Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06726


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno XXV.
Sextn-feira
PARTIDAS DOS COBREIOS.
fjoianna eParahpa.segundat e sentas-feiras.
lliu-Oraude-doAorlc, quintas-feirasao meio-
dia<
Cbo, Srrinliaein, Rio-Formoio, Porto-Calvo
tliivio, no 1.*, a II e 21 de cada incx.
C, i .i r, 1.1111 s c llonilo, a 8 el'),
lina-Vista e Florea, a III e 28.
Victoria, s quiatas-feiras.
Olinda, todos os das.
. -../yggrgjaaaawBosgB>Mi^aai
trHtMtaiDts
Phiui d :.t. Ming. a 7, s Gb. .'! m.dain.
Nova a 14,i Oh.e53ni.da t.
Creac. a 83, aos 5 m. da tn.
Chela a 30, 31. e 5 m. da ni,
FUE AMA* DE HOJI.
Prlmeira as S horas e 18 minutos da :nanh.
Segunda ai 5 horas e t mnalos da larde.
ele
Novembro de 18*9.
N. 209'
lBEOOS DA SBSCRIFoAo.
Por tres 111cy.es (arfianlaiioi) 4/000
P0rseisme7.es 8JDO0
Por uui anno 15/000
das da semana,
2G Seg. S. Pedro Alexaudriuo. Aud. doJ.dosorf.
e do 111. da 1. v.
27 Tere. S. Margarida de Saboia. Aud. da chae,
do J. da I. v. do civ. e do dos feitos da fazenda.
28 Quart. S. Gregorio. Aud. do J. da 2. v. civ.
29 Quii. S. Saturnino. Aud. do J. dos <>rl. c do
111. da 1. v.
30 sen. .< S. Andr Apostlo.
1 Sab. 3, Eloy, feriado.
2 Dom. S. Bibiana. _______________
MCMWH II I
CAMBIOS EM 29 DE KIOVEMBBO
Sobre Londres 28'/.. d. por 1/000 n. a 60 diai.
. Pars. 310.
. Lisboa, 100 por cento.
Oyro.-Oncas hespanhoes......... 20/000 a 20#.iOO
Mocda.de(>J00ve(has.. 108IM a 17/000
de 0/4mi novas.. 10/200 a H)*(0O
. de 4/000......... 0/200 a Jg'
/VaM.-Pataeoesbrasllelros...... '<*> a ffiX
Pesos columnarios....... 1/030 a ^
Ditos mexlcauos.......... 1/850 a 1|b<
i_shim^mms!........111 m
I1R10 DE PE
..;**=
PARTE OFFICIAl.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Apnrova as decwfles dadas pelo presidente
da provincia d Sergipr* s duvidas en-
contradas por differentes sulorjifades n
xeeucSo da le regulamentar das clei-
efles.
i.' Serrlo. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do .imperio, em I8de setem-
I.rndel8l9.
Illm. eExm.fir.Fz presente a Sua Ma-
(est^de o Imperador os oftlcios de V. Exc ,
ns. ol. oi e 96 de 21 e 22 do mez prximo
passailo, rom. anmelos das copias das de-
risoos proferidas por V. Exc. sobre s se-
guimos duvidas occorridas por occasiflo
da ex6cucilo da lei rcgulamentar das elei-
cOes
(.' novilla, no presidenlo da mrsa pa-
ror'>il da Estancia e cmara do mesino mu-
nicipio, petlindo a dr-signaclo de novo da
para o proc sso da cleicflo vero 1.lores e jui-
zrsde pa7, por complicar o quo fra mar-
railo com u ooca em quo devia. (or lugar;
a cloieflo primaria de 5 de agosto ; e per-
iclitando se naquclla eleicflo devia-n ser-
viros eleiiores dissolvidos, ou os que fos-
sem novnmente eleitos ncsla, visto quo a
niPSma cleicflo de voreadores o juiz s do
paz devia erTeduar-se dopois da prima-
ria.
Duvida. Do juiz municipal e de urn
oleilorda cidade das Lirangeras, consul-
lati-fo obre o embarazo om que se cha-
va m para an mesmo lempo ooicorrercm
ileicHo dlos do cancelho municipal de recurso, vis-
10 coincidircra estes dous actos na mesrua
poca.
3 Duvida. Dos mesmos perguntando s--
n referida cleicflo primaria devia sir feila
pela quaiificacBo de 1847, visto que nflo li-
nda liavido qualilicQflo em ISiS. e nflo S1!
poifia concluir em lempo a Ueste auno, por
eslr inda funecionande o concelho mu-
nicipal de recurso.
4.* Duvida. Dj presi lente da mesa paro-
rhal U Estancia. Ten lo a mesa resol vi -
do quo fossem tomados m separado os vo-
l.isque recahiram em cerlos nomes que,
pnslo SO sUPP07es,:0 sorin da iiili-llUQS
determinados, com ludo cslavam alterados,
ou por troca, ou por augmento, ou suppres
sao do sobronome ou oppellido, pergunta
sepoJiam os inesmos votos no Jim da apu-
raeflo sor contados aos ditos individuos, ou
formar votaeflo parte.
F. o mesmo augusta Senbor man la res-
ponder V. Exc:
1. Duvida. Que nem resolveu V Exc a
primeira duvida, por um lado aliando a
eleiQo de vereador.s o jiizjs do paz para
entro da desimpedido, e porootro decla-
rando quedevim servir as inesis dessa
cleicflo nsclcitnres diss dvi 'os na confor-
midadedo hit. 112 da citla lei, o porque
osnovosainda nflo esto recpnhecidos polo
poder competente.
2. Duvida. Quo lien fez V. Exc. e-n
transferir para outra poca a reunio do
concelho municipal, urna vez que nflo en
possivcl, sem prejuizodos seus trabalhos,
011 dos da eleicflo, que elle funeconasse no
U'iin o aprayada.
3.' Duvida. Que, como bem decidi V
Ex., devia a eleicflo primaria de 5 di) agosto
ultimo ser fcita pela qtialilicar* > do 1847,
nica entilo existente, visto quo nilo se
poda dar como concluida a deslo atino,
por pender ella da decisflo ''os recursos.
" Duvida. Que acc tita f>i docisflo
de V. Exc. declaran loque nflo s Tez bem
a cmara em tomar em separado os votos
de que su trata, como lambem quo nflo de-
vam jamis er accumulados estes votos
ios individuos quem se presuma perten-
rer; pnis que, ali'm de nilo ser possivcl ha-
verioda a certeza de quo nflo exMissem os
individuos cujos no:n s scsuppunliam al-
terados, seria porigoso que a mesa paro-
cliial tivesse a faculdade de iulcrperlar a
lente do volante, pelos abusos que d'ahi
resultaran). U quecommunico V. Exc,
para iru conliecimoiito.
Dos guarde a V. Exc.--Vco/i/ de Moni'
Alegre.Sr. presidente da provincia de SiT-
K'pe. .
por se verificar a falta de eleilores sobre
quo lie bascada a dita providencia.
I.ogo, porm, que a cmara dos deputa-
dos, quahdo verificar os poderes de seus
membros, tenha interposto a sua opiniilo a
respeilo da valulade dos eleilores novanien-
te eleitos, devem aquelles da legislatura
dissolvida ser substituidos por estes novos,
como por varios avisos foi decidido por oc-
casiio la approvaqflo da eleic.no |rimaria
de 1847.
Dos guarde a V. Exc. rt'iconde de Mon-
t'Aleare. Sr. presidente da provincia de
l'iaiihv.
GOVERNU DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 26 DE NOVEMBRO.
()lhcio.Ao Exin. blspo diocesano, coininu-
nicando que.ni dia 28 do crreme, lem de reu-
nir-se na greja matri' da freguetia de S.-Anto-
nio o collegio cleitoral do Itecife, e rogando
digoe-ae S. Exc. de comparecer all pelaa 10
horas da mani.aa de 29, alim de celebrar a
EXTERIOR.
ASSRMBI.EA LEGISLATIVA HA FRANCA.
Sesmo de ti de oulubro.
Dcpois da leitura de varias poticoes. rela-
tivas pela miiior parle a negocios locaes,
Mr. Thiers subi tribuna para ler o rela-
lorin da commissflo a quo tinham sido re-
medidas as propostas do governo acerca
dos crditos necessarios para n manuten-
erlo do exercito francez em liorna.
Mr. Thiers disse que o governo tinha
obrado sabiamente em suhmelter consi-
derac,flo da assombla urna serie de projec-
tos do lei que lite proporcionaran! urna oc-
casflo opporluna de dar explicacoes ao pa-
2 sobre esta importante quetfo ; quo a
commissflo approvra o uo feito dos
mosmos crditos e a econominia observa-
da em seu emprego ; que taimente a ques-
Iflo poltica linda oceupado a atlencflo da
commissflo, a qual tinha examinado madu-
ramente as consequencias da expediento,
inissa votiva, na forma do ari. 72 da lei rrgu
lamentar das eleicoet.-lnteirou-se a cmara para ver se erUm honrosas e conformes ao
municipal dcsta cldade. geu objecto primitivo. Quando, ha tres an-
DitoAo coiniiiandante da praea. declaran-1 no,t 0 magnagimo ponlifice deu o signal de
do que pejle mandar sentar praca aos paisa- reform, lojos os amigos da liberdade e da
nos Jos Icrrelrada Silva Chaves e Laarrnil- povo se salisfnria com
laiia. c o segundo na de artiflees; bem como por meio de excrssos a causa da liberdade.
que arbltroua cada mu dellei a graiilicac.ao de Ellos espera rain que os menos adenla los
100/rs.Sclentificou-sc a pagadoria militar.
Dito. Ao presidente da rclaco, cominuui-
cando que, por decreto de 31 de outubro ulti-
mo, S; M. o Imperador houve por bem nomear
o hachairl a 11 loo o Coellio de S Albiiqucrqiie
para juii de orphos do termo do Itecife.Fi-
zeram-se as convenientes parlicipacoes.
Dito.Ao comiiiaiidaiile superior da guarda
nacional do municipio do Recife, para que
se limitariam a pedir instiluic's munici-
paes, equeosmais civilisados nflo paisa-
riam slm dos limites da monarchia cons-
titucional. Dcsgracadameiito a l.or.io que
em um momento foi se.nhura da Europa,
desde aples at Berln, laucou a Italia em
mu abysino. Por (oda a parle ella excitou
o povu a reclamar insliluicOos que nflo cs-
inande dispensar do servifo, excefiyflo dos tavam dn aecrdo com sua civilisacloc ne-
exercicios e grandes paradas, os guardas sob cessidades, e a voltar contra sous governos
aeu cominando superior que so acharcm cm- representativos as armas qua deviam ler si-
piegados na capalazla d'alfandega, c apresen- do empregadas contra MU illimigo com-
larem a S. S. atleslado do respectivo inspeclor m(jm ^ dj8s0 e,|a obiigou-o a cm-
eoi i|iie se declare mensalmeiiie que o iiidivi- .,.__.....____..,... ;.,i .,.,. i,.-., n.n
duonclle mencionado contina .'.o servico da P^hcnder urna guerra intempes iva en
referida capatazl..-Coniuiuiiicou-sc ao sobre- consequencia da qual a Austria, depon de
dito inspector. expellir da Loinbardia o exercilo sardo, en-
Dito. -Aovice-consul de Portugal, declaran- trou no l'itmonle, o loria percorrdo loda a
do ficar scientc de ser lalsa a noticia da appa- pennsula.
riciio do cholera no referido reino, e que nes- o* ficciosos de liorna doram (amhcm
ladatatcw expedido a convenientes ordens aquella potencia um preloxlo plausivel para
alim de que os navios procedentes daquellcs
pn.iot io.nfj.im buljjcilos a i| o;u r n I. oa -
Mcstc sentido olliciou-se ao provelor dasade.
Dito. Ao director do arsenal de guerra, au-
torlsando-o a despender a quantia de 275,000
com n compra de axcite de coco e de carrapa-
to, velas de carnauba, lio de algodo e pavtos
para fornecer de luies em o mez de dezembro
prximo vindouro os quaiteis, guardas e fot.
Solve duvidas sobro a execueo da lei
regulamentar das elvivoee.
I.* SecQflo. Rio-de-Janeiio. Ministerio
dos negocios do imperio, em 9 de novem-
bro de 1849
lllm. a Fxm. Sr. S. M. o Imperador, a
quem foi presente o oflicio de V. Exc. n.
215 de 14 de selembro prximo passado,
manda declarar a V. Exc que os eleilores
que. na forma do nrligo 4." da le regula-
inentar das i leicOes de 19 de agosto de 1846
ilevoui ser convocados para a orgausacilo
das juntas de qualifica?flo que teem dse
reunir na teiceira dominga do mez de Ja-
neiro do anuo prximo luluro, silo os da
lcfci>lniura ditsolvid,(que segundo lem
enloiididoo governo imperial sflo conipe-
tenlcj pa- esto trabalho) visto que, na
'-inca da convocaeflo nflo estando anda
jnlgail pelo poder com plenlo a eleicio
primarla que levo lugar em 5 de agosto des-
te auno, nao pdem os eleilores fiilos nes-
la eleicflo funecionar legalmente; adver-
lindo que as paroclnas em que nfl.i baja
daquclles eleilo es, por ler sido julgada nul-
I i I ela cmara dos depuladusa eleico que
ImureSOlido lugar, ou por oulro qual-
quer n olivo, dtvo-se recorrer provUen-
ca M ailigo 6: quo o tuesn.o governo
Umjulgado applicavel a esU Itypothese,
invadir os estados ponlilicios. Foi dbaixo
dcstas circumslancias queal'ranfa resol-
veu enviar una expedirlo a lloaaa
A Austria, depois da victoria que alean-
con em Novara, poda dispor de todas as su-
as IVnc.-is coirra liorna. As potencias ca-
tholfcas assuslaram-se, e conferencias !"--
ram abcitas em Gaela, as quaes deciJio-se
lalezas da provlncia.-Cominuuicou-.e ao ...a- d toJas restaurar 0
peclor da pagadoria militar. nana Pin IX
Portarla.-O presidente da proviCcia, tendo >"p* ',A>
approvado o plano, orcamento c plantado 17; Franca pensou, e pensou bem, que nflo
lauco da estrada da Victoria, organlsad > pelo devia permitlir que a Austria dominasse
rngenhclroMilet.com data de 20 do correte, moral u physicamente na Italia. Dous
mez, e julgando conveniente que a execucao nieios so olTeroceram para prevenir isso, a
dcsta obra se faca puradminislracao, rctolve : guerra, ou a occup&Cio do Roma por um
Art. I." A obra do 17* lauco da estrada da exercito francez
Victoria ser executada por admintstraco na ( ,j Tn sus'|,.ntou Jepois que a expo -
forma do plano, c conforme a planta c orea- ,i:, fA., ., -,.' H, ',
ment organi.ado. pelo engenheiro Milet. i '*<> ** Ordenada : pr.lljC.ro. pelos ...le-
Art. 2. O referido cngeuheiro ter a direc- resses ia 'nca ; segundo, pelo nteresse
cao da referida obra para a qual ajustar um da chrislanda le ; e terceiro, pelo da lber-
administrador, um aponlador, dous feltorcs c dade italiana. O nteresse da Franca exiga
ale cem (rabalhadores ; c receber os adlanta- que a Austria nflo fosso.......i potente na Ita-
oientos que frem necessarios para que os pa- |a. o inlercsse da chrislandade exigia que
gamenius das ferias semanacs (que devero ser o |,apa fSse jndependente, e a FranQ por
feitas pelo administrador, rubricadas pelo en- sua conduela linlia liado provas sulllcientes
sc'f a'"n TimoT C0'" P i dc aue a liberdade da Italia nada tinlia que
Art. 3. Osecretafioda provincia communl- roceicrdesua iulervencflo.
cara a presente deliberado thesouraria, O orador cxaminou dcpois so a constiti-
adminitracao das obras publicas c ao enge- Cflo tinha si lo violada, A constitiiicflo diz
uheiro. assim : < A Franca respeitar as nacionali-
dades slrangciras, assm como esl doler*
minada a fazer que rcspeiteiu a sua. Ella
nflo cmprehndci nenbuma guerra com
designios de conquista, o nunca e.npregara
suas Torcas contra a liberdade de nenhuma
nacflo. Foi o Franca Italia, perguntou
Mi. Thiers, para supprimr a liberdade ita-
liana, e particularmente a dos Romanos P
Os fados fallain bstanle alio, e provam
Coiumanilo d.i pr 9,1.
