Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06722


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Full Text
Anuo XXV.

Sefftnicla-
PARTIDA SOS C0HRIIOS.
Golanna rParahlba,segundas esextas-felras.
pjo-Graude-do-Norte, qulnlas-felras ao meio-
dia.
Cabo, Srrlnhcm, Itio-Fonnoso, Porto-Calvo
Mace, no 1., a 11 c 21 de cada mea.
Gnranliuoi c lionito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-reirs.
Olinda, todoa os dias.
90W
EIBDICBIIIN.
Pases d> MU. Mi og. a 7, s (>h.c. 3 m. da ni.
Nova a M, s 8h. o53m. da t.
Cresc. a 23, aos 0 in. da m.
Chela a 30, 4 3h. e Sm.dam.
raiaaUB E BOJE.
Primeira a 1 hora e 18 minuto da.tarde.
Segunda a ljfcgrae 42 minutos da mano.
ovembro fo 18-90.
i I ur
raxqos da auBscat^oAo.
Por tres mc7.es (aantailtu) 4/000
or seis metes 8/000
Por uui auno 1j/UOO
a*
das da semana
20 Seg. S. Pedro Alejandrino. Aud. do J. dos or.
e do m. da I. v.
27 Tere. 5. Margarida de Saboia. Aud. da chae,
do J. da I. v. do civ. e do dos feilos da faicnda.
28 Quart. S. Gregorio. Aud. do S. da 2. v. civ.
29 Qulnt. S. Saturnino. Aud. do J. dos orf. c do
m. da I. v.
30 aext. !< S. Andr Apostlo.
1 Sab. S. l-;inv. Feriado.
2 D.lm. S. Hiln.in.1.
N. MS.
i-'ii
CAMBIOS EM 25 DI MOTIB&0.
Sobre Londres. 28% d-. por 1/ttOO rt. a Gflfflai.
- Pars, 3i<>.
Lisboa, 100 por cento.
Oiiro.-Oucna licspanlioef......... 20/600 a 30/000
Moedasdr6>i0uvelbas.. 17/000 a 17/iOO
de fl/ii* novas.. 16/600 a I6|800
de-i/,)00........... 9/200 a 9/000
Prala.-Patardcsbrasilelros...... 1/940 a 1/Wj
Pesos columnarios....... I/M0 a 1/Sw|
Dito mexicanos.......... 1/860 a I#880
DIARIO DE
PARTE OFFICIA1.
GOVERNO DA PBOVINGIA.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE NOVEMRRO.
Ornco.Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para que, vista da conta
que remelle, mande pagar a Joc de Mello
Cesar de Andrade a quantia de 20,700 que o de-
legado do termo de Olinda despenden com os
presos pubrca da respectiva cadeia no mez de
ontubro ultimo. Inteirou-se o chefe de po-
li ele.
Dito.Ao administrador das obras publicas,
iransiniltlndo a conta da desprza feita coui a
obra da 16* lanco da estrada da Victoria de 4 a
III do crrante, slim de que, ; vista de lia, Pa-
ra cresHlar o engenheiro Milel na quantia de
107.550.Scleullficou e o referidoengenhelro.
Dito.Ao mesnio, remetiendo a conta que
demonstra ter-se despendido de 5 a It do cor-
rele a quantia de 88,340 com as obras da con-
clusao da segunda parte do 9' lanco da estrada
da Victoria., aliin de que faca creditar o enge-
nhelro Milet na referida quantia. Communi-
rou-se ao engenheiro mencionado.
Dito.Ao mesin, Iransmittindo a conta da
despeza feita de 4 a 10 do crreme com a con-
tinuaco dos estudos graphicos da estrada da
Victoria, para que faca creditar o engenheiro
Milet na quantia de 40,400.luteircu-sc o re-
ferido engenheiro.
Dito.Ao mesmo, para que mande fornecer
ilnas bnssolas ao. engenheiros civis capitn
Manoel Rodrigues de Barros Fonseca de tirito
e tenente Manoel Francisco Coclho de Oliveira
Soares.
Portara.Constando de requerimento do
professor da cadera de primeiras lrttras da
povoaco de Ilapicuina, Grminiano Joaqum
de Miranda, e nformaco do director do ly-
cu, datada de 5 do liez protimo passado.que
a referida eadeira .lio he Irequenlada por mais
de 25 alumnos; o presidente da provincia ha
por bem supprimi-la, em vlrtude do ditposto
no art 6.' da lei provincial n. 43 de 10 de ju-
nhode 1837; e, usauda da altribuicao que ibe
confere o art. 47 da lei provincial n. 144 de 22
de malo de 1845, resolve remover o mencio-
nado professor para a eadeira vaga tambem de
primeiras lettrasda cidade de Golanna.Fize-
i.iin seas communicacoos necessarlas.
TRIBUNAL DA KELAGAO'.
1
SF.SSAo DE 24 DE NOVEMBHO DE 1849.
PaMIDKNCIA DO
COMCRLHEIIIO
BXM. SIKIIOR
AZBVEDO.
A's des horas da manilas, achando-se pre-
sentes osSrs. desembargadores Ramos, Villa-
res, Raslos, Leo, Souza, Rebello, Luna Frei-
r e Telles, faltando com causa o Sr. desem-
bargadorPonce, o Sr. presidente declara aber-
ta a sessao,
decisSis.
Jlobtat eorpmt de Antonio Duarte Leite.
Mandou se pasiar ordem ao carcerelro para
presentar o paciente na sessao de 17 da cor-
rente as II horas da inanlia no tribunal da re-
lacao.
Dita de Flix Manoel do .Sacramento.-Dcnc-
garam a soltura.
Aggrato.
Aggravante, I*uno Mara de Sellas i aggrava-
do, Jos Jeronymo Mnuteiro.Denegaran!
provimento.
ttenirsni erimti.
Recorrentes. Jos I.ulz Beltrao Mavlgnier e o
bacharel Jos Angelo Marcio da Silva ; re-
corrido, o juizo. Deu-se provimento.
Recurrente, ojuizo; recorrido, o juiz de pat
Manoel Antonio Viegas.Foi confirmado o
despacho de despronuncia.
Apptllatn erimt.
Appellante, Manoel Pedro Ferreira ; appcll.i
do, o julzo.Maudou-se a novo jury.
Appellarei civiil.
DEM DO DA 23.
Portarla.Nomenndo delegado do termo de
Garuar ao cidado Manoel da Silva c Souza.
liiieirMi-se o i lulc de polica.
Dita.O presidente da provincia, altcuden-
do a que o 12 lanco di estrada do Po-d'Alho,
arrematado por Jos Patricio Fernandes com
fianca de Filinac Carneiro de Olinda Campel-
lo, niofo confluido no prazo em que o arre-
matante seobrlgnu pela arrematado feita etn
10 de jiinbo de 1846, pois que na forma della
devra estar concluida a obra arrematada cin
novembjo de 1847; e atlcndendo a que, niio
obstante a tolerancia de se nao proceder contra
_p arrematante pelo espaco de dous annos de-
pois de findo o praio cin que devra ser con-
cluida, a obra se acha lia muito lempo par. da
e mu andamento alguui, tendo sido feita ape-
nas a quarta parte della ; ejulgando que em
taea circunstancias deve ter applicaco a ds-
poslco do art. 11 do rrgulamento das arrema-
lacdes de 11 de jullio ilu 1843, resolve o se-
guiste :
Art. I'll arrematante da obra do 12 lanco
da estrada do Po-d'Alho Jos Patricio Fer-
nandes e seu fiador Filippc Carneiro de Olinda
Campello sao multados na quantia de 631,089,
equivalente a 10* parle da quantia de 6:319,891
prreo pela qual foi feita a arrematadlo da dita
obra.
Arl. 2." A referida obra ser concluida por
administrarn cuita do arrematante e seu
fiador, que sao solidariamente obrigados tanto
lela multa como pelo excesso da despeza que
fr.feita com a coocluso da obra, comparada
a sua importancia com o preco d'arrematacao.
Art. 3." O engenheiro llet fica cncarrega-
do da direccao e fiscalsaco da referida obra,
que devcr.i ser feita pela furnia e sob as cund-
cues e modo indicados no orcameulo, plantas
e perfis, que servirn! de base orrcinalncao.
Art. 4.* O referido engenheiro ajustar ad-
ministrador, apontadores, e os Irab-tlliadores
c serventes necessarios para execucao da obra.
Art. 5.* Os trabajadores c serventes serno
apontados quatro vezes an dia, e seus venci-
iiientos. bem como os do administrador e
apouiadnr,entraran cm ferias semanaes, orga-
niidas pelo administrador c rubricadas pelo
engenheiro depois de combinadas com as no-
las do apuntador, sendo cutan rciuellidas ad-
iiilnistraco das obras publicas.
Aft. 6;' Concluido o lanco e obra referida, a
admlnistraffo das obras publicas tirar a con-
ta geral da desprza; e, no caso do excesso da
quautia por que foi arrematada, ser a conta
rtinetlida ao procurador-fiscal para proceder
contra o arrematante para iudeiunisaco da
fazeuda provincial.
Art. 7." A presente resolticoser remettida
a procurador-fiscal para proceder desde j
muir o arrematante c sen fiador pela inulta
em que incorreram, e ser igualmente com-
municada aos empregados quem toca sua
cxecucao.-Fizeram-se as convenientes coui-
niunicaccs.
Appellante, Luis Severlano Marques liacalho;
appellado, Autonio Jos Marques Dacalho.
Reformou-sc a sentenca.
Appellante, Manoel de Almeida Ferreira ; ap-
pellado, Joo Ferreira dos Santos.Confir-
luou-se a sentenca.
Appellante, Antonio Fernandes Ribero; ap-
pellado, Manoel Florencio Alves de Moraes.
Frain desprezados os embargos do appel-
lado.
Appcllanles, Bernardino de Sena Dias e outros;
appelladas, D. Joanna Francisca e D. Anna
Joaquina Macicl Monteiro.Foi confirmada
a sentenca.
Appellante, Carlos Andreatt; appellado, Ju-
lio Berangcr.Nao se tomou coiihccimento
dos embargos do appellante.por seren apre-
sentados fra de lempo.
Appellante, Antonio Marlins Ribeiro; appella-
dos, Lourenco llastos & C.Frin despieza-
dos os embargos do appellante.
Appellante, Hernardo Duarte Hrandao ; appel-
lado, Manoel Joaquim Rebello. Mandou-se
averbar a dizima.
Appellante, Dlonlzlo Gomes do Reg ; appel-
lados, Joa de Barros Reg e sua mulher.
Foi confirmada sentenca.
Appellantes, Filippe Francisco Cavalcaute e
sua mulher ; appelladoi, Francisco Rodri-
gues Aleixo e sua mulher.Julgou-sc millo
o processo.
Appellantes, a santa casa da misericordia de
Lisboa e Antonio Alves Vianna ; appellada,
a fatenda nacional,Mandou-se ouvir o Sr.
desemdargador procurador da cora e sobe-
rana nacional.
Appellniile, Bento Jos da Costa ; appellado,
/os Joaquim Bezrrra Cavalcante.
Appellantes, Rento Jos da Costa e sua mu-
lher ; appellados.^Jos Joaquim Bczerra Ca-
valcante c sua mulher.
Appellante, Joo de Carvalho Raposo ; appel-
lados, ojuizo e o dito Raposo. .
Appellante; Francisco Joa de Albuquerquc
Pinto; appellado, Lulx de Albuquerque
Barros.
Passou do Sr. desembargado!- Luna Freir ao
Sr. desembargador Telle a appellaco crline
em que sao :
Appellantes, o Dr. Filippe Lopes Nclto e ou-
tros ; appellado, ojuizo.
Passou do Sr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Ramos a appellaco crime cm
que sao :
Appellante, o julzo ; appellado, Jos Antonio
da Silveira Paiva.
Do mesmo Sr. ao Sr. desembargador Ramos
asapprllaces civeis em que ao :
Appellante, Antonio Lopes Pcrcira de Mello i
appellado, Antonio Joaquim de Almcid
Gucdes Alcanforado.
Appeliante, Domingos Pereira Mendanha ap-
pellado, Joaquim Ferreira.
Appellante, Arsenio Fortnalo da Silva; ap-
pellado, Gabriel Antuncs Penna.
Appellante, Antonio Ferreira do Valle ; appel-
lado, ugenio Jos de Santa Rita.
Appellantes, Joan Jos, Jos Joo, Joaquim
Jos e Jos Henil ; appellado, Lieutier.
Appellante, Ignacio do Reg Medelros : appel-
lado, o coronel llenrique Pereira de Liiceua.
Appellante, Anna Mara de Almeida Castro;
apprllados, Joanna Maria de Miranda Cas-
tro e o solicitador dos residuos.
nido, c quo procuran)anriosamrnlo iim ora-1 A destruirlo |(>m-se tornado orna fii para
dor que satisfar suas intell'genc.is porple-jos nspiritos impacientes ; o at no motnen-
xas.o um estadista que pnssa resgatar opaiz. lo cm que alguns progressos teem sidofei-
A estes podemos accrescenlar, posto que] tos na restauracio da iiiinstria e da riqne-
com grande reserva, essa porco dos leg-lza, essa antori.l.i le que he a nica que pOdo
(mistas que Mr. Tliiers concilinu por meio I salvar o paiz, vacillB solire a horda da perdi-
da sua recente dediraco aos interesses da clo, j ataeadl por seus inimifros declari-
greja ; e rom tal apoio nBo he improvavel: dos, j.i desrespeitada pelas paixles impla-
que o ex-chefe da opposiflo liberal nio- cavis e pelas intrigas insacisveisdaejtiel-
DisrniBuicAo.
Ao Sr. desembargador Souza a appellaco
civel cm que sao :
Appellantes, a santa casa da misericordia de
Lisba c Antonio Alves Vianna ; appellada,
a i.i/ciid.i nacional.
I.i-v.inioii-se a sessao s 2 horas da larde.
EXTERIOR.
Londres, 19 de oulubro.
dominando da prat?a.
Qurtel do commando da jirafa na cidadt do
llecift de Pernambueo, 23 de notembro de
1849.
OIUIEM DO DIA. n
anlHIo di
O lllm. Sr. coronel commalslPrlo da pra-
ca manda declarar, para conhecimento da
guarnirflo, que o Kxm. Sr. presidente da
provincia conceden, por despacho de 20 do
crrente, tre mezos de licenga de favor
para ir ao Rio-de-Jsjaeiru tratar do negocio
de seu interesse Mf9t. segundo cadete do
quinto batalhfiO'dinBzileiro* Manoel Fran-
cisco Soaros, o quaiToi gravemente ferido
na passada tula.
As-.ignado, l.uit Gumes Ferreira, alfores
judanto de ordens.
desicnacSes.
Foi assignado o pilmeiro dia til para o jul -
gamenlo das seguintcs appellacOes cives :
Appellante, Joaquim da Silva Castro ; appella-
do, Antonio Joaquim da Silva Castro.
Appellante, o bacbarcl Manoel Jos Pereira de
Mello, curador da parda Rasa ; appellada,
Maria Carolina Ferreira de Carvalho.
Appellantes, Manoel Joaquim Soares e o juizo;
appellados, Me. Calmont C, o curador a
heranca de Jos FrancisoB Collares, o cura-
dor geral e o procurador Bical da fazenda.
uvitOsta,
Passaram do Sr. desembargador Ramos ao
Sr. desembargador Villares as appellacOes ci-
veis em que sao :
Appellantes, Bento Jos da Costa e sua mu-
lher ; appellado, Jos Joaquim llezerra Ca-
valcante e sua mulher.
Appellantes, a viuva Briso & Filhos ; appella-
do, liarlholomcu Francisco de Souza.
Appellante, Lourenco Jos das Neves ; appel-
lado, Gabriel Goncalves Lomba.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador 1'aslos as appellacocs ci-
veis em que siio :
Appellante, Manoel de Almeida Lima ; appel-
lada, Maria Joaquina dos Anjos.
Appellantes, o reverendo guardlao e o syndico
do conveuto de San-Francisco ; appellada, a
fazenda nacional.
Do mesmo Sr. ao Sr. desembargador Lefio a
appellaco civel em que sao :
AppeHante, Jos Fclj de McUo ; appellado, Jo-
s Gabriel de Moraes Majcr.
Passaram do Sr. desembargador I astos ao
Sr. desembargauor Leo as appellacdes civeis
cm que sao :
Appellanlc. Afl-nso Jos de Albuquerquc Mel-
lo ; appellada, a irmandade das atinas do Re-
cite.
Appeliante, Jos Gomes Villar ;#appellado,
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Passaram do Sr. desembargador Leao ao Sr.
desembargadr Souza as appellacocs civeis eiu
que so :
Appellante, Jos Joaquim Bezerra Cavalcante;
aopf liado, Rento Jos da Costa.
Appellantes, Jos Gomes Pereira Ribas e ou-
tros ; appellada, a cmara municipal da
villa do Pilar. ....
Appellantes, o padre Sebastiao Antonio de Me-
nczes e outros; appellados, Lula Ignacio
de Oliveira Maciel e outros.
Appellante, Joao Ferreira dos Santos ; appel-
lado, Josc Joaquim de Mesquita.
Appellante, Antonio Domingos de Almeida
Pocas ; appellados, Jos Bernardino Leal,
o Dr. curador geral e mitro.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as appellacOes
civeis era que sao :
Appellantes, Gabriel Germano de A guiar Mon-
arroyos e Manoel Antonio Gomes ; appella-
dos, Manoel Ferreira DenU e outros,
A combinaco de partidos que at liojo
tem preservado a maioria na assemlila na-
cional da Frangs, o tem apresentado urna
resistencia feliz violencia da faccSo revo-
lucionaria, nio poseuo nenlium oulro laco
de uniHosenio o seu niedocommum. F.lla
niio reconliece a nenlium liomem como seu
chefe responsavel, ncm neiu6 nenlium sys-
tema definitivo de poliiica; ella aspira om
srgredo a ohjertos diflerenles e incompati-
veis.e nio he unida sdno pelo medo da re-
voIuqo e pela aversilo forma de governo
que urna serie de accidentes e de impostu-
ras mpozeram de improviso nacflo france-
za. A Tallar a verdsde, a forma de governo
republicano nio ho a causa todas as ca-
lamidades da Franca. O mundo tem visto
em todos osseculos repblicas, desdo as da
antiguidarie at dos F.stados-l'nidos, pos-
suindo todas as qualidades do um governo
livre, vigoroso e prospero; debaiXO desta
forma poderes mui absolutos teem sido ex-
ercidos.e poucas repblicas teem gozado do
um grao de liherdade igual ao que doresce
debaixo do abrigo feliz da monarcliia bri-
tanica.
A questflo cm Franca nio lio urna queslio
de forma, e com hlguma sombra de rasio so
tem dito que naquelle paiz os privilegios da
soberania hereditaria o os arreios de urna
corte silo mais injuriosos do que vantajosos
nos interesses permanentes da auloridade;
porque excitam de urna maneira viva esse
espirito de inveja c ilescontcnlamento que
he o veneno da sociedade democrtica.
Qualquer, pois, que seja a forma, os mes-
mns perigos c as mesmas dilliculdades sub-
listirilo; a mesma ancia pelos premios e
distinccOcs conferidas pelo estailn, que in-
II imiii.-ini a col-ic.i e ambieo do todas as
das-es ; o mesmo desejo ai dente de exigir
que o estado satisfaga todas as necessidades
e cumpia todos os deveres, ainda custa
dessa independencia que he a raiz da genui-
na liherdade; a mesma desconlianca odio-
sa dos motivos e carcter daquclles que di-
rigcm os negocios na ndc.no ; o mesmo de-
sejo de abater o que est exaltado e de mu-
dar o que est cstabel-cido ; as inesmasdi-
visoes infinitas as quaes o interesse i es-
soal ou aWaidado sflo muitas vezes substi-
tuidos pp|o patriotismo, e onde o nico par-
tido poltico que acha conveniente confes-
sarseus principios rcaes he a aquello que
presentemente est sendo julgado pelo su-
premo trihunal em Versalhcs.
Km um tal estado de cousas urna ligeira
causa pode bastar para occasionar tima des-
inteltigencia siria entre os diversos elemen-
tos da maioria; o as consequencias qtio teem
ja resultado do rclalorio do Mr. Tliiers so-
bre a expedigilo romana provam a existen-
cia de difTereircas importantes entre o go-
verno actual e o partido, pelo qual tem sido
ale hujo sustentado. He possivel que na
presente occasiilo estas dilTeren.-as possam
ser reguladas ou pelo menos occulladns,
comquanto isto mesmo seja duvidoso ; po-
rm porsua natureza ellas silo to profundas
o tilo renes, que nio pdem deixar de con-
duzir a consequencias n.ais serias.
Mr. Thiers, depois de consideravel hesi-
taclo, tomou sua posi^ao frente do parti-
do mais reaccionario da asscmbla. Elle
sabe bem que esto partido, o qual he em si
mesmo a mais forte sec?o da legislatura,
su requer um chefe para levar al ao fim a
sua resistencia revoluc3o,tanlo na Franca,
como nos outros paizos. Sua elocucjto f-
cil e seus talentos praticos sSo calculados
para produzir o maior clicito sobre a nume-
rosa clasac dos polticos tmidos einexpo-
rientei que agilacSo dos lempos temreu-
narchia possa rrcrutar urna maioria ultra-
consorvailorn na assemlila da repblica.
Se tal fr a sorto do grande partido que a
liaran frunceza requer para a restauraran
da ordem o da paz, nada podo ser mais fatal
a seus verdadeiros interesse-, e a seus sue-
cessos occasionaes. Para taes deveres as
prinieiras condicOesslo principios elevados
e rcsiducio intrpida : a sorle deploravel de
Mr. Thiers tem sido coioprometlcr as mais
elevadas pnsicoos e arruinar aquelles que
nelle teem confiado, porqnanto estes prin-
cipios liie la 11 a m, e as grandes emergen-
cias esta resnluc.ln o abandona. A queda
de 1836 e a de 180 pdem ser esqueridas,
porm n historia nflo absolver o ministro
que ordenen s tropas que se retirassem, e
depois fez urna retirada vergonhosa da c-
mara dos deputados a 21 de fevereiro de
1818,
Tal he todava o bomem que nfln s aspi-
ra a dirigir n maioria da asscmbla, sonilo
que tem j comecado urna artiva rampanha,
fazenilo um desalio poltica do presiden-
te. Nflo foi or inadvertencia que. Mr. Thiers
omittio toda n allusiio om seu relalorio
fumosa carta de l.uiz Napnloffo ao coronel
Ney ; pelo contrario, todo o espirito do rea-
tono est em contradiceo com as detas e
condices mais libernes,segunlo as quaes o
governo e o prcsidenle'tinlian pmiessado
obrar. Liles tintiam feito da amnislia, da
seeulansacmi do governo papal o da inlro-
durfilo de leis reformadas condices essen-
ciaes; Mr. Thiers declaren em nome da
commissiloque eslava promplo para aceitar
as ultimas Consequeocias do nina restau-
rn^o papal, livre de qualquer empeulio se-
lio, odioso ao povo romano o injurioso a
Franca. F.sta conteslaco produzio urna
criso. A existencia do ministerio parecen
ser ameacaila, e o caraeler e a poltica do
presidente foram poslos em questo lano
romo os do seu governo. F.xplicaces quo
dizern ter conjurado "psrigu livernni lu-
gar, porm estas iransacc/ies moslrnram
claramente que o commando real da maio-
ria nocsl as milos dos ministros, porm
na de Mr. Thiers ; quo debaixo do sua di-
reccito e ins|>irar.no ella lio mais reacciona-
ria do que o ministerio ; e que tem tilo pou-
co respeito ao presidente, que o pfi9 na ne-
cessidade do esenlhcr entro um ahandnno
humillinnte do suas pro: rins opiniOes, ain-
da quatulo obviamente dictadas por um arto
generoso o una poltica esclarecida, outn
aberto rompimento. Um tal conflicto he o
resultado inevilavel dasdisposiQuesda cons-
tituidlo franceza, a qual creou e oppoz um
aooutro dous poderes iguaes, permanentes
0 rivaes ; elle he aggravado pelo caraeler e
posico dos homens que se achatu investi-
dos uestes poderes. Desta sorte um e ou-
lro existen! debaixo da amojea, ou da len-
tacSodo golpe de estado que un dia corta-
r o insoluvel problema.
Se circunstancias occorrercm que allie-
nem de LuuNapoleHo aquellos partidos que
no principio se reunirn em redor dclln e
aceitaran! asna cleico ; seos legitimislas
estivercm promptosa arriscar a sua causa
por qualquer manifeslaQio clara da polti-
ca indiscreta do seus cheles o pelo phanalis-
mo do seus ailhercntes contra os tlesejos
do pro|irio conde do Chambord ; so Mr
Tliiers imaginar quehevinlo o momento
em quo pode assumir a direceo, un pelo
menos a iuspecQao irres onsavel dos nego-
cios com o socorro do corpo los cidadflos,
dos orleanislase alarmistas { sea minioria
ropublirana persistir cm procurar rcalisar
suas nticas cliimeras; o partido de Luis
Kapol-'AO achar-scha reduzido a mui li-
mitado numero na asscmbla, e fra da as-
sembla sou mais firmo apoio estar no
exereit. Sua popularidadesemduvid nio
lem ahi diminuido, e sua conducta para r im
as tropas, tanto em Franca como na Italia,
lem sido judiciosa eelTecliva; porm tentar
a soluciio de taes dilliculdades por meio de
um golpe de estado he evidenlemenlo pern
goso no mais alto grao, o comquanto taes
expedientes possam parecer possiveis se
nio pravsvcis em IraiiQa, he do interesse
do lodosos homens, aobretudo he do in-
teresse da naco, evitar qualquer calas-
trophc repentina, a qual daria osignal para
urna erupcao de todas asfacg0es.de todas
as divisOese de todos os bandos poKticos
que iufcslain opaiz, tanto etn cima como
cm liaivu de sua superficie.
les que sodennminam
amigos.
seus coitsclheiros e
( 7BIM.
IWRIMWPRWHRIICO.
RECITE 23 DE NOVEMBHO M IMt,
Fstas cousas nio p lem durar. O edifi-
cio he construido sem solidez de material
ou de estructura, e tollosos elementos que
teem successivsmente destruido os mais po-
lerosos governos do seculo passado estilo
j guerreando contra elle. Com ludo, nu-
tra vez o dizemos, nio he tanto pelas faltas
deste governo, qurem sua forma, qurem
suas medidas, como pela presente desgra-
nada constiluifilo da propria sucio lado, que
a nco franceza est a cada hora ameaQada
le cr<*scente ruina. A democracia tem la-
teralmente arruinado e derrocado as co-
lumnas o baluartes do estado, de sorte que
nada resta para ser destruido senioa pro-
priedade cm sua forma primitiva ; e ate esta
mesina he atacada. O estado moral da na-
cflo he anda peior, pois quo toda a le, todo
o contenlamcnlo e toda a confianza as
leis e instituicOes do paiz se acham aba-
fados, m
Tomos vista varios exemplaros dn Dia-
rio do Governo do lshoa, dalados.q^13a 2i
do passado.
Luanlo com duasopposlccs, usjm das
quaes he ultra-domocrata, o a outr? jup-
posto quo dominada pelos mesmor ptinri-
pios que auini un os actuaes agentes do po-
der, todava no est de aerrirdo com ellos
quanto aos meios do desenvolver esses prin-
cipios, c por conseguinte desoja que o go-
verno se desquite da poltica do tolerancia
e Justina que so lem prooosto desenvolver;
hitando rom las opposices, repelimos, .
o actual gabinete de. Sua Mngesta le Fideiis-".
si ni a i'ir tinuava a proceder do niinlii a lieu-
tralis i-las, ou ao menos a dcspovoar-lhes as
lileiins de lodosos homens que, conscion-
ciosos o iiui:::i s dn sou paiz, nada hesitam
em prestar apoio franco o leal a um gover-
no i|ual'|iiiT, logo que so convencem da
sem-rnso com que liusrnm rontrariar-lha
a areno alguna individuos que procuran)
descoureitua-lo, antes por sedo de mando,
do quo por desejo de promovreni a pros-
peridade da liarn que pertencem.
E,0 quo he mais, supporr.os que dentro
em breve atunara ao seu alvo ; visto como
responde s invectivas da impronsa oppo-
sirioni-la com fados que desmoronam
cnmpletamento os reductos em que s; ella
enrastella para atwa-lo.
Occupando-se deste assumpto, a fulha
ollicinl, cuja recepclo j aecusmos, diz em
o u. 2 de l.'i de oulubro :
A imprensa da opposic.?o brada em al-
tos clamores, que o governo he incapaz de
dirigir os negocios do estado. Atiesta que
elle no tem scienria para ronceber, nem
acliviilndo para ohrar. Repele incessante-
menio que elle nuda lom fetto, nada moa-
Ira querer fazer. Itcpete todos os dias, em
phrases altisonantes, que os negocios cor-
rem an acaso, a causa publica revelia, e
o paiz A su a ruina completa.
ii Se estes clamores teem por fundamen-
to a verdade, lio de adiar eco na opiniflo
publica, e esta por conseguinto deri lir so-
la en lavur dn op;iosicio, c contra o go-
vorno ; porqnanto, se a imprensa da oppo-
steocst habilitada pela Ihcoria para a-
preriar os actos c fltas da administracio,
muito mais liabiliado esta o paiz pela pr-
lica para julgar da jiislica de semelhante
apreciaco.
i Tcrflo, pois, os lirados da imprensa op-
posicionista encontrado eco no paiz ? Ta-
rn as suas arcusaces frito impressSo nos
nimos? Teriio as suas palavras convenc -
loo publico deque o governo nada tem
telto, nada sabe Tazar, nada quer obrar, e
le nada he capaz ?
n Se teem convencido, deve a convicco
do publico mostrar-so pelos evidentes sig-
naos por onde semprc cosluma patente-
ar-se.
Se a nacn est, pois, capacitada de que
o governo he tal qual a imprensa da oppo-
sjflo Ih'o pinta ; se vC que nada Ihe deve,
e nada lem delle a esperar, coine?a por ne-
gar-llio todo o auxilio o apoio.
Querendo caminhar logalmenlo naes-
Irada constitucional, como os seus proprios
interesses pedem, trata, na primeira cam-
panil i cleitoral, de arrancar-lho das mos
as redeas da goveman^a, que lo mal diri-
ge. Mas, cmquanto nflo chega oste momen-
to, faz ouvir as suas queixas de lodos os
ngulos do paiz, e confirma essas queixas
Hgasaudi> toda e qualquer cooperado, nflo
^lm o governo propriamcnlo dito, mas
com as autoridades, suas delegadas.
L nflo s nio coopera, mas evitar cuidado-
samente o mais levo signal que paraca sig-
nificar cooperado.
< E o quo he que estamos vendo ? Vemos
que, quando o governo precisoude obler
um adianlameuto solire a decima, prestou-
Ihe meios o corpo do comtnercio com con-
dicOes tan vantajosas como at all nio as
alcanzara o thesouro.
Vemos que, recorrendo o governo ao
mesmo corpo commercial para o auxiliar
com os meios necessarios para levar avan-
te a medida sobre asnolas, vai obtendo o
auxilio ainda com mais ventajosas con-
dices.
Vemos que, tendo o governo mandado
pelrssuas autoridades convidar os povos
para concorrerem pira as obras das estra-
das e outros melhoramentos, os povos vilo
annuindoda melhor vontado ao convite,
oflerccendo uns dinheiro, outros mate-
riaes, muitos fornecondo meios de trans-
porte, e muitissimos, que niio pdem dis-
pr de mais do que da frca de seus bracos,
prestando-se voluntariamente para todo o
servico.
Tudo isto nflo he um simples indicio
da cooperaeflo que o paiz presta ao gover-
no : he mais, muito mais. Ha o proprio fac-
i da cooporacao; sfio as proras irrecusa-
| MUTILADO



veis que a demonstram. E.'se ella existe, Iss occorridaal hoje. Declaro quo a"repo-
de porque a verdadcira opinita publica he sigilo .le que falta o formal do partilhas
fnvoravokao governo. E nentum governo
roncilia^m sen favor a opinita puhlica.
sen que se faca digno della pelos seus
actos.
Isto escrevia o contemporneo a il do
pausado, e a 17 a praca do Porto, como que
vindo em seu auxilio, como quequerendo
provar com maisumfacto, que o govorno
portuguez vai fazendo rriiasivr a confian?
eo crdito, emprestava ao mesmo governn
132 contos porconta dos 24-9 que elle tora
autorisado a tomar sobre notas do banco
de Lisboaf mediante o juro de 9 por cento,
que as actuaos circumstancias linanceiras
daquelle reino n.to pode deixar do ser con-
siderado como mdico, e muilissimo ra-
soavel.
As datai de llespanha alcancavam at 44
de outubro.
A 30 doviam reunir-se as cortes daquelle
estado.
Por decreto de 5 Sua Magestado Calholi-
ra nomeara mais t9 senadores.
Semelhanto nomeacta fra parle p ara que
o numero de taes legisladores ficasso eleva-
doa 276, dos quaes20 professam 0,0O6>l
progresistas, eoulros tantos silo do parti-
do do antigo rgimen.
O Heraldo de 12 diz o seguinle sobro o
estado de completo socogo em que s aclia
todo o reino hespanhol :
Com satisfacta vemos, pelos correios
que recebemos todos os das das provin-
cias, quo as queslOes polticas parece irem
all totalmente esquecnilo os povos, que
,,', curam do que convm a seus interesses
malcraos. O anniuiciode grandes re for-
mas emelhoramentos os teem l'cito conce-
(r grandr9 esperancas de adismento e
eommodidades; sendo isto o que nicamen-
te serve de thema, tinto sos peridicos do
provincia, como as repetidas cartas quedas
memaso remeilidas.
S Altoja Real a Serenissima infanta D.
I,Miza Carila era esperada na cidade do
IlupIvHseJftn seu augusto esposo.
"ora levantado o estado de sitio em Va-
lencia, por err-sc quea. enerecas provi-
dencias docapta-general I). JoBo Vilialon-
ga bastariam para exterminar as pequeas
quadrillias de bandoleiros quo linda infes-
tavam aquello dislricto militar.
Celelirra-se ccim a devida solcmnidade
6 anniversario natalicio de S. M.a rainlia
I). l2"bel, a qual mandara distribuir nesse
dia 10,000 reales de relian pelos estabeleci-
menlos de beneficencia.
Alm das ordinarias demon.stracops do
jubilo com que fura festejado aquellc ani-
versario, bouvera, por occasita delle, um
esplendido jantar, dado pelo duque de Va-
lencia, presidenta do concelbo de minis-
tros, ao qual, segundo o Diario do Gover-
no, comparecern lodos os membros do
rorpo diplomtico ; todos os ministros, me-
nos o da justica, por se adiar gravemente
enferma a sua esposa ; o patriarcas das
ludias; varios senadores e deputados da
msioria e mimoria dos corpos collegisla-
dores, nolando-se no numero dos ltimos
os deputados Mcndisabal e Sgrli; alguns
nio est incluida em o nosso ajusto, porque
pertence a meu cunhado Manoel Joaquim
Lobato, sondo que com esto tenbo contas
de encontr s fszer.
Recife, 24 de maio do 18t9.
Passoi dous do mesmo tenr, para ficsr um
em meu poder, asignado pelo procurador
bastante do Sr. Lobato. Era supra. Ma-
nat de Almtida Lopes. Joo Ribeiro da Cu-
nta, procurador.
Como IcsMmunlias. Jisquim Jos da
l'onseca. Theoloro de Almcida Costa,
desposta dada pelo advogadodo Manool de
Almeids Lopes nos autos movidos por os-
le no juizo de orphilos : escrivta Gui-
ndales.
Ofnbargante enlregou ja ao meu cons-
titaJte,BlanoeldeAlineidaLopes,oquinhiIo
hereditario que tocou sua lilha.mullier do
meu constituinte, as partilhas que so
procedeu por morte de sua mulher. Est,
pois, sstisfeito o eoibargado, o por isso
nada mais tem a dizer na presente queslflo
que se ullimou com a onlrega do que pe-
dia o embargado. S C.t'onceca.
Itases ou sustenlaeta dos embargos pelo
advogado do embargante Joaquim Loba-
to Ferreira.
Meu constituinte, nos embargos a n. 21,
mostrs competentemente que nada restava
a entregar ao autor Manoel de Almcida
Lopes, como admistrador de sua mulher, e
illia do mesmo constituinte ; e comprovou
esta verdsde com o recibo a fl. 25, no qual
nio dcixaa menor duvida do expendido, e
mais provado com o documento a II. 24.;
dinbeiro de primor que o mesmo autor
recebeu sem pagar premio algum al o
presente, negocio esle de pal para lilbo, e
nio para um que, estando assim preenchi-
do.usa de violencia contra o seu bemfoitor !
Emlim, convencido o mesmo sulor desla
verdade, por o juizo do civel da segunda
vara, escrivta Santos, se acliam acommo-
dados desistindo-se de qualqucr pleito, e
dando-se por saldos de todas s cotilas, cu-
ja concordata foi julgnda por sentcnes po<-
o mesmo juizo, Picando ssim cxiinctn esta
aceta, como se vida rasposU do atlvogado
do mesmo autor a II. 30. A' vista, pois, do
que dos autos consta, assim se espera de-
ferido poro merelissimo Sr. julgador, pa-
gas pelo mesmo aulbor as cusas, como de
direilolie.
Itecrbi do Sr. Joaquim Lobato Ferreira,
a quanlia de cento e vmto mil ris em no-
las de dinbeiro correle deste ioipcrio;
quantia esta procedida do urna canoa
alierta para carga que me comprou, e que
pode dispr drlla como sua (|ue be, e lica
sendo de hoje para sempre; o para sua cla-
reza passei o presente, por mim assignadu,
perante as Ustemunhas abaixo avsiguadas-
Cidade du llecife de Periiambucn, 3 de se-
lembfo do 1849.Jlo Rodrigues Never.
Como lestemunba quo esto liz, Joio
llaptista Paula da Silveiu.Jo.lo Jos de
Vasconccllos Souza.
Sr. reductor. -- Itogo a Vmc. o favor do
mandar publicar no seu Diario as prece-
dentes copias dos proprios originaos para
tsar-
nacional vendeu-se de 100
a 105 rs. por libra do a mu-
* rollo.
Toucinho-------Vendeu-so a 7,000 rs. por
arroba do de Lisboa.
Vinagre---------dem de 45 a 50,000 rs. por
pipa do do Portugal.
Vinhos ----- dem de 125 a 127,000 rs.
por pipa do de Lisboa Pltll,
e de 100 a 115,000 rs. do
de outros autores.
Velas ----- dem de 9 a 10,000 rs. por
arroba das de sebo, e de
720 a 740 rs. por libra das
de composicfto.
O nosso porto est bem prvido de na-
vios, porquanlo sobe a 90 o numero dos que
se acliam boje-ancorados nolle, a saber:
2 americanos, 2 austracos, 40 brasileiros,
1 dinamarquez, 6francezes, 2hamburgue-
zes, 1 bespanhol, 2 liollandezes, 1 honore-
riano, 18 inglezes, 6 porluguezes, 6 sardos,
e 3 suecos.
generses ltimamente viudos do exercito Ique o publico faca justic.a imparcial des-
de l>. Carlos ; os inspectores goraes do exer- I orientada c mal fundada replica, mandada
/publicar no seu Diario n. 229, de 13 do ou-
tobro prximo passado, mais as publica-
i;0es de 31 do mesuio e 16 do correle, pc-
cito ; as autoridades civis e militares da ca-
pital, etc.
Tinha-se por certo que se achsva lavrado
um decreto mandando reunir os cargos de
intendente com os de clicfe poltico em to-
das as provincias menos a de Madrid, e ro-
solvendo que os novos magistrados se de-
nominen! governudores de provincia, e von-
cam o ordenado annual de 35 ou 45,000
reales.
Em considerarlo ao valor, Odelidade e
disciplina com que militaran! na Caalo-
nba, Valenca, Arago, Navarra e provincias
vascongadas, as pravas do exercito que to-
msram parle em taes campanhas iam contar
mais metade do tempo do respectivo servi-
do, afim de podrem oblcr suas baixas.
Segundo o Popular, o governo hespanbol,
de aecrdo com o gabinete de Pars, dera
j alguns passos junio a corle pontilicia pa-
ra que seja ampliada a amnista concedida
por Pi IX.
Certa gazeta ministerial assegurra quo
ia ser reconhecida a elfi ctividade dos pos-
tse einpregos concedidos pelo duquo da
Victoria, anda que com algumas excep-
coes.
S. M. Catholica autorisra com ciregium
exequtur nomeacta do cnsul geral da
Austria em Barcelona D. Vctor Giben, que
eslava exetcendo piovisoriamenle aquelle
cargo.
(.hegara a Madrid com liecnca o Sr. I).
Manoel Bertrn de Lis, ministro plenipo-
tenciario de S. Kl Calholica junto corle
deTurim.
Fallecer repentinamente naquella capi-
tal o tnarquez de Vlla-Garcia.
Na madrugada do 6 fizera-sc de vela a
fragata hcspuiiholu La-Ferrolana, destinada
a viagetn de circum-navegaeo do globo,
levando a seu bordo os missionarins que
conduz Nova-llollanda ; o bispo de Porlo-
V'icloria, li. lenlo Sena, com seus familia-
res eoulros inuitcis ccclesiasticos.
lo chele das mentiras, o ro das tentativas,
Manuel do Almeids Lopes.--Cuntinuar-se-
ha.Itecifo, 23 de novembro du 1819.
oat/uim Lobato Ferreira.
CGME^JO.
ALFANDECA.
Itcndimento do dia 24.....14:228,390
CONSULADO GERAL.
Ilendimento do dia 24.....1:575,159
Diversas provincias....... 68,592
1:643,751
I.
R'ublica^Ao a pedi
Recebi do Sr. Joaquim Lobato Ferreira o
quinhflo hereditario que lucou a minha mu-
lher, I). Vicencia Mana de Jess, na partilha
que se procedeu por niorte de sua nfil,Ma-
rianna He Jess, casada que foi com u mes-
mo Sr. Lobato, o qual quitihao, con.o cons-
ta do formal de partilhas, consiste em di-
vidas aetivs, escravos, una canoa o parte
em um le reno ; sendo que daquellas divi-
das recebera ligninas o Sr Lobsto na im-
portancia decenio eoilenta eoito mildu-
zentose dezoilo res que ir.e enlregou em
moda correnle. A parle do terreno aqui-
nboada u.iolia mulher ser tirada da fren
le do le reno em alinbamento da ruada
Concordia; e para casa lirada ou div'sao
eu e o mesmo Sr. Lobato nomearemos peri-
tos, por assim bavermos tialado. Ficamos de
conlas saldadas al boje, sem quo um liras-
se devendo a oulro^ porque estamos reci-
procamente pagos das transan,Oes e de lu-
das as cuntas baviilas entre nos, sendo que
ao fazer desie llie entrego em moda cor-
renle a quantia de duzenlos e oitenla e seis
mil novlenlos e oilenta e dous ris, sal-
do que fiavia a seu favor. Fui lempo ne-
nhum o Sr. Lobato ou seus hordeiros pode-
ro bavor de iiiim ou de ineusherdeirus
cousa alguma a qualqucr prelexlo.por con-
(t, trssusacroes ou por outra qualquer coh-
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dia 24.....1:052,419
PIUCA DO RECIFE, 24 DE NOVEMBRO DE
184, AS 3 MOKAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios No principio da semana
saccou-sc a 28 d. por \g rs.,
e nos nltioios das a 28 1,2
d. Esto proco conse va-se
firmo.
Assucar- As entradas do cnsaccado
anda nio avultani.ein cou-
sequenca de terem os cu-
genhos principiado a moer
tarde. Nio bouve altera-
.fio nos procos.
Algodilo--------Ten lo chegado noticia de
liavcr mclliorailo na Euro-
pa o preco deste ai ligo, a-
conteceu que tiviSS ello
um augmento do 400 rs
por ai i ola ; tanto que o de
primeira sorle vendeu-se a
5,200 rs. por arroba. Vie-
nim ao mercado 832 saceos
Jouriis--------- Fizeram-se algumas vendas
a 90 rs. por libra.
Racalbo Tivemos esta semana um
carregamento de Terra-No-
va que foi vendido corea
do 8,400 rs. por barrica.
Helaliiou-se a 9 000 rs., e
Hcaram ior vender 9,000
banicas.
Carne-secca- Eutiaram tres carregMnon-
inunlos depoig da ultima
revista, com os quaes foi o
deposito elevado a 95,000
arrobas. Vendeu-se de
2,000 a 2,600 rs por arroba.
Cera amsrella Vendeu-se do 610 a 700 rs,
pnr libra da de Angola.
I'arinlia do trigo As vendas fram regulares
aos precos do 14 a 19,000
rs. por barica conformo a
qualidade. -- Ficaram o ni
ser 6,500 barricas.
Manteiga Vendeu-so de 440 a 48} rs.
por libra da ingleXSt o de
430 a 450 da franceza de
vacca.
Potassa I Jem a 160 rs. por libra da
n cional.
Presuntos------dem a 13,000 rs. por arr
roba dos do Porto.
Psios--------- dem de 2,700 a 2,890 rs.
por duzia.
Sabio ----- N8o ba estraogeia, -- 0
iVIovmento do Porto.
Navios entrados no dia 24.
Buonos-Ayres 21 das, barca inglcza Na-
ry-Quen-ofScnts, de 246 toneladas, capi-
lo Wiliiaffl Willcox, equipagem 13, em
lastro; a James Crabtree & Companhia.
Peni 80 das, briguo inglez ffyperion, de
241 toneladas, capillo Whilano, equipa-
gem 13, carga lila o guano ; ao capitn.
Vem refrescar e segu para Wil-ln lus.
Rio-Grande do sul 33 dias, briguc brasi-
leiro Juno, de 180 toneladas, capito Joiio
Francisco dos Santos, equipagem 13, car-
ga carne ; a Amorim Irmlos.
Terra-Nova 37 dias, barca americana Ca-
lifornia, de 299 tonel'1 is, capitno Wil-
liam Slate, equioagem 9, carga 2,519 bar-
ricas com bacalbo ; a James Crabtree &
Companhia.
libado Trindade 42 dias, barca ingleza
huphrales, de 380 tonelas, capillo David
Me. Konzie, equipagem 20, em lastro ; ao
capillo.
Navios sahidos no mesmo dia
Gibrsltar Caico hespanhol Ktperancn, ca-
pillo Jool'eza, carga assucar ealgod.lo.
W'il-lndus llaica ingleza Nanj-Quen-of-
Scots, capitiuW. Willcox, em lastro.
Navios entrados no din 25.
Buenos-Ayrns 23 das, brigue hrasileiro
l'rincipe-D -A/fonso, de 216 tonel olas, ca-
pillo Francisco da Silva Aveleda, equipa-
gem 12, carga carne ; a Manuel Joaquim
liamos e Silva.
Gibrallar40 dias, polaca portUgltezi llom-
l'im, de 109 toneladas, capillo Joilo Mon-
des, em lastru ; a Olivcira Irmlos. Passa-
geiro, Arrellano Augusto de Oliveira,
Braaileiro.
Babia 17 dias, garopcira brasileira Con-
ceirtto feliz, do 37 toneladas, capitn Luiz
Antonio da Silva, equipagem 6, carga l'a-
11nlia de mandioca e Jacaranda ; ao capi-
llo, Passageiros, Pedio Gabriel do Espi-
rito Sanio, Brasileiro ; e 1 cscravo a en-
tregar.
Navios sahidos no mesmo dia.
Baha e Rio-de-Janeiro Corveta portugue-
za D.-Jodo-l, commandante o capil.to-
teili'lite Izidoro I ranri-ro l.uimaro, s.
Santa-Helena Barca ingleza Evphrates,
eapilSo I). Me. Kenzie, em lastro.
Liverpool pela l>arobiha Galera ingleza
Rafael, capitilor Georgc llera'd Brown,
carga assucar.
Lu commisslu Vapor de fguerra nacio-
nal Urania, commandiuito o primeiro-
tcnente Joilu Joaquim da Silva Gul-
mariles.
Em cummissSo Transporte brasileiro Pi-
rnpama, commaudaulc Gamillo Lelis da
Fonseca.
KUITAE^.
Pela inspectora da alfandega se fa7-
publico, que no dia 26 do correnle mez, sn
hilo do ai reinar em basta publica na porla
da mesiiia, depois do meio-dia, 10 corles d"
vestidos de oassa bordados, por faclura um
5,600 ris, total 56,000 ris ; impugnados
pelo segundo escriplurario Antonio Fran-
cisco de Muura, no despacho n. 476 de boje
(litado, sendo Jila uiremalaglo subjeita a
direitos.
Alfandega de Pernambuco, 23 de novem-
bro do 1849.O inspector, Luis Antonio de
Sumpaio Xianna.
Pela inspectora da alf-mdega se faz
publico quo no dia 26 do coi i ente se hilo
de arrematar ejn basta publica na porta da
nii'-ni', depois de meio-iiia, 199 duzias do
brincos duorados, por faclura una duzia
2,574, total 308,450 ris; 228 duzias do di-
tos, una duzia 1,000, tolal 228,000 tis ; 16
grosas de dilos, nina grosa 16.600 iois, to-
tal 256,000 ; ti duzias de lnulas de bfalo,
una duzia 3.000 ris, lutal 18,000 ris ; 6
duzias de uculus com aros de bfalo, urna
duzia 5,000 ris, lutal 30,000 lis ; 38 du-
zias de | roles linos de cliifre a imitacilo de
tartaruga para alisar, urna duzia 2.800 lis,
total 106,400 ris ; 36 duzias de bengalas,
urna duzia 2 780 ris, total 100,080 ris ; 6
duzias de bolries duurados para abertura,
urna duzia 140 ris, lutal 840*Jtis; 18
grosas de ditos para abertura, urna grosa
2,000 rs., total 36,000 r. : ludo impugnado
pelu guarda Joilo Gregorio dos Santos, no
despacho por factura n. 419 de 22 do cr-
reme, sendo a anemalacilo subjeila ao pa-
gamento dos direilos.
Alfandega de Periumbuco, 24 de novem-
bro de 1849.O inspector, Luiz Antonio ds
Smnpaio Yiannn.
Pela inspectora da alfandega so taz
publico que no dia 27 do correnle, depois
do meio-dia, a porla da mesilla, ae bao de
arrematar em Insta publica 30 camisas de
brotanha, por factura urna 1,000 rs. total
30,000 rs impugnadas pelo amanuense Jo-
s Francisco dus Santos Miranda, m> des-
pacho por faclura sb n. 480do 19 do cor-
relo : sendo dita u remataran subjeila aOS
di re los.
Alfandega de Pernambuco, 24 de novem-
bro de 1849. O inspector, Lui Antonio de
Sumpaio Vianna.
Pela inspectora da alfandega se man-
da fazer publico que se pretende comprar
3000 libras de zincu em fulhas para a cuber-
a do lerceiro Unco da ponte da mesma al-
fandega : as pessoas que as quizerem ven-
der, dirijain-se a dita reparticao durante as
horas do expediente.
AITandega de Pernambuco, 13 de novem-
bro de 1849. O inspector, luis Antonio dt
Sumpaio rianna. I
Declarares.
-- O arsenal de guerra compra quatro-
cenlos meos de sola cortida, doze duzias
do tabots de pinbo de assoalb >, e dez mil
pelras de forir para armas do adarme 17 :
quero taes gneros tiver de boa qualidade e
os quizer fornecer, pmler comparecer na
sala da directora do mesmo arsenal no dia
26 do correnta, munido das competentes
amostras, e proposla. at
Pera segunda see#> da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do dia
primeiro de dezombro prximo vindouro se
principia a contar os 30dias para a cobran-
za a bocea do cofre da decima dos predios
urbsnos das freguezias desta cidade e po-
voac.lo dos Afogados, do primeiro semestre
do correnle anuo financeiro de 1849 a 1850,
e que, lindo este prazo, ficam subjeitos a
pegar os proprielarios, alm do principal
de sous dbitos, a multa de 3 por cento.
O luiz municipal da primeira vara mu-
dou a sua residencia para a ra do Hospi-
cio, casa n. 39.
' <>m|>anlia de Bcberibc.
Por tifio so baver reunido numero sufli-
ciente de sccionistas no da 20, fui espassa-
da a rcunilo para terca-feira, 27 do corren-
te, pelas 10 lloras da manha, no escriplo-
rio da companhia. O director roga aosSrs.
accionistas quo no dexem de compare-
cer a essa reuniSo no dia e horas marcadas
SUBDF.LEGACIA DES.-JOS'.
Acha-se preso a ordem desla subdele-
gaba o preto Agostinho que diz ser escra-
VO do Jos Joaquim Correni : a 0,110111 per-
tenuer o mesmo, queira comparecer em di-
ta subdelegada com seus ttulos, afim de
se man lar entregar o referido escravo.
CORREIO.
A barca portugueza Ligeira recibe a ma-
la para Lisboa 11 -j dia 28 do cjrrente.
1111 mn ..... 1
Keparlir-fio da polici.
IIm e Exm. Sr.Das parles diarias boj
dirigidas esta reparlicto, consta terom si-
do presos : minha ordem Jlo Barbosa de
Souza, cojo motivo nio me Inven lo sido
declarado, IctlIlO nc-da data pedido ex-
nha, na ra do Vigario, n n.
Para a Babia sal,ni presento semana,
o' hiato Flor-de-Cururipe : quem no mesmo
quizer carregar, ou ir de passagem, dirja-
se a rua da Cruz do Recife, n 62.
Para o Itio-de-Janeiro a polaca brasi-
leira Socledade-Feli:, capillo Manoel Anto-
nio dos Santos, sahe com a maior brevida-
de possivol : quem na mesma quizer carre-
gar ou ir de tiassagcm, dirija-sc a seos con-
signatarios, Oliveira Irmlos & Companhia.
Vende-50 a barcaca Santa-Isabel, loto
de 18caixas, de boa construccilo nova e do
excellente marcha, a qual se acha Tundeada
no caes do Ramos : quem a pretender, diri-
ja-so a ra do l.ivramento, n. 26.
Para Lisboa sabe, com a maior brevi-
dade possivel.u brigue portuguez Concei-
cdo-de-Maria, por ter a maior parle de seu
carga prompla : para o resto e passageiros,
para o pue tem excelleniescommodos, tra-
ta-se com os consignatarios, Thomaz de
AquinoFonsoca&Filho oa ra do Viga-
rio, n. 19, primeiro andar, ou com o capi-
tno na praga do Commercio. %
Para a Babia sabe, em poucos dias, a
sumara Plor-do-kngtlim, meslre Bernardo
de Souza, por ter a maior parte da carga
prompla : para o restante e passageiros
trata-se com o mesmo meslre ou com Luiz
Jos do S Araujo, na rna da Cruz, n. 38.
Para a Parahiba sahe impreterivel-
mente at o dia 28 do correte, o bem co-
nhecido Inate Parahibano, meslre Nicolao
Francisco da Costa, tendo j mais da meta-
de da carga, o qual offerece com modos pa-
ra passageiros : quom pretender, dirija-sa
ao trapiche do algodfio a tratar, ou com o
meslre a bordo do mesmo hiate.
Leitues.
O corretor Oliveira far leililo, por or-
dem do capilfio Edward Wild, e por conta
e risco de quem perlcncer, de urna poreflo
desablp inglez, cormibos (curranls), ce-
radinha, sag, assucar, caderas, mesas,
lindos relogios do cima de mesa, e mullos
outros srtigos proprios para suprimenlo de
Bivios: segunda-feira, 26 do correte, g
10 horas da manlia, no seu escriplorio ds
ra da Cadeia.
Leililo de 30 caixas do superiores quei-
plicacjtos ao commandante do corpo poli-,.
cial; S orden, do subdelegado de Saulo-I J\ nocaes <1 Alandega : segunda-feira,
Antonio o pardo Thomaz da Silva, por em- 26 do corren a, as 10 horas da mantilla.
briaguez ; ordem do subdelegado da fre- I Fox 'Irolhers farlo leilflo, por nter-
guezia 'de S.-Joso a prela forra Anna, por
suspeila de crime de furto; ordem do
do sol.lega.lo da freguezia da Boa-Vista o
crioulo Manoel, escravo de Jcainlho llote-
llio de Mosquita, conforme requerra o res-
pectivo senhor ; e do subdelegado de um
dos districlos dos Afogados o pardo Valen-
tn), Izidoro por corrccQio.
O delegado do polica do termo do Cabo
coinmunicou-me,por odiciode 15 do corren-
te, que na freguezia de Ipojuca lora ferido
Jolo de Oliveira, e na do Cabo gravemente
com dous tiros o inspector de quarteirto
Jos Salgado de ^Ihuqueique Maranho,
sendo p'rs is como indiciados nesle ultimo
(tentado dous individuos cujos nomes elle
nio deelarou.
O delegado do termo de Santo- Antilo, om
ollicio de honlem, participa que, no dia 12
do crlente,fOra espancado Cyprianno Luiz
da Paz Jnior, e quo, em vista das provas,
conhecra que o pardo Salvador'Antonio
Rodrigues ti lia sido o perpetrador de su-
melhante atlentado.
O delegado de polica do termo do Bonito,
em ollicio de 15 deste mesmo mez,participa
que no dislricto do Cnpoeiras fra morlo
por urna palrulha cin acto de resistencia o
perverso e turbulento Manoel do Carmo, a
quem o respectivo subdelegado mandara
prender em consequencia de denuncia que
Uvera de acbar-se clle.encarregado de alu-
ciar gente para as lileiras dos grupos rebel-
des sboconiniaiido dos facinorosos Cac-
tano Alvese Pedro Ivo.
O delegado do polica do IcrmoJeGara-
nbuns participa quen a freguezia de Agoas-
Bellas fra murto Jos Perora da Silva, que
fazia parle de urna palrulha, por quem o
subdelegado daquelia freguezia mandara
prender a dozc ludios por eslarem tingui-
jando um poQO, (o nico que all existe para
a bebida dus gados; sendo quo tal morle re-
sultara da resistencia dos ditos Indios que
infelizmente se poderam evadir.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 21 do novembro do
1849.-Illm. eExm. Sr. Honorio llermto
Carnero Lolo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia.O chele de poli-
ca, Jeronyma Martiniano Figueira de Vello,
venclo do corretor Oliveira, de grande va-
rela.le de fazendas ioglezas, todas pro-
prias do mercado, para fechar conlas ; e as-
sim mais, em preseuca do Sr. delegado do
consulado da repblica franceza, da una
caixa com chapeos de seda, avariados a
bordo do navio Guslavo-l, na sua recenta
viagem do Havre para este porto: ler-
CB-feira, 27 do correte, As 10 horas da ma-
ntilla, no seu armazem, ra da Cadeia do
llecife.
O corretor Oliveira fara leiliio, por
conta e risco de quem perlencer, da ele-
gante c moderna armacHo toda envidracada
da loja do Sr. Churdn, o todas as merca-
dorias que a mesma conten, sendo rico
candienos de porcellana para gaz, globos
de vidro para candeiro, vidros e pelten-
ces para dilos ; panno largo encerado para
cobrii mesas, perfumaras, li eos, objectos
de moda, fitas de seda, cortes de vestidos,
ele : tudose vender a diuhefe, ou a pra-
zo com boas firmas, em um s loto : quar-
(n-feira, 28 do correte, s 10 horas da ma-
nira, na referida loja, no Atorro-da-Boa-
Vista, n. 3.
avaos martimos.
-- Segu para o Itio-de-Janeiro em pou
cos'dlas a escuna Galaute-Maria : tem a
maior paite de seu carregamento engaja-
do: para o resto e passageiros, trata-so na
ra da Moda, n. II, com Silva & Grillo.
Har o Ivlo-de-Janciro segu
com toda a iirevidade o brigue-
esettna nacional Olimla, reccnle-
mente fon.ido c pregado de cobre,
por ter a maior parte de sua carga
prompla : para o resto, passagei-
ros e escravos a frete, irata-sc
com Machado & Pinhciro, na ra
do Vigario, 11. I9, ou como cjt-
lao, Manoel Alarcianno Ferreira.
Para oBio-Grande dosul seguir com
bievidadeo brigue Marcial,\\ot ter a maiora
do seu carregamento promplo,.o qual an-
da pode receber alguma carga, assim como
escravos, e mesmo algum pussageiro: quem
pretender pode entender-se com os consig-
natarios, Amorim lrmaos, ra da Cadeia,
numero :i:i.
Para o l'otto deve sabir
com muita brevidade, por ter
grande parte da caiga contratada,
a nova c veleira batea portugueza
Santa-Cruz : quem quizer carre-
gar ou ir de passagem, para oque
tem excedientes commodos, diri-
ja-sc ao capilao, Joao de Oliveira
Leile, a bordo, o ao seu consig-
natario, Francisco Alves da Cu-
Avisos diversos.
--Aluga-sc, por prego commodo, o pri-
meiro andar do sobrado n. 20, por delrs
do Ihealro de S.-Francisco : a Iratar con
Luiz Gomes Ferreira, no Mondego.
Um bom cstabelecimento de motilados
lia para vender-se, na ra da Cruz, n. SI :
aJvcrte-se que para um principiante lio o
melhor possivel, por tor poneos fundos e
ser em um dos melhorcs locaes
Pera ule o Sr. Di. juiz do civel se ha de
aneinalar no dia 27.por ser a ultima piafa,
a parlo d um sobradiubo silo na Camboa-
d..- Carino, e um terreno na Casa-Forte, pe-
iiln-ra.los aos herdeiros de Rento Amonio
Domingucs, por execueo de padre Pascoal
Curlii.
Ama de leite.
Na praia do Caldeireiro, n. 8, precisa-se
de urna ama cativa ou forra, que tenha leile
com abundancia.
Perdeu-se na noite de 21 do correte
da ra do Sebo at o Aterro-da-Boa-Visla,
urna fronlia de esguiilo com lavaiintoe
locos nos dous lados; a pessoa quo a achou,
querendo restituir, dirija-se ao Alerro-ds-
Moa-Vista, casa n. 23, que ser* recompen-
sada.
Aluga-se a loja do sobrado 11. 23, na
ra do Sol: a fallar cum Jos Cypriano de
Mori.cs Lima, no Forte-do-Mallos, o. 8, de-
fronto do chafariz.
Ha perlo de um mez que desappareceu
um chapita do sicupira de 16 a 18 pollega-
dos de largo, 12 de grossu, e 30 a 32 palmos
do comprido, do caes do Ramos: quem delle
tiver noticia annuncio por esta folha, que
scia recumsado.
Piecisa-so de urna criada nacional ou
esli ung-i 1 a para servir em urna casa de pou-
ca familia, ussim como lambem se aliga
urna escrava de bous costumes e que sabe
fazer o servico de portas dcntio : na pis-
ca da Ua Vista, n. 32, segundo andar.
Desej a-se alugar um cozinliciro booi
para una casa cstinrgeira : na rus da Ciuz
n. 46.
-- Alu2a-.se o primeiro andar de uns
muilo boa casa, rom 9quailos e cozinha :
na ra de Apollo, n. 22.
Srvenles i ara a capa*
Pazia.
Prcrisa-se de 20 a 30 bonicos robustos
para o servico da capalazia da alfandega:
a fallar na mesma alfandega com o capataz,
ou na ra da Aurora, eni sua casa.
.\o dia 27 do corretea, pelas 4 horas da
(arle, na casa da rcsutontia do lllin Sr Dr.
juiz du civel da prinieflTvara, na ruada
Praia, se lita de arremarar, por ser a ulti-
ma |uara, tres prelos de typographia c seus
perlenccs; bem como diversos trastes : lu-
do penhorado a Viuva h Filbos do Iaiz Ig-
nacio lbeiro liorna, por execugOo da sd-
uiuiisiraru do palriinonio dos orpliuos des-
ta cidade.


-. Qceen precisar do urna ama para o ser-
vico de urna casa do pouca familia, ou do
homcm .olteiro : dirija-so a ra Direila,
numero 54.
--Offerece-se urna ama de leile, que nao
tem rra, e he do mallo : na ra das Cru-
za, loj dosobrado, n. 18. .
O anmineio publicado nesle Diario,
sobre a mudanca daofficinade encaderna-
cSo da praca da Independencia, lica sem ef-
feila, por continuar a dita olticina a subsis-
tir oo mesmo local, tendoa venda sido fei
taaoSr. JoAoJos Elias Pinto de Couveia
Pede-se ao Sr. fiscal da freguezia de
San-Pedro-Marlyr deOlinda, que haja de
mandar tapar os banheiros que receben,
agoadoxio Bebcribe, assim como fechar a
porta d'agoa do Varadouro, par* que nlo
3un nSn flquemos moradores da dita cide-
e sem agoa paraovcrAo: Sr. fiscal, he pre-
ciso niio dormir em ohjeclos de lauta mon-
ta, que atacam a Bella de quem tem sede ;
o, se o nSo remediar, Ihe ii saltando s an-
cas O garapeiro.
A pessoa que annunciou querer una
rasa, a qual no exceda aquinhentos mil
reis, queremlo urna no paleo do Paraizo,
dirija-se Camba-do-Carmo, sobrado de
um andar, n. 21.
-- Pergunla-so aos Srs. fiscaes, e, so estes
nfo quizerem responder, 3 illuslrissima
cmara municipal se ainda, ou snles se j
estilo em vigor os attigos 18 e 19 das postu-
ras. Com a>resposta fnr outras pergunlas
um municipe que ve infracgOes, e su dar
ao (rabalho de aponla-las.
(iSr. l. i. l,. queira mandar pagar o
dinheiro que pedio emprestado a Miguel
Marlins Costa Riheiro, ha perto do dous
annos; do conlrrio, veraoseu nome ues-
te folha por extenso, e contar-se-ha a m-
gica que fez S. S, para obter este empres-
timo..
Quem annunclou precisar do 400,000
rs. a premio, dirija se ra do llang'-l, u
3, piimeiro andar.
-- Aluga-se um preto cozinheiro : na ra
do Livranento, n. 22.
Aluga-se, por lempo do fesla, ou por
anno, uai sitio na estrada que val para a
Magdalena, com cacimba com boa agua de
beber, casa para guilde familia, com 4 sa-
las, 6 quari.es de 20 palmos em quudro c
cozinlia graude : os pretendentes, iliriani-
se ra da Cruz, n. 5, sobrado.
Annuiicio.
Oabaixo assignado previne eos credo-
res de sua mAi, a Sra. I). Luzia Caelana
Isabel e Mello, proprieiaria de engenlio Pin
dob, na comarca de Nazarelh, para quo no
prazode 15 dias da publieaclo doste, se
apresentem com as suW contas ao mesmo
abnixoasssignailo, am de serein reconhc-
cidas por verdadeires, e passa lo o roferido
lempo nflo serAo atlendidos. Outro sim,
ninguem de boje en> diante poder contra-
tar com a senhora sua mili, sem expresso
consentimenlo do aiinunciunlc para ser le-
galmenleautorisado : portanlo, quem fizer
o contrario, nfio se chame ao depois a igno-
rancia. Caraiba, 22 do novembro* de
1849. Joo Marques Bacallio.
--Dr. Joaquim de Oliveira e Souza onsi-
na em sua casa no Aterro-la-Boa-Visla, n.
82, a traduzir, fallar eesciever a ligoairan-
ceza, e por casas particulares.
Precisa-se de uitia ama que sai ha co-
zinhar o diario de una casa, enpnmmar e
fazero maisToivico: na ra do Ciespo, n.
II, luja de miudezas.
Pede-se encarecidamente ao Sr, que
por engao trocou o chapeo, na noitfl do
dia 17 do crreme, na sociedade Apollinea.
o obsequio de ir ra do Crespo, no pri-
meiro andar por cima da loja do Sr. Viegas
dissolver a duvida, poisj sn sabe quem
fui o aulor da troc; e se nlo o fizer, ti r
de v%r o seu nome publicado nesle jornal
Aluga-se urna preta captiva, com mu-
lo liom leile, a qual he do primeiro par ,
esabe tratar bem de urna enanca: na ra
da Florentina, n. 16.
Na ra do Trapiche, n. 6, deseja-sc si -
bcr so existo nesta provincia Joo Augus o
Cezarde Almeida, natural do Portugal, a-
feresdu halalliAo do artilherU que eslevt
aquartclado no forle do Rrum, e que ni
lim doannodt'1836 seguir paia a proviu
ca do llio-Crande-du-Sul iicuinpaiiliaudu i
iliesiiiii i'ei'i ii : SlO a liem do illlcrOSSd di
propnoalferos.
Precisa-se alugar urna escrava que sai
ba cozinhar, engommr e fazer todo o mai>
serviqo de urna c.isn de pouca familia: n
ra dos Maityiios, n. 34.
-- OlTerece-se um rapaz brasileiro par*
caixeiro t!e vende, o qual ja tem bastauli
pralica : quem o pretender, dirija-se rui
di Camboa-do-Carmo, n. 16 : elle dar fia-
dor a sua conducta.
Da-se pSo du vcudagcm, oflerecendo-
se melhor conveniencia Hoque em oulras
parles : na ra do llozaiio larga, n. 48.
Antonio Mximo de llarros Leile, pro-
fessor jubilado na rinicini cadeira publica
de primeiras lellras da cidade de Coianna.
acha-se de presento resiJimio insta capi-
tal, e morando na ra da Cadeia, n. 40,
primeiro andar ; e prup)-,e a continuar nu
mosino magisterio particular, pelo que faz
scienteao respeitavei publico que se ach-
com aula abena na referida casa, on le re-
celara alumnos, tanto externos como in-
ternos.
-- No paleo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado n. 4, tiram-se passnportes para
dentro o fura do imperio, assim como dos-
pacham-se escravos e liram-se folhas cui-
ridas,
~ Aluga-so, no Monteiro, a casa que lica
defronte do Sr. Joaquim liburcio, ptima
para quem quizer passar a fesla : tambem
se aluga a casa sita nos terrenos da Torre,
delronie da Ponle-de Uchae junto ao Sr.
major Fernandas llanos : a tratar na ra
da Aurora, n. 48.
--Acha-se a venda pelo djnajnuto pro-
co de 3,000 rs. O muilo uuuiiiiiu romance
Palmiru ou a ceguinha biae^^E escripto
em arle cantos, pelo doutorWIcisco Bo-
nifacio de Abreu : na ra da Cruz, no Ite-
cife, luja de hvros, n. 56; na praca da In-
dependencia, ns. 6 e 8 ; lio Aterr-o-da-Boa-
VisU, luja, n 14.
-- Aluga-so, pajejsreco enramlo, o so-
brado de umanf^Rioin lejas, ni ra des
Quaricis, n. 10 :Bp,alar com l.uiz (lomes
Ferreira, no Mondego.
Os abaixo assignadostrazem ao conhe-
cimento do respeitavei publico que elles no
da 20 do enrronto mez do novembro con-
Iraliiram sucio lado entre si com o lira de
fuzerem o coinmercio dos gneros de esti-
va;, s'b a firma ocial de Domingos Jos da
Cuulia Lagos Companhia, sendo socio
cofhninndctaro, s rosponsavel at a im-
portancia do sua cntruda que sfio de seis
ionios d ris, o Sr. Joflo Evangelista da
Costa-e Silva. O contrato foi fe i lo por es-
cripto privado ; a sociedade leve o seu prin
cipio do 20 do crrente em dinnle ; sua du-
raeflo he por lempo indefinido. Dominyot
hit du Cunha Ligei. -- loto Manoel da Coila
e Silva. *
l.uiz Marques SM Santosrelira-se para
Portugal a tralar dajKua sadu.
-- l'recisa-se de um caixeiro para traba-
ba r era urna destilecAo da travessa da Con-
cordia.
Agencia de passa por tes.
Tiram-se passaporles para den-
tro e fra do imperio, tambem
despacliam-so escravos; na ra do
Uangel, sobrado n. 57.
- Joequim Corris de Rezende Regode-
seja fallar com os Srs. Custodio Colasso
Dias e J0S0 Colasso Dias, naluraes de Por-
tugal, a negocio que Ibes inlerossa.
Pedc-seeo Sr. Joaquim Francisco de
Oliveira Miranda que negocia para o sul, de
ir o mais breve possivelao Itocife, a tratar
do um negocio a seu interesse.
A' casa da residencia do Dr. Logrenco
Trigo de Louroiro, no bairroda Boa-Vista,
ra da Saudade, defronto do Hospicio, p-
dem dirigtcrsc por carta, ou pessoalmculc,
aloflm do me/ de fevereiro prximo fu-
turo : (odas as 1 cssoas, que quizerem ser
assignanles do novo compendio de pralica
do processo adoptado pela congregarlo dos
lentes do curso du srioncias sociaes e ju-
rdicas do Olinda para a segunda aula do
quinto anno, sendo cinco mil reis o prego
daassignaturadecada exemplar;eem lo-
do o lempo as quo o quizerem ser^o ntc-
ressanlissiniu ndice eliiouulo^ico. da le-
gislacAo brasileim quo hff' de c^Wer em
oito volumes 111 folio, ou pouco mais, toila
a legislaglo biasileira vigente desde 1822
at 1848, a qual, com a que est rovogalae
a que lom cabido em desuso, compenas
< 'l.ecco-'s actuacs vinte e tmios grossos
volumes, e cusa psra mais de 150,000 rs,
entretanto quo o prego da assiguatura do
referido inoice he a icquena qunnlia de
34,000 rs. paga ao icceber o primeiro volu-
me, de que j existem varios exemplares
em poder do annunciante e brevemente su-
bir a luz o segundo volunte. Na loja de
livrosdoSr. reveronio padro Ignacio Fian
cisco dos Santos na ru* da Cruz do Itoci-
fe, e na do Sr. Manoel Figueiroa do Paria
na praca da Independencia, pode tambem
assignar o seu nome quem quizer ser as-
signante de qiialquor das referidas obras.
D. W. Baynon, cirurgiAo dentis-
ta,.na ra do Trapiche-Novo, n.
14, respeitosatnenie informa ao
publico que, pelos seus muitos afazores, se-
r obligado a demorar-se mais algum lem-
pa nesta cidade, antes de sua retirada para
os Eslados-Unidos, o oflorece seu preslimo
para toda qualidade de operaces dentaes,
para por denles novos, tanto singelos como
dentaduras inleiras, chumbar denles com
uno e piala, conforme as ultimas deseo-
bertas nesta lera.
Lotera do Guadalupe.
Desengao.
Scja qual for o numero de bi-
llieles que fqueni por vender, as
rodas desla lotera andam imprc-
terivelmente no dia 14 de dezem-
bro prximo futuro, s bilbeles
que estao actualmenle a venda nos
lugares do coslirme vender-se-
hao smenle al o dia primeiro do
dilo mez, em que passarao ao do-
minio de uina sociedade.
Os dous Srs. moradores na cidade de
lliuda Joaquim Pcssoa Seyera da Cunha e
Francisco Pedro, hajam de diiigir-se ao
Passeio-Poblico, loja n. 19.
Bernardo Jos da Costa, com refinacilo
na ra Direila, n. 10, declara ao publico
que por ter apparecido outro individuo com
igual nome, o tambem |wr se Iho ter pre-
sentado contas sem ser suas, para prevenir
qualquer duvida, de Ifojo em diante se as-
signar Bernardo Jos da Costa Valenle e em
suas tians -cenes nsai a deslo novo nome.
Precisa-se de um rapaz que lenha
principios de pharmacia, ou sem ellos : no
Aterro-da-Boi-Vista, n. 76, botica.
Precisa-se de um amassador : no pa-
teo do terco, n. 13.
Aluga-se por anne, ou f
para se passar a fesla urna casa
soffrivcl.no lugar dos Remedios:
a fallar no mesmo lugar como Ma-
cambira. ,
-- Aluga-se o segundo andar da casa n
24 do Aterro-da-Boa-Vista : a tratar na ra
Velha, n. 55.
--0 abaixo assignado fazscienle ao pu-
blico e as eslacOes publicas, que d'ora em
diante be procurador do llviii. vigario da
10 caila Jo.lo Itolino Pires, e com elle lie que
lerAo toda a transaccAo de negocio, desde o
dia 28deoutubro prximo passado.
Jote Miguel de Lira.
Furtaram, da ra da Cadeia, d segun-
do andar do sobrado onde moram JDeane
Yulle & Companhia, no dia 21 do corrciite,
um relogio de prata, suisso, que trabalha
em 10 podras, fabricado por J. i Jacob de
Lele, com correte do cabello ; um dilo de
ouro, patente inglcz, novo trabalha em 8
pedras, feito porE J. Dente, de Londres,
n. 13,427, coiwcaixa do marroquim : am-
bos os relogios sflo de vidro ; urna carteira
de algibeia: quem delles tiver noticia,
participa om dita casa, que ser gratilicado
com 150,000 rs.
--Pelo julzo da segunda vara, cscnvSo
Santos, so ha de arrematar em hasla pu-
blica, de renda animal, a casa de um andar
n. 2, sita na ra das Cinco-Pontas, penho-
rada por execuco de D. Conslantina Jacin-
th da Molla cont'a Jos Claudino itc.
Foi apprchendida urna parelba de car-
neiros : quem Mr seu dono, comparece na
ra Imperial, n. 25, que, dando os signaos
certos, Ihe ser entregue, pagando as des-
pezas. Na mesma cusa vendo-se urna preta
crioula, do 16 annos, que engomma e cozi-
cha soll'rivclinente, e be mullo sadia.
O abaixo assignado tem justo e contra-
tado com Mano*I dn Cembii Oliveira a com-
pra do seu sitio em Bolm, e igualmente a
sua venda estabelecida cm rasas do mesmo
Sitio, so alguem se adiar rom diraito sel-
le por qualquer onns, queira declarar por
este Diario : isto no prazo do oito dias, con-
tados desla data. Itecife, 23 do novembro
de 1849. Jo3o Antonio Carpinleiro.
Caf "de France.
Ittia Nova, praca da matriz de
Santo-Antonio.
Edouard James, querendo agradecer o
bom ecolhimento com que seus fregoezes
hnnraram seu oslabclecimenlo, tem a hon-
ra de os prevenir, assim cmo o respeitavei
publico, que lerca-feira, 27 do crrante, le-
ra lugar nu seu buhar urna poule de honra
com tres premios, sendo :
1.0 tima espingarda de cuca de um canno.
2.' Um annel de ouro.
3. Urna sorpreza agradavel.
Os premios serAo patentes todas as pes-
soas que, que querendo v-los, visitaren! o
dilo estahelecimento, onde acharflo bom
caf prompto a qualquer hora do dia.
O preco de cada bol sera de 1,000 rs.
A poule principiar s 7 horas em ponto.
A pessoa cncarregada do conduzir esse
jogo proplc-se a fazer urna partida de ama-
dor, antes de principiar a Poule.
-OSr. Dr. Candido Jos Casado Lima
lem urna carta na la larga do Bozario,
n. 20.
Deseja-se fallar a negocio de muito
interesse, na ra da Cadeia do Recife, loj
de cambio, n. 24, com os Srs. Joaquim Jos
de Saul'Ann, Jos doCarvalbo da Fonse-
ca Lima, Manoel Jos de Barros, Antonio
BeisNnguoira, oBvm. padre Caelano Jos
Anlunes, Manoel Francisco da Costa Lobo,
J0A0 Beplisla Vieira Castro, Izidio de Sania
Clara, Joaquim JoSo Hoberto, Francisco
Concnlves Orem, Manoel Comes da Silva,
Manoel de Amorim Lima, l.uiz Bibeiro Ma-
chado, Joaquim Jos Marques e I). Maiia
Tlicrezn do Jess.
De tes artificia es.
i. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
pcilaver publico que contina a exercer e
sua profssAo, na ra estrella do llozurio,
n. 16, primeiro andar. _______^^^
iVT J af (a icheira doSr. Fisker,no areial do Fra-Je-
l>a Tila OO V-reSpO, n- |porUS; bem como umapparelliodearreios
loja de JoAo A.' CuimarAes, vende-se, dobrados, por preco com modo,
porcommodos preco, um bello sortimen-j --Vende-se boa champanlu em mpias
lodo fazciulas modernas e de goslo, con- (jarrafas, muito barato, para echaT contas:
sislinlo cm casias o cambraias dos mais |1;l ra du Cadeia do llecifo, 48.
lindos padrOes; casimiras; cortes de ves- Vemlem-se os trastes soguintes :
tidos de seda ; lencos da India de todas as I ca(jer(9 ,|0 0|eo, marquezas, mesas de nirio
cores, em ponto de sarja, o outros mnilos 4es,ia>de oleo. so;has de dito, jogOS do
ohjeclos jara adornos da senhoras: tain-1 |,ailCJSt camas de amarello o de angico,
bem sn vende na mesma loja nina grande meiascommoJns, loucadores do amarello e
prfito de faz-n JSs que por serom nligns. e jacarand, mesas redondas de dito, jogos
so venderAo a quem as pretender com 30 1 de bancas do dilo, um limar de bordar de
40 por cont menos do que so |dem en- I trianajulo. carleiras de amarello do urna s
contraremoulra qualquer loja, como so-I race> um eannap do Jacaranda, 1 uzia de
jam : crlesele vestidos de soda do muito cadeiras do Jacaranda, urna duzia le ditas
boa qualidade ; chales grandes e menores, | co. a|,r,n uso, lavatorios de amarello,
do boa seda enm algumas pintas de mofo ; | |)!tnCaii ,ic Jito, e oulros diversos IreslM :
ditos de seda e algolAo ; cassas e eainbnias l(| j, (|1)|. p,-,.,.,, coiamodo : na ra da Ca-
de seda o algodan, de todo* os | adrOes ; (icjM je ij..Antonio, f. J8.
cortes do casimira ; brinWtslia los '-del lialoloe
quadros ; brim brencoliso c dolistras com I ISitli'aS.
defuito, masdopnro linho, e trancado ej vendem-se gigos com muito boas batas ,
40On 1,200 rs.; corles de colli le de selim o pr pn-co cominodo : no armazom pegado
velludo, lisos elavrados, preios e do cores; j,, b0iCa do orco da ConceijAo.
ditos de gorgoro, lanzinli, ole ,porto-) vcn.1c-sc ou hv,iothcca-se um morada
do o preco; maulas; manteletas; Invssi j0 cas;1 ierren com'soto, sila no beccodos
comprida.se curtas, de sed, lisas, borda-1 uurgos, a qual ron le mensalmente dezoi-
das, e de pellica ; ir.cias do seda prela o ,0 t0 mil ris : a tratar lia ra do Codorniz,
cores, para homcm e senhora ; loncos de I ven,|gt n. ID.
seda de todas as qualidodes, do 1,000 rs. I
para cima chitas franre/as e inglezas, e
alea do millas muilas fazendas, una gran-
de porcAo de chapos anligns do castor in-
glez.doseila e inassa f anceza, com pello
e rapados de lo las as qualidades, os quacs
se vendem pelo prego que o comprador
quizer dar.
fj
i
i
A 2,400 rs.
u
o
<
r, 3
^- ^
1= ,
< -
Compras.
Compra-so una' esclava nflo sendo
crioula, e que saiba cozinhar, eugommar
ensaboar e fazer lodo o servido do urna ca-
sa : na ra dos Mari; 1 ios, 11. 34.
Compram-se, para urna cncommenda.
escravos de ambos os sexos, 'de 10 a 40 an-
uos : na ra do llangel, n 57, sobrado.
-.. Compram-so buiOes de linla vasios a
240 rs. a duzia : na ra Direila, n. 81, luja,
ou na [iraca da Independencia, n. 12.
Compra-se um par de liuteiros o eriei-
ros de Imica, grandes, dos quousavam os
escrivflos : nesta lypograpbia se diru quem
compra.
~ Compram-so pataces mexicanos e
cruzados novos : na esquina do Livrainen-
10, loja de 6 portas.
Compra-se um calix em moio uso para
celebrar missa : na ra da GI01 ia, n. 60.
Venu*s.
-- \.i ra eslreila do liosario, n. 4, ven-
se por enmmodo prego os seguintes jornacs:
0 lecrein Jornal das Familias, Svulume,.
com lindas estampas ; o piimeiro e quartn
vulinne la Bevisla l'niveisal l.isboense; o
Iris, jornal publicado no Bio-de-Janeiio, 3
volumes; Ituy oescudeiro, poema romn-
tico de L. M. de Alhuquerquc.
-- Vende-se um faqueiro de mesa c cha r
um laboleiro 011 bandeja, ludo de preta,
feito roni o melhor gusto e pulidez possi-
vel, e ullimanienlo (llegado do Porto: a
fallar na casa defronto da igreja do Corpo-
Santo, n. 150.
Ac bu de chegar loj i de
misiva Ramos $ ('.,
um lindo soi rmenlo de papis para forrar
salas, acompanhado de riquissinias barias
e bellas guainices: ludo da melhor qua-
lidade possi^el e gostos os mais modernos:
aquellas pessoas que quizerem forrar suas
salas com asseio e goslo, dirijam-se ra
Nova, 11. 6. na indicada loja cima que se
Ihes promelle eommodidado de prec.u.
CliarutSfe Ilaviiim
verdadeiros :
vendem-se em casa do Kalkmann Irmflos,
na ra da Cruz, 11.10.
Na loja de Maia Ramos &
Companbia, ra Nova, n. 6, ven-
dem-ic lavas de pellica muito fres-
cas e novas, tanto para homcm
como para senhora, a 1,000 rt. o
par. assim como para meninos e
meninas a 64o rs o dito.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se duas escravas engommadei-
ras, coslureiras.cozinheiras e lavadeiras;
dims ditas de necAo rara lodo o sorvicu ;
dous molecotesde 14 a 18 anuos, sabendu
um delles coiinhar ; um preto muilo ro-
busto para lodo o servico.
Cabos de linho patente.
Ne ra da Cruz do Itecife, armazcm n.
13, vendem-se cabos do linho patente de
superior qualidade, de urna a seis pollega-
des de grossura.
Vendo-se un escravo do 20 annos, sa-
dioe sem vicios.' dorroiite da matriz da
Boa-Vista, n. 88, taberna.
Oleo decubahiba.
Vendc-se muito bom oleo de cupebiba,
por commodu preco : na ra do Vigario, n.
23, segundo andar.
Vendem-se trinla escravos o escravas,
sendo negrinhas e mulalinhes cuto habili-
dades e sem elles, do 12 a 20 annos^ preta>
-muito boas quitandeiras, sendo algumas
com habilidades ; moleques de 12 a 20 an-
nos ; prelos e pardos : na ra da Cadeia do
llecife, n. 40.
Vendem-se qualro vaccas com crias,
sendo urna lurina, dando lo Jas quantidadi
de leile, no silio de Jos Pereira da Cunha,
na Passsgem-da-Magdaleaa.
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5) Bi'.ialiss'un.is manas de cambraia o *
S seda, grandeso do esculhidos gostos, *
f? para senhora, pelo diminuto preco #
I de .4I00 rs.:
$> na ra do Crespo, 11 11.
/) #j
*, Ji "??*'**t#f!#t>aS'
- Vendem-se chapos de massa france-
za, os mais modernos que toem chegado re-
coiitemenle, pela elegancia das'formas;
dilos do mola, prelos o superiores; ditos
da Italia, de copa lia o baixa,.para h-
meos ; dilos enfeilados para meninos e
meninas, de lindissimos goslos ; dilos sm
l pello de diversas formas o cores, tanto pa-
I ia bomena como para meninos: adverlindo
I que ludo foi ncabido agora pelo ullimo
navio francez, viudo do Havre : na ra No-
?Aos 20:000,000 dei8-|iv,;"' u,f8,,ric"dech,p0''
do Rio-de Janeiro.
Ven leni-sc "os muito afortunados (I?
Vende-se lijlo de todas as qualida-
) \ des.uor preco commodo: na olaria du ra do
Queiinado, a iralar cut seu proprietario,
J. D. S., nu n bordo do brigua tafra, fundea-
< bilhcles o meios ditos da 21." lo- do dorronlo do Passcio-Publico.
9 teria do monto pi, cujas rolas de- g. Vondsin-s 12 escravos, sendo:
t viam andar no dia Ifi do crrenle
) mez. A ellos, a elles, que estilo no
% resto.
i
* i,
JNa ra Xova, n. 8,
venJc-so un mulatinhodo 15 annos, pro-;
prio para pag?m, porser Jo elegante ricu-
ra ; um molceole de 18 annos, bom cozi-
nhoiro, e he de boa conduela o que se :>llan-
ca ; um mulatinho dn 8 anuos, muito lindo;
um molceole bom oflieial de alfahilc ; dous
prelos para labalhaivm de clisada, do lin-
das figuras ; duas pardas prendadas; duas
pretaseoi habilidades ; una iiiulalinlia de
14 annos, coai principios dn costura e en-
gommado.
~ Vendem-se suspensorios do seda para
iiomein ; bieos largos c eslroilos; luvas de
algodflo grosso para montana ; facas e gar-
los de cabos de mnrliin ; malea de seda pre-
ta ; dilas brancas para senhora ; lilas de se-
is para chapeos de senhora ; ditas do vel-
ludo preto o de cores rap Meuron ; dito
deCasse grosso o lino; franja para corti-
nados, de lodas as larguras ; ineias para
meninos e meninas ; rendas de lodas as lar-
guras ; linhas de meada de peso ; lencos de
da separa algibeia a ra larga do Rozo-
rio, n 26, loj i de iimidczas.
Ycndc-se urna prela da Coala, de 20
annos, que engninina, cu/inha 0 diario do
una casa e he boa quilandeira : na ra de
Aguas-Verdes, n. 23.
-- Vende-so una escrava do elegante fi-
gura, do 18 annos, perita eiigoinmadei-
ra, doceira e padeira, propria para un se-
nhor de engolillo; tres ditas engommadei-
ras, Coznheiras e cnstureirus ; tres ditas
muito cnieonla, boas quitandeiras o lava-
deiras ; I res escravos ; um mnlcqiiO do 18
annos : ludo para liquidadlo, e por isso
muilo em cunta : a tratar na ra de Agoas-
Verdes, n. 46.
-- Vendem-se queijos dosertao, por mili-
to barato preco : na ra larga do Itozario,
n. 26.
Vendc-se um mnlequo crioulo de 16
anuos, de bonita fignra : na ra Nova, n. 46,
Vendem-se, na roa do Crespo, n. II.
cnnbeciiiientos, a 500 rs o cont, e cada um
10 rs. ; o leslamei.to do cito, dito dagalli-
nlia,al00rs ; o Travcssu ou o cabelleira,
a 100 rs.; Peleja da alma com o diabu, a 200
ris.
Vendctn-se 5 armarios proprios para
louca ou guarda-roupa, duas mesas de ali-
tar, um aparador, um guarda louca, dous
rmanos pequeos : na ra do Sobo, n.42.
--Vende-so umcavallo podrez, carrega-
por baixo a niein : na ra da Conceicflo, ar-
mazom do Sr. d'O', junto do Rozarlo, d
10 horas da nianlia.i as duas da tarde.
VenJc-se urna es/rava de 18 annos,
sem vicios nem achaques, de muito bonita
figura, que-cose chAo, engomma, cozinha o
diario de urna casa ; um mulatinho. muito
honitinboe esperto, e que he proprio pera
pagem : na roa do Livramcnlo, n. 4, se di-
r quem vende.
Mantas de seda.
Ain la existe urna pequea poreflo de
mantas dsela, ao preco de 7,000 rs. cada
urna para se acabar : na ra larga do Boza-
rio, padaria n 48.
Uro jumento.
Vende-se um jumento muito novo, e bom
para tirar casia : na ra do Queimado, n. 14,
loja de fciragens.
Vendem-seealugam-se ptimas bixas
de llamburgo : na ra do Aiagfln, casa do
mestro barbeiro Theophilo.
Farelo cm saccas gran-
des:
vende-se no ermazem de Anlonio Annes ,
no caes da Alfandega, a 5,000 rs. a sacca.
Vende-se um carro bem feito, de 4 ro-
das, levee com coberla, bom para urna fa-
um
carreiro; um niulalinlio do 16 a 18 annos;
ii :n dito de ineia lado, s -rrador e cozinhei-
ro ; una miilaliuhau uina negrinha do 14
a 15 anuos ; um nioleque de 15 a 1( annos ;
6escravas mocas, entre as quaes algumas
com habilidades : na roa nimia, n. 3.
Allcncao.
Vende-se una morada de casa sita na
rui do Mondego cm chaos proprios.com
commodos para granJo familia, quintal
murado, e todo plantado, com cacimba do
jado dn rio, cuja casa pcrteiice a urna pcs-
soa que se retira para o Rio-de-Janalro, e
por isso se dai em conU : a tratar na ra
ilas Aguas-Verdes, n. 46.
Noatinnzn do birateiro Sil-
va Lopes, na porta da alfandega,
vendc-se l'arinha de trigo de Pli
|.idel|iliia, nova e da melhor qua-
lidaile que vein a este mercado.
Na ra da Crcz, no Recife, armazom
n. 33, vendenise saccas com feijAo, por to-
do preco, por estar principiando a fuiar;
um poreflo de calcado do Aracaty, como
sejam 80 pares de sepalocs da couro de lus-
Iro, obra bem feila e de diversos la mentios;
sulae couro de cabra; caixas para rap:
ludo por proco comino lo, para fechar con-
las.
Na ra ^ do Qucima-
n. J^5,
vendem-so superiores e modernos chapeos
francezes do mais apurado goslo de Pars
ltimamente chegados na galera france/.a
Minerva ; bem como os mais superiores
chapeos c bonetes para meninos, muilo
proprios pela elegancia agosto para os pas-
S'ios da fesla do Natal.
Ilolaeha inilho.
Appareceu onilim novamente a yenda a
exoellente bolacha de farinha de milho su-
perior a dliosc tem fabricado e annuncia-
do por vezas, pelo acoslumado prego do
80 rs. a libra : na ra larga do Rotarlo,
u. 48, padaria.
Vende -e arroz do casca medido, por
preco commodo: na ra do Codorniz, ven-
da n 10.
- Na ra da Cruz, armazem n. 33, ven-
dem-se barris com cal de Lisboa com 4 ar-
robas, chegados na ultima viagem do Novo-
Venctdor, por prego mais barato do queom
nutra qualquer parte.
fue cheiro! Qucima bem!
Boa sinza !
Charutos superiores, chegados ltimamen-
te a este mercado : cneguem, Srs. am ler-
da boa e cheirosa fumaca, ao pa leo doaaUes
i,o, deposito n 14. No mesmo deposito d-
so dinheiro a premio em pequeas quantias
sobro penhores- e compra-se prala e ouro
sem feiiio.
No silio da Estancia, junto ao engenlio
deCiqui, vende-se urna carroca novado
qualro rodas, feila na Inglaterra, propria
para conduzir grandes pesos, sendo feila
para cenegar assucar para o porto de em-
barque, e cannasdo cennavial para o engo-
lillo: os eixos e rodas sAo de patente e de
urna solidez para resistir a lodoe qualquer
semen; foi Irazida pelo annunciante da In-
glaterra como adequada aos sor vicos dos
ongenhos.como as carrocas de qualro rodas
actualmente em uso certamente nfio sAo.
Vendem-so lamben! osarreios para oitoca-
viillos em separado, ou com a carroca, a
qual est arranjede para trabalbar cowea-
vallus ou bois: os arreios de inTenor qua-
lidade serve igualmente para carrocas de
am cavallo, e por isso tambem vende-se ca-
da apparelho em separado. A tralar no mes-
mo sitio ou na ra do Vigario, n, 4.
Vendem-se pipes de ptima agoar-
milia, he bastante grande e tem commodos I dente por preco commodo : na ra do
para fcou 7 pessoas ; para ser visto, na co-' Hospicio, u. 9.j
| MUTILADO


Vende-se um eaaa non sitio, com bs-
iantes arvoredos de fructo e boa agoa de
beber, sita na Capunga : quom a preten*
der, annuncio.
Vende-se um bom carro de rodas,
rom os seus competentes arreios para dous
cavaltos, pela qunntia de 250,000 rs.: nn
praca do Corpo-Santo, n. 2. Na mostna ca-
sacompram-se dous quartos para carga,
i no sejam bons.
Vendom-se oculos para todas as da-
dos, os molhores que teem vindo a este
mercado; tima preta moga, qu? eos?, en-
gonima, e be boa cozinlioira : na ra lar-
ga do lio/ario, n. 35(loja.
--No armazem n. 7 da ra da Monda,
vende-se sal em grande e pequeas porgues,
por prego maif barato do que em outra
qualquer parte.
Vende-se muito superior fa-
rinha gallega em meias barricas :
na roa da Cadeia do llecife, es-
criptorio de Deane Youle & C.
ou no primeiro armazem do becco
do Goncalves.
Na ra da Moda, n. 7, vendem-se bar-
risde varios lmannos, com o mais supe-
rior vinlio do Porto que tem viudo a esto
mercado, sendo alcm da boa qualidade
muitissimo barato.
-
..........

Na ra do Crespo,loja da
esquina que volta para
a cadeia,
vendom-se os acreditados brins trancados
brancos de listras e lisos, de linho puro, a
l,500rs. o corte; dito amarello, a i,500e
1,600 rs. ; panno lino protn azul muito
bom, a 3,200 rs. o covado ; dito muito su-
perior, a 5,500 rs.; tosios muito bonitos
para collelcs, a 640 rs. o corte ; ditos de
velludo, a 9,500 rs. ; dilos de setim lavra-
do, a 1,800 rs. ; ditosdegorgurBode seda,
a 1,604 rs.; carobraia lisa, a 2,720 rs. a pe-
ta de 8 varase meta; cassa preta, a 1,440
rs. o corte; esgun o de linho muito lino, a
1,44o rs. a vara; e oulras muitas (azoa-
das por presos conmodos.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-SantS.
Na ra da Cadeia, n. >2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos do assucar e roupa de
escravos.
Ruarles de lurla-crcs a
200 rs. o covad o c ris-
cado raonslro a 220 rs.
Vende-se zuarte de furta-cres muito
encorpado e com 4 palmos do largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado ministro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra ilo Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
A 640 rs. cada um*
Vendem-se cobertores de algodBo ameri-
cano, encorpadose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras de bons padrOes e co-
res seguras, a meia pataca o covado: na
ra do Crespo, na loja da esquina quo vol-
ta para a cadeia.
Taixas para engenho.
Na fundig.to de ferro da ra do Rrum,
acaba-se de receber um completo sorlimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por incoo com-
modo e com promptidBo embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezas ao
omprador.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armnzcm anligo da ra da Madre-de-
Tleos, n. 36, est de novo cstabelecido do-
liaixo das mesmas condiges, oflereccndo
a deliciosa pinga do vinbo da Figoeira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garris, e
1,300 rs. caada, a de vinbo brnnco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho do Bordeaux por ICO rs. a
garrafa levando o casco. NBo se admirem
os freguezes do baixo prego pur que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o anligo pre-
co, embora este genero tenlia subido o me-
lliorde30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidade para reconlifcimcnlo
da verdade e continuado da antiga fregue-
zia.Cpara n.1o haver usuras, esto promp-
tas garrafas lacradas o com o competente
rotulo, assim como barris de diversos ta-
maitos para provIsBo do prximo Natal.
O proprietario conta com a concurrencia;]
do contrario, lornar3o os pregos do reta-
Iboa primitiva de 240 e 280 rs. a garrafa.
fr'olha de Flandres.
Vendem-se raizas com folha de Flandres:
na ra do Amorlm, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnnior.
l'nqucle-de-Pernambuco, tundeados ao p
do caes do Hamos, bom sobo, em rima, por
preco commodo.
t rados de ferro.
Na fundiclo da Aurora em S.-Amaro ,
vondem-so arados de ferro diversos mo-
delos.
A f 40 rs. o covado.
Vende-se superior riscado de algodBo,
muito encorpado, a 140 rs.-o covado: na
ra do Crespo, n. 6, loja junto ao lampcSo..
Vendem-se rologios de ouro e prata,
patentes inglezcs: na ruada Senzalla-No-
va, d. 42.
Ilicas.
V^ndeni-sn bichas chegadas ltimamente
e de bda qualidade, n 160 rs. cada urna, em
porcSo de 25 pafecima : na ra do Amo-
rim, h. 35.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SKNZALT.A-NOVA, N. a\l.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
coido, de todos os tamanhos,
para dito.
Pos galvnicos para
praear.
Na ra do Collegio, loja n. 9.
Todas as possoas que possuem objectos
prateados e que tenham perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inti-
lilisados, teem nostes pos um excellento
restaurador e conservador dos meamos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
do linho molinillo em agoa friae passado
nos mesmos pos.
Urna caixinha contendo quantidade suf-
flcienle para pratear mais de 40 palmos
quadrados cysta a mdica quantia de
mil rs.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa deN. O. Ilieber & C.
aa ra da Cruz, n. 4, algndSo trancado
I daqiiella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Chrt bmsileiro.
Vende-se cha hrasileiro no armazem de
molbados, atrs do Corpo-Santo, n. 66, o
mais excnllente cha produzido cm S.-Pau-
lo quo lem vindo a este mercado, por
prego muito commodo.
Moflidas superiores.
Na fundigBo de C. Starr & Compauhia,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
de cumia, todas de ferro, de um modelo o
construcgo muito superior.
Cal virgem.
Cimba i Amorim, na ra Cadeia do Re-
cite, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
do superior qualidade, por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se vaccas de leite : no-largo
da Cadeia, de liojo alo lerca-feira..
Para quem tfver bom
Jposto.
es de coros multo grandes
o muito bonitos padres, e o melhor que
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
Vendem-se saccas com farinba muito
boa o bem torrada, por preco commodo : no
armazem do Tinado llraguez: na ra da Ca-
deia, ao p do arco da ConceigSo, n. 6 0, ou
a fallar na loja -de Jo.lo Jos de Carvalho
Muraos, e no mesmo armazem.
'%
PRECOS COMMODOS.
Loteras do Rio-de-Janeiro. ]
Ruado Collegio. n. 9.
^ Pelo vapor Imptralrii, sabido do 2
y Rio-de-Janeiro em 2 do corrente, re- 2,
ceheram-se bilhetes e cautelas da m,
# 5. lotera dos capuchinhos {
que ficava para correr no dia 6 ;
bem como da ai
31.a do monte pi
que deve correr no dia 16 : o que
assim seannuncia aos amadores des-
te jogo que gostam da hrevidade na
noticia da extracto, afim de se pro-
verem quanto antes da lotera dos ca-
puchinhos, cuja lista deve chegar
primeiro.
I
m
- A lien cao.
S3o ebegada* as verdaderas bi-
xas de liambiirgo, as qnaes se ven-
dem aos centos e a rctalho : tam-
bem se alugam: na ra da Cruz,
no llecife, n. /|3, deposito de Joa-
qun A nlonio Carneiro de Souia
Azevedo.
Itap desba.
Vende-se rap de Lisboa, por
preco commodo : na rna da Ca-
deia do Hecife, loja de Antonio
Joaquim Vidal.
Rap Paulo-Cordero.
Vende-se rap l'&ulo-Cordeiro,
chegado pelo ultimo vapor do Rio-
de-Janeiro, bem fresquinbo, por
commodo preco : na ra da Ca-
deia do Recife, loja de Antonio
Joaquim Vidal.
(os : na ra das Larangeiras, n. 14, segundo
andar.
Ornatos para sala dos
amantes do bom gosto.
Mr. Berlrand, queseacha aqui de paasa-
gom, avisa ao respeiiavel publico que tem
grande sortimento de estampas, tanto sa-
cras como de outras historias, de diversos
gostos e tamanbos, proprias para se ornar
qualquer sala ; e cartas gcographicas das
cinco partes do mundo, muito modernas e
ao gosto de Pars: os pretendentes, diri-
jam-se i ra da Cadeia de S.-Antonio, n.
13, das 6 s 9 horas da raanhSa, e de urna as
4 da tarde.
03
O
w E
-- Veudem-se amarras
da Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Santo, n. 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor d,e rosa e lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e alurarem mais que as de espermacelo,
e nSo fazerem morrBo.
Deposito de Potassa.
Vende se multo nova potassa
de boa qualidade, em bai riszinlio;.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como jaba muito
tempo se nao vende: no llecife,
ra da Cadeia, armazem n. i a.
Antigo deposito de cal
virgem.
de ferro na rut .'-N* r"* do (:rPSP0- loJa 5 A. ''e Ricardo
loso do Imitas, e defronle do trapiche no-
Na rui do Trapiche, n. 17, ba
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por precd muito commodo.
- Vende-sea bordo dea brigues ligeira
Vendem-se cortes de cassa para vestidos,
de corea lixas e de bonitos padroes, a sele
eoito patacas o corte ; chales de tarlatana ,
grandes a 800 rs.; mcios ditos, a 500 rs. ;
na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para a cadeia.
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de outras muitas
qualidades quo se venderSo mais barato do
que cm outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
millio, que so estilo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Corles de brim de cores
com listras ao lado, a
1,280 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
listras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado de al-
godo americano, proprio para escravos, a
140 rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina quo volta para a cadeia.
Attcncao.
Vcndem-se Titas de chamelote para os
hbitos de Christo, llosa, Aviz e Cruzeiro,
chegadas prximamente : na ra do Cres-
po, ao p do arco de S.-Antonio, loja de
miudezas de Joaquim llenriques da Silva.
Aos amadores e Iliteratos.
piche
vo, n. 6, vendem-se a seguinles obras, por
prego commodo :
O Preto, publicaban modernissima que
descreve o estado lamenlavel dascadeias.
Hetitta militar, jornal contando muitos
couhecimonlos uteis e novos inventos par*
a nobre profissno das armas, com as pUn-
las e estampas necessarias para a intelli-
gennia do texto.
Historia do cerco do Porto, 2 v. obra mui-
to moderna eiiitornssante pela narraglo(les-
te heroicofeitode nossosdias,odejoulras no-
ticias e pela carta lopographica das lindas
da dita cola Ir.
Vioijent na minha trra, publicagHo de
muito gosto e chiste do bem conhecido lit-
terato Garrett.
Contos da minha trra, bella tradierfio da
provincia do Minho, pelo escolenle esrip-
tor A. P. da Cimba.
Portugal, recordagOes do anno de 1842,da
viageni que a essi reino fez o principe
Lichnowsky.
Muteu l'ittorctco ns. 1 a SI, jornal scienli-
(ico, contendo muito boas eslampas.
-- Vende-se urna preta crioula, de boni-
Cal de Lisboa.
No Rio-Formoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vcndem-se barriscom cal virgem de
Lisboa, do superior qualidade, (por preco
commodo.
A 2,720 rs. cada um
corte.
Na loja de Guimares & llenriques, ra
do Crespo, n. 5, vendem-so novas cassas
parisienses, padrOes muito mojemos, pe
lo barato prego de 2.720 rs. cada um corte
esta fazenda se torna muito recommenda-
vel pela superior qualidade e barato prego.
Saccas com milho a
2,500 rs. e ditas com ar-
roz de casca a 5,500 rs.:
vendem-sn no armazem do Braguez, ao p
do arco da Coneeigao.
No armazem n. 7 da ra da Moda, ven-
dom-se saccas com superior colladas fa-
bricas do Rio-C,rande-do-Sul, por prego em
conta.
A 240 rs o covado.
Vendem-se riscados de linho, proprios
para jaquelas e caigas, a 240 rs, o covado ;
zuarte com urna varado largura, pelo ba-
rato de200rs. o covado : na ra do Gres-]
po, n. 6. loja ao p do lampe3o.
Ilom e barato.
Na ra do Qiieimado, vindo do Rozario,
segunda loja, n. J8. -vende-se panno lino
verde o azul, a ^ ,.,0 rs o covado ; dito
azul muito bom, ateto ecr de Maltona, a
8,000 rs. lengosdcsnlim para grvala, a
1,000 rs.; mantas du seda cscocezas de bo-
nitos padroes, a 10,000 rs.; cortes do col-
letes de fus'flo branco, a 500 rs.; cerculas
de meia muito linas, a 1,500 rs. ; cortes do
cambraia de seda ; e outras multas fazen-
das por commodo prego.
Vende-se espirito de 37graos, a 1,200
rs. a caada, o 160 rs a garrafa : na ra da
l'raia-de-S.-ltite, n. 1.
Vende-se urna escrava de nagSo Costa,
muito moga, de bonita (gura, sem vicios
nem achaques, que cozinha o diario de
urna casa, lava de sabo, tem principios de
engommare coser, e lio muito propria pa-
ra a ra : na ra Augusta, n. 52.
Q ucijos do sertao.
Na ruadoQueimado, n. 14, loja do fer-
ragens, vendem-se muito bons queijos do
serillo, por menos prego do que em outra
qualquer parle ; bem como 3 couros de on-
gaeum de lontra ; umaporgao de couros
miudos : ludo se vende muilo baralo.
Chitas escoras de cores
(xasu I80rs. o covado.
Vendem-se as melhores chitas de cores (i-
xas e assenlos oscuros : na ra do Queima-
do. n. 8, loja confronte a botica.
Calcado dcl,20a 1,600
No Aterro-da-Boa-Vista,
de I ion te da bou cea,
sao chegados sapatos francezes de couro d
lustro para senhora, a 1,280 e 1,600 rs. o
r-ar; bem como um completo sortimenlo
decalgado de todas as qualidades, tanto
para homem como para senhora e meninas;
assim como do Aracaly para homem, a
I.OOOrs. pcllesde couro ile lustro ham-
burguez e francez ; ditas de marroquim ;
ludo por prego commodo.
A 430 c 560 rs.
Vendem-se cassas francezas de cores 0-
xase do bonitos padroes, pelo barato pre-
go de480rs. a vara; chilas largas france-
zas e de listras cor de ganga o crdecinza,
pelo baralo prego de 360 rs.; brim tranga-
do amarello de puro linho, pelo barato pre-
go de 640 rs. a vara : na ra do Crespo, n.
14, toja de Jos Francisco Das.
Vendem-se oculos de armagSo, bran-
cos de cerdos, para todas as idades, a 1/
o par: na ra larga do Rozario, n. 26,
loja de miudezas.
Potassa nova.
Cbegou de llamburgo potassa
nova em harria pequeos; ven-
de-se tm casa de llolhe& Bidou-
lac, na ra do Vigario. n. 4.
Vendem-se 50 caihms muito
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Vende-se urna preta muito boa cozi-
nheira e engummadeira, muito sadia e ro-
busta, n.lo tem vicio alguma, apenas fuma
cachimbo e isso muito pouco : seu prego
he de 480,000 rs. quanto cuslou : o motivo
de se vonder he smenle por dizer que nao
quer trabalhar em- um quintal e querer que
a vi'iiilam,ad vori indo-so que sendo para fra
da trra ou engenho da-se mais em conta :
na ra do Sebo, n. 8, a toda a hora.
-- Vcndem-se pegas de chilas limpas e de
assenlo coherlo, a 5,800 rs. ea rctalho a
160 rs. ; cassa-chita preta para luto rigo-
roso e alliviado, a 140 rs. o covado; cassa
lisa, a 3,000 rs. a pega de 10 varas, o a re-
talhoa 320 rs.; cambraias, um corlo para
vestido 2,500 rs.: na ra do Passeio, n. 17,
loja.
Vende-se tima farda para guarda na-
cional, urna banda rica para odicial, um par
de globos de ouro, canana e talm, urna plu-
ma c um fiel de fo de ouro para espada:
ouem pretender, dirija-se ra Direita, n.
70, das fi s 8 horas da manhaa, do melo-
da s 3 horas, ou noite : tudo se vende
por prego commodo.
Velas de espermacetc.
Vendem-se velas de esperma-
cetc superiores, chegadas agora da
America : em casa de Deane You-
le & Companhia, na ra da Ca-
deia, i. 4.
DEG PORTAS H<32
Nesla loja vende-se panno lino preto o
de cores ; casimiras elsticas, linas e de bo-
nitos padroes ; cortes de brim de linho es-
curo, a 700 rs.; cassa lisa, a 320 rs. a vara;
Chitas du cores fxas e do pannos muito 011-
corpadas, a 140 rs. o covado ; e oulras mui-
tas fazendas proprias da Costa, por barato
prego para fechar cenias.
Sellins inglezes e cls-
ticos :
vendem-se em casa de Geo : Kenworthv &
C. na ra da Cruz, n. 2.
Sapa toes a 800 rs.
No Aterro da-Boa-Vista, loja n: 58, ven-
dom-so sapatuca do Aracaty a 800 rs. o par,
eduas vidragaspara loja por prego com-
modo.
-- Vende-se sola, couros, marroquins,
bezerros francezes^tamancos, sapatos do
Aracaty, ditos da Ierra, bonetes para ho-
mem ;e oulras muitas cousas, tanto a rc-
talho como em porgflo : tudo por preco
commodo: na ra do Livramento, loja do
couros e calgados, ao p do nicho.
- Vendo-se superior sal do Assi'i, a *Wr-
do da sumaca Carlota, tendeada no Fortc-
do-Slatos: a tratara bordo da mesma, ou
na ra da Cruz, armazem n. 33.
--Vcndem-se pegas de cassas lisas finas
com 10 varas, a 3,000 rs. : na laja n. 17 da
ra do l'asscio.
Farnha de trigo Barn.
Acaba de chegar a este mercado unta par-
tida desta muito antiga e acreditada marca
a qual pela sua escolenlo qualidade pro-
meti reuovar o crdito, quo algumas par-
tidas nao tao boas, o anteriormente
chegadas linham desmerecido : vende-se
em casa de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim, n. 35.
Vendem-se diversos escravos e
nioleques, sendo um delles cozi-
nbeiro ;
molccotes: pretos |para o i-ampo; ditos
para armazem de assucar; um dito mari-
nheiro; um pardo oplimo para pagem um
dito sapaleiro, o qual se troea por urna pre-
ta quilandcna ; um dito para Irabalhar em
algum sitio; 3 pardas com habilidades;
-------- grossos,
de boa qualidade e de 40 e tantos palmos de
ti figura, que lava bem de varrella e coz.- comprimonto, proprios para latada ; 200 di-
nluodiafio do urna casa : o motivo porl tos de 30 a 40 palmos ; 11 travs de 22 naI-
que se vende se dir ao comprador : na ru I mos, |>or ""----------
do Crespo, n. 15, loja. |j0, n. 34.
scravos Fugioos
Fugio, no dia SO do frrente, urna pre-
la de nome Anglica, de nagflo Rengela,
de boa altura, de SOannos pouco mais ou
menos; lem bastantes cabellos brancos,
com falta, de denles ; tem as nadegas mui-
lo empinadas ; puxa por um quarto, de urna
queda que levou, e por isso anda lem um p
grr.sso; levoii vestido de algodfio azul j
velho, cahegao de chita tairibem azul, ohale
velho desbniado branco com listras azues ;
lem urna cicatriz que parece ser de fogo no
braco esquerdo; costuma a beber muito :
quem a pegar leve-a ra do Itangel, n. 50,
que sera gratificado.
100,000 rs. de gralificsgSo.
O abaiio assignado roga aos Srs. de en-
genho ChristovQo de Molan la Cavalcante,
Francisco de Barros Reg, Francisco Mari-
nho Wahderley, Francisco de S.-Tiago Ra-
mos, Antonio Jos Marroquim, Manoel de
Barros Accioli Mello, Antonio de S.-Tiago
Paz de Mello, Paulo de Amorim Salgado,
l)r. Flix Theotonio da Silva CusmSo e Ig-
nanciodo Barros Wanderley para que se
dignem mandar ver pelos moradores de
seus engenhos urna escrava de nome Ca-
tharina, crioula, do estatura regular, ma-
gra, com a barriga um tanto crescida, den-
tes bonitos, sobranselhas. oarregadas; le-
vou urna filha mulatinha, de 3 annos, de
rosto redondo, olhos pequeos ; tem as co-
xastao unidas que a faz vollar os ps para
oslados. Fugio a 11 de outubro de 1848.
A mili desta negrinha chama-so Jeronyma,
e tem alm desta filha muitos lilhos, e por
isso se tem feilo notar no lugar aonde mo-
ra ; he escrava deThomaz Vieira, morador
no engenho Palma, sitio capivara. Catharl-
nafoicriade Mara Vieira, moradora em
Peroba, sitio Pescinenge, e por morle desta
coube em hormiga a Gertrudes, filha casa-
da com Domingos a tal, morador nesla
praga. lia toda a certeza del! ter estado em
algum destes engenhos, porm tem sido
mudada tal vez pelos manos. 0 abaixo as-
signado offerece a quantia de 100,000 rs. a
quem a trouxcr at o lim de dezembro do
corrente anno, e pretende desse prazo em
diante, fazer toda a diligencia para a deseo-
luir o proceder contra i|uom a lver acei-
tada.--O commandante do corpo de poli-
ca, Jodo do Reg llarros h'alco.
Fugio, no dia 16 de outubro prximo
passado. o escravo cabra, de nome Thimo-
Iheo, olliciii l de carpinleiro, de estatura al-
ta, magro, zambeo das pernas, com falla de
um dedo em um p, denles podres ; tem o
sgnal de um pequeo talho na ponta do
nariz ; be bem parecido de rosto, com prin-
cipio de barba ; J%ou boa cafga do brimv
azul, camisa branca e gndola branca fina ;
cujo escravo foi do IIIm. Sr. Alfonso de
Alhuquerquee Mello, da provincia do Pa-
ra, por ordeni de quem foi vendido nesta
corte peloSr. capiao de Trgate Jesuino
l.amcgo Costa ; consta que se intitula for- '
ro a lodos aquellos que o no conhecem, e
bem o persuade por saber ler, escrever.e)
contar, o a quem o conhece diz a uns que
anda por ordem de seu senhor a procurar
nomo cempre, e a outros que anda em
ocura de obra para trabalhar: o que aa
revine aos lllms. Srs. oficiaes do exercilo
armada, para que o nao recrutem ; cap-
fies de navios, para que o nflo receham a
Seu bordo a pretexto algum; mestres de
obras, o nao admitam as mesmas; aos Srs.
encarroados da visita dos navios o n.lo
deixom subir em navio algum, qur seja na-
cional, quer eslrangeiroe a todas espes-
soas em geralseroga o- nao acoilem, nBo
sopara evitar o procedimento criminal,
maia tambem de pagar o jornal de 1,400
rs. diarios desde que o mesmo estiver f-
gido, que he lanto quanto se protesta ha-
ver daquella pessoa que Ihe der coito : para
cujo fin so faz o presente annuncio, para
queuingnemse chame a ignorancia, o so
darBo boas alvigaras a quem do mesmo der
noticias onde existe, ou o levar ra da
Cruz, n. ?.
--Fugio, no dia 4 do corrente, o preto
Jos, de nagBo Cassange; he baixo, magro,
denles alvos, pernas arqueadas ; tem falta
de cabellos proveniente de carrejar por an-
dar ao ganho ; he muito regrista e embria-
ga-so frequentemente ; j foi encontrado
no Monleiro com feixe de capim, e lambom
de lenha; foi escravo do Amorim, mora-
dor as Cinco-Pontas : quem o pegar leve-o
ao Alerro-da-Boa-V'ista, n. 86, que ser re-
compensado.
--Nodia 17do corrente novembro des-
appareccu desta cidade, da casa do pateo da
Caimo, n. 18, o pardo Mximo, de cor um
pouca clara; representa 30 annos pouco
mais ou menos; rosto e corpo regulares,
olhos vesgose pequeos; lim os cabellos
pretos e crespos, e usa delles alguma cou-
sa croscidos e suissa serrada ; costuma los-
sir abafadamente do espago emespaco;
quando falla fecha um dos olhos o bstanle
apressado; foi escravo do padre Antonio
Goncalves da Silva, o boje perlence a An-
tonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
I.eon. Itoga-se as autoridades policiaca, ca-
piiaes decampo e qualquer pessoa parti-
cular, que o apprchendame levem-no no
dito Sr. noengenho Agoas-Claras, Treguc-
zia daliscada,ou nesla cidade u l.ino do
Castro ArauJoTquo serao gratificados.
--Fugio, no dia 6 do corrente, o pralo
Benedicto, de nigflo, de 18 annos, pouco
mais ou menos, sem barba ; levou tamisa'
de madapohlo e caigas de riscado largo e ea-
curo ; de altura regula, corpo fornido,
boigos grossos, bocea grande, pos e mflos
grandes : quem o pegar^ve-o ra es-
trena do Rozario, n. 43, segundo andar,
quesera gratificado.
iram ordena para se venderem muito har
3*
N. : KA W. DE H, t. DE MEU.-184


Full Text
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