Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06737


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Mino XXV.
Sexta-lWra i
PARTIDA* DOS C0B.HE1OS.
Ooianna eParahiba,segundas e.exlas-feira.
RioGraade-doNorte, quintas-feiras ao melo-
da.
Cabo, Serinhem, IUo-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1., alie 21 de cada incx.
Garauhuo. e Honito, a 8 e 23.
Boa-Vi.tae Flores, a 13 e 28.
Victoria, quintas-feiras.
Olinda, todos os dias.
^jwaaabwf
ZFHEMXBIDXS.
Phses d ld. Miug. a 0, s 4(1.633111.da t.
Nova a 14, 1 h. c 18 in. da t.
Cretc.a 22, as 5h.c21 in.da ni.
Chela a 29, 11 a. e 41 m. da m
IBEiWaB DE HOJE.
Primelra as 4 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 54 minutos daaianh.
de Dezembro do 1449.
N. 20.
PHEfJOS DA SUBSCRIPC/Ao.
Por tres mezesfadianladoi) 4/000
Por seis meics H/IHW
Por uui anuo 15/000
DIA8 DA SEWA1TA.
10 Seg. S. Melquades. Aud.do J. dos orf.e do ni.
11 Terj. S. Damaio. Aud. da ch.inc, do J. da 1. v.
do civ. e do dos feitos da faienda.
12 Quart. S. Justino. Aud. do J. da 2. v. civ.
13 uint. S. Luzia. Feriado para os neg. forenses.
14 aext. S. Agnello. Aud. doJ. da 1. v. do clv.
e do dos l'eitos da faicnda.
15 Sab. S. F.useblo Versclense. Aud. da Chae, e
do J.da 2. v. docrime.
16 Doin. Ss. Ananias, Alarias e Muael
CAMBIOS EM 13 DE DEZEMBBO.
Sobre landres. 27V, a 28 d. por 1/000 r*. 00 das.
Pars, 316.
. Lisboa, 100 por cento. ,., carM
Ouro.-Onca. hc.pji.lif.es......... 2/000 a 20^)00
Molda, de 6400velha... W00 a JWOOO
de M1H1 novas.. lu/200 a IWJ00
I de 4/000.......... 9/200 a 9/300
PraM.-Patae.3e. brasiieiros...... JfWO a '*
Pesoscolumnanos....... /30 a WgJ
Ditos mexicanos.......... ka
PARTE OFFICIAL.
fiOmniando das armas.
Qurlel-gentral do commando da arma na
ridude do lleeift de Pernambuco, 12 de
dezembro de 1819.
ORDEH DO DA.
Tendo-se evadido do callabougo do secun-
do hatalh3o de artilhari a pe, na noitedo
dia 23 de novemhro findo. 3 presos para
lenlenear, mindai proceder um conee-
Iho de nvestigagSo, rara se poder conhe-
rer sobre quem cahi a rriminalidade desse
fseto. O concelho julgou innocente o Sr.
segundo-tenenle Caetano da Silva Pra-
nnos, e culpado o furriel Manoel Jos de
Sunla Anua e cabo Feliciano Xavier de Oli-
veira.criminando como autores d fuga dos
presos as sentinellas BeneJicto Bento Jos
de Oliveirt e Francisco Ferreira Pires Maca-
huba.que com elles tamliem desertaram. Se
l>em quereconhega serem as iluas sentinel-
las cima dita as que protegeram e facilita-
rama fuga dos presos, roiilnndo para isso
1 ';is chaves da pris.to ao commandante da
guarda, nSo posso comtu lo concordar com
o parecer do concelho; porquanto, pelos
depoimentos das testemunh.s, deprehende-
se, que pela alta noite o servigo da guarda
era feitn com alguma relaxagflo, facilitan-
do-se por isso as duas enlinellas quanto el-
las precisaram pura dar escpula aos presos
em questfio. Por ludo isso tenlio mandado
reeolher fortaleza o Sr segundo-tenente
l'aranhos, o furriel Manoel Jos do Santa
Anna e o cabo Feliciano Xavier de Olivei-
ra, e ordenado ao Sr. tenenle-coronel ln-
nocencio Eustaquio Fetreira de Araujo,
commandanle interino do quarlo btalhilo
de artilhiiria a p, que d baixa do pnslo
aos dous ltimos individuos, e.ponha em
liherdade as mais pragas que se acham
presas por causa desse acontecimiento.
Aproveito a acasiDo para chumar a atten-
c3n dos Srs. commandantes do corpos, for-
talezas e guardas sobre a vigilancia que
cumpre haver, e a regularidade com que
deve ser sempre feilo o servigo, muito prn-
cipemente nos lugaies onde houverem
presos.
Assignado, Jote Joaquim Coelho.
(uartel-general do commando tai armas na
cidade do lleeift de Pernambuco, 12 de
dezembro de 1 849.
ORDEM ADDICIO.NAI. A DO DA.
S. Exc. o Sr. mareclial de campo gradua-
do, commandatite ilas armas, manda fozer
publico. pra cotiliecimento da guarnidlo,
que, por oTicios do Exm. Sr. presidente da
provincia, datados do 10 do corrente inez,
Ihe foi communicado:
i." Que, por aviso do ministerio da guer-
ra do 30 do outubro ultimo, houve por bem
S. M. o Imperador conceder dous mezes de
licenc. com sold aoSr. alfares do quinto
batalhSodc fuxiliiros, l.uiz Jos Pereira,
par tratar de seos negocios na corte.
2. Que, por ollicio do Exm. Sr. presiden-
te da provincia do Cear, Ihe fra paitici-
pado que, tendo all rhegado do MaranhSo
a bordo do vapor Imperatriz o Sr. alferes do
quinto batalhao de luzleiios Miguel Comes
do Azevedo, com destino esta provincia,
fura recolliido por estar em pego de vida
ao hospital militar daquella provincia, on-
de se aclia par ser tratado, e na prineira
occasiDo seguir para esla.
3." Finalmente, ter o mesmo Exm. Sr.
piesidente, por portaras da mesma da-
ta, dispensado do exercicio do engenhei-
rns civis desta provincia aos Seuhorcsca-
pilflo do estdo-maior da primelra classe
Manuel Rodrigues de Barros Fonseca de
linio e leuente da mesma arma Manoel
Francisco Coelho de Ulveira Soares, e
mandado que os mesmos Srs. marchen) pa-
la a villa u'Agoa-l'reta, aim de all serem
uceupados no servigo militar, pelo que de-
termina o mesmo Exm. Sr. marechal com-
mandanle das armas que os sobreditos
Srs. seapresentem quanto antes uaquella
villa aoSr. coronel commandanle geral das
forjas ao sul da proviuc, para serem em-
pregtdos conforme a ordeiu cima.
Jo.e Pedro llciur, ajudante de ordens in-
terino.
EXTRlOi.
ltba, 2 de novembro.
Silo dous os grandos assumptos que se
agilam entre nos : o das quostOes polticas,
propiamente ditas, c oda felicidade maie-
riul. S5o duas quesloes que se resolvem
mais naturalmente una pela uutra. Mas,
quando no seu todo ellas se nSo resol va m
nicamente pela lOrca da sua aceflo recipto-
c, he certo comludo que nunca ter ne-
nhuma dellas cabal sulugflo, cmqUantoa
outra (car em problema; emquanto urna
nfio cooperar para a solugSo da outra.
Os partidos leem discutido amplamenle
a questSo poltica, desde a alta regulo dos
principios, desde o elevado Meo da intclli-
gencia, at ao baixo terreno dos interesses
de bando, at ignobil arena do pugilato.
Teem sobejamenteempenhado nella toda a
( attenco do espirito, toda a frga do braco,
i.'WJa a energa do coragSo.
Jfcor muito cara que tfio longa discussSo
twiha custado esta Ierra, be forzoso con-
fessar que ella nflo tom sido improlicua
nem para o paiz, ueni para a propria ques-
ISo debalida.
Por vezes, em alguos pontos questao
licou elucidada pela controversia; e o paiz,
como ouvio e presenciou essa longa dispu-
ta, pode convencer-se finalmente de quo a
rasllo nilo estava no rigor de nenhuma das
tlieses, mas sim naquella parte de ambas as
doutrinasque corresponde a sua hypothese,
equo se amolda sua felicidade. Assim,
dando e tirando rasSo aos partidos, confor-
me a tinham ou nSo em suas exigencias,
approximou os mais do que elles proprios
pensam, por meio da affinidade de ponsa-
mento que a ras3o estabeleceu na intolli-
gencia dos homens sensatos o verdadera-
mente Ilustrados de todo os partidos.
Esta verdade, por mais quo ao amor pro-
priodelles repugn confessi-la, he pa!pa-
vel e visivel j he mesmo resaltante. NSo
he preciso que a confessem, basta que nflo
ousetn nega-la; mas, quando a tanto se
atrevessem, os factos se encarregariam de
os desmentir; a propria siluaco moral de
cada partido restabeleceria completamente
a ver,lude.
A parle essencial da quesillo, o seu ponto
culminante licou, pois, resolvido pelc-
Iriumpho do principio da liherdade, o qu!
ho materia vencida, porque nem j o prin-
cipio opposlo entra sequr em discussiio,
revestido das suas formas orlginaes c carac-
tersticas; eesdnda a conveniente solu-
g3o i parte mais Importable da questflo po-
ltica do paiz.
Achando-se, pois, a questflo poltica re-
solvida em grande parle, he lempo que os
partidos comecem a applicar a sua atlencHo
para o outro grande assumpto da naco ~
o que se refere a sua felicidade maierial;
mesmo porque, comeQando a resolver esle,
I1S0 decaminhar no proseguimanto da so-
UQ.to cabal do antecedente.
Felizmente os espirlos mostram essa
tendencia. A nossa revolu?ao lib ral com
o seu longo curso de 30 anuos apresenta j
esta pnse. He necessario seguir a indc-
elo da phase, he misler aproveitar a reliz
tendencia dos espirites.
A questSo da felicidade material do paiz
he muito complexa: nao, se p le resolver
senilo por partes; he mister que a resolu-
cSo parcial de cada urna dasqueslOes inter-
medias v entrando na resolucflo de outra,
al que a resoluefio de todas d ao proble-
ma a sua completa soluQio.
as sociedades modernas os elementos da
riqueza publica s.lo asIresindustrias con-
venientemente aperfeicoadas : a agrcola,
a fabril e a commercial.
Aqu se apresenta j ao paiz uma.questao
parcial, que he decidir qual sera o meio
mais directo, mais prompto e mais realisa-
vel, para- que se promov o incremento e
prosperidade de cada urna, de modo quo se
nflo prejudiquem reciprocamente.
Exislcm muitas outas quesloes interme-
dias que nilo mencionamos agora, porque
j so v que nao lie esse hoje o nosso fim, o
qual se reduz nicamente a chamara alten-
qSo dos partidos para o transcendente ob-
ieeto dos interesses materiaes da nacilo.vis-
lo que j julgam pod lo azer seni prejuizo
daquestilo pulilica. antes com vanlagem o
verdadeira conveniencia della.
Inspirado por um verdadeiro nslincto de
neccssidude, o paiz est todo de accordo em
julgar ponto previo de toda a questflo o que
se refere s vias de communicacjlo interna.
Tem rasffo, porque he esse roalmente o pon-
to preliminar, e no qual deve ixar a mais
efllcaz alinelo.
Os povos de lodo o reino, pelo seu con-
curso expontaneo para a obra das estradas,
claramente palentcam a frca inslncliva da
sua persuasao no assumpto. O governo, se-
cundando-cs no seu illusirado pensamento,
pelos meios deque a situacSo Ihe permite
usar, faz o que pode, restando lmente aos
partidos fazerem o que devem, que he lo-
maren) essa causa como causa propria
dolles. .
Contamos que os partidos assim o larao ;
porque nenlium se querer malquistar com
a nacSo, a ponto de se comprometter com
ella, contrariando-a nos seus manifestos
instinctos, visto quesera pretendercap-
tar-lhea benevolencia pelo modo peifeila-
mente inverso de a conseguir.
Cremos que o farSo, n3o so com esta
quesillo, como com todas as que se referem
ao magno assumpto da felicidade material
do paiz. Assim o eremos, porque os parti-
dos porluguezes, diga-se u que se disser,
progridem no honroso empenhodese mo-
ralisarem ; eporquoesta nac3o, pelo modo
com que procede na resoluto de lo las as
suas quesloes, e mesmo pela propria histo-
ria das suas revoluQes modernas, prova
um grao de illuslracao que, se ero uina ou
oulra parle da Europa algunias vezes, com
notav.l injustca, Ihe tem sido negado, ja
hoje por cerlo Ihe n3o sera disputado, j
boje Ihedarao por bem revendicada a hon-
ra desse grao decvilisacao os mesmos que
llio negav.m. Confessar-lli'o h3o esses mes-
mos, se comparrem com a nossa moderna
historia a historia lambem moderna de
muilosoutros povos da Europa, ques3ojul-
gados mais avanzados do que nos em todo
o desenvolviment humanitario
( Uo Diario do Governo.)
NSo se pode deixar de louvar o pensa-
mento que determinou essa medida. Por
certo cumpre, a bem doprogresso em nos-
sa trra, desembarace o trabalho livre da
competencia com o trabalho escravo.; pois
assim. n3o s se ennobrece o trabalho m--
hanico, como se d a urna grande pa
te da populacSo meios de parca porm
certa subsistencia. Por outro ladn a
INTERIOR.
lUU-DE-JANlilR.
OSESCItAVOS NOS ARSENAES.
O governo acaba de determinar que sejam
excluidos dos arsenaes os escravos ofliciaes
de ollicio, uelles empregados A mesma me-
dida administrativa dizem-nos que ir-seha
appllcando a todas as reparli^Oes em que ha
servido brutal, at gor feilo por escravos.
vara, restringmdo-se assim e arredand
se progressivamente das cidades, ira acu-
dirs necessidades da lavonra. ondea pou-
co e pouco podr-se-ha ella regulansar de
modo a que se satisfacam todos os pega-
mentos da philantropia sem o menor risco
sem o menor abalo para as publicas necess.
dades. .,
Esses bens silo por certo consideraveis, i
com toda a justpa recommendam ao publi-
co reennhecimento a deliberac3o do gover-
no. Entretanto n3o lia mudenca, por me-
Ihor que seja, que n3o venha acompanhad
de aleuns males, e o liomem hab he o que.
ponderando os males e os hens inherentes
urna medida, sabe reconhecer qual dos
lados propende, e por ah resolver-se.
AexclusSodos escravos alugados pelos
particulares as reparlicoes do servico pu-
blico tem dous inconvenientes poderosos.
