Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06757


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Full Text
Auno XXVff.
Sabbjido 12
P1HTIDJS SOI COBUEIOS.
I:iiiann.'i c Parahiba, segundas t sextas feiras.
llio-Grande-do-Norte, quintas fe ras ao incio-
dia.
Cabo, Serinhaem, IUo-I'ormoo, Porto-Calvo
e Macelo, no I.*, a II, e 21 de cada tnez.
Garanhuns < Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, squintal feiras.
Olinda, todos os dias.
.V
IPHOHHIDII.
Ming. a 5, s 6 h. e I8m.da in.
Nova a 13, s 9 h. da inanhaa.
Cese, a 21, s 7h.e 2iu.dam.
Clieia a.27, ail0h.c36m.dat.
IBC1KIB BI QOJt,
Primcira aa 3 horas e 4 minutos da larde.__
Segunda as 4 horas e (i minutos da manha.
ile Janeiro N. 10
PHE009 DA BUBSCaiVQAO.
Por tres inezes (adianladot) 4/000
Por seis mezes a 8/1)00
Por un anuo t 15/000
m
DIAI DA 8BMAKA.
7 Srg. S. Theodoro. And. do J. das orf. c 111, I. v.
8 Tere-. ^. Lourenco Jusliniano. Aud. da chae,
do J. da I. v. do clv. c do dos fcitos d.i fa/.end.i.
9 Quart. 8. Juliao. Aud. do J. da 2. v. do civcl.
10 (,)unt. S. Paulo, prlfuelro eremita.'Aud. do .1.
dos orf. rilo m da I, v.
11 Sext. S. Bjrglao, Aud. do J.dal. v. doriv, a
do dos fcitos da hienda.
12 Sal). S. Satyro: Aud. da Chano, cdo J. da 2. v.
do oriinc.
13 D0111. S. Hilario.
CAMBIOS EH 11 D* JANE70.
Sobre Londres, 27'/ a- Por l/'1J;' ''"
. Pars, .'lili.
Lisboa, 100 por cento.
furo. Oneat bespanh.fes......... 2;)/0(IO a
Jloedas de (i/100 vrlhas.. IW'10 a
de Mino novas.. Ki/zOO a
dc-fllOO........... 0/200 a
/Valn.-Pataces brasileiros...... I/''1111
Pesos cohiinnarios....... ifJM a
Ditos mexicanos.......... 1/8.>0 a
dia?.
29/OO
17/100
lllfillo
9/4011
1/SI8II
1/971
1J870
nMMk
PARTE OFFICIM.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 29 DE DK/EMUnn.
oniclo.Ao commandante daa armas, com-
munlcSnilo que S. M. o Imperador houve por
ln'in conceder passagem para o primeiro regi-
ment de cavallaria ligeira ao segundo sargen-
to do segundo batalho de fuzileiros, addldo
o primeiro de artharia a p, Antonio Mara
llharco de (.'astrlho.^
Dito.Ao menino, remetiendo copla do aviso
circular do ministerio da guerra com dala do
1." do correnle, pelo qual S. M. o imperador
houve por bem providenciar acerca do abuso,
que se tem introduzido, de tirar-se as rela-
ces de mostra dos corpos a consignaciio para
fardamento destinado s pracas dos mesnios,
destacadas em diversas provincias, onde tam-
bem receben! far'dammto, dando-se asaim
una duplcala criminosa, e ordenar que posi-
tivamente e determine aos orDciaes coinman-
dimes dos destacamentos que remetlam nien-
.lmente aos coinmandantes dos respectivos
corpos urna nota multo circumstanciada de to-
das as oceurrencias havidas com a l'rca que
llics cstiver con liada. Hemeiieu-.se copia do
mencionado aviso ao inspector da pagadoria
militar.
Dito.Ao cnsul da repblica fra necia. -
Tcndo (ello chegar presenca de S. M. o Im-
perador a rrprcscntaco que o antecessor de
V. S. me dirigi, apolando urna queixa do ne-
gociante I.ni/. Hruguiere, oi-mc respondido
em aviso de 10 do correnle, que lora julgada
sem fundamento a queixa do dito negociante,
e liem asslm que,guando fosse fundada, devia
o queixoso recorrer Ihtsouraria desta pro-
vincia, f desta para o tribunal do thesouro pu-
blico nacional. O que para sua ntelligencia
communico V. S., remeltendo-lhe copia do
citado aviso.Scientificou-se o inspector da
1!esmirai a de fazenda.
Dito.A o inspector da Ihesourarla da fazen-
da provincial, remetiendo as contas das despe-
zas feitas pelo engenheirn Mi le do 1. a 15 do
correnle com a obra do 17" Ianco da estrada da
Victoria na importancia de 84.670. afim de
que, nao obstante achar-se rsgotada a quan-
11a de 000,000 que fura adiantada para os estu-
ltos graphicos da mesma estrada, mande pagar
ao referido engenheiro o importe das mencio-
nadas contas.Neste sentido ofltciou-se ao ad-
ministrador das obras publicas, e ao engenhei-
rn Milel.
Dito.Ao contador de mariuha, communi.
cando haver o Exm. ministro da mariuha con-
cedido passagem para esta provincia a Pedro
Alcxandrino, praca da companbia de invlidos
de mariuha, o qual dever ser abonado do res-
pectivo sold do l. de Janeiro prximo futuro
in diante, vista da guia que apresentar.
Dito.Ao director do lyeu, dizendo que o
concurso para a cadeira de primeiras lettras
do sexo femenino da cidade da Victoria dever
ier lugar no palacio da presidencia em o dia 3
de jaueiro prximo futuro.
Dito.Ao juis de dircilo do civel da comarca
do (abo, recoimendando, com presteza, e de
conl'ormidade com os modelos, que envia, a
remessa dos mappas que Ihe fran exigidos
por odelo de 26 de juluo'ultirao.Neste senti-
do olliciou-se ao juii de direito do civrldc 5.-
Anlao.
3 Que Vine, como chefe dessa repartirlo
deve assistir referida conferencia, a qual ser
presidida pelo inspector da Ihesonrarla de fa-
zenda.
4 Finalmente, que a conferencia deve ser
frita nrssa reparticao, onde existem os livros.
Neste sentido ofnciou-se ao inspector da tho-
souraria cima mencianada.
Dito Ao administrador das obras publi-
ca, remetiendo as corita das despezas fei-
tas com os estudos graphicos da estrada d
Victoria de2 15 dncorrente nn importan-
cia de 76,590 ris, afim de que mande acre-
ditar o engenheiro Milct na referida quan-
lia.Inteiroti-se o mencionado engenheiro.
l>to.-Ao mesmo, para que mande acre-
ditaro engenheiro Mil-1 na quantia de ris
90,400, que elle despendis ron a conrlu-
sflo da segunda parte do nono Ianco da es-
trada da Victoria de 9 a 15 dn-eearente, cu-
ja conta se remelle.Scientiflcou-se o mes-
lo engenheiro.
11 'KM DO DA 2 E JANEIRO DE 1850.
0(1ico.--Ao commandante das armas, di-
zendo que Va i levar ao ennhecimonto do
Exm. ministro da guerra, queoalferes do
stimo balalhflo de caladores, Leandro Cor-
ris do Lago, seacha em servico nesta pro-
vincia, onde ebegou a 30 de novembro ul-
timo vi tillo do Maranho com o contingente
do corpo fixo de cacadores do Piauby.
Hito.Ao vice-cnsul ile Sardenha.Em
resposta ao oillcio de V. S em que me re-
presenta contra a resolueflo do inspector
da alfandega por querer cobrar pelos mas-
sames e oulros objectos do brigue Guisipqi-
na. nauf agado no lug-r Maiia-Farinha, di-
rcitos iguaes.aos que paga ni as mercaderas
importadas para o commercio ; assim como
por no ter querido file receber o protesto
por V. S. apresentado contra a dita resolu-
co ; lonlio declarar-lhe. que se V. S. se
acha offendido em os seus direitns polo pro-
cedimento do dito inspector, smente lite
cabo recurso da sua decisflo, e nflo protes-
to, conio qur, por isso que a vista do r-
gulamento da alfandega o proleslo lie um
mein incurial.
Dito.Ao inspector da alfandega.- rtomet-
to por copia Vmc. o inchiso ofliclo do vi-
ce-consul Pontificio nesta cidade, em que
solicita desta presidencia as providencias
precisas, para que senflo despache negsa
alfandega as preciosidades d'arto suhtrahi-
das das colleccO 'S publicas do vaticano, e
dos museos de liorna, Florencia, o Vcneza,
durante a lula que leve lugar na Italia, cujo
despacho j fot prohibido nasalfandegas do
imperio pela circular numero 27 do tribu-
nal do Ihesouro publico, datada de 31 de
outuhro prximo Tenho pors de recom-
meiidar-lhe toda a vigilancia tendente a
impedir o despacho de semillantes ob-
jetos, equando appsrecam nessa alfandega
cumpre que Vmc. communique esta pre-
sidencia para su darem as devidas providen-
cias.Neste sentido olTiciou-sc ao admi-
nistrador da mesa do consulado.
llto.--Ao director do arsenal de guerra,
para que mande fazer naquellc arsenal a fin
ChristovSo de Santiago Oliveira a gratifica-
Co mensal de dez mil ris pelo exercicio
do emprego de secretario do conejillo da
ailniiiiistrai;rii naval.Scicntificou-se o
contador de marinha. .
Dito.Ao juiz de capellas a residuos, re-
metten'o n compromissoda irma,ndade do
S. S. Sacnmcnto da freguezia dos Afoga-
dosafitri deque d sobre elle o scu parecer
Dito.Ao administrador das obras publi-
cas, concedendo a autorisacHo que pedo pa-
ra pagar a quantia de duzentos mil e oiten-
ta ris, quo sedespendeu coma collocatilo
de grades de ferro e outros concerlos na
latrina da cideia dosta cidade.
Dito. Ao directo' do licu, para que
mande por novamente a concurso as ca-
deias de latim da villa de Nazareth o do pri-
meiras lettras para o sexo (minino da cida-
iln da Victoria
33
O O
53
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3
a. s a a
INTERIOR.
Portarla.Mandando passar nomeacao para -
o lugar vago de fiel do consulado provincial a | "e *r renietlido ao presidente do Itio-Gran-
Agnelo Newton de Moura Pogges. i de do norte um lampino com propnrefies
Dita__O presdeme da provincia,attemiendo servir de plurol no poito da referida pro-
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companhla addida dos Afogados, Anacleto An- Dito.Ao director do lyceu, inteirando-o
ionio de Moraes as dispensas que pediram dos oc haver, por despacho de 31 de dezembro
refeiidos postos___Coinmuncou-se ao com- ultimo, concedido a Alexandre Primo Ca-
iiiainlaiiie do mencionado corpo. mello Pessoa a jubilscSo, que requerou, i!e
Pita.-O presidente da provincia, canfor- professor le prlmeias letras de Itamarac
mando-se com u propojta do commaiidanie do e ordenando quo mando por a concurso a
corno de voluntarios dauda de hontem, eat- mencionada cadadeira
in.dcndo ao merecimento e mais partes que n"f' ,* ??'.' 3, .
concorrein na pessoa do tenente Maxiniiano l>"o.-Ao administrador das obras ptibli-
Francisco Duarle o uomeia capilo da oiuva cas> remllemjo as contas das despozas feitas
conipauliia do mesmo corpo. (com a conclusfio du dcimo segundo lan^o
Iguacs. Ao alferes Antonio (lardoso de | da estrada do Pao-d'Alho de 12 a 23 de de-
Quclroz Fonscca Jnior para lente da ollava zembro lindo, na importancia de 116,120
cumpanbia. | ris, afim de que acredite o engenheiro Mi-
A LaetanoAureliano de Carvalho Couto para j |el na mencionada quanlia.-Scieulincouse
alferes da iilVsiiia. I 0 refnriiln eni>iilirii
Ao lente Caetano Pinto de Veras para a-, ,,., enge,,"eiro
rir.o da quarta. to.-Ao mesmo, para quo acredite o en-
Ao alferes Joaqulm Ucmiqucs da Silva para genhoiro Mllel na quantia de 222,680 ris,
ti o. nte. I A Joo Athanaslo Rotelho para alferes. | Ianco a estrada da Victoria de 2 a 8 de
Ao tenente Sevtrino ilenriques de Castro dc/euilno Ultimo, Cujas COOlas remelle.
Pinieniel para capilao da companbia dos Ao- .. Intelligcnciou-Se o. mencionado ente-
gados, addida ao referido corpo. nheiru.
DEM DO IHA 3.
Ofiicio. Ao comniandunle da corveta
PARAHIBV DO NORTE.
O grupo do rebeldes, que sahira de Per-
nambuco com o fim de crear urna intitla-
la columna do norte, nflo adiando auxilio
algum, e nem gente que se lhe quizesse
unir, foi batida e di-bandada, no dia 30 do
prximo passado na barra de Naltiba, onde
se fra intrinrheirar, pela columna do te-
nente-coronel iiinoccncio, auxiliada pelas
autoridades Incaes, e prestantes Sebaalifio
Jos de Mendonca, Sehastiio Lins, Jo De-
zerra, Augusto e Jos do Egypto.
O delegado do Pilar, Ismael da Cruz Con-
ven, que eslava de ohsorvacito no Gur
nhem com urna forQa maior de 200 homens
da guarda nacional, e*20 hoaienslle primei-
ra linha desta provincia, sob o enmmando
do tenente Agnello Castello llranco, mar-
cha a oceupar aquclle ponto, dcixatulo
guarnecido o que hora oceupa. E'i cami-
nho tem de fazer jutu-i;r.i com as MrQas do
niajor Jou de Mello AzeJo Jnior e nutr,>s
que voluntriamente se teem reunido.
Foi preso no Curinhem um dos cabeci-
Ihas dos rebeldes, Peregrino de Tal Oli.ei-
r, e mais um companheiro, quo, segundo
a voz publica, vinba reunir gente naquellc
lugar.
Ante-bonl m ( 2 do correnle ) sabio urna
oscril la de oito liomens (guardas nacionacs)
mandada por um insppctor do Taip a
prender os celebres nssiissiims Caiana, Flo-
res, Guedes, e outros da protecQo de..... e
houveram iliirs mortes cdous feriineritos :
ainda nfio sabemos aocerlo de que parle.
Tal he a audacia desses faccinnras, que no
trepido em atirar sobra u frr;a publica.
Ilontem ( 3) teve lugar a primeira revista
dos voluntarios desta cidade, o o scu nume-
ro foi do 96, todos peMOM litnpas e (ledict-
ilas ordem: espera-se que este numero
cresca extraordinariamente.
^ontinuaremos a noticiar o augmento
deste patritico corpo, do qual esperamos
muitos servicos. OExtn. Sr. presidente a-
gratleceu a dedicaCiio dos que se ali-tarutn,
e deixou a todos penhormlos pelas lison-
goiras palavras que Ihcs dirigi.
Ilontem a ronda nocturna desta cidade
foi fcita por pessous deste brilhanle corpo.
t Da Ordem. )
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Correspondencia.
PEi'NAMBUCU
THESOURARlA DA FAZKNIU PROVINCIAL
Uemonslrafo do iiiUj exilenle na caixt
di exercicio de 1847 a I sis em 31
de dezembro de 189.
Saldo em 30 de no-
vembro p. p. .
Receita no correnle
mez........
Dcspezu no correnle
mez.......
5:501/280
Ao alferes Antonio Goncalves de Moraes para .
tenente.
A Ignacio Xavier da Cosa para alferes.
Seieiuilicou-se ao commandante do menciona-
do corpo.
DEM DO DIA 31.
Ofiicio.Ao chefe de polica Interino, decla-
rando, em resposta ao ofiicio, ciu que S. uic.
requesitade 10 a 12 pracas para o Monte, afim ros llavaes que desertarem. Ofliciou so
de manler naquelle lugar a irauqulidade pu- neste sentido aos commandantes da corve-
blica, que ja expedio as convenientes ordens (a Eulcrpe, brigue Andorinha, patacho Pi-
para que una frc de 50 pra{as de linha mar- rapama, e vapores Urania e Thetii.
D.-Junuaria, remoliendo copia da provi-
sfio do concclho supremo militar d 23 de
outuhro ultimo, determinando o modo por
que se deve proceder acerca das prac/is dos
corpos de mpcriaea marinheiros efuzilei-
chasse para all.
Dito.Ao Inspector da pagadoiia militar.
Em resposta ao seu ofiicio com data de 17 de
deiembroi em que tratando sobre a conferen-
cia semestral e evanie dos fundos do cofre dessa
pagadoria, jicdc-we a resolu(o das seguales
duvidas:
1 Se dita conferencia deve ler lugar.
Portarla. Ordenando ao director do
coilegio dos orphfios, conceda licenca aos
meninos msicos do referido coilegio que
quizerem ircanlar na fosta deSaulo-Anto,
na cidade da Victoria.
DEM DO DIA 5.
Oflii'io.Ao ommandaiile das armas, di-
la^l^remestrercoino parcce^cX'-.e *> <** POdo mandar assentsr praca em
do aviso! u no I. do novo! como se praticava. ?m dos l desta guarn.cfio ao pinino
3" Se ou eu presidindo a conferencia, ou Jonquim Jos Luiz de .Souza, que se olfere-
prssoa por iiiim nomeada para csse fim deve ocu pt servir no eiercito, e a favor de
ou nao Vine, assistir ella como chefe dessa r.iiem a junta de saude deu parecer favora-
repartico. vel; e prevenindo-o de que tem arbitrado
4.' Se a conferencia deve ser feita na casa, ao referido paisano a gratilicagao de cem
em que o thesoureiro fax os pagamentos por mil lois.-liiicnoti-se o inspector da paga-
existir ah o cofre, ou se na p*e* existem os competentes livros. Tenho a dccla-
rar-lhe :
1. Que a conferencia deve ter lugar.
2." lue deve ser no primeiro dia til do no-
vo semestre, tanto por ser esla a pltica (como
me alfirma) como porque nao be possivel que
tenha mais boje lugar.
Dito.Ao inspector da thesouraria de fa-
/etul 1, autorisando-o a satisfazer o pedido
da pagadoria militar para as despezas do
mez correte.
Dito.Ao inspector do arsenal do mari-
nha, communicaudo haver concedido a
Saldo.
5:50l#280
l:489/9il
i:0ll#3H
Em
cobre .
notas.
tMi
4:010^000
--------------4:011/3 H
gente rrcla, scupre se leve em muitons
que proecoVram desta fundacao do prinripe
llitrnugrlcm.
Passando Cabo-Verde, est a ilhade Ber-
tei/uiche, desviada da trra firme lamhem
uiiiii legoa, qual os llollandezes, que delta
eram sen'iores, chamavain a illia de Cur,
e nella tinham duas fortalezas; a maior de-
fronleda trra firme, ao longo da agoa, on-
de eslava a feiloria e casas do general e
mais toldados, e nutra defronte desa ao
mar, distancia do tiro de um mosquete, na
qual en!rava lodosos dial urna paite da es-
quadra da gente que enlravade guirdi na
fortaleza debaixo leudo em ambas para
este elleito oilenta at cem homens de guer-
ra, fra a gento que era necesaria para o
negocio.
( general era stiperiteirlenle as*im di
guerra como da paz, e para o negocio linha
sem 1 re ferro o fazendas do norte com mui-
la abundancia) e ordinariamente tres o qua-
tro navios pequeos, qun lhe serv im para
.1 conilticQ.ln qoefaziam na trra (Irme, en
lie os poitos delta, donde j entflo liravam
mais de sessonti mil couros.
lato all lambem os navios de Cacheo ou
el!e man lava la os seus a commerciar, e ilt>
li tiran Iodos oannos para mais de mil
quintaos de cera e marlirn.
To lus os anuos iam de llollanda ilha de
llcisrguichc iluis e tres naos gran tes a cr- ,
regar dos ditos gneros, os quaes levivam
pira a cida le de Amsterdam, onde tinham
o asiento di com; auhia d'Africa, que assim
lhe chamavam, c lauto ipteresse tirivam
daquclla i I hela, que tomanoo-lh'a os Ingle-
zes em I6fi.i, uo repararam em sndarem as
guerras n ui aecezai entro as duas na^Oei,
pira que logo no anuo seguidle nao man-
dissi'in Oleo general llul rom umaesiiua-
dra de quatorzO naos de guerra a restaura-
la ; ven lo-ae disto os lucros quo liravam
dos negocios quo all razian).
Defrontfl destt ilha, na Ierra drme, esta
um cabozinho quochamamoCoftialiGai-
par, detraz do qual ha tuna enseada milito
lina e gran le, quo tanto entra pela Ierra
dentro, que 1 areca ca de fra rio He mili-
to abrigada do-i venios, e em todo o lempo
se 6 le estar nella com amarras podris o
vem da Ierra ao mar una caudclosa riboira
de milito boa agn doce.
Esta enseada era em lfif.0 honissima es-
cala para os navios que vinham de C.ichj
com negros, porque refrescavam alli e co.n-
p-avatn muito tnautimento ;e d-llncare-
ciam, e sobre tu lo tinMh' a sita viag-'tn se-
gura, porque lie >ndo isio en qualor/e graos
e a ilha de Cabo-Verde em quatorze o qua-
ifiita minutos, havia llo pouca distancii
quen8o podan)errar: aicmde ques'lit s
era necesiario fazor algum ferro do leme,
alli achavam multo bons ferreiroi negros
la Ierre ; o se necessitavam tomar alguma
agn ao navio, sendo preciso einhica-lo em
Ierra, alli o podiain lambem fa/er com to-
da a legunnca, porque os negros Jalofos
sao negros de iliuila rasiio, e amigos do
brano.
Nesle porto linha 0 rci nm alcaide quei
lhe cobrav os tributos, assim da gente da
trra, como do l'lamerigi, 0 qual 1 lio paga-
va entro outras alcavallas, de todos os cou-
ros que embarcara, de seto um; e os portu-
; gtiezes, das que lhe vetulia, do dez um ; as-
sim linha o rei du cada cen couros qm o
Plamengo cmharcava vinte o qualro, O rada
nao que vinia du llollanda, mportava ao
rei mais do mil cruzados que lhe pagaram
Neliciai 'lealgumas paragens da asta de Giti- de tributo as melhores fazendas que tra-
ni, daiilnnc') de UM portas c rio, 1 /los ziam.
ritos, costumne commercio dos seus hibtan-\ Di'Sta enseadl do cali de ('.aspar se vai
M, no meado do XVII reculo, exttahida de por Ierra etn oiuilos hons cavallos ao porto
um navegador d:iquella poca. do Arrecife que silo tres legoas ohecami-
A COSta ileGuiti, que descrevo, be aquel-! 11 to muilo alegre, porque ha nello muilas
|ipirtedi regilo di Etblopia, a qual nave- aldoiaa o muilo frequonlaJas do gente; e
.Sr. redactor. Fui reprcsonUco |ias-
toril que leve lugar, na noite de 8 do cor-
renle, no Iheatro de San-Francisco: muilo
me agradnu a execiiQili) du drama sacro O
Nascimalo do MtSMtai ; e sohrcludo maravi-
Ihou-me o irranjo e deaempenho do penl-
timo acto, dito Ja Mumili vov. (i Sr. Sania
liosa deu-nos nesse acto um delicioso en-
trelenlmento, ja comaua pessoa em scens
na jocosa pa'te da velha, c j com as apre-
ciareis iritas cania.lus pelas pastoras,
militas das quaes, unindo a voz anglica
tima presenca graciosa c elegante, como
que encantavam aquem asouvia.
Igualmenteoceupou aminha ailcnco a
boa ordem que reinara em tolo o espect-
culo, grapas i moralidade dos espectado-
res e vigilancia que a polica lem exar-
cido sobre alguis espirilos turbulentos que
eram causa para quo niuilis familias o pes-
soas honeslai fugissem ouli'ura do theatro
publico Dos louvado ja nao estamos bo-
je em tilo misei'avel estado .'
Prosiga o Sr Sania llosa no empenho de
minislrar-nos tito gratos passatempos, c
conle com a ass'stencia do publico aprecia-
dor do helio eadmiridor do sen bom gos-
to e pericia dramtica.
Publique, 8r. redactor, estas liabas co-
mo um tributo quo paga ao mrito
O Espectador da platiia.
V\\\\nn\\)&.
Tilomas Jos da Silva Gtumolunior.
\ntonio Cardoso de Quciroz l'vtueca Jnior
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gam os navios dns1nnradoresport11guc7.es,
e se comprchendo de Cabo-Verde, que tica
em altura do quatorze graos at Srrn-I.eo',
que tica em altura do seis, c corro noroeste
e sueste.
muito vinho de palma do que muilos bran-
eos goslarn.
.\o porto do Arrecife he quo est junto da
agoa aaldeia principal, c nc!!.i vivemos
portuguezos, e os brancos filhos da trra ;
Desde Cabo-Verde, ou riodeSenag, at! o viveram j muitos juleos com casas mui-
ao rio de Cambia,ha de costa trinla e tres le- lo grossil, nascidoa em Portugal que aqu
coas, o ueste districto todo est a regiBo dolie vinham declarar, porque os defendan)
Grflo Jalofo, regio em que ha cinco reinos, j os ris da torra, c nao podiain ser eastlga-
a saber: o do Crilo Jalofo, que so estende, dos por isso.
do dilo rio de Seneg pola trra dentro, o
vai confinando com os mais reinos dos Ja-
lofos, os quaes antigamenle, todos eram
s-nis vaislos, nilo havendo naquella nacflo
mais rei soberano do que o do Grflo. Jalofo.
Aquellos reguos, porm, rebellaram-ie-
Ihc, o se lizeram senbores soberanos, e por
isso hoje o re de Jalofo nflo tem mais poder
do que os outros res daquelln uac.lo, e so-
monte q^roconhecein, o tem como cousa sa -
grada, o nenhtim ihe intente guerra, ten lo.
a conlinuamenle uns com os oulros, prin-
cipalmente as sucosses dos reinos, em os
quaes he ludo commum, as>im nos tilos c
ceremonias, como no negocio da mercanca
o gneros para ella.
O prlmoird ri no quo desta nacflo conhe-
cemos pelo commercio he o de Kncalhor, o
qual se estende do rio de Senega ale utna
costado negros desta nacflo, que chamam
os \ercos, e faz por costa quareuta legoas ;
e lie a Ierra donde era seohor o principe llu-
mu/jelm, quo em lempo deel-re Joilo II
veioa Portugal a pedir surcorro ao Sr. re
dilo para restaurar osen reino que se linha
rebellado ; e foi bem visto, o so Ule deu o
SOCCOrro quo pedio, por ser este principe
muito amigo dos portuguezos; mas nem
com elle pude restaurar o ionio pY ser mal
solfrido o Cabo uortuguez que levava o soc-
corro, e enfadado das dilacOcs, malar com
luaamflos o principo, deiundo osfldalgos
e mulheres que com elle iam na ilha de Ca-
bo-Verde, de que procedern") assas familias
nubies; quo anida quo o principio foi de
Aqui linha o Flamengo una feiloria com
mercados a parte; 00 I'Vancez outra; por-
que a este pono vem tolos osannos urna
nao ftanceza grande e poderosa, ordinaria-
mente em novembro, que he o lini das a-
goas, 011 invern desla cosa, e eslava at
ao S.-Joiio, quo he o principio do invern,
c.irrcgando cuurama do vacca, que ordina-
riamente orcava por trinla e cinco o quiren-
la mil couros.
O porto he honissimo e a trra muito sa-
dia e lvala dos ventos, e muito abundante
de tu lo ; assim de carnes como pesiado, que
he o niehor e mais que em lo la a costa do
Gum lia; e entre oulros sflo uns que cha-
mam enxovas, que tem para cima de qualro
palmos de comprido e he o mellior que ap-
parece nesla costa : e lambem muita ssrdi-
nli.i o boa e to barata, que pr vezes se
compran urna barca cheia por rneia pa-
taca.
Os negros da boira mar sao todos pesca-
dores, e tem multas canoas, nflo grandes,
mas Irazcm-nas en n duas velas do galope,
ainbas em 11.11 mu-I 1 o o >flo graudes ma'ri-
nlietros : saem pela manhfla rmi o terral
para o mar ; vao tflo fra que perdem a tr-
ra de vista e a larde se rccolhoin com a vi-
ra cao do mar a vela, que quo .1 as v do mar
em fra, e nflo tetn couhccimento disto, pa-
recem-llie navios e a muitos totn felo com
esleapmato bom de medo.
O peixo que trazem, o qy,al he pargos,
badeijos o meros, saccaiu e mamlam ven-


W. .... i ________i.r......
ler pela Ierra .Iptilro, ficando os drneos
bam prvidos ecnrn multa bu-ateza
Aqu vivera os brancos com mais repulo
do que em lodo o rosto da cosa Jalofo o li-
rm cahedal mala depreca: compram-se
muitos c< uios e mulla roupa e negros.
A principal fazenda para'os porlos dos Ja-
llos he coral fino comtu ido e do oais gros-
so quo se vende em pedraa, dando por cada
lima, muitas vezes, um formoso negro
agoardente, quesvendeao gento com um
terco da agoa, danilo disso.
\o brancos lie misterscrem muito libe-
raos, principalmente coi) o alcaide e fldal-
gos; o dar-tbea agoardente todas as vezes
que vieren) a euas casas : o neg icio porcm,
j'io lie muito, ila para tudo!
Osportuguezesquealli moramsilo obri-
gailos, quiuido nilo impedidos por doeiiQa,
:i irem visitar o rei da tc.rra todos os anuos
una vezo levarem-lhe muito bom presen-
to, conforme sua possiblidade, que as vezes
rusta mais de cem mil ris, isto cm muito
boca pecas do prala. agurdente tm barrial
ou frasqueiras, coral fino, escarlatas e ou-
trascuusas, conformo cada um lem : o roij
Ih' gratifica e Ibes da muitas vezes mais del
que vale o que Ihelevam; oque lites da
sito negros, couros, cavallos, camellos, que
aoa brancos serven) muito pura cjuduzirem
OSCOUroS, que tambern conipram pela trra
dentro, porque cada camello carrega cin-
cuenta couros.
Os negros sflo muilo amigos ros poitu-
gtiC7.es, mais do que de qualquer outra na-
: os da bera mar, os mais delles, fallain
Ira n -
O genio aqui dilVereiiQa-se alguma cousa
na lingia ; em quanto ao mais he como o
dos outros reinos Jalofos.]
Do porlo do Joala un rio de Hor<;allo, que
lia muito perigoso de entrar o que exige
luim piloto da barra, lia seis leguas : anles
ile chegar a elle est o porto de Palmeiri-
nha, no reino de Joala, e aqu vito as canoas
quo navegan pelos rios de l'.or^allo on
Cambia, Ksto porto he bom e oncontra-se
all muito maiitimento e muito vinbo do
palma : lia nelle nm riacho fundo, quecha-
mam orio.de Palmeirinha e lio a deniar-
caQflo do reino do Joala com o de Iiorcallo ;
pornv qncm vem ao Itorcallo em navio,
nilo vai por elle, porquo licam urnas illias
desertas entro este rio e o de Itorcallo e ro-
da-se muito.
I'cfronle do rio de Borcallo estilo osbai-
xos da Uazangamar, que deilam ao mar
mais de urna legna ; sito de areias n hasta li-
le pengosos, porque lia all muitos mares.
Kntradoo no de inrc,allo, vai-se por elle
duas maros antes de chegar ao porto que
lica mais de tres legOBS atestado do reino
Indo cm navio, mauila-se recado ao rei com
um presento, e elle diz ao mandador o'dia
em que ha de vir; eemquanto ruto vem,
ningucm compra cousa alguma.
(llegado que seja, ve a faz en la que o na-
vio Iraz, o as vezes elle s a despacha toJa,
porque vende muitos e. mui formosos ne-
gros. O mclbor genero para o negocio era
piala e agoardente.
Compram-so ueste reino muitos couros,
e os melhures de to la a costa, e mulla rou-
pa branca e tinta com varios nomea.
lie de lo los o reino mais dilatado em tr-
ras, pids romeen no rio de l'almeirinda, vai
O mora lorquealli mora pode ter poueos I al ao rio Cambia, o sobe por ello at aorio
grumetes, quo assim cha mam aos negros de Nanigoga que silo perlo do scssenla |c-
soiloa, porque os negros da trra Ihe fazem goas
ludo oque llies mandar, pagan io-ldes ; e Esta be a noticia que posso dar dosier
orno a ierra he de tanto negocio, setite-se nos dos Jaloos que silo quairo, a saber: o
pouco o que se Ihes d. ; Uc Encalhor, o de Porlo-de-Aly, oujo reino
lia na Urra muito hom tabaco, milita rou- se chama Itool, o de Joali, cujos negros sa
pa que cha ni mi Jalofo o uns pannos que clnmam lirel.o-is, e sin os mais valenles de
chamam hantnm. todos, e o de llrenlo, mais poderoso em
As negras Jalnfas sito muilo formosis c trras, poroi de gente mais cobarde,
niiiitoali lalgadas ; grandes liandeirase por Em todos estes reinos nao ha mesquitas,
laso muito estimadas as quo vem ao eapti- e fazem^os scus Sales noslerreirosdas.il-
v''lrn- ; dcias ou defronle das proprias casas.
Os Jalofos sito todos mahometanos: as j As mulheres parece que se nflo circunc-
suas guerras agoa cavallo, e lia muitos na dam, como fazem as dos mau.ligas no rio
terree o rei e RdalgOS tem muitos mouris- j de Cambia.
eos, que Ihe trazem com quem confinan) O gento cm geral silo grandes homens de
pelo lio de Senagie silo bonissimos e ha ca-' cavallo, e exeellentes pensadores delles, e
vallo que custa vinto e cinco e trinta ne- i montados lazem cousas incriveis.
groa : ha lamhern outra immensidade, fi- i A casa mais concertada que os ris lem, e
Idos distes c de egosa da Ierra, quechamam onde recebem os emhaixadores e visitas, he
(.alemas. a tslreberin, u qual isla sempre mui lim| a
Neate reino.eomo nos mais dos Jalofos, e com liaatantea eatribeiroa e srvenles.
Tem genlis arreios que Ihes Iraziam os Mou-
O
m
*
***
a lingoa portuguesa, a Qamenga e a
ceza.
ha
muitas aldeas de fulos, que silo os que
oriBn as vareas e lem aellas lana quanli-
ilade, que ordinariamente saeui dos scus
j'Oi ios ledos os annos ccn> mil couros.
lia lambem oestes reinos urna casta de
negros, que cbamam judevs, os quacs sao
muilo ilespresadose vives de taneer seus
instrumentse as mullales de bailar, no
que sio milito destras a seu modo e I So des-
enrollas que parece iiaseerarn sem nasos :
disto s vivera com grande abundancia,
jorque os negros da ierra Ibes dito ludo
quanto Ihes ipdem : mas fazem 18 pouco
caso delles, que nenhum Ihes -1ia de entrar
dentro de Pasa ; sepilo na ra onde fazem
su.'K desenvolturas.
Tres legoas Sbaiio do porto do Arrecife
en meca o reino de Itool, que tem por costa
nove legoas ; netle efl a aldea de Aly, que
he onde vivera os brancos, no mei deste
caminho estl una casia de negros, que vi-
vero em urna trra spera, qual nlo pode
ircav.illaria eporisso nflo conheciam vas-
sallagem a nenhum rei, e viviam levanta-
dos, e roobavam muitas vezes naquella pi-
ragem os passageiros, cha mam se Xercos
lazem muita roupa branca, que pelo ri-
me da Ierra Ihe cliamam panno de Aereo.
\ aldea do | orn de Aly lica abaixo ilo Ci-
lio dos Uastros a beira da agoa e t-'in junto
urna formosa ribeiri de agoa doce, donde
w pode fazer agoada : os negros sao os
Desoos e o negocio como no \rreeife; aqui
porcm com mais abundancia, porque ha da
em que se comprara dous mil couros e o
rei vende muitos negros a troco de prata,
custandocada um viole patacas.
lia nesla trra miiila roupa Jalofa e os me-
Ihores pannos tobos de toda a cosa. Daqni
ao porto de Joala, que lie do reino de ler-
bissirno, ha por costa nove legons : no moto
do caminho eal urna balsa, quechamam
a baixa e Joala; dista da ierra umi legua
e he urna laga de comprimento de dous
navios ; ao longo delta ha muito fundo e
)u haixa-mar aprarece e na preamar en-
xaga por cima della e entre esta c a tena
val um canal por onde pode passar um pa-
tacho.
O po:(o de Joala he muito conhecido, por-
que a agoa lie salgada e eslanhada : qti"m
Jor surgir elle pode ir com o prumu na
mito c nimia que de co n pone- agoa nflo
tema, que mesiio escaldan lo nao corro
risco, porque o fundo he um morracal feito
de hervas, mais molledo quo colchoes e
faca toda a diligencia por ir ao poco que
lica junto da lena, Sondo o navio pequeo,
pon;ue o po?o nao lem mais que dez pal-
mos de agoa. Neste poco pode estar com
amanas podres: be muilo seguro em todo
o tem, o, porque lica como enseada c nunca
lia mar nelle.
Ha aqui bstanlo negocio de couros o os
mora ioos negociara com os do reino de
i!eri;all com que canfina. O Mantengo ti-
nha aqui una l'eitoria e o Francez outra, em
que raziara courama, qu.- cuiduzam em
patachos o lanchas, um para a ilheto e ou-
Iro para a nao, a qual vinha sempro muilo
i..... uvitfiia com muila fazen la do toda a
sorle, tra/.eiido al hervas cln-irosas ja S'c-
cas, as quaes os negros Ihe ooopram por
muito bous couros para os defumadores das
negras,-que sito muito deliciosos
Tudo o que o Francas l-ai bemelhorque
o que Iraz o Flainengo, mas tambem os cou -
ros que compra sao oa inelliores; oslen-
lam-se muito pechosos em seus pagamcuios
e registam muitos couros uur ruina, os
quaes o Hamengo toma.
i'"a igualmenteo Krancez muilo regalo
para o ruanco, como barradn arenque re
tumo, barra em ai.uiiii.!i,ca, queijos, azeile, vinagre,
assuear; todas as especiaras, nuilos bir-
i is de macana, que as vezes vem tilo pe fil-
ias como quando se collieram da arvore;
barra d ceblas c albos, era IIm lodoquan
lo se | ode desejar, o tal forma que aos
brancos destas paragens chamain to 'os - Jjispos da coala.
ns, e ja boje os fazem na torra com estiibos
e leiragens de prala.
As sniis armas a e-vallo sito, urna iria-
gat/a c una pon,iio de azagaynhai, que cha-
iiiaiii Cfiemchertni, is quaos despedem com
tanta velocidade corno urna bula, e fazem
(iros ailniiraveis. Consegiiern esla pericia
excrcitando-so desde meninos c mo lar-
gando nunca ila n.aoa azagaya.
Cobrera o corpo com uns camisOes que
Ibes fazem 08 Ceiticeiros ; chegain-llic at
aos (s, o estaoclieios do bolsiuhas de cuu-
ro, a que elles chaman \ominas, nos quaes
em papis com diversos caracteres, o di-
zem que lato os defende das armas deseos
iuimigoa.
.\a cabera levam um barrete que Iba tu-
rna toda al ao pescoc > e C0[" cada da Ihes
mostrara experiencia, que. tudo aquillu sao
patranhas, o nito armas defencivas, vfm nao
obstante, to conlladua nellaa, como que se
levarara muito boas coura^aa ou arnezes de
prova.
Pela trra denlro, confinante cnni o reino
do Crito-Jalofo, esta o reino du Crio-Tulo,
cuja crlese chama Tugula ou Tula.
Ha ueste reino aente sem numero, mais
ila.la a lavoura e a cri(i0 doga lo, de quo
lem infinita quintilla le, do que a guerra.
Kslc reino be to dilatado que vai pela
trra denlro desde o rio de Senega at a Ser*
ra-i.eoi, edizein estender-ao al Angola, e
Icrem os seus habitantes lodosa mesma iu-
cllnsfflo de criadores de gado vaceum: e
com sera sua Ierra lao dilatada, s3o lanos
uella que nlo caliein, o se reparten! pelos
reinos ciicumvisiulios.
O seu negocio consiste cm couros, roupi
branca, manliment leile, manleiga boa e
muito aabilo. Vendem poucus negros da
suansQSo, mas os que voem aocaptiveiro
sao e.stnnailos para vaqueiros ou pasiorcs,
as-mi como os Jallos o sao para mogos de
eslri baria.
Permutara os objectos da sua industria
por Ierro, bacias, colla e jal, que al as vac-
os o diio.
( Diario do Govtrno ,
oa
AI.FANDF.CA.
Ilendimenlo do da 11,. .'.13:736,641
IMI'OIITACA.
(itoigelte, biiguo francas, viudo do Havre,
entrado ueste mez por franqua, consigna-
do a Crocco tfi Compaohia, manifes'.ou o
seguiute:
6 volumes fasemlas do algodito, i eaisa
chapos de palha ; a J. Keller& Compinhia.
1 Caixa fazeudas do llgOJQO' a ScliafTes-
tlein, Tobfer k Companiiia.
3 caixas abslotho, 80 barra, '.o mcios e 4
caixas manleiga, 2 volumes fasondas de al-
go lito, I dito ditas da seda, I ccixa pe di-
manas, 1 tina la.eudasde s^ua, chceos de
sol ecolleles, I liilashapos, 1 dita unuJe-
zas ;a J. Koutior.
1 caixa rap ; ao l)r. Sarment.
75 barris e 30 meius ditos manteiga ; a
II. I.asserre Ar liornpanhia.
4 caixas fazen las de algodito, 75 barris e
5 meios ditos manleiga ; a N. O. leber &
Companhia.
7 caixas chapos de sol, I dita fil; al..
Bruguire.
40barra e20 meios dilos manleiga; i
Jos Jeronymo Monteiro.
177 gigo.1 e lot sacos batatas j a DiJier
(Joiomliiez e Companhia.
2 caixas vidros, 1 piano; a J. P. Adour
3 Caixas objectos de mola; a -Mil- chau.
1 caixa fasondas do seda ; a ordem.
1 caixa com robe, 2 ditas agua mineral,
I dita cun tulla de ouro, 2 di las vidros e
,.oi i-eil na, I ilita drogas; a II. Francisco
de Souza.
10 volumes fazo idas dcalgodo, I caixa I
| objectos para selleiro, 1 di la meia, t dita I
chapos de sol, 2 ditas quincalhiriej,. 1 dita
lapis e escovas, I dita fazendas de seda,
rodas e (entes, 1 dita vidros, 1 di ta fazen-
das do seda, 1 dita ditas de linlin. 1 dita
ubi eia--, 2 ditas agoa de Colonba, 1 dala per-
fumaras, 2 dits chapeos, I dita objectoa
de livrei'O, 102 li 'iris e n meios ditos man-
leiga, 2 caixas papel; a Avrial Frros.
I caixa boiOes do barro. 2 ditas objectos
para rclojoeiro, 1 embrulho livros; a Se-
verrer.
( fardo chapos de palha ; a E Bolly.
II caixa chapos, 2 ditas obreias, 7 ditas
papel, 1 dita botocs-d'osso, 1 ditaolchetes,
1 dila bengalas, 4 ditas livros em branco, 4
voluires fazendas de algodito, l dito esco-
vas, 1 dito com caixinhas para rap, 3 di-
tos perfumaras, i dito llores, 5 caixas pan-
nos, 3 volumes fazeudas de seda, 2 dilos
briba, 1 dito Gtas, t dito pentes, 7 dilos
chapos de sol, 5 ditos candieiros, 2 ditos
sellins, 1 dito objectos bordados, 1 dito ba-
ldas, t barril absintho; a Cocco&Com-
panhia.
Novo-Vencedor, brigue portuguez, vindo
de Lisboa, entrado neste mez, consignado a
Thumaz do Aquino Fonceca eFilho ; mani-
festou o seguinte :
1 caixa pinceia, 1 fardo alecrim, 3 volu-
mes drogas; a Vicente Jos de Brito.
I caixa mermelada, 1 barril vinho; a Fre-
derico Youle.
I bahu com 1 pee do panno do linho, 19
hcelas doce ; a J. Ve Hozo Soarea.
(O barris cal ; a B. Antonio de Miran la.
5 saceos ciiiiiriiio: ; a Jos Antonio de
.Magalhiies Bastos.
32 pipase 15 barris vinbo, 1 caixa livros
impressos ; a Francisco Sevcriano Itabello
& Filho.
3 caixas chapos; a Augusto Jos de
Abreu.
I braco de balanza 1 caixa doce, 10 bar-
ris milito muido, 1 CBixa diversos objectos,
I dita 2 tocadores, 1 dila de costuras, 10
barris azeile doce, 3 caixas rap, 33 barri-
cas SardirtbBS, 4 caixas mermelada ; a An-
tonio Jos dos Santos Capa.
1 caixa livros, 1 dita doce, 8 ditas rap ;
a Joo Jos de Carvallio Moraes.
I caixa livros, o 19 pares de melas de 15a;
a Leandro Jos Itibeiro.
t caixa peneiros ; a Francisco Alvcs da
Cnnlia.
1 pacote e 1 caixa livros impressos; a Mi-
guel Jos A Ivs.
I caixa livros ; a Jos Moreira Lopes.
1 caixa mai nielada, 1 esleir, 1 pedra de
filtrar, 1 caixa livros, 1 dila semenles; a
Oliveira irmitos & C.
50ancorelas azeitonas ; a Domingos Al
ves M.ilin o.
2 caixas livros imrressos, 85 pipas e 110
barris vinho, 200 varas de lagedo, 10 barris
CllOariQaa, 20 barris luucinho, 10 ditos azei-
le 1 ni''-, 1000 mullios ceblas, 2 prcas cabos
do caiio; a 'I boma/ de Aquino Fonceca &
Filho.
1 barrica com caixinhas do papelo, 3
barris drogas ; a V. Bravo & C.
2 barris vinho, t dito azeile doce, 1 dito
chouricas, 1 dito vinagse ; a Feliciano Jus
Comes.
II ancorctas vinho, 1 sacca tremocos, 1
ciixinlia vclias do cera; a Jos Ribeiro de
Iluto.
1 caixa louca ; a Manoel Caetano Soares
Can iro Monteiro.
t barril vinbo. 1 dilo chouricas, t canas-
Ira ceblas, G caixas 0 du/.ias de garrafas do
vinho, S ditas louca; a Domingos Anto Vil-
laca.
3 caixas chocolate; a Autonio Ferrcira
Lima.
9 fardos panno da sorra ; a Jos dos San-
ies Nevos.
40 barris cal ; a Domingos da Costa Cui-
marSes,
38 barricas sardiuhas; a Luiz Jos do S
Araujo.
4 fardos capachos, 1 braco de batanea ; a
Domingos Soriarmo ('.encalves Ferreira.
ti barris cliouriqos, 5 ditos touciuho, e di-
lo vmagre, 8V rodas arcos de pao, 200 la-
Cas de vimes; a Antonio Augusto da Fon-
ceca.
20 liarrics sardinlias, 4 ditas amendoas,
l alicorelas ameixaa ; a Joaquim Fcrrei-
ra Torrea
2 barris vinho ; a Dcane Youle.
1 barril chouricas, 1 dito vinagre, 1 dito
vinho, 1 dilo azeile doce ; a Antonio Igna-
cio do llego Medciros.
1 caixa marmelada ; a Victorino Jos
Monteiro.
CONSULADO PROVINCIAL.
Itemilmento do dia II.....1:984,273
Yovimenlo do Porto.
. Navios entrados no dia II.
Rio-de-Janeiro 20 das, brigue inglcz 0-
uph-WUernor, de 195 toneladas, eapitllo
Anthony llenry Weale, equipagem9, em
lastro ; a Me. Calmont & Companhia.
lia cominis.sitoVapor brasileiro Urania,
commandante o primeiro-tenente J0S0
- Joaquim da Silva CuimarHes
dem Vapor brasileiro Thttis, comman-
dante o capitflo-tenente Antonio JosPe-
reira.
Navios sahidos no mesmo dia.
Barbadas Bligue inglez oseph-Wheener,
capitno Anthony llenry Weale, cm lastr.
Liverpool por l'arahib Barca inglcza
Cruzada, capitlo W. Naughton, em
lastro. *
Cutinguiba Lancha brasileira Conceiclo-
Felit, capitflo Luiz Antonio da Silva, car-
ga varios gneros.
Cenova Polaca sarda Catharina, capitflo
E. Masoni, carga assucar e couros.
l'arahib 1 iliate brasileiro Conceieo-Fior-
dos-Virtudes, capitflo Elias do Bozario,
carga varios gneros.
1............. _______ .. 1
EDITA L
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria dn
fazenda provincial manda fazer publico que,
do da 14 do corrente mez em diante, pi-
gam-se os ordenados e mais despezas do
mez. do dezembeo. prximo passado.
Secr laria da licsouraria da fazenda
provitii 1 i de l'crnambuco, 10 de Janeiro
de 18 u 0 secretario, Antonio Ferreira
d'Xnnunciaco.
Declaraces.
OSr.director dolyceu manda fazer publi-
co.que emeumprimento a portaria do Exm.
Sr. presidente da provincia de 5 deste cor-
rente mez eanno, esla concurso a cadei-
ra de lalimda villa deNazareth; portento,
1 os cidadilos brasileiros que se quizerem op-
por a referida cadeira deverflo comparecer
(da data deste a 60dias) na sala do palacio
da presidencia pelas nove horas da manhfla,
tendo remrtlido a secrcUria do lycu Coito
dias antes do dito concurso,) os seus loque-
1 in culos documentados.
Salvador llenrique de Albuquerque,
juiz de p*z supplente em exercicio da fre-
guezia do San-I'cdro-Marlyr da cidade de
Olinda; dar audiencia as quintas-feiras
de cada semana, que rio frem dias santos,
as novo horas da manhfla, na casa de sua
residencia, ra de Mathias-Ferreira, n 6.
Jes Joaqun) de Oliveira juiz de paz
lo prinieiio disii ielo da freguezia de San-
Frei-I'edro-Goncalves do Recite, faz publi-
co que tem mudado as suas audiencias pa-
ra os dias qutrtas-friras e sabbados, nflo
sendo dias santos, na casa de sua residencia
ja iinniinciada._____________
Avisos martimos.
para o Rio-de-Janeiro sibila, na pr-
xima semana, o brigue Mafra, capitiio Jos
Joaquim Dias dos Prazeres ; o qual receba
nicamente escravos de passagam : quem
pretender p le contratar com o sobredito
capililo, 011 com Amorio Irmitos. na ra da
Cadeia, n. 39. *
Para o Rio-dc-Janeiro.
O brigue nacional Adamaslor, Capililu An-
tonio Cecilio Itibeiro, seguo para o Itio-de-
laneiro al o dia 18 docqirenle : recebe al-
guma carca miu-la, passageiros n escravos
afrete: trata-se com Machado & Pinheiro,
ni ra do Vigario, 11. II), segundo andar, 011
com o capililo na prac".
Le loes.
la bracos de balanca ; a Antonio Jos
Vidal.
5 barris vinbo; a Cesar Kroger.
5 barris carne ; a l'olicarpo Jos l.ayne.
1 barril vinho; a Jos Antonio Lopes Cai-
ma riles.
1 caixote amenJoBS; a Caudino Agosti-
nho de Barros,
I bail vinho; a Jos Concalves da Fonte.
1 Caisa missmgas ; a Jos Carlos Fer-
reira Jnior.
I braco de balanca; a Paulo Jos Alves
da Silva.
I calza chocolate, I dita doce, 1 dila mar-
melat'a, 4 frasqueiras conservas, 8 barris
chourigos, 4 di tus paios ; a Jos Mara Pal-
nicira.
1 i barris peras; a Domingos de Almeida
Passos.
I barril vinho ; a Barbla & Oliveira.
50 lian is cal ; a Manuel Igtuc.o do Oli-
veira.
26 barricas sardiuhas; a Luiz Jos da
Costa Araujo
1 caixotiidio 30 covados de meias c 18
varas guliio do prala; a Vicente Alves d
Souza Carvallio.
2 barris vinbo : a Tinoco & Rocha.
38 barris chour'ca* ; a Antonio Francisco
da Silva Carneiro.
3 caixas ceblas, I barril vinho, I dito
sardiuhas, I caixa confeilos, 1 dila semen-
tes ; a Joaquim Silverio de Souza.
I barril vinho ; a Joflo da Conceieo
Bravo.
I retrato; a Antonio llenrique Rediigues.
9 caixotes vidro ; a Manuel Juaquim Ra-
mos e Silva.
1 burra, 3 cabras, 1 carneiro, 6gaiolas
calanos, l mollio capachos, 1 barril e2
Canaslraa castanhas, I dito alfazema, 4 la-
tas calda de lmales, 2 b uricas sardinhas,
2 gaiolas cocidos, 4758 patr.ces, 220 pegas
em ouro ; a ordem.
CUNSULADO CEBAL.
RendlmentO do dia II.....2:962,043
Diversas provincias...... C,29l
Cara a Figueira, com escala por Lisboa,
pretende sabir at 18 do corrente mez o pa-
tacho portuguez alaria-Joaquina, para car-
ga ou passageiro trata-se rom os scus con-
signatarios F. S. Itabello & Filho ou com o
capililo Manoel da Costa e Silva na piuca do
commercio.
Vende-seo patacho americano Justina,
de superior marcha, forrado e encavilhado
de cobre, e prompto para seguir viagem
para qualquer parte : os prelendentcs p-
ilein diricir-se aos consignatarios, Daane
Youlet & Companhia, na ra da Cadeia.
I'ara o Bio-dc-Janeiro se-
gu em poueos das o Irrigue na-
cional Adamaator ; para o reslo
a carga, passageirose escravos a
frete, trala-se com Machado &
Pinheiro, na rna do Vigario, n.
19, segundo andar, ou corn o ca
pitao na praca.
~ Para as ilhas de S.-Miguel,
Terceira e Fayal-saldr brevemen-
te a escuna purlugueza Favorita,
-- U Correlor Oliveira far leililo, por or-
dem e em presenca do Sr. cnsul da rep-
blica franceza, dos bens do finado Lois
Vietor Dcsenclos, subdito francez, ennsis-
tindo em mobilia, inclusive artigna de es-
criptorio e machina de copiar cartas, trem
de cozinha, instrumentos de agricultura,
falo e calcado, livros, dmis Mollentes re-
logios de ouro, um com a competente cor-
reate, 3 depsitos u'agoa, proprios para jar-
dn), um par de pistolas, 23 pipas de agoa-
ardente, 3 ditas de espirito de vinho, 18
ditas vasias com o competente funil, bom-
ba, medidas, etc. : segunda-feira, 14 do
corrente, s 10 bores da manhfla, na ra do
llrum, em Fra-de-Porlas. casa contigua a
l'uinligao de lli.wmiin &jMCallum.
-- Leillto de urna partida de 200 sacens
de faiinha de mandiora, na porta doarma-
lern do llacellar, no caes da Alfanilega : se-
gunda-reira, 14 do correte, s 10 horas da
manhfla
-- Joflo Keller, tendo de retirar-so para
Tora da provincia, far leilflo, por interven-
Cflo do corretorOliveira.de toda a mobilia
o mais perlences da casa de sua residencia
no campo, consistndo em ricas mesas re-
dondas, ditas para cha, ronsolos, soph.s,
cadeiras, ditas de- balance, tanto de Jaca-
randa feitaa na trra com a malor perfecto,
como de ferro, o oulras americanas, um
ptimo lustre de bronze com 4 luzes e vi-
dros do sobresalente, globos de cima de
mesakditos de corredores, palmatorias, len-
lernas de metal lino com mangas, leitos in-
glezcs de ferro com todos os pertonces an-
da nao usados, lavatoriea grandes, guar-
da-vestidos, aparadores, secretaria, arma-
rios, sendo um delles riquissimo e feito em
Hamburgo, tapetes, esleirs de sala, jelo-
sias, cortinados, exeellentes vasos para flo-
res, relogios de pereda e do cima do mosa,
urna machina galvnica, mascaras e mais
perlences para aprender esgrima, a mais
linda e admiravel colleccfio de quadrus
existente uesta cidade, tanto a oleo como
em gravurasfinssimas, representando as
sumplos histricos os mais inteiessantrs,
louca de porccllana e do uso, aparelhos de
cha, garfos, facas, rolherea e salvas de me-
tal lino, copos para vinho, ditos para cham-
panha e para agoa, cryslaes diversos, um
completo trem de cozinha, um carro de 4
rodas com arreios, 3 cavallos de carro, 1
dilo desella propno para menino por ser
muilo pequeoo, dous pianos mu superio-
res, i outros muitos objectos uleis, e que
seria desnecessario innumerar, basta afir-
niar-se serern bem tratados e quasi novos,
feilos com perfcicflo e dos gostos mais mo-
dernos todos ds artigos supramencionados,
cuja venda ser in luuitave'mente effectua-
da sem limites om preco: terca-feira, 15 do
con unte, s III horas da mauliaa em porf-
o, anda que poueos licitantes tenham
comparecido a tal hora, na primeira das
duas rasas novas ltimamente edificadas no
sitio do Sr. Cox, seu proprietario, na ostra-
da do Joito de Barros, quasi defronte do Sr.
ex-inspectOr da alfaudega.
Avisos diversos.
Fr. Thomaz de Santa Marianna de Jess
Magalhiies, tendo de embarcar pa-a a coi te
do Rio-de-Janeiro, e nflo | o leudo despedir-
se das pessoas de quem he summamente
obrigado, o faz pelo presento, certilicaiido-
llies sua eterna gratidflo.
Importante descoberta
para os denles
li. S Mavvson, cirurgio dentista, chega-
do ha pouco de Inglaleira com destino aos
porlos du sol, pelos poueos dias que tem
de demorar-se aqui, oir/crceo seu piestuno
- a aquellas pessoas que precisarem dos soc-
lorrada e pregada de cobre, cap- corros de sua arte: para o que pode ser
tao Antonio Jos de Mcdeiros: na- Procurado no llot<:l-Francisco.
__ _._ --Antonio Mximo de llarros Leile, pro-
ra carga e passageiros, trata -se !fe.ssor jubilado na primeir. c.deir. publica
defroilte do trapiche noVO, n. (>, ('e lounenas lellrasda cidade de Coianna,
com Titanias rli> Faria Ilaz scie"le ao respeitavel publico quo se
COm .nomazoe rana. acba presentemente mudado ira estana-
-- Para a Baha sahe no da 15 do corren- \ v\u\, e a sua residencia he dentro do He-
te com a curga que tiver a bordo a suma-; Cilo, na ra da Cadeia, n. 40, priroeiro an-
ca Ildr-tlo-Anqchm, mestre Iternardo de dar. onde vai continuar no mosmo magia-
Souza : quem na mesma quuer carregar ou lorio ; porm paiticular, e por isso convi-
te de passagem pode-eutender-sn com o da a lodosos Srs. que quizerem educar seus
mestre ou com Luis Jos de S Arau- nidos, que nflo s receher alumnos pxtor-
nos como tambeo internos.
I*assn portes.
Tiram-se paasaportes para dentro e dir
do imperio, correm-se toldas, despacbam-
se escravos e tiram-su ttulos de residencia
para sempre : para esle lint procura-se na
II
2:968,337 I u
TI
jo, na ra da Cruz, n. 33.
Para o Rio-de-Janeiro sabe nfalvel-
meiitu no din 13 do corrente n polaca na-
cional Sociedade-Feli: : para alguma carga
que anda falla e passageiros, Irata-secom
os scus consgnatenos, Oliveira Irmflos &
Companhia : na ra da Ciuz, 11. 9.
I'ara Lisboa sabe, no dia 20 do corren-' praca da independencia!; liviana ns. 6 e 8,
le, o dri-ue poitugu.-z Annu-Adrlalt, cu- o na roa do Queimado, n 25, luja de mU-
pililo Ignacio Jos e Aranjo : recebe carga dezas.
e pssssgeiros, para o quo trala-se como' -- Precisa-se de um ou dous aprendizes,
consignatario, Jorquim Ferreira Mendes forros ou captivos, e de boa conduela para
Cuimarfles, na ra da Cruz, n. 49, ou rom aprenderem o oflcio de latoeiro ou funilei-
0 referido capitflo na praca do Commercio. ro : n. ra das Cruzes, foja 0. 33.
A escuna nacional Emilia, capitflo e Deseja-se alugar um pelo do boa fi-
pratico Antonio m ven a Maciei Jnior, gura : pags-se liuin : quem o liver annun-
transfeiioa sua viagem para o Maranliflo e ce, ou dirija-sa ao Aterro-da-Boa-Visla,
l'ar, deixando por consequencia de fazer a 11. 39, segundo andar.
escalado Ceara, o que se avisa as pessoas | Antonio lluarque de Cusmflo pmbarca
que se dignaram offerecer carga pata este para o llio-de-J.ineiro, por ordem de Joa-
porto : recebe alguma para o Maranhflo ei quim Jos do Mello Pimenlel, o inolequo
miudezasparao Para, e passageiros para itulino, para l ser vendido,
ambos os porlos: trata-se com o capilfio' -- Aluga-se o terceiro andar da casa da
napraea do Commercio, ou na la da Cru. ra da Madre-de-Deos. 11. 3 : a tratar naiua
arrnazem n. 13. i da Cadeia do llecie, com Joflo Jos de Car-
Para Lisboa, com escala pelo Porto, se valho Moraes.
dis(0ea receber carga o bem conhecido' Precisa-sede um feitor : no sitio da
brigue portuguez Conceico-llor-de-Liihoa, i capella da Conceieo, estrada do Jofio-le-
e a sabir breve, para o que tem engajado Barros.
uina parle do ca'ngamento : quem 110 mes-! --Aluga-se o segundo an lar o sotflo do
mu quizercarregar, ou ir de passagem, p-. sobrado ao entrar do Livramento para a
do enleii.ler-se com u capitflo, Juo B'irgcsjra Direia, 11. 12, com bastantes rommo-
l'amplona Jnior, ou com os consgnala-! dos : a tralar na ra estrela da Rnz.irio,
rios, Amurim Irmitos, na ra da Cadeia, 1 n. 33, loja de cncaleruador, do Joaquim
39. I Jos Thomoteo Pinto.


_____.
*
i
~;
a
r
IIOWMAN & MO. CALI.UM, cngenhel-
ros machinislas e fundidores de ferio, mu-
respeilosamente annunciam aos Senliores
propietarios de engenhos, fazendciros, mi-
neiros, negociantes, fnlirC8nles e ao res-
peilavel publico, quo o sot estabelecimenio
de ferro movido por machina do vapor con-
tinua em effeclivo exercicio, e se aclia com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita conrccgao
das maiores pegas do machinismo.
Habilitados para emprehonder quaesquer
obras da sua arte, Rowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
atlticto publica para a sseguintes, por
terem deltas grande aortimentojprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdom
competir rom as fabricadas em paiz es-
trangero, tanto em prego como em qua-
lidade das materias primas e milo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhor construcgiio.
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os tanianbos, movidas a vapor por agoa
Ol animaos.
ftodas d'agoa, moinhos de vento e sorra
rias.
Manejos independentes para cavallos.
Bodas dentadas.
AguilhOes, bronzesechumaceiras.
CavilhOes o parafusos de todos os tama-
nhos.
Tains, pares, crivos e boceas de forna-
lh.i.
Moinhns de mamlioca, movidos a mSo 011
por ni 111:11 s. e prensas para a dita.
Chapas de fogita e tornos de familia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e dr
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a rnio, por animaes ou vento.
(Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Kermgens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porloes.
l'rensas do copiar cartas e de sellar.
Camas, carros do mSo e arados de ferros,
&c &c,
Alm da superioriade das anas obras, ja
ge 1 a 1111 en le, reconhecida, Bowmao ,Mo.
Callum garanlema mais exacta conformi-
dadu com os moldes e dezenhos remettidos
pelos Senliores que se dignarem de fazer-
lies encnmmenilas, aproveitandoa occasiSo
para agradeccrem aos sous numerosos ami-
gos o freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhrs
que nflo pouparflo es fu r eos e diligencias
para coulinuarem a merecer sua confi-
anza.
N ra do Sol d-se dinheiro apremio
sobre penhores de ouro ou prata : na mes
ira casa vende-se UinlhBS de mesa e guarda
apos, fabricados em Cuimariles, capachos
redondos e cmpralos, e pegas do trmoia
Aula de primeiras ledras
Policarpo Nuncs Correia participa ao res-
p< itavcl publico e especialmente aos pais
de s"iis alumnos, que no dia 10 do corren-
te ni'/, abri as suas aulas de meninos c
mriiiui'sna mesmn casa de sua residencia,
na ra da Alegra, n. 9, omle pode tambem
leeeber.alguns meninos pensionistas me-
ilianle una moiliea leuiuneracau. O annun-
rinnlc espera do respeilavel publico que as
suis aulas continen) a gnsar 1I0 mesmo
ciedito e ronliairga como al aqui.
Aluga-seuro sitio com bom sobrado,
j 1 idim, cacimba, tanque para banlio, po-
mar d. laraugcirase muilus fructas do ,di-
versas qualidades, na Solidade: na ra do
los; icio, n. 21.
--Quarla-reia, ICcorrcnte, he a ultima
traca, em grao do adjudicado, da casa n.
1 da travessa do Queimado, por exccUcflo
pendente no jui/o ii segunda vara tendo
lugar a praga as horas do costumo.
- Aluga-seum prelo para o servido de
urna rasa de punca familia :41a ra do Tra-
piche, n. 8.
Ofierece-sc una prssoa para caixeiro
do luja, armazcm, venda, ou para outra
qualquer oceupagao, e mesmo para algum
siiio ou engenho : qom de seu presumo
se quizer utilisar annuncie.
-- Izabcl Mara da Cunceiclo participa ao
respeilavel publico que abri sua aula de
primeiras lettras no dia 7 do correnle, no
becco de JoAo-da-Cosla, n. 6, priineiro an-
dar, i'in cuja disciplina admi'lo alumnas
internas o externas por mdica meiisali lu-
do : quem quizer ulilisar-se da piolicua
educagio a anas lillias, dirija-seao mencio
nado lugar itasua residencia
--Kelira-sn para o Aracaty o cidadSo bra-
sileiruMarcellino Antonio da Silva Cavilo,
sua mulhor Francisca Nunos das Chagas,
s< 11 filhu Ilicardo d.i Silva Pavita e um es-
clavo de nagfm, de nomc Geremlas.
AI le 11 gao.
J./'Ji.'n Antonio Leito, com aula do
pi imeiras lettras e grammatica portugue-
sa, na ra da l'enlia, avisa aos pais de seus
alumnos, e aquellesquo de seu prestmos?
quizcrein utilisar, quedar p:limpios aos
seus trabalhos no dia 14 do correle, e
promette desvelar-se nimio no iantumen-
10 driles.
Quem livor para alugar uma casa ter-
rea com comniodos sulllcientes pata urna
familia,e que lenha cacimba e buin quin-
lal, salido as seguimos nas Praga, Con-
eeic.Ho, Velha, Aragita, S.-Cruz e Rozarlo,
dsndc-SO 12,000 rs. mensais, annuncie.
A negocio de seus interesses desejam-
te noticias dos Srs. Francisco Luiz da pa
Iliaca, dos silios da Barra la, dislriclo de
Coiuibra, em Portugal; sabe-so que esleve
aqui occui'udi na fabrica das caracas, do
Sr. Jos Jauuarlo Soares Ferreira, sobiinho
do fallecido padre Antonio Suares Ferreira,
casado coma Snra. I). I guacia Joaquina de
Jess Ferreira : A pessoa a quem interessar,
ou fizer o favor de dar noticias, dirija-se ao
Recite, atrs do Corpo-Sanlo, na ra da
Cruz, 11. G6.
sinar por principio a sramnialica I emanlesda nsucg.ta a cunenlorem para
., i-.j* r j a sua extracco, visto cuno lia oslo orna
portugueza, latina e franceza, ad- de.Unft Importancia.
niiiiinilo iilumnon internse exter-
nos: quemde sen prestinio se qui-
zer utilisar,dirija sea na da Ga-
deia-Velha, n. t3, terceiro andar.
Flix Ferreira de Mallos rolira-se para
a Babia com seu escravo de nome Victo-
rino.
Mannel Perra l.amego embarca para
o Rio-de Janeiro o pardo de nomo Bernar-
do, pertencente a Antonio Jos Coelho da
Rocha, residento na corte.
Vcrsammlung der Mitglicdcr
des Denlschen Ilulfs-Vereins im
Hanse der Herrn N O. Biebcr &c
C. am Montag den 14 Januar,
ti uhr mo-gens.
Na ra Imperial, n 165 precisa-sc alu-
gar duas negras ou moloques para vende-
po
Assigna-se na mi da Cadeia do Iteeife,
toja de forragom do Joiio Jos Je Carvalho
Moraes.
O proco da asignatura he :
Por um auno, dinheiro vista 6,<0O
Por seis mezes, di lo dilo. 3,200
iJJ Alugam-sa evendejj-se as verja- Q
Q deiras bixas do llainburgo : na prac.a
^j da Independencia, n. 10, ao vollar ^
a para a ra das Cruzes. nx
_ O Dr. Joaquim do Oliveira o Ronza en-
sina a traduzir, fallar e* escrever a lingoa
franceza : no Alerro-da-Boa-Visla, n. 82.
-- No dia 12 do correnle, pelas 4 horas da
tardo, na praga do juizo do civel da segun-
da vara, na ra Nova, se lia.1 de arrematar
quatro escravos de ambos os sexos, penho-
rern na ra : pnga-se bem, e nao se duvida | rados por execur,ao de Joflo Kelles & Co.n-
ndiantar algum dinheiro por conta do alu- panliia contra a viuva Cunha o fi-iimarites,
guel.
No transporte da bagajem do quinto
bnlalli.lo de fuzleiros, em marcha da po-
voa<;1o da Kscada ao engenho Aramarag,
dosappareceu um quartio rudado, pequeo,
com pintas de nedrez, lem um Carrego bai-
l, idade de 8 a 9 annos, com este ferro
It sohro a anca direita que apezar de nilo
estar minio visivel, todava hem se conde-
ce ; pertencenle ao pronrintario senhor do
engenho Frecheiras na fraguezia da mesma
scada Jos RoJrigues de Sena Santos, o
qual pedido do lenonle-coronel Jos Ma-
ria Idelfonso, commandanto interino do
mesmo batalhilo, havia-lhodado para o dito
transporte: pelo que o mesmo tonento-co-
ronel rrcommenda e pele a quem souber
do dito quarto, e mordiente a qualquer au-
toridade policial, quo sondo na mesma fre-
guezia o mando levar ao ditoSr. Sena, o ca-
so si-ja mais prximo a esta capital ao mes-
mo tcncnle-coronel que recompensar ao
portador na seu quaitel na ra do Hospicio.
Na loja d i charuleiro do Aterro-da-
Boi-Visla, o. 5, precisa-so do olliciaes do
mesmo oflirio
Precis-sedeum fornciro : na ra lar-
ga do Rozarlo, n. 48, padaria.
Esinodc prrueiras
Feltras.
Jos Xavier Faustino Ramos, com aula de
primeiras lettras no Aterro-da-Boa-Vista,
sobrado n. 5, previ ie aos Srs. pais de sous
alumnos o as pNfOai que delle quizercm
confiar a educa^ao de seus lilhos, que o;
exorcicios da mesma aula se acham em ef-
feclividade desdo o dia 7 do correte; as-
segurando que pelos novos arranjos e me-
Ihoramontos que ha introdtizido no seu es-
labelecimento e no respcclivo regimem.se
acha habilitado para recebere leccionar um
mais erescido numero de alumnos. No
mesmo estabolrcimento, separadamente e
sb a direcijSo de una filha do anuuncian-
te, convenientemente habilitado, se acha
em exercicio uaia aula para meninas, onde
so cnsiua a ler, escrever e contar correcta-
mente, grammatica da lingoa nacional ;
hem como a fazer todo o genero de costu-
ras, liordados o lavarinlos : ludo com zelo,
carinho e disvelo.
Precisa-so de urna ama para o servieo
interno o externo de uma casa de muilo
ponen familia : na ra das Cinco-Pontas,
n. 22
Pede-se oiicii '-esci I a iiienle a polica,
abaixo assignado, mora.!or.em Cruan-
gy. termo da cidado do Coianna, tendo ven-
dido ao tenenie Jos Correia de Oliveira
Jnior, senhor do engenho Paraizo, comar-
ca de Nazarctii, dous escravo*, Paulo e Joa-
quim, aquelle cabra e esto pardo, e na oc-
casiito dos entregar se evaporaram ni noi-
le de 18 para 19 dojunho prximo passado,
com dous cavallos de estribara e outros
objerlos de valor, sendo seduzidns e con-
duzidos por Jos Ignacio da Silva, lio da
Paula, para a freguezia do S-Jos-do-Be-
zrrros al a casa do ox-subdelegadn da
mesma rrcguezia, Joaquim Jos da Silva
Viro-,', e saliendo-so da dirccgflo que to-
inai.-iiii o mandando-so em procura dos
mesmos bens, remelteu dito Vieira a Paula
e um cavallo, dizendo que o Joaquim tinha
fgido com o out.-o cavallo, cojos signaos
silo os seguintes : Joaquim pardo, bastante
pequeo, de vntoe tantos anuos, cabellos
corridos, bem parecido, olhos avermelha-
dos, falla pouco, sonso, bebo ago'ardeijtc e
cachimbo : o cavallo he ruco-cai'dflo, gran-
de, anda balso, com 6 para 7 anuos, com o
ferro Me. Ble; he castrado. Pede-se enea res-
cidamenlo a: autoridades policiaese mais
pessoas, pue o approhendam e levem-no
no dio Concia de Oliveira, no dilo engo-
lillo cima, que urbanamente gratificar aos
conductores. Padre l-'ilippede Jraujo l'i-
nheiro.
Na ra Nova, n. 58, toja, se dir quem
di a premio a quantia de 400,000 rs. com
hypritheci em casa lorrea. Na mesma toja
veudc-so uma cirroga para boi.
escrlvflo Santos.
Ensitio de primeiras le-
tras.
No Atierro da Boa-Vlst, sobrado, 11 5,
pessoa subeijamcnle habilitada,
ha uma (ir.-o'.i suircijfliiiciiie iiannuana, i
que se propOo a dar por cosas particulares j Jngalas
o com pefoiclo, lices de primeiras lettras
c grammatica da lingoa nacional: as pes-
soas que se quizernm utilisar do seu presli-
mo dirijam-so a dita casa a qualquer hora
do dia. %
Novo naelhodo prtico e
theorico da lingoa fran-
ceza, ou arle facilima
de aprender com pcrfeigiloe om poueo lem-
po a fallar, traduzir e escrever o [ranees.
Ninguem poder negar a utili lado da
liiiiioa franceza, por qunnto que sendo ella
hoje universal, rene em si nina maviosida-
de inaudita, uma excelencia que Iho be
propria : ella he abracada sem a menor exi-
hc:1o por lodosos povos do mutilo conhe-
cido, por isso os grandes homcjis ta presente tecm en vi lados os seus exfor-
cosafimde que olla faca longevos sobre a
Ierra, e para prova de uma tal tssercffo
muilo hem disse o Sr. Scvene indis >en- j
cavel muitos a lingoa fraiic?za he del
montara ; maot,eoa de easaa bor-
dada e de rendan pretas e bran-
cas; Mondes de sed i ; rendas e
bicos A: ImIio ; louHipara biptK-
.fados ; lencos ile camliraia de li-
nlio liordailos ecom vinlielas; ri-
cos aventaos de seda ; vest dos de
cassa oriental ; ditos de garca pa-
ra bailes; franjas e enfeites pira
vestidos c manteletes lencos de
seda para bom em ; grvalas pretas
e de cores ; a mais escolliid 1 per-
(umaria ; vasos c outros oljectos
de porcellana do mais elegante
goslo ; esponjas ; cscovas ; pen-
les; cspellios; ricas meias p3ra
horoem ; meias para meninos; ca-
mizs brancas c df? cor ; bonetes
para bomcm e meninos ; ricos co-
frczinios para perfumaras ; rna-
los para luto, de muito bom gosto :
cbicolinbos de montara, tanto pa-
ra lioinem como pan sen hora ;
uncorne e de outras
i|n 1I1 lades ; ricos suspensorios ;
1 lia pillullos deso para senlior>,
do m.tis apurado gosto ; e outro
muitos objcclos. Todas estas fi-
zendas sao chegadas pelos ltimos
navios francezes Na mesini loja
se fazem chapeos de todas as qua-
lidade c toda a especi de ornatos
para senboras ou meninos : ludo
isto segundo o melhor e ultimo
goslo, visto como a sua propricta-
rh eng jou urna das nv.is peritas
modistas, chegidas ullimumentc
de l'aris. As pessois que pira taes
objcclos ella se dirigircm seriio
servidas com a maior promntidSo
ede manera a licarem satsfeitas.
ser lo los oa pivpa: tOTio e a prlivA do do-
lo annos de.'cnsino
F.1/.C111-SC jinlare diariamente, con-
sistiudo o 111 s>. n ir commodo proco ; lanibom u fazem la-
nado, niassas descarno o peixi, pastis de
ciruo, '- gillinlu. ii" naia e de outris qaa-
lldades, leite crome, po lins, b >:ios do dif-
l'-rotitosqu ilidades. bollinhulos, armam-si;
bandejas para bailes e cazammtus: tu lo
c.iin multo asieio, prompli Iflo o proco cotn
modo : no o Moda Ponha, n. 2 Si me casa t a m bem e fiz.cn doces de calla, sec-
co, do caj ede todas as fructas para esso
lim ; einim, ludo qu.inlo he perlencento a
rozinha so fszem dita casi. ___________
-vgaasrsnirj^i i*ui ji' 'PgWBI
Compras.
summa utilidado para lo los.-- | ^^ **% .
As pessoas, pois, que reconhecendo eslas 1 -'5J2* V/liaj>eOS (i mdcs vaniagenS e nilo estando em posi- '*'__ _- "
gra
Cflode sulijcit-irem-se ao tirocinio escho-
lastico, Sem duvida desojarflo encontrar um
meiofacilea commolado pira consegui-
r m esta iustriiccao, poupando d'est'arie a
faslidiusa tarefa de esludar de cor verbos
e sigulicados, qual a da grainmutica do
Sr. I,uiz Antonio Bongaim, dada a luz ulli-
mamente no Bio-de Janeiro, e de qu mili-
to elovaita conceilo faz o nosso excellontc
professor, o Sr. doutor Jos Soares de Aso-
vedo.
Avisa-se, portanto, aos amadores da men-
cionada lingoa que ditas granimalieas se
acham a venda napraga do Commorcio, 11.
2, ptiineiro andar.
--Ueseja-se billar ao Sr. Jos da Cunta
Bezerra para se Ihe entregar uma encom-
monda, viuda do Aracaty na escuna liarla-
Pirmina : ni ra da Cadeia do llecife, es-
criptoro do Jos Antonio llaslo.
Aluga-sea casa terrea do Atcrro-da-
Boa-Vtsta, ti. 73, a qual por sua sltusc&O e
commodos pode servir, lauto para negocio
como para morada : a tratar na praca da
Boa- Vista, botica n. 6.
A viuva do terceiro matrimonio do
fallec lo Jos da Costa Noguera avisa aos
credores dj seu casal, que tendo do proce-
der a inventario pelo juizo do orpliitas do
Po-do-Albo, devem ellos juslificurem S'us
ttulos at o meiado do correnle Janeiro,
afim de sere:n attendidos ni parltlha de]
bens: e para prevenir qualquer omisso, I
faz o presepio inmundo.
Na ra de Agoas-Verdes, dolado t'.f
S.- Pedro, casa terrea n. 13, cose-so o" en-
gomla-so com lodo o esmero o porfeiQlo
-- Precisa-se de um feitor quo saiba tra-
tar de nula, pomar e cncherlar : na Magda-
lena, estrada da Torre, 11. 78.
-- Distante desti praQa 9 legoas precisa-
se do um (Trofessor para eusinsr as primei-
ras lettras, latime l'rancez : prefere-so bu-
nlem casado com pouca familia: a tratar
na ra do Queimado, n. 7.
Na ra da Cadeia de Santo-Antonio, n.
13, no priineiro andar, so dir quem lem
um negro do 30 a 35 annos sem achaques,
muito rubusto, e proprio para servido
bracal.
lina do Passeio, n. 5.
Nesla fabrica lia presentoliienln um rico
sortimento dosles objectos do lodas as co-
res p qualidndes, tanto do soda como de
psnninho, por pn eos coturno los ; ditos pa-
ra s* nlioras, de bom gosto: estes chapos
silo foiios pela ultima moda ; sed i adamas-
rada com rica; franjas de retro?. .\'.i mes-
mu casa se acha igual sort i metilo de sedas,
e panninhos imitando sedas, pata cubrir ar-
maefies servidas lodas oslas fazenda ven-
de m-so a purcilo o a retalho: concertam-se
quaesquer chapeos i!e sol, t mo de bsicas
do forro coaio de baleia, SSSiffl Como umbe-
las de greja : ludo por prego commodo.
DEPOSITO GEUAL
--

Compram-.se, effectivamente, botijas e
ai i ala- : na ra do llangel, n. 5t.
-- Compra-se uma prea que seja perfeita
coslureira, engomraadeira o que saiba fa-
zer vestidos, se agradar pga-se bem ; uma
dita que saiba engommar e cozinhir e que
nflo s?ja viciosa, ambas s!o para fra da
provincia: na praga do commercio, h. 6,
primelro an lar.
Compra-se uma casa terrea as se-
guintes roas : Praga, Arago, Conceig3o,
Hozarlo, S.-Cruz e Velha, sando de um con-
t e dusonlos mil rs. e agradando Ib com
prador dar-se-lia mais : quem livor m-
nunce.
Com ra um lacho grande de cobre, em
bo'a uso na ru-i Imperial, n. 165.
Compra-se um ou dous caixfles para
deposito ue sssuosr i na ra da (inicia do
Iteeife, n. 50, taja do Cunha & Amorm.
^^^ Vendas.
FolhinhaTpara 1850.
Ns livrsria ns. fie 8 di praga da Indepen-
dencia, voiidcin-s! as b-m conhecidas fo-
Ihinbas mpressss nesla lypographia, das
seguintes qu ilidsdes:
FOI.IIIMI.V l'I'. l'OltTAconlcndookalon-
darin, tabelles de friados, das de audien-
cia e resumo de pocas nacionaes e geraes.
Iiir,\ DEAOSIBEIRA contendo o mesmo
cima, e um resumo de chronolog'n, a qual
taiiibetn da proamar, e tein uma collecgSo
de remedios e segredos uteis para uso do-
mestico.
DITA DF. HITA com o almanack dos em-
pregados civis, ecclesissticos, militares, ad-
mlnistrslivos e a nomenclatura de todos os
est.'ibdecimentos fabris, meicantis e indus-
triaos, ao qual se adicionou um resumo es-
tilstico da cidade do Iteeife ; a demoustra-
gflo das freguezas, termos c municipios das
con arcas da provincia e finalmente a tabel-
la do nascimonto e ocaso do sol para regu-
lamento dos relogtos, nrgunisa'la peta ex-
cellento piloto Portugal, desaudosa lem-
branra.
l*otnssa n icional.
Vendo-so potassi nova di fabrici nacional
lo Itio-ilo-Janeito ao haritissilDO prego de
180 rs a libra. Os senliores (le engenho de-
vem todos man lar comprar desta potassa
afim de animar a fabrica quo com tantos
sacrificios se eslabelcccu o fui a causa de
batxnr a este prego : na praga do Commer-
cio, n. C, priineiro sn lar, escriptorio de
Usnoel Ignacio de oliveira.
Cal de Lisboa.
Vendem-se harrls com cal virgem do Lis-
boa de superior quali.lado, por prego com-
mo lo : na roa da Cadeia do Iteeife, n. 50.
~ Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoiiae o prin-
cipo Alberto; relogios de ouro e do prala,
c egados ltimamente ds Suisss: estes re-
ogiosquo'silo iiiui hem aribados.so lor-
do superior rap areiet-pnta
(la fabrica deGantois Pai-
Ihet&c Companha, na Iia-
hia.
Domingos AlvesMathcus, agente da
fabrica ile rap superior arla preta ,
e meio grosso da Babia, tein aherto o ^ "'"" muil recommendaveis a qualquer
0.. .i.......:, ....___.___ _. ... -i. T I i\-.ii Jos Waria de Fgueire-io,
pr fes-sor particular de piinnira-
cttras, scicnliica ao respeilavel
publico que a i5 do correte,
abre a sua aula, e contina a cn-<
Precisao.
Precisi-se de olliciaes de funilero; na
ra Nova, n. 38, delronie di Conceigo. Na
mesma casa lambum sn vende um molequo.
l'ioci.sa-e de um bom fornero, a
quem so pagar com generosidade : na ra
da Senzalla-Velba, armazem u. 106
O procurador da igieja de S.-Amaro
das Salios faz publico qt'.e a festa do pa-
drooiro tica transferido para o dia 27 do
coi rente.
Precisa-se de uma mulher para rozi-
nbaraum hnmom solteiro : na ra Nova,
ii. 42, loja de lazendas,
--Precisa se alugar uma preta que saiba
lavar, engomo ar e coser, para uma casa
estrangeira : na ra do Torres, n. 34, das
II horas ateas 3 da tarde. Na mesma casa
taaibetn se precisa alugar um prelo que
enle;\dadoservgo interno, e saiba tratar
di! cavallos.
O Sr. JoIo Cyprianno llangel queira
ter a hondada de apparecer na rus da Ca-
deia de S.-Antonio, para decidir sobre cer-
ta cunla que S. Ule. recebeu.
A poca.
Aos senliores assignantes desle jornal se
faz cerlo e igualmente ao respeilavel publi-
co, que acaba de chegar de Lisboa a couli-
nuagilo dos nmeros deste jornal at o nu-
mero 53 ; e como tenbam ebegado dilTereu-
les rollecgdes completas, convidi-se aos
Alugam-se por preco rasoavel
o sobrado e loja da ra dos Quar-
teis, n. io : a tratar no Mondes
com L. u rerreira
--Umaiessoa habilitada e quo por mui-
tos anuos se tcm dedicado ao ensinn da mo-
cidade, propOe-se a ensinar grammatica la-
tina, dando ilnas ligues por dia, e perce-
le-ndo a graliliragio mensa I de 3.000 rs.
por cada alumno : tambem lecciouar rhe-
lorica e geographia prcehendo a gratilci-
go de 4,000 rs. : na ra rcila, n. 120, se-
gundo andar.
Nova loja de jazendas e modas
francezas, no Aleno~da-U6a-
Pista,n. 12.
Madama Ancelle acaba de esta-
belecer-se no A Ierro da-Boa-Vis-
ta, n.* ii, com uma loja de fazen-
das e modas francezas, na qual os
compradores enconlrarao o que ha
de melhor e de mais apurado gos-
lo nwj'^elle genero. Ali acha-
rao o mais rico sortimento de
chapeos de seda, de palha, com
flores ou pennas para senhoras ;
luvas de pellica, seda enho, tan-
to para homens como para senho-
ras ; ricos manteletes ; lila* paro
chapeos ; lencos de cassa burila-
dos ; chapeos e bonetes de monta-
ra/ collarinlios e punhos par.
% seu deposito na ra Cruz, no llecife ...5
n. 52, primero andar, mdese achara
5 sempie deste excellente e mais aero- ^
4S dilado rap que al o presntese lem .)
y fabricado no Brasil: vende-se em bo- 3
@ lesdeutnae meia libra, por prego ;
> mais commodo do quo om outra qual- JJ
ty quor parte. jj
@ 4
9999S99999999S1 i
--Aluga-so ou arrenda-se urna campia
na Estrada-Nova, denominada do I,ucea
prorria para paslagem do gados, ran-,
chos, ou qualquer planttigSo qi.e se quei-
ra: a tratir nana do Vig: rio, n. 7, pri-
ineiro andar.
- Ca tino Mendos da Cunta AzeVi do en-
carregs-sc de comprar c vender escravos,
mcdianlo una COmiDSsSo rasoavel, o para
cujo lim promette empregar toda activida-
do no meilior dcsempenlio dessa turefa : os
pretndanles o achanta promplo em casa t\<-
sua re-i leticia, na ra da Alegra, n. 26.
bairro da Bda-Visti.
-- Vtm senliora niaiur de 40 annos. tendo
longa pratica do ensinar meninas, s offe-
rece a qualquer senhor de engenho para tal
mister, declarando que cnsina a lOr, escre-
ver, contar, doutrins chrislfla ecoserliso,
prometiendo pmpregar todo o esmero pnra
o bom Bproveitamento de suas alumnas I a-
quelle quedo seu prestio quizer utiltsir-
se, prorure-a na ra do Calleireiro, casa,
n. 20.
-- No dia 10 do correnta desappireccu
do sobrado da ra do loano estreila, n. I,
segundo aiidr, umbauzinlio do taitaruea,
tendo dentro uns papis e juntamenio um
titulo de residencia pertencenle a Jos Ja-
cinilin Barbosa : roga-seaquom foroOere-
cido dito baozinho do o apprehendcr e le-
var no dito sobrado.
-- Aloga-se una casa uFiC-a na ra do
Padre-rlorianno, n. 41 : a t'atar na ra
larga do Bozario. n. 39, segundo nndr
-- Antonio Jos Soares retira-se para 1
Baha a Iralar de'seus negocios.
Precisa-se alugar um prelo
para carrcg'i- um panac de pao
c pata o mais servieo de casa : pa-
ga-se bom alugucl por mez : na
padaria da l'assagem-da-Magda-,
lena.
Joaquim Vieira do Arruda propOe-se a
ensinar primeiras lettras, grammatica da
lingoa nacional e aritlnnetica em sua casa,
na ra da Palma ; assim como tambem le-
ciona em casas particulares por molico pre-
go : as pessoas que so quizerem utilisar do
seu prestalo poden: procura-lo na mes-
ma ra, ou iniiiinrii-m suas moradas. U an-
nuuciaule julga-so paralal habilitado, por
particular, e advcile-se que ha entre elles
n'giinsquo andan) 8 das sem precisaren)
da cor.la : ni ra da Cruz, no Iteeife, n. 55.
Vcndc-sc a (averna da c-sa, n. 65, na
ra nova a tratar na mesma.
Vende-se a loja de livros,
cotn todo* os seus pertences, que
fbido bacharel Hernardo Jos Vi-
eira Continuo, sita na esquina da
ra do (ollegio : Os prelendentes
dirijnm-se ruado Vigario, n. ^,
priineiro andar.
Vende-so uma famosa propriedada
com grande quintal, cacimba, e com dif-
ferentes qualidadesde arvoredos, duas la-
tadas de boas uvas, alm de outras duas
aiiijla novas, um jardini de llores e cantei-
ros de tantlico : adveite-se que a proprie-
dadetom 4 q.usrtos, sala adianto o atrs,
cozlnhi fra eest u.uito inleressante por
selerfeilo obra, e quo he muito propria
i ara recroio, sila em nliuJa, na ra da Boa-
llora, 11. 25 : a tratar na mesma casa.
Vinlio de Bordean*
das mais superiores qualidades ; hem como
viiiho do Cbsmpanna da nova marca estrel-
la, j muilo apreciado, tanto aqui romo na
Europa vcndc-sc em casa de Kalkmann
Irmios. na ra da Cruz, n. 10.
Vende-se urna preta muito
boa para engenho, ou servieo de
campo, moca, de bonita figura e
barata: no Aterro-da-Ba-Vista,
n. lo.
Vende-se um bom moleque
oflicial de alfaiate : na ra do Quei-
mado, n. 9.
Na loja tfo Arantes, na
praca da Independen-
c'1,1, ns. 15 e 15,
vendem-se sapatocs de couro de ustro, a
5, 6 e 7,000 rs.; borzeguiuspara hornea), a
* o 7,000 rs. ; sapatoes de bezerro, de pala
c de costura a inglez, a 5,000 rs. ; sipatos
de iQStlO para senliora, a 1,600, 2,000 e
2,2*0 rs. ; dilosdo marroquim, a 1,4*0 rs. ;
sapntOcs 1I0 Aracaty, a 1,000 rs. ; pellos de
couro de lustio l'rancez e bamburguez de
superior qualidado; ditas de marroquim
de todas as cores ; chapeos francezes da
ultima moda ; cortes de tapete para sapa-
los; .longos de seda para grvala; e muito
ricas perfumarlas, por prego cog modo.
--Vende-se urna e.-crava de mei idade,
com habilidades : na ra Velha, n, 71.
'..


Na rjia do Vigario, n.7, primeiro an-
dar, ha para vender-se duas pretas, sendo
uma moga e oulra ja de dade.
Batatas
\endem-se btalas a 1,000 rs
a arroba : no armazem da 'roa do
Aieile-de-Peixe, n. 14 defronle
daMadre-de-Deos.
Vendo-se urna bonita escrava, de 14 a
15 annos, que cozinha, engomma e faz to-
do o mais servigo de urna casa: vende-se
para lora da provincft : na ra do Cres
po, n.11.
Vendem-se bons queijos londrinos,
ditos de prato muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para Ham-
bre, ditos portuguezes para panella, Utas
com 2 e4 libras de mermelada, ditas com
bolachiaha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas rom hervilhas, frascos com conservas
inglezag, queijos de quriha vindos do Cea-
r, por barato preco, mantas da toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.o
oulros muitos gneros de boa qualidade :
a nriia da Cruz, no Recito, n. 46.
Corles de cassa para ves-
tidos com <6 aovados
por 5,500 rs.
Vendem-se corles de cassa para vestidos,
com IG cavados, a 3,500 rs.; dilos com 8
covados, a 1,760 rs. ; pegas de cambraia li-
sas com oilo varas e meia, a 2,720 rs.; pan-
no de liuho mullo fino, a 480 rs. a vara : na
ra do Crespo, loja da esquina que volla
para a cadeia.
Taixas para engenho.
Na fundirlo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber un completo sortinien-
tode taixas de4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidflo embarcam-se
ou carrepam-seem carros sem despezas ao
comprador.
AGliNCIA
da fundicao Low-Moor,
BA DA. SKNZALTA-NOVA, N. l\1.
i Neste estabelecimento conti-
na a havemm completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; macbinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
rosdo, de todos os taannos,
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Itahia
Vende-se em rasa de A. O. liieber & C.
a ru.-i da Cruz, n. 4, algodflo trancado
daquclla ralrica, muito proprio parasaccos
de assucar e roupa de escravos. 'm
Cha brasileiro.
Vendc-se cha biasileiro no armazcmfde
molhadns, alias do Corpo-Santo, n. 66, o
niais excellenle cha produziJo pdi S.-Pau-
lo que (eni vindo a este mercado, por
prego muito commodo.
Moendas superiores.
NafundigSode C. Starr & CoDipanhia'.
ein S.-Amaro acham-se venda moendas
de canna, lodas de ferro, de um modelo e
conslrucgiio muito superior.
4cs fumantes de bom %osto.
No armazem de moldados atrs do Cor-
ro-Santo, n. 66, ha para vender, chepados
pelo ultimo vapor viudo do sul superio-
res charutos S.-Flix, e de outras nuiilas
qualidades que se venderSo mais liamlo do
Vende-se calgado de marroqu ni para
senhora.a 500 rs. o par, marroquim, be-
zerro, deFranga, fivelas, franjas, e outras
muitas Tazcndas para calcado das melhores
que ha no mercado, por barato prego, sen-
do a dinieiro avala : na ra do l.ivramen-
to, n. H.
Os mais ricos mantele-
tes e capotudos.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
ecapothosde chamalote de seda.e gor-
gurSo, os mais ricos quo teem apparecido s
na ra do Queimad, n. 9.
Potassa da Russia.
Vende-se a verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em barris pequeos :
mi casa dos Srs. Ruine & Bidoulac, ra do
Vigario, n. 4.
-- Vendem-se corles de cambraia de co-
res, pelo barato prego de 2,000, 2,500, 3,000.
3,500 c 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; 19a
com lislras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
zinha propria para roupa de meninos e ves-
tidos de senhora, a 240 rs. ; lila superior pa-
ra caigas, a 500 e 600 rs. ; lengos de algo-
dflo e seda com franja, a 600 rs. ; crt s de
collete de velludu, a 1,600 e 2,500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; pinga de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado, e outras muitas fazendas por
barato prego : na ra do Crespo, n. J5, loja
de Jo8quim de Olivcira Maya Jnior.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
airas do Corpo-Saoto, n. 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e luslrosas, as quaes se lornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e alurarem mais que as de espermacete,
e nao fazerem morrflo.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antipo da ra da Madre-de-
Deos, o. 36, est de novo estabelecido de-
baixo das mesmss condigOes, offerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho hranco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de ordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nflo se admirem
os freguezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pre-
go, embora este genero tenha subido o me-
Ihor de 30,000 rs. por pipa. Examinem os
amantes a qualidado para reconhecimento
da verdade e conliiiiiagilo da antipa fregue-
zia. K para nflo haver usuras, estilo promp-
tas garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barris de diversos l-
mannos para piovlsfio do prximo Natal.
O proprietario conla com a concurrencia;
do contrario, tornarflo os pregos do reta-
dlo a primitiva deiiOe 280rs. a garrafa.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em bai i iszinlio,
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : nc iccife,
ruada Cadeia,armazemn. 12.
Antigo deposito de cal
virgen).
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
milito .superior cal virgcm de Lis-
boa, por preco muito. commodo.
JNa ra i\o A riiorini, ns. 56
avlme
e em oulra qnalquer parle : bem como C 58, vemlein-se Linios Cm S8C-
--Chegaram novlmente ruada Sen-
zalla-Nova, n.42, relogiosde ouro e prsta
patente ingle/., para homem e senhora.
Novo sor ti ment de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores fixas e com 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado ; cassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadioho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
algodflo de cores com lislra ao lado e de bo-
nitos padrOes, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ; cassa preta com
ramagem branct pira luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarte de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstru, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algod&o america-
no, muito superiores, a 640 rs.
SSSF.
Manoel da Silva Santos vende
farinha de trigo superior da marca
cima mencionada e chegada aca-
te mercado no ultimo navio vindo
de Ti iesle : quem pretender, pode
dirigir-se ao armazem do Aunes,
no caes da Alfandega.
-- Vende-se urna preta muito boa cozi-
nheirn, que engomma e cose, e porisso
propria para ama de casa, mesmo de ho-
mem solteiro, altendendo a sua boa con-
ducta : na ra larga do Rozario, n. 35, lo-
ja de miudezas.
Vendem-se pegas de algodSozinho
com 20 jardas, com toque de avaria, pro-
prio para escravos e pannos de cozinha, a
1,280 rs. ; ditas de chitas de bons pannos
e com toque de rvaria de chuva, propria
para pretos e fonos de bahs, a 4.5C0 rs. ;
Historia da America ingleza em portupuez.
por 5,000 rs ; Guarda-Livros modernos, por
6,000 rs ; Salustio traduzidoao p da let-
tra, por 5,000 rs.; Diccionario de sloraes da
quarla adelo quasi novo, por 20,000 rs. ;
un tole de folear formigas; no pateo do
Carmo, n. 18, primeiro andar.
Vende-se um tranceln! para relogio,
um bahuzinho de tartaruga todo appare-
ll.ado do i'ii.tii lavrada, proprio para me-
ninas que vilo para a escola, meia duzia de
colheres de soupa, meia dita para cha, todas
sem estarem servidas ; um terreno entre
matriz nova e a fabrica de vinagre ; urna
casara ra de Motocolomb nos Afogados,
n. 16; una parle de urna casa na ra da
Gloria, n 29 : a tratar as Cinco-I'ontas,
n. 32.
Batatas.
Vendem-se glgos com muito boas bata-
tas, por prego coma.odo : no. armazem ao
p da botica do aico da Conceigfio, e no
caes da Alfandega, no piimeiio armazem
defronle dochafariz.
Vende-se um mulalinho de 16 annos, cionario brasileiro com os seus mappas
bom bolieiro e copeiro ; 4 moleques de diceisnarioclassico; Entick senglih latini -
elegantes (guras, sendo dous dellcs corta- Dictionary ; Atlas por Simencourt; dito por
dos na metade de seu valor; 2 pretas com Italbi; dito por Mixe'lot; Ideia de um per-
algumas habilidades; 3 pretos de 30 a 40 feiloparocho instruido as suasohrigagOes;
annos, sendo um dcllea bom caooeiro, e Routrina da constiluigflo synodal; a Sol i
ciparrilhos hespanhoes ditos de palhl de
milho, que se eslo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cenlo.
Cortes de brim de cores
com lislras ao lado, a
1,980 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
lislras ao lado, a 1,280 rs. ; siseado de (il-
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como una porgflo de peonas de
cni8, proprias para espanadores.
po.lSo americano, proprio para escravos, a Crava de ? ,J!,n0!' pr0PI' l'ra 140 rs. o covado:'na ra dI Crespo, loada \?*0"1. iW? *" Y ." b'r"l' Pr
esquina que volta para a cadeia. ?r de mais 'd, e' e T Khe b?a Para ven"
H u F der na ra, e sabe minio bem lavar rou
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadeia, n. !,
\endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de furta-cres a
2(14) is. o covic'j e ris-
cado monslro a 220 rs.
Vende-se zuarte de furta-cres muito
encorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado
Alhos.
Vendem-se canastras,com alhos, a 30 rs.
coila mago : lambem se vende muito boa fa-
milia de ararula: no becco do Azeile-de-
l'eixe, armazem n. IG
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quarlo e quinto ; farinha
de trigo de todas as qualidades e em meias
barricas; retrozdo Porto, prlmeira quali-
dade: panno c meiss de linho ; arcos para
barricas ; farinha de mandioca em sacras
grandes e a garnel a bordo da sumaca lk>
S.-du-Carmo j ludo por prego, commodo
na rua do Vigario, n. II, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Curiha.
A rados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em *s.-Amaro ,
vondcm-se arados de ferro diversos mo-
Na rua do Quelmido, n. 14, loja de fer-"e'0S-,
rapens, nimia lia alpumas saccas da boa I Vendc-se urna porgOo da melhor apoa
ardenle de Franga { pal Uroudy) que lem
vindo para este mercado, em canas de urna
duzia cada urna : na casa de Augusto Cor-
bett, na rua da Cadeia do Recife.n. 48.
Vende-se genebra de llolltnda em
frasqueiras ; ago'ardenie de Franga ; vinho
de (la re em caixas de urna duzia; charutos
da l iliui : tudo muito barato: na rua da
Alfandega-Velha, u. 5.
cas grandes por preco commodo
a elles antes que se acabem.
Farinha de mandioca.
ns-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua >lo Crespu, loja da esquina que
volta par? a cadeia.
Para quem tiver bom
gosto.
;S miiiiO glandes
e muilo bonitos padres, e o melhor que
tera apparecido nesie n creado : na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a
cadeia.
-- Vendem-se amarras u lrro: na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
Saccas com fardo novo,
de 80 a 90 libras, a 5;<7:
vendem-se no armazem de Antonio Annes,
no caes da Alfandepa, e no de Vicente ] er-
ren a da Costa, na rua da Madre-dc-Dcos,
chepudas ltimamente de Lisboa e de
Franga.
Vendc-se urna parte dos sobrados de
tres andares, ns. 14 c 16, sites na esquina
da rua da Cadeia, drfronle do lliealro de
San-Francisco : a falla rno primeiro andar
lio* ili, Cln JuaquiUi Teixeuu l'eixolo.
urna parda moga, de bonita vista ; saccas
de gomrna deengomnar, muito alva: tudo
se vende baralo.
fe i
1 Chapeos do Chile |
I ,
de superior qualidade.

i
ff^
Pelo ultimo vapor receberam-se
mais cltapc-oa do Chile de superior
qualidade, que conlinuam a vender- 2
i se ( a 11' rus mais commodos do que
t em oulra qualquer parte ; na rua do %
. Collegio, n. 9. m
Superiores chapeos do
Chile.
Vendem-se chapeos do Chile em porgues :
na praga do Commercio, n. 6, primeiro an-
dar, s3o muito bonse muito claros.
Farinlia de S.-Catharina.
Vendo-se a bordo do brigue Uoui-Amigoi,
fundendo defrodle do caes do Ramos, on
na praga do Commercio, n. 6, primeiro an-
dar, farinha de S.-Catharina.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
ceza de Provenga, chepada ltimamente de
Morsellia : em cusa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim, n. 35.
Vendem-se saccas com iare-
lo, pesando <)6 libias, e ditas com
leijfto rajadinho e branco : tudo a
5,ooo rs. a sacca : no caes da Al-
fandega, aima/em doBacelIar.
-- Vendem-se radeir.is e marquezas, pori
prego commodo: na rua das Cruzcs, n. 37.1
A 520 res
Vcndem-e chitas francezos, largas, mui-
to finas, fixas, muito miudinhas, cor de
rosa e rouxas, pelo baralo prego de 320 rs.
0 covado : na rua do Crespo, n. 14, loja d
Jos Francisco Dial.
Contina-se a vender bolacha de fari-
nha de milho, a 80 rs. a libra : na rua larga
do Rozario, n. 48, padaria.
Vende-se cera em-velas fabricada*no
Rio-de-Janeiro, sortimenlo a vontade do
comprador, por prego commodo: na rua
do Vigario, n. 19, segundo andar.
--Vendem-se dous moleques e um mu-
lalinho, ciioulos, de 8 a 9 annos, de rnuito
bonitas figuras, sem vicios nem achaques,
e que sao proprios para pagens : na rua do
1 i vi a o.nulo, n 4, se dir quem vendo.
Vendem-se 4 escravos, sendo : 2 ne-
Rrinhasdo 16 a 20 annos; urna preta da
Costa, de 30 annos; 5 molecotes de 10 a
18 annos, crioulos ; 2 pardos de 18 annos ;
3 escravos mogos, sendo dous carreiros ;
dous ditos de meia idade: todos por prego
commodo : na rua iicita, n. 3.
Vende-se um engenho sito
na fregue/ia de Serinhaem, com
meia legoa de trra de frente e ou-
tro tanto de fundo, com muito
boas obras, e excedente moenda
d'agoa, sendo aleen disso de muito
boa producro : na rua da Guia,
n. 5,ou na rua do Crespo, n. I-
Ccra de carnauba.
Vende-se superior cera de carnauba, che-
vende-se por muito commodo prego para
liquidagSo : no pateo da matriz de S.-An-
tonio, se dir que vendo.
Sola para selleiros.
No Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja de
sapatos, vende-se sola grande, grossa e
bastante alva ; sapalOes do Aracaly, a mil
ris.
Umversalmente boje he reconhecido
que na presenga de um par de oculos lisos
apropriadosaograo da vista do paciente,
fica inutilisado tudo quanto os diversos au-
tores desde llippocratesal Raspailhe teem
escripto em medicina, tendente a curar
vista curta ou cansada, e tanto sto he cer-
to que elles mesmos usam del les, em con-
sequencia quem os quizer, al mesmo com
o antidoto das canelladas, trambolhOes, ca-
lichadas o mais calastrofos, dirija-so rua
larga do Rozario, n. 35, loja de miudezas.
L\a rua do Passeio, n. 5.
vendem-se chapeos do sol da marca mui-
to grande, proprios para similores e feilores
de engenho : estes chapeos sflo muito bem
construidos e muitos fortes.
Vende-se cera para limas de
cheiro, a mil rs. a libra; na rua
do Hangel, n. 52, sobrado.
Vende-se urna bonita n ulatfnha de 17
annos, recolhida, de um excollenle genio,
por issn propria para mucama : na rua lar-
ga d' Rozario, n. 48, segundo andar.
Y nde-se panno azul
proprio i ara fardamento ;
sola envernizada
para correiamo;
cobre
para caldeireiro o para forro ;
couro de lustro ;* phos-
phoros de Hamburgo
cui caixas forradas de zinco ; um sortimen-
to completo de copos, clices, garrafas, etc.
de vidro e de crystal: na rua da Alfandcga-
Velha, n. 5.
Para por eos.
Vendem-se saccas com feijao
com algum furo, a 3,ooo rs. cada
urna : no caes da Alfandega, ar-
mazem de Francisco Dias Ferreira.
Vende-se
urna mobilia de Jacaranda quasi nova, sen-
do duas bancas, um soph, urna mesa de
meiodo sala, Mcadeiras, sendo duas do
bragos, urna cama de angico, de armago;
un paleo do do Carmo, n. 13, sobrado de
varanda de pao, esquina do becco da
Bomba.
Vendo-so banha de porco muito nova
e bem alva, em barris, em latas, as libras e
a relalhn, a 240 rs. a libra ; na rua Impe-
rial, n. 37.
Vende-se um pelo mogo, bom odicial
de pedreiro : na ruado Collegio, n.2l, pri-
meiro andar, se dir quem vende.
- Na praga da Independencia, n. 12, ven-
dem-se os sepililos liyros : Diccionario in-
gle/ por Vieira ; Diccionario francez-por-
tuguez por Fonseca, 2 v.; ligOes de iitie-
i atura e moral; Historia Romana ; Guallier,
gcohraphia e atlas; l.itterary scrap-bock ,
Completo Book of frades; Magnum lexi-
cn ; Discursos religiosos; llislory de En-
gland ; (inania I ivrns moderno, 3 v ; Uaii-
ders of natnreart; Diccionario p. e inglez,
2 v. ; lloras da Semana Santa; Thompson;
Macarcl, direilo poltico ; Mestre inglez ; e
outras muitas obras, por prego commodo.
Calcado francczinleira-
mentc novo.
Na rua do Crespo, ao p do arco de S.-
Antonio, loja de miudezas, de Joaquim
Delinques da Silva, sapatos de couro de
lustro para senhora, a 2,000 rs.; sapalOes
dq couro de lustro, a 6,000 rs.; ditos de
duas e tres solas, a 5,000 rs. ; sapatos de
couro de lustro de urna sola para homem.
a 4,000 rs ; borzeguins gaspeados para ho-
mem, a 7,000 rs.
Na loja da esquina do Becco-Largo da
rua da Cadeia do llecife, vndem-se saccas
com superior milho, por prego mais barato
do que em oulra qualquer parte.
\a rua dos Copiaes, n. 22, vende-se
uma'cama de angico, aima em bom eslado,
por prego commodo.
Vendem-se 150 barricas vasias que
fram de farinha, por prego commodo: na
rua larga do Rozario, padaria n 48.
Vende-se umescravo bom cozinheiro :
na rua do Collegio, n. 21, r rimeiro andar,
se dir quem vende.
dflo, romance de N. S. dos Cuararapes;
Horacio, Virgilio", Saluslio, Tito l.ivio, La
Fontaine, Carlas de Cicero, the iliad of Ho-
mero ; Systema social por Holback ; Histo-
ria sagrada ; Geometra de Euclides ; Fbu-
las de Esopo ; Benlant, Uieoria das penas
obras de CamOes ; Gramnaticas inglezas d
varios autores ; Telemaco; l.acroix ; Ele-
mentos de direiro natural; Geographia por
Qautier;Cousin, Felice, Tompson, os l.u-
ziadas, Arle potica de varios autores, Ora-
tiones, Cicerones ; e outros immensos li-
vros, todos em bom eslado, |e por prego
mais commodo do que em oulra qualquer
parte.
Vende-se urna escrava de meia idade,
com habilidades : na rua Velha.n. 71.
Vendem-se 26 portas de louro e al-
pumas de amarcllo novas, de 4 e meio a 5
palmos de largura, o 10a 11 de altura, por
prego commodo : no Becco-I.argo, no Re-
cife, junto as taixas de ferro, onde leve tan-
que d'agoa.
Vende-se a principal taberna sila na
rua da Aurora, n. 56 : vnde-se por seu do-
no se querer retirar para fra do imperio:
a tratar na mesma taberna.
Vende-se um molecolede25 annos, sa-
dioede bonita figura; orna mulatinha do
1"> annos, com bons irincipios de airanjo
de urna casa; um cabrinha de 10 a 12 an-
nos, de bonita figura muito esperto, e por
isso ptimo para pagem : vendem-se bara-
to por ser para liquidagSo de coritas: no
Becco-Largo, no Itecife, n. 1, segundo
andar, se dir quem vende.
Vendem-se bixas do Porto, pequeas,
de 50 para cima a 100 rs. : na rua das Cru-
zcs, n. 40.
Cal virgen?.
Cunts & Amorim, na rua da Cadeia, n.
50, rontinuam a vender barris com cal de
Jjsba, da mais nova que ha no mercado,
por isso mais barato do que em oulra qual-
quer parte.
--Vende-se um preta de 17 annos, que
engomma e cozinha, ludo rom perfeigSo:
na rua de Dorias, n. 64, so djr quem
vende.
fc Vende-se, por prego commodo, um par
de adragonas para alferes: na rua do Tra-
piche, n. 9, armazem de assu.-ar.
Escravos JPu^itn.s
Na loja da roa do Cres-
po, n. 14, de Jos Fran-
cisco Dias,
vendem-se riscadinhos muito finos, rou-
xos, encarnados e cor de caf escuro, mui-
lo fixos, pelo barato prego de 200 rs. o co-
vado ; rassa-chilas francezas, muito fixas,
a 480 rs. a vara ; chitas largas francezas, a
360 rs. o covado ; brim de linho azul miu-
do para (aqueta, 440 rs.; biim amarello
entrangado ede puro linho, a 1,600 rs. ;
meias para meninos, a 200 rs. ; ditas ham-
burguezas, muilo encornadas, fazenda mui-
to superior, a 400 rs.; picote muito encor-
pado, fazenda da milita duragBo e propria
para escravos, pelo diminuto prego de 200
rs. o covado; cortes de brim de lislras e
quadros, a 1,120 rs. o corle; ditos de qua-
dros o lista ao lado, fazenda muito enror-
pada, pelo baralo prego de 1,400 rs. o cor-
le ; e outras muitas fazendas por barato
prego.
Vende-se urna armagflo, caixOes e me-
didas que foram de urna taberna : na rua
do S.-Amaro, n. 10.
Vendem-se, na rua do Crespo, loja n.
II, osseguintes livros, para as aulas : Ro-
quete, dichona he |,ni lugais- frn ngais ; fllap-
piula ha poncodo Aracaly : na ruada aloe-: num Lexicn, edigo de Pars ; Diccionario
da, n. 21, sedirquerr vende. j de composigao ; Dictionaire porttil ; Mar-
-Vende-se umescravo refinador : na rua tine, direito natural; Diccionario inglez
das Ciuzes, n. 40.
1 por Vieira ; Manuel des bains de mer ; Di^II'brm. : na rve.
Fugiram do engenho Frexeira, fregue-
zia de N.-S.-da-Escada, na noite de quart
para quinla-feire dos dias santos de festa
do natal, um preto de nome Luiz e sua mu-
Ihera cabra Mar i a, ambos de idade j a yan-
gada ; levaram urna cria (Iba dos mesmos,
tambem cabra; suppOe-se que e tes escravos
tnhain vindo para esta praga, ou se te-
nham dirigido para as partes do serillo de
onde ji fram, e que digam serem forrCs,
pois que a cabra Luiza lem isso por costu-
me. Pede-se, portanlo, as autoridades po-
liciaesecapilfles decampo, que os appre-
hendam e levem-nos a seu ligitimo senhor,
Jos o de Sena Santos, no engenho cima
mencionado, ou nesla praga, a Cunta &
Amorim, na rua da Cadeia do llecife, n. 50,
que so pagariio todas as despezas e se gra-
tificar.
No da 7 do corrente, desappareceu da
casa do abaixo assignado, morador na rua
da Concordia, na quarla casa, passando a
ponlezinha, do lado esquerdo, o seu escra-
vo Joaquim, de nago, que representa ler
40 annos pouco mais ou menos; levou cai-
gas de algodflo azul com coz de eniar, ca-
misa de alpodSo branco, bonete prelo na
cabeca e um lengol de algodflo ; o qual he
bem conheciJo, por ler sido escravodo pa-
dre Tlioinc da Silva Cuimar.les, e ler ser-
vido de servente de pedreiro com diversos
mestres ; lem estatura regular, o um dos
calcanhares dos ps gretados que parece
principios de arislim: quem o pegar le-
vo-oem dita casa que ser recompensado.
Jos Antonio Coheia Jnior.
Desappareceu, no da primeiro do cor-
rente, um moleque de 20 annos pouco mais
ou menos, de nagflo Conco, de nome An-
tonio, de estatura regular; lem urna cica-
triz na face direila de um taino que solTrcu
por causa de urna espinha, tirando parte um pouco indiada : quem o pegar
leve-o rua do Cabug, n. 16, que seri re-
compensado.
Nodia2 do corrente dessppareceu da
povoagSo do Rom-Jardim. comarca do Li-
moeiro, um escravode nome Januario, de
26 annos pouco mais ou menos, altura re-
guiar. o.\r vermelh. sem achaque algum:
conduzio um cavallo preto-ru^o pcqueuoj
capado, muito novo, com cangslha u um
par de ancoras grandes : quem o pegar le-
ve-o a dita povoagflo do Bom-Jaidim, a seu
senhor, Mi noel de Faria Maciel, que recom-
pensar generosamente.
-- Fugio, no dia 20 de oulubro do anno
prximo passado, a piola Josepha, que re-
presenta ter 26 a 30 annos, de nagua Congo,
altura regular, testa estreila e batida, ros-
to redondo, queixo grande, pescogo fino e
comprido, bragos mcios grossos, ft'iancho-
na, com falta de dous denles na fenle, sec-
ca do corpo ; lem signaes de chicote as
costas; he bastante preta e bem conheci-
da tiesta praga por ter andado vendendo
pflo com um prelo foiro atrs ; tambem he
bem condecida por j ter andado com um
ferro no pescogo; levou vestido de ganga
azul, e panno da Costa com lislras mui-
das lloga-se as autoridades pnliciaes ca-
pitfies de campo, ou oulra qualquer pessoa,
que a apprehcndam e levem-na iua larga
do Rozario que vai para palacio, n. 18, se-
gundo andar, que serflo bem recompensa-
dos.
Fugio, no principio de novembro do
anno prximo passado, o prelo Antonio, do
nagflo Benguella ; lem urna bilia no ollto, e
urna li ruin grande na canella da perna di-
reita ; lem um dedo do mesmo p junto ao
grande corlado ; suppOe-soque esteja oc-
cullo em algum sillo ou casa particular, o
por isto se protesta com todo o rigor da
le contra qjem o liver oceulta. Roga-se a
(odas as autoridades policiaes o capitfles de
pampo, que o apprehcndam e levero-no
jua da Solidado, n. 29 ou ruado Queima-
du,n. 20, que scifio gratificados.
E II I'. PE FARIA. U50


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