Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06739


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Full Text
Auno XXV.
Sfegunda-feira 17
i
*AIITIDA9 DOS COBRXIOS.
Ooianna eParahlba, segundas e sextas-feiras.
llo-Graudc-do-Norte, quinlas-feirasao melo-
Csbo.Serlnbem, Rlo-Formoso, Porto-Cairo
Macelo, no 1, II e 21 de cada mea.
Garanhiim e Bonito, a 8 c 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 28,
Victoria, ai quintas-fciras.
Ulinda, todos os dial.
EFBEMEBIDE9.
Puiszs di loa, Ming. iif, i> 4h.e3Hm.da t.
Nova a 14, i IH.elSm. da t.
Creso.a22, as5h.e21 m.da m.
Chela a 29, llh. e 41 m.da m.
PBEAHAA BE HOJ.
Primeira as6 horas e 54 minutos da manh.
Segunda as 7 horas 18e minutos da tarde
de Dezembro de 1849.
N. 2821.
VBZOOS DA SUBSOairoAO.
p#r tres mezes (ajamado) 4/000
Por seis raezes 8/000
Por un anno 15/000
DAS BA aZMAVA.
17 Seg. S. Bartholomeo de S. Geminlano. Aud.do
J. dos orf. e do m. da 1. v.
18 Tere. Nossa Senborado O'. Aud. da chae., co
J. da 1. v. do civ. e do dos feitos da faienda.
19 Quart. S. Fausta. Aud. do J. da 2. v. civ.
20 Quint. S. Domingos de Silos. Feriado para os
negocios forenses at 31.
21 Sext. >ff S. Thom.
22 Sab. 8. Honorato.
23 Dom. S. Servulo.________^^^
CAMBIOS EH 15 DE DEMMBHO.
Sobre Londres. 27'/, d. Pr 1/000 rs. a 60 da*.
. Paris. 310.
Lisboa, 100 por cento.
Oaro.-Oncas hcspanl.oes......... 29/000 a 29/500
Moedat de ti400 vclh.s.. Ib/800 a 7/00
de G/400 novas .. 10/200 a lbWIM)
. de 4/000........... 9/200 a 9/300
*ra,a.-PatacOcsbr.leiro,...... 130 1/tO
Pesos columnarlos....... J/M0 a !#>"
Ditos mexlcauos.......... 1/850 a 1|870
lARIO DE PRBIAfflBlCO,
PARTE OFFICIU.
;
MINISTERIO DA FAZENDA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 14
DE NOVEMURO.
A' thesouraria da Bahia, indeferindo o
requerimento dos empregados da recebedo-
ra, a respeito da divsflo das multas de 3
por cento, estabelecidas pelo srt. 32 do de-
creto de 15 de jnho de 1844 n. 361, se de-
clara que tse.s multas s3o expresaamente
pplicadssaos cobradores que fazem a ar-
recadaQSo no domicilio dos devedores, de-
poisdo prazo marcado pelo art. 31 do mes-
mo regulamenlo ; e tes recebedores sdo
os de que trata o art. 22 do decreto n. 152
de 16 de abril de 18*8, aos quaes pertence o
producto de todas as multas das cobrancas
que devidamente se Ihes encarrega, e que
por elles so promovidas, o qual he escrip-
turado no livro de receita das multas, onde
solancasn todas asqueptgam os contribu-
mos remissos e dflo-se em despeza as que
competem aos recebedores, as quaes ellea
elTectivamente arrecadsm com o imposto;
tendoos empregados somante os venc mon-
tos que Ibes marca a tabella delles : e sen-
do os recebedores de que se trata pessoas
stranhaa reparlicilo, nomeadas-com as
formalidades que prescreve o art 23 do re-
gulainento de 16 de abril de 1842. Se na
recebedoria uOo ha taos recebedores, e se
porconsequencia a arrecadac>> nflo se faz
no domicilio dos devedores. tambemahi se
nflo pdem verificar as mullan, posto que o
pagamento se faca na esUcflo fiscal depois
dos prazos marcados; enflo ha, portanto,
sobre que assente a questSo da divisiio.
Cumpre que se observem as disposicos dos
aits. 22 e 23 do rilado regula ment de 16 de
abril de 1842, afim dse aclivar a cobran ja
dos impostos dos devedores remisso.
MINISTERIO DA GUERRA.
DECRETO N. 650 DE 23 DE NOVEMBRO
DE 1849.
Addita altera o regulamenlo provado pelo
decreto numero trezenloi e cincoenta de 20
Je abril de 1814.
Hei por bem decretar o seguinte :
Art. 1. Ao offieial-maiur da secretaria de
estado dos negocios da guerra compele o(Ti-
ciar directamente a queesquer membrns,
autoridades e chofes de repartieres ( ex-
cepto aos ministros e aos concelhoiros de
estado, aos secretarios das cmaras legis-
lativas, aos bispos, ao procurador da corda,
aos presidentes de provincias, aos tribu-
nacs e commandanle de armas ), exigmdo
isinformacesde que na secretaria se pre-
ciso, usando da formulaS. Exc. o Sr. mi-
nistro e socretario de estado dos negocios
da guerra, em nome de Sua Mageslade o Im-
perador, ordena que'V....a bem do servico
publico, informe a esta secretaria de estado
sobre... ,. ,
Art. 2. Todos os aclos da raparlicflo da
guerra formulados em decretos, carias im-
pertes, portaras, despachse avisos serflo
preparados, registrados o expedidos pela
primeira seceflo da secretaria de oslado.
Art. 3. Os lugares quevagarem na pri-
meira e segunda eccOes serflo preencludos
pelos seus empregados de immediata cate-
gora, tendo preferencia aquelles que tnais
aptos se mostraren!, e em igualdade de cir-
cunstancias os mais anligos ou os casa-
dos: as vagas da terceira e quarta, porm,
prover-se-hflo por concurso ontre todos os
oflciaes, amanuenses e pralicantes das qua-
tro seccOes, preferlndo-se em idontidade de
liabililacfles os da classe inferior, e na mes-
m classe os mais antigos e casados.
Art. 4. Ficam rovogados os paragraphos
sexto e stimo do artigo decimo-terceiro e
os aitigoavgesmo-sexto, trigesimo-scti-
mo e quadragesimo-prineiro do mencio-
nado regulamenlo na parte em que dispOe
o contrario. .
Munoel Felizardo de Souza e Mello, do
mru concelho, minislro e secretario de es-
tado dos negocios da guerra, o tenba assim
entendido e expeca os despachos necessa-
rios. Palacio do Rio-de-Janeiro, em 23 de
novombro de 1849, vigeaimo-oilavo da in-
dependencia cdo imperio.Com a rubrica
de Sua Magostada o linperador.~anoe fe-
lizardo di Souza e Helio.
a caucSo depositara que dever pres-
tar o recusante ser de doze mil ris. es-
tabelecida no art. 250 do regulamenlo de
31 de Janeiro de 1842 para os subdelga-
meos guarde a V. Eic.-useao de Queirot
Coullnko Mattoio da Cmara.Sr. presiden-
te da provincia de Santa-Catharna.
TRIBUNAL DA UELAGAO*.
SESSAO DE 15 DE DEZRMBIlO DE 1849.
MB8I08WCU DO XM. SKHIlOa
COfCBLHEIRO XZEVEDO.
A's de horas da manliaa, achando-se pre-
sentes os Srs. desembargadores amos, Bas-
tos. Leo, Souza, Rebello e Telles, faltando
com causa ns Srs. desembargadores Ponce,
Villares e Luna Freir, o Sr. presidente deca-
rou aberta a sessao.
DICISSiS.
Apfillacao eivtl.
Appellante, Alejandre Jos Gomes ; ampolla-
dos, Jos Antonio Gomes Jnior e outros.
Mandou-se ouvlr o Dr. curador-geral
DESlONifflES.
Fol assignado o primeiro da til para o jul
gamenlo das segulnies appcllacOes :
Apotllaca'i trimi.
Appellantes, Luli Roberto o Fausto do Esplrl
lo Santo; appellado, ojuixo.
Appillac6ti eitJil.
Joao Ferrclra dos Santos ;
ippel
nSo podia, na qualid.de de empreg.dopu-,.os juizes nicpaes nos lugares em que
Mico, exdrcer ao mesmo lempo os dous ja nao houveremi osdo
eropregosde parodio e deputado, & face do
art. 23 do acto addicional, solicitou dessa
presidencia esclarecmentos sobre as se-
guintes duvidas : primeira, se o referido
vigario podia licita e legalmente exercer as
funccOes de parodio estando como deputa-
do na assembla provincial, ese, no caso
negativo, pertence ao coadjutor a di recebo
e governo da freguezia; segund, se no
caso de Ocaro coadjutor exercendo as func-
cOes do parodio tem direilo s offertas e
Jjenezes, assim como congrua que o pa-
rodio doixa de perceber como membro da
atsembla provincial. E havendo o mesmo
augusto senhor por bom, por sua immedia-
ta resoluefio de 31 de mar?o ultimo, conor-
mar-se com o parecer que sobre esta mate-
ria interpoz a seccOo de justica do concelho
do estado ero data de 17 do referido mez,
manda declarar V. Exc. o seguinte, em
solufiio is mencionadas duvidas :
1 .*Que n.1o existe a incompatibilidade al-
legada na primeira duvida, pt>r isso que o
ai 1. 23 do acto addicional nSo admit urna
interpretacSo tSo extensiva, que xclua os
parochos das funccOes puramente ospiri-
tuaes, comtanto que por esse exercicio nSo
accumulem a respectiva congrua ; ao que
accresee ter sido esta a intelligencia dada
ao citado artigo, Unto nessa como em ou-
tras provincias, do imperio, e mesmo na
cOrte, onde o' reverendo bispor diocesano
lera tido assento na cmara dos deputalos,
sem deixar por este fado de exercer as
funcgfles opiscopaes ; e bem que o art. 23
do acto addicional estabeleca que os mem-
bros das assemblas provinciaes que fOrem
empregados pblicos n3o poderflo durante
assessOes exercer o seu em prego, nom ac-
cumular ordenados, he certo que a palavra
-empregonSo pode com propriedade ap-
plicar-se ao exercicio das funccOes pura-
mente espirituaes, inherentes ao olllcio dos
parochos.
2. Que, ainda no caso de n!1o podOr o vi-
gario durante as sessOes da assembla pro-
vincial exercer as funccOes de seu oflicio
parochial, nSo podia o sacerdote que o
substituisse ter direilo nem s offertas e be-
nezes.que sBo frucios- do benellcio.e no es-
tilo comprehendidos na accumula;ao pro-
hibida pelo j citado artigo do acto addi-
cional, nem igualmente congrua, a qual,
postoque nSo possa ser accumulada com
o*ubsidio que o parocho receber como de-
putado, nem por isso deve portencer a
quemo substituirlo exercicio das func-
cOes parochiaes, mais siin lera applicaco
determinada por lei.
Dos guarde a V. ExcEusebia de Quei-
rot Coutinho Maltosa da Cmara.Sr. presi-
dente da provincia do Espirito-Santo.
Aviso de 16 de novembro de 1849, ao pre-
sidente da provincia de Sanla-Catharins,
solvendo as duvidas propostas pelo juiz
de paz da cidade de S.-Francisco sobre
o modo por que as partes pdem averbar
de suspeitos os juizes de paz, e qualida-
de do juiz a quero compede julgar taes
suspeicOes ou recusacOes.
3. Seceflo.Rlo-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios da justica, em 16 de novem-
bro de 1849. m .
Illm. e Exro. Sr.-Foi presente aS. M. o
Imperador o seu oftlcio n. 46 de 18 do julho
do correte anno, no qual V. Exc. pede so-
lncao as seguinles duvidas, propostas pelo
juiz de paz da cidade deS.-Francisco:
1. Qual o modo por que as parles pdem
averbar de suspeilos os juizos de paz no
exercicio de siias atlribuices, caso nflo le-
nham vigor ueste juizo o art, 250 e sogum-
tesdo regulamento n. 120 de 31 de Janeiro
de 1842.
2 Se deve o rocusante dar cauc.no e qunl
ella seja. .
3.* Quem he o juiz quo deva julgar a sus-
peicfio ou recusa^ao. visto nBo encontrar
essa disposiQao, nem no art. 17, 6. nem
no art 25, 2. da lei de 3 de dezembro do
18(1
E, conformando-se S. M. o Imperador com
o parecer da respectiva seccjloque consul-
to u a respeito, manda responder i V. Exc.
que actualmente teem os juizes de paz as at-
tribuicOes policiaea espoclicadas no art. 65
seus paragraphos do regulamenlo de 31 de
MIMSTEhlO DA JUSTICA.
Aviso de 3 de abril de 1849, ao presidente
da provincia do Espirito-Santo, declaran-
do que os parochos, por serem eleitos
niembros de urna assembla provincial,
n5o ficam inhibidos de exercer as suns
funccOes, cun tanto que por esse exerci-
cio n.1o accumulem a respectiva congrua;
e que, ainda no caso de nflo poder qual-
quer delles, duranlo as sessOes da assem-
bla provincial, exercer as funccOes de
seu ollicio parochial, nflo pode o sacerdo-
te queoAubstiluir ler direilo a Congrua,
nem asterias e beneies.
Terir8ec4fio.-Rio-de-Janeiro.Ilinis-
i terio dos negocies da justiga, em 3 de abril
I de 1819. ,
Illm. e Exm. Sr.Foi presente a S. M. [o
I Imperador o odicio dessa presidencia, em
data de I de abril do anno prximo passado,
acompanhado da copia de outro em quo o
coadjutor da freguezia dessa capital.Jrepre-
sentando achar-se o respectivo vigario na
assembla provincial como deputado, sem
que tivesae at entSo encarregado a elle
coadjutor dadiroecodaregueiia, quando
Janeiro do 1842, em cujo exercicio e cum-
pmnentn nflo pdem ser averbados de sus-
peilos pelas partes, por nao ter lugarasus-
peicao nos casos em que s se praticam ac-
tos meramente fiscaes a bem da polica,
sendo esta a rasBo por quc.muito de propo-
sito e nSo por omiss3o, nada se estabele-
ceu no referido regulamenlo sobres sus-
peicflo dos juizes de paz. E nao obste o
que dispOo o citado art. 65 do regulamenlo
no 4. quando a taes juizes conferio a al-
tribuieflo de obrigar a assignar termo de
bem viver, porque o prcesso que eniao
instauram, concluindo pela assignalura do
termo e commina?ao da pena, ho bem equi-
parado com o da formacao de culpa, do-
pendndo a eflectividade da imposigao da
pena do prcesso ullerior e julgamento,
que ora nflo he da competencia dos juizes
de paz; e portanto tero ahi toda a applica-
eflo o que esl disposto no art. 66 do cdi-
go do prcesso criminal, repetido no art.