A escassez los bracos livres em nossa Ier-
ra especialmente para os misteres do traba-
lho maierial e a sua consjente careslia
sSo seralmento conhecidas, e, a em disso,
nSo he menos conhecido que o homem li-
vre. de profissao mecnica, em um paiz dn
escravatura, loma logo cerlns geitos alidal-
gados, moslra-se indolente, queiioso. e
quer sempre ganhar multo, trabalhando
pouco ou nada.
Por outro lado urna inflnidadc de pessoas
qae rivera em urna mediocridade vizinha
da pobreza, e que entre nos comioem a
classe dos que em Franca so chamam pe-
queos rendeiros ( petits rentiers) vivem
dos salarios que ganham dousou tres es-
cravos que trazem a jornal, ora, esses pe-
queos salarios sSo mais certo*, menos suli-
ietos a eventualidades, quando os escravos
os ganham as reparlicOes publicas, do
que quando alugados emoutros quaesque-
misteres. .
Com a medida adoptada de um lado ex-
p6em-so o governo a gastar muito mais o
obter muito menos trabalho ; por oulro la-
do vai causar perlurl>c0es e soffrimenlos
na parea existencia de algumas familias po-
bres.de algumas viuva honestas. Nem se
diga que nSo devem os altos administrado-
res do estado atlender a esses mesquinhos
soffrimentos ; pois responderemos fazendo
reparar no cuidado com que eram esses sof-
frimentos dos pequeos rendeiros alterna-
dos em Franca todas as vezes que se trata-
va da reduelo dos juros da divida publica,
ou da convers3o das rendas. Nada por cer-
to mais til, nada mais justo .loque, em
urna poca (lorccento e de prosperidades,
determinar um estado a redcelo do juro
que paga pela sua divida, offerecendo-se
para reembol?ar nos erodores que n.1o qui-
zerem estar pela redueco a importancia
real dos seus ttulos. Entrelanto a essa
medida contra cuja JuStica nuda se podo ai-
legar, e cuja utilidade he saliente, oppu-
2eram sempre os estadistas mais prudentes
consideragOes tiradas dos interesses dos pe-
queos rendeiros.
NSo em tilo grande escala, porem ta mes-
ma posiefio se acham com c salario dos seus
escravos essas familias pobres de que fal-
lamos, e nao menor allencSo merecem ellas
do que em Franga ; al porque em Franca,
paiz de grande actividade industria!, mais
fcilmente achari o pequeo rendeiroem
que empregar sem pe igo os seus pequeos
captaesdoquequi, onde aaclividado in-
dustrial he pouca, onde os emprestimos sao
quasi aleatorios, quando n3o se Ibes dfio
usurarias segurangas
rom a medida adoptada pelo ministerio
esses interesses hilo de ficur offendidos,
cumpre reconhec-lo; mas lambem cum-
pre reconhecer que, nSo sendo geral, senSo
parcial e lenta a exclusSo, pequeo sera o
soffriment, e de sohejo compensado pelas
grandes vanlagens que deixamos indicadas.
Nessa va ludo esla em comegar ; aode-
pois poder-se-ha ir pordiaute lo lentamen-
te quanto o dictar a prudencia, resguardan-
do quanto po soscerceiando com vagar e lempo, para
quepossam elles achar cotnpensacoes. O
miuislerio incelando esse melhoramento
he, pois, credor de elogio, eda urna incon-
Iraslavel demonsiracSo de que lem mil ve-
zes mais zelo pelas classes operaras e po-
bres do que todos esses declamadores do
revoltas, que llies ensuflain suas paixOes e
as precipitan! nos desastres da guerra civil,
do que lodos esses pseudo-pliiUnlropos que
lano ostentara o seu zelo pela uunianida-
de, ao passo que n3o cuidam do mnimo
melhoramento da sua coiidc3o.
Lo liratil)
RELACA' DOS BITOS DA FltECUEZIA
DE S.-ANTNIO DO HECIFE NU MEZ DE
NUVEMBBU DE 18*9-
Dia 1.Falleceu de bexigas o preto Seve-
rino, com 2 anuos de idade, pardo escravo.
dem 2.Falleceu de molestias interio-
res, sem sacramentos, Frugencia, preta da
Angola, com 22 annos de idade : escrava.
dem.Falleceu de sarampo, com uncSo,
{Francisco Pedro de Vasconcellos,pardo,coin
' U anuos de idade : pobre.
dem.-Falleceu de molestia do peito,
I com todos os sacramentos, Roza, preta de
nacSo Costa, cora 25 annos de idade : es-
crava. ,
dem 4.Falleceu de hidropesa, com to-
dos os sacramentos, Maria Calharina dos
Santos, branca, com 58 annos de idade.
Idem.-Falleceu de sarampo, com todos
os sacramentos, o preto Jos, de nagSo C-
ge, com 40 annos de idade.
I lem.-Falleceu de phthisica, com todos
os sacramentos, AnnaTheodora.pardo, viu-
va, com 40 annos do idade.
dem 5.Falleceu do espasmo o pardo
FelicHimo. com 8 dias de idade : escravo.
dem --Falleceu de bexigas, sem sacra-
mentos. Maria Joaquina da Conceic.3o, par-
da, com 25 annos de i lado.
dem 7.--Falleceu de molestia interior,
com uncSo, o cirurgifo-ajudante do segun-
do batalli3o de cacadores Fabio Jos da
Costa Brros, bronco, com 27 annos de
idade. ,
dem 8 --Falleceu de tiricia o prvulo An-
tonio, branco, com 15 dias de idade.
dem.Falleceu de bexigas o prvulo
Jos, branco, com 2 annos de idade : pobre.
dem S -Falleceu de um ataque cerebral
a prvula Francelina, branca, com 6 anuos
e meio de idade.
dem 10 Falleceu do molestia interior,
sem sacramentos. Adflo, preto de Angola,
com 25 anuos de idade escravo.
Idem.-Falleceu de molestia de peito,
com todos os sacramentos, Anna Joaquina,
branca, com 30 annos de idade.
dem.Fallece" dohidropesia,sem sacra-
mentos, ionizii, preta do Angola, com 25
annos de idade : escrava.
Idem.-Falleceu do molestia de peito, com
lodos os sacramentos, Mequilina Bezerra do
Sacramento, crioula, com 25 annos de ida-
de : pobre.
dem II.-Falleceu do sarampo o prvulo
Francisco, branco, com 1 anuo e meio de
Idade.
Idem.-Falleceu de venreo, sem sacra-
mentos, Felicidade, de ntcOo Angola, com
40 annos de idade : escrava.
dem.Falleceu de convulsCes njparvula
Maria, parda, com 2 oiezes de idade.
dem 13.-Falleceu de apoplexia, com un-
C3o, Jovel Cheadule, Francez, com 40 annos
do idade. '
dem H.-Fallcceu de espasmo, confessa-
doe ungido, CbriSlOVfio, com 19 annos do
idade. ,
dem. Fallecen de bexigas. smente
com uncBo, Maria do Espirito Santo, com
20 anuos do dade.
dem 15Falleceu de molestia interior a
prvula Maria, com 2 dias de idade : cri-
oula.
dem 10.Falleceu de sarampo o prvu-
lo JoSo.branco, com 1 anuo de idade.
dem 17- Fallecen de constip(.*io a pr-
vula Luduvina, branca, com 20 annos de
idade.
dem 18.-Falleceu logo depois do Dap-
lismo o prvulo Manoel, branco.
dem.Falleceu de sarampo o prvulo
Luz, com 1 auno e meio de idade : branco.
dem 19.-Fallcceu de molestia interioro
o paivulo Joao, com 4 mezes de idade:
pardo.
Idem.-Falleceu do molestia interior a
prvula Andreza, crioula, com 1 anuo de
idade.
dem 20.Falleceu de bexigas o prvulo
Jos, branco, com 5 annos e meio do idade.
Mera.Falleceu de bexigas, com todos
os sacramentos, Calharina, preta de nacSo:
escrava.
demFalleceu de molestia interior,
com todos os sacramentos, Maria do Monte
de Jess, pama, com 00 anuos de dade.
dem 23.-Kllecou de molestia interior
Maria Francisca Uodrigues, parda, com 25
anuos de idade : pobre.
dem.-Falleceu de sarampo Clemontina,
prvula crioula, com 6 annos do idade :
escrava.
dem.rallecnu de sarampo recolhido o
paivulo los.hranco, com 6 annos de idade.
dem 24.Falleceu do phlhisica o preto
Athanasio, cioulo, com UOCfiO : escravo,
com 36 annos do dade.
Idem.-Falleceu de espasmo a prvula
zahel, branca, com 5 dias de uascda.
dem 26.Falleceu de molestia de peito,
sem sacramentos, Antonio, preto de nag3o
tongo : escravo, com 40 annos de dade.
dem.Falleceu de sarampo O prvulo
Leopoldo.branco, com 2 annos de idade.
dem 27.Falleceu de estupor, sem sa-
cramentos, Leocadia Maria da Conceg3o,
ranea, com 40 anuos de idade : pobre.
dem Falleceu de molestia interior,
sem sacramentos, o preto Camillo.do nacSo
Mucambique: escravo, com 16 annos de
idade.
dem 28.-Falleceu de molestia interior
j preta Anua, com confssSo smente, com
25 annos de idade : escrava.
dem 29.--Falleceu de tubrculos pulmo-
nares, cooi todos os sacramentos, Manoel
Joaquim Jda Costa Maia, com 30 annos de
ida de.
dem 30Falleceu de sarampo recoihido
prvulo Miziel, branco, com 2 annos de
ade.
S.-Antonio, 3 de dezembro de 1849.
O padre Joao ot da Costa Kibeiro.
Coadjutor pro-parocho.
a ponte do R'cire, a qual, alm de estar
com as estivas ISo mal seguras, que balan-
cam apenas se Ihe pOe p, tem um buraco
onde alguns cavallos hilo deslocado as
pernas.
tmmmmm
vaiirc) vdi.
DIARIO DE PERWsllUCO.
BEC1FE, 13 DE DEZEMBBO DE 1849.
Chamamos a atlencao da repartic,3o das
obras publicas para o estado em que se acha
pnocESsn m MR. mf.lsens para a ex-'
traccaO do ASSUCAR.
O Conslilutinnnel de 2 de outubro publica
uma analyse da memoria de Mr. Melsens
acerca do novo prncessn por elle inventado
para a extracqSo do assucar tanto da canna
como da beterraba ; mas, como a segunda
parte da dita analyse nflo lem para os Bra-
sileros um interesso inmediato, paseamos
a transcrever somente a primeira que he
a que i.nporta ser conhecida de nossos con-
cidadSos que sSo senhores de engenho.
Eis o que diz o Constitutionnel i
Mr. Melsens. professor de medicina vete-
rinaria e de agricultura em Itruxellas, aca-
ba de decidir-se a publicar as nvestigacOes
que fez acerca de um novo iratamento das
materias assucaradas O que elle apresen-
ta n3o he. alfoliar a verdade, um processo
industrial perfeitamenle definido, sSo an-
tes observares, cu jo conhecimento, para
servir-nos de suas proprias expressOes, po-j
der dar logar a reflesOea uteis da parle dos
fabricantes de assucar e sem duvida tam-
hem a appcacocs praticas novas as di-
versas operaees que elles teom quo effei-
tur.
O ponto de partida de Mr. Melsens sao os
siguintes factos bem provados : primeirn,
na canna sa, n belerraba s3, nSo existe
outro assucar que o assucar crystalisavel ;
segundo, a formaoBo do melsco provm dos
fermentos quo ellas conlem, e cuja acgilo se
exerce, quando sao poslos em contacto com
o assucar pelo concurso da agoa, ou quan-
do experimentara a influencia do ar; torcoi-
rn, que, empregando-se o alcohol potexem-
plo em vez da agoa como agente de disso-
luclo, consegue-se separar oassucar dos
fermentos e p-lo ao abrigo de toda a alte-
Lir.'iii
Eslabelecido este ponto, Mr. MalMlU faz
consistir a SOlOC&O do problema em achar
um liquidoquenos'jadoum prego ISo ele-
vado como o alcohol, e que seja dolado das
proprieda les essenciaes que o caracterisam
no caso actual.
O fim, portante que elle se propoz he pro-
curar uma materia de pouco prego que nSo
tenha acgSo sobro o assucar, mui vido lo
oxigonio, do qual se apodera logo que este
se apresenta, o que forme com elle um aci-
do proprio para precipitar os fermentos, as-
sim como as materias quelhes d3o nasci-
mento. .
Depois de ter successivamente dirigido a
sua attengSo para tres corpos que gozam
destas propnedades, o bixido de azota, o
acido sulfuroso en aldehyde, depois de os
ter rejeitado porditTerentes rasOes, elle ex-
perimentou os sulphites cidos e mais espe-
cialmente o bisulphile de cal. O acido sulfu-
roso, que nello se acha em excesso, previne
toda a fermentagao ; a base que elles con-
lem neulralisa o acido sulfrico, medida
que est" vai sendo produzido. Restava sa-
berse por si mesmos, se pelo acido sulfuro-
so que conten em excesso, elles tem ou
i)3o uma accSO sobre o assucar. Para asse-
gura'-se disso Mr. Melsens fez dilTerenles
experiencias; elle submeilou ebulcSo
assucar candi dissolviilo n'agoa com hi-sul-
phiteeniexcesso, terminando aoperagSopor
uma simples cvaporagSo do liquido turvo,
011 por uma evaporagSo precedida de uma
filtragSo. Ora em tolas css^sexperiencias
o assucar crysWilisa todo e fcilmente sem
apparigSo de melago.
Eu podia, portadlo, esperar, diz Mr. Mel-
sens, quo o bi-sulphite de cal empregado
como corpo vido de oxigenio n como anti-
sptico (icaria som acgSo prejinlicial sobre
o as*ucar, se fosse derramado fri sobre o
ralo cannas, de maneir* que se|msturasse inme-
diatamente comosummo no momento da
fractura de enda celia que o contm. Eu
poda esperar que em sua presenga o assu-
car solTreria sem effeito prejudicial a acg3o
do calor necessario para.a dopuragSo. .Ves-
la operagao, suppondo-a feita como at a-
qui, a cal einpregada faria desapparecer o
bi-solflte neiitralisando-o, e deixaria o
cabio purificado dos fermentos e das mate-
rias capazes de os fornecer, assim como pre-
parado para a evaporai;3o sem perda de as-
sucar.
Mr. Melsens accrescenta quo nSo tardn
muito que nao se apercebesse que o bi-sul-
phite de cal era dotado de oulras proprieda-
des, as quaes o apresenlavam sua atten-
c3o ilebaixo de um novo aspecto. A' pro-
pnedado antisptica, faculdade de absor-
ver o gaz oxigenio do ar, pareceu-lhe que
ajunlava os caracteres de um depurador
enrgico. Elle fez varias experiencias para
verificar esta nova propriedade, e reconhe-
ceu com ell'-iio que o bi-sulphite de cal se-
para todas as materias azotadas que existem
na canna e na belerraba, som outra perda
de assucar que uma quantade avahada
em um ou dous cenlesrimos da massa.
