Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06725


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Full Text

Quilita-eira 29 2
PARTIDAS SOS COBREJOS.
Aolftnns) eParahlba,aeguna Bo.Griwde-do-I\>rte,rqulnus--feif as ao nielo-
ribo*ferinhcin, Hio-Formoo, Porto-Calvo
Macri, no 1., a II c 21 de cada mex.
Qar'anhnn e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Visu e Flores, a 13 e 28.
Victoria, squintas-felras.
llnda, todos os dias
IFHXMEB.1DE.
Pbues DM.0. Ming. a 7, h.e 3i.dam.
Nova a 14, s bh. c 5,1 m. da t.
Cresc.a23. ao5in.dam.
Chela a 30, 3h. e i ro. da m.
raKAMAB ROJK.
Prlmeira a 4 horas e 30 minutos da urde.
Segunda as A horas e45 minutos da maoh.
de Novembio N. <2m
BEROS DA rjBSOIlIPOAo.
I
Portresmezes(adiaatfcw) 4/000
Por seis nifii'i k/ihio
Por um anno 15/U00
das da semana.
26 Seg. S. Pedro Alexabdrino. Aud. do J. dos orf.
r iln m. il.l I v
27 Xtrcl S. Mirgarida de Saboia. Aud. da chae,
do /. da I. v. du oiv. e do do feitos. da fazenda.
28 Quart. S. Gregorio. Aud. do J. da 2. y. clv.
29 Quii. S. Saturuiuo. Aud. do J. dos orf. c do
m. da 1. v.
30 aett. 88 S. Andr Apostlo.
1 Sab. 8. Eloy, feriado.
2 Dom. S. Bibiaua.
CAMBIOS KM 2 MOVEMBBO.
Sobre landres. / I* U000 "' M ^
. Pars, iltti.
. Lisboa. 100 por cento. fln
/>rota.-Pataoetbraileiros...... tfW* J^,
Pesos columnarios....... {#*> ,jg70
Dito. ...esicano..........JS^UX
PARTE 0FFIC1U.
TRIBUNAL t)A KELAGAO*.
SESSAO DE 27 DE NOVBMBIlO DE 1849.
PSRSinFNCI* DO KM. SKNIIOK
COFCRLORIRO AZEVF.DO.
A's da horas da manlias, achando-se pre-
sentes oaSrs. dse mtergadores Ita.nos, Villa-
vs Bastos, l-eao. Souza, Rebello, Luna Fiel-
re Tellei, faltando com causa o Sr. desem-
bargador Ponce, oSr. presidente declara aber-
ta a teasio.
dicho-
Pelicgo de habiai-corpui de Antonio Tillarte
Selle Madou-se espedir ordem ao delegado
. Br'ejo da Nadre-dc-Deos para dar novos ei-
clareoimenlos.
IpptlIacSti civiit.
Annellante, Joaqdini da Silva Castro ; appella-
do, Antonio Joaquim da Silva Cslro.-Rc-
formou se com wodificacSo da sentenca.
Am>cllaa*, o bacharel Manoel Joe Pereira de
Mello, curador da parda Rosa; appellada,
Mara Carolina Ferrelra de Carvalho.Foi
confirmada a sentenca.
Anpellsnles. Uaooel Joaquim Soarese o jinzo;
appelladbs, Me. Calmont St C. o curador a
heranca de Jos Francisco Collares, o cura-
dor gerate o prqcurador riscal.Foi refor-
mada a sentenca,
designicSes.
Fol aislgnado o prfmelro da ntll para o jul-
gamento das egoliUes appellacoes civeis :
Appellante. Joflo de'Carvalho Raposo ; appel-
larlos, o julio r o dito Raposo.
Anpellantes, o reverendo guardlo e o syndico
do eealvenio de San-Francisco ; appellada, a
faxenda nacional.
'# BZVISES.
Passon do Sr. desembargador Ramos ao Sr.
desembargador billares a appcllacao civcl em
que sao:
Appellante, Antonio Lopes Pereira de: Mello
appellado. Antonio Joaquim de Almeida
Guedes Alcanfotado.
Do mesmoSr. aoSr. desembargador Villares
a appcllacao criuie em que sao :
Appellante, o julxo ; appellado, Jos Antonio
da Silveira Paira.
Passarai Sr. desembargador Villares ac.
Sr. desembarfadpr bastos as appellacoes c
veis ein qu\e saa*
Appellantes, a vbiva Brito & Flhos ; appella-
do. harlholomeu Francisco de smi/a.
Appellante. t> |fav Jo das Noves ; appel-
lado, Gabriel Goncalves Lomba.
DomesmoSr. ao Sr. desembargador Bastos
a appellacao crlme cm que sao :
Appellante, Jos Mara dos Santos Cavalcar,
te ; appellado, o juio.
Do inesmo
appellacao el
tas lettrs sSo par servir de greranta ao
lolal embolso do emprestimo dos 401 que
o (joveruo receher em prestacas de 30 con-
los por semana, negociando o banco (que
oi quem tomn este emprestimo) as leltras
at um por cento ao mez.
Fsla operacilo, porm, I tilo pequea e
parcellad que pouca influencia pode Ur no
melhorarr.ento d<>s pagamentos, cujas ce-
dulas e recibos estilo por mui baixo preco.
Itcvem-so seis mexef ao exercito, oilo aos
ompregados cts e tres semestres de juros
da divida interna fundada, lie erdade qun
os desfalques que a f tienda publica tem
soffrido com as revolucoes, e a diftloul lade
de arrecadar o impostos, silo causa im-
medialas deste grande atraso, mus liinh m
he verdKdo que ha sinla muda desiguildi-
de na disiribuicSo dos fundos pira os di-
versos pagamentos, o que j linha entendi-
do o ex-ministro Franzine; e foi islo oque
principalmente lhgrangeou a boa repls-
elo com que sabio da paita dt faien la.
Todava, o actual ministro, A. i. de Avila,
faz todas as diligencias para eijjMar estos e
outros abusos, para o que teiB^I Hhido va-
rios commissarios habuis, e ejfl pprio tra-
balhadit Intaligavelmenie, fsira a se-
cretaria s oito horas da manira,esaliindi
muitas vezes j de noile. Todos os jornaes
t'-em louvado o seu zelo e integridade. A ef-
flracia e rigor com que elle tem procedido
contra os empregados. das sete casis, cm-
plices no roupo de direitos que allisedes-
cobrio, e contra varios recebodores de do-
cimas que appareceram com grande alcan-
ce, tem conciliado a este ministro as afTei-
ces do polilioo, altamente indignado con-
tra tao escandatosas malversarles.
O que, porm, este ministerio consoguio
j, foi melhorar consideravelmenie o agio
das notas do banco, tima portara do mi-
nistro da fazenda. ordenando junta do crc-
dilo publiooquenilo trocasse as notas que
Ihe fssem precisas para os seus pagamen-
tos, como al aqui fnxi, mas que requisi-
tssse do thesouio o metal qu para elle lli
.faltasse, fez com quooagio tenha deacido
n'algum dos ltimos dias a monos de 1,200
rs. por moda de 4,800 rs. Se liouver sem-
pre os fundos necessarios pura satisfazer as
requisigOes da junta, Rio trocando ella s
grandes sommasque recebe liesto deprecias
do papel, o agio deve ir desapparecen 1 j de
di* paradia. A junta dirigi ao govetno um
importante reUtono a este respeilo,. (veni
publicado no btario do Governo de 22do cr-
reme) em que louva a ellicacia da meuco-
uada poiUtia, e proi Oe outros alvilres quo
talvez o ministerio nfioqueira adoptar sein
autorisacAo das cortes. .
Por diferentes vezes se teom espalnado
boatos de ddsiuteliigencias ministeriaes en-
tro Avila e o conde de Thomar, mas por ora
sem fundamento. Os jornaes da opposicilo
Sr, ao Sr. desembargador Lefio a ls0 que miljs pornain em propalar este hoa-
. ..verem que tao: [l. quo, pom, lio certo he que, eslan-
Annellante, Jos Joaquluvlkxerra Cavalcante; u0 0 C0M,|U a Thomar habituado a ser elle o
appellado, liento Jos da Cusa
Passou dojsr. desembargador Souza ao Sr.
desembargadqr llebello a appellacao civel cm
que lio :
Appellante, o julio de ausentes desU cidade ;
appellado, Pollcarpo Jos Layne.
Panou do Sr. desembargador Luna Frelrc ao
Sr. desembargador Telia a appcllacao clvel
e'm que sao : '
Appellanles, Rento Jos da Costa e ua nui-
lhrr ; appellados, Jos Joaquim Uexerra Ca-
valcante e sua mulher.
aisruiBUlcEs.
Aa Sr. desembargador Rebello a appellacfio
eivel do juito do clvel desla cidade cm que no:
Appellante. Joo de arros \Vaudeflcy ap-
pellado. Filppe de Santiago Veira da Cunha.
Ajs.Sr. desembargador Luna Freirc a appel-
laco oivel dosla cidade em que so :
Afipellanle, Joao Malhcui appellado, Juliiio
Tcgeiimeer.
Aggravo do juio do cvel do Cabo em que
5e : .
Acgravaule, D. Cecilia Calharlna do Monte
Sltiiiay jjjggravado, Joao Leile Pilla Orti-
gela.
Ao Sr. desembargador Tellc o aggravo do
julae do civel do Cabo era que sao :
Agerswante, D. Cecilia Calharlna do Monte
&iay aggravado, Di.oa^Cokchoi & C.
Ao Sr. desembargador Ramos o aggravo de
Juzo de orphaos desla cldada em que sao :
Aggravante, Jof Francisco Helra aggrava-
do, Luiz Antonio Gonzaga.
Ao Sr. desembarajador Souza a peticao de
Francisco Ignacio Pelxoio Plores.
Levaiuou-se a sessao 1 1|2 hora da tarde.
EXTERIOK
CORRESI'ONOENtMA DO DIARIO DE 1'Elt-'
NAMRUC.O.
Litboa, 24 de Miembro dt 18*9.
Fizeram no dia t8 do corrento tros mezes
q.j o conde do Tliomar tomnu* jiresiden-
cti do acluaJwninisterio, pela exoneragno
pedi* pelo marcclial Saldanlu. Amigos o
inimlgos vatTinaram ao conde que ellere-
conlieceria a impossibilidado ne por em-
qirtflM nieeempi'nli.ir as prumessas que H-
zora O erbgrammas eleitoraes de 1847, e
que IhenflO era dado revop' os ureos lem-
pos d Ai pa>sada adminislrncilo. Assim
vami. Sndo. U esUdo da l.zenda niio tem
meHiorado Os e-forcs) que o governo tem
feito, nao alcaticaram por ora o esperado
effeito. Apenasconseguio um emprestimo
de 4 eontos ; para oque levo de crea i 000
cont! em leltras do llieaouro, pagave.ts pa-, ni
tosrendimeiitos das alfandegas de Lisboa e titula
nico nfiuent't no ministerio, agora Avila
vai tomando bastante ascendencia, e tem
grangeado sympalliias, attribuindo-se-lne
alguns actos imporlantes do governo, co-
mo porexemplo a resolur3o acerca das no-
las : pode islo influir para que ou ello ou o
conde de Thomar so nao possam conservar
Juntos. Entretanto, oconde respeiU muito
asopiuies de Avila, o conheco quanlo Ihe
he ulil t-lo a seu lado. Pelo menos alo a
abertura das cmaras n5o leremos nova Cri-
sti ministerial.
A respeilo da tranquilizado do paz, tam-
ben! nada ha que receiar. I'ouco depois da
sabida do duque de SaldanUAdo ministerio,
0 qiiose alliibuio a insinmKOes do cjudo
de Thomar, Lenlou-so secrelamoule fazr
urna manifeslagilo a f.iVoi do duque e do ba-
rfio de Oureui, es-ministro da guerra j o
ministerio iemu com effjitoque os milita-
res se prouunciassein, mas a inJole picilica
oordeira do duque nao conscnlio emll, e
ludo se desvanecou.
O partido progresista tambem esta ago-
ra multo pacato, e desanimou completa-
mente com o desfecho dos negocios do Hun
gria e de Italia : nem trata de conspirar,
nem tem actualmente meios para se rebol-
lar. Basta noiarmos que, estando prxi-
mas as eloicos municipaes. nem houve dos
aeus partidarios gratule aflluencia a revi.1u
do leceiiseameuto queso acabou de pro-
ceder, nem as comniissos liaes, quo esta
pariido lem as provincias des le 1843,
uo podido alcaiicarquo os votantes recla-
mem : pelo coulrario, dizem que os povos
cada vez vao pordeudo mais a t as cleities.
I'oilnnto, ogovemo tom-nas sogura, por-
que os seus empregados de conlianya nunca
perdem a f nem o ftrvor antig
Enr que o partido progressisla ou setem-
brisla lom postas todas as suas esperancas
ho na nova lei deeleicOes que provavelmea-
tes'e concluir de discutir na pioximases-
S0o das corles. Anda quando se nao faca
a elcicao para a nova cmara do douulados
ja para o anuo de 1851, co.no alguna que-
lew quo se deva euicuder a publcelo que
1 orto loo anuo de 1830 so ha de fazer da
le eleitoral, lie cerlo que para a nova legis-
latura, que principia em 1852, jadevo regor
a nova lei, que, sein ser pel mutuo JO indi-
recto, consigna piuitas mais garantas, c
devo dar entrada na cmara a muiiospru-
gressislas, principalmente do lOro e das es-
colas,segundo varias habilitaeOes que veem
no projeclo.
Na imprcna.piolilica desla capilal he que
^m havido uliimuineiite alleraijOos e suc-
ict**o* ipui Dolavois.
miiiislerio instiluio um novo jornal in-
||a a lei, dando a redaccilo delle a J.]
res redactores do kiHmdarle, jornal de oo-
posiQHoao actual gabinete, edo qual he re-
dactor em chefe o ex-minislro Jos Bernar-
do da Silva Cahral.
Esta desercilo de Mend.es l.eal fol acre-
mente censurada pela imprensa contraria,
que a atlribuio a promessa que dizom Ihe
Ozera o governo de o elegr depuia lo o dar-
Iheum lugar na secretaria do concelho de
estado. Parece que elle nilo aceitn este
lugar,;vago pela demisso pedid polo vice
secretario Rebello di Silva) mas que ser
propnsto para d.pula lo.
Com a publicaQiio da Ui acabou o Popu-
lar, jornal fundado pelo condo de Thomar
em 1848, mas quo sampre fra me liocro-
meute religido, e pouco considerado n i im-
prensa que olratava por Pandora, alcuuba
que loe proveio deter, loxo nos primeiros
nmeros, citado s av-'ssas i fbula da bo-
cel que Jpiter d-ra qulla malfadala es-
tatua foila e anima la por Vulcano.
O ministerio ta-jibem teve arei de tirar
du ro lac^.i do llitandurl: (um dos jornaes
quo elle inais ttmej o depulado Lopes d
Lima, dando-lhe a commissao de ir inspc-
cion.ir as possessdas ultramarinas, e ostu-
dar as reformas de quo necessilam, o que
nilo foi acortado, porque este offlcial nilo he
bom visto as colonias, onde ja tem sido
governador de mu replselo.
0 Estandarte, para supprir estas duas Im-
portantes deure/lei, cbamou a si o depula-
do Rebello da Silva, anligo dofenser jorna-
listico do conde du Tliomar e do duque de
Saldanlia, escriplor liabissimo, porm da
mais retinada versatilidade. Os seus lti-
mos artigos de fundo no liitandarle cintra
o ministerio tecm sido tilo vehementes co-
mo bom escriplos, masaciniemente exage-
rados. NJo obstante, so o governo quizar
tirar tambom este novo redactor ao Eitan-
darle, uo Ihe sera diicil : Rebello da Silva
tem grande iuclmacao para o con Je do Tho-
mar, e dcvo-lho muitas finezas.
Os seguintes diputados carlistas da or>po-
si(3o parlamentar silo os qun actualmente
redigom o Eitaadarle: Silva Cabral, R 'bel-
lo da Silva, l'ereira dos liis, A. da Cunha
Sollo-Maior.
Tambem se fundou este mez um jornal
carlista moderado, com o titulo de inin-
cipacJ'i, opposloa poltica chamada cabra-
lista, e por consequeiicla hosiil ao actual
ministerio, lie costeado por alguns nego-
ciantes desta praca, e allribue-se-lho o pen-
sainonto do propugnar ptu reforma das al-
fandegas, no sentido das ^conveniencias do
coinmercio e das fabriqas do Portugal,
vista da nova lei da almissilo dos algod'Sl
uglezes, publcala na despalilla. IC com'
erleilo o govorno prepara para apresentar
s edrtes, na prxima sesso, um projeclo a
esle respeilo, de quo se dizem autores o mi-
nistro da marinlu, visconde do CaslelOoi,
eoda fazenda, Avila..
A Emancipado he re.ligi la por J. M. La-
tino Coelho, Ionio da mineraloga da escola
polylechnica, rodador do Pliarol (jornal Ili-
terario) e J. do Andrade Corvo, lente de bo-
tnica da mosuia escola, anligo collabora-
dor do Lusitano. |ublica-se dus vezes por
semana. Esto jornal he beiu oscrpto, mas
pungente. Logo nasconc> foi atiendo vi-
rulentamente pelo Estandarte; mas des-
forqon-se com tanta 'vehemencia sobro-
tu.io em um artigo velipcndnso e pessoal
contra o depulado A da Cunha, um dos
redactores do Estandarte quo o oflondi-
do mandn desaliar o redactor prioeii al
da Imnncipaeio, Latino Coelho. EObetiv*-
menlo, ho dia 14 do eorrento, so bateram a
espada, no alto dean-Jo!lo, aumquarto
de legoada cidade. licando levemente fer-
elo o redactor da Emancipad). Ambos so
hoi.veram com destreza e coragem. FOram
padrinhos : de A. da Cuub i; o daeula lo Joa-
qun) Bento l'orera, ominan lano do ba-
talluio de caca dores numero dous e Augusto
do Valle, ex-secretario do governo civil da
Combra; de Latino Coelho, o redactor da
Recoluedo de Setembro, A Rodrigues de Sam-
uao: o I) Manoel da Cunha Meneics, hlno
do conde de l.umiares. Este acto ao menos
oi frito com todas as rese vas ecelenda-
de o que nem sempre acontece entre nos,
onde oorntudo taes sconas silo dovidamente
como contrarias as leis do
III IHBWIf**lf ""*
stro do reino, em salisfac.lo cmara i Na enlrovista qne leve lugar enfr o!Sr.
do. ffiadoS a ii por offendida Clayton e o Sr. Pouss.n,.dflnoi.< 1 ntreR*
il^terPSC- 1 ochavado avalhien n'um ar.i- dna. nota, este ultino eBvnlhe Iro fo. mfor-
t di Rio-de-Janeiro, J do vaseonceiio^-o nunini i >"", '.-,._-:, ..,.
souza, ain la se cha nesl capital. DSSO- co por '"'m o, v ^ "^ H .
,e quo'ia ser substiloido. mas nada so tem Uva r -chuiaclo Sr I, t .le -;
S
se q
feito a snmclhantn respeilo ; antes nos cons- perava-si
ta que ir na crvela D.-Jodo-I, quo est I doqueixi
partir. Tamben ain la aqui esl o cond 11 Toda
de IMraty ,D.Jte) add.do mesma e n- urna n-iti dinl-i-naliea "l":*^'0,',,..
baixala porUgUOZa no Rio. que. tcn-lo sido tana do estado que o Sr Cal oen.or, oom-
iara adu S.-Petersburgo, vaio mananle lo vapor ameriei
qu* nflo batera novos motivos
Todava, a 13 d" malo n Sr. pou-sin em
a serm-
trausfernlo i
a Lisboa pedir a reconJusjcffo, qi laoil-
menle olileve. Co rae r.gr.-ssr ao Rio no
moz da marco prximo, nao Obstante Ina
pertunror a cadeira que seu pai ( fallecido
a 10 do moz pissado ) deixoii vaga na c-
mara dos pares.
Na cidade do Porto ter-m-so felo gran-
diosas exequias ao fallec lo re da Sarde-
Innois
le ter-s" apressa 'o a soecorreronavio fran-
enz Euicni", >\n ll.vro, que hatera no li.l-
eo de Riso, p >rlo do Minar idouro de Anlon-
Lizar.lo, apresentra reclamariics, toial-
ni"nte ina Imissivois. a titilo de renumera-
e-lo pelos seus servoa; e que para osse-
gurar o seu embolsodenvera a hunente por
espico de dous ou Ires dias. Em com
nira"Carlos*Alberlo, cujo cadavor sabio da-1 queneii das enerieaa obsorvacoe? do 8r.
queil. cid.de no da 20 para Geneva. Dous Lavall- e da honrosa intervenciln do roa
vapore de guerra
ssr.tos vieram eom
principe de Cailgnamo bscalo.
DESINTELLir.ENCIV ENTRE O
DOS ESTADOS-UNIDOS E O
FRA.NCEZ EH WASHINGTON.
o dos Estados-Unidos em Vera-Cruf, o com-
mandante Carpenter dosislo das suas pre-
u O fir. r*onssn prosngoio dixendo que o'
MivisTiti ( ministro dos nnfoeios cslrangeirosdn Fran-
"",3,SUCi o encarregra.le dirigir ao gabinete de
Washington as mais serias observncocsu-
COVERNO,
Fomos obsequiados com Tullas dos Esta- earea do ahuso deauton I a de cornm"IUdo
dos-linidos at 2-2 do setembro. A noticia ( pelo Ven olleial. dotando illogalmentc "
mais imno'tnnln que conten he a do terem- '. navio Eugfnl. Glucinio a su i unta eom a
gnlnte "ohservaQo : Comnrehendenal
fcilmente, Sr. secrHariode esa lo, quan-
lo lio impo tinte qui semelhanies oceur-
renriasso nilo r.mitam ; e qua p"lo monos
11 'i i.-i til jui' |...^.|*".- ^ iiuim^'" <--- --.----- > .
i to las as relaces diplomticas'devem sor asncramnnln cansurado aquel-
lo fnnceza emquanto nilo che- les quo assim s consideran aul'nsutos n
gente. mibaiituiri jualioi melidas arhilrarias ; o
se suscitado dilTerencas t:1o graves enlro o
governo da tlniilo o O ministro francei em .
IKastington. que a este se communicou e
taroin promptos os seus pauaportne
rem cossa lo
com a legar,3
gasse novo agente.
O Washington fepnhlic do dia 2i) d a se- nilo besito em acreditir qu
guint-explicaQilodoslosiiccesso: M demora as justas queixas di repnlilic iran-
Em 7 de feverejro prximo passido olceza. ..
Sr l'oiissiu, ministro francez, em urna nota I Esta ola, despida do provasqun justi-
dinei la ao Sr. Biichanan, entilo secretario licass-jm a acensn;"io leda ao com man-
de estado, allegou estar encarregado pelo danta Carpenter. foi mimo li>lamento re-
L'overno francez de a presentar um recia- metti ta reparlieo d; marinha alim ae
nuci ao dos Estados-Unidos Bemavordo! so verificar a fixacti I So dos farlosemvir-
s disfareis sem
ssnsuradis,
reino.
Ilavia muito annos que as polmicas dos
ioraes nilo rootv>vam um duello, e ate ha
poucos dias tendo sido desaliado por um dos
redactores do Pharol ( A. do Serpa) o enge-
nheiio francez ao servieo de Portugal. Mi.
IkManet. por um insulto que IhoGzera, es-
limuladn por certo artigo d aquello jornal,
o eiigenhciro nilo acoitcu o desafio, o que
bastante estrai.heza causou a lodos, por
serem os-Francezos mu pontilhosos em ca
so publicar, do
o de outubro em diante, mais um
jornal poltico, lie republicano, e o aa*
sus de honra.
Est annunciado para
Po
mrS que iberiamente-"nrofessa entre
semelhanto principio. Iiilitula-sfia Rtfor-
ma.e silo seus ic actores :--J. M.do Casal
llbeiro, j conheci lo por um pamphleto re-
volucionario que pubhcou o anno passado,
quando ainda cursava o uoivarsidade de
Combra ;->. T. Lobo do Avila, engenhei-
ro oa escola de ponles e cacadas de Pars ;
-P. Midos Jnior, advogado, e collabra-
dordo Suoii/emeno llurlesco Silo Ires ra-
pazes de talento, hao de escrever tome com
enlhusUsmo ; mas, como o jornal nao re-
presenta partido, porque nSo ha ein Por-
tugal prlido republicano organissdo, a
Reforma lera pouca voga e curia vida.
O redactor do Diario do (roverno, de \ i-
nvicio -
um Francez chama lo A. l'ort, estabebcnlo ludo dos
no Mxico, por ndownisac.no de pe-das quo iiic.ilo.
Iho fizeram soffrer rectos agentes do exor-
dio dos Est idos -finidos. Sua reclanucii
era um app-do da sentenca di tribunal mi-
litar de la Puebla, cuja declsBo tmlia sido
contrara prolenqio do Sr. Port.
OSr Buchanan mo deu resposta esta
nota. Quando foi levada ao conheeimenlo
do actual secretario de estado, dedicou sa
logo o Sr. Clayton sua nvestigneilo. Dez
das depos declarou o Sr. Clayton ao Sr.
Poussin a conviecao em que eslava de que
o Sr. Port nenhu o motivo justo linha para
estar descontente com a deelaSO do tribunal
mlilar de investgacilo. Bata decisilodo tr-
ii ni I linha silo npprovada pelo general
Scott, commandanto em ch-fe.
Nilo satisfeilO.com esta decisilo. dirigi
o Sr. Pou>sin em 13 de marco urna nota ao
secretario do estalo, na qual passavaem
resenta s suppostas risocs da decisilo, o
estr.uibava. com alguma sevendadn o de-
poim nt i do um olleial dstincto do exer-
cito americano quo servir ilo tcstemunha
per-mte o tribunal do la Puebla, lia obvio
aue, cheg ido o negocio a este ponto, po lia
o Sr. Clavlon docliu ;r toda a corresponden-
cia a respeilo, mis por deferencia respon-
den om 10 do abril noli do Sr. Poussin
dando as rasOes de sua decisilo. Em 18 de
abril receliiu o Se. Clayton outra ola do
Se. Poussin. na qual o ministro se exprima
em termos taes, que evi lentamente h ivia da
sua parte inUnciio de offender gravemente
o govorno americano.
Esta nota foi apresentada logo ao pre-
sidente, 0 qual deu ordem ao secretario de
estado para som perda de lempo pedir ao
Sr. Poussin que com a menor demora pos-
sivel comparecesso om Washington.
A ola insultante era datada em Was-
hington, quando o Sr. Poussin eslava em
New-YorU. Trazendo estampada na frente
o insulto ao governo americano, felo deli-
beradamente na propria capital dos Esta-
dos Unidos, insulto que, si nilo fosse satis-
factoriamente explicado ou retractado, ter
na exigido que toda a correspondencia com
o Sr. Poussin como ministro terminasse
sem demora, era mpo-taiile para elle e para
o governo que n5o perdesse lempo era apre-
seular-sc em Washington.
Um dos trechos nsultant-s era o so-
guinto : O governo dos Est idos-Unidos de-
ve eslar convencido le quo he mais hon-
roso pagar pnimplamenlo urna divida con-
trahi la durante a guerra sb a presso da
necessidade, de que illu Jir o seu pagamen-
to procurando manchar o carcter de um
hoineui de bem. A mesma nota continha
um ataquen um oflicial superior, aecusan-
do-ode perjuiio peraulo o tribunal militar,
e atacava tambem os ofllciaes que compu-
ii..mu o tribunal, a quem aecusaya do a te-
rem consentido queaquelle ollicial conti-
nuasse sem interrupQo a sua enliada do ca-
lumnias inacredilaveis. Conclua com a
insiniiaco do que'o secretario de estado se
tornara orgo de urna accusacSo criminal,
sem provas, contra o Sr. Port.
Foi em resposta a esta nota que O Sr.
C
quaos si reelimava a su pu-
No dia *de maio o seerolarioda ma-
rlnha, em resposta, tr.insmitn'o esta re-
partcSo tudas as provas qui possuia, as
quaes cousisliam unicimonl.eem dous ofli-
eioa ilo propru co nman lan'o Carponier,
datado umm N^w-Orlenos a iodo novem-
bro di 1848, ooutro om New-York a 19 de
maio de 1849.
Nil i exislindo a menor prova em con-
trario dos fados allega los pelo comman-
danle Carpenter. o presidente entendeu quo
o carcter daquelle olll al o obrgava a s ih-
metter ao ministro francez as explicables
por elle dadas, exprimindo ao mesmo lem-
po a esperanza do que ellas removeran
qualquer ideia errnea em que estivesse o
governo francez a respeilo da sua con lucta
na occasiilo em questilo.
< Esta nota ara respeitosa para o minis-
terio. AsexplicaQiVs que a acompanliavam
mostr.ivam que o commandantn, von.lo a
barca Euoenieosua iripolaQilo em pengo
imminento, perto dos roebedos do Anton-
LlzardO, esendo chimado em seu auxilio,
>ressoi]-se a soccorre-la com a gente da
Iris; e que o capililo do navio francez
abandonara o seu navio sobro o recifo, para
que o ollicial americano polesso lomar o
c i unan lo, o salva-lo. Em occasiJo em
quo nenhum outro auxilio se podia oblar. 6
om que se esporava um nordeste, tiio temi-
do pelos maritiilios naquella costa, ocom-
mandanle amerietno trabalhou toda a noi-
le com i sua genio,safou do rocbodo a barca
franceza, e ancorou-a a salvamento porto
da Iris. O eomm in.lano pe..lio uraa,aom-
pensaQilo como salvagom para a suaf^nto.
Tinha diroito essa compeiisaco. Assim
o decidi o Sr. Clilord, uosso ministro no
Moxico quando a queslip Ihe lei submot-
lida. Tal he, segundlos consta, a opi-
nuil* do Sr. Johnson, nosso actual procura-
dor-gcral. Porm, comquanto elle livesao
pedido e espera lo salvagom, todavi ( para
nos servirmos das suas propria. palavras)
. tendo decorrido Irinta horas siii q'e re-
cebessa resposta, linha j raaolvido deixar
o capitn reassumir o seu commando, quan-
do receben urna carta do consignatario di-
zendo quo nada poda fazer a respeilo por
sso que o navio nSoeslva ainda no porto ;
e nesse momento, chegando o cap'ufio da
Eugnie a bordo, entregou-lbo o navio.
Foi nestas circumslaucias que o Sr. Poussin
dirigi a sua ola de 30 de maio que lie do
teor seguinte :
Legac.no de Franca. Waslugtou, 30 de
maio do 1819.
SenhorUecebi no.dia 28 a nota que
mo lizesles a honra de dirigir no anosmo
dia em resposta aquella cm que eu reclama-
va dos Estados-Unidos a des ipprovac.no da
conducta do commandanle Cirpenler para
com o navio francez Eugnie.
Carpenter nao he do natureza tal, que faca
desapparecer o desconlenlamonio que 0 seu
proceder causou ao meu governo.
Considerava, diz elle, e considera anda
que he um caso de salvagom ; que os drei-
sr sss SS^kkmssk^ -
Clayton dirigi em 21 do abril ouira nota I los por ello adquiridos como salvador llio
io Sr. Poussin, que, como dissemos, se a-ldavam jusa conservar-se de posse do navio
chava em New York havia quinzo d.as.lat que suas exltavagantes pretencOes fos-
deinora om Was-lsein salisfeitas ; mas a sua opinlt I para us pouco valor,
V
** tm
*=- -


1^Pltw -m.;. .-.. wwt>n^MiaMaMB


M
'2'
Kn |mmi ao governo de Washington em
nomo sov-rimenlnaquclle oflicial. afim do que o
erro por elle commottido, sol>re um ponto
que invnlvia a dignidadedo vossa marinlia
nacional, nflo se tornasse a repetir.
Di vossa rosposta, Sr. secretario de es-
tado, sou desiracadauienle induzido o crer
liieo vi.so governo snbscrovo s singula-
tcs don I rimis professadas pelo commandan-
te Orpenter do vapor de guerra liis ; e tc-
nho s a protestar em nomo do meu gover-
110 contra essas doutrinas.
Tenho a honra, etc.
Guillarme Ttll Pnussin.
< Na nota de 30 de maio Talla o ministro
francez da sua coinmunicacilo anterior ( cm
datado 13 de maio) a respeito deste as-
sumplo, na qual se limitara a i edir ao go-
verno dos Kslados-Unidos que desapprovas-
se o compoit ment do commandante Car-
penter. De fcto, esta nota de 12 de maio,
nao smente exiga esta dempprovaeflo,
mas insista em qne fosse pelo menos in-
tligida severa reprehensflo sobre aquolles
quesejulgevara comdireito a substituir
jusilla por medidas arbitrarias. O gover-
nolcria podido acompanbar a dosaoprova-
c3o do comportamento do commandante
Carpenter com urna reprehensao severa;
masa dcsapprovacflo ilo principio de salva-
gem.'ou o seudireilo salvagetn, nflo im-
portara necessariamenle urna reprehensflo
severa A nota do Sr. PotiSlin de 12 de maio
iiiin foi entendida nem poda ser interpre-
ta Ja como simples desappro vacilo da lei.em
conformdade da qual exilia o comman-
dante Carpenter quo a sua tripolago reco-
brase sal va gem. A* exigencia de ser dosap-
provada pelo presidente urna le do paiz, e
os usos das nayOes, teria sido bastante res-
ponder que nilo pertence ao ejecutivo fazer
ou repellir leis ; o seu ilever be cxeruta-las
conforme existen). Anota doSr Ponssin
foi tida como urna acens -ico, dirigida ao
commandante Carpenter, ile ter abusado da
sua autoridade detendo illegalmenle o na
vio francez.
Compre observar que a defesa do com-
mandante Carpenter foi mandada ao minis-
tro francez, na esperauca de que seria en-
viada ao governo da Franca. O Sr. I'oiissin
n:1o proporcionla ao gabinete que repro-
sentava a occasflo de encarar o caso dehai-
xo desto novo ponto de vista ; mas denun-
i iou inmediatamente n commandante, sem
tomar em coiisiderac.no a sua defesa, que
considerou como de pouca importancia.
Este comportao'cnto desagradou ao gover-
no dos Estados-Unidos. Era natural suppr
que a sua conducta em ter salvado un na-
vio francez, abandonando o seu direito aos
salvados, isenta-lo-bia do censura, anda
que deixasse de receber a approvacflo do
governo francez. Julgou-so que o com-
mandante Carpenter nilo devia ser coudem-
nado sem ser ouvido, e considerou-se a dc-
negaeflo de direito tilo commum como in-
justa, insolente e grosseia.
I 08r. Masen, es-ministro da marinba,
em una carta ao coinmandante Carpenter,
cm data de 98de novembro de 1818, bavia
approvado ufficialmcntc sua conducta ; e
todava o Sr. I'oussin declara quo praticra
iimacloque feria a digni Ja de da mainha I
nacional. Protesta om nome do governo
francez contra o acto do governo america-
no, apresentando-s | erante o presidente e
seu gabinete como lendo recibido a missBo
de dar-Ibes lines a respeito da dignidadu e
bonra do nossa marinba.
Ao receber esta extraordinaria nota,
rcsolveu o presdeme submeller a corres-
pondencia doSr. Puussin ao guverno fian-
cez, sem pretender prescrever a nureba que
deveria adoptar esse governo para com urna
potencia amiga. Dando esto passo, o pre-
sidente era movido por um sentimento pio-
fundo de cunsideracao pelas relaces ami-
gaves com urna repblica rada, e pelo
desejo sincero de ver continuar estas relu-
ches sem alleraca. Km consequencia,
communicou-se toda a correspondencia a
S. Exc. o ministro dos negocios estrangoiros
de l-'ianea no da 7 de julho por inleimeJio
do Sr. Ilusli.
Finalmente parecen lo quo o governo
francez recusava completamente reparar
injurien feila pelo ministro francez, o pre-
sidente julgou-sc obrigado a dar por acaba-
das as relaces do Sr. I'oussin com este go-
verno.
Asrclaeoes terminadas por esta manei-
t nao importan) necessariamenle una po-
SJcSO hostil entro os dous governo*. No
caso do Sr. Jackson ministro da Giiia-Bre-
lanlia, cujas retacos com este governo lo
ram concluidas em 1809 pelo Sr. Madison do
urna maneira mais peiemplona, nao se se-
guio dillieuldado entre este paiz e a Ingla-
terra. A menos que a Franca ambicione
urna desavenga com este paiz, (e nilo temos
disso prova alguma ) nilu be provnvel que
sejain perturbadas as relaces amigavois
L'iitrejale e aquello paiz.
Ao dar por acabadas as rriaroes olli-
ciaes doSr. Poiissin com os Estados-Unidos,
o governo parlicipou ao gabineld francez e
ao seu ministro, que qualqucr co ni in nica-
*;Jo expedida por oulra via seria rospeito-
samente rccebida e tomada cm conside-
ra co a
O National Inteltigencer, referindo-se
desiulelligencia com o Sr. I'oussin, diz :
a Rada lia beaba negocio que jusliliquc os
receios de um ronipimeoto entre os dous
paizes.
1D0 Jama! do Commtrcio.]
De 10 a 31 de otilubro o theeouro provincial
ilo Maranho arrecadra 8:927,273 res.
A I do crreme, eslava o cambio, na praia
ao tcilorea.
os faca marchar para a capital afim de fica-1
rcm destacados por pouco tempo, e que sei
espera de seu patriotismo o compriinento | ^^^Lp'or 'iflSW
.lala determmacflo con. toda a diligencia. De Ccar& nl'Bbe:,ot nue pos
Dito. Ao tenante-coronel do batalhflo
il municipio de Santa-I.uzia do norte, pa-
ra que immediatamentecom ocapitlo Ma-
nuel Sitares de Albuquerquo vonlia enten-
dor-secom a presidencia.
Dito. Ao tcnente-corooel commandan-
te do primeiro hatalliflo da guarda nacional
do Ivu lu, para quo com toda a brevidado
rena cem homensda mesma guarda o mar-
che cm sua frente pera a capital, trazcmlo
o armamento que tiver; ospurandn a presi-
dencia que seja esta ordem cumprida con
a melhor vontade e promplidflo.
Dito. -- Ao inspector da tbesouraria da
fazenda, para mandar satisfazer ao mestre
constructor Francisco Lopes dos Santos a
quanlia de 69,140 is., proveniente da des-
peca fcita com a obra do telheiro.
Dito. Ao mesmo inspector, para man-
I i- indemnisar caixa provincial a quan-
tia de 32,300 rs importancia da bandeira
nacional de que trata o ollicio que se Ihe
remelle.
Dito. Ao administrador da mesa de
rendas da cidade 'lu l'enedo, approvando a
apprahensSo que fez na plvora do que trata
em seu ollicio dalado de 16 do crrenle, e
recommendando-lbo que proceda da mes-
ma forma com luda a mais que all fOr che-
gajido al segunda ordem da presidencia.
Dito.Ao Dr. chefe de polica, recom-
mendando qiie de quanto antes cumpri-
mento au ollicio da presidencia de II do
rorrele, quo exige as certi loes das pro-
nuncias c condemnac'Jo do reo Joaquim Jo-
s de Ara OJO Lima lloclla, aliin de seren
remeltidas o Exm. presidente da provincia
de l'ernamhuco, na forma de suas reitera-
das requisices.
que possa interesaar
O vapor /Vrniim';u"i|i.i condntlo a aeu bordo
o Exm. Sr. Hercul-no Ferrelra Peona.
S. Exc. acha-se hospedado no palacio do go-
verno. ___________^^_
lleiinin-sc hnje o collegio eleitoral delta ci-
dade, e a respectiva mesa llcou aisim cousti-
luida :
Prttidcntr.O Sr. Pedro Francisco de Paula
Cvale iole de AlbliquTque.
Stcrelariot. OaSrs. Joaquim Jos da Fonie-
ca r Anloni#Coelho de S r. Albuquerqur.
f.'i'oiMi/uro.- Os Srs Francisco de Paula
llaplitta e Luii Antonio Vieira.
COMMERCIO.
O segundo aupplenta do juiz munici-j ~ l'ode-se aoSr. subdelegado da fregge
pal eorphflos em exerciejardo termo delzia do S -Frei-Pedro Concalves, que cura.
Serinhfem, abaixo assignad, manda de-lpra com os dovefes Inherentes a aeu
AI.FANDECA.
Ilendimento do dia 28.....8:288,150
CONSULADO GEIML.
Ilendimento do dia 28.....3:095,014
Diversas provincias...... 59,114
fSovimenio
3:154,128
do i'orlo.
!)J/\l,l()l)EPEK\tK{!.
BECIFC, 28 DE VOVKMBRO DE 1849.
Comquanlo a carta do nosso correspon-
dente de Lisboa, trazida pelo brigue /'e-
/;, e que recebemos bonlein, seja de dala
mais atrazada do que os jornaes que Ulti-
ma mente ti vemos daquclla corto; todava
a inserimos neste numero do Diario, por
conter certos pormenores que jamis se en-
contrain lias gazelas, e que silo o resultado
de iiifomiaces particulares, ou do conb-
cimeuto de lacios que de ordinario deixam
de ser noticiados pela iinpreusa dos luga-
res em que se dSo.
INTERIOR.
ALAGOAS,
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te Dr. Jott liento da Cunha e iigueire.do.
24 DEUfUUItO.
Portara. -- Plomeando provisoriamente
director geral do Indios da provincia, em
virlude da le de 3 de oulubro de l834,ao ci-
dadflo Jus Rodrigues I e 111- l'ilanga.
Ollicio Ao juiz municipal supplenle
das Alagas, para que sirva-se de prove-
como julgardu direito, pariicipando no re-
sultado, s.jhre a qucixa de Jusufd Mana que
diz ter sido privada de suas duasiiihas me-
nores les..lia e Fclisbeila, que s/acliam em
poder de Manuel Concia de lleiidouca.
28.
Ollicio. Ao teuenie-coronel comman-
lo do prinieiro b italhao da guarda nacional
da* Aiagous, para que, logu que eslu reca-
ber,rauu* cem horneas da mesma guarda, e

O vapor l'ernamburana, chegado boje dos
porlos do noiie, Irouxe-nos jornaes do Para al
l ih el i Maranho at 15 c do Ccar at 19 do cor-
rele.
Pard* CStava no gozo de plena Iranquillidadc.
A 8 proceder cmara da capital apuracio
da volacao da provincia para deputados as-
seiohla geral legislativa, c declarara que a
niesnia provincia couimellra tao honroso en-
cargo aos Srs. :Dr. Juo Lourenco Paes d
Soii/a.Inspector da alfaudega Joo llaplisla
de Figueiredo 'IVnreiro Aranha,concclhciro
liet n n iln de Soirza Franco.
A I Tule coi nilu o Inaugurra-M solcmnemen-
Ic a colonia de Tucantias.
U naturalista francez Marios Porti, que
acompaiihra couiinissao eucarregada ilc
rumiar aquella colonia, devra sua grande
presenca de cspirilo e extraordinaria coragem
o escapar de ser assassiuado pelos gemios Cu-
pe-lobos, no incio dus quaes se delxra licar s
e desarmado.
M ii nilian licra sb a adminislrarao do Sr.
Honorio l'ereira de Azeredo Couliuho, que lo-
mara pnsse da presidencia nu cha li.
Ao passar a gerencia dus negocios pblicos
n seu successor, u Sr. Ferreira Peuua logrn a
ventura de noliciai-lhc que a provincia se
achava em socego.
Ilvpolhecando ao Sr. Azeredo Coutinho a
sua cuadjuvacao e apuio, os collegas do Eilan-
darla dedloam ao Sr. Ferreira Peana o seguin-
tc artigo :
Mus poucos oie/es de sua administracao
loubc S. Exc. graogear por tal forma assyni-
palhias dos ^laraidienses, que podemos, sem
rxageracau ocio lisonja, allirmar que iienhiiiii
presidente se retlrou anda desi.i proviucia
ileixando mais saudosos os seus habitantes.
lie que o Sr. Peona, ah'-ni de recto e justiceiro,
possue aapreciavel (|ualidade de tratar a lodos
com all'ecluosa boudade e benevolencia, del-
\mili peuhorailos pelas suis atlenciotas ma-
neirjs aqoellra meamoa >|o sau indeferidoi
em suas prelcncdc9
u Para provar a haliilidacle administrativa
du Sr. i'enua, basta dizer que, tendu S. Kxe.
lomado cunta das redeas do "uverno desta pro-
vincia em nina poca tao diilicil c inrliodrusa
como ai|urlla em que acaliava de se operar no
paiz um reviraiuenlo poltico, ao passo que
eoi pero iniliiiei) ivr.ivi e.nii fine i a guerra
civil, j ramificada pelas oiitras provincias du
norte, soubeS. Eae. fa/.er abortar os planos de
revolia que aqu eiisliam sem o eioprego de
um s lucio viulentu, \> < leudo al mandar,
como fez, soccorros de tropas para a provincia
de Pe d.ioi lille.i.
Duas eleiccies tiveram lugar durante o cur-
to espajo da adininistrai;io do Sr. Peona ;
ambas sclizeram con, calma eserenidade, sem
a iutervcncu de una su bayoneta: sendo para
notar qtie -. Exc, para melhor assegurar a li*
berdade do voto, al fez cessar o recrulaiiicn-
to na eleicao de vereadores c jimes de paz, no
sendo esgo ordenado por lei.
Muilos so os ttulos que tciu o Exm. Sr.
Peno i rallla e gratdo dos Marauheiites ;
deve-se, porin, dizer, cm honra da verdade,
que illc nao dcilooiiii.no os servicos. prsta-
los por S. Exc., c que depressa comecaram a
solver parte da divida conlralida, nuuicaudo-
o si o representante ua assetnlila geral, c dan-
do-lhe aisiio ao_ de continuar a ser mil ao
paiz que mais deve anda esperar da sua alta
cap.icol.ule c conauniiada experiencia.
Itcccba n Kxin. Sr. Peona um cordial adros
de Iodos os Maranhenscs, c acredite noi since-
ros vol que tiles l'azem pela preciosa existen-
cia de S. Exc ,pelas suas venturas e felici-
dades.
A cmara municpa/ de S.inl.oi/ conclm'ia a
apuraeo dos votos de lodos os collegios elel-
turae da provincia para depuiridus assem-
bla geral legislativa. Eis o resultado de seme-
ntante apurato :
OS sus. VOTOS.
Comuiendador llerculano Ferreira Pccna 489
Dr. Jos .Kiosco do Paco 438
Dr. (.andido Mcudes de A Ion ida 'C
Teneuie-coronel Joaquim Marianno F.
de bi 392
A assembla provincial maranhense rejeil-
ra na sessao de 13, p o 14 conlia 9 votos, a pro-
posta do Sr, Altillo para que se solicitasse am-
nista a favor dos individuos condemnados l-
timamente aqu pclu criuie de rebellio.
A assembla tornara eia rcsoluco Uepolt de
ouvir varios discursos sobre a ioconstilucioiia-
lidade da medida propoita,
Navioi enlradot no dia 28.
Para e mais porlos 16 das e 7 horas e do
ultimo porto 13 horas, vapor brasileiro
l'ernambucana, de 210 toneladas, com-
mandante o primeiro-tenante loBo Min-
ino llenrique, equpagem 29. I'assagei-
ros : para esta provincia, os Drs. Josquim
Manuel ('.arneiro da Cimba e Antonio Jo-
s llenrique com 1 escravo, o alferes Ma-
noel llaplisla llibeiro de Faria. Pedro An-
tonio llernardino, Francisco Ferreira de
Novaes, Manoel Marques Camacho, 2 re-
crulas e 10 desertores : para a corte, o
senador Francisco de Paula l'essoa com 1
lllboe 2 esclavos, o Exm. Sr. llerculano
Ferreira Penna com 1 criado e 1 escravo,
os Drs. Jos Thomaz dos Sanios Almeida
com 1 criado, Candido alendes de Almei-
da com 1 criado, Miguel Francisco Viei-
ra com I criado, Raymundo F de Araujo
Lima com I criado, Pedro l'ereira de Sou-
za Cuimaraes cum 1 til lio menor, Antonio
JosSIacludo e Casimiro Jos de Moraes
Sarment com sua senhora, 2 segundo
colos, i furriel e 14 recrutas.
San-Malhetis 22 das, siini-ca brasileira
Helia-Argelina, de 6 toneladas, cupido
Desiderio Jos Bando, equipagem 6,
carga l'arinba, caf e cuuros ; a Joaquim
da Silva Caldas.
Itio-Je-Janeiro 18 (lias, brigue brasilei-
i'n Ai/nmiHii, de 177 toneladas, capilSo
Aninio Coelho llibeiro, equipagem 12,
carga fumo, cafe e mais gneros ; a Car-
valho Pinheiro
Navios sahidus no misma dia.
Kio-de-Janeiro llrigue nglez l'atrucet,
capitito Edwsrd Kenough, carga a mesma
de bacalbau.
Havre liarca franceza /Alia, capilSo JoSo
F. I.emeltez, carga assucar e algodilo.
Rio- cial, cap i til o .Manoel Jos Monteiro Vian-
na, carga varios generas
clarara lodas as pessoas que teem obriga-
c6es.de dbitos, hypothecaa e penjiores de
ourooprata depositados no cofre dos or-
phonsila dita villa, que no improrogavel
prazo de um mez, contado da data desle,
venham resgatar as mesmas obrigar;0es,
hypolhecas e ponhores; ao contrario se pro-
ceder como fi'ir de direilo, abm de se cum-
io ir o que he ordenado polo artigo 6. 4 *
do decreto n. 231 de 13 de novembro de
1811 e do aviso de 12 de maio de 1842. Se-
rnhSem, 21 de novembro de 1849. Jfa-
noel Francisco Duarle.
Pela segunda secQSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do da
prioieiro de dezembro prximo vindouro se
principia a contar os 30dias para a cobran-
za a bocea do cofre da decima dos predios
urbanos das freguezias desta cidade e po-
vosr3u dos Afogados, do primeiro semostro
do crrante anno (nanceiro de 1849 a 1850,
oque, lindo este prazo, ficam subjeitos a
pagar os proprielarios, alm do principal
de seus dbitos, a multa de 3 por cento.
As malas do vapor Ptruambuca-
na para os porlos du sul prin-
cipiam-se a fechar amanbSa
(30): a urna hora da tarde rece-
bem-se correspondencias com porte duplo
ale duas horas da tardo, e lindas estas nilo
Si* receliero mais.
EDITA ES.
Pela inspectora da aifandoga se faz
publico que, no dia 29 do crreme, depois
do meio-da, na porta da mesma, se hilo do
arrematar em hasta publica 120 corles de
vestidos de lila e seda, por factura um 3,000
rs. lolal 360,000 rs., impugnados pelo se-
gundo escripiurario Gabiiel Alfonso |(e-
gueira, no despacho n. 538 de 26 do corre-
le : sendo a arrematado subjeta aus di-
r i los.
Alfandaga de Pernambuco, 27 do novem-
bro de 1819.O inspector, tt Antonio di
Sumpuio \iauna.
Pela inspectora da alftndega se faz
publico que, no dia :ii) do crrante, se hilo
de arrematar em hasta publica, a porta da
mcs'iia, 200 duzas da courinhos dourados
para chapeos, por tactura a duzia 900 rs. ,
total 180.0110 rs., impugnadas pelo ainanu-
scJoi Francisco dos Santos Miranda, no
despacho por lactina sob n. 560 de 21 do
crrante : sendo a aircmatac3o subjeta aos
d i re i I os.
Alian lega de Pernambuco, 27 de novem-
bro de 1849. 0 inspector, tu'* Antonio de
Sampaio Vianna.
Pela inspecloiia da alfaudega se faz
publico quo, no dia 39 do crrenle, depois
do meio-dia, se lio de arrematar em hasta
publica, a porta da mesma, 8 ps;as de sar-
ja despalillla com 430 cuvados, avahado o
covado a 2,000 rs., total 860,000 rs. as
quaes lram apprehendidas om acto de vi-
sita de entrada polo ajudaule do guarda-
nir a bordo da polac hCspanhola Estrella,
por nilo asta rom manifestadas, sendo a ap-
prehensBo julgada deliniivaiueule em fa-
vor do uppiehensur em data de 9 do cr-
ranle, leudo passado o prazo marcado no
artigo 287 do regiilamenlo para a iiilerpo-
seo do recurso : a aneiualaco be livro de
direitos
Alfaudega de Pernambuco, 27 de novem-
bio de 1849. inspector, /.iti-j Antonio de
Sampaio I ianna.
Oecia raides.
Avisos martimos.
I'ara o Hio-de-Janeiro angue
com toda a hrevidade o brigue-
escuna nacional Olinila, recente-
mente forrado e pregado de cobre,
por ter a maior parte de sua carga
prompta : para o resto, passagei-
ros e escravos a frete, trata-se
com .Macjudo & Finbeiro, na ra
do VignHn. (9, ou com o ctpi-
t5o, Manoel Marcianno Ferreira.
Para o l'orlo deve sabir
com umita brevidade, por ter
grande parte da carga contratada,
a nova e veleira barca portugueza
Santa-Cruz quem qnizer carre-
gar ou ir de passagem, para o que
tem excellentes commodos, diri-
ja-se ao capito, JoSo de Uliveira
l.ciic, a bordo, o ao seu consig-
nalario, Francisco Alves da C'u-
nba, na ra do Vigario, n. 11.
Para Lisboa sabe, com a maior brevi-
dado possivel, o brigue porloguez Concel-
rdo-de-Mariu, por ter a maior parte de seu
carga prompta : para o resto e passageiros,
para o pue tem excellentes commodos, tra-
ta-se com os consignatarios, Thomaz de
Aquino Fonscca & Filho na ra do Viga-
rio, n. 19, primeiro andar, ou como capi-
Io na placa do C numrelo.
Para a Baha sal.-, em poucos dias, a
sumaca 'lor-do-\ngelim, mestre Bernardo
deSouza, por ter a maior parte da carga
prompla : para o restante e passageiros
trata-te com o mesmo meslre ou com Luiz
Jos de Sa Araujo, na 1 na da Cruz, 11. 33.
-Para o Paraegue aleo lim da presen-
te semana o hiate nacional San-Jos : pode
receber smenle alguma carga miuda : os
pretendemos queiram drigir-se ra do
Ainorim, 11. 36, armazem de Antonio Joa-
quim Vidal & Companhia.
Vende-sea barcaea Flor-da-Ponte, de
loto de 24 caixas, de boa eoic-li ncoo, e de
pi inicua viagem : os prelendentes dirijam-
se praia do Collegio para v-la e para tra
lar, na ra da Cadeia do Itecife, n. 54, luja.
I'arao Porto salina impret-rivelmente
por todo o mez de dezembro o brigue por-
luguez Venlura-Felii, forrado, pregado, e
encavlhado de cobre, capullo Zeferino
Ventura dos Santos : para o resto da carga
o passageiros,-aos quaes offerece excellen-
0 III. Sr. director do lyceu desta cida-
de manda fazer publico que, tendu o F.xtn.
Sr. presidente da provincia eoi 22 do cor-
rele suppnmido a cadena de primeiras
luUrasde llapicuma, o removido o respec-
4p prufc.ssor, Cc.oiuiann Joaquim de Mi-
randa, para a caJeira da mesma disciplin
de Guajina, quo eslava ha muilj vaga, fica,
pur este motivo, w effeito u ediial pelu
qual fui posia a concurso a dita cajleira de
Coianna.
Secretaria do lyceu, 20 do novembro de
1849. Januario'Alexandrino da ilvu ta-
bello Caneca, profeisor de deseuno e secre-
tar.).
--O arsenal do guerra precisa comprar
azeitedocdirapaloodecoco, velas de car-
nauba, lio de algodilo e pavios : quem os
mejiius gneros quizer fornecer, -ha de
comparecer ua sala da directora do dito
arsenal, no da 30 do correte, t-aienJo a
compclcule prupusla com seos ltimos pre-
sos om carta lechada.
tes commodidadus, trata-se com o consig-
natario, Joaquim Ferreira Mondes Guima-
rfleti na ra da Cruz, 11. 49, primeiro an-
dar, ou com o referido capito na praga do
Coiumeicio.
Para o lo-.le-J.inc.'iro sabe, no domin-
go, 2 de dezembro, a veleira oscuna Galn-
/e-Marn : anda recebe alguma carga, bem
como passageiros e escravos a frete, para o
que lem bous cummodus: a Iralar qa ra
do Vigario, u 22. com Silva & Grillo.
Uuein tiver coulaa com a escuna in-
gleza Fenella baja de as apressnlar al 28
do crreme mez, alin de serem pagas; pois
que depois do prazo marcado ficarSo sm
vigor quaesquer contas quo porventura
possam apparecer.
Para o Ceara segu viagem com brevi-
dade, por ter alguma carga engajada, a su-
maca nacional Carlota, mestre Jos GonCal-
ves Simas -para o restante da carga a pas-
sageiros trata-se com o mesmo mestre, ou"
com Luiz Jos de S Araujo, na ra da
Cruz, n. 33.
a respeito de um individuo oiora-
Fora-de-Porlas,por antonomasia C
mem, o qual a miudadas wzes in H
respaila, ameacan'do com pancadas,
aoa de reconhecida probidade, e sto em
alaridos laes, que (de noite) lee'm acudid')
as palrulhas. Como nSo consta qaa tcM
harido providencia alguma para que pelo
menos esse petit-hommt n3o continua em
urna vida tilo anli-moral, ese cohiba de
proceder em seus desmandos, por isso he
que se laz este pedido : pois mais val evitar
o ci 1.....do que ter-se de castigar.
Gabinete litternri.
Os abaixo assignados, socios do gabinete
lilteiario eslabelecido nesta cidade na ra
ra do Livrameulo, n. 27, primeiro andar,
desejando que continuo este nico ealabe-
lecimcuto Iliterario que ha nesta cidade,
para prestar o necessario soccorro a iua-
truegno de seus habitantes, e servir de n-
cleo a urna bibliolheca para o futuro, e ven-
do que se ha misler dos esforcos e coadju-
vacao de seos com-socios, para queae oOo
amqoile o mesmo gabinete, que por a au-
sencia dos que deviatn curar de sua conser-
vado e augmento, est em abandono ; tor-
nam por esta ultima vez a convidar a todos
os similores socios residentes nesta cidade
para comparecerem no mesmo gabinete pe-
las seis horas da tarda de 28 do crreme
mez de novembro, para do aecrdo te toma-
ren) as medidas convenientes para se salvar
esse til estabeleciinenlo da anquilacfln
queoameaca, visto como na tarde de 21
que nos anteriores annuncios fra indicada
para a reuna" > apenas comparecern) qua-
tro socios: licando, purera, certos que, no
caso de nao comparecerem os socios pre-
sentes, toniar'io definitiva deliberatSo. --
Jos Narciso Camello. Fr. Joio Capistra.no
de Mtndonca. lodo Francisco Bastos.
Deseja-se alugar um primeiro ou se-
gundo andar de urna casa as seguinleg
roas : Cruzes, larga do llozario, Queimado,
I Collegio e Nova : quem liver annuncie.
Alga-se, pelo tempo de feala, um si-
tio na estrada do Monteiro, periodo banho,
com 6 quarlos, sotfio, esli ibaria, cacimba
e com bastantes arvoredos de fructo : a
tratar na ra do Crespo, n. 7, primeiro an-
dar.
Alugam-se para se passar a festa duas
grandes casas com muitos commodos e bum
banho, em Sanl'Anna-de-Deniro : a tratar
no mesmo lugar com JuSo Venancio.
A ultra do grande hospital de caridade
neessitu de serventes foi ros ou escravos,
pagando-se pur da 560 rs. : quem esliver
tiestas circumslancas, querendo, poda di-
rigir-sea mesma obra, alm de tratar com
o administrador da mesma, Luiz Jos da
Silva Guimares.
Deseja-se fallar a negocio da muito
interesse, na ra da Cadeia do Itecife, loja
de cambio, 11. 24, com os Srs. Joaquim Jos
de Saiil'Aiina, Jos deCarvalho da Fonae-
ca Lima, Manoel Jos de Barros, Antonio
Iteis Noguoira, ollvm. padre Caetano Jos
Antunes, Manoel Francisco da Costa Lobo,
Jo.lo Baplisla Vieira Castro, Izidio de Santa
Clara, Joaquim Jo9o Roberto, Francisco
Concalvcs Urom, Manoel Gomes da Silva,
Manoel de Amorim Lima, Luiz llibeiro Ma-
chado, Joaquim Jos Marques e D. Maiia
Thcreza de Jess. ?
Alugam-se, para se paasar festa, duas
casas, una rom bastantes eoinniodu para
qualquer familia, estribarla, cochoira, casi
para pelos e outros arranjos, e a oulra
mais pequea, a esculla: na travessa do
Arraial*para Casa-Furle, sitio que foi do
l'aulmo, se dir quem aluga.
betumee asplialjo.
Ronsin Dronet (de Bretagne (faz publico
que elle se eucarrega de executar toda a
i| ua I'chillo de betumo asphalto, a moda da
liui opa, lano em calcadas como em Ierra-
eos, fundaxflo de casas, ciegas subterr-
neas, avawcadas para o mar, e mesmo abai-
xo do nivel das mares : para execucSo tem
ledras de todas as dimensJcs, conserva-
Qiloda cavillia, etev: quem de seu prest
1110 se quizer uiilisar, dinja-se ao araiazem
do sal da Boa-Vista, que ah u encontrar.
ir
com canudo
Leiloes.
~ Moje, 29 do crrante, llavera leil.lo de
uvas frescaes, em lotea vontade do com-
prador, no caes da Alfandega, na porta do
armazem do Bacellar.
-- Jones Paln & Companhia farito leilHo,
por intervenc3o do eorrelor Oliveira, da
grande variedade de fazendas inglezas,'lo-
das ptopriasdo mercado quinia-feira, 29
do coirente, as 10 horas da manhSa, no seu
armazem da ra do Trapiche-Novo.
Avisos diversos.
-- Na ra Dreta, n. 32, se dir quem
precisa de 200,000 is. a picmio com boas
Urinas.
OSr. alferes A. M. de A C tenlia a bon-
da le de dar cumprimenlo a sua palavra de
honra, satisfazeiidoa diminua quanlia de
23,000 rs., para n:io ter o deSgoslu de ver u
seu nome publicado por extenso.
~ A pessoa quo por engao tirou oftl
rorreio duas cartas, vindas da Babia no ul-
timo vapor para Manoel Jos Concalves
tei.na a boudade do manda-las entregar na
ra do Quetmado, 11. 2.
Precisa-so de uuia ama forra ou cativa,
para urna casa de pouca familia, que emen-
da do coziuhar e engommar : na ra du
Pilar, 11. 72, em Fora-de-Por'tS.
Quem annunciou querer dar 400,000
rs. a premio com boas urinas, dirija-se
ra lircila, n. 32, que se dir quera pre-
cisa.
A panella
respira.
Por se acharara cima de urna cama, nflo
se es iiicce, deixe-o licar com alguma me-
mora, qae Ihe responde cum tuda, etc.,
etc. etc. #
Ama ilc lele.
Precsa-se de urna ama do leite, forra ou
captiva na ra Direita, n. 76.
U capitiio C, C. A. Sohsl, da barca ham-
tmrgueza Syria, declara que nffo.se respon-
salnisa por quanlia alguma tomada em seu
nome, em gneros, fazendas, uu outra qual-
quer cus.i, pela trpolacSo de dito seu
navio.
Aluga-se o agundd*andar o sotSo cor-
rido do sobrado ainarello da ra Augusta :
a Iralar na ra do Amorim, n 15.
Dao-se 10,000 rs. mensaesdealugue!
por urna praia quesaba bem cozinhar, en-
gommar liso e comprar os arranjos de una
asa de pcqueua familia : na ra da Floien-
ina, casa da esquina defroute do theatro
novo.
-- Aluga-se a casa do Aterro-da-Boa-Vis-
ta, n. 84, coro muitos .commodos para um
grande estabelccmenlo e morada inde-
pendenlo,
Precisa-sede um bomem porluguez ou
brasileira que esteja acoslumado a iraba-
Iharem armazem de assucar, refinac.au e
casa de purgar, para trabalhar na relinaria
firiicezada ra da Concordia,: paga-se bem,
o se fr bomem prelo e que lenba agilida-
de melhor seia:'na mesma retlqacDo da
ra da Concordia, 11.8
--Acha-sc a venda pelo diminuto pre-
tu de 3,900 r. u muitu dverlidu romanea
Palmita ou a ceguinha brasileira, escriplo
fim sele cantus, pelo doulur Francisco Ho-
iiifaciodeAbrcu : na ra da Cruz, no Ite-
cile, loja de livros, n. 56; na praca da In-
dependencia, ns. 6 e 8: uo Alorro-da-Boa-
Vista, loja, u. 14,
J.


Srs. redactores-Por amor
verdade siivam-se de declarar se
o abaxo ssignad fo o autor do
annuncio publicado em seu concei-
tuado jornal n. 24 de i4 do cor-
te, o qual fala da venda de.tijo-
lode todas a quididades naojaria
,1a rn do QeUnado, a fallar com
seu proprictario J D S., ou a
bordo do brigue Mafm, Tundeado
deronte do Passeio-Publico.
Jionio Joaquim de /raujo.
INSoheo Sr. Antonio Joaquim
de Aranjo o autor do annuncio a
que e elle refere. Os RH.
Precsa-se do um cixeiro que tenha
alenns principios de pharmacia : na botica
do BrllioIomeu, rm do Horario.
Sr$. rtdaelores. Tendo eu ha 17 para 18
annos um escravo de nome Manoel Fgido,
o tendo sido hiTtempos preso por uns ca-
pules de campo no centro da cidade da Pa-
radina, estes interrogando ao escravo, elle
disse que o seu senlior era eu, como de
Tacto sou, os ditos capilSes de^ campo tra-
tartm de m'o entregar; i oren-, passando
pelo lugar de Ipoeirns e pelo sitio Bebedor,
Sropriedade do capitno Manoel Pereira de
ello, este fez logo tencilo-de seapossar do
escravo, fosse por que melofnsse : sei que
assim succedeu, pastando o di'o Pcreira
recibo'os capules do campo de licar com
o escravo, e dizendo que ia participar a seu
senhor para compra-lo, ou do contrario en-
trega-lo, rousa que nunca Fez, pois oque
qneria era pilhar o negro ; e como os cpi-
tSea de campo n.lo dessem o escravo de
muito boa vontade, trataram dome parti-
cipar de todo o occorrido pelo Sr. Jolo Vic-
torino; eeuaomesmq, dei todos os pudo-
res eescreviao dito Mello para entregar o
meu escravo, o que elle nflo quiz execu-
tar : depois disto aulorisei com todos os
mens poderes aoSr. Jos Lopes de Sam-
paio, que la foi por duas vezes, al em urna
dellas levou urna carta de um mano do
mesmo Pereira, dizendo-lhe que nilo pozes-
se duvida nlguma em entregar o escravo :
entilo elle Pe-eira nesta occasiflo mandou
armar o escravo de hacamarte e facca de
pona, e dlsse ao Sr. Sampaio que o pren-
desse, o que verdaderamente se nilo poda
azer. A vista disto bem se est vendo quaes
nilo Sito as ms rntengOes dessa homem ;
por isso o ahaixo assignado roga encareci-
damente tos lllms. Srs juizes competentes,
delegados e subdelegados do mesmo dis-
Iricto, para que, sendo o dito escravo cap-
turado, possaoahaixo assignado apreson-
lar os seus Mulos eroceb-lo.
O escravo tem ossignaes seguinles : ter
boje de idade 35 annos, altura regular, cor-
po mala secco que giosso, rosto lirado, cor
entro fula e preta, bem feito de pos o mflps,
tem ah taco pequeo lirado na orla de urna
das orelbas. o pela falla parece crioulo, por
ter vindo de Angola bastante pequeo, ile-
cife, 27 de novembro de 18*9.
Antonio Cotillo da Silva.
Sociedadje Harmonico-
/ V Thcalral
O primeiro secretario avisa aos Srs. so-
cios que os bilhetes para a recita 1. do
dezembrodoeorrenlo anno se disiribum
no saino do thflHR nos das 29 e 39 de no-
vembro das tres horas da larde em diante,
eno dia |." at ao meio-dia, em o qual se
achara reunida a direceflo para aprtrovagflo
do convidados. A direegilo previne mui po-
sitivanienle qin*, 'excedendo o numero e
pessoas aos dos bilhetes, ser-lbes-ba pro-
hibido o ingresso : oulrusim se adverle que
assciilioras deverSo ser portadoras de seus
bilhetes, aflrn de obstar duvidas, e o in-
gresso para as galeras em as noites de es
pectaeulo sera das 8 horas em diante,
acbando-se aberto o sabio desde s 6 horas.
Para clareza se faz geutinento sciente o
artigo 21 do reculamente da sociedadc, a
saber: 4*>
as galeras su terlo entrada, vindo
com bilhetes, assenhors e os socios casa-
dos; ou solteiros que sejam, ou represen-
temos chores defamilia ) que as acotnpa-
niiem.escm bllneto os mejnbros do con-
rolho e dadireficBo, o os empregados as
rnesmas. Todava nos entre-actos, o se-
ment pelo lempo quejidurarem, sera per-
miliida a entrada aos Jfcnvidados que Hel-
ias lenhain famijia.
N. B. No salito sA ler.lo ingresso os
convidados que tenham o complenlo lil-
il, te de plaleia.
"-''Da-'so' pao devendagem, offtrecendo-
eS'rletiior conveniencia do que em oulras
partes : na na do l',(i/..nio larga, ti'. 48.
O annuncio publicado neste Diario,
sobre a mudanza da nllieina de encaderna-
SHo da praga da Independencia, ica seinef-
ilta, por continuar .Hila ollicina a subsis-
tir no mesmo local, tertdoa KfMida sido fei-
ta aoSr. Jolo Jos Elias .Pinro de Couveia.
Furtaram, da ra da Cadaia, do segun-
do andar do sobrado ondemoram Deane
Voulle & Companba, no dia 21 uobrrente,
um relogio de prata suisso, que trabalba
em lOpedras, fabriajuio por J. J Jacob de
Lefe, coni corren te de cabello ; um dito de
ouro, patente inglez, novo, que Irabalba em
8 pedras. feilo por E J. IHftile, do Londres,
n. 13,427, coi.-. Caisa do marroqu ni : am-
bos os relofciosslo de vidro "finia carleira
de algioena: quom d*lles liver noticia,
participe oui dita casa, que ser gratificado
com 150,000 rs-, assim como as>cgura-se
debis de palavra de honra que s guarda-
ra segredo a quem os entregar.
I)r. Joaquim de (iliveira e Souza cnsi-
na rlnsua'casa no Aterro-la-BoPVjata. n.
82, a IraduziG/allar e escrever a ligoa rran-
ceza, epOrcali pailiculares.
-- Antonio Joaquim Lins Pirahu-, senhor
cm partos do engenho Antonio-lhas, do ter-
mo da villa do l\,rto-da-rearas, provincia
das Alagas, faz sciente ao respeittfeel pu-
blico que ninguem compre nem faca neg,
^^Hdili com urna leltra de setecentoS mil
rejKEceita e assignada pelo anuunciante a
fwfR Antonio J aquimdo Albuqucr,|iie
l.ins, porseacbar paga desde W^rdo seu
veiicimenlo, o n3o entregue ao'liesmo an-
nuncianle.
"(iSr Francisco Domingos Pereira tem
urna carta na ra do Vigario, n. 19, escrip-
tore de Machado *. Pinbetro.
i Jos Soares de A*Vedo,
prolessor deTln^oa francesa no ly-
cen, tem aberto em Ma casa, ra
do Rozario larga n. 36 segundo
andar, um curso de Geogbapuia f
Historia e outro de Rhetorica e
Potica. As pessoas que deseja-
rem estudar qunesquer destas dis-
ciplinas pdem dirigir-se indi-
cada residencia aqualquer hora.
-- Aluga-so urna casa terrea com expel-
ientes coininodos, sita no lugar dos Coe-
Ihos, ra doPrazei: a tratar na casa con-
tigua a mcsina.
Alugam-se duas moradas de casas em
S.-Aiuia-dc-Dcntro, as mais proprias para
se passar a Testa, por serem prximas a rio
Capibaribe : a tratar na ra Bella, n. 28.
Pergunta-se aos Srs fiscacs, e, se estos
nio se dignarem de responder, a lllm. c-
mara municipal, se ja estifo em vigor os
artigos 8, 9 e 10 do titulo 6." ; os 6 e 7 do ti-
tulo? ; os 1." e G.o do titulo 11."; e os 3.'
e 5." do titulo 12
Um municipe.
- Frei JoSo Capistrano de Mendonca,
professorde geograpbia e historia do ly-
ceu, oosina pel lempo das ferias rhetori-
ca e potica, geograpbia c historia, Ideolo-
ga dogmtica, historia sigrada e ecclesUs-
tica : as pessoas que quizerern estudar es-
tas disciplinas, o poJerRo procurar na ra
das Cruzes, n. 18, prineiro andar.
Na rna Nova, n 6o, preci-
sa-se de um oiliciul dealfaiate pa-
ra concertos.
-- Os Srs. Manoel Gomes Ferreira e Jos
Jacintho lavares de Arruda teom cartaa na
ra do Vigario, n. 7, primeiro andar
O pardo Joaquim, que como escravo
foi vendido pelo Sr. Seralim Piulo de Souza
ao Snr. tenente-coronel Manoel Lucas de
Araujo Puheiro, faz publico queie aeln no
gozo de sua liberdade, por cajHkal, pas-
sada no anno de 1833, e agora ippareeida ;
e como, em virtude deste documento que
ninguem de boa fe pode contestar, o S'. Se-
raflm nenhuma duvida teveem subjeitar-sc
ao pagamento, convencionando com o com-
prador, pois que ambos racoubeceram a
validado da carta, negocio este de quejase
tralou judicialmente na cidade da Victoria,
onde liunve urna acommodacSo favoravol
ao acloda libordado, tanto que os herde-
rosda Tinada Tbereza Maria de Jess ( que
ni'a concedeu) subjeitaram se a pagar urna
certa quantia ao mesmo Sr. Serafun, o pu-
dendo acontecer que um papel do venda,
existente em poder dos mesinos, ou de sou
procurador, cujo papel nenhum vigor tem,
porque Toi passado muito posterior ao aolo
da liberdade, d lugar a prelencOes desar-
rasoadas, faco em lempo o presente annun-
cio para que ningucn contrate sobre o re-
ferido objecto, allegando ignorancia ; -pois
protesto defender o meu direilo, para oque
lenho os precisos meius.
Aluga-se um sitio na estrada dos Afllic-
tos, com boa casac excellenleagoa : a ira-
lar na niesma estrada, com o seu propieta-
rio, Joquiro de liveira e Souza.
lloje, 29 do corrente, llavera carne de
carneiro inuto gorda no ac,ougue do |n-
teodo Peulso, ti. 27.
1'recisVsu deu:n capellSo para a gro-
ja da Senbora da Boa-V'iagem, ao qual se
dcasa, faz-so boa conveniencia, e o com-
petente parocho, alm do partir os benezes
de mola eslolla. gratifica generosamente :
a quem convier, dinja-seao dito lugar, ca-
sa do itiesoui eiro, Joo Jos de Miranda.
-- Na fabrica do charutos do Alerro-Ja-
Boa-Visla, n. 5, precisa-se de olliciaes de
cbaruteiro, pagaudo-sea 200 rs. ao cenlo
de charutos do carregagao.
Constando ao hamo assignado que
alguem mi intencionado se tem servido
de seu nome rara com ello deilar aiinun-
cos ueste jornal, declara que nunca assig-
ii(i:i nem asMgua annuncio do qualquer na-
lureza que nem de leve toque em o nome
de alguem. Joao Alvti de Souza.
I'recsa-se de nina ama : na ra do
llangel, n. 25.
Precisa-se de um ofcial de barbeiro :
a fallar com Joaquim Jos Moroira, na pra-
c,a da Independencia, n. 10.
--'Quem precisar de urh rapaz brasileirn
para caixero de ra, ou para armazem, an-
nuncio.
-- Novaos & Coinpanhia embarca para a
Baha o escravo de nome Faoi, peilencenle
a Joaqun MarquasNogueira e Silva
~ Aluga-se urna csa no Cichangi para
se passar a festa, com esliibaria e cocheira,
por preco commodo : na ra Nova, n. 63
D'ARQRA"
C. Starr & Companba leem
iiff'lP. L. {H.IV* V
a honra de
_vsar aos seus freguezes, e ao publico em
geral.quea sua grande fundico em S.-
Arnarn, alm do sortimento que constan-
temente tem acha-se de novo prvida do
muitas nioendas de canna, e de varios ta-
annos Tcltas no mesmo estabclecimeiito
pelos mais peritos officiaes, e com o maior
cuidado e perl'ei<;ao ; tanto assim lie, que
ennunciantcs se ufanam em garant-las
elo primeiro anno. As nioendas interas
tddas de ferro', construidas as officinas
dos annuncianles sito muito superiores a
quaesquer oulras da niesma natureza que
al acora leem sido aqu olTerecidas, pois
aquellas encerram em si rertos e importan-
tes uielhoramenlos resultado de mais de
20 annos de experiencia e pralica do paiz.
Bernardo Jos da Costa, com refinaQflo
na ra Dreita, n. 10, declara ao publico
que por ler apparecido outro individuo com
igual nome, e tambem por so Ibo ter apre-
sentado coritas sem ser suas, para prevenir
qualquer duvida, de boje em dianto se as-
signara Bernattauos da Costa Valente e em
jitif iransacqOeTusar desle novo nome.
Os Srs. Galdino Lopes deOliveira, Jos
ins de Alinela e o acadmico
queirain apparecer na ra
Antonio, n, 13.
-- No paleo da matrixde Sinio-Antonio,
sobrado n. 4, (iram-se passaportes para
dentro e fra do imperio, assim como des-
pacham-se escravos e liram.-sc folbas cor-
ridas,
Aluga-se o armazem di ra de Apollo,
n. 32, muito grande < a Tratar com Manoel
Antonio da Silva Molla.
- Precisa -se de um bom coznlieiro : pa-
gase beih : no Itecife, ra do Torres, n. 20.
0 Sr. Joflo Cyprianno Baugel queira
ter a bondade de apparecer na ra da Ca-
deia de S.-Antonio, p?ra decidir sobre cer-
ta coota que S. Me. recebeu.
--O Sr. Innocencio Xavier Vianna tenha
a bondade de apparecer, para se contratar
certo negocio que S. Me. nSo ignora, na ra
da Cadeia de S.-Antonio, n. 13.
No dia 29 do corrente, se ha de arre-
matar urna canna de conduzir 700 lijlos,
que se acha arruinada; ou'.ra de carregar
agoa ; outra de carreifa : ambas tambem
arruinadas. A arrematadlo lie na praca
do Sr. doutor juiz de orphios supplente.le a
requermento do tutor dos menores filhos
de Jos Mai ia de Jess Muniz.
Acha-se urna carta para o Sr. Jos Joa-
quim Pereira, na ra da Praia, n. 49, cuja
foi tirada do correio por ser de nome igual.
O Sr. Antonio Clemente Esleves do
Larras queira mandar pagar o importe que
deve da cxecucSo por alugueis do casa que
iliancou ao seu intimo amigo Jos Francis-
"iide Souza Magalin'tes, ou este Sr. queira
'laudar pagar, pois bastante lempo se tem
esperado ; do contrario, terflo sempre de
ler o presente annuncio.
Lotera do Guadalupe.
Desengao.
Seja qual for o numero de bi-
lhetes que fquem por vender, as
mhI i.s desta lotera andam imprc-
terivelmcntc no dia 14 de dezem-
bro prximo futuro. Os bilhetes
que estao actualmente a venda nos
lugares do costume vender-se-
liao smente al o dia primeiro do
dito mez, em que passaro ao do-
minio de urna sociedade.
O bacharel A. R. de Torres
Bandeira, professor adjunto de
rhetorica c geograpbia no lyceu
Jesta cidade, se propoe a dar li-
ces das mesmas disciplinas, e
bem assim de philosopbia e fran-
co!. Quem de seu prestimo se
quizer utilisar, pode dirigir-se
ra estreita do Rozario, n. 3i, se-
gundo andar.
i i
Bixas. o
SNa praca da liidpen-0
ras, costuroiras, cozinbeiras a lavadeiras ;
duas ditas de nac.lo para tolo o servigo ;
dous molecotes de 14 a 18 anuos, saliendo
um delles coiinhar; um preto muilo ro-
busto para lodo o servico.
Acaba de cliej'ar loj-i de
:*iuya liamos Sf (J.,
um lindo sortimento de pipis para forrar
salas, acompanhado do riqlilsimas barras
e bellas guarnieres : ludo da melhor qua-
lidade possivcl e gostos os mais modernos:
aquellas pessoas que quizerern forrar suas
salas com asseio e goslo, dirjam-se ra
Nova, n. 6, na indcida loja cima que se
I lies promeito eommodidade de prego.
0
ruis cada libra, adiulniro a uta; assim
como roga as pessoas que anda devem o
importe de rap, liajam de mandar (.alisfa-
zer, pois nilo tem caiJteiros para mandar
receber laes dbitos.
No sitio da Estancia, junto ao engenlio
deCiquia, vewie-se urna c*rrocv>oa do
quatro rodas, feita na Inglaterra,.proerja
para conduzir grandes pesoa, sendo leu
para carregar assucar para o porto de em-
barque, e cannas do cannavial para o enge-
nho: os eixos e rodas sSo de patele e de
urna solidez para resistir a ludo e qualquor
servicu: foi trazida pelo annunciaole da In-
glaterra como adequada aos aervicos dos
origenhoS.omo ascarrorjas de quatro rodas
actualmente em uso cortamente n3i aao.
V'endem-so lambom osarreiot para oitoca-
vallos em separado, ou com a carroca, a
ClSSaS P CnillhrnaS. ^ qualestaarranjada para trabalhar oomoa-
3 O vailosoubois: os arroios de inferior qua-
lidade serve igualmente para carrocas de
um cavallo, e por isso Umbam ven le-ee ce-
da apparelho em separado. A IraUf no mes-
mo sitio ou na ra do Vigario, n, 4.
Vende-se cassa rxa, a 160 rs. o co- J
delicia, ii. 10,
a ao voltar para a ra das Cruzcs, alu- a
a gam-se e vendem-se laxas de llam- S
X burgo : lambem vSo-sb applicar pa- X
^ ra eommodidade dos .reguezes ; l- ~J
9 ram-se denles, saugra-se e appli- Jq
O cain-se ventosas: ludo por prego jg
& commodo. O
f^ O
Compras.
Compra-se urna porta e janolla : oa ra
lo Aragilo. n 9.
Na loja do encadernagSo da praga da
Independencia, n. 12. compram-se livros
usa tos, tanto francezeso portuguezes^como
latino.
Compra-se urna escrava que saiba bem
engommar o coser : no Alerro-Ja-Bou- Vis-
ta, n. 18, loja.
Compra-so urna eseiava nilo sendo
crioula, e que saiba cozinbar, eiigo:iiina/}
ensaboare fazer todo o servigo do una ct-
sa : na ra dos Marlyrios, n. 34.
Compram-sc pataces mexicanos e
cruzados novos : na esquina do l.ivramen-
lo, loja do 6 portas.
Comprase meio apparelho de louga
para jantar, com algum uso : na ra do A-
r^gilo, n. 8, se dir quem compra.
-- fompra-se urna preta de nacin, moga,
robusta e sem vicios, que engomte, cozi-
nhe soffrivelmenle e seja desembaracada
para o servigo de urna casa : na Boa-Vista,
ma da Manguera, n 5.
Compra-se um sellm usado: na ra
larga do Bozario, n. 26, loja de miulezas
Vendas.
0
9
i
o
vado ; cmbralas de seda, a 320 rs.
corles de dita de algodao, a 2,000,
;',."> ii c 3,000 rs. .lengos de seda pa-
ra m.lo, a 1,000 o 1.280 rs. ; ditos
grandes para pescogo, a 1,600 rs. ;
ditos de cassa para milode senhora,
O a 400 rs. ; chales de La, a 2,000 rs.; e
f-> oulras niii iL is fazenJas : na ra do C
< Crespo, n. 9. O
O
jO)C>t50a>SOO>>>Osi>
Vendem-se airas do theatro
tahoas de pinho largas e eslreiLis
por todo o preco, com o abate de
i5 por rento dos preeos que ate
enlSose vendiam, alim de se aca-
bar com a abunilanria que ha : ap-
nraveitem-se, Ireguezes.
Vondem-sc muito bous e f'oscaes
queijos de Minas, com o peso de mais de
luis libras, a 610 rs ; muito boa carne de
porco salgada, a 80 rs. a libra : no pateo do
Carmo, n. 1, venda.
Na ruado Vigario, n. 7, primeiro an-
A 2,400 rs.
r Baratissimas manas de cambraia e#
% seda, grandes c de escolhdos gostos, #
-? para senhora, pelo diminuto prego #
| de 2.400 rs.
l na ra do Crespo, n. ti.
9999ft#6t))C9aMl>##9sl
- Vendem-se chapos de massa fr.inco-
za, os mais modernos que teem chegado re.
centemente, pela elegancia das formas;
ditos de mola, prelos e superiores; ditos
da llala, de copa alta e baxa, pare ho-
mens; ditos enfeitados para meninos e
meninas, de lindssimos gustos; ditos aam
pello de diversas formas e cores, Unto pa-
ra liomens como para meninos : adverlindo
gora pelo ultimo
vre : na ra Nn-
que ludo toi recebido ap
navio #anccz, viudo dola
dar, ve"nde-sTuma"'prra czinheira. lava- I va, n. 44, fabrica de chapeos,
deira, engommadera, e que faz o mais ser-! Vendem-se trinla escravos e escrevas,
vigo de uina casa I sendo ncgnnbas c mulatinhas com. hebili-
Agoa de Ungir o cabello o suissas. dades* sem ellas, de12 a 20 annos; pretas
Contina-so a vender a agnado tingir osl muito boas qu.lande.ras, sendo algumas
cabellos o suissas : na ra do Qucimado. n. com habilidades ; moleques de 121 a 20 an-
31. O melhodo de applicar a dita ago acom-! nos ; prelos e partios : na ra da Cadeia do
panhaosvidros. i Bec.fe, n. 40.
-Vendem-se 5 armarios propros para i ^a|)0S (|e ||)||0 palClllL'.
louga, ou guarda-roupa ; duas mesas del^"1 *- "" t* L.__ _
janlar ; um aparador ; um guarda-louga ; 2 j Na ra da Cruz do Recito, mun n.
armarios pequeos : na ra do Sebo,... 12. 13. vendem-se cabos do l.nho ***
- Vendcm-so dous nrelos de 20 anuos, de' superior qualidado, do urna a sci poliega-
niuilo bonitas figuras, ptimos (para carro- | das de grossura.
garem um palanquim, ou para rabalbarom
em um armazem de assucar ; um dito mor"
e de boa ligura, equo he bom oflical da s
pateirn; 2 niiilatinhos tnuilo esperlos paral
servirem a urna casa, ou para aprenderem
oir.cio ; una preta de 20 annos do boa li-
gura, que coso, engomnia o cozinha ; urna
dita con. urna lilha de 10 nwes que cose
e faz lava'into : na ra do Collegio, n. 21,
primeiro andar, se dir quem vende.
-Vende-so urna linda moleca de I i an-
nos, recolhida, e com habilidades : na ra
do Rangel, n. 57, sobrado.
I ai iulm de mandioca.
A bordo da garopeira Conreiro-l'cliz,
fondeada em frente do caes do Collegio,
vende- se farinba do mandioca, a tres mil e
iluzentos riso alqueire da medida vellia,
de muito superior qualidade.
Vndese nina casa terrea,
feila a moderna e com goslo, sita
as Cinco-Tontas, confronte a for-
taleza : a tratar na pracinha do
Livranicnto, ti. C7.
Vendem-se, na ra do Queimado, loja
n. 21. os seguintes livros em bom uso e por
prego commodo : Diccionario de Moraes da
qnarla eilg3o ; dilo porttil porluguoz e
francez ; is.-ertages jurdicas sobre a in-
telligencia de algums ordenagOes, em sup-
plemento ao manual pratico, por Alexandre
Caetano Comes ; Poderes e obngagOes dos
jury, por Carlos Conite; Principios ou
pru.eiras nnges do direilo positivo, por
Lobato; direilo natural, por Fortuna j Ite-
sUmo da historia 1I0 Brasil e das Cuienas,
em francez, (or Fernando Diiuz ; Elisaio
sobre as garanlias individuaos, por llaonon.

u
-
o
c -?.
#.

Os Srs. Caldi
Francisco Marlins
Lobato Jnior, q
|da Cadeia de S.-
Folliinhas.
Na livraria da praga da Independencia,
ns 6 e 8, vendem-se as bem conhecdas fo-
H.iiibas impressas nesla typographia, tan-
to de porta como e dalgibeira.
Aos 20:000,000 de rs.
Na praga da Independencia, n. 4, vendem-
se-brlhetes, meios, quarlos, oitavos o vige
simes da 11 lotera a beneficio das ma-
iri/es do Be-de-Janeiro. Na niesma loja se
moslra a lisia da dos capuchnhos.
Vendem-se 18 acgOcs da companhia
de Beb.-ribe tiesta typographia se dir
quem vende.
l^enci'a de Edwin .11 a u
Na ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
mont& Companhia, aclia-sc constaiitorre.nle
um grande sorlimcnlo de ferragensjnglezas
para engenhos de fabricar assucar, bem
como laixas de ferro coado e balido de dif-
lerenles tamanhos o modelos, moendas
de dilo, tanto para armar em madeira como
rodas de ferro para animaos e agoa, ma-
chinas de vaporda frga de 4cavallos, all
pressSo," repartideras, espumadeiras, etc.
le ferro estanhado. Na mesma agencia acha-
se um sortimento de pesos para balangas ,
egcovins pai a navios. Ierro cm barra, tanto
quadrado como redondo, salra para (errei-
ro e urna porglo do tinta verde em latas
ludo por barato prego.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se duas escravas engonunadei-
u
u.
o
a Na rua do Crespo, n. 9,
loja de Joilo A. C CuimarSes, vende-se,
porcommodos prego, um bello fortimen-
lo de fazendas modernas e de goslo, con-
sistilo em cassas e cambraias dos mais
lindos padrfles ; casimiras; corteada ves-
tidos de seda ; lencos da India de todas as
cores, em poni de sarja, o oulros ai u i tos
objoctos para adornos da senhoras: tam-
bem se vende na mesma loja urna grande
porglo rio faziulas que por serem antigs
so vndenlo a quem as pretender com 30 a
40 por rento menos dn que se pdem en-
contrar em outra qualquer loja, como se-
jam : corles do vestidos de seJa de muito
boa qualidado ; chales grandes e menores,
de boa seda com algumas pintas de mofo;
ditos de soda e algodSo ; cassas e cambraias
de seda o ilgodilo, de todos os padrOes ;
cortes de casimira ; briol listrados e de
quadros ; hrini hraneo liso e do lislras com
leftito, masde puro linbo, e trangadode
400a 1,200 rs.; corles de collete de setim
velludo, lisos c lavrados. prelose de cOres;
ditos de gorgorito, lanzinh, 610 por to-
do o prego ; maHtas ; manteletas ; luvas
rompridas o curtas, de sed, lisas, borda-
das, e de pellica ; meiasde seda preta e de
cores, para homem e senhora ; lengos de
seda de todas as qualidodes, de 1,000 rs.
para cima ; chitas franeezas e inglezas, 0
alm de oulras muitas fazendas, una gran-
de porgSo de chapeos antigos de castor in-
glez.de seda e massa franceza, com pollo
c rapados de lo las as qualidades, os quaes
se vendem pelo prego que o comprador
quizer dar.
Na loja de Maia Ramos 8c
Companhia, rua Nova, n. 6, ven-
dem-se lavas de pellica muito fre-
cas e novas, Linio para homem
como para senhora, a 1,000 rs. o
par. assim como para meninos e
meninas a 6!\o rs. o dito.
Vcndem-sc bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoria o o prin-
cipe Alticito ; relogios do ouro e do prata.
I
ff I
Aos 20:000,000 deis
1 Pelo vapor S.-Salvador, entrado nes- S
le porto no dia 27, recebemos a lista 9
da 5. lotera dos missionaros capu- 9
rhiiihos. e juntamente os muilo afor- 9
lunados bilhetes c meios bilhetes da 4)
> II.* lotera concedida a beneficio da ^
9> construcgo e reparos das malrizes 9t
* do Itio-de-Janeiro, cujas rolas deve-
9 rio. andar no Jia 28 do correle mez, 91
* os quaes se acharSo a venda na dia %
* loja, das 8 horas da inanhaa s 6 da
tarde,
i
m>
Q.*m99MG99$m9-M9&9.&M9:9
Na rua da Crrz, no Itecife, armazem
n. 33, vendcin-sc saccas con. feijo, por to-
do prego, por estar principiamlo a furar;
um porgilo de calgado do Aracaty como
sejam 80 pares de sapatOes de couro de lus-
tro, obra bem feita e de diversos tamanhos;
sola e couro de cabra; caixas para rafe:
ludo por prego commodo, para fechar con-
tas.
Viiiliu de Bordeaux,
das mais superiores qualidades ; bem como
vinho de Cliampanha da nova marca estrel-
la, j muito apreciavcl, tanto aqui como na
ICuropa : vende-se em casa de Kalkmann
Irmos, na rua da'Cruz, n. 10.
O gerente do cntralo do rap prince-
za de Lisboa contina a vender o rap, vin-
do pelo navio CouctirSo-th-Maria a 3,200
cnegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que sao mui bem acabados, so tor-
nam muilo recommendaveis a qualquer
particular, c adverte-se que ha entre elles
aiguusque audam 8 dia* sem precisaren
de corda : na rua da Cruz, no Itecife, n. 55.
Novo sortimento de la-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. ft, ao p
do lampea).
Vepde-se cassa-chita muilo fina, de bo-
nitos padrrjos, cores fixas e com 4 palmo*
de largura, pelo barato prego de 390 rs. o
covado; cassa franceza de quadros, muito
lina, a 260 rs. o covado; rlscadinho de lis-
tras de ln.ho, a 240 rs. o covado; brim de
algodflo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos | nlnies, a 320 rs o covado ; brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte ale
iluas varas e urna quarla ; cassa preta cn
ramagem hranct. para luto, a 140*r#T o ao-
vado ; zuarlede cores, com 4 palmos a)*)
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; ripea-
do monstro, a 220 rs. o covado; chita* de
bonitos padrOes o cores fixas, 160 e ISO
rs. o covado ; chales de lar la tana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
Vendem-se 12 escravos, sendo : um
mulatinho de 15 a 18 annosf urna negrinha
de 14 a 15 annos; um escravo bom carreiro;
um preto de meia idade, quo he serrador o
cozinheiro ; urna parda de 18 a 9 auno* ;
7 escravas, entre as quaes algumas eooT ha-
bilidades: nt rua Direita, n. 3.


Fardo em saccas gran-
des:
vende-se no armazem de" Antonio Annes ,
no enes >l Alfandega, a 5,000 rs. a sacca.
--Vende-se urna escrava preta, cnouia,
de IC annos, que cozinha, engomma o ne
muilo sadia : na ra Imperial, -
- Vende-se um cavallo melado cun bons
Millares o bastante gordo : na ra da t.am-
lioa-du Carian, n. 12. __
-- Vende-se exfolente mel para comer,
a 1100 rs. a caada na ra da Concordia,
n 8, retinara francezl
Vende-se urna preta cnoiila, de boni-
ta figura, que Uva bem de varrella e cozi-
nlia o diario de urna casa O motivo por
que se v*nde se dir ao comprador : na ra
do Crespo, n 15. loja.
-- Veudem-se oculos para todas as Ha-
des, os melhores que teem vindo a este
mercado ; urna preta moga, qu eos*, en-
gomma, e he boa cozinheira : na ra lar-
ga do Rozario, n. 35, loja.
Vende-se muito supcrioi ta-
ri nlia gallpga em meias barricas :
na ra da Cadea do Kecife, es-
criptoiio de Deane Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco
lo Goncalves.
>aruado Crcsj>o,loja da
esquina que volta para
a cadeia,
viMiilem-se os acreditados tirios trancados
lirancos de listras alisos, de linho puro, a
i.-.oors. o corto; dito amarello, a 1,500e
1,600 rs. j panno fino preto e aiul muito
l.om, a ,1,'20O rs. o covado ; dito muito su-
perior, a 5,500 rs.; fuslOes muito bonitos
para colletes, a 040 rs. o corle; ditos de
velludo, b 2,500 rs.; dilosde setiin lavra-
do,a 1,800 rs. ; ditosdegorgurflode seda,
a 1,600 rs. ; cambraia lisa, a 2,720 rs. a pe-
ca de 8 varase meia ; cassa preta, a 1,440
rs. o corte; esguio de linho muito lino, a
1,44o rs. a vara; e outras muitas fazeo-
das por precos con modos.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. Stt,
vendem-so por atacado duas qualidades,
propras para sacco3 de assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de furta-edres a
200 rs. o covfld l) c ris-
cado monstro a 220 rs.
Vende-se zuarte do fnrta-cores muito
cncorpado e com 4 palmos de largura, pro-
lirio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito boin a 220 rs. o cova-
do : na ra.do Crespo, loja da esquina que
VOltl parr a caJeia.
A 040 rs. cada um.
Vondem-sc cobertores de algodo ameri-
cano, encorpadose grandes, a duas pata-
cas ; chilas escuras de bous padrOes e co-
res seguras, a mea pataca o covado : na
ra do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Tftixas para engenho.
Na fundigo de ferro da ra do Rrum,
icaba-se de reeeber um completo sortmen-
todo taixas de* a 8 palmos de bocea as
quaos acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
eu carrepam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-de-
lieos.n. 36, est de novo estabelecdo de-
haixo das mesmas condigfies, oflerecendo
a deliciosa pinga do vnbo da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garra r, e
1,300 rs. a caada, a de vnlio lira neo de fcis-
ba por220rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho do Bordcaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nito se admirern
os fieguczes do baixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sm da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pre-
co, emhora este genero tenlia subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidade para reconhccimenlo
da verdadee conlinuagito da litiga fregue-
zia. Epara nilo haver usuras, csl.lo promp-
tas garrafas lacradas o com o competente
rotulo, assim como barns de diversos ta-
manhos para provtsfto do prximo Natal.
O proprietario conta com a concurrencia;
do contrario, lornarSo os precos do reta-
Inoa primitiva de240e 280 rs. a garrafa.
FnEha de Flandres.
Vendem-seeaixascom folha ile Flandres:
na ra do A.morim, n. 35, casa de J. I. Tas-
so J'inior.
Vendem-seamarras de ferro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-sc, no armazem de molhados
atrs do Cor;o-Santo. n. 66, por preco rom-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se Inrnam
recommendaveis pela su superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacele,
e nao fazerem morrflo.
.. Ka ra da Cruz, armnzem n. 33, ven
1.1 Vonde-s
Deposito de Potassa.
Vende se mnito nova potassa
de boa qualidade, em bairiszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
tempo se nao vende: no tlecie,
ra da Cadeia, armazem n. n.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
mnito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
dem-se barril rom c I de l.iiha com 4 ar-
robas, chegados na ultima viagem do \uvo-
mador, por preco mala barato do que i m
nutra qualqucr parte.
irados de ferro.
Na fundidlo da Aurora em S.-Amaro ,
vemlcm-se arados de ferro diversos mo-
delos.
.A 140 rs. o covado.
Vendo se superior riscado do algodflo,
multo cncorpado, a 140 rs. o covado na
ra do Crespo, n. 6. loja junto ao lampeio.
Vendem-se relogios de ouro e prat,
patentesinglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 4a.
Rias.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. cada urna, em
porgiio de 25 para cima : na ra do Amo-
rim, n. 35.
AGENCIA
da fundido Low-Moor,
BU* DA SENZALTA-NOVA, N. 4*'
Neste estabelecimento conti-
nua a haver um completo sorli-
mento de moendas e meias moen-
das, pura engenho; machinas de
vapor, e tachas Je ferro batido e
coido, de todos os taannos,
para dito.
Pos galvnicos para
platear.
Na ra do Collegio, loja O.9.
Todas as pessons que possuem objeclos
praleados e quo tenbam perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, 011 inu-
lilisados, teem nestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho mnlhado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Urna caixinhacontendo quanlidade sur-
ficiente para pratear mais de 40 palmos
quadrados custa a mdica quantia de
mil rs.
Deposito da fabrica de
rodos-os-Sonfos na Babia
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, aleodo trancado
daquella fabrica, moilo proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Cha brasileiro,
Vende-se cha brasileiro no armaze-n de
molhados, atrs do Corpo-Santo, n 66, o
mais excellente cha produzido em S.-Pau-
lo que lem viudo a este mercado por
preco muito commodo.
Moendss superiores.
Na fundicilo de C. Starr & Companha ,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de carina, todas de ferro, de um modelo e
conslruccflo muito superior,
Novos corles de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se cortes de cassa para vestidos,
de cores (xas e do bonitos padrees, a sete
e oito patacas o corte ; chales de tarlalana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs. :
un ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia.
4c$ fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 6, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor .viudo do sul superio-
res charutos S.-I'elix, e de outras muitas
qualidades que se vendero mais barato do
que em oulra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanlines, ditos de palha de
ctiilhO, que se estilo vendendo pelo diminu-
tn preco de 500 rs. o cento.
Corles de bi irn de cores
com listrasao lado, a
1.2H0 rs.
Vcndem-se cortes de brim de cores com
lislrasao lado, a 1,280 rs. ; riscado de ol-
podSn americano, pioprio para escravos, a
140 rs. o covado na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Atlenco.
Vendem-sa fitas de chamelote para os
hbitos de Christo, llosa, Avz e Cruzeiro,
chegadas prximamente : na roa do Cres-
po, ao pe do arco de S.-Antonio, loja de
miudezas de Juaauim llenriqucsda Silva.
A 430 e 560 rs.
Vendem-se cassas francezas de cores fi-
xas e do bonitos padies, pelo barato pre-
go de 480 rs. a vara; chilas largas frnncc-
zas e de listias cor de ganga e cor de cinza,
pelo barato prego de 360 rs.; brim tranga-
do amarello de puro linho, pelo barato pre-
go de 640 rs. a vara : na ra du Crespo, n.
14, oja de Jos Francisco Das.
Potassa nova.
Chegou de llambiirgo potassa
nova em barris pequeos : ven-
de-se em casa de tlolhe &c IJidou
lac, na ru do Vigario-, n. 4-
l'arinlia de trigo liaron.
Acaba de rhegnr a esto mercado urna par-
tida dcsta muito tfnliga e acreditada marca,
a qual pela sua excelluu'.e qualidade pro-
melte renovar o crdito, que algumas par-
tidas n3o tilo boas, e anteriormente
chegadas l'mham desmerecido : vende-se
em casa de J. i. Tasso Jnior, na ra do
Ailiorim, n. 35.
Manas Anda existe urna pequea porgUo de
mantas de seda, 10 prego de 7,000 rs. cada
urna para se acabar : 11a roa larga do lloza-
rio, padaria 11. 48.
Vende-se un oabrinlet muito leve o ele-
gante, em bom uso, por prego coMiiodo
urna ce parida de ponen : te & Companhia, na ra
.....i. i. tnr,pi,i 1 pfron-' 1 1
da Ca-
lili *W" *--
no principio da rstrada Jos AfiTiclos.defron-
te do sitio que foi do Francisco da Silva ta-
- Vendem-se uvas moscateis?, pos de sa-
putis, e uns Larris que fram de deposiio la
azeilo de carrapato : na ra da Gonceig.lo
da llon-Vi-ta, n. 20.
Vendem-se, muilo em co
I l'IIUCIII-ac) n....------- ...
ta, relogios de ouro de patente: joaquim V.d.
deia, a. 4-
dp de Lisboa.
Vende-se rap de Lisboa,
pre,o commodo : na
deia do tecie, loja
por
rna da Ca-
de Antonio
na ra do Queimado, n. 10
-Vendem-se saccas com arinha multo
boa e bem torrada, por prego commodo : no
armazom do finado llraguez: na ra da Ca-
deia, ao p do arco da ConceigBo, n. 6 0, ou
a fallar na loja de JoSo Jos de Carvalho-
Moraes, eno mesmoarniazom.
Paraquem tiver bom
p^osto.
Vendem-se redes de cores muilo grandes
e muito bonitos padrOes, e o melhor que
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
Na ra do Queimado,
viudo do Rozario, se-
gunda loja, n- \%
vendem-se luvas de torgal, pretas e bran-
cas, a 500 rs o par ; meias de seda pretas,
curtas, a 800 rs. o par; ditas compndas, a
1,500 rs.; o outras muitas fazend;
commodo prego.
Cal de. Lisboa.
No Rio-Formoso, em casa de Julio Jos
I opes, vendem-se barris cora cal virgem de
Lisboa, do superior qualidade, 'por prego
commodo.
A'2,720 rs. cada u,m
cne.
Na loia de Guimariles & llenriques, ra
do Crespo, n. 5, vendem-so novas cassas
parisienses, padrOes muito modernos, pe-
lo barato prego de 2.720 rs. cada um corle :
estafazenda se torna muilo recommenda-
vel pela superior qualidade e barato prego.
Saccas com milho a
2,500 rs. e ditas com ar-
roz de casca a 5,300 rs.:
vendem-se no armazem do Braguez, ao pe
do arco da Conceigilo.
\ *2A0 rs o covado.
Vendem-se riscados de linho, proprios
para jaquclas e caigas, a 240 rs. o covado ;
zuarte com urna varado largura, pelo ba-
rato de200rs. o covado: na ra do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lampeSo.
Na ra Nova, n. 5,
venle-se. um mulalinliode 15 annos, pro-
prio para pagem, por ser Je elegante figu-
ra ; um molccole de 18 annos, bom cozi-
nlioiro, e ho de boa conducta o que se alian-
Ca ; um mulalin'no do 8 anuos, muito lindo;
um molccole bom oflicial do alfaiate ; dous
prelos para lialialharein de enxada, do lin-
das figuras ; duas pardas prendadas ; duas
pretas com habilidades ; urna mulaiinlia de
14 annos, com principios de costura e en-
gommado.
Vende-se espirito de 37 graos, a 1,200
rs. a canada, e 160 rs a garrafa : na ra da
l'raia-de-S.-Rita, n. f.
Querjos do sertao.
Na ra do Queimado, n. 14, loja do fer-
ragens, vendem-so muito bons queijos do
sertao, por monos prego do que em outra
qualquer parte ; bem como 3 couros do on-
ga e um do lonlra ; urna porgOo de couros
miudos : ludo se vende muilo barato.
Vcndem-se diversos escravos
Rap Paulo-Cordeiro.
Vende-se rape l'aulo-Cordeiro,
clie^ado pelo ultimo vapor do Hio-
de-Janeiro, bem resquinho, por
commodo preco
deia do Hecife,
Joaquim Vidal.
O
na
loja
41
ra da Ca-
de Antonio
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vista : os preteodentes para ver, dirijam-
se ua-mesmo lugar, cuja entredada he lo-
go adianto da propfiedade der Snr. Ilelen',
dcfronle do Sr: Nicolao, a fallar como Sr.
JoSo Venancio, e (.ara tratar, na ra da'Ca-
deia do Itccife, com o Sr commendador Ma-
uoel Goncaves da Silva, ou em S.-Jos do-
Mangninho, casa defronte da estrada nova
da Capunga.
Na ra do Queimado, n. 4<>i ao p
da fabrica de chapeos, vendem-
se a 6,ooo rs.
corles de casimira elstica de listra ao la-
do, padrees total mente novos : a clles antes
queso acabem
Um jumento.
Vende-se um jumento muilo novo, e bom
P*ra tirar casta : na ra do Queimado, n. 14,
loja de ferragens.
|Rua do Collegio, n. 9.j
| LOTERA DO RIO-DE-
JANEIRO.
|<(O:0OO^OO0 deris'l
*
11.a DAS MATRIZES,
T3 *0 Q> m
EE2 S-ouec/j
c v
AIEIOS
QUABTOS
OITAVOS
VIGSIMOS
11^500
i*>,yoo
^HOO
I #500
Nesta loja vende-se panno fino prelo e
de cores ; casimiras elsticas, finas e do bo-
nitos padrOes ; corles de brim do linho es-
curo, a 700 rs. ; cassa lisa, a 320 rs. a vara;
chitas de cores fixas e de pannos muito en-
corpadas, a 140 rs. o covado ; e outras mul-
tas fazendas propras da fesla, por barato
prego para fechar coutas.
Xa ra estrella do Rosa
. ro, n 4.
Vendem.se por preco commodo osseguin-
tes livros : Recreago philosophica pelo pa
dre Theodoro deAlmei.la, iOvol., por 12,
rs ; Feliz Independente com ricas estampas,
2vol.; Novo Compadra Malheus, 3 .tol.j
GuilhermeTel, 1 vol ; Oiccionaiio de Cons-
tancio, ultima ediglo, 1 vol ; Plutarco Bra-
sileiro, 1 vol.; Diccionario potico, 1 vol.;
Historia de Portugal, 2 vol. ; lUiilosopbia
d.e Cousin, 3 vol. encadornados, por 6,000
rs. ; Manual da l'hilosophia pelo mesmo, 2
vol, por 5,000 rs; Lgica pelo mesmo, i
vol., por 2,000 rs.; obras completas de Tito
Livio com texto francez, 2 vol. in folio,
por 12,000 rs.
Vendem-se 2 pardas, urna do 22 annos
o a oulra de 24, ambas robustas habilido-
sas, e que silo ptimas para amas : no Ter-
go, casa do Sr. Ignacio Ferreira da Cosa,
se dirquein vende.
Vendem-se uvas frescaes, em caixas
de arroba : no armazem do Uacelar, defron-
te do caes da Alfanega.
Vende-se um moleque de muito boa
figura, vlndo do mallo : o motivo por que
sevendeseuirao comprador : na ra do
Itangel, u. 36.
-- Vendem-se 8 lindos moleques, de 10 a
18annos; 10 pretosde20a25annos, sendo
um delles ptimo sapaleiro, e outro con-
nlieiro; 3 pardos de 16 a 25 annos, sendo
O vapor S.-Savador, sabido do P.io-
de-Janeirono dia 16, touxe bilhetes
e cautelas da lotera cima designa-
da que deve correr de 28 a 30 de
novembro ; bem como a lista da ex-
traegao da 5 dos capuchinhos ; nflo
tendo ainda corrido a 21." do monle
pi, que licava para ser extrabida d
16 a 18.
Na ra do Crespo, n. 5, vende-se um
lindo casal de escravos, sendo um preto pe-
rito canoero, pescador e padeiro, e urna
parda de 16 anuos, de linda figura, que co-
se, faz renda o cozinha.
Vende-se urna cavallo mellado com
muilo bons andares, e que, est bstanle
gordo : na Camboa-do-CarmO, n. 12.
scr&vos tufifton
ciiuciii-oc uiiciws """' v nliclro ; 3pardosue loa za aiuios, ocnu,
moleques, sendo um deles COl- um delles bom carreiro ; 3 pardas com ha
i..i,,i..,i.,... .i ir. -.i 40 annos : urna dita d<
nbeiro ,
molccotes : prelos |para o campo; ditos
para armazem de assucar; um dito mari-
Qbeiro ; mu pardo ptimo para pagem ; um
dito sapaleiro, o qual se troca por mu pre-
ta quilandcira ; um dito para Irabalhar em
algum sitio; 3 pardas com habilidades;
duas pretus mogas com algumas habilida-
des : lodos estes escravos os seus donos de-
raui ordens para se venderem muito bara-
tos : na ra das Larangeiras, n. 14, segundo
undur.
No armazem do barateiro Sil-
va Lopes, na porta da alfandega,
veude-se larinba de trigo de Pbi-
l.i(lrl|i'iiM, nova e da melhor qua-
lidade que vein a este mercado.
Roladia de
I na ra do Hospicio, n. 9.
fariuha de
uiillio.
Appareceu cmfim novamente a yenda a
excellente bolacha deaiinhade milho su-
perior a que so tem fabricado e anhuncia-
do |or vezes, pelo acoslumado prego dto
80 rs. a libra : na ra larga do llozario,
n. 48, padaria.
rnalos para sala dos
amantes do bom gosto.
Mi. orlrand, queseacha aqui de passa-
gem, avisa ao respeitavel publico que tem
grande surt ment de estampas, tanlo sa-
cras como de outras historias, de diversos
gostos e lmannos, propras paia se ornar
(ualqucr sala ; o cartas geographicas das
cinco parles do mundo, muito modernas e
ao goslo de Pars; os pretendentes, diri-
ja.ui-se ra da Cadeia de S.-Antonio, u.
13, das 6 as 9 horas da manha, e de urna as
4 da tarde.
Vendem-se pegas do chilas limpas e de
assento coberto, a 5,800 rs. e a retalho a
160 rs. ; cassa-chita preta para luto rigo-
roso e allivlado, a 140 rs. o covado; cassa
lisa, a 3,000 rs. a pega de 10 varas, e a re-
laltio a 320 rs.; cambraias, um corte para
vestido 2,500 rs. : na ra do Passeio, n. 17,
loja.
Velas de espermacele.
Vendem-se velas de esperma-
cele superiores, chegadas igora da
{America : em casa de Deane \ou-
bilidades, do 16 a 20 annos ; urna dita de
20 annos,com boas habilidades, e com 2
lilhas, urna de 5 anuos o a outra de 1 ; 8 pre-
tas de 14 a 25 anuos, com habilidades, o
quelo propras para lodo o servigo : na
ra do Collegio, n. 3.
Vende-se urna taberna em bom lugar,
com poucos fundos, e com commodas para
lamilla, no Aleiro-da-lloa-Vista, n. 22: a
tratar m mesma taberna
-- Vende-so una taberna na ra Nova, -n.
65, bem airegueza'da, tanto para ierra como
para o mallo, e com um grando armazem
de sal : ao comprador so dir o motivo por
que se vende : a tratar na mesma taberna.
-- Vende-se um uegrinlia recolhida, de
nnglo, de bonita figura, de 12 a 13 annos,
que cose, engomma, lava o cozinha ; he
muilo sadia, nao lem vicios, e be propria
para urna casa de familia, por sor muito
bem educa la : na ra da MoJa. n. 25, ven-
da da esquina
2
Ricos cortes debarra
<*" Vendem-se os mais ricos ciles do *
* vesiido de cambraia com barra ; cha- "
* les de seda, a 8.000 rs cada um : na
|l jua do Queimado, n. 8, loja confron-
^ te a botica.
a>
- Vende-se, por prego muito commodo,
urna preta de nagSo, de bonita figura, de 16
a 18 annos, com um defeilo no brago direi-
to, a qual vende na ra, taz todo o servi-
go do urna casa, e he propria para tratar de
meninos, por ser muito carinhosa : o mo-
tivo por que se vende so dir ao compra-
dor : na ra da
um andar.
Moda, n. SI, sobrado de
~ Vende-se a taberna n. 9, com poucos
fundos, sita enlre as duas ponles da Passa-
gcm-da-Magdalena, para liqudagDo.
-- Vende-ae urna magnfica e elegante
cas de campo, sit margem dorio, no
lugar de JS.-Aiina-de-Denlio, contigua ao
sitio dos herdeiros do fallecido commen-
dador Antonio da Silva e confronte ao ai-
llo do Sr. Gabriel, com um loireno de 600
palmos de frente e 800 de fundo, com sur-
licienca de tercapim para 8 ou mais ca-
vallos.etHilrasplantagOes, que ludo pro-
duz rom muita facilidad, pela fe tihdade
do solo, com excellente banho que hca ha
pouca distancia da casa o ar he muito
fresco e saudavel, com extensa e aprasivel
--Fugio.no dia 18 do correte, do enge-
nho Novo da Muriuece, o preto Filippe,
crioulo, de eslalma alta : lem o rosto rom-
pridoodeumladomais alto que o outro
de maneira que mostr ter o rosto lertp
para una banda, nariz grande o aquilino,
hombros levantados, delgado da cintura,
pese mffos'muilo grandes ; tem os dedos
dos ps moilo aberlos o algumas unhas co-
midas de ferdas que lev* ; tem ofhVio de
alfaiate ; suppe-se estar aqui na praca tra-
balhando pelo odlco.por e isso roga-se aos
Srs ineslres das tondas, onde o mesmo pre-
to se adiar, ou a oulra qualqucr pessoa
que delle tiveroticia, de participar na ra
do Collegio, aoSr. Antonio cardo do lle-
go, que recompensara o favor.
100,000 rs. de gratificagflo.
Oahaixo assignado ropa aos Sis. de en-
genho Chrislovflo de Ilollanla Cavalcanle,
Francisco de Barros Mego, Francisco Mari-
nho Wandcrley, Francisco de S.-Tigo Ra-
mos. Antonio Jos Mnrroquim, Manoel de
Barros Aecoli Mello, Antonio de S.-Tiago
Paz de Mello, Paulo de Amorim Salgado,
l)r. Flix Theotonio da Silva Gusmflo e Ig-
naneodo Barros Wanderley para que so
dignem mandar ver pelos moradores de
seus engenhos urna escrava de nome 1.a-
tharina, crioula, do estatura regular, ma-
gra, com a barriga um tanto crescida, den-
les bonitos, sobranselhas carregadas; le-
vou urna filha miilatnha, de 3 annos, de
rosto redondo, olhos pequeos ; tem as co-
xas t1o unidas que a faz vollar os ps para
oslados. Fugioa 11 de outubro de 1848.
A mili desla negrinha chama-so Jeronyms,
e tem alm desta filha muilos lilhos, e por
isso se lem feito notar no lugar onde mo-
ra ; be escrava deThomaz Vioira, morador
no engenho Palma, sitio capivara.- Catlinn-
na foi cria de Maria Vieira, moradora em
Peroba, sitio Pescnenge, e por morle desla
coube em heranga a Ceitiudea, lilha casa-
da com Domingos d tal, morador nesta
praga. Ha toda a certeza della ter estado em
algum dcstes engenhos, porm tem sirfo
mudada Ulvez pelos manos. O afeaixo as-
signado offerece a quantia de 100.000 rs. a
quema trouxerat o lim de dexembro no
correle anno, e pretende desse prazo em
diante, fazer toda a diligencia para a descu-
brir o proceder contra quem a tiver acol-
lada. Ocommandante do corpo de poli-
cb, Jodo do Reg) Barrot f'alciu
'No dia 17 do corrente novembro des-
appareceu desla eidade, da casa do paleo do
Caimo, n. 18, o pardo Mximo, do cor i.m
pouca clara; representa 30 anuos pouco
mais ou "menos; rosto e corpo regulares,
olhosvesgose pequeos; Km os cabellos
prelos e crespos, e usa delles alguma cou-
sa crescidos esuissa serrada ; cosluma trs-
sir abafadamenle do espaco em aspac ;
quando falla fecha um do olhos o bstanle
apressado ; foi escravo do padre Antn o
Goncalves da Silva, e boje perlence a An-
tonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
I eon Itoga-se as uloridadespoliciaes, ca-
pitfles do campo e qualquer pessoa ,pa.U-
cular, que o apprchend.iin c levem-no ao
d.lo Sr. noongenl.o Agoai-GUras, freguj-
ziadaEscada, ou nesta ciJad* ,Mucl
Ca.-lroAraujo, queserno gralilicadps.
.-Kugio, nodia 6 do correnU, o rrt'10
llenedicto, de nagSo, de 18 anuos, poueo
maia ou menos, sem barba; levou camisa
de madapolflo e caigas de riscado largo e es-
curo ; de altura regular, corpo form}"
boi^os grossos, boeca grande, pos e mu
grandes : quem o pegar levo-o rua^t
trelado Itozario, n. 43, segundo andar
quesera gratificado.
PiaN. : na T. ob u t. BK FAU.
-1849


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