Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06749


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Full Text
Mino XXVI.
Quinta-fcirn 5
i

.-
1
i ,
P1BTIDAS DOS COBBElOa.
Coianna c Parahiba, segundase sextas felras.
Hio-Grande-do-Nortc, quinta feiras ao meta-
dla.
Cabo, Seilnhaem, Rio-Formoso, Porto-Calvo
v Macelo, lio I.", a 11, e 'I de cada me/..
('. ii 'antauii- c lionito, a 8 e 23.
lloa-Vista c Flores, a 13 c 28.
Victoria, as quintas reirn.
Ulinda, todos os (lias.
EPHXMEBIBES.
Hing. a 5, s h. e 18 m. d m.
Nova a 13, s 9 h. da innlia.
Crec.a2l.u 7b.c 2 m.da ni.
,Cheia a 27, a 10 h. e3Cni.dat.
MEJM4B K HOJ.
Primeira s 8 horas e 30 minutos da HMnbia.
Segunda s 8 horas e M minutos da larde.
teasstai
de Janeiro 0.
N. .
PRECIOS DA B3SCIVIP(;iO.
Por tres me/es; Poracisinczc 80(0
Por mu anno 15JHJ00
U'--ig. II IWII1II
DAS DA SEMAS!A.
31 Seg. S. Silvestre.
1 Tere. i/fit Circumciso do Senhor. .
2 Quart. S. l/.idoro. Feriado para os negocios fo-
renses ate o dia 8.
3 ( hiiiiL S. Aprigio.
4 Sext. S. Tito, discipulo de Sau Paulo.
5 Sab. S. SemcSo Kstcllita.
(i Dmii. Os Santos l'.eis Magos.
CAMBIOS EN! DI JANEIBO.
Sobre Londres, 27/td. por 1/009 rs. a 60 dias.
. Pars, 3i(. X
>, Lisboa. 100 por ceruo.
uro.-Oncas licspanlt.es.........,8000 a UMn
% iMoedas de ^OS-vcllias. JlipO" a 17/10(1
de 6/4110 dovas.. l/200 a
de 4/000........... Wg
/Vaia.-Patacoesbrasileirn...... !#">'' a
Pesos columnarios....... Jwa a
Ditos mexicanos.......... 1/n.Hl a
IGJ400
!)j?4lli>
1/ttHO
1870
iwtVwiniamsw ??---
PARTE OFFICIA
.L.

MINISTERIO 0A JUSTICA.
Terceira seccSo. Rio-rle-Jsneiro. -- Mi-
nisterio dos negocios dajusticu, em 23 de
novembro de 1849.
lllm. c Exm. Sr. Coro oflicio de V. Exc,
datado de 31 de outubro prximo pasudo,
recebi a c.^ia do que a V. Exc. dirigi o
juiz municipal e de orphflos dessa capital
sobros difliculdade que apparece na execu-
cSo da lei de 17 de julho de 1778 e aviso
circulara respeito de S de marco deste ni-
o; porque, lendo mandado sequestrar os
bens a um inventariante, nSo encoulrou
3uem delles se quizesse encarregar como
epositario; e pedo por isso que seja all
prvido o dilo odlcio de deposita rio.
Tambern aprsenla as duvidas que tem
orcorrido corca dos inventarios amigaveis,
tendo o mesmo juiz julgado devor opp6r-.se
a sanecionar por sentones sus avallares
3uese haviam feito em um n que so proce-
eu smenle para pagamento da decima da
boianca, querendo que liouvesse um inven-
tario com todas as regras, fundando-so pa-
ra isso as disposicOes do regulamento de
J8d abril do 1812.
Devo em resposta declarar a V. Exc,
quanto ao depositario, que a difllculdade
que se aprsenla como rasao para o provjpj
ment detaloincio, sendo especialissima,
nSo prova a necessidade dessa medida que
convm ser demonstrada na forma que re-
comtnenda o sobredito aviso circular de 5
de marco ultimo.
ligativamente segunda questo, ne-
nhuma outra solueflo lenho a dar senSo
que sedevem cumprir as leis geraes sobro
inventarios, os quaes s em conformidad
dcll.is pJem ser feitos, cun)prindo nica-
mente aceresrentar que os regulamentos
tscaesnSoas le 'ni derogado, e apenas tn-
dem a flscalisar a decima de horancas e le-
gados, que bo boje imposto i rovincial.
Dos guarde a V. Exc. Eutebio de Quei-
ros Coutinfio Mattoso do Cmara. Sr. pre-
sidente da provincia do Espirito-Santo.
Comma ni!o das armas.
Quarlel-general do commando das armas na
cidade do Rui fe de Pernambuco, 31 de
dezembro de 1849.
ORDEM 1)0 DI A.
vic,o,tem noincadn nesta data para ajudanteda
ilha de Fernando de Noronha ao Sr. lente do
segundo batalhao de caladores Mannel Clau-
dino de Ollveira Cruz, em subslltuico do Sr.
capitn Antonio Mara de Castro Delgado, que
passa a commandar o destacamento existente
naquella ilha, devendo regressar para-esta ca-
pital o Sr. capito do quarto batalhao de arll-
Iharia a pe" que se acba naquclle commando,
Francisco Carlos Rueo Deichamps.
Igualmente existlndo na compaiilila de art-
fices pracas com graduamos de inferior e ca-
bos, elevados- i memas pelos Srs. olliciacs
que teem coinmandado a mesma companhla,
determina o mesmo Exm Sr. que fiqueiu lem
elIVito as graduaedes dadas pelos sobredilos
Srs. ofilclaes cima, s devendo conserva-las
as que tiverem ido graduadas pelos Sr. coin-
inandanles das armas eus antecessores, e rc-
cominenda mu expressamente a lerminacao
de semelhaute abuso.
Finalmente, devendo le lusar em o dia 2 do
vindouro mea de Janeiro de 1850 a revista ge-
ral de moslra nos corpos, cninpanhias e con-
tingentes daguarnlco, ordena o mesmo Exm.
Sr que a mesma se passe em scus respectivos
3uarteis as horas seguintes : segundo batalhao
c luzileiros s 7 horas da maullas, companhia
de artfices s 7 1|2, companhla do Piauhy s
8, companhia de cavallaria s 8 1)2, contingen-
tes do segundo batalhao de cacadores e oltavo
da mesma arma e quarto de arlilharia s 9,
contingentes do segundo de arlilharia e priniel-
ro de cacadores s 9 l|2.
Jote l'edro Heitor, ajudante de ordens in-
terino.
EXTERIOR.
FRANCA.
INSTITUICAO NOVA DA. MAGISTRATURA.
Prestara do juramento.
Pelas dez horas e um quarto do dia 3 de no-
vembro, o senhor presidente da repblica sa-
nto do Elyseu acompanhado do vlce-presidcii-
te e dos ministros de estado, serviudodhe de
guarda um esquadro de couraceiros; seriam
de* horas c meia, quando cliegou ao palacio da
justica, onde foi recebldo uu patamar da esca-
da por nina deputac.ao do supremo tribunal de
justica, eour decanlion, da couladoria e do
tribunal da relaco, eoar d'oppel.
O Sr. presidente, seguido de scu estado-mai-
or e precedido da deputaco que o recebeu,
foi condutldo grande cmara, onde o espera-
vam, desde as dez horas da inanha, todo os
magistrados que deviaiu prestar o juramento.
Einquanto se operava eta recep$o, o Sr.
vice-presideote da repblica, os membros da
assembla nacional, o concelho de estado, e o
corno diplomtico dirlgiranvse para a santa
canda, onde o Sr. arceblspo de Pars devia
Sua Exc. o Sr. marechal coromandante
das armas manda fazor publico para conbe-
cimento da guarnicno que, por ofllcio do
Exm. Sr presidente da provincia de 29 do
correte, Ihe fui communicado que pora-
viso de 30 de novembro passado, expedido
pela secretara de oslado dos negocios da
guerra, bouve por hem S. M. o Imperador
conceder p'ssagem para o primeiro regi-
ment de cavBllaria ligeira ao segundo sar-
gento do segundo balalho de fuzile'ros
addido mi piiiiifir da arlilharia a pe An-
pelo erro, ou pelas palxOes dos homen, vos
rasgaricls logo asjrossas togaa, e antes quer-
rtela ser as victimas do que os ministro de
tuna tal lei.
lie comprehendendo asslm a magistra
tura que se comprehende o carcter de algu-
iii.i sorte inextinguivel que ella imprime so-
bre o homem que della he umavez revestido.
Se ella nao se distinguiste das outras funecoes
publicas, se nao se ligasse una ordem im-
mutavcl, independente das vicissitudc do
lempo, como pretenderla cscapar-lhes ?
Sim, a religiao. amorate ajustifa, sao co-
sas eternalmente Inscparaveis I He o sol com
o ralos que partem de seu selo para esclare-
cer e fecundara trra.
O grande bomemque, querendo restaurar
a sociedade em Fran(a, reslaurou ao mesmo
lempo a rrligiao c a justica, tlnha comprehen-
dido l.i-in isso. Abrindo os templos da diviuda-
de, elle abri ao mesmo lempo os templos da
lei: por elle modo elle assignalou a alanca
destas dua grandes forjas, sem as quaes ne-
ihum estado pode passar. Foi elle que quiz
lambein que essa allianca fosse todos os annos
solemnemente renovada o pe dos altares.
> A V, Exc, S. presidente, melhor do que
a ninguem pertencia seguir estas bellas e sau-
daveis tradicrs. A Frauda, conferindo a V.
Exc. a primeira magistratura do paiz, lein-
brou-se que ao nome que V. Exc. tem se liga-
va a verdadeira restaura(o da ordem pelo
nielo da restatiraco da religio e da proinul-
gac.io de nossos cdigos immortnes. Nesle mo-
mento, sennnr, V. Exc. d urna prova estroii-
dosa de sua sabednria e do culto que tem vota-
do a lembrancas gloriosas, fortalecendu a ma-
gistratura, cercando-a de mu novo esplendor,
c realcando ao mesmo lempo com sua p.resen-
ca a pompa desta augusta c sania solemiiidade.
He assim que V. Exc. ensina os povos a respei-
tarcm siinultanraineiite a religio c a justica,
essas duas Ibntes da dura(o e prosperidade
dos estados.
Abenroai, meu Dco, o chefe, a cujas mai.s
a primeira naco d universo confiou nestes
tempos perigosos o cni lado de scus destinos.
Permitti que uoexercicio dill'icil do podar elle
seja constantemente digno de si c digno delh.
Dcrramai sobre elle os thesouros celestes da
luz e da graca, Derrama! igualmente vnssos
dons preciosos no espirito c no coracao desses
magistrados que vieram inclinar-se aqui dian-
te de vossa magestade soberana. Permilli que
a hotiienagcn que vo rendem boje augmente
aluda a justa admiradlo c o respeito de que
esta bella instituico da inagislratura francea
goza em todos os povos da Europa. Dictai-lhes,
o juiz supremo, julgamentos sempre justos.
Fa/ei delles osorgos de vossa propria jnstic.i ;
e no permitais que seja nunca por nenhuiu
delles desmentido este orculo de vossa bocea:
l'tr me Ijudieei) decernunt juititiam.
Findo que foi o ollicio divino, o Sr. pr?-
sidento da repblica e os corpos constitui-
dos regressaram para a sala das audien-
cias.
aasus-
rar manler intacto o deposito sagrado da alguma nliliilude publica lempos 15o dif-
leis, garantir a conservacilo dos bens, da licieis.
libprdndei, das pessoas, assim como a sanli- a F.n no hesito neste momento om con-
dado da familia ; autnridade conservadora trahir em o nome dosta loal inngistraluru
desta solemnidado, comenla por uina in- da Franca, da qual lei me lem feito do al-
vocacflo a Dos, ella vai'tecebor mais frija guma sorte o Drg3o> colloc.antlo-nie ni
afim de dar Franca abalada nimia portan- vrtice da ordem judiciarin ; bKo besito,
tos perigns, pelos quaes tem passado, mais repilo, em contrtttlir nesle mu 'nenio peran-
segtiranca, repouso e grandeza. te 1*808 que nos Olive, e em face dos pode
Mr, l'orlalis, primeiro presidente do su- rospiblieos do estado e do ptiz inteiro, o
premolribunal, oblando depois a palavra, empenlio solemne de continuar cora o me8-
pronunciou o scguinlc discurso : mo zelo, o mesmo_respeito ios diroitos t
no
i'i-i
liste dia ser para sempre memoravel lodos, anhesma lldelidale is lois, a mesma
usannaesde nosso dircito publico e nos dedieaclq patria, o excrcico de nossas
...stos da naco. A ordem social eslava a- funccOes, e t-ansmitlir sin manelia, tal
meacada do perder urna de suas garantas qual o temos recebido de IIOSSOS ven jraveis
mais esonciaes pola ruina immioente da ptedecessores, queHas que houverem de
ordem de justica. violentamente abalada. succcder-iios o augusto e gloriosa sacer-
A cons(ituic,io da repblica a fortale- docio de que nos adiamos rovestidos.
ceu, maniendo o principio tutelar da ina- [Continuar-se-kt.
movibili Jade dos Juizoa.
A assembli legislativa, por una ap-
plicacio iinmeiliala liaste principio s jun-
tas e ti Humaos acltialmente em exercicio,.
reconheceu e provou que esta inamovihi-
lidado deve seren todo o lempo respeita- Extravio do expediente ilo Exm. Sr. presiden-
ta. Una inslituicTo que protege lodosos, te Dr. Jos fenlo daCunha e ligueiredo.
direilos a os direitos de todos, he do sua
nalureza inviolavel, como a sociedade de;
que ella he o apoio ; ella sobrevive s tem- '
B^rEBiOR.
AI.A.OAS.
29 I)E NOVEMBRO.
Odicio. Ao lir. chefe do policio, para
pestades politicas, s mudancas de gover-' que informe com osen parecer acercado
no, assim como s mudencas de dynastias ; que nos dous ofllcios que se Ihe remetiera,
ella ho a condieflo necessaria daindepen- represenlam o delegado do polica eoad-
deucia e da imparcialidade da justica, e a ministrador da mesa de rendas do Penedo.
justica ho o fundamento de toda a socioda- a respeito da plvora que so aclia al 1 i depo-
de civil, betn corno a autoridad^ dos jtllg' sitada em urna'sala daasada cmara,
metilos he a saiicco de toda a justica. | Dilo. Ao mesno, dizendo-llre qnecon-
He em o nome do povo francez que as codea escasa quo pede da nomeaefo quei
juntas e Iribnnaes pronunciam suas sen ten-1 levo para subdelegado da povoacao do Pilar
cas e suas decisiies ; he ao primeiro ma- Joaquim Per eir da llosa Lima,
gistrado da repblica, investido pela conli-| Dito. -- Ao mosmo, declatando-lho que,
atiQa e suffragios do povo do dever suprc-| achando-se concluida a enfermara dos pre-
mo de promover a execuco das leis e" a sos pobres dojuslica no hospital militar
manutengo da ordem publica, que porten- desta cidade, serilo tl'ora em diante para al-
cia presidir consacrt;!lo nov quoama-li rccolhidus.
gistratura recebe da lei, e augmentar enml Dilo. Ao juiz de direito interino da
a sua presenta a solemnidado desta obra ; comarca de Hacei, dizendo-lho que ve-
de repnra(ao. Elle promovo assim digna-j nlia quanlo antes pira a capital,
mente o cumt rmenlo desta nohree grande i Dito. Ao primeiro vice-presidento-des-
missilo de ordem, de paz e conciliac'o, que la provincia o Dr. Manoe! Sobral Pinto. ~
generosamente s-) impoz a si mesmo. I lllm. e Exm. Sr. Tendo S. SI. o Impcra-
Com effeito, seo valor e a forte dsci-, dor alterado a ordem numrica doscve-
plina dos guerreiros defendeni o paiz con-) presidentes desta provincia, determinando
Ira as armas do estrangeiro e os altonta los i que V. Exc. passe a servir en primero lu-
dos perturbadores do repouso publico, a'car, como consta da curia imperial que
constancia o firmeza cilma dos magistra- inclusa Ihe remello, acal) > de ordenar ara-
dos exercem em todos os tempos sobre as mar municipal desta citado que Ihoparli--
mas |i.Ti\ s urna ascendencia salutar, que
as conten o roprimj, o que linda nos ten-
pos de dissenQJS civis infundo respeito o
offlciar.
A's onze horas em ponto, o cortejo se poi Ao nieio-dia, Mr. Rouher, ministro da jus-lpact'ica.
em marcha para a santa capella, indo dlrelta tiQa, annuncia que a sessiTo est aborta, e| A ordem publica he o reina lo do direi-
do Sr. presidente da repblica Wr. I'ort.alii
primeiro presidente do supremo tribunal, e
sua eaquerda o Sr. procurador-geral Dupin.
Immcdlalainenle depois ia o concelho dos
ministros, c depois delles os membros da mesa
da asscmbla nacional, tends sua frente os
Srs. vicc-presidentei Daru e Deuoist d'Azy.
cipo o dia e hora que marcar para o novo ju-
ramento que V. Exc. tem do prednreomo
ordena a referida carta. -- Co:iimunicou-se
nesle sentido cmara da capital para de-
ferir novo juramento ao dilo primeiro vica-
Seguia depois o estado-moior do presidente, sos jurisconsultos experimentados, dirigi-
sendo o cortejo terminado pelos Srs. ineinbros idos por dous homens Cujos mimes sa i j
do supremo tribunal, seguidos dos Sis. presi-igloriosanionto CSCriptOS em nossa historia ;
depois, voltando-se para o .Sr, presidente, lo; o podr juiiciario ho o principal inslru- presidente, assim ao segn lo vice-presi-
pronunci o seguiuto discurso:
Sr. Presidente : Os chefes de toda a
magistratura da Franca acham-se pela pri-
meira vez reunidos en) um mesmo recinto
Aqniseacham na presenca de V. Esc. es-
tonio Maria llhareo do Caslilho, e que por j {oci a rcpUbiica
dente e procuradores-geraes de todas as rela-
diilr.i circular, por copia abaxo Iranscripta,
com data do primeiro do correle niez, so
dignara o mesmo imperial senhor provi-
denciar acerca do abuso que se tem inlro.-
duzido de tirar se as revistas de moslra
dos corpos a consignar,!1o para fardamento
destinado s pracas dos mesmos corpos,
destacadas em dilTerentes provincias, por
onde ao mesmo lempo receben) fardamen-
to, dando-se assim urna duplcala crimino-
sa ; e ordenar quo positivamente se deter-
mine aos ofllciaes commandantes dos des-
tacamentos, que remollan) inensalmeuto
aos senhores commandantes dos rorpos, de
que l'oreni deslacados, urna nota muito cir-
cunstanciada de todas as oceurreacias da
l'drga que Ibes esliver Confiada.
Chegado que foi o cortejo tanta capella,
c logo que cada um necupou o lugar que Ihe
eslava destinado, o Sr. arcebispo de Pars, re-
vestido dos hbitos pontificales, antes de come-
ar a missa do Espirito-Santo, pronunciou a
seguinle allucuco, que couuuoveu lodo os
cnr.ices ;
ii Senhor presidente e mais senhores.Tra-
que ella val receber uina insliluirao nova, aos
pt's daquelle que julga as proprias justicas, be
sem duvida um grande pensaucnto. Terjiue-
rido assignalar esta augusta soleinnldadc pela
Inatiguraco nova deste templo, ha lano lem-
po fechado, deste templo que recorda as mal
gloriosa lembraiieas de nossa hiloria, entre
at quaes domina a do grande principe que foi
ao memo lempo legislador c magistrado, e
para o qual o amor do povo nao acliou mais
Circular.lllm. o Exm. Sr.Te.)do-so| bello titulo do que o de rei justiceiro, mi cor-
dado repelidas vezes o abuso de se tirar as tanicute urna bella iuspiraco.
rcdacOes do mostea dos corpos a consigna-1 ""' hr,n coino elle "
gao para fardamento destinado pracas
dos mesmos corpos destacadas em diversas
provincias, por ondoao mesmo tempo ro-
cebem fardamento as ditas pracas, verifi-
rando-sc assim una duplcala que, por cri-
minosas, cumpre evitar se; determina S.
M. o Imperador que d'ora em diante no
be o juiz justo por cxcellencia. A religio he
a fonte a mal elevada da justica. Eis-aqui
porque nossos pait consideravam a magistra-
tura como um segundo sacerdocio.
Penetrado desta ideia cttavain os magis-
trados iinmortaes que fizerama gloria de nos-
sos antigos senados. Que grovidade, e at que
austeridadede coitumes U tribunal era para
so abone pells Ihesourarias e pagadonas elle ""> verdadeiro sanctuario. Depondoas
das provincias seiiielhante consignac3o pa-; insignia de scu cargo, elle nao depun
ra
da
re
o fazendo-se as competentes declara(Oos,ma folgava dc as respectivas guias, pura nilo ser lesatla a templar a justica em sua propria essencia, e
lormar-ae sobre o mal peifeitodo inodellos.
essa contadura, cuja vigilancia incessante
defonde o patrimonio dos pobres com tan-
to zelo como as fumigas do estado, o oss s
magistrados collocados frente de cada re-
lacilo para dar a lodos o exemplo do traba-
Iho, do sabor e da integridade. .
a Para apresenta-la ao elcito da nacan,
falla aqui, e V. Esc. sabe melhor que nin-
guem quanto lamento Isso, falla, digo, esse
orador illu-tre, esse atlilcta infatigavel da
liberdade, essa defensor generoso da or-
dem, collocado anda ha pouco das fren-
teda magistratura, e acompanhado em seu
retiro pela aflcicdlo de V. Exc, por sua es-
lima e pola veneradlo da Franca.
x Em sua falta, permita VtExc. que o
fim desta reuniSo, tio nova e tilo autorisa-
da, seja tia?ado em poucas palavras por um
daquelles que se linham dedicado com
mais ardor defensa do principio doina-
movihilidade, pelo relator, do projeclo de
lei cuja disposicao fundamental se cumpro
nesle momento.
Em urna poca em que o espirito revo-
lucionario eslava demasiadamente exalta-
do, creu-so a inamovibildade dos magistra-
dos incompativel cornos principios do go-
verno republicano. Dccretou-so a instobi-
lidade da justica, e fez-se que nascesse so-
bre sua base esta magistratura, da qual a
metilo deste reinado; a paz e a seguranoi I denle para son conlieciincnto.
sito os suus fruclos! Quo m o m.iis seu-l Dito --Ao coronel de lacillo da guarda
ro ha deesiabu-lec r a concordia entro os ci-j nacional lo Anadia, transmitindo-lha a re-
".i PWCSS"S Z .1Z. tnofS nui^aasuadignidade.' A san.idade d."-scu es- Frinc, he 18. Orgu.hosa, bem como he or-
i. .... i h ni r l m ,, ,0 lado os acoinpanhava por toda a parle. Ma f eulliosa de scu CXercitO, porque urna e ou-
la parada do corpo, fornecondo-se-lhes po- vida st. ^ eillrc a'aistnbuico da justica fr ye lam incossante.nento por sua felicida-
m, por aquelles a que es'tverem addidas,' e 0 estudo das Teis divinas e humanas. Sua al- ni J n .r,
fazenda nacin.
E ordena outrosim o mesmo augusto se-
nhor quo positivamente se determine aos
O respeito que tinham a si mesmos assegura-
va-lhes o respeito dos povos. baslava velos
ntior quo positivamente se delcrm no aos ,aM""" ,t,,c ," ''",' ,,"~ aii,r..
metilos que remctUin mensalmenlo aos deuSP,: K0 iX: UU.
commandantes dos corpos, de que forera I Seniimcntos to nobre e uina conducta
desligados, urna nota muito circumslaneia- tao bella e lao pura nao eram smenlc funda-
da de todas as oceurrenrias da funja qne!dos sobre a virlude, seno tambern obre a
Ibes esliver couliadn ; cumprindo que os'verdade, Aelma de todas as leis humanas
presidentes o commandantes das armas e!esl,te Ul"a lel primordial, elerua, divina, que
commandantes dos corpos tenham maj01. be eu principio, e da qual ellas deviam ser a
cautela em examinar so esta dlsposiclo he eonsequencias. He in.po.sivcl sepan-a. con-
.. ...,.,. -K v seauencias de seu principio, tob peua de es-
religiosamente execulada, por isso quei o qr.5e ul r aoiullk>, peigoso, des-
governo imperial esta na resolucflo do fa- U-aiios. Se a lei nao fosse senaoa expressao da
Zer punir os que assim n.lo praticarein. I voutade arbitraria do homem, ella nao leria
O que tudo communico V. Exc. para scu raiica no cora;o, iiem echo na consciencia ;
coulieciiuento, c para que seja cumprido como! ella uo leria outra saneco mais que a lrca
se ordena na pane em que for applicavel a: brutal. Magistrados, porque raso sois vos
I cliamados o ministros da lei humana? Per-
de e seu repouso.
Mas depois do dia 10 de dezembro,
quando o regresso n ordem foi consolidado,
V. Exc. quiz encerrar a revolucSo nova, res-
taurando o poder judiciarioja assemhla
nacional quiz com V. Exc. dar a liberdade
sua garantia a mais preciosa, consolidando
a independencia dosjuizes.
V. Exc. comecou outra vez, de concert
com o poder legislativo, o que ha quaren-
ta anbos fez o grande genio, cujos gene-
rosos pensamentos inspiram a V. Efe, cujo
nome he sua estrella, ecuja gloria o pro-
tege.
Convidados por V. Exc, estes Ilustres
magistrados veem retomar boje posseda ina-
movibilidade reconquistada ; elles veem fa-
zor visivel aos olhos de lodos essa forca quo
ora verdadeira mente iudestruciivol : pde-
se bem quebrar a Igumas existencias; mas
essa provincia. I chamados o ministros da'lel humana? Per- to lio possivel recompOr-fce revoluciona-
u Dos guarda a V. Exc. Palacio do Rio-de-1 metti que, em o nome da verdade, eurettitita riamcnlu o corpo judiarlo do paiz, quero
Janeiro, I-' de dezembro de 1849. Manoel Pi\ a vossas funecoes toda a sua grandeza* nao, | dfzsfr. no he possivel decretar-se saber,
liiardo de Soma Helio. Sr presdeme da pro-1 vos nao sois sOmenlc os minislros da lei huma- Do'f.ge a sabodoria na ordem do dia, e im-
vincia de Pernambuco.CiimpM-se.Palacio : na, vos sois lambein os minisiro da lel dvl- : "rVjs.r-se a experiencia !
do goveno de Pernambuco, 24 de deiembroj na. A primeira nao deve ser seno a expressao I"" rriaei trutura vem "a nos no para
stetiTSajatfi.^^
Oineuo-Extn. Sr.,por conveniencia du ser-'verdade c a juja eterna, fouc predualdaconhecimeato torna intil, seuao para ju-| podemos atravessar sem reproches e com
dadnos do que esta intima allianca di paz e"
da Justloa P
Permita Dos quea lenavacio consti-
tucional da magistratura sej o signa! dos-
ta concordia entro nos A ausencia Torea-
da de muilos magistrados eminentes, tem-
porariamente privados de seos lugares, lem
pormuilo lempo afilict setis enneidaditos,
e diminuida a auloridade moral dos triliu-
naes. Ella indicava a desgraca dos tempos
e a confuso dos poderes.
Estes magistrados s3o restituidos s
suas funecoes, e sua presenca consolatoria
nesle recinto, nestes estados geraes da jus-
tica, he un prognostico favoravel da pr-
xima reconciliacRo dosespritos.
Nrssas lulas sanguinosis o nessas pro-
vaQOes dolorosns que anda oslan porto de
nos, o sentimeuto religioso manifestoii-se
com energa. Os fundamentos da ordem
f'am descobertos, o a Franca, esclarecida
pelos fados coosummados, tem recoiihoci-
doquea religiilo, esse elemento constitu-
livo d < saciablidade humana,essa fonlo di-
vina do direito, devo intervir em todas as
grandes pocas da vida poltica e civil das
nucOes ; que sem ella o lora della asfestus
e as ceremonias publicas nio teem nein
si;.'iiiliiMcao, nem dignidade reacs.
Por isso que a instituigilo da lei vai ser-
nos dada debaixo dos auspicios do Dos vi-
vo, he em sua presenta que lera tugara
renovaQo de um deposito sagrado, as
maos fiis que anda esl3o na posse dello, e
quo no teemhisado do poder quo esle depo-
sito Ibes confera,sonlo com o cuidado reli-
gioso que o cumplimento do mais santo
dos deveros reclama, he tomando por tes-
temunha o;ui; soberano, que vamos repetir
a pomos i que todos os dias fazemos a nos
mesmos de julgar conforme a juslifa, e de
manter-nos na altura de nossas funecoes c
do nossos deveres.
< Este grande acto de consolidacHo soci-
al tem urna ultima significaco : elle ad-
verte os magistrados quo portencein or-
dem social anula mais do que ordem po-
itica, c que, nessas cri.-cs formidaveis cm
que u sociedade em perigo amcaca dissnl-
ver-se, elies devem permanecer finnos no
posloctnquea Providencia permittio que
fossem enllocados. Representantes do di-
reito entre os homens, he de seu devor,
nessas graves conjuncluras, eslurem sem-
pre promplos para dar orculos o vigiar
COm pci'severanra na coiim-i vae.'.n do ulti-
mo luco social.
Por nossa parte, senhores, e fallo em o
nomo da illuslre companhia que lenho a
honra do presidir, oque dizemos otemos
feito. Nos todos corremos a ajudaropo-
dOr, quando resista anarchia, esforcan-
do-nos por preservar do todo o ataque, con-
forme a medida de nossas l'ircis, as leis
lacdlo dos guardas que des>rlaram <-o des-
tacamento de Jacul(te, couluzindo qualr.i
o-pingirdas e 20 iiissos le C'rtuxos.O ordo-
n iiido-lbo quo dO as providencias que esti-
vercm as suas altribuicOas para que sa-
jan) capturados taos deserto os e remedi-
dos para a capital, be i como apprelicmli-
dos os objectos pertencentes nai;ao.
Dilo. -- Ao lonente-coronol comman-
dante do segn lo batallillo da guarda nacio-
nal de l'jrto-de-Pedras,declaran lo-lhe, de-
pois de algumas observa(es, que as provi-
dencias do g nomo sao tornavas com toda
a prudencia e circumspecQo, e teem s por
fim a conservaC/lo da orden) e socego pu-
blico.
Dilo. AO Capullo do porto, para infor-
mar corca da representacSo que faz no of-
ficio que so Ihe remelte o tcneiite-coronel
i o nmaiii! mi do primeiro batalhiio da
guarda nacional do Poxim acerca de algn-,
guardas que se teem alistado na sua capi-
tana.
PuNAMBUCO
BAI.ANCO DA lti:ci:iTA E DESPEZA DA CA-
MAI1A MUNICIPAL 1)0 UECIfF. NO MEZ
DE DEZEMBRO BE 1849.
Iteceila.
Imposto do 2,000 rs. sobre ms-
cales e bocetairas, ns. 25 a 37 2f,000
CordeacOes e liccncas, ns. 2ta
35 50,i00
l'raca da Independencia, ns. 22
a 31 3G.100
Mullas polo regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1842, n. 2 303,000
Ditas por iufiaccdes de postura
da freguezia do llecife," ns. 26
e 27 18,000
Ditas por infraccoes de posturas
da freguezia de Santo-Anlonio,
ns. 9 a 63 1*6,000
Ditas por infracedes de posturas
iia freguezia de S.-Jos, ns. 29
e 30 50,000
Ditas por nlYacces de posturas
da freguezia da Boa-Vista, ns.
16 a 18 28,000
Dilas por iufraccGcs de posturas
pela subdelegada da dita, ns.
16 a 18 30,000
1:015,500
383,136
llalancoa favor do procurador.
Res 1:398,636
Deipeza.
Ao procurador da cmara, saldo
que leve a scu favor no balanco
de novembro p. p, 20i>,114
.1


m
irasi
Ordonados e eommissflo do mez
ii novembro dito, n, 3.
I i : 1 e/a lias nas, us. -21 a 8.
F.venluacs, ns. 5 e <>.
Calcamniito do patuo do Car
ns. 1 a 8
V
/
riti,
9.17,252
117.760
15,700
122,810
RiS. 1:308,636
Coiitadoni ila ornara municipal do Re-
cife, 9 do dozeinbrode 1819.
() contado',
Manuel Gregorio da Silva.
lOMMEftCIO.
ALFANDEOA.
lioudimeulo do dia 2.....
CONSULADO CF.RAL.
Itendmento do dia 2.....
Hiversaa provincias......
20:707,879
4:511,995
292,786
4:804,781
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilendlrnento do dia 31.....1:136,014
dem do da 2.........2:837,855
RFNDIMKNTO DO MEZ DE DF.ZF.MRRO
DE 1849.
Direilos de3|0 26:089,798
Kilos de 5 | 6:798.223
laxa 1:781,600
Capata/.ia 1:212,160
Declina ilos predios uihanos 20:200,124
Meiasiza dos escravos 1:022,000
Noves e velbos direilos 192,539
Imposto* de 20 por % sobre
agoardenle de consumo 435,200
Mein sold e sello de patentes de
ofliciacsda guarda nacional 356,100
Sello de herancuse legados 488,284
Fscravns despachados para fra da
provincia 15,000
l'assaportes de polica 15,6')0
Imposto sobre oUiias 29,955
Mullas 54,173
Juros 12,804
58:686.558
Mesa do consulado provincial, 31 de
dezemhro de 1849.-Pelo escrivilo, o lerceiro
escripturario Jos Cavalcantt de Albuquer-
?" _______________
llendimento da mu da recebeduria de rendas
internas i/eraes no mez de dezemhro prxi-
mo fnao. A saber :
Frog de terrenos de mar mha 37.629
Siza dos bens M rai/ 2:823,525
Segunda dcima das corpora-
efles de uio-morla 523,881
Direilos novos e velbos c do
chancellara 1:404,779
Dizima de chancellara 126,419
l.egitimaces 6,400
Sello fixo e proporcional 2:952,182
Premios dos depsitos pblicos 163,213
Imposto de corrotor 50,000
Emolumentos do eertidoea 3,810
Sello de herancas o legados 339,476
Imposto sobre casas de moda,
.01 11-, perrumarias, etc. 480.000
Dilo do lojas iberias 7:853,650
Dito doseges n carrinbos 111,200
Tasas de escravos 179,135
E para constarse mandou nflixar o pre-
sento c publicar pelo Uiario.
Secretaria dn thosnuraria da Caz en da pro-
vincial de Pernambuco, 27 dn dezemhro de
1849.~0 secretario, Antonio l'erreira da An-
nunciacSo.
CLAUSULAS ESPECIAES DA ARRE-
MATADO.
1." As obras do concertla ponte do Ca-
sanga serfio felas de conformidade com o
ornamento aprovado pelo Exm. presidente
da provincia, e pelo preco de 422,240 rs.
2,' As obras principiarflo no prazo de dez
das e serlo concluidas no de trinta das,
jODForme determinam os arts. loe II do
regulamonlodas arremataces de 11 de iu-
Hiodo18l3.
3.a Todos os materiaes ser fo previamen-
te examinados pelo engenbcro; e, approva-
dos, lavrar-se-ha un termo.
4." O pagamento do impone da arremata-
jilo realisar se-ba depoisde concluida toda a
obra.
5.a Para ludo mas que n3o esliver deter-
minado as presentes clausulas seguir-se-
ba interamente o quo dispe o rogula-
mi'i.iii das arremataces de 11 de julho de
1843.
Recife, 24 de dezemliro de 1849.--Oengo-
nbeiro do termo do ReciTo, Jos MameJe Al-
ves t'itireir
Pela adminisDacfo da mesa do conf-
iado de Pernambuco se faz saber que no dia
7 do correte se hilo de arrematar em hasta
publica a porta d-i mesma dous saceos com
assucar.aprcbendidos pelo guarda Maximia-
110 de Oliveira Mussuicpe ao mcslreda har-
caca Ftor-dt-L'na viuda das Alagas, por
nao sercm incluidos no manifest remedi-
do daquclla provincia, cuja arrematadlo be
subjeila ao respectivo dizimo.
Mesa do consulado de Pernambuco, 2 de
Janeiro de 1850. -- O administrador, Joio
Xarier Carneiro da Cunha.
- Pela administraban da mesa do consu-
lado de Pernambuco se faz saber que no da ,, e Kxm Sr._a s p>rtes uonlem
7 docorreiiteM nao dearreinalar embasta hnje reCebids ncsla repartidlo consta te-
publica a porta da mesma oilo pr.11cl.Oes de I' sido jjg ordem Jos Joa.
amarlo, aprehendidos pelo guar da Fran-| ,,ib^ |gn8Cio da Fonceca,
cisco do Paula Machadc ao mesire da bar- _..,,. r 1 .., .,....r:.i..s.nn.
Caca tainha-dos-.lujos viuda das Alagois,
Segunda ordem.
Camarote do lado 6,000 rs.
Para assiguanles de tO recitas, cada urna
4,166 ris, 41.660 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 4,560 res,
27,000 rs.
Dito de frente da mesma ordem 11,000 rs.
Dito para 10 recitas, cada urna 7,500 res,
75,000 rs.
Dito para G recitas, cada urna 8,000 ruis,
48,000 rs.
Terceira ordem.
(amarlode lado 4,000rs.
Pira assignantes de 10 recitas, cada urna
2,166 res, 21,060 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 2,500 ris,
15,000 rs.
Dito de frente da mesma ordem 5,000 rs.
Dito para 10 recitas, cada urna 3,333 res,
33 330 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 3,500 res,
21,000 rs.
Os blhetes de platea para 10 recuas 8,000
Ditos para 6 recitas 5,000 rs.
Camarotnho de bocea para 10 recitas,
cada urna 2,000 res. 20,000 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 2,500 ris,
15,000 rs.
Varanda, 500 rs.
As assignaturas se fo pagas adiantadas,
exliibn. !o recibo a direcQo.
O theatro estar decentemente ornado.
Principiar o divertimento s 8 e meia
horas da noito, com a chegada das autori-
dades.
N.B.Durante as mencionadas dez reci-
tas se rcpresenlario os multo applaudidose
ricos tres dramas pastoril que lano cmbcl-
lezaram as represontacOes da sociedade
Natalense ; sendo intermediados de novas
dantas campestres, grupos, pas-de-deux,
arias, entremezes pastoris, etc.
Itcparlico da polica.
por nfio seren despachadas, nem Irazerem
guia daquella provincia : cuja arrematar,:!1.)
be subjeila ao respectivo dizimo.
Mesa do consulado de Pernamuco, 2 de
Janeiro do 1850. O administrador, Judo
Xavier Carneiro da Cunha.
lieclaraoes.
Rs. 16:938,329
ceobedoriu de Pernambuco, 2 do Janeiro
de 1851). No impedimento do escrivflo, o
segundo escripluiaiio Francisco Anlonio
de Souza.
Movimenio do Porto.
Navios entrados no dia 2.
Itio-de-Janeiro 17 das, brigue dinamar-
quez Thoivnldeon, de 180 toneladas, capi-
tSoJ. N. Jessen, equipagem 9, em lastro ;
ordem.
dem 22 das, briuo sueco Adolfo, de
300 toneladas, capilo E. P. Wikstrom,
equipagem 14, em lastro ; ao capilo.
Ass 13 das. Irrigue brasileo Pero, de
196 toneladas, ca itfu Manoel Jos llibei
ro, equipageiii 17, carga sal e palha ; a
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
ISaviot sahidos no Memo da.
Marseills Patacho francez Aspirant, ca-
pilo Moral, carga assucar.
Km commissSo lirigne-escuria do guer-
ra brasleirO Andorinha, commandante o
primeiro-tenente Lu/ da Cunba Moreira.
Itio-de-Janeiro Vapor brasileiro l).-Af-
fonso, commandante o capilo de fragata
Jesuino l.amego Costa. Passagciros, os
concelheiros Sehastifo do llego llarros o
Antonio puregrino Maciel Montero, o ju-
iz de direilo Jeronymo Martiniano Fi-
gueira de Mello, os Drs. J080 Jo.- l'er-
reira do Aguiar, Francisco Xavier Par.
jarreto e Alvaro Barbalho Uchda Cuml-
cante, eosalferes Josquim F Pairioia e
Joaquim Francisco Ramos.
EDITAES.
"Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, na conformidade do artigo 263
parngiaiiiiii 4. do rogula ment de 22 de ju-
nlio de 1836, se hfio de arrematar em hasta
publica a porta da mesma, dapois do mrio
dia, no dia 3 de Janeiro prximo vmdouru
as seguutes mercadorias com ava ia geral:
24 [ 1 a- de aniagem com 1425 varas, oitc
pCQas de panno de algndio rscado intrn-
ea do com 199 varas, 10 peca* de [pan-
no de algodo ci liso com 1(5 varas,
o cinco duzas do lencos para tabaco or-
dinal ius, a requerimenlo de Adainsou
llowie & C. sendo dita arrematadlo li-
vre de direilos.
Allandega de Pernambuco, 31 de dezem-
bro do 1849. O inspector, Luiz Antonio de
Snmpaio I ianna.
O lllin. Sr. inspector da tlie-ourariu da
fazenda provincial, em cumpriiuento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
de 20 do crrenle, manda fazer publico que,
nos das 8, fe 10 de janeiio prximo vio-1
douro rao a placa, peraule o tribunal ad-
ministrativo da mesma Lheaoqraria, p:n-a|
serum arrematados a quem por menos Ozer,
os rdneertos da puni do Casanga, sobas
clausulas especiaos abaixo transcriptas, e
pelo preco do 419,320 rs.
As pessoas que se propoznrem esta arre-
matad-So, comparecen) na sala da^ sessCi's
ao sobredito tribunal nos das cima men-
cionados, pelo ineo-dia, couifclciitemenlej
babihUdas. .
--Pela segunda sccrjio do consulado pro-
vincial se faz publico que os :>0diasuleis
para a cobranza. bocea do cofre, da dci-
ma dos piedlos urbanos do pruneiro semes-
tre de 1849 a 1850 se linalisam no dia 10 do
coriente; e que, lindo semelhante prazo, in-
curren! os respectivos propietarios na mul-
la de tres por cenlo sobre seus dbitos : as-
sim como tambem lembra-se aos donos dos
dilTerentes cslalielecimontos quo possuem
mais de 2:000.000 rs-, que j so deu princi-
pio i cobranca do imposto de 12,800 rs
I'ela inspeclcria do arsenal
Jemarinha se convida a lodos os
individuos livrcs, at o numero de
o, (jtie se quizerem em prega u co-
mo serventes as obras do inesmo
arsenal c as do ineiliorainento do
porto, a se entenderem con o res-
pectivo inspector, o qual, em vir-
Itide de ordena do K\m. Sr, pre-
sidente da provincia, lites garante
a iscneo do recmtamento, ein-
(|irn lo se oceuparem eleclivainen-
te nessas oh'as ; sendo 9 jornal a
dar-sc de 64O rif. por dia.
O arsenal de guerra precisa comprar
azeite de coco, velas de carnauba-e paviOS :
quem laes gneros Uvero os quizer forne-
cer, dii ija-se a sala da directora do mesmo
arsenal, lioje, 3 do correte, ao meio-dia,
munidos das competentes amostras e pro-
postas.
I'RESEI'K
no theatro de S.-Francisco.
NOVOS E AL'CMENTAnOS INTRVALI.OS PE1.A MA-
nriha SBOuiara:
IIOJE, 3 DE JANEIRO DE 1850.
TBaCBItS REFBURMTA{S0>
Grande e variado divertimmlo pastoril.
Depois de exceulada pela orcbcslra urna
das meiiioris symphonias, rBpreaentar-ae-
ha oniui insigne drama sacro em Sactos
O NASCIMEMTO DO UESSIAS,
ACTO I.
Audiencia de Lucifer, eo eshravejamen-
to d-< todas as fuiias. No lim desle acto
segue-se un cngiapado l'us dedeux
ilaiii;.!.!' por duas das inaisjoveus meni-
nas.
ACTO II.
A appi'rco do aojo annunciando o nas-
cimcnlo no Mtssius.
ACTO III.
Oattcnladoda furia mallogrado.
ACTO IV.
A embriaguez de Fecundo e a viuda de
todas as pastoras.
ACTO V.
As oflerlas das pastoras.
Todoodiama ser preenchido rom arias,
CuTOS, O l.iiiC. -.
Terminar o espectculo com una con-
tradanza campestre, anda nfio vista.
Os Sis. assignantes c mais pessoas, que
pretenderen! bil oles de camarote o platea,
podem mandar receber os carlOes na casa
annexa ao llicatro, residencia do director,
onde se ellcs acliarn venda pelos precos se-
I guiulcs :
Pr i lucir ordem.
Camarotes de lado 5,000 rs.
Para assignantes do 10 recitas, cada urna
3,333 rs., 33,330 rs.
Dito pura 6 recitas, cada urna 3,500 rs.,
21,000 rs.
Dito do frente da mesma ordem 7,000 rs.,
Para assignantes do 10 iccitas, cada una
5,000 res, 50,000 rs.
Hito rara 6 recitas, cada urna 5,333 icis,
c a preta forra Luiza, para averiguacGes po-
liciaes ; ordem do subdelegado da fregue-
zia do S.-Frei-Pedro-Goncalves, o marojo
Antonio de tal, o um Americano cujo li-
me nao fui declarado, por cstarem brign-
do; e Pedro llolelho, por tenlar ferir a um
voluntario : ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Anlonio, Aulonio Mathias
da Silva, por ebrio : ordem do subdelega-
do da freguezia de S.-Jos, o pardo Jos Ri-
beiro,sem que o motivo me fosse communi-
cado; e Antonio Filippe, por estar brigan-
do : do subdelegado da freguezia da Roa-
V'ista, Antonio Conrado Sabino e Romflo
Antonio l'erreira, por correccSo.
O delegado do termo do Iguarass com-
municou-me em offlcio de 18 do correte,
que o inspector de quarteiro do lugar Pi-
tanga bavia sido |i vemente ferido de um
tiro que Ihe deram,mas nfio declara o nomo
referido inspector, nem do aulor do alten-
lado.
O delegado do termo de Nazarelh com-
[ m unicou que no dia 2 do correte liona si-
do ussassinado.no lugar de Po-Secco, Jos
l.uiz de Souza com urn liro, queliiedera
Manoel Oaptisla de Faiia.
O delegado do termo de Serinhem par-
ticipou que no dia 12 de outubro prximo
passado fra assasslnado as matas do en-
geuho Jerusalm com tiros e Tacadas Anto-
nio Mai mi.11 dos Santos por alguns indi-
viduos de urna patrulha queo couduziam
preso a casa; e que, como supozosse que tal
assassinato havia sido mandado commetler
pelo inspector de quarteirfio Francisco An-
tonio de Lima, fram esto e todos os indivi-
duos oa palmilla presos, alim de serem pro-
cessados na forma da lei; que no dia 5 de
novemhro ullimo tambem Uvera igual
sute O pardo Seveiino Jos,morador no cn-
genhu Ribeirfo, com tres Uros dados do
emboscada, sein qui: se tenha sabido quaes
us autores dessn crime ; e quo no dia 20 de
agosto se afogara no lio Serinhilem o Por-
luguez Manoel Jos Fernaiides.queem urna
pequea jangada ia atravrssar o inesmo rio.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da po-
lit'ia de Pernambuco, 24 de dezemhro de
1849.Illm. e Exm Sr. Honorio llermto
Carneiro Leao, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.O chefe de poli-
ca, Seronymo Martiniano Vigueira de Helio.
lllm.eExin. Sr.-Segundo as parles que
me fram dirigidas desdeodia 25 do cor-
rete, consta lerem sido presos: ininh.i
ordem, a parda Josefa Maria da Concoc,!o,
por or me dj ferimento; o preto Francisco
isciavo, por correcto : ordem do dele-
gado do segundo districto desla cidade,
Louren^o Francisco de Paula, sem que o
motivo mu fosse declarado: ordem do
subdelegado ila freguezia de S.-Frei Pedro-
Concalvcs, os marujos James Dougal, Tho
maz fcolt 0 'Ihomaz Uacarel, o escrav
RenadiClO, | or corree^fio : do^ subdele-
gad 1 da freguezia de Sanlo-Antonio, o
Porluguez Joaquim Goncalves Reltrilo, por
e-lar pronunciado; ChristovSo Jordo, por
ebrio; e Joaquim escravo, por suspeito de
ailar fgido.
Fram recolados eadeia "desta cidade
ns icos pronunciados (lo. 1 c llezerra de
Uenezi'S, Joilo Soarcs Pinlo, Antonio Jos
J)ias, Manoel do Nascimenlo, Gabriol Joa-
quim dos Anjos, Jofo Baptistt, Francisco
Ignacio dos Sanios, Manoel Joaquim do as-
cimento o Miguel Joaquim do Prado; o os
sentenciados Jos Francisco Moreira, Joa-
quim Timbabuba e Francisco do Paula,
que mo fram lemetlidos pelo delegado de
polica do termo deCoianna, alim do sercm
guardados nesla capital.
Doos guarde a V. Exc. Secretaria di po-
lica de Pernambuco, 27 de dezemhro do
1849.Illm. e Exm. Sr. Honorio llermto
Carneiro Lefio, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.O chefe de poli-
ca, ierouijmo lurtiniano liijuciru de .Vello.
Para a Figueira, com escala por Lisboa,
sali com brevidudo o muilo veleiro pata-
cho porluguez Maria & oaquina, do qual he
capilo Manoel da Costa e Silva : para car-
ga ou passageiros trata-se com os saus con-
signatarios, Francisco Severiano Habello&
Filho, ou com o mesmo capilo na prac,a.
Para oMaianhSo, com escala pelo Cea-
r, segu, dentro em poneos das, a velefra
escuna nacional Emilia, (ex-Fanelta) capi-
llo Antonio Silveira Maciel Jnior: recebe
carga para ambos os porlos : trata-se com o
capilo na praQa do Commercio, ou na ra
da Cruz, armazn) 11. 13.
-Para o Rio-de-Janeiro vai sabir com
muita bicvidade, portera maior parle do
corregimiento pio.ipla, a polaca Sociedadc-
Feli: : quem na mesma quizer carregar,
din a-so aos seus consignatarios Oliveira
IriDflos&Companhia.
Para o Aracaty sahe imprelerivelmen-
te no dia 10 de Janeiro a sumaca nacio-
nal Ca'lota, mestre Jos Gongalves Simas,
por seachar com a maior parte da car-
ga prompta : para o restante e passageiros,
Irata-se com o mestre, ou com Luiz Jos
de S Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Para o llio-de-Janeiro sahe
por estes das, por ter a maior
parte doseu carregamento promp-
ta, o bem conhecido e veleiro bri-
gue nacional Bom-Jesus : para
carga e passageiros trala-sc com o
capilo no caes da Alfandega, ou
na ra da AJadre-de-Deos, n. 3,
teneiro andar.
Para a Babia sabe, em poneos dias, a
sumara Flor-do-AngtUm; mestre Bernardo
de Souza, por ter a maior paite da carga
prompla : para o restante e passageiros
trata-se com O inesmo meslre OU com Luiz
Jos de S Araujo, na 1 na da Cruz, 11. 33.
Para as illias de S.-Miguel,
Terceira e Fayal sabir brevemen-
te a escuna portugueza Favorita,
forrada e pregada de cobre, capi-
tao Antonio Jos de Mcdeiros; pa-
ra carga e passageiros, trata-se
deronte do trapiche novo, n. 6,
com Tli<>maz de Faria.
Para a Babia sahe no dia 15 do corren-
te com a carga que tiver a bordo a suma-
ca FIr-do-Anqelim, mestre Bernardo de
Souza : quem na mesma quizer carregar ou
ir de passagem pode entender-se com o
mesmo mesire ou com Luiz Jos de S Arau-
jo, na ra da Cruz, 0. 33.
Vende-se a bonita barca
franceza Alcyon, de lote de 18o
toneladas, de presente ancorada
defronte do trapiche do Angelo,
lado do norlc. Esta barca foi cons-
truida em 1847, e he de urna mar-
cha muilo superior, sendo por s-
so propiia para qualquer especu-
lacio que requeira promptido,
por estar provida de um tudo e se
adiar prompta a seguir para qual-
quer porto. Uspretendentes diri-
jam-se ao capito a bordo, ou a
casa dos consignatarios, B. Las-
serie & Companbia, para tratar do
ajuste.
amarello, proprias para qualquer osla-
belecimonlu | a l ral 11 na ra do Amorim,
n. 15.
--J0S0 Jos Innocencio Poggi, Dr. em
medicina, faz publico que tcm lixado sua
residencia no Alorro-da-Boa-Visla, sobra-
do, n. 3, onde o achariio prompto para
exercer sua arto, curando gratuitamente us
pobres.
DCiites 'artificiaos.
J. A. S. Jano, dentista, participa ao res-
peitavel publico que contina a exercor a
sua proliss.lo, na ra estrella do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
J!oj gratifcacSo.
OITercce-se gratificar com genorosi la-
de e prompUdfio a quem levar na casa sita
na beira do rio do PoQO-da-Pannlla, ou na
prac.ii do Commercio a Jos Antonio de A-
raujo, um escravo da Costa, o qual desap-
pareceudo Poco-da-Panella no dia 31 de
dezemhro do anno prximo passado s 5e
meia horas da manhfla, lomando a d-ecefo
para o sitio do Dr Lopes Netto, camlnhn do
Arraial, etc., etc. :oHcravo temos signaos
seguintes: 20 a 22 annos, falla pouco por
ser bruto, altura e corpo regulares, cara
comprida, olhos grandes, beiQos grossos,
buco sahindo com grande frca, peito sac-
cado, em o qual lem urna costura de um
talho ao p da cvicula, hombros para tras,
anda com o corpo para um lado e para nu-
tro, senJo este andar natural; lem tambem
no corpo alguns restos de sarnas seccas ; o
preto chama-so Ali, eos signaes da roupa
silo os seguintes : chapeo novo de palha lina
e branca,destes chapeos que cusa ih duas pa-
tacas a dous cruzados, chamados chapos
da America, o qual tom na aba orna nodoa
parda, ramiza de algodozinl'.o branco, sen-
do esta nova porm lavada e com as man-
gas en ni pi idas e sem punbos, calr;a nova de
algodSozinbo de listras branca e azul, la-
vada, sondo esta caifa feita de pregas o
com boleo ao lado; lalvez tambom traga
comsigo um cobertor branco de algo liio-
zinho grosso. A forma de trajar he a se-
guinlo: andar n da cintura para cima,
trazendo a carniza ora sobre o hombro, ora
vestida sem abotoar ocollarinbo e ora por
cima da calen.
-- A pSSM que pretender alugar um se-
gundo andar e solfo de um sobrado sito na
1 o,) da l'enha, dirija-so n ra do Calinga,
loja de miudezas de Jos Alves da Silva
Guimaros, que achara com quem tratar.
Costa & Albino, com loja de fazendas
sita na ra do Queiinado, n. 42, fazem sci-
ente ao respeitavel publico, e com especia-
lidade ao corpo de commercio, que teem
amigavel mente dissolvido sociedade que
t.nliani em dito eslabelecimento at finado
dezemhro prximo passado, Meando o se-
gundo socio coma casa, e ambos ohrigados
pelo .passivo contrahido at aquella data.
Recife, 2 de Janeiro de 1850. ot Joaquim
da Costa.Albino Jos da Silva.
dWrqra
Loilo.
-- Ocapitiio Andrew Peve l'ara leilo, em
presenca do Sr. cnsul sardo, por conta e
risco de quem pcrlencer, e por intervenidlo
do corretor Oliveira, de correntes, ancoras,
mastaros, vergas, panno, cabos, holinele,
guinxo, lancha, botes e mais salvados da
barca sarda Giussephina, encalhada no lugar
denominado Maria Familia, na sua recente
viagem com destino a este porto : quinta-
feira, 3 de Janeiro, s 10 horas da manhSa,
no trapicho da Companbia.
avisos martimos.
lJara o liio-de-Janeiro se-
gu em poucos dias o brigue na-
cional Adainaator : para o resto
da carga, passageiros e escravos a
lete, trata-se com Machado &
l'inhciro, na rna da Vigario, n.
ir), segundo andar, ou com o ca-
pito 11a pracu.
Avisos diversos.
Aluga-se um sobrado de um andar, si-
lo na ra do Seve, com comino.los para nu-
merosa familia, estribara para cinco ou seis
cavallos, cocheira, quartos independentes
para criados, cacimba, etc. etc. : tambem
se aluga na mesma ra urna pequea casa e
sitio com parreiraes, algumas arvores do
fiucto e haixa para capim : a tratar na' ra
de San-Francisco, casa da Viuva Seve & Fi-
Ihos, confionle o theatro publico, ou com
a Exilia. inaniie/a do llecil'e.
--Os ahaixo assignados dissolveram ami-
gavelmcnte a sociedade que linham as
duas vendas na ra da Lingola e na ra da
Son/alia-Vclha, no dia 28 de dezemlno pas-
sado, as quaes gyravam debaixo da firma
de Costa & Rocha, tirando o socio Rocha
ohrigado por toda a liquidado da mesma
lirma. lano do passivo como do activo con-
irahido al esta dala. Bernardo Rodri-
gues i ruinoso e Costa. oaquim Sonre da
llocha.
Precisa se alugar um preto idoso, que
sirva para tratar ao um ou ilous cavallos e
tomar conla do urna pequea casa de cam-
po : na Tua do Trapiche-Novo, n. 10, pii-
meiio andar.
Precisa-se de urna criada nacional, ou
eslrangeira, de boa conducta, que queira
servir em urna casa de familia, que saiba
engornmar o vestir urna senbora ; bem co-
mo de urna mulhcr de bons Costme! que
queira encarregar-so de criar duas crianzas
ja desmamadas : na praca da Roa-Visla, n.
32, segundo andar.
Engoiiitijndo.
Engomma-scloda a qualidade de roupa
com muita perfeico : na ra da Cadeia,
n. II, primeiro andar.
--Alugam-se dous sitios na campia da
Casa-Forle e um oulro na ra da mesma po-
voagio, com muitos arvoredos e ptimas
accommodacfiesj^bem como varias casas
pequeas, propria's para se passar a fosla
a Iralar na ra do A mor o, n. 15
Alugam-soas lojas do sobrado da ra
da Peuba. u. 6, e da ra Augusta, sobrado
.'"*:>
0. Slarr& Companbia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral, que a sua grande fundicilo em S.-
Ainai'ii alm do sortimento que constan-
lemente tcm acha-se de novo provida de
nmilas moendas de canna, e de varios ta-
annos fcitas no mesmo eslabelecimento
pelos mais peritos officiaes, e com o maior
cuidadoe perfeico; lauto assim he, que
os annonciantcs se ufanam em garant-las
pelo primeiro anno. As moendas inteiras
todas de ferro', construidas as ofjieinas
dos annuncianles ski muilo superiores a
quaesquer outras da mesma nalureza que
al agora teem sido a.qui offerecidas, pois
aquellas encerram em si corlse importan-
tes melhoramcntos resultado de mais de
-.Mi annos de experiencia e pralica do paiz.
Na ruad Cadeia de Santo-Antonio, n.
13, no primeiro andar, se dir quem tem
um negro de 30 a 35 anuos sem achaques,
muilo robusto, e propiio para servido
racaJ.
Precisa se de um feitor para tomar
corita de urna ilha ao p dos Afogados: quem
estiver nestas crcumslancias, dirija-so a
ra da Cadeia do Recife, loja n 54. Na mes-
ma vende-se urna pureao de taboas do assoa-
Iho de amarello.
J| Chapeos de sol.
Rtia do Fasseio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimealo desles objectos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panninbo, por precos comino los ; ditos pa-
ra senhoras, debom gosto: esles chapeos
sSo feilos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mes-
ma casa se acha igual sortimento de sedas,
e panninhos imitando sedas, para cobrir ar-
marles servidas : (odas estas fazendas ven-
dom-se a poicfio carelalho: enneertam-se
quaesquer chapos de sol, tanto de basteas
de ferro como de baleia, assim como umbe-
las de igreja : tudo por preco commodo.
?$-- $S?
I DEPOSITO GERAL
g (lo superior rap areia-prsta T
y, da fabrica de Gantois Pai- *
l/iet&c Companbia, na Ba- 9
S bla. 4
Domingos Alves Malhcus, agente da 4
(p fabrica de rap superior aroia preta ?
>: e mel grosso da Rahia, tem aberto o |#
* scu deposito na ra Cruz, no Recife
i n. 52, primeiro andar, onde se achara #
j sempro desle excellentoe mais acre- ^
>! dilado rap que at o prsenle se tem ?
*; fabricado no Rrasil: vende-se em bo- 4
tes de urna e meia libra, por preco .-?
> mais commodo do que em outra qual- 4
* quer parte. h
&$$$$$& jt&&$^9i)ii9
Aluga-se urna casa no Cacliang para
se passar a fesla, com estribara e cocheira,
por proco commodo : na ra Moya, n. 63.
-X -,


r
(
m
v
?
I
i
I
JVova loja de Jazendas e modas
' francezas, no Alerro-da-Ba-
Pista, n. 2.
Madama Ancelle acaba de esta-
belccer-se no Aterro-da-Ba-Vis-
ta, n. i a, com urna loja de fazen-
das e modas francezas, na quul os
compradores encontrarao o que ha
de melhor e de niais apurado gos-
lo mquelle genero. Ali* aclia-
rao o ni.iis rico sortimento de
chapeos de seda, de pallia, com
v llores ou pennas para senhoras ;
, luvas de pellica, seda elinho, tan-
v to para homenscomo para senho-
' ras ricos manteletes ; fitas para
chapeos ; lencos de casia borda-
dos ; chapeos e bonetes de monta-
ra y collarinhos e punhos para
montara ; manteos de cassa bor-
dada e de rendas prelas e bran-
cas ; blondes de seda ; rendas e
bicos de linbo ; loucaspara bapti-
sados j lencos de ca.mbraia de li-
nho bordados e con) vinhetas; ri-
cos aventaes de seda ; vestidos de
v*Bssa oriental ; ditos de garca pa-
' ra bailes ; franjas e enfeites para
vestidos e manteletes, lencos de
seda para homem; grvalas pretas
e de cores ; a mas escolhida per-
fumaria j vasos e outros objectos
de porcellana do* mais elegante
goslo ; esponjas escovas; pen-
tes; espelhos; ricas meias para
homem ; meias para meninos j ca-
rnizas brancas e de cor ; bonetes
para homem e meninos ; ricos co-
freznhos para perfumaras ; orna-
' tos para luto, de muito bom gosto:
,. chicotinbos de montara, tanto pa-
ra homrm como para senhora 5
bengalas de iinicorne e de outras
qualidades ; ricos suspensorios ;
chapelnhos deso para senhora,
do mas apurado gosto ; e outros
iimitos objectos Todas estas fa-
zendas saochegadas pelos ltimos
navios francezes Na mesma loja
se fazem chapeos de todas as qua-
lidadee loda a especie de ornatos
para senhoras ou meninos : tudo
i./isto segundo o melhor e ultimo
'i goslo, visto comoa sua proprieta-
,.ria engajot urna das m modistas, chegadas ltimamente
de Pars. As pessoas que para taes
objectos i ella se dirigirem serao
servidas com a maior promptdao
ede maneira a ficarem satisfeitas'
-- ,p abaixo assignado, tendo de retirar-
se da fieguezia de Sanlo-Amaro-Jaboatao
(ondo he residente des le 1839) para a de S--
J.ourenco-da-Matta, no lem expressos
cum que declare o seu reconheeimenlo e
,gratidilo que dominan) sua alma, vendo
* rcalsada a poca desoprar-se de seus a-
iiii.'ms compurochianos de quem tilo doce
amizade lem adquirido, com espeeialidade
das ti 111 i 11 ;is BarrosBarreto S Barreto
--eSouza Loao, cuja lembi mea ai grava-
da no centro do seu coracjlo. Sim, o cons-
tante acolliimento que o abaixo assignado
teiii merecido destas ramillas o conslitue
eternamente agiadecido; nilu podando tam-
bum nesla mesma nccasifio deixar do men-
cionar os assignalados favores que recebeu
di lllma. Sra. 1). Theresa de Jess Coelho
Souza Lefio, que por sen genio puroe ben-
fazejo se tem constituido a protectora do*
necessitados que teem a fortuna deconhe-
c-la. O abaixo assignado quizera dizer
mais alguma cousa a respeilo da bandada
.testa senhora, massuas excellentes quali-
dades sfio iSo contiecidas, que dispensain os
seus elogios. Aceiten finalmente os ami-
gos comparochianos de JaboalAo um sau-
dnsn cale do seu amigo grato e o mais obri-
gado. Manuel ioaquln rvore de Oliveira.
O abaixo assignado taz sciento ao res-
peitavel publico, que lem assucado a sua
venda sila na ra da Cruz, n. 62, ao seu ir-
nifio Antonio Francisco Marlins, sendo a
firma gyrante do Marlins & Irmfio. -> Ma-
nuel Francisco Martiru.
I'erdeu-se nodia 26 do dezembro, da
Trompe ale ao saturno paleo da Santa-
Cruz, um alliuele de hrilliantes: quemo
. achou, quereudo entrega-lo, irija-so rua
i Nova, 11. 32, que sera generosamente re-
I compensado.
No sitio da Trempe precisa-se alugar
prclus e pretas para servir no mesmo sitio
Tamben) terceira voz so avisa a quem fr
dono de uns carneiios que entraram pelo
fundo do ruesmo sillo u se achavam des-
truindo a horla o macacheiras, os quaes,
sendo botados para fura Ires vezes, conti-
nuaran a entrar, e por isso fram amarra-
dos e se participa a quem fr seu do:io, qu*
os v buscar e pagar a despeza que tucm fei-
lo,pois ha mais de 15 ilias que all se acliam.
Cosa Carneiro fazeni sciente ao pu-
'blico que no dia 29 de dezembro prximo
Vpassado devolvera.n a sociedade que ti-
iiliam em urna venda, sita na prac,a da Ba-
Vista, 11. 12, 'cando obrigado a pagar aos
credores Jos Das da Costa, por ser elle o
propriuUrioda mesma venda.
Ul)r. Francisco de Paula Baptista.reli-
rando-se para o Rio-ile-Janeiro, o nao llie
. sendo possivel despodir-sepessoalmenle de
todos os seus amigos e.d'aqucllaa pessoas a
tt quem lio grato, apressa-se em podir-lhes
f\ desculpa Ucssa falla involuntaria, ullereceii-
/'' do-llies ao mismo tumpo ssu limitado pres-
talo naquella provincia.
-- Antonio Mximo de Barros Leilo, pro-

fessor jubilado na primolra caileira publica
depriuieiraslf.ttras da cidado de Goianna,
faz sciente ao respeitavel publico, que se a-
cha presentemente mudado para esta capi-
tal, o a sua residencia ha dentro do Recife
na rua da Cadeia, primeiro andar, n. 40, on-
de vai continuar no mesmo magisterio, pn-
rm particular, o por isso convida a todas
aspessoas quoquizerem educar seus HHio*
que nfios recebar alumnos externos, co-
mo Uinbem inleiuos.
--Uma cssoa habilitada e que por mu-,
tos anuos se lem dedicado ao onsino da 1110-
cidade, propOe-se a .nsinar grammatica la-
tina, dando duas licoes por da, e perco-
bondo a gratilicagfio mensa I de 3000 ra.
por cada alumno: la mbern leccionar rhe-
r5
de
nambuco, .'{i ue dezembro de
1849 Oliveira rnos & C*
AVISO.
No da 27 de maj0 0 correte, fugiram
do engenho tg0n-Claias de Urucu", da
comarca do S .-Ando, da viuva de Burgos
& Filhos os escravos seguintes : Vicente,
pardo, oe 2 finnos, altura regular, cabel-
los crescic l0S e um pOUco carapihliados,
testa solir -sabida olhos pequeos u upa-
dos nar j c)lai0 t tumador de tabaco, ros-
to dosca .-nado e com ospinhas, sem quitl
barba p Iguma ; gosta de vestir-se a sorla-
neJa I' ,'oi escravo do finado Seb;isti3o Jos
da Mo ura > ja fazenda Venca distante 8
lOB0'' isde S.-Anlfin; aconipanhava
torica e geographia por cebendo a gratifica bra' iores da casa quando iam as cobranzas
dos serios do pocote ao su!, donde he co-
nJ'.eo'do; levou urna camisa de madapo-
J1 o 1 calja do casimira usada, 1 jaquela de
' ir.'i niha, | bonete de velludo azul usado,
1 chf.pco de palha, 1 dilo prelo de pello
Jnaquim, criolo, bastante prelo, de38an-
nos alto, secco, cara pequea, bem 'suis-
saili, costuma levar a mao a barba quan-
do falla; he bastante gago, andar compas-
sa< lo muito amigo do dito Vicente; di-
z m ter pai em Cmeleira alm do rio Ipo-
j' ica ; gosta de andar com chapeo de couro;
I evou 1 chapeo prelo de pello, um dilo de
couro, -'.) ni lelas brancas, 1 calca de brini
pardo I dita de riscado i camisa de ma-
dapolfio 2 ditas de algodfto da trra e ce-
roulas; foi escravo do capilfio Leandro
Baneira do Moura do l'atu', em Apody, da
provincia do ltio-Crande-do-.\ortr o qual
presentemente acha-se em Bananeiras, per-
lodo Brejo-de-Areia da provincia da l'arahi-
ba. Conslou que estes escravos estiveram
nos suburbios desta cidade do Uecife, mas
prosume-se que, se nflo nartiram para o la-
do de l'ajahu', 011 Camileira dita nem pa-
ra os serlfies desse lado, srguiram com mais
probabilidade para a Parahiba, ou Itiu-
Grande-do-Nort, onde lia muitos prenles
dos ditos Mouras, de algunsdos quaes tal-
vez cstojamsendo protegidos.passando mili-
tas vezes por forros. Iloga-sc a todas as auto-
ridades policiaes, pessoas particulares e
capilfies de campo que os apprchcndam e
levem-os ao dito engenho^ ou 110 Recife,
piMCii do Commercio n. 2, ao Sr. Lino Jos
de Castro Araujo que sotan generosamen-
te gratificados por maneira de licarem
summamente satisfeitos.
O Sr-. Antonio l'erera Pin-
to de Fiara v 011 mande ao Ater-
q3o do 4,000 rs : na rua Direita, 11. 120, se-
gundo andar.
Precisa-se de urna aro a forra ou escra-
va, para servir em urna cai'a de familia : na
rua Direita, n. 120, segundo andar.
A casa commercial de-luixo da firma
Rduardo Bull ficou dissolvida desde o dia
primeiro de Janeiro de 1850 em diante, o 4
liquidaefio do activo e passvo desta cas
entreguo ao Sr. Augusto Mange, a quem se
passou procuraefio bastantea esse respeilo.
Quem levou da loja de Jos Pinto da
Fonseca e Silva, na rua. Nova, n, 11, as
amostras de bco, queira ter a bondadu de
as ir restituir.
Firmino Baptista Ribeiro, Brasilero,
retira-se para as provincias do sul a trata 1
de seus negocios.
Prccisa-Se de um bom cozinheiro, P ,r-
roou captivo: na rua larga do Roza', o,
n. 34, botiqun).
-- O abaixo assignado declara a seus ere-
dores que venda da ruada Praia, 11. '82, na
qual tinham sociedade Arruda & O impa-
nhia, passrma perteucer a coroptnb ia Ma
noel Jos do Mallos, licanlo o dito Mallos
subjeito a pagar as dividas a praQa da mes-
ma sociedade, que fdram feita* t 19 de
dezembro de 1819, de cujas divitlai o abai-
xo assignado se responsabilisa p< >la falta
que possa lia ver. Jos Ignaci rf Arruda
Na rua do Queimado, n. IV, segundo
Mular, se dir quem d dinheiro a premio.
Na mesma casa so vendara varias obras du
ouro.
Precisa-sede una ama aa ra casa de
Sunca familia na rua do Ranga' I, n. 52, so-
rado.
Antonio Jos de Faria Mar hado com-
prou, por conla e ordem o Sr Agostinhn
Jos dos liis, do Buonos-Ayre s, o bilhote
da 8.' lotera do theatro do S.-Podro-da-
Alcantara do Rio-de-Janeiro n. 5,358, o
qual tica em poder do annunci ante.
--Os abaixo assignBdos dis ilveram ami-
gavelmente a sociedade que< li nham na bo-
tica da rua da Cadoia-Velha, y \, 3, que gy-
rava sb a firma do Pjmenta & Cruz, I'hmii
do de ora a vante o activo e passivo da dita
botica a cargo do primeiro a ssigna lo.Re-
cife, 2 do Janeiro de 1850. -- Antonio Jos
Pntenla. Joaquim Martinh o da Crus Cr-
rela.
Aula de nave gaoao.
Agostinho Feni8iides C alanho de Vas-
concellos ensina navegar ;fio pratica, o a
theorica ndisponsavel par a o conhecimen-
lo e demonstrado dos p' .incipios em que
que so bazeam as regras p raticas : no largo
da Assembla, casada B) jquina da rua da
Lapa, segundo andar*.
lili
orlante:
para os di
descobertd
; 11 tes
o dentista, chega-
M. S Uawson, cirurg
do ha pouco de Inglaler: ra com destino aos
portos do sul, pelos pon eos dias que lem
de demorar se aqui, ofTe rece seu prestimo
a aquellas pessoas que p recisareni dos soc-
corros de sua arle: pa ra o que pode ser
procurado no llotel-Fra ncisco.
-- Venancio Lilis Tell es Barreto, no po-
dendo, pela repenllna |>artid, despedir-so
deste, e Ihes eflorece o seu diminuto pres-
timo no Rio-Grande do s ul.
Firmino Baptisla Kibeiro,
tendoderelirar-se para as provin-
cias lo su I a tratar le sua sade,
roga a todas as pessoas que sejul-
garem suas credoras. que hnjain
de, no prazo de oito dias da publi-
cacao deste, apresentarem suas
conl,is na casa de sua residencia,
na rua larga do Hozarlo, n. 28,
primeiro andar, afim de seren em-
va o 11
ro-da-Ba-Vista, n, 10 ; do con-
trtase dir por esta follia por-
que he chamado.
Alugam-se por preco rasoavel
o sobrado eloja da rua dos Quar-
teis, n. 10 : a tratar no Mondego
com li. G Ferreira
--Francisco Antonio Vital de Oliveira, Rr.
em medicina, medico consultante do hos-
pital de iiiarinli 1 desta provincia, aetu-se
residindo na rua do Livramento, 11. 20, on-
de pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noile para exercer a sua profis-
sfio ; curando aos pobres gratnitamnnte
Manoel Ignacio da Silva Tcixeira par-
ticipa aos seus freguezes quo Ihe fazem o
obsequio demandar buscar o pilo no seu
deposito na travessa da Madre-de-Deos, n.
5, que'tem resolvido maoda-lo todas as ma-
nhitas com um poitador a entregar nas ca-
sas daquelles que assim o quizerem, poden-
do mandar dizer 110 referido deposito as
suas moradas e qualquer cousa quo quize-
rem alm do pilo ; como seja bolacha, bo-
lachinha de agoa c sal, doce, regalia e caf,
que IIijb ser fornecido pelo mesmo porta-
dor, sogundo suas encom'ncndas.
-- Precisa-se de urna i> ma de leite, captiva
ou furra quem pretender, dirija-se u rua
do Vigario, n. 5, primeiro andar.
Sr. Jofio Cyprianno Kangel queira
ter a bondade de apparecer na rua da Ca-
deia Je s.-Antonio, pura decidir sobre cer-
ta conla que S, Me. recebeu.
Jos Soares de Azcvedo,
prolessor da lingoa franceza no ly-
ceu, temaberto em sua casa, roa
do Rajarlo larga n. 3(1 segundo
andar, un curso de l'nu.osoi>iit\ e
oulro de 4,i\(.o.\ Fbanceza. As
pessoas que dcsejareni estujar urna
ouoiitra destas disciplinas, poi'erh
dirigir-se indicada residencia a
qualquer hora.
O &
<} Alugam-se o vender.-so as venia- (';.
q da Independencia, n. 10, ao voltar gj
q para a rua das Cruzes. q
Fugio, no dia Gdo corren-
te, pelas austro horas da larde,
um prcto da Costa, chegado lti-
mamente da Babia, que mal sabe
dizer quem he seu senhor, e lem
os signaes seguintes : um grande
golpe ror cima de urna fontce um
pedacode una orelha de menos ;
levou camisa de algodo branco
trancado e calcas de algodao ris-
cado americano : a pessoa que o
pegar ou dclle der noticia, dirja-
se praca da- Independencia, n.
G8, que ah se dir quem besen se-
nhor, e ser bem recompensado.
-- A' casa da residencia do l)r. I.ouren^o
Trigo de Loui'ciro, no bairrodi Boa-Vista,
rua da Saudade, defronte do Hospicio, ii-
dem dirigir-se parearla, ou pessoalmenlc,
alolim do mez de feverciro prximo fu-
turo, lodas as pessoas, que quizerem ser
assignantes do novo compendio de pratica
do processo adoptado pela congregarlo dos
lentes do curso de scienrias sociaes e ju-
rdicas de tllindi para i segunda aula do
quinto anuo, sendo cinco mil res o preQo
da issiguatura de cadi exemplar ; e em to-
do o lempo as que o quizerem ser do inlc-
rossanlissimo indico chrouologico da lo-
u'i-laei.i brasileira qua ha di conter em
oito volumos ii folio, oa pouco mais, toda
a legislacAo brasileira vigente desde 18-J-2
al 18S, a qual, com a que esla revogada e
a que tem cabido em desuso, compiic nas
colieccOes actuaos vintc o tantos grossos
volumes, e custa para mais de 150,000 rs ,
entretanto que o preco da assignatura do
referido ndice he a pequea quanlia de
31,000 rs. paga aoreceber o 1. o 2. volu-
mes, de que j existem varios exemplarcs
em poder co annunciaulc e brevemente sa-
hir a luz o lerceiro volume. Na loja de
livrosdoSr. revercnJo pudro Ignacio Fian-
-- Vendo -se um bonito escravo crioulo,
de 32 annos, canoeiro, trepador decoquei-
ro, pralico nos Urabalhos de olaria, sadio e
possanie : para i5 lo no Recife, em casa do
Sr. Moracs, n. 25, e para ajuslar, nos Reme-
dios com o Macam!)ira. '
NA BIJA l)\ i:\DEIA DO RECIFE, N 2,
LOJA ECAMIII'i DA VIUVA V1E1RA
& FILHOS.
Lotera djRo-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Pelo vapor l'nraense, entrado no da 27,
reeebdlDOSOS multo afoituuados bilhetese
meios ditos da oitava lotera a beneficio
do thealni de Sao-Podro-le-AlcanUra, cu-
jas rodas deviam coirera 2Sdo moz proxi-
mo|passado.. Kslaro a ven la na dita loja,
lodos os dias, das 8 lunas da manlia as
t da tarde.
***&**
Vende-so um lindo moleque de boa
conducta; urna bonita mulatinha recolhi-
da, com habilidades precisas para mucama:
na rua do Rangel, n. 57, sobrado.
.vai'opc do bosque.
A introduefio do rarope do busque en o Brasil
foi animada por successo arm Igual noa Eila-
doi-Unidoj, onde depoia de sele anuos de ex-
periencia o uso foi i 1,-vdn a lao alio uierilo,
que as vezes ai ciigeucia9 excediaui mullo li
quanlidade que se poda manufacturar.
No principio de sua inlroducf aqui nao se
pode logo asseverar o seu mrito neste clima ;
mas as inmensas uuvas que os agentes rece-
boto diariamente das curas maravilhnsas que
elle prodnz os habilita a certificar que oioro-
pe du bosque he urna cura certa para a pluhislca
em todos os seus dill'ercntes graos, qur moti-
vada por conitlpaedet, losse, coqueluche,
Qleurlz, aslhiii.i, bronchites, palpilafo no racao, dor de costado e peilo, escarros de san-
guc, dr na garganta c todas as molestias dos
igaos pulmonares.
i'. p i de tantas provas do seu inerecimento,
romo oulrosiiu depon; de se leslemunhar um
llicnc augmento da y^nda deste remedio, como
igualmente a accumulacao de lautos fados que
comprnvam o seu bom successo durante a en-
ponencia de 24 mezes, os agentes nao scrio
acensados de lereui imposto sobre o publico,
rei-iniin.en I in.lo um remedio de um valor n-
corto, ou (le exigir de qualquer invalidotque
fixc as suas esnorancas de cura por um allivio
imaginario. O uso principal do xarope dobos-
que lem sido feito nicamente na cidade do Rio-
c.sco dos Sanios na ruada Cruz do Reci- 3eJaoelroeiuaavllnhancae mas, agora que
fe, o na do Sr. Manoel ligueiroi de lar' |as suas virtudes se pdem conscicnciosameile
na praca da Independencia, pole tambem i asseverar, os agentes o offerecem ao publico
aSSignarO sen noniu quem quzer Ser is-1 com a mais segura couliuca, e que em qu.il-
siguanle de qualquer das referidas obras. q"''r caso se achara um remedio de iufallivct
Os Srs. assignantes queja receberam opri- mrito como de felii successo.
Dieiro volume do ndice chrouologico, dg- ,!Ia c?sos "*tM ">'estias, quando por ne-
nem-se mandar buscar o segundo casa do B"hRC"''h1 7uchar'"ol,,15!,a '"'e co,}'
.-.....:-..- i sobre a substancia dos bofos, ate que os restos
desles liquem insomcientes (se a sua declina-
nnunciante.
Vendas.
bolsadas ; advertindo, porm, que
depois deste prazo serao convide-
radas invalidas quaesquer emitas
Na rua das Cruzes, n. 35. segundo an-
dar, iisinam-se meninos e meninas a lr,
escrever, contar, arilhmelica, grammatiea
da lingo nacional: promelte-se a maior
actividado, tanto para o progresso do (lilas
disciplinas como para a pratica de bons
coslumcs. Na mesma aula lanitem se re-
ceben) pensionistas.
Jos Valentim da Silva, bem condecido
por ensillar latim ha 14 annos,o ter a l'elici-
dade de seus alumnos/ serem sempre appro-
vados na academfay avisa a quem convier
que abre a sua aula a 7 do presente Janeiro
na rua da Alegria (na Ba-Vistaj n. 38, on-
de recebe alumnos, tanto externos, como
pendonistas. Tamliem ensina em horas
reservadas aos que nSo podrem frequen-
tar nas horas da aula.
I'recisa-sedeumaama de leite forra
ou cspliva : na rua Direita, n. 112, primei-
ro andar.
Precisa-se alugar um homem forro ou
escravo, queenleuda de Czinlia, para urna
casa do pouca familia : na rua da Cadeia do
Recife, loja n. 41.
Alug4-se para ama secca urna prcta
moea, a qual sabe fazer o servico interno
de urna casa, preferindo estrangeira : na
rui da Cadeia do Rocife, n. 24.
Os abaixo assignados scien-
lifcam ao commercio desta praca
que, desde o i.de Janeiro de 185.
em diante, deixa de ser socio da
irma Uliveira IrniSos & Compa-
nhir o Sr. Jos de Oliveira e Wel
o, boje residente eui Lisbda. l'er-
A poca.
Aos senhores assignanles deste jornal se
faz cerlo e igualmente ao respeitavel publi-
co, que acaba de chegar de Lisboa a conli-
nuaQIo dos nmeros deste jornal al o nu-
mero 52; e como tenham chegado difieren-
tes colleccOes completas, convids-se aos
amantes da instrucr;!io a concorrercm para
a sua extiarcSo, visto como he esto jornal
de tanta importancia.
Assigna-se na rua da Cadeia do liedle,
loja de ferrugem deJoilo Jos de Carvalho
Moracs.
O preco da assignatura he :
Por um anno, dinheiro vista 6,400
Por sois mezos, dido dito. 3,200
-- Charles Chapront, relojoeiro francez,
rua Nova, n. 32, concert relogius de to;ias
as qualidades com muito cuidado e milita
prfelcQo, assirr. c.-..t.c vc:;dc relogos pa-
tentes, muito superiores.
Modas francezas.
Madama Theard, com loja de modas, rua
Nova, n. 32, recebeu um sortimento muito
rico de chapos de seda, de escomilha, de
dina, de lile de palha, todos do muito bom
"gosto ; chapeos de palha para meninos e
meninas, do moda muito nova ; mantele-
tes ;-capotinhos ; visitas muilo ricas ; tran-
cas de militas qualidades ; bicos de lindos ;
fitas muito ricas e dos ltimos padrOes ;
capellas de flores para bailes e casamentes ;
floro3 muito finas ; e muitos outros enfeites
para seyhoras. Mamada Theard faz sempre
eufeiles com muito gosto, e na ultima moda
vestidos para bailes e casamentos ; cha-
peos; bonetes de montara ; roupOes; palito
de meninos ; vestuarios do meninos, e to-
dus os enfeites para senhora.
Manoel Ignacio da Silva Tcixeira, dono
da antiga padaria de urna s porta, acha-se
agora na loja debaixo do sobrado junio a
mesma padaria,n. 106, leudo fechado aquel-
la por la, aonde conliua a fabricar,alm do
escolenle pilo de forma anlga e l'rovenca,
bolacha Turada de differenles tamanhos, bo-
lacbinna do agoa e sal, e doce intitulada re-
gala, tudo da melhor farinha, bolachas de
lamillas mais baixas para vendas e para o
mallo pelos procos correles, caf muido, i,
molhorque he possivel e sem mistura, ce-
vada torrada e em griio, cale em grflo, bom
cha hysson, assucar refinado e em caroco
ludo o melhor possivel e preco comino :o
Precisa-se de um cozinheiro escravo
para urna casa ostrangera: no TraploJie
Novo, u. 16.
catKpodr ser reprimida) a poder fornecer o
singue aos elementos necessarios vida de
nina pessoa, c semelhantes casos sao c serao
i sempre alm do conhecimento da assislencia
humana, e he pcior quechailalao aquelle que
[quizar eugauar a algueni com esperanzas fat-
mas ha inuilos casos que appare-
coiii sem esperanzas, mas pdem ser curados
com remedios proprios.
' mu alguna a tendencia pora estas molestias
vein de pala para lilhos, c por estes he nova-
memo Ir.insiuitlida as suas descendencias. Islo
phlhisica con*-
Ihinhas impressas nesla tvpographia, das:'itucl0"al l:'" semelliantej casos a doenca
seguintes qualidades: | appareec geralmente na mesma familia em
FOLIIIMIA DE PORTA contendo o kalen-l u,"a CPr,a iJade'- e fa"""as ",tf lra'fallecem a
dario, tahel
ci i o resume
Il/TA J)E AL6IBEIRA contendo O mesmo lia se ana arreigada, e por cons
cima, e um resumo de chronologia, a qual | oonsundda todo os recursos da vida, mas he
lambem d preamar, e tem urna colleccioi P'''n "" de seiuelhanle remedio como o arro-
do remedios esegredos uleis para uso do-1 P'do '"""'; e o muito cuidado na sade, que
mestico ] estes periodos crilicos se pdein passar, cavi-
' DITA DF. HITA com o almamck dos cm- *''! 'ffl.ffiito'tiT! rid*r avanfad?-
i ,- -.-i tin LMio ue inolfsda de lioCs, occasiouado
pregados mis, eclesisticos, militares, nd-por expodeo ou neKligencia, a molestia ar-
Follifnha ecclcsiaslica
para o bispado de l'crn.inihiico : vende se i sa* na praca da Independencia, livrariasii. 6 o"8.
Folhinlias para liliiO.
Na livraria ns. fi e 8 da praQa da lndepen-|
dencia, vendem-se as bem conhecidas fo-;'" licrahiiciitoconhccido por
litucional I.o -
'appareec geralm
una corta idade,
. ., .-,,. i:.,,,:m.u.c..-|,roporfio,|ue vo chegando quelle periodo.
Has do frudos, dasele audieii-j Como dissemos aginia, remedio algum pode
". _.?r'!!?.?as nacionaes e geraes. remedi.i^osles caso, onde urna lor.ga moles-
ministrativos o a nomcnclalura de lodosos
estnhelccimentos fahris, mercanlis e indus-
tries, ao qual se adiemnou um resumo es-
proxima-se por diRerentes formas, mas qur
no brnchial ou nsthmalica, as membranas sao
all'octadas e as suas sccrc;et improprias ou
tatistico da cidaiie do Recife ; a demonstra- lliais que excitadas fazem logo teulirein-se
cito das freguezas, termos o municipios das
comarcas da provincia e finalmente a tabel-
la do nascimcnlo e ocaso do sol para regu-
lamcnto dos relogos, organisada pelo ex-
cellenle piloto Portugal, de saudosa lem-
branca.
Vendem-se, por preco coni-
iihkIi!, cadeiras de Jacaranda e de
oleo, viiuliis pelo ultimo navio do
Forto: no armazem del'ronle da
igreja do Corpo-Sanlo, n. i5.
Vendem-se commendas de
Chrislo, ditas deollicialda Hoza,
hbitos de (hrisloe ditosda Hoza,
recentemenle chegadosdo l5io-de-
Janeiro : na rua do Crespo, nu-
mero 17.
Vende-te urna negra de Angola com
idade, pouco mais ou monos, do 30 annos,
a melhor vendedeira de rua uue ha em Per-
niimbuco: tanto vendo azeite de carrapato,
Como frutas, vciduia u lloros do peana e
panno ,e por isso llie ehamain por apellido n
Mara da Flores. Esta negra 1 -m dado e da
grandes interesses a seus senhores, mas es-
tes pretendem retirar-se o mais breve que
Ibes fiVr possivel,o por issoa vendem;n (am,
bem vndenlo mais urna negriiiha de 10 e
II annos. O preco da negra he de 600,000
rs. Os pretendentes pdem nformar-sa
da mesma negra quo anda na rua vendendo-
e dirijam-se a rua do Sebo, 11. 8, a qualquer
horado dia.
Na rua da Crur, armazem
n. 33, de S Araujo, vende-se su-
perior rup de Lisboa em frascos
de nieia libra, chegado pelo bri-
1 gue Maa-Jos.
II FGIVEL
symptomas que nao se devero deiprezar;
una constipae.il> pode produtir uuia inflamma-
cao nas delicadas membranas que guarnecem
os tubos bronchiacs, esla irrita;aoprodus urna
losse, e em seu turno a tosse augmenta a in-
ll.j 111 iii.irao j e nene de.prezs as niembranss
dos boles tornam-se seineihanleinenle aflecta-
das, c por lim a ocsiua substancia u>> he
atacada. He verdade que muilo bofes sao bai-
lante fortes, as veics, para resistir ao primeiro
curso, se este nao for multo forte ; man nin-
guem escapa de una maneira fcil, urna voi
que ii'uli 1 padecido molestia que Icnha atacado
aquellos. He portanto que ellos precisam de
algum remedio seguro para ajudar o systcma,
afim de corrigiras socrecoos e restaurar frca
aos orgiios pulmonares cin casos como estea
o xampe do bosque tem-se tornado infallivel, e
no he sii no principio como na forma simples
destas molestias que este remedio he uina cura.
Teem ja havido inuilos exemplai em que a sa-
de se tem restaurado a pessoas que haviaru ai-
do abandonadas lelos seus mdicos e amigos.
O rarope du bosque nao c ofiereee como um
remedio para qualquer doenra, mas sim he
o 11 crecido com una perfeita confia09a como o
mais ulil remedio at aqui descoberto paft as
molestias de garganta c dos bofes, o qual he
composlo nicamente de vegelaei, e que se
pode tomar sem aquelle cuidado em.piailva
qur na dieta ou no exerclcio
O publico deve-se leuibrar que cada garrafa
lem dous lelreiros com a propria assignatura
ilos agentes R. (J. Yates e Comp., um na garra-
fa com todas as direccrs para uso, e um no
papel de fra.
Pode ser enviado com toda a seguridade
para qualquer parte do imperio, e ai ordena
serao pontualineule executadas.
Vende-se nicamente na botica do Sr. Jos
.Mana Gnncalves llamos, rua dos Quarteis,
u. 12.
-- Vende-se urna preta muito 'moca, e de
bonita figura, e urna parda acboclada, am-
bas fazem alguma cousa; dous prelos criou-
los ; um pardo : todos muito mocos, de bo-
nitas figuras, ja com alguma pratica dear-
iiiuzeui de assucar: silo muito postantes a
ptir isso srvem para todo o ser vicu : na rua
da .Souzalla-Vela, casa terrea! a. *;


Vendem-se lmns queijos londrinos,
ditos de pratoinuito frescaes e de superior
qualidade, presuntos ingleses pra fiam-
bre, ditos portuguezes parai-panella, Utas
cuan o libras holachinha de l.i-1 om, ditas de sardinha, di-
tas com herviltiacB, frascos com conservas
infleas, queijos de qualha vinlos do Cea-
ri, por barato preco, mantas de toucinho
nglez d fumeiro.de 7 a 8 libras cadaunia.e
nuiles muitos gneros de boa qualidade
a nrua da Cruz, no Recifo, n. 46.
Cris de cassa para ves-
tidos com 16 corados
por 5,500 rs.
?MdT-se corles de cassa para vestidos,
rom 16 owados, a 3,500 rs.; ditos com 8
covados, a 1,760 rs.; pegas de cambraia li-
sas com oito varas e meia, a 2,720 rs.; pan-
no da linho muito fino, a 480 rs. a vara : na
ra do Crespo, loja da esquina que valla
pase a cadeia.
Taixas para engenho.
Ja fundalo de ferro da ra do Brum,
caba-se de receber um completo sorlimen-
tede tai xas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
nr.do com promptido embarcam-se,
t/U carregam-se em carros sem despezas ao
unprador.
Cassase cambraias.
Vende-se um sortimento de caasis, cam-
braia*, chitas, riscados, chales de seda,
ditos de Ha, luvas, mcias, bicos de linho,
brincos e pretos i ludo o mais barato pos-
sivel, por trem azondas Tora da moda : na
r i# do Crespo, n. 9.
Arados de ferro.
Na fundieflo da Aurora em S.-Amaro
vendem-se arados de ferro diversos
4elos.
AGINGIA
da ftindico Low-Moor,
BA DA SI NZAI.T A-NOVA, M. !\1.
t Reste estabelecimento conti-
nua a haverum completo sorti-
r.ento Jv moendas e nieias moen-
Jas, para engenho ; machinas de
vapor, tacnas de ferro batido e
coado, de todos os
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Sanlos na Itahia
vende-se rm casa de >'. O. Hieher & C.
qualquer servieo de urna casa
ra da l.'adeia do Uecifc, loja de
Joaoda C'unha Magalhes, n. 51.
Os mais ricos mantele-
tes c capotilhos.
Vcndem-seos mais asseiados mantelete:
e capotilhos de chamalote de seda e gor-
gurSo, os mais ricos que teem apparecido s
na rus do Queimado, n. 9.
Vende-se superior farinha a bordo da
polaca N.-S.-do-Carmo, tundeada defronle
do Passeio-Publico, por commodo prego, e
em saceos : na rus do Yigario, n. 11.
i'otassa da Bussia.
Vende-se a verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em barris pequeos :
ero casa dos Srs. Itolhe & Bidoulac, ra do
Vigario, n. 4.
Vendem-se cortes de cambraia de co-
res, pelo barato prego de 2,000, 2,500, 3,000
3,500 e 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : mcias para meninas, a 160 rs.; lita
com lislras de seda, a COO rs. o covado; lan-
/inlia propria para roupa de meninos e ves-
tidos de senhora, a 240 rs.; 13a superior pa-
ra caigas, a 500 e 600 rs. ; lengos de algo-
dilo e seda com franja, a 600 rs. ; crtis de
rllele de velludo, a 1,600 c 2,500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; garga de seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda,a 560 rs.
o covado e outras muilas fazendas i or
barato prego : na ra do Crespo, n. 15, Iojb
do Joaquim de Oliveira Mtya Jnior.
Velas de cores.
Vendem-se, no annazem de molhados
atrs do Corpo-SaDlo. n. 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
coi de rosa e lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sus superior qualida-
mo- de e alurarem mais que as de espermacele,
e n5o fazerem morrSo.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo eslabelecido de-
baila das mesmas condigfles, offerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho branco do Lis-
boa por 220 rs. a garrafa, c 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de Bordeaux por 160 rs. a
j garrafa levando o casco.
i gada
'4
N3o se admirem
tamanhos, os fieguezes do iaixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o anligo pre-
go, embora este genero tenha subido o me-
Ihor de 30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidade para reconhecimento
da verdade e continuago da antiga fregue-
zia.Epara n5o haver usuras, esiilopromp-
da Cruz, n. 4, aleodSo trangado ,as garrafas lacradas e com o competente
a* ra
aquella fabrica, muito proprio para saceos
ie assucar e roupa de escravos.
Chrbraseiro.
Vende-se cha biasileiro no armazem de
molhados, alias do Corio-Santo, n. 66, o
mais excellente cha produzido em S.-Pau-
lo que tem vindo a este mercado, por
prego cuito commodo.
Moendas superiores.
Mafundigode C. Starr & Companbia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de raima, todas de ferro, de um modelo e
construegno muito superior.
, dos fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanl, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do su I, superio-
res charutos S.-Felix, e de outras umitas
qualidades que se venderSo mais barato do
que em oulra qualquer parle : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
urilho. que se estSo vendendo pelo diminu-
ta prego de 500 rs. o centu.
fortes de brim de cores
rom lislra so Iii 1.100 rs.
Vendem-se corles de brim de cores com
lislras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado de I-
godSo americano, pioprio para escravos, a
l*0rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Teeidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Ka na da Cadeia, n. ;'2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saecus de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de furla-crcs a
200 rs. o coi/ ('o e ris-
cado monstro a 20 rs.
Tende-se zuarle de furU-crcs muito
encorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
pado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
<1 : na ra do Crespo, loja da esquina que
vltaparr a cadeia.
faraquein liver bom
gOhtO.
Vendem-se redes de cores muito grandes
e muito bonitos padrOes, e o tnelhor que
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
--Vendem-se amarras u izrro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Saccas com fareio novo,
de 80 a 90 libras, a o^:
vendem-se no armazem do Antonio A mies,
no caes da Alfandega, e no de Vicente Fer-
reira da Costa, na roa da Madre-de-Deos,
ebegadas ltimamente de Lisboa e de
Franea.
Veude-se nma parte dos sobrados de
tres andares, us. 14et6, sites na esquina
da ra da Cadeia, defronte do tlieatro de
San-Francisco : a falla rno primeiro andar
dos ditos, com Joaquim Teixeira Peixoto.
rotulo, assim como barris de diversos ta-
manhos para provisfio do prximo Natal.
0 proprietarioconla com a concurrencia;
do contrario, tornarSo os pregos do reta-
Ihoa primitiva de240e 280 rs. a garrafa.
Yendem-sesapatoes de cou-
io de lustro pulo baratissimo pre-
co de 3,000 rs. ; dito superiores
e de ponto ixo, a 4?ooo rs. ; ditos
de lustro para meninos ; ditos do
Aracaty parahon.em : na ra da
Cadeia do Uecife, loja n 9.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em bai riszinbo!>
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : no llccife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Vende-se superior vinho de
Champanhe : na ra do Trapiche,
11. |3<
Na ruado Amorim, ns. 56
e 5rJ, vendem-se fardos cm sue-
cas grandes por preco commodo :
a elles antes que se acabem.
Calcado francez
siliido da Ifandeg ha dous dias, sendo sa-
pulos de couro du lustro para senliora, a
2,000 rs.; ditos de una sola para l.oinem,
a 4,000 rs. ; ditosdc bexerre de Nantes, so-
la grossa e lina, a 5,000 rs.; sapalOes de
couio de lustrosa 6,000 rs.; borzeguins
gustados, a 7,000 rs. : na ra do Crespo,
ao p do arco, loja de miudezas, de Joaquim
lleuriques da Silva.
prximamente de Uichc-
mond : na ral da Senzalla-Vclua,
armazem de Matheus Austin &
Companbia ou ni ra do Tra-
piche, n. 3G.
Agoade Ungir os cabellse suissas.
Conlina-s a vender a agoa de tingir os
cabellse suissas: na ra do Queimado,
n. 31. Omethododo applicar a dita agoa
acompanha os vidros.
Farinha de mandioca.
Na ra do Queimado, n. 14, loja de Ter-
ragens, anda ha algumas saccas da boa
farinha de mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como urna porgSo de poiwas de
oma.proprias para espanadore; urna es-
crava de 20 annos, propria para todo o sor-
vigo;outra dita que se vende barato, por
ser de mais idade, e que he boa para ven-
der na ra, e sabe muito bem lavar roupa ;
urna parda moga, de bonita vista ; saccas
do gomma deengommar, muilo alva : tudo
se vende barato.
Velas de espermacete
em caixasde 30 libras, e da tnelhor quali-
dade que ha neste mercado: vendem-se nt
ra do Trapiche, n. 8.
Chapeos de palha
muito linos e superiores: vendem-se na
ra do Trapiche, n. 8.
Vendem-se chaposzinhos ricamente
enfeitados para meninos e meninas do um
a tres annos: no Aterro-da-Iioa-Vista, n. 1.
~ Chegaram novamenle ruada Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouro e prala
patente inglcz, para homem e senhora.
15ons queijos do sertao.
Na ra do Queimado, loja de ferragens,
n. 14, vende-se esto excellente petisco, por
prego commodo.
Novo sortimento de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampeao.
Vende-se cassa-chita muito Tina, de bo-
nitos padres, cores fixas e com 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado; cassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadioho de lis-
tras de linho, a 240 rs.o covado; biim de
algodilo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padroes, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e una quarta ; cassa preta com
ramagem branci. para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com \ palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOese cures fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlatana, a 500
Chapeos do Chile
de superior qualidade.
a
a
a
Pelo ultin.o vapor reccbcr:im-se mais chapos do Chile de superior 9
qualidade, que continan) a vender- <>
se ( a preca mais commodns do que **v
em outra qualquer parte ) na ra do ?
Collegio, u. 9. S
aaaaa#9#9aa#aaa4aa9a
Superiores chapeos do
Chile.
Vendem-se chapeos do Chile cm porgOes :
na praga do Commereio, n. 6, primeiro an-
dar, sSo muito hons o muito claros.
Farinha' de S.-Calharina.
Vende-se a bor.lo do briguo Dnut-Mnigoi,
fundeadoderodiedo caes do llamos, on burniez em garrafas; na ra
na praga do Commereio, n. 6, primeiro n- / P- i> -r. r
dar, farinha de S.-Catharina. (Ladea do ecife, n. l5.
800 rs,; cobertores de algodilo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
SSSF.
Manocl da Silva Santos vende
farinha de trigo superior da marca
cima mencionada c chegada a es-
te morcado no ultimo navio vindo
de Trieste: quem pretender, pode
dirigir-se ao armazem do Anuos,
no caes da Alfandega.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha de trigo fran-
cesa de Provenga, chegada ltimamente de
Marselha : em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Aiiuiiini, n. 35.
Vendem-se 200 barricas vasias: na tra-
vessa da Madre-de-l)eos, n. '5.
Vende-se um brago de balanga grande,
com conchas de pao e cabos, e um terno de
pesos de duas arrobas al meia libra : na
praga da Santa-Ciuz, na padaria debaixo
do sobrado n 106.
Vendem-se 50 varas da lages de Lisboa
a 3,200 rs. cada uina ; urna canda de ama-
relio, propria para abrir barcaga, com 58
pulmes de comprido o muito sila : na ra
da Praia, serrara do Cardeal.
Queijos de 11 as.
Chegaram pelo ultimo vapor vindo do
Mil desles superiores queijos muito fres-
caes, dos melhoresquo teem vindo a este
meicado : vendem-se por progo commodo,
noaimazemde molhaJos atrs do Corno-
Santo, n. 66.
*&;.. : .>mm *a> |Una do Collegio, n. 9.
LOTERA DO RIO-DE-
JANEIRO.
1 SO; 0009000
i i-
& 8.' do thcatro de San-Pedro. 35
% I
Vendem-se chapos de todas as qua-
lidades, para senhora ; finos manteletes e
capotinhos de chamalote, lafet e bico; lu-
vas de pellica, do seda e de rodo ; Cliapeas-
zinhos ricos, para meninos e meninas : no
Alerro-Ja-Iiua-Visla, n. 1, casa de modas
fraucezas.
Na ra dos Cuararapes, n. 7, em Fra-
de-Puilas, vende-se urna negrinha crioula,
de 9 anuos, de muito bonita figura, o com
principios de costura.
Veudo-so una boa padaria com todos
os seus pe'tences e prometa a tiabalhar, na
ra Direila, n. 26 : na mesilla padaria se
dir quem vendo
Vendem-so luvas de torgal do seda,
pretas e brancas, com linda rem|a para se-
ulioras e meninas, meias de algodilo para
meninos e meninas, a 120 rs., 160 rs e 200
rs.: na ra da Cadeia-Velha, u. 15.
- Vende-se rap rolo lam-
ela
Vende-se urna escrava cri- Vendem-se mcias barricas' VenJe-e "ma preta muito boa coz-
...... i e i i, i inlieira, que engomma e cose, e por isso
oula, bonita figura, propria paral com superior luiinha gallega, clie-J propria para ama de casa, mesmo de ho-
mem sollciro, altondendo a sua boa con-
ducta : na ra larga do llozano, n. 35, lo-
ja de miudezas. .
-- Vendem-se 1,000 barricas vastas de ra-
rinha de trigo, por prego rasoavet, para
desoecupar-se o lugar dellas, recobendo-se
o seu producto em assucar: na run do Ito-
zario larga, padaria n. 18.
Oculos patente
Na ra do Queimado, loja de ferragens,
n. 37 A, venem-se excellentes oculos de
ver ao longe, por prego commodo.
Pos galvnicos para
pratear.
Jila ra do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objectos
prateados e que tenhm perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
tilisados, teem nestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cessu para se usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho molhado em agoa fria e passado
nos mesmos pos.
Una caixinha contendo quatidade suf-
flciente, para pratear mais de 40 palmos
quadrados custa a mdica quantia de
mil rs-.
Charutos de Havana
verdadeiros:
vendem-se em casa de Kalkmauo IrmSos,
na ra da Cruz, n. 10.
Cal de Lisboa.
Vendem-se barris com cal virgem de Lis-
boa de superior qualidade, pur prego com-
modo : na ra da Cadeia do It.'eifc, n. 50.
-- Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoria e o prin-
cipe Alberto ; relogios de ouro e do prala,
chegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que (fio mui bem acabados.se tor-
nam muito rcommendaveis a qualquer
particular, e advoite-se que ha entre elles
algunsque andam 8 dias sem precisarem
de corda : na ra da Cruz, no Itecife, n. 55.
Vinho de Bordeaux,
das mais superiores qualidades; bem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, j muito apreciado, tanto aqu como na
Kuropa : vende-se em casa de Kalkmann
Irmilns. na na da Cruz, n.TO.
Vende-se urna oscrava moga, que he
doceira : na ra da Senzalla, n. 14.
Vendem-se pegas de algodSozinho
com 20 jardas, com toque de avaria, pro-
iiriu para escravos e pannos de cozinha, a
1,280 rs. ; ditas de chitas de bons pannos
e com toque de arvaria dechuva, propria
para pretos e fonos de bahs, a 4,500 rs. ;
Historia da America ingleza em portugueZ;
por 5,000 rs.; Guarda-Livros modernos, por
6,000 rs ;Saluslio traduzidoao p da lat-
ir, por 5,000 rs.; Diccionario de Moraesda
quarta odiciio quasi novo, por 20,000 rs. ;
iiinlole de folcar formigas.* no paleo do
Carmo, n. 19, primeiro andar.
Vendem-se 6 moradas de casas, tor
prego muito commodo, por sen dono reti-
rar-se para fura : na ra do Hurtas, n. 6i.
Veude-se urna loja de couros : na ra
Direila, n. 56.
Vende-se um jumento proprio pira
tirar casta : na ra das* l.arangeiras. n. 18.
Na ra dasCruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se 10 escravos, sendo : duas
pretas eugommadeiras, e quecosem chao,
cozinham e lavam de sabSo ; 3 ditas de m-
gflo, ptimas quitandeiras ; 3 escravas pro-
prias para todo o seivigo ; 2 moleques de
13 a 15 annos.
Vende-so urna armagilo de v. ndaj com
2caixOos para amostras, de 7 palmos cada
um ; urna balanga com pesos de meia arro-
ba para baixo ; e alguus temos de medi-
das de folha e de pu : tudo por junto, ou
separado : no Aterro-da-Boa-Vista, n 3.
Vendem-se 6 lindos moleques de 12 a
20 annos ; 4 pretos hons para todo o servi-
go, sendo um delles bom bolieiro ; um par-
do de 20 annos; um mulatinho de id an-
nos, muilo esperto; urna mulatinha de 7
annos, com principios de habilidades; urna
dita de 12 annos, muilo desembaragada ;
12 pretas com habilidades e sem ellas, e
que sSo boas quilandeiras, de 12 u 25 an-
uos ; duas ditas de meia idade, que se ven-
dum muilo em cunta ; e oulros muitos es-
cravos : na roa da Cadeia do llecife, n. 51,
primeiro andar se dir que vende.
Veude-se um sitio a beira do rio, com
bastante terreno para plantagOes e baixa de
capim, com grande casa moderna, com
duas grandes salas, dous gabinetes, duas
alcovas, tres quailose cozinha, perto da
praga, por ser antes de chegar o Pogo : na
ra de S -Amaro, n 16.
Vendem-se duas casas terreas, urna
atrs des. -Jos, n as, e a oulra as Cinco-
Puntas, u. 86 : ambas do lado da sombra e
com bous quiniaes: a tratar na ra da Cruz,
D.t*.
Vende-se urna preta moga, de boa fi-
gura, que cose, engomma e cozinha, ludo
muilo bem; urna dita que lava n vende na
ra, por prego muilo commodo; 2 n.ole-
quts, umdo I2annoseooulro de 16, p-
timos para o que se quizer aplicar ; um pre-
tovelno, ptimo para servir a urna casa,
por 200,000 rs.; um inulatiuho de 10 a-
llos, muito es, erto para servir a urna casa :
na ra'do Collegio, n. 21, primeiro andar
se dir quem vende.
Contiiia-se a vender bolacha de fari-
nha du ni 11 lio, a 80 rs. a libra.
Vende-se urna preta crioula de 19 a 20
anuos, de bonita figura, propria para o ser-
vigo de casa : na lloa-Viala, iravessa do
Veras, n. 9.
Vende-se, por prego commodo, um
prelo de idade, proprio para um sitio : na
ra de Hurlas, i). 110.
Veude-se a nova o ultima grammatica
Ir. n.e/a pur Uurgain, adoptada ltima-
mente por lodos os piufessores : no Atcr-
ro-da-Uoa-Vista, n. 10.
Vende-so um bomcavallo com arraios
novos, ou seui elles : pde-se ver na co-
clieiis do Snr. Pessoa : ua ra da l'raia,
u. 18.
Vende-se um banheiro de folha de
(landres, grande, muito bem euvernizado,
com torneira para despejo das agoas e cy-
lindiocom todos os perlences para accen-
der o fogo ; assim como se adverle a quem
o pretender que anda est novu conforme
se couiprou, porque nao foi uccessariu ser-
virse dello; lambcm se vendo um caixole
com diverjas ferragens proprias para qual-
quer um mestre de marceucro ; urna pnr-
gflo de nandres vssios que furam de agu-
Ihas : ludo por prego commodo: na ra lar-
ga do Rozario, ulicamente dos Quartcis,
loja de Victorino & Cuimarfies.
Vendem-se saccas com fareio, muilo
grandes e boas, por 4,000 rs. : na ra da
Praia.n. 20.
Escravos Fgidos
Na freftuezia de Serinhuem, do lugar
ilha do Villela, fugio um escravo crioulo,
de nome Jos, de 20 e tantos annos, cor um
lanto fula, altura regular, de bom corpo,
com falta de denles na frente no queixo in-
ferior, testa acarnoirada, pernas erossas,
ps grandes c com os dedos abertos, nios
grandes; tem urna costura de um talho
cima do dedo grande da nio esquerda;
fugio no dia 4 de novembro do anno pas-
sado : quem o pegar leve-o ao dito lugar,
quesera gratificado.
100,000 rs. de gratn
cacao.
-Fugio, nodia 16 de dezembro, pelas 4
horas da tarde, um pretoda Costa, chepa-
do ltimamente da Baha, que mal sabe fal-
lar editor quem he seu senhor; tem um
grande golpe por cima de urna ionte e um
pedago de orelha de menos ; levou camisa
de algodilo branco trangado e caigas de al-
godo riscado americano : quem o pegar
leve-oa praga da Independencia, ns. 6 e 8,
que lecebera gratificago cima e se lhe
licar. agradecido.
Fugio, no dia 15 de dezembro prximo
passado, o preto Bernardo, de 40 annos
nouco mais ou menos; be sapileiro, de al-
tura regular, ps bem feitos, canellas finas,
anda com pssos miudos e ligeiros ; tem
urna gomma no peito junio ao pescogo,
niaior que um ovo e j querendo arrebeu-
tar, o cabello j pinta, falla bem claro;
quando se embriaga be muito fallador e
quer ser valente ; tem cravos em um p ;
levou caigas de riscado azul e camisa do
madapologrosso. Roga-se a todas as au-
toridades policiaes, inspectores do quar-
teirilo, commandantes de destacamentos e
mais pessoas de justiga que o encontraren]
ou delle tenham noticia o apprehendam e
levem-no ra da Cadeia do Recife, defron-
te do Becco-Largo, n. 25, ou na Trempe, n.
1, sobrado com venda por baixo; assim
romo se roga-aos Srs. capites de navios
que conduzem escravos para fra exami-
nen! escrupulosamente os que so Ihes apre-
seutar, uo seja este um delles que se quei-
ra evadir, e no caso de o encontrar se Ibes
pedo o favor de mandar entregar ua men-
cionada casa cima, onde ser paga toda a
despeza que se tiver feito, e ao mesmo lem-
po se protesta contra qualquer pessoa que
o tiver em casa detido, ou apoiar a sua fu-
ga, coma qual se usar rom todo o rigor
da lei.
~ Fugio de bordo do patacho Nictheroy,
em principios do mez de outnbro, o preto
Vicente, do uagSo, de 30 a 40 Annos. de es-
tatura baixa, magro: quem o pegar leve-o
atrs do Corpo-Sanlo, casa n. 66, que ser
recompensado.
Fugio no dia 21 do passado mez do de-
zembro, de bordo do brigue brasileiro Inca,
um caboclo do nomeManoel. oqual repre-
senta ler de idade 35 a 40 annos; tema-
go de branco, e he bastante escuro, ja com
alguns cabellos branros na barba; levou
Vestido camisa e caiga de lgodflnzinho, bo-
nete manija : quem o pegar pude leva-lo
atrs do Corpo-Santo, casa n. 66.
Fugio, no dia 7 do passado, do enge-
nho Pintos, o crioulo Kduardo, alto, feio,
tem urna falta na parlo superior de urna
das orelhas; consta achar-se nesta cidade,
no lugar do Ciqui, em urna casa junte de
una olaria : quem o pegar leve-o ra Di-
reila, n. 121, que ser recompensado.
Fugio, no dia 16 de outubro de 1849, *
um escravo cabra, de nome Themoteo, ofli- ,
cial de carpinleiro, de estatura alta, ma-
gro, zambro das pernas ; (em falla de um
uedo em um p, denles poJres, e um sig-
>nal de um pequeo talho na pona do na-
riz ; he bem parecido de rosto, com prin-
cipio de barba ; levou boa caiga du brim
azul, camisa branca e gndola branca fina,
cujo eicravo foi do lllm. Sr. Alfonso de Al-
buquerque e Mello, da provincia do Para,
por ordem de quem foi vendido na corle -
pelo Sr. capitiio de fragata Jesuino Lamego
Costa ; consta que se intitula forro a todos
aquellos que o uo conheccm, e bem o per- -
suade por saber ler, escrever e contar, ea
quem o condece diz a uns que anda por or-
dem de seu senhor a procurar quem u cem-
pre, o a oulros que anda em procura de"
obra para trnbalhar : u que se previne os
lllms. Srs. offiejacs do exercilo e armada,
paraquoono recrutem ; capililos de na-
vio, para que o no recebam a seu bordoa
pretexto sigua ; mestres de ulnas, o uo
admitlam as mesmas ; aos Snrs. encarre-
dos da vizita dos navios o nfio deixem sa-
bir em navio algum, qurseja nacional,
qur estrangeiro : e a lolas ns pessoas em
geral so roga o nSo acoilem, nilo s para
evitar o procedimento criminal, mas tam- j
bem do^agar o jornal de 1,600 rs. diarios
desde que o mesmo tiver fgido, que he
tanto quanlo sn prtesis haver daquella
pessoa que lhe der coito : para cujo lim se" \
faz o presento aiinuncio, para que ningucm '
so chame a ignorancia e se darSo boas alvi-
garas a quem do mesmo der noticias onde
existe, ou o levar a ra de S.-Luzia, n 48,
na corle, nu nesta praga. a Francisco Alves
da Cunta, na ra do Vigario, n. 11.
-- No dia primeiro de setombro do an-
no prximo passado desappareceu de mi-
nha casa, em Olinda,a cabra de nome F.s-
ineru, dos signaes seguintes : baixa de es-
tatura, cabellos negros, ps e mflos peque-
nos, leudo os dedos dos ps a maior parte
delles sem unhas por causa das bexigas, das 1
quaes ella tem a cara muito marcada. peilofifVj
pequeos de peile, denles alvos o abertos,W
olhos alumagados, bastante ladina, do boa
lingoagcm. O abaixo assignado, senhor
della, roga a todas as autoridades policiaes
e cap liles de campo que Ibes prestom todo
auxilio necessario para que a dita seja ap-
prchendida, gratificando a quem a tiouxer
eagradecendo aoseu bem feitor.Anloio
Xavier Je Carvulho ilenionca.
<
PEaN. : Ni IH'- DE t HE FAMA.
a- v
1
-.11*
I


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