Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06715


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A mo VXV.
Sa bb;; do 17 2
FABTIDAl SOS C0BBX1O1.
Goianna eParahiba, segunda e sextas-feiras.
rtio-Ciraudc-dc-Norte, quintas-felras ao melo-
da.
Cabo.Serinhaem, IUo-Formoso, Porlo-Calvo
Macei, no I", a 11 e 21 de cada mea.
AGarauliuui e Bonito, a 8 e 23.
*B a-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-finas.
Olinda, lodos os das.
BrHrMBBIPH,
Pbasks da lo. Mlng. a 7, s 6h. e Sm.ilaiu.
Nova a H.s 6h. c53m. da l.
Cresc. a 23, aos 6 in. da m.
Chela a .30, i 3 h. e 5 m. da ni,
niiua BE BOJK.
Prlmelra is 6 horas e 51 minutos da tnahn.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
le Novemb.ro <'< !M9.
casa jas;.: ttm a. *:*.> 3ke>t j.sihjs*
// /
& %'4
FHEtJOS DA SUBSCRIFcAo.
Por tres mezes (ad.'naado) 4/000
Por seis mezes 81H)(i
Por um anuo l.'isui10
DAS DA SZMAVA,,
12 Seg. S. Dlogo. Aud. do J. dosnrf. doom. l.v.
13 Tere, .s. Eugenio. Aud. da chae, do J. da I. v.
do civ. e dn dos (ellos da faseoda
H Quait. S. CJenientino. Aud. do J. da 2. v. civ
15 Quint. S. Gertrudes. Aud. do J. doso.f. c do
, m. da 1. v.
16 sext. S. Goncalo dn Lagos. A11I. do J. da I. v.
do civ, e dndus fritos da (hienda.
17 Sal). S. GrcgorioTliaumaturgo. Aud. da Chae,
c do J. da 2. v. do crime.
18 Uoin. S. H(jimio.
CAMBIOS IU 16 DE BIOVBMBRO,
Sobre Londres. 28 I. por 1/000 n. a 60 das.
Paris, 846.
Lisboa, ltlO por cento.
Oaro.-Oncae bespanhoes......... H/TOO a 3QJM0
.llocdas de0>illuv.llias.. ir/uiit) a 17/Ail)
de 6/i'O novas.. 16)000 a I6f800
lo -l/ilOO.......... 9/00 a 9/HMI
/>rala.-Palaersbrasilciros..... I/.M0 a I/' 80
Pesos columnarios....... I/MO a I/WJ0
Ditos inexicmos.......... I/Stiu a 1*880
ocrej^i. Lis/ufjr^WXXit''Dtcii
PARTE OFFCIAi.
GOVERNO DA PROVINCIA.
O presidente da provincia, para exeeucflo
iln'IUiId art. 38 da Ici 1I0 orcamento n.
2U de 16 de julho de 1819, orJena que se
observe o seguidlo
RECULAMENTE.
Aign 1. Ficam enoarregados 0 consulado
provincial en< collcclorias da fiscala icflo,
cohrancas do imposto do 12,800 rs. porcada
cas de jopo de hilhar, e dos seguinles es-
laheleeimentns qiieliverem mais de dous
rontos de res de fondos, a saber : botica,
lii'n nuo vender a retalho, de cambio, de
mobili. armazem de carne secca, do ma-
deira, de lijlo, cal, capim, taverna, boti-
qnim, serrara, olaria, lypopraphia, co-
cheira. cavallarice de aluguel, prensa de
algodfloe fabricas.
Arl. 2. O lanijamento desta imposto no
municipio do Recife seta frito por um pri-
meiro escrituran o do consulado, e na sus
Jlf falta por uiii dos empregados mais intelli-
f gentes, e revisto pelo ehefe da segunda sec-
Cflo. as collcclorias ser feito pelo eollec-
* tor, e revisto pelo promotor fiscal. Come-
cara no pnmeiro de julho de cada anno, e
acabara no mais curto espaco de tempo que
fr possivel.
Art. 3. 0administrador do consulado, e
os rromotores-flscses podarffo corrigir ele
lunc'imetilo, o mandar reformar o que n.lo
for feito conforme as disposicoes dcsle re-
gulamenlo.