Qunriel do conimaiido da prafa na cidade do
Itecife de Pernambuco,28denotembro de
1849.
ORDF.M DO DIA. N.
Tendo-seapresentado este commando
os Srs. capitflo Antonio Mara Rabello, os'que a conslitui^flo nflo fui violada, uein em
segundos-lenentes Thurcio llario da Silva seu toxlo, nem om seu espirito. Dapois
'lavares, Carlos Antonio l'ereira deMacedo, dos servidos prestados ao papa p>-lo exer-
Jo-c da Cmara (lama d'F.ssa, Francisco cito francez, a Fianca tinha o direito de
Dias da Cosa, Jos Joaqum dos liis, Fran- pedir ao padre santo que adoptasse med
cisco Non s da Ciinha, Ayrcs Antonio de
Mcnezes Ancora cApolloulo Peres Campel-
lo Jacome da Cama, lodos do segundo bata-
Ihflodc arlilhnria; os segundos-lenentesdo
lerceiro batalhflo da mesma arma Joaquim
Frmino Xavier, Antonio Caelano da Silva
Kelly, Luiz llenediclo Pereira l.eile e l.uiz
Francisco Terxeira ; os segundos-lenles
do quarto batalhflo da mesma arma Anto-
nio Jos Augusto Conrado, Jos Ignacio
Coimbra. Paulino de Almeida tirito, Feli-
ciano deSouza Aguiar, Frmino llerculano
de Moraes Ancora. Jos Nunes Marques e
Jos Feliciano de Figueircdo Carvalbu ; do
segundo batalllo do luzileiros o alferes Te-
moliflo Peres do Albuquerque Maranhflo ; e
do quinto da mesma arma o lenle Anlo-
uio Jo.> de Carvalbo Jnior; assim o faco
constar, dovendo os Srs. olciaes dos cor-
pos que se acbam fra da capital estar
promplos para seguirem os seus destinos
O Sr. teen te Antonio Jos de Carvalbo
Jnior tomar o pommando do contingen-
te d-i seu halalhfio
Oulro sim, o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia conceden dous n.ezes de liconca
com .-olio, para tratar de sua sa le, ao Se.
alferes Maiioel Cavalcante Luis Valcacer do,
sexto batalhflo de cacadores, como me foi
cominunicado em oficio do mesmo Exm.
Sr. prcsidenle, datado de 27 docorrenlc.
Assignado, Innocencia kutlaquio Ittriira
'ilas calcula Jas para slisfazer seu povo;
ella linda o direilo de recummcndar-lhe
que comploiasse as reformas que eram nc-
cessarias para reconciliar os Humanos com
a soberana pontillcia.
A FranC/i achou o papa tilo generoso, e
Lio liberal, como elle o era em 1817; po-
rm as circumslancias tinham mudado, o o
uso feito pelos anarebistas do que chama-
va i liberdade creou iniiumeraveis dilli-
culdades. Pi IX, nflo obstante isso, ac-
quiesceu aos desejos da tranca, e publico
um mou proprio, no qual concejo aos seus
vassallos as liberdades, para as quaes os
considera habilitados. Este acto foi madu-
ramente examinado pela commissflo, a qual
comludo nflo se jolgou com o direilo de de-
cidir sobre o ment das. iosliiuices de
un povo eslrangeiro. Uina grande parte
dos membros da commissflo vio no molu
proprio urna concessflo valiosa, e urna feli-
cidade real para o povo romano. O mota
proprio concedo aos Romanos insiiluicps
inuiiicipaes e piovnciaes, as mais liberaes.
Elie nflo conten, em verdade, senflo os prl-
n.eiros germens da lrma ropiosenlativa de
governo; porm eslflo os Romanos prepa-
rados para um systema que a Inglaterra le-
vou dousscculos para esiabelecer ? Po IX
promelleu leis addicionacs, eapalavrado
poniilice santo ho una garanta suflicicnte
ue sua sinecridade. A coinuiissSo he do
AasigiiBu, '">- '- -.-i------------ ,1B sua sincci'iiiuui-. i-oiooii.vioo ue uo
de Aratijo, tencnlu-coroncl graduado e com- opiniao que nflo ho chogado anda o nto-
uiandaiite i ment do papa podr dispensar a presenta
- ) du iropas {faucetvs; mis que be do iule-
resse da Franca abreviar a oceupaco de
Roma, tanto qnanto for possivcl Ella nflo
lem sido animada por um espirito de con-
quista, senflo ror um desejd do restaurar n
padre santo ao sen throno, e elTeituar urna
reconcliaQflo entre elle e o seu povo. Este
objec'o ha si lo ja em parte oblido, e, no
instante em quo a Franca tiver completado
a sua missflo, suas tropas devem ser revo-
cadas das praias italianas.
Depois que Mr. Thics cabou de ler o
sen relator o, a assembla ordenou que fos-
se mpresso, e distribuido entre s^us mem-
bros. e que um dia fosse ulteriormente (i-
xado para a discnssflo do mesmo.
Mr. Benoistd'Azy doaoslou sobre a mesa
um relatorio sobre a situaefloda armada,
depois do que a sessflo foi levantada
(Timei)
Pnrii, 18 de oulubro.
A caria lo presidente da repblica, o o molu-
proprio do papa.
Qual he a dilTerenca entre a carta do pro
sidenteoo moiu-proprio do papa? Omota
proprio nflo lem a preeisflo c a orignalidade
da caria. Klle nflo ralla das pousas da mrs-
ma maneira. Ello lem um eslylo inleira-
uieiiie dilTerenle, um eslylo papal ; entre-
tanto que a carta lem um eslylo imperial.
Piircn, fallando francamente, quem hoque
nunca eren que o papa, depois da experien-
cia dos ltimos anuos, com ns duvidas ine-
vilavois quo alormentarain sua consciencia,
promiilgaria urna reforma radical do antigo
rgimen romano.v l'onhamos de parteas
formas e vamos substancia ; vejamos qual
a dilferen;a quo existe entre a carta do pre-
sidente o O mol u-proprio do papa. Acula
exige urna admimslraco secular ; o in/u-
proj/rio a concode relativamente s munici-
palidades e s provincias, porm a recusa
uo que respoila ao estado. A caria exige
una legislarlo civil modellaili pelo enligo
iNapoleflo; o molu-proprio annuncia a re-
forma da lei civil e criminal. A carli
exige urna amnista, o molu-proprio a
oulorga cun restreces que deploramos
que o h mu senso do padre santp vai
abol.ido ou ira aboli lo gradualmente.
Temos indicado a dilTerenca que existe en-
tro a carta o molu-proprio. Ha com elfeito
una dilTerenca; porm osta iridesappsre-
cendo dn dia e.n dia, e o dever de nossi
diplomacia he obrar de modo que ella dcs-
appareci inleiramenle.
Qaando examinamos a carta, adiamos
que a dilferenca entro ella e o relatorio do
Mr. Thiers he anda menor. Porvenlura
descreve Mr, Thiers o molu-proprio c >mo o
ne plus ultra das ceremonias papes '.' Por-
venlura sua approvacflo lie una auimaeo
ao papa para parar ou mesnjo para retrogra-
dar, ou antes una anmaefl para progredir
uiuda mais dentro dos limites da soberana
e do bom MIMO? Pedinos aos homens de
boa f que leiain outra vez o relatorio con
um espirito de moderaeflo e de paz, cerlos
de que acharflo nelle os mearnos pensamen-
(os e as mesillas intenr;es quo na carli do
presidente, posto que expressos em OOlraa
palavras, eem oulro eslylo. Una tal dille-
renga he iiiteiramoiite natural. A carta pro-
cedeu ao molu-proprio: ella leve por lim
apressar e estender ascoacessOes do papa ;
o por isso l'o1, como o devia ser, enrgica e
urgente. O relatorio apparece depois do
molu-proprio : elle nflo poda duixar de ap-
provar o ospirilo geral do mesmo, o qual
lie benvolo. U relatorio faz isso com mo-
deraeflo. Elle nflo bu onthusiastico; elle
adopta-o e adopla-o temporariamente ; dc
OUtra Mirle leria sido nec .un censo ralo;
porm fazer urna censura seria adoptar con-
tra o papa a poltica que Mr. do l.esseps que-
na que adoplassemos em favor deMaziini.
Aquellos que sustentan) a carta contra o
molu-proprio esquecom que a carta nflo po-
da censurar o nWlu-proprio, poisi quo o pre-
codeu.
Os que defendem o relator io de Mr. Thiers
contra a caita do presidente, csqueceni que
o relato io nflo levo pur lim dar explicacoes
acallado presidente, porm ao molu-pro-
prio. He, porlanto, um cno p6> em opposi-
eflo dous documentos que nflo se locam, ou
se se locam be simiente por meio do mo-
lu-proprio.
[Journal det Debis.)
Annuneia-se lambom que varios ox-de-
putadns fiiram preso,entre os quaes nomes
ram-sn os senhores Sci.iloa, Marmn, Avns-
sa, Centona de l.uca, c os dous irmiloi Can-
tao o Andr /ir, primos do Dragonelli.
lima nutra versflo declara que os individuos,
cima nomeados como banidos. estiveram
para ser presos, porem que conseguiram re-
f igiar- cez. II denotar que o ex-rninistrn Roe
uiro nflo perlcnco ao mesmo partido pnli-
lic que seus companhoiros do infortunio,
pois fez parte do ministerio Rozelli, que os
lir-cra'-s denominaram reaccionario. Fn
debaixo desle min:slerin quo rehentou i
revolia de 15 de maio de 1818 om aples,
revnlla dos ullra-ilemoern'as contra o rgi-
men da monarchia constitucional, a qual
apenas ia eomecando a obrar.
O ministerio foi ohrigado a supprimr os-
ta insurroieflo, < nflo podamos explicar co-
mo o .Sr. Ruggiro be prcsentomenle pros-
cripto por sen governo Como qur que
soja, os servicos que proslou em aplos .i
causa da ordem, provocaran! recentenionlc
um pronuncia manto conta elle da parle
dos sectarios do Manzini cm Civita Vecchia,
ondo o paquete tocn. Ap*ns aquelles se-
nhores souheram que Ruggiro linlia en-
trado na eslalagem dcOrlandini, poiernm-
so a instigar o povo, profi'rindo ameagas
terriveis. A intervcncSo das autoridades
franeezas e do um destacamento da guarn-^,
cflo, foi nocessaria para habilitar o Sr. Rug-
ito a (ornara eniharcar-so a salvamento.
O ministerio napolitano de que o general
Filangieri, o actual governador da Sicilia,
rocusou fazer parle, he actualmenlo dirigi-
do pelo Sr Fortunato, o qual i por si oc-
cupa tres pastas. Cm systema dc rigor e
reaccSo'temsido inteiramente desinvolvi-
do : nflo se sabe se o governo toni o proposi-
to de abolir complclmenle o sistema re-
presentativo, ou se, pan d .r-llie maisfrc,
quer primeiro livra-lo do partido esaftado ;
porm oque lie ceno beque a niimidacflo
est na ordem do dia. Dizem que o gover-
no pretende restaurar os processos judi-
ciaes relativos s perlurhacoes di 18t8 ;
que o rei pretende retirar-so pira a forta-
leza de Cacta ; que aples vai ser declara-
do en eslado do sitio ; e que os tribunaes
vflo proceder sveramente Contra as pes-
so:is siisp otas ou compromellidas. ('.remos
que estes boatos nflo team moho fundamen-
to, e que sflo di-seminadS pelo partido quo
esl amcacado de perseguieflo para o lim
do causar susto e irntaeflo no espirito pu-
blico. Como qur que seja, repetimos quo a
3 do cjrrento nenhuma cITervesccncU se
manifestou cm .\apoles.
' dem.)
Roma, t de oulubro.
I'urit, 13 de oulubro.
Os boatos de revolu;flo em aples.
A ebegada em Civila-Veccha, Genova o
Mu seiba do varias pessoas banidas pelo go-
verno napolitano, ou que fugiam n perse-
guifflo e prisflo, lem dado lugar a boatos de
urna rcvolucflo em aples. Os fugitivos,
annunciando urna reac<;flo contra o velho
partido constitucin il, creram que podiam
predizer que as severidades do governo na-
politano produziriatn brevemente um le-
vanlamonto do poVO. Ueste p Mito Saltou-
se para a i eiilisacn do facto sem mus ou-
ir.i inl'oi'inac,iii. Podemos dizer agora, fun-
dando-nos na autoridade de cartas do ap-
les de 3 do crrente, que nada pareca an-
uunciar a probabiiidade do nenhum levan-
lamenlo; porm parece lambem certoquo
alguma uquielacflo existe em consequen-
cia das medidas rigorosas adoptadas pelo
governo contra o partido liberal. Eis-aqui
a primeira lista das pessoas condemnadas
ao exilio : Lanza, medico afamado de a-
ples, o seu lilho; Mancini, ex-depulado;
l'isanelli, ex-depulado ; Francisco Ruggi-
ro, ex-ministro da fazenda ; Confort i, ex-
ministro do interior; o principe de Frasso ;
o duque Donato de s.-Hiause; e Ciordano,
arcbilecto e professor do malhematicas, ex-
deputado. Estes individuos desembarca-
ran! em Cenova no dia 5,e deviam ser segui-
dos por muiloa oulros fugitivos de uotae.
Quando sabi de aples, a sociedade es-
lava al ccrlo ponto agitada, nflo sement
pelas numerosa-, prtsOes polticas quedia-
riani"nte linbain logar, senflo lambom pola
demissflo de varios ju/.es dos Iribiinaes ci-
vis o criminaos. Os boatos que corrian a
este respeito cram oxtremanienlc absurdos,
e nos circuios que deviam estar melhor in-
formados dizia-se que o numero dos presos
polticos andava j pelo menos de 30 a
40,000. lima gazeti napolitma govomista
conlradissi! estas noticias, o deu umarela-
eflo minuciosa dos inJividuos presos, as-
sim na en! ule como no cimpo, i: aKirmou.
que o numero das pessoas presas cm todo o
reino nflo cxcolia de 1,000.
Por unnba pille, nflo dou grande crodito
a nenhuma destas compulacAes ; a primei-
ra be absurda, e a outracroio-a muilo di-
minuta. O facto boque a polica dn a-
ples, nflo pudendo descubrir a sede piin #
cipal da conspirarlo socialista daquella
cidade, proadn por stispeila a todo o indi-
viduo qujulgl ler nella parte, o onde rei-
na a ignorancia e a cegueira as cousas nao
pdem tor una direcefl recta. Todava
cre i que este ostadn de cnusas acabar
brevemente, o que oprincips de Lalriann
aceitar a direceflo ca chufe dos negocios.
Filo tinha chegaJo da Sicilia, e com qnanto
estivess'3 ancioso por voltar iba, todava,
quando san de aplos, eslava a ponto de
ceder solicitseflo do rei e a voz da opi-
niilo publica, a qual de todas as*partes Ibe
pella que aceitasse a presidencia do conce-
lho e a pasta dos negocios eslrangeiros,
Conllevo bem o principe Latriano e ostou
persuadido que governar por principios
luminosos. En e oulros amigos daverda-
deira liberdade tivemos com elle urna lon-
ga conversaeflo, no'decursoda qual rcela
ron que eslava convencido que nenlium go-
verno podia presentementH ser dirigido so-
bro principios puramente despticos; e que
inslituicoes lvres de urna natureza modi-
ficada sflo anda mais necessarias para a
proleccflo do .soberano C sua dyna-tia do
que para o benolicio do povo, om cujo fa-
vor sflo invocadas. A populacflo do ap-
les sobre todas as outras nflo deve tor ple-
nos direilos conslitucionaes conforme as
nossis ideias briannicas, nem elle desoja
tal ; porem be necessario que em tolos os
ramos do servico publico a administrado
S'ja boa e que ba|a tambem ministros res-
ponsaveis para evitar que n sentimenlo po-
pular se diriga contra o re nos momentos
de porturb.icflo. aples possue o cdigo
Na poleo i, o que melhor systema de lei pode
elle adoptar? Mas os tribunaes quo exe-
cuiaui o cdigo sflo, com poucascxcepcOes,
exiremamenle corruptos, e portanlo nflo
me causa nenhuma admiraeflo anoticiade
que alguns magistrados teem sido removi-
dos ; isto era necessario para a boa admi-
nis.racflo do juslica e por conseguinte para
o bom do paiz.
{ Correspoad.ep.cia, Uo lim.)
J MUTILADO



m
sssKraaBHi
**#
INTERIOR.
ALAGOAS.
Falracio do expediente do Exm. Sr, pretiden-
le l)r. Jo lenlo da (unha e Figveircdo.
27 de oimmiio.
Cilicio. Ao hachare! Jote Canillo Fer-
jcira Rebcllo, communicando-lhe adiar se
nieado para exercer as funcgOs do pro-
curador-fiscal da tht sumaria provincial du-
ra nle o impedimento do actual,Llo Cimil-
lo de Araujo. -- Cummunicoii-sc ao respec-
tivo inspector.
hito. -- Ao promotor publico da comarca
da Alalaa, remettendo-lhc o requerimento
do Mara Sicsca.para que, lomando conhe-
cimento de 1.1o nefando attenlado, proce-
da com todo o rigor das Iris contra seus au-
tores, que se acham presos em Garanhuns,
paiticipnndo inmediatamente qualquer oc-
correncia que a tal respeito houver.
Dito. Ao capilSo do porto, tnuismillin-
do-lhe por copia para sua observancia o ar-
tigo piimcro do decreto n. G32 de 27 de
agosto prximo passado, o qual determina
que a correspondencia qifce quaesquer auto-
ridades ou repartios dirigirem as secreta-
rias de estado soja sempre enviada por in-
termedio do presidente da provincia.
Dito. Ao inspector da thosouraria de fa-
7.cnda, remettendo-lhc por copia o aviso do
ministerio da guerra de 18 de setembro des-
teanno, ediclsrando-lhe que pode pagar
os veneimentos dos ex-alferes nelie referi-
dos al essa dala
[tito ~Ao lenente-coronel commamlan-
tedo prinieiro hatalhilo de guardas nacio-
naes das Alagas, louvando-ltie a maneira
por que desemi'cnliou a ordem que Ihe fui
dada pela presidencia, e digna de encomios
a promplidiio cos que a satisfez.
Dito. Ao conimarulanle do dcstacumen-
to de Jacuipe. dcclarando-llie que minio es-
Iranha mo ter anda rerebido participagio
de sua chegada ao mesmo deslaramento; e
que para all segu o director dos Indios a
quem a I tendera respeito dos negocios da
aldeia e do todo o servgo publico.
Dito. Ao agente da companhia dos pa-
quetes de vapor. Teudo eu chegado das
Alagla pm o lia 25 do correle as 10 ho-
ras da mu i-, s.iiilii; que o vapor l'efnamlm-
cana ja lnha levantado ferro antes do se
eomiletare.n as 12 horas de estada, visto
ter elle fundeado as quatro da larde. Kstc
procedimientoaWm de inslito lio detrimen-
l dlente do governo; e por is doisCT de Cstranha-lo mui severamente, pa-
r nflo ser em ontra occasiflo repetido; es-
perando que Vine, d suas ordena para quo
tolos os vapores se demorcm no porto as 12
lloras da h, excepto se por este governo
lor ordenado o contrario.
Dito. Ao direclor gcial dos Indios da
provincia. -- lllm. Sr -- Cnnvindo mu i lo
occorrer ao estado de abandono om que se
arhan asaldcias ilesta provincia, ordeno a
V. S. que v sein per.la de lempo visitar as
dos ludios de Jacuipe e Cocal, nflo 10 para
o flm do conhecer quooi deva ser propoato
para director larcial, como para proceder
em todas as diligencias ivcomnieudadas po-
lo deceto do 2' de julho de 1845 que lite
serve de regiment.
K para quepossam os mencionados In-
dios aprovi-itarse ja das vanUgens que o
mesnio decreto Ibes assegum, autoriso o a
organisar d'enlr lies algumas companhias
de irabalhadores, que dovem scrapplicados
aberluia da estrada de Jacuipo para Agoa -
l'reta, ou a qualquer outra occupagflo til,
vencendo um salario quo V. S. rasoavel-
DiCntC arbtrala confonce a ctpacidade do
tn.hnlliador, guardando sempre a devida
economa.
Logo quo liver organisado as ditas com-
I:nilii;.s e regulado os seus salario, dar-
me-lia parle deludo, remellendo-me as fo-
llus por V S assignadas, afim de serem pa-
gas pela Ibesouraria gcral: e bem assim
me requisitar os instrumentos delavoura,
de que necessitarem os mesmos Indios
Pudendo acontecer que haj necessidade
de que os Indios sejam chamados a l'.i/ei i I
guma diligencia, que tenlia por lim a con-
seivagao da ordem publica, cuidara V S.
tambem cm t-Ios dispostos para essi occa-
aiSo, conscrvaiulo em boa guarda e lmpcza
" armami nlo o m muelo que julgar neces-
sarios, e quo me requisitar logo: se, po-
rm apparecer esla necessidade em cir-
cunstancia em que V. S. nflo lenha lempo
*lc nieofilciar, devera recorrer aos chefes
da guarda nacional que inais prximos llie
licarcm, pedindo-lhcs do minha parte todo
o auxilio deque precisar.
Conhecendo bem o espirito patritico,
que o anima, nflo necessito recommendar-
Ihe quo doveri considerar todos os Indios
romo seus tutelados, Irataudu-os com cari-
nlio palernal, chamando-os ao Irabalho e
infundindo-lhes amor ao monarcha o s
instiluigesdo paiz, asombra dasquaess-
menlo podemos allingirao verdadeiro grao
de prosperiifade. i:ommunicou-se aos de-
legados de polica dos lermos de Porto-Cal-
vo e Porto-de-Pedras, alim de quo preslom
ao mesmo director toiio o auxilio deque
precisar, e por elle Ihes fr requisitado.
Circular AdifTerentes oommandantes
de corpos da guarda nacional, prevenindo-
os de qualquer tentativa contra osocego
publico OU invasin de ile-or leno. n -1a
provincia, c alim do que eslejam alientes
sobre os movimientos que porventura ap-
pnrecem em semelhanie sentido em seus
municipios e limites do lado de Jacuipe e
da provincia de l'ernambuc, duvendu ler
sb aviso a guarda nacional para com
promplidiio acudir a qualquer providencia,
dn mu, parte immediatameule de lu Jo o que
occorrer a esle resjeilo.
os sns.
Domingos Mslaquias Jo A. P.Torreira
Manoel Vioira Tosa
Antnnio Corroa Sean
Francisco Jacinlho Percira
Antonio Peregrino Maciel Monleiro
Zeferino da Cunlia Bastos
Hispo do Marnnhflo D. Carlos
Antonio Carneiro Machado Dios
l)r. Pedro Francisco do Paula C. A.
Vicario Francisco Ferreira liarrelo
Jos Joaquim Coelho
Sebasliilo do llego Itarros
Francisco de Carvalho P. do Andrade
Viscondc deCoiaona
Jrrs de Barros Falcflo
Hispo de Chrysopnlis
Manoel Mondes da Cunta Azevodo
llarflo de Ipojuc
Conde I raja
Tbumaz Xavier Carcia de Almedn
Manoel Ignacio de Carvalho Mondonga
Padre Joaquim Itaphael da Silva
liesembargador Jos Telles de Menezes
Jos Pedro Vellozo da Silveira
Jos Mara de Barros Brrelo
Jos de Araujo Pinheiro
VOTOS.
71
70
31
29
88
:>8
99
13
9
6
5
5
3
3
3
2
2
1
1
I
Correspondencia.
AOCORRKSPONDKNTKDOaiO-DE-JANEIRO.
Pernambuco, 28 de nuvembro de 1849
Ancioso esperava o vapor do sul para saber
arvrracidade de algumas noticias que corriam
por esla cidade, e ao ler a correapondencia do
Rio, datada dcll do crreme, conheci erciii
inexactos esses boatos. :-obre maneira liquel
sorprendido pur ver-ine mal coniprchendido
pelo Ilustre correspondente, i|uandn se quiz
referir uina defea inserida no Diario de Per-
nam'iueo de 19 de outubro.c feita joven Felii-
m ni i I'i i un o o que ludo pcrinitta-iiie o nobre
correspondente dizer-lhc que nao Uve pcnsi-
nicnlo algum deoU'endc-lo.e que,animado ape-
nas do ardente desojo de dar ao mrito odevidu
valor, escrrvi algumas linhas em favor de mad-
moisellc Felisiiiiiia, como a trata o correspon
dente. I.eia-uie, pola, a sangue fri, c ver
que a li.nl,me.i da rasao pende para met lado.
Anda hoj convencido entou de que o nobre
correspondente quiz ocliinealhar a uiiutia jo-
ven patricia, s para elevar sua predilecta
iiiadinoisclle ll.iilerna, cirio ceplro he indis-
pulavel: eu nao quizera ir adiante, tima vez
que elle rnnfessa-se boje arrependido, c al
apartando de si esla iiiinlia Ideia ; porui nao
posso calar-ine, (piando vejo dizer o corres-
pondente na sua cana de A do outubro que
ludo em sua allcitoada he bello c bem folla
fian duvido que frca de inais de um par de
uirias ou da incliacao rrysipel essas pernas,(iuc por grossas sao tao cantadas
pelo mesmo.
nanlo aopublico illiiniin.idn poueo dc-
sar me acairela isso, porque ingerencia algu-
nn lenho com annuncios do director do lliea-
Iro de San-Fa.incisco, neni sou responsavi-l
por seu charlatanismo e patacoadas. Nao
Ignoro que esle tdcalro nao esteui parallelo
com iieiihum nutro do inundo, pois que leui
in iis proporedes para cocheira de carros ou
cavados que para Iheatro publico ; mas o ni-
co objeclo que alli roubava nossa attencao
era a joven Felisiuina ojiic com sen suave can-
to e airoso dancar no> puebla de sensaces.
Agradeco c mesnio aceito a eipressoburro
com que o nobre correspondente me quiz
brindar, porque conheco liicU nenhum laten-
lo a par da milita capacidademeiit.il de que lie
elle dotado; mas nao deiiarci de dizer que
essa provocara.) lie parlo t\c una paixo des-
eiiln i.iila C inleirainente iliiproeedenle. Na
n.ndi i correspondencia cousa alguma disse
que quizesse, sequr ao longe, ferii o mrito
deita ou il.ii]nt-1 l.i, por ser eslrangeia ueni
eu avance! que o talento liuha patria pois
que, comquaulo seja escasso de luzes e do-
lado de fraca intclligencia, nao diria tao gran-
de parvoice. Applaudir ecoroar madmoiselle
lladerna nada inais he do que tributar-llie
una firme adhesao em piova da sympatiai|ue
Ipiii, e islo he justamente o (|ue em Pernambu-
co se pratica para com a joven Felismiua.
Quanto aos valiosos servicns que di< o colle-
ga ter-ine prestado, agradeco scu favor e re-
jeito tanta bondade que parece rsinagar-me,
liniilando-mc a dizer-lhe que nao lie licito
julgar as inlcnces deslc oudaquelle; c que,
considerando-uie icu amigo, augmente com-
migo o numero dos admiradores de madmoisel-
le lladerna; pois que, apezar da longitudc,
milito applauso dou a sua voz de cisne, conti-
nuando, porm, no firme proposito de nao
querer ver deprimir una para elevar outra.
Tenlio-lhc respondido ; c agora permita-
me que Ihe palrnteic n senlimenlo que temos
por estaos privados de ver no palco a uosia
joven Fclisuiiiia que ha dias se dispedin do
iheatro : era ella que fana alli concorrer a uio-
cidade periiaiubucana; era ella que, (pial bri-
Ihantcde alto valor, roubava alli nossa atttu-
(fio era ella que, por sua candura e altados ao
lublico, mereca senlar-se em um tlirouo, cu-
jos bracos fossem os nossos; era ella einliui a
ni (pie illniiiuava lodo o edificio : sabio do
Iheatro, c com ella fugio a concurrencia, o
goslo e o prairr da bella inoiida.de. Applico
,ii|in oseguinle verso (nao ineuj mas de um ge-
nio bem conhecido :
Mlulia bella Marida, ludo pas>.i,
A sorte desle mundo he mal segura
Se depois dus males vem a ventura,
Vcni depois dus prazeres a desgraca.
Receba, pois, a joven Felismiua os saudosos
adeoses de um povo agradecido, c que se acha-
ra sempre disposlo a prolcge-la, e partitlic o
nobre correspondente iguacs- sciitiincnlna de
fazer jus ao eterno rrcouheciineuto do Per-
II linlilli ni '.
O Peonambucano.
PEhNAWBCO
VOTACAOPARADOS SF.NADOnF.S.
collrgio oo atara,
os ss. VOTOS
llarflo da Boa-Vista 1S6
Manoel do Souza Teixeira 145
Antonio Joaquim de Mello 142
Venancio Delinques >'e llpzende 126
Moiisenhor Franeiscu Muiiiz Tavarea 119
Manoel Ignacio Cavalcante de Licerda 1t9
noel de Souza Paos, Maria do Carmo, Joa-
qum Domngues da Cunha com urna ir-
mfla e dous sobrinhos menores, Jos
Francisco de Araujo Guimarles, Josqum
Bernardo da Cunlia Francisco de Paula
Souza Sanios, Bertiardino Teixeira de
Araujo da Silva Forraz, Jos Comes Vil-
lar eo Franrez Auguslin Helie.