Finalmente Mr. Melsens verificou igual-
mente :
Primeiro, que o bi-sulphite se oppOeco-
loragao dos lquidos assucarados; segun-
do, que elle descora quasi instantneamen-
te e asss completamente as materias colo-
radas que existem formadas na canna e
na belerraba ; lerceiro, que elle previne a
forma 3o das materias coloradas que o sr
MIITII ADO


SOt
^MMuajBrttamg^gwBttt f^,iiflWj*^aag^^^g^E|^rjB^aj^
mnrem o concurso do ar e do
livre.
.4 A in, conformeellr afnrina, o bl-iulpliitc
le cal pode sor i.nlis.el i as oprraroea que
tfcm por objecloa extracciio do assucar dacan-
m o da beterraba :
I." Como un corpa .iiitUcplicn por cxccl-
lcncia. rjiic previne a producciio cacfao do lo-
do o frmenlo ;
2. Como un carpo vido de oxigonio, ca-
pa* do impedir al allcracocs que sua presenca
faz nasccr no caldo ;
ll. Como un corpo dopurador que, a 100
graos, clarifica os caldos o o desembaraza do
todas as materias albuminosas ou sU9ceplivcis
lo coagulaco ;
A." Como un corpo que faz desappareccr
as cores preexistente ;
n j. Como um corpo anti-coloranlc, capat
un 111 .-i i alio grao de oppr-sc formaran das
material coloradas ;
(i." Como un corpo capa/, do nouiralisar
iodos os cidos prejudiciaos i|iic possam existir
un nasoor nos caldo, subslituindo-lhcs um
acido quasi inerle, u acido sulfuroso.
llrstava saber em quedses e debaixodeque
forma o bi-sulphite deca devia ser applicado
oannaoii bolorraba ; que conditpocs novas
resultaran! doli para o Irabalho em grande ;
<]iio inconvenientes podiam diminuir as vanta-
geni que ello pareca promelter.
Mr. Melsens procurou obter algumas c.innas
d* assucar provenientes do Murcia na llcspa-
nha.o ei*-i(|ui como as tratnu:
I." Elle qnebrou as caimas por meio de
nina ralo de beteiraba, rogando com urna lis-
soliicaode Imiillile decaa palpa que dolas
rcsultoii. F.spreiiiendo-a, ello lirn um caldo,
o qual,levado a eliulliicid e filtrado, foi evapa-
rado a logo mi al dnisilado de I, SpotiCO
mais ou mohos, para o xarope fri. Filtrado
do nova e abanrlunado civslaliskcao lema,
este xaro e ilcnlro de aiguns das deu urna
inassa de assucIN^Ujndi, da quil teria sido iin-
potlivel oxlraliir nrwiiiiu melaco.
2.a O bagaco, ou a pulpa, como quizerem
chama-lo, sen Jo liumedociilo com agoa c sub-
inctlido .i nina nova pressao, forneceu um se-
gundo caldo nao ni' mis rico, u qual, tratado
'orno n primoiro den us mesmos resultados.
(i X" A operaeo precedente fui repetida,
(nand isso se juigou nocossario.
< Km siunina Mr. Melsens empregou um por
cenln do peso da canna de uina dissolucao de
bisulpliaie de eil, que marcara 10 grao no
aremetro de Itaninc. Kilo extrahio o assucar
em totalidade, e acliou-o outra vez debaixo da
forma solida em tundid '.le.
Tudo sso, diz Mr. Melsens, se clleitua sem
exigir neiihum cuidado, nonliiiiu esludo ; na-
ila urge o obreiro empregado ueste traballin :
croquanto o hi-sulpliiio existe no liquido em
quantididc aprcciavel, elle previne toda a l-
loracao.
- Nao tonlio conheciinento das colonias, c
portante nao posso decidir se o emprogo de
um proersso igual pode lor ou nao em resul-
tado Introducir nellaa a divisan da proprieda-
de, dando au negro que as habita a pussibili-
dado de se applicar ,i extraern do assucar den-
tro de sna propria casa ; mas nao tomo di;or
que inous ensain provam que esta transfur-
iii ii ;ao da cultura e da propriedade colnolaei
ho possivol.
.Nao se me objeete com rH'oito a nocossida-
do de engenlios poJeroloi para moer as caimas.
i ni facao, um ralo san sulliciontes ; porquan-
to piide-se operar por lavagem. Como o eni-
progo do ln sulphito oppoe-sc toda a foriueii-
tac.lo, a lavagem directa da caima cortada em
rndoilas, ou grossriramcnlc machucada lie
bastante para a esgotar. >i
Mr. Melsens val anda mais longo:
Porque rasan o nao confeiiarel ? diz elle,
lindos penMinentns que mais particularmen-
te me tem sustentado o excitado no decurso de
minhas inve-tigares he a esperanca que as
regios ei|uatoriaes, pelo menos, a extraccao
du assucar poderia ser obtida smente pelo
eniprego do calor do sol. O que he com ellei-
lo (pie impederia que o caldo assucaradn da
raima, urna ves tornado inalteravel, fosso
abandonada i crystallsaco loni. ao ar livre,
como o sal o he n-s salinas ? Conforme aflirma
INIr. Melsens. applicandn-se o nova processoao
caldo smenle, em vei de extrahir (i a 7 kilo-
grainmas de assucar biuto, ubtrr-se-hao pou-
co mais ou menos 12 de assucar branco; o, ap-
plicando-o no iiiesmo lempo ao caldo c ao ba-
gaco, (er-se-hao 17 nu 18 kilngrammas de as-
sucar de cada 100 kilograiumas de canna ; en-
tretanto (pie rom os processos actu .es nao se
liram lenlo (i a 7 kilagrainmas de assucar
bruto.
Ohjectou-se a Mr. Melsens que o assucar ob-
lido conserva um goslo sulfuroso ; Mr. Mel-
sens respondo que elle perde este gosto em Ire
circumataneiai
!. Sendo pisado eexpostu por algum lem-
po ao ar, porque entao o sulfile se converle
em sulphalo inspido.
2.* Sendo exposto aecao de uina atinos-
pliera ammnniacal, porque entao elle perde o
sabor sulfuroso e toma quasi .sempre um goslo
de baunilla mu agradavel ; porem colura-se
as vezes um poico.
.1. Sendo clarificado de manoira que per-
ca pouco mais ou menos 10 por cento de seu
peso, elle d por producto um assucar que se
piidc comparar com os assucarf s os mais puros
eqs mais alvo. A clarilicacao regenera pela
evaporacao asucares semclhanles aos prece-
derle.
=s>
PublcacaS a pedido.
Marianna Joaquina da Silva, viuva, mei-
eira, testamenleira c liquidatiria da casa
commercial que seu finido marido, o com-
neudador Antonio da Silva, tinhn tiesta
praQa, sub a resflo de Antonio da Silva &
Campanilla, precisa que V. S. por seu des-
pacho mando quo o escrivUo interino llap-
tisla, revando ns aulas de inventario de seu
casal, Iho ceilifique ao p dcsle a quantu
montamos algarismos all descriplus dos
pagamentos realisado* a diversos do seus
credores e mais despeas faites pela sun li-
cante, di-pnis da morte do .seu dito marido,
at outubro do auno passado ; a que numero
chegam as le (ras, obrigacOes, contas o mais
documento* juntos aos referidos autos, que
piovain esses desenbolcos e todos os seUS
actos relativos ao dito casal; e (iiialmenle
que o iiicsimi escriviio llie d em seguida
porcerliduu o leor da suntenca ultimamen-
to proferida nos predi tos antes, declarando
quues liVam os herdeiros dissidenlescoulra
supplicante e islo em termos quo la.a.u
fj e assim pede a V. S., III r. Sr. Dr. juiz
da segunda varadocivel, deferimetito.K.
II. Me Certifique. Cidade do Kecife, 2 de
outubro de 184*J.~Neiva.
Manotl ioagum UaplUla, eicrito interino
de eivel nula enlode do Recife de l'ernnm-
buco, tlf..
Certifico que, vendo os autos de inventa-
rio mencionados na pelicfto retro, d'elles
consta que os pagamentos realisados I di-
versos credores, o mala doapezaa feitas pea
supplicautu liuii.! .Mariaiinu Joaquina da
Sil va, dt-uui da morte de'aeu mando Anto-
tase mais documentos juntos aos ditos au-
tos pola supplicante, que provam esses des-
emholcos, silo 91.
Certifico mais seroteor da sentenca in-
terlocutoria ultima proferida em ditos au-
tos, e que se ueha a folhas 245 verso, da
forma e maneira seguinlo :
Uefiro os requerimentos a follia 90 e man-
do que se lomos termos de aceitacio de
heraucaa beneficio do inventario. Mando
queselomein as declaracOes da inventan-
ante, segundo proteslou a folhas 83 verso,
a rcqnereu a folhas 101, o o mais que tiver
de descrever; e feitas essas descripces e
avaliaciV'S, sejam citados os coherdeiros
para conferirem. Quanto allienacflo dos
escravos e bens, attendendo queainventa-
riante e a cabeca do casal administradora
liquidalaria e teslamcnteira pdealheiar
bens para pagamento das dividas, Loho
Fasciul lomo terceiro desertacSo segunda
paragrapho 15, o que essa qualidade na in-
ventarame ho incontestavel, e est reco-
uhecida de folhas 112 a folhas 114, o at os
reclamantes convieram assignandn como
teslemunhas a folhas 123 o folhas 124: at-
tendendo quo o legado transferc-se no mo-
mento da morte do testador. Digesto Portu-
gus lomo terceiro artigo 1736, e qu para
a legataria Leonor pn.'sou o dominio dos es-
cravos alhena los e legados na ter^a : atten-
dendo que Leonor expressamente auiori-
sou a alliiMinrao, como prova o documento a
fallas 126 folhas 129: attendendo que, em-
quanlo ha dividas nflo ha heranca, Digeslo
Portugus tomo terceiro artigo 300, oque a
inventariaiite pagou dividas liquidas, corlas
eexigiveis, constantes de ttulos indisputa-
veis, sendo ror isso que os demais herdei-
ros nao impugnan) o pagamento de divi-
das liquidas e certas, falto pela invenlari-
anio liquidalaria, antes das partilhas : at-
tendendo que nessas circunislancias nfio
plem prevalecer negaedes infundadas
contrarias n documenios indisputaveis e
verdade sabida: attendendo que o docu-
mento a folhas 107 foi estrahilio do origi-
nal com citacHo da parte a folhas 106, e que
tem por isso toda a ir, Pero ira e Souza nota
466: ailendendo que o testador dispoz a
o Ibas 109 que, no caso de fallescer a iliti
sua nihi legataria, passasse o legado para
os filhos desta, se oslivesse, e na falta para
seus herdeiros mais prximos, e consequen-
lenenle na hypoth-'.se da morte da legata-
ria o tostador quizqiieo logado passasse
para os herdeiros da dita lilha Leonor, e que
no caso de perd por mi procedimento da
legataria, beque quiz passasse para os her-
deiros do testador : ailendendo que, teudo
Leonor morrillo sem ter filhos, venlica-se a
priiueira hypolhese ; e qi)6 a invenlananlo
miii da legataria he sua berdeia mais pro
x i tita o a ella se devolve o legado, ordenarlo
livro quarto titulo 91 e titulo 96, sem em-
hargo da arguiQilo leita asalheiar0es, ni in-
do que so atienda aos pagamentos fcilos
pela invenUriante, e que, na forma da lei das
sueessOes o verba testamentaria a folhas
109, figure como hei'deira de sua lilha Leo-
nor e que aprsente a oonta dos rendimen-
tos e despe/as dos bens, prosegundn-ae
nos te'mos do processo Cidade do Itecil'e,
9 de agosto de 1819rVVttM.
Nada maistecoulinba em dita scnlen<;<
inlerhicutoiia.
Certifico mais quo os herdeiros dissiden-
tes em dito inventa lio sao NUDO liara de
Soixas e l.uil Atnavel Duhoureq.
O referido be verdade e a ditos autos
me reporto : esta vai sem cousa que duvida
fata conferida eem cortada subscripta e as-
signada nesta cidade do Itecil'e, em 27 de
uovembro de 18t9.--Subscrevi e assignei.--
I.ni le de verdade o concertada.Manoella-
i/u.m ISupliita.
bom assim quo do 1.* de Janeiro prximo
futuro, principia a cobranca do imposto do
12.800 sobre di ersos 'estibelecimentos quo
possuem mais de 2:000,000 rs., segundo
dispO o regulamento da presidencia da
provincia, de 12 de novembro do em rento
anno, dado a scmelhanlc respeito.
Para Mossamcdes.
As pessoas que quizerem fazer parte da
segunda expedieflo para Mossamedes silo
convidadas a comparecerem no consulado
de Portugal nesta cidado todos os dias
nteis, desde s 9 horas da manhSa at s 4
da tarde. ^^_
Avisos martimos.
Para a Baha sabe, em poneos dias, a
sumaca Flor-do-kngttim, mestre Bernardo
de Souza, por ter a maior parte da carga
prompta : para o restante e passageiros
lrta-se com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de S Aran jo, na rna da Cruz, n. 33.
Fara o Kio-de-Janeiro se-
gu com toda a brevitlade, por ter
grande parte de seu carregatnen-
lo prompta. o litigue nacional A-
lainastor, forrado e pregado de
cobte, e de excellenle marcha:
qtiem no mesmo quizer carregar,
ir de passagem ou embarcar es-
cravos, entenda-se com os consig-
natarios, Machado & l'inbeiro, na
rua do Vigario, n. ly, segundo
andar, ou cot-n o capitao, Antonio
Coellio llibeiro, na praca.
Para LisbOa sahir dentro de poneos
das o tingue porluguez Alaria-jote, deque
he capitn Joaqum Jos Mesquita : para o
resto da Carga e passageiros, trala-se com
Francisco Severiaun Itabello & 1 il lio.
Para Lisboa sabe com a maor brevida-
de posstvel o brigue porluguez Veloz, ca-
pitn Antonio Pedio de l-'igueiredo : para
' carga ou passageiros trata-so com o sobre-
dito capilo, ou com seus consignatarios,
Oliven a Iriniios k Companh8, rua da Cruz,
n. 9.
I Para o flo-de-Janeiro segu, em pou-
cos dias, o brigue nacional jntephinn ; quem
j no mesmo quizer carregar ou ir de passa-
pas do cachaba,10 barrilinhos de cevadinha,
6 barricas de assucar refinado,-JO gigos con-
lendo louca para mesa e para cha, jarrse
hacas, calungas o vasos para flores": lu-
do para occorrer ao pagamento dos direi-
tos da alfandega pagos sobre estes objectos,
e mais despezascom ocosteio, etc. da dita
escuna ueste porto : segunda-feira, 17 do
corrente, s 10 horas da manblia, no escrip-
torio do dito corretor, rua da Cadeia.
Avisos diversos.
r
bL
10,
ALFANDEGA,
Itendimento do da 13.....21:593,141
impoutacaO.
Grnnii-Turk, palhabote americano, vindo
de Pniladelpliia, entrado uesie niez, con-
signado a Matbeus Austin & Companhia,
manifestoun segu 11 le :
1,600 barricas familia de trigo, 400 bar-
riquinhas bnlaciiiuha, 87 volumes fazendas
de algodlo, 113 caxascli ; os consigna-
tarios,
CONSULADO GERAL.
Rendimeoto do dia 13.....4:447,333
Diversas provincias...... 178,206
4:625,539
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do da 14.....3.444,974
tlovimento do Porto.
Navio entrado no dia 13.
Liverpool 44ilias, luger austraco Graf-
Apponytt, de 268 toneladas, capitlo Mi-
guel Lamherdick, eqnipagem II. carga
carvflo de podra ; a N. O. Ilieber & Com-
panhia.
Navios sahidot no meima dia.
Macei Barca ingle/a Mary-Queen-nf-
Sccls, capil3o William Wilrox, em lastro.
Rabia n Rio-de-Janeiro Paquete inglez
l'elerel, commaudanlc Creaser. Passa-
geiros : para a Rabia, Richard Hoya I,
Rio-de-Janciro llrigue-escuna brasileiro
Olinda, capillo Manoel Marciano Ferrol
ia, carga varios gneros Passageiros, o
brigadero Francisco Sergio de Ohveira
com sua familia, I) Certrudes Souza com
sua familia e 3 escravos, cquatro ditos a
entregar.
Rio-Grande dosul Rrguc brasileiro Echo,
capilSo Manoel Joaqum dos Reis, carga
assucir e sal.
Oeciara^es.
Pela segunda sereno da mesa do con-
sulado provincial desta Cidade so avisa aos
Srs. propietarios de predios urbanos, sub-
jeilosao pagamento da decima, que do 1."
doandantcinez.se principiam acontar os
30 dias pata o pagamento de sem, Ihanto
Imposto do primeiio semestre do auno de
1849 a 1850, a que, lindo esso plazo, incor-
leni os que nao pagarem na inulta de 3 por
cuulo sobre seus respectivos dbitos; el
. peni, dirija-seao consignatario, Domingos
I Rodrigues de Andrade, na rua dos Tanoei-
ros, armazem n. 5, ou ao capullo a bordo
do mesmo,
Para Lisboa sabe, com a maior brevi-
da le pnssivel, o lingne porluguez Concei-
rSo-de-Maria, por ler a maior parte da car-
ga prompta : para o resto o passageiros,
para osquaes offerece excellentes commo-
dos, trala-se com os consignutarios, Tho-
maz de Aquiuo Fonsoca & l'ilho, na rna do
Vigario, 11. 19, primeiro andar, ou com o
eapilao na piara do Coinnioreio.
Para Lisboa sahir com a maior brevi-
dade possivel a veloira barca porlugueza
Hortencia, por lera maior parte de seu car-
regamento promplo : que ti nella quizer
carregar, ou r de passagem, para o que
tem excellentes c.imino los, diiija-se ao seu
capitfio, ou a rua da Cruz, n. 45, casa de
Mascimenlo& Amorim.
Para ol'oito sahe, impreterivelmente
no di 16 do crtente, o brigue porluguez
Fenlura-l-tliz, lon-ado, pregadoeencavlha-
do de cobre, capitn Zefeiino Venturados
Santos : para o resto da carga e passagei-
ros, para os quaes offerere excellentes cotn-
ini) ios, lreta-86 com o consignatario, Joa-
()uim Perreira MeudesC,uimar1cs, na rua da
< ruz, n. 49, primeiro andar, ou com o le-
l'oi 1.o capitn na piaea do Commercio.
-- Para as- illias de S.-Miguel,
Terceira e Fayal sahir brevemen-
te a e-cuna porlugueza Favorita,
forrarla e pregada de cobre, capi-
tn Antonio Jos de 3icdeiros: pa-
ra carga e passageiros, trala-se
defronle do trapiche novo, n. 6,
com Thomaz de Faria.
Para Parahiba
sabe imprelerivelmente por toda esta se-
mana a lancha nacional Tret-lrindoi : quem
na ice.ina uuizer carregar, ou ir de passa-
gem entenda-se com o mestre Kslavo Mon-
des da Silva, no trapiche do algodflo.
Para o Rio Grande do sul
0 brigue Inra, capitao Malinas l'ei reir Rra-
ga, segu nestes oto dias: pode receberal-
guma carga e escravos a frote : a quem con-
vier, dirja-soa Caudino Agoslinhodo Bar-
ios, ou ao capitflo.
Para o Rio-de-Ianeiro
sabe al o da 20 do corrente mez o brigue
nacional S.-Manuel-Augusto : para alguma
carga e passageiros, para o que lem excel-
lentes commodos, trala-se na praga do Cor-
po-Santo, 11. 6, primeiro andar, ou com o
capitao Jos da Cunda Jnior, 1 bordo.
Para a Rahia segu o hiato Ligeiro :
quem quizer ir de passagem, dirija-se rua
do Vigario, n. 5.
Segu viagom para Maranhilo e Para a
escuna Alaria-t'irmina : para carga e passa-
geiros trala-se na rua da Cadeia do Recife,
escriptorio de Jos Antonio Basto.
Le loes.
0 corretor Oliveira, por ordem do'juizo,
arequerimento de llemy Cibson, cornac-
crdo de Eriward Wilde, capitflo da escuna
ingleza Fanella, far leillo da mesma escu-
na, panno e mais pertences, para pagamen-
to de dinheiros adtantados para seu concer-
t, cosleio, soldadas da tripularlo, capara
outras despezas necessarias : es pretenden-
tes dirijam-se a bordo da referida escuna
para o competente exame do seu estado, e
quanto ao panno dirijam-se ao mesmo cor-
retor que Ibes indicar o lugar em que o
pdem ver e examinar ; devendo infallivel-
mente a arrematarlo ler lugar sabbado, 15
do curenle, ao meio dia em [ionio, a porta
da associaciio commercial.
O corretor Oliveira far leudo, por or-
dem do capitflo da esrnna ingleza Fanella-
Eilward-WHd, e por cunta e risco de quem
pertencer.de 6 magnficos relogia, pro-
prios para repartices o salOes de casa
particulaies, 12 inillieiros de lousa para
toldados, 20 varas quadtadas de lagedo,8 pi-
- Alugam-sodous sitios na campia da
Casa-Forte e um mil 10 na rua da mesma po-
voaQio, com muilos arvoredos e ptimas
accommodac,oes; hem como varias casas
pequeas, proprias para se passar a fesla :
a tratar na rua do Amorim, 11.15.
Karinha de mandioca.
Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, de muito boa qualidade, por ser fa-
bricado na serra iMeruoca, perto da cidado
de Sobral, por proco commodo : na rua do
Queima-io, n. 14, loja de ferragens.
Joo Jos Innocencio Poggi, l)r. em
medicina, faz publico que tem fxado sua
residencia no Aterro-da-Boa-VIsta, sobra-
do, n. 3, onde o acharo promplo para
exercer sua arte, curando gratuitamente os
pobres.
D. w. Baynon, cirurgifio dentis-
ta, ns rua do Trapiche-Novo, n.
14, respeilosamenle informa ao
publico que, pelos seus muilos alazores, se-
ra obrigado a demorar-se mais algum lem-
po nesta cidade, antes de sua retirada para
os Kslados-UniJos, e oflerece seu prestimo
para toda qualidade de operaces deutaes,
para por denles novos, lano singelos como
dentaduras inleiras, chumbar denles com
ouro e prata, conforme as ultimas deseo-
bertas nesta lera.
Carlos Hardy, ourives,
na rua tova, n 52,
acaba de receber de Franca um sortimento
de obres de ouro de lei, como sejam ade
recos, meios ditos e pulseiras : tambm te-
cebeu um grande sortimenlo de chapeos de
selim e gorguro do ultimo gosto e de dif-
ieren tes cores e precos; chapeos do palha
da n,ia ; ditos muito linos, abertos e fe-
chados; armacOes de chapeos de todas as
cores, muito facis de se cobrirem ; litas;
llores; pennachos; pennas para chapeos;
camisinhas de cambraia para senhora, mui-
to bem bordadas ; luvasdo seda com dedos
e palmas de cores ; toueas de 1:1a para se-
nhora e meninas ; meias de seda para me-
ninas ; cassa franceza muito lina : tudo se
vende mais barato do que em outra qual
quer parte.
Den tes arliiiciaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
poilavel publico que contina a exercer a
sua profissflo, na rua eslreita do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
Aluga-se urna casa no Cachang para
se passar a festa, com eslribaria e cocheira,
por preco commodo : na rua Nov, n. 63
OSr. Jo.1o Cyprianno Rangel queira
ter a bondade de apparecer na rua da Ca-
deia deS.-Antonio, p.ra decidir sobre cer-
ta conta que S. Me. recebeu.
Casa de modas franeczas.
Buessard Millochau.
RUA 00 ATERR.0-DA-B0A-VISTA, N. 1.
itecebeu-se pelo ultimo navio, vindo do
Havre, um grande sortimento de chapeos de
seda para senhora, ditos de palha para se-
horas e meninos, ricos miniteltetes e capo-
imi.os de seda e fil, camitinhas, collari-
nhos, romeiraso cabeeOs bordados, lindas
lilas, luvas de pellica, dilasde seda, ditas
de mulla abertas, transas, franjas de seda
de cores para enfeilar vestidos, capeilas e
caixos de flores linas, corles de cambraia
bordada, filos, loncos de cambraia de linho
bordada, ricas filas de velludo, Iransa fina
de linho para enfeiles de vestidos, bicoa de
linho de todas as larguras, ditos de blond,
cambraia de linho, bonetes de montara,
plumas para chapeos, e mais outras fazen-
das do moda. I', Zeui-se seuip-e vestidos de
casamento, de baile edo montara, chapeos
de senhora, vestidos de baplisado, etc. ,
etc. da ultima moda, e por preco mais
commodo do que em outra qualquor parte.
w
Chapeos de sol
Rua do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento de chapeos de sol.de seda de
todas as cores as mais fixas que teem a ppa-
recido, para homcm e senhora, e que se
ven lem muito em conta ; ditos de panni-
nho imitando seda ; ditos muito grandes, e
de panno e armacOes muilo fortes, pro-
prios para senhores e hitares de engenhos :
tambern se vende fazenda de seda e de pan-
niiilio imitando seda para se cobrirem a>-
maees. Na mesma fabrica seconcerta qual-
quer chapeo de sol, com muila brevidade,
e por preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle, e vendem-se baleias
para vestidos.
OSr. Innocencio Xavier Vianna tenha
a bondade de apparecer, para se contratar
certo negocio queS. Me. nflo ignora, na rua
da Cadeia de S.-Antonio, n. 13.
(omina de engoinmar.
Vendem-se saccas com gomara de en-
gommar muito alva na ruado Queimrdo.
n 14, loja de ferragens.
m
# Na rna Nova, casa de co-
g mestives, n. 6g, hnver to-
dos os dias, das 6 horas da
*; tarde em diante, sjrvetes e
^ refrescos de todas as qnali-
| dades. |
Francisco Jos Germano, relojoeiro
su i sso, ltimamente chegado da Kuropa,
avisa ao publico que breve abrir urna lo-
ja na rua Nova, n. 21, e que emquanto se
nflo aprompla dita loja, se acha provisoria-
mente estabelecido no Recife. na rua da
Cruz, n. 4, primeiro andar, aondeseen-
carrega de lodo e qualquer concert, fa-
bricarlo de qualquer perja que seja preciso
fazer de novo, lauto para relogios de pare-
de como de mesa ou alglbeira. o ahi os con-1
crrenles acharo tambern um completo
sortimenlo de relogios de todas as quali-
dos.
Vicente Ferreira da Costa,com armazem
na rua da Madre-do-heos, precisa comprar
um esciavo de nacau que soja boto padeiro :
paga bem.
o DEPOSITO GERAL
J do superior rap areia-preta
ja da fabrica de Gantoh Pai~
Ihet &c Companhia, na Ba-
.; hia.
fe' Domingos AlvesMalheus, agentada
fe fabrica de rap superior areia preta
fe e meio grosso da Baha, tem aberto o
(^ seu deposito na rua Cruz, no Recife,
Ir n. 52, primeiro andar, onde se achara
fe sempre deste excel lente e mais acre-
fe dtado rap que at o presente se tem
fe fabricado no Brasil: vende-se em bo-
fe les de urna e meia libra por preijo
fe mais commodo do que em outra qual-
fe quer parte.
i
Precisa-se de urna preta para urna casa
estrangera, que saiba lavar de varella
quem tiver, indicando a sua casa no escrip-
torio do Sr. K. Bidoulac, rua do Vigario, se-
r procurado.
Alugam-se, para se passar a festa, duas
grandes casas, com muilos commodos e
bom banho, silas em S.- Anna-de-Dcnt'O : a
tratar no mesmo lugar, com Joiio Venan-
cio.
Roga-seaoSr. JoSo Bernardino Nunes
Ribeiro, morador no Ribeirn-Fundo, co-
marca do l.imoeiro, que v pagar urna let-
tra vencia ha quasi dous anuos, no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 10, primeiro andar, se no
quizer quo se diga mais alguma cousa.
Ai i eiida-se o sobrado sito na rua do Se-
ve, onde esleve o collegio S.-Antonio, com
excellentes commodos para familia nume-
rosa, e um abundante viveiro : a tratar na
mesma casa a qualquer hora.
Advertencia.
0 abaixo assignado cientfica aos credo-
res de sua mili, a Snra. D. Luzia Caetana
Isabel de Mello, que para seus interesses
dignem-sc apreseotar as suas contas den-
tro do pra/o de 10 dias da publicarlo (leste
ao mesmo abaixo assignado, sb pena de
nflo soi em altenditos depois do referido
lempo: ainda mais previne que o annun-
ciante acha-se legalmenle autorisado para
intervjrem lodo o contrato que sua mili
tenha de fazer com os seus herdeiros, ou
com outra qualquer pessoa, e sem o seu ex-
presso consenliinenio nenbum negocio de
boje em liante puder ter validade; e por
isso adverte qne mnguem cbame-se a
ignorancia para o futuro, e nflo se queixe
das consequenciasque d'ahi pdem resul-
tar. joto Marones linealhuo.
Precisase de una mulher livre e de
boa conducta, que se queira eucarregarde
tratar de duas mancas de 18 mezes, j des-
mamadas : na praca da Boa-Vista, casa n.
32, segundo andar.
I'recisa-se alugar dous ou Ires iniilo-
ques para trabalharem em vellos de car-
nauba : agradando paga-se bem : na rua da
Moi'da, sobrado de um andar, n. 21, se dir
quem quer.
y.ifT.flifffflMP'ifW'fffrfi "terTrTiftmiMI,*t'i1f
p
Sorvete.
@ O e?lahelecmento de sor- %
I vetes da rua do Itangel lo |
\ transferido para o J'asseio- :
Publico, n. a3, onde conti- m
na os seus trabalhos com g
todo o asseio. A casa est jg
hem preparada para receber
familias ; assim como tam- |
bem liaver um cosmorama .
em ponto pequeo, que con- p
tinuar a ee.r visto de do- |
mmgo em diante: haver |
diariamente duas quahda- i
des de sorvetes, e sorvetei-
ras de fie 10 sorvetes, pro- i
prins para qualquer encom- k'
IIK 11(1 I.
* *
--I'recisa-se de um caixeiro que tenha
pralira de venda na langucia, n.1.
Kuitaiam um relogio le ouro, com re-
poticao, composto por ti. Borquin, cujo no-
mo se v na caixn que cobre a machina,
inostra a hora em um registro: a pro;m .-.o
que o ponleiro faz o curso de 60 minutos a
bora se vai apresentando suceasivamentc;
no hotfln que prende a argola tem umlt,
ejuntameule uina crreme de ouro com
pe lo de 4 a 5 palmos de compriinenlo e
com clcheles para prender : quem dar no-
ticias ser recompensado e se Ihe guardar
sogredo se o exigir, e entregandu-u ser
immedialanv nte pago do importe por que
o tiver comprado, pudendo dirigir-se rua
do Collegio, n. 3.
-- I'recisa-se contratar com qualquer
mestre pedreiro ou carpina a factura de
urna obra, o qual d todo o uecessario pa-
rea mesma obra e a entregue prompta,
dando lia no ao trato que se fizer : alias do
Iheatro, armazem n. 16.
tozinham-sc todas as qualidades de
iguarias, guizados e assados, para quem
qui-zer mandar fazer jantares fra, e mes-
mo algumas cnconimendas bem como to-
das as qualidades de massas, bolos boli-
uhos, pastis de nata, do carne, degalliuha,
de folhado e liso, com asseio e commodo
preco: quem quizer, dirija-se ao oitflo da
Penha, n. 2.
Jos Gorgonio Paes Brrelo, actual ren-
deiro do ongenho Mega-de-Cima, preten-
de desistir da renda com as mesillas Coil-
dicOes, visto eslar sofl'rendo sua familia
bstanle iucommodo de molestias ; bom co-
mo vende carros, bois, mais animaos e tu.
do quanlo existe, que com avista se la
patente todo o negocio: a tratar no inesinu
engenho.
Ilenry Christophers com sua familia
reliram-sedel'ernambuco edo Imperio.
Joaqum Jos Ferreira Guimarles re-
tira-so para (r do imperio.
COy


Lotera do Guadalupe.
110.11%, s 8 horos da ma-
nbSs, andam imprcterivelmente
6s rodas desla lotera.
O BEIJA FLOR.
Sahio o n. 7 e nrha-so a vonda nos luga-
res do eostumo.
.. Aluga-se a casa de 2 andares, na pra-
ea da Boa-Vista, defronle do chafariz, a qual
tem commodos para grande familia, com
quintal e cacimba : quem a pretender diri-
ja-se a ra do Trapiche, armazem n 19, de
Domingos Soriano Goncalves Ferreira.
Ptevine-se ao Sr. thesoureiro da lotera
do Guadalupe, que, caso saia com premio o
meio bilhete n. 585 da segunda parte d,a ler-
ceira lotera, so pague aos abaixo assigna-
dos, porseterdesemcaminhadooditobilhe-
te. Manoel Francisco filortira tlaia e francisco
Joii Rodrigues.
Precisa-se de um sacerdote para cele-
brar as missas 'le testa de Natal em um en-
genho na freguezia de Nossa Senhora da
Escada : na ra da Cadeia do Recite, loja
n.50.
Aluga-se, por anno, ou para se passar
i festa, urna soffrivel csa de pedra e cal,
envidiada, com estribara para 5 caval-
Ins, crrale campia para vaccas de leitc,
no lugar dos Remedios : a tratar no mesmo
lugar com o Macambira.
Precisa-se de um forneiro: na ra lar-
ga do Rozario, n. 48, pa.laria.
Precisa-se alugar urna escrava para o
ge'vco externo de urna casa de pouca fa-
milia: na ruada Roda, sobrado dos es-
postes.
- Roga-so a pessoa quo acliou um meio
bilhete da 21.' lotera do monte po geral
do Ro-de-Janeiro n. 3,138, baja de o rest
luir na ra da radon do Recite, n. 24, que
ser gratificado ; est com o nome de An-
tero, para melhor conhecimento : avisa-se
desde j a pnssoa que o fr cobrar, teudo
a le un premio a ser pago, nS ser aceito
pelo thesoureiro da niesna, no Rio-de-Ja-
neiro.
.-- Precisa-se de um feitor portuguez para
Tomar conta de um pequeo sitio, o qual
sa ilia tratar de pUntac,js de frutas, flores e
verduras: no Aterro-da-Boa-Vista, n. 26,
segundo andar.
Roga-se pela sexta vez ao Snr. f)r.
Antonio Jos de Souza Gomes, morador em
C-linda, mande pagar 20,000 rs. no Recite,
ra da Senzalla-.Nova, n. 7.
Perdeu-se meo bilbete da lotera do
Guadalupe de n. 2,030, com duas assigna-
turas as costas. liona-se ao Sr. thesouroi-
ro da roesma lotera que nfio pague o pre-
mio que saia em dito bilhete.
Precisa-se alugar urna orna
de leite, que o tenlia em abun-
dancia, seja bem sdia e de bons
costumes. Paga-se bem Dirigir-
se ra do Hozario larga n. 3,
segundo andar,
Precisa-sede urna mulher capaz, par-
da ou crloula, para fazor companhia a urna
senhora, sendo que seja em todo desim-
pedida, dando-se-lhe casa, sustento e el-
gnm vestuario : a tratar na ra da Clora,
n. 83, quasi chegndo aos quatro-cantos.
No Uia 12 corre.te veio preso por uns
capillos de campo da cidade de Olinda, um
nioleque de nome Manoel, de riacho Congo,
dizenilo que pertencia ao tenenle-corone
Francisco Antonio Han letra senhor do en-
genho Carrapalo, freguezia do Rio-Formo-
so, do qual moleque tomei conta por sor
correspondente daquelle aenlior de engo-
lillo, sucedo que depois de ter tomado con-
ta do dito moleque e pago aos cupities de
campo e estes rotirados. declara de novo
dito escravo que nSo pertence. ao mencio-
nado Manden a, e quo lie do engenlio Chan-
gua, e que seu senhor chama-se Barros, por
isso avisa-se a este Sr. Barros, ou ao seu
correspondente nesla prnca se dirijam ao
abaixo assignado, afim de tomarem conta
do dito escravo.certosdeque o abaixo as-
signado nSo se responsabilisa pela fuga do
dito escravo Jodo Mnlheui

BOWMAN & MC. CALLUM engenhei
ros machinislas e fundidores de ferro, mu-
respeilosamente annunciam aos Senhores
proprielarios deengenlios, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em effectivo oxcrcicio, e se acba com-
pletamente montado com apparellios da pri-
meira qualidade para a perfeila conteceflo
das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
alloneo publica para a sseguintes, por
lerem dolas grande sorti ment jprompta
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prec,o como em qua-
lidade das materias primas e inilo d'obra,
a saber:
Machina de vapor da melhor constr ucea o.
Moendas do canoa para engenhos de lo-
dos os tamauhos, movidas a vapor por agoa
ou anmaos.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serra
lias.
Manejos independeutes para cavallos.
Rodas dentailas.
Aguillii's, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos de lodos os tama-
nhos
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
lha.
Moinhos de mandioca, movidos a mo ou
por animaos, e prensas para a dita.
Chapas de fog.lo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
. 'das a nriii, poranimaus ou vento.
Y&uindasles, guinchos o macacos.
"Prensas hydraulicas o de parafuso.
Iteiragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porlOes.
Prensas do copiar carias o de sellar.
Camas, carros de mflo o arados de ferros,
&c, &c.
Alm da superioriade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta contermi-
dade com os moldes o dezeuhos remettidos
pelos Senhores que se dignarem de fazer-
ihes encommendas, aproveitando a occasiSo
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nao pouparSo esteros e diligencias
para continuaren) a merecer a sua confi-
anca.
Precisa-se alugar urna preta que sirva
para vender fazendas con outra pessoa:
paga-se bem : no Hospicio, lado esquerro,
casa terrea junto ao sobrado novo de Tho-
>naz de Aquino Fonseca.
o
O Alugam-seevendern-se as verda- ti>
Q deiras bixas de Hamburgo : na praqa Q
q da Independencia, n. 10, ao voltar q
q para a ra das Cruzes. q
0 O
Q0069<360<&000 GGO0
-- Manoel de Souza Guimires, morador
na ra do Rangel, faz publico que se reti-
ra no lim desta semana para a povnaclo de
Api pucos ;e quem quizer com elle tratar
qualquernegocio, dirija-se ruado Livra-
mento, a fallar com Jos Das da Silva Gui-
msrSes.
Aluga-se o segundo andar e solSo do
sobrado do Aterro-da-Boa-Vigta, com mul-
lo hons commodos psra urna familia
tratar na loja do mesmo, n. 36.
Precisa-se de urna ama de leite: na ra
Direila, n 57.
-- Antonio Jos de Fretss Cu i roa riles, so-
cio na venda do Varadouro em Olinda com
Ignez Francisca do Moura, Ur. ver ao res
peitavel publico que a dita se acha techada,
e convida, por meio deste, a todas as pes-
soas que frem credoras para apresenla-
rom suas contas legalisadas no prazo de
tres dias, contados da publicado doste.
Olinda, 12 de dezembro de 1849.
-- Na ra do Queimado, n. 14, segundo
andar, so dir quem cumpra urna casa da
sobrado.
-- No boliquim da ra larga do Rozario,
n. 27, precisa-se de um forneceJor de lei-
te que d urna caada de leite, sendo li-
quido o viudo sedo.
--Precisa-se alugar urna ama para urna
casa preferindo-se captiva : na ra do Co-
dorniz, n. 3.
Aforam-se bon9 terrenos na Capunga,
sendo pela maior parte com arvoredos que
dilo fruas : quem os pretender, dirija-se ao
silio do Dr. Jacobina, no mesmo lugar ci-
ma dito.
Precisa-se de 500.000 rs. a premio so-
bre hypotheca em um predio: quem qui-
zer dar annuncio.
i\o Hotel-CommRrcio,
contina a haver sorvete das 6 s 10 horas
da noito, e ha salas separadas para fami-
lias.
Precisa-se de oflleiaes de funilero : na
ra Nova, defronto da Cggoeic.flo.
Quem annunciou querer 200,000 rs. a
premio sobre Urinas, dirija-so ra estrella
do Hozarte, n. 22, loja de alfaiale, que se
dir quem d.
Alugam-se os segundo e terceiro an-
dares da casa da ruada Madre-de-l)eos, n.
3, em quo moram os Srs. Johnstun l'ater &
G.: a tratar na ra da Cadeia do Recite com
Joflo Jos de Carvallio Moraes.
Aluga-se urna casa terrea na Soleda-
de, n. 17, com bons commodos para fami-
lia, quintal grande, todo murado : a tratar
no pateo do Carmo, n. 17, com Gabriel An-
tonio.
Ricardo Royle, tendo de ir para o sul,
dexa encarregado de sua casa com procu-
rado bstanle Gcorge Chadwck.
r> Q
O O Dr. Alexandre de Souna O
Pereira do Carmo, medico, mudou- O
so para a ra Nova, sobrado de um s andar n. 56, onde inorou o gene- 3
O ral Seara. O
o O
Aluga-se urna casa terrea na ra do
Sebo, n. 25 : a tratar na ra da Gloria, n. 91.
Aluga-so segundo andar do sobrado
n. 19 da ra Nova : a tratar na loja do mes-
mo sobrado. __________
Compras.
Compra-se urna escrava que saiba co-
zer, engommar e cozinhar, e que seja de
boa conduela : na ornea da Independencia,
n.15.
Couiprrm-se Ccadciras em bom uso,
menos de Jacaranda : quem ti ver, annun-
cie.
Compram-se patacOes mexicanos e
cruzados novos : na esquina do I.i vi amen-
to, loja de 6 portas.
Compra-se o manual do destilador
na ra doSsbo, n 20.
Compra-se o quarto volume dos Lin-
cas da ventura, ou mesmo toda a historia :
na ra do Queimado, n 24.
Compram-se uniformes militares, usa-
dos,sendo de ouro ou prata: na ra do Quei-
maiio, 19, primeiro andar.
Gompra-se um braco de balanza gran-
de e um dito de dita de balco com 4 pal-
mos : na ra da Cadeia do Recite, n. 23. Na
mesma casa, vende-se um terno de medi-
das de pao do padrflo moderno.
No becco do theatro de S.-Francisco,
por cima do boliquim,segundo andar, com-
pra se um moleque cozniheiro, do boa con-
ducta, e que nao lenha vicios nem acha-
ques : paga-se bem : tamben) se aluga em-
quanto nao se acha para se comprar.
Compram-se os ensaios sobre a esla-
tislica das possessOe portuguezas no ul-
tramar, escriptos porordem do governo de
S. M. pelo concelheiro J. J. Lopes de Lima:
na ra do Amorim, n. 36, ou annuncie.
Na ra Nova loja de funilero, defron-
rc da Conci'icao, compra-se toda a qualida-
de de metal velho, a saber: zinco, chum-
bo, lauo, cobre, estanto, bronze, vesn.ute,
etc. _________
Vendas.
Na ra estreila do Rozario, n. 1, ta-
berna do Pocas, vende-se vinho do Porto
muilo velho o melhor que pode haver, a
640 rs. a garrafa, c a ranada a 4,000 rs ; vi-
nagro pagan, a 800 rs. a ranada, o a 120 rs
agarrafa; presuntos pa*a fiambre, a 400
rs. ; ooulros muitos gneros bons e bara-
tos.
Vendem-se 200, ou pouco mais lijlos
de cacimba : na casa terrea da ra da Con-
ceicflo da Boa-Vista, onde se poder ver, a
fallar com o donoque he o propietario do
mesma, JoSo Leite Pita Ortigueira,) na ra
da Cruz, n. 12.
Pechncha.
Na ra do Queimado, violo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se luvasde pe
lica inglezts e multo novas, para homcm e
senhora, a 1,000 rs. o par; panno lino,
muito bom azul e cor de azeitona.a 3,000
rs. o covado ; crtesele fustSo branco, a 500
rs. ; lencos de seda de cores para agibei-
ra, a 1,000 rs.; ditos de selim para grvala,
a 1,000 rs.; e outras multas fazendas por
commodo preco.
m m
?' Cassa-seda moderna. 4
f> Vendem-so corles de vestido de 4
it cassa-seda transparante,padrOesmui- $
V tu modernos, e fazenda a mais su- 0
> perior possivel, tanto em gosto como
t) em qualidade : na loja do sobrado 4
# amarello, nos quatro cantos da ra $
# do Queimado, u. 29. 9
i
$***?***??>**?**..
Vende-se urna armaeo proprU par
qualquer estabelecimento : no Atierro da
lloa-Vista, n. 70.
Adamson llowie & Companhia na ra
do Trapiche, n. 42, acabam de recober de
Inglaterra um excellente sortimento lo sel-
lins da melhor qualidade ; bem como lindas
mantas de casini'ra, cabecillas, estribos de
ac : tudo se ven lera por precos rasoaveis.
Garrafas varias.
Vendem-se gigos com garrafas
vasias, no armazem do A nuca, no
caes da Alfandega a tratar com
Manoel da Silva Sanios.
-Vendem-so 16 escravos, sendo: dous
escravos carreiros ; um oplimo nioleque
de 15annos, de bonita figura ; dous milla-
tinhos de 18 annos, ptimos pageos; 3 es
cravos mocos ; duis negrinlias de 14 a 16
annos ; 4 esclavas innQas do bonitas figu-
ras : todos por preco commodo : na ra
Direila, n. 3.
Vendem-se manteletes de
chamalote prelo, o melhor possi-
vel, por barato preco : na ra do
Queimado, loja n. 17.
Vende-se urna parte dos sobrados d-
tres andares, ns. 14 e 16, sites na esquina
da roa da Cadeia, defronte do Iheatro de
San-Francisco : a falla rno primeiro andar
dos ditos, com Joaquim TcixHra Peixolo.
Chegaram ltimamente as
melhores macasem barricas, bas-
tante frescas, grandes e bonitas, e
vendem-se por commodo preco,
tanto em barrica, como a retalbo:
na arcada da Alfandega acbarao
com quem tratar.
Vendem-se queijos londrinos, presun
tos muito frescaes, frascos com mostarda,
ditos com (rucias, botijas de corinthos, fias-
quinhos de molho para carne, e oulro
objectos: tudo chegado ltimamente di
Liverpool na galera Seword-Hik : na ra 1!
Cruz, n. 7, armazem de Davis & C.
Vende-se urna colleccao de
ferros decirurgia, indispensaveis
a todo o operador. Na ra do Ro-
zario larga, n. 36, segundo andar.
--Vende-se 11111 pardo bom cozinheiro, o
que engomla soffrivelmenle ; duas ditas
para todo oservicode ra, por serem bas-
tante robustas ; 2 moloques bem prelos, um
de 1.") anuos e 0 oulro do 20; una parda
que cose.soffrivelmente, e he propria para
tratar de crianzas e para lodo o servido de
um i casa : na ra da Cadeia, n. 32.
Para prsenle de festa
Mathii.de, por Eucemo Suf.,
excellente traduccao de Lisboa,
por Mendonca c Mello : 8 volu-
mes in 8.a
He este sem contradiccao o pri-
meiro romance d'liugenio Sue,
umito superior ao Judeo Errante
e aos Mysterios de Pars, por sua
importancia moral
Vende-se na ra do Hozario
larga, loja de miudezas de J. J.
Lodi.
Vende-se urna morada de casa na ra
de Colovello, n. 10, com bom quintal mu-
rado por um lado e fundo, chSos e cacimba
proprios : na ra do Queimado, n. 44.
Vendem-se superiores queijos de Mi-
nas a 560 rs. i oa ra Direila, venda n. 18
Vende-se, na ra Augusta, venda mu
baixo do sobrado que fui do Jos Mara,
n. 1, muito superior carne do serlSo, a 240
rs. a libra.
Vendem-se duas pretas mocas, de bo-
nitas figuras: na ra da Cadeia do Recite,
loja n. 53, se dir quem vende
Vendem-se 10 lindos moleques de 10
a 18 annos, sendo dous dos quaes cozinhei-
ros ; 8 pretos, sendo um delles sapateiro;
dous ditos para se liquidar contas, um por
400,000 rs., e o outro por 350,000 rs., to-
dos de 20 a 30 annos ; um pardo de 16 an-
nos, proprio para pagiin ; 3 pardas de 16 a
20 annos, com habilidades ; urna dita de 20
anuos, com habilidades tendo dous filnos,
um de um anno e oulra de 5 annos; 8 pre-
tas de 14 i 25 annos, com habilidades,
iue sito proprias para todo o servico : u.
ruadoCllegio, n. 3.
-- Vende-se urna parda do 20 annos, com
principios de costura, por preco commodo
na ra do Queimado, u. 14, so dir quem
vende.
Na ra Nova, n. 38, vende-se um mo
leque, de 12 a 13 annos, muito bonito, sen.
vicios nem achaques.
Flhii.has para 1850.
Na livraria ns. 0 o 8 da praca da Indepen-
dencia, vendem-se as bem conhocidas fo-
Ihinhas impressas nesla typograpliia, das
segnintes qualidades:
FOLIIINIIA I)F. PORTA contendo o kalen-
dario, tabellas de triados, dias de audien-
cia o resumo de pocas nacionaos egeraes.
liITA DE ALCIBKIRA contendo o mesmo
cima, e um resumo de chronologia, a qual
tamhem d preamar, e tem urna coIIocqo
de remedios esegredos uleis para uso do-
mestico.
DITA DE DITA com o almanack dos em-
pregados civis, ecclesiasticos, militares, ad-
ministrativos e a nomenclatura de-todos os
estabelecimentos fabris, mercantis e indus-
Ultima moda.
Vendem-se ricos manteletes de chmate-
le, de tafet e de bico; lindos chapeos do
seda parasenhoras; luvasde pollica bran-
cas, pretas e de eores; luvasde mal ha lim
pretas ; e cortes de cambrnia fina imprimi-
das, chegados pela Mintrva, ultimo navio
viudo do Havre: no Aterfo-.!a-Boa-Vist.i,
loja, n. 1.
lo ni c barato.
Vendem-se sapatos sabidos hontem da
alfandega, decouro do lustro para senho-
ra, a 2,000 rs. ; ditos de sol e vira para ho-
mem, a 6,000 rs.; ditos do urna sola, a 4,000
rs. ; ditos do sola e vira, chamados do Nan-
tes, a 5,000 rs. ; meios botins gaspeados
para hornero a 7,000 rs : na loja de mlule-
triaes, o qual se adicionou um resumo es- zas j Joaquim llenriqucs. junto ao arco do
talistico da cidade do Recite ; a demonstra- s,-Antonio.
cSo das freguezias, termos o municipios das
comarcas da provincia e finalmente a tabel-
la do nascimonto o ocaso do sol para regu-
lamento dos relogios, organisada pelo ex-
cellente piloto Portugal, desaudosa lem-
b ranea.
Xarope do bosque.
SALVAgAODEMAlSUVIAVIDA.
Eu abaixo assignado, morador na ra da Val-
la, n. 10, tendo padecido por espaf o de 13 an-
nos do mal de asthma, proveniente de uina
constipaban que apanhei quando morel no lu
garchamado Ponta-Negra, no districtu de Ma-
rica, durante este lempo nuoc cessei de lo-
mar remedios, uns suplicados por amigos
incus uniros por professorca a quem cnsul-
tei ; por lim desengaram-ine que o tneu mal
nao tinha ciara, por ser ja muito anligo ; eu
nesta triste situ.ifSo, com os ataques continuos
<|iie me perseguan) em todas as mudancas da
lua, e com o desengao de nao poder ser mais
curado, esperava a morir a todos os momentos
em que me vinham os ataques, porque llcava
tSo mi iin,-adu,i| ir perda a respiracao ; e assim
que me passava a malar frca do ataque come-
ca-me ento urna tosse lo forle.que nem dei-
tado, nem de maneira atguma poda socegar,
e para descansar algum.is poucas horas, pasia-
va recostado na cabecrira da cama. Ha sele
annos para ca, quando vim para a corte, fui
aconsrlhado para ir residir fra da cidade, e de
tomar de lempos ein lempos vomitorios de
poaia : assim fi, porin tudo foi intil. Con-
liim ivaoi os mesmos ataques da mesma manei-
ra : j cansado de lanos soMViinenlos vullei
para a cidade : nesla occasi.io disseram-me
que hara um novo remedio que curava a
asthma, e que se vendia na ra do Hospicio,
i). 40. Ora. en tendo j gastado tanto dinheiro,
e na tendo obtido resultado algiim favoravel,
pouco esperava do lal remedio ua,oja do Hos-
picio, n. 40 ; porm nao foi o iiu..*!) esperava.
foi a iiiimIi.i s.ilvaco Comprei urna garrafa rio
xarope do bosque, que be o tal remedio que l
iuipagavel remedio : desde o dia em que prin-
oipiei a tomar a primeira dsc logo scnti_que o
remedio comrcava a fazer-uie bem ; nao me
riiganei, fui iodos os dias a melborar at aca-
bar urna garrafa, e ha j un inez que nao sei o
que he ataque de asinina. Dos prolongue os
dias de vida ao descobridor deslc ti) precioso
reme io para bem da bumanidade sodVcdora,
assim como eu ; digo, c sempre o direi, que o
xarope do bosque lie um grande e excellente
remedio para as molestias do pello.
Esta minba dpclaraco foi feila de omito nii-
11 i livre vontade, e em reconbecimento ao
bom (licito ; poi t-nlo, recouiinendo a to-
dos os que sol, ii.in, assim como cu soflri,
que nao percain tempoeni ircm ra do Hos-
picio, n. 40, comprar o ncomparavel xarope
do bosque, para gnzarem do que eslou gozan-
do, que be de minha peifeita sade.
Todo o cima referido juro aos sanios eviu-
golbosquo be verdade ter eu soffrido.
Rin-dc-Janeiro, 14 de agosto de 1848.Jos
Antonio I-i Silva.
Ileconbeco verdadeiro o signal supra feilo
peranle niini.laiu/uim Jos de Castro.
Vende-se na rua dos Quarteis, n. 12.
-- Augusto Colombier, com loja na rua
Nova, atrs da matriz, ns. 2 o 4, vende lio
ni los chapos fiaiicezes para homem ; ditos
de palha iberios para S'mbora ; ditos de ca-
bello ; ditos ue renda ; remedio ptimo pa-
ra as pessoas quebradas que so boas fun-
das de todas as qualidades ; bom couro de
lustro francez ; bonitos jarros do porcella-
na para flores natnraes ; bonitos lencos de
seda para homem e senhora ; sapatos de du-
raque para senhora, a 1,000 rs. ; ditos do
inarrii-iipin, a 1,000 rs. ; perfumaras; ap-
parelbospnra cha, de bom gosto ; lencos de
cambraia de liuho bordados : ludo a di-
nheiro i vista.
Vende-so urna preta crioula, do .10 an-
uos pouco mais ou menos, qiie cozinha o
diaiio de uina casa, lava e trabalha bem de
enxada, por ter sido do matlo : na rua No-
va, n. 28.
Arroz grvido de vapor :
vende-so por preco mais commodo do que
em outra qualquer parte : no armazem que
foi do fallecido Braguez, ao p do arco da
Conreig3o.
Esl no resto.
Vende-se farinha de araruta do superior
qualidade e ltimamente chegada a esle
mercado em barriqoinhss de arroba c mca,
pelo diminuto pceo de 3,000 rs. a arroba
no becco do Azeilo-de-Peixe, armazem de
Francisco Antonio da Rosa.
A 7,000 rs.
VenJem-se chapos franeczes da ultima
moda : na rua do Queiit.ado, n. 10, teja no-
va. Na mesma loja ha, alm de muitas fa-
zendas modernas, de bom gasto c por pre-
go commodo, luvas de pollica do cores para
hnmom e senhora, muito baratas, pannos
linos de cores e preto, a 5,000 rs.
----JES! S CmilSTO PERANTE O SE-
culo, por riosellyde Lorgues, ex-
cellente traduccao portugneza, i
volume.
Luiz de Camoes, obras enripe-
las, ntida edicao em 3 volumes,
empreliendidu por liarrcto l'eio,
em Hamburgo.
Vendem-se estas a obras mui
bem encadernadas na rua larga do
Hozario, loja de miudezas de J.
J. Lotly.
Vende-se um prelo crioulo, novo e de
bonita figura : na rua do Queimado, loja de
terrngens, n. 14, se dir quem vende.
Pannos linos.
Vende-se excellente panno lino cor do ca-
f, pelo diminuto pieco de 3,500 o 4,800 rs.
o covado ; dito preto, a 3,000, 3,500, 6,000,
7,500 e 8,000 rs. o covado, prova do liiii3o:
oa rua do Collego, n 1- loja da estrella.
Novo sorlmenio de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 6. ao p
do lampeao.
Vende-so cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores fixas e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado ; cassa frauceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; riscadinho de lis-
tras de lintio, a -240 rs. o covado; brim de
algodSo de cores com listra o lado e de bo-
nitos palrOes, a 320 rs. o covalo; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varas e urna quarta ; cassa preta com
ramagem branci. pura lulo, a 140 rs. o co-
vado ; zuarto de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado; risco-
do monslro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de laMutana, a 300 e
800 rs,; cobertores de algodilo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
Vendem-se, na rua Augusta, por b)i-
xo do sobrado que foi de Jos Mana, n. 1,
as superiores lingoic,as do sertiio, sendo de
sevado, e algumasde vacca, o melhor pos-
sivel, pelo preco de 320 rs. a libra.
*
p>
*

r
->
P>
'>
l>


i
4
4!
<5
Na loja do sobrado amarello nos
quatro-cantos da ruado Queimado,
ii. 29, vende-se um grande sortimen-
to de casi miras elsticas de cores o
bons padi-Oes. a ."ye 5/3000 corto
cortes do calcas de lila flngilldO ca- ^?
simira, a 1,800 rs. ; ditos dfl brim *%
Ir.'.DQudn decores, a 1,440 rs.; di-
tos de dito amarello, de puro liuho,
a 1,440 rs. : ditos de dito hranco, *jJt
1,000 rs. ; c OUtraS miiitasj'azenda/^
baratas. OftAA *. *A A.' V ^^*.4tAt&
-- Na lojn de Maya Ramos ,\ Comiianbin
ha una inleressante obra, intitulada Ma-
nual annuario da sade, ou medicina e
pharmacia domesticas, contendo todos os
conhecimontos theorlcose praticos neces-
sarios para cada um saber preparar o em-
pregar por si mesmo os medicamentos, o
com. pouca despeza, di maior parte das
doenoai curavois e procurar um allivio qua-
si equivalente a sado as doencas incu-
ra veis e ol ron iras, por I'. V. Ilaspnil. Como
poderei eu cbamar-me doutor quando to-
dos vilo ser, sem muito lrab;ilho,.ino dou-
tos como eu?
Ca! de Lisboa.
No Rio-Formoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vendem-se barris com cal virgeni
do Lisboa de superior qualidade, por pre-
50 commodo.
Viiilio de Bordeaiix,
das mais superiores qualidades ; bem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, j muilo apreciado, tanto aqu como na
Kuropa : vende-se em casa de Kalkmann
Irmfius. na rua da Cruz, n. 10.
Salsa-parrilha de Sands
para remover o curar radicalmente to-
das as enfermidades que proceden) da im-
pureza dosangue, 011 habito do systema.
Esta medicina est operando constante-
mente curas quasi incriveis de molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas incitadas, ervos incolhi-
dos, e os ossos meio arruinados, ficou resta-
blecida com toda sua saude e fnreas. o
doentc escrofuloso, coberto de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o servia,
ficou perfeito. Centenares do pessoas que
tinham soffrdal[ por annos, a ponto de de-
sesperen) da sua sorte I molestias cutneas,
glndulas, rheumatismo eliminen e muitas
outras enfermidades procedentes do desar-
ranjo dos orgfios de seoreeo e da circula-
en", teem-se erguidoquasi milagrosamente
do leito da morte, e hoje, com constituicOes
regeneadas, com prazer attestam a eflica-
cia desta inestimavel preparacilo.
Comqnanto tenham apparecido grandes
curas at aqui produzidas pelo uso desta
estimavel medicina comludo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais 110-
taveis.
New-Fork, 22 de abril de 1848.
Snrs. A. B. e D. Sands. Julgando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
blico em geral, reroetto-vos este certifica-
po das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rilha para que oulros que hoje est.lo sof
frendo estabelecam melhor a sua confian-
Ca e facam sem demora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido com urna grande feri-
da no tornozelo, que se estendia pela canel-
la cima at ao joclho, lanQava grande por-
C?io de nojenta materia, com comichOes
que rneprivavam muitas noites do meu des-
canso, c eram muito penosas de supportar.
O Sr. Diogo M. Connel, quo havia sido cu-
rado com a vossa salsa-parrilha, recommen-
dou-me quo eu fizesse uso della e depois
de haver tmalo cinco garrafas fiquei per-
feitamenle curado.
Tenho demorado um anno mandar-vos
este certificado para conhecer com certe-
za se a cura era permanente, e tenho agora
a maior salisfac.30 em declarar que nSo te-
nho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo este tempo, e acho-me perleita-
mcnle restahclccido. Sou vosso, etc.
Snrak M, lntire.
240, rua Delancoy.
Nesta provincia o nico agente deste mt^
ravilhoso remedio he Vicente Jos de Brito,
mi mi Ano


'4
Vcndem-sesapatoes de conro
de lustro para homem e meninos ,
ditos de bezerro francez; ditos
lirancos para homem e meninos,
chegados liontem : na ra da Ca-
deia do Recife, loja n. 9.
~ Vendem-se relogios de ouro e prat,
patentes ingleses : na ra da Senzalla-No-
vi, n. 42.
-- Ven.lem-se cautelas dalupe, cujas rodas andam no dia 14 do cor-
renlc: na ra Diroita, n.7.
Vende-se muito superior fa-
rinha gallega em meias barricas :
ua ra da Cadeia do Hecife, es-
criplorio de Deane Youle & C. ,
mi no primeiro armazem do becco
i\o ('.nuca I ves.
No armazem do barateiro
Silva Lope?, na porta da alfande-
ga, vende-se farinha de trigo de
IMiiladelpbia muito nova e a mais
super or que tem no mercado ; e
barris com (igos de comadre, mui-
to novos.
Arados de ferro.
Na fundig.lo da Aurora, eni S.-Amaro,
vcndem-sc arados de ferro diversos mo-
delos.
AGENCIA
da fundico Low-IIoor,
RA 0A SKKZALTA-OVA, N. l\1.
Reate estabelecimento conti-
na a haveium completo sorti-
mento de moendas e meias mocn-
das, para engenbo ; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa de N. O. Ilieher & C.
i ra da Cruz, n. 4, aleoilflo trancado
daquella fabrica, muito pmprio para saceos
do assucar o roupa de escravos.
Cha brasileiro,
- Vende-se clin hiasilciro no armazem de
noltMltarv alir.s (!o Corpo-Santo, n. 66, o
mais asedente cha produzido em S.-Pau-
lo que leni viudo a este mercado, por
prego muito commodo.
Moendas superiores.
Nafundigode C. Starr A fompanhia ,
em S.-Amiro arham-se a vemla moendas
de caima, todas do Trro, de um modelo e
conslrucgfo muito superior.
des fumantes de bom gosto.
No armazem de mlhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, dictados
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-Flix, e de oulras militas
qualitlades que se venderSo mais barato do
que em outra qunlquer paite : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
milho, que se estilo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Corles de brim de cores
com lislrasaoladoj a
1,280 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
lislrasao lado, a 1,280rs. ; riscado de al-
podSo ameiicano, pioprio para escravos, a
lio rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina qur volta para a cadeia.
A 430 e 560 rs.
Vendem-se castas francezas de cores fi-
xas e de bonitos padrOes, pelo barato pre-
go de 480 rs. a vara; chitas largas france-
zas e de listras cor de ganga c cor de ciuza,
pelo barato prego do amarello de puro linho, pelu barato pre-
go de 640 rs. a vara : na ra do Crespo, n.
14, luja de Jos Francisco Dias.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dosos-Santus.
Va ra da Cadeia, n. i>2,
vendem-se por atacado duas qualidades,'
proprias para saceos de assucar e roupa de '
escravos.
Ruarles de furta-cres a
Hi rs. o covado e ris-
cado monslro a 20 rs.
Vende-se zuarle de furta-cres muito
encorpadu e com 4 palmos de largura, pro-
prio paia escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra iio Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
Veiidem-se cortes de cambraia deco-
res pelo barato preco de 2,000, 2,400, 3,000,
3,500 e 4000 rs. ; ditos brancos com barra a
5,000 rs.; ditos de cambraia de seda a 3,000
e 5,000 rs. ; ditos de balsemiras de cores
a l.uu :.-.. ; meias para senhora a 280, para
menina a 160 e para menino a 100 rs.; e ou-
lras muitas fazendas por barato prego : na
ruado Crespo, loja u. 15, de Joaquim de
liveira Maya Jnior.
Vendem-se hons queijos londrinos,
ditos de prato muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, ditos porluguezes para panella, Utas
com 2ellbrasde marmelada, ditas com
buUcliiuha de Lisboa, ditas de sardinha, di-
las com hervidlas, frascos com conservas
ioglezas, queijos de quallia vindos do Cea-
ra, por barato prego, mantas de loucinho
inglez de lumt iro.oe 7 a 8 libras cadauma,e
outros mullos gneros de boa qualidade :
na ra da Cruz, no liccife, n. 46.
Tetras para engeffho.
,\'a fumligSo de ferro da rna do Brum,
icaba-se do receber un completo sortinien-
tode taixos de 4 a 8 palmos de bocea as
Novos gambreSes a 3,000 rs o
corte.
Vendem-se superiores cortes de caigas de
gambreSo, com 3 covados e meio, pelo di-
quaes acham-s<; a vomia por prego com-1 minuto prego de 2,000 rs. o corle, esta la-
ua da Madre.-de-Iieos,
ltimamente de Lisboa o de
de superior qualidade, a 1,200 rs.: no pa-
leo da ribeira de S -as, n. 5, venda.
Saccas com fardo novo,
de O a 90 libras, a 5,?:
vendem-se no armazem de Antonio Aunes,
no caes da Alfandega, e nodo Vicente Fer-
reira da Costa, ua
chegadas
Franga.
Xaropc deangico e cho-
cla le de sade.
Acaba de chegar do Maranliiio, aonde he
fabricado, um novo sorlimenlo (lestes dous
objeclo9, ja bem conhecidos nesta cidade
por muitas pessoas que teem feilo uso dol-
lea, as quaes conlinunm o seu bom resul-
tado : vendem-se no mesmo lugar do cos-
lume, na venda da ra da Cadeia do Itecile,
n. 25, defronte do llecco-Largo, pelo mes-
mo prego de mil rs. cada garrafinba de xa-
rope e 6*0 rs. a libra do chocolate de n. 3,
e 800 rs. o de n. 4.
Farinha de trigo ame-
ricano.
Vende-se farinha de trigo americano, da
muica Brand-Wine, cnegada ltimamente,
por prego commodo : em cusa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Vende-se um grande banheiro de fo-
Iha de Flandres, bem feilo, enveinizado,
com carrinho de mover, con. 3 rodase tor-
neia para despejo das agoas, o juntamente
tem um cylindro bem feilo que serve de ac-
cendei fogo par esquentar agoa dentro do
mesmo banheiro: lambem se vende um
caixlo com fcriagcns proprias paia mar-
ceneiro ; 3 livros em francez em mao esta-
do, por barato prego urna porg3o de fl.ui-
dres d.i folhas grandes e pequeas : quem
quizer annuncie.
Na ra do Sebo, n. 10, vende-so urna
carroga para boi, muito em conla. Na mes-
ma casa aluga-su o bem condecido mole-
que Junas, muito liel, bom comprador, sof-
frivil cozinheiro, e nflo tem vicios uem
achaques.
Vendem-se lingoigas de porco do ser-
illo, a 320 rs. a libra ; caine do serillo, a 210
rs.; quuijcs do reino, a 1,400 rs. ; feijilo
miil.itinlio, a 320 rs a cuia ; e t utros mi-
tos ohjeclos: ludo de ba qualidade: nos
Qualio-Caiitos-da-Boa-Vista. esquina do S -
Colgalo, por bixo do sobrado n. 1.
Sal do As.su.
Vende-se a bordo do brigue Sociedade fun
rnodo o com promptid3o enibarcam-se,
ou carregam-seom carros sem despezas ao
comprador.
Cera em veles
Vendem-se caixas com cera em
velas fabricadas no P.io-de-Janei-
roem urna das melbores fabricas,
sortimenlo ao gosto do comprador,
e por pceo mais barato do queem
outra qualquer parte: a tratar
com Machado & Finbeiro, na ra
do Vigario, n. lg, segundo andar.
Vende-se arroz a cincuenta ris a li-
bra, sendo a arroba ainda por menos: no
pateo do Hospital do Panizo, venda n. 20.
Vendem-se saccas com farinha muito
boa e bem torrada, por prego commodo : no
armazem do finado llraguez: na ra da Ca-
deia, so p do arco da Conceig.lo, n. 6 0, ou
a fallar na loja de JoBo Jos de Carvalho-
Moraes, eno mesmoarniazcm.
Para quem ti ver bom
posto.
Vendem-se redes de cores muito grandes p
e muito bonitos padrOes, e o melhor que -^
tem apparecido nesle mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
A 2,720 rs. cada un
corte.
Na loja de Guimariles & llenriques, ra
do Crespo, n. 5, vcndem-sc novas cassas
parisienses, padres muito mojemos, pe-
lo barato prego de. 2.720 rs. cada um corte :
esta fazenda se loma muilo recommenda-
vel pela superior qualidade e barato prego.
Vendem-se amarras ue i/rro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Cera decir na ba.
Vende-se cera de carnab de superior
qualidade, chegada prximamente : na ra
da Moda, n. 21, primeiro andar, se dir
quem vende.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda
feiia a moderna e com um pequeo uso,
sendo 18 cadeiras, duas ditas de bragos, um
par de ronsoloscom lampos de pedra, urna
mesa de meio de sala com lampo tamhem
de pedra, e um soph : na ra da Cadeia de
S.-Antonio, n. 18.
Vende-se um piano ingle/, de mesa, i
de mogno, em meio uso, encordoado de
novo, com mullo boas vozrs, por prego
commodo : na ra do Livramento, u. 27.
Armacao.
Vende-se a armacilo da loja do Aterro-
da-Boa-Vista, n. 78, por prego commodo :
a tratar na inesma roa, n. 58, loja.
Na ra do Queimado, n. 22, loja
de chapeos de Domingos Francis-
Uamalho, vendem-se chapos de
palha Ja Halia, pelo diminuto prego de
2,5110 *t 5,000 rs. A clles anles que s aca-
bem. Tambem ha um sorlimenlo de cha-
peos pretos para homem e meninos; bo-
netes para os ditos; ditos para militares,
lano de linhaeomo de guarda nacional ;
um sorlimenlo de jogos de visporas ; esto-
jos para barba ; ditos para costura: ludo
por mais barato prego do que em outra
qualquer parte.
Vendem-sc caixas com cem charutos
zenda lrn-se recommendavel pela su
boa qualidade ja bem conhecida, de boni-
tos padrOes : na ra do Collegio, u. 1, loja
da estrella,
Vende-se urna escrava de nag3o Cosa,
de 35 annos : no pateo da ribeira de S.-Jo-
s, n. 5, venda.
ricos mantele-
Os mais
tes e capotilhos.
Vendem-se os mais asseiados mantelete:
e capotilhos de chamalote de seda e gor-
gurilo, os mais ricos que teem apparecido s
na ra do Queimado, n. 9.
Vinho generoso.
Vendem-se barris com 12 caadas de vi-
nho generoso do Porto, com 20 auno, per
ser da cclheita de 1830 : este delicioso licor
he muito apreciado nos tostes, e por isso os
amadores devem aproveilar a occasiSo : o
prego he commodo : no armazem de Dias
Remira, no caes da Alfandega.

o
c^i
r.
J = ~
a
VI
o
o
s:
o'"
o
fe til
m 3 c -
- h 2 2"
- S-S-0
, eaj.1
_ S o o o
-.=-' o
O S c S e -
'2frii.ll
03 -fa
-
s gj
i n
o
eoTJ
e o E o
filil
fcJD
- x c c
2 2 -! S?
e
3 S
ii K O ^ .
-ry -.-3 a> to
>

3 v c .
"1
5-'.' o .
CEE2
o
. = "O
?. ~ o a
ES5-5-E
de mandioca.
farinba de Sanla-
superior que ha no
C =
- a
0 .O X
***
Farinha
Vende-se
tlieus a mais
mercado a bordo da sumaca Bella-
Arelina, fundeada defronte do
caes do Collegio, ou na ra do Vi-
gario, n. 19, 1. andar, a tratar
com Machado & Pinheiro.
1 Chapeos do Chile de I
superior qualidade. ;'
* a
^ Na ra do Collegio, n. 9, recebeu-se -JJ
% um luido sorlimenlo desles taoaprc- '$&
i% ciados chapeos, que se vendem por
prego commodo.