248 do regulamenlo de 31 de Janeiro de
1842.
No exercicio, porm, das funccOes civis
que Ihu Oram reservadas pelo art. 1. do re-
gulamenlo de 15 de marco de 1842, podem
os juizes de paz ser aveibados de suspeilos
aos casos e pela forma por que sao averba-
dos os outros juizes civis, fazendo-se-lbes
extensiva a disposi?flo do decreto ae 15 de
Janeiro de 1839, ompelindo o julgamento | torta tai! a uone
Appellante,
lado, Jos Joaqulni de Mcsquita.
Appellantes, Joao Vielra da Cunba e outros ;
appellado, Francisco Jos da Costa.
Anpellante, Ignaelo do Reg Mcdeiros ; appel-
lado o coronel Henrique Pereira de Lucrna.
Annelantes, Antonio Lins Caldas e Maria Can-
dida de Magalbaei; appellado, Antonio Pe-
dro de Mendonca Corte Real.
aaviadES.
Passou do Sr. desembargador Leo ao Sr.
desembargador Souza a appellacao civel em
que sao i
Appellantes, os l.erdelro de Francisco Jos
da Costa Guimaraes; appellado, Jos Joa-
qun Bcterra Cavalcante.
Passou do Sr. desembargador Souza ao Sr.
desembargador llebello a appellacao civel em
que sao :
Annellante, Joo Goncalves Valentc appella.
(lo, Antonio Ferreira los Santos Camliiba
Passou do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Ramos a appellacao civel em
que sao :
Appcllantej, Jones Pater ir. C.; appellado,
Francisco Joaqulm Duarte.
DisrniBUicES.
Ao Sr. desembargador Bastos a appellacao
civel desla cidade em que sao :
Appellante, Joaiiuiui Antonio do Forno ; ap-
pellado, Jos da Costa Guimaraes.
Ao Sr. desembargador Lcao o recurso crime
do Juiz de dlrelto do Limoeiro em que sao :
Recrreme, ojuixo recorrido, Luix de Franca.
A appellaco civel desta cidade em que sao:
Appellante, Antonio Germano dasNeves; ap-
pellados, Me. Calmont & C.
Ao Sr. desembargadqr Souza o recurso crl-
mc do chefe de polica do Rio-Grande do nor-
te em que sao .
Recrreme, o promotor publico de Estrtinoa ;
recorrida, Frauciscode Paula Soarcs da C-
mara e outros.
A appellatao crime do jury do Ico em que
sao :
Appellante, o julio ; appellados, Joao Antonio
Nolasco de Lavflr e outros.
A appellacao civel do julio desta cidade em
que sao :
Appellante, Mara da Maternidad da Invencao
da Santa-Crui ; appellada, Mana Manoella
de Jess.
Ao Sr. desembargador Rebello a appellacao
civel desla cidade em que sao :
Appellantes, Joaqulm Goncalves Vleira Guima-
rese Jos Hyglno de Miranda; appellada,
a administracao dos estabeleci.nentos de ca-
ridade desta cidade.
Declarou o Esm. Sr. concelhelro presiden-
te da relacao que coinecam as ferias do natal no
da 18 do crreme me depois da chancellara,
e findam no dia 6 do vindouro Janeiro, e que so
no dia 8 ser a primeira sessao do tribunal.
Levantou-se a sessao depois de 2 horas.
EXTERIOK.
M LEVANTAMIENTO DE MULHI2RES.
Roma, 4 de oulubro.
Tivomos outra tentativa de revolucflo em
Roma, a qual foi supprimida pelo que bom
se pOJe chamar a gentileza do exercito
rancez. 0 sitio em que esla tentativa tove
lugar tem sido at hoje o mais pacifico,
porm o espirito de resistencia autorida-
de fui tflo inoculado em todas as classes
pela deunta repblica, que mnguem se
deve admirar de ouvir quo na cidado eter-
na os proprios cordoiros se teem converti-
do em leOes.
Para explicar este negocio de urna ma-
neira convenienlo, devo dizer Vmc. que o
immenso hospital do Espirito-Santo, o qual
he talvez o estabelecimento publico de ca-
ridade mais rico do mundo, tem addida a
si urna casa de expostos, na qual os dons
perdidos do amor, da pobreza, ou do cri-
me team sido em todos os lempos recebi
dos, sem se fazer a menor indagacSo.
Urna roda que gyra sobro un eixo est
e na meninas limas do
peccado ou da desgra<;a,alli depositadas,s3o
providas de urna ama, e criadas de urna ma-
noira christfla. Os rendimontos da insti-
tuic3o silo tflo grandes, que n3o s chegam
para criare educar estas creaturas desam-
paradas, senflo lambem para dota-las quan-
do so casam ; e diztn-me que os campone-
zes da vizinhanca de Roma, em innmeros
casos, teem abandonado seus amores cam-
pestres, e teem escolido una virgem bem
parecida com urna boa poreflo de escudos,
dentro as muitas offerecidas all sua cs-
colha.
Duas sSo as principaes vantagens de urna
tal operacSo; a primeira nflo poder a mu-
llier insultar nunca o marido com preten-
QOes de superior nascimento; a segunda
n3o ter este que soffrer a peste das sogras e
cunhadas.
De tempos immemoriaes este hospital
tem sido dirigido pelas irmSas de caridade
francezas, e dcbaixo de seu santo cuidado,
frca he confessar, a instituicjlo tem sido
admiravelmente dirigiJa ; porm, quando a
repblica foi proclamada.as religiosas fran-
cezas fOram expellidas, e sendo alli pro-
clamado, como no capitolio, o principio de
cada um se governar asi mesmo, asenjei-
tadas emprehenderam governar-se, e co-
mers rendas do hospital de urna maneira
multo mais satisfactoria a natureza huma-
na do que aquella que a rigida regra das ir-
niiis da caridade permillia.
Quando a repblica foi derribada, e o tri-
unvirato apostlico foi estabelecido no Qui-
rinal, a casa das expostas e seus ampios
fundos nao fram esquecidos; e urna ordem
foi logo expedida para restaurar o antigo
systcma, e collocar um certo numero de
irmflas da caridade, urnas frrncezas, e ou-
taas italianas, Trente da inslituieflo.
Antes de hontem foi o dia fixado para a
possefiestas senhoras ; masas habitadoras
do hospital determinaran de outra sorte ;
e, como ha nello n3o menos de 600 a 700 or-
pliSas entre grandes e pequeas, ellas de-
terminaran! resistir introduccao do en-
ligo rvgimen t>' armis, isto he, com lin-
goas, unhas, pingas, espetos, pao e pedras.
Os mensageiros de amor do Quirinal fram
repellidos da maneira a mais insultante, e,
quando se Ihes deu a entender qun se recor-
rera fnja, as caberas da repblica levan-
taram um grito de puerra e mandaran tran-
car as portas; e, hasleando umajbandeira
vermelha, declararan que nflo Se renderi-
am. Um governo provisoiio foi logo orga-
nisado, e as marese mais activas subi-
ram ao ledo, arrancaram as barras de ferro
de to las as jancllas; p, desrojando as casas
vizinhas do suas telhas, pozoram-se em de-
fonsa. Iiebalde enviados de paz so apre-
senlaram, debaldo offerecimentos de urna
transncQao so fizeram, o sanguedestas
filhas de roflis incgnitas ferveu-lhes as
veas o urna barra de ferro, ou urna telha
arromessada calmea do deputado papal
foi a resposta que Ihe deram.
Imaginai, bellas virgens inglezas, 600 ou
700 de vossas irinflas italianas oni rebelliao
manifesla contra as leis; ejulgai o t)ue nflo
fariam na energa do seu desespero. Vos
tendes lingoas, bem com as senhoras roma-
nas. Tundes unhas as bacecas do&dedos,
bem como as filhas do Cornelia. Podis
gritare saltar, bem como estos molellos do
urna raca classica. Muitos Brotons velhos
seiiam sem duvida orgulhosus de vosso va-
lor e amor da justica, se vossa colera fossa
urna ve/, excitada ; e sem duvida os mesmos
senlmcntos teriam os paia destas heronas,
se sonbessemos quem eran essessonhores.
Porm a historia ser sempra silenciosa
sobre este ponto, o as aeces destas defen-
soras do governo proprio ficariam certa-
mente desconhecidas, seo 7'iei naotivesse
enviado um agento seu scena da acc3o, e
nflo abrisse suas paginas eternas nica no-
ticia que ha de ser publicada sobre este ex-
traordinario aconlecimeuto.
O triunvirato apostlico, roa! sucedido
em todas as suas tontativas de reduzir ra-
so a guarnieflo refractaria, chamou em seu
soccorro as autoridades militares francezas,
e como o pacto da santa allia.iiQa nao podo
ser Iludido nem recusado, um regiment
de infnnlaria foi formado em eclumna de
ataque e dirigido contra o convento. O co-
ronel commandante, honra Ihe seja feita,
desarmou todos os seus soldados, excepto
smento 25, os quaes deviam ser emprega-
dos em apartar a multidao e conter a popu-
lacfio masculina,reunida da parte de fra do
edificio, se porventura quizesso intervir; e
deste mo/loa columna avancou inteiramen-
le desarmada; e, depois de ter investido a
praja, intimou guarnQ3o que se rendesse.
A guarnidlo respoudeu com um grito de
desalio, e todas as donzellas que estavam
postadas no tecto prepararam-se para arre-
messar as pedras.telhas e barras de ferro de
qjie se linham prvido ; porm, como qur
3ni! o commandanle em chefe as advertase
as consequencias falaes que loria o feri-
mento de um s soldado, as armas levanta-
das n3o fram arremessadas.
qual teve a mesma sorte que as pnmeiras,
as portas do hospital fram arrombadas. e
dentro de um momento a columna de ata-
quo penetrou o edificio. O estrondo do ar-
rombamento oi respondido por um grito
de colera e de terror dado do tecto, e com a
velocidad do pensamento as fortificacOes
exteriores fram abandonadas, o a tropa
das furias desceu as aseadas, lancando to-
das as maldicOcs imaginarias sobre o exer-
cito e a nacflo franceza, e ameacando arran-
car os olhos dos soldados que Ihes cahis-
sem as mflos. ,
O vocabulario da lingoagem ma be abun-
dante em liorna; mas, attendendo-se a edu-
cacao religiosa que estas senhoras tinham
recebido, ninguem teria nunca imaginado
quo podessem possuir urna parte tSo gran-
de delle; porm toda a palavra que poda
serapplicada foi empregada.e juras emai-
dicOes cahram cemo saraivas sobre os
Francezcs Imagin? Vmc. algumas cente-
nas de furias sabidas do inferno, o lera tima
ideia doquadroque se apresentou, cabel-
los soltos, vestidos rasgados, corpos vis-
ta, e toda a restricto do decoro despreza-
da, e depois imagine esta massa de colera
viva gritando e murmurando impreca<;0es,e
ter urna nocaodoque se passou. De vez
em quando urna avancada era feita pelas fi-
leiras de diante, porm o commandanle
francezjurouque toda a mulher sem uso do suas unhas e mflos tena o bra- .
co cortado pelo meio, o esla ameaga, que
cortamente nao teria sido posta em execu-
c5o, assustou tanto as Amazonas, que ne-
nbum acto de violencia teve lugar, e a lin-
goa foi a nica arma quo foi empregada. Fi-
nalmente a tempestado acaloiou-se, as bel-
las creaturas, urnas so pozeram a chorar,
outras fram atacadas de accidentes liystc-
ricos, entrelauto que algumas.correndD pa-
ra suas celias, se abandonaran! ao desespe-
ro ; a autoridade reganhou a sua influen-
cia, e a revolta gradualmente foi supprimi-
da. De que modo este resultado foi obtido
lie ainda para mimtiin mysterio, unsdizem
que as mulheres cedern, outros assegu-
ram que os liomens fram vencidos.
( Correspondencia doTiM*.)
Era urna bella cousa vr tantas Amazonas
com os cabellos soltos, os vestidos em des-
orden!, armadas de telhas, pedras, barras de
ferro, etc., e gloriosas de ouvirum seus gri-
tos de colera e as tempestades de suas im-
precacGes, quando a ordem foi dada de n3o
fazer fogo. Urna conferencia teveenlo lu-
gar; porm ellas no quizeram escutar
nenlium termo,o as mais velhas declararan
que mais fcil seria lancarem fogo ao hos-
pital do que eotregarem-so. As autorida-
des fraocezas j nflo sabiam o que fizessem,
sua poseflo ia-se tornando ridicula, por-
OS TRES PRESIDENTES. (?)
Poneos meses antes da ele cao de 10 de de-
zcmbro (em setembro de 1848), o sen ur ge-
neral Montholon, companbeiro de prisao de
Mr. I.uiz Napoleaollonapartc, publlcou um es-
cripto intitulado : Tris Coniutn. e designou i
escolha da Franca os Srs. L. N. Bonaparte,
Cavaignac e A. Tbiers
A Franca iao cscapou a complicacao de tres
cnsules senao para caliirdebaiio do rgimen
de tres presidentes.
F.sles presidentes silo:
Presidente da repblica, Mr. L. N. Uona-
paite ;
Presidente do concelho, Mr. Odilon llarrot;
Presidente de facto, Mr. Thiers.
Ein apparencia ha tres presidentes ; mas em
rcalidade nao ha senao um. O relatorlo de Mr.
Thiers, seu silencio imperativo c o voto com-
pacto de aabbado 40 de outubro, sao tres Tac-
tos que atlcstam allameutc o que acabamos de
dizer.
Se estabelecemos a distinecao cima he ni-
camente por espirito de cquidade, e afim de
que o eleito de 10 de dezembro nao carregue
com una responsabilidade que para o futuro
s ilevc pesar sobre Mr. Thiers.
Importa que aFrancaosaiba! Mr. Thiers ha
quem a dirige.
Mr. Thiers, o human fatal I .
Mr. Thiers que em 1839 servio de linha de
uniao aos Srs. Barrot e Gulzot contra Mr. Mole,
cnt.io presidente do concelho !
Mr. Thiers que fol b eiso da liga de 18J9,
esse berco da revolucio de 1848 !
Mr. Thiers a quem em 1840 bastaram nove
meses para por m perturbado nossas finan-
cas, para abrir o golfo do dficit e augmentar
de mais de 200 mllhOea a soinma annual do or-
camento das despezas, Ji demasiadamente pe-
sado! ,
Mr. Thiers, o autor da clebre nota de 8 de
outubro! .
Mr Thiers, o promotor das fortlficacoes de
Pars, as quaes custaram Franca tantos nii-
Ihes.que leiiain bastado para ha ma de cln-
co annos por Alger, Marselba e Lyao em com-
municacao com Paria, o Mediterrneo com o
Ocano por nielo de un cainiiho de ferro, o
que teria permitlido reduiir de cein milhOes
por anno a despeza do exercito sen diminuir
a sua frca relativa '.
Mr. Thiers, o signatario do protesto de 27 de
julho de 1830!
Mr. Thiers, o Infame negociador da prisao
da Sr.'duqueza de llerry !
Mr- Thiers, o presidente do conceibo de IA
de fevereiro, que desde as seis horas da ma-
nti.la al ao mcio-dia nao soube achar uina so
dessas iuspiracoei pelas quaes o verdadelro ho-
meiii de estado se revela!
Mr. Thiers, o ceg precursor de urna revo-
lucao terrivel, pois nao se desvia duas vetea
una revolucao legitima deaeu curso, sem que
terceira ella srja desapledada!
Mr Thiers he quem tem impedido o eleito
de 10 de dezembro de ser o que tlnhaui Icito
trinta anuos de exilio, e sete de prisao e de
ineditaedes. isto he, sympatbico para com a li-
berdade, sympatliico para com o povo, sym-
palhlco para com seus soffriinemos, sympa-
thico para com todas as dlas grandes, pobres
e generosas.
Mr. Thiers manobrou tao hbilmente, que
conseguio persuadir ao eleito de 10 de deiem-
bro quedevia nao smente desejar senao tam-
ben! apressar por todos os meiot postlveit a
dissolujao da assembla constituate, dessa
(*) Este artigo foi publicado pela Preisc
antes da mudanca do ministerio francez, e
eremos que os leitoresacharflo nelle ara-
silo que teve o presidente da rtpublicj para
fazer-so tamben presidente do conceibo,
rrsolvendo-se assim a governar por si mes-
mo. 10'ii vez de prosidenle de nome, ello
muUidrao"comecava a escanufcO-lquiz ser presidente de facto.
las. Mas depois de urna, outra iutimasflo, al Oifi/f.


^m
tgggSSBSBSBBBBBBSSBBSSS
jetsenibln que por penhor de seu concurso
avo tinha hesitado cm cjcolher para vice-pre-
.ideute. da repblica a Mr. Boulay (de la
Meitrthe).
Mr. Thieri sabia bem que, emquanto a as-
.'.i ii.lili' i constituidle subsistisse, o cleito 10 de deiembr conservarla a inteira llbcrda-
de de scus moviinentos, e poderia incliuar-se
.i vonlade, <|iu:r para a direlta, qur para a-es-
querda, porm mal fcilmente aluda para a
esquerda do que para a dircita ; mas isto nao
convinlia a Mr. Thiers, o qual desejava arden-
teniente apoderar-se de faci, pela va indirec-
ta da maioria parlamentar, da presidencia su-
prema que iian pude conseguir pela via directa
da eleicao nacional.
Mr. Thiers depois do 20 de dezembro s
tcui experimentado uro revez. Kilo tinha
esperado quo com o soecrro da commiss3o
eleitoral da na l'oilieri seria eieito a 13 de
maio de 4849 por tantos departamentos
quanlos liiiliam eieito a Mr. de La Martina
a 23 de abril de 1848. Kilo tinha contado
com 10 eleiges pelo menos, e nSo tinha
duvidado um s instante de que em i'aris
seu mure seria o tois votado. Ora, n.To
ser nomeado em Paris, no ser eieito sen jo
por utn s departamento, o departamento
do Sena-Inferior, e inda assim ser um dos
menos volados... foi urna decepgSo cruel!
Ilojeella est quasi apagada.
Mr. Thiers, presidente de laclo, er quo
he tmlo, e que o presidente da repblica
iilio be nada.
Mr. Thiers tem ras.lo.
Como a soberana nacional pertence
maioria parlamentar, aquello que dispon
desla maioria he que pertence a soberana
nacional.
Isto he incontestavel.
Querem saber agora qual he esperanca
de Mr. Thiers?
F.i-la :
Mr. Thicrs.o qual no pdecomprehender
romo a l ranga |->'(]f eleger um presidente
da repblica que n5o fsse o antigo presi-
dente do roncelho de 22 de fevereiro e do
primeiro de margo, espera que vira um dia
em que a dcncminagflo de sua presidencia
de faclo,lornando-se insuporlavel ao presi-
dente de nome da repblica, lngara esto
ultimo em algum acceso vilenlo ealguma
empreza inconsiderada.
Muita gente conta com isso.
Todo o edificio esta ja construido sobre
esta supposigSo, sobre esta eventualidade
que se considera como certa,
t O rclalorio de Mr. Thiers he a primeira
podra desteedilicio ; o voto da maioria he
a segunda.
O segredo da maioria escapou a Mr.de
Segur d'Aguesseuu, o autor destas palavras.
ii Vam /.'
Sabcr o presidente de nome evitar o la-
go que 1 lio arma o presidente de faci ? Ha
mais do urna maneira do fazer um 18 de bru-
mano. Mr. Thiers nto tem ganho batalhas,
be verdade ; mas elle as descrevo 13o bem,
quo er que isso he absolutamente como so
as livesse uanho. A I-ranga est advertida;
chamamos a sua attengSo sobre os tres pre-
sidentes.
{Vrcss-..)
.I
DIARIO DE PMMIBDCO.
Binrr, id ni bizembbo DE 1849.
INTERIOR.
ALAGOAS.
Extracto do expediente do F.xm. Sr. prnden-
te Dr. Jos liento da Cunha e l'igueire.do.
16 DE NVEMBKO.
OfIcio. -- Ao inspector da thesouraria
provincial, dizendo-lhe que approva a ar-
rematagno que prope Verissimo Jos do
llego de 600 alqueires de cal a 1,000 rs. pa-
ra a obra do mercado.
Hito. Ao capito do porto, em resposta
ao seu oflicio, acerca ua necessidade de ser
nomeado quem sirva no actual impedimen-
to do secretario d capitana Anolino Ta-
vares de Macedo, iliz-lhu que tica nomea-
do Antonio das Cbagas Craveiro, aoqual
fnr o aviso necessario.
Dito Ao mesmo capitflo do porto, para
que participe immediatamento qualquer
ntrala ou sabida de embarcarles que haja
no porto desta cidade.
17.
Ollicio. Ao inspector provincial, para
mandar pagar adespezaque sefizercomo
melhorameuto da estrada do Bebedouro at
o Taboleiro-do-Piuto.
Dito. Ao mesmo inspector, para man-
dar pagar a Innocencio Delgado Vieira Al-
mas, pela verba de obras publicas, a qun-
tia de 25,000 rs., constante da conta que se
lile enva.
Dito. An Dr. chele de polica, para que
proponlia pessoa de confia nga para ser pro-
vnl i no lugar de subdelegado de l'ica, vis-
to achar-se de licenga para ir tratar de sua
sade fra da provincia o actual subdele-
gado.
Cortara. Norr.cindo pata subdelegado
do disiiicto de l'ica a Manuel do Nascimen-
tol.ns, proposto em primeiro lugar pelo
Dr. chele de polica. Communcou-se ao
mesmo chcfo de polica.
Ollicio. -- A cmara municipal desta capi-
tal, para que remella o orgamenlo da des-
peza que so deve fazer com a planta da cida-
de, alim de poder deliberar acerca do suu-
pnmeuto que exige.
19.
Oflicio. Ao commandante do brigue-
escuna Canopo, communicando-lho que j
fram dadas as ordens para ser entregue ao
dispeuseiro Fernando AlvesPcreira de Oli-
veira a quanlia de200,0C0 rs. que requ-
ailou.
Dito. Ao Dr. Fernando Alfonso de Mullo,
numeanJo-o para servir interinamente de
procurador-flscal da thesouraria provincial
durante o impedimento do efTectivo quo se
acha de licenga.
Dito. Ao inspector de fazenda, para
mandar entregar ao dispenseiro do brigue-
escuna Canopo a quanlia de 200,000 rs., que
lequisilao respectivo commandante.
30.
Oflicio. Ao inspector da thesouraria
provincial, para quo informe acerca da pre-
tengBo do terceiro commandante da conipa-
nhia de nolicia de que trata o oflicio do ins-
peelor de fazenda que se lhe remelle, o quai
ollicio devolver com os papis a ellean-
lieXOS,
Refere-seque, na noile do hontem, 100 a
120 rebeldes, Irinta dos quaes vinham a ca-
vjilo, passaram pela freguezia da Varzea
em dlrecgSo s maltas de Catuca, e cr-se
queesse grupo ah se foi acuitare forti-
ficar.
Segundo as informages obtidas, julga-se
quo esses homens silo os mesmos que se
reunirn) as mattas dos engenhos Mussa-
hiba, Mamucaia e Santa-Rosa, eque levan-
ta rain o campo quando souberam quo o
F.xm. Sr. presidente da provincia leve no-
ticia dessa reuniilo, e ia mandar em segu -
ment del les.
A ala do quinto batalhflo de fuzileiros
que, ao mando do capitflo Belfort, sahira
desta cidade para perseguir semelhanle
grupo, baleu as maltas dos referidos enge-
nhos, e apenas descobrio vestigios de abi
ter estado gente acampada; baleu la m bem
depois as mais dos engenhos Pintos e Pa-
cas, sem nada descobrir, por falla de guias;
pois consta agora que tal grupo es ti vera
acampado as mattas de dous engenhos
bem prximos da cidade da Victoria, eque
foi dahi que, havendo retrogrudado, pas-
sara por Morenos, onde atacara e ron liara
os trabalbadores do 16. lango da estrada da
Victoria, levando comsigo os cavallns do
engenheiro, feitoros o administradores:
depois viera povoagSo de Jaboat.lo, onde
atacara a um inspector de quartoirSo, a
quem tomara 8 ou 10 armas com o compe-
tente rorreiame, que elle tinha em sua
guarda, para o servigo da polica ; seguin-
do dahi pela freguezia da Vanea a ganhar
as maltas do Catuca o lugar denominado
Ferraz ou denominado Genipapo.
He para notar que, ao passarem pola Var-
zea, os rebeldes encontraran! o inspector
do quarleirflo Corroa Comes, e um cabo
deste.os quaes partam para urna diligencia
por ordem do subdelegado respectivo; e,
depois de alTectarem que eram tropa do
governo, o que foi fcil de fazerem acredi-
tar por virem muitos delles fardados, man-
dara in assassinar a ambos : mas, leudo o
primeiro podido evadir-se, sem que nada
soffresse, no obstante lhe haveremjatra-
do, fui o segundo conduzido porteira do
engenho Poeta onde o soltaran*), reeom-
mondando-lhe que a ninguem communi-
casse a direcgilo quo el les leva vam
O Kxm. Sr. presidente da provincia tem
providenciado pata que esta capital lique
suflicientemente guarnecida ; e, pois, os
ci'dadflos devem ter toda a conliauga as
medidas que o governo tem tomado ese
prepara a lomar para garantir seguranga
individual e da prupriodade, assim como a
ordem publica : cumpre, porcm, que pela
sua parle desenvolvan elles aquello zelo
que lio de esperar de seu patriotismo c le-
aldadc, a que os seus proprios intcresses
reclaman);j communicando s autorida-
des os tramas e os manejos dos rehollados ;
ja prestando-se aosovigo que porventu-
ra so lo. s houver de exigir ; ja Analmen-
te procurando por lodosos meios secundar
os planos o medidas das inesmas autori-
dades.
Pela barca Esther-Ann, cliegada boje de Li-
verpool, recebemos o Times de (i a 9 de nuvem-
bro.
A's noticias que j publicamos, extrahdas
das gizetas francezas, apenas temos que ac-
crescent.ir que o general llaynau, nomeado
governador da Hungra, conceder amnista a
todos os individuos que baviam sido condem-
nadoi al a um anuo de prisao
A pena de morle nao ser mais imposta a ne-
iiliuiii dos iusurgentes hngaros que frent
simplesmcnte culpados em criuics polilicos,
poiin smenle quelles que frem convenci-
dos de assassinalo, ou de terem rxcrcido cru-
eldade systematica contra as oulras racns que
habitam o pait nutr'ora comprebendido nos
reinos da llungria c Croacia, etc.
Km Londres os con*)/ ficaram de 92 7i8 a
- 3 l|2.
93 c osrfundos brasilciros a
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 15.....15:340,889
IMPOHTACA.
Flor-da-Naia, barca portugueza, vnda
de Buenos-Ayres, entiada neste mez, con-
signada u Manoel Joaquim Ramos o Silva,
manifestuu o seguinte:
14,906 arrobas de carne secca, 170 cou-
ros seceos; ao consignatario.
Ed, brigue hamburguez, vindo de San-
Joo, entrado neste mez, consignado a V.
O. Bieber & Companha, manifestou ose-
ito. Ao commandanto do brigue Ca-1 guinlo :
opo, remettendo-lhe o recrula Manoel Jos I 2,800 barricas bacalhio, 50 caxas gene-
do Nascimenlo, para que lhe de algum des-lbra, 2 ditas vidros; a N. O. Bieber & Coui-
11 no a seu bordo. fpanhia,
Publicabas a pedido.
Diz Affonso Saint Martin que, tendo Ni-
colao Cadault assignado termo docaugSo
cm 3 de dezembro de 1849, garanlindo a
Anna Elizabet Adele Pnirson.ao que fr jul-
gado no libellodi nullidnde do testamento
que o supplirnnte emeamiuha contra a
mesma Poirson, testamento quedizasup-
plicada lhe baver deixado Hiplito Siinl
Marti : se faz preriso a bem do dreito do
supplcanle que V. mande ao cscrvSo Mnt-
la, que em visla do mesmo auto lhe decla-
re quaes os hens que desembarugados de
bypollieca oflernceu o mesmo Cadault em
garanta caugSo que presin em favor
da mesma Poirson, se responsabilisando a
apresentar cm juizo logo que para isso
fr obrigado os bous do mesmo Hiplito
Saint Martin.
P. a V. S., Sr. iloutor juiz do civel da se-
gunda vara, se sirva assim deferir E R. al.
Declare.--r.'.'nfe, 15 de du/embro do 1849.
Floripet.
Declaro, vista dos autos" do nolificagflo
para caugiib,serein os hens que deseinbara-
gados de hypolheca offereceu Nicolao Ga-
dult em garanta a raugfloquo prestou em
favor de Anua Elizabet Alele Poirson os se-
guinles : una casa na ra Real, n. 10;
outra dita na ra da Capunga n. 49." O re-
ferido he verdade, o consta dos autos. Un-
cir. 15 de dezembro do 1849. Subscrevi o
assignei. Em T do verdade.
Manoel los da Molla.
COMMEftCld.
Opacles holOes, 11 ditos ferragens, 10
ditos pennas d'aco ; ao capitSo.
Uaria-Joaquina, patacho portuguez, vin-
do da Fguein, entrado neste mez, consig-
nado a Francisco Severiano Rabello & Flho,
manifestou o seguinte:
69 |ipas, 21 meiasditas, 256barris e 2an-
coretas vinbo, 9 canastras albos, 2 caxas
doces, 3 barricas barro, 1 sseco alfazema,
1 caixinha quincalleras, 1 caixa conservas
de tomate, 3 casaos de pombos, 35 rosteas
de ceblas ; ordem.
20 pipas, 10 meias ditas e 78 barris vi-
nbo ; a Francisco Severiano Rabello & Fi-
Iho.
2 barris vinlio; a Manoel Ferreira Bar-
boza.
2quarlolasago'ardente, 8 saceos amen-
doas, 300 Hagas de vimos ; aocapito.
5 barris vfnho; a Joaquim da Fonseca.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 15.. .' 4:495,216
Diversas provincias...... 224,639
4:719,855
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 15.....2:976,802
PRACA DO RECIFE, 15 DE DEZEMBRO DE
1849, AS 3 HORAS DA TARDE.
evilta semanal.
Cambios Saccaram-se cerca de 25
mil libras a 27 3|4 d. por
1.000 rs ; e ha dinheiro of-
ferecido i este prego.
Assucar- Tivemos 74 caxas, 50 fe-
chnseabundancia dosaccas
do novo. Nilo bouve ven-
das do encaixado ; mas o
ensaccado e embarricado
branco vendeu-se de 1,950
a 2,600 rs. por arroba, eo
masca vado, de 1,600 a 1,650
ris.
Algodflo- Enlraram 1,388 saccas. ~
Esteve firme o prego de
5,200 rs. por arroba do de
primeira sorte.
AlcatrBo Veneu-M a 10,000 rs. por
barril do de Suecia. Ha
abundancia.
- dem de 800 a 1,000 rs. por
quintal.
- Lbegaram dous carrega-
mentos que se vendern) a
9,000 rs. por barrica, pouco
mais ou menos.
Vendern) se a 14,000 rs.
por groza das pretaa.
- dem de 800 a 1,000 rs. por
cada um dos empalhados.
Manleiga-------Parte da chegada do Havre
foi vendida de 445 a 450 rs.
por libra.
Velas-------------Venderem-se de 680 a 700
rs. por libra das de compo-
siguo.
3fi nosso porto est suflicientemente pr-
vido de navios eos fretes silo nominaos.
Ficaram ancoradas 97 embarcages, a saber:
7 americanas, 1 austraca, 41 brasileiras, 2
dinamarquezas, 5 francozas, 2 hespanholas,
12inglezas, 2 hamburguezas, 1 prussiana,
13 portuguezas, 6 sardas e 5 suecas.
mmm^mmtmu.....mmmmmmmimmmmmm
capitSo Zrferino Ventura dos
carga assucar, couros e mol.
Trieste Barca inglezs Etk, capitSo reor-
ge VVire, carga assucar.
Falmouth Barca mgleza Manchester, ca-
pilfloGeorgeRogers, carga assocar.
Liverpool Galera iogleza Sword-Fith
capitSo Richard Creen, carga assucar e
algodSo.
EDITAS.
Santos, ao respeitavel publico que desta vez em lu-
do estar mais brilhante o espectculo, p0r
sorem melhores as vistas e ter-se preveni-
do para que saia tudo com toda a claridade
necessaria.
Osbilhetesacham-se a venda na ra di
Cruz, n. 15, at s6 horas da tarde, e dahi
por diante na porta do theatro pelos pregas
seguintes : primeira ordem 1,500 rs., se-
gunda dita 2,000 rs. tercoira dita e plateia
1,000 ra.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 17 do correnle, depois
do meio-dia, porta da mesma, so hSo de
arrematar 50 duzias de courinhos para cha-
peos, por factura a duza 760 rs., total ris
38,000 ; 800 forros para os mesmos, por
factura um 130 rs., total 104,000 rs.; im-
pugnados pelo amanuense Joo Alhanazio
Botelho, no despacho sb n. 413 de 13 do
cor rente ; sendo dita arrematago snbjeita
aos direitos.
Alfandega de Pernambuco, 14 de dezem-
bro de 1849. O inspector, uis Antonio di
Sampnio Vianna.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no da 17 do crrante, depois
do meio-dia, na porta da mesma, se hlo de
arrematar em hasta publica 18 espelhos de
toilete, um 2,500 rs., total 45,000 rs.; im-
pugnados pelo guarda JoOo Deniz e Silva,
no despacho n. 387 de 12 do crrante: sen-
do a arrematsgo snbjeita sos direitos.
Alfandega de Pernambuco, 14 de dezem-
bro de 1849. 0 inspector, Luis Antonio de
Sampaio f'iavna.
Keparticrio da polica.
Batatas -
Bacalho -
Garrafas
Gsrrafes
Movimento do iorto.
Navios entrados no dia 15.
Baha 9 dias, crvela sueca Na\adem,
commandante o major Hiljehook.
Guayaquil 87 das, barca in/leza Enter-
prise, do 383 toneladas, capitlo F. Tra-
der, equpagem 15, carga caca, cobre e
madeiru de ungir ; ao capitlo.
libas do Sardwicb, tendo sabido de New-
Uedford ha 28 mezes a pesca da baleia,
galera americana Minerva, de 408 tonela-
das, captaoJ. Seabury, equpagem 27,
carga azeile de peixe; ao capituo.
Vem refrescar
Liverpool 34 dias, barca ingleza Laura,
capitlo Rohert Dumbrill, equpagem 15,
carga I i/en las; a Deano Youle & Compa-
nhia. Segu viagem para Sidney.
Gibraltar 26 das, brigue inglez Lilla-
liook, de 147 toneladas, capitSo, Jo.lo Ma-
ciorivich, equpagem 12, em lastro; a
Nascimento & Amorim.
Rio-Grande do sul 39 dias, patacho bra-
sileiro AUreia, de 147 toneladas, capitlo
JoDoIgnacio Ferreira, equpagem 12, car-
ga carne ; a Amorim & Irmaos.
Hamhurgo 42 das, brigue inglez JPeK-
moreland, do 195 toneladas, capilao N.
Conway, equpagem 10, em lastro ; a l.a-
tham& llibbert.
Pbiladelpbia 44 das, brigue americano
William-Price, de 237 toneladas, capitflo
James Rouland, equpagem 12, carga fa-
rinha de trigo, taboado, mauleiga da por-
co e mais gneros; a Deane Youle &
Companha.
Kavios sahidos no rneim* dia.
Portos do noile Vapor brasileiro Son-Se-
basliao, commandante Torrezno. Alm
dos passageiros que Irouxe dos portos do
sul para os do norte leva a seu bordo:
para o Coar, Manoel Lopes de Souza e 1
escravo a entregar ; para o Maranhflo,
Joaquim Antonio Ribairo.
Para b i ha Hiato brasileiro ConeeicSo-Flor-
das-Virtudet, capituo Elias do Rozario,
carga varios gneros
Porlo Barca portugueza Santa-Crus, ca-
pitSo JoSo de Oliveira Leile, carga assu-
car, arroz e caf.
Philadelpbia l'al lia lile americano Grand-
Turk, capitSo L. Washhurn, carga as-
sucar.
Navios entrados no dia 16.
Liverpool 34 da; barca ingleza Esther-
Ann, de 254 toneladas, capitSo Thomas
llunter, equpagem 16, carga fazendas ;
a James Crabtree& Companha.
Richmond 91 dias, barca americana Gi-
neral-Jesut, de 18! toneladas, capitSo W.
V. Fisher, equipegein 9, carga farinha,
fazendas, cha e mais gneros ; a Matheus
Austain & Companhia.
Mar-Pacifico, tendo sabido de New-Loudon
ha 27 mezes, galera americana Neptune,
de 285 toneladas, capitSo llenry Woll*
equpagem 25, carga azeite de peixe ; ao
capitSo.
Da eommissSo Vapor de guerra brasilei-
10 Thetii, commandante o capitSo-lenen-
te Antonio Francisco Pereira.
Navios sahidos n* mesmo dia.
Falmouth Barca ingleza Enterprise, ca-
pitSo George Trader, carga a mesma que
Irouxe.
Porlo = Brigue portuguez Ytntwa.-Ftlu,
lllm e Exm. Sr.-Das communicagOes dia-
rias hoje recebidas nesta rcparlgSo consta
tere"' sido presos : ordem do juiz muni-
cipal segunda vara desta cidade, o Por-
tuguc. Custodio Concalves da Silva, como
indiciado em rimo inaflangavel que nSo
me foi declarado : i ordem do subdelegado
da freguezia de S.-Frei-Pedro-Gongalves,
os Italianos Jos Novello a Manoel Ferreira,
por crime de furto : ordem do subdelega-
do da freguezia de S.-Antonio, o pardo
Marcolino Jos de Lira, para averguagOes
policiaes; a ordem do subdelegado da fre-
guezia de S.-Joe, o pretoJoSo Carnero da
Cunha, por correcgSo; Jos Romualdo da
Silva, por ser desertor de marnha : do
subdelegado da freguezia da Boa-Vista, F-
lix, escravo de Tbereza de tal, para averi-
guagOos policiaes.
Fram recolhidos cadeia desta cidade
o Indio Vicente Ferreira. reo de morle, e o
pardo Manoel Antonio, reo de estupro, que
me fram enviadas pelo juiz municipal do
termo do Bonito, afirn de serem guardados.
Dos guarda a V. Exc. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 13 de dezembro de
1849.lllm. e Exm. Sr. Honorio Hermto
Carneiro LeSo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.~0 chafe de poli-
ca, Jeronymo llarliniano Figueira de Mello.
THKATRODE APOLLO.
QlilNTA-FEIRA, 20 DO CORRENTE.
l'hysica experimental *em tres actos.
Depois que urna grande orchestra liver
desempenhado lindtssima overtura dar
principio o seguinte:
I ACTO.
Qnadrot de nutens.
1. As duas faces do globo.
2. O templo d'Apolinopnles, noEgyplo.
3. Baalbec, visto pelo lado do rio.
4. As pirmides da Esphiux, no Egypto.
5. Abbotsfard, na Irlanda.
6. A mgica.
7. Alejandra, na Turqua.
8. Thtiti, na Suissa.
9. Um moinlio d'agoa.
10. O interior da sala do senado, no pala-
cio do dogo, em Veneza.
11. O interior do mosterio de Santa So-
plna, em Conslantinopla
13. Naufragio de urna galora.
13. Entrada de um vapor em um porto
da Turqua.
14 Systema dos planetas.
15. Diversos grupos de figuras humanas.
Intervallo de 20 minutos.
II ACTO.
Quadros de nuveni.
1. As monlanhasdalua.Tychoe Aristte-
les, como vio lord Ross's pelo seu grande
telescopio.
2. aples e o Visuvio visto de dia.
3. dem dem visto noitede la.
4. O templo de Memnon, em Tnbas.
>. baalbec, vista de dia.
6. A ponte da Seyhs, em Vienna.
7. O templo do llolyrora om Edinburgo,
visto noile de la.
8. Urna parte da estrada de S.-Bernardo,
nos Alpes.
9. O exterior e interior do scpulchr* de
. Scnhora, em Jeruzalem.
10. O interior da calhedral, .em Lyon,
eom a capella de S. Luiz.
11. Lisboa, pela Almada.
12. OTivol na Italia.
13. Olago delzolnblla, na Italia.
14. Um monhopor vento;
15. Um caminho de ferro, na Inglaterra.
16. Diversos grupos do figuras humanas.
Intervallo de 20 minutos.
III ACTO.
Avisos martimos.
Para a Rahia segu, com a maor bre-
vidade possivet, o hiate Ligeiro, forrado e
pregado de cobre : para carga e passagei-
ros trata-se na ra do Vigario, n. 5.
Para Lisboa sahe Impreterivelmente
no da 29 do corrente o brigue portuguez
ConceicSo-de-Karia: para o resto da carga e
passageiros, para os quaes offarece excor-
enles commodos, trata-se com os consigni-
tarios.Thomaz de A. Fonseca & Flho,na ra
do Vigario. n. 19, primeiro andar, ou com
o capillo na praga do Commercio.
Para o Rio-de-Janeiro sahe
por estes das, por ter a rnaior
parte do seu carregamento promp-
ta, o bem conhecido e veleiro bri-
gue nacional Bom-Jesus: para
carga e passageiros trata-se com o
capitSo no caes da Alfandega, ou
na ra da Madre-de*Deos, n. 3,
terceiro andar.
Para a Babia sabe, em poucos dias, a
sumaca Flor-do-kngilim, mestre Bernardo
de Souza, por ter a maior parte da carga
prompla : para o restante e passageiros
trata-se com o mesmo mestre ou eom Luiz
Jos de Si Araujo, na rna da Cruz, n. 33.
Para Lisboa sabir dentro de poucos
dias o brigue portuguez Marn-Jos, deque
he capitSo Joaquim Jos Mesquila : para o
resto da carga e passageiros, trata-se com
Francisco Severiano Rabello & Filho.
- Para Lisboa sahe com a maior brevda- \
de possivel o brigue portuguez Velos, ca-
pitSo Antonio Pedro de Figueiredo : para
carga ou passageiros trata-se com o sobre-
dito capitSo, ou com seus consignatarios,
Oliven a IrinSos k Companha, ra da Cruz,
n.9.
Para o Rio-de-Janeiro segu, em pou-
cos dias, o brigue nacional JoiapAna : quem
no mesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem, dirija-seao consignatario, Domingos
Rodrigues de Andrade, na ra dos Tanoei-
ros, armazem n. 5, ou uo capitSo a bordo
do mesmo.
Para o Porto sahe, impreterivelmente
no dia 16 do corrento, o brigue portuguez
Fenlura-Felis, forrado, pregado eencavilha-
do de cobre, capitSo Zeferino Venturados
Santos : para o resto da carga e passagei-
ros, para os quaes offerece eicellentes com-
modos, trala-se com o consignatario, Joa-
quim Ferreira MendesGuimarSes, na ra da
Cruz, n. 49, primeiro andar, ou com o re-
ferido capitSo na praga do Commercio.
l'ara as ilhas de S.-Miguel,
Terceira e Fayal sabir brevemen-
te a escuna portugueza Favorita,
forrada e pregada de cobre, capi-
tal) Antonio Jos de Mcdeiros; pa-
ra carga e passageiros, trata-se
defronte do trapiche novo, n. 6,
com Tbomaz de Faria.
Para o Bio-de-Janciro
sabe al o da 20 do corrente mez o brigue
nacional S.-Manoel-Augusto : para alguma
carga o passageiros, para o que tem encl-
lenles commodos, trata-se na praga do Cor-
po-Santo, ii. 6, primeiro andar, ou com o
capitflo Jos da Cunha Jnior, i bordo.
Segu viagom para MarauhSo e Para a
escuna Maria-Firmina : para carga e passa-
geiros trala-se na ra da Cadeia do Recite,
escriptorio de Jos Antonio Basto.
Leilo.

O corretor Oliveira far leilSo, por or-
dem do capitSo da esenna ingleza Fanella-
Edward-Wild, e por conta e risco de quem
pertencer, de 6 magnficos relogios, pro-
prios para repartiges e sales de casas
particulares, 12 milheiros de lousa para
tediados, 20 varas quadradas de lagedo,8 pi-
pas de racbaga.10 barrilinhos de cevadinha,
6 barricas de assucar retinado,0 gigos con-
tendo louga para mesa e para cha, jarrse
bacias, calungas e vasos para flores : tu-
do para occorrer ao pagamento dos direi-
tos da alfandega pagos sobre estes objeclos,
e mais despezas com ocosteio, etc. da dita
escuna neslo porto : segunda-fei.ra, 17 do
Corrente, as 10 horas' da man hila, no escrip-
torio do dito corretor, ra ua Cadeia.
Avisos diversos.
Roga-so ao Sr. JoSo Bernardino Nunes
Ribeiro, morador no Ribero-Fundo, co-
marca do Limociro, que v pagar una let-
tra venca ha quasi dous annos, no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 10, primeiro andar, se uSo
quizer quo se diga mais alguma cousa
Anda so precisa de um amassador
braucoque saba bem desempenhar o seu
lugar: paga-se bom ordenado: na padaria
da Passagem-da-Magdalena.
Prccisa-se de um fcitor portuguez para
lomar cunta de um pequeo sitio, o qual
sai lia tratar do plan tagt'S de frutas, drese
verduras: no Alerro-da-Boa-Vsta, n. 26,
segundo andar.
i Frecisa-sc alugar urna ama
de leite, que o tenba em abun-
dancia, seja bemsdia eg^ bons
costumes. Faga-se bem-, lA'jgir-
se ra do Rozario larga n. 36,
segundo andar,
Aluga-se, porannn, ou para se passar
a festa, urna soffrivel casa de pedra o cal,
envidragada, com estribara para 5 cavai-
los, crrale campia para vaccas do leilo.
ILEGIVEL
i. uoze diversos coros de chromsleopesj no lugar dos Remedios : a tralar no mesmo
Principiara s 8 horas i chegada deS. lugar comoMacambira.
Exc. e lindar s 10 pouco mais ou menos. -- Precisa-se de um forneiro: na ra lar
o director tem a honra de fazer setenio ga do Rozarlo, n, 48, padaria.


Lotera do Guadalupe.
No dia 20 do correrte principia o thesou-
reiro desta lotera a pagar os premios sa-
ludos na exlraccSo da segunda parte da
terceira lotera, continuando o mosmo pa-
gamento nos mais das uteis, das 9 horas da
nianhfla s 2 da tarde, na ra doQueima-
do, n. 39, primeiro andar,
- OescrivSo interino do juizo municipal
da primeira vara mora na ra Augusta,
n. 66.
Bem (tilo e barato pela medida velha.
No largo do Terco, casa n. 14, ha todos os
das das seis horas da tarde em diante sor-
vele de varias frutH, e com lodo o aceto a
160 rs. o calix; a elle, senhores amantos do
lio ni goslOt que o prego convida.
Joio C. Keller Rordorf retira-se para
fura do imperio com su esposa, tres filhos
menores o urna criada.
I'recisa-se dedoua caixeiros de 12 a
14 annos, para venda : na ra da Senzalla-
Velha, n. 46.
Ignez Joaquina Pessoa Rabel lo faz
scienlea quem convier que ella pretende
vender alguns escravosdocasal de seu Qnado
mando, Joaqum Jos [tabello, alim de li-
quidar contas o mais breve possivel com
os credores do mesnoo casal, a quem pede
segunda vez hajam de a presentar suas con-
tas no lempo ja marcado no primeiro an-
nuuncio : asj>essoas que pretenderen) ne-
gociar ditos escravos pdem comparecer
na Iravessa da Lingota, na venda que fui
do mosmo finado.
Aluga-se, por prego commodo,. urna
propriedade de pedra cal, no lugar da Ca-
sa-Forte. junio ao Sr. major Vilella, por
Testa ou annualmente ; a tallar na ra do
Ilriun, ns. 6, 8 e 10, fabrica de machinas e
fu mi i cao de ferro.
--Iloga-seao Sr. que levou do oitio da
casa do Sr. Jos Higino 7 iraves queira di-
rigir-se ra do Queimado, n. 9, primei-
ro andar, allm de desfazeruma duvlda; e,
assim o fazendo, ^evitar a publicagSo de
seu nomo.
Na ra do Sebo, n. 10, se faz negocio
com urna escrptura de hypothera j feita
-^ui urna casa terrea na ra da. Gloria, pela
qintia de 600,000 re.
; JoSo Leonardo llangee sua familia re-
tiram-se para fra do imperio.
Ilenriquc Munzel, subdito allemSo, re-
tira-se com sua familia para fra do impe-
rio.
ThomasPurcell, subdito inglez, reti-
ra-se para fra do imperio.
Na ra da Cruz, n. 3, existe urna car-
ta para o Sr. Francisco Moreira da Costa.
Aluga-se urna rasa le rea na Solada-
de, n. 17, com bons commodos para fami-
lia, quintal grande, todo murado : a, tratar
no pateo do Carmo, n. 17, com Gabriel An-
tonio.

Na casa de sorvete do Pas-
seio lia cosmoi ama em pon-
to pequeo gratis para quem
tomar sorvete a a4 rs-
copo, e para os mais loors.
8*
j por pessoa
i>
i
m
I
i
I
i
Manuel Francisco da Silva far leillo,
por intervengo docorretor Oliveira e por
couta e risco de quem pertencer, de 30 bar-
ris de carne salgada da l'alagonia, vindos
pelo brigue-eseuna Olinda em agosto pas-
sado : quarta-feira, 19 do corrale, s 10
horas da rnanha, no armazem de Manool
da Silva Santos, ra do Amorim.
-- I'recisa-se de un preto muito liom co-
zinheiro : na ra do Torres, u. 34, das II
horas da manhSa al 1 hora da tarde.
Aluga-se um moleque para o seryieo de
casa : quem o pretender, dirija-se praca
da Independencia, n. 3.
As pessoas quem o abaixo assignado
cnipiesl.ou as seguintes obras : Symoni,elu-
des sur les scionces sociales et politiquea;
Chateaubriand, os Natchez, physica diver-
tida ; Walter Scott, anuo das Pedras-Ne-
gras ; Pagcoal, 4. volume, das suas instruc-
Qes do dircito portuguez ; Cooper, o pri-
meiro volume do romance intitulado o ul-
timo Mohicano ; Benlhan, traite das peines
et recompenses, t. volume ; queiram ter a
bondade de liras restituir, se j llies nao f-
rom necessarias.
Jeroiii/mo Slartiniano Figueira de Mello.
Prccisa-se de um bom forneiro .* no
[Aterro-da-Boa-Vista, n. 80.
'. i, i
dWurora
C. Slarr & Companhia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, o ao publico em
geral.quea sua grande fundicllo em S.-
Amaro, alm do sorlimento que constan-
temente toen acha-se de novo provida de
muias inoendas de canna, e de varios la-
mnnhos feitas no mesmo estabelecimento
elosmais perilos offieiaes, e com o maior
uidado e perfeig.lo; tanto assim lio, que
osannunciantesse ufanara em garant-las
pelo primeiro annp. As moendas inteiras
todas de ferro', construidas as ofiVinas
dos annunciantes, sSo muito superiores a
quaesquer oulras da mesma nalureza que
al agora teem sido aqu ofTereeidas, pols
aquellas encenam emsi certose importan-
tes melhoramcnlos resultado de mais de
20 annos Je experiencia e pralica do paiz.
DeateN/artituaes.
J- A. S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico rfje contina a exercer a
sua profissilo, na Wua estreita do Rozarlo,
" 16, primeiro andar.
-- Alugam-se dous sitios na campia dn
Casa-Forle e um ouro na ra da mesma po-
voaclo, com muilos arvoredos e ptimas
"ccommodagfles; bem como varias casas
1 quenas, proprias para se passar a testa :
K 'alarna ruado Amorim, n. 15.
.. rio ha de mandioca.
Vendem-se saccas com familia de man-
diuca, ile mullo ba ijiiadadi!, por ser fa-
bricado na ierra flleruoca, perio da cidado
de Sobral, por prego commodo: na. ra do
Queimado, n. 14, loja de ferragens.
Aluga-se urna casa no Cacbang para
se passar a festa, com estribara e cocheira,
por proco commodo : na ra Nova, n. 63.
0Sr..JoSo Cyprianno Bangel queira
ter a bondade de apparecer na ra da Ca-
deia de S.-AnIonio, pera decidir sobre cer-
ta conla que S. Me. recebeu.
Gomma de engommar.
Vendem-se saccas com gomma de en-
gommarmuitoalva : na ruado Queimrdo,
n. 14, loja de ferragens.
--J. O. Elster relira-se para fra da pro-
vincia.
OSr. alferes M. tenlio-lhc feito todas
as vontades, agora so me nao mandar pa-
gar a quantia de 23,000 rs. que me deve,
publicarei o seu nome por extenso com to-
das as suas promessas e tudo o mais que se
fr passaodo. Antonio Brandio da Rocha.
QualquerSnr.de engenho que preci-
sar de um sacerdote para dizer ai missas do
natal, dirija-se ra da Cadeia do Recite,
n. 51, loja de fazendas de JoSo da Cunba
Magalhiles, que achara com quem tratar por
mdico prego.
-- O abaixo assignado, tendo de retirar-
se para fra do imperio, faz sciente aos seus
devedoresque o Sr. Domingos Garca Para-
mio fica autorisado por procurac.30 bstan-
lo para receher suas dividas, as quaes per-
tencem ao seu bastante procurador.
Manoel Joaqum Leua.
Da-se dinhero a premio sobre penho-
resde ouroou prata : na ra larga do Ho-
zarlo, n. 48, segundo andar.
Precisa-se de urna mulher capaz, par-
da ou crloula, para fazer companhia a urna
senhora, sendo que seja em tudo desira-
pedida, dando-se-lhe casa, sustento e al-
gum vestnario : u tratar na ra da Cloria,
n. 83, quasi chegando aos quatra-cantos.
- No dia 12 correte veio preso por uns
espilles de campo da cidade de Olinda, um
moleque de nome Manoel, de nacflo Congo,
dizendo que pertencia ao teen te-coronel
Francisco Antonio Bandera senhor do en-
genho Garrapato, freguezia do llio-Formo-
so, doqual moleque tomei conla por ser
correspondente daquelle senhor de enge-
nho, sucede que depois de ter tomado con-
la do dito moleque e pago aos capitiles de
campo e estes rotirados, declara de novo
dilo escravo que no pertenee ao mencio-
nado Bandeira, e que lie do engenho Chan-
gua, e que seu senhor chama-se Barros, por
isso avisa-so a este Sr. Barros, ou ao seu
correspondente nesla prata se dirjam ao
abaixo assignado, alim de tomarem conta
do dito escravo, certos de que o abaixo as-
signado nSoseresponsabilisa pela fuga do
dito escravo. JoSo Alatheui
0 O
<> Alugam-se e vendem-se as verda- (>
Q deiras bixas de Hamburgo : na praca t
Q da Independencia, n. 10, ao voltar Q
q para a ra das Cruzas. Q
O O
Arreo.la-se o sobrado sito na ra do Se-
ve, onde esteve o collegio S.-Antonio, coro
excellenles commodos para familia nume-
rosa, e um abundaute viveiro : a tratar na
mesmacasa a qualquer hora.
.No.botiquim da ra larga do Rozario,
n. 27, precjua-so de um fomoceJor de lei-
le que d urna caada de leite, sendo li-
quido o viudo sedo.
Xo Hotel-Commerco,
contina a haver sorvete das 6 s 10 horas
da noito, e ha salas separadas para fami-
o
O O Dr. Alexandre de Souza O
O Peieira do Carino, medico, mudou- O
O se para a ra Nova, sobrado de um O
O s andar n. 56, onde inorou o gene- C?
O ral Seara. O
Aluga-so urna casa terrea, sita na ra
da ConceicSo da Boa-Vista, n. 29 : a tralar
na praca, n. 6, botica.
I'recisa-se saber quem he aqu o cor
respondente dos Srs. II. C. Yates & Compa-
nhia : roga-se-lhe do aununciar sua mo-
rada.
Precisa-se alugar urna preta para ven-
der fructas de um sitio paga-so bem no
caso de agradar : na ra Nova, n. 33.
Aluga-se a casa de 2 andares, na pra-
ca da Boa-Vista, defronte do chafan/, a qua
tem commodos para grande familia, com
quintal e cacimba : quem a pretender diri-
ja-se a ra do Trapiche, armazem n 19, de
Domingos Soriano Concalves Ferreira.
Precisa-so de um sacerdote para cele-
brar as missas do festa de Natal em um en-
genho na freguezia de Nossa Senhora da
Escada : na ra da Cadeia do llecfe, loja
n. 50.
I'rccisa-se alugar urna cscrava para o
servil,-!! externo de urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Roda, sobrado dos ex-
postos.
"Hoga-so a pessoa que achou um meio
bilhete da 21.* lotera do monte pi geral
do Rio-de-Janeiro n. 3,133, baja de o rest
luir na ra da Cadeia do Recife, n. 24, que
ser gratificado ; est com o nomo de An-
tera, para melhor condec ment : avisa-se
desde j a pessoa que o fr cobrar, teudo
alguro premio a ser pago, nflo sera aceito
pelo thesoureiro da mesma, no Rio-de-Ja-
neiro.
O Dr. Lourenco Trigo de Loureiro abri-
r na casa da sua residenesa, no bairro da
Boa-Vista ra da Saudade, defronte do Hos-
picio, um curso de pralica do processo, logo
que tenham concorido dar-llie os seus
nomes pelo menos dez alumnos. Dar tres
lices por semana, sendo cinco mil ris a
gratificado monsal do cada alumno.
A' casa da residencia do Dr. Lourenco
Trigo de Loureiro, no bairro da BAa-Vista,
ra da Saudade, defronte do Hospicio, p-
dem dirigir-so por carta, ou pessoalmenlo,
alofim do mez de fevereiro prximo fr-
iura, (odas as pessoas, que quizerem ser
assignantrs do novo compendio de pVatica
do processo adoptado pela congregado do.
lentes do curso do scicncias sociaes e ju-
rdicas de linda para a segunda aula"do
quinto anno, sendo cinco mil ris o prego
da, assignalura de cada exeroplar; e em lo
do o lempo as que o quizerem ser do inle-
ressanlissmo ndice chronologco da le-
gislarlo hrasileira que ha de conler era
'5
oto volumos infolio, ou pouco mais, toda
o legislocHo hrasileira vigente desde 1822
at 1848, a qual, com a que est revogada e
a que tem cabido em desuso, compenas
colleccOes actuaes vinte o tintos grossos
volumes, ecusta paramis de 150,000 rs.,
entretanto que o prego da assignalura do
referido ndice he a pequea quantia de
34,000 rs. paga ao recebor o 1.a e 2.* volu-
mes, de quoj enstem varios exemplares
em poder doannunciantee brevemente su-
bir a luz o terceiro volume. Na loja de
livrosdoSr. reverqpdo padre Ignacio Fran-
cisco dos Santos na ra da Cruz do Reci-
fe, e na do Sr. Manoel Figueiroa de Faria
na praca da Independencia, podo tambem
assignaro seu nome quem quizar ser as-
signante de qualquer das referidas obras.
Os Srs. assignanles que j receberam o pri-
meiro volme do indico chronologco, dig-
nem-so mandar buscar o segundo casa do
annunciante.
Compras.
-- Comprrm-so 6 cadeiras em bom uso,
menos de Jacaranda : quem tiver, annun-
cie.
Compram-se os discursos de Deroatens
em francez: na rna estreita do Rozario, n.
22, primeiro andar.
--Compra-se u m bom cavallo: na casa
da aferigo, na ra do muro daPenha, n. 4,
a fallar com o arrematante.
Vendas.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na praga da Independencia, n. 4, ven-
dem-se billieles, m'eios, quartos, oitavos e
vigsimos da 51..' lotera da S.-Casa-da-Mi-
sericordia. Na mesma loja se nostram as
listas da 21.' primeira lotera do monte po
e da 11.a dasmatrizes.
- Na ra da Cadeia do Recife, n. 56, loja
de ferragens.de Pontes &Sampaio, vendem-
se seto duzas de taboas de louro para as-
soalho, por prego commodo.
"Venile-se um escravo de bonita figura,
de 26 a 27 annos, proprio para armazem de
assucar: na ra da Cadeia do Recife, n. 56,
loja de ferragens do l'ontes & Sampaio.
Freguezia.
Vende-se vinho da Figueira, pinga su-
perior, a 1,280 rs. e a garrafa a 160 rs. ;
farinha de mandioca, a 2,500 rs. a sacca, e
medida a 100 rs. a cuia caculada, e todos os
mais gneros de boa qualidade, por prego
mais commodo do que em oulra qualquer
parle : no pateo do Tergo, venda n. 7.
Na ra Nova, n. 5,
vendem-se dous lindos mulatinhos de 15 a
16 annos, ptimos para pagens, e um dcl-
les sabe bem bolear, e he bom copciro; 1
lindo moleque de nago, de linda figura ;
um casal de escravos de lindas figuras, com
urna cria, a negra engomma cose, faz la -
varilo e marca ; 2 prclas com habili-
dades; urna mulatinha de 14 annos, muito
linda, com principios do coser o ongoin-
mar;4pretos bons irabalhadores de en-
xada ; um pardo bom ofllcial de alfaiate ;
um molecote olllcial de alfaiate de toda
obra .- urna par.la de linda figura.
Vendem-se capachos redondos o com-
pridos, a 560 rs.: na ra larga do Rozario,
n. 26, loja de mudezas.
Venue-so doce novo, seceo o com calda,
muito bem feito, por prego mais barato do
que em oulra qualquer parte: lamben) se
troca um escravo mogo por urna preta com
cria : em Fra-de-Porlas, ra do Pilar,
n. 131.
Potassa da Russia.
Vende-se a verdadeira potassa da Russia,
desembarcada agora, em barris pequeos :
em casa dos Srs. Rothe& Didoulac, ra do
Vigaro, n. 4.
Batatas novas a 300 rs.
o gigo:
vendem-se no armazem do J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim, n. 35.
Novo trem de cozinha.
Vendem-se cagarolas, chaleiras, fregi-
deirase panellasde ferro forradas de por-
eellana ; machinas para caf; bules e ca-
feteiras de metal: na ra Nova, n. 16, loj
de ferragens do Jos Luiz Pereira.
-- Vendem-se 24 casacs de pombos, por
prego commodo : tambem se vendem a re-
talho : na ra de S.-Francisco, n. 18.
Vende-se urna porglo de sebo refinado:
na ra do Hospicio, n. 4.
--Vendem-se cortes de cambraia de co-
res, pelo barato prego de 2,000, 2.500, 3,000
3,500 o 4,000 rs.; cambraia de seda, a 3/
rs.: meias para meninas, a 160 rs.; lii>
com lisios de seda, a 600 rs. o covado; lan-
ziuha propria para roupa de meninos e ves
lidos de senhora, a 240 rs.; lila superior pa-
ra caigas, a 500 e 600 rs. ; lengos de algo-
dflo e seda com franja, a 600 rs. ; cortes de
colirio de velludo, a 1,600 e 2.500 rs. ; cas-
sa-chita, a 400 rs a vara ; garga de seda, a
500 rs. o covado;cambraia de seda,a 560 rs.
o covado, e oulras mulas fazendas por
barato prego : na ra do Crespo, n. 15, loja
de Joxquim deOliveira M^ya Jnior.
Vendem-se superiores abacaxis, pro-
pros para mimos : ua ra do lia ugcl, n. 8,
ou no Passeio, n. 23.
Na ruado Amorim, ns. 56
e 58, vendem-se farelos cm sac-
cas grandes por preco commodo :
a elles antes que seacabem.
Vende-se urna boa casa terrea na ra
de Santa Sicilia, n. 16, com quintal mura-
do e cacimba do boa agoa de gosto: quem a
pretender procure Jos Antonio Corroa J-
nior na ra da Concordia, que dir quem
vende.
Vende-se a venda do Becco-Largo, n. 1,
com os fundos vontade do comprador,
propria para um principiante, por ser o alu-
guel muito commodo e por vender muito a
retaho : a tratar na mesma..
. Vendem-se oito escravos novos, de bo-
nitas figuras, sendo Scarreiros, 1 dilo de
meia idaJe cozinheiro, 4 nogrinhag de 15
aunse 3 uscravas mogas : na rus Dreta.
n. 3.
--Vende-se a padaria do Corredor-do-Bs-
po, n. 8, com todos os utensilios, prompta
atrabalhar: quem pretender dirija-se a
Camba-do-Carmo,lnja de marconoiro, n. 8.
Acaba de chegar, e vendo-so com o se-
gundo, o primeiro lomo do Animarlo Pol-
tico histrico e cstatistico do Brasil,- por
prego commodo, na praga da Independen-
cia, loja, ns C e 8; na ra da Cadeia-Velha,
loja doSr. Cardoso Ayres.ena ra da Cruz,
loja dos senhores Santos & C.
Escusado he tecer encomios esta obra,
quo he um verdadeira e nteressante archi-
vo nacioual, porquanlo o publico j reco-
nhece o seu mrito; eogoverno tem pro-
curado coadjuvar a empreza.
Vende-se um cabriolet mui leveeelo-
gante em bom uso, por prego commodo:
na ra do Hospicio, n. 9.
Lotera da matriz da
Hoa-Visla.
Esta lotera principia hoja a oxtracglo
dos bilhetes, os quaes se aclum venda em
casa do Sr. Vieira cambista, na ra da
Cadeia do Recife; nadoSr. JoSo Moreira
Marques, na ra do Cabug, em S.-Anto-
nio ; e na botica do Sr. Ctiagas, na ra do
Livramento : da qual vai abaixo publicado
o plano que foi approvado pela presidencia.
PLANO
de meia lotera, comprehendendo a segun-
da e terceira quartas partes da terceira
nova lotera concedida pela le provincial
n. 100 de 9 de mao de 1842, a beneficio
das obras da matriz da Boa-Vista.
5,000 bilhetes a 10,000 50:000,000
Beneficio de 12 0[0 6 000,000 ,
Imposto de 8 [0 4.000,000
Sello de 150 ris por
bilhete
750,000
---------10:750,000
39:250,000
1 bilhete
1 dito
4 ditos 900,000
8 ditos . 500,000
10 ditos 200,000
12 ditos 100,000
20 ditos 50,000
40 ditos 20,000
1,154 ditos 10,000
2 ditos(1.*e2. ab 55,000
1,252 premiados
3,748 brancos
10:000,000
5000,000
3:600,000
4:000,000
2:000,000
1:200,000
1:000,000
800,000
11:540,000
110,000
39:250,000
5,000
N. B.Os dous premios grandes estilo
subjeitos ao descont de 8 por cento do im-
posto geral, quesera extrahidonoacto do
pagamento.
Conforme. o ofilcial-maior, Florianno
Correa de Urilto.
Vende-se lio porrete do Porto, do mul-
to boa qualidade, em pacote de quatro ar-
robas : na ra da Cruz, n. 3.
Id
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O
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es
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c .
t -.
g
e
ce
<
Xarope do bosque
para cura da phlhlaica em todoi os eua dille-
renlcs graos, qur motivada por coustipa-
roca, toase, albina, pleurii, escarrosdeaan-
ue, dor de coalado e peito, palpitado no
coracao, coqueluche, bronchite, ddr na gar-
gunta e todas aa ntolealias dos-orgaos pulino-
"""agentes GERAKS NO BRASIL,
BIO-DF.-JANIKO, BA DO HOSPICIO, N. 40.
Suo-iijhHi :
Baha, oa Srs. lima Irmaos.
Peroambuco, os Sra. Novaes fi C.
Cear, o Sr. Ilenriquc Ellery.
Macei, o Sr. Dlogo Rumen.
Maranhao, osSrs. JoaDoinin^oiCaalrosti,.
Pari.oSr. Alfredc lireloir. _.
Rio-Graudc do aul, o ;r. Antonio reixetr
Palliarca.
Cainpoa, o Sr. Eugenio Bricolen*.
Porlu-Alegre, o Sr. A. Cornctl.
S.-Paulo, o Sr. Ilenriquc Fox.
Paranagu, o Sr. Joan Croateu.
Porto-daa-Caixaa, os Srs. Neves & Tinoco.
Cidade de Paracat (provincia de Mina), o
Sr. Joao Jos de Santa-Anua.
Porfi.da-Estrcll.i, o Sr. Franciaco Alvcs Ma-
chado.
Santoa, o Sr. Saflino de S Vaaconcclloi.
Desierro (Sania-' atharlna), o Sr. Jos Gon-
(alves doa Santos Silva Jnior.
Porto, o Sr. Charlea John Kunharat, rua de
S -Miguel, o. 47.
Lisboa, o Sr. Jos Mara Barral, rua do Ouro,
na. 230 e 231
Lembrar-ae-ba o publico que cada garrafa
tem doua papeiacoma propria assignalura doa
agentes R. C. Vates r C um na garrafa com
uina perfeita direceo aobre o modo de usar
delle, e outro no papel involto.
Pdc ser mandado com toda a aeguridadr
para qualquer parte do Imperio. A'a ordens
execulain-ae ponlualmente.
Vende-se na rua dos Quarleis, n. 12.
* 1
[Rua do Collegio, n, 9.1
LOTERA DO IUO-DK-
JANEIUO.
20.000^000
Bilhetes, c cautelas da lotera
da Misericordia.
51.
si
:4
<
u
u
o
Lotera do Rio-de-
m Janeiro. ,
Aos 20:000,000 de rs.J
Pelo vapor S.-Sebattiao, sabido do <
9 Uio-Je-Janeiro no dia primeiro a tar- {
?) de, recehemosas listas da 21.a lotera (
9 do monte pioe da 11.a a beneficio das '
construegese reparos das matr/.es : 4
# tambem recebamos os afortunados (
S bilhetes e meios bilhetes da 51.* lo- (
"9 teria a -beneficio da S.-Casa-da-Mi-
O sericordia, cujas rodas deviam an-
dar no dia 7 do corrente. (
i
i
i
PRKCOS DOS BILHETES.
I n lu rus
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
22.000
11,000
5,500
2,750
1,300
m
Vendem-se 200, ou pouco mais lijlos
de cacimba : na casa terrea da rua da Con-
ceigao da Boa-Vista, ondoso poder ver,
fallar cora o donoque ha o proprietaro do
mesma, JoSo Leite Pita Ortigueira,. na rua
da Cruz, n. 12.
-- Adamson Hovvie & Companhia na rua
do Trapiche, n. 42, acabam do receber de
Inglaterra um cxcellente sortimento de sel-
lins da melhor qualidade ; bem como lindas
mantas de casimira, cabegadas, estribos de
ago : tudo se vender por pregos rasoaveis.
Vende-se superior vinho de
Chatnpanhe : na rna do Trapiche,
n. i3.
Pannos finos.
Vende-se cxcellente panno fino cor de ca-
f, pelo diminuto prego de 3,500 e 4,800 rs.
o covado ; dito preto, a 3,000, 3,500, 6,000,
7,500 e 8,000 rs. o Covado, prava do limSo:
na rua do Collegio/n 1; loja da estrella.
Vinho de Bordeatix,
das mais superiores qualidades ; bem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, j muito apreciado, tanto aqu como na
Europa : vende-se em casa de Kalkmann
Irmaos. na rua da Cruz, n. 10.
Vende-se urna preta muito boa cozi-
nheira, que engomma, cose, lava, e he pro-
pria para ama de casa, mesmo de homem
solteiro, por ter excellente conducta : na
rua larga do Rozario, n. 46, primeiro andar.
Ultima moda.
- Vendem-se ricos manteletes de chamelo-
te, de tafet e de bico ; lindos chapeos de
seda para senhoras; luvas de pellica bran-
cas, pretas e de eflres; luvas de malha fina
preta] e cortes de cambraia fina imprimi-
das, ohegados pela Minerva, ultimo navio
rindo do Havre: no Aterro-da-Ba-Vsta,
loja,u. 1.
Swmwmwwmwm mwmmmmmmm
Bom c barato.
Vendem-se sapatos sabidos hontem da
alfandega, decouro de lustro para senho-
ra, a 2,000 rs. ; ditos de sola e vira para ho-
mem, a 6,000 rs.; ditos do urna sola, a 4,000
rs.; dilos de sola e vira, chamados de San-
ies, a 5,000 rs. ; meios botins gaspeado9
para homem a 7,000 rs : na loja de miuJe-
zas de Joaquim llenriques, junto ao arco do
S,-Anlonlo.
Garrafas vasias.
Vendem-se gigos com garrafas
vasia?, no armazem do Annes, no
caes da Alfandega a tratar com
Manoel da Silva Santos.
-- Na loja do Maya llamos & Companhia
ha urna interessa'nte obra, intitulada Ma-
nual annuario da sa le, ou medicina e
pharmaca domesticas, contendo todos os
conhecimontos Iheoricose praticos neces-
sarios para cada um saber preparar e em-
prear por s mesmo os medicamentos, e
com pouca despeza, da maior parle das
doengas curavois e procurar um allivio qua-
si equivalente a sade as doongas incu-
raveis e chronicas, por F. V. Raspail. Como
poderei eu chamar-me doutor quando to-
dos vflo ser, sem muito trabalho, to dou-
tos como eu?
Xovo sortimento de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6. ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores (xas e com 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado; cassa francezade quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadioho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado,- brim de
algodflo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrOes, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 o 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarla ; cassa preta com
ramagem branca para luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarto de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
0*W v V }*VW*|rf (M|rf | VWrfrlM
* Na loja do sobrado amarello nos ^
* quatro-cantos da rua do Queimado,
n. 29, vende-se um grande sorlimen-
S. lo de casimiras elsticas de cores e
^ bons padrOes, a 5/e 5/500 o corte ;
ga> corles de caigas de lila fingindo ca-
S> simira, a 1,800 rs.; ditos de brim
> trancado de cores, a 1,4*0 rs.; di- ^S
* tos de dito amarello, de puro linho, j|
a 1,440 rs.; ditos de dito branco, a s
1,090 rs. ; e oulras militas fazendas 2
y baratas. ^

OAAA'lliiiAAAliAliliAiJiiAAAO
Para presente de festa.
Mathilde, por Euce.vio Sue,
excellente traduccao de Lisboa,
por Mendonca e Mello : 8 volu-
mes in 8."
He este sem contiadiccio o pri-
meiro romance d'Eugenio -Sue,
muito superior ao Judeo Errante
e aos lUysterios de Pars, por sua
importancia moral
Vende-se na rua do Rozario
larga, loja de mudezas de J. J.
Lodi.
MUTILADO


Taixas para engenho.
Na fundigo le ferro Ja ra do Brum,
acaba-so do rccclier nm completo sortimen-
lode taixas de* a 8 palmos do bocea as
t]uans acham-se a venda por prego com-
modo e com promplidSo embarcam-se
u carregam-secm carros sem despezas ao
comprador.
Cassas e cambraias.
Vcnde-se um sortimento de cansas, cam-
braias, cintas, riscados, chales de seda,
ditos de 1.1a, luvas, meias, bicos do linho,
brancos e prMos : tudo o mais barato pos-
sivel, por serem fazendas fra da moda : na
ra do Crespo, n. 9.
Vende-.se muito superior fa-
rinlia gallega em meias barricas :
na ra da Cadeia do llecife, es-
criptorio de Deane Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco
do Goncalves.
No armazem do barateiro
Silva Lope?, na por^a da alfande-
ga, vende-se farinha de trigo de
JVhiladelphia muito nova e a mais
super or que tem no mercado ; e
I.iiiis com figos de comadre, mui-
lo no vos.
Arados de ferro.
Na funJicJo da Aurora, em S.-Amaro ,
vondeni-so arados de ferro diversos mo-
delos.
AGKNCIA
da fundicao Low-Moor,
BA DA. SENZAI.T.A-NOVA, N. 4a. .
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenbo ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
Deposilo da fabrica de
Todos-os-Santos na Babia
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar c roupa de escravos.
Cha brnsileiro.
Vende-se che brasilelro no armazem de
moldados, atrs do Corpo-Sanlo, n. 6G, o
mais escolenle cha produzido em S.-Pau-
lo que lem vindo a esto mercado, por
preco muito eommodo.
Moendas superiores.
Na fundido de C. Starr & Companhia,
emS. -Amaro acham-se venda moendas
de calina, ludas de ferro, de uia mdelo e
construccfio muito superior,
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo nllimn vapor viudo do sul, superio-
res rharulos S.-Flix, e de outras nimias
qualidades que se venderSo mais barato do
que em oulra qualquer parle : bem como
CigarrilhOl hespanhes ditos de palha de
milho, que se estilo vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cenlo.
Corles de brim de cores
cen listrasaolado, a
1,980 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
listras no lado, a 1,280 rs. ; riscado de al-
portSo americano, ptoprio para escravos, a
140 rs. o cuvado : na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Os mais modernos cor-
tes de cassa para vesti-
dos a oito patacas c
meia o corle
Vendem-se modernos cortes de cassa pa-
ra vestido, com 7 varas, a 2,720 ra. o corle :
na ra de Queimado, n. 8, loja confronte a
botica.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 5<2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de furla-crcs a
00 rs. o covado e ris-
cado monstro a 2!0 rs.
Vende-se zuarte de furla-cres, muito
encorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cadu monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra do Crespo, loja da esquina que
vollaparr a cadeia.
Ver.dein-se corles de cambraia de co-
res pelo biralo preco de 2,000, 2,400, 3,000,
3,500 e 4000 rs.; ditos brancos com barra a
5,000 rs.; ditos de cambraia de seda a 3,000
u 5,000 ra. ; ditos de balsemiras do cores
a 1,000 rs.; meias para sen hora a 290, para
menina a 160 e para menino a 100 rs.; e ou-
tras muilas fazendas por barato preco : na
ra do Crespo, loja n. 15, de Joaqum de
Oliveira Maya Jnior.
Vendem-se hons queijos londrinos,
dilos de prato muito frescaes e do superior
qualidade, presuntos iuglezes para fiam-
bre, ditos porluguezes para panella, latas
com 2c4 libras de marmelada, ditas com
liolacliioha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
tas com hervillias, frascos com conservas
inglezas, queijos de qualha vindos do Cca-
la, por burato preco, mantas lo tourinho
inglez de fumeiro.e 7 a 8 libras cadauma,e
uniros mullos gneros do boa qualidade :
a nrua da Cruz, no Itecife, o. 46.
M
Chapeos e bo-
netes.
Na ra do Queimado, n.
58, loja de chapeos,
vendem-se superiores chapeos francezes,
chegados ltimamentee do mais moderno
gos'to na grande cidade de Paris; bem co-
mo chapeos de palhinha da Italia, para me-
ninos, os mais modernos e elegantes que
aqui leem vindo at o presente; bonetes
para meninos, os mais superiores que aqui
leem apparecido, tanto em qualidade como
emgosto, ede outras mais qualidades por
prego commoilo.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em
velas fabricadas no Rio-de-Janei-
ro em urna das melhores fabricas,
sortimento ao gosto do comprador,
e por preco mais barato do queem
outra qualquer parte: a tratar
com Machado &c Pinheiro, na ra
do Vgario, n. 1g, segundo andar.
Vendem-se saccas com farinha muito
boa e bem torrada, por preco eommodo : no
armazem do finado llraguez: na ra da Ca-
deia, ao p do arco da ConceigSo, n. 6 0, ou
a fallar na loja de Jo3o Jos do Carvalho-
Moraes,eno mesmoarmazem.
Para queni tiver bom
rOStO.
Vendem-se redes de cores multo grandes
e muito bonitos padrOes, e o melhor que
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
.-Vendem-seamarras ao l'Jlto: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Armacao.
Vende-se a armagao da loja do Aterro-
da-Uoa-Vista, n. 78, por prego eommodo :
a tratar na mesma ra, n. 58, loja.
Vendem-se qualro lindosmolecoles de
18 a 20 annos sem vicios ; seis pretos bons
para todo o servico, de 20 a 30 annos; um
casal de escravos muito mogos, com um fi-
Ibo de 16 mezes, e que silo de boa conducta,
o que se afianga; una prela com um lilhode
10 mezes, a qnal engomma, cozinha e cose
perfeilamcnle ; urna linda mulatinba de 12
annos, com algumas hahilidades e de boa
conducta; duas ditas com todas as habilida-
des necessarias para urna casa ; urna prela
de nag.lo muito hoa cozinheira, quilnndei-
ra o lavadeira, cun uina filha de 12 annos,
muito linda e com algunia liabilidade ; tres
ditas com algumas hahilidades e muilu mo-
gas ; duas ditas de mein dado, assim como
uutros muitus escravos: na ra da Cadeia do
llecife, n. 40.
Vende-se a taberna n. 9, com poucos
fundos, sita entre as duas pontea da l'as-
sngcrn-da-Magdalena : a tratar na ra da
Cruz, n. 28
--Vendem-se 4 pipas que fram de azci-
le de carrapalo : em Olindu, ra dos Qua-
Iro-f.antos, n. 1.
Vendvm-sc caixas com cem charutos
de superior qualidade, a 1,200 rs.: no pa-
teo da ribeira de S -Jos, n. 5, venda.
Saccas com fardo novo,
de 80 a 90 libras, a S#:
vendem-se no armnzem de Antonio Annes,
no caes da Alfandega, e no de Vicente Fer-
reira da Costa, na ra da Madre-dc-Deos,
chegadas ltimamente de Lisboa e de
l''ranga.
Farinha de trigo ame
rica no.
Vcnde-se farinha de trigo americano, da
marca Brand-Wine, chegada ltimamente,
por prego eommodo : em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Vcnde-se um grande banheiro de fo-
lln de Flandres, bem feito, envernizado,
com carrinho du mover,com 3rodase tor-
neira para despejo das aguas, o juntamente
tem um cylindro bem feito que serve de ac-
cenderfogo para esquentar ugoa dentro do
niesmo banheiro: tambem se vende um
caixflo com ferragons proprias para mar-
ceneiro ; 3 livrus em francez em mao esta-
do, por barato prego uina porcBo de lien-
dres da 1'ulhus grandes e pequcuas : quem
quizer annuncie.
-- Na ra do Sebo, n. 10, vende-se urna
carroga para hoi, muilo em cunta. Na mes-
ma casa aluga-sc o bem conheciuo mole-
que Junas, muito liel, bom cumprador, suf-
frivel cozinheiro, e nao tem vicios nem
achaques.
-- Vendcm-se lingoigas de porco do ser-
t.lo, a 320 rs. a libra ; carne du serillo, a 240
rs. ; queijos do reino, a 1,400 rs. ; foij.lo
niul.itinlio, ii 320 rs a cuia; e culros mui-
tos objeclos : ludo de boa qualidade: nos
Quatro-Canlos-da-Boa-Vista, esquina do 8-
Uongalo, por baixo do sobrado n. 1.
Nao i ;le haver maior
pichincha.
Na ra do Queimado, viudo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se corles de
casimira pelo baratissimo prego de 4,500
rs. o corte.
Ultimo gosto.
Vendem-se os melhores chapeos de mas-
sa franceza que tee.m vindo este anno, lan-
o em forma como cm boa qualidado: ha
para cabrga bastante pequea, a 7,500e
8,000 rs. : na ra do Collegio, n. 1, loja da
estrella. -
--Vende-se espirito de 37grios, a 1,200
rs. a canada, e 160 rs a garrafa : na ra da
l'raia-de-S.-ltita, n. 1.
-- Vende-so urna prela de nagiio, do 20
annos, de muito boa ligura, que cose, en-
gomma, cozinha, ludo bem feio ; una dila
com urna cria de 10 mezes, a qual cose ez
lavarinlo; 3 escravos niogos.de muito boas
figuras, bons para lodo o irabalho ; 2 roo*
1.tinlios de 10 annos, bons para servirem a
urna casa, ou para aprenderem um uflicio ;
un prelo bom olllcia! de sapateiro o bom
pagem : na ra do Collegio. n. 21, primei-
ro andar, so dir quem vende.
Vendem-se luvas de pellica para se-!
iihora, a i.asors. o par: na ra larga do
Hozarlo, d. 26, loja de miudezas.
2,000
rs o
Novos gambreOes a
corte.
Vcndem-se superiores cortes de caigas de
gambreBo, com 3 covados e meio, pelo di-
minuto prego de 2,000 rs. o corle, esta fa-
zenda torna-so recommendavel pela sui
boa qualidade j bom conhecida, de boni-
tos padroes: na ra do Collegio, n. 1, loja
da estrella,
Os mais ricos mantele-
tes c capo, tubos.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
e capotilhos de chamalole de seda e gor-
gurSo, os mais ricos que teem apparecido s
na ra do Queimado, n. 9.
Yinho generoso.
Vendem-se barris com 12 caadas de vi-
nho generoso do Porto, com 20 annos, per
ser da colheita de 1830 : esle delicioso licor
he muito apreciado nos tostes, e por isso os
amadores devem aproveitar a occasiUo o
prego he eommodo : no armazem de Das
Ferreira, no caes da Alfandega.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de San-Ma-
theus a mais superior que ha no
mercado a bordo da sumaca Bella-
Argelina, fundeada defronte do
caes do Collegio, ou na ra do Vi-
gario, n. 19, 1. andar, a tratar
com Alachado & Pinheiro.
m^mmmmmmmmmmmmmmmm
I Chapeos do Chile de f
r! superior qualidade.
1}; Na ra do Collegio, n. 9, recebeu-se i
! um hndosortimento desles Ifloapre-
& ciados chapeos, que se vendem por
S prego eommodo.
Vende-se urna escrava cn-
oula, bonita figura, propria para
qualquer servico de urna casa ; na
ra da Cadeia do Itecife, loja de
Jo3o da C.'unha fllagalhes, n. 51.
l'ara se acabar.
Vendem-se superiores corles de cam-
braias finas antigs, pelo barato prego de
2,500 rs. o cite; bem como novos corles
de cassa-chila, de lindos gostos, a 2,800 e
3,000 rs. o coi ic : na ra do Collegio, n. 1,
loja da estrella.
Pechincha.
