
Passas
mu
e em libra a 720 : vendo-
zem l'rogic.-so, no larga di
Fumo de Gara-
nhuns.
Vend-so na rua Direita
do i.araiihuns, chegado ul
711, o verdadeiro fumo
limaiiienle.
Linas de Joiivii.
No aterro da Boa-Visla, loja
11. 78,
lia grande sorlimento de lavas muilo novas do Joti-
vin para hoincni o .senhora, pelo prero de 1; ojiar,
o do-se amostras para ver, agulhas francezas do
melhor autor, de H a 12 .1 240 .1 caizinlia, meias
ro-l'onias, oipiallen, bom quintal para nelle se Para aMmal. 280 321) lili o allll ,- ,1,1 ,-
fazer qualquer armazem ou depnsito e boa agua fruas para liomem a 00. 110, 60. 2.0 o.120. di-
ipara gaslo : quem O pretender entenda-se con,., las para menino a 2IH e 240, di
seu proprielario, na rua de Hospicio sobrado de J 2$. "cas Jos de seda, lucos,
dous andares, que Oca cm renio da casa terrea 'awndas, ludo por nieuos do que em outra parte.
n. 17. \ enoe-se
Vende-so una canoa de carreira para familia una escrava mora, lavadeira, eiigommadeira .....-
em multo bom estado: os pretendentes podem | zinheira, sem vicio uem achaque, bem coi.....im
da via-ferre
Cin-
Vendom-se roupo/inhos lodos 1 icainiiilo enfei-
lados, proprios para erianras, qu.....aiiama n>n-
1I01 por pri'o muilo ciiiiiiiioiIo : na loja da' agila
do ouro, ma do Cabug 11 1 I!.
Itoneis r chapcoxinhos para
iiit'iiiiiiis i- meninas.
Vendem-se riquissimos bonets para menino a
2,-01.1 o 3a, cli.,|.....zinhos ricamente enfeilados pa-
ra menina alioT,-!. espartilhos de novaenvencaoe
carretel a 6 .-7;, rhapeozinhos proprios para bap-
iisado, ludo o mais lindo que se pode encontrar: I
na loja da aguia de ouro. rua do Cabug n. 1 II.
Kn fot les para vestidos.
Vendem-se riquissimos enfeiles para vealidos,
iodos encaracolados de lindos gustos, chegados o '
esle mercado pola priineira vez, assim coma franjas
de luda- as '|u.ilidades de lindos padrees na loja '
da .igui'i de ouro, rua do Calinga n. 1 B.
j= Vende-so mnilo superior carne do serian a
180 a libra, queijo- do reino a lSSIMI, 23 o S{500,
polvo em lalas a I$600, passas novas a 800 rs., ale-
l i.i nova a 720. cha liysson 1 2;illn .- 29560, bola-
1 hinia ngleza a 400 rs. : na taberna da esquina
da rua dos Marlvrios 11. liG.
compradores se mostrar, que se vendem muitu
barato.
Vende-se suporior liulia de algodo, brain es e
do cores, em novello, para costura : em casa de
Seuthall llellor&C, rua daTorres .,. :bs. I brelanha de rolo muilo larga a
Arados americanos e machinas pa- 2,s. gollinhas bordadas 3 I96OO,
1 a lavar roupa : em casa de S. P. Jobns-
ton \ C. rua da Senzala 11. V2.
Papel para forro de casas.
Vende-se papel de muilo lindo goslo para forrar
salas, por preros mnilo commodus : na loja da
aguia de lluro, rua do Cabug 11. B.
Caibros no trapiche ta rompa-
nliia.
Ivisio ueste estalielecimonlo nina orando quan-
lul.lde lie evcollollles cuino. ,!e 2j. :lll e 40 palillos
que se vendem por muilo meuos do que em nutra
qualquer parle: quem pretender, dirijae ao nies-
ni" trapicho, que ardar com quem tratar.
Vende-se nm liegro de ineia idade, crinlo,
cano,mi,,, oqual sabe lodos o- pollo- o cainhoa-
do rio Canibaribe, por sao proprio para algum
senhor que lenha ularia : a halar na estiada do
llos.ii inho, i .ou Aleandre Vmericn de Caldas
llraudo.
Escravo peca.
\ endeo mu bom escravo moco, sem vicios :
i lrala-se da venda na loj i da rua da Cadeia do Be-
rilo ii 49.
Cheguem loja nova do serta-
nejo, rua ii. 43 A.
de co-
io ado, musseliiia enrar-
covado, cambraias do co-
2011 l-, o colado, lillas
Lu" Manofl Rodrigue* \ aleara.
Fugiu no dia 2s do mez pasaado a neain en-
gracia, de naco. cuu K) anuo- de idade, baiva 0
grossa, buuda empinada para Ira/, rosto aboceta-
do, cabellos pelos e grandes, olho-* pequeo- e
aperlados, IS maos e ps lainluin peijuenos, mulla
fallanlo e n'crisla, roslmna vender agua eamorei-, ,
julga-se andar nos lagaa SegaialMl M.injuinhii,
llolem. I.aupo-lirande, Arroinhado, Sanio Mnaro,
Tacaruua e Capanga : esta negra fui aderara do Sr.
Cassiann, mnrador noraesmo Arroinhado: descon-
liase que a Ululo de forra se ache alugada : levou
vestido de riscado ayul e eneafnao j usada e fei-
- i: prolesla-se ib-sde j contra quema tlve
acouiada : e por isso roga-se a todas as autorida-
des polu'iaes o capiles de calu;io que a appreheii
d.iui o a maudem entregar na roa das Cinco Puntas
o. sj. que so recompensar com geuerosidade,
iao.s' tle gratificarlo.
l.m dias do mez do tevereiro daste anuo, fugio
do poder do abaiio assignadn a sua escrava le-
me Isabel, de idade 2."> aunas, ponen maisoa me-
nos, com os signaos seguinles : jiarda clara com
bstanles sardas no rosto, tem o cabello quascor-
rtdo, bast......gorda, tea umdcda na mao direila
muilo grossoera conseqoencia de urna eaferaida-
tle que leve, coslumaandcir calcada e dai ilef
fo vend,i......-i.i prara por o Sr. Domingos do Sou-
za Barros ao Sr. Thnmaz de Aquino Pooseta, eo
analto as3gnado a hoa.e por compra que fez ao
Sr. Pergenlino de Aquino Ponseca'; prbvaretqae
lenha fgido para Piaaea por ser natural desse la-
gar i ler -ido escrava de urna senhora viuva. pro-
pretaria da fazenda s. Boarentitra, junio a povoa-
rao da Misericordia, de l'ianr: roga-se a sppre-
lo'ii-.'io de dita escrava,.....ibaixo asaignado pro-
metle dar a quanlia de 200)a quem Ih'a apresen-
lar na ma do 1'ouiii, armazem do assnrar h. 28 11.
Jns da Silva Loi o.
Aviso.
Fugio em dias do rorrenlo inez de jiinho do en-
golillo Pago, sito na fregue/ia da Victoria, um
mualo de nomo Joan, de dad* 2ti auno- pnurai
mais ou menos, casado ecom os -iguaes seguales.
.lilas al-, man- ,,1!,,,.,, r,.gular. magro-, palllo,
mullo boas razeiidas por
cun,, -o|.iin brim hran-
lliiho a 1?, ljJ280 e l$140 a
Na ma do Trapiche, irmazem n, 8, vendem-
se bons arreios para carrol e cabriolis.
errodanoa- Maiisuitos para senhoras e
o rosa bi.ni-
tas
irdados de cambraia pa-
lo baratissimo prero de
Unos a i o 5J, dilo- de
m lindissimos bordados
gollinhas de cambraia
bordadas muilo linas e as mais lindas que se pode
I encontrar a 3 e 4{: na ro do Oueimedo, na bem
ronhecida bija de miudo/.is da Hoa Fama n. 33.
Sementesi hortalice,
chegadas da Europa no v ipor ingle?. : reodem-se
na rua da Cadeia do Becif lujado Vidal A; Basius.
NeslC novo o-lalu'lecinii'iilo que s cnnlm fa-
zendas novas e do mni gosto, os freguezes do bom
e baralo i iicoiiiraro um completo sorlimento de
fazendas, o que so menciona apenas o segoinle,
por ser enfadonho annunciar todas a- fazendas : ri-
cos cortes de vestidos de seda de coroso melhor
que so pode encontrar neste genero, sendo 3 folbos,
2 saias o a,pulla, grosdenaples do cores o muilo
boa qualidade a lc'.IISI e 2J, lucas de pellica de
JOUVII para -olilioi .1 o para hoilleni de lod.ls as o-
ros a 2,sn.i o par, ricos manguitos bordados a M,
dilos com golla a 39500, ditos a 1)500, ditos todos
iberios a 5e500 e 69500, dilos com laazinlia a 7?.
dilos a '.I?, rirns pannos para mesa :, 7 ,. (jjj, chales
com [ruco muito bonitos a 16 e las, ditos mais pe-
'I leosa 1:1?. saludas do baile muilo ricas, as mc-
lliores que pode haver nesle ge.....'o, ,. por proco
commodo ; assim romo lambrin icm um grande
soiiiiuenlu do obras feilas, aun como sejam cal-
cas de casemira a 8, '.1 111~. liu,,- pretasa 7, :i ,-
12?, palelots de alpara prelos a i? e 3g800, o muito
lino- a Ba, dilos de alpaca .loen 3>500, do todas
cores muilo linas a- qualidades, rolletes de velludo prelose do eores,
rendas, e minias de gorguro, do selim maco, o Je fusto, cairas
de brim de linho brama-o decores, gollinhas "de
diversas qualidades, e ludo o mais aqu se eucontra
lano em fazeudas romo em obras feilas.
Nesta loja vendem --,
preros iniiiio rnuimodo:
ni trancado de puro
cara, dito pardo a 6(0, dilo de cores denominado
anana pregos a 6011 rs., dilo de quadrinhos muilo
lino a 5(o o covado, ganga amarella muilo lina a
320, ditas de coros nsruras a560 o covado, meias
lasomir.is muilo superiores, de core- escura- .1 2>
a corle de ralea, ditas de una s cor com duas lar-
guras a IS o covado, casemira de quadrinhos pe-
los rom duas larguras a 2a400o covado, panno pe-
lo a 2$, |}, o muilo superior ,1 ."ig covado, case-
mira prela lina a 2 o :l-l, o milito superior a < u
covado. alpaca piola .1 i', II o 800 rs. o covado, dita
muilo lina que parece grosdenaple prelo al] o co-
vado, bombazina prela muilo lina a 1S2Q0 o cova-
do, merino selim piolo o verde a TOO rs. o covado,
alp.'ira de core- mescladas a tillO rs. o covado, rau-
quelim prelo com 0 palmos de largura a 720 o co-
vado, vclhuliuas de cores a l 0 o coi ado, cambraias
francezas muilo linas de lindos padrees a "00 rs. a
vara, organdi/ muilo superiores de padtoes muilo
bonitos a MU rs. a vara, ehilas francezas de cores
a 260 o covado, ditas muilo tinas de padroes csru-
ros e claros a 320 o covado, cambraia lisa mullo II-
pnura barba,
cah,dios torcidos, levando ,1111 cavado com canga-
Iha, 4 duzias de colheres de sopa e cha, urna dila
grande de lirar sopa e outra de assiir.ir, assim cu-
ino iimauiel de bullamos, mu correntio de gara,
pironla e lanos mil res em sdalas, un paletol.
ardo de cnliimia um rollle do velludo biliuco
aro, e mais peras de roupa lina : roga-se a quem
pegar ou que .hile der noticias dirija-se ao dilo
,, ongonhn a eiileuder-se con o abaitn assiguado ou
; na ciliado do llocifo rua do \igario n. II ruin us
seus enrrespondeutes Sr-, Braga & Anlaaes que
graiiii, iro generosamente,
'luind Alexandrin da Fousoca Calvan.
No dia l do ago-io do anuo prximo paseada,
fugiram do engennn Sele Banchos, freguezia de
Noa Si nhora da l.scada, comarcada cidade da
Victoria, os seguinles escravos: Damiao, crioulo, de
25anuos de idade punco mais ou menos, cu lula,
beicosgrossose meioarrebitados, lem urna cicatriz
na le;la pro. eiiieiile de um coico do animal, pi'in:i-
linas e atunma ceusa arqueadas para (ora, o-malma-
do, espaduado, aliura regular, esl baranda ago-
ra. Jacinilio,crioulo, de28 annos de idade (......u
mais 011 melios. altura regular, cirprela, punca
barba, henos gioo-o l'az cerlu geilo na bocea quau-
do falla, lem urna cicatriz em urna das face-, nernaa
linas, esmalmado, fuma, e locador de viola. .1
primeiro foi comprado aoSr. fnin Pranrlaao Barbo-
za daSilva Cumar, e o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr. Joo Nunes, da fazenda do Siln,,
em PajeO de llores c comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos esiorm Pa-
bemcoinnv;^;, ,^
de cordozlnho. fazenda nova o milo superior a rd' 'V^lS,.,,i0|"!'LP&ee,Sd'
320 o covado, brelanha de linho muito Ona com Su m!SSm&TI3Sl i r "" e"t"'"h^ '
liorn.ii J1110 llarlioza da Silva ou na praca de re
tarascada pera a 2ii,'>, brim liso puro com 21
a pera a 10$, bramante de linho multo su
prorurar na rua eslreita 00 Rosario n. 36, que se
ilie dir quem faz o negocio.
A\ tso aos Srs. donos de casas e
\ idraceiros.
Caixas de vidros de todos os lamanlios e
para liquidar, por barato preeo lano em
porqo como em relallio.vendese no For-
te do Mattos no armazem do Sr. Araujo.
Sapatoes francezes, fazenda
nova.
Vendem-se sapatoes de courode lustre, obra su-
perior, sem deleito, para hornera a o par, botins
de conro do lustre, dilo- de bezerro a lu-
das soi- porlas cm frente do Livramenlc,
iiiuhiiinh'i de idade lo anuos, por prero commo-
do : na rua das Trincheiras n. 38.
Tachas de Ierro fundido.
Vende-se na fundicaode ierro c bronze, do prin-
cipio da rua do Brom u. 28, lachas de ierro fundi-
do de todos os tamaitos
OU einharc'ini -o a vonladi
co ser 0 mais coiiimodo.
carregam-se em euros
dos ompradores, o pre-
Fazendas Baratas
IVua do Queimatlo u. !*,>.
Espartilhos trancezes de nova
om (I raras
uperior
rom duas raras de largura a 2jEi00 i vara, atoalha-
Ou adamascado cora duaa larguras a l$280 a rara,
til*'i de Linho liso muilo tino a 800 rs. a vara, dilo
bordado ;i 1 ,S-S' rar*, curies com 7 varas de cassa
pintada a 2,S, meias brancas para senhora a '.;,
:i$firt0 t *. f inglesas muito superiores a Ti>t adu-
nia, ditas !' algodo cri para homem a IJS0II e
-iOO, < muilo finas c encorpadas .i ">S a duzia,
ditas para meninos e miMiinas de Indos os lma-
nnos a ^sn < par, duas prclas !' seuhora para so-
nhora ou padre 22500, p muilo superiores a 5 n
par, tillas de La muilo clsticas c enrorpadas a 2o o
par, ditas de algodo muito pretas a ion rs.
