Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06716


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Full Text
Anuo XXV.
Seatind -Pora 19
, do* cobheioi.
PABTIDA
r. >... PimHua, segundas e sextas-feiras.
SffiaS$*le> l.>'nla.-rera. meio-
r.hnaSfrfthn. Rio-Formoso, Porto-Calvo
Mr5*>t n0 a 11 c 21 de cada luc,
n-irac^un e Bonito, a 8 e 23.
^r& flores, al. 88.
Vitoria, as quintas-reirs.
tjlinda, todos os das.
EPBEMEBIDEa.
Fhses i, lu. Ming. a 7, s Gb.e 3 in.dau.
Nova i H, ai oh. e 53m. da t.
Cresc. a 23, ao* 5 ui. da m.
Chela a 30, 3h.e 5m.daiu.
raiMUR hoje.
Primeira as 8 horas e 30 minutas da aiahn.
Segunda as 8 horas e 51 niiimtos da tarde.
de Novembio de I40.
DIA3 DA SXMi..A.
19 Seg. S. ti i bel. And. do J. ilos orf. do e m. l.v.
'0 Tere. S. Fclix. de Valois. Aud. da chae, do J.
dal.r. do elv e do dos feitos da f Renda.
21 <>uarl. S. l.elasi >. Aud. do J. da 2. v. chf,
22 Quii. S. Cecila. Aud. do J. dos crl". c do ni. da
1. v.
23 Sext. ^. Clemente. Aud. do J. da 1. v. do el,
. ., j- j..> imnn e do dos l'i-iiosdi fa/.enda.
Porlresmezes(ad..rt*))4/0002<&b Joo da Cruz. Aud. da Chae, c do J.
Por seis mezea 8/000 da2. v. do crime.
Porua anuo 15/000 M D s Cathrlna. __^_____
PB.EQ/OS DA ZCB3Cn.IPOAO.
l
N. 050.
II iiiiwiWiia>na!MBwt7asnwai
CAMBIO? EM 17 DE MOVEHBB.3.
Sobre Londres, 28 1. por 1/000 r*. a 60 (lias.
Paris, 310.
1 1 -.t, 1 1, 100 por cent >.
Ouro.-Oncathcspa.ili-.es......... 2!>/H00 a {#000
Mocda.de b>400 vrlha.. 17/000 a l/m
de/l<>G novas.. I . de4/U00.......... W2UU a ?/!0
Palacflcs brasileiros..... lM<> a |JM>;
Pesos columnarlot....... I/1* J/g
Ditos mexicanos ..... '#>"'" a '?ss '
Prata.-
m PERiuMBiiG
EXTERIOR
Londret, 28 di sttetnbro.
O governo francez acaba de nomear o vi
ce-nlmirtnte Romain besfosses para, subs-
tituir o seu principal enviado 110 Rio-da-
Prati, o almirante Le Prdour, o qusl ttm-
licmcommandtvt o equadrflo frnneez na-
quellas ag08 o vicf-almirantn Ilusiono, n
sna handeira sobre a fragata In Pandore a
partir brevemente de Idesl- Ha rtsflo pa-
ra rosearse que esta nova nomeaeflo impli-
ca a dcsapprovsQfloior p Irancez do tratado provisoriamente con-
cluido com Rosas pelo almirante Le Pr-
duur, com o sorcorro dos oflicios amigavois
Un Mr. Southern; consepuinlemonte,
qtialquer que soja a marcha seguida pelo,
governo inglex a rospeito de nossas pro-
prias rclacos com o di.lador de Uuenos-
Ayres, a guerra vai ser provavelmenle re-
novada pelos Francezci, e a pacitlcacao do
Rioda-Pralaaclia-so hoje tOo remla como
proza mais ardua c improficua do que ale hoje
a tein concebido ; e ate pnder seinear o ger-
men de um tentimento menos amlgavel entre
e|la.e estepait; poicm o resultado de ludo
ter fornreer a Rosat novot pretextos para a
continuaran das hostilidades, e prolongar os
inconvenientes que ha j tanto lempo pesan
obre o commercio.
Timti)
nunca.
Isto, porm.nSo lio ludo, pois, so nlo es-
tamos mal informados, o almirante Le Pr-
rfour, ao transmittir F.uropa osle tratado,
nnmunicou ao sen governo que das duta
ccauas urna dovia escolher, ou aceitar as
condigoes do tratado, ou enviar urna expe-
dicAonovae mais poderosa para 1 defensa
de Montevideo. Portante, seo governo fran-
.cet i.-jeilaa mais pacifica destas alternati-
vas, nao nos devemoa admirar de sabir que
contempla enviar ao llio-da-Prala urna di-
vis.lo militar mais poderosa do que quanUs
:,l.i teem apparecido; e que 4,000 homens
ifio sido designados para este servico. Se
estes projectos frem realzados, o se a as-
seml.la nacional votar os fundos necessa-
rios para este lim, sem o que o gabinete de-
clinara provavelmenle a responsabilidad.'
de urna tal empreza, os negocios do llio-da-
Prata continuarao a ser a perplexidado de
nossos estadislas e o desespero de nossos
mercadores.
Ha tres lindas de poltica a seguir nesta
questao, as ques teem seus respectivos ad-
vogados. A mis fcil; porcm a menos in-
telligei.le, consisteiia ein subscrever a to-
das s condicOrs que Rosas quizesse esla-
bclecer, em deixa-lo comilelar a ruina da
Caitliago rival, fundada na margein oppos-
ta do grande rio, 01 entregar a sin inso-
lente nspecQSo os interesses europus na
America do tul e em comprar courus uus
nialsdouros do tluenos-Ayres quasi com as
inesmas coiidicocs a que os llollandezcsso
lubjeilaram noJapoi
Hoje Rosa lie todo sorriso e animaQSo;
He espera conseguir apartar a Inglaterra;
OSua cooperario com a l'ranga, elle pro-
melle um pagamento insignincanleaos ere-
dores inglezes, e at permiti esperar que
recebera um dia o ministro da rainha de
Inglaterra, o qual cpnscguio iuspirar-lhn
scuti lientos de estima o confianza por sua
pessoa.
Mas, logo que o flm IVissc alcancailn, lo-
go que a independencia de Montevideo
I'ossh sacrificada, o commercio britannico,
hojeflorecente em Uuenos-Ayres, ficaria en-
tregue sem proteccilo aos caprichos ou aos
inleresses de um governo arbitrario. Se
refleclirmos bem sobre a en rgia com que
a Cr.la-Uretanha obrou em 1828 para prote-
ger a independencia da banda Oriental
contra as prelencOes rivaes do Uiasil e do
Buenos-Ayres; veremos que o aniquiU-
tneiitii virtual .laquclle estado seria urna
iimriilliacflu e urna vergonha, asqtiacs coin-
plelsriam a ruina dos interesses britanni-
co--, ja tfio diminuidos na America do mi'
Fol pura prevenir este resultado que as me-
didas da Franca e da Inglaterra no llio-da-Pra-
la l'urain adoptadas, t esta poltica destruirla o
que M di'iittivaiiieiitc expicssadu uo Urinas
prt'posios |>or Mr. Ilood.
O governo inglez nuuc 1 exigi nada mais do
que estes termos, c se nunca iccoiilieccmns
qlie estamos en. estado de guerra com a rep-
blica argentina, lie porque as rcclaiiiaces
que temos sustentado em Montevideo nada
havia de hostil aos direitos d.iquella confede-
racao. Mosso desejo era simplesiiienlc tr'o
exercito argentino retirado do Uruguay, e una
lumia de governo adoptada naquellc pau pela
vniitade do povo, qm'-r a cleico fusse favura-
vel a Oribe, queV a oulro candidato.
O governo Irancez e ainda n.ais um partido
consideravcl da opposlcio franceza, capitanea-
da por Mr. "I hicri. tiul.a oiilros designios, e a
cooperarlo da Inglaterra, a qual fol aceita de
bou. grado por Mr Cuiznt, servio como um
estotvo 11 ol., peculiar de poliiica que alguus
los estadistas f.ancezes folgaiiaiu dr seguir no
ltio-do-l'rau. Aos seus ollios a I-anda oriental
nao l.e lamo uui estado iudcpeudriite que ile-
ve ser defendido contra as iucurses hunlia.d*
mu rival, como urna dependencia da Pranca,
povoada por emigrados franceres, sustentada
liur mu pagamento regular feilo pela Franca,c
defendida por voluntan is franerzes.
Entretanto, pols que a Inglaterra he sim-
rdesiueulc inlerrstada na defensa de suas re-
ices coiiuuerciaes com os estados das mar-
gcut.dp llio-da-1'rala, a Frauca ten. mostrado
que se cousidera como mais dlreciameulc Im-
plicada nesta lula ; ella te... frito e aluda fas
grandes sacrificios pecuniarios para a defensa
de Montevideo ; c a propofta de uina expedi-
co, qual leria ridicularisda na casa dos
c'olnn.uns, aera applaudlda na assemblca na-
cional. Sc,portanto,as circumstanclas condu-
xlreiu a uuia Oillerenca consideravcl na direc-
(o das respectivas relacprs da Franca c Ingla-
terra com estes estados da America do sul,
dcixaiciuot de exercer toda a u.lliiciicia tobre
as inteuees da gabinete francez naquella par-
^ te, e elle poder procurar eslabelecer sua pro-
prla ascendencia sobre a inargem septentrio-
nal do rio por Hielos to iuco.upatlveis com a
J'i.depeneia real de Montevideo como a luvaso
lo propriu Ilesas. Tal he o estado presente
ctlla queslo.
A r ranea acharapravavelmente urna tal em-
mm m wwimwco.
KECITB, 1S DE NOVMIBBO DE 18*9.
O brigue Conceico-de-Vara. que, Inven-
do sabido de Lisboa com direccilo ao nosso
porto alguns dias depois do Vet*, chegou
liontem tarde, apenas trouxo tres exom-
decedido, que poJia encontrar entre os seus
subditos. Foi, sem duvida, nspirsco,
porque antes que cinco mezes tivessom de-
corrido, e bavendo o mais perfeito socego,
rebenlou a tormenta mais espantosa que a
Europa vio dosde a qu.la de Napoleilo. Foi
necessaria toda a energa do generarNarvacz
e de seus dignos comptnbeiros para obstar a
que o mal se propagasso.ainda que fosso por
ponco lempo,a llespanha. Cm assombro do
mundo a Hespanha atravessou sncegada a
tormenta europea, e se aprosentou grande,
sensata e poderosa aos ollios dos poucos que
antes a desprezavam como ansrehica, pnbro
e dbil. -He talvez esta a pagina mais bri-
Ihante da historia do gabinete NBrvjez,
porque he a pedra fundamental om que as-
senta quanto depois vem, e ser urna das
que a historia de Hespanha guardar com
malsorgulho como primeiro resultado po-
sitivo e verdadeiro do sua rogoneracilo po-
ltica.
Desde entilo otianlo n.lo tem foto o go-
a certidao qn.>
ares ao Diario do Governo, datados de 10,
t e 12 do passado.
Portugal ficira peritamente tranquillo. Ivoruo para justificar a confianza daoroa?
O ministerio Tliomar, collocado no cen Suslentou, como no succedia ha um seculo
tro das parcialidades existentes, oprrr
rando dirigir a opiniilo publica de man, nj
a poder nrganisar um partido novo que, for-
mado da molhor gente do paiz, symbolse
o pensamonto do governo, o o ajudo em lu-
do a1 promover a prosperidade da iiiqSo,
ainda so liria aero opposiQoda parte da i.n-
prensa que servo de orgSo a aquellas par-
cialidades, a qual, na sua injnstica o dessr-
rasoaiiento, como que bas todas as suas
acrusacOes contra o actual gabinete de Sua
IMageslade Fidelissima no faci da nao tur
elle remediado om qualro tnez'i de existen-
cia os males queem longos naoi4iieram
ao reino as atlministrnces transadas. F.u-
trctaitto, cabal e lgicamente defendido
pela gazrta ollicitl, esse gabinete prosoguia
no systema que se mpozera ; nada poupava
por consolidar a ordem publica ; e, grabas
aos meios poderosos que.para issn recor-
ra, ia conseguindo tilo felizes resultados,
que o jornala que nos refei irnos em prin-
cipio, assini se exprime em o seu numero
239 de 10 de outubro
< A en n lia oca e o crdito vo renascen -
do ponco a pouco, e o paiz vai pouco a pou-
co sentindo os seus benficos resultados.
Todos os ramos da industria v!io mclhoran-
do. Em lodos, mais ou menos, se nota mais
vida eanimaco.
A agricultura tem visto augmentarem-
se as planUcOes de vinhas e olivaos, e lor-
11rom a cultura campos quo por falta do
meios licavam incultos.
A industria fabril tem presenciado a
ereccSo do novas fabricas e o desinvolvi-
mento das antigs.
A mar inlia mercante-tem lido notavel
incremento, eslendendo tambem as opern-
Qcs do nosso commercio. As arles, os ofli-
cios mecnicos, toda a casia de opranos
acnain trabalho com mais facilitlado do que
da ntcs.
a Por mais que os partidos adversos ao
govmo so esforcem por conlradizcr estes
resultados, silo vertlades que to los sentem;
silo fsclos que lodo o paiz conheco o pre-
sencia.
11 Nfio quorem dizer ainda esses facloi,
que a Industria est prspera, que a ncelo
est j feliz. Mis dizem de um modo inne-
gavel, quo parou a rodn da nossa adversi-
da le, n que principiamos a reparanno-nos
dos estragos que a guerra civil nos legou.
F. o povo, que hoje reconhece eviden-
temente que tac'j beneficios s3o o fruc'o
11.tur,.l da conservado da ordem, auxilia-
da pela ac^lo govornativa, aprecia devidr-
nii'ntei'ssa Ordem ai] un .leve o l.e ni. c es-
ses esforcos do governo que Ih'a cons.T-
vam e Iralam de consolida-la a
As datas de Hespanha chegam a 5 de 011-
lulirn.
Estava decidido quo as edites se reuni-
riam nesse mcz.
Em virtude de decreto de 30 de setombro,
as deputaciiS provinriaes deviam encelar n
20 de ouliibro os seus trabalhos ordinarios
do coricnle anuo
A 28 do citado setembro, rccbra S. M.
a rainha calholica com a maior benevolencia
o Sr. I). Jos de La Cruz Castellanos, rege-
dor da municipalidade da cidade de Puerto,
eiidinegado por aquella cmara de tributar
suas homenngens mesma augusta se-
niinra.
ludo indiizia a crer quo mallograria a
fumosa cxpedico dos aventuren os contra
a i I lia de Cubo.
Cria-so que na futura ron ni."i o das curtos,
o governo hcspaniol miliaria lignina pro-
videncia quo remuva os obstacutos que por-
venlurj se oppwiiMsn completa reconci-
liacilodo infante I). Sebasliuo e sua augus-
ta esposa com Sua Magestadc calholica, o
por conseguinte permita que aquellos dous
personagens voltem ao seio da palria.
A 4 completara-se o segundo anniversu-
rioda nomeaeo do ministerio Narvacz.
Commemorando-o, o Heraldo diz o se-
guinlo :
* Recorda-nos o dia de hoje um aniversa-
rio que se refere a um caso do extra-
ordinaria longevidade, se olharmoi ao
quanto he cuita em Hespanha a vida minis-
terial ; aos infinitos obstculos que levo quo
vencer, e s grandes .reformas que metleu
hombros o actual gabinete.Ha dous annos
que S. M. se dignoii confiar ao duquo do Va-
lenca a fonnuQilo do gabinete que, cun le-
ves modifica^es, aclualmonte existe, e pa-
rece queso (at lo obedeceu ao impulso de
urna inspirarlo que Ihe indicava a ueces-
sidado de confiar o governo do psiz, un
meio deuma Iranquilii itde pparunle que
nao pareca amcarada.ao piloto mais deslro,
10 braco mais resoluto, ao coracao mais
tro o objecto apresentado a despacho co bllcar para etia a. rematacao : a c^crt.uao q.i >
mencionado om a nota baja diOarenea para gg* &\"Xt&$^U%>.
mais. qualqucrqucseja o motivo que a isso '^^^Vi^^JnsPctor da'afandeg.-,. la
de lugar : nada ha, portanlo, quo se op- poucoplaiivP| 111C parrce 0 pretexto que r-
ponha 1 que acreditemos que S. S, deca- rs, buscar estes Srs. para virem ao publico
rundo os nomes dos Sis. Lomos & Filho no eon 0sa9 araU|e6M contra luim i fallo da pu-
edtal que osles dizem haver provocado a blicacao do seu nomeno eilital para a arrruia-
publicteflo de sua carta, nflo teve em vistas tacan. Smente por Ignorancl 1 poda eu ser i-
Vionnii ni a defender asna reputacilo do ,i0,ou qualquV.oiu.a causa dadi i>ortiin drs-
ta cm un- p.iel.nnle. r-i o negociante subjeili ,i Impotl-
empregado publico, como que pos
vida poressas mesmas exprcsscs, (|uc nos (Sodas multa* Hicj
lli poUCOS dias ainda
lesperlaramaaltencfloquando lOmos a ro- urna diOercnca semelliante se enconlrou em
',i,U i despacho dos Srs. M. L.sserrr & t... e os edl-
ferida carta. '"""f
Prevalocer-nos-liemos da oceasiflo pura
arremal.icao fdraiO publicado,
i'reva ecer-nos-hemos da occaaino para -- . manifestar a magoa do quo nos sentimos Sr, ftBn c,ro bBo 0 .pri.l3, menos
posstiidos por vermos a maneiru burlesca Uo que os Sis. Lemos iFilbo.
Piio he verdade que cu demoraste acintosa-
i-.,-a 18, 'jirs. Lc-
a esla parte, a dignidade da nacSo; salvou o
paiz de encarnizad* guerra civil; o empro-
hendeu reformas econmicas em que se nflo
atreveram a pensar anteriores governos,
embora as reclamassem os brados da naQilo.
Fez representar brilhanto papel s nossas
armas, n'uma questilo que era mais do que
europea, porquo era universal; o finalmente
oceupa-se boje na fecunda tnrefa de dimi-
nuir a despeza, o iguala-la com n receila,
o que a opposiQo tem serapra podido, mas
que, quando estovo no podr, nilo foi capaz
de reilisar.
Com esla curtissima resenha firs justi
ficada esla existencia de dous annos, por-
que uinguem dir que so lem nella perdido
lempo e desperdigado occasies. E, petar
disso, podemos dizer que co'iiecun agoia
os grandes trabalhos que a patria espora do
actual gabinete, pois mui'o ha amia que
reformar, o muilo ciminho fica ainda que
Iransilar pela verdadeir* senda do'progres-
so. Oque nelln far o ministerio fcilmen-
te o prognosticar quem attentar para o qua
elle lem jn feito. Para que esse progresso
secomidete, dosejamos que muilos anuos
viva ainda no poder o actual ministerio,
para que possa rematar as obras a que deu
comeco nos dous anuos quo se acal.um de
completar, c para quo o paiz gozo os b.Mts
que s ello p lo dar-lho, que silo-a restau-
raeJBo da sua anliga prosporidado, o a segu-
ranza de qu se consrvala tranquillo no
interior, e respeilado no extorior como po-
tencia de primeira ordem.
Quanto aos demais paizes do velho mun-
do, as noticias com quo depuramos na to-
lda porlugueza nada adianlum s de que
demos conta aos loitores om o n. 25t, pois
que sflo extractadas de gazetas inglezas e
frnncezas do datas maisanligus do quo aquel-
las que recebemos pelo paquete l.innet.
Dousdisjorni.es desta oapltil inseriram
urna caria dos Srs. JoSo Pinto de Lomos &
Filho acerca do certa quest.lo quo pendo
entre a casa commercial desles senhoros e a
alfandega desta cidade robre o despacho
de algumas resteas d'alhos.
Esta cari eslevo primeramente em nosso
poder por poucos momentos, e nos, agii-
Ihoado pelas sympatliias o respeitos qu
nos merece o digno inspector daquella re-
partigilo, e pelas relacOes qno entretemos
com os Srs. I.emosft Filho, nada decidimos
a respeito da sua publicaco ; e, fazen lo
brevissimasrenexOes.ao seu portador sob-e
certas expressOes que nella se conlinliam,
aulijeiliimns o negocio ao juizo do nosso
amigo, o propietario desto Diario.
Tilo embaratjado como nos, ltenla a ami-
zade quo consagra ao Sr. Jo3o Pinto de
Lcnos o que vota ao Sr. inspector, o nosso
amigo, logo que Ihe foi prsenle a carta em
qnestilo, vacillou lambcm/e pedio a quem
Ih'a levou que Ihe concedesse algum prazo
para pensar; na inlenr;.1o, sum duvida, de
procurar por todos os meios possiveis fazer
eliminar a acrimonia de uun polmica om
queiam figurar nomos que Iho sito charos :
culretanlo, esse prazo Iho foi denegado, e
souo quando a precitada carta ho dada
ao p.elo,
Aggredido, naosh a capa do anonyma
comoemoutras occasies, mas pela firma
de urna das casas commcrciaes dosla pra-
<, o Sr. inspector da alfandeja resolveu ( e
a nosso ver mui avisadamento J repellir a
aggressilo, forutftW a sua resposta, e no>
la euviou para que a publicassemos-
Iteceiit.', pulida o nao acrimoniosa, essa
resposta mo pedia ser rojeitada por nos,
sem que infringisseinos osregrasiquo sabe
iinpr-so o joriialisla imparcial o cutiscien-
rio-i. : ni, pois, a aceitamos, e a vamos
exirur ncslo numero do Diario, cerlos de
que os Srs. Lomos & Filho nada duvidarao
em arroditar que o Tazemos guiados somon-
te pelos rigorosos principios da justiga ;
tanto mais quanto nilo ignoram que apre-
ciamos dcviJamento a sua reputaijno com-
mercial, e sabernos quo lio incapaz de
procurar defraudar a fazenda publica urna
casa de commercio, cuju chefe perdeu,
em oulras pocas, algu,.ias cousignacOds,
por so n.lo querer prestar aos meios
que Ihe itidicavam os sobro-cargas dos na-
vios, como os utais proprios para conseguir-
so que nflo pagassem os respectivos direitos
as ii.ere.idoi ias de que eraui con Inclu es.
Demais, como mui judiciosamente ob-
serva o Sr. inspector da alfandega logo no
segundo paragrapho do sua resposta,- para
que tetilla lugar a multa de que trata o arU
227 do rgulamento de 22 do junlio de 1836,
nilo he preciso que se supponhu desejo
de losar a fuzcndu publica dajparte de quem
liouvcr de Soffrer essa mulla; basla que en-
po
como vai sondo tratado oSr. Luiz Antonio
Je Sainpaio Vianna, smente porque, jus- mente urna InforraacSi relativ.
tilicundo a ideia quo formamos de S. S. des- inos. F.in eonsequencla da grave enrermrdade
do que tivemos aventura de travar com que me impedio de ir alfaiidega durante um
elle Velacors quando, em I8 uaui estove g. -W ...utos mmmg*+ J
pela primc.ru vez, c correspondendo a ron- lhegonr,r tt p.^i.iencia, a. quaes
banca que nolle deposita o governo imperi- 0 meu mo^ul ine reservara. Nao me
al, nada tem poupado por conseguir que, lPllU0 s,|0 recnnimendada a urgencia nados
cumpridos religiosamente o regulumenlo Srs. Le...os & Filho, julguei obrar bein, ecra
da alfandega, eos avisos 011 ordensdolhc- regra, enviando as mais amigas antes das mais
souro que o explican), sojam ilovidamcuto modernas.
arrecadados por aquella reparticflo os tlitei- Terminarla aqni, Sr. redactor, a racliricaran
los cu/a cobrunca Ihe esl incumbida, d*s- i j 'i'"'". *S^\\ES222ri
involfndo ,.V vigi.uncia o tgbm,t^^^^J^S^
que, duranto os cinco mezes de sua glorio- s'0 ,|gunlM fmlnuaeiJoi injuriosas i reputaran
sa admimstrac.lo, logrou fazer recolner aos ,|P runeclonario publico teoSoencontrat-
cofres gnraes una quanlia superior EM MAIS ......nMta eorreipondenola ; losluuacei que
DE QUIMIICNTOS CONTOS aquella quo nos tenanimiitai, pareccra da familia do nutras
niesmos mezes do auno passado o seu nulo- lemelhantet qnevierania lume anonymat uo
cessor rcmcttra nara OS referidos cofres \OUrkHna: quero fallar, Sr. redactor, de
-smenlo porque, abolindo os enligo pri-! '"'" historias de suspensoes de eyrego. de
vtW, iLm consentido quo os uto-1 "JETMe fiC KaS. *^-
resses do meta dnzia de M'H'
scjain unlopostos nos da naclo. Ku sabia, ,.....!.> aceitci o Importante e es-
Quando, em um paiz qualquer, o omprc-'pinhoso cargo que oceupo, equcnSo toliel-
aai
OSl dcsmorulisudo, cuminhu de precipicio ^daarte daneflei a iinem a'ttel cuinprl-
om precipicio para a aniquIlaciTo;- esso paiz metodoi regulameutos c bis lltcaes prejudl-
precisa de um braco forte o vigoroso, quo o casse. Tema servido parlo de l'l anuos na al-
arranque to abysmo. | f.indega da Hahla diversos lugares coindiftlne-
Esse liruro, teino-lo-nos ;
ramos que, inuis din menos di
coser oque devo ser, eq
reinos do ver calumniados funecionarios tilo
prestrnosos como o Sr. Sampaio Vianna,
cujo nico delicio consisto cm saber fiscali-
snr OS interesses da fazenda nacional.
I r.indega da Hahla inversos tugares com umiiie-
O, pois, espe- CO c elogios do honrado chef que a dirige 1.1
lia l'ernamuii- ibannos; Uendo-tldo espontneamente etco-
uc'nilo mais to- "'ido para a melindrosa oommiss.to ,1 que vim
Corresponde iicias.
Sr. redactor.Acabo de 1er no Diario Novo
de bonteni, 15. nina correspondencia firmada
pelos Srs. Joao Pinto de Leaos & Filho, na
qual se qucixam contra inim, como inspector
da alfandega, por nni 1 inincira, e com una
llngoagein queiuecsforcarei por nao imitar, o
apresentando urna oceurreneia que teve lugar
em um despacho seu, por forma til que, se
nao lioiivcsse.n lilil eras iMtclliunhaa dessa
oceurreneia para avaliarem a pouca verdade
com que ella lie referida, eu certaiuenle me-
recerla a odiotidade que sobre miul prtten-
dem acarretar os Sis. I.einos A FlIllO.
Nao he verdade que eu declarasse haver da
parte de alguno intencao de lesar .1 alfandega,
como au'.rmam os Srs. I.e.nos S Filho ; ncni
para a mulla do art. 22?, he preciso essa cii-
cumslancia: o simples faeto da dilleroiica
para mais tornar inevlt vel aquella saiicco pe-
nal, cojo Rui nao he oulro seuiio coagir, pelo
proprio iuteresse, o despachante a proceder
bem. Se fosse exacto que cu tal livesse ajse-
verado, ou que disso tivesse convicr.ao, com
milita rasao me aecusariam os Srs. f.cmos A
Filho, porque iminediatamente deveria ter
suspendido os en.pregados que livessem con-
corrido para essa fraude, e procedido com o
despachante na forma do art. 8. do rgula-
mento de 22 de junho de 1830. Islo meamo,
Sr. redactor, eu l\i ver com toda a urbauda-
de ao Sr. I.e.nos Jnior quando na alfandega
me procuroii para averiguar o facto. No de-
mais o art. 227 do rcgnlamento que abaiio fa-
ro transcrever, e a terminante ordem 1U1 Ihe-
touro publico nacional de H de novembrode
184-i, 1 eeoi.iu.ei.d-...-i a sua liel execucao, ha-
bibtarao ao leitor sensato c honesto n julgar
te foi o capricho ao inspector da alfandega
quem o guiou na i.npnsico dessa mulla, se a
conscicncia do seu dever.
A declaracao posterior e Intempestiva, fel-
fa pelo feitor ao despacho, sem minl.a autori-
saco, e depois de etlar elle ultimado, foi um
proced,nenio irregular que eu estranhei-lhe,
como dovia, por u.ua portaria nao tendosido
mais rigoroso, como lalvci me cumpria, por
ter Informado que essa pratica abusiva era
adn.iiiid.i al clao. Se os Srs. Lemus -.- Filho
se quercm prevalecer desic accidente irregu-
lar que nada menos importa do que a aecusj-
co de todos os mais empregados une procet-
sar.iin o despacho, c que nenhuin erro coin-
mrtteram, niio oij.an. com justica, nc.n sin-
eoi.-l.de. Nao he verdade que o detpachu nao
estivesse na conferencia da salud,', pus que
para esse illimolrausmilc m'o tinl.a o teu des-
pchame entregadoic foi nessa occasiaoque.al-
li atando para a nola.conhecl existir urna gran-
de 1l.1l -. enea contra a fazenda, a qual se vr-
jilicou ser de 89 arrobas, por pesare in as 600
resteas 08, e nao 9 como eslava no despacho,
iiem '..'i como foi do depois laucado pelo feitor,
rcgtilando-sc pelo calculo que fuera.
lie verdade que ameacci ao despachante
com o procediniento do art. 8, mas ...... foi
para oirga-. a faier outros despachos como,
mal informados, o alfirmain os Srs. I.cmosj
foi, siin, para elle restituir alfandega o des-
pacho em questao, que havia levado abusiva-
mente para o cscriptorio de seus ainot, oque
all nao podia, iiem drvia estar, porque nao
. ccoul.o,- nutro archivo da alfandega, senao
o que ella encerra dentro dos seus uniros.
Nao he verdade que os Lemos i.V Filho no
tivessom abandonado as mercado, las pelo pa-
gamento das mullas, como 01.s .1.111. alrma-
lo,em contradlccao a um edital que maudci pu
cm setembro de 184-1 i esta cidade ; vend-
me nonio .do ltimamente, teIII lOllcitacSo al-
gunn, para o cargo cni*|iic me acbo, um dos
principaes lugares de faxendi do imperio, pre-
sum, Sr. redactor, que a illinha conduela
como einprrgado publico eslava do algilina
IV,i...a firmada pelos honrosos preeedenl, que
me haviaui merecido esta coufi .n,a por tanto
leniin. c por t;io diversas adminittraces.
Confesso-lhe iiigeniianienie, Sr. redactor,
que nunca me p.assou pela mente a po.s.bili-
dadedit i.isinuacoos aqui publicadas; inr-
mente lonibrando-ni.' que duraiiti- 7 aunas de
lula poltica.por ...in. susle.il.ida na Babia pela
imprenta, jamis ...na AllUofto a 111 lis leve foi
fella .10 e...pregado publico por mciis adver-
sarios poiii.e.-., despeito da intolerancia *
injuslieacaftclcrislieas dus partidos exlrem.s:
fui atroimcntc aggredido, calumniad), doet-
lado cm ineus sentimentos polilicot e inoraes,
porm o empregado da alfandega atravessou
impvido e inclume essa langa crisc. Por
issn, Sr. redactor, nao vim prevenido com ccr-
lides e attestados tullicieiites para o (Tereco-
los agora aos Srs. Lemos ." Filho.e ao publico ;
mas ellos brevemente me chegaro, o para en-
l.io reservo luna cabal e calhegorica resposta.
I'jrocii-me que os Srs. Lcuint & Filho, lao
susceptiveis sobre o crdito de sua liruia so-
cial, nao o deveriam ser menos sobre o dos
empregados publicos', especialmente dos de
algu.na calbegoria ; po.-.j 11 inl->, Sr. redactor,
nao deve sobre t.ies empregados pairar .1 me-
nor suspeita da sua moralidade. Poco, por-
tan to, aos Srs. Lemos S; Filho que, a lien! do
servifo publico e para moralidade do paiz, ar-
ticlela claramente as aecusacoes que live.e.u
de fazer ao inspector da alfandega de He... ....
buco. Serv, Sis. Lemos S Filho, os lugares
de segundo, primeiro cscripturario c fcilor
conterente na alfandega da Baha ; ah Ibes
entrego os ineus l.'l anuos de servico: csineri-
Iheiu-nns, informem-sc dos meus proprios ad-
versarios, cujo julgamenlo nao declino, e ve-
nl.ai.i ao publico com as suas accusacos cla-
ramente formuladas c provadas, 0.1 mesura,
cm falla dessas prov.s.sciuprc diiu.-..--, de ub-
ler, satisfaco-me que apresentcm desses indi-
cios por onde a vos publica, que he a vo da
verdade cm seiuelhantes cato3, apnnta c dis-
tingue o empregado honrado do prevaricador:
deixem-te das usinuacocs ambiguas,e que 96
revelam m vonladc e despeito ; porque, Sr.
Lemos, cm questao de honra e probidade uao
sanos interessadot os incihoresjuies : a opi-
ni;io publica, verdadeiro conhecedor e apre-
ciador da moralidade do tervidor do pan, lie
quem Ihe lavra a sentenca, o dessa sentcnca,
Srs. Lemos, nao ha appellacao. De resto, Sr.
redactor, toda esla guerra dctleal, que inela
duzia de prejudicadus me fatcui, e cujat cau-
sas eu c todo publico nao ignoramos, tem n
mcsuio carcter da que se ten feilo aos multo
honrados inspectores das alfandegas da corte
eda Babia, j surdamenle e traieo, jpor
meio de convicios, insultos o imputaces fal-
sas pela imprensa. Como elle, tenho proce-
dido e irei procedendo ; porquanto, louvadn
Dos, nilo me falla, nem a conviceodos meus
deveres, nem a coragem precisa para ot rum-
p. ir, adetpcito de quaulot obstculos te me
opponham.
n.ie.r.i, Sr. redactor, publicar esta raclifi-
caco que em respeito ao lugar que oceupo, e
ao publico, julguei dever dar citada corres-
pondencia, c nao aos seus autores; porque
das ininliat decises ha recurso para a thesou-
raria, Kxm. presidente da provincia e thesou-
ro publico nacional c como ate o dia de hoje
urna s ainda nao deixou de ser confirmada
cm lodas as inttancias que tem percorrido,
posto,cu jactancia, atlinm. que tenho proce-
dido com aceito.
Ilecife de l'ernatnbuco, l de novembro de
1819 O inspector da alfandega, Lu: Antonio
iie Sai/ipaie Kiaiun.'
MUTILADO


>p;>-,_rJfteaeqjqSar^-V'.ll I WLIMUJI II II
.. I if'd "i s fe iiinirs artigo* do ttgultiieio
de i dejunhodc 183C.
\ 11 22( No raso do c.iii'oi fiili' adiar
liiTerenea mira a* mercadorias a odespa-
i-hn. dar logo paite disso en Inipeclor, o
l"iil mndala fazer novo exame por oulio
conferente na'sua prcsenca. on na de iim
oflieill do sua ronlanca, ^p fr fura da al-
fandega.
Art 227. Se a difTerenc nssin) verifica-
da, lor para maispaquaniidsde, medida, 011
leso, lo i|uo (i ci nslanlo do despecho, a
parle pagar dess differenca, 011 demasa,o
ilnbro do quo devora papar ao rendimento
da alfandega se livosso sillo incluida no
despacho, e mitro lauto para o conferente,
alvo verificando-se que o excosso esla
comprehendido ein alguns dos casos mar-
cados noail. 03, que cnlose proceder
romo alli se dspV: se a differenca Mr
para ircnoa pagari olm do J paco mais
i .eta.le, e outra mclnde pjra o coferente,
mas ser uulro lanto se a conferencia Mj
fra da alfandega.
Art. 229. Nos casos dos dou.s artigosan-
lecedcntes.a parte n.lo poder tirara merca-
doria sobre que houver duvida, sem pagar
que nelles so determina, e so dentro de
oito diaa depois <]a decisSo a nflo tirar, o
inspector a fura arrematar em leililo porta
da alfandega por conta de quem pertencer,
priccdcudo edtaos de cinco dias.eo produc-
to, depois de pagos os direilos, e multas,
liarra cm deposito, lias, se a mercadura
di'inaiidar tratamento-o Mr corruptivel, a
arromlacffo lera lugar immediatamente,
procedendo comludo edital affixado na cor-
ta da alfandega ao menos vinte quatro ho-
ras antes da srremaincflo, e publicado, se
f'ir posrvel, ras lolli-s peridicas que a
precedam.
Copia do aviso le 14 de novembro de 184*
n Manoel Alves Iiranco, presiJcnte do tri-
bunal do thpsnuro publico nacional, em res-
posta ao oflicio do Sr. inspector da the-
souraria da provincia da Rahia de 25 do ou-
tuhro ulmo, sol n. 233, deelara-lhe que a
disposic/io do art. 227 do regulamento de 22 de
junhn de 1836 sedeve entender lilteral, e res-
trictamente observar em todos os casos, em que
te verificar algumas das differenf-s nelte espe-
lificadas si'in so averiguar o que Iho dere
causa, cate por parecer que mui difliculto-
samente poder provir a difleron(a doen-
(i.iiiii do ft'itnr, quando a nota apr. sentada
para o despacho se tiver conformado com o
nuii dispoe o art. 193 do dito dito regula-
rmente.-Ksl conforme.-BcnloJoi Fernandes
Barros.
OSr. escrivo certifique junto a esta
portarla qual a declaradlo folla pur Jo3o
l'irito de l.emos Jnior, relativamente a um
sen despacho de 600 reslcas de alhos, feto
por fura : o que compra.
Alfandega de Pernambuco, 16 de no-
bro de 1849.-0 inspector, Luis Snlanio de
Saotpaio Viuuna,
u Certifico que JoSo Piolo de l.emos J-
nior dedarou nesta alfandega, no distinta
de miliilnn prximo pastado, permite mim,
que o Sr. in.'pectorda alfandega podia man-
dar desoarregar as seiscenlas resteas de
albos de que devia papar a multa do art.227
do repulaniento, por isso quo as abandova.
referido lie verdade, c o certifico em ob-
servancia a porlaria supra.
Alfandega de Pernambuco, 16 de no-
vembro de 18(9.--0 esenvo da alfandega,
tiento Jos Fernanda Barros.
mmtrm

>
***
\
lela 0 llie pedia que com franqueza Ihe
fallasse, pnrqoanio o governo Ihe p'opu
nhi cond(f)es que elle suppunha vimlajo-
sns. e que se at o da 11 do dito mez de ou-
lubro nito Iho mandsssem soccorros, se ve-
ri obrigado a npresentar-se ao comman-
danle das armas, pois quo n sse da se lin-
da a o prazo para isto designado; e una
i minha opnio acerca dos negocios poli-1 copia da reepost. que lhefora rem icos do Brasil em relaqo aos desla provin- ique sem duvida lio do original, cujo frag-
qn|Ormiiii fri aprnseolade, reousou-s
lodavia de escrever, poique, dizbj elle, SU>
posioflo de preso e comlemnado Iho Dflfl per-
miltia intrometter-so ne>le negocio. Nada
pudendo conseguir do Dr. Vlela, resolvi-
me a escrever pela primeira vez a meu eu-
nhado, e o mismo lizeram alguns prenles:
expuz-lhc em 12 de setembro francamente
a
li
Sis. redactores: --.Nunca me passou pela
iuiagiiiaco.que.me tendo apresentado para
servir de iiieiiianoiro na apommodacilo que
com meo ounliado ocapllSo Pedro Ivo Vel-
loso da Silveira se desejava conseguir, e ha-
vendo neslo sentido Iraballiado com toda a
sinceridade c alineo, teria necessidade de
explicar meu, prncedimento nesto negocio,
earredar de mim imputarles queseriam
destrozadas, se lodus, que leram o tpico
da carta que lioje foi | ulilicada, estivessom
informados do quo se passou cutre o gover-
no e meu cimbado por meu intermedio;
mas.nestc mundo ninguom cslantfb livre de
i .Ingas e insinuaces malvolas, vejo-mc
obrigado a narrar lulo que occorreu du-
rante o lempo em quecstiveram penden-
tes as transac(Ocs.
Sendo eu informado quo o Exm. Sr. pre-
sidente desejava vir urna acommodacSo
cum meu cunhado, para poder consideiar
mteiramente pacificada a provincia, mas
nilo encontrava quem estivesse no caso, por
qualquer titulo de parentesco ou amizade,
le oncanegar-se de entabolar negociacOes
com o dilo capitn, e vnido cu que o mo-
vimenlo armado no poda seno rompro-
uietler a ordein publica, e dar lugar a mu-
llidas extraordinarias, e que, soinordeme
perseguido, nao podena u partido liberal
prepararse i ara um da poder oceupar po-
siees oflicaes; domis, u.1o me parecen-
do que os negocios do Verde poJessem ler
xito feliz para meu cunhado, que ra
quem maisse arriscava em tudo isto, resol-
vile, em seu interesse.a fallar com S. Exc,
alirn de saber sb que liases era possivel
urna acoinmodacto; c, com e(T ito, em m-ia-
do de setembro tive com S. Exc. urna entre-
vista; mas S. Exc, depois de ouvir-mee
expr-me u que havia, disse-mc que s con-
vuiha cm que meu cunhado depozesse as
armas e emigrasse para fra do imperio por
algum lempo, para o quo se lite pagara
passageo-, e se Ihe dariam quatro contos de
reis. Paiecfndo-me pouco honrosa esla con-
dc,So, e antevendo que meu cunhado a re-
jeitaria, ped a S. Exc. que conviesse em
outra base, e era ser ello amnistiado pelo
or me de rebellio, perdoadu pola dcsei^ilu,
tendo seivgo em seu posto 110 exercito do
1110 >.iaiiile-do-Sul, masS. Exc. respoudcu-
ine logo que nislo tifio poda couvir; insis-
t, eentaoS Exc,depois de alguns instan-
tes de reflexSo, disse-me que en escrevesse
a n cu cunhado propondu-lhe a base sb
quo elle quena fazer a acommodacSo, e que
me autorisasse por meo do urna procura-
co a pedir amnista, etc., deixando-lhe a
beiddedeobra% como inlendesso, acerca
do que cu propunha, dois que elle nada po-
dia decidir do poMtvu.
Terminada esla enlrevista.diigi-me for-
taleza do lirum, oodese tcliava o meu ami-
go o Di. Jiruuymo Villrla de Castro lava-
res, e coininuiiicando-lhe o que havia Teiio
relativamente a meu cunhado e as respostas
des. txc, pedi-llie e insist quocommigo
concorresso para que se viesse t urna acorn
mouacao, sendo mu necessano que elle
lambcn escrevesse ao capitao Pedro Ivo:
mas o l)r VIIHb, n9o reprovando meu pro-
cerJioteulo, neo) adiando desairosa a base
ca, fui inais franco do que costuma a ser
um partidario, mas cu fallava a meu cu-
nhado e meu amigo ; minin carta depios de
lida porS Exc, foi remoltida pelos correos
da presidencia e por intermedio doExm.
marechal Coclho.
Meu cunhado rejeitou n limito a pro-
posta do go verno, como so ve de sua res-
pnsla datadu de 24 do dito mez, e, convindo
coder sb a base por mim proposti, punha
loJavia a condicilo do 080 ir servir no Ro-
rande-do-Siil, Malto-Crosso ou Piauliy, e
i -i; no l'ai., Ualiia ou Alagas, preferindo
a piimcira provincia ; ecu, com a resposla
e autorsado por meo de urna procuracSo
que elle me remetiera toda escripia por seu
punlio, drigi-me a palacio; mas no sei
porque nevunencas encoutici em S. Exc.
manir resistencia do que esperava, e no fim
de algumas horas retirei-:ne sem nada mais
poder obter do que a emigracHo de meu cu-
nhado.
Afilelo com o resultado do minha eni re-
vista,e suspeilandoque in.li-crices doalgu-
mas pessoas tivessem irritado S. Exc diri-
gi-me linos das depois fortaleza do Uro ir,,
onde disseque me pareca que meu cunha-
do nilo eslava obrando sem iiisiuiiai.'oiis, e
queixei-me desse procednvnto, porque
va que d'sh s resultara maior compro-
meiiimelo para o capitao, cuja familia ca-
da vez mais careca de recursos.
De volta da fortaloza, fui informado que
S. Exc. me mandara chamar: sam demora
dirig-mc a palacio, e S. Exc. disse-mc que
eslava resolvido u convir no que eu propo-
zera, masque meu cunhado seaprosentaiia
ao Sr. marechal Coelho, o do Verdo virio
preso para a fortaleza das Cnco-Pontas,
onde se conservara durante o lempo pre-
ciso, e que o.le quzesse, para ser es-
transportadu para o Para, deixando sua
colha, ou partir sem demora em algum va-
so de guerra, ou no vapor que eslava a pas-
sar para o norte. A condicao imposta por
S. Exc posto que restringisse a base que
fra proposta pur mim e aceita por meu cu-
nhado, nao me paiecia deshonrosa, por-
quanto va que o governo tinha por dover
nilo comprometter sua dignidade; todava
ped a S. Exc. que me confiasse o papel,
que se dignara de ler-me, e em que ludo
viuha Iraca lo, aliiii de poder meditar, pro-
metiendo moslra-lo a meu com-cunhadoo
desembargador Bernardo Rabello da Silva
Pereira, como pessoa inteiessada na acom-
modaglo; mas, sahinlo de palacio, julguei
que nada devia cominunicar ao dilo desein-
bargador, e pelo conlrario fui consultar
meu especial amigo o l)r. Antonio Joaqum
do Moraes Silva, que por sus prudencia ges-
to de ouvir, quando lenho de tratar de ne-
gocios importantes ; mas concordando este
cominigo, sem que nenhuma icllexo t ves-
se fcilo quo se oppuzesse a aceilar;1o da
i'i'.i; o-ia, remelti em carta fechada a S Exc.
o papel quo de mim confiara. As seis ho-
ras e nioia da larde vultei a palacio levan-
do um requerimento, em que pedia para
mouctinhado amnista do ciime do rebelliilo,
e perdo da deserefto e servico om alguma
provincia que nilo fsso Rio-Urande-do-Sui,
Matto-lirosso ou Piauhy.e j achei a portara
copiada, e assiguadapor S. Exc; e sen Jome
ella entregue para quo eu a remellesse por
intermedio do Si. marechal Coellio, retre-
nle de palacio ; mas, julgando que devia ler
testemunhas quevissem essa pintara, para
quo cm lempo algum sedissrsse, comoj
se me havia referido, que eu lru illudido,
e nunca lnha existido samelhanlc docu-
mento, dn igi-me a casa de meu amigo o
Dr. Manuel Mondes da Cunha Azevedo, que
muilo OtnpeollO lambem moslrava pola a-
commodaQo, e nella encontrando o Dr.
Muraos Silva inoslrci-a, aliui de que em
qualquer lempo clles podessem altesiar o
empenho e siuceridade que eu tinha lido
em lodo este negocio, e me podessem de-
fcnJerde imputugOc's que me fssom des-
favoraveis.
No da seguinle foi entregue a S. Kx. urna
carta minlia, que cobria a portara, o em
que eu, empregando lodos os meus recur-
sos de persuacAo, aconselhavaa meu cu-
nhado de aceitar o que se Ihe conceda, por
me pjreccr, como anda Moje pens, mui
favoravel a sua posiciio ; o por meio de pa-
lavras procure! adocar a condicSo imposta
pelo governo de apresenlar-se ella ao Sr.
ciiiiiiianda ule das armas; dizendo-lhe quo a
prisilo era po-forma o nilo passava do urna
dessas fiches, a que recorrem os governos
de todas as naces para sulvarem sua digni-
dade ; mas, desconfiando que as insinuares
a meu cunhado coutinuassem e podessem
contrariar os meus sinceros desejos de
acommoJagilo, o saben.lo que os senhores
Affunsos di (Upobres, que nilo conheco nem
mesmo de vista ecomosquaes nunca es-
live em retacos ou ('correspondencia iiem
direcla, nem iudirelainenle, eram amigos
do capullo Pedro Ivoe tinham sobro seu ani-
mo grande influencia, recceique della sescr-
vism'iii para fazercm com quo elle se nao
submetesse, o em consequencia disto escre-
vi pela primeira e nica ve/, cmdata de 6 de
outubru, aoSr. Antonio l.uiz (uiiQalvesl'er-
reira, pessoa quo me pareca inleressada na
acommudacilo, pediudu-lho com instancia
que empregasse luda sua inilucnciu para
que osseus amigos do Capobres nilo desnur-
leassem meu cunhado, l'./endo por seus
esforcos com que elles concorressem a per-
suadi-lo ,(|ue cedesse ao que eu Ihe prupo-
zera em minha carta de 3 desse mez, sem
comludo dzer quaes eram as pro posta s;
mostrando a vautagem quo da acouiiuoda-
(o resultara mesmo para o partido, e coni-
prometlidos nos moviineiilos polticos. Tu-
do foi baldado, porquaulu uo mesmo da C
me escicviaineu cunhado pela ultima vez
que 11 fio HCeitava ullerecimeulo algdin ten-
do de vir preso, dizciido-me al quo des-
iice-'ssano era que eu rocebesso a portara
tendo ella esla eausula; puis que, se ello
quizesso dar-m; a | risilo, desde muilo o le-
na feilo c era oscusado ler liJu iucuui-
modo.
Dous das depois que esta resposla me
chegou s inios fui informado que alguem
tinha visto aqu urna carta de meu cunhado
a um dos Srs. AlTonsos de Capobies, em quo
Ihe expunha sua falla de inoiosde resis-
menlo foi lioje publicado, na qual se Ihe
dizia quo dcsconfiasso do governo, &.; e
ilovillando eu qoealguem se tivesso valido
de meu nonio para melhor persuadir a meu
cunhado que elle nilo devia ceders prn-
pnstas do governo, fizando pelo monos
nasoor om seu espirito duvids e perplexl-
dades, que om sua arriscada posico devem
ler sobro elle grande influencia, dirigi-me
casa dessa pessoa. que dizia ler visto es-
sos papis, e que rae asseverou ter lido" a
carta original de meu cunhado e a copiada
resposta. Irritado com isto, que serve me-
nos de comprometter-me do que desacre-
dlar-o-e no conceito publico, porquan-
(0 faz nascer suspeilas de que sou capaz
de representar ao mesmo lempo dous pa-
pis differenles, ao que no me subjeitarei
nunca, embora a historia, mesmo contem-
pornea, esleja choa de exemplos, disse
co m loda a franqueza, que me he habitual,
oque pensava de nossas cousas polticas,
pedi-lhe que se n.lo compramettesse dei-
xando-so Iludir por ditos de pessoas que
me uno paiecam sinceras, e relire-me.
Logo depois tive urna entrevista com S. Exc.
que nilo me pareceu irritado de me ver des-
contente com esse proceJmeolo ; e, haven
do portador do governo que devia partir
para o Verde, escrevi inmediatamente a
meu cunhado communcando-lhe que S.
Exc. anda garmtia o que firmara na porla-
ria que elle tinha em suas mitos, urna vez
que anda nilo tivessem rompido as h utili-
dades ; e nessa carta exprobrei o meio em-
progado por seus amigos para que elle uo
cedesse s pcoposlas do governo e s mi-
nhas repetidas instancias ; c o fiz porque,
nilo tendo cu duvidado um s momento da
sncoridade do S. Ex., nilo dava a'ningucm o
dircito de duvidar da minha, quando eu em
toJas as mlnhas cartas a garanta, o a ser
exacto a que se Ihe dizia, o meu papel era
de um instrumento do governo, para o que
lenho muito pouco geito ; mas desde entilo
al hoja nada mais recelo de meu cunhado,
e a pozar de Iho ter escripto depois por in-
terine lio do Sr. capitn lleilor, ajudante do
ordens do Sr. commandante das armas, o
ltimamente pelo do Sr. coronel Jos Pe-
dro Vellozo da Silveira, que para sou enge-
nlio partir dizendo-me que a ver se con-
segua urna acommodaco, nenhuma res-
posla lenho tdo.
Todas as vezes que escrevi s meu cunha-
do, me dirig ao Sr. marechal Coelho pedin-
do-lhe que demorasse as hostilidades para
que o ca.pil.1o Podro Ivo tivesso lempo de
reflectir e ver, ou por si ou por minhas re
toradas per-uases, que ello devia ceder,
nilo cmiarido com soccorros que n.lo poda
receber ; mas ludo foi intil : com a pisilo
do Sr. Bernardo Jos da Cmara, amigo de
meu cunhado, em o da 9 de outubro, o
com o varejo dos engenhos dos Srs. Affon
sos, nada mais se pode conseguir c os cn-
contros das frcas do governo"com as com-
mandadas por Caolano Alves tcem mostra-
do que fui infeliz as negociares com meu
cumiado, que som sua exaltadlo de carc-
ter, e tal vez sem insnua(es, tena ce lido
s minhtspersuases.
O fragmento da caria, quo hoje foi publi-
ca-Jo, para quem nilo cunhecer bem meu
carcter, a sinceridade u franqueza que
costumo apresen tac em lodos os meus ne-
gocios, parecer quo denuncia deslealdade
de minha parte; mas o tpico dessa carta,
que me he relativo, nilo pajsa de um meio
omprpgado por pessoa, que para maissedu-
zir meu cunhado servio-so de meu nomo,
ou no intiTcsse de Podro Ivo ou na in-
tonefio de ai rastra-lo a lins oceultos ; toda-
va, como no basta dizer que fui sincero,
para que so me crea, invoco o toslomun!:o
dos meus amigos os doutores N#ttocVil-
lela, Mondes e Moracs Silva ; invoco essa
carta escripia aoSr. Antonio l.uiz Concal-
ves I'erreia, e as por mim dirigidas ao meu
contra-prente o Sr. marechal Jos Joa-
quim Coelho; e desejo queso aprsente
qualquer documento que prove o contr-
rio do que fica exposto.
Tonho, pelo que me parece, explicado
minha conducta durante as transacfoes en-
tre o governo e meu cunhado; agora con-
vern dizer qual he meu pensamento corca
dos n.(mimemos de Agoa-I'reta. Esluu in-
timamente convencido quecomesses mo-
vioieutos nada ganha o partido liberal ;
queso com a orden) so poder disputar ao
partido contrario as posicous ofliciaes que
ello oceupa, empregando-se para slo os
meios que a constiluig.lo offerece.
Itecfa, 17 de novembro de 1849,
Dr, ioaquim de Aquino Fonctca.
P. S. Agradeio ojuizoque a meu res-
pelo Taz a redaccilo do Diario; e, para que
meu reconhecmcnlo seja completo, espero
que me faca o favor de declarar se assup-
pressocs, indicadas por pontos, encerrara
algumi cousa que me seja dcsfavoravel,
para com slo se poder destruir qualquer
interpretadlo maligna queselhes queira
dar. ( 1
*.
111 uro grao de alliiulade licita em que se
ael'avam ligados por sentenca do mesmo
Kxm. o llvm. Sr. datada de 30 le outubro
dn 1816, o sem se descobrir impedimento
algum, como consta da dita seotenca e des-
pacho que cm mnu poder llcam. de minl.i
lcenca em presenr-a do padre Jos Joaquim
Martins Cesteiras e das testemunhas Anto-
nio Joaquim Peroira da Silva, Mara de Je
sus, Joflo Jos dos Anjns c Diolina de Aze-
vedo dos Anjos se cazaram solomnomonte
por palanas de presente Joaquim Lobato!
H'erroim, natural da villa de Rarreiros, pro-'
vineia do Alentejn, lilho de Jos Ferreira o
Clara Roza, com D. Cnsma Uamiana Lisboa,
natural da fregnezia de Sauto- Antonio des-
la cidsde, filha do Jos Antonio Lisboa e de
sua mullier Francisca Severna. Os utien-
tes sSo moradores nesla freguezia de San-
Fr.-Pedro-Concalves do Recife, e logo rece-
beram as benfSosnupciaes, segundo o ri-
tual romano, de que pai a constar se fez es-
te assento que assignei. E nada maisse con-
tinha 110 dito assento, o qual fielmente fiz
copiar, o que afflrmo em fe de paracho.
Recife, 26 de outubro de 1849. O viga-
rio, Francisco Furtiva Barrito.
Sr. redad r do Diario de Pernambuco.
Rogo Vmc o favor de mandar publicar no
seu Diario o precedente certificado para o
publico fazer justica imparcial a desorien-
tada e mal fundada replica, mandada pu-
blicar no seu Mario a. 929 de <3 de outu-
bro prximo passado pelo chefe das men-
tiras e reo das tentativas, Manoel de Almei-
da Lopes. Recife, 15 de novembro de 1849.
ioaquim Lobato Ftrrtira
coMMEnrio.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 17.....25:388,408
IMPORTACA.
F.shcol, patacho americano, viudo de Ros-
ten, entrado ueste mez, consignada a Fus-
lor & Companhia, manifostou o seguinle :
1 caixa mercadorias, II ditas rclogios,
553 bar cas farinha, I barriqninha tinta
de escrever, 12 barrs pregos, 50 ditos pixe,
25 barris carne de porco, I caixa pedras,
20 ditas agoa-raz, 1 dita ferragens, 120 vo-
luntes fazendas de algodilo, 17 caixas cha-
peos de palha, 6 arados, 2 grades, 200 re-
mos, 4 caixas typos, 1 dita copiador de car-
tas, 1 fogo do ferro, 50 barris alcatruo;
aos consignatarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do da
Diversas provincias
r
147,500
12,825
160,325
A'ublicafAo a pedido.
Francisco Ferrcira Brrelo, presbytero so-
colar, cavallejro da imperial ordem do
Cruzeiro, prgador da imperial capilla,
examinador synodal do bispado de Per-
nambuco, director do lyccu pernambu-
ci 110 c parodio collado na groja matriz
de San-Fr.-Podro-Concalves do Recife por
8. M. I. e C. ele.
Certifico que, revendo os livros dos caza-
mentos desla freguezia no livro oitavo, a
foi as 135, frente e verso, nelle achei o as-
sento quo he do teor seguinle :
Aos II de novembro de 1846 no oratorio
particular da casa da residencia do nuben-
ic, dispensados os proclamas por despacho
do Kxm. e Revm. Sr. hispo diocesano I).
Joo da l'ui ilica(o Marques l'erdigilo, sen-
do lambem os nubenles dispensados no pri-
(*) Salisfazcndo soque denos exige o
Sr. d jutor Aquino, e em abono da verdade,
declaramos que as suppresses, i que se
elle refere, apenas indicara aquelles tpi-
cas da caria de Miguel Affonso, que, por di-
lacerados nilo i'oderam sr litios.
Os HK.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 17..... 232,503
PBACA DO RECIFE, 17 DE NOVEMBRO DE
1849, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios Sacou-se a 28 d. por 1/ rs.
Assucar Entraram 11 caixas, 62 fe-
chos e algumas cargas.
llouve pequeas vendas do
branco enssecado e embar-
ricado, de 1,900 a 2,400 rs.
por arroba; cdo mascava-
do, do 1,500 a 1,550 rs.
Algodo- O mercado esleve mais ani-
mado. O do primeira sor-
le vendeu-sc a 4,700 rs. por
arroba; e o de segunda de
4,100 a 4,200 rs. Entra-
ram 89C saccas.
Couros Pequeas vendas de 86 a 88
rs. por libra.
A(u de Milo Vendeu-se do 19 a 20,000
rs. por quintal.
Alfazema rouxa dem a 3,000 rs. por arroba.
Alpista--------- dem a 20,000 rs. por bar-
rica.
Amendoas Nilo ha.
rame de ferro-Vcndeu-se de 140 a 200 rs.
por libra.
Azeile doce dem a 1,800 is. por glo
do do Mediterrneo, o a
1,900 rs. do de Portugal.
Bacalho Chegaram tres carrega-
melos, dos quaes eolru-
raui dous, e um anda nilo
se docidio a licar. Ven-
deu-se a retal lio de 9 a 9,500
rs. por barrica; efcaram
um ser cerca de 9,000 bar-
ricas.
Carne-saces- O mercado foi augmentado
com um carrega ment.
As vendas fram modera-
das, de 1,600 a 2.800 rs. por
arroba.--Existen) em depo-
sito 92 000 arrobas.
Cobre- Veudeu-se a 680 rs. por li-
bra para caldeirciro, e a
600 rs. para forro c pregos.
Familia de Irigo Os precos fram os mea-
mos e as vendas diminutas.
F.sUo em ser perlo de 800
barrica.
Dita de mandioc. Veudeu-se de 2,5.0 a 3,000
rs. por sacca.
Farello--------I Jem a 4.0J0 rs. por sacca.
Ferro---------IJein a 9,200 rs. por quin-
tal do de Suecia.
Ceucbra dem a 3,300 rs. por duzia
de botijas
Msnleiga dem a 480 rs. por libra da
ngleza; e de 440 a 460 rs.
da Irsnceza.
Piche- dem a 15/rs. por barril.
Presuntos- dem a 12,500 rs por arro-
lla dos do Porto.
Queijos dem de 800~a 1,100 rs. por
cada um dos lia mongos.
Sal- dem a 320 rs. por alqueire
legal.
Tabaco Idom de 3 a 8,000 rs. por
arroba do Maependi.
Ficaram no porto 73 embarcarles, a sa-
ber : l austraca, 4 americanaa, 35 brasilei-
ras, 5 francezas, I diuaroarqueza, 1 ham-
burgueza, I honoveriana, 2 hespanholas,
14 inglezas, 4 porluguezas, 3 sardas e2
suecas.
U do lyreu Viudla provincia Conc>
lo de Alenla Seutb, o esludSnle Pta-
cisco Marlms de C\*Up a 1 recruja.
Ilarnbjirgo 40 ds?s,fciioa hanoverm
Aurora, de 102 lonel*ts; capiao II 1
Randa, equipagem 6, Vga gneros uo
paz ; s S. O. Oieber & Comoanhia.
Myf^T' Xtfi bri?ue PVl^uex Anna.
Kd-ltiid. de 152 tooeUdas, cipitao Igm
co Josc de Aaujo, equipagem ta, em us.
t-o ; a Joaquim Francisco Mondes Huim
ritos.
New.York 40 das, Ifarca sarda Elma,it
35^louelalas, capillo loflo Canessi, .
quipagem 16, carga breu.alcatr.1o, resi-
na ejiastro; a N. O. Weber.
Limcnck 46 das. barca austraca FMe.
:"i de 133 toneladas, cap tilo B. Ce/ir, e.
quipagem li.en lastro; i ordem.
Terra-Novo 29 das, brigue inglez fW
dice, do 211 toneladas, capitSo Archibilj
ftrown, equipagem 13, csrga 2,660 bani-
c%s com baca Ih4o ; a Johnslon Pater&
Companhia.
* Navio* sahidot n mesmo dia.
Em commlssfioVapor de guerra br.
j loiro li.-Pedro, commandante o capitJo.
, lente Jos Mara Nogueira.