Genova Polaca sarda Veloeifero, cspltflo
Antonio Cuarello, carg*a assucar, ago'ar-
donle e couros.
Camaragibe lliate brssleiro Novo-Det-
lino, capitiio Eslevflo Ribeiro, carga va-
rios gneros.
Parabiba lliate brasleiro Etpadarte, ca-
pitflo Victorino Jos Pereira, csrga varios
gneros.
Porlos do norte Vapor brssleiro San-
Salvador, commiudanteo primeiro-tenen-
te Antonio Carlos de Azeredo Coulinho.
Alm dos passageiros quetrouie dos por-
tos do sul para os do norle leva a seu bor-
do : para a Parabiba, Filippe llenrique de
Almeida : para o Cear, Vicente Francis-
co de Andrade : para o Maranliflo, Jos de
Almeida Martina Costa e Tliomaz Costa
Ferreira Serrflo.
EDITAE8.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no da 30 do crreme, depois
do mein-dia, na portada mesma, se bSode
arrematar em hasta publica 30 duiias de sa-
patosdecou'o envernizado para senltora,
a duzia 10.000 rs. lotal 300,000 rs.; CO pa-
res de rreios botn gaspeados, psr 3,000
rs, lotal 180,000 rs. ; 60 ditos dcsspalos de
couro envernizado, par 1.800 rs. lotal
108,000 rs. ; 180 ditos de ditos de sola o vi-
ra, par 3,070 rs. total 552,600 rs. ; 14(
ditos de bezerro desoa e vira, par 2,200
rs., total 310,800 rs. impugnados pelo
amanuense Dnmifigosda Silva. Guimarfles,
110 despacho por factura n. 569 de 27 do cor-
rente : sendo a arrematadlo subjeita sos di-
reitos.
Alfandega de Permmbuco, 28 do novem-
bro de 1819.0 inspector, tis Antonio di
Sampaio Xianna.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no da :i) do corrento, se tifio
de arrematar em hasta publica, porla da
mesma, depois do meio-Jia, 16 chapeos de
pallia da Italia, por factura um 2,500 rs. ,
total 40,000 rs.; 6 pares de casticaes de ala-
bastro, um par 2,000 rs., total 12,000 rs ;
Iftcachorrinho* de dito, um 711 rs. total
12,800 rs.; 6 cabritillas de dito, urna 1,000
rs. total (i.Odli rs ; 10 palos, 10 vasos e
148 enlejes do dito para os pratos por
50,000 rs.; 4 soupeitas de dito, urna 2,000
rs., tolal 8,000 rs. ; 29 vasos de dito, um
2,500 rs lotal 50,000 rs. ; 18 quadros de
dito, um 1,800 rs total 32,400 rs. ; im-
pugnados pelo guarda Joflo Gregorio dos
Sanios, no despacho por factura n. 592 de
28 do corrente : sendo a arreinatacflo sub-
jeita aos direitos.
Alfandega de Pernambuco, 28 de novetn-
bro de 1849. O inspector, mis Antonio dt
Sampaio Vianna.
Pela inspecloiia da alfandega se faz
publico que, no dia 30 do conente, so hilo
de ai rematar em hasia publica,, aporta da
mesme, depois do meio-dia, 7 figuras do
porcellaaa, uina 1,400 rs. total 9,800 rs. ,
21 caiMuhas e ceslinhas de dita, urna 2,000
rs total 42,000 rs. ; 5 charuteiraa e pali-
teirosde dita, um 1,800 rs. total 9,000 rs ;
um par de jardineiros por 4,000 rs. ; 4 gru-
pos de dito, um 1,500 rs. total 6,000 rs. ;
5 pares do frasco de dito, um 2,000 rs. to-
tal 10,000 rs.: impugnados pelo amanuen-
se Concalo Jos da Costa e Na, no despacho
por ladina sol) o 11. 589 de 28 do correle :
sendo dita arremalacflo subjeita ao paga-
monto doi direitos.
Alfandega e Pernambuco, 28 de novem-
bro de 1849. O inspector, luis Antonio de
Sampaio I 1 un na.
I'.m seguida o Se. Santa Rosa cantar a jo-
cosa aria com as melheres e Jocosas qua-
dras
O MSICO C1IARLATAO".
Dando fim o espclaculo com a bellissma
Tarca tambem vinda do Ro-de-Janeiro
O CASAMENTO POR MAGIA
ou
o (lauta pagica.
Todo este divertimento tem merecido os
mais decididos applausos nos Mieatros do
Rio-Je-Janeiro. Os encarregados da noite,
para daremmsis valimeeto e realce ao es-
pectculo, dedicam a execiiQo do drama a
briosa ollicialidade de todos os corpos, e
contam com as suas respeitaveis presen-
tas, para tornar-se mais pomposo o ani-
versario de S. M. o Imperador.
A chegada do Exm. Sr. presidente e do
Exm. commandante das armas, principiar
o espectculo, o qual aera annunciado por
gyrandola de logo doar.
O Iheatro estar decentemente ornado, e
com a illuminacilo augmentada.
N. B. Os bilhetes de camarotes (s rea-
tam quatro) o platea acham-se venda na
casa do Sr. Santa Rosa ______
Ueclaracoes.
COMffTEHCI.
ALFANDEGA;
llend i ment do da 29.....11:?5t,S1l
CO.NSUI.ADU GF.RAL.
Ilendimcito do dia 29.....1:430.913
Diversas provincias....... 197,397
1:558,210
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmcuio do Oa 28.....1:371,909
dem du da 29........1:082,016
Movimenio do 'orlo.
Navio entrado no dia 29.
Phladolpha 40 das, hiato amoiicano
Grand-Tvrk, de 199 tonoladis, capitio I.
Washburn, cquipagem 8, carga fanuha,
cha, fazondas -i mais gneros do paiz ; a
Malhcus Austan & Cunipanhia.
Navios tahidut na metmn dia
Ass llriguo bra'silciro ero, capilflo Ma-
noel Jos Ribeiro ; em lastro.
Liverpool lliiguo inglez Zebolond, Capi-
lflo Georg ll.irt, carga algodflo.
Lisboa Barca |0'luu lflo Antonio Jjtquim Rodrigues, carg
assucar, Passageiros, o Fraucez Cals, Ma-
O arsenal de guerra precisa comprar
azelo do carrapaloe de coco, velas de car-
nauba, fo do algodflo e pavios : quem os
mesnus gneros quizer fornecer, ha do
comparecer na sala da directora do dito
arsenal, no dia 30 do crlenle, trtenlo a
competente proposta com sous ltimos pro-
cos em carta fechada.
Pela segunda secQflo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do dia
primeiro de dezembro prximo viudouro se
principia a contar os 30 dias para a cobran-
za a bocea do cofio da dcima dos predios
urbanos das freguezas desta cidade e po-
vo do correte anuo fnanceirode 1849 a 1850,
o que, lindo este prazo, lcam suhjeilos a
pagar os pro,rielarlos, alm do principal
de seus dbitos, a multa do 3 por cento.
A chae-liara do consulado da rep-
blica fraucez 1 fui transferida para a ruado
Toircs, ii. 31,| 01 detrs da do Trapiche.
Companhia de Beberibc.
A administraeflo da companhia de Bebe-
11 lie m nula la/, r publico quo vai substituir
as 5 apolices de na. 131 a 135, perlencen-
tes ao Sr. Justino Marlyr Corroa de Mello,
do poder de quem So desencamiiiharam,
como fez certo por annuncios publicados
nos peridicos desla cidade. So ditas apo-
lices se conservam em poder de alguma
pessoa que tenha de reclamar contra a subs-
tituidlo, dirija-.se ao cscriplorio da com-
panhia dentro do prazo do 30 dias, conta-
dos desla data; lindos os quaea, se far a
substituidlo, o serflu consideradas millas as
primeiras apolices dos rcleridos nmeros*
Tlieatro de S.-Francisco.
DOMINGO, 9 DO COMIENTE,
Grande galla,
aiinivorsario de S. M. I. o Sr. D. Pedro II ,
lera lugar u aeguiule espectculo.
Depois daaer execulada urna das melho-
res overluras, dar principio o eapeclaculo
com o
IIYMNO NACIONAL,
cantado peranlc a efigie de S M. o Impera-
dora qual apparerera com a maior decencia
possivel. Fuido oque,reprosentar-so-ha pela
prinier.i vez o lindo drama em tres actos,
vndo do Rio-de-Janeiro, quo tem por ti-
tulo
O MINISTRO TRAIDOR
ou
o trlumpko da Imprima livre.
Avisos martimos.
Pura o Por lo deve sahir
com muita brevidade, por ter
grande parle da carga contratada,
a nova c veleira barca portuguesa
Sanla-Cruz : quem quizer carre-
gar ou ir de passagem, para o que
tem cxcclletiles commodos, diri-
ja-sc ao capitao, J0S0 de liveira
l-eiti1, a bordo, o ao seu consig-
natario, Francisco Alves da Cu-
nta, na ra do Vigario, n. 11.
Para Lisboa sabe, com a maior brevi-
dade. possivel, u brigue portuguez Concei-
cSo-de-Slaria, por ter a maior parle de seu
carga'prompla : para o resto e passageiros,
para o pue tem escolenles commodos, tra-
ta-se com os consignatarios, Thomaz de
AquinoF'onseca&Filho, na ra do Viga-
rio, h. 19, primeiro andar, ou como capi-
lflo na praca do Commercio.
Para a Babia sabe, em poucos diaa. a
sumaca Flor-do-\ngelim, meslre Bernardo
de Souza, por ter a maior parte da carga
prompta : para o restante e passageiros
irata-se com o mesmo mestro ou com Luiz
Jos de S Araujo, na rna da Cruz, 11. 33.
Para o Porto sahir impret rivelmente,
por todo o me/, de dezembro o brigue por-
tuguez Ventura-Felh, forrado, pregado, e
encavilhado de cobre, capitiio Zeferino
Ventura dos Santos : para o resto da carga
o passageiros, aos quaes offerece encllen-
los cotiimodidades, Irata-se com o consig-
natario, Joaquim Ferreira Mondes Guima-
rfles, na ra da Cruz, n. 49, primeiro an-
dar, ou como referido capitiio na praca do
Commercio.
Para o Rio-de-Janeiro sane, no domin-
go, 2 de dezembro, a veleira escuna Gmlan-
ie-Murin : anda recebe alguma caiga, bem
como 1 assageiros e esclavos a frote, para o
que leni bous commndos: a tratar na ra
do Vigario, n 22, com Silva & Grillo.
rjoem tiver cotilas cim a escuna in-
gleza l'cnella baja de as apiesentr al 28
do corrente mez, alim de serem pagas; pois
que depois do prazo marcado licarflo aem
vigor quaesquer conlas que porventura
possam apjtarecer.
Para o Cear segu vagem com brevi-
dade, por ler alguma carga engajada, a cu-
maca nacional Carlota, mestre Jos Concal-
vos Simas 1 par* o restante da carga a pas-
sageiros Irata-se coni o mesmo mestre, ou
com Luiz Jos de S Araujo, na ra da
Cruz, n. 33.
Vai para o Ro-de-Jaueiro Antonia da
Cruz Freir Pedroza, levando em sua com-
panhia sua lilha Anua Benedicta Freir Po-
liniza, e urna sua esurava de notne Josepha,
de iiii<.no Cabinda.
Para o Hio-de-Janeiro se-
gu no o dia G de dezembro o bri-
gue-escuna Olinda: para o resto
da carga, passageiros e escravo
a (Vete, ti at -se com Macharlo &
Pinheiro, na rita do Vigario, n.
Ig, segundo andar, ou como cipi-
tao, Manoel Maiciinno Ferreira.
'ara as ilhus do San-Miguel,
Tejceira e Fayal sahir breve-
mente a escuna ponugueza Favorita, forra-
da e pregada de cobre, capitao Antonio Jo-
s Medeiros : para carga 011 passagoiros tra-
ta-so defronto do Trapiche-Novo, 11. 6, com
Thomaz do Faria.
Le loes.
Richard Roylo far leililo, por inter-
vengo do corrolor Oliveira, de grande e va-
riado son jment de fazendas inglesas, as
mais proprias do mercado : segunda-feira,
3 de dezembro s 10 horas da manhfla, no
seu armazem da ra da Cadeia do Rerjfe.
-- C. J. Astley & Companhia tarSo leilfio,
por intervenido do corretor Oliveira, de
parle de um earrogamenlo de ptimo l-
buado de pinho de dilTcreulcs giossuras e
dimensfles, prximamente chegado a oste
porto : lerca-feira, 4 do dezembro, s II ho-
ras da mantiiia em ponto, no sou urmazem
por detrs do 1 boa tro publico, o vclho.
--J. O. Klsler f.na leil.lo do SU rstabo-
lecimenlo do vinhos, conservas e outroa
objectos em grande sorlimenio, segunda-
feira, 3 de dezembro, s 10 horas da mi-
ubia, no seu aruiazeut da ra da Cruz,
n. 51.
Avisos diversos.
Flix Venancio do Cantalice participa
os seus freguezos que oiuflou-ae da casa
da ra Nova, n. 31, para a ra do Queima-
'io, n. 7, aonde os meamos o olanlo sem-
pre prompio a desempenhar tu lo quanto
fr tendente sua | rotissilo.
-- Ptccisa-ae alugar um prelo para andar
vendondo fazenda p la ra em um tabolei-
10 em companhia de um homem : a tratar
na venda da rui da Cadeia do Recite, 11, 25.
Na rna Direila, n. 32, se dir quujj
precisi de 200,000 rs. a promio com boas
(Irmas. .
A pessoa que por ongano tirn 4o
correio duas cartas, vindas da Babia no ul-
timo vapor para Manoel Jos Concalves
tonha a bondado de manda-las entregar na
ra doQueimado, 11. 2.
Ba larga do Rozario,
n. 14.
Prudincs, cutUeiro c
armeiro,
tem a honra do prevenir ao respeitavel pu-.
blico que elle acaba de receber pelo navio
fraucez Soerate um rico snrtimenlo de cu-
idarla fin, como lesouras para cabellerei-
ro, costura, alfaialee para unhas: ditas'
muito finas para senhora bordar; estoios
de navalbas mullo ricos; caivetes de to-
das as qualidades, com cabos de roarQm,
madre-pcrola e de tartaruga. O annuncian-
te aproveita essa occasiflo para lembrar .aos
seus fregueses, que ello tem* um boro sorti-
roepto do espingardas finas de cano trun-
xado e da masquinado, das molhores fa-
bricas do Franca, obra muito boa e muilo
segura proprias para ae diverlirem pelo
lempo de festa : lamben) contina a amo-
lar as tercas, quintas o aabbadoa, ae en-
carregade qualquer concert'pertencente
ao seu ollicio.
D. \\. Baynon, cirurgifio dentis-
ta, na ra do Trapiche-Novo, 11.
14, respeilossmente informa.ao
publico que, pelos seus muitos afazeres, ae-
ra obrigado a domorar-se mais.algum lem-
po nesta cidade, antes de sua retirada para
os Ksiados-Uni los, e offerece seu prealimo
para toda qualidado de operares deuiata,
para ponientes novos, tantoaingelos como
dentaduras inleiras, chumbar dentta eom
ouroeprata, conforme as ultimas deseo-
bertas nesla lera.