M I
fcnwiMptiww ^wmttm'mwm
Vende-se urna escrava cri-
oula, bonita figura, propria para
qualquer servico de urna casa ; na
ra da Cadeia do Hecife, loja de
Jo5oda Cunha Magalhes, n. 51.
NaruaXova, n. 5,
Vendem-se dous lindos mulatinhos para
pagens, sendo uindellesbom bolieiroeco-
peiro, e que he muito civilizado ; um par-
do bum olTicial de alfaiate ; um moleque de
nag3o, que he muito bom cozinh eiro e de
boa conduela oque se aanga ao compra-
dor; um moleque do 18 annos, bom olTi-
cial de alfaiate ; dous prelos bous trabaja-
dores de enxadas ; duas pretas com habi-
lidades ; una mulatinha de 14 annos, com
principios de costura e engommado ; duts
pardas com habilidades.
Vende-se um rico e novo aderego com
scus brincos e allneles, todos de diaman-
tes, da-se por metade do que custou ; una
correte com 42oilavas; um cnrdSo gros-
so roiii 18 oilavas ; um trancelim de lila-
grana com 24 oitavas, e alguns aneloes com
biilhantes: na ra antiga dos Quarteis,
n. 8.
Vende-se um muito bom carro de 4
rodas, pouco usado, par* um ou dous ca-
vallos, capaz de levar sele pessoas, e de p-
timo gosto, com todos os|arrelos completos,
e que he muilo proprio para urna familia :
no Recife, cocheira do Sr. Augusto, no ar-
co do Bom-Jesus.
Vende-se urna porgfloda melhor agoa-
ardente de Franga (pal Brandy] que ti m
vindo a este mercado, em caixas de urna
duzia ; e igualmente muito bous charutos
da Baha, por prego muito em conla : na ra
da Cadeia do liccife, n. 48, casa de Augusto
S. Corbelt.
Vende-se urna preta de nagSo, de 20
annos, de muito boa figura, que cose, en-
gomma, cozinha, ludo bem feio ; urna dita
com urna cria de 10 mezes, a qual cose e faz
lavarinto ; 3 escravos inogos, de muito boas
figuras, bons para lodo o irabalho ; 2 mu-
latinhos de 10 annos, bons para servirem a
urna casa, ou para aprenderm um oflicio ;
um pelo bom ofllcial de sapateiro e bom
pagem : na ra do Collegio n. 21, primei-
ro andar, so dir quem vende.
Ultimo gosto.
Vendem-se os melhoies chapeos de mas-
sa franeeza que teem vindo este anno, tan-
to em forma como em boa qualidade ha
pira cabega bastante pequea, a 7,500 e
8,000 rs. : na ra do Collegio, n. 1, loja da
estrella. .
Vende-se espirito de 37graos, a 1,200
rs. a caada, e 160 is a garrafa : na ra da
l'raia-de-S.-ltila, n. 1.
Vendem-se bilheles da lotera de N. S.
do Guadalupe, que ba de correr no dia 14
do correle; os inteiros a 8,500 r. e os
n-eosM 5,ooo rs : na ra do Queimado, n.
53, loja de miudezrs.
Nao | ole ha ver maor
pichincha.
Farinha de mandioca.
A melhor farinha que se acha no merca-
do vende-se a bordo da garopeira fundea-
da defronte do Passeio-Publico, a prego de
2 "00 rs. o alqueire da medida velha, e sen-
do em porgOes se tratar com quem so acha
a bordo, que poder vender por menos.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Saoto. n. 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturaren! mais que as de espermacete,
e n8o fazerem morrSo.
Folha de Flandres
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na ra do Amorim, n. 35, casa de i. 1. Tas-
so Jnnior.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo estabelecido de-
baixo das mesmis condigoes, oflerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho branco de Lis-
boa por220rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de llonleaux por 160 rs.
garrafa levando o casco. NSo se adniirem
os fieguezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pre-
co, embora este genero tenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examinem os
amantes a qualidado para reconhecimento
da verdade e continuago da antiga fregue-
zia. E para nSo haver usuras, eslo promp-
tas garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barris de diversos ta-
manhoa para provisito do prximo Natal.
O proprietario conla com a concurrencia ;
do contrario, tornar9o os pregos do reta-
Iboa primitiva de240e 280rs. a garrafa.
Deposito de Potassa.
Vende-se multo nova potassa
de boa qualidade, em barriszinho.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como ja ha muito
tempo se nao vende: no rtecife,
na da Cadeia, armazem n. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
0 Na loja do sobrado amarello nos 3)
^ quatro cantos da ra do Queimado, \
C n. 29, vendem-se cortes de vestidos n
0 de seda do cores com 22 covados a 25, ^
O
6
O
0
im aeua uu cures cun zz tomos a za, t&
28 e 30,000 rs. cada corte ; cassas- >
chitas as mais modernas e de cores
fixas, a 800 e 900 rs. a vara ; chitas
O
diado na volta do Forte-do-Mallos : a lm-
-- Vendon.-se chspeoszinl.os, ricamente! lar com o capilSo a bordo do dilo brigue,
enfeitados, para meninos e meninas de um a ou no cues da Alfandega, armazem n. 3,! casimira pelo baratissimo prego de
Ires tonos : no Alerro-da-Boa-Vista, o. l.Jcom Jos Marcelliuo da Hoza. i rs. o corle.
Na ra do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se cortes de
4,500
francezas largas e muito bonitas de *?
desenhos, a 340, 360 e 400 rs. o co- O
vado ; un completo sortimento de O
mantas e chales de seda para dilTd- O
rentes pregos ; chapeos francezes da O
ultima moda; iengos brancos de fy
<3 cambraia de linho e oulras muitas O
{) fazendas de gosto: ludo por prego de 0
0 gradar aos compradores. q
0 O
Chapeos de palha e sa-
pa tos do Aracaly:
vendem-se em poredes por preco
commodo: na ra do Amorim, n.
36, armazem de A. 1. Vidal &
Companhia.
Para se acabar.
Vendem-se superiores cortes de cam-
braias finas antigs, pelo barato prego de
2,500 rs o coi te; bem como novos cortes
de cassa-chita, de lindos gostos, a 2,800 e
3,000 ri. o coi te : na ra do Collegio, n. 1,
loja da estrella.
I'erhincha.
Vendem-se corles de caigas de meia casi-
mira de lila, a 1,600 e 2,000 rs. o corte, bas-
tante encorpado; bem como meias para
senhora, a 200 rs. o par, e a duzia a 2,000
rs. : na ruado Collegio, 11. 1, loja da es-
trella.
Vende-se superior vinho de
Champanhe e farinha de trigo Ba-
rn : na ra do Trapiche, n. i.3
Vende-se farinba de man-
dioca muito superior de Santa-
Catbarina nos armozens de Fran-
cisco Dias Ferreira, n. 1, no caes
da Alfandega : a tratar nos mes-
mos, ou com Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche-Novo,
n. 34.
Casimiras a 3,5oo rs.
Vendem-se cortes de meias casimiras de
bonitos gostos, com tres covados e meio,
pelo barato prego de 3,500 rs. o cite ; ca-
simiras superiores, tanto em padrOes como
em qualidade, a 4, 5, e',011o rs. o curte :
na ra do Collegio, n 1, loja da estrella.
Vende-.-e um rico presepe, um piano
de Jacaranda quasi novo, urna mesa de jan-
lar com abas, ituns bancas de Jacaranda,
duas ditas de amarello de columnas, um
orstoriu com imagens, 4 mangas de vidro
com caluugas degesso, 4 quadroscom ima-
gens, um relogio de metal para cima de
mesa, urna cama de Jacaranda, una estan-
te, um candieiro, um diccionario de Cons-
tancio, a msica da Norma: na ra Nova,
armazem de trastes, defrole da ra de S.-
Amaro, n. 59, se dir quem vende.
Vendem-se quatro lindos molecotes de
18 a 20 annos sem vicios ; seis prelos bons
para todo o servigo, de 20 a 30 anuos; um
casal de escravos muito mogos, com um l-
Ito de 16 mezes, e que silo de boa conducta, I
o que se aliauga; urna preta com um til lio de)

10 mezos,a qualengomma, cozinha erse
perfeitamente ; urna linda mulatinha de 13
annos, com algumas habilidades e de hoa
conducta; duas ditas com todas as habilida-
des necessarias para urna rasa ; urna preta
de nago muilo boa cozinheira, quitandei-
ra c lavadeira, com urna filha de lannos
muito linda e com alguma habilidade ; tres
ditas com algumas habilidades e muito mo-
gas ; duas ditas de meia idade, assim como
outros mu i tos escravos: na ruada Cadeia do
Hecife, n. 40.
Vende-se urna escrava crioula de 18 a
19 annos, sadia e sem vicios, bem vistosa
a qual cose engomma. cozinha e tem urna"
cria mulatinha de mez e meio : na ra das
Cruzes, sobrado n. 16.
ptimo petisco.
Verjdem-se sardinbas em calda, vindas 1
primeira vez a este mercado, e o exceden-
te peixeruivo: na ra larga do Rozario,
n. 25.
Luvas de peluca a
640 rs.
Vendem-se luvas de pellica preta para
meninas, a 640 rs ; ditas brancas para se-
nhora, a 1,000 rs ; ditas de cores de supe-
rior qualidade, a 1,600 rs.; ditas para ho-
mem, a 1,500 rs. ; ditas bordadas para se-
nhora, a 2,000 rs.: na ra do Queimado,
n. 16, loja de miudezas.
Ricas franjas para cor-
tinados.
Vendem-se ricas franjas para corlinadqs,
com bolotas brancase de cores e sem ellas,
por prego mais commodo do que em outra
qualquer parte : na ruailo Queimado, n.
16, loja de miudezas.
lucas fitas.
Vendem-se ricas litas de setim lavrado e
de sarja, proprias tambem para grvalas de
senhora : na ra do Queimado, n. 16, loja
de miudezas.
Attencao ao barato.
Na ra do Livramento, n. 14, vendem-se
ricos cortes de vestidos de barra de lodj^
as cores; cambraia de seda de superior
qualidade; eassa-chila de ricos padrOes;
lencos de linho; panno azul e preto para
palitos ; o oulras muitas fazendas baratas.
--Vende-se um ca val lo alazilo. em boas
carnes e com carrego, ou troca-se por ou-
tro que sr-ja de carro : na ra da Roda, co-
cheira do Miguel.
fcSCTtVOS fU{*OOH
--Fugio, na noite do dia iodo corrente,
urna preta crioula, de nome Mar.< Benedic-
ta, natural da Parahiba, de 25 annos pou-
co mais ou menos, de bonita figura ; levou
vestido de chita escura, panno preto e si-
patos; suppOe-se estar escondida mesmo
nesta cidade, visto nSo ter o habito de sa-
bir a ra : quem a levar ra do Sebo, n.
20, ser recompensado.
lio Bbaixo assignado, morador em
urna das casas do arsenal de maiinha, fu-
gio, em o dia 8 do corrente, pelas nove ho-
ras do dia, um moleque crinlo, de nome
l.ino, de 19 a 20 annos, cOr fula, nariz gros-
so e chato : lem um denle da parte supe-
rior arrancado e urna marca de queimaiiu-
ra sobre um dos olhos, pernas arqueadas,
corpo grosso : levou camisa de algodloz-
nho e caigas de panno azul : adverle-se que
elle costuma a mudar de roupa e andar pe-
los suburbios da cidade, Ponte-do-Ucha,
Passagem-da-ltlagdlena; e como seja elle
muilo contiendo, roga-se, pois, aos capi-
ISes de campo e aquellas pessoas que d. lio
souberem, de o apprehenderrm e levarem
ao seu senhor, ou entilo communicarem o
que souberem a tal respejto, que serSo ge-
nerosamente recompensado.s
Thom Fernanda ladeira de Castro.
Desappaieceu, no dia 2 do co-rente,
o pardo Flaviano, de 18 annos pouco mais
ou menos, de estatura regular, bem pare-
cido, cabellos algum tanto carapinhados,
imberbe, olhos grandes, queixo fino ; lo-
vou caigas brancas de algod.lozinho tranga-
do, camisa de dito liso ; consta que ain la
permanece nesta cidade, pelo que roga-se
as autoridades pobciaes e ca piules de cam-
po, que o apprehendam e levem-no ra
da Cadeia de S.-Antonio, csa de Francis-
co Joaquim Cardozo, ou no engenbo de S -
Francisco da Varzea, que serSo gratificados.
Fugio, na noiledo dia 12 para 13 do
corrente, o preto Joaquim, crioulo, offlcial
de sapateiro, por ter roubado ao seu senhor
que he Francisco Antonio de Helio, mora-
dor na ra Dircita, n. 11, e levou perto do
100,000 rs. em cdulas e um alfinele de pei-
(o de ouro esmaltado e com pedras a rroda ,
0 qual lem os signaes seguintes : de 30 an-
nos pouco mais ou monos, estatura regu-
lar, grosso do corpo, bem prelo o barbado
com suigas, rosto redondo, falla lina, mida
calgado ; levou caigas e camisa brancas; lie
natural do Rio-Grande do norte, e foi com-
prado nesta praga ao Sr. Jolulo l'ortella da
Silva. Roga-se as autoridades policiaes,
capitSea de campo ou outra qualquer pes-
soa, que o apprehendam e levem-uo a dita
casa, que serSo generosamente gratifi-
cados.
Fugio, no dia 10 do corrente, a preta
liosa, de nagilo, de 50 anuos pouco mais ou
menos, de cor preta, cara redom'a e lus-
trosa, l'eigOes ainacacad>s, baixa, nadegas
empinadas, andar cambaio, ps pequeos,
com urna eslrepada nasula do p direito o
un,a IVi na no dedo pequeo du pe esquer-
do, e os dedos grandis ruidos de bixos ;
lem a pelle'dos bragos enrugada e sinzent,
com falla de denles na frente do lado in-
ferior, fulla que se percebe ; levou sai de
chita, camisa de algoiiozinbo com man-
gas de madapolflo e panno da Costa azul,
ludo vellio ; foi encontrada no Aterro-dos-
Afogados: quem a pegar leve-a a ra do
Kaligel, casa de l.uiz Marques da Silva Mel-
lo, que gratificar.
Fugio, no dia 6 do passado, o preto
Benedicto, de imgilo, de 18 anuos, pouco
mais ou menos, sem barba ; levou camisa
de madapoln e caigas de liscado largo ees-
curo ; de altura regular, corpo fornido,
Leigos grossos, bocea grande, ps e mao*
grandes : quem > pegar levo-o ra es*
trenado Rozario, 11. 43, segundo andar
que sera gratificado. '
PlaN. : na ttp. de m- t. DE Fiau. 18-49
mi mi Ano


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFT6X5H4X_PF0GCW INGEST_TIME 2013-04-24T18:27:25Z PACKAGE AA00011611_06737
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES