Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06754


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Full Text
AnnoXXVr.
Quart-fer.'i 9
!
',
PARTIDAS DOS COBBIIOI.
Coianna c l'.i rali iba, segundas r sextas feiras.
Ilio-Giandedo-ISoito, quimas feiras ao melo-
da.
Cabo, Seiinhcin, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e ftlacei, no I.", a II, e v!l de radji uicz.
Gal aiiuuus c Bonito, i S r l
lloa-VIsta e Floro, a l.'l c 28.
Victoria, s quintas fe-i ras.
(Huida, lodos 08 das.
EPBXMEIUDES.
/Ming. a 5, s lili, c 18n.da ni.
n....,,.. (Nova al3,is O h.da manhaa.
ICheia a 27, s lU b. c3m. d i.
mtJMAtt DE BOJE.
Primcira a 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 llora c 42 minutos da manhaa.
Aw :t*M9F-BSaar 4BHOC&
Janeiro (le 180.
N. 7.
PHiqO! DA SUBSCaiFOlo.
Por tres mezes (adianlado) 4/000
Por seis mezea 8/000
Por um anno 1 /000
DJAS DA SEMANA.
7 Seg. S.Tbcodoro. Aud. dpJ.dnsorf e m. l.v.
8 Tere. 1*. I.ouieiiyO Justiiii.ino. Aud. da cliauc,
do J. da 1. v. do civ. e do dos ftitol da (tasada.
9 Quart. S. Julio. Aud. do i. da 2. v.'do civi'l.
10 (Juint. S. I'aulo, priuiriro eremita. Aud. do .1.
dos orf. edo m. da I. v.
11 Sext. S. ilygino. Aud. do J. da 1. v. do civ. e
do dos fcitos da faicnda.
12 Sab. S. Satyro. Aud. ta Chae, c do J. da 2. v.
do crinie.
13 Dom. S. Hilario._____________
*i._;'.i.. ..ijawgasawaaaaw
cambios in S jAVEao.
Sobre Londres 27J/4 dkpor 1/000 r. a 60 das.
. Pars, 3l(.
Lisboa, lOOporcenlo. ___
Ottro.-Qam bespanhoes.........2lW>00 a 29/500
Moedade>i00velias.. 10/000 a 17/100
de Mito novas.. 10/200 a lucillo
. de 4/000........... 9/200 a 9/100
/Vala.-Palacoesbrasileiros...... 1/IHjO a l/DSO
Pesos columnarios....... I/Jii a 1/!bO
Ditos mexicanos.......... 1/850 a 1.(870
ys. m, ii i iiiv W-iaiim nnii nnmm iiia
PARTE OFF.CMI
GOVERNO DA PROVINCIA.
F.XPEDIENTE DO DA 27 DE DEZEMItRO.
OITlcio. Ao commandanlo das arma,
remetiendo, para que lenham o conveni-
ente destino, as guias ras pracas do selimo
batalhflode eacadores, que I i vera m passa-
Bem para o segundo de arlilharia a r.
. Dito. Ao mesmo. jnleirando-o de hsver
o Exm. presidente do Para communicaibp,
em ollicio de 20 do rorrente, que oalferes
do quinto balalhfio de fnzileiros, Miguel
Comes de Azevedo, contina a estar enfer-
mo nsquella provincia.
Dito Ao inspector da pagadoria mili-
tar, enviando copias do cilicio do Exm. pre-
sidente do Para, c do que ao mesmo Exm.
presidente dirigir o inspector da pagado-
ra daquella provincia, dissolvendoo equi-
voco que deu lugar a argoir-se o capitn
Jno Francisco Cateto de ler rrcebidu em
duplicataosoldodosmezes de maio, ju-
nhii r julho desteanno.
* Dito Ao director do arsenal de guer-
ra, dizendo flear sciente de ter fallecido
liontem de um ataque apopltico o Africa-
no iivfce, que se achava em sen ico do refe-
rido arsenal
Hilo. Ao inspector do arsenal de roari-
nlia, comrrunicando que o Dr. Francisco
Ai lomo Vital dcOliveira fra nomeado pe-
lo govirno imperial para servir como me-
dico (Astillante na enfermara daquelle
arsenalsem vcncimenlo algum.
Dito. Ao juiz de direilo da comarca da
Ha-Yists. Em resposta ao cilicio cotn
dala de 7 de novemliro, em que me com-
mntiica ler convocado para odia 5 de no-
ven. Ino urna sesso de jurados, e nlo ter-
llie sido [ossivel conseguir leunifln dos
inesmos, por cujo motivo lomou a delibe-
rarlo de tediar a sesillo, multando os ju-
rados na quinlia de 20,000 rs., lenlio a d-
zer-llie, que semelhantes difllculdadcs s3o
ordinal ian ente efleilos de condescenden-
cias na applicacf.o ecobianca das re tillas,
c que ludas as vezes que estas fdrerii infal-
liveis se conseguir com facilidade a reu-
niilo do jniy us lempos designados.
A' vista do que muito lite recommendo a
flel observancia do artigo 103 da lei de 3 do
dezeo.bro de 1841. e que examino se o pro-
curador dessa cmara cobra as respectivas
mullas, para que tilas se no lornetn Ilu-
sorias em delrimento das rendas da dita c-
mara e do andamento tegular da justic.
Portara. O prrsidentc da provincia,
allendeiido que o chelo de policia Jero-
nymo Martiniano Figueira de Mello lem de
seguir para a capital do imperio a tomar
assento na cmara quati iennal, como de-
putado | or esta provincia, rrsolve nomear
io i.'i i n airen te [ara excrcer o referido car-
go aojuiz de direilo de Caranbuns, Jos
Nicolao Rgui ira Costa. Neslc sentido fj-
Z' ram-se as convenientes communicacOes
Dita. o presidente da provincia, alten-
dcm'o a que | (la aunexaffio da freguezia
da (luribcca ao municipio do Itecife, orde-
nada pela lei provincial n. 219 de 16 do
egosto de 1848, nao tem o municipio do Ca-
bo, que pcrlencia a referida freguezia o
numero de pracas de guardas nacionacs ne-
cesario paia poder ler duas legioes, re-
solver
Art. I.* Fica extincla a segunda legiflo
da guarda nacional do municipio do Cabo.
Ait. 2 A legiflo que fice subsistindo no
referido municipio se compor de dous ba
lalliaos de infanlaria e um esqoadrflo de
cavallaria, pertencendo ao primeiro bata-
lhflode infanlaria, e a primoira compauhia
de ('avallara todos os guardas nicionaos
queresidircm na freguezia do Cabo, e ao
segundo batalh.lu de infanlaria c a srgunda
compauhia de cavallaiiu lodos os que resi-
direm na freguezia de Ipojuca.
Art. 4. O coniiiiandantc do piimeiro bala-
lhao ser o com mandante do que se denomina-
va. segundo, e o du segundo ser o lente co-
ronel comuiandantc da fracf o de Ipojuca Pe-
dro Cavalcanle VVandcrley.
Alt 4." Ficaui dissolvidos todas os outros
haialhcs, existentes no dito municipio, eos
t Hieiaes, que nao entraren) na orgaiiisavo do
prinieiro e segundo hatalhes seio remrya-
dos.Officiou-se ne;e sentido cmara do
Cabo.
Dita.O piesidenle da provincia, tendo por
pni un i.i com dala de hoje extinguido a segun-
da legiao do wuuiclpio do C'kbo, por nao ler o
ii lindo municipio drpoia da aniiexacao da
Ircguezia da Muribeca ao do Rccife, o numero
de piaras de guardas nacionacs necessario
para poder ter duas leglrs, e ordenado, que
ticasse subsistindo a prime ira, resolve nomear,
renlegiando no p<>stode corouel ebefe da re-
ferida legio, ao coronel de IcrISo reformado
llernardo Tulcnlino Manco da Costa Itcis.
Kxpediram-se neste sentido as convenientes
cuminunicafOes.
DEM DO DA 28.
Oflicio.Ao commandanlc das armas, dizen-
do, que para poder cumplir o aviso da secre-
taria de estado dos uegucos da gueria de 2 do
corrrute, fas-sc mister que S. txc. Informe o
irqueriiiiento, que remelle, do parUcular pri-
meiro sargrnlo do primeiro balalhao de arli-
h aria a p, Joo Antonio Pereira do Lago,
i in.i|iir pede .U, o Imperador a graca de
ser promovido segundo lenentc-seciciarlo do
tercelro balalhao da ni. una arma.
Dito Ao inspector da ibesouraria da fazen-
da, na ns n. i mudo o aviso de uina lellra da
quanlia de 1:900,000, sacada' pela Ihrsouraiia
do Km Ir i and. do norte sobre essa e a favor de
Canuto Ildefonso Euierenciaiio.Parlicipou-
se au presidente da referida provincia.
Dito__Ao insprclor da pagadoila militar,
approvando a compra que S. me. ln de scis-
CCDtoa olqueiies de faiioha para a illiade Fer-
nando a rasan de 2,050 cada um alqucire, c or-
denando que faca passar uienciouada fariuba
para bordo do patacho Pirapama Offlclou se
ao commandante do patacho para receber a
seu burdo a referida farinba e ab inspector do
arsenal de marinha para a faier transportar
para o mesmo patacho.
Portara.Ao coinmandante do vapor D.-Af-
[otiio para que receba a seu bordo e transpor-
te para a corte o capilo Luiz Muniz liarrcto
Nelto, os alferes Joaquim Francisco Ramos c
r'iiniMio Joaquim Patriota e o capelln Venan-
cio I.lns Telles llarreto, todos prrlencenles
diirerentes corpos de cavallaria do exercito.
Nciriiiilh'oii-sc o commandante das armas.
EXTERIOR.
QUESTAO ROMANA.
Anembla legiilativa de Franca.
Sesso de 18 de oulubro.
(Continuado do n..)
M. Mtin (de la Drone) obtendo a palavra,
pronuncia o seguinie discurso :Cidadlos,
eu sou um Jaquollesquo viran com profun-
da dr a exiedicilo de Roma ; sou um
daquelles que liveram o b m fraco mrito
de prever, que a honra da Franga nada teria
quegnnhir nesla funesta emprez; e en-
tretanto o carecer do Mr. Thiers, e o dis-
curso, que acabis df ouvir hSo excedido
lodas i s minlias apprehencOes. Eu n.lo le-
ria nunca podido suppr to otudorenebe de
tal soilea voz pronunciando estas palavras,
que um movimenlo de hilai idade se mani-
imloii em quasi lodos os bancos da assem-
l-la). Eu nflo leria nuMk podido suppr,
re| ete o orador) que se vcssj nesla tribu-
na oxpr urna tal politica. Todos os res-
sentioH ntos, nulridos desdo feveieiro con-
tra o espirito revolucionario, quo nflo he
sen.lo o esiiiri.to francez, (fita hilaridade
di i tita.) vieram cxrandir-se norelalorio
de Mr. 'Ihieis, e no ditcuiso de M. de Toe-
queville. O orador diz que a democracia
Ora vencida, n.lo simiente na Italia ; as
em quasi loda a Europa, e all'ibue esla der-
rota, so quo elle chama a aposlasia do enli-
go partido liberal, desse partido, e diz elle,
que, sendo impio na vespnra, tomou-se de-
voto no dia seguinie. E a que he devii'a
esta ronversSo? A baver urna cathc.oria do
cidadlos, homens capitalistas, e propriela-
os, os quaes considerando seus cofres
muilas recon'aQoes irritanres, desde a co-
media dequinze annos al historia da ci-
dadella de Itiaye.
O orador entra aqu em oulros desenvol-
vimentos, e diz que, se o gabinete fosse to-
do comnoslo de homens que pensassem co-
mo II, O. Rirrot, a expediciTo mo teria ler:
minado no que tomos vislo; quoM. O. Bar-
ro! nilo conhecia o alvo final da expe.liclo;
que ello fra engaado pelas intrigas, que
presidirn) a lodo este negocio. (Rumores.)
O orador conclue sobre esle ponto, dizendo
que, como se prometiera ao povo romano
que elle seria livrc, ora misler consulta-lo.
Elle predis que ser preciso fazer isso para
nflo a juntar una vileza a tantas palavras
violadas. (Sovot rumora.)
nanlo ao que teria feito a Austria sen3o
tivcsscnios ido a Italia, o orador duvida que
a Austria tivesse anniquilado a repblica
romana. I Oh\ Oh\ ) Ello he ala induzido a
crcr que, se a Austria tivesse i JA so a llalia,
um supremo esforz leia salvados rep-
blica romana. ( Riso de incredulidade.) Os
senhores o nfio cre.m, e com isto mostram
quenSo sabem quantos milagres pode fa-
zer o amor da patria, e da liberdade. Mas
deixemos as hypotheses o vejamos os factos.
Os senhores sabem o que pronwUeram
ao povo romano. Querein acaso cuniprir o
que promelteram ? Scnfo o querem, pro-
testo desde j em meu nome e no nomo
dos mens amigos polticos, contra esta fal-
ta de fe da parte daquelles, que diante do
paiz nos ni decorar-sc com o ttulo de ho-
mens honestos {Risos e rumorrs.)
O orador discute aqu a caria do presiden-
te da repblica. Esta carta, diz elle, no
pu.le mais ser supprimida. Ella foi publi-
cad no Moni/tur, e no pode por conse-
guidle ser doli corlada.
0 Moniltur no larga nunca a sua preza,
e islo he una felicidade ; porque militas
pessons leriam que pe lir-lhc rcsttc,Gcs.
Quando li as gazelas reaccionarias, vi esta
explicf (To sobre a carta do presidente: a
carta cxpiimc votos. Pedio-se rruito tara
ler-se o mais possivel; porem o papa fica
semprc Uvre. Nos nada mais po lemos fa-
zer do que supplicar ao padre santo.
De sot te quo se agrndasse no padre santo
reslahellecer o rgimen do (regorio XVI ?
a I i ama nfio leria urna palavra quodizer.
BaaassMHBaR>a*BBHaBKC,!iavjar.:v^^:_>f :..
que, espera que a sssemblea nesta eircums-, mu deve a vida; senffo foram os papas, j
tancia tomar urna resolucilo digna de si e nflo haveria mesmo cidade de Roma.
da Franca. I Todos sabem quo foram os papas que em
Mr. Thriot de la Roture : Senhores, a parte a preservaram do attaque dos barba-
minha escusa, subindo pela primeira vez a ros ; to los sabem que Mram elles que sal-
esta tribuna, no mcio de um dbale Iflo varam absolutamente a sua digniJado, im-
grave, he que no curso-das funreucs diplo- pedin.lo que nella se estabelecesso o doml-
maticasque exerci no lempo do governo, nio brbaro. F"iram os napas que sobre as
(ive a honra de residir muitos annos cm ruinas desM anliga cidade de Roma, restos
Roma, qur como serretarin lo emhaixa.la,; do imperio romano, lancaram o germen do
qur como cncarregado de negocios ;e quo imperio espiritual, o qual a imitacaodo
por espaco do un anno inlciro gozci da fa-, primeiro, se lem propagado por todo o
miliaridado, e intimidade do Ilustre Sr.' mundo.
Rossi. He nesla qualidade, que cri poder Percorrei'a historia, senhores, e veris
lar alguns esclarecimentos a esla discus-,que o estado lomano, em sua origem foi
Si-, funda.lo em consequencia da intervencflo,
A assemhla me permitlir prescindir,! victoria, conquista e generosidades dos res
noque me diz respeilo, dos precedentes da francos. Mais tarde, o estado romano sa
questOo no lempo da constituinte. completa pelo legado da eondessa Mathilde.
Prescindirei primeiro q'ie ludo da ordem | Assim na origem do eslado romano, encon-
ilo dia do 12 do maio, a qual era lio obscu- tram-sattor lo la a pateos vestigios da mu-
ra cm son etpressSo que Indo o mundo est nficiicra do catholecismo, Em nenhuma
aulorisadoa concluir da obscuridade da ex-j Prle nfio se enconlra um eforco pessoal,
pres>3n rara a nbsouridido do pensamento;, nm concurso pessoal do estnlo romano.
e demais, qual era entilo a lituacAo do po-j Segoi, senhores, a serie dos seculos eve-
dr ejecutivo t Elle eslava enllocado en- reis que o c.ilholecismo, o qual constituio
trn duas vontades, una que acahava contra, o estado romano, lio anda a f(jr?a que o
que comecava. i sustenta.
Oquedeveria ello" fazer i' Deveiia por; Esla he
rasfio do estnbelerimenlo ro-
ventura preferir primeira segunda, islo mano, esle he o seu destino certo, este he
be, a vontade que acabava a da assemhla o motivo cerlo da sua manutenQffo.
conslituint", vontade presumida da as-1 Presentemente a siluaefo particular de
sembles legislativa? Elle preferio eohrou Roma impOe una situacJo particular para
devidamente vontade nascento da assem-
hla legislativa.
povos daquelle
mais vassallos
paiz, se olles nflo frcm
do papa, necessariamente
Prescindirei ainda do que rhamarei pn- blode poilenc-r a Toscana, a aples ou i
litca dnopinflo, essa pol'lica funesla, que Auilria. Riles serfio invencvelmente sub-
Ibi infelizmente seeuidl pelo governo pro- jeitos a algum ilestes tres jugos, lie im-
visorio. Fui com eeilo ohedecendo a esta ossivel sellar para o estado romano outra
politica, que o governo provisorio d'-clarou colisa que nfio seja urna deslastres naci-
os tratados de 1815 abolidos em direilo,'alidadas. O nnbre orador desenvolve de-
sjuntando entretanto que os respeitaria em pols esla i.leia, que a soberana do calhole-
facto. Ah sabem os senhores o que elle j cismo prevalece em Roma sobre a soberana
faria obrando desta maneira? I individual do povo romano. fEsfcs desen-
Ello desmantellava a Tranca cm face dal volvimcnlos s.lo ircquenlemente interrom-
Europa. pidos por interpellaces lummultuosas par-
A aboliefo dos tratados de 1815 era a con-! lidas dos bancos ila montaiih.)
firmacHo da absoreco de Cracovia pela" 6>.Sr. f'/esirfen/e aos interruptoresos se
Austria, era o absnlono Piussia do gio
ducado de Posen, era o abandono do grflo
ducado de l.uxemburgo s prelencoes da
Allomauha, era urna renuncia i.leia da ro-
eonslituicOo da nacinnalidade polnnezii, e
finalmente era urna animaclo dada eons-Jas mais serias sediscutam com ums ins-
" ria e gi-| lante de attencRo. lima tal conducta em
nhores silo inimigosda tribuna No meio
de IGo perseverantes intcrruii^Oos he im-
possivel que um talento possa manifestar-
se. Os senhores duna Franca e Europa o
espectculo de nflo deixrem que as cousas
ha a si, c juntamente a rel'giflo.
Aqui o orador diz queno seioda commis-
so M. Thiersexallou ainda mais doqueem
seu relalorio os feitos d'armas do nossos
soldados disnte de Roma, e exprobra ao no-
bre relator o ter comparado n resultado de
nnssa expoii^fio ios tratados de Tolcnlino
e de Tilritt.
U. Thiers :He falso nflo disse isso.
M. Ilaiieu{ seu ponto de vista, a quesillo romana.
Ouania s vezes diz elle, nflo declaramos aos
srnhores quo seria mais difficil sabir de Ro-
ma do que entrar! Quantas vezos no dis-
a que
litica de
isorio. (Vi-
ra approraciio t dirtita )
Esta poltica que foi j esligmatisada pe-
|a invencivel eloquencia dn bom seosodo
a esia"heneoe'"con-l nol r Mr Thiers, com Unta levafllo pelo
poderia cstabelecer ah um despo-
tismo ainda mais duro. Logo em realida-
de servimos causa ila liherdade.
A carta do presidente, continua o orador,
nfio exprime volos.
(lices, lie
bora ; mas
mas. Em
pOe condicO
enconlra aqui defensores, eu me constituo
tensor. ( fainos l Vamos l '. \ Nlo
un ultimtum. Rasgucm-na em-Sr. ministro da mstrucclo publica, eu a en- que vossa
ipoupem-nos ridiculos sophis-i Irego a anima.lverc.fin da Franca eida his- vossa san
que he nois que esta caita im- loria. Vcio um dia, no qual os traa ns de morle ; m
Oes exbnrbitanles? Se ella nflo 1815 cahiam por todas as partes, um da no o primein
qual a Austria oflerecia restringir suas fron-
teiras at ao Adige.... (PiegocOes tsquerdu)
seu de
somos nos que alternativamente temos pro-
digalisado ao presidente repblica o lou-
vore o vituperio. .. (Exctamar.es prohn-
seiros que iam procurar em liorna, ou urna Va -Como E a proposta quo
guerra curo, 6a, ou urna vergonha. lie fiz*^^t "que fosse ecusado/
f U*lllM / ,'.* l.r/.,iin > ^\-*i
aqu que converia lomar a ler o discurso do
grande orador que os senhores hf o dester-
rado. Ver-se-hia quanta ras.'o tinba o
Oipu nobre amigo ( Olt\ oh '. ) em suas pre-
visOes.
Os senhi res disseram.que queriam resla-
bilecer em liona a liherdade, esabemos
boje, qual l.c a liberdade, quo deram aos
Romanos.
Iiissri.ni un segundo lugar quo linbam
do a Itntnn para sustentar, e estender a in-
fluencia ft ano. za. li.in! nos salemos ago-
rao que he fcilu dessa influencia. Moje os
senhores silo repellidos por lodo o mundo,
e se han lu tu do o ludibrio da Europa. [I'.n-
morts tioUntus J
Urna vos :lie urna lingoagem bem nobre
e bem franceza .'
V. Taichereau :So fallasscni assim da
sua repblica social, embora !
M. Malhieu (de la DiomrJ voltaaqui a pri-
meira pilase da queslflo. Ello cita frag-
mentos de deca taces do governo, e frag-
mntenlos de documentos vindos do gene-
ral Oudinot. Elle alliima, qun a expe.li-
(3o nflo fui enviada a Italia para destruir a
repblica romn*. A verdade, conlinua o
orador, he que os senhores se tem comlu-
zido na llalia por um peusamento hostil
lil ouiade e a democracia.
Mr. de Lessrps, o qual os senhores revo-
ceram, cha-se poitanto comj lelamente
justificado. Dcpois que o cbamaram a Fran-
ca, chamaran lamben o general Oudinol,
c pouco faltou que nfio chamssseni o gene-
ral Roslolan. Apparcccu depois a carta do
presidente da rc ublica. e qual foi entilo a
conduela dos senhores ? Quat o espectcu-
lo que deram?
lie assim, que so v de um modo bem cla-
ro qual o filll das liges.
Os partidos que a rcvolucflo de fevereiro
surprehejideo, se icunem para sullbcaressa
rcvoliiQo, qual enlrelanto se linhan ap-
prrssuiadu de subscrever, e quo suas faltas
linbam tornado inevilavel. Isto he o que
os senhores chaman coiiCUcao. Bem!
vejaiii, o que lem produxido a sua concilia-
eflo, os lacles la I Iam. Tudo est des le ja
explicado : Mr. de l.essopsc he sac lirado a
unta parle do gabinete, u general OuJiuot
he sacrificado a urna ouira parle : u general
llostolan escapou de ser sacrificado a oulros
resscntimentos; os a concilac,So dos se-
nhores. {Rumores.) No fallem nunca em
citnciliaciio. Entre os catholicos e os vol-
terianos ha um obstculo inveucivel : a le.
Entre os Orleanislas, o os Legitimislas ba
nos que dissemos que a cleicflo de Napolefio
Bonaparte seria urna vergonha para a Fran-
g. Estas palavras lem sido atlribuidas ao
honrado Mr. Thiers, se elle a contra liz des-
de j ellas dcsappareccm e deixam de
existir.
)l. Thiers :--Eu as conlradigo.
/. Bixio :Eu asouvi.
10. Mathitu (do la Drorr.e) --Um represen-
tinte dielara lo-las ouvido.
M. Thiers as conlradiz. Entre ellcs he
pois quo deve ficar o debate. Eu repilo
ainda vez. Que no temos sido hostia ao
presidente.
Vozes numerosas :--Enlio esquece que pe-
dram n sua accusaQo ?
Mr. llathieu do la Drome ). A forma da
carta do presidente foi criticada. Disse-se
que ella pareca escripia por um rapaz, so-
bre um rovallo, com a* maca do punho de
una espada, mas por que rasflo permilti-
ram os senhores, que um magistrado pura-
mente civil, lomasse desde o dia seguinie
ao de sua elcic&o o trago de general ? Os
senhores o toleraran e colliem agora con-
forme o qjie plantaran.
Quandoesperavam que suas negociacoes
terminariam cm melhorcsullado, nlo co-
nheciam os diplmalas de Gaeta. Se ti-
vessem lido o ultimo discurso do Mr. ds
Talleyrand, na accadomia das sciencias ino-
raese polticas, leriam apprendido, qual be
a superioridade dos theologos nos negocios
da diplomacia.
Dous mezes se linbam DSSssdO sem que
se tivesse alcancado resultado algum. Eia
misler por tanto'acabar com isso. O presi-
dente o comprehendeo o nos o felicitamos
por tal.
Urna voz :EntSo porque o aecusaram r
Mr. Malhieu :No foi a caria, foi a pes-
soa do presidente que aecusmos (Hilatida-
de o direita ) os senlioies pelo contrario, co-
mo representantes du parlido moderado,
absoiveram a [CMOS o condcmiiatain a
carta.
O orador diz que era fazer urna injuria ao
presidento da repblica suppr quo ello a-
tuacaria a poltica Uacadn no lOlalorio, po-
ltica que, ao seu ver nrio he outra senSo
a que outra ora fura seguida por aquelles,
que chamavam ao imperador Napolefio o
ministro da Corscga o quo querem boje fa-
zer do sobrnbo, victima exputona da glo-
i i.i do lio. Depois do alguns outros desen-
volvimeulos, o orador termina, declarando
urna
lave
assemhla deliberante lio insupor-
.)
Nilo compreliendo estas negac,rs; por-
quanto l cm um livro, ha pouco publicado
por Mr. Lamartine, que ello linha visto
o apprnvado a ola que continua eslas pro-
pcsicOes. Ah estii nota vista e approvad,
senflo pelo governo francez, ao menos pelo
seu ministro dos negocios catrangeiros, es-
ta carta quo conlinlia taes concesses por-
quo rrsao no leve execuefo i' A poltica de
opiniSo foi a causa disso. O ministro da
insliuccflo publica disse nesta tribuna, quo
a caita uo foi execuladt porque tratava-so
ilo fazi r a fortuna du um rei [lie verdadel
he verdade.')
Fu nilo besito em dizerqueno dia em que
a COmmiSsSo execuliva deixou passar a oc-
casllo de recuar a fronleira austraca al ao
Adge, nesse da ella cuiiimclleu urna falta
grave, ella no consultou i politica daFran-
5a. (Inlerrupco esquerda.)
A'direita-! Muito bem! muito bem!
Mr. Thuriot de Rozicre: Eis, senhores,
os motivos porque lomo a liherdade de re-
ommendar a esla assemhla que esclua de
suas delihera^cs a poltica de opiniSo. A
poliUca quea assemlila duvo fZertrium-
pbar he essa grande politica, em cujo nome
Luiz XIV fazia um tratado com Cromwell,
em cujo nome Luiz XVI so ligava aos Esta-
dos-Unidos para os ajudara conquistara
sua independencia, em cujo nome a con-
venco, a mais altiva e feroz cxpressffo da
deu.uci acia Iratava com o rei da Prussia ;
esta poltica finalmente ora cujo nome ll-
clielieu, ocardeal Richelieu, ao passo que
fazia a guerra nos protestantes, so ligava
com a Suecia, estado protestante, alim de
prohibir a reconstrucco dessa Alle.nanita
unitaria, que os senhures Io temeraria-
mente aniuiaram, quando eslavam no po-
der. (Viva interrupcAo i esquerda.)
O Sr. 'residente: Caiem-se nic-u Se-
nhores Como querem que tenha lugar
urna discussio sena, so se crem sempio
obrigados a acoropaiiliaro orador." {Uilari-
dude.)
Mr. Thouriol de la Rosiere: N3o he ao
pontificado emsi o por si quo importa que
a I 1 uni'.i esteja em Roma, lie ao calliole-
cismo que isto importa, e sobreludo a Fran-
ca, no ponto da vista da paz religiosa no in-
terior, o du sua preponderancia no mundo,
no poni do vista da Dianutencflo do equi-
librio europeo, e finalmente u sobre Ludo,
no ponto do vista da Italia, a qual mnainu-,
tanto quanlu os sonbores, dillerentcuieiite
dus senhores, e permitUin-me dizer, nie-
Ihor do quo os senhores. (Muito bem min-
io bem J
O nobre membro discuto aqui os carado-
res parliculares dn constituirn do eslado
Uoinano.
lio os seus papas, diz o orador, quo Hu-
Mr. dla Rosirre examina depois as cir-
rumstancias no meio das quaes appareceu a
r. v ilncao do lloros. Elle diz que um ho-
mein fra ter com o padro santo, e lhe dis-
sera i trago a vossa santidade esta cabeca,
que vossa santldadesslvoo, ella pertencea
ntida !e, tanlo na vida como na
mas que esto mesmo homom fra
ro que inscrevera nscu nome em
s fron- hai\o do voto da demisslq do padre santo.
l'm governo conslitucional linha sido
fundado em Honia, continua o orador. A
satisfacHo ers geni. De repente urna fu-
nesta influenciase espalda em Roma. O
elemento secular be assassinado aos ps do
padre santo. Os revoltosos cercam o pala-
cio pontifical; dous mezes depois o papa
npprimidoem sua vontade e imeagado em
sua vida, logo de Roma e sua deposico he
pronunciada.
Qual a causa que motivou 1 rcvolucflo ro-
mana P Unta questo de guerra. Pcdiram
ao papa, que deelarasse guerra Austria,
elle resisti. Foi por isso queassassinaram
o seu ministro o que o expelliram da sua
capital.
Depois de o terom expellido de Roma e
de liaverem assassinado o seu ministro, por-
que uo quera declarar guerra Austria,
declararan por ventura esta guerra ? ( Risa-
das de ad/iesko direita ).
Onvio alguein dizer que Monsieur Mai-
zini, ou os seus......( Novas risadas ), ouvio
alguein dizer que Mr. Mazzini ou seus ami-
gos apparecessem 110 campo de Novara
( muito bem Muito bem !) Onde um rei he-
roico acabava de por nobromente em jogo
a sua co-oa ( Vi<'a approvardo direita ).
Vozes da Montanha :Vamos la Varaos
l! (Rumores).
Urna i>oi:liespeitem a memoria daquel-
le que succombio nobrementa.
Mr. 'Je la ttosirt: Acaso o movimenlo
que rebentou cm Roma era verdaderamen-
te romano ?
Se elle tivesse nascido das entranhas de
Roma, seus principaes chefes, sous minis-
tros, seus gencracs, seu exercito militante,
digo militante, altcndam bem, leriam sido
romanos
Pois bem Examinemos. Quem be que le-
vemos frente do governo romano ? Mazzi-
ni, genovez.
No gnbinole. qual be o principal minis-
tro ? Avezzana genovez.
\ fronte do exercito qual he o chefe effec-
tivo, senflo nominal ? Garibadi, genovez.
o o exercito militante, de que se compu-
nlia ? De Hngaros, de Polacos.de Alle-
mfles, de Lombardos, dn Fraticezes. Sim,
senhores, do Francezes .' ( Rumores es-
querda ).
O Sr. Presidente:Nflo ha duvida do que
olles faziam parto daquelles, que aliraram
sohio 1 bandeira franceza. {Tumulto es-
querda ).
Mr. de la Rosiere :--Sim, de Francezes, que
perderm por esle mudo, ellcs e seus ami-
gos, o direilo do exprobrarem ao exerci-
to de Conde o ter combatido debaixo de
urna bandeira inimiga ( Inlerrupcdoestron-
dosa.)
E quanto s deliueraces da assemblea ro-
mana o que be que vemos ? O elemento prin-



na
lipa] romano, Uantia.nl, vota com prudencia
lrbaixn da presso do medo ; .irtts finalmente,
elle vola pelo adiameiito daqucitao da deposi-
rii' do padre santo....
1,'tna voz da Monlanha :Uli isto prova que
o Sr. lie cssencialmciile republicano.
.4/. de la llotiert iE o qtif n Sr. di, prnya,
que ama os republicanos, que nssassinam :
Vozes numerosas :Muito bem limito bem .'
Jlf. de a Ilozire .Quando aj conferencias
sao entaboladas, o que lie que vemos anula .'
Armellini, outro personagem romano couci-
deravrl, collega de M.i// i n, he de parecer que
as conferencias devem ser continuadas : he
Mazzini, genovez que fa* rejeitar esta opiniio.
Singular rrpublica romana lie rssa, cujo prin-
cipal chefe, cujo principal ministro, c cujo
r.i-m i.M n.ri s.iu romanos.'... (Viva approvaro
dirtila.)
E porque signal reconhecemos mis o triun-
virato ? pelo emprestimo Toreado, pelo papel-
innda. e pela moda falsa. He a repblica
socialista que repellida d'aqui se fol refugiar
fin K .un finado esquerila. Viva approvac.io
ii dirtila.)
Se procuro analogia entre os nossos socialis-
tas e os de Roma, acho-a entre a emboscada
de 30de abril e o assasiinato do general Brea.
(AglUfio.)
A repblica socialista quit fazer de Roma a
sua metrpoli. Slia, o socialismo, o qual se
pode seguir a trave's dos seculos pelos vestigi-
os do sangue que fas derramar, Iratou de apo-
derarse de Roma, e de destruir csse poiitili-
Mendouca, dizcndo-lhe em resposta ao seu
nllicio ile 29 do mez lindo, que havondo -
cado em seu poder mais de -200 anus, por
assim ster lequisitado, coutava a presi-
dencia qnuestivessem ellas em bom estado;
mas como nfora declara acharem-so des-
concertadas, mande-asquanto antes para a
capital afitu de se Ihe fazer o preciso con
certo, como so lem mandado praticir com
otitras.
Dito. -- Ao capitrio do porto, transmil-
lindo-lho o conliecimento que pelo minis-
terio da marinha fui onviado relativo a urna
prensa desellarolllcios que fftra reqqisita-
da, e que lie remettida a hordo da charra
l'ernambucana at ser entregue
(lio-Grande do sul Brigue brasileiro
Deos-te-Guarde, capitflo Lauriano Jacin-
tho de Carvaiho, carga sal eago'ardentc.
EDITAES.
V vKIKVDtS.
epidemia DO ciioleiia.
Oiloutor Meunier, quoexercita a medici-
na n'uma das provincias meridionaes da
Itussia, diz em resultado das observares
f'eitas a resucito das sele epidemias da cho-
lera que lem visto desJe 1891, que admiti
cinco formas tiesta enfermidade o silo as se-
guinles:
Primeira--Cholera fria [ lgida ). Acampa-
nliam-na vomilos, cahunas, evacuares
cailo, que, ha dezoito seculos, fez que Ihe fos- alvinas etc.
""'-al,c.rlas,as,,orl"s eos ^'"Pl" ^ c'dadc' SegundaCholera fria ( nSo lgida ). Nao
a cararlerisatn os symplomas da anterior :
lie o primeiro grao.
TerceiraCAiem calida. Andam a ella
aunexos os symplomas da lgida.
QuartaCholera calida. Tem os sympto-
nios proprios da cholera fria tifio lgida.
QaitiUCholsracommMM. Vem compa-
nhada de alguns vomilos, dejececs alvi-
nas, suores fros, e epigaslralgias, mais ou
menos fortes on duradouras.
A primeira forma (a lgida ) lie mais do-
lorosa, freqttente e mottal.
A segunda c leiceira sao lambem mui
graves.
Na.. duas ultimas lie raro succumbfrem
os duentcs acudiudo-sc-llie a lempo com
tratamenlo activo e bem applicado.
Segundo diz um celebre pratico, o dou-
tor l'auli, de Laudan ( Baviera ), a cbulora
nao parece imis do que urna febre inter-
mitiente, perniciosa como o lyplu vulgar.
Acoii-clli i por isso a applica;3o dosulpbato
de quitiiuo, a quina, os anlisepticos e o aci-
do arsenioso.
eterna, leudo na nio um evangelho, o qual
foi a sua primeira e sua ultima palavra. (Ip-
provac'io i direia.)
O goveruo francez, eu o repito, estava, por-
tante, collocado desde a origcm ncsla quesillo
em prenenca do socialismo.
i.iue partido devia elle tomar ? Prescindo da
neutralidade, que teria sido ao inesino teinpo
onerosa e perigosa ; onerosa, porque leiii sido
inister que licassemos com os armas ao hom- '
Jiro ; perigosa, porque nosso exercito posto |
assim no p de guerra, nao teria podido licar '
impassivrl em heme do exercito aaclriaco. I
V:-> haviam, portaulo, senao dous pwrlidos : [
ou a intervengo em favor da repblica roma-
na, ou iiitcrvcnc.au eui favor do papa. A nter- [
vcnfiio em favor da repblica romana, era a
separacao do poder temporal, e do poder espi-
ritual do papa ; isto lie, que niio tendo nunca
a Europa querido que o papa dependesse de
nenhuin poder, nos o leriamos sugeitado e
collocado debaixoda miio de quem ? Duque I -
les que, por sua inercia, se tinham tornado
cumplices do assassinalo do seu primeiro mi-
nistro.
Ecrcdes, senliores, que o catliolecismo te-
ria licado bem tranquillo, quando visse o so-
berano pontfice asseutado ao pe de um emulo
daquelles que escrevem aqui que Deosj com-
plilou o $ea lempo, e que he misler expellilo da
consciencia humana ? bruido eiquerda.)
Lina vo: destelado : Quem foi que escreveu
isto?
Vina voz (idircila :O amigo do Sr. ||, Prou-
dliou !
Mr. Thuriol de la Ilozire examina qual teria
sido a silo.ir.ni dessa repblica romana, para
cuja ftindacao tivessemos contribuido, elle
inoslra qu* ella lian teria tido nenliuma proba-
bilidade de salvnco, e que dentro de pouco
lempo teria sido a preza da Austria. Km Vo
ella teria prnduzido ao redor de si una mulli-
dlo de pequenas repblicas, estas repblicas
nao leriam embarazado a Amina, quando os
interesses desta potencia a tivcsseiu levado a
invadir os estados napolitanos.
Esta poltica, contina o orador, nos teria
suscitado desde o principio a guerra com a Aus-
tria. Ella coinprouielteria a independencia da
Italia, ella romperla o equilibrio na Italia, c o
rompera em nosso prejui/o.
_ Desde que temos naquelle paiz a espada de
Carlos Alberto de menos, e as victorias ilu nia-
rechal lladelzki de mais, o pontificado he ma-
sa ultima ancora de salvacao para inauter lid-
ie a nossa influencia contra a Austria.
O orador, allegando n seq estado de fadiga,
pede o adiameulo da discussao para o dia se-
gtiiutc.
(Sim Slin! Para amauliaa ?)
A sesaio lie levantada pelas seis horas da
tarde.
(Continu'a.)
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que, no dia ti do corrente, depois do
meio-dia, se hSo de arrematar porta da
mesma 16 barris com 208 arrobas e 19 libras
de pregos, apprehcndidos pelo conferento
Faustino Jos dos Santos, na conferoncia
de sabiJa do despacho de Itrander a llrao-
dis & Companhia, sb o n. 404 de 26 de ju-
llio ultimo, julgadg a apprehensSo no caso
previsto na segunda parle do aitigo 203 do
regulamenlo de 22 de junho de 1836, e con-
firmada difnitivamente pelo tribunal do
thesouro publico nacional em dala de 6 de
dezembro prximo lindo; sendo os pregos
das seguidles dimensOes e valores : 6 arro-
bas do 3 emeia pollcgadas, arroba a 2,500
rs., 15,000 rs.; 150 arrobas e26 libras de
2 e meia pollcgadas, arroba a 4,000 rs.,
603,250 rs. ; e 51 arrobas e 25 libras de 1 e
meia pollegadas, arroba a 8,000 rs. ,
414,875 rs. : lotal 1:033,125 rs. : sendo a
arrematado livre de direitos.
Alfandega de Pernambuco, 7 de Janei-
ro de 1850.--O inspector, Luis Antonio di
Sampaio Xianna.
Pela inspecloria da alfandega se faz
publico que, no dia 12 do corrente, se lulo
de arrematar em hasa publica, aporta da
mesma, depois do meio-dia, tres barrili-
veira, na ra do Fogo, n. 26, que, dando os
signxes certos, Ihe aer.lo entregues.
Antonio Mximo de barros Leite, pro-
fessor jubilado na primeira cadeira publica
de primeiras ledras da cidade do Goianna,
faz scienlo ao reapeitavel publico que se
acba presentemente mudado para esta ca-
pital, e a sua residencia he dentro do Ite-
cifo, na ra da Cadcia, n. 40, primeiro an-
dar, onde vai continuar no moamo anngis
terio ; porm particular, e por isso convi-
da a lodos os Srs. que quizerem educar seus
filhos, que nOo sTeceber alumnos exter-
nos como tamhcm internos.
Aviaos martimos.
I'ara o Bio-de-Janeiro se-
gu em poucos das o brigue na-
cional Adamastov i para o resto
da carga, passageiros e escravos a
lete, trata-se com Machado &
Pinheiro, na rna do Vigario, n.
19, segundo a 11 lar, ou com o ca-
pitn na praca.
Para a Figneira, com escala por Lisboa,
sabe com brevidade o muito veleiro pata-
cho porluguez Mara & Joaquina, do qual he
rapitio Manoel da Cosa e Silva : para car-
g-a ou passageiros trata-se com os seus con-
signatarios, Francisco Scveriano Itabello &
Filho, ou com o mesmo capilBo na praca
Dhoi cum doze medulas de vinho francez, a ,, Mai8nhn, com- SCR,a ne|0 Cea-
quatrocentos rs. total quatro mil e oilo- _i .._ ________'-7. -_
INTERIOH.
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr, presiden-
te l)r. Jos lenlo ula Cunha e l'igueircdo.
4 DE DEZEUBKO.
Officio. Ao inspector da thesouraria de
fazenda, para mandar entregar ao dispen-
seiro iio brigue Canopo a quunlia do red
1:082,740 que requisita o respectivo com-
niaudaiile para pagamenln de um mez de
sold que se deve aos otliciaes, c dous as
cutas pravas do mesmo brigue Commu-
nicou-se ao commandanle do mesmo bri-
gue.
Dito. Ao mesmo, para mandar indem-
nisara thesouraria provincial aquantiade
200,000 rs., em que importaran! duas mil
es) olelus de per;a que fram compradas pe-
Jo agente procurador das remlas aesla pro-
vincia em Pernambuco, c mais 4,000 rs. de
uro caixHo eni que vieram ditas espoletas.
Communicou-ie o ini) oclor provincial,
Dito. Ao director geral dos indios, de-
vulv iiilo-iiio a&relances que enviou para
papnoienlo dos Indios emservii;o e outras
deipezai a sru cargo, aliui de que sijam
mais bem regularisadas a vista dos moJel-
Jos c in.-ii uches que se I lio enva m.
Dito. Aoinsieclor da thesouraria de
I'a/i n.la, para mandar entregar ao palriio-
mr Jos Maria do Sacramento a quanlia de
373,C20 rs., impoiUr.cia das duas folhas
que se Ihe reniette, processadas na capita-
na do porto para pagamento do material
comprado e dos operarios empregados na
obra do tclhciro.
Dito; Ao nisp< ctor da thesouraria pro-
vincia!, autuisaniio-ii para despender mais
por conta da verba de eventuaes al dous
conlos de iis, devendo fazer smenle al
boje o pagamento Co colUborador da secre-
taria do governo, que pas-a a ser despensa-
do do servido.
Dito. Ao mesmo, decUrando-lhe quo
tendo sido insullicienlo a quota quesecon-
signou para as obras decretadas na lei do
01 can 111 lo provincial docorrenlecxercirio,
o considerando que grande deservico publi-
co icsulla deficarem ellas parausadas, ex-
istindo no cofre improductivamente um no
pequeo saldo a favor do thesouro provin-
cial, aulorisa ao mesmo inspector para con-
tinuar com as despezas das laca obras ale a
reunitio da assembia legislativa da pro-
vincia.
Portara. --Momeando alguns olliciaes pa-
ra os postos vagos do segundo balalliSo du
guardas nacionaea do municipio de Anadia.
Cmi tmiti -ou-si; o couioiandaiile do
mesmo batalbo.
Oicio. Ao corouel Jacinlbo Paes de J
EJERCICIOS KXPIRITI14ES C0.M.MIJ-
MSTAS.
Como urna prova mais do estado a que
vam reduzindo a nioralidade publica os
desvarios dns communislas, transcrevemos
aqui o seguidle :
at'rudin, no circulo du lloliemia, 5 deju/ho.
i' llavia j qualro mezes que na missa ci-
dade se tinha formado urna seita chumada
dos adumitut, que j contava perto do 500
adeptos, pela maior parte operarios, os
quaes elegeram para (OU cabeija a um tal
Adalberto Pezlamn, alfaiate, natural de
llerchlcsgaden. Estes sectarios professa-
vam o albeismo.nno reeonheciam a immor-
fali lile da alma, proclamavaiu a igualdaile
absoluta de todos os homens, rstabelecen-
do entro si completa comniuni Jade de bens.
< Os imii'iis haviam todos adoptado o
non.i1 de Adflo, e as mulhercs o de Eva. Em
couscqiiencia das dnulrinas commun-slas
que seguiam nunca fechavam com chaves
os bahus, nem as portas internas das suas
habitaffies ; e ns fechaduras das portas ex-
tenias eram de tal surte construidas, que
com uuia chave commum todas se abriaiu ;
e como rada sectario tinha urna deltas,poda
entrar em quulqucr hora na casa do seu
correligionario.
Em quanto estes adamitas niio infrin-
girn as lela nem rausaram escndalo al-
KUtn, res pe i la rain as nossas autoridades as
liberdaJes que a ConaliluicHo concede, e os
deicbavam tranquillos.
' Souberam porm. ulliinamente que
clles acabavam de eslabelecer a promiscui-
dade das mullo es, o que so reuniam tres
vezes por semana n'uma casa extra-muros,
uonde passavam a noilc dados a crpula,
e ao mais licencioso dosctifieio. Na noilc
passada mandn a polica cercar aquella^
casa por um troco de soldados, e entrando
os olliciaes do polica acharam n'uma sala
1 iluminada 247 adamitas, homens e mulhe-
res, observando nessa occasiilo as mais es-
candalosas scenas.
ii .Nos i|mirto.-, contiguos liana mesasco-
bortai de garrafas de vinho e outras bebi-
das espirituosas. Tambem se viam em
mu las parles quadros com pinturas obsce-
nas. Os olliciaes de polica obrigaram os
adamtias a vestir o fado, que tinham na
antesala, e quando os apanharam vestidos
osconduziram a cadeia.
O coripheu da seita licou logo incom-
iiiuiiicavel.
( Diario do Governo ,
contos rs.; urna catraia em mao estado
com 19 palmos de comprimento, 7 e meio
de largura e 2 e meio do pontal por vinle
mil rs., apprehendido no mar pelo guarda
J ion Piulo iic Veras: sendo a arrematarlo
livre de direitos.
Alfandega de Pernambuco, 7 de ja ici-
ro de 1849. O inspector, Luiz Antonio de
Sampaio Vianna. ,
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
de 20 do corrente, manda fazer publico que,
nos dias 8, 9el0 de Janeiro prximo va-
douro nao a praca, peranle o tribunal ad-
ministrativo da mesma thesouraria, para
setem arrematados a quem por menos fizer,
os concertos da ponte do Caxang, sobas
clausulas especiaos abaixo transcriptas, e
pelo preco de 419,320 rs.
As pessoas que se propozerem esta arre-
matadlo, couiparefam na sala das sessOes
ao solomillo tribunal nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constarse mandou afiliar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 27 de dezembro de
1849 O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciaco.
Vl
iEttUu.
ALFANDEGA.
Kendimento do dia 8.....10:173,618
IMPOHTACA.
Justina, pataxo americano, vindo de llal-
timore, entrado nesle mez por Franqua,
consignado a Dea De Youlu& C, manilVslou
o seguinte:
882 bar ics e 50 meias ditas farinha de
trigo, 158 Calas velas, 55 sacas pimenta,
100 barrilinhos manleiga, 43 caias fazen-
das de algodao, 120 remos; aos consigna-
tarios,
CONSULADO GERAL,
Itendimento do dia 8.....3:610,837
Diversas provincias...... 204,697
3:815,534
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dia 8
3 477,231
Movimento do "orlo.
Navios entrados no dia 8.
Crvela brasilcira liuterpe, commanlanto o
CapilSo-teneuleJoSo Custodio d'llodejn.
lt:o-de-Janeiro-26dias, briguo suecoSeth,
de 250 toneladas, capSo C. J. Morberg,
equipageni 12. em lastro; a N. O. Bieber,
Aai'/V.s sahidoi no mesmo dia.
Itin-de-Jdiiciro litigue brasileiro /oe-
phinu, capitSo Ooofre Martinlio da Cos-
a, carga assuear, go'ardente e algo-
do. Passageiros, 2 escravos a entregar.
CLAUSULAS ESPECIAES DA AltRE-
MATACA0.
i.' As obras do concert da ponte do Ca-
lang sero fcitasde conformidade com o
orcamento aprovado pelo Exm. presidente
da provincia, e pelo preco de 422,240 rs.
2." As obras priiicipiarito no prazo de dez
dias e sei To concluidas no de trinla dias,
conforme determinan! os rts. in, e ii do
regulamenlo das arretnatages de 11 du ju-
ll.o do 1813.
3.' Todos os materiaes sero previamen-
te examinados pelo engenheiro; e, approva-
dos, lavrar-se-ha um termo.
4.' 0 pagamento do importe da arremata-
dlo rcalisar-se-hadeposde concluida loda a
obra.
5.' Para tudo mais que n3o esliver deter-
minado as presentes clausulas seguir-se-
lia iiiteiramcnle o que dispe o regula-
menlo das arrematares de 11 de julho de
1843.
Itecife, 24 de dezembro de 1849.--O enge-
nheiro do termo do Itecife, Jote Mamede Al-
ces IWreira.
Declarares.
I'ela inspecloria do arsenal
de marinha se convida a todos os
individuos livres, at o numero de
5o, que se quizerem empregar co-
mo serventes as obras do mesmo
arsenal e as do melhormenlo do
porto, a se entendercm com o res-
pectivo inspector, o qual, em vir-
lude de ordens do Kxm. Sr, pre-
sidente da provincia, lites garante
a isencao do recrutamenlo, em-
quanto se oceuparem eiFcclivamen-
te nessas obras j sendo o jornal a
dar-se de G!\o rs. por dia.
-- Pela segunda seccSo do consulado pro-
vincial se faz publico, que os 30 dios uteis
pira a cobranza a bocea do eolio, da dci-
ma dos predios urbanos do primeiro semes-
tre do crrenle anuo (inanceiro de 1849
1850, sa lin da ni no dia 10 do corrente mez
eque lindo semelliante prazo, incorrem os
respectivos pruprielarjog na multa de tres
por cento sobro >ous dbitos : assitn como
lambem lembra-seaos donos dos differen-
les estabelecimenlos que possuem mais de
2:000,000 rs. que ja se deu principio a co-
Inain,',! do imposto de 12,B0.
Ituliuo Jos Coi rea de Almeida, juiz
de paz do segundo auno e do segundo dis-
li icio da freguezia da Boa-Vista desta cida-
de, faz publico que se acha em exercico, e
da audiencia as segundas o quintas-feiras
do (odas as semanas, sendo das uteis, na
casa des'ja residencia, ruada S.-Cruz. n.
78, e despacha todos os dias que na~o frem
impedidos.
Jos Joaquimde Olivcira, juiz de paz
do primeiro dislricto do freguezia de S.-
I -IV lio (.one.ilvos do Itecife, faz publico
que fura audiencia em casa de sua residen-
cia, no primeiro andar do sobrado ti. 5 da
ra da Cruz, as 3 horas e meia da larde, nos
dias torgas esoitas-feiras, no sendo dias
santos.
SUBDELECACIA DE S.-ANTOMO.
A pessoa que foi roubada varias pegas de
roupa c varios objectos miudos, compare-j
c.a tiesta subdelcgacia, ou falle com o ms-
ra, segu, dentro em poucos dias, a voleira
escuna nacional Emilia, ; ex-Lantlla 1 capi-
13o Aulonio Silveira Mainel Jnior: recebe
carga rra ambos os porlos : trala-se com o
capilS '' praca do Commercio, ou na ra
da Cruz, i niazem n. 13.
Para .o Aracaty sahe impreterivelmen-
te no dia 10 de Janeiro a sumaca nacio-
nal Carlota, mesireJos Conclvea Simas,
por seachar com a maior parte da car-
ga prompta : pira o restante e passageiros,
trata-se com o mestre, ou com l.uiz Jos
de S Araujo, na ra da Cruz. n. 33.
Para a Baha salie, em poucos dias, a
sumaca Flor-do-Xngelim, mestre Bernardo
deSouza, por ter a maior parte da carga
prompta : para o restante e passageiros
trata-se com o mesmo mestre ou com l.uiz
Jos de S Araujo, na rna da Cruz, n. 33.
Vende-se o brigue sueco lohn-Johniton
de primeira marcha, forrado e encavilhado
de cobre, e prortpto a navegar para qual-
quer parte, de lote de 210 toneladas e de-
manda 13 ps, carregado: quem quizer ver
dirija-se a bordo ou a fallar com us consig-
natarios C. J. Asttoy & C.
Para o Cear.
O li ate Ligeiro, pregado c forrado de co-
bre, por j ler parlo de seu carregameolo
engajado, para o resto trata-se na ra do
Vigario, n. 5.
Para Marseille pretende sa
hit- ate o dia 15 do corrente a mui-
to veleira barca franceza /chille :
recebe pnssageiros smente, para
oque tem exfolenles commodos :
os pretendentes dirijam-se aos
consignatarios da mesma, Ii. I.as-
sene & Companhia.
Vende-se a bonita barca
franceza Alcyon, de lote de l8o
toneladas, de presente ancorada
defronte do trapiche do Angelo,
lado do norte. Esta barca foi cons-
truida em i H/j 7, e he de urna mar-
cha muito superior, sendo por is-
so propria para qualquer especu-
lado que requeira promptidSo,
por estar provida de um ludo e se
aclmr prompta a seguir para qual-
quer porto. Us pretendentes diri-
jam-se ao cnpilio a bordo, ou a
casa dos consignatarios, 6. Las-
serre & Companhia, para tratar do
ajuste.
Para as ilhas de S.-Miguel,
Terceira e Fayal saldr brevemen-
te a escuna portugueza Favorita,
forrada e pregada de cobre, capi-
tao Antonio Jos de Medeiros; pa-
ra carga e passageiros, trala-se
defronte do trapiche novo, n. G,
com Thomaz de Faria.
Para o Itio-de-Janero sabe com a
maior brev lade possivel, por ter paite de
seu carregamento prompto, o brigue na-
cional Ligeiro : quem no mesmo quizer car-
regar, ou ir de passagem, para o que tom
rxcellentes commodos, dirija-se a Antonio
Alvesde .Miranda GuimarSes, ou a Novaes
& Companhia, na ra do Trapiche, n- 34,
para a Babia sahe no dia 15 do corren-
te cum a carga que tiver a bordo a suma-
ca FIr-do-Angelim, mestre Bernardo de
Souza : quem na mesma quizer carregarou
ir de passagem pode entenderse com o
mesmo mestre ou com l.uiz Jos de S Arau-
jo, na ra da Cruz, n. 33.
Vende-se o muito veleiro e
bem conhecido brigue-escuna a-
mericano R.-F.-Loper, de supe-
tior marcha, forrado e cavilhado
de cobre, e prompto a seguir via-
gem para qualquer pjrle : os"pre-
brigue nacional Bom-Jesus-: para
passageiros e escravos a frete, por
terexcellentes commodos, trata-se
com 0 capililo no caes da Alfande-
ga, ou ua ra da Cadeia, n. 4o,
tercero andar.
Leilo.
Machado & Pinheiro farflo leiI3o,por
conta de quem perlcnccr : quarla-fein, 9
do corrento, no caes da Alfandega, aporta
do armazem do Bacellar, de sesseota e tres
jacases com toucinho, viudos do Itio-do-
Janeiro no brigue nacional Condescendencia,
entrado ueste, porto em 22 de dezembro
prximo passaJo.
Avisos diversos.
Jos Soaros de Azevedo, | rofessor de
lingos franceza no rVccu, tem aberto em
sua caa, ra larga do Bozario, n. 36, se-
gundo andar, um curso do CEOGRAPIIIAE
UISTOItlA o outro de RIIETOBICA E POTI-
CA. As pessoas que desejarem estudar urna
ou outra destas disciplinas pdem dirigir-
se indicada residencia a qualquer hora.
A piofessora Joaquina l.ourenca de Lu-
na, que reside no primeiro andar da casa
nova no pateo do Carmo, tem a honra de
communcar aos dignos paes de suas luni-
llas e os demais que quizerem confiar a edu-
cacio de suas (libas, prompta se acha para
abrir a sua aula no dia 14 do corrente ; e
lambem faz ver aos dignos paes de familia
que lencionarem a bular suas filha hjam
logo de procurarla para u.to haver duvida
no numero das quo pd c ensinar, em rasSo
da mesm prolessora se adiar na instruc-
eflo do odiotiia francez e nao poder ler gran-
de numero de alumnas por muito se inte-
rci-sar no a iianlamento das mesoias.
Im orlante descoberta
para os denles
al. S llawson, cirurgiSo dentistafchega-
do ha pouco de'lnglateim cum destino aos
portos do sul, pelos poucos dias que tem
de demorar-seaqui, offerece seu prestimo
a aquellas pessoas que precisaren dos soc-
corros de sua arte: para o que nde ser
procurado no Hotel-francisco. **
-- Os abaiio assignados dissolvram a-
migavelmente a sociedad que tinham na
rclinacnoda ra de Hurtas, n. 7, no dia 5
de Janeiro de 1850, a qual gyravasobrea
liiina de Manoel Joaquim Milheiros, fleando
o socio liento Alves da Cruz obrigado por
loda a liquidarlo da mesma tirina, tanto
do passivo como do activo conlrahido at
esta data. Manoel Joaquim hlilheiroi.
lenle Alies da Cruz.
Precisa-se de um caiieiro que tenha
pratic de venda: na ra do Pilar, em F-
ra-de-Portas, n. 86. -
Precisa-sede urna ama para cozinhar
em casa de um homem solleiro : na ra da
Cruz, n. 49, luja.
Precsa-se de urna ama secca para todo
o servico de urna casa de pouca familia : na
ra do Vigario, n. II, tercoiro andar.
Desappareceu do dia 7 de Janeiro do
segundo becco da Camboa-do-Carmo um
iiioleqnmiio forro de uascenca, de idade de
qualro para cinco anuos com ossignaes se-
guintes .- rosto comprido, e tem um arra-
nliiio fresco no nariz; levou vestido camisa
de madapolSo rom mangas ompridasa qual
tinha algumas nodoas de caj; a pessoa que
linchar podei fazer o favor de o mandar
levar ao mesmo becco cima, casa n. 3, que
ser pago do seu trabalho.
Uma senhora soltera que vive em
companhia doseu pa pretende abrir aula
de primeiras lettras, na ra de S.-Thereza,
n. 23, devendo ler principio no dia 14 do
corrente em diante, prometiendo desve-
lar-so no adiantamento de suas alumnas, e
o faz por preco comroodo.
O Sr. l)r. Vascurado tem uma carta na
ra do Vigario, n. 15, terceiro andar.
Deseja-sc saber a morada do Sr. Felis-
berto Pereira tiabello para se Ihe enteegar
uma encommenda vinda da Baha.
Apolinario Jos dos Santos Andrade
deiiou do ser caiieiro de seu irmSo, Joa-
quim Antonio dos Santos Andrade, desde
o dia 6 du Janeiro de 1850.
Felii Ferreira deMattos retira-so para
fra da provincia.
O abaiio assignado, llebrard, scienti-
fica ao publico que, desde odia 2a de de-
zembro prolimo passado, deixou de ser so-
cio com o Sr. Alberto Tallone no assogue
silo na ra dos Tanoeiros. Itecife, 7 de Ja-
neiro do 1850. Hebrard.
O padre Joilo Jos da Costa Ribeiro a-
brea sua aula de latim e francez no dia 14
do corrente, e contina a receber pensio-
nis'as : na ra do Queimado, n. 37.
Para as pessoas que tencionam
seguir viagem.
A bem conhecida agencia de passapnrtes
da ma do Rangel, n. 9, contina a tirar
passaportes para dentro e fra do imperio,
a despachar escravos e correr folhas : linio
com a mesma brevidado e commudidade
nos ajustes, conforme a exuberante prova
que lem dado no decurso de oilo anuos,
Passaportes'.
tendentes dirijam-se a lU&leus
Anslin & CoiiijK-.nlii i, ra da AI
fandega-Yelha, n. 36.
Para o Rio-dff-Janero sahe infalivel-
menli no dia 15 do corrente a polaca na-
cional Sociedade-Feliz : para alguma carga
que anda falla e passageiros, trata-se com
os seus consignatarios, Oliveira limaos &
Companhia : na ra da Cruz, n. 9.
Sem amenorflta.
Sahe quinta-feira, 10 do cor-
pector de quarteiro Joao l'ereira Ua sil- Ireute, para o itio-de-Janeiro
Tram-se passaportes para denlroe fra
do imperio, correm-se folhas, despacham-
se escravos e tiram-se ttulos de residencia
para sempre : paraestofim procura-se na
praca da IndependonciaTlivraria ns. 6 e 8,
e na ra do Queimado, n. 25, luja de miu-
dezas.
- No dia 2 do corrente desappareceu um
escravo crioulo, de nomo Joaquim, que re-
prsenla 24 annos de idade, boa estatura,
elimo do corpo, com buco em haixo do
qucixo, pernasfilma, ps apalhetados, mui-
to pequeos, a ponto de ser defeituoso ; es-
te escravo he muito conhecido ncsla praca
por ter sido escravo do I)r. Teberge, depois
passou para o Bemardino, e este o vendeu
a Pedro Alexandrino Comes, por ter ido
em praca o anno prximo passado he co-
zinheirn, e viva (rabalhando em armazem
deasiiucar no Itecife ; roga-se a todas as
autoridades ecapitcs do campo que o ven-
do o mandem pegar e levar a seu senhor,
na ra Nova, ti. 67, que ser bem recoiu-
0' peusadu.


r
T
--Alugam-so dous sitios na campia da
Casa-Forto e um ontro na ra da mesmn po-
voaQ.lo, com muitos arvoredos e optima
accommodacfles; bem como varias casas
pequeas, proprias para so passar a Testa :
a tratar na ra do Amorim, n. 15.
-- Alugam-seas tojas Jo sobraJo da ra
da Penha, n. C, e da ra Augusta, sobrado
arnarello, proprias para qualquer/esta-
belfcimento : a tratir na ra do Amorim,
n. 15.
Jomo Jos Innocencio Pggi, lir. em
medicina, faz publico que lem flxado su
residencia no Alorro-da-Boa-VIsla, sobra-
do, n. S, onde o acharlo prompto para
exercer sua arte, curando gratuitamente os
pobres.
Aula de navegncao,
Agostinbo Fernando Catanho de ^as-
concellosonsinanavegaclo pralica, e a teo-
ra nocessaria para o conhecimento o de-
iirisirac.iio de origem malliemalica, em
quo se haseam as regras praticas : no largo
da Assembla, casada esquina da ra da
Lapa, no segundo andar.
Precisa-se alegar urna casa terrea ou
sobrado, que nlo exceda de 10,000 rs. men-
saes. sendo as ras das Larangeiras, Trin-
cheiras, Flores", atrs dos Quarteis, pateo
do Para izo. Roda, Mundo-Novo, San-Fran-
cisco e Cruzes : quem livor anuuncie.
Precisa-se de um ou dous aprendizes,
forros ou captivos, e de boa conduela para
aprendern) o nfflcio de latoeiro ou funilei-
ro: ii -i ra das Cruzes, loja n. 33.
O abaixo assignado Taz sciente ao com-
mercio desta praca que, desde o dia primei-
ro dfTcorrente, fez urna sociedade em com-
mandite com seus irmflos flarcellino Jos
Gnnc*lvs da Fonte e Manoel l.uiz Concal-
?es da Fonte, yrando dobaixo da firma de
Fonte & Irmfo, cuja firma flca encarregada
da liquidaeflode todo o activo e passivo da
antipa firma. Jos Gonpalves da Fonle.
Despparecen, da ra do Cabug, da
loja do miulezas, n. 4, urna caitcira con-
tando varios papis, ntreos quaes qualro
vigsimos da lotera do thojtro de S.-Pe-
dm-da-Alcntara do Rio-de-Janeiro, ns.
456. 1,907,3.360.3,418, o quaes eslavam
assignados reos socios Manoel Joaquim
Ribeirp e Antonio dos Santos Cordeiro; por
isso roga-se aos Srs. vendedores de bilfie-
tes o obsequio de os observar.
Alugam-se o primeiro e segundo an-
' dares do sobrado da ra do Rangel, bastan-
te frescos, com cozinha fra e quintal: a
tratar nav ra Direita, n. 3.
Antonio Euzebio Rabello, Brasileiro,
val a Lisboa tratr de sua sade.
No dia l'J do corrente, pelas 4 horas da
tarde, na praca da juizo do civel da seguq-
da vara, na ra Nova, so hito de arrematar
quatro escravos de ambos os sexos, penho-
rados por exocngilo de Joilo Kelles & Com-
panhia contra a viuva Cunha e Guimarfles,
escrivilo Santos.
Manoel de A Impida Lopes
est fazendo o inventario de seu
casal pelo juizo dos orphaos : quem
se julgar credor do momio casal
aprsente saas conlas no prazo de
oilo ilian
Odoutor juiz de direito da segunda
vara do civel, presidente da junto revisora
p>ra a qualilica^Ho dos jurados, avisa a
quem convior que a referida junta comos-
sa hoje os seus trabadlos.
--Furia i i m, no dia 6 do correte, de 5 s
6 horas e meia da tarde.de una das salas da
casa de Candido Jos de Sales, nt> Mangui-
nho, um relogio de ouro da repitieflo, autor
Joh l'ltger Kauffman, n.< 187: pede-se a
qualquer Sr. relojoeiro, ou outra qualquer
pessoa a quem dito relogio seja ofierecido,
baja deo tomar, ou declarar o autor da gra-
ca, que sera bem recompensado, participan-
do ao mesino Sales, na ra da Cudeia do
Itecife, o. 46, ou a Frederico Chaves, no
Aterro-da-Boa-Vista, n. 17.
Aluga-sea casa terrea do Aterro-da-
Bos-Visla, n. 73, aqualpor sua situacSoe
commodos pode servir, tanto para negocio
como para moreda: a tratar na praca da
Uoa-Vista, botica n. 6.
Joflo Carneiro de l.ima Brito que lem
examelatiin, inglez e mais preparatorios,
propOe-se a onsinara lingoa nacional e os
preparatorios em casis particulares, envi-
dando sous eiforcos para adianlamento do
si ns a I o m nos,do i| ue disto j temblado pro-
vas, tanto nesla praca como fra della :
quem o pretender, dirija-se roa estreita
do Rozario, em casa de Jos Anacleto, dou-
tista e sangrador.
A viuva do terceiro matrimonio do
fallecido Jos da Costa Nozucira avisa aos
credores do seu casal, que tendo do proce-
der a inventario pelo juizo de orphaos do
Po-do-Alho, devem ellos justificaran! seus
ttulos at o meiado do corrente Janeiro,
alm de serem atleu lilas ni partidla de
bous : e para prevenir qualquer onjisso,
faz o presente annunrio.
Pa ra de Agoas-Verdes, do lado de
S.Pedro, casa terrea n. 13, cose-so o en-
gomla-se com todo o esmero e perfeicilo
-- Na ra das Larangeiras, n. 14. engom-
ma-sa toda a qualidade de roupa com mili-
to asseo DorfeieSo e por pr co commodo.
-- Precisa-se, para um sitio nos Afoga-
dos, deum feilor que entenda do planta-
jes, trabadle de enxada o trate de caval
los: a fallar no Aterro-da-Boa Vista, n. 10.
Rogase no Sr. liento Francisco de Fa-
ra Torres do appareccr nn ra da Cadcia do
Recife, n. t8, que se l.'.e doseja fallar.
Ulysusl) oz recentemento chegado da
Suissa tein a honra de prevenir aos ourives
c relojociros que tcm um sorlimenlo de
tarramentas proprias para qualquer desses
ollicios. I'dein dirigir-so casa de sua le
si tu ni na la da Cruz, n. 40, segundo an-
dar, casa do cnsul da repblica Helv-
tica.
-Precisa-so deucna ama para o servido
deuma casa de pouca familia : na ra es-
treita do llozario, u. 12, primeiro andar.
I'rccisa-so do uai feilor que saiba tra-
tar do noria, pomar e encheilar : na Magda-
lena, estrada da Torre, n. 78.
Disimile desta praca 9 legoas precisa-
se de um professor i>i.i-.i easinar as primei-
rasleltras, laliin o francez : prefere-se lio-
iiii'in casado com po ica familia: a tratar
na ra do Quenna lo, n. 7.
Antonio Jjs Soarcs rclira-se para a
Baha a tralarde seus negocios.
-- L'ma Diullierde bous coslumes so offe-
reco para prestir inle mente seus serv-J
?os em urna casa de qualquer homem 804
leiro : qem a precisar anuuncie.
Precisa se alugar um preto idoso, que
sirva para tratar do um ou dous cavados e
tomar conta de urna pequea casa de cam-
po: na ra do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar.
Na ra da Cadcia de Santo-Antonio, n.
13, no primeiro andar, se dir quem lem
um flegrodo 30 a 35 anuos sem achaques,
muito rubuslo, e propio para servido
bracal.
PREMIERE. SOCITE* PHII.ANTROPIQUE.
( FEMELLE.;
Premire souicriplion.
Les llames francaises, desireuses de mon-
trer leur graltude du genreux procde
envera elles de la socit philanlropique
( mle), et voulant y repondr par la me-
mo procede, se sont aussi rassembles en
soclt du memo litre, et pour procdor
avec plus de juslisse et de veri te, (quoi-
que femmes i sur le veritable mrile. de ce-
lui dla dte socil qui elles devait d-
cerner une medaille, elles ont nomme une
commission d'enquelte pour lirer les ren-
seignements et los preuvos les plus veri-
diquesafn de n'tre pas lachcesd'injustice:
aprs le travail de colte commission qui
pour plus de surl puis los preuves du
rapport qu'elloa Juit dans les procos ver-
buaux de certaines archives, ce qui no peut
laisseraucun doute to la veril, a propos
de decernerf Chorme du bien J une me-
daille d'or, niusi eoiicue :
Effioie de la medaille.
Sur la face une poule noire poudant d s
i ruis d'or, ilonl ello a deja une certaine
quanlit, el ecrit en lejende ( Je te le a-
massej.
Sur le revers le cliapoo. de la dite pou-
le, d'autant plus reconnaissable qu'il a un
ergt d'une palle decoupe, et indiquant
de l'autre au lias do lu co quatruin qui,
quoique vieux, n'en est pas moins vend-
que, surtout celui qui I est adresse :
Pe quolque maniere quo vicnt lo bien
Et n'imporle comment il vieut;
Pour i'homme peu delicat
C'est toujours du bien.
P. Si. Cette proposition de la com-
mission ful adople i l'unanimitavcc d is
acclamalionsdo joies et de reconnaissance,
et la medaillo fut d^erne au vrai mri-
le. Seance tenanto. et la socit votta dos
ramerciements de felicitation la commis-
sion d'enquette, et lachargea de poursui-
vre sen travail pour d'autres mc.lajlles
qu'clle se proposait encor de votlermais
toujours avec des preuvos llrcs de suurco
pur.
Signes plusieurs damos francaises qui
desirent gard>>rl'anonime,cnpriaiit les mos-
sieurs Frane, iis se disanl tres gallants.d'ap-
puyer l'avonir leurs actes philautropiques
comme elles de preuves positivos et vo-
ridiques, les prevenant d'avance qu'en agis-
sant comme ils ont fait dans l'acte qu'ils
publicnt avectant d'amphase, lon de se
derobcrla reconnaissance de ees dames
ilsse livrent d'eux mmes aux mpris >u-
blic, ceule recompense que l'on doit a lim
posture. Une des dames fesanl partie de U
commission 4'enquetle.
PltlMEIItA SOCIEDADE PltlLANTROPICA.
( FEMEA.)
Primeira tubscripcJo.
As senhoag francezas, descosas de de-
monstraren) seus seutimentos de gratidflo
pelo generoso procedimeuto da sociedade
philaulropica ( macha J para ron ellas, e
querendo corresponder-lhe com toda a
igualdade, reuniraovse em sociedade sb
o sobrado eloj i di ra dos Quar-
teis, n. io : a tratar no Alondego
com L. G Ven cii m
Cliapos do yol. iSKk
Ra do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimenlo desles ohjectos de todas as co-
res e qualidades, tanto de sedo como de
panninho, por procos commodos ; ditos pa-
ra senhoras. dobom gosto: estes chapeos
silo feilos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mes-
illa casa se acha igual sorlimenlo de sedas,
e panuinhos imitando sedas, para cobrir ar-
marles servidas : lodas estas fazendas ven-
dem-se a porcSo oarelalho: concerlam-se
quaesquer chapeos de sol, tanto de basteas
de ferro como de baleia, assim como umbe-
las de igreja : ludo por prerjo commodo.
DEPOSITO GERAL
do superior rap areia-prsta
da fabrica de Gantois Pai-
l/ie &c Companhia, na Ba-
ha.
n
?
o mcsino titulo; e, resolvidas a procede-
rom com mus juslica e verdade( apezar de
seren mulheres J acerca do verdadeiro m-
rito do Miembro dmiuella sociedade a?b qual
desejam offerecer urna medalha, nomearam
urna commissSo de inquirico para collier
acerca delle as informar,Oes cas provas as
mais verdicas, alim de nSo incorrerem na
pecha de injustas: aps os trabadlos de
semelhante commisso que, paramis se-
guranza, fui desentranhar dos processos
verbaes existentes em certos archivos os
documentos que serviram de baso ao seu
parecer, e que nSo pdem deixar duvida al-
gumasobreajusteza de seu juizo, propoz
ella que se conferase homem do bem)
urna medalha d'ouro, cujo programma he o
seguinto :
Effigie da medalha.
Na face una galucha preta pondo ovos
d'ouro, dos quaes ja tcm certa porcito, com
a seguate legenda : A"u /'o amonlo.
No versa o espito da dita gallinha, bem
notavel por ter cortado oesporJo do urna
das pernas, indicando com o outro a se-
guinte quadra, que se l por biixo, a qual
ainda que velha, no he menos verdadeira,
principalmente para aquella a quem se ap-
plica :
Veulia o bem de onde vier,
Sempre he hom liav lo, goza-lo i
Para o homem pouco delicado
Tudo est em saber conserva-lo.
P- S. Esta proposta da commissio foi
adoptada unnimemente com accIamacOes
de alegra e reconhecimento, o a medalha
conferida ao verdadeiro mrito. Entilo le-
vantou -se a sessto, tendo a sociedade vola-
do agradecimentos commissSo de inqui-
riQflo, e encarregado-a de proseguir em
seus trabadlos acerca de oulras rcedalhas
que ella ainda se propO a offerecer, recom-
menuaiulo-lhetenha sempre om vistas pro-
vas colhidas de fonte pura
Assignadas muilas senhoras francezas
que desejam guardar oanonymo, e rogam
aos senhores francezes que se jactam de
briosos, que para o futuro liajam de basear,
Cornelias, em provas verdicas e positivas
seus acios de philautropia, declarando-Ibes
desde j non, prncedendo pnmn acabam de
fazer nesse acto que publicara ni com tan
lo enphase, bom longe de se furiarem ao
reconhecimento dcssassonlioras, incorrerSo
no desprezo publico, nica recompensa que
se deve a impostura. Urna das que fiseram
parle da commisso de inquirirlo.
~ Trapassa-se o aneodamento de um
engenho perto desta praca, com s^fra de
900 a 1,000 pfles, 30 animaes de roda, 4 bois
mansos : quem esto negocio prolender, eu-
tenda-se com Joaquim Carneiro Machado
Rio?.
-- Arrenda-se annualmente o excedente
sitio da viuva do Burgos, na estrada do Ar-
raial, com elegante casa, e todos os mais
urranjos precisos paia commodidade de
urna grande familia : a tratar com Lino Jos
de Castro Araujo, ua praca do Coipo-Santo
n. 3. '
-Alugatn-se por preco rasoavcl
Domingos AIvesMathcus, agente da 4
fabricado rapo superior arcia prota i
e meio grosso da Baha, (em abeflo o 4
seu deposito na ra Cruz, no (teojfe 4
n. 53, primeiro andar, onde se adiar ^
sempre deste excelleoteo mais acre- 4
ditado rap que at o presente se tem
fabricado no Brasil: vende-se cm bo- 4
les de urna e meia libra, por preco
mais commodo do que em outra qual-
quer parte.
Porum anno, dinheiro vista
Por sois me/es, dido dito.
Na ra do Queimado, n. 14,
andar, se dir quem d dinhiro a premio.
Na mesma casa se vonJem varias obras do
ouro.
O Dr. Joaquim do Olivera o Sooza cn-
sina a tradozir, fallar c escrover a lingoa
franceza : no Alerro-da-liua-Vista, n. 82.
O padre Manoel Adiiano de Albuquer-
que Mello faz sciento ao publico que abro a
sua nulado prmeiras lettras, sita na ra
se fazcm cliapcos de todas as qua-
lidade e loda a especie de ornatos
)ara senhoras ou meninos : tudo
o mellior e ultimo
segundo
Modas francezas.
Madama Thoard, com loja de modas, ra
Nova. 11. 32, recebeu um sirtimento muito
rico do chapeos de seda.de cscoinilha, de
dina, de fil a de palha, todos de muito bom
gosto ; cliapcos de oalha para meninos e
meninas, de moda muito nova ; mantele-
tes ; capotiuhos ; visitas muilo ricas ; tran-
cas de minias qualidades ; bicos du linhos
fitas muito ricas e dos ltimos padrOes
capellas de flores para bailes e casamentes ,
lloros muito finas ; e muitos oulros enfeitcs
para senhoras. Mamada Theard faz sempre
enfeiles con muito gosto, e na ultima moda
vestidos para bailes e casamenlos ; cha-
peos; bonetes de montara ; roupes; palito
de moninos ; vestuarios de meninos, e lo-
dos os enfeitcs para senhora.
-- O r. Joo Cyprianno Itangel queira
ter a boudade de apparecer na ra da (Ma-
deja de S.-Antonio, p:ra decidir sobre cer-
ta conta que S. Me. recebeu.
o
O Alugam-se evendeT.-SB as verda- Q
f) deiras bixas de llamburgo : na praca (
da Independencia, n. 10, ao voltar Q
para a ra das Cruzes. ^
O O
O hacha re Antonio Annes Jacomc Pi-
res propOe-se a advogor, e recebe as pes-
soasqne se dgnanim procura-lo a qui
querhora.no primeiro andar do sobrado
n. 14, no pateo da matriz de S.-Autonio.
Urna pessoa habilitada e que por mui-
tos anuos se tem dedicado ao ensino da mo-
cidade, propoe-se a ensinar grammalica la-
tina, dando duas licoes por dia, e perce-
bendo a gratilicacHo mensa I de 3.000 rs.
por cada alumno : tambem leccionur rhe
torica e geographia percebeudo a gratifica-
coo de 4,000 rs. : na ra Direita, n. 120, se-
gundo andar.
Os abaixo assignados scien-
tlcam ao commercio desta praca
que, desde o i. de Janeiro de 185c
em (liante, deix*de ser socio da
firma Oliveira IrmSos & Compa-
nliir o Sr. Jos de Oliveira e Mel-
l, hoje residente em Lisboa, l'er-
nambuco, 3i de dezembro de
1849. Oliveira Ir nios 8c C*
Francisco Antonio do Lima vaipera o
Rio de-Janeiro.
Jos Riboiroda Silva, Portuguez, reti-
ra-se desla provincia.
A relinaria franceza da ra da Concor-
dia, precisa de tres prclos lobustos para
traballiaicin.
Engomma-so
na ra de S-Francisco, casa de um ailar
de varanda de pao, n. 20, por cima de um
mareeneiro. #
N. 0. Bez vai para o Ro-de-Jancro.
Ensino dt? prmeiras let-
tras.
No Atierro da Boa-Vista, sobrado, n. 5,
ha urna pessoa subeijamente habilitada,
que se propOo a dar por casas particulares
e com peifoico, liresde primeiras letlras
o grammalica da lingoa nacional: as pes-
soas que se quizerem ulilisar do seu presti-
mo dirijam-so a dita casa a qualquer hora
do dia.
Precisa-so de um homem que queiro
foilorisar escravos em um engenho distan-
to desta praca 10 legoas: prefere-se Por-
tuguez : na ra Diieita, n. 93.
Urna pessoa que em pouens mezas e
com feliz resultado tcm conseguido ensinar
a tradujir, fallar e escrever correctamente
o inglez, francez e portuguez, desoja adiar
occupacHoem algumas casas que tenham
de 2alumnos para cima: quem pretender
informar-se na botica do Sr. l.uiz Pedro das
Neves, no Recife, no largo do Carmo, n. 11,
segundo andar, Boa-Vista, botica do Sur.
Joaquim Murena.
A poca.
Aos senhores assignantes deste jornal se
faz ceito e igualmente ao respeilavel publi-
co, que acaba de cliegar do Lisboa a conti-
iiuaeo dos nmeros deste jornal at o nu-
mero 52; e como tenham chegado difiran-
les colleccOes completas, convidase aos
amantes da instruceflo a concorrciem para
a sua extracefo, visto como he esto jornal
de lana importancia.
Assigna-se na ra da Cadcia do Recife,
loja de lerragem deJoSo Jos de Carvalho
aloraos.
precu da assiguatura lio :
riacng^jcu niadas m.is
modistas, chegidas tiltimamcnte
de Faris. As pessoas que para taes
objectos ella se dirigirem serao
servidas com a maior promptido
ede mancira a licarem satisleitas.
lina Direita, 11. '.
AgdSlilillO Erros, chegado da cOrte do
Rio-do-Janeiro, faz sciente ao respeilavel
publico quo iloura e prataia lodas as quali-
dades de obras nielalicas, caxas de rolo-
gios. caixas de rape, obras lisas c lavradas,
de lilaf;r, castigaos e s.lvas de ciquinha,
apparelhos de oratorio, cruzes e resplan-
dores, o toda c qualquer obra que appare-
cer : ludo com brevidadee prer;o commodo.
Preciga-Se de um rapaz que queira
pratioar a arte de pbarmaca: na ra larga
do Rozarlo, u. 3f>.
Compras.
6.*o|chcotinl>os de montara, tanto pa-
segundo ra liomcm como para senhora ;
bengalas de unicornc e de outras
quafidadea; ricos suspensorios^
cliapelinbos deso para senhora,'
do mais apurado gosto ; e outros
muitos objectos. Todas estas fa-
zendas sochegadas pelos ltimos
suanuiauo pnuieiras leuras, sua na ra : c m ,...., I:~
doJardim.n. 4, boje, 7 do corrente janei- navios francezes Na mesma loja
ro, c contina a receber alumnos como
dantes.
Aliento.
No da sabbado, 22 do selembro do anno
prximo passado, o abaixo assignado en- i.>|
Iregou um bilhetea sua escrava Mara Jos{__.n .";,.,-,., n..A.|g
para procurar quem a quizesae comprar, e gosto, Visto como a sua piopitela-
como at o presente anda no voltasse, e riacng^jcu tunadas m.is peritas
consta ao abaixo assignado que esta sua
escrava lora vendida cm Podras-de-Fogo,
por um homem morador em Maricela, o
abaixo assignado protesta contra a pessoa
non le I'*'ir capturada diia sua escrava para
Ihe pagar todas as despezas causadas por
essa sua ausencia e das de servio, o mes-
mo abaixo assignado luga aos lllms. Snrs.
encarregados da polica de Pedras-de-Fogo
e de outro qualquer lugar para quo a man-
dem prender e roinolto-la a seu ligilinio se-
nhor que lio o abaixo asignado, que paga-
r as despezas ; assim como por meio des-
te encommenda a todos capililesdo campo
para empregarem o cuidado preciso para o
mesmo llm cima mencionado. Os signaps
desta escrava sfln os seguinles : estatura
regular, crioula, fula, representa ter 21 au-
nes de dado, clicia do corpo, rosto redon-
do, odios vivos, bem feila do corpo, muito
convivenio ; he casada com um cabra de
nome Camillo que o abaixo assi^nado igno-
ra quem he seu senhor hoje i esla escrava
.Mara Jos uasceu liara as b ni das de Mana-
Farinha, e i|uando rapariguiuba fugio da
casa deste sxihor on lo nascou, para o en-
gento Ginipapo, a senhora deste engenho
comprou-a e casou-n com o dte Camillo,
e vindo dita senhora do engenho Ginipapo
de Iguarass, I). Ambrozia de tirito Bezcrra
a esla praca no mez do maio-vender dita
escrava .Mara Jos a 24 do mesmo mez ao
abaixo assignado : quem apprcheiidola
conduza-a, ou mande condii/.i-la a ra No-
va, n. 49, casa pegada a torre da igreja de
\ S. da Conceico dos militares, que ser
recompensado por o aniiuueiantc.
Manoel francisco Coimbra.
Novo mclhodo prlicoe
Mi cor ico da lingoa fran-
ceza, ou arte lacilima
de aprender com perfecilo e em pouco lem-
po a faltar, truduzire escrever o francez.
Ningucm peder negar a util lado da
lingoa franceza, por quanto que sendo ella
hoje universal, rene em s nina maviosida-
de inaudita, um i excallencia quo dio be
pro,o ia : ra he abracada sem a menor exi-
tacio por lodosos povos do mundo conde-
cido, por isso os grande* homens do sec-
lo presente tcem envidados os seos exfor-
cos alim de que ella faca longevos sobre a
Ierra, e para prova do urna tal asserfflo
muito bem disse o Sr. Sevene-- indispen-
Cavel muitos a lingoa franceza he de
summa utilidade para lo los.
As pessoas, pois, que reconhecendo eslas
grandes vanlagens, e no estando em pos-
Clo de subjeitarom-se ao tirocinio escho-
lastico, sem duvida deaejarSoencontrar um
moiofacilea commodado para consegui-
rem esta inslrnccilo, poupando d'esl'aile a
fastidiosa tarefa de estuJarde cor verbos
o significados, qual a da grammatica do
Sr. Luiz Antonio llengaim, dada a luz lti-
mamente no Jtio-do-Janeiro, o de que mul-
to rlevaih concedo faz o nosso excedente
professor, o Sr. doutor Jusc Soarcs de Aze-
vedo.
Avisa-se, portnnto, aos amadores da men-
cionada lingoa quo ditas grammaticas se
acham a venda na praca do Commercio, n.
2, primeiro andar
Nona loja de fazendas e modas
francezas, no Aleno-da-fa-
yista,n. 12.
Madama Ancellc acaba de esta-
belecer-se no Aterro da-lia-Vis-
oia de fazen-
Compra se um sellim inglez j usado, e
com todos ns arrrios: na ra da Cruz, n. 64.
-- Compra -so um escrivo moco de boni-
ta figura, tendo qualquer ollicio: na ra
do Nogueira, n. 39, sobrado.
Compram-se, cffectivamenta, botijas e
garrafas l na ra do Itangel, n. 54.
-- Compra-so una carrosa para um ca e
vallo, a qual estej em bom estado : na ra
da Cadcia do Itecife, n. R0.
Compram-se ossos: na ruada Concor-
dia, reOuria franceza.
Vendas.
Folliiiihas p:ira 1850.
ta, n. 12, com urna
das e modas francezas, na qual os
compradores cnconlrarao o que ha
de mellior e de mais apurado gos-
to naqiielle genero. Ali acha-
rlo o mais rico sorlimenlo de
chapeos de seda, de palha, com
flores ou peonas para senhoras ;
luvas de pellica, seda eliuho, tan-
to para homens como para senho-
ras ; ricos manteletes : fitas para
chapeos ; lencos de cassa borda-
dos ; chapeos e bonetes de monta-
ra/ collarinhos c pttnhos para
montara ; manteos de cassa bor-
dada e de rendas prelas e bran-
cas ; blondcs de seda ; rendas e
bicos de lnho ; nticas para bapti-
suilis ; lencos de cambraia de l-
nho bordados e com vinhetas y ri-
cos aventaes de seda ; vest dos de
cassa oriental : ditos de garea pa-
ra bailes ; franjas e enfeites para
vestidos e manteletes lencos de
seda para homem ; grvalas prelas
e de cores ; a mais escolhida per-J
fumaria ; vasos-e outros objectos
de porccllana do mais elegante
goslo ; esponjas ; escovas ; pen-
tes; cspelhos; ricas meias para
; meis para meninos ; ca-
homein
mitaa branras c de cor ; bonetes
para homem e meninos ; ricos co-
frezinlios para perfumaras ; orna-
1 los para luto, de muito bom gosto :
Na liviana ns. G e 8 da praca da Indepen-
dencia, v i 11.1. 111 s as bem condecidas fo-
llimhas impressas nesla lypographia, das
seguintes quali.la.Ics:
FOLIIIMIA DE l'OUTAcontcndookalen-
dario, tabellas de Triado*, dias de audien-
cia o resumo de pocas nacionaes egeraes.
liii'v ni: M.i.ibl.iiA conteudo o mesmo
cima, e um resumo* de chronologia, a qual
lambein d preamar, e tem urna collecco
de remedios c segrodos uteis para uso do-
m es tico.
DITA DE HITA com o almanack dos em-
pregados civis, ecclesiaslicos, militares, ad-
ministrativos e a noineurlalura de lodosos
estabeliciinentos fahris, merranlis e indus-
triaos, eo qual se adicionou um resumo es-
tatistico ila cidade do Itecife ; a demonslra-
Co das freguezias, termos e municipios das
comarcas du provincia e liti.nlmente a tabel-
la do nascimenlo e ocaso do sol para regu-
lamcnto dos relogios, organisada pelo ex-
cedente piloto Portugal, de saudosa lom-
branca.
(a! de Lishoa.
Vendem-se barris rom cal virgom de Lis-
boa de superior qualidade, por preco com-
ino lo : na roa da Cadcia do Itecife, n. 50.
-- Vende-se una bonita rrulatinha de 17
annos, recolhida, de um excedente genio,
por isso propria para mucama : na ra lar-
ga do Rozarlo, n. 48, segundo andar.
-Vende-so una escrava de meia idade,
com habilidades : na roa Velha, n. 71.
Vendc-so una crioula do 20 annos de
idade pouco mais ou menos, lava, engom-
la, e cosinha o diario de urna cas : quem
a pretender dirija-se a ra do Torres; casa
n. 18, segundo andr.
I'adaria.
Vende-se urna padaria muito
boa e com todos os seus perten-
ces, protnpla a ttabalhar : na ra
Direita, n. o, se dir quem
vende.
Vendem-se dous prclos de n;o\~o An-
gola, de 18 a 2d annos, de bonitas figuras,
por proco commodo : na ra Nova, n. 39,
segundo andar.
-- Vende-se urna mesa de angico "para
meio de sala, por preco commodo : na ra
do Jnrdim. n. 43.
~ Vende-se a (averna da casa, n. 65, na
ra nova : a tratar na mesma.
. -- Vende-SO, na ra do Trapiche, n. 42,
ptimo lio de vela, o melhor possivel par
coser saceos, e por preco commodo.
-Na ra do Trapiche n. 42, em casa de
Adamson lluwie & Companhia, vende-se
UOI restante do muito excellonte cha preto,
por preco rasoavel, em caixas de 50 libras.
-- Km casa de Adamson llowie & Com-
panhia, ra do Trapiche n. 42, vendem-se
sellins inglezes da mellior qualidade, as-
sim como mantas de lila para os mesmos,
cabecadas e estribos d'a^o i todo por pre-
ces commodos.
Vende-se um esrravo moco com ollicio
decozinheiro e padeiro: na ra Augusta,
sobrado junto ao viveiro do Muniz.
Vinlio de Bordoaux,
das mais superiores qualidades ; bem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, ja muito apreciado, tanto aqui como na
lCuropa ; vende-se em casa de Kalkmann
Irmflos. na ra da Cruz, n. 10.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoria e o prin-
cipe Alberto; relogiosde ouro e do prata,
ciicgados ltimamente da Suissa : estes re-
logios quo silo mu bom acabados, so tor-
na m muito recoinmendaveis na qualquer
particular, c advorte-se que ha entre elles
alguna quo andam 8 dias sem precisirem
de corda : na ra da Cruz, no Recife, n. 55.


Conlinn-sea vender bolacha do fari-
riha de milho, a 80 rs. a libra.
Vende-se um prcta crioula, do 20 an-
uos, do elegante figura, sem vicios nem
achaques, e que he prop,r i para todo o ser-
vido : na ra do Amorim, n. 35.
Na ra da Crttr, armazem
n. 33, de S Aratijo, vende-se su-
perior rap de Lisboa cm frascos
de meia libra, chegado pelo bri-
guc Mara-Jos.
Vendem-se bons queijos londrinos,
ditos de prato milito frescacs e do superior
qualidade, presuntos ingleses para liam-
hre, ditos porluguezrs para panella, Utas
com 2 c4 librasde marmelada, diUl com
liolacliinha de Lisboa, ditas do sardinha, di-
las com homilas, frascos com conservas
inglezns, queijos de q un I ha viu los do Cea-
r, por barato prego, mantss do loucinhn
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma,e
oulros inultos gneros de boa qualidade :
a i, i ii.i da Cruz, no Recita, n. 46.
Cortes tic cass3 para ves-
tirlos com fi 0 aovados
or 5,300 rs.
v
com
cova
sas com oit varas e meia, a 2,720 rs.; pan-
no de linho muilo lino, a 480 rs. a vara : na
ra do Crespo, loja da esquina quo volta
para a cadeia.
Tafeas para engeuho.
Na rundigflo de ferro da ra do Itrum,
aeabi-se de receber um completo sorlimen-
todo tnixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quacs ichim-se a venda por prego com-
modo e rom piomptidSo emhargjm-.se,
cu carrepam-seem carrosseni desposa au
eamprador.
AGI-NCIA
da undieao Low-Sfoor,
RA DA SKNZALT.A-NOVA,- N. 4^.
Neste estabclccimento conti-
na a haverum rompido sorti-
iririUo de moenoas e meias rnoen-
"'''3, para engeniio ; machinas de
ferro batido e
os amarillos,
Vcnde-so um sol I ni de bom uso, rom
cabezadas ; urnas enjillas para scnbora ;
velas do carnauba, por prego commodo
atrs da matriz de S.-Antonio, n. 16.
s mais ricos mantele-
tes c capolillios.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
e capothos de cbamalote de seda e gor-
gurflo, os mais ricos que teeni apparecid/) s
na ra do Queimado, n.9.
Potassa da Russia.
Vendc-sca verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em barris requenos :
cm casa dos Srs. Itothe & llidoulac, ra do
Vigario, n. 4.
-- Vendem-sccites de cambraia do co-
re., pelo barato precio de 2,000, 2,500, 3,000
3.50O e 4,000rs.; canihraia de seda, a t
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; Ifla
com lislras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
zinha propria para roupa de meninos e ves-
tidos do senhora, a 240 rs.; 13a superiur pa-
ra caigas, a 500 c 600 rs. ,- loncos de algo-
diio o B*da com franja, a 600 rs. ; crt s de
col(ete de velludu, a 1,600 o 2.500 rs.; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; garga de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado, e outras
vapor, e tncbas de
coado, de todos
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Mana
Vende-se wn casa de C. O. Itieher & C.
na ra da Cruz, n. 4, alendan trancado
(aquella fabrica, multo proprio para saceos
de isaucar e roupa de escravos.
Chdbraseiro.
Vende-se che Irasileiro noarmazem'de
molledos, alias do Corpo-Santo, B. 66, o
muis excedente che prtxluzido en s.-Pau-
lo que lem viudo a este mercado, por
prego multo comn odo. J
Ttfnendss superiores.
NafundicSode C. Starr & Companhiaf,
em S.-Amaro acham-se venda agendas
de caima, Indas de ferro, de um modelo o
conslrucgflo muito superior,
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molbados airas do Cor-
po-Sanln, n. 66, ha rira vender, obegados
pelo ultimo vapor viudo do si;l, superio-
res charutos S.-Flix, e de nutras militas
qualidades queso venderSo mais barato do
que eri nulra qunlquer paite : bom como
ciparrilhos hespanhes, ditos de palha de
milho, que se pstfio veiidcudo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cente.
Corles de brim de cores
ecni lisl r s ao lado, a
1,280 rs.
Vendem-se corles de brim de corea com
lislras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado de al-
godlo americano, pioprio para esclavos, a
140 rs. o covado : na la do Crespo, lujada
esquina une volta para a cadeia.
Teeidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Sanfus.
Xa ra da Cadeia, n. JJ,
veudem-so por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar o roupa de
escravos.
Ruarles de fnria-crcs a
200 rs. o cov tu e ris-
cado monstro a '220 rs.
Vende-se zuarte de furta-cres muito
enrorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
-o : na ra do Crespo, loja da esquina que
volta nar; a cadeia.
Para quem liver bom
costo.
Vendem-se redes de cores muito grandes
e muito bonitos padres, e o melhor que
tcm apparerido inste n.erciido : na ra do
Crespo, ioja da esquina que volta para a
cadeia.
-Vendem-se amarras u urro : na ra
Ja Senzalla-Nova, D. 42.
Saccas com lardo novo,
de 80 a 00 libras, a 8,?:
vcndcin-so no armazem do Antonio Aunes,
no caes da Alfandcpa, c no de Vicente Fer-
reira da Coat, na ra da Uadre-de-Peos,
rhegadas ullimamenle de Lisboa o de
Franca,
Vende-se urna paito dos sobrados de
tres andares, ns. 14e16, siles na esquina
da ra da Cadeia, defrunte do lliealro de
San-Francisco: a falla rno primeiro andar
dos ditos, rom Joaquiui Texeira Peixoto.
Veinie-so um formidavrl caldciriio
com fumaos Je cronomelru : na ra .Nova,
n. 688.
.' o mas fazendas por
\endetr.-se corles de cassa para vestidos. !,laralo proco a ra do Crea o, n. 15, loja
m G COvadoa, a 3,500 rs.; ditos com 8 ,. Jll(|ujm de oiiveira M.,va Jnior,
vados, a 1,760 rs. ; pegas de cambraia li- __
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem do molhadns
atrs do Corpa-Santo, n. 66, por prego com-
i' oilo, velas do carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, asquaes se tornam
recommendaves pela sua superior qualida-
de e aturaren) mais que as de espermacele,
e nao fazerem moi i lo.
Aviso importante;
Beneficio publico,
armazem enligo da ra da Madre-dc-
lleos, n. 36, est de novo estabelecido de-
ba ixo das roesmas enndigoes, ofl'erecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho (tranco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de bordeaos por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nflo se admircm
os fiepiiezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprielario querer sustentar o antigo pre-
go, embora este genero tenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa, F.xamincm os
amantes a qualidade para recouhicimenlo
da verdade e conlinnago da mitiga fregue-
zia. F, para nio haver usuras, est.*io promp-
las garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assiiu comn barris de diversos ta-
maitos para piovlsflo do prximo Natal.
O proprielarioconta com a concurrencia;
do contrario, tomarflo os pregos do reta-
dlo a primitiva de 210 e 280 rs. a garrafa.
Deposito de Potassa.
Vende se muito nova polnssa
de boa qualidade, em bai i i.szinlio;.
peqtienos de (]ti&4ro arrobas, por
prtro batato, romo j ba muito
lempo se nao vende : nc lU-cife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
mnio superior cal virgem de Lis-
boa, por pceo muito commodo.
JN'a ruado Amorim, ns. 56
c 58, vendem-se farelos cm sue-
cas grandes por pceo commodo :
a elles snlea que se acabem.
Farin!ia dc? mandioca.
4
na ra do Collegio, n. 21, primeiro andar
se dir quem vende.
Vendem-se chaposzinbos ricamente
odotados para meninose meninas ^Je um
a tres annos: no Aterro-da-Roa-Vista, n. 1.
Chegaram novamente ruada Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro e prata
patente inglez, para homem e senhora.
de fa
Novo sorlimento
zondas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea".
Vende-se cassa-chita muito (na, do bo-
nitos padrOes, cores fixas e cm 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado ; cassa franceza de quadros, muito
lina, a 260 rs. o'covado; rlscadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado ,- brim de
algndao de cores oom Iistra ao lado e de bo-
nitos | airos, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ; cassa prcta com
ramngem branct. para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zearte de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 230 rs. o covado; chitas de
bonitos padres e cores lisas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a o lo rs.
SSSF.
Wanocl da Silva Santos vende
farinha de trigo superior da marca
cima mencionada e chegada a es-
te mercado no ultimo navio viudo
de Trieste : quem pretender, pode
dirigir-se ao armazem do Aunes,
no caes da Alfandega.
Vendem-se chapeos do todas as qua-
lidades, para senhora ; (nos manteletes e
capotinhos do cbamalote, ltela e luco ; di-
vas de pellica, do sedan de rod ; chapeos-
zinlios ricos, para meninos e meninas : no
Alerro-da-Boa-Vista, n. 1, casa de modas
francezas.
Vende-se urna prata muito boa cozi-
nheira, que engomma e cose, e porisso
propria par9ama de casa, mesmo de li-
me in solteiro, itlendendo a sua boa con-
ducta : na ra larga do Itozario, n. 35, lo-
ja de miudezas.
Oculos patente.
Na ra do Queimado, loja do fjrragens,
n. 37 A, vendem-se excedentes oculus de
verao longo, por prego commodo.
Vendem-se pegas de algodilozinho
com 20 jardas, Com toque de avaria, pro-
prio para escravos e pannos de coiinlia, a
1.280 rs.; ditas de chitas do bons pannos
e com toque do arvaria de chova, propria
para prelos e fonos de bahs, a 1,500 rs. ;
Historia da America ingleza em portuguez.
por 5,('00 rs ; Cuarda-l.ivros modernos, por
6,000 rs ; Saluslio traduzidoao p da let-
tra, por 5,000 rs.; Diccionario de Moracs da
quarla edigilo quasi novo, por 20,000 rs. ;
um fole do folear formigas: no paleo do
Carino, n. 18, primeiro andar.
Vende-se um escravo pussaute, pro-
prio para armazem de assucar : a fallar com
Ceorge Nesbitt, na ra do Trapiche, n. 42.
Vendem-se 8 lindes moloques de 10 a
18 annos ; 8 protos da 20 a 25 annos, sen-
do um delles ptimo sapaleiro; um pardo
de 16 anuos, ptimo para pagem, e que he
l'oio i ii/iiiIicm'.i ; 3 pardas lie 16 a 25 an-
uos, com algumas habilidades; una dita
de 20 anuos, com habilidades, e com 2 II-
Ihos, um du 1 anno, e oulra de 5 ; 6 pretas
de 14 a 25 annos, com habilidades, e quesSo
proprias para todo o servigo ; na ra do
Collegio, n. 3, se dir quem vende
Vende-se um tranceln) para relogio,
um buhuzinlio de tartaruga todo appare-
l'.ado de prata lavrada, proprio para inc-
linas que vfo para aa)scola, meia duzia de
I rolheres de soupa, meia dita para cha, todas
V ruado Queimado, n. 14, loja de fer- sul" aUrem servidas; um terreno entre a
ragens, anda lia algumas saccas da liba Lmelriz nova e a fabrica de vinagre; urna
familia de mandioca, multo alva e bem lor-caM "a lu* c Mutocolomb nos Afogados,
rada ; bem como urna porgo de pennasdel"' '*? u",n Parle de urna casa na ra da
ema, proprias pina espsnadoreaj urna es- '-loria, D.2!) : a tratar as Ciuco-I'ontas,
rrava de 20 anuos, propria para lodo o sor-' n 32
vico ; oulra dita quo se vende barato, por] Vende-se um molcque de bonita lgu-
ser de mais dado, e que be boa para ven-, '* scm vicios nem achaques, proprio para
der na ra, esabe muito bem lavar roupa ; lodo o servigo, o mesmo para espceulagao
urna purda moga, de bunila vista ; saccas de negocio : na ra Dircita, n. 93.
de gonirna de cugonimar, muito alva : tudo
se vende baraln.
f
m
Chai eos do Chile
de superior qualidade.
i

Pelo ullimo vapor receberam-so -
mais chapos do Chile de superior 0
C?) qualidade, que continan) a vender- {*
i se ( a pregos mais commodoa do que (
(K em oulra qualquer parle ) na ra do
fe) Collegio, n, . 4
8ii|Ciiorcs chapeas do
Chile.
Vendcm-se chapos do Chile cm porgues
na praga do Commercio, n. 6. primeiro an-
dar, so muito bous c muito claros.
Farinha de S.^Ca I harina.
Vendc-so a bor 'o do hrigue Dotu-Amigot,
Batatas.
Vendem-se gigos com muilo boas bata-
tas, por prego comando : no armazem ao
pe da botica do arco da Conceigito, e no
caes da Alfandega, no piimeiio armazem
defrunle do chafara.
Albos.
Vendem-se canaslras com alhns, a 30 rs.
ca-la mago : taiiibein se vende muito boa fa-
rinha de ararula : no becco do Azeile-de-
l'cixo, arniazern n. 16
Veudem-se quoijos londiinos, presun-
tos de Wealfalia, batatas inglozas a farneL
ebegadas pela galera ingleza Intu de Li-
verpool ; tumbeiu ha na mesma casa rolbas
minio superiores para cngairafar vinho,
mantas do oucinbo defumeiro, conservas,
lijlos | ara limpat facas, curintes para pn-
dins, vinhos de dill'erentes qualidades, agua
ardento ile l'ranga, e oulros muilos obj.c-
los por prego commodo : na ra do Trapi-
che, li. 34, armazem de Raymund & C.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quartoe quinto ; farinha
de trigo de ludas as 'arncaa: itlruz do fjorlo, prlmeira quali-
nos, muito lindos ; 2 escravos de bonitas fi-
guras, com offleio de carreiro ; 2. ditos de
meia darte,sendo um delles coziuhciro ;
3 negrinhasde!8 annos, que cozinham e
engommam liso ; urna parda com um fi-
Iho do 6 mezes ; oulra dita ptima para
amajdecra; na rus Direita. n S.
Vende-se um mulatinho de 16 annos,
bom bolieiro e copciro ; 4 moleques do
elegantes (iguras, sendo ijous delles corta-
dos na melade de seu valor; 2 pret* coro
algumas habilidades; 2 pretos de 30 a 40
minos, sendo um delles bom canoeiro, e
vende-se por muilo commodo prego para
liquidagSo : no pateo da matriz de S.-An-
tonio, se dir que vende.
Na ra das Cruzes. n. 90, vende-se vi-
nho engarrafado, tinto ehranco, demaisde
6 annos, e da melhor qualidade que boje lia
no mercado ; bem como os mais superio-
res queijos que existen ha venda ; manlei-
ga ingleza da melhor qualidade: tuJo por
prego mais comino lo possivel.
Vende-s, por piego muito em conta,
Jacaranda muilo superior, no caes da Al-
fandega para examinar; redes do Par; cha-
peos de palha do Chile; bandeiras nacio-
naes ; farinha de mandioca : nos armazens
de liias Ferreira.no oaes da Alfandega, n.
(.un na ra do Trapiche, n 34, a fallar
com Novaes & C.
Vende-so um oseravm bom cozinheiro :
na ra do Collegio, n. 21, primeiro andar,
se dir quem vende.
--Vonde-se um escravo mogo, proprio
para o servigo de campo : na ra da Cruz,
n. 28, a tratar com Lima Jnior & C.
Vendem-se 10 apolices da companhia
de Iteberihe, as quacs esl3o em da com a
companhia : na ra da Cruz, n. 64.
Sola para sclleiros.
N( 'I rro-da-Boa-Visla, n. 58, loja de
sapal.- vende-ae sola grande, grossa e
bstanle alva ; sapates do Aracaly, a mil
ris.
Vendem-se figos de comadre, a 100 rs.;
batatas nglezas, a 80 rs.: no paleo do
Carino, n. 2, venda nova.
Avista faz fe.
Vendem-se 2 escravos do Angola, sendo
um canoeiro, e oulra lavadeira de varrella
e de sabflo, que cozinha o diario de una
casa, trabalha no campo em qualquer ser-
vigo, e he boa tratadeira do mangas, e s
para que noo serve he para vender na ra,
o que tudo se afiang, por barato prego : em
(Huida, ra da Roa-llura, casa de funileiio,
se dir que vende.
Vendem-se, muito em conla, dous re-
logios patentes, sendo um de ouro e nutro
de prata dourada : na ra do Queimado,
u. 10, loja.
Vende-se urna casa de sobrado de um
andar e slito na ra Augusta; um preto
cozinheiro e caiador: na ra de S.-Fran-
cisco, casa apalagada, onde tambem se ven-
de um alambique pequeo cm bom uso.
Vendem-so superiores navalbasda Chi-
na, caivetes de duas folhas, tesouras de
unas e de costura, o mais fino possivel: na
praga da Independencia, n. 5, loja.
Vendem-se duas escravas proprias pa-
ra lodo o servigo, sabondo urna deltas en-
oin i ar sofTrivel, cozinhar o diario de urna
o isa c coser chao : dcl'ioiite da ribeira do
peixe, n. 3.
Vende-se um sitio boira do rio, com
bastante terreno para plantvgOcs, baixa de
oapim, grande casa moderna, com duas
salas grandes, dous gabinetes, duasalcovas,
tres quartos o cozinha ; he perlo da praga ,
por ser antes de chegar o l'ugu ; na ra de
S.-Amaro, n. 16.
- Vende-se urna venda com poucos fun-
dos, com comino los para familia, com
graud quintal, proprio para rancho e com
porl.to para o fundo: na ra do Arag.lo,
n. 14.
Os melbores chapeos do'
Chile que se venden, no
mercado
. Acabam de chegar fabrica de chapeos
do Joaquim de Oliveira Maya chapos J0
Chito muito finos, por prego commodo.
Vende-se banh de porco muito nova
e bem alva, em barris, em latas, as libras
a retalho, a 240 rs. a libra : na ra Impe-
rial, n. 37.
~ Vende-so um preto mogo, bom ofllcial
de pedreiro : na ra do Collegio, n.2l, pri-
meiro addar, se dir quem vende.
-- Na praga da Independencia, n. 12, ven
dem-so osseguintcs livros ; Diccionario in-
glez por Vieira; Diccionario francez-por-
tuguez por Fonseca, 2 v;; ligOes de I lite-
ratura e moral; Historia Romana ; Guallier,
geohraphia e atlas ; Litlerary scrap-bock \
Complete Book of frades; Magnum Lexi-
cn ; Discursos religiosos; llistory de En-
gland ; Cuarda-I ivros moderno, 3 v ; Wan-
ders of natureart; Diccionario p. e inglez,
2 v. ; lloras da Semana Santa; Thompson;
Macare!, direto poltico ; Meslre inglez ; e'
outras muitas obras, por prego comniodu.
Cera de carnauba.
Vende-se superior cera de carnauba, che-
pada ha ponco do Aracaty : na ra da Mon-
da, n. 21, se dir quer vende.
Vendem-se 8 duzias de custado de
madeira de louro, sendo interisso; 24 l a-
ves de varias qualidades : tudo por prego
commodo no becco do Carioca, segundo
armazem de duas portas, que achara com
quem tratar avista da madeira ; bom como
tambem se vfftde arroz de casca.
Wndeni-se dous moleques e um mo-
latinho, ambos de 8 a 9 annos, de muito
bonitas figuras, sem vicios nem achaques, c
que silo proprios para pagens: na ra do
Li\ramento, n. 14, se dir queai vende.
Ao bello madamismo
se olferece transparentes e lin fissimas cas-
sss da muis moderna exposigfio de l'aris,
cortes de 10 varas, pelo rasoavel prego do
7,000 rs. : na loja de Antonio Luia dos San-
tos 6. C. na ra do Crespo, n. 11.
Jfcscravos Futrios
Na loja de qna tro portas
(a ra do Crespo, n. \*1,
ndc.ido dcfrodlcdo raes do Ramos, ondade: panno e meias'ae linho ; arcos para
Commercio, n. 6, primeiro au- bairicas; farinha de mandioca cm saccas
grandes e a garnel a bordo da sumaca tugo.
na pr-ga do
dar, fa 1 i 11 lia de S.-Catliarina.
Farinha de
Vende-se superior firnha de trigo fran-
cesa do Provenga, chegada ltimamente de
Maiselba cm casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do A mor O, n. 35.
Acham-se a venda lo las as qualidades
le chai otos linos da Baha : na ra da Cruz
no Itecile, deposito n 19.
-- Vende-so una prela moga, de boa -
.-tlu-Carmo -. ludu por prego commodo :
na ra do Vigario, 11. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunlia.
Arados de ierro.
Na fuidigo da Aurora, em S.-Amaro,
vondem-ae arados de ferro diversos mo-
delos.
~ Vonde-je urna porgo da melhor agua
ardente de Franoa ( palo isruudy) que ten
,'iira, qua cose, engomma e cozinha, ludo; viudo para este mercado, em caikasde urna
muilo bem ; una dita que lava u vende na duzia cada una : na casa de
na, por p
ques, um d
timos para oque se quizer aplicar jumpr'e-; sinetds para relogio, por 20,000 rs u
lo yeldo, ptimo para servir a urna casa, ruj largado Itozario, o. S, luja Victorino
por 200,000 rs. ; um inulalniho do lo au-..ot GuimaiSea.
nos, muito esperto para servir a una c-sa I Vcndcm-se 4 moleques de 14 a 18 an-
- Augusto Cor-
prego rumio commodo; a mole- bclt, na ra da CaJeia do Itecile 11 48
1 de 12annoseooutro de i, 0p-1 --Venue-se urna coirenle dnourocom
veudem-se cortes do r sea.los para vestidos,
com campo escuro, lavoures teeidos, e de
11.ma duragflo, a 3,000 rs.; cortes de cam-
brains escuras, a 2,800 rs. celaras a 3,500
rs. ; corles do vestidos imitando lanziiiha,
proprios para amas de casa por se o ni os-
emos, a 3,200 re.; calcinitas de fil de li-
nho para crlingas, a 320 rs.; cuites de col-
lotos de lita, boa fazeuda, e aue j se ven
derem a 3,000 rs. a 1,280 rs. ; ditos muito
bons para meninos do escola, a 400 rs. ;
renda lisa, a 80 is. a vara; chapeos para
meninas, de cambraia, a 1,000 rs. e de se-
da, a 2.500 rs. restando anda 'alguns dos
afamados chapeos do castor, a 3,000 e
3,500 rs
Na ra d,as Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se 10 escravos, sendo : duas
escravas mogas, que engommam, cosem
chito, cozinham e lavam de sabSo ; 3 ditas
ptimas quilan Icias ; 3 escravos de ele-
gantes figuras, proprios para o servigo de
campo ; dous moloques de 14 a 15 annos,
de bonitas figuras.
Umversalmente hoje be reconlircido
que na presenga do um par de oculos lixos
apropriadosaograo da vista do paciente,
tica i uiitii is.idu tudo i| na uto os diversos au-
tores desde Kippocrates al Raspailhe leem
esciiptu em medicina, icndcnie a curar
vista curia ou cansada, e lano isto he cer-
to que elles mesmos usam delles, em con-
scqueiica quem osquizer, al mesmo com
o antidoto das cauelladas, trambuihes, ca-
li, cadas o mais catstrofes, dirija-se a tua
larga do Rozario, n.35, loja de miudezas.
Vende-so um excelenle cava I lo, bom
andador e sem achaques : na ra do Quei-
mado, n 9.
-- Vendem-se boas saccas com bom mi-
Iho, por prego commodo: no caes da Al-
fandega, armazem de Das Feneira.
Vende-so um carrinho de duas rodas;
dous cavallos do sella, um delles serve
tambem para carro : os cavallos pdem-se
ver na cavallarice do Sr. David, na ra de
Apollo, e o carro 110 armazem do Sr. llolli-
chard, na ra Nova; este se vendo barato,
por carecer de Iguin concert, e junta-
mente os cavallos, ou co.no melhor cunvier
aos freguezes, sendo por prego commodo.rj
Vendem-se 5 vaccas do leile e 4 be-
zenos, lodos de boa faga, sendo que 4
Idas vaccas estilu agora prehens e a uulra
I dando loile: para ver, 110 sitio do Sr. Ca-
vaicante l'essoa, no caiiiiuho defioute da
casa giande do Sr. Viegas que vai para os
Remedios, na Magdalena ; \endem-se bata
lo, por se uo precisar mais dolas, c para
justar, na ra uo Trapiche, u. 14, segundo
andar. I'ku.n.
Fugio, no da 31 de dezembrs prximo
passado, o escravo Manoel, pardo, de 55 a li-
nos, de boa altura, grosso, espaduas lar-
gas, cabega calva, est pintando d*branco,
ralla fina, meio corcunda ; tem urnas mar-
cas foveias pelos ps, inflse tambem pe-
lo corro ; quando foge procura a freguezia
de Tigicupapo por ler ah nascdo e ier
lambem prenles. Roga-se as autoridades
policiaesda dita freguezia, que o fagam
prender, que seriio gratificados com 25,000
rs. porque deste mesmo lugar | voio pre-
so, e l'oi escravo de Jos da Rocha de Car-
valho, que morava na mesma freguezia.
-- lim 16 de setembro de 1849, fogio do
sitio da Solidade, do abaixo assgnado, a
prela Mara Angica, lavadeira, de 50 annos
pouco maisou menos ; tem a cara retalla-
da de ambos os lados, marca de sua trra, e
tem anda fra deste signal um carneo no
pescogo do lado esquerdo, bem visivel, que
parece lobinho, cujo caroco ella traz sem-
pre escondido para 11S0 ser visto ; he de es-
tatura baixa ; lem as [.ornas grossas e tor-
tas ; costuma a lavar roupa em Apipucus,
Pogo e Reberibe ; consta que est acoitada
cm algum mocambo do engenho Apipucos :
quem o pegar leve-a ra Direita, sobrado
do abaixo assgnado, que lem na porta o
nicho de Jess Mara Jos, ou na Solidado
em sen sitio, que ser recompensado com
20.000 rs. -- 'rancheo Antonio Habelto de
Corvalho.
No da 2 do correte desappareceu da
povoagflo do Rom- Jardim, comarca do Li-
moeiro, um escravo de nome Jaouario, de
26 annos pouco mais ou menos, altura re-
gular, crvermelha,sem achaque algum;
condiizio 11 ni cavallo preto-rugo pequeo,
capado, muito novo, com cangalha e um
par de ancoras grandes : quem o pegar le-
ve-o o dita povoagflo do Bom-Jaidim, a seu
senhor, Manoel de lar ia Maciel, que recom-
pensar generosamente.
Fugio, no dia 1. de Janeiro do corren-
lo anuo,da osa do abaixo declarado, o es-
cravo Selestioo, criuulo de 23 annos, cOr
preta, corposecco, altura regular, cabega e
orelhas pequeas, olhos salientes, rosto
descarnado, n> riz grande, ps seceos, pou-
ca barba, coso um pouco de alfaiate, com
urna cicatriz as costas um pouco levnta-
la parte esquerda ; costuma liazer o
cabello levantado na frente ; levou unta ja-
queta de merino preto j tsadu, chapeo
preto de mola j velho, 4 camisas de mi-
dapolflo, una dita de algodilo trangado com
lislras, 4 caigas, sendo urna do briiuj ve-
Iha de quadros azurs, oulca dita do hrm
lislras, oulra de algoflo com lislias cor de
caf, e oulra de algodflo com lilras rouxas:
quemo pegar leve-oa Jos Ferreira Man-
tillo, que 'feompensar generosamente, na
ra do Amparo, n, 7, em Ulnda.
100,000 rs. degrati
cacao.
Fugio, no da 16 de dezembro, pelas 4
lluras da tarde, um preto da Costa, chega-
do ltimamente da ilahia, que mal sabe fal-
lare dizer quem lie seu senhor; tem um
grande golpo por cima de urna lonte e um
1 claco de orelha de menos ; levou camisa
de algodilo branco Irangado e caigas de al-
godoiiscado an encano : quem o pegar
leve-o a praga da Independencia, ns. 6 e 8,
que iccebern a gratlflcacSo anima e se Ihe
hcari agradecido.
Fugio de bordo do patacho Niclheroy,
em principios do mez de oulebro, o pelo
Vicente, do nagflo, de 30 a 40 annos. de es-
tatura baixa, magro: quem o pegar levc-o
airas do Corpo-Sanlo, casa 11. 66, que ser
recompensado.
Fugio no dia 21 do passado mez de de-
zembro, de bordo do brigue braseiro Inca,
um caboclo de nome Manoel. o qual repre-
senta ler deidade 35 a 40 annos ; lem fei-
giio de branco, c he bastante escuro, ja com
alguns cabellos brancos na barba; levou
vestido camisa e caiga de olgodflozinho, bo-
nito manija : quem o pegar pode leva-lo
atrs do Curpo-Santo, casa 11. 66.
M rvr. de 11, r. de Fian. 1850


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