Carlos Hardy, ourives,
na ra Aova, n, 5,
acaba de recebor de Franca um aortjmento
de obras deouiod lei, como sejim ade-
remos, meios ditos e pulseiras : tamben) ro-
cebeu um grande sorlimcnto do chapeos de
aetim e gnrgutilo do ultimo gosto e do dif-
ferenlrs cores e precos; chapeos de palha
da Italia ; ditos muito linos, abortos e fe-
chados ; armarfies de chapos da todas as
cores, mullo fiiceisde se eobrirem ; litas;
flores; ponnachos ; pe.nnas para chapeos ;
camisinhas do cambraia para seabora, mili-
to bem bordadas ; I uvas de seda com deJos
e palmas do cores ; loueas de IS pm e-
nhorae meninas rneas de seda par me-
ninas ; cassa franceza muto lina : ludo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parle. 4
Dc.ites 11 tificiaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico que contina a exercer a
sua prolisso, na ra estrella do Itozario,
n. 16, p' itneiro andar.
o Dr. I.ourenco Trigo de Loureiro abri-
r na casa da sua rc.-denesa. no bairro da
Itda-Vista ra da Saudade, defronto do Hos-
picio, um curso de pratica doprocesso, logo
quo Iciihnm ouncorido dur-ll.e OS SOUS
nomos pelo monos dez alumnos. Har tres
lices por semana, sendo cinco mil fis 'a
graliiicacno monsal de cada alumno.
Gabinete Iliterario.
Os sbaixo assignados, socios do gabinete
litio; ario csubelecido nesta cidade na ra
ruado Livramonto, n. 27, primeiro andar,
desojando que continuo esle nico estabe-
liciincnlo Iliterario que ha nesta cidade,
para prestar o necessario soccorro ina-
lruci;flo de seos bu hilantes, e servir de n-
cleo a urna biblolhec para o futuro, o ven-
do que se ha misler dos esforfos a coadj-
vsc,.to de seus com-scios, para que se nSo
aniquile o mesmo gabinete, que por a au-
sencia dos que deviam curar Jess conser-
vseflo e augmento, est em abandono; tor-
nam por esta ultima vez a convidar a 10 ios
ossenhores socios residentes nesta cidade
para compareceicm no mesmo gabinete pe-
las seis horas da larde de 28 do correlo
mez de novembro, para de aecrdo se toma-
re 111 as medidas convenientes para se salvar
esse til cslabelccmenlo da aniquilaejtn
que o ameaca, visto como na tardo de84
que nos anteriores annuncios Tora indicada
para a re u ni o apenas comparecern! qua-
ti o sucios: (cando, porm, certos que. no
caso de nao comparecrcm os socios pre-
sentes, tomarSo definitiva doliberaclo.
Ot Narciio Camello, Fr. Jodo Capletrano
de Uenionca udo Franciico Bastot.
Aluga-se, polo lempo de fesla, um si-
lio na estrada do Monleiro, perlo do banho,
com 6 quarlos, sotan, estribara, cacimba
e com bastantes arvoredos de fruclo : a
tratar na ra do Crespo, n.T.pri eoiro andar
-- Peseja-se fallar a negocio de milito
interesse, na ra da Cadaa do Recife, loja
de cambio, n. 24, com os Srs. Joaquim Jos
de Sanl'Anna, Jos de Carvalho da Fonse-
ca lima, Manoel Jos de Barros, Antonio
IteisNogucira, o Rvm. padre Caetano Jos
Aiiluues, Manoel Francisco da Costa Lobo,
Jlo Baplisla Vieira Castro, Izidio de Santa
Clara, Joaquim Joflo Roberto, Francisco
Coiicalves Orem, Manoel Gomes da Silva
Manuel de Amorim Lima, Luiz Ribeiro Ma-
chado, Joaquim Jos Marques e I). Maiia
Tlarcza do Jess.
lielume e asphulto.
Ronsiii Uronet (de Urctagne ) (faz publico
que ello se encarrega de execular toda a
qual'dadodebelumo easphaho, a modada
Kuiopa, lano cm colgadas como em lerra-
gos, lundagiO de casas, adcgan aublerra-
neas, 8vangadas para o mar, 0 meamo abai-
xo do nivel das mates : para exeougSo tem
pedras de todas as diniensoos, oonaerva-
giioda cavilha, etc.: quem da seu prest
1110 so quizer utilisar, dinja-sa au armazcm
do sal da Roa-Vista, quo ah o encontrar.
Piecisa-so da urna ama forra ou cali vi,
para una casa do pouca familia, q.10 emen-
da do coziuhar eengommar: na ra do
Pilar, n. 72, em Kora-de-Porta.
--Ho-se 10,000 rs. tnonsaes dealuguel
por.urna prela que saiba bem coziuhar, en-
gommar liso e comprar os arraigos de una
casa de pequea familia: na ra da Floren-
tina, casa da esquina defroute do tlieatro
novo.
Aluga-se a casa do Aterru-da-Boa-Vis-
ta, n. Si, com muitos commodos para um
grande estabelecimetilo e morada inda-
pendente.
1


__ Jos Soares de Azevedo,
nrolessordengoa franceza no ly-
ccn, tem aberlo .em fiia cas, rus
o Hozarlo Jarga n. 36 segunde
andar, um curso de Geographia r
Historia e oulro .de ftiirronica i
Potica. As pessoas que deseja
rem estudar qunesquer deslas dis-
ciplinas pdem dirigir-se indi-
cada residencia aqualqner hora.
.-Dilo-se 280,000 rs. premio de 1 o meio
or cenlo, por lempo de um atino, com hy-
Llheca em predio livre e desembaragndo
nesla cidade : ni r do.Livromento, n. 3*,
e dir quem da.
precisa-se de um feilor : no sitio da
npella da ConceigSo, na estrada de Jo8o-
u-Barros.
.. precisa-se de 500,000 rs. a premio com
livpotheca em bens de raiz : quem quizer
jar annuncie.
_-D. Ihereza Emilia de Medeiros Souza,
viuva do coronel Joaquim Jos l.uiz de Sou-
za, roga que nenhum senhnrd cousa al-
cn'ma por amostra, emprestimo, o'i mes-
mo lindo as pessoas de sua casa, sem que
preceda carta rogativa por ella assignada,
gom o que nflo. ae rcs;ionsabilisa por conta
algumi.
Manoel Gomes da Cruz comprou, por
ronta e ordem do Sr. Jos Telxeira Lile,
di Parahiba do norte, o bilhete n. 1,878 da
II.'lotera das matrizes do Rio-le-Janeiro.
Aluga se, pelo lempo da Testa, um so-
brado na Passagem-da-Magdalena, junto a
ponte grande, com 3 salas, 4 quartos, e as
tojas com os mesmos commodos, feito a
moderna, com excelleate banheiro e duas
cacimbas, todo murado : a tratar na ra
Direita, n. 3.
Sabbado, primeiro de dezembro, se
hfio de arrematar, pela segunda vara do ci-
vil, por ser a ultima praga, cinco terrenos
foreiros entre as duas pontes da Passagem;
bem como a prBpriedade denominada ola-
riada Magdalena, com ludo quanto com-
nrehende dita propriedade, como melhor se
\ ver do escriplo edital em m3o do porlei-
ro : ludo penhorado a Jos Joaquim Bozer-
ra Cavalcanle, por execuglo dos berdeiros
de Francisco di Silva.
__Aluga-se a casa.terrea da ra
di. Ponte-Velha, n. 94: quem a
pretender, diiija-se ra do Tra-
piche no Recife, armazem de as-
sucar de Domingos Soriano Gon-
calves Ferreira.
' -Francisco Xavier, Porlnguez, retira-se
para o Rio-de-Janeiro, levando em sua com-
panhia urna criada de nome Francisca Fe-
licidade do Nasctmento.
AGENCIA DE PASSAPORTES.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio e despacham-se escravos: na
rua do Rangel, sobrado n. 57.
A pessoa que annunciou no Piano de
29 do corrente precisar de 400,000 rs. a pre-
mio com boas lrmes, pode dirigir-se rus
do Sfbo, n. 8, que ahi se Ihe dir quem da
agradando Ihe as (Irmas.
Alg-se o terceiro andar e solao de
um sobrado da ruada Praia por 12,000 rs.
mensaes, o mais commoJo possivel: tra-
tar na rua larga do Rozario, n. 38.
Desappareccu, de bordo do vapor >.-
Salvador, urna mala d couro, conlendo
algumroupa de menina, de cama, etc. :
so por engao tiver ido na bagagem de al-
gum Sr. passageiro, pode fazer o favor de
nntinciar, ou de dirigir-se rua de llortas,
ii. "0, qu so Ihe llcar obrigado.
-- IWseneaminliou-se, no dia 2". do cor-
rente, da cabega deum preto, um bahu do
sola preta j usado, coutendo toda roupa
sim uma caixa de flandres com urna barre-
tina : quem do mesmo- souber, di rija-so a
rua de Apollo, n. 22, armazem de sssucat
quesera generosa-mente recompensado.
- Aluga-se a loja do sobrado n. 8 da rua
largado Rozario, por 10,000 rs. mensaes :
a tratar na mesma loja.
Aluga-se uma casa terrea com excel-
entes coinmodus, sita no lugar dos Coe-
Ihos, rua do Prazei: a, tratar na casa con-
tigua a mesma. .
Alugam-SH duas moradas de casas em
S.-Anna-do-Denlro, as mais propnas para
se passar a festa, por serem prximas ao rio
Capibaribo : a tratar na rua Bella, n. 28.
- Frei JoSo Captrano de Men long
profossor de geograpbia e historia do ly-
reu.ousina pelo lempo das ferias rhetori-
rae potica, geographia c historia, theolo-
gia dogmtica, Instoria sagrada e ecclesias-
lica: as pessoas que quizerem estudar es-
tas disciplinas, o poli-rilo procurar na rua
das Cruzes, n. 18, primeiro andar.
Na na Nova, n o, prrc-
sa-se de um oicial de alfaiate pa-
ra concerlos..
Bixas.
9j\a praca da lndpeii-o
g dencia, ii. 10, %
ra ao voltar para a rua das Cruzes, alu- q
p gam-seevendem-se bixas de llam- 0
J burgo : lambem v8o-so appli
ros da finada Theroza 'Mara do Jess ( quo
iti'a concedeu)subjeUramsoa pagar|uma
certa quanlia ao mesmoSr. Serafim, e po-
dando acontecer que um papel de venda,
existente em poder dos mesmos, ou de seu
procurador, cujo papel nenhum vigor tem,
porque foi passado muito posterior ao aolo
da liberdade, d rugara protencOes desar-
rasoadaa, fago em lempo o presente atirmn-
cio para que ninguem conl
ferido objecto, allegando
protesto defender o meu d
lenbo os precisos meios.
O bacharel A. II. de Torres
Bantleir>, professor adjunto de
rhetorica e geographia no lycea
tiesta cidade, se propoe a dar li-j
9ocs das mesinas disciplinas, e
bem assim de philosophia e frao-
cez. Quem de seu prestimb se
quizer utilisar, pode dirigir-se
rua eslreila do Rozario,n. 3i, se-
gundo andar.
Precisa-se de um homem porluguez ou
brasileiro que esleja tcoslumado a Iraba-
lliarem armazem de assucar, refinagSo e
casa de purgar, para trabalhar na refinaria
franceza da rua da Concoma: paga-te bem,
e ae fr homem preto e que teuha -agilida-
de melhor sera : na mesma refinado da
rua da Concordia, n. 8
Acha-se a venda polo diminuto pre-
go de 3,000 rs. o muito divertido romance
Palmira ou n ceguinha brasileira, escriplo
em sete cantos, pelo doutor Francisco Bo-
nifacio de Abreu : na roa da Cruz, no Re-
cife, loja de livros, n. 56; na praga da In-
dependencia, ns. 6 e 8 ; no Aterro-da-Boa-
Vista, loja, n. 14.
Chapeos de sol
'5
avor de Antonio J aquim do Albuquorque
l.ins, por se adiar paga desde odia do seu
vencimenio, e nDo entregue ao mesmo an-
nunciante.
(omina dc.eiigouimar.
Vendem-se saccas com gomma de en-
gommarmuitoalva na ruado Queimrdo,
n. 14, loja de ferragens.
trate sobre o re __. Deseia-se saber onde resi-
iSKSrVou de o Sr. Joaquim de Figuciredo
Lima, ou mesmo quem seja jeu
procurador nesta cidade ou fra
della, para se tratar de negocios
que Ihe dizem respeito: quem sou-
ber annuncie por esta folha para
ser procurado.
D-se pfio de vendagem, offerecendo-
se melhor conveniencia do que em oulras
partes: na rua do Rozario larga, n. 48.
Dr. Joaquim de Oliveira e Souza ensi-
na em sua casa no Aterro-da-Boa-Viata, n.
82, a traduzir, fallar e escrever a ligoa fran-
ceza, e por casas particulares.
--Compra-se um scllim usado: na rua
larga do Rozario, n.2ti,loja de 1
Vendas.
Folliiulias.
Na livrarta da praga da Independencia,
ns 6 e 8, vendem-se as bem conhecidas fo-
Ihinhas impressas nesta lypograpltia, tan-
to de porta como edalgiheira. '
A os 20:000.000 de rs.
Na praqa da Independencia, n. 4, ven lem-
so bilhetes, meios, qoarlos, oitavos o vig-
simos da 11* loteria a beneficio das ma-
trizes do Rio-de-Janeiro. Na mesma loja so
moslra a lisia da dos capuchinhos.
- Na loja de Mava llamos & Companl.M
ha tima intcressanle obra, intitulada Ma-
nual annuar.o da mu", ou medicina *
nliarmacia domesticas, conlendo todos o
contiocimentos theoricose praticos neoes-
sarios para cada um saber preparar.a em-
oreuar por si mesno os medicamentos, .
com pouca despoza, da maior parte d.s
doencas curaveise procurar un allivio q^-
si equivalente a sattJe as doeuoss i.-cu-
raveisechronicas. por F. V. Raspail. Cago
poderei eu cl.amar-me "i0'1U"'10.'?._
dosvSoser, sem mullo trabalhu, tilo tlou-
tos como eu? ,
Familia de mandioca.
Vendc-se farinha de San-Ma-
theus a mais superior aue ha
que
no
Vende-se uma escrava cri- mercajoa bordo da sumaca Bella-
oula, bonita figura, propria V***\ Argelina, Tundeada defronte do
qualquer servico de urna casa na ce^ j0 Qollegio, ou na rua do Vi
IluadoPasseio, n. 5.
DEPOSITO GEKL
5 do superior rap areia-prsta
<* ta fabrica fie Gantots Pai-
Ihet&c Companhia, na Ba-
% hia. 4
8 Domingos AlvesMalheus, agente da *
fabrica de rap superior areia prela
ay e meio grosso da Babia, tem aberlo o
9 su deposito na rua Cruz, no Recife i
a> n.52, primeiro andar, onde se achara t%
aj gempre desie excellentoe mais acre- 4
2 dilado rap que t o presente se tem #
aV); fabricado no Brasil: veode-se etn bo- 4
J tes de uma e meia libra por preco
AJ maiscommododoqueemoulraqual-
t: quer parte.
rua da Cadeia do Recife, loja de
JoSoda Cunha MagalhSes, n. 51
--Vende-se colla do Rio Grando do sul,
a 240 rs. a libra ; erva-matle, a 320 rs.: na
rua Augusta, n. 94.