Art. 4. Para svaliaeo dos fundos dos re-
feridos eslabelecimentos.no caso dodiivida,
011 de reclamac-lo da parte do contribuin-
te, os enoarregados do lacrmenlo exigirflo
dos mosmos contrihnintes as dcclaracnes
precisas, e examinarflo os litros de que de-
pendam o conbecimento do capital pro-
ductivo dos mesmos eslabelermenlos ; e
quando nSo pnssam assim obter os precisos
esclarecimentos, procorarflo nforniarjoes
circumsianciadas onde s podrem liaver
Art 5. Com allenc.lo as informacAca e 08-
clarecmenlos ohlidos, e vista dos objec-
los que constituirem o fundo productivo,
deeidirflo os encarregados do lancamenlo
seo eitahelecimento sobre que houver du-
vida, deveon niiosercollectado.
Ar|. 4. He considerado capital, ou fundo
productivo dos mencionados estabeleci-
menlos o dinli' i'O em caixa destinado s
compras e pagamento*, as mercadorias A
venda, os utensilios, as machinas, os ani-
mies, escravos, materias primas, fabrica-
das, e quaesiitier outros nbjeclos que se
prostarem no lim do eslabelccimento.
Art. 7. As olvidas activa o passiva nSo se-
rio levadas em conta para a avaliacifo dos
fundos.
Art. 8. Se o lancamenlo fr injusto, 011 se
os colleclados se senlirem gravados, pode-
rio reclamar al a vespera do dia em que
comecar a cobranza, 011 dctilro do prmei-
ro semestre do atino finaneciro, fieando
peremptas todas as redamacOes que nflo e
iutentarem neste pra/o, salvo o caso tifio
previsto de incidente justificado peranle o
tribunal administraclivn de fazenda pro-
vincial R serHo decididas summaria e ad-
ministrativamente pelo administrador do
consulado, com recurso para o mesmo tri-
bunal.
;.!.() reclamante dirigir ao administra-
dor do consulado o sen requertmento, alle-
gando o que Me convier contra o lanca-
menlo, e o tresmo administra lor vista da
mfornincfio, qtio OXluir por cscriplo do
respectivo lanzador, e d<> allegiQo dn par-
le,deliberar como entender do justica
2. Seo reclamante se julgar prejudica-
do com a deciso do adoiii islrado', poder
recorrer no piazo de 15 dias contados do
despacho do mesmo administra lor ao tri-
bunal administrad i vo por novo re<]iier-
menlo, que ajunlat o da anlenor recla-
mci>, e deferiniento que obteve, c entilo
ter decisHu deniiiva.
> S. (Vos miioici ios do interior da pro-
vincia aa reclamacesscrio interpostas aos
promotoies fiseaess, o se ilceidtrflo obser-
vando-se em ludo o que disi'em os an-
tecedentes.
Art. 9. 8, depois de concluido o lauca-
ment, se fechar algum dos referid, s cst<-
belerimentos, imniediatatieute o dono da
r parte rsped iua rece hedor ia, para que,
certificam-o-so da verdade, fa^a no lanca-
menlo anecessaria verbs, e o desonere do
(imposto. Qiiainlo se ti 1 der esta partici-
paQfio dentro do semestre em que so fechar
o esitiln'lecimenlo, nflo ter cabimento a
desoneracSo referida.
Ar'. 10. A cobranca dcsle. imposto com-
tala no primeiro de'janeito, e terminar no
ultimo de j ti 11 ti o do mesmo anno.
Art. 11. Filldo o prazo maicadn no a'tigo
antecedente para o pagamento voluntario,
se proceder execotivainente contra os de-
* vedores que deixarem de pagar.
Ail. 12. No caso de venda, ou (raspasso
por qualquer titulo dos mencionados csta-
helerimentos, o novo dono ficar respon-
savel ido imiosto que o scti antecessor ti-
fver deixado de pagar ; e para islo se farao
ftio respectivo lancamenlo as notas neces-
arias.
Palacio do governo de Pernambucoem 12
V novembrode 1849.
Iltfcuorlo Hermto Carnelro l.ca.
Comniando da pra?a.
Quarlel do commavdo da prnfa na ciilade do
Itedft de Pernambueo, 15 de notimbro de
1819.
OI1DEM 00 DIA. N. 71.