Vendem-se cortes de caigas de meia casi-
mira de lila, a 1,600 e 2,000 rs. o corte, bas-
tante encorpado; bem como meias para
senhora, a 200 rs. o par, e a duzia a 2,000
rs. : na ra do Collegio, D. 1, loja da es-
trella.
-- Vende-se urna flauta de bano, apra-
relhada de prnla, com 4cliaves ; um sellim
inglez em meio uso : na ra do lincanta-
niento, n. 11, armazem.
Vende-se farinha de man-
dioca muilo superior de Santa-
Catharina nos armazens de Fran-
cisco l)as Ferreira, n. 1, no caes
da Alfandega : a tratar nos mes-
mos, ou com Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche-Novo,
11. 34.
Casimiras a 3,5oo rs.
Vendem-se cortes de meias casimiras de
bonitos gustos, com tres covados e meio,
pelo barato prego de 3,500 rs. o r'le ; ca-
simiras superiores, tanto em padrOescomo
em qualidade, a 4, 5,6e"!,000 rs. o corle:
na ra do Collegio, n 1, loja da estrella.
Ao ultimo tiln.
H'l Acabam de chegar i lojade chapeos
I deJ.de U.Maya os cxcelleoles e
*^"^ desojados chapeos de castor e enfei-
lados para meninos, de todas as cores e p-
timamente apparelbados, e tambem para
hornero;chapeos da Italia parahomem e me-
ninos, os mais ricos que leem vindo a este
mercado ; os melhores chpeos de seda
francezes que ha ero seda e Mnnas para to-
das as medidas.
g Fazendas modernas, g
J Na ra do Crespo, n. 9, loja de Joflo 9
%> A. CGuiroarSes, acha-se um lindo O
V surliuieiiludu fazendas modernas de O
S> linin gosto, chegadas pelo ultimo na- 0
<) viu de I' 1 inga, como sejam : sedas i'i
i; brancas, prclas, de crese com bar- Q
,-.', ra ; chales de selim bordados ; man- Q
9
tas du seda; longos; luvas ; cassas
,,., /ciiinluas ; parisienses; casimiras;
"^ Itrns < ti'i ( ,,. .l nm ,-i.ilinu.iiln ..-.!..
X brins; chapeos; um sortimento coro- n
'^. pletu de l'nzendas de linho; cor- ,':','
^* los de velludo bordado para collete ; T
w ditos deselim ; ditos de fustao ; len- X
K> gos de cores para grvala ; e outras >
O muilas fazendas : ludo por prego ^
0 eommodo. O
Corles de cassa para ves-
tidos com 16 covados
por 5,500 rs.
Vendem-se corles do cassa para vestidos,
coro 16 covados, a 3,500 rs.; dilos com 8
covados, a 1,760 rs.; pegas de cambraia li-
sas com oito varas o meia, a 2,720 rs.; pan-
no de linho muilo lino, a 480 rs. a vara : na
ra do Crespo, luja da esquina que volta
para a cadeia.
Vende-se urna secretaria anda nova,
cuui bas ferragense armarios para roupa,
por prego eommodo : na ra da Guia, n. 7,
loja.
--Vendem-se, para fra da provincia, 2
pretos pegas e muilu mogos: a fallar com
Manuel l.uiz da Veiga,que dir quem vende.
Farinha de mandioca.
A melhor farinha que se acha no merca-
do vende-se a bordo da garopeira fundea-
da defronte do Passeio-Publico, a prego de
2,700 rs. u alqueireda medida velha, e sen-
do em porgoes se tratar com quem se acha
a bordo, que poder vender por menos.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-SaDto, n. 66, por prego eom-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacete,
e nSo fazerem momio.
Folha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na ra do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnnior.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antlgo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo estabelecido de-
baiso das mesmas condigOes, oflerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a canada, a de vinho branco de Lis-
boa por 220 rs. a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de Bordeaux por 160 ra. a
garrafa levando o casco.. NSo se admiren)
os freguezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pre-
go, embora esle genero tenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examinem os
amantes a qualidado para recouhecimonto
da verdade e continuagSo da enliga fregu-
zia. Epara nSo haver usuras, eslSopromp-
tas garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barris de diversos l-
mannos para provisSo do prximo Natal.
O 1 notario cunta coro a concurrencia;
do c. trrio, tornarSo os pregos do rota-
Iboa primitiva de240e 280rs. a garrafa.
Deposito de Potassa.
Vende se muito nova potassa
de boa qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : no lecife,
ruada Cadeia, armazem n. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito eommodo.
0 Na loja do sobrado amarello nos }
;'_) quatro cantos da ra do Queimado, 0}
11. 29, vendem-se corles de vestidos
de seda de cores com 22 covados a 25,
28 e 30,000 rs. cada corte; cassas- X
chitas as mais modernas e do cores ^
fixas, a 800 e 900 rs. a vara ; chitas j
francezas largas e muito bonitas de ^
desenhos, a 340, 360 e 400 rs. o en- &
vado ; um completo surtiroento de
mantas e chales de seda para diffe-
rentes pregos ; chapeos francezes da
ultima moda; lengos brancos de fy
O cambraia do linho e outras muilas O
O fazendas de gosto: tudo por prego de O
<3 agradar aos compradores. c.<
O
GG$6GC?l&&e>7<&0
Vende-se a taberna da esquina da ra
do Alccrim, com poucos fundos : tambem
se vende com o que agradar ao comprador :
a tratar na mesma taberna.
Vendem-se dous capados bons para
festa : na ra da Praia-de-S.-ltila, n. 31,
casa terrea do lado do mar.
Vendem-se duas pretas roogas.de bo-
nitas (guras: na ra da Cadeia do Itecife,
loja n. 53, se dir quero vende.
Luvas de pellica a
040 rs.
Vendem-se luvas de pellica preta para
meninas, a 640 rs ; ditas brancas para se-
nhora, a 1,000 rs ; ditas de cores de supe-
rior qualidade, a 1,600 rs.; ditas para ho-
mem, a 1,500 rs. ; ditas bordadas para se-
nhora, a 2,000 rs.: na ra do Queimado,
n. 16, lojade miudezas.
Ricas franjas para cor-
tinados.
Vendcm-se ricas franjas rara cortinados,
com bolillas brancase de cores e sem ollas,
por prego mais eommodo do que em outra
qualquer parte : na ra do Queimado, n.
16, loja de miudezas.
Iticas fitas.
Vendem-se ricas fitas do selim lavrado e
do sarja, proprias tambem para grvalas de
senhora : na ra do Queimado, n. 16, loja
do miudezas.
AI len cao ao barato.
Na ra do 1.vi-amento, n. 14, vendem-se
ricos cortes de vestidos de barra de todas
as cores; cambraia de seda de superior
qualidade ; cassa-chila de ricos padres ;
lengos de linho; panno azul e prelo para
palitos ; o outras rouitas fazendas baratas.
Vende-se uro cavalloalazSo. cm boas
carnes e com carrego, ou troca-se por ou-
Iro que seja de carro : na ra da ItoJa, cu-
chen a do Miguel.
Queijos do serto.
Na ra do Queimado, n. 14, loja de fer-
ragens, vendem-se muilo bons queijos do
sertSo, por menos prego do que em outra
qualquer parle; bem como 3 couros do on-
gaeum de lonlra ; umaporgSo de couros
nnudos i ludo se vende muilo baralo.
--Vendem-se dous carnoiros propros pa-
ra carro, por serem grandes e mansos: na
>assagem-da-tdagdalena, entre as duas
puntes, n. 12-
Cal de Lisboa.
Vendem-se barris com cal virgem do l.is-
ssasK-Ji------......-----l*j
tos muito frescaes, frascos com moslirdi
ditos com fructas, botijas de corinlhos, fiaj',
quinhos de molho para carne, e outroj
objeclos: tudo chegado ltimamente de
Liverpool na galera Seivord-Fish : na rui di
Cruz, n. 7, armazem de Davis & C.
Vende-se urna colieccSo de
ferros de cirurgia, indispensaveis
a todo o operador. Na ra do Ru.
zario larga, n. 36, segundo andar.
Vendem-se manteletes rje
chamalote prelo, o melhor possi-
ve|, por barato preco : na ra do
Queimado, loja n. 17.
Vende-se urna parte dos sobrados da
tres andares, ns. 14 e 16, sites na esquina
da ra da Cadeia, defronte do theatro de
San-Francisco: a falla rno primeiro andar
dos dilos, com Joaqun Teixeira l'eixoto.
Est no resto.
Vende-se farinha de aramia de superior
qualidade e ltimamente chegada a esta
mercado em barriquinhas de arroba emeia,
pelo diminuto prego de 3,000 rs. a arroba:
no becco do Azeite-de-Peixe, armazem da
Francisco Antonio da llosa.
Vende-se urna armago propria pira
qualquer estabelecimento: no Atteiru-da-
lloa-Vistn, n. 70.
Mi
VenUem-so cliapeoszinl.os, ricamente boa de superior qualidade, por prego com
cnfeiladus, pira meninos e meninas de um a. diodo : na ra da Cadeia do Hecifo, n. 50.
tres annos : no Alerro-da-Ua-Visla, o. 1.1 Veudem-se queijos londrinos, presun
Jrscravos Fgidos
Boa gratiGcaco.
Fugio, no da 3 de novembro do correnle
anno, um cabra de nome Ildefonso, de es
latura ordinaria, cabellos desandados,
olhos grandes, beigos grossos, com um
denle de menos na Trente; serve-se com a
a mSo esquerda ; he cuntite; lem dous de*
dos de menos ero um dos ps, o mnimo e o
vizinho ; leva urna carta com sobscripla 1
Flix Antonio de Brilo, senhor que o ven-
deu ; he morador em Alagoa-Grande-do-
l'ao, provincia da Parahiba do norte, boga-
se as autoridades policiaes, capiteles rj
campo, ou outra qualquer pessoa, qua'
apprehendam e levem-no ao capitSo Vi-'
rente Cavalcante de Albuquerque, no enge-f
nlio Caroeleira, comarca de Nazaretb, ou
neslapragaa Francisco Cavalcante de Al*
buquerque, na ra do Livramento, n. 14,
que serfio gratificados.
Fugio, nanoiledo da 12 para 13 do
correnle, o pretoJuaquim, crioulo, ofliciil
de sapateiro, por ter roubado ao sen senhor
que he Francisco Antonio de Mello, mora-
dor na ra Dircita, n. 11, e levou perlo de
100,000 rs em cdulas e um alfinete de pe-
lo de ouro esmaltado e coro pedras a rroda,
o qual tem os signaos seguintes: de 30 an-
nos pouco mais ou menos, estatura regu-
lar, grosso do corpo, bem preto c barbado
oomsuigas, rosto redondo, falla lina, anda
calcado ; levou caigas e camisa brancas; ha
natural do llio-Grande do norte, e foi com-
prado nesta praga aoSr. JuliOo l'ortella di
Silva. Hoga-se as autoridades policiaes,
capitiles de campo ou outra qualquer pes-
soa, que o apprehendam e levem-no a dita
casa, que serSo generosamente gratifi-
cados.
--Desappareceu, no dia 2 do correnle,
o pardo Flaviano, de 18 annos pouco niail
ou menos, de estatura regular, bem pare-
cido, cabellos algum lano carapinhados,
imberbe, olhos grandes, queixo fino ; le-
vou caigas brancas de algodozinho tranga-
do, camisa de dito liso; consta que anula
permanece nesla cidade, pelo que roga-se
as autoridades policiaes e capites de cam-
po, que o apprehendam e levem-no i ra
da Cadeia de S.-Antonio, casa de Francis-
co Joaqun) Cardozo, ou no engenho de S.-
Francisco da Varzea, que serflu gratificados.
Do abaixo assignado, morador em
uina das casas do aisenal de roarinha, fu-
gio, em o dia 8 do corrente, pelas nove ho-
ras do dia, um rooleque crioulo, de nome
l.ino, de 19 a 20 annos, edr fula, nariz gros-
so e chato : lem um dente da parle supe-
rior arrancado e urna marca de queimadu-
ra sobre um dos olhos, pernas arqueadas,
corpo grosso : levou camisa de algodilozj-
nho e caigas de panno azul : adverle-se que
elle cosluma a mudar de roupa e andar pe-
los suburbios da cidade, Ponte-do-Uchi,
l'a.ssagem-da-Magdalcnn; o como seja elle
muito conhecido, roga-se, pois, aos capi-
tilcs de campo e aquellas pessoas que delle
souberem, de o apprehenderem e levaren
ao seu senhor, ou enISo communiearem o
que souberem a tal respeito, que sero ge-
nerosamente recompensado.s
Thom Fernanda Madeira de Castro.
--Fugio, no dia 16 deoutubro de 1849,
um escravo cabra, do nome Themoteo, olll-
cial de carpinlclro, de estatura alta, ma-
gro, zarobro das pernas ; lem falta de um
dedo em um pe, denles podres, e um sig-
nal de um pequeo talho na ponta do na-
riz ; he bem parecido de rosto, com prin-
cipio de barba; levou boa caiga de hrim
azul, caoiisa branca e gndola tranca fina,
cujo escravo foi do lllro. Sr. Alfonso de Al-
buquerque e Mello, da provincia do Tai,
por ordem de quem foi vendido na corle
peloSr. capitau de fragata Jcsuino I.aniego
Costa ; cunsla que se intitula forro a tudos
aquellos que o nilo conheccm, e bem o per-
suade por saber ler, esjrever e contar, ea
quem o conhece diz a uns que anda por or-
dem de seu senhor a procurar quem o com-
pre, o a oulros que anda em procura do
obra para irahalhar: o que se previne aos
lllms. Srs. olliciaes do exercito e armada,
para que o nilo recrutem ; capitfles de na-
vio, para qui|o nDo recebam a seu bordoa
pretexto algum; meslres de obras, o nao
admitlam as mesmas ; aos Snrs. encarre-
dosda vizita dos navios o/nSo deixem sa-
bir em navio algum, qufcrseja nacional,
qur estrongeiro : e a todps as pessoas em
geralserogao nfio lemln. nao so para
evitar o procedimento criminal, mas tam-
bem de pagar o jornal de (;600_ rs. diarios
desdtf que o niesmo tiver'fgido, que he
lano quautu se protesta' haver daquella
pessoa que llie der coitu : 'para cujo lim se
faz o presente aununcio, ora que nnguotn
se chame a ignorancia e se daro bas alvi-
caras a quem do mesroo per noticias onde
existe, ou o levar a ra d S.-Luzia, u 48,
na corte, ou nesta praca. a Francisco Alvos
da Cumia, na ra doVigario, 11. 11-
l'E-N. : HA tVP. DE
FAMA.
-184


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