Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06750


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno XXVI.
Sexta-felpo 4
i
i
-
PAnTIDAl sos cobuzioi.
Cuiannn o Psratiilia, segundas r sextas feiras.
Rlo-Graiidcdo-Norle, quimas feiras ao meio-
dia.
Cabo, Seriiihaem, Rio-Fornioso, Porto-Calvo
e Macelo, no l., a II, e 21 de cada me/..
Oaranhuns e Bonito, .1 8 e 23.
Itua-VIsta e Plores, a 13 c 28.
Victoria, squintas feiras.
dunda, todos os (lias.
ZFHE1
1IDES.
/Ming. a 5, s (i h. e 18111. da 111.
n .-,,.. (Nova a 13, s 9 h.da uianlia.
(Cheia a 27, s 10li.c3uin.dat.
rntiWAB DE HOJE.
Priinclra as 9 lloras e 18 minutos da manliaa.
Segunda s 9 horas e te minutos da tarde.
do Janeiro N. 5.
MEOS DA SUflSCRIPCAO.
I'lll iies Ule/es ,l,/l'u!lllil.) 4/000
Por seis uiezcs 8/UflO
Por un anuo 15/OUO
DAS da mmana.
.'II Seg. jff S. Silvestre.
1 Tere. >fif Clrooinolsao do Senhor.
2 Quart. S. Uidoru. Feriado para os negocios fo-
renses al o dia .
3 (Juint. S. Aprlgio.
4 Sext. S. Tilo, discpulo de San Paulo.
u S.ih. S. Semeo F.stcllila.
(i IJ0111. Os Santos Kcis Magos.
CAMBIOS EM 3 DK JANEIRO.
Sobre Londres, 7V* d. por 1/000 rs. a 60
- Pars, 3i(>. *
Lisboa, lOOporcento. ^^
(turo.Oncashcspanliofs......... SSS a
MoedasdefW-fOOvelhas.. HUMO a
dc#4uOuovas.. l/200 a
. de 4/000........ 9#2II0 a
('rala.Paiacdes urasilciroa..... l/J!flU *
Pesos colinnnarios....... ^Kn a
Ditos mexicanos.........;._1/^ a
das.
30/900
17/100
l#40O
9/400
1/1)80
l70
1870
PARTE OFFICUL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DIA 28
DE NOVEMBRO.
Ao director geral interino dos crrelos decla-
rando sr, ein resposta ao seu oflicio de i7 do
corrente, que a ordem que por aviso de 13 de
sctcinbrn ultimo fora dadaao gerente da coin-
panlila braslleira de paquetes de vapor nesta
corte acerca das cartas entregues dpois da
hora marcada para o fecliainento das malas,
nao lie extensiva as provincias, mas tnica-
mente se limita gerencia dos ditos paquetes
11a mesina corle.
MINISTERIO DA ^AZENDA.
DECRETO N. 656 DE 5 DEZEMbRO DE 1849.
Sobre o pagamento th laudemio das alienacGes de
propriedadee foreirae faienda nacional.
Conformando-ene com o parecer das secedes
de juilica e fazenda do concelho de estado so-
bre a duvida que se suscitara na thesouraria
da provincia da Rio-Grande do norte, a saber:
se urna proprledadeforeira fazenda nacional,
que tinlia passado por mais de urna alicnaco,
sem que de todas ou de algumas deilas se hou-
vesse pago os competentes laudeinios estava
integralmente obrigada a todos elles, e senes-
se caso o actual propietario queja tirilla pago
o laudeino da venda que llic lua feila ficava
subjeito importancia dos nao pagos, ou se
pelo facto de se adiar legalmente felta a ultima
venda deverla a fazenda nacional perder os lau-
demios das anteriores allenacucs : lie! por bem
declarar : 1.", que o laudcinio devldo fazen-
da nacional, nos casos em que teein lugar,
posto que incluido seja entre os artlgos da ren-
da geral do Imperio, uo lie camtudti revesti-
do da nalureza e carcter Ue um verdadeiro
imposto para que deva ser em ludo e por ludo
regido pelas disposicoe das lels linanceiras
que fixam a mancira de segurar e arrecadar as
dividas da fazenda nacional, sendo na realida-
dc urna especie de renda ou proveito particu-
lar do dominio e proprledade de bens de raiz
dados por aforamento lirmado em direito me-
ramente civil, e porlantn regulado pelas dis-
posicuei e pratica do dito direito, a que neite
objecto he a fazenda nacional lao subjelta
como qualquer outro proprietarlo, nu senhor
directo de bens aforados ; 2 ", que nao gozan-
do o laudemio do caraeter e privilegios do im-
posto, nao constltue o onus real, que annexo i
cousa passe com ella de uus a outros possuido-
res, e 1 ,n;a recahir no ultimo a responsabilda-
dc pelos laudemios anteriores nao pa^os ; mili-
to menos seudo cslabrlecido pelo nosso direi-
to, na ord. lv. 1." llt.62, S 48. c ilv. 4, tlt. 38,
que o vendedor e nao o comprador he obrlga-
do ao pagamento do laudemio, e nao havendo
disposicio alguma de lei braslleira que constl-
tue a hypotheca pelo laudemio; 3., que-os
ladennos devidos e nao pagos faicnda nacio-
nal, das vendas de seus bens alorados, porque
nao canslituem onus real, garantido por hy-
potheca legal, uo passam a cargo de uns a ou-
tros possuidores, que pelas vendas as houve-
ftm ; e por Isso o ultimo actual posauldor nao
he obligado ao pagamento dos laudemios an-
teriores, e pelos quaes devem ser demandados
os respectivos vendedores pelos meios ordi-
narios.
Joaqulm Jos Rodrigues Torres, do meu
concelho, senador do imperio, ministro c se-
cretario ile estado dos negocios da fazenda e
presidente do tribunal do thesouro publico na-
cional, assim o tenha entendido e faca execu-
tar. Palacio do Rio-de-Janelro, em5dedezein-
lno de 1849, vigesimo-oitavo da Independen-
cia e do imperio.Com a rubrica de S. M. o
Imperador.Joaqun lote llodriguts Torree.
DECRETO N. 657 DE 5 DE DEZEMBRO
DE 1849.
Rtsolvmdo sobre a inlelliqtneiu e extcuc' gunas providencial dreretadae pelae leis que re-
iiiii o admi'iiif tnifio da [alenda nacional, iscal-
tacao e arreeadacao de suas rendas.
Tendo tomado em consideracao as duvidas
oceo 1 idas sobre a vrrdadrira intelligeiicij e
devida execucao de algumas providencias de-
cretadas pelas leis que regeir a admiuislraco
da i.wend.i nacional, a liscallsaco e arreeada-
cao de suas rendas, c que em prejuizo da mes-
illa fazenda nacional leu) obstado a lixaco de
umu jui i:.i. ... ... i uniforme Cuntante u
foro, ouviudo s secedes de fazenda e juslica
de ineu concelho de estado, liei por bem de-
clarar c ordenar:
Art. I Subslsleiii em seu inteiro vigoras
disposices emitidas nos litulos 3, 4,5, 7 c 8 da
alvar de J8 de junho de 1808, por forja do dis-i
posto un art. 88 da lei de 4 de oulubro de 1831, j
c art. 310 do cdigo criminal, para na canfor- J
inldadc deilas se proceder no que he relativo
fscalisaco da receita e despea publica, ar-
recadacfio, distribulco c cuiitabibdade das
rendas,
Art. 2." Em especial observancia do tit. 3., I
2." e lit. 7., 9, 10 e 11 do referido alvar, j
o ministro e secretario de estado dos negocios j
da fazenda e presidente do tribunal do thesou-.
ro publico nacional na edrte, e os inspectores I
das ihe.nuranas as provincias, pdero e de- .
vein ordenara prisio dos Ihesoureiros, rece-,
hedores, collcctores, almoxarifes, contratado-
res c 1 dulciros quando freui rcmissns 011
omissos em fazer as entradas dos dinheiros a
seu cargo nos praios que pelas lels e regula-I
lientos llns eslivereni marcados.
Art. 3." Para se cfl'ecluarcn citas pristes!
nos casos do artigo antecedente, u presdeme 1
do thesouro na corte ordenar, e os inspecto-
res das tlicsourarlas as proviucids deprecaro j
por seus uidos s autoridades judiciarias que
as niandciu faser por seus olTiciaes, e Ihes rc-j
mettam as erlldes deilas. I
Art. 4." Esias prises assim ordenadas serao i
sempre consideradas meramente administran- j
vas, destinadas a compelllr os thesoureiros, |
recebedores, collectores ou conlratadores ao
*------.. ..- Mal
vos juros devidos na confnrmldade do art 43
da lei de 28 de oulubro de 1848.
Art. 6. Seos thesoureiros, recebedores,col-
lectores e contraladores depois de presos nao
verificaren! as entradas dos dinheiros pblicos
no prazo marcado, se presumii terein extra-
viado, consumido ou aproprlado os inesmos
ditiheiros, e por consegulntc se Ihes mandan!
formar culpa pelo crlinc de peculaln, continu-
ando a pristi no caso de pronuncia, e man-
dandn-sc proceder civilmente contra seus fia-
dores
Art. 7. No caso em que os thesoureiros, re
cebedores, collectores, almoxarifes, contrala-
dores ou rendeiros, remissos ou omissos nao
possam ser presos por se haverem ausentado
011 escondido, isso uo obstante se promove-
rn contra elles e seus fiadores os sequestros e
mais processos civis competentes para segu-
ranza e embolso da faienda nacional.
Joaqulm Jos Rodrigues Torres, do ineu
concelho, senador do Imperio, ministro c se-
cretarlo de estado dos negocios da fazenda c
presidente do tribunal do thesouro publico na-
cional, assim o tenha entendido e faca execu-
car. Palacio do Rio-de-Janelro, em 5 de dc-
xembro de 1849, vigcslino-oitavo di indepen-
dencia e do Imperio.Com a rubrica de S. M.
o Imperador.Joaquim Jos Rodrigues Torre.
rom manilo das armas.
Quarlcl-gencral do eommando dat armas na
cidade do lecife de Pernambuco, 2 de
Janeiro de 1850.
ORDEM DO DIA.
Tendo o Kstn. Sr. | resllenle da provin-
cia em ollicio de 31 do dezembro prximo
lindo dispensado do cvico da guarnicSo a
guan nacional aquar.lelada nesla cidade,
e addida ao contingento do segundo bala-
Ihfo d carja lore do linlia, delermitu o
l'.xin. Sr. mar. chai commandanto das ar-
mas, que, o Sr. capil3o coinmandaiite do
referido co:itingente njustanlo ns emi-
tas com a iiicsina guarda nacional al o dia
2 do conente tni'Z, para o que cumpre que
organi-e relacoes dos duus das a quelcm
direito ueste mez, a dissolva, cntreganlo
todo o armamento e municOos de guerra,
bem como fardamcnlo para ella receliido 110
arsenal de guerra, e finja entrega do sobre-
dito contingento ao Sr. capito Antonio Jo-
s de Oliveira Fragata, commanilaiite do
contingente do oilavo btalh.lo do cagado-
res que passa a coTiniandar ambos.
Outro sim, tendo psrtido para a corte em
virtude de or.lcm imperial o Sr. segundo
toiiente do quarto batalho de aitilharia a
p Joaquim da Silva Main, que commanda-
va o contingente do quarto batalho de ar-
tilliariaa pe tiesta capital, ordena o mesmo
Exm. Sr. qtieo passe acommandar.oSr. so-
gundo lenle 1I0 mcsiuo baUlli.lo Itazilio
do Amorim Uezerra ; assim como que pas-
se a cominandar o contingente do segundo
batalhSo de nrlilliaria a t oSr. primeiro
lenle desse batalho Ju.l.i Evangelista \e-
ry daFonseca, a quem do mesmo fr en-
trega com a compeleule clrese o Sr. pri-
meiro lente do mesmo balailiHo Angelo
SemeSo ila Silva, que devora eslar promp-
lo seguir quitiito antes a reunir-se ao ba-
lalliSoaque perlence.
Jos i'edro Heitor, ajudanle de ordens in-
terino
EXTERIOR
cumprlineulo de seus deveres quando rrem
omissos, fazendo ellectivas as entradas dos di- .
nheiros pblicos existentes em seu poder e ,
por Isso nao obrlgaro a qualquer procedimen-
10 judicial ulterior. I
Art. 5." Verificadas as prises, o presidente;
do thesouro, c os inspectores das thesourarias
iiiaioirfioans presos um praio rasoavel para
dentro delle ellecluareiii as entradas dostlilos
dinheiros pblicos a seu cargo, c dos respecli-
cipio formavam o direito publico da mo-
narebia, tinliam cessado de ser convocadas.
Um poder que lendia nara se tornar abso-
luto, medilava dcixa-las cair no esqueci-
menlo e para parecer conservar nacSo
um simulacro de garanta, recorreu ao par-
lamento.
Lisongeado desla altribuico estraor-
dinaria que pareca ssoca-lo ao poder le-
gislativo c a achilo poltica do governo, o
parlamento tinha acabado por crer que re-
presentnva os estados geraes em miniatu-
ra ; e entretanto os ministros di coroa, ser-
vindo-se da auloridade parlamentaria, li-
nliam o cuidado do rccordar-lbe a inferi-
ridade real de suas attrbuicOes. Oaqui vem
esses abales perpetuos no exercico de um
toJcr incompleto, cuja competencia incerla
era frequoulemcnte laxada do USlirpaeflo.
Forte com os reis l'racos, fraco com os or-
tes, ora vencido, ora vencedor, tiesta lula
sem cessar oxcitaila pelos impressos do go-
verno, e enrrclida pola resistencia dos
magistrados : tal foi a bistoria do parla-
mento de Pars.
Com ludo, senliores, sem embargo de
Untas fluctuar,es e vicissilmles no exerci-
co de seus poderes, esta Ilustre corpora-
c3o fez immcnsos serviqos ao paz, por suas
reprcscntaqOes lirmes, corajosas, e sabia-
mente medidas ; por sua lula contra o po-
der feodul, conquistando em proveito do
poder central o ultimo recurso, cssa ultima
palavra da juslit; e das leis, que conslitue
a veidadeira soberana ; por seu vigor o sua
perseverenca na defensa do direito publico
e das mximas da Franca contra as preten-
cOes oulr'ora tilo terrives dos ultramonta-
nos ; linalmentn pela sabedora o alia cqu-
dade do suas decises.
lio assim qun a magistratura franceza
se 1.un.ni o objeelo do um respoito univer-
sal, lie assim que ao ladodenossos guer-
reiros, os mais [ilustres vieram collocir-se
essas grandes rae 11 do 111:1 ^i l ;i lu-. Je
cliiincelleres, de prmeiros pres lentes, de
proftiradores-gcraes, o cnnccllieiros que
durante cinco scelos fizeram os povos res-
peii 1 i'em a juslQa e a auloridade, ireixando
do ao mesmo tempo do poder legislativo, e
do poder administrativo.
Ningum poJnr tillrapassar estes limi-
tes sb pena de ser julgado prevaricador.
Finalmenle, diz a constiluicSo de 1791,
osempregos no serlo mais proprielade de
nngu'm. elles no serSo mais vendidos
nem lierdados.
Tal foi, nessa memoravel poca, a con-
diQSo nova imposta ordem judiriaria. Iie-
pols disso sua'organisaijo lem variado em
algumas de suas firmas, mas ella mo lem
deixado de permanecer debaixo da influen-
cia dos gran les principios que presidirn]
a sua rcconstrucQno.
t) impciio souberespeitar as suas ba-
ses. Em vezdeenfraquec;r, ello forlilcou
a InStituicBo ju liciaria pela creac'io das
relaefles. Elletimou enlige magistratu-
ra seus signaos e seus ttulos de prmeiros
presidentes, concalheiros e proouradores-
geracs; mis ao mes 110 lempo que a cerca-
va de um mais vivo esplendor, Nspoleflo
compreliendeu queum granln poder devia
ser dado a doiinislravBo da jostica: elle
concenlrou nos tribunaes impenaes a ple-
niludn da jurisdieo civil e criminal, e den
para isso varias rasas, as quaes se eucon-
Ira de novo a tempera vigorosa desse genio
organisador que imprimi a to las as suas
creacOes tanta frca n dignidade.
a A ordem civil nilo esl constituida em
Frsnca, disse elle em seu concedi de esta-
do ; porque ella nio existe, sendo quando
a jusiica criminal conten cWa um dentro
di rbita do dever. lie sobre ludo nos pa-
zesque lem um poJer militar consideravel
aue convem orgmisa-la forlemento a (im
.1 qne em lo los os lempos, ella embarace
a torrente da frca. (All! senliores que
tirio leri.i elle dito om nutras circumslan-
cias dos paizes em que a forma do gr.veruo
a o abuso da libcrdaile, frequciilemeutc
convertida emlicenc, conserva ni incossan-
teineute as populag^sem agtseflo e p-
dem a ca !n iiislante sublevar as massas ?)
Este ho.iccrescentou Napoleo, o n
devenios dizer com elle depois do tolas as
experiencias que temos feito, este lio o pon
s idades futuras Ilustres modeles, nos to de vista debaixo do qual a reuni,"io da
quaes brllham ao mesmo lempo a elevago justica criminal e da orlem civil so torna
eagravidade dos caracleres, a sciencia e a lneccssaiia. Trala-si da formar grande*
virtude. I. seacliatn nomos tas como oilcorpos, fortes pela consideraefioque d a
de La Vacqueiie, lo Maistrc, de Tbou, Bellio- sciencia civil, fortes pelo sjii numero, su-
vre, de llailsy, Lamoignon, e Malesbeibes, periores nos temores e s cons'uleraces par-
cujo moimeto acabai de ver; e entre os I liculircs, que facam cmpallidecer os cul-
orgilns os mais eloqiienles do ministerio pidos, quaesquor que elles sejam e que
publico, Sajnt-Comsw, 1.a Cueste, Saint-comrauniquemsja enrgica ao ministerio
Marin, Elienne l'asquier, Servin, J. Uig- publico.
non, Onier Taln, Gilbert de Voisins, Joly
de Flcury, d'Aguesseau, l.es Seguier, e ci-
ma de to Jas as grandes figuras do l.'liopilal
e de Matbieu Mole.
A magistratura achava-so na posieTo a
Una cousa entretanto ainda fallava
instituiciJojuiliciaria : eta a inamovibilida-
de. Este grande principio da inamovibili-
da.le, anligamente em vigor, violado por
I.uiz XI, porm logo restabelecilo ; sempre
PHANC.\.
IKSTITUICAO NOVA DA. MAGISTRATURA.
I'restaran do juramento.
(Conclusfio.)
O Sr. procurador geral Dupin, obtendo
depois a palavra, pionuncou o seguinte
discurso :
- Sr. presidente, e mais senhores Neste
antigo palacio, oulr'ora a morada dos res,
convertido mais tarde em templo da justi-
ca, onde ainda agora se mostra a sala de
S I.uiz, e essa grande cmara do parlamen-
to de Pai i, sanctuario venerado, no qual 0a
litigantes nflb pcuelravam nunca sem ex-
perimentar urna sorte do terror religioso,
lem -se visto grandes pompas, solemnidades
magnificas: nenbuma todava que podes-
se, mi (bordo que esln, denominar-se jus-
tamente a Testa da jiislica.
a A ordem judiciara tem sempre oceu-
pado um lugar elevado as inslitnices da
Franca; mas sua organisacSo, suas atlri-
buices lem variado bastante, e porisso
creio que no sera inulil por em relevo seu
verdadeiro cameter, e a | aito que a consli-
tuicSo Ibe assigna culi e os grandes pod-
res do estado.
Quando os res vinhsm oceuparoseu
llirono no parlamento, nos esplendores or-
dinarios da mogistratura ajuntivam-se os
da lealeza ; mas esta pareca nao ostentar
o seu poder, e moslrar-se eiu todo a sua
magestade, senSo para eclipsar o aulorida-
de do parlamento, attrahir seus votos, ou
violenta-lo se Ibe resista, ordenando o re-
gistro dos edictos.
A siluacuo era falsa mira todos ; por-
quanln se o rcl era legislador soberano,
porquo rasilo vinha pedir o concurso do
parlamento? eso este concurso sejulgava
nocessario, porquo nsflo nao se dcxava
<|ue se produzissd livrcmenle ?
Em vez de ver nesle vflo apparalo um
exercicio regular do poder, a opiuiflo publi-
ca era ie Ur/nla a deplorar esta fiQa desen-
volvida no proprio ceio da juslica, assim
como o escndalo dos protestos que vi-
iiliam contradizor os actos, eregislios quo
ronsagravain uu mesmo lempo um acto de
obediencia o um gcrinemdu rebclliOo
laes fraiu por iiiuito lempo a incerte-
za e u imnei (eirjhd de nossas iniiluices. As
assemblas dos estados geraes quo uo prin- [
mais desejavel para cumprir sua missao.! reclmalo romo urna garanta de indepen-
Composla no principio dos mais doulos e.dcncia o de boa adminstracilo da Justina
mais facundos dentro os plebeos, e princi- pelos estados geraes, os quaes allegavam
plmenle dos chele do um foro applicado a que sem ella os juizesno seriain virtuo-
estudos serios, e s regras de urna discipli- sos, nem teriam a coragem precisa para
na severa ; collocada entre as ordens pnvi- ciimprireni bem com os seus deveres. Esta
legiadas, as quies respeitavam sua autori- inamovibildade pronTettida ans juizes do
dade, e a mussa do povo, que ella protega imperio, o sempre differida, foi-lhes con-
contra os diversos gneros de oppressao, a cedida pela caita de 1811. Um instante vio-
magistratura, conforme a observarlo quo lada depois dos com dias, esta regra n;1o lar-
fez o Sr. presidente llenrion de Pansey, Idou ein recobrar o seu vigor ; e em 1830,
contiluia do alguma sorte no estado urna foi mamila com urna sabia lirmeza.
quarta ordem ; que nilo se confunda com A constiluicilo da repblica veio dar
nenbuma oulra, e fazia juslica a todas, lie estas grandes cotwas urna nova saneciio.
assim quo em Roma depois quo os patricios Esta lei proclama do novo que 1 a se-
e o povo abusaran) alternativamente do po- parar.no dos poderes be a priincira coiidi-
der judiciario, elle foi confiado as mios dos Cflo de um estado livre ( art. 18.
cavalbelros, dos quaes se esperava mais
iinpaicialidade, ale poca em quo estes a
seu turno laaibemse corromperam.
Tal lio a sorte de todas as Institulcfies.
Com o lempo a alta magislratura franceza
passou em graudc parte para as elasses dos
A juslica be feta em nomo do povo fran-
cez (art 81. )
Os magistrados sao inamovveis : el-
les silo vitalicios e nflo po lem ser demoli-
dos, nem suspensos, seno por una len-
teinja ; elles nio podein ser aposentados sc-
privilegiados. Alguns cnclierau-sc de or- | nilo pelas causas e as formas determinadas
gulbo, e ambicionaran! litulos differentes pelas leis ( Art. 87.)
dos de suas funeces; tornados pela maior
parte senhores dos feudos, elles deixaram
do ser os liomens do direito commum, o
nfio possuiram mais no mesmo grao a con-
liauca publica. A sabedora dus ancifios da
Corpora^So foi algumas vezes comoromet-
tida pelo fogo, e inconsiderac.lo dos menos
cxpermenlados. O pal lamento alternali-
vamente obsequioso, ccrilico, ora revolu-
cionario, ora defensor obstinado dos abu-
sos, oppondo-se igualmente marcha do
governo, e as reformas as mais desejadas e
necessarias, foi dissolvido em 1771 por um
golpe de estado da realeza, e em 1790 pelos
estados geraes, cuja convocaclo elle mesmo
com oulras esperances reclamara.
a Na grande poca da rcvolucSo, as idei-
as que, lia muito lempo, germinavam nos
espritus, alcancaram o triumpho.
a Todos os privilegios fram abolidos.
A inteira emniieipaeii do bomein e da
trra foi proclamada.
a A nova dvisilo do terriloiio em depar-
tamentos substtuio o espirito de unidade e
de centralstc.no variedado do espirito
provincial.
N3o rcslou mais quo um direito com-
mum applicavel a todos os Francezos, e o
principio da igualdade de todos peraute
a lei.
A canstituiQilo poltica de 1791 estsbe-
lecen em principio que urna dasconJices
da liberdade he a diviso dos poderes. Dis-
linguio-so porlanto o poder legislativo, o
poder execulvu, o poder judciaio.
ic p poder legislativo far a lei : mas nfio
potlera julgar, nem administrar, nem go-
vernar.
O poder executivo governar, o sera
enea 1 'legado de administrar ; mas nao po-
dora fazer a lei, nem julgar.
11 poder judicial io permanecer sopara-i
A ordem judiciara, assio constituida,
be um poder indcpendenle.
Depois de grandes esTorfos feitos para
modificar sua organisaciiu, a le de 8 de a-
gostode 1849 rcconbeceu que mo poda fa-
zer cousa melbor do que manter esta orga-
iiisiic.in em todos os graos de sua hierar-
cbia, com .1 auloridade assignada s diver-
sas jurisdices pelas leis actualmente em
vigor, cuja disposicilo lie adaptada a divi-
so do territorio e concorda coma re lae.io
de no-sos cdigos civil o criminaos.
\ rom decaiialion permanece colloci-
da.no cumecoin seu carcter eminente de
tribunal regulador. He de seu soio que sao
lirados os magistrados encarrogados tem-
porariamente de formarem o supremo tri-
bunal ecomporem parte o tribunal dos con-
flictos.
Assim, senhores, no meio do enfraque-
Ciment geral de muitas outras institui-
c's, a ordem judiciara, longede ver seu
poder restriclo, pelo contraro o v engran-
decido ; sem nada perder de suas attribui-
ces, ella leni-nus visto crescer, o deseu-
>ulver-so.
Moje a juslica do paz se exeice sem
nenbuma excopfilo, sobro todas as partes
do territorio ; nSo ha retiro, nilo ha asilo,
mo ha conventculo, nos quaes ella nSo
tenha o direito de penetrar : olase exerco
igualmente sobre todas as pessoas sem ex-
cepcilo.
< Com elTeilo, debaixo da consliluicao
actual, ningucm um Franca goza do direito
de ter urna conducta o do fallar urna lingoa-
gom superior s leis. Nilo ha ninguem quo
nilo deva dobrar-so debaixo do nivel da jus-
lica j ninguem que ella uo lenha o diroi-
to do ferir o do julgar en materia criminal,
publicamente e com sssisteocia de Jurados
o do defensores, aiulu mesmo os membros
da reprosculssao uacioual, os uiiuislros e
al o proprio chefe do poder executivo, as
formas e nos casos previstos e regulados
pela constiliiicfo.
Una ordem judiciara assim constitui-
da deve gozar no mais alio grao da confi-
arle a publica. Debaixo de um tal redimen,
una nacHo que so submelle a seus juizes,
pode dizer que obedece asi mesma ; por
que cada um he juiz em nome de to lo, em
nome do povoinleiro, romosedizia em Ro-
ma, onde, segundo a expresso do juris-
' consulto Paulo, o pretor no fazia juslica
lenflO srvalo majes/ale populi romani.
I Para o futuro, bem como antes dos
acontec mentes de fevareirn, as funches
judiciarias so exerecram debaixo do sello
!do juramento
Aquello que os magistrados preslavam
prece lente -nenio linao mesmo lempo :--
um*iurameplo de fidelidade pessoa do
I principo -om juramento poltico deobe-
jdicncia 1 conslituicflo do estado,--e um
'juramento gccal do observar as leis do
reino,
llojej nilo lia em Franca principe so-
berano, islo he, inonirch. O chefe do po-
der executivo be o primeiro magistrado da
repblica ; lo los liio devem respailo e obe-
diencia em o nomo da lei; mas ninguem
Ihe presta o juramento pessoal de oboJi*
enca.
O governo de fevereiro suprimi o j-
rame ilo poliliro, e a constiluicilo ( por urna'
disposicilo singular ) nSoo exigi senSodo
presidente da repblica, sem subjeitar a
isso nennum outro funcionario*
Desde entOo al boje a investidura dos
magistrados se tem operado pela simples
leitura dos decretos da sua numMfflo.
Entretanto a propria magistratura de-
sejou mais solemnidade.
11 Cortainenle anda mesmo sem a pres-
tacSo do juramento nio ha um magistrado
amante da justga quo nSo se julgue 13o
peifeitamente obrigsdo observancia de
seus deveres, como so livesso prestado o ju-
ramento o mais explcito.
Mas pircceu aos mclhores espiritos que
este sacerdocio exiga, para sua investidu-
ra, algirna larmaldale religiosa que re-
cordasse ao magistrado, assim como ao reo,
os deveres que a augusta funccilo do fizer
juslica impo quolles que deilas eslSo in-
vesiidos.
A lei de 8 de agosto de 1819 satisfaz a
este vo'.o
Esta lei, como os senhores bem saborn,
foi pieparada no soio da cominiss3o da or-
ganisaQ.lo judiciara, debaixo da presiden-
cia de um ministro, cujo OoracSo chelo de
rectido, deu uestes lempos didiceis, o
exeinplo de dedicarlo o do dever corajoss-
111.....i' comprido.
Confrmeos termos desta lei proposta
naaasembla legislativa por um oven ju-
risconsulto, cujo talento. Mr. O.lilon Ilar-
rol, bom juiz do verdadeiro mrito, soube
reconheeer o distinguir, os membros das
juntas o tribunacs devem prestar o seguinte
ju amento.
Em presenca de Dos e perante os lio-
mens, juro c prometi em minha alma o
conscionria desemiienhar bem e lielmente
as minhas funeces, guardar religiosamen-
te o segredo das deliberares e condu-
zir-mce.n ludo como um digno e leal ma-
gistrado
a Ccrlamcnte esU formula teria podido
proJ11zir-.se com mais desenvolvmento ; el-
la sera mu longo, se so tivesse emprahen-
dido exprimir circiimstanciadamente todos
os deveres do magistrado: foi preciso pre-
ferir una clausula geral, que os comprehen-
le todos, e nesla occasiSo potemos repetir
o que o advogaJo geral Cuy du Faur de P-
brac dsse ab parlamento de Pars: A for-
mula da qual usamos em o uosso juramen-
to be compendiosa. Em poucas palavras
ella nos obriga a muito.
Heais, esto juramento nilo he por ven-
tura urna promessa feta diante de Dos? o
sendo assim nio lem elle seu complemento
no s -nii.liento religioso? Um magistrado
chrislSo, na dslribuigao da juslica, assim
como om todos os actos do suas funeces,
lera sempre dante dos olhos ospreceitos
da sabedora eterna, debaixo da proteccao
Ja qual esta ceremonia veio collocar-se, e
cujas inspiracds acabamos de invocar nes-
la espolia de San-Luiz, to bella aos olhos
da arle; Io respeitavel por saas recorda-
ces, na qual o Sr. primeiro presidente Se-
guier, liel s piodosas tradices de seus
anlepassados, e presagiando o futuro, fun-
dou o que elle denomina om seu testamen-
to urna mina de juslica, a qual deveria ser
aln diariamente celebrada depois que este
oratorio do santo re tivesse sido restau-
rado.
u Ora, he a sabedoria, he a sabedora di-
vina que da este aviso quelles que quereos
entrar na magistratura 1 Se nJo estaes
resolvido a romper com vigor os embaracos
da iuiqudade, nSo procures ser juiz, para
que nflo le deixea influenciar pelos liomens
poderosos, e nilo deixes o escndalo intro-
duzir-se em leus julgamentos.
a lio ella que nos diz Anu a juslica,
vos que julgais a trra ; iustrui-vos, eru-
diminil Nao tacis o que he injusto.
Julgai justamente O V0SSO prximo.
1. He ella li nal mente, he lieos mesmo que
lecomnieuda aos juizes, como causas previ-
logiadas, a da viuva e do orpliao, a do po-
bre e do estrangero.
> E om una democracia, senhores, os
juizes em materia criminal terflo tambem
dante dos ullios esta recominenJac3o do
urna le romana que mereca bem ter lugar
no cdigo desta repblica, ou ao lado da
grande formula: Senaltupopulus qmroma-
us, havia Uiubom o que osdiisloriadorea



&*-r>liwVJf.,-:*-*;tm.' w^wsa:.-!
lr.Mi.dcgomma.lo a plebe, o bedela qoeo
li-gislador rumano fall, qnando di/, nos
juizps: Cuardai-vos de ceder aos viloscla-
mnro* da mullidilo, qur ella vos crie quo
aluolvais um culpado, qu, o que lie anda
l!or, que condcmucis um innocente
* Com ofTciio; si nlioie', i administraefto,.
la justica criminal nilo rxign smenle man-! lio pensarque fra das paxes polticas o
sidiio, equidad. Mugue fri e um grande das agitaros da soc;edado, existe um cor-
respeilo da dermis u do direito dos acensa- po do homons que nlo lem outro guia que
os; "lia quer tambem tima grandc'llrmesa
l'alnia e de carcter, urna applieacflo cons-
tante s ludo manter na ordem, o a fazer ros-
reitr ari mesmo lempo a digndade do juiz
eral autoridade.
Advogados, encarregadosdo nohro mi-
nisterio da deles, as ideias que acabo de
einiltir sflo conformes rom os principios de
vosso eslado : vos couhercls lodos os seus
lroitoa | mas tambem torios os seus deve-
les. Vos, cuja ordem tito antiga como a
magistratura, era todos os lempos se lem
associado sua boa, como sua m fortuna,
a suas desgsacas como aos seus triumphos,
vos tendes direilos a juslas attencoes parle, bem como ella lem riircilo aos vos-
si.s rettpoilos. Km vez de fazer sua tarifa
mais diflicil de cumprir, vos a facilitareis.
Vossabeiuis conservir vnssas nobres Indio*
cocs, vossas leis, vussos usos, eessejura-
ment de advogado, a cujo severo ciimpr-
ineiito esl ligado o esplendor de voss i pro-
liss'o, tal qual a tom praticado aquelles d-i
vossos predecessores e de vossos contem-
porneos que mais se lem honrado ein seu
vxcrcicio.
Admiravel profissSo com effeito, a qual
Lem comprebeiidida e bem nereida, recla-
ma contra a oppressilo debaixo dos gover-
nos absolutos, e faz ouvir at aos proprios
despolas as palavtas de direito edeliber-
lade, equo nos lempos de disturbios e do
anarcliia, urgida por oulros deveres, reven-
dica, em o nomo das leis, garantas d) or-
dem c deseguranc para es penosa para a
execocuji o a fu dos contratos, o resp-ito da
propriedade, dos bons costuines e de tudo o
que se refero religiilo do lar domestico,
i Sr. presidente da repblica.
A magistratura bo roeonlieeida r.o sen-
tiirenlo profundo que fez V Exc. desojar
realcarpor sua presenca o esplendor desta
inauguraclo. Magistrado reparador, in-
vestido pelo sufragio do povo de urna alta
missio poltica no intercsse de urna socie-
dade lio profundamen'o abalada, V. Ble.
tem o direito de contar com o enrgico e
leal concurso de todos os funecionarios p-
blicos, rada um na ordem de seus deveres
e de suas fuucces.
De sua parle, a magistratura, firmada
sobre suas bases, rstranha s agitacoes o
inllueiicia das paxes polticas, exclusiva-
mente dedicada ao culto da jusliea e das
leis, acra para a nacflo inteira um penhor
de preservacto e de seguranca. To los os
seus esforcos tendero para fazer trium-
pbaro boin direito, para conservar ou res-
tituir a cada um nquillo que fr seu : suum
caique. Trabajaremos com constancia pa-
ra conveli** os cidados que b jusliea
do paiz que elle* derem pedir o remedio de
seua niales, em vez deappellsrem dola, co-
mo nos lempos de barbaria, para as violen-
cias individuaes e para a 'orea brutal liin
do darom rasSo a si meamos. Nio ressus-
cilemos as guaras particulares.
A conladoria, auxiliar incancavel do
nossas asscmblas legislativas, continuara
a esclarecer ajudar com osseus trabslhoi
a aceito finaiiceira do governo. Ella nao
ter mais necessidade de ser defendida .'....
Esta nstituicSo, tilo til em lodos os lem-
pos, ser anda melhoi' apreciada hojo que
o estado desgranado de nossas linanca'srxi-
go mais que nunca urna grande severidade
na observancia das regrasda contabilida !e,
ea ordem a mais rigorosa na nianuteucio
dos dioheiros pblicos.
E vos, primeiros presidentes e procu'a-
doresgeiaes que assistis a esla grande au-
diencia, levareis para os vossos Iribunaeso
icflexo Celia ; elle se estender sobre todos
os outros tribnica, e pela maneira pela
qual deslribuirdcs a justica, pela se ven da-
do com que vigiardes sua administracco,
exeni) la de intrigas o pura de to la vena-
lidade, verificareis estts nobres lalavras,
que um dos hoincns mais lanoslos e um
dos mais excellentes jurisconsultos do s-
culo XVI, por um instante procurador-gcral
ao sabir das perturbarles du liga, legou
posteridade como o resultado de sua expe-
riencia e de suas medit eO -s :
Para bisara boccj aos mais audacio-
sos, disse elle, pnra ligar a* ortos aos mais
scelerados, nada lenbo visto, nada tenbo
conhecido de mais forte, de mais poderoso,
de mais eflicaz do que a santa mageslade
das leis,da jusliea e da cqudade.
Terminado que fui esle discurso, come-
rou a prestaeflo do juramento prescripto
pela lei.
O Sr. minislro da justica lena formula
delle, e cada magistrado, a medida que seu
r.ome era pronunciado, em | e rom a nio
eslemlida dizia : Assim o juro.
Finda esta ceremonia, o Sr. presidente da
repblica, levantndose, pronuncia o se-
guidlo discurso:
Seohores. Muilo folgo de mcacba
boje no meio de vos, e de presidir una ce-
rimonia que, reeonstituiudn a magistratu-
ra, restabeleco um principio, que tmenle
um desvali momentneo podo fazer dea*
onbecer. .as pocas agitadas, nos lempos
em que as nocOes do justo edu injusto pa-
recein conlundidas, be til reslabelecer o
prestigio das grandes instituices o provar
que cerlus piincipios enceiiain em ai umi
loica indtsiructivel. He um gusto poder-
mosdizer : As leis fundamentaos Jo paiz
loram renovadas, lodosos poderes do esla-
do passaram a oulraa mlos ; ontrelanlo, no
meio desses Irsnstdrnoi e desses naufra-
gios, o principio da iuainovibilidade da
magistratura pernianrceu em p. Com
elTeilO, as sociedades no se transforman! a
merc das ambicOes humanas: as formas
mudam, a substancia permanece. Som em-
bargo das tempestades polticas que leem
^obrevindo desdo 1815, no vivemos simia
seno em virtude das largas instituicoes
fundadas pelo consulado o pelo imperio;
as dynaslias e as cartas leem passado ; mas
o que lem sobrevivido e o que nos salva be
a religiao, ba oigaiiisaciio da justica, do
scrci'o e da adii.iinslracflo.
Ilonremos, portante, o que be mmula-
gistr.i.lo da repblica, prestar um juramen-
to, Alto he a um liomom que juris lidelida-
de ; mas lei. Viudos nqni em presenca de
Deose dos grandes podares do otado jurar
cumprir religiosamente um mndalo, cujo
cnmprmenlo austero tem sempre distine-
lo a magistratura franceza. lia consolalo-
sua c mcicncia, otitra paixnoque o'bem,
outro lim que fazer reinar a justica.
n Voltatido, senbores. para os vossos de-
partamenlos, levai-lhesa couvcq.Io deque
temos sabido da era das revolucOes, e qui
son.os entrados na ora dos mclhorameulos
que iirevnotn as catastroplies. Applica
com firmeza, mas lan.li ni com a maior im-
parci.lidado as disposic6es lutelnres de
iioss .s cdigos Nlo baja criminosos impu-
nes, nem innocentes perseguiJos, Ha lem-
po, como ha pouco disse, de que aqui-lles
queijuerem o bem se Iranquillisem, e de
que aquelles que tontam substituir suas
opinies e suas paixoes vonlade nacional
se.rcsignoin.
Applicanilo a justica na mais nobre e
mais larga accepeo desta grande palavra,
tereis, senhores, feito muilo para mcrecer-
des a consideraeno da repblica, por quan-
lo tereis fortificado no paiz o respeito lei,
esse primeiro dever, essa primeira quali la-
de de um povo livro. >
Este discurso fui vivamenfe applaudido.
( Journal du Havre e Conslitulionnel.)
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te lir. Jos liento da Cunha e Figutiredo.
30 DE NUVEMBKO.
Odicio. -- Ao a I fe res eucarregado do de-
posito de artigas beldeos, para qun remella
boje mesmo um muppa do arma nenio e
corrame que existo uistribuido pelos cor-
pos da guarda nacional da provincia
Dito. -- Ao capitflo do porto, dizendo-
lliequu ten lo elle cumprido as ordena que
pela presidencia llie fram dadas, mandan-
do cruzar na costa do norte da provincit a
lancha de soccorro, responde ao seu officio
ii. 6C, aiitorsando no l o engajamento
que fez de cinco pessoas para oservicoda
capitana, coai os vencimentos que propoe
euiquanto durar a ConiOissSo da lancha co-
mo tambem prevenio que d'ora em diante
aotorisa para fizei- aqulle engaja.uen-
toquando so derem laes circumstancias,
Dito. Ao inspector da lliesourria do
fazo i
e
rcgulamenlo das arrcmalaces de II de ju-
|hodc18l3.
3.* Todos os materiaes seiflo previamen-
te examinados pelo engenheiro; e, approva-
dos, lavrar-se-lia um termo.
i.' O pagamento do importe da arremata-
dlo realisarrsc ha depoisde cuncluida toda a
obra.
5.a Para tudo mais que no esliver deter-
minado as presentes clausulas seguir-se-
ha inteiramente o que dispoe o regula-
menlo das arremataces de II de julbo de
1813.
Recife, 2* do dezerr.bro do 1849.() enge
nheiro do termo do Hecifo, Jote MameJe l
ves Fiirreira
~"7~,------- ^x=^r^r JKL _.
lleclara^es.
--Acamara municipal desta cidade faz
sessSo extraordinaria no dia 8 do rorrele.
Jos Narciso Camello, juiz de paz em
exercicio do primeiro districlo da fregue-
zia doSS. Sacramento do bairro de S.-An-
tonio desta cidade, continuar a dar au-
diencia as tercas e sextas-feiras de todas
as semanas, sendo das uteis, na casa do
rsteme, pelas duas horas da larde, e est
prompto a despachar todos os das que fo-
rem de trabalho, das 9 horas da man hila ls
l da tarde, na casa de sua residencia na ra
la Cadeia de S.-Antonio, n. 15.
Fel inspectora do arsenal
Para o Aracaty sahe impreterivelmen-
te no dia 10 de Janeiro a sumaca nacio-
nal Cuitla, mestreJos Coucalves Simas,
por seachar com a maior parte ds car-
ga [.rompa : para o restante e passageros,
trata-se com O inestre, ou com l.uiz Jos
de marinlia se conv ida a todos os de S Araujo, na roa da Cruz, n. 33.
individuos vres, ate o numero de
cional Adaiuaatqt; para o reslo
ffa carga, -passageros e escravos a
lete, trata-se com luchado &
i'inlieiro, na rna do Vigario, n.
19, secundo,mi lar, ou com o ca-
pilSona prnca.
Para a Figneira, com escala por Lisboa,
sube com brevidade o muilo veleiro pata-
cho porluguez Uaria & ioaquina, do qual he
rapitio Manuel da Costa e Silva : para car-
ga un passageros trata-se com os seus con-
signatarios, Eraneiscif Scvenano Ha bello &
Eilho, ou com o mesmo capitflo na praca.
Para o klaianhflo, com escala pelo Cea-
r, segu, dentro em poneos das, a velera
escuna nacional Emilia, (ix-Fanella ) capi-
tflo Antonio Silveira Maciel Jnior: recebe
carga para ambos os por tos : trala-se rom o
capitflo na piara do Commerco, ou na lUa
da Cruz, armazem n. 13.
Para o Itio-de-Janeiro vai sabir com
muila brevidade, por ler a maior parte do
carregamento proaipta, a polaca Sofiedadt-
Felis : quem na mesma quizer carregar,
dirlja-se aos seus consignatarios, Oliveira uaen-ws gn
iro.flos&Companhia. de e promptidOo a quem levar na casa sita
na beira dono do Poco-da-Panella, ou na
praca do Commercio a Jos Antonio do A-
fruclo e ha i xa para capim : a tratar na rua
de San-Erannisco", casada Viuva Seve & Fi-
Ihns, confronte o theBtro publico, ou com*
a Exma. marqueza do ftecfo.
Os abaixo assignados dissolveram ami-
gavelmente a sociodado que tinham as
duas vendas na rua da Lingola n na rua da
Senzalla-Vellia, no dia 28 de dezembro pas-
sado, asquaes gyravam debaixo da Urina
de Costa & itocha, ficando o socio lloclla
obrigado por toda a liqudacflo da mesma
lrma. lano do passvo como do activo con-
trahzo at. esla data. Bernardo Rodri-
gue! Cramoso e Coila. oaquim Soa/i di
Rocha.
Precisa se lugar umprelo idoso. que
sirva para tratar de um ou dous cavallos e
tomar conta do urna pequea casa de cam-
po : na rua do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar.
Engommado.
Engomma-se toda a quali Jade de roupa
com muita pcrfeicflo : na rua da Cadeia,
n. II, primeiro andar.
Boa gralifcacSo.
Offercce-se gratific.r com generosila-
5o, que se quuereineinpregar co-
mo serventes as obras do mesmo
arenal c as do melhormento do
porlo, a se eutendercm com o res-
pectivo inspector, o qual, em vir-
tude de ordena do Kxm. Sr, pre-
sidente da provincia, liies garante
a isenco do recrulamenlo, em-
quauto se oceuparem eicctivamen-
tc nessas ob'as ; sendo o jornal a
dar-se de 6'|0 rs. por dia.
Kcparti^ao da polica.
Illm. c Exm. Sr.Fram hontem presos
nesta capital : m intu ordem, o pardo Ela-
vianno, cscravo de Joaquim Canuto de l'i-
gueiredo, por andar fug.lo : ordem do
. subdelegado da rreguezia de S.-Frei-Pedro-
zonda, pailicipando Ihequo foi nomualo Concalves, os llamhurguezes I. Ilermam, |.
imaiala de 1C do cnenle, pan servir inte- Ithelfs, P. ScbeOer, e I. Welle, por assim o
rinaroente no impedimento do secretario
da capitana do porto Anolino Tavares de
\ o- ni, e Antonio das ChagasCaveiio
Dito. Ao mesmo, para que mande en-
tregar to patrflo-mr Ji .Mara do Sacra-
mento a quanla do 38,500 res constante da
folha que se Ihe remelle processada na ca-
pitana do porto, para pagamento da gente
que foi em serviro na lancha desoccorros,
cruzando a costa do norte da provincia.
Dilo. Ao mesmo inspector, declarando-
Illa que os 30 contos de ris viudos da Ba-
ha como supprimenlo extraordinario a re-
quialcffo da presidencia devom ler appliea-
cflo smenle para pagamento da guarda na-
cional que sa ach em servico ; licando as-
sim respondido o seu olliciu de hontem que
st aecusa recelado.
LQmMEtelU.
ALFANDECA.
Itendimento do da 3.....12:250,272
CONSULADO CEIIAL.
i;.'ii.lime ilo do dia 3 .... 1:914,296
Diversas provincias...... 1H,I57
9:058,453
CONSULADO PROVINCIAL
Itendimento do dia 3.....2:354,992
u -. i
ivSovimento do jporlo.
Navios entrados no dia 3.
Uristol 45 dias, barca ingleza lohn-Hu-
lelt, de 299 toneladas, cipitflo W. Turner,
equipagein 15, carga carvflo do|eJra; a
l.e Uielon .Scliramm.
Ass I" dias, biiguc brasileiro Espirito-
Sonto, de 20J toneladas, capitflo Alosan-
dre Jos Alves, quipagem 14, carga sal ;
ordem. Veio largar o platico o segu
para o sul.
l\avii s sabidos no mesmn dia.
Ilauricias Barca ingleza John-Hutett, ct-
ptflo William Turner, carga a mesma
que treuxe.
Ass. Brigue brasileiro Siciedade, capitflo
Claudiuo Jos P.apozo, em lastro de areia.
mmmmmmmmBemmamsa-nn
vel mas honremos inmbeiii o qnL. pode ha-
ver de boui as mudencas Introducidas.
Iluje, por exenijdo, que de todos os | onios
da I-ronca viudea dianto du primeiro ma-l
EDITA L
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimeiilo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
de 20 do corrrnte, manda fazer publico que,
nos dias 8, 9 e 10 de Janeiro prximo viu-
douro irlo i praca, perante O tribunal ad-
ministrativo da mesilla tliesi.lllai ia, | illa
seium ai reinaiii-los a quem ror menos lizer,
os conceilos .la i unte do Cuxaug, sobas
clausulas espeelaes abaixo transcriptas, o
pelo proco de 419,320 rs.
As pessoas que sa propozerem esta iirrc-
matacio, OOmpareom na sala das sessOes
ao sohrudito tribunal nos das cima men-
cionados, pelo mcio-da, competentemente
habilitadas.
E para constarse mandou allixar o pre-
sente e puhlicr pelo liiario.
Sene tana da lliesoiiraria da fazenda pro-
vincial de l'eruambuco, it7 de dezembro de
1849 Osecretario, Antonio lerreira da An-
nunciacao.
CLAUSULAS ESPECIA ES DA AltltE-
katacaO.
I." As obras do concert da ponte do Ca-
SangA serio feitasde conforuiidado com o
orcaiiicnlo aprovado pelo Exm. presidente
da provincia, o pelo preco de 422,210 rs.
2.* As ulnas principiarlo no prazu de dez
dase seiflo concluidas no de tunta das,
haver requesitado o respectivo cnsul; o
Poituguez Antonio Augusto da Costa Cui-
marfles, por haver espancado a sua mulher;
os prelos Antonio e Jos, escravo" de Fran-
cisco Jos Gondim, por corrccco : di do
subdelegado da fregiiezis de Santo-An-
tonio, o Francez Prospero, por ter espanca-
do ao seu compatriota Alfonso de S. Mar-
tin : ordem do subdelegado da fieguezia
de S.-Jos, o preto Joaq.uim escravo de Ma-
Mauoel Ignacio ; Candido Jos Coelbo, por
correcciio ; e Manoel Jos Alves, porcrime
deferimento: do subdelegado do segun-
do districto da freguezia dos Afog idos, Ma-
noel llodriguei de Jess Campello, por ter
espancado a Zacaras Cactano.
Dos guarJe a V. Exc. Secretaria da po-
lica de Pcmamhuco, 28 de dezembro de
1849.Illm. e Exm. Sr. Honorio llermlo
Carneiro Leflo,'coucelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.--O chefe de poli-
ca, Jeronymo lartiniano Figueira de Mello.
Illm. e Exm. Sr. Segundo as parles boje
dirigidas esla repaiiicflo, tenbo de com-
muncar V, Exc. que fram hontem pre-
sos : uiiiiha ordem, o escravo Itabem, por
se adiar bi gando : ordem do subdelega-
do da freguezia de S.-Frei-Pedro-Goncalves,
o escravo Manoel, por andar fgido, o preto
Joaquim, escravo de Manoel de Almeida Lo-
pes, por assim o haver requesitado o res-
pectivo senhor : -ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Jos, Joflo Francisc i de Oli-
veira, para averiguacoes policiaca : i or-
dem do subdlegado do segundo districto
dos Aogados, o.preto Francisco, cscravo de
Antonio Juvcncio, por andar fgido : do
su bdelegudo da freguezia da Vtrzca, Jos
Rodrigues Campello, o Jos Olimpio, sem
quo o motivo me tenba sido declarado.
l>eos guarde a V. Exc. Secretaria da po-
lica uc Pernambuco, 29 de dezembro de
1849.- Illm. c Exm Sr. Honorio llermlo
Carneiro Leflo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.0 chefe de poli-
ca, Jeronymo Martiniano Figueira de Mello.
Illm. e Exm. Sr.Segundo as'paites bun-
io ni o hojo receidas nesta repartigo, te-
nlio de cuuiinunicar V. Etc., que foram
presos : ordem do subdelegado da fre-
guezia de S.-1'rei-Pedro-Goncalves desla ci-
dade, o Inglez Cuilheru.e Washington, e Jo-
s Antonio Fcrnandcs, |or embriaguez:
ordem do subdelegado da fieguezia.de S.-
Antonio, o preto Jacintho, escravo, para
taverigua(0es policiaca ; e Severino tambem
escravo, sem que o motivo me tivesse sido
declarado: ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Jos, a prela Mara, que diz
sor escrava de Manoel Joaquim, por andar
fgida ; c Vicente cscravo, porSUSpeilo de
Crimea ; dosubdelegalu da Varsea, Agos-
t'nlio Jaciull.o, sem deelaraco do mo-
tivo.
Foi recolhido a cadeia desta cidade, o reo
Antonio da Costa Moreira, que me foi re-
metlido pelo chefe de polica da cOrtc, alim
de seguir para a ilha de Fernando, onde
devo cumprir a pena de gales, a que esl
coiidemiiado.
O subdelegado da freguezia de S-Jos
communicoii, que no dia3"ldo inez lindo
liaviam sido roubadas algumas percas de
our.i a D. Constancia llosa moradora na rua
da Viracflo, cuja casa anianhecera com a
feixaJura da torta principal arrombada.
Dos guar.le a V. Exc. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 2 de Janeiro do 1850
Illm. e Exm. Sr. Honorio llermlo Car-
neiro Leflo, concelheiro do estado, pres-
dent: desta piovincia. los Nicolao lleguei-
ra Cosa, chefe de polica interino.
lJara o Itio-de-Janeiro sahe
por estes dias-, por ter a maior
parte do seu carregamento promp-
ta, o bem conhecido e veleiro bri-
gue nacional Bom-Jesus : para
carga e passageros trala-se com o
capilaono caes da Alfandega, ou
na rua da Madre-de-Dos-, n. 3,
ter. eiro andar.
Para a Babia sahe, em poucos das, a
sumara Flor-do-kngelim, mestre Bernardo
deSouza, por ler a maior parte da carga
prompla : para o restante e passageros
Irnta-se com o mesmo mestre ou com l.uiz
Jos de S Araujo, na rna da Cruz, n. 33.
Para as illias de S.-Miguel,
Terceira e Fayal saldr brevemen-
te a esrniKi porlugucza Favorita^
forrada e pregada de cobre, capi-
lo Antonio Jos de Mcdeiros: pa-
ra carga e passageros, trala-se
derontc do Ira piche novo, 6,
com Tliomaz de Faria.
-- Para a Babia sahe no dia 15 do corren-
te Com a carga que liver a bordo a suma-
ca Fldr-do-Anqetim, mestre bernardo de
Souza : quem na mesma quier carregar ou
ir de passagem pode entender-so com o
mesmo mestre ou com Luiz Jos de S Arau-
jo, na rua da Cruz, n. 33.
Vende-se a bonita barca
franceza yleyon, de lote de l8o
toneladas, de presente ancorada
defronte do trapiche do Angelo,
lado do norlc. Fsta barra foi cons-
truida em 1847, e be de urna mar-
cha muitosuperior,sendo por is-
so prtpiia para qualquer especu-
larn que requeira promptidin,
por estar provida de um tudo c se
adiar proaipta a seguir para qual-
quer porto. Ospretendentes diri-
)am-se ao capilo a* bordo, ou a
casa dos consignatarios, li. l.as-
serre & Companbia, para tratar do
ajuste.
Para o Cear.
0 biale Ligeiro, pregado e forrado de co-
bre, por j ter parto de seu carregamento
engajado, para o .rosto trala-se na ruado
Vigario, n 5.
Vende-se o brigue sueco lohn-Johnston
de primeira marcha, forra lo o encavilhado
de cobre, e prompto a navegar para qual-
quer parte, de lote de 210 tunela las e de-
manda 13 ps, carregado: quem quizer ver
dirija- se a bordo ou a fallar com os consig-
natarios C. J. Asttoy & C.
Para Marseille pretende sa-
bir ale o dia i5 do coi rente a mui-
lo velera barca foncea Achule .
recebe pnssageiros smenle, para
oque tem excellentes commoJos :
os prclendenten dirijam-se a> s
consignatarios da mesma, I!. Las-
serre & Companbia.
Leilu.
.kviso martimos.
i'ara o llio-de-Janeiro sc-
;uiiformo delermiuam os arts. lo e 11 dlguo cm puuto-- das O brigue 110-
-- O capitilo Andrea Prevo continuar,
por intei vi-iicio do corretor Oliveira, em
presenca do Sr. cnsul sardo, e por conta
e risco de quem pertencer, o leil3o dos sal-
vados da barca sarda Giusseppina, encalbada
no lugar denominado Mara Earinha, con-
sistindo no veame em bom eslado, masta-
ros, vergas, bote, lancha, e de mais artigas
da dita baroa, os quaes no poderam ex-
por sea venda om 3 do crranle por falta
de lempo : segunda-feira, 7 docorrent, *g
as 10 horas da mauhua, no trapicho da Com-
pa nliia.
1 1 ujo, um escravo da Costa, o qual desap-
pareceudo Poco-da-Panella no dia 31 de
dezembro do anno prximo passado s 5e
meia horas da manhia, lomando a direccilo
para o sitio do Dr Lopes Nolto, caminho do
Arraial, etc., etc.: o escravo tem os signaos
seguintes : 20 a 22 annos, falla pouco por
ser bruto, altura o corpo regulares, caru
comprida, olhos grandes, beicos grossos,
buco sahindo com grande forca, peito sur-
cado, em o qual tem urna costura de um
taiho o p dajjcavicula, hombros para tras,
anda com o corpo para um lado e para ou-
tro, sen lo este andar natural; lem tambem
no corpo alguns restos do sarnas secos; o
pretochams-se Ali, eos signaes da roupa
silo os seguintes : chapeo novo de pal ha fina
e branca,destes chapeos que cusam duas pa-
tacas a dous cruzados, chamados chapos
da America, o qual tom na aba urna nodoa
parda, carniza de algodflozin'.o branco, sali-
do esta nova porm lavada e com as man-
gas compridas esem punhos, cal^a nova de
algodaoziuho de lislras branca e azul, la-
vada, sendo esta calca feita de pregas e
com boleo ao lado ; lalvez tambem traga
comsigo um coheilor branco de algoJlo-
zinho grosso. A forma de trajar he a se-
guidlo: andar n da cintura para cima,
trazndoa carniza ora sobre o hombro, ora
vestida sem aboloar o collarinho e ora por
c 1111 da calca.
- A pessoa que pretender alugar um se-
gundo andar e sdtflo de um sobrado sito na
rua da Ponda, dirja-se a rua do Calinga,
luja de miudezaS de Jote Alves da Silva
Guimaraes, que achara com quem tialar.
Costa & Albino, com leja de fazendas
sita na rua doQueimado, n. 42, fazem sci-
cnte ao respeitavel publico, e com especia-
lidade ao corpo de comnieicio, que teem
amigavelmenio dissolvido a sociedade que
tinham em dito estabelecmento at Hnsde
dezembro prximo passado, ficando o se-
gundo socio com a casa, e ambos ohrigados
pelo passvo contrahido at aquella data.
Recife, 2 do Janeiro de 1850.Jos Joaquim
da Costa.Albino Jos da Silva.
Na rua da Cadeia de Santo-Antonio, n.
13, no primeiro andar, se dir quem tem
um negro de 30 a 35 annos sem achaques,
muilo rubusto, e proprio para servico
bracal.
Jfe Chapeos do so! jfe
Rua do Passcio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimenln destes ohjerlos de todas as c*
res a .nulidades, lauto de seda como de
panulnho, por prreos commodns ; ditos pa-
ra si iihoras, de bom gosto : estes chapeos
silo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de relroz. Na mes-
ma casa se acba igual sortmei.lo de sedas,
e paniiinhos imitando sedas, paracobrirar-
inaces servidas : lodas estas fazendas ven-
dem-se a porcSo o a retalho: conrerlam-se
quaesquer chapeos do sol, tanto de basteas
de ferro como de balis, assim como umbe-
las de greja : tudo por preco commodo.
& DEPOSITO GERAL m
9 do superior rap areia-prsta S
$ da fabrica de Gantois Pai- 9
l/iei&c Companhia, na Ba- J*
hia.
Avisos diversos.
O advogado Ibiapina con-
tina a^ter o seu escriptorio na
mesma c.isa da rua do Calderei-
ro, n. it), primeiro and;Wv
Aluga-se um sobrado de um andar, si-
to na rua do Seve, com commodos para nu-
merla familia, eslribaria para cinco ou seis
cavallos, cochena, quarlos independentes
para criados, cacimba, ele. etc. : tambem
se aliigu na niesina rua tuna pequea casa o
sitio com parreiraes, algumas arvores du
Domingos Alves Uathcus, agente da t*
fabrica de rap superior aroia prela 9
e meio grosso da Baha, lem aberlo o
seu deposito na rua Cruz, no Itecife g}
4 U.52, primeiro andar, onde se achara |
(? sempre desie excelleutee mais acre- 4
kj ditado rap que al o presente se tem 4
ir: fabricado no.llrasil: vende-se em bo- #
.) les de tiniii e meia libra, por preco ">
fe mais commodo do que em outra qual- >
fe quer parte. >
i
Aluga-se urna casa no Cacbaug para
so passar a festa, com estribara e coebeira,
por preco commodo : na rua Nova, n. 63
-- 0 abaixo assignado declara a seus cre-
dores quo a venda da rua da Praia, n. 82, na
qual tinham sociedade Anuda & Compa-
nbia, passou a pertencer a companbia Ma-
noel Jos de Mallos, lican lo o dilo Mallos
suhjeito a pagar as dividas a praca da mos-
ma sociedade, que foram feilas al 19 .lo
d-zemlii'o ilc 1819, de cujas dividas o ah i-
xo assignado se responsabilisa pela falta
que possa haver. Jos Ignacio de Arruda
Na rua do Queiiusdo, o. 14, segundo
an Jar, se dir quem d diuheiro a premio.
Na mesma casa su vendom varias oiiras du
ouro.
Prccisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na rua do Itangel, n. 53, so-
brado.
A casa commorcial debaixo da firma
tliiar lo Itolli licou di.-sulvula desdo o dia
primeiro de Janeiro do 1850 em dianle, o a
liquidar1.!! do activo c passvo desta casa
enlrcguo an Sr. Auguslo Mauge, a quem sa
passou proruraro baslaulea csso respeito.
Quem levou da lojl de Jos Piulo da
Toiiseca e Silva, na rua Nova, u. 11, as
amustias de bico, qucia ter a bundade de
as ir restituir.


I
V
;a
!
3
i
atai.
Antonio Concalvcs Ferreira, embarca
pin o Rio-Grande do sul, a escrava do nc-
molgnez.
-- Precisa-se do um ou doiisraprcnd7cs
forros o captivos, d boi conduela, para
prenderen! o oflicio de laloeiro ou funilei-
ro : quem pretender, dirija-so ra das
Cruzes, loja n. 33.
Precisa-se de offlciaes doall'aiale: na
ra Nova, n. 18. Na mesma rasa vende-se
um par de adragonas para offlcial da guar-
da nacional.
Preci^a-sn alugaruma ama para o ser-
vico iplerno deuoia Casa e comprar: na
ra do Queimado, n.46.
Nodia 2 do crrenle fugio um prelo
canoeiro com os signaes seguintes: chama-
se Caetano, de nacflo Cabunria, estatura re-
gular, edrum pouco fulla, cara redonda e
picada das bexigas c pouca barba, tem um
..igual de caustico rio lugar do vazilho, he
quebrado da virillia esquerda por onde po-
de ser bem condecido, representa tor de
idade 25 a 30 annos : roga-so a todas as au-
toridades policias e pessoas particulares o
apprehendam e entreguem-no na ra do Ro-
sario larga, o. 18, que s gratificar cura
geirerosidade.
Agencia de passapoirlcs.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, por commodo preco, o preste-
za : na ra du Rangel, n. 57, sobrado.
Jos Antonio de Parias Couto, Portu-
guez, vai a cidade da Baha.
Joaquim Jos de Santa-Auna Barros
faz scienlo aos pais de seiis alumnos, e
igualmente ao respeitavel publico, que
abro a sua aula de primeiras letlras, nodia
7 do correnle, na ra da Cadeia .do Itecife,
ii. 8, segundo andar.
O secretario da irmandado de N. S. da
ConccicSo dos militares, por deliberadlo
da mesa, segunda vez avisa a lodos os ir-
uflos para que comf-arecam no dia 4 a
correnle, s 4 horas da tarde, no consistorio
da mesma irmandado, alim de so eleger o
novo presidente, como determina o titulo
5." artigo 18 dos estatutos que regem a mes-
ma irmandade.
Aluga-so iretade do armazem do pri-
meiro becco da Camboa-do-Carmo, pelo
preco do 4,000 rs. mensaes : a tratar no
niesiro armazem.
Aluga-so um sitio na Soledadc, com
l.iim sobrado, jardim, cacimba, tanque
para banho, pomar de larangeiras e murtas
fruleiras de diversas quididades : na ra
do Hospicio, n. :M.
--. O abaiso assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, e com especialidad ao
con o de commercio que tem associado a
sua loja sita na tua do Queimado, n. 42, a
seu caixeiro Silverio Jo> Pereira Borges ,
sendo a firma gercnle de Albino & Silverio.
Albino oti da Silva.
~ Precisa-se deum rajaz que tenha boa
lellr, cal inesmo entenda de eschplu-
laciio : na ra Novo, aru.azem n. C7.
--Obacliarol Anlonio Aunes' Jacome Pi-
res propc-se a advogar, e recebe as pes-
soas qne se dignarem procura-lo a quil-
querhora.no primeiro andar do sobrado
ii. 14, no pateo da matriz do S.-Antonio.
Caetano Meudcs da Cunta Azevedo en-
carrega-s de comprar e vender escravos,
mediante urna commissito rasoavel, para
cujo (ini proinelteempregar toda activida-
de no melhor desempenho dessa tur.-l'.i : os
pretndanles o acharSo pror-jplo na casa
le sua esideiicia, na ra da Alegiia, n. 6,
no bairro da Boa-Visla.
-- Prelcnde-se comprar urnas torras em
lleberibe-de-llaixu, ptrlencenlo au Sr. So-
bastio- da Silva Braga : quem se adiar com
algutn direito em dilis trras por qualquer
titulo annuncie por esta folha uestes oilo
dias.
Prccisa-se do um rnpaz do 12 a 14 an-
nos, para caixeiro de venda, preferudo-se
os de fra da capital, o qued fiadora sua
conducta na ra da ''adeia-Velha, n. .43
Na ra das l.arangeiras, n. 15, lava-se
e cngooima-sc com asseio, muilo prumpli-
dilo c prego cummodo.
lkassaportc.
Tiram-se passaportes para dentro e fr
do impeli, correm-se folhas, despacham-
se escravos c liram-so ttulos de residencia
para sempre : para este fim procura-se na
praca da indepeiidcucia, livraria ns. C e 8,
e.na ruado Queimado, a. 25, loja de iiij-
dezas.
Aula q

au
ftJ
la provincia, como tenciona, sem primeira- les eollecces coiinl'.'t.v, c>nvidi-so aos
primeiras
leras.
Vicente Ferreira da Cruz declara ao res-
peitavel publico, e em particular aqs pais de
seus alumnos, que a sua aula de prjrmiras
letiras u grammatica purlugueza aclia-sc
iilicrli do din 9 .'o corronto em vanle, mi
ruaVelliB.n 32, ondeo poderflo procurar.
tlii.bilina \S an le ley Peixoto avisa aos
pais de suss alumnas o a quem couvicr que
nodia 14 do crlenle (Slar aberta a sua
aula no segundo andar do sobrado da es-
quina do buceo do uvidor, na ra da Ca-
deia. IVIu bom acolliimenlo que tem litio
a sua aula, o para progicsso de suas alum-
nas, 111 leude dar urna nova forma ao seu
eslabelccimento, nsinando-so n3o s a
ler, escrover, contar, arithmelica'u grm-
niaiica da lidgoa nacional ; bem como lia-
vera medres do danca, msica vocal c pia-
no, geographia, francez edesenlio; priiniet-
te se toda actividade, tanto para adianla-
nienlodo ililas di.cplinas, como adminis-
trando as suas discpulos ir: a educado
fundada na moral, o assnn inspirar-Ibes a
pratica das vil ludes inherentes s suas ida-
des. Itecebem-so pensionistas, uioias-peii-
sinnislas o externas as pensionistas ensillo
du primeiras letlras e comedorias 20,000
rs mensaes; meias-pensiuulstas 10,000 rs.
e externas 2,000 rs. As pessois que quizo-
rcui n.ulncular suas (lillas pJeru cnlcudc-
rem-so com 4 mesma professora no dia 12
do crrenlo : os estatuto. estanlo pa leu tes.
-A viuva do Canuto Jos Vellozo Silveira pedo aos Srs A. R. de M. B. F. F.
Torios queiram vir resgalar os seus bulle-
tes de elmlos que turnaram ni ven la de seu
fallecido mal lio ou o nilo llzcrcm, terflu
de ver seus noiuea por extenso, e de seren
o depois chamados ao juizo competente,
purque j se tem cnsalo com poiUdores,
e inlo tem sido ponftvel obetercu se nflo
venha umanli.la e venha mais tarde, etc.
I'i t-cisa-si! de um caixeiro para entre-
gar pilo a una freguozia com um prcto ; na
padaria do pateo da S.-Cruz, o. C.
O Sr. Joau Ai.Ionio de Paulo Rodrigues
queira ler a boudado de se uiio rolirar des-
ment! pagar una lellra que nao iluiora, de
40,000 rs. vencida em 7 do outubro do an-
uo passado, tendo sido aceita a ordem de
Jos de Almeida Rarreto Bastos, e por esto
endocada a outiem.
--Aluga-ss um sobra lo de um andar o
soflo no becco da Camboa-do-Carmo, indo
da ra Nova primeiro becco r a tratar na
venda da entrada do mesiiio becco.
Alexandre Josl'ereira faz publico que
Manoel Ferreira de Araujo Castro para n.lo
pagar una lettra de sua finada sogra, Mara
Jos da Coneeicao, proenrou loda a quali-
dade de falsidados nos autos que Ihe ino-
veu, os quacsestSn decididos por tolos os
tribunaes at pelo Rio-de-janeiro, e na
cxocucSo veio com nutra, quo tainbom do-
cahiii, e para demorar a appell-ico, frojou
de novo urna lettra feita por ello e aisigna-
dacom data de Janeiro de 1810, do 2 2(0/
rs.., com espera deoito annos, dizendo que
era debito da Tallecida, guando ella um
seu testamento declamu o que devia, e fi-
nalmente tempo aquelie que a fallecida era
viva e sabia escrever, e tempo tambnm que
elle a eslava demandan lo e mal com ella ,
pelo que ha de ser denunciado seguirlos
le. t
Precisa-So alugar urna preta para o er-
vico interno o externo de urna cas* de pou-
ca familia, dando-se-lho o sustento, o que
seu senhor se responsabilisc pela uiesoia :
na ra de Ilutas, n. 54. Na mesma casa
vende-se urna cal lena do follia que pega 6
arrobas, propiia para derreler sebo, e urna
Irempe grande do ferro : ludo por prego
commodo.
-Os abaixo assignados dissolveram ami
gavclmente a snciedade que linham na bo-
tfca da ra da Cadeia-Vclha, n. 3, que gy-
rava sb a firma de Pimenta & Cruz, lien
do de ora avante o activo e passivoda dita
botica a cargo do ; rimeiro assigna lo.Ite-
cife, 2 de Janeiro de 1850. Antonio Jos
Pimenta. Joaquim ilarlinho da Cruz or-
rela.
Aula de navegacio.
Agostinho Fernandes Calan lio de Vas-
concellos eusina navegado pratica, e a
theuiica indispensavel para o conhecimen-
to e demonstradlo dos principios em que
que se bazeam as regras praticas : no largo
da Assembla, casada esquina da ra da
Lapa, segundo andar.
Ini mianlc descoberta
para os denles
M. S Mawson, cirirgiffo dentista, chega-
do ha pouco de Inglaterra com destino aos
portns do sul, pelos poucos dias que tem
de demorar se aqu, oiTeroce seu prestimo
a aquellas pessoas que precisaren) dos soc-
corros de sua arle: para o que podo
procurado no Hotel-Francisco.
Firmino Uaplista Hibeiro,
tendo de relirar-se para as provin-
cias do sol a tratar de sua sarle,
roga a todas as pessoas que se jul-
garem suas credoras. que hajam
de, no prazo de oito dias da pub-
racao deste, apresentarcui suas
con tas na casa de sua residencia,
na ra larga do llozario, n. 28,
primeiro andar, afun de seren em-
bolsadas ; adverlindo, porm, que
depois deste prazo serao conwde-
radns invalidas quaesquer contas.
- Na ra das Cruzes, n. 35, segundo an-
dar, eusinam-se meninos e meninas a lr,
escrever, contar, arilhmetica, grammatica
da lingos nacional: promctln-se a maior
actividade, tanto para o progressn do ditas
disciplinas romo para a pratica de hons
coslumes. Na mesma aula tambera se re-
cebem pensionistas.
-- Precisa-se de una ama de leilo forra
ou cnpliva : na ra Direila, n. 112, primei-
ro andar.
. Prccisa-se alugar um homem forro ou
esciavo, que entenda de cozinba, para urna
cas de pouca familia : na ra da Cadeia do
Kecife, loja n. 41.
Aluga-se para ama secca unr.a preta
mu, i, a qual sube fazer o sei vico interno
do urna casa, preferindo estrangeira : na
ra lia Cadeia do Recife, n. 24.
ainanles la iiisi-'.:r i a cnucorrorem para
a sua extraerlo, visto como be este jornal
de tanta importancia.
Assigna-se na ra da Cadeia do Itecife,
loja de ferragem de JoSo Jos de Carvalbo
Mora es.
O prego da assignatura be :
Por um anno, dinhoiro vista 6,400
Por sois mezes, dido dito. 3,200
Charles Chapront, relojoeiro francez,
ra Nova, n. 32, concorta rclogios do to las
as qualidades com milito cuidado e muita
pcrleie.fo, assim como vende relogios pa-
tentes, muilo superiores.
Nova loja de jazendas e modas
francezas, no Alerro-da-]\a-
f*ista,. 12.
Madama Ancelle acaba de esla-
belecer-se no '\ ferro -da- Boa- Vis-
ta, n. i a, com urna loja de Duen-
das e modas francezas, na qual os
compradores encontraro o que ha
de melhor e de mais apurado gos-
to inq'.olle genero. Ali aclia-
rao o mais rico sortimento de
chapeos de seda, de palha, com
flores ou pennas para senhoras ;
Invas de pellica, seda elinlio, tan
to p8ra homens como para senho-
ras ; ricos manteletes ; fitas paro
chapeos ; lencos de cassa borda-
dos ; chapeos e bonetes de monta-
ra; collai inlos e pininos para
montana ; manteos de cassa bor-
dada e de rendas prelas e bran-
cas ; blondes de sedi ; rendas e
bcos de linho ; touca. para bapti-
sados ; lencos de cambraa de li-
nho bordados e com vinhetas ; ri-
cos avenaos de seda ; vestidos de
cassa orientnl ; ditos de garca pa-
ra bailes-, franjas e enfeites para
vestidos e manteletes lencos d.
seda para homem ; grvalas pelas
c de cores ; a mais escolhid > per-
fumaria ; vasos e oulros objectos
de porcellana do mais elegante
goslo ; esponjas; escovas ; pen-
tes; espelhos ; ricas m'eias para
homem ; meias para meninos ; ca-
rnizas brancas e ds cor ; bonetes
Os abaixo assignados scien-
tilicam oo commercio desta praca
que, (iesdeo i." de Janeiro de 185o
em (liante, dcixa de ser socio da
firma liveita IrmSos &c Compa-
uhir o Sr. Jos de Oveira a Jlel-
lo, boje resi.lente em Lisboa. I'cr-
nninbucu, 3 c de dezembro de
j84q Oliveira Irmas Se C.
O Sr. Antonio Pereira Pin-
to de Feria v ou mande ao Ater-
ro-da-Bda-Vista, n, lo ; do con-
trario, sedir por esta follu por-
que he chamado.
Alugam-se por pceo rasoavel
o sobrado, e loja da ra dos Quar-
teis, ii, io.: a tratur no Aiondego
com Lj G Ferreira
~ Manoel Ignacio da Silva Teixeira par-
ticipa nos seus fregueaos que Ihe fazein u
obsequio demandar buscar o pilo no seu
deposito iia lrvcssa da Madre-dc-l)cos, n.
>, que lem resolvido uiar.da-lo todas as ma
llhfias com um poitador a entregar as ca-
sas daquellcs que assim o quizerem, podeu-
do mandar dizer no referido deposito as
suas motadas o qualquer cousa que quize-
rem alui do pito ; como seja bolacha, bo-
lachinha de agua o sal, doce, regala e caf,
quo llie ser Ioncenlo pelo niesino porta-
dor, ogundo suas eiicommondas.
O Sr. Jofio Cypnaiino llaugel queirai
ler a boiidudo de apparecer na ra da Ca-
deia de S.-Antonio, p:ra decidir sobre cer-
ta coiita que 8. Me. receben.
A poca.
Aos seuhores assignantes d; sie jornal se
faz coilo e igualmenle ao respeitavel publi-
co, que nci.lia de chegar r!u Lisboa a couti-
nuacSo dos uuineos deste jornal at o nu-
mero 52; e como lenliam ebegado dill'eren-
para homem e meninos ; ricos co-
frezinhos para perfumaras ; orna-
tos para hito, de muto bom gosto :
cbicolinbos de montara, tanto pa-
ra homem como para senhora
bengalas de unicoruc e de outras
qualidades ; ricos suspensorios ;
chapelinhos deso para senhora,
do mais apurado gosto ; e outros
muitos objectos Todas estas fa-
zendas saochegadas pelos ltimos
navios francezes Na mesma loja
se fazem chapeos de todas as qua-
lidade e toda a especie de ornatos
para senhoras ou meninos : tudo
ist segundo o melhor e ultimo
gosto, visto como a sua proprieta-
ra eng-tjcu urna das mtiis peritas
modistas, chcgidas ltimamente
de Pars. As pessoas que para taes
objectos ella se drigrem serao
servidas com a maior promptidao
ede mancira a ficarem satisl'eitas.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que tem associado sua
venda sita na ra Un Cruz, n. 62, no seu ir-
inSo Anlonio Francisco Martina, sendo a
firmn gyrant* do Martins & IrinOo. Ma-
noel Francisco Martini.
Perdouse no da 26 de dezembro, da
Trempe ale ao sahir no pateo da Santa-
Cruz, um allincto du brillianles: quemo
acbou, quorendo entrega-lo, dirija-se ra
\nva, n. i, que ser generosamente re-
com cnsa do.
No sitio da Trompo precisa-se alugar
prctos e> protas para servir no mesmo sitio
Tambero terceira vez su avisa a quem fr
dono de uns cntenos que cntraram pelo
fundo do roesmo sitio e se acliavam des-
Iruindo a horta o macaclniras, os quaes,
sondo botados para fra tros vezes, conti-
nuaran) a enlrar, e por isso fram amarra-
dos e se participa a quem fr seu dono, que
os v buscarepagar a despeza que teem fei-
to.pois ha mais do ISdiasquealli seacham.
lima pcssini habilitada e que por mu-
tos anuos se tem dedicado ao panino da nio-
cidade, prnpOe-se a ensinar grammatica la-
tina,dando dnas lices por dia, e peice-
bend'o a gralilicacfln mensa I de 3.000 rs.
por cada alumno: tambeni leccionari rlie
lorica e geographia prcebendo a gratilici-
cao de 4,000 rs. : na ra Direila, b. 120, se-
gundo andar.
-- Precisa-se de urna ama forra ou esca-
va, para servir em uina casa de familia : na
ra Direila, n. 120. segundo andar.
Firmino UaptisU Itileiro, Urasleiro,
ielira-80 para ns provincias do sul a trutai
de seus negocios.
Precisa-se de um bom cozinheiro, for
roou captivo: na ra larga do llozario,
u. 31, lioliquini.
Modas francezas.
Madama Thoard, com loja do modas, ra
Nova,ii. 32, recebeu um s uiiinento muilo
rico de chapeos de soda, de escoinillu, d
cima, de lil ede palha, todos de muto bom
gosto ; chapos
para senhoras. Mamada Thoard faz sempro I pregados civis, ecelesiastc/M, militaros, ad-
onfeilosconi muito goslo, e na ultima mo-la luiuittralivose a nomenclatura de lodosos
vestidos para bailes e casamentos ; cha- (estab-lecinientos faliris, iiercinlis e indus-
pos; 1/ metes de moutilia ; rOupOSI; paul | triaos, ao quaLae adicionou um resumo es-
de meninos ; vestuarios du meninos, o lo-1 Utislico da cid ule do Itcaife ; a donioiislra-
dososeufeiles para senhora. cio das fregue/ias, termos e municipios das
.'.. OlQQQ^OOQOOO I comarcas da provincia c liml nente a label-
ts I la do iiasriincnto o ocaso do sol para regn-
lar.'.oiitodnsrologio.:, crfanlsadi pnloex-
cellenle pillo Portugal, de saudnsa lem-
branca.
Lotera Ro-dc-
Janeiro.
As 20:000,000 de rs.
, loja se mosra alistada 51.* lotera da Mi-
/',si soricordia.
0 Alugam-se e vender-se as vorda- 0
/^ deiras hisasdo llamburgo : na prai^a
j da Independencia, n. 10, ao voltar ,,
;vj para a ra das Cruzes. p\\
Jos Soares ele A/.cvcdo,
prolessor da lingoa francez-i no ly-
ceu, temabertoem sua casa, ra Wa praca da independencia, n. 4, ven-
, St ,,. : dem-se l.ilhetes, nicios, quartns, oitavos e
do Hozarlo larga n. b secundo, vigsimos da 8.* lotera a i.enelicio do thea-
andar, um curso de I'iiu.osoihi\ e!lr"de San-Pedro-de-Alcantara. Na a
oulro de Lingoa Frsncba
pessoas fine deseiarcm esludar uma I o i c
' Vi- I aalsa-parnlha de oands
ou Otilia (lalasdisciplinas, poc'em pararernover e curar radicalmente todas
dirigir-se indicada residencia a as onfernudades qu procedem da impu-
nunlnuer linrn I "" dosangue.ou habito do systema.
quaiqiiLi nor.i. Esta niolicina est oporuMo constante
Manoel Ignacio da Silva Teixeira, dono
da anliga padaria de urna s porta, acha-se
agir na loja dcbaixo do sbralo junto
mesaia podara,n. 10C, tendo fechado aquel-
la porta, aoiiile oonliuui a fabricar,alin do
icellente pSo de forma antiga c l'rovcne,a,
liolaclii fur^da do difTorrnlcs aiianlios, bo-
lacbiuha doagoa e sal, e doce intitulada re-
gala, lulo di mollior farinlia, bolachas de
lamillas mais baixas para vendas e para o
malla pelos precos oorrontes, cafe ni ni lo, o
melhor que Id posafVel o sam mistura, ca-
vada torrada o e:n grito, caf em grSo, bom
cha hysson, assucar refinado e em caroco:
tudo o melhor possivcl o prego comino o.
engenhei-
ferro, mu-
DOW.MAN & MC. CAI.I.UM,
ros macliinislas e fundidores de
respetosamente aiinunciam aos Sonhorcs
proprietanos de engcnlios, fazeudeiros, mi-
neirog, negnciaules, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimenlo
de ferro movido por machina de vapor con-
tina om efTeclivo ezercioio, e se aclia eoin-
plotamente monlado com apparelhns da pri-
meira qual dade para a perfeita confocgSu
das maiores pegas do macbiiiismo.
Habilitados para emprebnnder quaesquer
obras da sua arle, llowinan & Me. Callum
desejam mais particularinente chamar a
altnnQio publica para a sseguinlcs, por
terem dolas grande sortimento j proinpla,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas om paiz rs-
trangeiro, tanto em proco como em qua-
lidmle das malcras primas o mito d'olua,
a saber:
Machinas de vapor da mclhorcontlrucclto.
Mociiilas de caima para engenhos do lo-
dos os lamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e sorra
(ias.
Manejos indepondeutes para cavallos.
Itoilas dentadas.
Aguillies, brouzns e ebumacciras.
Civil!,Oes e parafusus do todos os lama-
nhos
Taixas, pares, crivos o boceas do forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a man ou
por animaos, e prensas para a dita.
Chapas de fogilo e furrios de farinha.
Canos de ferro, tornatrs de fono o de
brnnze.
Bombas para cacimba c de repudio, mo-
vidas a man, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchos o macacos.
Prensas hydiaulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, curros c obras pu-
blij.is.
Columnas, varandas, grados e portees.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de m3o c arados de ferros.
&c &c.
Alora da superioriade das suas obra?, j
oralmente reconhecida, llowman & Me.
Callum garanten) a mala exacta conformi-
ladccomos moldes o dozenhos remollidos
pelos Seuhores quo so dignarem de l'azer-
Ihes enciiiiiiiien las, aproveitandoa OCCasiSo
para agr.ulecernin aos seus numerosos .uni-
gos e froguozes a preferencia com que teem
sido por viles honrados, e assoguraiii-llios
que nao polipario esfoieos e diligencias
para continuaren! a merecer a sua cmf-
anca.
I). \V. Ilaynan, cirurgiSo denlis-
la, na ra do Trpiclic-,\ovo, n.
I -y U, rrapiloamente informa ao
publico qu", pelos seus muitos afuere*, se-
r obrgado a doniorar-se mais algum tem-
po nesta ci.lndc, antes de sua relira la para
os Eslados-IInidos, o ofTcrrce sou prestimo
para toda qualidade de operaces dentaes,
pera por denles novos, tanto singlos como
dentaduras inteiras, chumbar denles com
ouro e prata, conforme as ultimas deseo-
bertas nesla tora.
mente curas quasi incrvais de molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas Indiadas, n>*rvos incolhidos
o os oss'-s meio arruinados, dCOU restabe-
lecida com lola sua aa le e fkr;:n. O (len-
lo escrofuloso, cobcrln de chaas, causan-
do unjo n si melmo, e a qti.-m o servil, fi-
cou peifeilo. Ce iieaar-s de pessoas que ti-
nham soffrido [ por anuos a poni do deses-
pnrarem da sua so'U i moieslias cutneas,
glndulas, ili. iinuli-mo chrnnico e muitas
outras enfermidadcs procedentes do dosar-
ranjo ibis orgSos de secrogffo c da circula-
co,teem-secrgui loquasl milagrosamen-
te do leilo da morle, c boje, com constitui-
dles rogenorailas, com prazer atteslam a ef-
lioacia desta ine;limavul propaiaCaO.
Cooiquanto lenham apparecido grandes
curas al aqii proJuzidas pelo uo desta
eslimavel modicna, comtodo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
laveis.
Ncw-York, 22 de abril de 1848.
Srs. A. Ii. e I). S.inds. Julgando ser
um devor para eoii vosco e para com o pu-,
blico om geral, remoUo-vos esle certilica-
do das gran os Virtudes da vossa salsa-par-
rilha, ara que outros quo boje estilo sof-
frendo esta'belecam melhor a sua conlian-
Cae facam soni dojnora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido Com uoia grande fo-
rida no triioZelo, que e osleudia pela ca-
nda cima at ao joeliio, lancava grande
porcffo do nojenta materia, com comiches
que me prvavam muilas noiles do mcu des-
carjeo, e aram muito penosas desupporlar.
" 0 Sr. lingo II. Connel, que havia sido
curado com a vosia ial..a-parrilh, recom-
memlou-ino queou l'ucsse uso dell, e de-
pois de havtr tomsilo cinco garrafas fiquei
poifeilninento curado.
n Teuho demorado um anuo mandar-vos
este certificado, para roiiliccercom certe-
za se a cura era permanente, e lenlio agora
a maior satisfaeflo o'm declarar que nao le-
nho visto, nem sonlido cousa alguma du-
rante todo eslo lempo, n acho-mo perfeila-
ir.ente restalielecido. Sou vosso, etc.
Sarnlt M. Intire.
i. 2V3, ra Delancey.
.Nesla provincia o nico agente deste ma-
3 vilhoso remedio he Vicente Jos de Brito.
Vende-se um.escravo possante, pro-
prio para armazem de assucar : a fallar com
George Nosbitl, na ra do Trapiche, n. 4'.
Obaiv.teiro da ra do
Crespa.
Vendem-se cortos do brim de linho de
cines, a 1,410 rs.; ditos do brim pardo os-
curo, a 800 is. o coito guardanapos de li-
nho adamascado, muito linos, a 10,000 rs.
a duzia ; dilos mais inferiores, a 7,500 rs.;
cftes do fusilo para colletes, a 500 rs.; e
outras muilas fjzcndas : na ra do Crespo,
Compras.
~ Comprarn-se, efectivamente, botijas e
garrafal: na ra do llaugel, n. 54.
1^/11 fll>D
1> 1 13'll.l,
de palha para monillos e
meninas, do moda muito nova ; mantele-
tes ; capolnhos ; visitas muito licas ; tran-
cas du muitas qualidades ; I icos de linhos ;
Olas muilo ricas e dos ltimos pairos,
g'niliiiiha ccdesinslic.i
para o liispado de Poinambuco : vende so
na praca da Independencia, livrariasu. 6 o 8.
Foiliinhas para 'O.
Na livraria ns. C e 8 da prm;:i da Indepen-
dencia, vendom-sa as h mi coi nocidas fo-
Ihinhas impress.is nesla lypographia, das
sogiiintos qualidades:
KOI.IIIMIA DE PORTA conlcndoo kalen-
daim, laliellas do friados, dias de audion-
cia o resumo de pocas uacipuaes egeraaa.
IliFA DE AI.CIIiElllA conteni o mesmo
cima, cun rosumode chronologii, a qual
taiiibcm da preamar, e tem urna colleccfio
lo reme.lins o legrados uteis para uso do-
capellasdo finios para bailes ecasamentos ; I jfeslico
lloros muito finas ;o raoilos outrosenfeitesl DITA de DITA com o almanack dos eui-1 cada garrafa
para curar da phtysica era todos os seus
diflerentos graos ou motivada por consti-
parles, Ins-e, asthma, pleuriz, escalios do
sanguc, dr de costase pcitns, palpilafSo
no cnraco, coqflclucho bronchiles dr
na garganta e todas as molestias dos orgos
pulmonares.
De todas as molestias que pprheranca fi-
camaocorpo humano, nenhuma ha que
.mais destruitivn tcnba sido, ou qm; tenha
zombado dos esforgos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
quo he geralmente conhecda por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
clo nasudo, tendo-so offerecido ao publi-
co di drenles remedios com attostados das
cxlraordinarias curas que elle tem feto ;
porm nuas que em lodos os casos a ilusUo
tem sido apenas passageira e o doente
torna a recibir om peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio tilo re-
rommendado outro tanto nSo acontece
com este cxtiaordinario
Xarope do Bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nesla cidado o provincia, nomcadoa pelos
Srtrs. H. C. Yates ix Companhia, agentes
giraos no itio-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Sur.
Jos Mara (>. Ramos, na ra dos yuarteis, n.
12, junio ao quartel de polica, onde aempre
laeharBo 0 nico o vordadeiro, a 5,500 rs',


Queijos de Alinas.
Chegaram pelo ultimo vapor vindo do
s\il distes superiores queijos muito fres-
caes, dos melhore,s que tcein vindo fl esle
mercado : vendem-se por prego rom'modo,
no armazeni de molhados atrs doCorpo-
Santo. n. 66.
Vendem-se bons queijos londrinos,
ditos de prato muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para liam-
lire, ditos portuguezes para panella, Utas
cuan 2 e 4 libras do mermelada, ditas com
holachinha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com hervilhas, frascos com conservas
inglczas, queijos de qualha vinilos do Cea-
r, por barato preco,' mantas de toucinlio
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma,c
uniros muilos gneros de boa qualidade :
a nrua da Cruz, no Recife, n. 46.
Corles de cassa para ves-
tidos com X6 aovados
por 5,500 rs.
Vendem-se corles de cassa para vestidos,
com 16 covados, a 3,500 rs.; ditos com 8
covados, a 1,760 rs. ; pecas de cambra i a li-
sas com oilo varas e meia, a 2,720 rs.; pan-
no de linho mullo fino, a 480 rs. a vara : na
ra do Crespo, Inja da esquina que volta
para a cadeia.
Taixas para engenlio.
Na fundirlo de ferro da run do lirum,
acaha-se de receber um completo soilimen-
lo de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
niodo e com promptidSo enibarcam-se,
cu carrepam-seem carros sem despezas ao
cjmprador.
Arados de ferro.
qualqucr servico de urna casa .- m
ra da Cadeia do Hecifc, loja de
Joao da Cimba MagalhSes, n. 51.
Os mais ricos mantclc-
tes c capotilhos.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
e capotilhos de chamalote de seda e gor-
gurfla, os mais ricos que teem apparecidos
na rus do Queimado, n. 9.
Vende-se superior farinha a bordo da
polaca N.S.'dO'Carmo, tundeada defronte
do Passeio-Publico, por commodo prego, o
em saceos : na ra do Vigario, n. 11.
Potassa da Russia.
Vende-se a verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em barris pequeos :
em casa dos Srs. Rolhe & Uidoulac, ra do
Vigario, n. 4.
-- Vendem-se cortes de cambraia de co-
res, pelo barato preco de 2,000, 2,500, 3,000
3,500 e 4,000rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; lila
com IsIims de seda, a 600 rs. o covado; lan-
zinlia propria para roupa de meninos e ves-
tidos de senbora, a 240 rs.; 13a superior pa-
ra calcas, a 50 e 600 rs.; lencos de algo-
dflo e seda com franja, a 600 rs. ; crt s de
collete de velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
M.chita, a 400 rs a vara ; garca de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 5C0 rs.
o covado e outras muilas fazendas |or
barato prego : na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquini de liveira Maya Jnior.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
airas do Corpo-Saoto, n. 66, por preco com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se lornam
Na rundic.no da Aurora em S.-Amaro ,' recommendaveis pela sua superior qualida-
<"- de e aturarem mais que as de espermacele,
e nao fazerem norrio.
vendem-se arados de ferro diversos
dlos.
AGFJPCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SKNZA1.T A-NOVA, N. 4 2.
Neste estabelecimento conti-
nua a haveium completo sorti-
t ment de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e taclias de ferro Latido e
coado, Je todos os taannos,
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Sanios na lahia
Vende-se cid casa de (.O. Ilieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, alcodflo trancado
daquella fabrica, muito proprio para accos
de assucar e roupa de escravos.
Cha brasileiro,
Vende-se cb brasileiro no armazem de
moldados, atrs do Cnrpo-Saiito, n. 66, o
inaisexcellente cd produzido em K.-Pau-
lo que lem viudo a este mercado, por
preco muito commodo.
Moendas superiores.
Na fundicSode C. Starr & Companlija ,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo c
conslrucgflo muito superior,
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-Felix, e de oulras murtas
qualidades que se venderSo mais barato do
que em oulra qualquer paite : bem como
ciparrilhos hespanhes ditos de palha de
milho, que seeslSo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cenlo.
Corles de brim de cores
com lis 11 sao lado, a
l.ftHOrs.
Vendem-se corles de brim de cores com
listras ao lado, a 1,280 rs.; riscado de al-
godflo americano, pioprio para escravos, a
140 rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
JVa rua da Cadeia, n. ><2,
vendem-se por* atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de fuiia-crcs a
iO r8. o cov; ('o e ris-
cado monstro a '220 rs.
Vende-se zuarle de furla-crcs muito
encorpado c com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua do Crespo, loja da esquina que
volta car? a cadeia.
I'ara (jiicn (ver bom
gosto.
Vendem-se redes de cores muito grandes
e muilo bonitos padres, e o melhor que
tem apparecido neste acercado : na na do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
-- Vendem-se amarras uo mito: na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
Aviso niportante.
Beneficio publico.
O armazem anligo da rua da Madre-dc-
Deos, n. 36, est de novo eslabelecido de-
baixo das mesmas condicOes, offerecendo
a deliciosa pinga do vlnho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. 3 caada, a de vinhobrancode Lis-
boa por 220 rs a garrafa, c 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho do P.ordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. NBo se admirem
os fieguczes do baixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o anligo pre-
go, embora este genero tenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examincm os
amantes a qualidade para reconhccimenlo
da verdade e contiuuagflo da autiga fregue-
zia.Epara nilo haver usuras, eslo pr(imp-
las garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barris de diversos ta-
annos para provlsfio do prximo Nalal.
O proprielaiio conla com a concurrencia;
do contrario, tomarlo es precos do reta-
Iho a primitiva de2f0o 280rs. a garrafa.
Deposito de Potassa. _.
Vndese muito nova potassa,
de boa cjioliihule, em bar riszinlio:.
pequeos de qtiatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : no llecife,
rua da Cadeia, armazem n. 12.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
mnilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Vende-se superior vinho de
,4,
Farinha de mandioca.
Na rua do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, anda ha algumas saccas da boa
farinha de mandioca, muito alva c bem tor-
rada ; bem como urna porgSo de pennas do
orna, proprias para espanadores ; urna cs-
crava de 20 annos, propria para lodo o ser-
vico ; outra dita que so vende barato, por
ser de mais idade, e que he boa para ven-
der na rua, e sabe muilo bem lavar roupa; e o.-jujc, *-----..-.- .,...-
urna parda moga, de bonila vista ; saccas I Ponas, 11 86 : ambas ao lado da sombra e
de gomma deengommar, muito alva; tudo'com Lons quinlaes: a tratar na ruada Cruz,
cravos : na roa da Cadeia do Recife. n. 5j
primeiro andar se dir que vende.
Vende-se um sitio a beira do rio, com
bastante terreno para plantages e baixa de
capim, com grande casa moderna,- com
duas grandes sala, dous gabinetes, duas
alcovas, tres quartose cozinha, perlo da
praga, por s Tanteado chegar o Poco: na
rua do S -Amaro, n 16.
- Vendem-se duas casas terreas, urna
atrs de S.-Jos, n 23.. e a outra ns Cinco-
so vende barato.
Vendem-se chaposzinhos ticamente
cnfeilados para meninos e meninas de um
a tres annos : no Alerro-da-lloa-Vista, n. 1.
Chcgaram novamenle ruada Sen-
zalla-Nova, n. 42, iclogiosde ouro e prala
patente inglez, para liomem e senhora.
Bous queijos do serian.
Na rua do Queimado, loja de ferragens,
n. 14, vende-se esto excellente petisco, por
prego commodo.
Novo sortimenlo de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampeao.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrdes, cores fixas e cum 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado; cassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado; biim de
algodflo de cures com listra ao lado e de bo-
nitos padrees, a 320 rs. o covado ; brim'
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ; cassa prcta com
ramagem hranct. para luto, a 140 rs. o co-
vado; zuarto de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrese cures (xas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500 e
800 rs,; cobeitores de algodflo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
SSSF.
ftlanel da Silva Sanios vende
farinha de trigo superior da marca
cima mencionada e chegada a es-
le mercado no ultimo navio vindo
de Trieste : quem pretender, pode
dirigir-se ao armazem do Annes,
no caes da Alfandrga.
i i*
|Hua do Collegio, n. 9.9
LOTERA DO IUO-DE- 1
JANEIRO.
20:000^000
i
8.' do (heatro de San-Pedro. jjf
<.-::-' '~mmwvwmmwtr^:'*
Vendem-se chapos de todas as qua-
lidades, para senbora ; finos manteletes e
capolinhos de chamalote, lafet e bico; lu-
vasde pellica, de seda e de rod ; chapos-
zinhos ricos, para meninos e meninas : no
Alerro-da-Boa-VUla, n. 1, casa de modas
franceza!.
'-- Na rua dos Cuararapes, n. 7, em Fra-
dc-Portas, vende-souma negrinha crioula,
de 9 anuos, de muito bonila figura, o com
principios de costura.
Vende-se rap rolao ham-
burgtiezem garrafas; na rua da
n. 64.
Vende-so urna preta moga, de boa fi-
gura, que cose, engomma e cozinha, ludo
muilo bem; urna dita quo lava e vende na
rua, por prego muito commodo; 2 mole-
ques, umde Uannos eooutro de 16, p-
timos para o que se quizer aplicar; um pre-
tovelho, ptimo para servir a urna casa,
por 200,000 rs. ; um mulatinho de 10 an-
nos, muito esperto para servir a urna casa :
na rua do Collegio, n. 21, primeiro andar
se dir quem vende.
-- Conli n i-sea vender bolacha de fari-
nha de milho, a 80 rs. a libra.
Vende-se urna preta crioula de 19 a 20
anmis, de bonita figura, propria para o ser-
vi cu de casa : na Roa-Vista, travessa do
Veras, n. 9.
- Vende-se, por prego roromodo, um
preto de idade, proprio para um sitio : na
rua de Hullas, n. 110.
Vende-se a nova e ultima grammaliea
franceza por Burgain, adoptada ltima-
mente por todos os professores: no Ater-
ro-da-lloa-Vista, n. 10.
* Vende-se um bomcavallo com arreios
novos, ou sem clles: pde-se ver na co-
chcia do Snr. Pessoa: na rua da l'raia,
n. 18.
-- Vende-se um banheiro de folha de
(landres, grande, muito bem envernizado,
com lorneira para despejo das agoas e cy-
lindio com lodos os perlences para accen-
der o fogo; assim como se adverte a quem
o pretender que ainda est novo conforme
se comprou, porque nao foi necessario ser-
virse delle; tambem se vende um caixote
com diversas ferragens proprias para qual-
quer um mestie de marceneiro ; urna por-
gflo de (landres vasios que fram de agu-
llias: ludo por prego comitiodo: na rua lar-
ga do Rozario, amigamente dos Quarteis,
loja de Victoiinot Guimarfles.
NA BIJA DA CADEIA D RECIFE, N 24,
LOJA DE CAMBIO DA VIUVA V1EIRA
& FILHOS.
Loteria do Itio-de-
Janciro.
Aos 20:000,000 de rs.
Pelo vapor Varante, entrado no ilia 27,
recebmns os muilo afortunados hilheteBe
meios ditos da oilava (olera a beneficio
do Iheatro de San-Pedro-de-Alcanlara, cu-
jas rodas deviam correr 28domoz prxi-
mo passado. Estarflo a venda na dita loja,
lodos os dias, das 8 horas da manhiia as
6 da larde. ,
coz-
Champanhe : na ruado Trapiche,Gaeie do Recife, n. l5.
n, i3. I Vende-se urna preta muito boa
N, 'nheira, que engomma e oose, e por isso
a rua do Amomn, ns. 66'propria par ama de casa, entino de ho-
e 58. vendem-sc farelos cm eac-imam0'"tf1*Mfcdpdo a sua boa con-
1 duela : na rua larga do llozario, n. 35, lo-
cas grandes | or pceo commodo :
a elles antes que se acnbem.
Calcado francez
sabido da alfandega ha dous dias, sendo sa-
pillos de couro do lustro para senhora, a
2,000 s. ; dilos de urna sola para bomem,
a 4,000 rs. ; ditos de beierro de Plantes, so-
la giossa e fina, a 5,000 rs. ; sapalOcs de
couio de lustro, a 6,000 rs.; borzeguins
gaseados, a 7,000 rs. ; na rua do Crespo,
ao | do arco, loja de miudczus, do Joaquim
llciiriques da Silva.

Chapeos do Chile
de superior qualidade.
Saccus com farclo novo,
de80a90 libras, a 5;?:
vendem-se no armazem do Antonio Annes,
no caes da Alfandega, e no de Vicente Fer-
rara da Cos, na rua da Madrc-dc-Dcos,
cheg&das ltimamente do Lisboa e de
I'ranga.
Vende-seuma parle dos sobrados de
tres andares, ns. He 16, sites na esquina
# Pelo ultimo vapor receberam-so
9> mais clnicos do Chile de superior
qualidade, que coulinuam a vender- ff
(n cus mais commodos do que ff
O em oulra gualquer parle na rua do (g
1$ Collegio, n. 9. v
ejrtlJj****-***
Superiores chapeos do
Chile.
Vcndem-se chapeos do Chile em porgflcs
na-praga do Commercio, u. 6, primeiro an-
dar, sflo muitii bous o muito claros.
Farinlia de S.-Catharina.
VenJe-sea bordo do brigue DouiAmigoi,
tundeadodrfrodttdo raes do Ramos, on
na praga do Commercio, n. 6, primeiro an-
dar, faiiuha de S.-Catharina.
Farinha de
ja de miudezas.
Vendem-se 1,000 banicas vasias de fa-
rinha de trigo, por prego rasoavel, para
desoecupar-se o lugar dellas, recehendo-se
o seu producto em assucar: na rua do llo-
zario larga, padarian. 18.
denlos patente
Na rua do Queimado, loja do ferragens,
n.37A, veiutcm-se excellentes oculos de
verao longe, por prego commodo.
-- Vendem-se pegas de algodfiozinho
com 20 jardas, com toque de avaria, pro-
prio para escravos e pannos de cozinha, a
1,280 rs. ; ditas de chitas de bous pannos
e com toque do arvaria de ebuva, propria
para prelos e forros de bahs, a 4.5CO rs. ;
Historia da America inglcza em porluguez.
por 5,000 rs.; Cuarda-I.fvros modernos, por
C,000 rs ; Saluslio traduzido ao | da let-
Ira, por 5,000 rs. ; Diccionario de Moraesda
quarla edigio quasi novo, por 20,000 rs. ;
umlole de Mear formigas : no pateo do
Carino, n. 19, primeiro andar.
Vi ndem-se 6 moradas d casas, por
prego muito commodo, por sen dono reti-
ir-so para lora : nn rua de Hurlas, n. 64.
Vende-se urna loja de couros : na rua
Direita, n 56.
Vende-se um jumento proprio para
irar casta : na rua das l.arangeiras. n. 18.'
Na rua das Cruzes, n. 22, segundo an
dar, vendem-se 10 escravos, sendo : duas
l'i'i i.'is engoinmadeiras, o que cosem chflo,
cozinham e lavam de sab3o ; 3 dilas de nu-
gHo, ptimas quilaudeiras ; 3 esclavas pro-
prias para todo o servigo ; 2 moleques do
13 a 15 annos.
--Vende-se urna araaacilo de vtnda, com
2caixcspaia amostras, de 7 palmos cada
mu ; una balanga edm pesos de mcia arro-
ba para baixo ; e alguna temos de medi-
das de fulhau de pao : ludo por junio, ou
separado : no Ateno-da-Boa-Vista, u 2.
Vendem-se 6 lindos moleques do 12 a
20 annos ; 4 prelos bons para todo oservi-
Vendem-se commendas de
Cbrislo, dilas de,official da Hoza,
hbitos de ( lirisloe dilos da Boza,
recentemente chegados do lo-dc-
Janeiro : na rua do Crespo, nu-
mero 17.
-- Vende-se um bonito escravo crioulo,
de 32 annos, canoeiro, trepador decoquei-
111, pratico nos Irahalhos de olaria, sadio e
possanlo : para ve lo no Recife, em casa do
Sr. Moracs, n. 25, e para ajustar, nos Reme-
dios com o Macambira.
Na rua da Crur, armazem
11. 33-, de S Araujo, vende-se su-
perior rape de Lisboa em frascos
de mcia libra, chegado pelo bri-
gue Maria-Jos.
~ Vende-se urna negra de Angola com
idade, punco mais ou menos, do 30 annos, ,
a melhor vendedeira de rua que ha em Per- "t"' l>Jxa. nigro: quem o pegar leve-o
nambuco: tanto vende azeite de carrapato,l8,ras do <-urp-Santo, casa n. 66, quesera
Vendetr.-so urna porgSo de podras do
ladrilho de marmore : na rua das l.aran-
geiras, n. 2, sobrado
Vendejn-se sementes de ahacachy: no
Passeio-I'ublico, n. ::i, casa de sorvetea.'
Vende-se um preto muilo possante.de
25 annos, proprio para sitio. 011 para enge-
nho, por ser bom Irabalhador de enxada : na
rua do Queimado. n 41.
-- Vcndem so 4 molecotes de 14 a 18 an-
nos ; 2 ditos de 22 annos, de bonitas figu-
ras, e com officio de carreirn ; 5 negrinhas
de 16 a 20 annos, que engommam e cozi-
nham : na rua Direita, n. 3.
Vende-se vinho do Porlo muito supe-
rior, em barris de quarto e quinto ; farinha
de trigo do todas as qualidades e em meias
barricas; relroz do Porto, prlmeira quali-
dade : panno e meias de linho ; arcos, para
barricas ; farinha de mandioca em saccas
grandes e a garncl a bordo da sumaca T-
S.-do-Carmo; ludo por prego commodo :
na rua do Vigario, n. 11, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Conha.
A 1,000 rs.
Vendem-sc queijos do reino, de superior
qualidade, pelo diminuto prego do mil rs.:
no pateo do Carino, n. 13.
VENDE-SE urna rica corhmcnda da or-
dem de Chriato, sem u gosto, por prego mais commodo queerrr
oulra qualquer parle : no pateo do Tergo,
n. 1, segundo andar.
Vende-se gibxa em hexigas
c urna canoa de carrea nova :
na ruada Praia, n. 3a.
Escravos Futidos
Fugio, no da 15 de novembio prxi-
mo passado, um escravo crioulo de nome
Amaro, que representa ter 40 annos; dcs-
conlia-sc ter sido seduzido : quem o pe-
gar leve-o ao engenho Coqueiro, ou no Re-
cife, ruada Cruz, n. 43, que ser bem re-
compensado.
Fugio, ha 8 dias, o escravo J0S0, do 30
annos ; be alto e nflo muito cheio do corpo,
algiima cousa fulo; lem officio de pedrei-
ro. Esle escravo quando foge costuma an-
dar pelo Pogo-da-Panella, Casa-Porle, Man-
guinho.e tambem pela praga trabalhando
pelo oflicio : quem o pegar leve-o rua das
l.arangeiras, que fera bem gratificado.
--Fugio um prolo de no'me Antonio Joa-
quim, de 20 annos, altura regular, cheio
do corpo, bem feilo de pos e mflos, o de
bonita figura ; fugio ha 3 Ires mezes, e
julga-se ter ido para o Ico, por ser do l na-
tural: quem o pegar leve-o ao seusenhor,
Joo Francisco Xavier Paz Brrelo, ou na
ua das l.arangeiras, n. 14, quesci recom-
pensado
100,000 rs degralif-
cacao.
Fugio, no dia 16 de dezembro, pelas 4
horas da tarde, um prelo da Costa, chepa-
do ltimamente da Babia, que mal sabe fal-
lar e dizer quem he seu senhor ; lem um
grande golpe por cima de urna ionle e um
pedago de orellia de menos; tevou camisa
de algodSo branco trancado e caigas de al-
godo riscado americano : quem o pegar
leve-o a praga da Independencia, ns. 6, e 8,
que 1 cechera a gratificago acuna e se Ihe
licar agradecido.
iSugio, no dia 15 de dezembro prximo
passado, o preto Bernardo, de 40 annos
pouro mais ou menos ; be sapaleiro, de al-
tura regular, | s bem Coitos, candas finas,
anda com passos miudos e ligeiros; ti 111
urna gomma no peito junio ao pescogo,
maior que um ovo e j querendo arreben-
tar, o cabello j pinta, falla bem claro ;
quando so embriaga be muito tallador e
quer er tlente ; lem cravos em um |;
levou caigas de riscado azul e camisa do
madapollo grosso. Roga-se a todas as au-
toridades policiacs, inspectores do quar-
teirilo, cominandantes de destacamentos e
mais pessoas de jusliga que o encontraren]
ou delle tenbam noticia o apprchendam e
levem-no rua da Cadeia do Recita, dr 11 nu-
lo ilo Becco-Largo, n. 25, ou na Trempo, n.
I, sobrado com venda por baixo; assim
como se roga aos Srs. capitSes de navios
que conduzem escravos para fra exami-
nen! escrupulosamente os que se Ibes apre-
sentar, nio seja este um delles que se quei-
ra evadir, e no caso de o encontrar se Ihes
pede o favor de mandar entregar na men-
cionada casa cima, onde ser paga toda a
despeza quo se livor feilo, e ao mosmo lem-
po se protesta (nutra qualquer pessoa que
o livcrem casa detido, ou 8'0ar a sua fu-
coma qual se usar rom lodo o rigor
da Ici.
Fugio deboidodo palacho Niothtroy,
em principios do mez de oulr.bro, o pelo
Vicente, do nago, de 30 a 40 annos, de es-
Irigo.
Vendc-so superior farinha de trigo fran-
ceza de Provenga, chegada ltimamente de
Marsclba : em casa deJ. J. Tasao Jnior, na Ico, sendo umdelles bom bolieiro ; urpar-
rua do Aruoriie, 11. 35. [do de 2u anuos ; um mulatinho do 10 an-
--Vendem-se 200 barricas vasias: na (ra-1 nos, muilo esperto; urna mulatiuha de 7
la rua da Cadeia, de fronte do lliealro de | vessa da Madi c-de-Deos, n. 5. anuos, com principios de habilidades ; urna
San-francisco: a ralla rno primeiro andar,' -- Vonde-.se um braco de balanga grande, 'dita de 12 anuos, muilo desembargada
dos ditos, com Joi "ra Peixoto. com conclus do |o e cabos, o um temo de 12 pretas com babiliJades e sem ellas, e
Vende-se una escrava cri
ouk, bonita figura, piopria para.retadoTi"^
.*w... wv........- ..*. i .... wiw.| *; lili iciiui UC 1 ** Jdctnuuil lljl'lll Jflfi o ftVIll ellas, 6 'b<
j_ pesos de duas arrobal ale meia libra na'que s;1o boas quilaudeiras, de (2 a 25 un- --\'<
praga da Santa-Cruz, na padaria debaixo! uos; duas ditas de meia idade, que se ven-na rut
como frutas, verdura e flores do penna e
panno ,e por isso Ihe chama m por apellido a
alaria das Flotes. Esta negra tem dado e d
grandes inleresses a seussenbores, mases-
tes prelendem rctirar-se o mais breve que
Ibes fdi- possivel.o por isso a vcndem;e lam,
bem venilerlo mais urna negrinha de 10 e
llnnnes. 0 picgo da negra lie de 600.000
ra. Os prelendenles pdem inforuiar-sa
Ida mesma negra que anda na rua vendendu-
e diiijam-se a rua do Sebo, n. 8, a qualquer
hora do dia.
Vendem-se, por preco com-
modo, cadeiras de jacaraifl e de
oleo, viudas pelo ultimo navio do
l'orlo: no armazem defronte da
igreja do Corpo-Sanlo, n. i5.
~ Vonde-se um lindo n.oleque de 18 an-
nos, de excelleuta condeca: u motivo por
que se venaese dii ao comprador : ua tua
do Itangcl, n. 5", sobrado.
-- Vende-se urna bonita niulnlinha re-
colbida, de 16 annos, propria para muca-
ma por leras qualidades precisas: na rua
do Itangcl, n. 57, sobrado
~ Vende-se, a loja de calgado da Ierra,
na ruado l.ivrameulo, n. 25 : a tratar na
ruado Moras, n. 9, primeiro andar, dae 3
horas cm dimite
Vende-se a taberna sita na rua da Lin-
goota, n. .6, com poucos fundos ; a tralar
coir Lu/Cuin-ia da Conccigfio, na rua do
Vigario, n. 6.
Vcndc-se um escravo bom cozinheiro :
recompensado.
Fugio no dia 21 do passado mez de de-
zembro, de bordo do brigue brasileiro laca,
um caboclo de nome .Manuel, o qual repre-
senta ter de idade 35 a 40 annos; lem fei-
go de branco, e he bastante escuro, j com
al^uns cabellos branros na barba; levou
vestido camisa e caiga de algodilozinlio, l>o-
n- lo maruja : quem o pegar pode leva-lo
atrs do Corpo-Sauto, casa n. 66.
Fugio, no dia 7 do passado, do enge-
nho Pintos, o crioulo Eduardo, alto, feio,
tem urna falta na parte superior de urna
das orelhas; consta adiar-se nesta cidade,
no lugar do Ciquia, em urna casa junte de
urna olaria : quem o pegar leve-o rua Di-
reita, n. 121, quo ser recompensado.
-- No dia primeiro de aeicmbro do an-
no prximo passado desappareceu do mi- ,
uha casa, em (ilinda, a cabra do nome Es-
mera, dos Manaes seguintes : baixa de es-
tatura, cabellos neg os, ps e nios peque-
nos, leinln os dedos dos a maior parle
delles sem unhas por causa das bexigas, das
quaes ella lem a cara muilo marcada, peitos
pequeos de pello, denles alvos o abortos,
ullius aliiuinoados, bstanle ladina, do boa
lingoagom. abaixo assignado, senhor
della, roga a todas a* autoridades policiaca
e capules de campo'que Ihos prestom todo
auxilio neces'rio para-que a dila seja ap-
prohendida, gratificando a qucia) a tiouxer
eagradeccndoaoseu bem feitor.Antonio
Xavier de Carvalho Slenduiica.
,.v-.,->.... ....,,,,. ,v,u,, .,,. .,c ,vll. ,u i .,,],, cu|U'mjU| i), ai, pijmciro andar,
1 dem muilo em conla; o oulros muilos es-' se dir quem vende. I
I'esk. : Ni TVP. UEJM, f. uk Mili.
l*-.0O


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ECWPP9L0V_HGTM50 INGEST_TIME 2013-04-24T17:13:23Z PACKAGE AA00011611_06750
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES