Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06723


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Full Text
Amto XXV.
Tprca-feira 27
PARTIDAS DO C0BBI103.
,,,...ni.a e l>arah.ba,egu..das c sextas-fe.ras.
Ui.'-Craadc-dc-lorte, quinlas-feirasao inelo-
r,bo'scrlnhew, RIo'Formoso, Porto-Calvo
Maclo, no I., II. 21 'le cada mes.
Oaraiibu e Bono,*t23.
l,,:,-ViU e Flore, a 13 e 2o.
Viclona s quinlas-feiras.
Uliu Ja, todo o dias.
Phisz. d loa
Primeira
Segunda
iPHianrai*.
.-Ming. a 7.4 ?-eJra'4al^
Nov a 14, 6h.cMm.da t.
Creac. a 23,aos > in. da m.
Cbeja a. 30, a 3 h. e 5 in. da m.
MiEAMAa na hoje.
as 2 Uoras c 54 minutos da larde.
as "horas c 18 minutos da :nanh.
PBKOOS DA SUBSCRIP90.
PortrejnieMSadiantViAw) 4/000
Por seis meze 8/000
Por am anuo la/000
do jNovrmbro de 1849.
das da semama.
20 Srg. S. Pedro Alcxaudrino. AuJ. do J. dos orf.
e do m. da I. v. ,
27 Tere. Margarida dcSaboia. Aud. da chae,
do/, da I. v. do civ. e do dos feitos da ftzrnda.
28 Quarl. S. Gregorio. Aud. do-J. da 2. v. civ.
29 (,)ulnt. S. Saturnino. Aud. do J. dos orf. c do
ni. da 1. v.
30 ext. S. Andr Apostlo.
1 Sab. S. Eloy, feriado. .
2 D.mi. 3. Bibiana.
iffiiMiiijjr;;j__-;~'"
n: sor
CAMBIOS MU WOVEB1BBO.
Sobre Londres. 28'/., d. por 1/000 rs. a 60 dias.
Pars, 31(5.
.. Lisboa, 100 por cento. -., miWiri
.-abaste: S ag
PraU.-
5BBMtiTilB5fca>p laaaDaBrBtrsgsBa
PARTE OFFICIAl-
Commando da priesa.
(toar/.! e/o 'fowwondo rffl prafo no c/< do
ffff/ oV JV mawBUo, 24 de notembro de
1849.
ORDEM DO OA. N. 7*.
Tendo de marchar emcomm'isslopara o
slll da provincia,.auturisado pelo Exm.gr.
residente da provincia, nometo para subs-
iin,ir-irie o Sr. lente coronel graduado
Inocencio Eustaquio Ferreiru de Artujo
rommaidsnte Interino do quarlo batalhSo
di> nrtiltiaria. ,
Por esta occsio cnmpre-nie agradecer
os Srg commsndantes dos corpo. forlalc-
r companhias flxns e contingentes da
..'uarnMo ellraz coopero que me pres-
lar.m para s boa ordem do semeo emmu-
lencHoda disciplina.
Rendoigualmente agrad.cimento ao Sr.
alfer es do eslado-maior l.ulz Comes Fcr-
reira. pelo bem que desempenhou a com-
missao Assignado, Jote tcenle tle Amortm ne-
erra, eoronei e commandante.
EXTERIOR
I.ISHO, 17 DE OUTUBRO.
elle haver nene ponto prcenchldo loda a am-
nlilude do scudever.
Da ouira opposicfio tambem o governo nao
podia derivar todo o pensamenlo da sua poli-
tica
\ poltica repreasiva niio se conten propia-
mente na ndole da liberdade. NSo esl encer-
rada na Ideiagenuina della. No systema cons-
titucional nunca lal poltica, dlga-se o que se
difser delsar de constituir urna anomala,
mas o menos pronunciada. Pode e.deve vl-
sorar essa polilica, he certo, nas.ituar,esex-
cepciooae de qualquer pali, quando para so
salvar a liberdade e a ordem be miUcr que se
recorra ao elemento da fi ca physica; ina,por
isto inesn.o que essa frca serve como empres-
tada na causa da liberdade, he que urna poli-
lica fundada essencialmcnte nelUnn.i deve ser
a do goveruo representativo no estado normal
dVr"pr"ssSo' como systema flso de governo
len, alen, dsso outro nconvcplentc que he
degenerar pela inaior parte das veres en. pro-
TocacSo. consliluindoae nestea casos pelo aba-
so de appllcacao, pete luvcrsaode c.np.ego,
cm proprio incio negativo do acu flm.
Aiuda mais.
O inaior, o mais forle elemento dos governo.
coi.slilucionaes reside 1.0 poder todo moral da
niobio- Este be oseu apoio natural, legitimo
permanente; este he aquelle em queuma
ad.nlnistracao poltica 110 systema liberal deve
fundar a frca para existir. A torca phyaica
nao deve all passar de um elemento secunda-
rio, perfcianientc subordinado ao flm de man-
ieren, mais ampia liberdade a aCao do pri-
" le pois, evidente que a poltica repressva
nao he aquella que conven, situacao normal
de 111 pata, s u.o rgimen como o iiosso.
Diiemos mais. continuando a demonstrar os
Inconvenientes da poltica desta opppslcao.
O governo representa a causa publica Os In-
dividuos qtf-'o compOem, as opinides que files
professam.siguificain, he terdade, olri.in.pl."
Tem o governo duaa oppo.lc.oe. dantc de si
(""umadellas he de principio. Combate a lodo
L transe as lendcucias do governo. Tem tns-
.iraede.diversa,, aluda t.iaisd quejsso op- ^^f^"^, r systeii; ^
postas. D.scorda en. todo penaanieio ,_ Q s a a ^ |neio ua .
'cepa e. todo o modo de ,tealito.-lo; d I da urna sobre us outros principio
A ouira oppos.cao be s p,p.lan.enle ae pe P m>g n-0 de c,rtullliac,a
Isysleina goven.allvo. Piol.ssa 01 "'"'" I |ar a vicloria material desse partido, se
principio, que o l^ P^' 0* *orda por"" a vtcloHa se entende a dl.lrfbi.lc5o do.
'se-lhe na '"V"**'^^*^ publico., partlll.ada exclusivamente
porrn. no systema coiii n< governo os 1 ^b i ^ ^ ppnsamflUo de exclu-
os mais eeraes do governo liberal que de-
via ser cstabelecido em Roma. Mr. I ouren-
co observoii que se devio insistir decidida-
mente sobre os tres pontos seguidles : am-
nislia gpral, s'Cularisaqilo da administra-
clo, o a introducto do co ligo Napolelo ;
que,portanlo,indicava;que o ministerio fos-
se interrogado estrictamente pela commis-
sio quanto ao molo pelo qual pretenda
obrar; se estava disposto a insistir sobro
estes pontos, ou se pelo contrario ostava sa-
tbfeilo com o motu proprlo do papa. Final-
oienle as sceles foram favoravois a noji-
cesso dos crditos, e a commissao acba-se
enmpostados individuos seguitites : Levoi-
r.ere, doMonlalembert, llecbort-de-Lesle,
general Oudinol, leugnot, Jsnvier, Tbiers,
Victorllugo, Chaper, l.agrene, Ney de la
Moskowa, Casabianca, general d'Ilaulpoul,
Mole e do Uroglie.
f:omquantoa questo abst acia da Cipa-
cidade ou ineapacidado do povo italiano
para o governo constitucin!, como o en-
tondem os paizes nibis familiares com estas
nlitueoes, possa permanecer abetla es-
pecularlo, lodavia ainda nlo esta decidido
se atranquillidade dos estados pontificios
fot, ou nao assegurada pelos ltimos actos
de sua sanlidade, e nao smente a irunquil-
lidado dos estados romanos sonSo de loda a
pennsula. Segundo as ultimas e mais au-
tlientioas tiotici^ Roma, muilo descon-
tenlamento e irritacao ainda remavam
naquella cidado em nonscquencia do mani-
fi'slo. 0 espirito reaccionario dcslc docu-
mento lie (unto mais irritante quanto pare-
ce emanar de um sentimenlo de vinganca,
cerlameiile n3o caracleiistico do papa Pi
IX ; porrn improprio do chele do um esta-
do, e ainda mais do cabetja de urna igreja
chrisla, cujo litulo msis nobre he o de
senus servorum Del
I lisa, discrepa na marcha governativa
1 Au.baae.taaoppo.leoea.io conslituconae.
or elle ; porque um lal pensamenlo de exclu
sao leude a aonullar os direitos ii.d.viduae-
lamba., porque be a libeL a deshollra'dividida urna nacao entre vencido, e vencedo-
Neuhuma dealas oppos Oes "c a ci" | rci que ,ct, ,3o contrario a.sua pro.pen-
i''nCrofet Qo'er .ISli V^&?Sffij signilica
fc^de in todo o vago'c indefinido da ideia. 'o ponto extremo de urna ideia. Urna sobordl-
Iherdade tm odo o >ago e dflu0cra- na .le.nasiadau.enlc liberdade o repouso, a
lr,Un'pnue todo, o! rrhic-m co ..lltulivoa do ordem, o. grande, e InvaraveI. inlerce. da
I' f Oucr a nda ai do que i.so ; qner sociedade.que lamben, sao cond.ccs de hber-
l^roelimcnlo popula^ seja exdusivan.enle o dade. Outra sobordua de.nasiada.nenle a es.e
P Vr"Ce6,co^.e,e a ompos,tio do go- repoo.0^ ^^.^7 Wi'W
UttS&*^& P^ e"aae wu*2 tffKS
ir is ent'vas invasoras do elemento den.o- f Ir. .en. o querer, a .aerificar a ordem a l.ber-
l'rauVo^trua-te representante do principio dade; como tamben, a ouira pode v.r .em o
la is hocrtico Adinilte aquelle elemento, por- desej.r, a .aer.licar a liberdade a ordem, ao
,,e c ach" i udispesav. 1 liberdade ; adn.it- repouso. E cada urna della pode v.r a eomnro-
1 V d.seia v-lo rep.imldo, metiera sua propria causa, prejud.cando a
nnie o ob,erva cm reacio contra a ordem. posse real e ellec.iva do objeclo do, .e. de.e-
r0r emprean .y.tema vigoroso dar- jos po. causa do insensato clume des.aposse.
..resslo neUe funda* essencialmeule a sua O pata.uials sensato do que qualquer da, op-
oliti'ca' Confia mu .0 ...ais na frca physica, joalcoea, quera liberdade pela ordem, e a or-
1, e no nodr moral Ten. por mxima po- den. pela liberdade, .en. que nenhum destes
Ucan o 3 gml"" enle o objeclos seja .ub.rdlnado .0 outro. C o gover-
mnnho de m nrinc plo.oo de un. systema, iolerpelrando a vontade delle, cr.ou u.na
! as"; ff SUStfiXtSSi victoria lateria. pellica ^^^^ ^
dC0 nclptexclusvo observado na con.po-. "t^f^A^^^
?V^icum**b\u. preteude ella da eaagrracSo da Ideia, e isent do seu vago
t.u.rio2dl.lrlb Uodelodososenipiegos e definido, he ovc.dadc.ro ...leressc da I,-
ap lica-Io ^bnribiHao oe w i. berdid ; e he eomi/a nacao a Colcebe apre-
Stail^fc^t&* cs,a- Cla- "loda 1,'gu"daipcla T.dcm- dc*!"Valdo
mJ^JOM^^^^""1"^ d0 Pensamenlo exclusivista, Iseoto da milo.
totiSE**nSS "' q"1 'rofl,,!o da ,a"cia c "P'"s0-,he verdadero Inieree
.M,raoTa co, o doutrina governaniei.tal, ,1a urde...; porque he o penhor da pa/. entre os
com leu a. MtSh de. oppo.lco. partido, e a maior segurant-a do repouso que a
OEOvernon, pode aceitar o inteiro pensa- acao tanto aprecia, e de que ja oa.
memo da rin iri desta, opposicc.. Tem de lista be que he a poltica do governo. PollM-
cita-lo prauemue indica- do sen dever. Ca que,por franca o expansiva, he a nica ca-
jt ^.uo reco eec pela primordial de pa. de operar a regen.racao moral da uacao
.Ibri^d^dere.pooder O pata pelo sesla he que o pode conseguir, s este peu-
^ 00 dfrainia c p'l ,s ii.ui.uide liberae amento he que contc'm a torea para resolve, o
M^ataaiS^wMa tePrlU. datarte. Fo problema do nosso progre.s.vo eugrandeci-
s e o" progr mma acito e .olemne. a que .e ..ento, da nossa fellcidade materia
..brigoupelo faci de aceitar poder. Ass.m
he que o Chefe do estado Ih'o conhou. usando
das suas' prerogallvas con.liluc.onaes. Asslm
he que a nacao Ule deu o seu beneplcito por
mel do ap.lo prelado pela represcnlacao na-
cional ao m'c.mo governo.
Oual eria a fidelidade do governo a este seu
fc 1__....... .I. mn n-irliilii
(Wi'ario do Uovcrno.)
/'or,, 4 de oulubro.
Os representantes reur.iramse liontem
en suas seccOes para nomearem a commis-
Oual .cria a fidelidade do governo o ic u eT S8S seccoes para nouieut.
comprumisso, e elle adoptssse de um partido ^Q cneiirregada do examinar os tres pedi-
todas a, iii.piracfles, alguinas da. quae. sao, crejl0 t\\os (lt.|o governo para o
vlrtualu.ente annUlladora. da ''>lnf.erva',0lld", i evorcito expedicionario Roma. A discus-
objeclo, confiados guarda e dcte.a do ...es- ertn' roi*tno 811m,da como se espera va
111.. governo? I f 0 partido ultra-republicano de-
eeueds7,VlarfaUTer-.:ub:racral,'na:^ qe vo'.aria em favor do.-erlos,
amanea e comb.nao do. Ir. elemento, de comanlo que o governo osl.vesse delenr -
Euver..o-o ...ouarcheo-o arlsll.ocrallco-e o n!)llo a por em execucao a carta do preat-
democrallco; que be loda fundamentada1 as : denle- A maioria appareceu dividida; urna
relacoes de correspondencia e reciproedade f .,- C0Q)pOsta do partido legittmista e
euire es.es tic. elementos ou pr}nP' 1 raln,,Heo, reclamou perfeita liberdade para
justo equilibrio da.ua accao. J. dmsao da su-, ^^ & lcvoca9ao Jo exereilo
prrma ...lluencia l*dhad T^A^^X^U^^\^& de recebar garantas quanto a
fncSaacoSrj^ttUwf. a suas tendencia, conduela do oepa.pariicolar.nei.te a respe.-
iec .S de usurpacao ? I lo da amnislia, antes de so tomar qualquer
Poderla elle sustentar as In.lituicaes do pa!i, mejja. |sl8 ultima linha de conducta pa-
(vernaria pela orla, se, adoptando as m.pi-1 fece gliescr ., seguida pelo governo ; por-
roeers desse partido, lrata.se de dr l-repo-| Mr. Bar0clie, O procurador geral, 8(18-
dei amia au elemento democrtico, eni| P^JJ^, l,e|l,oU esla 0,,niriO. Na quorta sec^o n.10
houvu discussilo, nlo obstante a presenca
do general-Oudinol, o qual foi nomeado
iiiembro da commissao quasl por unammi-
1. ____a*_ a. I Aiii>m.iiii itii-m .
70 do. outros que enl.au. pela lue.iua caita
na eompo.icao do governo?
Defei.de,.a a car, .c, para a guardar e
mamer, f..e buscar InspiracOes aonde a na-
cao onve soar a voz que duvlda da efncacla da
.ursina carta para com a relicidade social (
lie evidente que nao. He manifest que o
R
se deve honrar de a canter nao porque es.e Jjjss,. que. ColiquatllO n.lO estivesse 811
,i.b.e irrogue tal oppo.ifao lormal injuriar .: I ^iacr 8 QUStno, todava
p^^m'r^rsrrs^^^
uiruiuiu m* v.......--------,-_-. r
dade do votos Na sexta Mr. Lourenco.mern
bro da montanba, perguntou se o minisle-
rin eslava disposto a acceitar plenamente a
_....... n iivuraiurlil lili
111 r 9111 a enra uam *.^... .^..*.----------------- ,,, u lia i;.^..^.*...-. r 0- -- ____
X lie evidente que no. He manifest que o rio es,ava disposto a acce.tar plenamente a
F nove,no deve seguir poltica diverja. He claro lcar,a uo presidente como a expreSHo de
I liue deve i.r .liante de si esla oppo.ic.ao que 1 L0|,tica. Mr. Godellc, metnbro da inaio-
sedeve honrar de a contar nao porque ew ija ^jsequp, comquailto n.lo estivesse 011-
eloitos pela populc.So ; porm a eleicfto de-
ve locahir exclusivamente em individuos
propiietarios. .
lio claro, portanto, que Po IX tem sido
precedido por Gregorio Jf.V'1. I)ar-se-ha ca-
so que o pontfice que fui a prime i ro a dar
impulso as refrmas na Italia, que concedeu
as medidas as mais liberaes, se tenha-lor-
nsilo mais reaccionario do que son prede-
cessor ? Isso nto p lo ser, o por esta rasSo
cr-se em Roma que o mo/u proprio foi as-
signado debaixo da mesiaa fatal innucncia
quofezo papa retirar-se para Cela, que
ainda o conserva om aples e que prova-
v'cliiienlo o impedir por longo lempo de
volUrpara sua capital. 0 exetcicio desla
influ.-nc a e a ausencia do papa de liorna
pdem iroduzir resulte los mais filaos do
quo aquelles que geralir.enle s'.o prognostl-
eados. lia pessoas que cousideram a pro-
clamacfo de 12 do p-ssa.lo como milla e de
ncnliiim cumio; primeiro, porque fot foita
pelo ponlilico duanle a s 1a ausencia de
scus estados san o asseulimenlo do minis-
tros responsaveis,' e qqando 8 podo piesu-
mir que eslava ro -rio ; segundo, porque o
aeloi.aoesta realcente cmcebido segundo
a forma e termos usados na curia romana ;
lercuiro, porque he op'poslo ao slatuto, 011
I.ii fundamental, oulorga lo pelo papa a 14
do marco de 1e48, o qual nflo devo ser
esqueeido, nunca fui revogado, e nem o
pode ser cmqusnlo niio Wr substituido por
urna outra lei que restabelega, conformo
os termos do mes no s nido, o privilegio antigiimcle gozado pe-
loseomunide so govaroarom por leis feitas
pur ellos com a sanecao do soberano !
A resuluc.lo adoptada a 17 do passado pe-
la commissao do cardeaes h-J igualmente
impopular. Tallo da dissnliicilo dos c binieri, 011 corpo de polica, do sua SubSli-
foi outr'ora julgado merecedor de ambos
estes ttulos. .
I ilorresnondencta do limes.
Nfio se pode negar quo o mota prprio de tU.to por um regiment de velell e di
12 de sefembro era, segundo as cartas do 24 croaeflo om cada p.oviOCia .te urna guarda
do msm "mez^0 obieclo que oceupava lo- do segu.anc. publica. A ultima Im nada
das as conve.sscfies. Cro-se que este seto menos do que o corpo dos ccurioni ou
fo.Xqmdo aojontince pela inOuoncia e voluntarios pontifictos, commandados celos
co scMios reaccionarios da conmissfto go- chefos doisaa/M Mi. os qua.-s nc.lempo .le
vernadora Se d>vo dar crdito informa-' Gregorio X\ I so l.zera... m.Uve.s por suas
Sopariicularquerecebi hontem, to las as atrocidades contra os lib-oraesde Mrchese
claise da populacfio romana mauifestam Romana.
su desgosto.e nao temem declarar publica- l-.-o.ecta-se tambem crear um corpo es-
menle que n0 lolerarHoa dominacao ele- colindo de horneas, os quaea dovon.o clia-
rical NSo be improvavel que a irritseftb mar-se palatini, e d.vc.ao obrar como
oopular se teria manifestado ain la mais guar las do boma do papa. Ncs o corpo po-
ftrtBmcnte.tei.ao bnw a espera nc, entre- dero s.r aduiittidos sssim tllanos como
ida pelo povo do que o governo franca estrangeiros. lima espacia de guarda pie-
nao perniUir. que 2 clero%buse do poder. toriana ser desta niodo formada debaixo
que agora possue, ou forcea Italia central, das ordens do prelado, governadorda po-
US tiofi icvolucao. .lacia (II prefello de. Sacr I ala/z, Appos-
Cone em Roma que a corle pontificia tol.ci ) o organ.sado, d.sc.plinsd. e farUa-
cowidlra o wela opre o amnislia como | da segundo o modcllo dos candores de Vtn-
um acto de opposico s exigencias da.ceiines. .,*..:
Franca Asscguram-me que ao longo dos Os proprios cardeaes que estilo assun se-
EuoV'do Coreo por tod.% parlo onde aS meando as sement, de M^f*^
duas proclamacoes ostao allixadas v-se a silo Ifto iiMop.ul.re, que nao ous.m appa-
setui.^e inscr "r,o -. Ilesposta do papa r.-cerem publico ; poten "^MWdtl-
cafla "o presidente da repblica trance.. xan. de perseverar em suas medidas reac
.ni. ..- .:., o--1 oionaria e na perseguigio aious as cias-
ses de liberaes As pris.s do S.Hto ollicio
odocastellodeS.-Ai'.gelodizem que eslSo
apinhoadas de presos polticos. So eslo sys-
lema de violencia nao livcr lim, as conces-
sOes as mais liboraespara o l'ulti ro- outorga-
d
He ceilo quo a clebre carta exiga asecu
larisaQaodos empregos pblicos, urna am-
nislia geral, o cdigo Napolc3o o un go-
verno liberal; e que o wiou proprio do Por-
lict nenliuina destas exigencias concede.
0 paJre santo 11S0 faz neuhuma referencia
secularisc3o ao passo que varios prela-
dos e cardeaes leera sido nomeados para
substituireu a seculares nos empregos ad-
miuislrrativos ejudiciacs. Em loda a par-
te em que seculares leetn sido empregadus.
a escolha quasi invariavelmente tem reca-
hido sobro pessoas de notoria ineapacida-
do, de moralida.le duvi.losa ; poiin de ten-
dencias riconhecidas para o absolutismo.
Comtudo a amnista he a pelare mais ir-
rtenlo parte do negocio. Hspeior do que
reaccinnari', porque lie mais exclusiva e
mais rigorosa do que a concedida por Gre-
gorio XVldcpois der.-voluco do 1831.
(iregorio stisfe-se com a oxclusflQ de
quarenta dos mais coniproaietliilos caberas
da insuirt-.ic.ao, ontretanto que a amnislia
do liberal o benigno papa Po IX estende
esta exrl isflo a n.iiaies de individuos
pune assim aquellos que vot.ram pela re-
publica como os que volaran, contra ella ;
aquelles que tomaram parte no governo re-
publicmo e aquelles que sorviram o rgi-
men pontificio constitucional depoisdo da
16 tle novembro.
O moto proprio p omelte, he verdade, re-
frmas judiciarias e legislativas; porem
onde est a garanta do suas promesas Ja
n.lo teem'sido retiradas todas as concessOes
outurgadas por Pi IX depois de sua eleva-
cao aolbrono? Opapa nomeou em 1846
ou 1847 commissoes encarregadas de orga-
nisarem cdigos civts e crtminaes; porem
os irobalbos dos membros destas cotnmis-
soes c particularmente os dodislincto ju-
risconsulto de Rolonh, o Sr. Silvani, nada
produziram.
O conde Rossi tinha tambem preparado
um plano de'org.nisaco dos Iribunaes;
po<-m nao ha indicado de que ser adop-
tado.
He superfluo observar que o motu proprio
do 12 do passado n3o faz nenbuma mencSo
de instituicOes representativas. O conce-
di de e-lulo e ocoucellio da fazenda sao
ambos oomcados pelo governo e nao tom
uciiiium voto deliberativo ; e os concelbos
provinciaes instituidos por Cregorio XVI
sao mantidos eiactamenlo como eram. A
respoito dos concelhus tnunicipaes, cu/a
iiisliluiQSo na llalia he muilo antiga, o mo-
tu proprio differe do edicto- de 5 de julho de
1831, poisein viitudedesle ultimo di con-
cclheiios eram escolliidos pelas autoridades
llocaes o lirados donlre os proprielsrins,
I I Ai ai__k. ., .. 1 1 1 -i 1 I 1 1 O > I \ I 1 I 1 I 1 1 I I 1 1 11 I 1 1 I.1 I
AI.VCOAS.
Extracto do txpetlienl* do Rxm.Sr. presiden-
te l)r. Jos liento da Cunka e Figueireo.
18 DKlin RR0.
Ollicio.--Ao agente dos vapores, dccl.ran-
do-lhe quo lien sem elleilo a ordem quo
man lava dar pnssage.u ao ex-alforcs de
commissao Pedro loaquim Nunes de Mes-
quita, por so adiar elle gravemente en-
fermo.
Dilo. -- Ao mesmo agdnle, para que man-
de dar passagem para .1 Rahia, comopassa-
geiro de e.tado.ao praticanto do correio Au-
gusto Lopes.
Dilo. Ao mesmo agente, para que man-
de dar transporte para a curto no vapor San-
Salvador ao soldado di salino balall.3o de
cacadores Francisco Terrena de Paula.
19.
Oflicio. -- Ao capiluo do porto, para que
informe com o que oceorrer a respeitoda
liecnca quo pede Jos Vicente Fornandes Sil-
va Gomes, no roqucritueulo que se le. re-
melle.
Dito. Ao mesmo capll3o do porto, di- <
zelido-lbe, em resuosta aoscuodicio de 17
do crrente, que faca as despezas de quo
nolle Ir .t.i, o organise a cotila para se re-
mclter thesouraria da fazonda, alim de ser
satisfeita como determina o aviso do minis-
terio da marioha de 18 d agosto desta an-
no que por copia j Iho foi remettido.
Dilo Ao presidente da cmara da villa
da Impnriitri/. determinando-Iho que sem
parda de lempo cuinprn Ordem da presi-
dencia de 2 de selembr prximo passado,
romeftendo secretaria do governo urna co-
pia authenliea da acia da eleic&o de eleilo-
resque ultimamenle se proceden na fre-
guezi 1 da mesma villa, sb pena de ser mul-
lado na conformidade da loi n. 387 de 19 de
agosto de 1816.
I)o mesmo teoraos presidentes das cama-
ras d Porlo-Calvo, a Porlo-da-FolIu a res-
pcito da frogueziado Sanla-Anna.
Dito. -- Ao lr. chefe do polica, declaran-
do-ll.e em rososla ao seu odicio, datado do
hoje, que,para evitar d'ora em liante enga-
os, cumpre que remeta para o xa.lrez 130
.somonte os recrutas; pois que.eslan lo qual-
quer preso no mesmo xadrez pateco eslar
allecto presidencia.
Dilo.--Ao inspector da Ihesouraria pro-
vincial, para informar acerca do objeclode
quo trata o ollicio da cmara municipal de
San-Miguel, que se Ihe remelle.
Dilo. --Ao mestiio inspector, para mandar
pagar a quanlia de 5,000 rs. do que trata o
piel que so Iho remolle.
Dito. Ao mesmo, para mandar satisfa-
zte ao porleiro da secreten, do governo a
quanlia de 20,000 rs., consunto da cotila
que.se Ihe remate, rubricada pelo secreta-
rio olllcial-maiar.
Circular. Aos delegados do polica e te-
Oes as mais liboraespara o tuiurir uuiu.gu- iicntcs-coroneis de guaras nacionaes.
las nSo polprlo induzir o povo a tolerar o 1 (;onvndo ocorrer ao desfalque que tem sof-
overno ponlificio, quando as tropas ps-tfrido o exorcilo, eem cumprimeuto das or-
-__.. ituBwam rotiruitn fl ...irnerol 1..... u^.m..,.- ,,,-(.,,.,. Vme me emnre*
trangeirus se tiverem retirado. Opnmeiro
cuidado das potencias interessadas na tran-
quillidade da Ualia en. Independencia do
papa devia ser persuadir S. Sanlidade a vol-
hr para Roma, e aconsellu-lo para tornar
a canbaras allcices de seus vassallos, o 1.
chamar pura BOUS concelbos aquelles bo-
nicos honrados e libqr.es que gozam da es-
lila do seus conciJaIfins.
Esiou certo quo he um erro suppr-se
que n3o ha nos oslados romanos nenhum
partido moderado. Um tal partido existe,
elle he nomeroso, e lulvez forme a maioria
nas provinci.s ; porm precisa ser organi-
smIo. O erro das potencias interventoras
consisti cm 1.3o leren. apresontado um
progran.ma liberal conforme aos desojos da
parle esclarecida da popularlo, o que po-
dia ler produzido os melhores elTeilos. O
cootirio foi o que se fez. Diz-se que n3o
ha partido moderado ; porem como podem
mostrar-se os moderados se cstao exposlos
a sorem expulsos do paiz do mesmo modo
que Mamiani, de Rossi, Pantaleoni, Leona-
li eoulros; ou presos e mullados como
mais de vinte dos mais influentes cidados
do Roloulia, membros doconcelbo munici-
pal, por terem pedido a manutenc.3o do sla-
tuto de l'io IX ?
Afora estes, muitos outros individuos,
ex-minislros, depulados, conccllieiros de
estado, commissarios geraes, cheles milita-
res, encarregados de negocios, prefeilos
que nunca deratn adhes3o a repblica, se
acbam presenternento presos, denlre os
quaes cilarei es seguinles: llcccbi, Min-
ghelti, l'hpolini.Siii.onetli, Fabbri, Gueri-
ni.Marehelti, Monlanari, de Riguano, Do-
ria, llicci, Gambi, Roudiniii, Orrtoli, Fari-
ni, Zucciiini, Popo'i, Gallieno, Canuli, Lo-
vatelli, Manzoni eoulros muitos.
A quesillo, repito, nSooonsisle em saber
se os Romanos estilo habilitados para o go-
verno representativo ; porm se um syste-
ma de vinganca o do perseguidlo implaca-
vel t'eita nfio somonte aocrimo real, semlo
tambem a homens moderados e estimaveis,
o o restabelecimento de ludo o quo be mao
c delestavel 110 antigo rgimen be o melhor
tneio de supprimir a revolucSo e asegurar
a iranquillidade permanente da Italia. Taes
medidas silo indignas do um estadista; ellas
s3o indignas de um homein que milhOes de
dens imperiaes, ordeno a Vine, que empre-
guo a maior diligencia morca do recrula-
mento, de quo ooncarrego e muilo Ihe ro-
enmmondo; declarando-lhe expressamente
que, n3o obstante a necessidade que temos
de soldados, n3o-dcvo Vmc. laucar mo so-
nodos cidaiiaosquereslricta.ncnle eslive-
rem as circumstancias de assenlar praca ;
pois quo do contrario nfio s os mandaroi
por cm liberdade, como considerarei um
desservico a remessa de individuos que ti-
verem em seu favor a ison^fio da lei.
Dito. Ao diere de polica, communi-
cando-llie que foram encarregados do re-
crulamcnlo os com mandantes da guarda
nacional e os delegados do polica, afitn
de que activo de sua paito os ditos dele-
gados.
PE: NAMBUCO
IlOCael o lirauos uomre us propneisnos, s;iu iiiniy.iosuv um. ....--,--------
Itralos, negociantes e manufacturemos ;| individuos ainda constderatii como o pai
entreunto que os coucleiros actuaes saoldos fiis, e muito um anda aquelle que
JURY DOttECIFE.
DA 26 DE NOVF.MBRRO DE 1849.
Presidencia do Sr. Dr. A. 8. dot Res e Silca.
Pormolor interino o Sr. Dr. J. de Souza
Res.
KscrivSo o Sr. Alcanforado.
A's II horas da raanhSa, feita a chama-
da, verifica-s estarem presentes 16Srs. ju-
rados
O Sr Presidente convida a alguns dos Srs.
juizes de faci presentes para escolherem
do livro da matricula 32 nomes de pessoas
que possain mais fcilmente comparecer.
S3o propostos e approvados pelos Srs.
juizes de Tacto os seguinles Srs. :
Antonio I 1 amiuondas de Mello, Anto-
nio Francisco dos Sanios Braga, Antonio
Luiz do An.aral e Silva, Antonio Jos de
Oliveira, Antonio Rei.lo Fres, Antonio da
Silva Ciismi.o Jnior, Antonio gnacio de
Torres Itandeira, Jos Francisco Gonrjalves,
Miguel Felicioda Silva, Marcellino Antonio
l'ereira, Dr. Angelo Henriques da Silva, An-
tonio Joaquim de Oliveira Raduem, Antonio
Luiz do Souza, Antonio foricalves Ferrei-
ru, Dr. Antonio Annes Jacome Pires Jnior,
Adrianno Uernardino Rodrigues Salte, An-
tonio Marlins llibeiro, brigadeiro Aleixo
los do Oliveira, Anselmo Jos Pinto de
Souza, Antonio Pedro de Figueiredo, coro-
nel liento Jos Lomeulia Los, Bartboloueu


>-'! JB'HJl
MB
Cardlo llraz, Klias Ignacio de Olivcira,
Clan lino do llego i im, Cartano Cvprano
da costa Moreira, chrstovSo Guilherme
Brecklonlield, Domingos Antonio Velloso,
Dnmingoi da Silva tiuimarfles, Domingos
dos Passoa Miranda, Eduardo da Costa Oh-
veira, Francisco ile Paula (Jucirs Fonsera
Knncisco Alexandrino do Vasconcellos
( nllae.
roram relavados da
apr-sentado escusa lega
i i : ns, e multados crn
dns niitros 22 senhores.
O Sr. juiz pretidenteadiou a sesso do ju-
ry para o dia 3 de .lezeinbrn prximo futu-
ro, e dissolveu a reunio. ( Kra 1 hora da
a rdo.;
multa, por terem
I, dez senhores ju-
10,000 rs. cada um
IIIAIIO M NEUNDCl
BICirs, 26 DE NOVEMBRO DE 18*9
De cilicio do general commandanle das
armas, datado a 23 do corronte, consta
i|iie ha quasi certeza de ler fallecido no
ataque do Coucero o Indio Mauricio que,
eo m o titulo de capillo, figurava entros
bandidos das maltas como chefe de grande
monta, ja pelo seu genio turbulento, ja pe-
la prlica que linha daquellos lugares, ja fi-
nalmente pela influencia que excrcia sobre
os do sin raes, os quaes be milito da presu-
mir que se retirem logo que Ibes falto a di-
rercio de semelhante caudilhn.
Correspondencia.
Senhores redactara :-- Eu lamhem votara
o mais completo desprezo corresponden-
cia que o Sr. Custodio Jos de Carvalho Gui-
marfiea fez inserir contra mi ai no seu a-
credilado Diario de lionlem, 21 do crrente,
se tambem por deferencia para como publi-
co, a quem respeito, me nilo visse ohriga
do a der-lhe resposta. Ku votara o mais
soberano desprezo, repito,h esse aggregado
de apodos e insultos, se nao nutrase sont-
mentns de honra e bro, que linda conservo
despeito dos meios que oSr. Custodio ha
rmpregado para mefazer passar na opjni3o
publica como o homem o mais porver.so.
Nao espere, porm, o publico, nem o Sr.
Custodio vr-menesla resposta usar dos ter-
mos de que se servio cm sua corresponden-
cia : as pala irns elevantes da mentiroso, im-
pudente, hypncrita, impostor, malvado, ab-
jecto e ignobil, nilo : porque sto silo raos
do respirador de (/loria com que se adorna o
Sr. Custodio, c que eu por certO nao inVejo,
nem Ihequero roubar. Nilo espere por es-
sas expressics pomposasde mente, proter-
via, deshonra, etc. nem por cssa lingoa-
gem toda altiva e insultos; porque is*o
he un rasgo do sua educaran,que eu nunca
imilaroi; nem a inda tenho esse boceado do
mascara c uiporraliiadn um lama para ihe
Itirar a cara. N'ada disto : cada um de nos
da o que tem, eeu s tenho documentos pa-
ra provar a pouca verdade das assercoes
qucoSr. Custodio ave ncou na correspon-
dencia qne nos servo de objeelo, documen-
tos (|iie eu farei inserir ueste mesmo jorna|
nuisnhfia ou depnis, a mostrar quaI de nos
s ha valido de pretextos filiis c miscra-
ves | se sou cu quo nilo tenho querido to-
mar conta da loja para preiudicar ao Sr. Cus-
todio ; se be o Sr. Custodio que tem deso-
jado Iffo arden/emente vr-se livrcdessa mal-
dita loja que tantos prejuizos I lie ha raust-
do, principalmente os que soffreu na noite
de 22 iie abril prximo passado quando foi
rielima desse acontecimento funesto.
Entretanto o Sr Custodio me empraza e
desafia mui positivamente para eu tomar
conta da minlislojsi multo bem, eu mui
positivamente levanto a luva que me lao-
rou, ceito o desalio, e s espeto pelo mo-
mento que va no juizo compleme noniear
osen louvado para dar-se o bal,neo judi-
cial, como o tenho requerido. Sou eu o ho-
mem de misrraveis preterios que assim falla
bou euquem assim <> desoja, anda que te-
nha nessa ocCasiSo de vr-me cabir aos pos
ebeio do lama esse resto de uscara que a
tanto cusi sustento.
Diz milito bem o Sr. que eu nilo tenho
BChsdo bomensque me igualcm porque
casi foituna Ihe estava reservada encon-
trando-oscom tanto sangue-fno, que o tem
i|ii,lado em todos os seus nslinclos do hon-
ra c probidade ; que o tem ajudado na hon-
ro$ataris de deprimir, insultare masas-
erara quem uenhum offendeu e a muitos
obsequiuu, que tem si lo e est sendo vic-
tima dos seus favores, da sua bo-i f e da
Ilimitada confianza quo deposilou naquel-
Icsque tilo generosamente abosaran! della.
Seinpre que o Sr. Gusto lio ha viudo para
o publico com esses apontuados da des-
composturas contra oiim, ( qne os tenho
desprezsdo) nunca Iheleom esquocidoas
miiihas ameacus, as minhas vingancaa e
os meus planos. Tomara eu que o Sr. Cus-
todio me disses-ca quem euameacei.de
quem me quero vingar c contra quem for-
mo planos perversos ? Contra elle ? Est
engaado: vingado estou eu, o mais que
vingado, vmdo-o correr por essa senda
que tem seguido: o publico ainda nos ha
do fazer jusilla.
Voltarei
Sou, *. &.Manoel Antonio de Azcredo.
Va HIEDAD.
/ ahricaecto da polntsa, do sabdo mulle e do
sabio liquido.
Osempregos da potassa as artes indus-
triis e nos usos domsticos sito tao impor-
tantes, e os meios do a obter tilo Tacis, que
causa lastima comprronos ao cstrangeiro
urna substancia to abundante em (o los os
vegetaes, desde a arvoro florestal at cs-
ea do feijio quo mandamos laucar as
praiaa.
A potassa serve para a fabrica jilo do sa-
litre artificial, entra na preparacilodo vi Iro.
he inuito empregada nos laboratorios e as
Pharmacia; ms u Bau empego o mais
til, o mais extenso entre mis, sobetu lo
as nossas fazendas agrcolas, seria o d* fa-
lo icacilo dosabflo para os usos domsticos.
Quasi todos es paizes reos em florestas,
laes como a Suecia, a Russia, h Polonia, su-
mo ludo a America .lo Norto fabteam a po
lassa omponu grande, aproveitando para
islo as arvores que as necesidades da cul-
tura obrigam a derrubir. O cultivador a-
mericano, quando tom de fazer derrubilas,
nilo dola apoilreeer asmaderas, como f-
iem os nossos lavradores : elle sabe apro-
veilar as folhas o os ramos pouco grossos
para a QXtracoffO das polassas ; os tronco
silo convertidos cin carv.lo, e anda depos
do emprego desto carvilo, as cinzas siTo a
priiveiladas para a fabricarlo daS potassas.
\ssim, o que nos deixamos perder, he por
elles aprovoitado e constitue urna renda de
muita importancia, porque elles vendetn
grande parte da potassa que exlrahem, e o
resto serve para faier o saldo que co.iso-
mem.
Este arligo tem por fim chamar a alien-
lo dos nossos fazeude'ros sobro o aprovei-
la ment de tantas materias vegetaes que
deixam perder, quando do seu emprego Ibes
rcsultam pelo menos urna grande econo-
ma ; porque ellos devem comprar muito
saldo, e fazem, portanto, urna despeza que
pdem poupar Se ellos soubesscm apro-
veitar as arvores que ah jazem pelas eolH-
nase planicies, como teslemunho do nosso
desleixo e ignorancia, deeertoque teriam
mais um artigo do ren la, e o paiz mais um
arligo de consumo e exportadlo.
Vou agora apresentar o modo de extrahir
a potassa dos vegetaes, e para isso procura-
ie usar da liogoagem a mais simples.
Todos os vegetaes contem potassa, escop-
lo aquolles que nascem perto das margeos
do mar. Os apparelhosindispnnsaveis para
a sua extraerlo pdevn consistir em un ta-
cho de ferro, um cesto ou vnsilha de pao
com furos na parte inferior, o um panno ra-
lo que sirva de coador. As cinzas das co-
zinhas, nu os vegetaes reduzido a cinzas,
sao lavadas primeramente em agoa fra, e
apanha-se a mito ou com urna colherde pao
furada as impurezas que nadam no banho ;
remeche-se bem, olanca-se ludo na vasi-
Iha coberta com o panno COldor. A agoa
que passa atravs do coador he recibida no
tacho quo so pOe ao fot, e deixa-se evapo-
rar toda a agoa at perfeita sscciira. O que
lca solido he a potassa misturada com ou-
tras militas materias, que para o* usos or-
dinarios mo so trata de separar ; mas, se se
quizer a potassa mais pura, convm dissol-
ver de novo o sal que se obtove na primeira
operaciloem agoa quento, filtrar de novo no
coador, levar a dissolucflO a fogo vivo, e
deixar seccar perfelainenle durante, pelo
menos, mea hora depdls qu* toda a agoa
tiyer desappareci lo. I.ogo que o sol estver
fro, laura-s em barricas que se guardatn
para fabricar o sabilo ou vendem-se no es-
tado em que a potassa heconhecida com o
nome de potassa do eommerco.
Mas ueste estado a potassa nilo serve im-
mediatamente para i rabriea^flo dossbSo,
a ni la que sirva perfeitameute pura aslava-
gens que as nossis lavadeiraschamam bar-
renas, operario que ollas fazem, como todos
saben, com as cinzas dos fogO -s. Para po-
r fabrcar-se o sab.lo, he iiilispcnsavel
redozra potassa ao estado caustico. Para
islo he necessai o empregar a cal. Convm
que esta cal seje frescamente queimada, ou
queima-la de novo se ella s" acbou por limi-
to lempo exposta acedo do ar. Dissolve-
se a potassa que sequer empregar em agoa
forren te, o laoca^se para urna parte de po-
tassa duas de cal, remeche-se por minias
vezes, o deixa-se repousar a mistura al
que a agoa se torne clara : esta agoa lauca-
da no lacho, he evaporada a fogo vigo, al
que a potassa, reducida entilo ao eslado
caustico, (que permitamenle calcinada. II
entilo que ellaseacha no eslado propiio
para ser empregada na fobricacSo do sabilo.
IVeste estado he necessario guarda-la em
vasos bem fechados, e nunca expol a ac
Contacto do ar; porque, se iio se tomar
estas precaucOes, a potassa se tornar liqui-
da, e o sabfio de ina qualidade.
ii salan feito com a potasa i he lempre
molle, mas pode tornar-se duro como dire-
mos depois. Para a fabricarlo do sahau po-
de servir o sebo, a giaixa, ou quaesquor
leos animaes ou vegetaes.
Pode seguir-so dous methodos nesta fa-
brica^ilo: ou ferver primeiramente o sebo ou
oleo, c ir-lhe ajuutando sucrcssivameiite
agoa de potassa; ou fazeudo a operar,!! in-
versa, islo he, fazer ferver a agoa de potas-
sa enjuntar-se o oleo ferventeou o sebo der-
retido. Como isto he indilfeonte, descre-
veremos o segundo processo.
Para islo he preriso ler um grande lacho
de ferro collocado em uai forno conveuieii-
tcmente arranjado.
Em urna vasilha qualquer |nnce-sa urna
corla quanti.iade de potassa caustica pro-
porcionada grandeza da caldeira, ou de
quanlidade de sabilo que se quer fazer, e
va-se-lhe deilando agoa at que toda a po-
tassa dissolva. Para saberse esta dissolu-
tao he a mas foito pnssivel, costumam os
fabricantes usar de um uiethodo mui sim-
ples. Tira-se urna porcAo d'ella em um va .
so o niergulha-sc um ovo ; s.i a dltSOlucSo
he a mais lorie possivel, oovodevevir
SUpl licie e lili licar como suspenso. 0m in-
do estver nesti oslado, tira-se urna corla
quanlidade, e lance-Sfl na Caldeira, jun-
lando-llio minia aga, quo dvo graduar-
se em rolaQo s outras poredes. So por
exemplo, na primoira vez se ajuntou um
barril d'agoa, na segunda vez deve-se ajun-
tar so un i i le, na lerceira a quarla part,
oassim por diante, at lancar smente na
caldeira a dissoluffio forte de potassa em
que cima tallamos.
deixar toldar a agoa com o queso livor pro-
ci pilado.
Quando sequer empregar osla agoa, to-
ma-sj d'esla urna quintilla le qualquer,
que so derrama sobra una pequona quan-
lidade de oleo, graixa ou sebo derretido ;
resulta no mesmo monelo um licor bran-
e > orno leito, o qual, bem agitado e forte-
mente remechi lo, espuma como a agoa de
lio n sabilo. D.dlan lu-si: osla agoa em umi
hacia, gamela, ou oulro qualquer vaso pro
i>rio para lavar, derrame-sc ago quentee
lave-se entilo a roupa polos mothodos or-
dinarios. Com a potassa caustica p le oh-
ler-se o mesmo resultado e pelo mesmo pro-
cesso
Pde-sc converter o sabio molle em sa-
bilo duro, por meiodo emprego do sal ma-
rinho. Dissolvendo sal marinho em agoa
queule e ajunlan lo esta dissolucflo pouco
a pouco ao sabfio molle de potassa, que le-
va ao fogo em um tacho ; depois de ferver
heme deisar-seevaporar toda a agoa, ob-
ler-se-ha o sabilo duro. Para obter-se este
sabio como aquello que se vende emeai-
xas, he preciso ter frmas de podra ou de
madeira. O sabilo, ainda no estado pastoso,
he successivamenle tirado do tacho e lau-
ca lo nos moldes; depois de fri, tira-se dos
moldes, e corta-se om podacos maiores e
menores, conforme a grandeza das caisas
cm que se quer guardar.
(Do Auxiliador da Industria Nacional.)
ligo IS do titulo 7.o das posturas em vigor,
doverilo lor na frente do seus predios os
passoios consorvados, sol pena do Ibes ser
imposta a mulla dequa trata o citado ni-
So, senlo a obra falta por conta do cada um
os contraventores.
Sl'ftDELEGACIA DES.-JOS'.
Ach-se preso or.lein dcsla su b.l le-
gaca o preto Agostinho que dlt ser escra-
vo do Jos Joaqui n Corroa : a quem per-
teneer o inosmo, qioira campa reo .t em di-
ta subJelegacia com seus ttulos, allm de
se man lar enlrogar o referido escravo.
COMWERCIO.
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 26.....16:635.983
CONSULADO C.ErlAL.
Itondimento do dia 26.....2:607,341
Diversas provincias ...... 222,485
2:829,829
CONSOLIDO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 26.
1:890,8fi8
viovimenio do rorlo.
.Vario entrado no dia 26.
baha 8 das, brigue-escuna inglez Fan-
ny, de 77 toneladas, capillo Aleiso Lom-
bardo, equipagem 9, carga caf e taba-
co ; a Nasciment & Amorm.
.Vi'/'/ sahido ne mesmo dia
Babia Barc americana California, capi-
tflo William Slate, carga a mesina que
trouxo
tl>lTAE?.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, que no dia 28 do crreme, depois
de meio-dia, na porta da mesma, se hilo de
arrematar embasta publica 17 caisas com
290 duzias de chapeos de palha americana,
valor por factura a duza 4,000 ris, total
1:160,OO ris, impugnados pelo amanu-
ense Domingos da Silva Cuimariles, no
despacho n. 493 do 24 do correle ; sendo
a arruinaiacfio subjeita aos direitns.
Alfandega de Pernambuco, 26 do novem-
bro de 1819.0 inspector, Luis Antonio de
iimpuio Xianna.
Pela inspectora da alfandega se man-
da fazer publico que se pretende comprar
3000 libras de zinco em folhas para a cober-
ta dolerceiro lineo da ponleda mesma al-
fandega : as pessoas que as quizerem ven-
der, drijam-so a dita ropartcilo durante as
horas do expediente.
Alfandega do Pernambuco, 13 do novem-
bro de 1849. O inspector, l.uis Antonio de
Siimpaio l'ianna.
Rcparlic^o di polica.
Illm e Exm. Sr.Segundo me foi boje
communicado, consta terem alio hontom
presos : 4 ordem do subdelegado de polica
da freguezia de Santo-Antonio, o pardo
Marlinlio, escravo de JoSo Antonio Lopes
Chaves, por assim o havor requerido o res-
pectivo senbor; i ordem do subdelegado
da freguezia de S -Jos, o preto Filippe, es-
cravo, por embriaguez; a do aubdelegado
do primeiro districto da freguezia dos Afo-
gados, Joaquim Alves de Carvalho, por cor-
reccilo.
Dos guarde a V. Esc. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 29 de novembro de
I849.---Illm. eExm. Sr. Honorio Mrmelo
Carneiro Lefio, concelhero de estado, pre-
sidente desta provincia.O chofe de poli-
ca, Jeronymo MarUniano Fijutlrait Millo.
Illm. e Esm. Sr.-roram bontem presos
nesta capital : a ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Erei-Podro-Congalves do Ita-
cife.o pardo Luiz Manuel do S.iu/.a, por sido
encontrado com urna faca de pona ; a do
subJelegado da freguezia de Santo-Anto-
nio. Jos Rodrigues da Cruz, llermino Er-
nesto de l.emos, e Luiz Vieira de Freitas,
por correcQflo.
Dos guarde a V. Esc. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 93 de novembro de
1849.--lllm. e Exm. Sr. Honorio Nrmelo
Carneiro Leilo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.--(> chefe de poli-
ca, leronymo Martiniano t'igueira de Mello.
Illm. o Esm. Sr.Participo i V. Esc. que,
segundo as communicaedes diarias hoje re-
ceblas nesta repirtcilu, consta terem sido
presos : a minha ordem, o estrangelro Fe-
liciano Bosk, por coireccao; I( orilom do
delegado do segundo districto deste termo,
o Portugus Francisco Rodrigues dos San-
tos, por crimo de feri ment ; ordem do
subdelegado da freguezia de S.-Jos,a preta
Izabcl, escrava de Manoel Joaquim da Silva,
por correccilo.
Dos guardo s V. Esc. Socretaria da po-
lica de Pernambuco, 24 de novembro de
1849.Illm. e Esm. Sr. Honorio llermto
Carneiro Leilo, concelheiro de estado, pre-
sidente dosla provincia.O chefe de poli-
ca, Jerongmo Martiniano Figueira le Mello.
Le i loes.
Fox Urothers farflo loll&o, por IihW
venc.no do corretor OUteira, do grande y.
rtodade de fazendaa Inginas, toda prn.
prias do mo>caJo, para leohar contas j o M.
sim mais, om presenca do Sr. dele,| ,)(,
consulado da repuMioa francea, 4* unu
caixa com chapeos do seda, a variados,
bordo do navio (.'*sr*<>-/f, na sua reciit
viagem do Havre para este porto; i,,r.
ca-feira, 27 do crranle, As 10 horas da m..
nhila, no seu ai maiem, ra da Cdela ,i
ilecile.
- O corretor Olveira fara lei|,i,>, p^
conta e risco de quem pertencer, da i.
Santa e moderna armacnn toda envidre.i|,
a loja doSr. ChaMon, lodos ao !,,.
dorias que a mesma contem, sendo ric,
candieiros de po'cellana para gat, glohs
de vidro para caiulieiro, vidros o perW
oes para ditos; panno largo encerado p,r,
cohrir mesas, perfumariaa, bicos, ohjtctus
do moda, fitas de soda, curte* de vestidos
etc : ludo so vender a dinhtlro, ou a nr.'
zo com boas (Irmas, om um s lote : quir.
ta-feira, 98 do crrante, is 10 horas da nu-
nhfla, na referida loja, no. Aterro-da-IUn.
Vista, n S.
Avisos diverso
-Aluga-se, por proco commodo, o pri-
meiro andar do sobrado n. 90, por detrs
loliealrodo S.-francisco : a tratar coa
Luiz Comes Ferreira. no Momleo.
Um liom cstabeleclmento de molhados
ha para vonder-se. Ha ra da Cruz, n. al
a ivorle-so que para um principianta lio o
meltior pnssivel, por lor pouco fundo
ser em um dos melhoro lcaos.
Persnto o Sr. Di. juis do oivel se ha da
arrematar no dia 27,por sur a ultima piar,i,
a parlo de um sobradiuho silo na Caiubo*-
do-Carmo, e utn terreno na Casa-Furto, pe-
nhoradoi aos herdeiros do liento Amonio
Dominguoi, por esocueno de padre Pascoil
Corbi.
Ati.tt do leito.
Na praia do Caldeireiro, n. 8, preclsi-M
da urna ama cativa ou forra, quo lonlu leilt
com abundancia.
Doseja-so singar um cozinhriro bou.
para urna casa eslrangoirs : lis rus da Crui
n. 46.
Mua-so o primeiro andar de unu
muito boa oass, com 0 quartos e cuzinlii.
na ra de Apollo, n. 99.
Serventes
Declaracoes.
--0
a
mu-
a
Logo que comecar n ferver a agoa fracs
da caldeira, vai-se deilando o sebo ou oleo;
al que por excesso da substancia gordu-
rosa, a massa s va to'nando esposas ; en-
tilo lanr;a-sc siiccessivameute o com pro-
cauc,fio novas porQiics da agoa de potassa
cada vez mais fort i ; ilcina-.se evaporar at
ficar na consistencia de urna massa grossa ;
apaga-seo fogo; deixa-si esfriar, eguar-
da-seo sabfio assim manipulado em vasos
proprios. O sabilo pode ler diversas cores,
branca azulada ou escura, conforme o grao
de cosimento ; se o quizerem de cor verlo,
po lese-lho detar urna certa quanlidade de
ail.
Sabao liquido.-Faca-se passar agoa quen-
leoufria por cinzas dos vegetaes, da mos-
ma maneira e com os meamos ulensisem-
pregados para estracefio da potassa semen-
t com a differenr;a de misturar ames algu
ina por^ilu deca comas cinzas. I Na cal
deve .- e' bem queimada e apagada com
agoa.
Deise-se repousar bem a agoa que pas-
sou ao travs das cinzas, apaitlicm-so as im-
purezas que viorom superficie, o deite-so
o resto em vasillias, leudo o cuidado de iio
. Sr. director do lyceu desta cida-
de manda fazer publico que, tendo o Exm.
Sr. presidente da provincia em 22 do cor-
rente supprimido a cadeira de primeiras
leltras de Itapifuma, 0 removido ore.-pee,-
livo professor, Ceminiano Joaquim de Mi-
randa, para a cadeira da mesma disciplina
de Coianna, que eslava ha muil.i vaga, tica,
por este motivo, seui cffeito o odital pelo
qual foi posta a concurso a dita cadeira de
Coianna.
Secretaria do lyceu, 26 do novembro de
1849. ~ Januario Alexandrino da Silva Ra-
bcllo Caneca, professor de desenho e secre-
taria.
U juiz de dirciloda primei-
ra vara do civel desta cidadee in-
terino dos feitos da fazenda
don n sua residencia para
das Flores, sobtado n. I.
Osogundosupplenle do juiz munici-
pal e rphilos coi exeicicio do termo de
Serinliem, abaiso assignado, maula de-
clarara todas as possoas que teem obiga-
^es lo dbitos, hypolhccas e penliores de
ouroeprata depositados no cofre dos or-
pliilosda dila villi, que no improrogavel
prazodeum moz, contado da dra deste
venha-n resgalar as ineamas otj igacoes'
hypothecas o penhores; ao contraro se pro-
ceJera como fdr do direilo, afim de se cum-
prir o que he ordenado pelo arligo 6." 4
do decreto ii. 231 de II do novembro' de
1811 e do aviso de 12' de mao de 1812. Se-
riiihilom, 21 de novembro de 1849. .tfa-
noel Francisco Duarle.
-- Pela segunda secefio da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do dia
primeiro de dezombro prximo vindouro se
principia a contar os 30 das para a cobran-
za a bocea do cofre da dcima dos predios
urbanos das freguezia desta cidade epu-
votefio dos Afogados, do primeiro semoslro
do corronte anuo linanceiro de 1849 a 1850,
e que, lindo esto prazo, ficam subjeiios a
pagar os propietarios, alera do principal
de seus dbitos, a mulla de 3 por ceulo.
O juiz municipal da primeira vara mu-
dou a sua residencia paraaru do Hospi-
cio, casa n 39.
Cumpanhia de Bcberibe.
Por nilo so haver reunido numero sufli-
cienle de accionistas no dia 20, foi eapassa-
da-a leunio p.ra lersa-fcira, 27 do coi ren-
te, pelas 10 horas da manba, no escriplo-
rio da companhia. O director roga aos Srs.
accionitlas que no deisem de compare-
cer a essa rcunifio no da e horas marcadas
O fiscal da freguezia de Santo-Antonio
do llecife, pela ultima voz, lembra ao* Srs.
propnoUrios que, vista do exposto no ar-
avsos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro segu
com toda a hrevidnde o brigue-
escuna nacional Olintla, recente-
mente forrado e pregado de colire,
por ter a maior parte de sua carga
prompta : para o resto, passagei-
ros e escravo a frete, trata-se
com Machado & l'inliciro, nn ra
do Vicario, n. 1g, ou com o cjpi-
lao, Manoel Marcianno Ferreira.
Para o llio-Crande do sul seguir com
bievidadeobiigue Marcial,yor ler ainaioria
do seu carregamenlo prompto, o qual ain-
da pode receber alguma carga, assim como
escravos, e mosuio algum passageiro: quem
pretender pode entender-so com os consig-
natarios, Amoriin Irmilos, rus ds Cadeia,
numero 39.
Para o Porto deve sahir
rom muita brevidade, por ter
grande parte da carga contratada,
a nova c veleira barca porlugueza
Santa-Cruz : quem quizer carre-
garouir de passagem, para o que
tem excellentes commodo, diri-
ja-se ao capilo, JoSo de Oliveira
LeitP, a bordo, c. ao seu consig-
natario, Francisco Alves da Co-
nha, na ra do Vigario, n. it.
Vende-so a barraca Santa-Isabel, lote
do 1 Sea i xas, de boa consti uceo nova 0 do
encllente marcha, a qual.-e aelia tundeada
no caes do llamos: quem a pretender, diri-
ja-so a ra do l.ivramento, n. 26.
Para Lisboa sabe, com a maior brevi-
dade possivel, o brigue porluguez Coneet-
cdo-de-Maria, por ter s msior parte de seu
carga prompta : para o resto e passageiros,
para o pue tem excellentes commodo, tra-
ta-so com os consignatario^ Tliomaz de
Ai|uino l'onseea (\ t'illio ns rus do Viga-
rio, n. 19, primeiro andar, ou com o capi-
llo na praca do Commercio.
Para a Haba aahe, em poneos das, a
sumara Flor-do-Xngelim, mostr Rernsrdo
de Son /a, por ter a msior parte da carga
prompta : para o restante o passageiros
trtta-secom o mesmo meslre ou com Luiz
Jos de Ss Araujo, na ma da Cruz, n. 33.
- Para o Para segu at o fim da prsen-
le semana o lnale nacional San-Jote : pode
receber somonte alguma carga miuda : os
picten lentes queir.un dngir-se a ra do
Ainorim, u. 36, armazem de Antonio Joa-
quim Viial i Companhia.
Para a ttahia sabe, no dia 30 do corren te,
o lnale Flor-de-Cururipe : quem no mesmo
quizer carregar, ou ir de passagem, dirja-
se a rus da Cruz do llecife. n 62.
Para a Parahba sabe uipreterivel-
mente ale o da 28 do conente, o bem co-
nbecido hule l'arahibano, mestro Nicolao
rraiicisco da Costa, trndo j mais de meta-
de da Carga, o qual oflerece commodo pa-
ra passageiros: quem pretender, dirijs-se
ao trapiche do algodilo a tratar, ou com o
mestro a bordo do mesmo hiato.
-Vende-so a barraca Flor-da-Ponte, de
lolo de 24 caisas, de boa comUrucco. e de
primeira viagem : o pretndeme dirijam-
Sffl 4 *.aral_ .1 .. a*' II___' .. _* .____T
ara a capa*
titzia.
Preciio-so do 90 s 30 homens robuitoi
para osorvicoda capatazia da ilfandegJ
a fallar ni mesma sltandega com o capataz,
ou na ra di Aurora, em sus cus.
O Dr. Lourenco Trigo da Louroiro abri-
r ni casa da la icidencsa, no bairro di
Ua-Vista rus da Saudade, defronte do Hos-
picio, um curio de pralioi iloprooesso, logo
quo lenham concn i lo a dar-llioos svui
nonios pelo monos doz alumnos. Dnr tres
lices por semina, sendo cinco mil ris 1
gratillcacflo mensal de cada alumno.
Carlos llaidy, ourives,
na ra Aova, n 59,
araba de recebor do franca um nirtltnenlo
deobns deourode lei, como sejam ade-
recos, meios ditos e pulsoiras : ismbem ro-
eelieu um grande surtmenlo de chapeos do
setim e gorgmllo do ultimo guato o do de-
ferente cores e precoi; cluipn do pallii
di Itaila ; dilo mulo lino, abarlos e fe-
chados; aniiacoe de chapeos do todas si
coro, limito larris do se colniroiil; litis;
flores; peiuiiicho; pcnuus para chapeo;
cjiniinhas do cambraia para srnhora, mul-
lo bem bordad ; luvas do seda com dedo
e pilmas de cores ; toueas de Illa pira io-
nhors e menina meias do seds pars me-
nina ; cassa frincezs multo llm: ludo ss
vende mii barato do que em outra qual
quer parle.
Quem precisar do urna ims pan o sor-
vico de urna cass do pouca familia, ou ds
homem soltoiro: dirija-se o rus Dtreil,
numero 5*.
OTorcce-se urna nma ds leilo, que no
tem cris, e lio do mullo : na ra das Ci u-
zes, loja do sobrado, n. 18.
O annuncio publicado nesta Diario,
sobre a mudaiiQa da nfiicina de enesderns-
qo ds praca ds Independencia, lies sem el-
foils, por continuar a dita odelos subsii-
lir no mesmo local, leudo a venda sido fri-
ta aoSr. Joflo Jos Klias Piulo de Gouveis.
Peiii-.e ao Sr. flocal ds fieguezla de
San-Pedro-Martyr deOlinda, que tuja de
mandar tapar ns banheirui que rerobom
agoa do rio tlebaribe, sssim como fechar
poits d'agoa do Varadouro, para que nfio
3u nilo liquem os moradores ds dita cds-
e SOm sgos para o veiu: Sr. flKC.il, lie pie
ciso uo dormir em objectos de lauta mon-
ta, que staram a guella de quem tem sede;
e, se o nilo remediar, Ihe ira sallando s an-
ca O ijarapeiru.
Pergunla-so aos Srs. lscaes, e, se estes
nflo quizerem responder, a ilustrissim
camsra municipal eainda, ou snles so ji
estilo em vigor os artigas 18 e 19 das posto-
r6. Com a resposl* fr oulras perguntas
um munici|M que v infrcce, e se dr
so trabalho deiponta-la.
(i Sr. II. II. I, queira mandar pgar 0
dirihrir.) que pedio emprestado s Miguel
Mariins Costa lliboiio, ha parlo do dou
snnos; do contrario, vera o eu nomo nes-
ta folha por eslenso, e coiitar-S'-bs a m-
gica que fez S. 8, para obter este empres-
timo.
Alugs-se um preto corinbeiro
do Livraiiicnlo, n. 29. *
Aluga-se, por lempo do fests,
anno, uui sitio ns estrada que val
llgJalen, com cacimba coas boa sgua de
beber, ea pars grande familia, com 4 sa-
ls, 6 quartos de 90 palmos em quadro e
cozinha graode: o prelendcnte, dirjaos-
se a rus da Cruz, n. 6, sobrado.
Precia-e logar urna escrava que sai-
ha coznbsr, engomm-.r c fazer lodo o t
crvico do umscisa de pouca familia i ns
ra do Ma 11 y i i os, n. 31.
Oflerece-se um rapsz brsslero psrs
cxeiro de venda, o qual ja Um bsstsnte
2f" .: quem P'elen.-'er, drja-e rus
d Camboa-.lo-Carmo, o : elle dar fia-
dor a sua conducta.
Da-se pao de vendsgem, oftVreccndo-
: orus
ou por
pas
f.e/ L?J!A CfHli,02*rZ *' e IV. .,alf 'e,or onvernencis %o qi
Ur, ns ra da Cadeia do Rectte, o. 54, toja, partes: na ra do Rozario Urga, o


-aar-j
Jas Soares de Aievcjo,
nrolessordelingoa frnncwa o ly-
ccn> leu alN'o ein ?" casa, '"
,}o Roiario Urge n. 3f> segundo
andar, um curso de Gr.oc.iupiitv i
HisTOKiv eoulfa de I\hktomcv b
artica. Aspcssoaa que deseia
rom estudar qmesquor destas di
riplinus poden dirgir-ac A Indi-
cada residencia qualquer hora.
.. Na cambo* do Garmo, nn primeiro ber-
ro upado, que entra BtU "a Nova, olis-
te orna am* aera cesa de pouea familia.
l'reciaa-aede urna ama para o eervioo
de urna cesa de pouea familia: no pateo da
liiheiea, ees* terrea a. 93.
Kurlaram, va ma da Cadeie, do seiun-
do andar do labrado onde moran Deano
Voulla Companhla. no di* 81 dowrreiite,
uinreloata da pwU Wlo. que Iralwlha
en 10 pedraa, fabricado por i. I Jaob do
I fio, com eorrenl* do caballo un dito da
..uro, palenl* ingles, n0? 1ue all em
pedras. MIoporE > lente, de Londres,
i. 13,487, cot>.ealx do marroquim: ani-
llos o* rrInstes o de vldro: ma cartelra
do alalhetiat quam d^frt tlver nolieia.
participe on dita ras, eue sera > librado
rom 140,000 rs., assim como a dehaixo do palvra do lionra que se guarda-
r segrodo a queo os entregar.
.-A obra dir grande hospital de cari Jado
n"SlU de serventes rorro ou escravos,
pseando-se por da 180 ra.: quem ealiver
nesUsclrcumslanclae, qoerendo, po le d-
ngir-sea mesma obra, allin de tratar com
o,ni ministrador da mesniu, l.uii Jos da
Silva Culinsrfles.
A typograpliia l'nt preelaa de un
compositor,
Preelsa-se do urna orlada forra rara o
m'i vn-o Interno de urna cas de pouc fsmi-
milla, a quaJ dove sordeslmpodlde : na ra
do Itangel, n. 9.
- lesomeanlnhou-ae urna lellra dora.
139,000, sacada no da 30 de ontuhro pr-
ximo passado a favor dn ahaiso assignado,
a vencer em 30 do corronte, achila pelo Sr.
i ni/ ile AlbuquerquoMaranhfto e endo p'luSr maJor.Sebsstiftol.opos Ctiimarfles:
roga-se a pesaos que i inventora a tenha
iin mmi poder, de a levar ao meamo ahaiso
assignadn que gratificara, pola que do utlll-
ii.nlo slguina Irte podo sorvir. valo eslarem
aquellos dotia Sra. selenle* dea nfio paga-
ni ni seminan mesmo alnixo asignado.
'latido Cnttano llorgn.
Alugam-se para se pasaara fesia duas
grandes cusas enm muitoscommodoso bom
iaiillo, em Sail'Anna-do-lenlro i a tratar
no meamo lugar con Julio Venancio.
O llieaourciro da innandade
do S. Sacramento da reguezia de
8.-Jos do lucir fu* scienle a lo-
dos os iriiiBos da mrsma que, nflo
ohstunte ser a irmnndade princi-
pinnit e erecta, ncm por sao dei-
xom de ter com promptiilSo os ir-
tnSos, quando piecizem, ullicio de
ugonia em artigo de moite, scpul-
tura para ai e sen i I los meno-
rei, ( quanilo nfio tenham em Oti-
lio igreja ) dobreso repique, auf-
liagios, acoinpaiiliamcnto, altar
ornado, capa d'asperge e LrandSea
para bapiizarem aolemncmente
jictis lillios e netos.
lii'si'jH-so alugnr um prlmeiro ou so-
Riindo andar do urna caaa as spguintes
rusa : Cru/ea, larga do llozario, Qurimado,
Colleiloe Nova i quemliver annuncie.
Aluga-ae, poloUimpo do l'naln, um ai-
tio no estrada do Montoiro, periodo l>anho,
com 6 quarlut, solflo, estribarla, cacimb-
o com baslanlea arvoradoa de frurlo : a
tintar na ra do Crespo, n. 7, piinicuo un-
dsr.
Quem annunciou querer dar 400.000
r. a premio com boas Urinas, dirija-so i
ra liirultu, n, 39, que so dlia qiiuin pre-
cisa.
-- L'ma raiarlga parda multo servlcal so
cITi-reco para una secca do una en .-a de
punca 1'nmilia : qurm a prott'iidur, dirija-
se informar-te no Kemcdlu, cusa do Ms-
i'umlilr,
A panilla com canudo
respira.
I'or se afiliar om cima de una cama, nfio
se csijiieei', dcixe-o flcnr com alguma me-
llara, que Um responde com ludu, etc. ,
etc. etc.
Ama ilc Lite.
Prccisa.au de ti mu ama de li-lte, forra ou
captiva i na ra Drrita, n. 76.
-- No dia 38 do frrenlo novombro, se lis
de arrematar em praca publica do Sr. Dr.
jiuz municipal da segunda vara um mole-
que por ccucHo de elflna do llozaiio
contra Joami. Francisca : bu .nfallvelmon-
tea ultima prafa.
~ Cnistiiuiio ni que meu cunhado o 8r.
Amaro r.oiifalvi-ajdus Santo* tem-aa dirigido
diversas prssoss que recebein escravos por
rniHiin-Os para vciideroiii, exigiudo del
las reaposlas de quintos esersvos lenlio da-
do para vender, qual o calado dos ditos,
sena iiomes e resultado driles, sendo ello
rnosmuo i orlador das cartas, para por suas
i.iIIiiiIms maiisss poder illudir s quen elle
se dirige, s com o lito de obter rosposUa
amliiguxs paia poder di'sscredit n-ine ; eu
al amo asfiguado, para o livrar desle Iraba-
Iho, e a eerto nioio a quem elle incommoda
para Ibe escrevera* cartas, leudo elle s-
inenle de asigns-las ( digo que o nroni-
moda porque tem luja, o nesle lempa be
que os fregueze se pieviiiem do vestuario e
prineipaliiH ule do chapos para poderem
tusar pela fetU ) Ibe declaro que no auno
de 18*45 dei jo Sr. Msooel Joaqun l'sscoal
luiiioa 1 escravos para vender, sendo 1 ino-
Irquedenoiue l.uize oulru de mmie Jos, o
ou-l niorreu cm casa do inesuio Sr Manuel
^ioaqum, como eontta de sua participado,
luas um mtz deioisdolle la estar; iMu
eorrenle mezde novembro, msnde para a
"i 'Su Sr. Joii Iredenco de Abreu llego
u. yin de oome lieneJiclo, o qual ja o
vi-odeu, e teoho ainda duas uegra* que es-
lou aeabando de curar para as ven l*r, urna
d nomo l.uia, erioula, e outra do nomo
Jaciutha, de nacflo i'ongo : portanto aviso
ao Sr Amaro que, so esta sua exigencia he
para saber se eu deixei de dar a inventario
algn* loa escravos quo Acaran por fallc-
ciuiento do minha mil, lenho-lbo a lembrar
ora nico qu he o negro da Costa, de oo-
me Folia, do qual o Sr. Amaro melltor sa-
be do que eu o flm que elle levou, o que eu
milito dest'java que nfio -abusso ao publico.
NtrctlIiH" Hluni Pertira.
GnbinvIcUerario.
Os absixo assignados, socios do gabinete
litlw arlo establecido nesla cldado na ra
ra do Livremeulo, n. 97, prlmeiro andar,
deaejartdu que continuo esto nico ostabe-
leciuiouto Iliterario que ha nesla cidado,
para prostar o neceasario soccorro alna-
trtierfio da seus habitantes, o servir de n-
cleo a una biblinlheca para o futuro, e ven-
do que sola mister dos esforcos o coadju-
vac-lo de soua com-socios, para que se uflo
aniquile o mosmo gabinete, que por a au-
sencia dos quodevian curar de sua conser-
vaQflo o augmento, est ou abandono tor-
nan por esta ultima vez a convidar a lodos
os similores socios residentes nesla cidade
para easapartotrem no mesmo gabinete po-
las seis horas da larde de 98 do rorrele
mea de novembro, para do accordo se toma-
re ni as medidas convenientes para so salvar
ease til estabelecimento da aniquilacfln
que u ameaca, visto como na Urde de 94
que nos anteriores annuucios fura in Cicada
para a reunilo apenas comparecern qua-
tro socios: llcando,porm, cortos que, oo
easo do niu conipuieci'roni os socios pre-
sentes, toninr.'.u delluiliv* delibr-racAo.
Jos /Vereiie Carne//*. t'r. Joio Cupiilrano
fe Mtndtmpt Jodo tr*citc Baslns.
U capitao C. C. A. Solist, da barca ham-
burguoza Sj/ria, declara que uflo ao reapon-
ssbilisa por quaniia alguina lomada em sou
nomo, cm gneros, fazeudas/oj outra qual-
quer cousu, pela nipola^flu de dito seu
navio.
No dia 93 do crranle, appareceu na
casa n. 34 da ra da Gloria, um carneiro :
quem for.sen dono, dinja-se a dita casa,
que, dando os signaes, Ibe ser ontregue.
Aluga-se o segundo and n o solflo co -
rido di sobrado amarado da ra Augusta :
s tratar na ra do Amonio, n.,13.
A ahaixo assignada declara ao rospoi-
Uvot publicuquo de san poder Ihe furlamm
um papel do venda de u n escravo do nome
Matlieus, comprado a lose Francisco da
Fon-era, no dia 91 do corronte; o, oomo rs-
ISdesfeits dita venda, uflo leu validado
alguina dito papel, oque por este faz cerlo
para om todo o lempo oonstar.
Joaquina Nuria da Coneti^Oo.
O lirado (la iinso n.iVi
acha-se venda no lugar ji annunciado, e
em in."io dos distribuidores: est inleres-
ssnte.
Aviota ii. 5
sclia-se ii vemls nos lugares jannunciados
llfio-so 10,000 rs. luensaes doaluguel
por urna pela quosaiba bein cuz.iiibar, en-
ominar liso o comprar os arrauiosde urna
casa de poquena familia : na ruaTla Floren-
tina, casa da esquina defroute do theatro
novo.
Aluga-se a casa do Atorro-da-Boa-Vis-
ta, n. 8t, com inuilos commodos para um
grande estabelocimento o morada inde-
pendente.
Perdeu-Be, do lugsr do Cordoiro alo
o paleo ila .S -Cruz, urna esrteira con 2H^
rs. cm cdulas, e urna ledra do 47,000 rs.
aceito pelo Sr. Jos Con cal ves Ferreira e
Silva, ja vencida, liogn-sea quem a acliou,
que a love i ra do Vlgurio, que sera re-
oompenssdu, Previne-se ao dito Sr. Jos
Goncalves quo nflo pague senflo a seu dono
Julio de lieos Al ves.
Preoisa-se do um homem porluguoz ou
brasileiro que esteja ecoslumado a iraba-
llisrem armazem do assucar, reflnac.loe
casa de purgar, para trabalhar na refluaria
franceza da ruu Ua Concordia: paga-so hom,
o se for homem preto o que toulia agiiida-
de melhor sera : na mesma leflnacflu da
rus da Concordia, n. H
Aluga-se, no Monleiro, a rasa que iica
defroute do Sr. Jciiquini I iluircio, ptima
para quem quizer psssar a Tests: tamliom
se aluga a casa alta nos terrenos da Torre,
defroute da Pffnte-de-UchOae junto ao Sr.
major Fornandes llanos ; a tratar na ra
da Aurora, n. 48.
- Acha-so a venda polo diminuto pro-
co de 3,000 rs. o minio divertido romance
Paloma ou a ceguiuha biasileira, escriplo
em s.-le cantos, pelo doutur Francisco Uo-
uifiicio do Abreu : na ra da Cruz, no lle-
cife, luja de livros, n 56; na praca da In-
dependencia, ns. 6 e 8 ; no Aterro-da-Uou-
Vi.-ia, luja, n 14.
Aluga-se, por preco commoJo, o so-
brado de unan lar com lujas, ni ra dos
(Juiuleis, n. 10 : a tratar com l.uiz Comes
Ferreira, no Mondego.
Josquin Correu de llezcndo ftogo de-
soja fallar com os Srs. Custodio Colassn
Das o Jeito Colasso Diss, naturaes de Por-
tugal, a negocio que Ihes inlcrosss.
Lobera do Guadalupe.
Desengao.
Scja qual for o numero de bi-
llieles que iquem por vender, as
rodos deala lotera andam imprc-
terivelmente no dia 14 de dezem-
Iho prximo lolnro. Os hillietes
que eslo aclnalmeiite a venda nos
lugares do coslumo vender-se-
li'io smenlp al o dia primeirodo
dito mez, em que passai ao ao do-
minio de urna sociedade
-- ernardo Jos da CosU, com reflnacfio
na ra Direila, n. 10, declara ao publico
que por ter apparecido outro individuo con
igual nome, e tamben por se Ihe ler pre-
sentado covttsssem ser suss, psra prevenir
quslquer duvida, de lioje en disnlo so as-
signara Bernardo Jos da Coala Valenle e em
suas trunsiccOes ussi deste novo nome.
I'recisa-se de um rapaz que tenha
principios de pharmacia, ou sen elles : no
AUrro-da-Uos-Visla, n.76, botica.
I'reciss-se de urna ama que sai ha co-
ziuhar o diario de urna casa, engommar e
fazrr o mais sei vico : na ra .do Crespo, n.
lljojademiudetas.
Jos Soares de Azevedo,
prol'essor de lingoa franceza no ly-
ceu, tem aberloen sin easa, ra
do Hozarlo largn n 36, segundo
andar, um curso de PMIosophia e
outro de Lingoa Franceza. As pes-
soas que quizerem seguir urna ou
outra destas disciplinas pdem di-
rigir-se indicada residencie, a
qualquer hora.
-> No pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado n. 4, tiramvc passsportes para
dentro o fura do imperio, assim cpmo des-
pacha m-se escravos e tiran so folhas cor-
rida,
A n nuncio.
Oabaixo assignado previne a os credo-
res do sua mili, a Sra. I. Lmia Caetana
Isabel e Mello, propietaria de eiigenho Pin
doba, na comarca de Nazarell, para que no
prazode 15 diss da publica^flo deste, se
apresentem com as suas conlss ao mesmo
ahaixoasssigoado, alim de serum reconhe-
cidas por verdadeiras, o passa lo o referido
lempo nflo sent stlendido*. Outro sim,
ninguen do bojocm dianle poder contro-
lar com a setihora sua nifli^sem expresso
consent ment do a no oncia o le para ser le-
galmenteaulorisado : portanto, quem fizer
o c.mi rario, nfln se chamo ao depois a igno-
rancia. Carimba, 99 de novembro de
1849. Joo Marones llacnlhno.
-Ilr. Joaquim de Olivoua e Souza ensi-
lla em sua casa no Aterro-la-Boa-Visla, n.
89, a traduzir, fallar o cscrever a ligos fran-
cesa, e Dor casas particulares.
- Na ra do Trapiche, n. 6, deseja-sc sa-
ber se exisle nesla provincia Joo Augusto
Cezarde Almeida, natural do Portugal, al-
foresdoliatalhitodo arlilberU que esteve
a (iiarlol ulo no forte do Rrum, o quo no
flm ilo auno de 1836 sguiraiia a provin-
cia do Ro-Grande-do-Sul arjompenhainlo o
mesmo corpo : islo a bem dj inlernsse do
p'oprio alteres.
Caf de Franee.
Kua Nova, praca da, matriz de
anto-Antonio.
Cdouard James, quorond agrndccor o
bom acolhimeiito com que scus freguezes
honraran seu esUbelecimcoto, tema hon-
ra de os provenir, assim cono o respeitavcl
publico, que torca-feira, ijo crrente, le-
ra lugar no seu billiar urna poule de honra
com tres premios, sen lo :
1. lima espingarda do caca de um cauno.
9.* Um nnnel de miro.
3. Urna sorpreza agradavcl.
ns premios sent patentes a todas as prs-
soas que, que querendo ve-Ios, visitaren o
dito estabelecimento, onde aclionlo bom
cafo prompto a qualquer hora do dia.
O preco de cada bola sera de 1,000 rs.
A poule principiar ss 7 hurssem ponto.
A pessoa encarregada do conduzir esse
jugo propo>-sc a l'.rzer urna partida de ama-
dor, antes do principiar a Poule.
para o mallo, o com un grande nrmnzjm
de sal : ao comprador se dir o motivo poi-
que se vendo : a tratar na mesma taberna.
Vende-M u|nB negrinba recnlhi la, de
nacilo, de bonita llgura, de 19 ft 18 innos,
qun cose, engomma, lava u coznha ; lie
muo sadia, nfio lom vicios, e lio propris
para una rasa do familia, por ser minio
bem educa la; na ra da MocJa. n. 23, ven-
da dn esquino.
' .
"^

i
Compras.
Compra-so urna esclava nfio sendo
erioula, oque seiba cozinhar, engommar
ensuboar c fazer lodo o servico do uina ca-
sa : na ra dos Mailyrios, n. 34.
-- Compra-se um parBelinleiros o ariei-
ros de louen, glandes, do quuusavam e.s
escrivflos : nesta typogrspliia se dir quem
compra.
Comprcm-so pataces mexicanos e
cruzados novos : nn esquina do Livramen-
to, loja do 6 portas.
Compra-se um calix em meio uso para
celebrar missa : na ra da Gloria, n. 60.
Compra-se meio apparellio de loue,
para jantsr, com algum uso : na rus do A-
ragfio, n. 8, so dir quem compra.
Compra-so um sellim Inglez com pun-
co uso : quem tiver dirija-su a lls-Vista
ra Ja Santa-Cruz, ti. 32, ou annuncie.
Vendas.
Folliinhas.
Nfl livraria da praca da Independencia,
ns 6 e 8, venderrt-se as bem conhecidas fo-
Ibinhus improssas nesla typograpbia, Un-
to de | o tu como e da I gil en a.
Su ra estrella do Rosa-
rio, n 4.
Vendem-sfl por preco commodoosseguin
les livrs : llecroacfto philosophica pelo pa-
dre Theodoro de Almeida, lOvol., por 12/
rs ; feliz Independen te com ricas eslampas,
2 vol. ; Novo Compadre alalheus, 3 vol.j
CuiihurnieTel, 1 vul ; Djccionaiio do Cons-
tancio, ultima edicao, 1 vol ; l'liftarcn lira
sileiro, 1 vol.; Diccionario potico, 1 vol.;
Ilisloria de Portugal, 2 vol. ; Philosopbia
de Cousin, 3 vol. encadcruados, por 6,080
rs.; Manual da l'hilosophia pelo mesmo, 2
vol por 5,000 rs.; Lgica pelo mesmo, 1
vol., por 2,000 rs.; obras completas de Tilo
l.ivio com texto francez, 2 vol. in folio,
por 12,000 rs.
Vendem-se 2 pardas, urna de 22aunos
o a outra de 21, ambas robustas habilido-
sas, e que s0o ptimas psra amas : no Ter-
co, casa do Sr. Ignacio ferreira da Costa,
se dir quem vende.
-- Vendem-se uvas frescaes, cm caixas
de arroba : no armazem do Uacelar, defron -
te do caes da Alfandega.
Vende-se um moleque de muito boa
llgura, vlndo do mallo : o motivo por que
se vende se uii ii ao comprador: na rus do
Itangel, u. 36
Vendem-se 8 lindos moleques, de 10 a
l8annos; 10 prelosde 20 a 25 anuos, sendo
um dellcs ptimo sapateiro, o outro coz-
nlioiro ; 3 pardos de 16 a 25 anuos, sendo
um dellcs hom carreiro ; 3 pardas com ha-
bilidades, de 16 a 80 annos ; urna dita de
20 annos, com boas habilidades, e com 2
lidias, urna do 5 annos e a outra de 1 ; 8 pre-
las de 14 a 25 annos, com habilidades, i
que uto proprias para lodo o servido: na
ra do Cullegio, n. 3.
Vende-se urna taberna ea bom lugar,
com poucos fundos, e com commodas pan-
lamiha. no Aterro-ds-lioa-Visla, n. 29-:
tratar na mesma taberna
Vende-se urna taberna na ra Nova, u.
65, bem afreguezada, tanto para Ierra como
atlticos corles de barra-*
*" Vendem-se os mais ricos c los de *
f vestido docarobraiacom barra; cha- J
S los de seda, a 8,000 rs cada OTO na ^
! ra do Queimado, n. 8, loja conron- p
?tea botica.
OAaAAAAAAAAAAAAAMiiAO
- Vende-se, por proco muito commodo,
urna prela de nagflo. de bonita figura, do 10
18 annos, com um depilo no braco direi-
lo, a qual vende na ra, laz toJo o servi-
c.o de urna casa, e he propria para tratar de
meninos, por ser muito carinhosa : o mo-
tivo por quo se vende se dir ao compra-
dor : na ra da Moda, n. 21, sobrado de
um andar.
-- Vendo-sea taberna n. 8, com poucos
undos, sila entro as duas pontos da Passa-
gcm-dn-Magdalena, para liquidacRo.
-- Vende-se urna carroca nova, por preco
commodo : no ongcnho Velho, na freguoza
de S.-Amaro-Jabootao.
-- Vende-se una magnifica o Magante
cas-i de campo, sil* a margen dorio, no
(usar de S.-Anna-de-Denl'O, contigua no
siliodos herdeiroi dn fallecido enmmen-
dador Antonio da Silva o confronto ao si-
tio do Sr. Gaferiel, Cora um loireno do 800
palmos de frente c 800 do fundo, com suf-
iciencia de ler capim pira ou mais ca
vallos, ooulrasplanlncrt-'S, quo tuilu pro-
duz com muita faeilidsl, pela fertilulade
dosolo.com excellentcbanlio quo Iica ba
pouca distancia da casa i o ar he mullo
iosco o ssudavel, com extensa o aprasivel
vista : os pretondoiiles Pra vor, dirijam-
se no mesmo lugar, coja eiilradnda lie lo-
go adianto da propnedade do Sur. Itolem,
defronte do Sr. Nicolao, a fallar como Sr.
Joflo Venancio, e para iraUr, na ra da Ca-
deia do Itcciro, com 0 Sr couimcndador Ma-
nuel Goncalves da Silva, ou en S.-Jos do-
Mangninlio.casadefronlcda estrada nova
da cspunga.
Vende-se uina cscravs prela, cnoula,
de 16 anuos, que cozinha, engonma o lio
muito sadia : na ra Imperial, n 25.
- Vende-se um cavado melado com bons
andares o bastante gordo i na ra da Cam-
boa-do Carino, n. 12.
- Vende-so escolenle niel para comer,
a 300 rs. a caada : na ra da Concordia,
n. 8, refluaria franceza
>ovo sor ai en lo de IV
z ndas baratas, na ra
do Crespo, n. 0, ao p
do lampea >.
Vende-se cassa-chila multo fina, de bo-
nitos padrocs, cores lisas e c m I palmos
do largura, pelo barato proco do 320 rs. o
covado ; csssa franceza de qusdros, muito
lina, n 260 rs. o covado ; riscadinho de lis-
Iras de linho, a 240 rs. o covado; brim de
algodlo de cores com listra ao lado e de bo-
nitos padrOes, a 320 rs o covndo;brim
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corto de
duas vaiase urna quarla ; casss prela con
ramagem branCk para lulo, b 140 rs. o co-
vado ; zuarte do cores, com 4 palmos do
largura, a 200 rs. o covado ; dilo nz.ul com
vara do largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monslro, a 220 rs o covado; chitas do
bolillos i adres o coi es lisas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tnrlsUna, a 500 e
800 rs,; cobeitores de algodlo america-
iio, mullo superiores, a 640 rs.
Livros de medicina, etc.
Na livraria da roa do Collegio, n. 9, ven-
dem-se as seguinles obras, encadenadas,
oitavo francez :
Aliberl, Monographie des Derma-
tlioses, 2 v. MOO
Andral, Anatomie, 3 v. 6,000
Dilo, Chimie, 5 v. 10,000
Ai>sicus,Chiinie 1,000
llerzelius, Chimie.Sv. 16,000
llroussais. Kxamen de la doctrino
medcale, 4 v. 8,000
Cooper, asuwreschirurgicales 3,000
Cruveillier, Analofliie descriptivo,
4 v, 8,000
Dulios, Palhologie, 2 v. 4,000
Rever, Heladios de la peau, 3 v. ,
atlas l.OOO
Rostan, Cbimie, 3 v. 6,000
Sanla-Maria, formulario 1,000
Vende-se um billiar novo, prxima-
mente acabado, com lodos os seus perten-
ces, ou aluga-se a alguma peasoa capaz pa-
ra algum silio porto da praca, dando fiador
ou penhor : na rus do Sebo, n. 42.
-- Vende-se um elegante cabriole!, mui-
to leve e em bom us, por proco i-oiiiuiudo :
na ruado Hospicio,n. 9.
Vinlip de Bordeanx<
das mais superiores qualidades ; I cm como
vinlio de ciiampuiilia da nova marca estrel-
la, ja muito apreciavel, tanto aqu como na
Cumpa : vende-se cm Casa de Ivalkinuiiii
Irm.tos, na ra da Cruz, n. 10.
Na ru doQueimado, n. /(o, ao p
da fabrica de chapeos, vendem-
se a 6,ooo ra.
corles de casimira elstica de listra ao la-
do, padres totalmente novos : a elles antes
quo se ac bem
-- Venue-se um faqueiro de mesa e cha c
um laboleiro ou bandeja, ludo do prata,
fcito com o meliior goslu c polidez possi-
vel, e ltimamente chegado do Porto : a
fallar na casa defronte da igreja do Corpo-
Sanlo, n. 150.
N.i rus das Cruzes, n. 99, segando an-
dar, vendem-se duas escravas engommadei-
ras, costureiras, cozinneiras e lavadeiras;
duas ditas de riacho para lodo o servico ;
dous molecotes de 14 a 18 annos, sabendo
um delles cozinhar ; um preto muito ro-
busto para lodo o servico.
Um jumento.
Vende-se um jumento muito novo, o bom
para tirar casia : na ra do Queimado, o. 14,
loja de fciragens.
Na ra do rcsj>o, n. ,
loja de Joflo A. C Cuioiares, vende-se,
por commodos preco, um bello sortimen-
lodo fur.en las modernas e de gosto, con-
sistin lo em cassas e cambraias dos mais
lindos padrOes ; casimiras; c'les de ves-
tidos de soda ; lencos da India de todas as
cores, eu ponto de sarja, o ouiros muitos
objoctos pera adornos da senhoris: tam-
bim se vende na mesma loja urna grande
poreflodefuz'MiiIssque por screm anligas
so vonderflo a quem as preti nder com 30
40 por cento menos do quo se pdem en-
contrar em outra qualquer loja, como se-
Jam : corles de vestidos da seda de muilo
boa qualidado ; chales grandes e menores,
de boa seda com algumas pintas do mofo ;
dilos do soda e slgodUo ; cassas o cambraias
de seda o algodlo, do todos os padrOes ;
corles do casimira; brlus listrados e do
quadros ; brim branco liso o do listras com
dofeilo, mas de puro linho, e trancado do
400a 1,900rs.; corlesdecollele de selim
velludo, liaos o lavrados, pretos e de cores;
ditos do gorgurfio, Isnzinha.etc por to-
do o preco ; nsulas ; msntelotas ; luvss
cumplidas e curias, de Seds, SSS, horda-
das, e de pellica ; meiasde seda prela e de
corea, para liomom o senhora ; lencos do
seda do lodas as qualidodes, de 1,000 rs.
para cima ; chitas francezas e inglesas, e
al n dooulras muitas fazondas, unta gran-
de poreftode chapos antigos do csstor in-
glez, do seda o massa Tranoeza, com pollo
o rapados de lulas as qualidades, os quaes
so venden pelo preco que o comprador
quizer dar.
/?*< ?*f)#Mr>fi>>**l
S i
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1


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9
tal


Aos 20:000,000 deis-
| do Ili - t# Vonleni-sotos muito afortunados 49
v* ludiles 0 meios ditos da 21." lo- V
9 teriu da monto pi, cujas rodas de- v
SP viam andar no dia 16 do correte #
i mez. A elles, s elles, quo cstao no
f* resto. w
9 *
?;(tie>*#^*al#**^***
Vonilom-so IrinU osersvos o escravar,
sendo uegrinbas e mulalinhas con habili-
dades o sem ellas, de 12 a 20 anuos ; prelas
muito boas qiiilandeiras, sn lo alRumas
com labilidades ; moleques de 12 a 20 an-
uos ; pretos e pardos : mi ra ds Cadeia do
lU'cilo, n. 40.
Cabos de linho palcnle.
Na ra daCiuz do ftecife, armazem n.
13, vendem-se cabos de linho patente de
superior quaiidade, de urna a seis pollegs-
das degrossura.
Vendo-se un escravo do 20 annos, M-
dioe sem vicios; defronle da matriz da
j lloa-Vista, u. 88, taberna.
Oleo decubahiba.
Vcndc-se muito bom oleo de cupahiba,
I por commodo preco : na rus do Vigario, a.
j 23, segundo andar.
Na ra Nova, n. i5,
, vende-se um mulalinho de 15 annos, pro-
i prio para pagrm, por s*r de elegante Bgu-
ra ; um molccote de 18 annos, bom cozi-
iiiici i o, c lio de boa conduela o que se alian-
i,a ; um miilaiu.iio de8 annos, minio lindo;
um molocote bom olllcial do alfaiato ; dous
. pretos para tiahalharem de clisada, do lin-
das figuras ; duas pardas prendadas; duaa
pelas com habilidades ; urna mulatinha de
14 annos, com principios de costura e en-
gommado.
Vende-se urna pela da Coala, de 90
annos, que engomma, cozinha o diario de
urna cass e he boa quitandeira na ra de
Agoas-VerJes, n. 23.
-- Vende-se urna escrava de elegante fi-
gura, do 18 annos, perita engommsdei-
ra, doceira o pndeira, propria para um se-
nlior do engenbo ; tres ditas engommadei-
ras, cozinheiras o costureiras ; tres ditas
muito emeonta, lioas quitundeirss o lava-
deiras ; Ircs escravos ; um moleque de 18
annos : tudo para liqnidacio, e por isso
muilo em conla : a tratar na rus de Agoss-
Verdes, n. 46.
Al a ii las de seda.
Anda esisle urna pequea porcjlo de
maulas desedn, ao preco de 7,000 rs. cada
urna para se acabar : na ra larga do lloza-
rio, podara n. 48.
Vendem-se eslugam-se ptimas bisas
de llamburgo : ns ra do ArsgSo, essa do
mcslrc barbeiro Theophilo.
Farelo cm sacras gran-
des :
vcndc-se no armazem de Antonio Annrs ,
no caes ds Alfandega, a 5,000 rs. s sacra.
Vende-se um carro bem feito, de 4 ro-
j das, leve e com coberla, bom para una fa-
milia, he bastante grande e tem commodos
para 6 ou 7 pessoas : para ser visto, na eo-
cheira doSr. fisker, no areisl de Pora-de-
portas ; bem como um appsrelho da arraioa
dubrados, por preco commodo.
--Vende-se boa cliampanha em meias
garrafas, muito barato, psia fechar cunla
na ra da Cadeis do ftecife, 48.
Voudem-se bustos de gaseo represen-
tando fielmente a rsiuha Victoria 8 O prin-
cipo Alberto; relogiosde ouro o de piula,
chegados ltimamente da Suissa : rala re-
logios que silo mui bom aoabsdos.se tor-
nan minio recommendaveis a quslquer
particular, e odvorte-ae que ha entra ellas
ulgunsque andam 8 diss sem prerisaraas
de corda : ns rus ds Cruz, no llocife, u. 55.
Na rus ds Crrz, no Hccife. arinssem
ll. 33, vendem-se sacos com fej.to, por to-
do preco, por rslur principiando a lurar |
um porcQo de calcado do Arsosly eomo
sejam 80 pares de sapalOes da como da lus-
tru, obra bem feilu e de diveraoa Uin.iilio,
solaecouro de cabra; raiiss pare rspe i
tudo por precq commodo, pira fechar eoil-
tas.


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