Vnm de Lisboa.
o
nambiico aos Srs. Manuel Aires Ferre'irai l.iina.iia
ruada Moda n. 3, segundo andar, qne serie re-
compensados cura a yuauliacima.
100000.
linas risitas .i chine/a, as mais lindas .po leni
viudo a o.le mercado, pelo baralo prero de IM?,
liara acabar, lindissimos organdys a 1! avara, er-
na luja les d" hn.....-curo de linbu a 1{, um rompilo.sor-' oleo de linhara, em conla
i lmenlo do capa- feilas I rio n UO
invencao.
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
releis, o inellior i|iio se pode enconlrar luslo gene-
ro, na bemeiiroia na commudidade, a quem usar
delles, pelo baratissimo prero de 6, 7e8#. Estes
espartilhos sao chegados no ultimo navio fjancez,
e s so emoniiaiii na i na do Queimado, na bem co-
nheeida hoa de miudezas da Boa Pama a. 83.
Ricos enfeites com vidrilhos
para caliera.
Vendem-se os mus ricos enfeiles prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo preco de 4Je
(i? cada mu na bem conheeida loja de uiiude/as
da Boa fama na rua do Queimado n. 33.
- Vende-se urna porou de barris que foram do
na rua larga do Bosa-
FlIgiO no dia i"i dejulho do crlenle anuo o es-
rravo Baymundo, pardo, idade 82 annos, p.oiro
mais ou menos, luivo. barbado, rom snissa por
baixo do queixo, levando calca de panno a/ul a
camisa de baca da mesma eflr, sendo \ irlo no aier-
ro dos Afogados no dia 3(1 com o mesura restuaro,
o ualiiral do Par, d'oude velo ha ponen tempo,
falla muito baixa o mansamente, pedreiro, lendo
em um dos bracos pinturas azues feitas a agalba
quem pegar oditoescravo e o levar casa da -u
senhor Feliciano Jos (lomes recebera a gratn
- de lOOj, na rua do trapiche n. 7, arma/om de a--
sucar, ou ni Capunga Velha junto au porto.
Vende-se nicamente no armazem Progresso, Xo da 16 do.....i de julho pronnm lindo de-
garrafes com :> garrafas, cuu superior vinagre por sapparceeu do engenho Dous Braros de nina, da
freguezia da l.scada, um prelo cnouij de nomo
Ado, idade que reprsenla ler iannws, de eslalu-
ra regular, falla desembari'.ada > de icones a .r,.-
daveis ; levou um quarlolasoji idosocom una
das orelhas trancha Esle escravo excrce o ollino
de carreiro, e tambera slmocreva, pelo que pode
bem sei .pie so acho eiupregado em alguma parlo
a titulo de forro nessea misleros. I'resume-se que
o incsnio escravo permanece actualmente em al-
gura engenho da freguezia de Serinliaem, e portan-
2S000
Palelots muito barato.
Vendem-se paletols de brim do puro linho bronco
e pardo, pelo diminuto preco de oj! cada um : na
rila do Queimado n. 22, na' luja da Hoa le.
Carleiras grandes com chaves.
Vendem-se por prero muito barato carleiras
grandes com chave proiuias para guardar.dinheiro <
e letras : na rua do ciueiiuad,., na bem conheeida '" da (""fornicia se pedo as autoridades poltciaes
loja do miudezas da Boa Fama n. M. dao.uelle termo, bem como a qualquer rap.iao de
campo sua captura, pela qual seu respectivo Se-
No deposilo u. 13 da rua du laii",l, vende- ,i|,r> proprielario do mencionado engenho lioii-
se farinha de nnlho muito boa a bll rs. a libra.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas njjle-
zas : na rua do Collegio loja n. .
Bracos de cima, gralilicara com a quaiiiij de UHIj
i a quem o entregar no mesmoengenho, ou nacida-
de do Hucife a Bernardiuo de Sena Puntual.
PERN.: TYP. DE U. F. DE FARU. 18M.
MUTILADO


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