Vende-se, outroca-se por outro um
escravo de nac.!Io Angola, com bons prin-
cipios de marinheiro. e que cozinha o tri-
vial : a bordo do brigue Jurcn
ii
-* uurgu : iimiiuciii ow-ow -rK..-f p- j
S ra commodidaJ dos freguezes ; ti- X
2 ram-se denles, sangra-se appli- ^
O cam-se ventosas: ludo por preto v
0 commodo. *J
O
--Os 8ra. Manoel Gomes Fetreka e Jos
Jacintho Tavarea-de Arruda tecm cartas na
rua do Vicario, n. 7, primeiro andar.
-- pardo Joaquim, que como escravo
foi vendido pelo Sr. Soralim Pinto de Souza
a., Sur. teento-roronel Manoel Lucas de
Araujo f Iwheiro, faz publico que se aclia no
gozo deaua liberdade. por carta legal, pas-
ssda no anno de 1833, e agora apparecida
e como, em virtude dest'e documento que
ninguem de boa f pede contestar, o Sr. Se-
rallin nenhuma duvid levo em sul'jeilar-se
ao pa jmenlo, cottvencionando com o com-
1, prador, pois que ambos reeonheceram a
1 vajade da carta, negocio este de que j sa
tralou Judicialmente na cidade da Victoria,
onde lionve uma acommodac.flo favoravel
ao acto da liberdade, tanto que os herdei-
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento de chapeos de sol, de seda de
todas as cores as mais fixas que teem appa-
recido, para homem senhora, e que se
venlom thuito. em conta ; ditos de pannt-
nho imitando seda ; dilos muito grandes, e
de panno e armarles muito fortes, pro-
prios para senhores e feitores de engenhos 1
ta n bem se vende fazenda de seda e de pan-
ninho imitando seda para se cobrirem ar-
macOes. Na mesma fabrica se concerta qual-
quer chapeo deso, com muila brevidade.
e por preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte, e vendem-se baleias
para vestidos.
Farinha de mandioca.
Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, de muito boa qualidade, por ser fa-
bricado na serra Meruoca.perto da cidado
de Sobral, por preco commodo: na rua do
Queima-io, n. 14, loja de ferragens.
Precisa-se de um ciixetro que ten ha
alguns principios de pharmacia: na botica
do Bartholomeu, rua do Rozario.
Aluga-se um sitio na estrada dos AIIIic-
ios, com boa casa o excellenlc agoa : a Ira-
lama mesma estrada, com o seu proprteta-
rio, Joquim de Oliveira o Souza.
--l'reclsa-so 4e um capellSo para* gro-
ja da Senhora da Boa-Viagem, ao qual se
d casa, faz-se boa conveniencia, e o com-
petente parodio, alm do parlir os benezes
de meia estolla. gratifica generosamente :
a quem convier, dinja-seao dito lugar, ca-
sa do Ihesoureiro, Joo Jos de Miranda.
Na fabrica de charutos do Alerro-da-
Boa-Visla, n. 5, precisa-se de ofllciaes de
charuteiro, pagando-se a 200 rs. ao cenlo
de charutos de carregacao. '
Constando ao abajxo assignado que
alguem tml intencionado se lem servido
de seu nome para com elle deitar annun-
cios ueste jornal, declara que nunca assig-
nou nem asigna annuncio de qualquer a-
tureza que nem do levo loque cm q pome
de alguem. Joao l'i deSousa.
Precisa-so de uma ama : na rua do
Rangel, n. 25.
~ Precisa-se de uro ofllcial de barbeiro :
a fallar com Joaquim JosMoreira, na pra-
ca da Indepcndencin, n. 10.
Quem precisar deum rapaz brasileiro
para caixeiro de rua, ou para armazem, an-
nuncie.
Novaes & Companhia embarca para a
Bahia o escravo de nome Fael, pertencenlo
a Joaquim MarquasNogueira e Silva.
Aluga-se urna casa no Cachang para
se passar a festa, com esliibaria e coclieira,
por preco commodo : na rua Nova, n. 63
OsSrs. Galdino Upes de Oliveira, Jos
Francisco Mat tins de Almeida e o acadmico
Lobato Jnior, queiratn apparecer na rua
da Cadeia de S.-Anlonio, 11.13.
Aluga-se o armazem da rua de Apollo,
n. 32, muito grande : a tratar com Manoel
Antonio da Silva Motla.
OSr. J080 Cyprianno Rangel queira
ter a bondade de apparecer na rua da Ca-
deia de S.-Anlonio, pra decidir sobre cer-
ta conta que S. Me. recebeu.
OSr. InnocencioXavier Vianna tenha
a bondade de apparecer, para se contratar
cetto negocio que S. Me. nflo Ignora, na rua
da Cadeia de S.-Antonlo, n. 13.
Acha-se uma caria para o Sr. Jos Joa-
quim l'ereira, na rua da Praia, u. 49, cuja
foi tirada do correio por ser de nome igual.
Lotera do Guadalupe.
Desengao.
o numero de bi-
<

tor
Seja qua
Hieles que fiquem por vender, as
rodus desla loteria andam impre-
terivelmcnte no dia 14 de dezem-
bro prximo futuro. Os bilhetes
que estilo actualmente a venda nos
lugares do coslume vender-se-
hao smente at o dia primeiro do
dito mez, em que passaro ao do-
minio de uma sociedade.
-OSr. Francisco Domingos Percira lem
uma caita na rua do Vigario, n. 19, escri-
torio de Machado & Pinlielro.
Antonio Joaquim Lins Piranu*, senhor
em parles do engenlto Anlonio-Uias, do ter-
mo da villa do Purto-dao-Pedras, provincia
das Alagas, az sciente ao respeilavel pu-
blico que ninguem compre nem faca nego-
cio algum com uma leltra de setecentos mil
ris, aceita eassignaJa pelo annunc.ante a
Sr$. redactores. -Tendo eu ha 17 para 18
annos um escravo do nome Manoel fgido,
e lendo sido ha lempos pieso por un* ca-
pilfles de campo no centro da cidade ta I a-
rahiba, estos interrogando no escravo, elle
disse que o seu senlior era eu, como de
fado sou. Os ditos capitIJos de campo tra-
taram de m'o entregar; porem, passando
pelo lugar de Ipoeiras e pelo sitio Bebedor,
propriedade do capitto Manoel Peroira de
Mello, oslo fez logo tencSo de se apossar do
escravo, fosse por que meio fosse : sei que
assim succedeu, passando o dilo Poreira
recibo aoscapilos de campo de licar com
o escravo, e dizendo que ia participar a seu
senhor para compra-lo, ou do contrario en-
trega-lo, cousa que nunca fez, pois oque
quera era pilharo negro ; ecomo os opi-
nes de campo nSo dessem o escravo de
muito boa vontade, trataram dme parti-
cipar de lodo o occorrido pelo Sr. Joo Vic-
torino, eeu ao mesmo dei todos os pode-
res e escrevi ao dito Mello para enlregKr o
meu escravo, o que elle no. qutz execu-
tar : depois disto autorisei com todos os
meus poderes aoSr. Jos Lopes de Sam-
paio. que la oi por duas vezos, ate em urna
dolas levou uma carta de unv mano do
mesmo l'ereira, dizcndo-lhe que no pozes-
seduvida algumaem entregar o escravo:
entSo elle Pereira nosta occasi3o msndou
armar o escravo do bacamarte e facca de
pona, e disse ao Sr. Sampaio que o pren-
desse, o que verdadeiramento se nflo poda
azer. A vista disto bem so est vendo quaes
nSo silo as ms nlencOes desse homem ;
por isso o abaixo assignado roga encarec
demento aoslllms. Srs juizes competentes
delegados e subdelegados do mesmo dis-
tricto, para que, sendo o dito escravo cap-
turado, possa o abaixo assignado apresen-
tar os seus Ttulos o roceb-lo.
O escravo tem ossgnaes seguintes : lera
boj? de idade 35 annos, altura regular, cor-
po mais secco que grosso. rosto lirado, cor
entro fula o preta, bem feito de pes o mDos,
tem um laco pequeo tirado na orla de um
das orelhas. e pela Talla parece crioulo, por
ter vindo de Angola bstanle pequeo. Re-
cife, 27 de novembro de 1849.
Ionio Coelho da Silva.
Sociedade Harmonico-
Theatral
O primeiro secretario avisa aos Srs. so-
cios que os bilhetes para a recita uol. de
dezembro do correle anno se distribu m
no salHo do Iheatro nos dias 29 e 30 de no-
vembro das tres horas da tarde em Oante,
e no dia 1.' at ao meio-dia, em o quai se
achara reunida a direceflopara approvagflo
de convidados. A directo previne mu po-
sitivamente que, excedendo o numero de
pessoas aos dos bilhetes, ser-lhes-ha pro-
hibido o ingresso outrosim se adverto que
ssenhoras deverSo ser portadoras de seus
bilhetes, afim de obstar duvidas, e o in-
gresso paia as galeras em as noites de es-
pectculo sera das 7 1/2 horas em dtanle,
achando-se aberlo o salflo desde s 6 horas.
Para clareza s Taz geralmente sciente o
artigo 21 do regulamento da sociedade, a
saber: ...
as galeras so terflo entrada, vindo
com bfhetes, assenhoras os socios casa-
dos; ou solleiros que sejam, ou represen-
ten) os chefes dd familia ) que as acompa-
nhem, e sem bilhete os membros do con-
cellio e da dirceflo, e os empregados as
MSIDas. Todava nos entre-actos, e s-
mente pelo lempo quo durarem, ser per-
mittida a entrada aos convidados que nel-
las tcnliam familia. *
N. B. No saino so terfio ingresso os
convidados que lenuam o compleme bi-
heie de plaleia.
I ?
<= 1
Sfc
e I *
S f
Aos 20:000.000 deis
Pelo vapor S.-Salvador, entrado nes-
te porto no da 27, recebemos a lisia 0
da 5.* loteria -los misionarios capu- fl
ehinhos. e juntamente os muito afor-
f tunados bilhetes e meios bilhetes da
II.' loteria concedida a beneficio da
construceflo e reparos das matrizes
do llio-de-Janoiro, cujas rodas deve-
i rSo andar no dia 28 do correle mez, #
9 os qune 9) loja. das 8 horas da manhia as f da
tarde.
Vende-se, na venda da rua Augusta,
n 91, ao pedo viveiro. mantelga ingleza,
a 320. 480e 610 rs. a libra ; qtteijos novos,
a 1,100 rs. x cli, a 2,000 e 2,210 rs. do me-
lhor; passss o ameixas novas, a 240 rs. a
libra ; figos, a 160 is ; cerveja muito boa,
a 410 rs. a gnrrafaf e ineias ditas a 280 rs. ;
vinho, a 160, 200 e 240 rs. a garrafa ; esper-
macele, a 800 e 900 rs. a libra; vas de car-
nauba, a 260 rs. a libra ; azeite doce, a 480
rs. a garrafa ; dito de coco, a 400 rs. ; dito
tic carrapatn, a 220 rs. ; toucinlio, n 129 e
2)0 rs. a libra ; farinha do Maranhilo, n 80
rs. ; dita de aramia, a 140 rs.; osteiras de
pipiry, a 160 rs.; grax ingleza, a 220 rs. o
pote : amendoas sem casca, a 300 rs. ; lou-
c.a ; e lodos os mais gneros muito em
cinta.
Cera em velas.
gario, n. 19, i. c andar, a tratar
com Machado & Pinheiro.
-Na rua da Cruz, no Recte. armazem
n. 33, vendemso saccas com foiiSo, por lo-
do preco, por estar principiando a turar,
um poredo de calcado do Araeaty como
sejam 80 pares de sapatOes de couro de lus-
tro, obra bem feita e de diversos lmannos,
sola o couro de cabra; caixas para rape:
tudo por preso commoJo, para fechar con-
'las
| .*. o gerenlo do contrato do rap prince-
za de Lisboa continua a vendar Orape flO-
do pelo navio Coucetfio-de-Mana a S.W
ris cada libra, adinheiro a ista ; assim
como roga as pessoas que ntida deven o
importe de rap, hajam de mandar sat.sri-
zer, pois n3o lem caixeiros para mandar
recebertaesdebilos.
No sitio da F.stancia, junto ao engenlio
deCiqui, vende-se uma carroca novado
quatro rodas, feita na Inglaterra, propria
para conduzir grandes pesos, sendo feita
para carregar ass.tcar para o porto de em-
barque, e cannas do cannavial para o onge-
nho: os eixos o rodas so de patente e de
uma solidez para resistir a lodoe qualquer
servico: oi irazida pelo annunciante da In-
glaterra como adoquada aos servidos dos
ongcnhos.como ascarrocas de quatro rodas
actualmente em uso canamente nao silo.
Vendom-so lambem osarreios para oitoea-
vallos em separado, ou com a carrosa, a
qual est arranjada para trabalhar com ca-
vallos ou bois: os arrcios de inferior qua-
lidade serve iguaimente para carrogas do
um cavallo, c por isso lambem ven le-se ca-
da apparelho cu separado. A iralar no mes-
mo sitio ou na rua do Vigario, n, 4.
4lf!^^^'
A 2,400 rs.
m Baralissimas mantas de cambraia e
f seda, grandese de escolhidos gostos,
senhora, pelo diminuto preco
do 2.400 rs.:
na rua do Crespo, n. II.
para
fe

m
i
Compras.
Compra-se vidro grosso de espelhos
avariado ou quebrado: quem tiver an-
nuncie por esta folha.
Compra-se uma porta e janella : na rua
do Aragllo, n. 9.
Na loja de encadernacBo da pra(a dr
Independencia, n. 12. compram-se livro>
usados, tanto francezese portuguezes como
latino.
Compra-se uma prela de nacSo, moga
robusta e sem vicios, que engomme, cozi
nhe solTrivolmenle e seja descuibaragadi.
para o servico de uma casa: na Boa-Vista,
rua da Mangueira, n. 5,
Vendem-se caixas com cera em
velas fabricadas no Bio-dc-Janei-
roem urna das melhores fabricas,
mu tiini iiId ao go>to do comprador,
c por preco mais barato do queem
outra qualquer parte: a tratar
com Machado & Finheiro, na rua
do Vigario, n. 19, segundo andar.
Vendem-se 2 moloques pegas, de 19 a
20 annos, de nago Angola ; uma moleca
muito bonila, com principios de costura :
na rua Nova, n. 39, segundo andar.
Vendc-sc um terreno no Aterro-dos-
Afogados, 13o barato que o comprador aJ-
mirar-sc-ha : na rua larga do Itozario,
n. 38.
Vendem-se pallias de coqueiro para
banheiros, postas em qualquer parto que o
comprador quizer : na rua largado Boza-
rio, n. 38, se dir quem vend.-.
Vendem-se muito bons hus mansos de
carro e garrotes j bous de amansar: na
rua do Tergo, n. 2.
Vendc-sc uma escrava boa engomma-
deira, de linda figura ; dotis escravos, sen-
do um molequode 17 anuos e o outiode20,
bom tanoriro : todos so de boa conJucta :
na rua doltangel, sobrado n. 57.
Vnde-se um preto bastan-
te moco, de bonita figura e pti-
mo para qiulquer servico, especi-
almente para engenho. por ser bom
trobalhador de enxada, fouce e
machado, e trabalhar decaldeirei-
ro : ao comprador se dir o moti-
vo por que se vende ; na rua da
Cadeia doliecife, n. 5o
Cliegou novamente loja de Maya Ra-
mos & Companhia umacollegSo de retra-
tos ly'egraphados das principaes persona-
gens de.Portugal, dislinguindo-se do entre
elles os retratos da rainba de Portugal,!).
Fernando, L". Miguel, conde de Thomar far-
dado como ministro, duque do I'almella,
duque da Terceira, con.io das Antas, gener
ral Guedes,, Vasco da Gama o outros : lam-
bem se vende na mesma loja uma collecgo
do vistas das margeos do ouro, collecgilo
ios sucessos de D. Ignez de Castro, um pa-
norama de Lisboa,e oulras vistas mais que
na indicada loja cima ha para se vende-
rem por pregos mullo rasoaveis.
Vendem-se re Ligios para ci
ma de mesas com 3o horas de cor-
da por Laralo preco, visto a sua
qualidade e boniteza i na rua do
Trapiche, n. 8.
Vende-se um relogio de ouro, patente
ingli z, por 145,000 rs.: afianga-se ao com-
Erador : na rua larga do Rozario, n. 8, so-
rado.
^Sit^3?**'*^*'>
Vendem-se trinla escravos e escravas,
sendo negrinhase mulalinhaa com habili-
dades e sem ellas, de 12 a 20 annos ; prctas
muito boas quitandeiras, sendo algumas
com habilidades ; moleqiies de 12 a 20 an-
nos ; prelos e pardos : na rua da Cadeia do
Recife, n. 40.
rua do Crespo, n. 9,
Na
loja de Joilo A. G Guimares, vende-se,
por commodos prego, um bello sortimen-
lo de razendas modernas e de goslo, con-
sistin lo em cassas o cambraias dos mais
lindospadrOes ; casimiras; corles de ves-
tidos de seda ; lengos da India de todas as
cores, em ponto de sarja, o outros minios
objectos para adornos da senhoras : lam-
bem se vende na mesma loja tima grande
porgnodefazendasque por serem antigs
se venderSo a quem as pretender com 30 a
40 por cento menos do que se pdem en-
contrar em outra qualquer loja, como se-
jam : corles de vestidos de seda de muito
boa qualidade; chales grandes e menores,
do boa seda com algumas pintas de moro ;
ditos de soda e algodSo ; cassas e cambraias
de seda e algodo, do todos os padrOes ;
cortes de casimira; brins listrados o de
quadros ; hrim brando liso e do Itstras com
defeito, masdepuro linho, e trangado de
400o 1,200 rs.; cortes de.colleto de setim
velludo, lisos e lavrados, pretose de cores;
ditos de gorgurflo, lanzinha.elc por to-
do o prego; mantas; manteletas; luvas
compridase curtas, de seda, lisas, borda-
das, e de pellica ; ineias de soda preta e de
cores, para homem e senhora ; lengos de
seda d todas as qualidodes, de 1,000 rs.
para cima ; chitas francezas e inglezas, e
almdeoutras muilas fazendas, uma gran-
de porgSo de chapeos antigos do castor in-
glez.desedae massa franceza, com pollo
e rapados de todas as qualidades, o quaes
sevendem pelo prego que o comprador
quizer dar.
Novo sor lime uto de fa
/ ndas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores fixas e cum 4 palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
covado ; cassa franceza de quadros, muito
(na, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
Iras de linho, a 240 rs. o covado; hrim do
algodlo de edres com listra ao lado e de bo-
nitos ladrOes, a 320 rs. o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 o 1,600 rs. o corte de
duas varas e uma quarta ; cassa preta com
ramagem brancu para lulo, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padrOes e coi es fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarlstana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodlo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
Vendem-se 12 escravos, sendo : um
mulatinho de 15 a 16 annos; uma negririba
de 14 a 15 annos; um escravo bom carreiro;
um preto de meia idade, que he serradora
cozinheiro; uma parda de 18 a 20 annos ;
7 escravas, entre as quaes algumas com ha-
bilidades -. na rua Direita, n. 3.


._ Vendan)-8018 accOcs da companhia
ili< Bch-ribe : ricsln lypogratihia se dir
. i|iiem vcmo.
Farol om sacons gran-
des :
vendc-se no armuzem ile Antonio Anncs
no cues da Alfandega, a 5,000 rs. i sacn.
Vende-se um cavallo melado com bons
andares o bastante gordo : na na da Cam-
lioa-duCarmo, n. 12.
-- Vend-so escolente mol para comer,
300 rs. a cunada : na ra da Concordia,
n..s, rohnaria franceza
--. Vende-so urna prota crioula. de boni-
. figura, que lava bem de varrella c. cozi-
nlia o diario de urna casa : o motivo por
que se v.-ri.l.! se dir ao comprador : na ra
do Crespo. n.^S. loja.
V:idem-se oculos para todas as da*
des, os melhores que tnem viudo a este
mercado} inia preta moca, qu eos", en-
gonima, e he boa cozinheira : na ra lar-
ga do Rozario, ti. 35, luja.
Vendc-se milito superior fa-
rinha gallega em mcias barricas :
na riin da Cadeia tln Hecife, cs-
rri|-.toiio de Deane Youle & C. ,
ou n pi nueiro rmozcni do heceo
do (oncilves.
Na ra do Cresj>o,loja da
esquina que volta para
a cadeia,
voinlem-seos acreditados lirios truncados
brancos de listras e lisos, de linho puro, a
1,500rs. o corte; dito amarello, a 1,500e
1,600 rs.; panno lino prelo e azul muito
i ii i., a 3,300 rs. o covado ; dito muito su-
perior, a 5,500 rs. ; fustAes muito bonitos
para collctcs, a 610 rs. o corle; ditos de
velludo, a 2,500 rs. ; dilos de setim lavra-
do, a 1,800 rs. ; dilos do gorgorito de seda,
n 1,600 rs. ; raiubraia lisa, a 2,720 rs. n pe-
ca de H varas o meta ; cassa prcla, a 1,440
rs. n corle; esgui lo linho muito lino, a
1,44o rs. i vara ; e" outras militas fazen-
das por precos co limo,los.
Tecldos de al^odao tran-
cado dos-ns-Santus.
Xa rua da Cadeia, n. >2,
venJem-se por Macado duas qualidmics,
1 roprias para saceos do assucar e roups de
iscr I VOS,
-Ruarles de ftirla-orcs a
200 rs.. o (i v?(! n ( ris-
cado monslro a 220 rs.
Voirde-se /Hurle do forta-enres muito
ncorpado e com 4 palmos do largura, pro-
prio para eseravos a 200 rs. o covado ; ris-
rado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na na do Crespo, loja da esquina que
volta parr a eadeia.
A 040 rs. cada uii.
Vendom-se cobertores de tlgodBn ameri-
cano, enrnrpados r. grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras do bons padroes e co-
res seguros, a meia pataca o covado : na
na do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a eadeia.
Tareas para eng*enho.
\i Itindicao de ferro da rua do Rrum,
ttcaba-M do recebar un completo sorlimen-
lude laxas de 4 a 8 palmos de bocea as
r|uaes acbam-se a venda por preco com-
iiodo o com promptiilflo .embarcam-se,
i o carregatii-se cm carros sem despezas ao
c tmprador.
Aviso importante.
Kcneficio publico.
O arnin7em a litigo da rua da Madre-de-
licos, n. 36. esta de novo estabelecido de-
haixo 'las mesmns C'indicfics, oITcrecondo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho branco de Lis-
boa por220rs a garrafa, e 1,600 rs. a Ca-
nalla, a ilc vinho di- Rordcaox por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nilo. so admirem
os fiegucz.es do baixo prego por que se veq-
i!,' a d.'lii'iosa liinya, e suil da ao 'acia do
propietario querer sustentar o antigo pre-
ro, embora esto genero tenlll subido o me-
Iborde30,000 rs. por pipa. Kxaminem os
limantes a qualidade para rccoiiheciinenlo
la Tardado e co.ntiiniacfio da nntiga fregue-
/ia. K. para nilo haver usuras, estilo promp-
las garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barris de diversos ta-
maitos para provlalto do prximo Natal,
o propnelario conla com a concurrencia;
do contrario, lornarflo os precos do reta-
Iboa primitiva do240 c 280 rs. a garrafa.
1 olta de Fia odies.
Vcndem-secaixascom folha do l'landres:
na i na do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jonior.
-- Vendum-seamarras de ferro: na rua
da Scnzalln-Novn, n. 42.
Velas de cores.
Vendein-se, no armazem de molhados
. atrs do Corpo-Saoto, n. 66, por prego com-
ir'odo, velas do carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tomam
recom metida veis pela mu superior qtuilida-
do o aturaren) mais que as de espermacele,
e no fazerem morrfio.
Deposito de Polassa.
Vende se muito nova potassa
de boa rjnoiidade, em li;n i is/.mho;.
(icqucno.H de quatro arrotas, por
pceo barato, como ja ha nimio
lempo se nao vende : no lecife.
rua da Cadeia, armazem n. i >.
Antigo deposito de cal
.- Na rua da Cruz armazem n. 33. ven-! -- Vendom-so uvaa mnscaleis-', ps de sa-- nacio, do bonita figura, de 12 a 13 ni.os,
dem-se ha;; com I "bOa con/* ar- pntts. e uns harria que fdran. de deposito d. que cose a gomo,, ava co "h h
robas, chega.los na ultima viagem do Novo- azeilo do carrapato i r.a rua da Conce.cSo muilo sadia, i.flclomvicios, c he1'^
la, relogios de puro de patente :
na rua do Queimado, n. 10.
Vendom-se saccas com farinba muito
virgcm.
TSa ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgcni de Lis-
intra qualqacr parle
\ rados de ferro.
Na fun.lic.1o da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
A 140 rs. o covado.
Vende se superior riscado de algodo,
muito cncorpado, a 140 rs. o covado: na
rua do Crespo, n. 6, loja junto ao lampeSo.
Vendeni-se relogios de ouro e prala,
patentes Inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Bitas.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
o de boa qualidade, a ICO rs. cada urna, em
porco de 25 para cima : na rua do Amo-
rim, n. 35.
AGENCIA
da ftmdicao Low-ffoor,
RUA D\ SICNZALT.A-NOVA, N. 4^.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo Siirti-
rnento de moendas e mcias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coido, de todos os tamaitos,
para dito.
Pos al van icos para
prafear.
Na rua do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoss que possucm objectos
prateados p que tenham perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou nii-
tilisados, leein uestes pos um exeellente
restaurador e conservador dos niesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para so usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
I.'ma raixinha contendo quanlidade suf-
ficiente para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica qu8ntia de
mil rs.
Deposito da fabrica de
rodos-os-Snntos na Itahia
Vcnde-se em casa de N. O. Ilieber & C.
n rua da Cruz, n. 4, 8lgod.1o trancado
.1 ,;ncl!a fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de eseravos.
Cha hrusileiro,
Vemle-se cha brasileiro no armazem de
molhados, atrs do Corio-Santo, n. 66, o
mais exeellente eb produziilu em S.-Pau-
lo que lem viudo a rale mercado, por
preco muito c,nuil.o.lo.
Mocnds superiores.
Na AindicJlodo C. Starr S Compauhia,
em S.-Amaro, acham-se S venda moendas
de entina, todas de ferro, de um modelo c
construceno muito superior,
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se cortes de cassa para vestidos,
de cores lixas e de bonitos padrOes, a sele
coiio patacas o corte ; diales de tarlatana ,
grandes a 800 rs. ; mcios dilos, a 500 rs. :
na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santn, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ulljmo vapor viudo do sul .superio-
res charutos S.-Flix, e de outras muitas
qtialidades que se venderSo mais barato do
que em outra qunlquer parlo : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
milito, que se estilo vendendo pelo diminu-
to pre^o de 500 rs. o cento.
Cortes de brim de cores
com Hslrr-salado, a
1,280 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
listras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado do al-
godSo americano, pioprio para eseravos, a
140 rs. o covado : na rua do Crespo, lujada
esquina que volta para a cadeia.
Vendem-se 3 relogios de ouro o 3 de
prala, 12 annellps, I2cord0es, trancelins,
hi i ticos, botfies do camisas, aderecos, 1 de-
dal, ernzes, urna correte com 42 oilavas, e
nutras muitas obras : na rua laiga do Ito-
zario, n 8.
A 430 e 560 rs.
Vcndcm-sp cassas francezas de cores fi-
las e de bonitos padrOes, pelo barato pre-
Qode480rs. a vara; chitas largas france-
zas e de listras cor tle ganga e cor de cinza,
pelo barato prego de 360 rs.; brim tranca-
do amarello de puro linho, pelo-barato | ru-
(o de 640 rs. a vara : na rua do Crespo, n.
14, oja de Jos Francisco Das.
Potassa nova.
Chegou de llamburgo potassa
nova em barris pequeos ; ven-
de-seem casa de llolbeck Jlidou-
lac, na rua do Vigario, n. t\.
Tarinha de trigo Barn.
Acalia do chegara este mercado una par-
ida desta muito amiga e acreditada marca.
da da esquina
Na rua do Crespo, n. 5, vende-so um
lindo casal do eseravos, sendo um prelo po-
tito canoeiro, pescador e padeiro. e urna
boa e bem torrada, por^>rec,o com modo : noj I
ai utazeni do finado llraguoz: na rua da Ca-
deia, ao p do arco da CoficeifSo, n. 6 0, ou
a fallar na loja do Joflo Jos de CarvSlho-
Moraes, e no mesmoarmazom.
Para quin tiver bom
g-osto.
Vendem-se redes de cores multo grandes
a muito bonitos padroes, e o melhor que
tem apparecido neste mercado : na rua do
Crespo, loja da esquina qne volta para a
cadeia.
Na rua do Queimado,
viudo do Rozario, se-
gunda loja, n. Ut,
vendem-se luvas de torca I, pretas o bran-
cas, a 500 rs o par ; metas de seda pretas,
curtas, a 800 rs. o par; ditas comprlas, a
1,500 rs.; e outras muitas fuzendas por
cominodo prego.
A*2,720 rs. cada um
edite.
Na loja de Cuimariles & llenriques, rua
do Crespo, n. 5, vendem-se novas cassas
parisienses, padrOes muito mojemos, pe-
lo burato preco de 2 720 rs. cada um coito :
esta fazenda se torna muito recommenda-
vel pela superior qualidade o barato prego.
Saccas com milito a
2,500 rs. e ditas com ar-
roz de casca a 5,5*00 rs.:
veidem-se no armazem do Bragucz, ao p
do arco da ConceicJo.
A /O rs o covado.
Vendem-se riscados de linho, proprios
para jaquelas e calcas, a 240rs, o covado
zuarle com urna varado largura, pelo ba-
rato de200rs. o covado : na rua do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lampeflo.
Na rua Nova, n. 5,
vendc-se um ntulalinho de 15 annos, pro-
prio para pagem, por ser Jo elegante Hgu-
ra ; um molccote de 18 annos, bom cozi-
nbeiro, e he de boa conducta o que se afian-
ca ; um mulalinuo do 8 annos, muito lindo;
um molccote bom ofitcial de alfaiate ; dous
prelos para tiabalharem de enxada, do lin-
das liguras ; duas pardas prendadas ; duas
pretas com habilidades ; urna mulalinlta de
.14 annos, com principios de costura o en-
go aunado.
Vende-so espinto de 37graos, a 1,200
rs. a caada, c 160 rs a garrafa : na rua da
l'raia-de-S.-rWla, n. I.
Qiirijos do sertao.
Na rua do Queimado. n. 14 loja de fer-
ragens, veudem-so muilo bons queijos do
srlilo, por menos preco do que em outra
qiialquer parle ; bem como 3 couros do on-
r.i i' ii ni de lotilra ; una por'c3o de couros
n.iodos: ludo se vonde muito barato.
INoarmazem do harateiro Sil-
va Lopes, na porta da alfandega,
vemle-se farinha de trigo de Plii-
ladelpbia, nova e da melhor qua-
lidade que vetn a este mercado.
Moladla de farinha de
milito.
rda de 16 anuos, do linda figura, que CO-
faz renda e cozinha.

Nestaloja vende-so panno fino prelo o
de cores ; casimiras elsticas, finas o de bo-
nitos padrOes ; cortea de brim do linho es-
curo, a 700 rs. ; cassa lisa, a 320 rs. a vara)
chitas de cores flxaso da pannos muito en-
corpadas, a 140 rs. o covado ; o outras mui-
tas fazendas prupriag da fesla, por barato
preco para fechar cenias.
\a na estrcila do llosa-
rio, n 4.
Vendem-se por proc,o coromodo osseguin-
les livros : KecreacSo philosophica pelo pa
dreTheotloro doAlmeida, 10 vol., por 12/
rs ; Feliz Independente com ricas estampas,
2 vol.; Novo Compadre slatheus, 3 vol ;
CuilhermeTel, I vol"J Diccionatiode Cons-
lancio, ultima edicto, 1 vol.; Plutarco lra-
sileiro, 1 vol.; Diccionario puelico, 1 vol.;
Historia de Portugal, 2 vol.; Ptiilosophia
do Cousin, 3 vol. encadei nados, por 6,000
rs.; Dlanual da l'hilosophia pelo mesmo, 2
vol, por 5,000 rs ; Lgica pelo mesmo, 1
vel-, por 2,000 rs.; obras completas de Tilo
Livio com texto l'raticez, 2 vol. in folio,
por 12.000 rs.
Vendem-se uvas frescaes, em caixaa
de arroba : no armazem do bacelar, defron-
te do caes da Alfandega.
+mmMmmmmmm mmmmmm**
Sh-u,.rSos'oa,,piiwadita"ocni-
-Vaodom-so 5 armajins proprios Bar
louca. ou guanh roupa; duag megas a
jatilar ; um aparador; um guarda-louca
armarios pequeos : na ruado Sebo, i i
Vendem-seatrs do theatro
taboas de pinho largas e estrellas
por todo o preco, com o abate de
a5 por cento dos precos que al
enlaose vendiam, afim de se aca-
bar com a,abundancia que ha : an-
proveilem-se, treguejes..
& 1 a','- re,a c^inheira. |..
| Cassas e cambraias!
< Vende-se cassa rxa, a 160 rs. o co-
q vado ; cimbraias do seda, a 320 fs.; %
0 cortes de dita de algmlfio, a 2,00' >,
q 2,500 o 3,000 rg. ; lnc'S da goda pa- Y
Y. ra mto, a 1,000 o 1,280 ra.; ditos
Q
grandes para pescoco, a 1,600 ra.;
^ dilos de cassa para inflo de Sanhora O
O a 400 rs.; chales de ISa, a 8,000 rg.; O
outras muitas fazendas: na rua do G
O Crespo, n. 9. 0
O. ... O
|Kua doCollcgio, n. 9.j
LOTE ni A DillO-DE-
| JANE1KO.
| 20:000^000 de rls.
8 1 1.a DAS MATR1ZES.
ME IOS
QlARTOS
OCTAVOS
VIGSIMOS
n.ysoo
tt^600
ss^ooo
I #500
O vapor S.-Salvador, subido do liio-
S de-Janeiro no dia 16, touxe hilhetes
e cautelas da lotera cima deaigna-
da que deve correr de 28 a 30 de
tt novembro ; bem como a lista da ex-
V trarefio da 5 dos capuchinhos ; nao
l leudo anda corrido a 21.'do monte
tj pi, que icava para ser extrahida de
16 a 18.
lid
a qual pela sua exeellente qualidndo pro-
melle renovar o crdito, que algumas par-
tidas no tilo boas, e anteriormente
cl.egadas linbain desmerecido : vendc-se
em casa de J. J. Tasso Jnior, na tua do
A mu i in, n. 35.
Manas Apparrceu cmfim niamente a venda a
exeellente bolacha do farinha de milbo su-
perior a que so letn fabricado e annuncia-
do tor vezes, pelo acoslumado preco do
80 rs. a libra : na rua larga do Kozario,
n. 48, padaria.
Vendem-se pecas de chitas limpas ede
assento coberto, a 5,800 rs. e a relallio a
160 rs. ; cassa-cliita preta para luto rigo-
roso e all viudo, a 140 rs. o covado; cassa
lisa, a 3,000 rs. a peca de 10 varas, e a re-
Ullio a 30 rs.; cambratas, um corto para
vestido '.'.ano rs. : na rua do l'asseio, n. 17,
loja.
Velas de espermacele.
Vendem-se velas de esperma-
cele superiores, chegadas agorada
America : em casa de Deane You-
ie & Companbia, na rua da Ca-
deia, i. /|.
o *_ n o
ce
y 5

O

"3
p
o ""
r.

o
e8o
m n E '
M
o o c j
cuo".
a s
5S| tSKfl^
'-"o-:? *r!t
-o
3^5 s?o& ift;
.
0J
- o =
o fe
s .33
5S3Sf.-


g c V S -
3 r -n
o-* c
Ainda existe urna pequea porcto de
mantas de seda, ao preco de 7,000 rs. cada
nina para so acabar : na rua larga do hoza-
lio, pallara II. 48.
Vndese um rabrilel muito leve e ele-
j gante, em bom uso, por preco comtnodo :
Loa, por pre?o muUo comiuodo. jua ruado Hospicio, n.^9.
Venderr-se8 lindos moleques.de 10 a
18 annos; 10 prelos de 20 a 25 annos, sendo
um delles ptimo sapaleiro, e nutro cozi-
nheiro ; 3 nardos de 16 a 25 annos, sendo
um delles bom carrero ; 3parJas com ha-
bilidades, de 16 a 20 anuos ; urna dita de
20 annos, com boas habilidades, a com 2
lilhas, urna de 5 annos e a outra de 1 ; 8 pre-
tas de 14 a 25 anuos, com habilidades, e
que tilo proprias para todo o serviejo : na
ruadoCollegio, n. 3.
Vende-so urna taberna em bom lugar,
com poucos fundos, e com commodas para
lamilia, no Aterro-da-Boa-Viata, n. 22 : a
tratar na megnia taberna
-- Vende-se urna
Vende-se a taberna n. 9, com poucos
fundos, sita entre as duas pontea daPassa-
gcm-da-Magdalena, para liquidaclo.
Vende-se, por urna prela de na<;io, de bonita figura, de 16
a 18 annos, com um defeito no braco drei-
to, a qual vende na rua, laz todo o servi-
co de urna casa, o he propria para tratar de
meninos, por ser muito carinliosa : o mo-
tivo por que se vende so dir ao compra-
dor : na rua da Aloda, n. 21, sobrado de
um andar.
Vende-se urna cavallo mellado com
muito bons andares, e que esta bastante
gordo : na Cambna-do-Carmo, n. 12.
aafaaB
'"'"" "1
juicos cortes de barra.
_> Vendem-se os mais ricos coitos de ^
g* vestido decambraiacom barra; cha-
les de seda, a 8,000 rs cada um : na
~p, rua do Queimado, n. 8, loja confron- 2
11\ n li.-ili,),.
te a botica.
OAAAAAAAAAAAAiAAAAAAAO
Vendem-se, na rua do Queimado, loja
n. 21. os segu ules livros em bom uso o por
pieeo comiiiiido : Diccionario de Moraes da
quarta edie,flo ; dito porttil porluguoz e
francez ; DissertacOes jurdicas sobre a in-
lelligencia de algumas ordenacOes, em sup-
plvmoiilo ao manual pratico, por Alexandr
Caetano Comes ,- Poderes e obrigacOes dos
juiys, | o Carlos Com te; Piincipios ou
priuieiras nocOes de direilo positivo, por
Lobato ; Direito natural, por Fortuna ; Re-
sumo da historiado -Brasil o das Guienas,
em francez, por Fernando Diniz; Ensaio
sobro as garantas individuaes, por Daunon.
Farinba de mandioca.
A bordo da garopeira Conceitao-Felii,
fondeada era frente do caes do Collegio,
vende- se farinha de mandioca, g tres mil e
duzetilos riso alqueire da modida velha,
de muito superior qualidade.
Vende- se uina casa terrea,
leila a moderna e com goslo,' sila
as Cinco-Pont.-.s, confronte a for-
taleza : a tratar na pracinha do
Livranento, n, 67.
Vendem-se dous prelos de 90 annos, de
muilo bonitas liguras, ptimos ,para carre-
gareni um palanquim, ou para rabalharem
em um armazem de assucar ; um dito moco
o do boa figura, e que he bom official de sa-
pateiro; 2 mulatinhos muilo esperlos para
seivirem a uina casa, ou para aprenderetn
ollicio; una prela de 20 anuos, de boa fi-
gura, que coso, engnmma e cozinha; urna
dita cun una lilba de 10 mezes, que cose
efaz lava'inlo : na rua do Collegio, n. 21,
primeiro andar, se dir quem vende.
Vende-so urna linda uioleca de 14 an-
nos, recolblda) e com habilidades : na rua
do riangel, n, 57, sobrado.
Agoa de tingir o cabello e suissas.
Fugio, do engenho Taboca, da fregu-
zia de S -Lourenco-da-Matta, o pardo Al-
berto, de 24 annos pouco mais ou menos,
leestatura regular, bem barbado, com to-
dos os dentes, ollios bem vivos, ps peque-
nos, miios reglales; levou calcas azues
usadaa, camisa do madapolflo, chapeo do
pello velho ; fugio iodo para o Recife com
duas cargas de assucar, do rancho do Sr. ,
Vicente, da estrada nova ; tem andado do '
Poco-da-Panella para o Recif-, aonde foi
comprado : quem o pegar leve-o a rua, do
Collegio, casa do Sr. Amonio Ricardo do
llego, 011 a rua larga do Rozario, venda de
Ma noel l'ereira l.enios, 00 ao dito engenho
Taboca a geu genitor, Francisco Concalves
da Silva, ou ao capitflo Lulz Jos da Silva,
no seu engenho da Cruz, que em quaesquer
destas partes ser gratificado.
Dflo-se 120,oo rs. a quem Irnuxer o
escravo pardo, de nome Malhias, official de
pedreiro, natural do Ico, o qual su acha
pelos suburbios ou villa do Crato, intitulado
por forro ; fugio desta cidade em outubro
de 1837 ; he fiaixo, secco do corpo, cabellos
crespos, rosto descarnado o um tanto car-
rancudo, punca barba ; tem o dedo pollegar
da ntao direita cortado pela junta da palma
da ino ,- tem 22 a 25 annos : quem o pe-
gar leve-o rua Augusta, o. 94, que rece-
llera a gratificacto cima.
-- Ausenlou-se, na noila do dia 8 de no-
vembrode 1847, o escravo Herculgno, de
cor 10o fula que parece cabra, caheca pe-J
Juena, cabellos talos, olhos pequeos, cor- |
d gtosso, bstanle espadando, pouca baiba,
do estatura regular; lem urna cicatriz nu ]
nombro direito que podo ter de 3 a 4 pol- [
legadas de comprimenlo ; costuma a cm-
bebedar-se e neste estado inlitola-so por{
llerculano Jos dos Santos Trauca-HJM; lem'
boje 23 annos pouco maisou menos; quem !
o pegar leve-o a cidade de Olinda, g seu se-
nlior, Jos FerreiraMarinho, na rua da lloa-
Hora, que ser recompensado.
-Fugio, no dia 20 do outubro prximo
passado, a preta Joseidia, que representa
ter 26 a 30 anuos, de nacflo Congo, altura
regular, rosto comprido, queixo grande,
nchona, com falla de um ou dous den-
les na frente, secca do corpo-; he bstanle
prela e conhecida tiesta inaca |or andar
vendendo pilo com um pelo forro airas, e
tambom he bem conhecida por ja ler an-
dado com um ferro no poscoco ; levou ves-
tido de garga azul e panno da Costa de lis-
Iras muidas. Roga-se as autoridades po-
liclaes, capilfles dq campo e qualquer outra
pessoa, que a apprehendam e levem-na
rua laiga do Rozario, que vai para palacio,
n. 18, segundo andar, que serflo recompen-
sados.
Fugio.no dia 18 do correte, do onge-
nho Aovo da Munbeca, o prelo Filii pe,
crioulo, de estatura alta : tem o rosto com-
prido e de um lado mais alio quo o oulro
de maiieira que musir ler o rosto lu tu
para uina banda, nariz grande e aquilino,
hombros levantados, delgado da cintura,
pese nulos muito grandes ; tem os dedos
dos ps muilo abeilos o algumas unhas co-
midas deferidas que leve; lem ollicio do
alfaiate ; suppOe-su estar aqui na prica tra-
balhando pelo ollicio,por e isso roga-se aos
Srs meslres das tondas, onde o mesmo pu-
to se adiar, ou a outra qualquer pessoa
que dclle tiver noticia, de paiticipar na rua
do Collegio, aoSr. Antonio Ricardo do lle-
go, que recompensar o favor.
--Nodia17do corrcnle novembro des-
appareceu desta cidade, da casa du pateo do
Carmo, 11. 18, o pardo Mximo, de cor um
pouca clara; representa 30. annos pouco
mais ou menos ; rosto e corpo regulares,
olhos vesgos e pequeos; lem os Cabellos
prelos e crespos, o usa delles alguma coli-
sa crescidos e suissa serrada ; costuma tos-
sir ahuladamente de espaeo em espac>;
quaudo falla fecha um dos olhos e bastante
apressado; foi escravo do padre Anloiro
Goncalvcs da Silva, e boje pertence a An-
tonio Carlos l'ereira da Burgo* Ponce de
Len. Itoga-se as autoridades policiaes, ca-
pitSes decampo o qualquer pessoa paili-
cular, que o apprehendam c levein-nu ao
dito Sr. no engenho Aguas-Claras, fregue-
zia da Lscada, uu nesia cidade a Lino do
Castro Araujo, que serflo gralilicadoa.
--Fugiu, 110Uta 6 do Crrenle, o prelo
Benedicto, de uacau, de 18 anuos, pouco
milis ou menos, sem barba ; levo camisa
de madapolflo e calcas de 1 iscado largo u es-
curo ; de allura tegular, coipo fornido,
beifjos grossos, bocea grande, pa e.mftus
grandes : quui o pegar leve-o ra es-
trella do Rozario, 11. 43, gegundo andar,
quesera gratificado.
-uH-Dua-tisia, n. : a Agoa ue ungir o cabello e suissas. (
borna Contina-so a vender a agoa do tingir os 1
negrinba recolhida, de cabellos o suissas : 111 ruado Queimado, 11.' I
l'MN. : Ni TYP. HE U US nn\\. 1849


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EPST8IKTZ_AQTJKW INGEST_TIME 2013-04-24T20:20:34Z PACKAGE AA00011611_06726
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES