Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06743


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Full Text
Anuo XXV.
Sexta-feira l
PARTIDAS DOS COBKEIOS.
GoiannaeParahlba.segundasesextas-feiras.
Rio-Graude-do-lNorie.quintas-feirasaoineio.
Cabo, Serinhem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1., alie 21 de cada mez.
Garanhuot e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas -feiras.
lilinJa, todos os dias.
EPHEMEHIDES.
Fhsis da loa. Ming. a G, s 4 h. e 33 ni. da t.
Nova a I i, a i h. .- IS ni. da t.
Gresca 22, asf>h.c21 m.da m.
Cbeia a 29, 11 h. e 41 m. da ni.
raSAJCAB DE HOJE.
Prlmelra as 10 horas e 6 minutos da manb.
Segunda asl0borase30minutos da tarde.
-. i. .-, j-*> ?^if7-cqafMi
tle Dezembro de 1849.
N. 280.
presos da suBscairoo.
Por tres raezes (adianlador) 4/000
Por seis mezcs 8/U00
Por un anno 15/000
DAS DA SIMA1IA.
17 Seg. S. Bartliolomeo de S. Geminiano. Aud. do
J. dos orf. c do in. da 1. v.
18 Tere. Nossa Senborado O'. Aud. da chae., do
J. da 1. v. do civ. e do dos feilos da fazeuda.
19 Quart. S. Fausta. Aud. do J. da 2. v. civ.
20 Ouint. S. Uomingos de Silos. Feriado para os
negocios forenses ate 31.
21 aext. ;< S. Thoui.
22 Sab. S. Honorato.
23 Doin. S. Servulo.
CAMBIOS in 20 SZ DEZEKBBO.
Sobre Londres, 27'/, d. por 1/000 a 60 dias.
Paris, 316.
Lisboa, 100 por cont.
Ouro.-Oncas hespanliors......... 29/000 a 29/800
!>1oedasde>iu0velhas.. 1U/800 a 17/01II
de 6/4IIU aovas .. Hi/200 a 11 ij 1011
de 4/000........... 9/200 a 9/'Smi
Prata. Pataces brasilciros...... 1/M5 a l/7l
Pesos coluinnarios....... 1/1140 a 1/".I(0
Ditos mexicanos.......... l/8(>0 a I#870
DIARIO
PARTE OFFICIAL.
Comniaiido das armas.
Quartel-gtneral do commando das arma na
eidade do Recife, 19 de dezembro de 1849.
ORDEM DO DA.
S. Exc. oSr. marechal decampo gradua-
do, commandante das armas, manda fazer
publico, para conhecimento da guarnigo,
que por oITco do Exm. Sr. presidente da
provincia de 18 do mez corrento Ihe Coi
participado que por aviso do ministerio da
guerra de 26 de outubro do corronte anno
houve por bem S. M. o Imperador conceder
6 mezesde liceoga ao primeiro cadete Jos
Libano de Souza ; o por oulro de 20 de
novembrn ultimo conceder passagem para
o segundo batalhio de fuzilheiros ao se-
gundo cadeto segundo-sargento do quinto
batalhSo da mesma arma Joaquim Francis-
co de Carvalho Menezes.
Finalmente, tendo'sahido (da capital em
diligencia o quarto batalho de altilharia
a p, ordena o mesmo Exm. Sr. que passe a
commandar o contingente das pracas do
mesmo batalhSo que no marcharan, oSr.
segundo-tenente do referido batalhSo Joa-
quim da Silva Maia.
Joie Pedro Heitor, ajudanle de ordens in-
terino.
EXTERtOK.
O GENERAL NARVAEZ.
Londres, 30 de outubro ae 1849.
Os successos polticos do general Nar-
viu'z e de sua administraran silo mais de-
vidos sua propria firmeza e resolugo
do que fraqueza e inaptido de seus ad-
versarios; e, sealguma cousa faltava para
completar a sua influencia nos concelhos
da rainha de llespanha, esta falta foi pre-
enchida pela ridicula e abortiva tentativa,
ltimamente feita para a destruir. O du-
que de Valencia tem sido mais vezes com-
pellido a desenvolver sua notavel energa
de carcter pelos ataques do partido liberal,
pelas intrigas dos agentes liberaos estran-
geiios, ou pelas commoges da popular,
do que em defensa da constituido ; porm
na occasio presente o ataque parti do la-
do onposto.
No foi, como alguns dos nossos contem-
porneos imaginaram em sua antipathia
infierne! e cega ao nico administrador
hbil e feliz que a Hespanha moderna tem
prmluzi 'o, nilo foi, repetimos, por urna in-
triga ile Christina, nem para o fm de favo-
recer oestabelecimento de um governo mais
popular, que se tentn este laneo do polti-
ca transitorio e caprichoso; pelo contrario
as personagens do trama eram em todo o
particular dignas de tercm figurado ns an-
tigs comedias e estratagemas da corte de
llespanha. Um fraile astucioso e urna frei-
r esttica fram os principacs gentes da
transaego; um principe quo tem o titulo
de rei consorte, e que exercia as funcgOes
de iniendente rio paro, posto que submer-
so na trpida superstigo e prematura de-
crepitado de sua raga, foi o instrumento de
que se serviram : elles parece que tinham
por fim a formago de um governo suhjeiio
a influencia clerical no gabinete, sem ne-
nhuma repr'esentago as cmara!., e sem
apoio em nenlium partido poltico, nem no
exercto, ne.n em nenhum homem de nota
ou rapacidade, comose quizessem mostrar
ao mundo quflo drsprczivel e impossvol
cousa he o absolutismo de urna corte tal
qual a da Hespanha he presentemente.
N3o sahorno* quaesosmeos que fram
empregados para obter-se o assentimento
da rainha Izabel to extravagante pro-
posta, especialmente senno-lhe esta a pre-
sentada por um indv luo, cujojuizoe re-
solugo ella nilo pode de nenlium modo res-
peitar, e com o qual tem grandemente cas-
suado desde que he seu marido. Prova-
velmenle a deciso foi tomada repentina-
mente em urna destas phantazias de prero-
galiva, ou em um desses estados de descui-
dada indifferenca, que a rainha de llespa-
nlia algumas vezes se abandona.
A rainha mili certamente no teve parte
nopmjecto, porquantu fez ver tua fillia
o grande accrescimode influencia e consi-
derarlo que um tal erio daria a um minis
tro ja suficientemente poderoso para ser de
lempos em lempos o objecto de sua propria
inveja e temor.
Os proprios ministros, a despoito dos es-
pas que infestam todas as salas do pago,
parece que no liveram conhecimento do
projecto feito para sua destruido, senSo
pouco tempo antes de screm assignados os
decretos de demissn. Tambem no pode-
mos crer que as infelizos crealuras do rei,
quedingiram os negocios do estado nesse
dia de engaos, eslivessem preparadas para
a tarefa de que fdram encarregadas.
Elles nilo fizeram nenhum uso activo de
sua autoridade, e abstiveram-se de tomar
nenhuma dessas medidas vigorosas, as uni-
rs que poileriam tnr dado alguma probabi-
lidade do successo urna conspirago abso-
lutista.
! Nenhutua appellago foi feita ao excrcito,
'""i" m dos individuos que em nome da
fi., ;ui(.ii) puderiam resolutos oppor-so a
"'d repentino golpe de estado foi posto
em pritfio. Narvaez, voltando para o po-
der, paiece ter sentido que taes adversarios
eram tilo miseravois, que nSo valia a pena
trata-Ios severamente, ou entilo a posigo
exaltada do principal conspirador salvou a
vida de lodos os outros.
O rei foi tlemittiilo da intendencia do pa-
co, e privado assim da nica porgodeau-
toridade deque gozavasobrea propriedade
real. Fre Fulgencio expiar provavolmen-
te o seu crime por exercicios mais severos
de piedade em um mosteiro da Andaluzia, e
sror Patrocinia, cujas imposturas teem si-
do ha tanto tempo um escndalo para a
igreja, ir em paz para um dos conventos
mais retirados dos dominios da rainha ; po-
rm o general Balboa ser enviado para
urna guarnigo africana, e seus cnllegas
choraro em umi obscuridade maior do
que a em que viviam a momentnea aber-
ragSo da prerogativa que os converteu em
estadistas. A nica pessoa que realmente
ganhou nesta transaega foi o general Nar-
vaez, o qual, pela conducta que desenvol-
veu tiesta occasiao, mostrou que est tilo
pouco disposto a sacrificar o governo da
Hespanha a urna cabala de phanaticos abso-
lutista, como a enlrega-lo popular i reu-
nida as ras de Madrid, ou a languir dian-
te da opposicSo na legislatura.
He precisamente porque as instituiges
actuaes da Hespanha silo sustentadas por
urna mito firme e um poder competente,que
atrevemo-nos a esperar que nilo degenera-
do nutra vez em anaicbia, nem se submer-
grodebaixoda louca e prfida hospitali-
dae de qualquer ramo da familia real. O
bem da llespanha requer que ella tenha pa-
ra o futuro administrarles imbuidas de um
espirito mais liberal, e ministros de um ca-
rcter mais moderado e mais indulgente;
porm presentemente o ponto essencial he
que as instituiges que um dia poJero pro-
duzir estes fructos se enraizem no solo, e
que a autoridade das leis seja igualmante
mantilla contra os astutos emissarios que
teem entrada no gabinete real, e contra a-
quelles emissarios, nilo menos astutos, que
fomentam o desconlentamento da populaca.
Em o governo constitucional, bem que
urna mudanca de ministros possa ser effei-
tuada por um impulso indiscreto da corda,
bem como testemunhamos mesmo nesto
paz em 1834, todava a sua sustentadlo de-
pende das mais serias edeliberadas convic-
gos da nacio.
De todas as relacoes que temos recebido vi-
se evidentemente, que a queda do gabinete
Narv.il/. fui acolbidaem Madrid com ual des-
conteniamenlo e sorpresa, c que a sua promp.
ta resiauraco foi saudada com satisfago al
pelos seus adversarios habituaes ; pois, anda
que elles desejeui derribar o governo pelos ef-
feitos da di.scusso, e pela vontude das cama-
ras, ronlii cen bem qur.se um ministro pode-
roso fosse de urna ves paralisado e cxpcllido
pela influencia oceulta da mais sinistra e des-
ptica tendencia, o governo representativo
deixaria inteiramente de existir.
Neste caso, pois, o tiiumpho de Narvaez,
foi o triinnpi o da constituico, e confiamos
que a corte nao deixard de aproveitar a licio.
A conducta do general, quandosoube das in-
tenses das persona|(ens reaes, parece ter sido
digna ejudiciosa ; e he talvez urna felicidade
nao ter elle mostrado nenhuma disposiciio a
recorrer a medidas que urna provocado to
repentina e violenta podciia ter suggerido ao
seu resentiinento.
II i niuiio tempo que somos de opinioque o
duque de Valencia lie o ministro o mais capaz
de no tempo presente sustentar o tlirono da
Llespanha, de preservar a paz publica em um
periodo de revoluees frequentes, de promo-
ver o bem real da n.n, o, e at de laucar as ba-
ses de um governo constitucional mais sincero
e mais completo. Se nos momentos de perlgo
e de comparativa fraqueza elle se tem mostra-
do duro, inmoderado e oppressor, deve-se
confessar que, sempre que se tem adiado na
plena posse do poder, nao tem mostrado ne-
riliunia submisso vil s tendencias arbitrarias
da edite, e que nos negocios importantes de
Roma e da tarifa ioclicou-seanlcs para o lado
de urna poltica liberal. Em urna palavra, elle
tem conservado sua propria iudcpeiidencia
contra as intrigas da dynastla franceza e as in-
trigas do confetsionario hespanhol; elle tem
elevado o toni e attitude da llespanha em suas
relaedes com as potencias cstrangeiras ; debai-
xu de sua administracao o exerrito, a armada
e as (naneas do reino teem revivido ; rile tem
cordado sua poltica com urna amnista geral r
sr m restriccao; e, se suas medidas mais rigosas
irru algumas vezes justificado a invecliva de
seus adversarios, forja lie admittir pela evi-
dencia dos factos que os resultados de sua po-
li lira irru excedido as expectaedes de seus par-
tidarios, c lrin quasi apagado esses traeos de
auarcliia e guerra civil, que 40 anuos de lulas
Inccssautes tinham infligido sobre a Hespanha.
_________________________(Times.)
Sarment, para que informe qual a gratifi-
CicSo que se Ihe deve marcar at hoje s-
mente pelo accrescimo de trabalho com a
enfermara na dita cadeia, pois que d'ora
em diante sero os presos de justiea cura-
dos no hospital.como j foi determinado pe-
la presidencia.
Dito. Ao inspector da thesouraria do fa-
zonda, transmittindo-lhe, para seu conheci-
mento, a copia do aviso do ministerio da
guerra, datado de 29 de outubro ultimo, -
cerca do fornecimento de lvros aos corpos
do exercito.
Dito. Ao mesmo inspector, transmitln-
do-llie por copia, para seu conhecimento e
execugiio na parte que diz respeito mesma
thesouraria, o aviso do ministerio da mari-
nha com data de 7 desto mez contendo va-
rias determnaces acerca da falsilicacSo
que teve lugar nasrelagOes dos (ames en-
tregues por conta dos tres mil encommen-
dados e contratajos com Lourenco Caval-
cante de Albuquerque Maranhilo, devenJo
informar se este j indemnisou a fazenda da
fraude que praticaram os seus empreileiros.
Da mesma forma se communicou ao ca-
pitn do porto.
Dito. Ao vigario geral forneo das Ala-
gas, determinando-lho que envi, para so
transmittir secretaria de estado dos nego-
cios da justiea,urna relacSo circumstanciada
de todos os beneficios ecclesiasticos da pro-
vincia COm ilei'lai ar.'io dos que SO achaiu va-
gos ou prvidos, segundo o que constar.
Dito. Aocapitodo porto, determnan-
ilo-lhe que seja carregado com a maior bre-
vidade o patacho l'irapama que veio buscar
madeiras para Peruambuco na conformida-
de das ordens imponaos.
Dito. Ao vice-consul britannico, trans-
miltindo-lhe, para seu conhecimento e exe-
cugiio na parte que Ihe diz respeito, a copia
do aviso do ministerio da marinha, datado
de tres deste mez, approvando a resposta
dada ao ofilcio deste vico-consulado acerca
da prtica de se exigir dos capililes da na-
vios de sua nagiio a entrega do passapoito
antes de se terem elles apresentado ao mes-
mo vice-consulado para fazerem legalisar
seus papis.
No mesmo sentido se communicou ao ins-
pector da alfandega.
I I gHggBBBPiPII ......
fessar grato so benvolo acnlhimento que
recebej dos Mineiros, e ao lado da critica
justiceira elle d generosos e paternaes con-
selhos, assignala a origem dos abusos, la-
menta o estado deploravel do clero brasi-
leiro daquella poca (1819), vagando entro
a superslicilo e o materialismo, traficando
entre a botica e o armarinho.
Entre S.-Jolo-de-EI-Rei e S.-Francisco
TWfiirr'**
u J'ai pay la dette de l'hnspitalt, et moa
passage sur la lene n'a pas t inutile.
Depois de percorrer c descrever as villas de
Santa-Luzia, de Jaragu, de Ouro-Fino, do
Ferreiro. demorando-sc milito na parte etli-
nographica, o aulor visita a Villa-Hoa ou a ei-
dade de Goyaz. Una das cousas que mais o
surpreeudeu foi ver os descendentes de liar-
ttiolomeii Bueno, o distincto Brasileiro que
grangeou uniiio do imperio um territorio
nota a prodigiosa quantidadeda quina er-! ''" 1"e a Franca, foi ver esses descendentes
ruginea, a influencia miralogica do terreno, i "v?'"lu ierra e ignorando rj*fc eos m t6.
.._:...- j '_. i, _.. r." _____ ..___' hntao o autor attrahe a attcnc.-m imperial para
. .... r.oi.io o siitor altralie a attenran imperial para
as minas do escolenlo ferro nessa poca I n,0 deUe to .i*,,, ,.'x.ll>pl pouen apreciadas eaproveitadas, e niTo ho,:ls,abi|ui.a,,c humana e IngratldSo, quo oifen-
som interesso que Mr. de St. Hilairei laz a
historia das villas que visita, attrihuca mi-
seria destas falta de agricultura, prove-
niente das minas do ouro hoje escotadas ;
eadiscripgo dos vestuarios dessas villas
mostra qual era entlo o estado de sua civi-
lisacilo e industria.
Na comarca de l'aracit suas escursOcs bo-
de a honra e a dignidade da naco.
A descripcao da eidade, de su.t couslrucrao,
de suas rieds igrrjas, etc., he multo detalhada :
nesta em 1819 nao havia um so medico ou ci-
rurgiao. I.\ inun i o estado da industria, da c-
vilisacao, dus costumes, e nao prrde nunca
occasiao de assignalar os abusos do clero. A
religiiio, a moral, a civiliiacao, a familia, e a
sociedade se acliam la o intimamente ligadas,
tnicas silo muito instructivas ;alli elle vio jqUC |le muito natural a indigaaeio Inspirada
V tRIEDADiJ.
viagem a goyaz rsrrn mil augusto de
ST. HILAIRE.
No principio do anno de 1848, Mr. Au-
gusto de St. Hila ir, membro do instituto! n)es_ eslos COarta los pelo despotismo
de Franca, o viajante verdico do Brasil,, trale que o paiz ocioso, passando por urna
mimoseou o prelo com a sua intcre.ssanler,oca ,lo esplendore prodigalidade, cabo na
viagem at a provincia de Goyaz. Se silo deCaJencB> arruinase e doclina-se pro-
diamante,ouro, ferro, estanto, quina, turras
mui feriis, campos e pastos muitoabun.(an-
tes eagoas salgadas. O gado nesta comarca no
gordo esadio, o que sem duvida so pode al-
Iribuir natureza salina desses pastos e a-
Roas. Do Paracatu a Goyaz, o autor admirou
na fazenda da Tapera a prodigiosa e quasi
fabulosa produegilo do milho, pois que um
alqueire prodtlZia milho para encher 16 car-
ros. Fcil he por este exemplo deduzr a
natureza agricula dessa regiilo que o autor
examina com algum detalbe : a mandioca
e a canni ahi so cullivam perfeitamenlu
bem. NSo ho para des lenliar a ObserraoSo
di abundancia de sal nesse paiz : a influen-
cia do sal commum, ou Gl Na, sobre a agri-
cultura e sobre a iiutrirfio do gado consti-
tuo hoje urna das mais importantes ques-
tOes da chimica agrcola ou vegetal. O go-
verno provisorio da Franca o anno passado,
aholindo os elevados diroilos sobre o sal, ti-
nhaem vista favorecer a agricultura. Entre
tantas loucuras praticadas por esse governo
improvisado o usurpador, foi esta medida
sabia e verdaderamente liberal ; pena he,
porm, que lhcii.1oc.iiba a gloria della, pois
quo o governo do Lull Pilippo ha muito tem-
po tpncionava Submett-U legalmente a
discussilo das cmaras; ora he natural que
estas propozessem o meiodc substituir a
enorme renda publica, proJuzida por esso
imposto.
Ao entrar na provincia do Goyaz, Mr. de
St Hila ir, em um bosquejo rpido, porm
interessautissimo, sobre esli provincia traga
a sua historia, mostra a abundancia das mi-
nas do ouro attrahindti a cupido; eos cri-
mili-
porsemelliantc conducta. Na dala em que es-
erevjmos estas linlias as cousas muito teem mu-
dado relativamente a 1819.
Acaba Mr. de St. Hilarc sua interessante
obra pela descrip(iii> dos (oyaps na aldea de
S inia-M o i.i. A Insloria dos oyaps, seu tra-
balho, o grao de sua intelligeuria, a inlluen-
cia exercida pelos Jesutas, os detalhes ethno-
graphicos, a natureza do idioma, o estado in-
dustrial dessa tribu, seus hbitos, suas cere-
monias sao assumptos hem e longamente tra-
tados pelo insigne viajante. Duas cousas nota-*1
veis se ciicoutraui no lim desta obra: a pri-
meira heaapreciacaodosaturados trabalbos de
.Mr. Millietde St. Adolphe, tradutldoa peloSr.
Hr. Moura, a segunda he a aualvc das aguas
thermaese nao sulfurosas de Goyaz, feita por
Mr. Faivre.e conlinnada pelas experiencias de
Mrs. Pelouze e llalard, ambos cliiinicos de pri-
meira ordem de Paris.
(tu Auxiliador in Industria Nacional.)
. ,rw|
Q.
ALFANDEGA.
lendimento do dia 20.....16:309,676
CONSULADO GERAL.
Itendimonto do dia 20.....4:312.530
Diversas provincias...... 117,513
4:430,0*3
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimonto do dia 20.
. *;078,C78
i. ___s
do orto.
as viagens, como diz Chateaubriand, as
fontes da historia, as deste clebre botni-
co silo as fontes puras e crystilinas quo
gressivamento Que o ouro e o diamante
nilo silo as nmiores riquezas que um paiz
pode ter, a historia universal nos musir
um dia pdenlo rectificar reos, desde j todos os dias. Os forasteros de S.-Paulo,
INTERIOR.
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te Dr. Jos Dent da Cunha e Figueircdo.
27 DE NOVEIIBRO.
Officio. Ao inspector de fazenda, para
mandar satisfazera FaustinoFogassa da Sil-
Veira a quantia de 93,800 rs.,proveniente da
despeza feita com os objectos de que tralam
os recibos que se Ihe enviam, remettidos
pelocapitSo do porto.
Dito. -- Ao mesmo inspector, para man-
dar satisfazerao palrao-mr Jos Mara do
Sacramento a quantia de 278,430 rs., impor-
tancia das duas luidas que se Ihe lemettcm
em duplcala, remeltidas pelo capito do
porto.
Dito. -- Ao inspector da thesouraria de
fazenda, determinando-lhe qne envi, para
ser transmillida secretaria de estado dos
negocios da justiea, urna relagilo circums-
tanciada dos beneficios ecclesiasticos desta
provincia,com declaragilu dos que se acham
vagos OU prvidos, segundo O
que consta
da respectiva thesouraria.
Dito. Ao Dr. chefe de polica, remetten-
do-lhe de novo o requerinienlo du carcerei- imparciarviojanteagumasTranquezas bem
estahelecem a topngraphia botnica do paiz,
indicam sua natureza pbysica, os diversos
gneros de cultura empregados, aquelles
cuja aclimatago seria vanlajosa, e, consi-
derando o estado moral do paiz, fornecem
numerosas indicagOes sobro a historia, ca-
rcter, hbitos de seus habitantes.
Esta interessante obra nao he menos no-
tavel pelo profundo conhecimento dos pai-
zes percorridos, do que pela exaclid.lt> or-
thographica dos nomos de cidades, villas,
pessoas, animaes, plantas, etc. A bella liu-
goa de Camcs be tilo familiar a Mr. de St.
Ililaire, quanto foi a ignorancia desta, fatal
a alguns viajantes quo ousnram fallar do
brasil, limitando-se curta residencia de
alguns dias no Rio-dc-Janeiro.
Desde que o autor deita esta capital at
que penetra a provincia de Goyaz, sao suas
impresses descrptas dia por dia, corn a
erudjgo de que nos deu repetidas provas
Elle faz sohresahir a uiagestade rispida e
selvagem dessa rica e poderosa vegetago
que tilo elevados sentimentos inspira de
adiiiirago e du enlhusiasmo.
Quanios vezes o viajante,mesmo ignoran-
te das harmonas da natureza, para uxtasia-
do na coiilemplago dessa maravilliosa e
rica vegetaron; mas que duplicado'valor
nilo teem estos bosques para o naturalista
esclarecido? Aquelle quo estudou a influ-
encia da luz sobre a vida o o moviment do
mundo orgnico, aquelle que conhece as
leis da gravitagiio, aquello que aprendeu
com Cuver a crear entes mediante o fraco
auxilio do vestigios analliomicos, acuelle
para o qual nSo lie um segredoa propnrcio-
n.i Inlado da compusiriio dos corpos, esse v
os mesmos objectos mais bellos, mais en-
cantadores, mais magostosos du que as pes-
soas estranhas a esses conhecinicntos.
Mr. de St. Ililaire admira a riqueza, a
pompa, a variedade, o contraste dessa ve-
getago sempre vigosa, que nos mostra ao
lado da mimosa murta a cecropia e a pal-
Dseira.
Atravessando a provincia de Minas-Ge-
nes, ja percorrida < descripta em outra oc-
OasifiO, examina o autor o syslhema de ini-
postos, faz sohresahir seus inconvenientes,
mostra quanto he elle contrario ao pro-
gresso da agricultura e uniiio nacional, e,
ao passo que esluda perfeitameute a ethnu-
graphia desta pro< incia, enriquece a scicn-
cia butauica cooi a descoberta do 60 es-
pecies.
Emquanlo se demora em S.-JoJo-de-EI-
Rei.Mr. de St. Ililaire esluda e descreve com
delalhe ealilado conhecimento do coragu
do homoin o carcter dos Mineiros. Nilo he
este quadro mui brilhanlo uem mu favo-
rave a estes nossos patricios ; mas nilo fui
seguramente a mgi uli :au que arrancuu do
uu-iiic uc iiuvu u iti|ini iiiiuutu uu tarcerei-i impuiciai viujaiiieaiguuias liauquezas uem tos pa
ro da cadeia desta eidade Manoel de Uores [ a seu pezar. NQo cessa o autor de se coa- [ IUOs;
dirigidos por Manoel Correia em 1G70, por
Itartbolomeu Rueo da Silva em 1680, o de-
pois pelo filho desto em 1721, fizeram varios
e inuteis (enerarlos som conseguir cousa
alguma, at que esto ultimo se estabeleccu
em 1720 na villa do Ferreiro, e promoveu a
consii ui'c.lo do varias villas, leudo 0 titulo
do capito-.Tir regento. Assim viveu esta
gente na miseria e na anarenia at que o fa-
moso marquez de Rombal llio fez algum
bem, o s no tempo de Marcos de Noronha
he que teve a provincia do Goyaz duas fun-
dieoes.
Depois da historia o autor descreve a ve-
getago da provincia, rida e descurtinada
ao norte, fetil e arrasada ao sul. Notou
grandes quanlidades de plantas linhosas,
do Vlosias, grande contraste com a vege-
tago da provincia do Rio-do-Janeiro, pois
quo aquella so faz notavel mais pela ver-
dura do quo pela magostado dos bosques.
\ i descrlpgo do clima c salubridado da
provincia o autor observou alguns casus de
hydropisia, e sous conselhos nesta parto silo
muito altendivcis.
Qusndo falla da populago, o autor apr-
senla um quadro mui singular o digno de
medilagilo. Depois de mostrar as difllcul-
dadesdo censo, diz que a populagoom 1804
no poda muito deferir de 50,135 habitan-
tes ; ora em 1823 era ella de 180,000 habi-
tantes ; de sorte que a populago da Fran
ga diraiito um suculo uo dobrou, o a po-
pulago de Goyaz em 20 aunos triplicou.
Ja o Sr. Francisco de Souza Marti os obser-
VOll IIO llio-Ir-Jaiiriin a borra ,'iV-s das rr-
gras estatisticas, consliluindo difliculdades
accessorias para que estas regras dediflicil
applicago sejam no Brasil.
Fallando da administracao e do estado linan-
ceiro da provincia, o aulor enumera as altri-
buicoes dos capitaes-geucraes, mostra quanto
he prejudical a extrema ccntralisa(ao. esiigma-
tisa o systema de iuiposlos, a dcima to con-
traria a agricultura ; mas he sobreludo a con
duela do clero que .uais attrahe a sua indigua-
cao, tanto oais quanto tuda a illustrar/o do
paiz se ai li iv,i concentrada nessa ciaste.
Depois de dar alteudiveis conselhos sobre
inincraco, passa o aulor a examinar os ramus
de cultura, aconsrlha a cultura do ail, do
cha, da amoreira, prope o que se deve fazer
para poupar os bosques, conservar as llorcstas
alio de que se nao acabe o combustvel para a
l'auricaco do ferro, doa;o, etc.
O quadro trabado por Mr. de St. Ililaire dos
custumes da provincia he bastante interessan-
te e mostra a all'eic.ao que o brasil Ihe inspirou.
Todos os dele,ios de Goy'aiiezes elle attribue
s prlicas supersticiosas, impureza dos cos-
tumes, conducta pouco cxeiuplar do clero ;
louva por extremo odesejo que o Exm. Sr. Jos
Joaquim Fcrnaiides Torres durante o seu mi-
nisterio nutri de mandar misiionarios capu-
chinos, e termina estes conselhos lazrndo vo-
tos para que ello sejam seguidos, uestes ler-
Navios entrados no dia 20.
Da GommissSo Vapor de guerra brasilei-
ro irania, commandante o primeiro-te-
nente loflo Joaquim da Silva Magalhes.
Idom Briguc-pscuna bresileiro Andori-
nha, commandante o primelro-tenente
l.uiz da Cunha Moreira.
Rio-do-Janciio 25 dias, brigun hanove-
riano Johana-Brons, de 320 toneladas, ca-
pitn J. S. Bonger, equpagem 10, em
lastro; ordem.
dem 20 das, brigue brasileiro Dout-
Amit/os, de 177 toneladas, capilo Manoel
Jos i'rates, equpagem 13, carga fari-
nha ; a Manoel Ig'nacio de Oliveir.
Ilahia 15 dias, brigue sardo Telgrafo, de
130 toneladas, capit.lo Joo Raplsta Bo-
figo, equpagem 13, em lastro ; a Jos
Saporili. Ficou de quarentena.
Genova por Cibraltar 44 dias o do ultimo
porto 23, brigue sardo Providencia, de
200 toneladas, capito Dominico Envi-
go, equpagem II, era lastro; a N. O.
Itieber.
Navios sabidos no mesmo dia.
Trieste -- Escuna dinamarqueza Esforco,
capilo A. II. Meyer, carga assucar.
Baiiimora ~ Patacho americano Chiefs, ca-
pilo J. Ilowlhen, carga assucar.
New-York Patacho americano George-
Walliam-Russel, capilo E. ll.Cooper, car-
ga assucar.
[TAES.
Pela inspectora da alfandega so faz
publico que, no dia 21 do crrente, depois
do meio-dia, a porta da mesma, so lio de
arrematar 20 iluzas de toucas de ISa, por
factura duzia 3,200 rs., tolal 64,000 rs. ;
impugnadas pelo amanuense Joo Athana-
zio Botelho, no despacho n. 629 de 19 do
corronte : sendu dita arrematago subjeila
aosdiretos.
Alfandega de Pernambuco, 19 de dezem-
bro de 1849. O inspector, l.uiz Antonio de
sampaio l'ianna.
O lenle Simedo Correia Cavalcante Macam-
bira, juiz de paz em exercicio do primeiro
distrteto da freguezia de N. S. da Paz dos
Alagados, porS. M. 1. e C. que Dos guar-
de, etc.
Fago sabor que, tendo de se formar a jun-
ta de qualilicago e reviso na lerceira do-
minga de Janeiro de 1850, por este cnivoco
aos Srs. eleitores e supplenlcs, cujos no-
mos abaixo vao declarados, para quo no dia
20 do referido mez comparegam na igreja
matriz, pelas 9 horas do dia, para o fin de
se proceder a formago da junta, como or-
dena o artigo 25 cap. 2.* da lei do eloigOes,
e para que so no de ignorancia e chegue ao
conhecimento de todos os interessados,
mandei passar o presente, que vai publi-
cado no lugar do costume.
ELEITORES.
Os Srs. Francisco Luiz Maciel Vanos,
Anaclelo Antonio do Muraos, Dr. Luiz de
Carvalho Paz de Andrade, Jos Francisco do
Reg Barros Juuior, Soverino llenriquesde


/
mr*& imMimx>nmamHmmHmmm
castro Pimeniol, Theofiln de Souza lardim,
JoSq Anaatroio Camello Pessoa, Jote Lucio
l.ins. Antonio Cantoso de Queiroz Ponteo*
Jnior, Francisco Fereira lo Alcntara
Parro, Manocl CUllillO rio Qiiriroz, JoSo
Jos de Miranda, Julio liaptisla do Souza
lomos.
SUPPI.ENTES.
Os Srs. Joaquim Jos lidio, Joaquim
Jos de Mello, AIV, 11 so Barbosa de Albuqiicr-
que Maranhflo, Inflo Allemilo da Cmara
Cisneiro, l.uiz Jos Gnncalvea da Luz, Jos
Pedro de Parles, Amaro (encalvas dos San-
tos, Jos Joaquim deSant'Afina Frazfln, Ma-
noel IVfei no de Castro Pimentrl, Manocl
de Hollanda Covalcanlc, Antonio de Hollan-
do Cavalcanle, Manoel Jos Mauicio de
Scnna.
A fugados, 20 de dezambro da 1819. Eu,
Manuel Jos Mauricio deSeuna, escrivo o
o.serivo.
Viudo Crrela Cavalcanle Macambira.
--------------- finar
Avisos diversos.
DeclaraQes.
- Pela inspectora do arsenal de mari-
nlia se convida a todos os individuos livres
aleo numero de50, que se quizerem em-
prear como serventes as obras do mes-
iiio arsenal e as do melhorainentodo por-
to, a secnlendcrem como respectivo ins-
pector, oqual, eiu virlude do ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, Ibes ga-
> fWnte a itmeflo do recrulamento, emquan-
to se ncctiparem efectivamente nessas
obras; sendo o jornal a dar-so de 640 rs,
por dia.
Pela segunda seceso da mesa do con-
sulado provincial desta cidade s avisa aos
Srs. piop'ielarios de predios urbanos, sub-
jeilos ao pagamento da decima, que do i.*
do andanlc inez no principian) a conlar os
SO dias para o pagamento de semillante
imposto do primeiio semestre do anno de
18*9 a 180, o que, lindo esso prazo, incor-
rem os que niio pagaren) na multa de 3 por
rento sobro scus respectivos dbitos; e
bem assim que do i.* de Janeiro prximo
futuro, principia a cobranza do imposto de
12 800 sobre di versos 'estubelecimentos que
possuein mus de 2:000,000 rs., segundo
dispon o rcgulamento da presidencia da
provincia, de. 12 de novembro do correte
auno, dado a scmellianle respeito.
Para i!ossaruedes
As pessoas quequizerem fazer parte da
segunda expediento pura Mossamedes s3o
convidadas a comparecerem no consulado
de Portugal nesla cidade todos os dias
uteis. desde as 9 horas da manliSa al s 4
da tarde.
O agente da provincia das
Maguas reside presentemente no
segundo andar Ja casa da rita da
i
RcpartiC/fto da policiiu
--Aluga-se, por preco comino'o, UflUJ
lllm c Kxm. Sr.Fram hnntem presos pmpriedade de peda < c I, no lunar da Ca-
nasta capital:, a mmiia ordem, Antonio s*-Forte, jumo ao Sr. majnr \ilella, por
II ni 'era d- Mello, e Joaquim, escravo dfl fest ou nnualmente ; a tallar n* ra do
Gullliermeila Silva Guimarfleti ordem do Brum, ns 6, 8eio, fabrica de machinas c
subdelega lo da frecuezia de S.-Jos, o Por- rumlicn ,|0 ferro.
-- Alugam-sedonssitios na campia da
luguez Joaqiim Raptiste do Raznde,por
enrreceflo : do subdelegado da f'Ognezia
da B^a-Visla. o pftO Manoel, escravo do
Francisco Jos de Vor>s, e Itomana do tal,
para avcrieuac '8 policiaca.
No dia 17 'lo frrenlo f minha ordem
recolhido ao qiiartt-l do corno de polica
Fr.neisco Jo da Costa Cuimarilns, por
constar que elle seduzia o povo para conspi-
rar contra o governo e a or.lem publica.
O delegado de polica do termo do Carua-
r communicou- me em data de 12 do cor-
rente, que urna quadrilha de salteadores
capitaneados por Antonio Flix, que j ha-
via praticado diversos roubose desturbios,
atacara a propriedado do cidadSo Manoel
Semino Cavalcante, onde tocaram fogo na
casa, assassinaram a um escravo, feriram a
ontro, roubaram algumas armas, e outros
objectos : bem como por ollicio de 7 deste
mesmo mez communicou que Manon! Vi-
do e Antonio iie tal, que haviam pertenci-
do dita quadrilha, tinham sido, o primeiro
morlo, o o segundo ferido, em consequencia
da resistencia que fizerara ao insneclor de
,|uarlcir.1o Manoel Francisco da Silva, que
com urna escolla fra eucarregado do os
prender.
lieos guarde a V. Exc. Secretaria da po-
lica de Perntmbuco, 19 de dezembro de
1849lllm e Exm Sr. Honorio llermto
Carneiro Lefio, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.O chefe de poli-
ca, leronymo Martiniano Figurita de Mello.
Aviaos martimos.
Praia, n. 35.
-- A adminislracio do correo precisa eu-
gajar 4 lio:,cus bous caminheiros, para l.i-
zerem viagem para iliffeieulcs parles: quein
estiver nestas circiiiustancias, quoira com-
parecer na mesma admiiiistraijao.
I'RESEPK
no Iheatrode S.-Francisco.
QU1NTA-FEIRA.S7DEDEZEMBII0 DE 1849
PKIMEIRl r.EPBESKNTAO.
Grande e variado dhertimento jiaitoril.
cpois de executada pela orehrstra urna
das milbores symphouias, represen lar-se-
lia o mui insigne drama sacro em 5 actos
O NASCIUEMTO DO MESSIAS,
para o qual o Sr. Andr Alvcs da Fonceca
so acba pilando nina visla toda nova, que
representa a sala de audiencia de Lucifer.
Todo o drama ser preenebido com arias,
coros, e diiici's.
Os actores serlo 24 n cuinos, e 12 meni-
nas peitenccntes n familias honestas que,
internlas da vigilancia e cuidado que pre-
siden) aos ensaio, uo duvidaram cnda-
los ao director.
Terminar o espectculo com urna con-
tradanza campestre.
Os Srs. assignantes e mais pessoas, que
pretenderen) bilheles de camarote e platea,
p'lem mandar recebar os carles na casa
annexa ao theatro, residencia do ilircclor,
onde se ellcs acbam venda pelos precos se-
guintes:
Primeira ordem.
Camarotes de lado 5,000 rs.
Para assignantes de 12 recitas, cada urna
3,333 rs., 40,000 rs.
Hito para 6 recitas, cada urna 3,500 rs.,
21,000 ra.
Hito de frente da mesma ornem 7,000 rs..
Para ssignantes do 12 recitas, cada urna
5,000 ris, 00,000 rs.
Hilo para 0 recitas, cada urna 5,333 ris,
32,000 rs.
Segunda ordem.
Camarote de lado 6,000.
Para assicuantes de 12 recitas, cada urna
4,160 ris, 50.000 rs.
Dito para 0 recitas, cada urna 4,500 ris,
27,000.
Dito de frente da mesma ordem 11,000 rs
Dito para 12 recitas, cada urna 7.500 ris,
90,000 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 8,000 ris,
48,000 rs.
Tercelra ordem.
Camarote de lado 4,000 rs.
Pra assignantes de 12 recitas, cada urna
2,160 ris, 26.000 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 2,500 ris,
15,000 rs.
Dito de frente da mesma ordem 5,000 rs.
Dito para 12 recitas, cada urna 3,333 ris,
40,000 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 3,500 ris,
21,000 rs.
Os bilhetes de plala para 12 recitas 9,000
Dito para 6 recitas 5,000 rs.
Caman.linho de bocea para 12 recitas,
cada una 2,000 ris, 24,000 rs.
Dito para 6 recitas, cada urna 2,500 ris.
15,000 rs. '
Asassignaturas scrSo pagas adiantadas,
exhibindo recibo a direccSo.
O theatro estai decentemente ornado*
Principiar o divcrlinviilo as 8 e meta
horas da noitc, com a ebegada das autori-
dades.
Para Lisboa
sahe imp'reterivclmenlo no dia 29 do cor-
rente o brigne portuguez Veloz, capilSo An-
tonio Pedro de Figueiredo : para o resto
da carga ou passageiros, trata-se com os
seus consignatarios, Oliven a Irmos k Com-
panhia, ra da Cruz, n. 9, ou com o sobro
dito capito, na prac do Commercio.
Para o llio-dc-Janeiro segu, nesles
seis dias, por estar com o seu carregamen-
to engajado, o brigue nacional iuiephina :
anda recebe alguma carga miuda, escra-
vos e passageiros : trata-se com o consigna-
tario, Domingos Rodrigues deAndrade, na
ra dos Tanoeiros, armazem n. 5, ou com
o capullo na praca.
Para Lisboa sabe com a maior brevidn-
de possivel a escuna portuguez Malheiro-
Primeiro, capitn Joflo Ribeiro Palba: para
carga trata-se com seus consignatarios, Oli-
veira Irmos & Companhia, ou com o re-
ferido capitao, na praca do Comiv.erco.
--Para o I!io-de-Janeiro vai sabir com
muita bicvidade, por ler a maior parte do
carregamento prompta, a polaca Sociedade-
Fclii : quem na mesma quizer carregar,
dirlja-se aos seus consignatarios, Oliveira
limaos & Companhia.
Para o Para c aVIaranho
Segu viagem impreterivelmente no dia 21
do oorrente para o Para com escala pelo
Maranho o patacho Josrpltina, com exce-
lentes commodos para passageiros; os pre-
tendentes dirijaii)-se80capitno, Jos alaria
da Silva Pona, ou a Jos Baplista da Fon-
seca Jnior, na ru do Vigario, n. 23, se-
gundo andar.
-- Para o Rio-de-Janeiro segu viagem
com n.uito brevidade o patacho S -JoSo-
Vencedor ; a inda recebe carga e esrravos a
frele. para o que trata-se com Francisco Al-
vcs da Cunba, na ra do Vigario, n. 11.
-- Para a Babia segu, com a maior bre-
vidade possivel, o hiate Ligeiro, forrado e
pregado de cobre : para carga e passagei-
ros trata-se na ra do Vigario, n. 5.
Para o Aracaty sabe impreterivelmen-
te no dia 10 do Janeiro a sumaca nacio-
nal Carila, mcslrcJos Goncalves Simas,
por se adiar com a maior parto da car-
ga prompta : para o restante e passageiros,
trata-se com o mostr, ou com Luiz Jos
do S Araujo, na roa da Cruz, n. 33.
--Para Lisboa sali impreterivelmente
por todo o correte mezo brigue portu-
guez S.-l)omingo$, capitilo Manoel Concal-
ves Vianna : para o resio da carga e passa-
geiros, trata-se rom o consignatario, Joa-
quim Ferreira Mondes Guimaraes, na na da
Cruz, n. 49, primeiro andar, ou com o refa-
rido capitilo, na praca do Commercio.
Para o Bio-de-Jarieiro sahe
por estes dias, por ter a maior
parte do seu carregamento promp-
ta, o bem coidiecido e veleiro bri-
gue nacional Boni-Jesus : para
carga e passageiros trala-se com o
capilSono caes ta Alfandega, ou
na ra da Madre-dc-!)eos, n. 3,
terceiro andar.
Para a Itahia sahe, em poneos dias, a
sumaca Flor-do-Anye/m, mostr Bernardo
de Souza, por ter a maior parte da carga
prompla : para o restante e passageiros
trata-se com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de S Araujo, na rna Para as illsas de S.-Miguel,
Terceira e Fayal saldr brevemen-
te a esenna portugueza Favorita,
forrada e pregada de cobre, espi-
tao Antonio Jos; de Mcdciros: pa-
ra carga e passageiros-, tratn-se
deronte do trapiche novo, n. 6,
com Thomaz de Faria.
Leilao.
y. O. lelicr & Companhia farflo leil.lo.
por interveucSo do corretor Oliveira, por
conta e risco de quem pertoncer e em pre-
senta do Sr. cnsul do llamburgo, de 200
barris de aicatrfto em lotes vontade Jos
compradores, desembarcados da barca ham-
burgueza Syria, prximamente arribada a
este porto etn seguimento da sua viagem
para Calcula : sabbado, 22 do coi rente, s
ti lloras da manha cm ponto, no arma-
zmn de Molla, no porto Us cauas autijjo.l
Casa-Forte e um nutro na ra da mesma po-
voacflo, com muilos arvoredos o ptimas
aecommoiacfics; bem como vaiias casas
pquenas, iroprias para se passar a fesla *.
a tratar na ra do Amorim, n. 15.
Dc.it.es sirtiiciaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
pcitavel publico que contina a exercer a
sua profissilo, na ra estrella do Bozario,
n. 16, primeiro andar.
Joo Jos Innocencio Poggi, Dr. em
medicina, faz publico que tem flxado sua
residencia no Aterro-da-Boa-VIsta, sobra-
do, n. 3, onde o acharan prompto para
exercer sua arte, curando gratuitamente os
pobres.
Antonio Correia Maya retira-se para a
corle do Bio-do-Janeiro.
--Quem precisar de um sacerdote para
celebrar missas nos dias santos do Testa, di-
rija-se a loja do Jo Moreira Lopes & Com-
panhia, na ra do Queimado, n. 29.
Agencia de passaportes.
Tiram-sc passaporles para dentro e fra
do imperio, e tamben* para escravos, por
proco commodo : na ra do Bangel, n. 57,
sobrado.
Precisa-se de um bom forneiro: no
Alerro-da-Boa-Vista, n. 80.
Precsa-sc de urna ama
de le te :
paga-sn bem : na ra larga do Rozario, n.
39, defronle da igreja, segundo ou'terceiro
andar.
Roga-se ao Sr. P. i. E. V. L. que tenha
a bonda.de de mandar remir a sua ledra
que tem em urna venda em Olinda.
Precisa-se de um feitor portuguez que
enienda de plantacOes de arvoredos de fruc-
io, de flores e verduras,para tomar conta do
um pequeo sitio : no Aterro-da-Boa-Vis-
la, n. 26, segundo andar.
Benjamn Jones, subdito inglez, reti-
ra-se para fra da provincia.
Arrenda-se um sitio na estrada de lle-
lm, com casa de vivenda, bastante trra
para plantar-ao do mandioca, ou pasto para
oito vaccas, boas baixas para plantac/les de
capim e hortalice, com 500 ps do laran-
geiras, 15 ditos do mangueirss, 7 ditos de
pitombeiras, 1 dito desapoly, 1 ditodrt pi-
nlieira; 30 e tantos ps de coqueiros, 100
ditos ditos do cajueiros : a tratar no mes-
mo sitio, que extrema com o do Sur. Dr.
Feitosa.
Ama de leite.
Na praia do Caldeireiro, n 8, precisa-se
de urna ama forra ou captiva, que tenha
lulo com abundancia.
~ O Dr. Lourenco Trigo de Loureiro abri-
r na casa da sua residenesa, no bairro da
Boa-Vista ra da Saudade, defronto do Hos-
picio, um curso de pratica doprocesso, logo
que leuham enneorri lo dar-lhe os seus
nomos pelo menosdez alumnos. Dar tres
henos por semana, seudo cinco mil lis a
gratificaeo mensal de cada alumno.
A' casa da residencia do Dr. Lourenco
Trigo de Loureiro, no bairro da lia-Visla,
ra da Saudade, defronto do Hospicio, p-
dem dirigir-se por carta, ou pessoalmenlc,
at o fin) do mezde fevereiro prximo fu-
turo, todas as pessoas, que quizerem ser
assignantes do novo compendio de pratica
do processo adoptado pela congreyacSo dos
lentes do curso de sciencias sociaes e ju-
rdicas de Olinda para a segunda aula do
quinto auno, sendo cinco mil ris o prer;o
da assignatura de cada cxemplar; e em to-
do o lempo as que o quizerem ser do inle-
ressantissimo ndice chronologico da le-
gislacfl" brasileira que ha de conter em
oito volumes in folio, ou pouco mais, toda
".Macan brasileira vigente desde 1822
at 184S, a qual, com a que est rovogada e
a que tem cahido em oesuso, compenas
eol eeeoes actuaos vinle O tintos groSSOS
volumes, e cusa para mais de 150,000 rs ,
entretanto quo o proco da assignatura do
referido indico he a pequea quantia de
34,000 rs. paga aoieceber O 1. o 2.* volu-
mes, de quoj existem varios .'xemplares
em poder oo annunciante e brevemente sa-
hir a luz o terceiro volume. Na loja da
ivrosdoSr. reverendo padre Ignacio Fran-
cisco dos Santos na ra da Cruz do Reci-
te, e na do Sr. Manoel Figueiroa do Faria
na praea da Independencia, pode tambem
assignaro seu nomo quem quizer ser as-
siguanlede qualquer das referidas obras.
0)aSrs. assignantes queja receberam o pri-
meiro volume do indico chronologico, dig-
ncui-sii mandar buscar o segundo casa do
annunciante.
AVISO.
No dia 27 de maio do correle, fugiram
do (.'iij-enho Agoa-Claras do Urucu', da
comarca de S.-Antiio, da viuva de Burgos
& Filhos os escravos seguintes: Vicente,
pardo, de 26 annos, altura regular, cubil-
los cri'scidos e um pouco carapinhados,
tesla sobre-sahida olhos pequeos o upa-
dos nariz chato tomador do tabaco, ros-
to descarnado e com espinhas, sem quasi
barba alguma ; gosta de veslir-se a serta-
neja ; foi oscravo do finado Sebaslino Jos
da Moura da fazenda Venera distante 8
legoasde S.-Ant3o ; acompanllava aos co-
bradores da casa quando iam as cobrancas
dos serloes do poento a.o su I, donde he co-
nhecido; levou urna camisa de madapo-
ln 1 ciiea do casimira usada, 1 jaqueta de
brrUnha, t bonete de velludo azul usado,
1 chapeo de palha, 1 dito preto de pello
Joaquim, crioulo, bastante preto, de 38an-
nos alto, secco, cara pequea, bem suis-
sado ; costuma levar a mSp a barba quan-
do falla ; he bastante gago, andar rompas-
sado muito amigo do dito Vicente; di-
zem ter pai em Camele ira ,' alm do rio Ipo-
juca ; gosla de andar com chapeo de couru*
levou 1 chapeo preto de peljlo, um dilo do
couro, 2JHqtietasbrancas,|l calca de brim
pardo 1 dita de riscado jl camisa do ma-
dapoln 2 dilus do algodao da trra e ce-
roulas; foi oscravo do apitao Leandro
Uaneira de Moura do l'atu'j em Apody, da
provincia do lio-Crande-ilo*Norlf o qual
presentemente acha-se eoi lananeiras per-
iodo ticjo-de-Areia da provincia da l'arabi-
ba, Constou que estes escravos estiyeruia
nos suburbios desta cidade do Hecife, mas (rfS mezesdo Aracaty, o qual tem
presume-so que, se nio nartiram para o la-
do de Pajhu', ou GamiWra dita, nem p
ra os sei tOes desse lado, seguiram com mai-
probabilidlde para a Paiahiha, ou Rio
Cranile-ilo-Nort:, ondn ha muilos parent-
dos ditos Mouras, dealgunsdos quaes tai-
voz eslejmisendo protegidos,passamio min-
ias vezes por forros. Roga-se a todas as auto-
ridades policiaes, pessoas particulares
capililes de campo, quo os appreheulam e
levem-osao dilo engenho ou no Reclf>,
praca do Commercio n. 2. ao Sr. Lino Jos
de Castro Araujo, que serflo gonernsamen
to gratificados por maneira do ficaren,
summameule satisfeilos.
d'aurora
i
C. Slarr & Companhia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral.quea sua grande fundicao em S.-
Amaro, alm do sorlimento que constan-
temente tem acha-se de novo provida de
muilas moendas de caima, e de varios la-
man los feltas no mesmo estabrlecimonto
pelos mais peritos ofliciaes, e com o maior
cuidado ti perfeicao ; tanto assim he, que
os annuncianles se ufanam em garanti-las
pelo primeiro auno. As moendas inteiras
todas de ferro', construidas as oflicinas
dos annuncianles, silo muito superiores a
quaesquer outras da mesma natureza que
al a. "a teem sido aqui ofTerecidas, pois
aquel, oncerram em si cerlose importan-
tes meliioramcnlos resultado de mais de
20 annos de experiencia e pratica do paiz.
Simn lleinian, Franco?, retira-se para
as provincias do sul.
Aluga-se urna casa no Cacbang para
se passar a festa, com estribara e cocheira,
por prec,o commodo : na ra Nova, n. 63
Precisa-se urna ama de lei-
te forra ou captiva, sem cria .* na
r'-a do Padre-Florianno, por ci-
ma da venda, n. ji.

BOYVMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro, mu-
respeitosamente annuncam aos Senhores
propretanos de engenhos, fazenderos, mi-
neros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em efTeclivo exercicio, e se acha com-
plelamente montado cora apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita coiirecc.au
das maiores pecas do machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Cal I mu
desejam mais particularmente chamar a
altenco publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, Unto em preco como em qua-
lidade das materias primas e m.lo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucQilo.
Moendas de caima para engenhos do lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, monhos de vento e serra
ras.
Manejos independentes para cavallos.
lo las dentadas.
AguilliOcs, bronzes o chumacciras.
Cavilhcs e parafusos de lodos os tama-
itos.
Taixas, paros, crvos e boceas de forna-
lba.
Moinhos de mandioca, movidos a inao ou
por .mimaos, < prensas para a dita.
Chapas de fog.lo e ionios de familia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e do
hronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a uifo, por animaes ou vento.
Ouindastos, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas o de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blioas.
Columnas, verandas, grades e portoes.
Prensas do copiar cartas e de sellar.
Camas, carros do nulo e arados de ferros,
&c &c.
Alm da superioriade das suas obras, j
geralmcnte reconhecida, Bowmao Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos Senhores que so dignaren) de fazer-
liies encommendas, aprovoitando a occasiSo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e reguezes a preferencia com que teem
s'nlii por ellos honrados, e asscguram-lhes
que n3o pouparflo esforcos e diligencias
para continuaren! a merecer a sua confi-
anza.
| DEPOSITO GEUAL 2
do superior rap areia-pnta
da fabrica de Gantois Pai- U
Ihel&c Companhia, na Ba- f
hia. |
v, DomingosAIvesMalhcus, agentada (
(i,; fabrica de rap superior amia prcta (#
" e meio grosso da Babia, tem aberlo o #
f
i
tv
seu deposito na ra Cruz, no Becifo
& n. 52, primeiro andar, onde se achara
(&D sempre deste excellente o maisacre-
) ditado rap que at o presente se tem
fe fabricado no Brasil: vende-se em bo-
fe! tes de urna e meia libra, por prego
mais commodo do que em outra qual-
(r: quer parle.
MUTILADO
Gratificacao! Pechinclia !
Do dia Hipara 1-7 do corrente
desappareceu um escravo, de no-
me bimuo, chegado ha dous para
os signaes seguintes: cor acabo-
Inda, porm tem cabellos carapU
diados, um tantobaixo, meio son-
o e falla um lauto fina ; levou
vestido camisa fina de mulapolao
calc-is de brim de quadrosj les-
botado e chapeo le palba j ve-
10 nacab-cn ; fui visto no dia n
na estrada de Snto-Amaru, tal.
vez para seguir para Pedr..s-de-
Fogo: roga-se polica e aos ca-
pitaes de campo, ou a qualuuer
pessoa qne o caplurem, que se pa-
ga i fio todas as despezas ese gra-
tificar, entregando-o na loja da
ra do Queimado, n. .\, a Aze-
vedork IrmSo.
Carlos Hardy, ourives,
na ra Kova, n 512,
acaba de receber de Franca um sorlimento
de obras de ourode lei, como sejam ade-
remos, meios ditos e pulseiras : tambem re-
ceheu um grande sorlimento de chapeos de
setim e gorgurflo do ultimo gusto e de dif.
ferentcs cores e precos; chapeos de palba
da Italia ; ditos muito linos, abortos e fe-
chados ; armaces de chapeos de todas as
cores, muito facis de se cobrirem ; litas;
ores; pon nachos ; pennas para chapeos;
camisinlias de cambraia para seubora, mui-
to bem bordadas ; I ti vas de seda com dedos
e palmas decores ; loucasde lila para se-
nhora e meninas ; meias de seda para me-
ninas ; cassa franceza muito fina : ludo se
vende mais barato do que cm outra qual-
quer parle.
D. W. Baynon, cirurgi8o dentis-
ta, na ra do Trapiche-Novo, n.
14, res pe i tosa mente informa ao
publico que, pelos seus muilos afazeres, se-
r obrigado a demorar-se mais algum tem-
pe nesta cidade, antes de sua retirada para
os Fstados-linidos, e oferece seu prestimo
para toda qualidade de operar/Oes deotaes,
para por denles novos, tanto singelos como
dentaduras inteiras, chumbar denles com
ouroeprata, conforme as ultimas deseo-
bertas nesla tera.
~ liornardino Pinto deMenezes retira-se
para Portugal.
OSr. JoSo Cyprianno Rangel queira
ter a bondade deappsrecer na ra da Ca-
deia de S.-Antonio, para decidir sobre cer-
ta conta que S. Me. rocebeu.
*
^ Na casa de sorvete do Pas- Jj
seio ha cosmorama em pon-
^> to pequeo gratis para quem 4?
W tomar sorvete a a4o rs. o <|
k> copo, e para os mais loors. g
K por pessoa. *
~-> OaMufeAAAAAAAAA^AAAA?
Ao Ilot l-Comiiurci),
conlina a haver sorvete das Gas 10 horas
da noitc, e ba salas separadas para fami-
lias.
O<33*339909Q f* O
O O Dr. Alexandrede Souza O
JP Pereira do Carmo, medico, mudou- O
nJ so para a ra Nova, sobrado de um O
O so andar n. 56, onde inorou o gene- <>
O ral Soara. O
O0*3*3OO*$.SQOQO
3g Ohapos de o Rtia do Passoio, n. 5.
Nesla fabiica ha presentemente um rico
sorlimento de chapeos de sol, de seda de
todas as cores as mais fixas qua teem a ('pa-
recido, para homem e senhora, e que se
vendoin muito em conta ; ditos de panni-
nho imitando seda ; ditos muito grandes, a
de panno e armacOes muito fortes, pro-
prius para senhores e feitores de engenhos :
tambem se vende fazenda de seda e de pan-
ninho imitando seda para se cobrirem ar-
macoes. Na mesma fabrica se concerta qual-
quer chapeo deso, com muita brevidade,
e por proco mais comino lo ,1o que em ou-
tra qualquer parle, e vendem-se baleias
para vestidos.
O00OO0c2,3QOd
o o
<$ Alugam-se eventlen-se as verda- Q
<) deirs bixas de llamburgo : na praca Q
q da Independencia, n. 10, ao voltar <>
{ para a ra das Cruzos. O O
Qi1>O&0GGr*>0t>(& (&OGO0
A pessoa que guardou um embrulho
contendo varias pecas de roupa, sendo
urna loalha do lavarintn em roda e de es-
guiiio ; urna lila de bretanha oom lavarin-
lo as pontas; urna saia de panno de linho
ile lavai'inloestreito ; duas I', onlias poque-
nas com lavaiinlo no 'entro ; dous panni-
nlios de meninos tambem de lavarlnto; *
camisas de madapolSo com bailados, de se-
nhora, que por acdente um prelo desampa-
rou na ponte da Boa-Vista, em occasiSo de
passar um matulo que lancou por torra um
panicum em que iam as ditas pecas que to-
das eram novas ; e bem assim um appare-
Iho de cha quo ficou todo em pedacos, ro-
ga-se a esta pessoa, ou a quem dor noticia
Uestes objeolos, de dirigir-se ra do Co-
dorniz, n.8, no Forte-do-Maltos, quesera
gralilicada ; do contrario, em qualquer
parle que so encontraren- algunas dostas
pecas.serflo tidas como furto,por seren bas-
tante cotilleadas. .
-- Fugio, no domingo, 17 do corrente, do
sobrado n. 40 da ra da Senzalla-Velha,
um papagaio, com as guissdas azas apara-
das ; consla ler voado para as bandas da
ra .lo Apollo : roga-se a quem o ach /
resiitui-lo, ou annunciar por esta l v,
que, sendo necessario, se recompensara.
Precisa-sede urna ama secca que si-
lia ongommar : na Boa-Vista, ra da Sania-
Cruz, n. 38.
Aluna-so nma casa terrea, sita na ra
da ConceicBo da Boa-Vista, n. 29 : a tratar
na praca, o. 6. botica


Declara-de ao.Sr.J. V. P. que,
fle no pra*o de *4 horas nao pagar
os 29,000 m. que Heve desde 18J9.
sera seo nome publicado pir ex-
tenso, par que em outra occasiao
nao n nngue lanto.
Precisa-s- alupar urna ama torra ou
c,,.iv;, qnesail... en^o mr e ro/.nl.ar
pura uma s pessoa : na ra larg. do Hoz -
Z, ..rln.-lm andar do ftMn. P-M-n-
do batir loSf l'arwliM. Indo par. a
ra ''s T'Tfh-i'" .
- Manoel Alves Correa tem nma carta na
ra 'Tr-piplie, n. 17
-Arreii'l *' m sitio rom boa casa-le
viven*!., cacimba con. escolente agua .le
beber e estribara par. dous cavallo*, assun
como bast-ntes arvorodos de Duelos; a
tr.tar na estrada dos Afllictog.depois de pas-
ear a capolla, no quarlo sitio.
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-t "3 C = "> O C ~-
-- Jacob Cahus, subdito francez, retira-
se par. e P.r.
-Jos Mara da Silva, subdito porluguez,
retira-se para o Rio-de-Janeiro.
O Sr. Vicente Ferreira do Souza qui-
ra ter a bondade deannunciar a sua mora-
da para se llie entregar urna carta o 31 sac-
eos com assucar, viudos das Alagas.
No dia quinta-feira, 20 do frrente,
perdeu-se um cachorrinho, pelas 8 horas do
lia, na rus do Cabug, decr branca, com
ssnrelbase parte do focinho pretos, uma
malh preta sobre uma banda do espinha-
co, e unirs militas por todo o corpo, cauda
pequea como que se fosse cortada : quem
o entregar na ra Nova, n. 31, sera bem
recompensado.
Sociedailellarnjoiiico-
Thcatral.
0 primeiro secretario avisa aos socios
que os bilhetes para a recita extraordinaria
de 22 de dezembro do correte auno se dis-
triliuem no salSodo theatro, nos dias 20 e
21, das 3 boras da tarde em djjute, no dia
22atao meio-dia, em o i|fj se achara
reunida a direccio para a[irovaTJBO de con-
vidados. A directo previne mui positiva-
mente que, excedemlo o numero do pessois
aos dos bilhetes, ser-lhe-ha prohibido o
ingresso : outro sim, se adyerteque as se-
nlioras deveriio ser poi tadlir*> lo seus lii-
lbetes, aim de obstarduvunc, e o ingres-
so para as galeras, em as imites do espec-
tculo ser das 7 horas e mei. em diante,
acbando-SH aherto o saliio desde as 6 horas.
Para clareza laz-sesciente o artigo 21 do
regulamento da sociedade, a saber
as galeras so terflo entrada, vindo
com bilhetes, as senlioras e os socios casa-
dos ( ou solteiros que sejam, ou represen-
temos chafes de familia) que as acompa-
nhem, o sem bilhetes os muinbros do con-
celhoeda direccSo, e os empregados as
mesmas. Todava nos entre actos, e s-
ruente pelo lempo quo duiarem, ser per-
iintti Ja a',entrada aos convidados que nellas
tenham familia.
N. B.Nosaino do theatro s ter3o in-
gresso os convidados que tenham o com-
petente bilhete de platea.
Precisa, se de uma ama para casa de
um homem solteiro: na ra da S.-Cruz
11. 66.
OSr. Jnaquimdos Santos Azevedo, so-
gro do Sr. Viegas, queira mandar pagar 17/
is. que deve lia mais do dous annos 11. ola-
ra dos Coelbos: se nSo o lzer, chamar-se-
l.a a juizo.
Sorvele.
Na Capunga, casa n. 53, do lado direito,
quem entra pela ponte, ocha-so este esta-
l'elecimento com o maior asseio possivel e
bastantes commod>iades at para familias :
estara aborto todas as vesporas de dias san-
tos e nestes, das 6 ho^as da tardo em diante.
Quem precisar de um homem para ad-
ministrador de engeuho, o qual tem co-
nhecimentos theoricose praticos de desti-
lar, dirija-se ao Alerro-da-lioa-Visla, n. 80,
venda.
0 BEIJA-FLOR.'
Sahio o 11.8, o est a venda nos lugares
do costume.
O Q
O Qualquer pessoa que tiver boa lot- <)
/ tra, e escreva certo, querendo se en- /?>
y carregar de uma pequea escriptu- ^
s racSo.appareca na ra da Cruz,na bo- ,;,
tica do l-uiz Pedro das Neves, para J*
y ajustar-se. Adverte-se que a hora O
w aera marcada a volitado do escriptu- O
O rano. (>
3
Na ra do Queimado, o. 1*. segundo
andar, so dir quera d dinheiro a premio
Precisa-se alugar uma preta cscrava
que faga todo o servido de urna casa : no
l'orte-do-Mallos, ra do Codorniz, o. 3.
"Precisa-se de uma ama de leile, forra
ou captiva* na Boa-Vista, travessa do Ve-
ras, n. 9.
AntouioPereirada Silva Martina, Bra-
sileiroadoptivo, retira-se para lora do im-
perio.
Aluga-se, a quem quizer passar a fes
ta, uma casa na malla da Torre, pelo bara-
to preco de 25,000 rs. :a tratar na ra d.
v Aurora, n. 18.
-- Fugo, nojdia segunda para terca-fei-
18 do corrente, una escrava crioula, de
nome Mara, de 25 anuos pouco mais ou
menos, de altura regular, corpo roforcado.
beicos grossos, rosto eolhos carnudos, |s
"1111 tanto lar-ose grOSSOS, mitos e ponas
Has orelhBs grossjs e estas um tanto viradas
para cima; tevo bexigas ha pouco, cujas
matcis estilo visiveis ; levon vestido de chi-
ta prea salpicada de pequeas flores hran-
eas. Ksl e.crava ha roncos dias que prui-
cipiou a vender a(o ; he muito amiia le
ndjunlos. e araulela-se quando aelia quem
.1 acuite. ou.Mti a peg ir leve-a ra !< Hur-
tas, n. 114 on na na da Praia, n. 14, quu
era reroiii|>"iisai!n 0 n e ticia em cujo lugrpi>areQ a dita escrav.
-- Fucio, no da sex'a fnira, 14 do coi-
rP"te. uoi oleiiue, tula, d nome Si-verino,
crioulo, de 16 anno pnuen mis ou menos ,
levou Calca* e camisa d- lo > azul ; tem
II marca de uma eca'dadora na cra que
j seacha ciratrizada ; he oin zamhro d'S
|ici-'i s ; lalvezs inculque foTO, por ser
muito esoerto Rogi-snas autO'i ladea pn-
lii'iaes e f: pilaos de campo que O apiuc-
hendam e levem-no ra da Cruz, no Ite-
cife, n. 33, que serflo generosamente re-
compensados.
Compras.
-- Compram-se efTClivamento diarios'
n 3,200 rs. a arroba : na ra larga do lloza-
lio, n. 15.
Compra-se urea bomba para cacimba :
na ra Direila, n. 17.
Compra-se uma parda, ou erioula,
moca, que cosa bem, engnmme e cozinhe :
defronte da ribeira do peixe, n. 3.
Vendas.
Lotera do Rio-de*
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na pinga da Independencia, n. 4, ven-
dem-se bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigpsimos da 6.* lotera do thesouro. Na
mesma loja recebem-se bilhetes do Guada-
lupe premiados em troca dos do Rio.
Iara passar Testas.
Vende-se uma porcito de diQerentes
obras de ouro de le, em separado; ou, por
junto, so darSo muito em conta : na ra au-
tiga dos Quarteis, n. 8, ao p da botica do
Sr. Jos Mara.
Vende-se na ra larga do Rozaro, n.
22, um grande banheiro de folha de Flan-
dres, bem feilo, euvernisado, com carrinho
de mover com tres rodas, torneira para
despejo das agoas, e juntamente um ci-
lindro i bem falto, que serve de accender
o fogo par. esquenlar a agoa dentro do
mesmo banheiro : tamhem se vende um
caix&o de ferragens proprias para marce-
ne i ros ; tres livros francezes em mo esta-
do, cujo titulo se ignora ; uma porc.1o de
(landres, maiores e pequeos.
Pannos finos.
Vende-se excellente panno fino cor de ca-
f, pelo diminuto prego de 3,500 o 4,800 rs.
o corado ; dito preto, a 3,000, 3,500, 6,000,
7,500 e 8,000 rs. o covado, prova do limito :
na ra do Collegio, n 1 loja da estrella.
Novo sor I i ment de l'a-
zendas baratas na ra
do Crespo, n. 6. ao p
do lampea >.
Vende-se cassa-chita muito fina.de bo-
nitos padrOes, cores lisas e cum 4 palmos
do largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado : cassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
algodlo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos |.ilmes, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase uma quarta ; cassa preta com
ram8gem branca para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarte de cores, com palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatatia, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
Calcado francez
sabido da alfandega ha dous di is, sendo s-
falos de couro do lustro para senhora, a
2,000 rs.; ditos de uma sola para liomom,
a 4,000 rs ; ditos de beerro de Nanles, so-
la grossa e fina, a 5,000 rs.; sapalOes de
couro do lustro, a 6,000 rs.; borzeguins
Raspeados, a 7,000 rs. : na na do Crespo,
ao p do arco, loja do miudezas, de Joaquim
llenriques da Silva.
-- Vende-se urna parda moga de honta fi-
gura, que lava e engomma soffrvelmenie :
na ra Diroita, n. 2, se dir quem vende.
--Vende-se um moleque bom cozinhei-
ro: na ra da Alfandega-Velha, n. 9, no
Hotel-Francisco.
--Vende-se urna parda de 22 annos, de
bonita figura, e que faz todo o servico de
urna casa: o motivo por que se vende so
dirao comprador: na ra do Crespo, n.
10, primeiro andar.
}Htt>HtttlttHM
America lualeza em pnrtusucz, por 5,000
rs : BaltHtio em portusu /. latim por
6,000 rs.; Diccionario de Mora** da quarta
edicitn, qil'Si novo a lnnpo, por 2 ',000 rs ;
Cuaida-I.ivrus moderno, em bom uso ; um
fole do folear foim'gas, por .l'OO is. : no
p.l-n do Carin, n. 18, pri oeiro andar do
fin.do Joan IVi\e.
Vendein-se superiores ancorelas
de azeitonas,
ehegadas proximimenio : no caes da Al-
fan lega, rmazem de Francisco Das Fe-
reira
Al^ya Hamos8c C.
com loja na ra Nova, n. 6, aca-
bain de leceber de l.isl.a um
sortiinento de livros cotn as de-
nontinac5es seguinles.*
OMnngedeCIsterouapoca de D. Joo
I por Alexandre Herculano, 2 v. em broch.
Historia da revolucilo franceza porThiers,
6 v. ornados e estampas finissimas.
Historia do grande NapoleSo, 4 v. por
Norvius, e trailuzida em porluguez por....
O Secretario universal porluguez, ou me-
thodo de escrever toda a especia de cartas,
seguido de um formulario de memoriaes,
requerimontos e cartas do commercio por
M. A. S.
A virgem da Apolonia, 1 v., pelo canee-
Iheiro llastns.
Meditages ou discurso! religiosos, 1 v.,
pelo mesmo concelheiro.
Thenlogia do homem casado, 1 v., por
Paulo Cock.
Os Sete Peceados Mortaes, a inveja ou
Frederico Basten, 3 v., por Eugenio Suo
A Soberba, romaneo, 4 v., por Eugenio
Sue.
Ensaios de critica c litteratura, 1 v., por
A. P L. de Mondonga.
Historia aos tres dias da rcvoluc-to de fe-
vereiro de 1818, por Eugenio Pelletan.
O Cavalheiro il'llarmental, 4 v., por Ale-
xandre Dumas.
Obras poticas de D. Leonor do Almeida
Portugal Losne e Lencastro, marqueza de
Losna, condessa de Assumar e d'Oeinhau-
seu, conhecida entre os poetas portuguezes
pelo nome de Alccepe, 6 v.
Portugal pitoresco ou a descripgHo hist-
rica deste reino, 4 v. por Fernando Diniz.
Collecg.lo de pensamentos, mximas e
proverbios, 1 v., pelo concelheiro Bastos.
Leiluras populares por Alvaro de Azeve-
do, um folheto.
Dos o quer, opsculo escripto em fran-
cez pelo visoondo de Arlincourt, seguida
da relago de seu processo no tribunal do
polica correcional, o do seu discurso pa-
rante ojury.
Obras do concelheiro Almeida Carret,
7 volumes.
O Cavalheiro da casa vermelha por Ale-
xandre Dumas, 6 v.
A Salamandra, romaneo martimo, 3 v.,
por Eugenio Sue.
O Monasticon por Alexandre Herculano,
1 volume.
O Ante-Christo por Julio da Toumefoit,
2 volumes.
O Dodo, romance original porluguez
por Collares Leal.
A desmoralisagilo e o seculo, fragmen-
tos por S |. Ribero de S.
O Bom menino, contos moraes de um
prni'i'-sor a sausdiscpulo.
Raphael, paginas do vigsimo auno por
Lamartine.
Cartas deOlindaa Alzra, 1 folheto; l-
timos dias de Pompeia, 2 v.; o Sptico, ro-
mance pbilosonhico, 1 v.; e outras maltas
obras que por falta de espago nfio se publi-
can seus ttulos, mas quo estarlo patentes
em uma relacilo quo !na mesma loja llave-
ra, e promelte-so commodidade do prego.
i/i0""!**
sarin* para cada um saber preparare err
pregar por ai meseo os nattMamentoa. t
com pnuea desbeza, d.i maior parlo da
ilongis curavois procurar um allivio qua-
si equivalente a sa la as dioneas inCU-
raveis e chrouicas, por F. V. Itaspail. Como
pmlerei eu cliamar-me iloutor quan lo lo-
dos v3i ser, .em milito tratialtio, tflo dou-
tos como eu?
Acaba aya liamos Sf V*,
um lindo soitimento de pineis para forrar
salas, arnmpanhado de riqoissi as haras
e bellas piarnites : lo tu >la melnnr qu.-
liilado po-sivol e (osios os iQniti mude' us:
aqu^Hat pessoas que iinizerem forrar suS
sals c.m assriu e ROSlU, dirija n-se A ra
Nova, n. (, na illdic.da loja cima que SO
Ihes promelte corqmodiadde de prego.
Na loja de Maya Hamos
& (J.,na rin Nota, 11.6,
ha um lindo sortimenlo de sapatos do cou-
ro de lustro para senho'a, forrados 1I9 ca-
murga eda molhor qualidado possivel, pe-
lo diminuto prego de 2,000 rs. o par: tam-
hem se vendem na mesma loja chapeos de
mola de merino preto, o chaposzinhos
brancos enfeitados para meninos : tudo por
pregos que nflo dcixarlo de agradar aos
compradores.
Pos galvnicos para
p ratear.
Na ra do Colleqio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objectos
prnteados e quo tenham perdido a cor ar-
gntea, estandu por isso indecentes, ou inu-
lilisados, teem nestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novas sendo o pro-
cesso para se usar delles o mais simples,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Urna caixinhacontendo quantdade suf-
ficente para pratear mais de 40 palmos
quadrados custa a mdica qusntia de
mil rs.
Agencia de dwin JJaw.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
mont&Companhia, acha-se constantemente
um grande sortimenlo do ferragens inglezas
para enuenhos de fabricar assucar, bem
como taxas de ferro coado e balido do dif-
terentes tamanhos e modelos, moendas
do dito, tanto para armar em madeira como
rodas de ferro para aninaes e agoa, ma-
chinas do vaporde frga de 4cavallos, alta
pressio, repartideras, espumadeiras, etc.
de ferroeslaniado. Na mesma agencia acha-
se um sortimenlo de pesos para balangas ,
escovins paia navios, ferro em barra, tanto
quadrado como redondo, salra para ferrei-
ro c uma porcito do tinta verde em latas
tudo por barato prego.
Cita rotos de Ha va na
verdadeiros :
vendem-se em casa do Kalkmann Irmlos,.
na ra da Cruz. 11.10.
Vendem-so bustos de (,'esso represen-
tando fielmente a rain ha Vicloiiae o prin-
cipe Alberto ; relogios de ouro o do prata,
chegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que sito mui bom adiados, so tor-
nan muito recoinmendaveis a qualquer
particular, e adverle-se que ha enlreelles
algunsque andam 8 dias sem precisarem
de curda : na ra da Cruz, no Itecifo, n. 55.
Vhiho de Bordeatix,
ilas mais superiores qualidades ; !'C:;i como
vi.ihodo Ctiampanlp ua nova marea estrel-
la, ja multo apreciado, tanto aqui enmona
Europa vende-se em casa de Kalkmann
Iniflus. na ra da Cruz, n. 10.
(a! de asha.
Vendem-se barris com cl virgm do Lis-
boi de superior qualida le, por prego com-
ino lo : na ra da Ca lea do llecife. n. 50.
Clienou novamente a loja de Maya li-
nana & Oomp.nbia urna collagito de retra-
tos ly'ograi bu los 1I-1 princip.es persona-
gous ite Porlusal, dis inaundo-s. de ntre
elies o< retrato* ila rain'ia de Portugal,!).
Fernn lo, l:. Migm I, conde de Thciiar fai-
dado eoun mlnislrn, diiquo de P.lmella,
duque da Terceira, cunde das Antas, gene-
ral Ciicdes, Vasco da Cama o ouiros : tam-
ben) se vende na mesma loja uma colleccito
de vista da> margena do Douro, collecgto
dos sucessos de I). Igoez do Castro, um pa-
norama de Lisboa, e outras vista* mais que
na indicada loja cima ha para se vende-
rem por pregos muito rjsoaveis.
Para todas as proisses
do mundo.
Arte de Furtah, pelo paJre
Antomo VifirAi rcitnpressa cui-
dadosamente en Londres, cotn o
retrato do autor frente. Din vo-
lunte in H., encaderiMcao inglen.
Vende-se na ra do Hozarlo lar-
ga, loj 1 de miudezas de J. J.
Lody.
Vende-se urna porgo de sebo refinado:
na ra do Hospicio, n. X.
Chapeos de pa'ha
muito finos e superiores: vendem se na
ra do Trapiche, n. 8.
Velas de espermacele
em calas de 30 libras, o da melhor qual-
dade que ha ueste mercado : vendem-se na
ra do Trapiche, n. 8.
Vendem-se4molecotes de 10 a Pan-
nos ; 5 escravas mogas de bonitas figuras;
3 negrinhas de 16 annos; 4 escravas de bo-'
nitas figuras: na ra lureila, n. 3.
Vendc-se uma rarroga em bom esta-
do, que servo para ser puxada por cavallo
ou ho: na cocheirada ra da Roda.
Livro htdispeus vel a to-
dos os escriptoros in-
glezes.
yfn Encyclopcedia of Geogra-
phy : COmprising a complete des-
cription of the Larlli, pliysical,
slalislical, civil, and politicsi ; ex-
hibiting itsrelation tothe heaven-
ly bodies, its pbysical strncture,
the natural hstory try, and 1 lie indusl: v, commerce,
P'ilitical inatiltilions, nnd civil and
Hugh
f
fe
i
i
Chapeos do Chtie
de superior qualidade.

Pelo ultimo vapor receberam-so &
9 mais chapos do Chile de superior
(9 qualidade, quo continan) veuder- o
i* se ( a pregos mais commodos do que ._.
em outra qualquer parte ) na ra do
9t) Collegio, 11. 9. r>
Vende-se uma cama nova, de madeira
envernizada, com armago e prompta de
colchOes e travisseiro : ludo novo e que
anda nSo foi servido, por prego commo-
do : ua ra do Pires, n. 9.
No ai'tna.'eui de Antonio a-
iles, no caes da Allandega, ven-
dem-se charutos finos de San-F-
lix a a
5oo rs.
a caixa.
, e saquare-
mas e imperiaes a 1,200 rs.
-- Vendem-so pegas do algodlfoznho de
20 jardas e com algum toque de varia, pro-
prio para cscravos o pannos de cozinha, 1
1,280 rs. ; pegas de chita de bous pannos e
com toquo de avaria do chuva, a 4,6(0 rs ,
'. < 120 rs. o covado ; historia do Cil Bray
em bom uso, por 5,000 rs.; historia da
para curar da phlysica em todos os seus
diflerentos graos ou motivada por consti-
pagOes, tosse, asthma, pleuriz, escarrosde
sangue, drde costase pcitos, palpitagao
no coragSo, coqueluche, bronchitcs dr
na garganta e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
De lodas as molestias que por heranga fi-
cam ao corpo humano, uenhuma ha que
mais dostruitiva tenha sido, ou quo tenha
zombado dos esforgos dos homons mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
tia no bofe. Em varias poc:,s do se-
cuto nassado, tendo-se offerecido ao publi-
co differentes remedios com atlcstndos das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porm quasi que em todos os casos a lusffo
tem sido apenas passageira e o doenle
torna a recahir em peor estado do que se
achava antes de applicar o remedio 15o re-
commendado outro tanto nao acontece
com es te extraordinario
Xarope do Bosque.
Novaos & Companha, os nicos agentes
nesta cidade e provincia, nomeados pelo
Snrs. R. C. Yates & Companha agentes
geraes no Rio-de-Janoiro mudaran) o de-
posito deste xarope para a botica do Sur.
Jos Mara O. Ramos, ua ra dos Quarteis, 11.
12, junto aoquartel do polica, onde sempre
acharto o nico e verdadeiio, a 5,500 rs.
cada garrafa.
-- Vendem-so dous pretos possantos r
robustos, do bonitas figuras, sendo u.n de
24 annos, eo outro de 40, ambos canfi-
los : em Olinda, no Varado^ro, a fallar com
Jo3<> Esteves da Silva.
Na loja de Maya Ramos & Compaohia
ha nina iiileressanle obra, intitulada M.i
nual annuario da sa le, 011 inodiolrfi
phaiinacia domnaticas, conlendo todos o-
conhocimentos theoricose praticos neces-
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fe
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A
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es
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State of (II nations, by
Murray, llustrated by eigbty-
two 31aps.
He um volunte de mais de I,5oo
paginas, e vende-se na ruado l\o-
zario larga, loja de miudezas de J.
J. Lody.
-- Na ra Nova, n. 40, defronto da Con-
cpigo, vende-se manteiga ingleza, a 560 e
610 rs. ; dita para bolo ou teinpciro, a 280
, rs. : espermacele, a 800 e 840 rs,; lonc-
'fl', nho, a 180 rs. ; tapioca muito boa, 1 120
JJ j rs.; cevadinha de I'ranga, a 210 rs.; cha, a
,; j 2,400 rs. ; presunto o melhor que ha no
", mercado, a 400 rs. ; nmeixas, a 210 rs. ; o
outros mui tos gneros puo agradarSo, tan-
to em qualidade como em prego
i
(i
v*
OJ
(
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
gAos 20:000,000 de rs.j
^ Pelo vapor S.-Sebastiao, saludo do 9
2 Ro-da-Janeiro no da primeiro a tar- ?
4) de,[recebemos as listas da 21.' lotera ^
do monte po c da ll.'a bcneliriodas ""
) conslrucgoes o reparos das malrizes : (??
tamben) recebemos os afortunados db
bilhetes o meios bilhetes da 6.a lo- ^'
** teria do thesouro do Itio-de-Janeiro,
fe) cujas rodas deviam andar no dia 17
tf| do corrente.
m
Folhinhas para 18^0.
Na livraria ns. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vendem-8e as b-m conhecidas fo-
lhinhas impressas nesta lypographia, das
seguintes qualidades:
IOI.IIIMIA DE PORTA conlendo o kalen-
dario, tabellas <\n Triados, dias de audien-
cia e resumo do pocas nacionaes c geraes.
I>IT,\ DEALCIBEIRA conlendo o mesmo
cima, o um resumo do chronolngia, a qual
lambem d preamar, e tem uma collecgo
de remedios u segredos uteis para uso do-
mestico.
DITA DE MA enm o almanack dos em-
preados civis, ecclesiasticos, militares, ad-
ministrativos e a nomenclatura de lodosos
estahi'lccimentos fabris, mercanls e indus-
Iriaes, ao qual se adicionou um resumo es-
tilstico da cidade do llecife ; a demoustra-
glo das freguezias, termos o municipios das
comarcas da provincia e finalmente a tabel-
la do uascimcuto o ocaso do sol pura regu-
lamento dos relogios, organisada pelo ex-
cellenio pillo Portugal, de saudosa lem-
branga.
Ultima moda.
Vendem-se ricos manteletes de cbamalo-
te, tle tafet edo bico ; lindos chapos de
seda para senlioras ; I uvas de pellica bran-
cas, pelas e do erts; tovas do malha fina
pretas; e cortes de cambraia fina imprim-
ais, chegailus pela Minerva, ultimo navio
violo do llavie: no Alcrro-da-BAa-Visla,
loja, n. I,
Farinh.. de mandioca.
Na ra do Queimado, n. 14, loja do fer-
ragens, anda ha algumas saccas da boa
familia do mandioca, muito alva e bem tor-
rada ; bem como uma porgo do peonas de
orna, proprias para espana lores ; uma es-
crava de 20 annos, propria para todo o sor-
vigo ; outra dita que se vende barato, por
ser de mais idade, o que lio boa para ven-
der na ra, e saba muito bem lavar roupa ;
uma parda moga, do bonita vista ; saccas
de goinma decugommar, muito alva : tudo
se vendo barato.
Vei:dc-so um lindo niolequo de boa
conducta ; uma bonita mulalinha recolhi-
da, com habilidades precisas para mucama:
na ra do Rangel, n. 57, sobrado.
Attencao.
Em Olinda,ao saltar no Varadouro, segun-
da venda a esquerda, vendem-se em muito
bom estado, que o comprador ver, e pelos
diminutos pregos deste aununcio, as excel-
loutcs obras que se seguem : Mystcrios de
Pars, em ingles e com estampas, por 8,000
rs. ; Historia de Napoleilo, escripia em me-
morias por elle mesmo e publicada por ('.!-
lois 4 v. em porl., por 4,000 ; Corint ou
a Italia, obra prima de M. de Stael, 2a v. ,
por 6,000 rs. ; Theoria do governo repre-
sentativo por Cuisnt, linda encaderuago,
1 v., por 3,000 rs.; Codwin's polilicle jus-
tice, obra iuteressante, 2 v,, por 6,000 rs. ;
Gouvernement civil de l.ocke, 1 v. por
3,000 rs,; Arnold's Phisif, 2 v., por 5,000
rs : Direito publico por Itainon Salas, 1 v. ,
por 2,000 rs.; Crammatica da academia
franceza de Levisac, 1 v., por 2,000 rs. ;
Tata of Ule prest, and bravejby Fraser
Tyther, 1 v., por 2,000 rs.; a Formosa don-
zella de Pcrth, romaneo do W. Scott, por
2,000 rs. ; Instituliones juris natura;, et
gentium, por Fleischer, 1 v., por 2,000 rs. ;
The lliad, trad. de Pope, por 4,000 rs. ; An -
mlica do Itesout em francez, 1 v. por 2/
rs.; Compendio de la historia grega por
Cold.sinilh, 1 v., por 1,000 rs.; Melhodo
racional de aprender a liugoa latina, 1 v. ,
par 1,000 rs. ; (Juintiliano em latim, 1 v.,
por 2,000 rs. ; um Magnum Lexicn, por
5,ooo rs., c muitas obras elementares como
\\ ilio, Horacio, Salustio, tthetorica, Phe-
dro. Come i io, the tliird book of rcdiliug les-
sons : ludo desta forma.


Taixas para erigen ho.
Na fund?3o de ferro da ra do Brum,
caba-se de receber nm completo sortlmen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
niodo e com promptidao embarcam-se,
ou carrr-cam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Cassas e cambraias.
Vende-se um sortimento de eaasas, cam-
braias, chitas, riscados, chales de seda,
ditos de ira, luvas, meias, bicos de linho,
brancos e pretos: tudo o ruis barato pos-
sivel, por serom fazendas fra da moda : na
i na do Crespo, n. 9.
Vende-se muito superior fa-
rinba gallega etn meias barricas :
na ra da Cadeia do Recife, es-
criptorio de Deane Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco
do Goncalves.
No armazem do barateiro
Silva Lopes-, na porta da alfande-
ga, vende-se farinba de trigo de
l'biladelphia muito nova c a mais
super or que tem no mercado ; e
larris com figos de comadre, mili-
to novos.
Arados de ferro.
Na fundidlo da Aurora eni S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
AGI-NCIA
da fu nd cao Low-Moor,
BA DA SKNZAI.T.A-JOVA, N. [1.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenbo ; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
roado, de todos os tamaitos,
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Siiitos na Baha
Vende-se em case dcN.O. Hieber & C.
na ra da Cruz, n. 4, alcodSo trancado
daquella falirica, muito proprio para saceos
de Bssucar c roupa de escravos.
Cha Irasileiro.
Vende-se cha I lasilciro no armazem de
motilados, alias rio Cnrio-Sanlo, o. 66, o
mais encllente cha produzido em S.-Pau-
lo que lem viudo a este mercado, por
preco muilo commodo.
Moendas superiores.
Na fundi<;3o de C. Starr & Companhii,
ein S.-Amaro achain-se venda moendas
de caima, todas de Ierro, de um modelo e
construcc/io muito superior,
4cs Ivmimtts de bom gosto.
Noarrrazem de moldados airas do Cor-
po-Ssnlo,ji. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor viudo do sul, superio-
res charulos S.-Flix, e de outras muitas
qualiilades que se vendeiSo mais barato do
que em oulra qualquer parle : bem como
ciparrilhos hespanhes ditos de palha de
rrilho, que seesliio venciendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cento.
Corles de brim de cores
rom lislisaolado, a
l,20rs.
Veodem-se corles de brim de cures com
liatras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado de ol-
podSo americano, pioprio para esclavos,
140 is. o covado : na ra do Crespo, luja da
esquina que volta para a cadeia.
Os mais modernos
tes de cassa
dos a oilo
mcia o corle
cor-
para vest-
patacas e
cado
Vendem-se ir odernos cortes de cassa pa-
ra vestido, com 7 varas, a 2,720 rs. o ctle :
na ra Ue Queimado, u. 8, lija confronte a
botico.
Tecidos de algodo tran-
da fabrica deTo-
dos-nsSanlS.
Na ra da Cadeia, n. i$i,
vendem-se por atacado duas qualidadeg,
proprias para saecus de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de furla-crcs a
200 rs. o covado eris-
cado monslro a 220 rs.
Veude-se zuarle de furta-cres, muito
encoi padn e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monslro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra >io Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
Vendem-se bons queijos londrinos,
ditos de prato muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos portuguezes para panella, latas
com 2 e4 libras de mermelada, ditas com
bolechioha de LisbOa, ditas de sardinha, di-
tas com hervilbas, frascos com conservas
inglezas, queijos de qualha vtulos do Cea-
r, por barato preco, mantas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma,e
cutios muitos gneros de boa qualidade :
a nrua da Cruz, no Recifo, n. 46.
Bom e barato.
Vendem-se sapatos sahidos hontem da
alfandega, decouro de lustro para senlio-
ra, a 2,100 rs. ; dilot de sola e vira para ho-
mem, a 6,000 rs.; ditos de urna sola, a 4,000
rs.; ditos de sola e vira, chamados de Nan-
tes, a 5,000 rs. ; meios hotins gaspeados
para homem a 7,000 rs : na loja de miude-
zasde Joaquim Heuriques, junio ao arco de
S,-Ara ionio.
Vendem-se saccas com farinba muito
boa e bem torrada, por preco commodo : no
armazom do finado llreguez: na ra da Ca-
deia, ao p do arco da Conceic.no, n. 6 0, ou
a Tallar na loja de Joflo Jos de Carvalho-
Moraes, e no mesmo|armazcm.
Para quem tiver bom
gosto.
Vendem-se redes de cures muito grandes
e muito bonitos padrOes, e o melhor quo
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para
cadeia.
Vendem-se amarras oe rro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Vendem-se 4 pipas que fram de azei-
te de carrapato : em Olinda, ra dos Qua-
tro-Cantos, n. 1.
Saccas com farelo novo,
de 80 a 90 libras, a 5#:
vendem-se no armazem de Antonio Annes,
no caes da Alfandega, e no de Vicente Fer-
reira da Costa, na ra da Madre-de-Deos,
(llegadas ltimamente de Lisboa e de
Franca.
Farinha de trigo ame-
ricano.
Vende-se farinba de trigo americano, da
niarca Brand-W'ine, chegada ltimamente,
por prer;o commodo : em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Vende-se urna parte dos sobrados de
tres andares, ns. 14 e 16, sites na esquina
da ra da Cadeia, defronte do thealro de
San-Francisco : 8 falla rno primeiro andar
dos ditos, com Joaqun) Teixeira l'eixoto.
Vendem-se queijos londrinos, presun-
tos muito frescaes, frascos com mostarda,
ditos com fruclas, botijas de corinlhos, fias-
quinhos de molho para carne, e outros
ohjectos : tudo chegado ltimamente de
Liverpool na galera Seword-Hsh : na ra da
Cruz, i). 7, armazem de Dtil & C.
Ultimo gosto.
Vendem-se os melhores chapeos de mas-
sa franceza que teem vindo este anno, tan-
to em fdrma como em boa qualidade: ha
para cabeca bastante pequea, a 7,500e
8,000 rs. : na ra do Collegio, n. 1, loja da
estrella.
-- Vende-se espirito de 37graos, a 1,200
rs. a caada, e 160 is. a garrafa : na ra da
l'raia-de-S.-Rita. n. 1.
Vende-se, na cocheira de Miguel Su-
ger, um bom carro de duas rodas, com r-
reios para ume dous cavados : na ra da
Aurora, u. 48.
Vende-se um cabriolct mu leveeelo-
ganle em liom uso, por preco commodo:
na ra do Hospicio, n. 9.
* i
I Chapeos do Chile de j
8 superior qualidade. i
i: jg
fjj Na ra do Collegio, n. 9, recebeu-se 9
1; um liii'lnsortiiiiento (lestes tilo apre- ife
| ciados chapeos, que se vendem por ifc
preco commodo. j|
1 i
Vende-se nina escrava cri
nula, bonita figura, propria para
qualquer servico de una casa : na
ra da Cadeia do liedle, loja de
Joaoda Cimba Magalbes, n. 51
'4
Para se acabar.
I Vende-se um preto de 25 annos pou-
>co maisou menos, sem vicios nem acha-
Vendem-.se superiores corts de cam-j~~-;b0|iflgr,e que he oflicial de
^?^"rV"'lg^PCL0J!r!l0.,rCo^,l^m.rceneiro: na ruado Vigario, n. 23, sc-
2,500 rs. o corte; bem como novos cortes, .
de cassi-chita, de lindos gostos. a 2,800 o 8
[3,000 rs. o corte : na ruado Collegio, n. 1,
loja da estrella.
Pecbincha.
Vendem-se cortes de calcas de meia casi-
mira de 13a, a 1,600 e 2,000 rs. o corte, bas-
tante encorpado; bem como meias para
senhora, a 200 rs. o par, e a duzia a 2,000
rs. : na ra do Collegio, n. 1, loja da es-
trella.
Casimira a 3,5oo rs.
Vendem-se cortes de meias casimiras de
bonitos gostos, com tres covados e meio,
pelo barato preco de 3,500 rs. o corte ; ca-
simiras superiores, tanto em padrOescomo
em qualidade, a 4, 5, 6 e",000 rs. o corte :
na ra do Collegio, n. 1, loja da estrella.
o o
| Fazendas modernas, g
Na ra do Crespo, n. 9, loja de JoSo
V a. C. GuimarSes, acha-se um lindo
9 sortimento de fazendas modernas de O
O bom gosto, chegadas pelo ultimo na-
O vio de Franca, como sejam : sedas
3 brancas, pretas, decores ecom bar-
Kj tas de seda; lencos; luvas; cassas; (j
cambraias ; parisienses; casimiras; 0
brins; chapeos; um sortimento com- q
pleto de fazendas de linho; cor- ^
Q
O
0
Novos gamlircCes a 2,000 rs o
corte.
Vendem-se superiores cortes de calcas de
gambreSo, com 3 covados e meio, pelo di-
minuto preco de 2,000 rs. o corte, esta fa-
zenda lorna-se recummendavel pela sua
lina qualidade ja bem contienda, de boni-
tos padroes: na ra do Collegio, n. 1, loja
da esticlla,
Os mais ricos manicio-
tes e capotilbos.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
e capotilhos de chamelote de seda e gor-
guriio, os mais ricos que teem apparecido s
na ra do Uueimsdo, n. 9.
Na ra de Cadeia do Itecife, n. 56, loja
de le 1 uncus,Je l'onles & Sampaio, vendem-
se sele duzes de tabes de ouro pera as-
soalho, por preco commodo.
*
- Cassa-seda moderna. 4
(f Vendem-so corles de vestido de $
fr cassa-seda trensperente.padrOesmui- )
C> lo modernos, e fazende a mais su- }
perior possivel, tanto em gosto como $
4? em qualidade : na loja do so lirado i>9
{ amarello, nos quatro cantos da ra <.)
^ do Queimado, n. 29. >4
#
Vf#*ftt##*fet#
Vendem-se frascos de
vidro
de bocea larga ecom rolha, grandes e pe-
queos, em porco e a rctelho : na ra da
Cruz, armazem n. 48.
Vende-se lio porrete do Porto, do mui-
to boa qualidade, em pacota de quatro ar-
robes : na ra de Cruz, n. 3.
llantas de seda.
Anda existe um resto das mantas de se-
da que se teem annunciado, a 7,000 rs.: na
ra large do Itozerio, padaria n. 48.
-- Vende-se superior farinba a boido da
polaca N.-S.-do-farmo, fundeada defronle
do Passeio-Publico, por commodo preco, e
em saceos : na ruado Vigario, n. II.
Garrafas vasias.
Vendem-se gigos com garrafas
vasias, no armazem do Annes, no
caes da Alfandega .- a tratar com
Alanoel da Silva Santos.
Vendem-se potes de sal in-
glez refinado com o peso de urna
libra, propiio para mesa, a 32o
rs. : na ra do Cabug, loja de
miudezas, n. 1 D.
de fazendas de linho
es de velludo bordado para collete -, .
ditos de setim ; ditos de fustSo ; len- ?
Csde cores para grvala ; e outras ^
O muitas fazendas : tudo por preco "
Q commodo. O
O O
Cortes de cassa para ves-
tidos com 16 covados
por 5,800 rs.
.Vendem-se cortes de cassa para vestidos,
com 16 covados, a 3,500 rs.; ditos com 8
covados, a 1,760 rs.; pecas de cambraia li-
sas com oito varas e meia, a 2,720 rs.; pan-
no de linho muito fino, a 480 rs. vara : na
ra do Crespo, loja da esquina que Tolla
pera a cadeia.
Vendem-se chapeoszinl.os, ricamente
enfeitados, para meninos e meninas de um a
tres annos: no Aterro-da-Ba-Vista, n. 1.
Na ra Nova, n. 5,
vendem-se dous lindos mulatinhos de 15 a
16 annos, ptimos para pagens, e um del-
les sabe bem bolear, e he bom copeiro; 1
lindo moleque de nacflo, de linda Figura ;
um casal de escravos de lindas Figuras, com
urna cria, a negra engomma cose, faz I
varinto e marca ; 2 pretas com habili-
dades ; urna mulatiuha de 14 anuos, muito
luida, com principios de coser e engom-
mar ; 4 pretos bous trabalhadores de en-
xada ; um pardo bom otlicial de alfaiate
um molecote oflicial de alfaiate de toda
obra urna parda de linda Figura.
-- Acaba de chegar, e veude-se com o se-
gundo, o primeiro tomo do Annuario Poli-
tico histrico eestaljstico dollresil, por
preco comnindo, na praca da Independen-
cia, loja, ns. t e 8; na rus da Cadeie-Velha,
loja do Sr. Cardoso Ayres, e na ra da Cruz,
loja dos senhores Sanios & C.
Lscusedo he tecer encomios esta obra,
que he um verdedeiroe interessante archi-
vo nacional, porquanto o publico j reco-
nhece o sen mrito; eogoverno tem pro-
curado coadjuvar a empreza.
Batatas novas a 300 rs.
o gigo:
vendem-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim, n. 35.
Novo trem de cozinha.
Vendem-se escarolas, chaleiras, fregi-
deiras e panellas de ferro fotradas de por-
cellana ; n.achines para caf; hules e ca-
feteiras de metal: na ra Nova, q. 16, loja
de ferragens de Jos Luiz Pereira.
I'otassa da Bussia.
Vende-se a verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em bairis pequeos
em cesa dos Srs. Itothe & Uidoulec, ra flo
Vigario, n. 4.
Vendem-se cortes de cambraia de co-
res, pelo barato preco de 2,000, 2,5110, 3,000,
3,500 e 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs. : meias para meninas, a 160 rs.; 13a
cnni lislras de seda, a 600 rs. o covado; lan-
ziuha pmpria pera roupa de meninose ves-
tidos de senhora, a 240 rs.; 13a superior pa-
ra calcas, a 500 e 600 rs. lencos de algo-
dSo e seda com franja, a 600 rs. ; crt s de
collete de velludo, a 1,600 e 2,500 rs.; cas-
sa-chita, a 400 is a vara ; garca do seda, a
500 rs. o covado; cambraia de seda.a 560 rs.
o covado, e nutras muilas fazendas por
barato proco : na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joaquini de liveira Meya Jnior.
Velas de cores.
Vendem-so, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Saoto, n. 66, por preco com-
u oilo, velas de carnehe, sendo ezues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornam
rccommeudaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacele,
e nao fazerem morrSo.
loiha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flendres-
na ra do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnnior. ,
-- Vende-se a lista geral dos bilhetes pre-
miados da lolcrie de N. S. do Cuadalupe
na livrene da praca da Independencia, us.
IflOi
Sola para selleiros.
Vende-se muito superior sola,
Vendem-se vassouras americanas, por
preco commodo: no becco da Madre-de-
Deos, n. 17, armazem do Candido.
Vendem-se bicos de tilo de linho, de
urna oito dedos de largura, de lindos pa-
dres. por preco barato ; grozas de botOes
de madre-perola lisoe lavrados para ca-
misas : na praca da independencia, n. 4.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo estabelecido de-
baixo das mesmas condicOes, offerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garraa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho branco de Lis-
boa por 220 rs. a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de Bordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. N3o se admirem
os fieguezes do baixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, esim da audacia do
propietario querer sustentar o antigo pre-
CO, embora este genero tenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidado para reconhecimento
da verdade e continuado da antiga fregu-
zia.Epara nSo haver usuras, esl3opromp-
tas garrafas lacradas e com 0 competente
rotulo, assim como barris de diversos ta-
maitos para provls.1o do prximo Natal.
O proprietarioconta com a concurrencia;
do contrario, tornarSo os precos do reU-
Iho a primitiva de 240 e 280 rs. a garrafa.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa
del; qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
lempo se nSo vende: no lecil,
ra da Cadeia, armazem n. la.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
facas.
Vendem-se as mais superiores
em barricas, viudas no gelo, a rs.
5,ooo cada urna : na venda da ra
da Cadeia do iecile, n. a5, defron-
te do ficcco-Largo.
IV chincha.
Iva, grada e bem cortida :
Na ra do Queimado, vindo do Rnzario,
segunda loja, n. 18, vendem-se luvas de pe -
lica inglezas e muito novas, para homem e
senhora, a 1,000 rs. o par; panno fino,
muilo bom azul e cor de azeitona.a 3,000
rs. o covado ; crtesde fst3o branco, a 500
rs. ; lencos de seda de enres para algibei-
ra, a 1,000 rs. ; ditos de setim para grvala,
a i.tioo rs.; e outras multas fazendas por
commodo prego.
Na ruado Amorim, ns. 56
e 58, vendem-se farelos em sac-
cas grandes por preco commodo :
a elles antes que seacabem.
Vende-se superior vinho de
Cbampanbe : na ra do Trapiche,
n. i3.
Attencao
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha chegado pelo ultimo
navio de Lisboa Liverpool, superior mar-
melada, (frutas em hcelas frascos de 01-
chata, boies com geleia de mrmelo, lates
com bolachinhas de Lisboa, chocolate,
paios de lombo, queijos londrinos, presun-
to para fiambre, conservas, potes com sal
retinado, latas com biscoutinhu inglez, e
cha; tudo do mais sunc or que tem appa-
recido neste mercado: assim cumo um
completo sortimento de exrellenles vinhos,
proprios pera o lempo de festa, o que ludo
se vender por menos do que em outra
quBlquer parte.
a ra Nova, n. !5,
acaba-so de despachar um completo sorti-
mento de fe-/endas francezas escolbidas por
Mr. Poudra e chegadas no ultimo navio
francez a este porto, todas proprias para o
luxo da festa, [as quees conta-se um rico
sortimento de chapeos de pelha pare senho-
ra; chapeos de pello de seda minio Finos
pera homem ; luvas de seda preta maia de
rede e com dedos ; um grande soitimento
de bonetes de panno lino e de palha pera
homem e meninos; luvas de pellica eoai
bolotas rara senhora ; ditas pespontadas
para homem; leques muito modernos;
bengalas ; um grande sortimento de chico-
tes para carro e para montara; flores de
seda de todas as qualidades; pennas de ma-
rab pera chapeos de senhora : adverte-se
que tudo so vende muito em conta, por se
ter recebido directamente de Franca.
Calcado de I ,0 a 1,600
rs., no Aterro-da* Boa-
Vista, defronle da bo-
ro de lustro pelo baratissimo pre.
?o de 3,ooo rs. ; ditos superiores
e de ponto fixo, a 4,000 rs. ; dit0|
de lustro para meninos ; ditos do
Aracaty para homem : na ra da
Cadeia do Hecife, lojan. 9.
Mfc Na ra do Queimado. n. 22 |n.
JB I do chapeos do ltamalho, vendom
% se chapeos de palha da Italia, pelo
preco de 2,500 ale 4,000 rs.; ditos do Chile-
e.bonetes para meninos. '
Vendem-sesaccas com fare-
los de 94 libras cada urna : no ar-
mazem de Bacellar, no caes da
Alfandega.
Vende-se um preto de 25 a 30 annos,
proprio para agricultura : na ra do Cabu.
g, loja n. 1 C.
Vinho do duque.
O mais superior que neste genero tem
vindo dol'oitoa este mercado, em barra
de oilavo ; salsa-parrilha chegada do Para
no ultimo vapor ; barris com oleo decupa-
lnb muitotyellio; fechaduras sortidas pan
portas ; sola muito grande e de muito boa
qualidade, em pequeas e grandes poreoes
na ruado Trapiche, n. 26, casa de alanoe
Hilarte Rodrigues.
Fabrica de licores da ra
liireit.i, 11. 17.
Neste estabelecimento vende-se por pre-
co mais barato do que ero outra qualquer
parte ago'ardente do reino, genebra, aniz,
licores de todas as qualidades, espirito da
vinho, ago'ardente de canna : tudo a voli-
tado do comprador.
Venden.-se 8 lindos moleques de 10a
18 annos ; 8 pretos de 20 a 30 annos, sendo
um delles ptimo sapateiro, e dous dos di-
tos para liquidar contas, um por 400,000
rs., eoutro por 350,000 rs.; um pardo da
16 annos, ptimo para pagem ; 3 pardas de
16 a 20 annos, com habilidades; urna dita
de 20 annos, com habilidades, e com dous
fillios, urna de 5 annos e outro de um anuo,'
6 pretas de 14 a 25 annos, com habilidades
e proprias para todo o servido : na ra do
Collegio, n. 3.
Vende-se urna escrava de Angola, da
20 a 22 annnos, sadia, sem vicio alguo,
que lava, cozinha, tem principios de en-
gommar, e he muito fiel : o motivo por que
se vendo he por seu dono retirar-se para
Portugal : as Cinco-I'ontas, n. 71.
isscravos Futios
Ateno-da-loa-Vista, lojade cal-
cado, n. 58.
-- Vendem-sesapatoes de couro de lus-
tro, obra moderna bem feita : na ra do
Cabuga, n 9, loja.
-- Vendem-se os mais finos sellins, for-
rados com couro de porco; cabecares n. sapalOes muito bem eitos, a
glezas, chelas e rolicus: ludo por preco Par-
commodo : na rui larg. do Itozario, n. 30. i Vendem-se sapatSes de cou-
neca.
S.1o chegados sapatos francezes de couro
de lustro para senhora, a 1,280 e 1,600 rs. o
par; burzeguins para homem, a 4,000 rs.
beai como um completo sortimento de cal-
cado de todas as qualidades, tanto pera ho-
mem, como para senhora e meninas; sapa-
Wes brancos do Aracaty para homem, a 1/
rs. ; ditos de couro de lustro; pelles de cou-
ro de lustro hamburguezas e francezas; di-
tas de marroquim; botOes de seda para ca-
saca : tudo por preco commodo.
Sapaies do Aracatya
1,000 rs.
No Aterro-de-lloa-Vista, u. 58, vendem-
1,000 is. o
J5Fugio, nodia 2 do corrente, dos Alo-
gados, um moleque de nome Amaro, de
nav3o Angola, de 16 a 18 annos, estatura re-
gular ; tem os denles da frente largos e com
falta de um ; lem urna perna torta, pscom-
pridose apalhetados; tem urna queimadu-
ra em um dos braqos : quem o pepar le-
ve-o a rus larga do Rozarlo, n. 32, que se-
r recompensado.
lio abaixo assignado, morador em
urna das casas do aisenal de marinha, fu-
gio, em o die 8 do corrente, peles nove ho-
ras do da, um moleque crionlo, de nome
Lino, de 19 a 20 annos, cor fula, nariz gros-
so e chato : tem um dente da parte supe-
rior arrancado e urna marca de quebradu-
ra sobre um dos olhos, pernas arqueadas,
corpo grosso ; levou camisa de alpod!io?-
nho e calcas de panno azul : adverte-se que
elle cos una a mudar de roupa e andar pe-
los suburbios da eidade, l'onte-do-Uclie,
Passagem-da-Magdelena; e como seja elle
muito conhocido, roga-se, pois, sos capi-
tSes de campo e aquellas pessoas que delle
souberem, de o apprebenderem e levarem
ao seu seuhor, ou entSo communicerem o
que souberem a tal respeito, que serflo ge-
nerosamente recompensado.s
Thom Fernanda ti adtira de Castro.
Fugio, no dia 16 de outubro de 1849,
um escravo cabra, de nome Themotno, ofli-
cial de carpinteiro, de estatura alta, ma-
gro, zemhro das pernas ; lem falla de um
dedo em um p, denles podres, e um sig-
na! de um pequeo talho na ponta do na-
riz ; he bem perecido de rosto, com prin-
cipio 4e Imilla ; levou boa calca de brim
azul, can'isa branca e gndola brenca lina,
cujo escravo fui do Ulm. Sr. Aflbnso de Al-
buqueique e Mello, da provincia do I'ai,
por ni iicm de quem foi vendido na corle
peloSr. rapil.lode fragata Jesuino Lamego
Costa ; consta que se intitula forro 8 todos
aquellos que o nflo conheccm, e bem o per-
suade por saber ler, escrever e contar, ea
quem o ronhece diz a uns que anda por or-
dem do seu senhor a procurar quem o cim-
pre, o a outros que anda em procura de
obra para trabalhar: o que se previne aos
"ms. Srs. officiaes do exercito e armada,
para quo o nlo recrutem ; capitSes de na-
vio, para que o nSo receban) a seu bordos
pretexto algum; mestres de obras, o nSo
admitam nes mesmas ; aos Snrs. encarre-
dos da vizila dos navios o uo ueixem a*
liir em navio algum, qurseja nacional,
qur estrangeiro : e a todas as pessoas em
geral se roga o nlo ecoilem, no so para
evitar o procedimento criminal, mas tam-
bem de pegar o jornal de 1,600 rs. diarios
desde que o mesmo tiver fgido, que he
tanto quanto se protesta haver daquelli
pessoa que Iheder coito : para cujo lim se
faz o presente annuncio, pare que ningucm
se chame a ignorancia e se darflo boas elvi-
Ceras a quem do mesmo der noticias onde
existe,ou o levara ra de S.-Luzia, n 48,
na corte, ou nesta praca. a Francisco Alves
da Cunha, na ra do Vigario, n. II.
--Fugio, no dia 29 de novombro prxi-
mo passado, do engenho Cachoeira-Grande,
freguezia de Serinh.lem. um prelo cnoulo,
de nome Alfonso, de 30 annos ppuco mais
ou menos ; tem o rosto comprido e com
muiles marcas de bexigas ; levou camisa
azul e calcas pretas, tudo ja velho, e hunete:
quem o pegar leve-o ao mesmo eugenno, ou
no Rio-Forinoso, em casa de Joaquim Luiz
da Silva, que ser gratificado.
-- Fugio a preta l.ui/a, de nac3o Moca-
bique; he cega de um olho; he muilo
condecida as estradas que vaO para l*be*
ribe, por ser lavadeira; levuu vestido
chite'rouxa com palininhas: quem a P--
gar leve-a ao Recife, iua da Cadeia, 0. li
quesera gratificado.
MUTILADO L
1>I*H. : KA TTP. OS f.
DE PAU.|*W|


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