Ria-Crande do sul llrigue brasilero Ais-
>rf, capitno Manoel Jos de Azevedo
Sanies, carga assucar efazendas. Pam.
grifos, o padre l.uiz Antonio Pereiri
Carlos Evaristo Flix da Costa e2 escri-
vos a entregar.
/VuriM entrados no dia 18.
Montevideo SO das, palaca sarda Ftr.
, iucco, do 152 tonelada a, capitao Francis-
co Argento, equipagem 10, em lastro; (
N. O. Bieber.
Ro-de-Janeiro 16 das, polaca sardi
Sommartva, d 190 toneladas, capilo Ju-
lio Itovenna,equipagem 8, em lastro;
Croco 1 Companhia.
Baha II das, sumaca brasileira Flor-it.
. Angclm, de 99 toneladas, capitn Ber-
nardo do Souza, equipagem 12. carga fu-
mo, caf e fazondas ; a l.uiz Jos de Si
Araujo. Passsgeiros, Antonio Manoel Silva e 9 esoravos a entregar.
Da commiss.lo Vapor de guerra D.-Pedro,
commandante o capitflo-lenenle Jos Ma-
ra Nogueira. <
dem Vapor de guerra Uranij, commyt-
danle o priraeiro-tenenie Joo Joaqwi
da Silva CuimarSes.
Babia 39 das, sumaca brasileira llorn-
eia, de 94 toneladas, capitSo Thom An-
tonio dos Res Tosa, equipagem 10, car-
ga varios gneros; a Novaos & Compa-
nhia. Passaseiros, Jos Francisco Cordei-
10 de Miranda, llrasileiro ; e 3 escravos
entregar.
Rio-de-Janeiro brigue-escuns de guerra
inglez Grifn, commandante o (enante
Thurrbur._______________________^__
EDITAL
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico quo, nu dia 19 do corrente, depois do
meio -dia, i porta da mosnia se hi de arre-
matar um trancelim do ouio com 21 oia-
vas, por factura uina oilava 4,780 rs., to-
tal 100,401 rs. impugnado pelo amanuen-
se Joo Athsnazio Botelho, no despacho n.
271 de 16do corrente: sendo dita arrcoii-
lai;o suhjeila aos direilos.
Alfandega do Pernambuco, 17 de novem-
hr.i de 1819. -- O inspector, Luis Antonio di
Sampaio Vianna.
^swsW9^mm^m^smsmstsssssssssssgstmtW>wmsmi

Declarares.
Coinpaiiliiti de Bebeiibe.
0 director da companhia de Beberlie
convida aos Srs. accionistas para quo lia-
jara de compaecer no dia 20 do corrente,
pelas 10 horas da manhfia, no escriptorio
da companhia, alirn de se eflbetuar a reu-
nin ordinaria marcada no artigo 17 dos
estatuios.
-- O escrv.lo da primeira seceflo do con-
sulado provincial, de ordem doSr. admi-
nistrador, faz publico que. no dia 22 do cor-
rente, urna horada tarde, se hfio de arre-
matar em pra(a, pona desla repartico,
dous hans com ago'ardenle, (cachaca;
a pp relien di dos pelo fiel deste consulado,
Miguel Jos da Silva, avaliado* em 9.600
rs.: sendo a arictualaco livre de despeas
ao arrematante.
Pela subdelegacia da S se faz publico
que se acha recolhidoa cadeia da cidadede
Olinda o preto Tfieodoro, quedz serescra-
vo de Jos Vital Neves, morador nos Afoga-
dos.
Pela subdelegacia da freguezia da S se
faz publico que se acha recolhido a cadeia
da cidade de Olinda um pardo que diz ser
escravo do doulor Pedro Beltr.lo, e ao qual
foi apanhado um cavado que se suppOe
furtado.
Pela subdelegacia da f'egiiezia da S se
faz publico que se acha recolhido a cadeia
da cidadede Olinda um prelo que diz ser
escravo de Joaquim de Souza, que ensna
pmneiras leitrss no Recife.
licpai-licao da polica.
Movimemu do Porto.
Navios entrados no dia 17.
Par MaranhSo e Cear 16 das e do ul-
timo porto 4, vapor de guerra brasileiro
7'Afi'i, commandante o capilflo-tenente
Antonio Francisco IVreira. Con luz : do
Para o vice-prefeito dos capuchinlios Fr.
Daniel do aples; do Maranhflo, 5 re-
crulas e 3 mulheres periencentes a sol-
dados do quinto batalno de fusilelros;
do Cear, o meslre da lingos ingle-
111ni e Kxm. Sr.Das participa(Oes que
me fram hoje dirigidas consta terem sido
hontem presos, minha ordem o carpiu-
leiro Joaquim Jos Alves, por crme da fur-
to; c do subdelegado de S.-Antonio, o es-
cravo Jos, por andar fgido.
Dos guarde a V. Exc Secretaria da po-
lica de Pernambuco, 16 de novembro de
1848.lllin. oExm. S.r Honorio llermlo
Cnineirn Lefio, concelheiro do estado, pre-
sidente desta provincia.--O rhefe de poli-
ca, Jeronymo Marhniano Figuelra de Helio.
Tlieatro de S.-Francisco.
QI.'INTA-FEIKA, 22 DE NOVEMBRO.
Grande 1 variado espectculo.
Depois de executsda urna lindissima peca
pela banda do msica militar, dar princi-
pio o espectculo com o mu insigne dra-
ma que lem poriilulo
D. JOA' TIIENORIO.
Ko fim do drama o Sr. Santa Rosa e a jo-
ven Felismina cantaran o dueto
DO JOCADOR.
Fiodara o espectculo com urna farca
0 DIIECTANTI.
Os bilhetes acham-se a venda no lugar dij ,
coslunie.
MUTILADO 1
J.



Tlicatro la fudi Praia.
SAURADO, 2* HE NOVEMBHO W 1849
Grande e variado espectculo.
Depnis pel himla de msica do corpo do polieia,
dar principio ao espectculo o mui insig-
ne drena fin cinco acloa, e prin cira vez
representado ncsta provincia,
OS JESUTAS,
ou
o bastardo tel-rei.
Personagens do drama t actores.
Edmundo de Castro, cavalleiro portu-
gus Jacintlio Jos Botelho.
Alfonso Teres -oSr. Antonio Jos Duarlo
Combra.
O Conde do castello-melhorJos Antonio
fjBrandDo.
O jesuita Francisco Mansoso Sr. Jos
'rancisco Monteiro.
Ojosuita Nicolao Nobrega-o Sr. Anto-
i'o da Cunta CulmarSes.
Roberto CongalvesJos Mximo de Al-
tneida Cabral.
O inquisidorManoel Jos nas.
Leonor, (11 lia de Edmundo a Sra. D.
tmilia.
Calharina, abbadossa das freirs de S.
:iiral). Maria Carolina.
Thcreza, novga1). Maria Amelia de
ouza.
Ilargarida, criada de EdmundoD. Je-
iiina.
Freirs,josuitaa,verdugos,e familia-
s da inquisigiio.
Querer terer elogios a esto drama seria
a verda de emptehender urna loucura, vis-
jlerem os jornaes do Rio-Grande do sul
lustrado tanto o seu brilhanlismo e m-
rmenlo.
Os intervallos seifio preencliidos com
ptimas symphonias,rxecutadss pela mes-
a msica do polica.
No lint do drama a joven Jesuina Jan-
rao
O SOLO 1NCLEZ;
fiando todo o divertimento com a engra-
da I* rea
A PARTEIRA ANATMICA.
Avisos diverso?.
O Capibaribe n t2l trata
da cleicSo de senadores, e et
venda na ra do Collegio, n. G
Sr. reductor. Quan Jo boje li no seu Dia-
rio n. 258 um aonuncio contra um Jos Na-
bo por urna nuchina quo o mesmo fez pa-
ra queimar ag'ardeote, intitulada violen-
ta, quiz saber o resuliado dsso ; e, dirigin-
ilo-mo at ra Nova para ter noticias dessa
machina, por acaso entre em urna lojae
pergunte Quaes eram as melhores caldei-
rcirss que haviam alli, o dono da loja A
vista de niinha porgunta veio a porla e me
disse : Acola 'mora um bom mestre que se
chima M. C. U., alli mora outr que se
chama J. R. B.'., e l mais em cima ha urna
Srande lo ja, porm o dono nSo ssbe nada
esse odelo, pbrque desde pequeo que se
dedicou ao oflicio de bruidor, o por isa*
lem feiio a sua fortuna, tanto que j tem
um guarda-livros que foi ^,uard.i-porl3o do
Potrilla I: se Vmc. quer alguna obra bem
feila procure os dous que Ihe eu dita?, ou
entilo falle rom esse Jos Nabo. A vista,
pois, disto, multo agradece ao logista, e es-
pera anianha ir fazer-lue algum fasto
Na C(;cli< iia do Se.
A i i'ssoa encarregaJa de dirigir o presen-
espectculo tem empregado todas as suas
cas para mostrar ao publico de Pernam-
i en que um drama que tanto foi elogiado
Rio-Grande do aul nada desmereceu
jfcta provincia, para o que muito se tem
erado, tanto na decora (fio da seena,
mo na riqueza e cracter dos vestuarios, o
o esta oerto quo agradar.
Prscos da entrada.
Ca marola 5,000
Galeria 1,500,
Platea 1,000
s pessoas quo teem procurado bilhetes de
fnorotes e platea pdem se dirigir ao lar-
do Livramonto, loja de charutos n. i
t) espectculo principiar com a chegada
S. Exc.
Avisos martimos.
Para a Baha segu, em poneos das, o
e Ligiiro : quem quizerarregar,' diri-
to a ra do Vigrio, n. 3.
- Para o Rio-Grande-do-Sul o patacho
sileiro Nictheroy, capitSo Anloro Jes de
ujo, dte seguir iufallivelmonte nestes
das, por se adiar com 3 partes de seu
pegamento a bordo : quem no mesmo
:er carregar, ou ir de passagem o em-
ear escravos, dirija-se a Caudino Agos-
o de Barros, na pracnha do Corpo-San-
n. 66.
Vende-se o hrguo Marcial, dolte de
toneladas, com bote, lancha o todos os
s pertences, prompio de todo o neces-
o para qualquer viagem, forrado e pre-
> de cobre, e de construegilo brasileirn :
n o pretender, pode ir examina-lo a
lo, o qual seacha Tundeado no lugar do
e-do-Maltos, e para ajustar com Anio-
Irmflos, na ra da Cadeia. n. 39.
Seguc para o Rio-Je-Janeiro cm pou
das a escuna Galante-Maria : tem a
r parte de seu carregamento engra-
para o resto e passageiros, trata-so na
Moda, n. 11, com Silva & Grillo.
Para o Uo-de-Janeiro segu
toda a brevdade o brigue-
na nacional Olinda, recnte-
le forrado e pregado de cobre,
er a maior parte de sua carga
pta : para o resto, passagei-
escravos a frete, lrata-sc
adiado & l'inheiro, na ra
ario, n. 1q, oncoino cap
1
anoel AlarrAiino Ferrera.
lOhiate Novo la i gara imprelcrivclmen-
iio Arecaty a 26 do crrente coma
que ti ver a bordo, por se achar com a
Ir parle do carregamento tratado: para
liante e passageiros, trala-se como
e, Antonio Jos Vianna, no trapiche
jodii, ou na ra da Cadea-Velha, n.
t'g'.n Joan Jar.
Leles.
Sclifheillln & Tobler Cirilo leilflo.por in-
vengan do corre tor Oliveira, de um com-
i aortlmcnlodc fazeodas de lila, linlio,
ave de slgoilflo, tudas proprias da esla-
\'a : segunda-feira, 19 do crrele, s 10 ho-
i Ja u anh.ia, no seu araiazem, ra da
>iz.
- Juhoston Pater & Companhia far.lo lei-
13o, por inlfcrvene.no do corretor Oliveira,
Ja uji completo sor lmenlo de fa rendas
inglesas, todas proprias do mercado : ter-
ca-feira, 20 do correte, as 10 horas da ma-
nilas, no seu armazcm, ra do Vigario.
-Deane Youlo &.C farilo leilu, por n-
tervengo do correlor Oliveira, e por cn-
it e risco de quem pietencer, do 238 bar-
bas d fariuha nova de llaltimoro, marca
"raiidywine, avariadas a burdo do navio
"ia, na sua recente viagem este porto :
1|rt-feira, 21 do frrente, s 10 horas da
"wpliila, no seu armazem do boceo do Gon-
?"**, no Recife.
soa de sua casa : na ra da 4ruz, bolrt
fianceza n. 22, de Saisset & Companhia.
Aluga-se porcommodo prego umi ca-
sa terrea com um pequeno silio na estrada
do Sanio-Amaro,conlronte ao porlSo do Sr.
Cardoso: a tratar na ra dos Tanoeiros.
armazem, n. 5, ou na ra de Santo-Amaro,
junio a casa do Sr. PeJro Das. '
ARREMATACAO JUDICIAL.
No da 21 do co*rente, pelas 4 horas da
tarde, na ra das Cruzes, na praca do juizo
do civel da segunda vara, tem do se arre-
matar urna casa terrea, sita na ra do B
zario da Boa-Vista, n. 43, que deila o o
para a ra do AragOo, avahada em 1:600,UiW
rs., a requerimeuto de Cosme Hmulo da
Silva, como testamenteiro do fallecido seu
irmilol.uiz Congalves da Silva.
O bacharel formado Juiio de Barros
Falc8o de Albuquerque Maranhiio lem a
a distincia honra de manifestar ao respei-
t vel publico, que muito Iho convm viver
degredado na casa onde mora, ra eslreita
do Rozario, n 20, primeiru andar, alheio
s queslos polticas : lo los os seus dese-
jos e desvelos silo desonipcnhar a nobre
proflssSo de advogado.
O BEIJA FLOR.
Sabio o numero 6, e est a venda nos lu-
gares do costume, assim como o numero 5.
Precsa-so de 500,000 rs. a premio por
lempo de 6 mozos, fazendo-se para egu-
ranca hypolheeaem urna propredade nes-
ta praga. pela qual ha quem d seiscentos
mil ris a dinlieiro contado : na padaria de
tres portas, na ra do Pillar em Fra-de-
l'orta?, so dir quem faz este negocio.
Aluga-se urna casa de um andar, sita
na ra do Hospicio, prxima ao quarlel,
com excedentes commodos para familia ;
he nova e est de novo pintada com lodo o
asseio, lendo a sala da frente toda dourada ;
tem quintal murado, cacimba com boa agoa
de beber, algumas plantas do recreio, um
parreiral j com uvas, estribara, lugar pa-
ra carro, etc.: os prelendentes dirijam-se
no Recife, ra do Torres, n. 14.
--No pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado n. 4, tiram-se passaporles para
dentro c fra do imperio, assim como des-
pacham-se escravos e liram-se folhas cor-
ridas,
Cals Jnior retira-se para a Europa.
O bacharel A. R. de Torres
Bandeira, proessor adjunto de
rhelorica e geographia no lyceu
ilesla ciclado, se propoe a dar li-
ces das inesrnas disciplinas, c
bem assim de pbilosopbia c fran-
cez. Quem de seu prestimo se
quizer ntilisar, pode dirigirse
ra eslreita do Hozario, n. 3i, se-
gundo andar.
No dia 21 do crranle, pelo juizo mu-
nicipal da segunda vara, vai praca publi-
ca o terrn o denominado Casle, no lugar
doCiqui, por execuclo de Ponciano l.ou-
renfo da Silva contra Domingos Pires Fer-
reira.
Precisa-se do urna preta captiva, de
bons costumes, para o servico interno de
urna casa estrangeira de pouca familia : a
fallar na ra do Brum, sobrado do Sr. Fian-
cisco Alves da Cunha, segundo andar, ou
na ra da Senzalla-Velha, n. 60, primeiro
andar, esquina du hpecodo Capim.
Precisa-se de ofliciaes il laloeiro, c de
discpulos para o mesmo oflicio ou mo-
leques dar oflicio de caldereiro.
Engomma-se com perfeico : na ra
da Senzalla-Nova, n 18, loja.
O rapitilo Francisco Antonio de Souza
Camisu, cliegadu do acampamento, adia-
se tratando no Cal Jeireiro, em cusa do lllm
Sr. Dr. Joaquim Jos da Fonseca.
1,000 rs.
Da se 1,000 rs. de graiifieacilo a quem le-
var um papagaio que fugio da ra do Ro-
zarlo, n. 2, para as bandas do becco do Sa-
rapalel, o qual levou no pe um pmlaco de
barbante emendado com urna torcida de
algodilo.
Quem precisar de urna ama escrava,
com abundante Icile, moga, sadia e sem li-
Iho, dirija-se ra da Florentina, n. 16.
Aluga-se urna casa terrea na cidadede
Olinda, na ra de Mathias-Ferrera, pelo
lempo de festa, ou por todo anno, a qual
tem excellentes commodos para urna gran-
de familia, almde outras vanlagens, (can-
do no centro da cidade perto do Varadou-
ro e da praia do S.-Francisco, onde se po-
de tomar saudaves banhos salgados : tam-
hem se aluga Outra mais pequea inme-
diata a essa : quem as pretender, dirija se
ra larga do Rozario, botica n. 42.
Aluga-so o armazem da propredade
n 49 da ra da Cruz, no Recife : a tratar
na ra da Senzalla-Nova, n. 40, primeiro
andar.
Precisa-se fallar ao Sr. Amador de A-
raujo Pessoa a negocio de sou interesse : na
ra de Santa-Rita, n. 85.
malulo Lena.
Precisa-se fallar com a dona do ultimo
sobrado do dous andares, na ra do Aino-
rim, n. 6, ao pedo Sr. Cunha, ou com pea-LfilippeCaros S'mOes'dos Santos a nego-
r'raiu'ois,
na pr.'ca da Ba-Visl.:, vende-se
um carro da-quatro r)dn., muito
mancho, para ser puchado por
um st cavallo, c cm bom estado.
Precisa-sede urna mulhor que queira
morar em una casa para fazer companhia
a urna senhora com pouca familia, dando-
ie-llie alguma paga : fia ra de Agoas-Ver-
des, n 5.
Precisa -se tte urna ama de lete : quem
esliver neslas circunstancias, dirja-se
ra das Trinchoiras, n. 30, ou annuncie sua
morada para se Ihe ir faMar.
Pede-se ao Sr, Miguol Goodair, sobri-
nho da viuva do lina do Caetano Concalves
Peroira da Cunha, .venha ou mande pagar
6,720 rs. aonde oto ignora, do tres pares de
sapatos quo-lovou (tara escolher,.pois que
nSo se Ih'os ven Jian^ados, visto nilo ha ver
o menor conhecirrtijk/o, e este procedi-
menlo nSo hepropro de quem quer seguir
ocommereio.
De..teartiiiciaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
pcitavel publico que contina a exercer a
sua prolissilo, na ra eslreita do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
Na loja de lerragens, n. 56, da ra da
Cadeia do Recife, deseja-ie fallar com o Sr
lo de seu interesse, isto antes da sua par-
tida para a Bahia, e como se ignore sua mo-
rada so aproveita este mcio.
OITerece-se um sacerdote para capel-
Lo de engenho : quem convier, dirija-se
estrada do Manguinbo, n. 29, que achara
com quem tratar.
Lingoa franceza.
Um Rrasileiro, ha poucoehegado de g
Franca, suflieienlemenle habilitado |
na lingoa franceza. tanto na theoria ~
como pralicamenle, se proroo ao g
ensino desU lingoa para Iraduzir e
fallar : as pessoas que nalla desoja- |
rom instruir-se. queiram dar seus 8
nomos na livraria da ra 4o Collegio, i
n. 9, para cometarom no principio 3
do prximo mez.
iwwmwmmmm wwwLwmnwm
Para urna casa estrangeira de pouca
familia deseja-so alugar um ruoleque, que,
nilo sondo ptimo cozinheiro, j tenha I-
guma pratica de cozinha : na ra do Trapi-
che-Novo, n. 16.
Voou do segundo andar desta typogra-
phia, na ra das Cruzes, n 34, um papagaio
com os ericontros contra-feitos, lavando no
p um pedaco da corrento: tomou para o
lado de San-Francisco: quem oapanhou,
tenha a bondadode o mandar Irazer nesla
typograpHie, quesera gratificado.
Francisco Ignacio Ferreira Jnior le\a
am sua companhia, para o R:o-Grande do
norte, os seus escravos Estanislao crioulo,
de 17 annos. e Joanna crioula, do 50 annos.
Frederco llanson avisa ao respcilavel
publico, que o mnibus principia a sabir no
sabbadu, 17 do correnle, pelas cinco horas
da tarde, comdirccc.no aApipucos, tencio-
nando vollar na segn Ja-feira as 8 horas da
manila o continuar dial amento na mes-
illa carreira.
Gomma de engoiumar.
Vendeni-se saccas com gomma de en-
gommar muito alva na ruado Queimrdo,
i. 14, loja de lerragens.
Severino Jos de (larva I lio, subdito bra-
silero, vai ao Rio-Je-Janeiio, levauduem
sua companhia sua escrava parda, de no-
mo Anglica.
Roga-se ao Sr. padre Jos Emigdio Jor-
go de Lima, quo tenha a boiidado do man-
dar remir a sua leltra que leen cm una
venda na cidade de Olinda.
OSr. J. S. A. queira ir pagar 17,000 rs.
que deve ha mais de 2 annus, de malcriaes
quecomprou na olariaque nilo ignora, nos
Coelhos ; do contrario, ter de ver o seu
nome por extenso nesta folha.
Antonio Jos Martins, Brasileiro, reli-
ra -se para o Para a negocio.
--Delinque do Oliveira Abreu, lendo pr-
ximamente chegado do Pai, segu para a
Babia pelo primeiro vapor.
--Precisa-se saber aonde mora a Snra.
D. Auna Rila dos Santos Coclho Jnior para
se Ihe entregar urna carta vinda do Para
pelo vapoi Haitiana, ltimamente ebegado
daquclla provincia, ou procure na ra Ja
Cruz, n. 9, a Domingos Antonio de Oli-
veira
--as Cinco-Ponas, n 91, se aluga urna
preta, que faz o servido do urna casa ; tam-
bera se aluga um prelo bom cozinheiro.
Facililla (le mandioca.
Vendem-se saccas* com farinha de man-
dioca, de muito boa quaiidade, por ser fa-
bricado in serra Meruoca, perto da cidade
de Sobral, por preco commodo: na ra do
Queimado, n. 14, loja Je ferragens.
Leera dd Guadalupe.
Desengao.
NO DIA 14 DE PEZEMBBO PRXIMO Fu-
turo aiidam infallivelmcnle as rodas dcsla
lotera, seja qual for o numero de bilhetes
que fique por vender. O reslo destes acha-
so nos lugares do costume, e yender-se-ha
smente aleo dia 1.do referido mez, no
qual serilo os bilhetes que anda restarem
entregues umasociedade que lem de l-
car com el les.
l)eseja-se saber onde resi-
de o Sr. Joaquim de Figuciredo
Lima, ou mesmo quem seja seu
procurador nesta cidade ou fra
della, para se tratar de negocios
que Ihe diiein respeito; quem sou-
ber aonuncio por esta folha pan
ser procurado.
i igu la e de Angola : paga-so a 6,000 rs. a
arroba ; hei.i como dils do carnero : na ra
Nova, n. 28, loja de selleiro defrouto da
Conceicflo.
Compra-se urna canoa vel ha, de carga
800 a 1,000 lijlo?, c que esleja em estado
Je <( udii/ii entulho : na ra do liangel, n.
54, a fallar com Victorino Francisco dos
Sanios.
Vendas.
Compras.
Compram-se pipas equartolas que te-
nham sido de azeite de carra pato ou de pe-
xe, sendo boas e por preco commodo: quem
liver, annuncie.
Compra-se 18a de frecha de canna, bar-
Aos 20:000,000 de ris.
Na praca da Independencia, n.
4, vendem-se bilhetes, rucios,
([uartos, oitavos e vigsimos da
11.a lotera do montepo do Rio
de-Janeiro.
Vendem-se tambas do Rio-Grande,
muito novas, por preco commodo; um bom
brago de h llanca, com conchas e pesos : na
ra da Praia, armazem n. 68.
Vende-se urna preta muito boa cozi-
nheira e engommadeira, muito sadia n ro-
busta, nilo tem vicio alguma, apenas fuma
cachimbo e isso muilo poueo : seu prego
he de 480,000 rs. quanto custou : o motivo
do se vender he smente por dizer que nilo
quer l raba I bar em um quintal e querer que
a venda ni,ad ver tindo-se que sendo para fra
da ierra ou engenho da-s* mais em emita :
na ra do Sebo, n. 8, a toda a hora.
Vende-se cal de Lisboa : na ra da Ca-
deia do Recife, n. 20, loja.
Vendem-se pegas de chitas limpas e de
assenlo coberlo, a 5,800 rs. e a retalho a
160 rs. ; cassa-chila preta para luto rigo-
roso e sllmado, a 200 rs. ocovado; cassa
lisa, a 3,000 rs. a peca de 10 varas, e a re-
talho a 320 rs.; cambraias, um corto para
vestido 2,500 rs. : na ra do Passcio, n. 17,
loja.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se 9 escravos, sendo : 3 escra-
vos muito rossantcs o sadios ; 4 moleques
de 13, 15 e 18 anuos sendo um cozinheiro
e os outros para o soivirjo de campo ; 3 pre-
tas para lodo o servico. tima das quaes C0-
zinha e lava dcsabDo
rnalos para sala dos
amantes do bom gosto.
Mr. Ilcrlrand, que seacha aqu de passa-
gem, avisa ao respeitavel publico que lem
grande sortimento de estampas, tanto sa-
cras como de outras historias, de diversos
goslus e tamanlios, | ropras para so ornar
qualquer sala ; e caitas geographicas das
cinco partes do mundo, muito modernas e
ao gosto de Paria; o prelendentes, diri-
jam-se ra da Cadeia de S.-Antonio, n.
13, das 6 s 9 horas da manhila, e de urna s
4 da larde.
Vendem-se os trastes seguintes :
cadeiras de oleo, marque/as, mesas do meio
Je sala, du oleo, suplas de oito, |o,os do
bancas, camas de amarello e do angieo,
meias coinmoJiis, loiic.nloi es de amarello e
de Jacaranda, mesas redundas de dito, jogos
de bancas do dito, um titear de bordar de
triangulo, earteiras de amarello de urna sn
face, um cannap de Jacaranda, 1 duzia de
cadeiras de Jacaranda, urna duzia de ditas
com algum uso, lavatorio* de amaiello,
bancas de dito, e uniros diversos Uestes:
ludo por prego commodo: na la da Ca-
deia de S.-Antonio, n. 18.
AI le iicao.
S3o chegadas as verdadeiras bi-
sas de Hsmburgo, as qnacs se ven-
dem aos centos e a retalho : tam-
bem se alugain : na ruja daCtuz,
no Hecil'e, n. !\'S, deposito de Joa-
quim Antonio Carnero de Soutu
Azevedo.
N. 60.
Vende-so gengibirra superior e muito
forte : na ra no Rozario Ja Boa-Vista, con-
fronto a ra do Aragilo. Chcguem, fregue-
zes.
-- Vende-se superior eh do Ass, a bor-
do da sumaca Carlota, Tundeada no Forle-
do-Matos : a tratar a bordo da mesma, ou
na na da Cruz, armazem n. 33.
Vendem-se duas lindas escravas, urna
de 20 annos, de nacilo Costa, que engom-
ma c cozinha, o a outia Je 14 anuos, e que
he recolhida : ambas de excellcnte conduc-
ta : na ra do liangel, n 57.
Vendem-sc queijos dos melhores quo
boje pdem haver,equeoscompradoresnilo
deixaro de comprar avisU da quaiidade e
do diminuto prego do 1,200 rs.; cha hys-
son de primera quaiidade, a 1,920 rs. a "li-
bra : na ra de S.-Jos, esquina que volta
para abobada da Penha, n. 2, venda de 4
portas.
Vende-se urna escrava crioula, moga,
robusta, mu fecunda e com urna cria de 18
metes, a qual cozinha o diario de urna ca-
sa, lava de vari ella c sibio, e sem vicio al-
gum ; prefere-se para fra da praga : o mo-
tivo por que se vende sa dir ao comprador:
na ra do Hospicio, n. 17.
Vendem-se 6 lindos moleques de nago
e crioulos de 12 a 20*annos, sem vicios; 4
pretos de 20 a 30 anuos ; 3 pardos de 15 a 20
anuos, bous para todo o servigo ; 2 mulali-
uhas de 16 a 20 annos, as quaes silo pcrlei-
las engommadeiras, costureiras e cozinhan;
muito bem; 1 preta boa lavadeira, cozi-
nheira c quitandeira, com una lilha de 12
annos, muito linda, com principios de habi-
lidades e que he recolhida; 2 negras quitan-
deiras, Je 0 anuos ; 3 ditas com algumas
habilidades ; 2 ditas do meia Idade ; assim
como outros muitos escravos : na ra da
i'adeia do Recife, u. 40.
Vende-se o tratado elementar de geo-
graphia aslrouomica-pliysica histrica ou
poltica antiga e moderna, pelo acu autor;
I). Jos de Uicullu, 3 volumes, impressono
Puito, a qual est em muito bom estado:
na 'oja da ra larga do Rozario, n. 22.
Vendem-se oilo lindos moloques de
10 a 18 annos; dez pretos de 20 a 30 annos,
sendo um ptimo sapaleiro e oulro cozi-
nheiro ; Iros pardos de 16 a 25 annos, sendo
um bom carreiro qualro parda* de 16 a 20
anuos, com habilidades; urna dita de 20
annos com dous lilhos, sendo um de 5 n-
imos e o outro de um, lendo a parda boas
habilidades ; oilo pretas de 16 a 25 annos,
-- Vende-se um pelo ptimo coziiifiiro
ao comprador se dir o motivo por quo so
vende a fallar com Ceorge Nerbetl, na ra
do Trapicho, n,42.
Vendom-se 3 lindos moleques delta
16 annos ; t mulatinho de 17 anuos, muito
bom bolieiro c copeiro ; 1 preto cozinhoi e eanociro; 2 pretas de nagilo, com aUu-
mas habilidades : no paleo da matri do
Santo-Antonio, sobrado n. 4, so dir quem
vonde.
Aos carinhosos pas.
Vendem-se qs mais elegantes o-modernos
bonetes e chapeos para meninos, do ultimo
gosto de Paris c dos mais superiores quo
teem viudo esta cidade, o chegados lti-
mamente de Franga na galera Gustavo: na
ra do Queimado, loja do chapos, n. 38.
Charutos de Ha va na
verdadeiro* :
vendem-se em casa de Kalkmano lanos,
na ra da Cruz, n. 10.
Iti xas hamburguezas.
Na ra eslreita do Rozario, n. 11, depo-
sito de Jos da Medeiros Tavares, he chega-
dode llamburgo um ptimo sortimento de
excellentes bisas.
Vcndem-so 12 escravos, sendo: a mo-
loques de 12a 15 annos ; um dito de meia
idade, que he cozinheiro; 2 negrinhas do
15 a 18 annos ; 5 escravas mogas, do boni-
tas figuras : na ra Dreita, n. 3.
Vende-se um sobrado de um andar o
sotilo, de construcgflo moderna.com mui-
los commodos para familia, sito na ra das
Cinco-Pontas, por prego muilo commodo:
na ra Dreita, loja de cera confronte ao oi-
tilo do Terco.
-- Na ru i Nova, n. 59, loja de trastes, do
Antonio llomingues Pinto, vende-se um par
de consoloado Jacaranda, cobertos de po-
dra marmore, com seus competentes tro-
nos : obra perita c de gosto o mais moder-
no possivcl.
VenJe-se, por prociso, um molequo
do 15 annos, de bonita figura ; I dito de II
a 12 annos ; um parJo de 18 anuos, que an-
teada do cozinha o cose de alfaiate ; um di-
to de 24 anuos ; urna mulalinha de I* an-
uos, que cose, faz renda e o mais arranjo
de urna casa : todos som defeilos : no Reci-
fe, no Becco-Urgo, n I, segundo andar,
se dir quem vende.
Vendem-se saccas com farinha muilo
boa e bem torrada, por prego commodo : no
armazem do finado Braguez: na ra da Ca-
deia, ao p do arco da Couceigilo, n. 6 O, ou
a fallar na loja de Juiio Jos de Carvalho
Muraes, eno mesmo armazem.
Vende-so una murada de casa terrea
com a frente de peJra e cal, sita na villa de
NaZarelh-da-Malta, lugar proprio para ne-
gocio, a qual tem 4 quartos : ua ra do
AragHo, n. 19.
Vendem-se 20 saccas com milito, a
2,200 rs. o sendo ludo por junto, far-se-
ha algum abalo : na la do Rangel, n. 5,
a fallar com Victorino Francisco dos San-
tos.
Vende-se urna prela da Cosa, de 25
annos, boa cozinheira : na ra do Vigario,
n. 20.
Acham-se a venda os pri-
meiros cantos de M. de S- Garca,
naslojas de livros desta praca.
Vende-se. ou aluga-se urna casa om
Olinda, na ladeira da bica do S.-Pedro, n.
33, cm chitos proprios, grando quintal, pa-
reJe-meia de urna casa nova com sollo na
ra do Rangel, n. 51, a fallar com Victori-
no Francisco dos Santos, que esl encarre-
gaeo desta venda.
Vende-so um palanquim novo, lodo
pintado edourado, com a sua competente
capa de panno ; urna mesa de meio de sala,
de angieo, nova e muito bem feila: estas
obras vendem-sc por seu dono nilo poder
conduzi-laspara o mallo : na ra da Floren-
tina, n. 16. Na mesma casa tambem se ven-
do um checheo escolente cantador e o
mais mango possivel.
> ovo sortimento de fa-
z odas baratas, na ra
do Crespo, n. O, ao p
do lampea.).
Vendem-se cortes de cassa franceza com
10 covados a 2,560 rs.; pegas de cambraia
de quadros com 8 varas a 2,720 rs.; cassa
preta para lulo, a 140 rs. o covado; zuarte
com 4 palmos delarguia a 200 rs. o cova-
do ; riscado monstro a 2-20 rs. o covado ;
chilasdccresllxasa 160 e 180 rs. ; cha-
les de tarlatana, a 500, 800 e 1,000 rs., de
muito bom goslo; cortes do brim de puro
linho a 1,280, 1,500 o 1,600 rs. ; chapeos
de massa a 1,600 rs.; ditos de seda a 640
e 480rs. cobertores de algodilo america-
no a 640 rs. ; picote muito encorpado, a
180 rs. o covado ; pegas de madapolSo mui-
to fino e com pintas de mofo, a 3,600 rs.
li.ip de Lisboa.
Vende-se rap de Lisboa, por
preco commodo : na rna da ba-
lela do Rcc'ie, loja de Antonio
Joaquim Vidal,
Vendem-se pegas decassas lisas finas,
com 10 varas, a 3,000 rs. : na loja n. 17 da
ra do Passcio.
-- Vende-se ou hypolhcca-se umi morada
de casa torrea com sotilo, sita no becco dos
Burgos, a qual rende mensalmenle dezoi-
to mil ris: a tratar ua ra do Codorniz,
venda, n. 10.
Vende-se a bem coohecida venda da
Estrella, na rbeira da Boa-Vista, com pou-
cos fundos : quem a pretender, dirija-se
mesma venda, das 6s 7 horas da manliSa,
e das 4 s 6 da tarde.
Rap Paulo-Cordeiro.
Vende-se rap l'aulo-Gordeiro,
chegado pelo ultimo vapor do Hio-
de-Janeiro, bem fresquinho, por
commodo preco : na ra da Ca-
deia do Uecife, loja de Antonio
Joaquim Vidal.
Vende-se urna casa no Poco, ou troca-
so por urna preta com cria: a casa tem
com habilidades e proprias para o servigo commodos, c he agradavel pira se passar a
de urna casa ou de campo na ra do Col-1 festa, e com terreno para se fazer outra : no
legio, n. 3. iManguinho, o. 35.
J ILEGVEL
MUTILADO


i_MHJu.. -- Na run da Moiln, n. ', vendem-se bar-
ris lo virios Inm mlios. rom n n ais supe-
rior vinbo do Porto que lem vinV, a eslo
merend, rendo jlcm da l>oa qualidade
muilissimo barato.
Na ruado Crcspo,loja da
esquina que volM para
a cadeia,
vi'n lem-so os acreditados hrins'trancados
hrnneos de lislrts alisos, ile linlio puro, a
1,500 rs. o corte ; dito amarello,a 1,500c
1,600 rs.; panno uno prelo n azul mullo
bom, a 3,-joo rs. o covado ; dito multo su-
perior, a 5,500 rs.; fostos milito non i loa
i.ira rolletes, a 640 rs. n corte; ditos do
velludo, a 9,500 rs.; ditos de selim lavra-
do, n 1,800 rs. ditos do gorgurSo do seda,
n i.r.oo rs.; rambraia lisa, a 2,720 rs. a po-
ca de 8 varase mola; cnssa prcla, a 1,440
rs. o corle; esgun n do linhn mnilo lino, a
l.ilO r<. a vara; e mitras militas fazen-
il.is por pregos co nmodos.
No armazem n. 7 da rua da Moeda,
vendo-s sal em grande c pequeas porgos,
por prego mais baralo do que cm oulra
qualquer parte.
Vendc-.se muito superiora-
ialin gallega cm meias barricas
na ra da Cadeia do Recife, es-
criptoiio de Deanc Yo ule k C. ,
oh no primeiro nrmozctn do boceo
ilo (oncalvcs.
Superior lo de algodfio
i i.m pavios do velas: veudem-so em rasa
.'h <;.-.: u~-u'\ orlliy <\ c. na ruada- Cruz,
o. _'.
9
i
A 4,000 rs.
9
m
Vcndcm-se ricas mantas de seJa pa- "S
ra senhora, de lindas cAres, e sein o ^
ni i-ni r defi'ilo, pelo diminuto prego (4
de l.oJO rs. : na ra do Crespo, n. II H
i
TeeidOH de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-antos.
Na ra da Cadeia, n. i>'2,
vendem-se por alncado duas qiialidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
ascravos.
Zuartcs de furla-crcs a
200 rs. o covad o c ris-
cado ni o ns Iki a 990 rs.
Vende-so zuarle do furla-cres, muito
encorp ido c rom 4 palmos de largura, pro-
prio para esclavos a 200 rs. o covado ; ris-
cadu monslro muito liom a 220 rs. o cova-
do : na ra do Crespo, loja da esquina que
volla Po a cadeia.
A 040 rs. caila un.
Vendem-se cobertores de algodo ameri-
cano, enrnrpadose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras le lions padrees e co-
res soguras, a meia palaca o covado : na
i na do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
Aos 90:000,000 de ri".
Na praga da Independencia, casa amarcl-
1,1 rom hiendas, u i, vendem-se bilhetes,
lucios e qoaitos da 21.a lotera n licneficio
il i monte po, cujas rodas devem correr no
lia Is dororreule. Na meama loja se mas-
Iram as lislraa das de Nicllioroy o de S.-Pe
dro-ilc-Alcantara.
Taixas para engenho.
Xa fundirn de ferro da ra do Itrum,
Beaba- c de receber um rompido sorlinicn-
lode laixss de 4 a 8 palmos do bocea as
quacs acbani-se a venda por prego cum-
rrodo a com promplido emharcam-se,
ou carregam-secm carros sem despezas ao
omprador,
Aviso importante.
Beneficio puldico.
o trmazem enligo da ra da Madre-do-
leos, n. 31!, esta de novo estalielecido de-
baixo das mermas condigcs, oflcreccndo
a delirios pinga do vinbo da Pigueira pe-
lo limitado prego do 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a ranada,a do vinbo blanco de Lis-
boa por 220 is a garrafa, cl.COO rs. a ca-
llada, de vinbo de Rordeaux por ico rs. a
garrafa levando o casco. No se admirem
os riegue/es do baixo prego por quo se ven-
de a deliciosa pinga, c sim da audacia do
prnprielnrio querer sustentar o anligo pra>
co, embora este genero lenlia subido o me-
Ibor de iiu.ooo rs. por pipa. Examinen) os
amantes a qualidade para reconhecimenta
da vordade e rnntinuago da mitiga fregue-
zia. E para nfio haver usuras, eslo promp-
tas garrafas lacradas e com o competente
rotulo, assim como barra de diversos la-
manhoa para provlaflo do prximo Natal.
0 proprietarioconta com a concurrencia;
do contrario, tornarlo os pregos do reta-
llioa primitiva de2V0e 280 rs. a garrafa.
Un prcto.
Vende-se um prcto bastante mogoe de
boa ligura, proprio tanto para osoiviguda
praga romo do mallo, por ter trahalhado de
taixeiro om um engenhu : na ra da Ca-
deia, n. 50, loja ib- Cimba & Amorim.
Volita Vendem-se caixas com folln de Flandres:
na ra do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnior?
-- Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corj,o-Saoto, n. 60, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornam
rerommendaveis rea sua superior qualida-
de e aturaren! mais que as de espennacete,
e nlo l izerein morrSo.
Deposito de Potassa.
Vndese muito nova potassa,
de bo: qualidade, em barriszinlirji.
pequeos de qualro arrobas, por
preco iiara-tOj como j ha muito
tempo se nao vende: no lecife,
na da Cadeia, armazem n. ta.
Gomma de engommar.
Vendem-se sacras com gomma da_ en-
gomniar, muito alva : na ra do Queima-
do, n. 14, loja de ferragens.
Anligo deposito de cal
virgen.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgen de Lis-
boa, por prego muito commodo.
h rados de ferro.
Na fundicto da Aurora, om S.-Amaro ,
voudem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
A 140 rs. o covado.
Vende se superior riscado do algodo,
muito cncorpado, a!40rs. o covado: na
ra do Crespo, n. 6, loja junto ao lampeo.
-- Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglczes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
liicas.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a ICO rs. cada umii.em
porgo de 25 para cima : na ra do Amo-
rim, n. 35.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SKNZAI.T.A-NOVA, N. 42.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
condo, de todos os tamaitos,
para dito.
-- Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
Chafado do Itio-Crande-do-Sul bom sebo
cm rama por prego commodo.
Pos galvnicos para
p rafear.
Na ra do Collrgio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objeclos
praleados e que teuliam perdido a cOr ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisados, leem nesles pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos semprc como no vos sendo o pro-
cesso para so usar Odies o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linbo molbado em agoa fria e passado
nos mesmos pos.
Urna caixinha contendo quantidade suf-
flcitnle para pialenr mais do 40 palmos
qiiadrados custa a mdica quanlia de
mil rs.
B)cposilo da fabrica de
Todos-os-Santos na Bahia
Vende-se em casa deN. O. Ilieber & C.
ra da Cruz, n, 4, algodSo trangado
Jaquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Chd brasileiro,
Vende-se cb brasileiro no armazem de
moldados, alias do Corpo-Santo, n. 66, o
mais excellente cha produzido om S.-Pau-
lo que lein viudo a este mercado, por
prego muito commodo.
Lonas.
Vendem-se lonas superiores
milacSo das da liussia*, por preco
commodo; na ra do Trapiche-
Novo, n. 16. '
Familia de trigo.
J.J Tasso Jnior vendo farinba de Pro-
venga, ebegada no ultimo navio de Marsci-
Ilie, por picgo commodo.
Moend&s superiores.
Nafundigaode C. Starr & Companbia,
in S.-Amaro acham-se venda moendas
le canna, (odas de ferro, de um modelo o
construegao muito superior.
Cal virgen).
Cimba ,-. \mm i 111, na ra Cadeia do Re-
cife, 11. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade, por prego mais ba-
rato do iiue em oulra qualquer parle.
Novos cortes de cassa pa
ra vestidos.
Vendem-se corles de cassa para vestidos,
de 1 mes (xas e de bonitos padrOes, a sele
coito patacas o coi te ; chales de tarlalana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs.
na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
la para a cadeia.
tos fumantes de bom goslo.
No armazem de molhados alias do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, ebegados
pelo ultimo vapor viudo do sul superio-
res charutos S.-Flix, e de outras omitas
qualidades que sO'venderSo mais baralo do
que coi oulra qualquer parte : bem como
cigarrillos hespanhes dilos de palha de
millio, que se estilo vendeudo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cenlo.
Vende-se um jogo do breviarios no-
vos : atrs da matriz da Boa-Vista, n. 22.
Corles de briol de cores
com I si ras ao lado, a .
l,2Ors.
Voodem-se corles de brim de cores com
listrasaolado, a 1,280 rs. ; riscado de al-
gndo americano, pioprio para escravos, a
140 rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
Vende-se a bordo des brigues Ugtiro
e raguetede-l'crnambuco, fundeados ao [
do caes do llamos, bom sebo em rima, por
prego commodo.
'4
rVttenco.
Vendem-se fitas do chamalo'.e pura os
hbitos do Cbristo, llosa, Aviz o Cruzeiro,
chegadas prximamente : na roa do Cres-
po, ao p do arco de S.-Antonio, loja de
crudezas doJoaquimllenriques da Silva.
Farinlia de araruta
de superior qualidade, reccntemenle che-
gada a esto mercado, cm barriquinhas de
menos .le duas arrobas, pelo diminuto pre-
go de 3,000 rs. a arroba : na ra do Azeite-
de-Pcixe, armazem de Francisco Antonio
da Rosa.
Vende-se carvflo de pedra e igualmen-
te o ja muito conhecido artificial, por pre-
go muito cm conta : na ra da Cadeia do
Recife, n. 48, casa de A. S. Corbelt.
Aos amadores e Iliteratos.
N na do Crespo, loja n. 5 A, de Tlicardo
Jos de Freitas, o defronte do trapiche no-
vo, n. 6, vendem-se as seguintes obras, por
prego commodo :
O Preio, publicago modernsima que
dcscreve o estado lamentavel das cadeias.
llemita militar, jornal contendo muitos
conhecimentos uleis o novos inventos para
a nobre profiss.lo das armas, com as pnu-
las e estampas necessarias para a intelli-
genria do texto.
Historia do cerco do Porto, 2 v. obra mui-
to moderna einteressanto pela narraglodes-
te heroico feilo de nossos dias.e de|oulras no-
ticiase pela carta lopographica das hnbas
daditacidade.
fiagtni na tninha ierra, publicagflo de
muilo gosto e chisto do bem conhecido lat-
iera lo Carrclt.
Conlosda tninha Ierra, bella tradiegno da
provincia do Minho, pelo excellente esrip-
tor A. P. da Cunta.
Portugal, recordagOes do anno de I842,da
viagem que a essi reino fez o principe
Lichnowsky.
Museu Pilloretco ns. 1 a 21, jornal scicnli-
lico, contendo muito boas estampas.
-- No armazem do barateiro Silva Lo-
pes, na porta da alfandeg, vende-se fari-
nba de trigo, nova o de primeira qualidade
que vem a este mercado.
Paraqueiii livor bom
gosto.
Vendem-se redes de cores muito grandes
o muito bonitos padrOes, e o melhor que
tem apparerido nesle mercado: na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a
cadeia.
Vende-se um sitio na Soledade, com
58 palmos de frente e mil de fundo, com
duas frentes, urna para a estrada nova n a
outra para o Manguind, com casa de lai-
pa, boa cacimba e urna porgo de lijlos
que servnm para alicerres : a tratar com o
sen proprietario, Antonio da Silva Alijo,
que o vende por prego commodo, por se
querer retirar.
Vende-se superior farinba de mandio-
ca,cm saccas : a tratar no escriptorio de
Manoel Congalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recife. ou no armazem do Araujo,
no becco do Congalves.
Vende-se cera em velas, vinda do llio-
de-Janeiro, em caixas de bom sorlimenlo,
por si r a maior parto miuda; pos antibi-
liosos de Manoel Lopes, por prego commo-
do : na praga do Commercio, n C, escrip-
torio ile Manoel Ignacio de Oliveira.
muito bonita figura, quo engomma, cose.
cozinha e serve"bom a urna wa ; urna dita
moga com urna lilha de 10 mezos, a preta
cosee faz lavarinto; urna negriulia i\o 8
annos, muilo linda, que faz renda e cose
ilguma cousa ; urna preta de 35 annos, pa-
a fra da provincia, que he cozinbeira, on-
gommadeira, relina assucar e faz doces : na
ruado Collegio, n. 21, prior eiro andarse
dir quem vende.
Queijos do serlo.
Na ruadoQueimado, n. 14, loja do fer-
ragens, vendem-se muito bous queijos do
si-rtio, por menos preco do que em outra
qualquer parle; bem como 3 couros de on-
ce o um de loulra ; una porcSo de COUrOS
miudos: ludo se vende muilo baralo.
*
I Aos 20:000,000 de $
ris.
Acha-seavrnda na loja de cambio
da ra da Cadeia do Recife, n. 24, da
viuva de Vieira & Filhos, os muito
afortunados bilhetes e meios ditos da
5." lotera dos capucblnhos, cujas
rodas devem ler corrido no dia 6 do
corrento mez.
21.a do montepo
Vendem-se ta m bem da 21 .* do mon-
te pi bilhetes e meios ditos, cujas
rodas devem correr no dia 16 do cor-
rente mez.
*
i
4
i
i
?-
i
*
PREGOS COMMODOS.
Loteriasdo Rio-de-Janeiro.
Ra do Collegio. n. 9.
Pelo vapor Imperolrit, sabido do
llio-de-Janeiro em 2 do corrente, rc-
ceberam-so bilhetes e cautelas da
5.a lotera dos capuchinhos
que brava para correr no dia 6 ;
bem como da
ai.a do monte pi
que deve correr no dia 16 : o que
assim seannuncia aos amadores des-
te jogo que gostim da brevidade na
noticia da cxtracgSo, afim de se pro-
verem quanto anlcs da loteria dos ca-
puchinhos, cuja lisia deve chegar
primeiro.
9
m
Vndese um lerno de pesos de fer-
ro, de 2 arrobas al urna libia ; um peso de
2 arrobas ; urna balanga pequea : tudo por
prego commodo: na ra da Moda, no For-
tc-do-Mattos, armazem 11.15.
Vende-se urna rica moenda toda de
ferro nova, a qual custou 1:850,000 rs. e
servo tanlo para engenho d'agoa como prin-
cipalmente para moer com animaes : d-so
por muito menos do seu valor, pois nfio ser-
ve ao dono, por um engao que houve na
compra da dita moenda, o que certamenle
ti u deixar de agradar ao comprador avis-
ta do grande abale que se faz pela precisSo
de dinheira: na cidade Olinda, ra do
Mathias-Ferreira, n. 45, ou nesla typogra-
phia.
Chitas escuras de cores
ixasa 18018. o covado.
Vendem-se as melhores chitas de cores fi-
las eassentos oscuros : na ra do Queima-
do, n. 8, loja confronte a botica.
-- Vende-se, por prego muilo commodo,
urna preta de nago, de 16 a 18 annos, com
um defeito no braco direito, de muito bo-
nita figura, quo vende agoa na ra faz ou-
tros mais servicos proprios do urna casa de
familia bem como tratar de meninos, por
ser muito carinhosa : o motivo por que se
vende so dir ao comprador : na ra da
Moda, n. 21.
Anda est por se vender a taberna do
Aterro-da-Ro-Vista, n. 22, com poucos fun-
dos, etendo a casa bous commodos para
familia : a tratar na mesma taberna.
suppfie'sc estar nqui na praga em aljutra
-- r.
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E o. 5 m o
u. N 0.= m o
Calcado de 1,280 a 1,600
No Aterro-da-Roa-yista,
defronte da boneca,
Q silo chegados spalos francezes de couro do
? lustro para senhora, a 1,280 e 1,600 rs. o
parj bem como um completo sorlimenlo
decalgado de todas as qualidades, tanto
para homem como para senhora o menina;
No flio-Formoso, cm casa de Julio Jos assim como do A'araly para homem, a
Cal de Lisboa.
I.opos, vendem-so barriscomcal virgem de
Lisboa, do superior qualidade, por prego
commodo.
A *,720 rs. cada ti ni
corte*
Na loja de Cuimarilcs & llenriques, ra
do Crespo, n. 5, vendem-sc novas cassas
parisienses, padrOes mnilo mojemos, ce-
lo barato prego de 2.720 rs. cada um cile :
esta fazenda se torna muilo recommenda-
vel pela superior qualidade e baralo prego.
Saccas com millio a
i,i>00 rs. e ditas com ar-
rozdc casca a 5,1)00rs.:
venderg-sn no armazem do Bragucz, ao p
do arco da Conccigo.
Vendem-se luvas do seda de torga!,
prelas e brancas, para senhoras e meninas ;
meias paia meninos e n ramas, a 120, 160
c 200 rs. : na ra da Cadeiu-Vrlba, n. 15.
Vendem-so dous lindos moleques
crioulos, um de 8 annos e o ouiro de 5, am-
bos de bonitas figuras : no Aterro-da-ltoa-
Vista, ii. 26, segunda andar.
No armazem n. 7 da ra da Moda, ven-
dem-se sacras com superior colladas fa-
bricas do llio-Grande-do-Sul, |or prego em
conta.
A U/50 rs. o covado.
Vendem-se piscados de Imbu, proprios
para jaquetas e caigas, a 240 rs. o covado ;
zuarle com urna varado largura, pelo ba-
rato de200ra. o covado : na ra do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lampeSo.
Familia de mandioca
Vendem-se saccas com farinba do man-
dioca, de muito boa qualidade, por ser fa-
bricada na serra Meruoca, perto da cidade
do Sobral, pur prego commodo : na ra do
Queimado, n. 14. loja de ferragens.
1,000 rs. ; pelles d couro de lustro ham-
liurguez e francez ; ditas de marroquim:
tudo por prego commodo.
A 480 c 560 rs.
Vendem-se cassas francezas de cores (1-
xas o de bonitos padrOes, pelo barato pre-
go de 480 rs. a vara; chitas largas france-
zas e dolisl'ascrde ganga c rrdecinza,
pelo baralo prego do 360 rs.; brim tranca-
do amarello de puro linho, pelo baralo pre-
go de C40 rs. a v.ira : na ra ilu Crespo, n.
14, ja de Jos Francisco Dias.
Vende-se a loja de miudezas do Ater-
ro-da-lloa-Visia, n. 84, com um pequeo
fundo de 700,000 rs.; assim como se ven-
dem as miudezas smentp, ou a armagilo,
e lendo a casa proporgOes para um grande
eslabclecimeulo com morada mdepen-
denle.
Vende-se urna famosa casa envidraga-
d.i, om clios pioprios. sila na ra de S.-
Crcilia, n. 4 : a tratar na mesma casa.
Vende-se urna morada de casa torrea
na ra do Colovello, n 10, em chSos pro-
piios, cozinha fra, quinial muiado de um
lado efundo, e com cacimba : na ra do
Queimado, loja n. 14.
-- Vendem-se dous escravos pegas, de
muilo elegantes figuras: um he muitu bom
ollieial de sapateiro de tuda obra, e o outro
lie muito proprio para carregar urna cadei-
rinda e servir urna casa : na tua do Col-
legio, u. 21, se dir quem vendo.
Vendem-se ealugam-se bisas dellam-
burgos, por commodo prego : na ra estrel-
la do llozrrio, u. 13.
lscravos Jrfeteos
- Fugio, do engenho Novo da Muribeca,
um prelo crionio, de nomo Filippe, de 2S
annos pouco mais ou menos, com cilicio de
alfaiale, de estatura alta : tem os hombros
ieimado, n. 1, loja de ferragens. [levantados, delgado da cintura, roslo com-
-- venae-snuma escrava de 20 annos,deIprido, nariz aquilino, pese mSosgrandes
casa do alfiate (rabalhan lo no officio.liosa,
seaos Srs. mestres dus tetidas onde o mosmft
prelo se echar, ou -i outra qulquer pessoa
quedelle tiver noticia do part;cipar na rua
do Collegio, ao Sr. Antonio tlicardo do lle-
go, que recompensar o favor.
Fugio, no dia 16 de nutubro prximo
passado. o escravo cabra, do nomo Tliimo.
theo, official de ra'pinteiro, de estatura al.
ta, magro, zambo .'as pernas, com falta ,|
um dedoem un i, denles podres; temo
signaldeum pequeo taino na pona do
nariz ; he bem parecido de rosto, com prin.
cipio de barba ; levou boa caiga do brim
azul, camisa branca e gndola branca fina
cujo escravo foi do lllm. Sr. Alfonso d
Albuquerque o Mello, da provincia do pa.
ra, por or.leni de quom foi vendido nesuj
corte peloSr. capilQo de fragata Jesuino
I.aniego Costa ; consta que se intitula for-
ro a todos aquclles que o no conhecem n
bem o persuade por saber ler, .escrever
contar, ca quem o conhece diz a nns qua
anda por ordem de seu senbor a procurar
quem o compre, e a outros que anda en
procura de obra para Ira baldar : o que s
prefine aos lllms. Srs. OlTiciaes do exercito
o armada, para que o nilo recrutem ; capj.
tSes de navios, para que o no receham a
seu bordo a pretexto algum ; mestres de
obras, o no admitam as mesmas; aos Srs,
encarregados da visita dos navios o nSn
deixem sahir om navio algum, qor seja ni.
cional, quir estrangeiroe a todas aspes,
soas om geral se roga o no acoitem, n"0
sopara evitar o procodimento criminal,
mais lamlicm de pagar o jornal de l,G0
rs. diarios desde que o mesmo esliver fu.
gido, que he tanto quanto se protesta lia.
ver daquella pessoa que Ihe der coito : pan
cujo fim se faz o presente annuncio, par
3ue ningnem se chame a ignorancia, e tt
aro boas alvigaras a quem do mesmo der
noticias ondo cxisle, ou o levar i rua di
Cruz, n. 9.
Fugio, no dia 27 de oulubro prximo
paseado, do engenho (arrpalo, freguezia
do llio-l'ormoso, o pardo claro, de nomo
Miguel, de estatura alta, barbado, cabellos
crespos, barba um tanjo ruiva ; tem bas-
tantes cabellos as pernas e peilos ;} tem
pouco dusembarago no fallar; lem o roslo
um tanto descarnado, e nariz um lint/
grande; lem 28 annos; inculca-se forro;
entende bastante de ser ireslro de assucar,
mas be bastante preguigoso. Roga-se as
autoridades policiaeso capilles decampo,
que o apprehendam e levem-no ao dilo en-
genho, quo sero gratificados.
Na noite do dia 22 d oulubro prximo
pas.adu, fugio do abaixo assignado urna
prela de nome Vicencia, de 40 annos, de al-
tura menos do marca, cabellos desanda-
dos, cOr fula .*. tem alguna denles tirados;
he cheia docorpo, ps malfeitos ; supiaue-
sequeesleja occuliaem alguma casa, por
isso o abaixo assignado protesta contra
quem a livor oceulta peranlea lei, exigia-
do480 is. diarios desde o dia da fuga al o
dia em que Ihe fr entregue: quem a apegar
leve-a ao engenho Curado, frouuezia da
Varzea, quo ser gratificado. Jote Crrela
Leal.
Fugiram, no dia 11 do corrente, o ca-
bra Joaquim e Donato mulato, escravos do
major Joaquim Moreira Lima: o pilmeiro
be baixo e secco do corpo, pernas finas,
com falta de denles na frente ; tem agumas
marcas de bexigas no roslo; tem oulrai
mateas de feridas de gomma as costas c
cm um dos bragos ; cantador, bebe ago'ar-
denle e fuma cachimbo; lera 18 a 20 an-
nos; agora aponlam-lbe alguna cabillos
na barba : o segundo, de nome Donato, de
16 a 18 annos, sem barba, sobranselliai
o nariz grossos, rom um talho de couco de
cavallo, com Iodos os denles na frente, de-
dos das nios compridos, ps grandes e sec-
eos, masca fumo e fuma cachimbo: ambos
evaram trouxa de roupa; quem os pegar
leve-osa seu senbor na cidade da Parala-
ba, quesera recompensado.
100,000 rs. de gratificaglo.
O abaixo assignado roga aos Srs. de en-
genho Christov.lo de llollan la Cavalcanle,
Francisco de Darros flego, Francisco Marl-
nho Wanderley, Francisco do S.-Tiago Ra-
mos, Antonio Jos Marroquim, Manoel da
Barros Accioli Mello, Antonio de S.-Tiago
Paz de Mello, Paulo do Amorim Salgado,
l)r. Flix Tbeolonio da Silva Cusmao e Ig-
nanciode llanos Wanderley para que se
dignom mandar ver pelos moradores de
seus engenbos urna escrava de nome Ca-
Iharina, crinla, de estatura regular, ma-
gra, com a barriga um lanto crescida, den-
les bonitos, sobranseldas carregadas; le-
vou urna lilha ni uta ti n lia, de 3 uiinos,
roslo rodondo, olhos pequeos ; lem as co-
xastio unidas que a faz vollar os pos para
oslados. Fugio a 11 de ouLubio do 1818.
A mili desla negrinha chama-so Jeronyma,
e tem alm desta lilha muitos filhos, e poi
isso se tem feilo notar no lugar sonde mo-
ra ; be escrava deThomaz Vieira, moradoi
no engenho Palma, sitio capivara. Calbari-
na foi cria de Maria Vieira, moradora en
l'eroba, silio Pescinengc, 0 por morte desti
coube em beranga a Cerlrudes, lilha casa-
da com Domingos do tal, morador nesti
praga. Ha loda a certeza della ler estado en
algum desles engenhos, porm lem sido
mudada talvez polos manos. O abaixo u.-
signado offerece a quanlia de 100,000 rs. i
quema trouxcra'. o Om de dezembro t
corrente anno, e pretende desse prazo es
liante, fazer loda a diligencia para a desc"
brir o proceder contra quem a liver acei-
tada. --Ucommandante do corpo de poi*
ca, lodo do llego Unrros haleda.
Fugio, no dia 14 do correnle, urna re-
grinba de nome Nina, de 14 anuos, de esa-
tura baixa, magra, bstanle retinta ; i*
muito espi ra ; usa Sempre do avenlal ; (
vou 3 vestidos de talho francs, MpatiH
meias; tem o nariz uu> tanto oalhadoie-
los lados e nina cicatiiz pequea em cia
da pestaa deumolho : qu-m a pegar le-
ve-a rua Nova, n. 39, primeiro andar', cua
ser gratificado. .
--Fugio, no dia 6 do correnle, o pelo
benedicto, de naglo, de 18 anuos, puiiro
mais ou menos, sem barba ; levou canisa
de madapolfioe caigas de riscado largue es-
curo ; de altura icgular, corpo fornido,
beigos grossos, |iocca grande, ps e Yiloi
grandes: quem. a.segar levo-o rua es-
trella do Itozario, n. 43, segundo audai.
que ser gratificado.
PaaN. : i TTP. DK M t. DE FAU
U.-J^


Full Text
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