Olllm, Sr. coronel com mandan le da pra-
<;a manda fazr publico,pata conbecimento
da giiarnirflo, a ordom (lo dia do ElUl. Sr.
general Cotniuandanl das armas abaixn
transcripta, quo lite fni enviada pelo Sr.
capiflo ajiidanle de ordons do mesmo com-
principios nem as regras fundamentacs da
nossa legislado ; que este projecto de lei,
por isso mesmo que se liga liberdade ver-
dadeira, fundamental, constitutiva da im-
prensa, mova urna discuss.lo geral; que
habis oradores repilam as mesmas colisas ;
que renovem embellczetn pelo talento
todos csses lugares comtnuns que haviatnos
esgotado acerca dos perigos 011 das necessi-
dades da liberdade dcimprehsa ; [pequea
agtlae) que um, dcsculpe me elle no
momento mesmo em que, posto que admi-
re o seu talento, agradeco o auxilio da sua
d'
mando, datada de 11 do corrente, s uual he eloquencia ; no moineiito mesmo, dizta ou,
do teor seguit.te : om." rzendo a descr.pcflo dos rales, dos
I pongos da soctedade, recotrendo a todas as
Quarlelgtntral do commando dai armat di convulscs por que passou a nossa socieda-
Ptrnambueo na villa d'Agoa-Preta, II de ,|e) examinando as que pdem aiiidaamc.1-
ca-la, fizesse rccaltir a rosponaabllidade,
nflo sobro o abuso, mas sobro o uso ta li-
berdade, nflo sobro a violencia, poim so-
bro a lula legal c leal, buscando assim sttp
primir o quo suppriini'r nflo queremos ,
nottmbro de 1849.
OIIDEM D DIA.
Parlicipando-me o Sr. coronel gradua-
do Jos FerrolN de Azevedo, commandanle
da for^a existonle no engonho Verde-Flor- por(|tto crime c loticura seria suppnmir a
de-Una, que mandara bater no dia 4 do cor- discussflo, o opposicflo legal c leal.. .( Vui-
renle mez lodos s pontos intrinchoirados tibem!
pelos rebeldes sobre a margem do rio Una!
por 60 piarns do terceiro halalbflo do arti-
Iharia a p, dirigidas pelo ptimeiro lenle
Kermes Ernesto da Fonseca, que, ptincipi-
ando o ataque s 5 horas da manl.a pelo
poni da Mulalinha, os veio hatendo se-
guidamente at o ponto denominado d<
Firmeza, quo se achava collocado na frente
do seu acampamento, e qtte.tendo o mesmo
lenlo pnuco antes de urna hora da laid 1
acommctlido esse'ponto, protegido, qusnto
demandava sus eminente aliara, porduas
companhias do oitavo batalhflo el. i'aea.lu
res sb o commando do Sr. capitflo Manoel
Jos Soledii le, e por ditas granadas arreme-
dadas 1 or ohtiz, lima o mesmo ponto aban-
donado a urna hora da larde pelos rebeldes,
que yergonhosirrcnie fugiram espavoridos,
quasi sem fazerem resistencia alguma, e:
como que aterrados smento com o en I lio-'1
siasmo da tropa, e vivas que su davatn *'.S.
U. o Imperador; he com a maior satisfa-
fflo que faco constar o proco lmenlo des-
Cerlo, se urna tal falla so dsssc em n
nossa lei, se ella chogasso ao ponto de sttp-
primir a discussflo, de vedar a opposicflo
leal, csso aviso salutar, que nflo destroe
governos, mas antes lites d vida quando
nflo sflo tflocegos, que toa desprezem
OSr. de Monlalembtrt Nada disse eu do
quesuppondes ; o quo cu disse foi que esta
lei linlta por fim preservar a liberdade e re-
primir os abusos; que era isso o que eu
quera, nada mais. (Huido.)
U Sr. Qdilon-Rarrnt : .....se a nossa
lei obegasso a tal ponto, esensado seria sus-
tenta-la, porque eu mesmo, antes que nin-
guom, a abandonarla. He justamente por-
que julgo, he isso intima eouviccflo ininha,
quo esta lei nflo s nflo destre, nflo sup-
prime a discussflo nem a liberdade, mas
antes as protege contra a violencia que po-
de cotnpromette-las, que eu vcnlio apoia-la.
O Sr. de Monlulembert :--lso lltesino disso
cu, c nflo outra cousa.
O Sr. Odilon-liarfot: Di/.ia o honrado
Queremos, dizieis VOS, que lodo e qual-
quer ataque contra ns ideias em que assenta
a snciedade seja vedado ; e eis a rasflo : nflo
queremos, a troco do augmento de alguns
ambiciosos, pAr om risco a salvacfo da pa-
tria (muitobetn! ; sabemos perfeltamonto
quo por mel do utopias, enfeitadas com
mentiras, li 1 lias da iinaginacflo, pdem ellos
armar criminosos bracos e arrestar a movi-
nictitos hotnens quo depois se dizcui illu-
(lilloS. >l
.He isto o que dizieis com applausos de
Tonos amigos. I'orvenlura usaveis des linguagein pelo simples Tacto de se acharem
no poder os vossos amigos ? Estaris arre-
pendidos? Nflo; motivo nflo tendes pira
arrepender-vos ; nflo, eslaveis noverdadei-
ro terreno, assim como boje estamos nos.
llevemos por de parto as diuerencas do ori-
gens c de principios, o olharmos tflo s-
mente para o bem :1a sobiedade que depo-
sitan em nossas rrrflos os scus deslios,
pelos quacs devenios velar affaslatulo todas
as violencias, para que 1 sombrada liber-
dxleess.i mcsina sociedado vejSTOriisados
os seos grandes e gloriosos destinos. [Ap*
provaro geral.)
Esse era o dever que preenchieis entilo ;
esse he o dever que hojo preenchoeu, viudo
apoiar esta lei. Nflo a ataquis, pois, pelo
seu principio, por suas rntenoOes porsuas
tendencias. Quando houverdes examinado
cada urna de suas disposices, podercisdi-
zer se ultra passtiram ellas as raias da mais
rigorosa, da mais estricta necessidade; so se
acliain ou nflo justificadas pela fdrea dos
fados, pela experiencia das cataslrophcs
linda rcenles ; se se achain legitimadas
por uma prcvencflo bem entendida o cal-
culada.
Il.iveis de ev.1n1ina-l.1s, discut-las; e, se Ins
disposices foieiu alm da necessldado que
me refiro, ennio rejeita-las-liels; porm atacar
a lei pela sua base, pe. 311a substancia, calum-
niar um govenio que nada mal fe, sean obe-
decer aoa sentiiiirnlus que vos aiiiinavain Imii-
lein nesle lugar, isso j nao lie n que choill-
veis dlSCllSSao leal ; c ClltSo tambem me ser
lieito (|ueixar-me de UUC assim se allasleni das
regras d 1 conveniencia c da Justina. (Suiwro
M porcOo de bravos que em algumas horas Sr Julio Favrc Nfloi queremos a violen- ', "" /'"''--l/,;"'"''";i'(i proauarada a dintla
^[?^,i^ram.'le8!,pV:rr?eres^,l^!,,ad0,cia; analherna violencia ; persegui-ja-bo- ^dur-no. heill0, n0$u, igUaoao ,lllbli.
mas onde quer que appareca. > RaiHo' d, ,pr,ao rausa(ja pelos aconiecliiieii.
tinha olle, porque he a violencia a mais lo- l0li ,-, sr> de Paris, mas da Franca, pela con-
intriticheiramenlo rebelde, reduzindo-n al
cinzas, o obrigando a csses coulumazes a
procura reni uovos refugios para perpelra-
cfl'i de seus Crimea, e me congratulo com o
referido Sr coronel graduado comman ante
da forca pelo boin mu; rmenlo que deu ai
iiodruccOes que rccebrii; com o Sr.lente
ll-i'ines Ernesto da Fonceca, pela bravura'
com que se pottou; bem como com lodas as'
miiis pr.icas, tanto do lerceiro halalbflo de
anilharia a pe, coaio do 8.* de
que, entrarnm e:n ci
boa directflo, s livemos a sentir o (crimen-
mivel, amis ligadal inimiga de toda a li-
berdade poltica, principalmente as 10-
publicaa, principalmente com a existencia '
dosulftagio universal; lie mais que lottcu-|
ra, he um crime, porquanto nem pretexto{
ha para-violencias onde se ocha consogrado
o sutt'ragio universal.
Sim Tinheis razflo doassi.n fallar; o
ll.igrar.io ipie ameacava o pttlz ludo, e que a
en rgia do governo e a pioioptiila 1 de suns
providencias poderiio suBocar un nascedouro '.'
Pi'veiilnra nos prevalecemos disso, e, alui-
sando, ricinos pr a milo na liberdade em si,
om .o lim de vedarinos a discusslo? O que la-
/einoi nos!" Temos frito u (|(ie lodo u liuiiieio
poltica deve ra/.er, la'oiuoss causas.
ojulguris que me queira aqui tnctier em
o do 8." de vncadores,! scntiinento que expressastes lio ojque nos um sjsteia poltico Hillarto, escluiUo, qu
imbale, e de que pela | insitii-a na factura dcsta lei. Sim; quizo- attrlbua as aglacfles da sociedado as violencias
metro e segundo batalhflo
1 addid
em explora
onde cons
de artiliiaria a lla| para se pegar om armas,
os ao iitcsmo segundo batalhfl,|,,iduz os cidadflos na guerra civil, c a quem
aci.oalo o engenho Japaranduba! ,ulo mBs doquoaelles cabo a culpa.
istava existir utna grande Din-' Udheio pronunciada.)
daquolle quo moscontra a hupronsa, o Uto dignos: Nao
liaveis de platicar mais violencias, na 1 loca-
reis ltala alalina de guerra civil, porque serris
logo punida. Nao, isso nao baila, nada have
a^it*,nr=3B5asr.,-.xar-.''
sen suor e com a sua vida, lie possivel nina
(al scguranri em urna sociedade, logo depois
de tainanha perlurbacao, nuando ludo esire-
ineceii, quando nao ha anda, por assim dier,
base alguma Lineada.'
lie possivel a seguianca quandn no senli-
trlento geral lodo, nada lia que nao seja pre-
cario e duvidoso?
llavera s*gUFSnca quando lodos OS dias'
lo las ns mandilas soappella para a violen-
cia; quando se diz que o dia ser marcado,
quan lo so instigam os operarios, quando s>?
Ihe.1 diz Estisronbaifos, he tempo, pois
quo sois os mais fortes e os mais numero-
sos, que venhais i ara asmas para n-tiitipr-
Io o conquista lo 00 antes saqueado por
vih? llavera seguranza possivel quando
tolos os das: e exploran) aantimentos. laes,
quando em qualquer esquina sepdim lr
essss folhas que vflo desafiar os operarios
em suas ollicinas, desviiudo-os astim do
Bentimonto que os prende ao trabadlo para
os pOrconslantomenle etn faca de suas pai-
xO>s, em lace das leniaccles de violencia?
IiiLms quo una tal ROCied.lde posS'l gOZll'
de segur .unja ? Nflo vedes que, ropalindo-se
lanas vezos csses appellos a violencia, aca-
ba-so por persuadir de algum modo s tur-
bas, o porfsz-laS olharpara o recurso s
armas como para uma necessidade '!
Nflo vedes quo a poder desso desprezoo
odio, consUnlemi'ito inspirados contra a
auloridade e o governo, contra osciladflos
entro si, choga-ie a dar lugar esta guerra
civil que esteva em termos do rebentar, o
di qual ltimamente nolivrou a mfio da
Providencia? Nflo olha-se paraos factosj
etecutados por um governo providenlo, o-
lba-se para as causas originarias, para as
provocicoes queas tiriiir.un da alguma sur-
to inevilnveis: nisso eslava o nosso dever:
o oxeculmos, comprl ni mos tovolia, suf-
ocamos n guerra civil.
Quando houvermos r-ito voltar a segran-
os a esse mundo .'.c IraballlO 0 suor, q.tando
houvermos chama lo da novo os capitaes ja
linnes, quando a soniedade possuir-se 1 si
propria, quamlo po lr ella encarar no futu-
ro com alguma con (i inca, enllo sorflo abor-
tas as vial dos molboramentos. entflo ludo
sera possivel, entflo as disoosicOos que pr#-
pirais iun vossa sabedoria e esclarecida
pbilautropia poderiio ser applicadas com
utiiiladc; antes disso queris saber o que
produzirieis? Porvent'tra nfl est ah a
experiencia? Fa'.tir-vos-hii pliilanlrJDa
no dia que ga seguio ao da ravoliMjfln do fe-
vereiro? Tinheis pOUCS vonlado do gastar
os di'.heiros do Ihesou o. nflu vos ochavis
animados de svmpaibia 1 olo povo ?
Oque foi que vos faltn ? Porquecausa
os meios se esgotavao. em re lor de km, os
capitaes fugiam.e, a pozar de sagradas, com
desgosto vosso nflo pagavejs em lempo cer-
tas dividas? Tolo issoaconteeeu porque a
Cnnllanca se achiva alterada, porque a cou-
liaiiQi se achava profundamente abalada.
[Sim! sim! keluo!) Tudj issoaconteeeu
porque, pela fall apunta la, os meios de vi-
da so exhauriam do dia para dia, do hora
para hora, podondo-80 pelas pulsa;0es do
corpo social calcular-so o tempo de vida
que lito reslava. [Applmtt'is na direita e no
centro )
Exoculamos, pois, o oosso mais sagrado
o seo digno comniandanle o Sr. tenenlo-co-
rotti I Antonio Mara de Sou/a, capilfles
Francisco Antonio deSouza Uamizflo o Do-
mingos de Lima Veiga, ealferes Joflo Jos
de Bruce, assim como as forjas do mesmo
batalhflo a contingentes, os quaes, com-
quaulo sollressem o fogo a peito descober-
to, sendo morios qualro de scus Cantaradas
o dezoito Ceridos, entrando no numero des-
tes o dilo Sr. capiflo Francisco Antonio de
Souza Cam7flo,anrcsent>ran odeondo que
caracle/isa ao soldado b ao i ni migo o prejuizo do 12 morios, c bas-
tantes feridos, como agora consia
llelamhcm digno de mcmjflo um reforco
de 80 pracas do piimeiro batalhflo de caca-
dores, maliciado para coadjuvar ao referido
2. batalhflo, o qual, comquanto ahi cho-
gasso depois de estar a trincheira j em nos-
so po (V, comtudo ainda sustentou por al-
gum lempo o fogo das guerrillas rebeldes.
Assiguado, Jote Joaquim Coelh;.--Con-
forme.--Jote Pedro Heilor, capiflo ajudaute
de oidens.
Assignado, Lult Gomu Ferreira, alfoics
ajudaute de nicos.
Nao, nao queremos explorar os seutiinenlos
Peto que vejo, n^lancnstcs^os ollios, ,,,. ,nvVja e e ,nUo, pore'm esclarecer, mellio-
anlesdo subirdes tribuna, aessaleidoll
rar, dar ao povo meios pelos quaes se lorale-
de agosto do 1818, da qual fustes un dos ea que no peito liver de botn, o amor ao ira-
principaes autores; aossa lei que tambem^jtallio, economa, familia; nfio q'ueromoi
nflodeixou de soccorrer-se, emuilo, Alo- esplorar-lhe as vlslae, queremos anlinardlie as
vil ludes. (Xumcroioi tlgtuut de uistiti i menta.)
O Sr. t'i'ich-m:Kstaiuos todos de aecrdo
EXTERIOK.
PRASC<
ASSEHDLEA LEGISLATIVA.
Discurso Jo Sf. Odilon liarrol.
OSr. Odilon farrot (presidente do conce-
II10J:Sonhorcs, a liberdade do pensar adia-
se, confesso, por lal modo ligada vida
poltica do paiz, que parece incrivel que
um projecto de Ici cujo flu nico consiste
em preencher umn lacinia que a mais recen-
to experiencia patenlcou a lodos aquellos
que encaram esta queslflo livres de pai-
xocs e prevences ; que esle projecto de lei
que aceita simplesmente o principio da pro-
pria Ici que leve porum de seus principaes
autores o por um de seus mais eloquentes
defensores o orador a quem respondo ; que
esle projecto do lei que pode ser examina-
ndo, apreciado, criticado em suas diversas
I parles, mas cuja base nflo altera nem os
to concibi: Sim, estamos
gislacflo do 1835, no quo rasflo ti vestes
porquanto, pelo laclo de uma lei lor esta
ou aquella data, seconlm alguma cousa ." o,fr">/Vt?"/ boa, nflo so segu quo deva ser desprezada ; Jc lccowj0
antes polo contrario, deve ella ser apro-. aSr_ i,r,mrt :_iije, porm nem seinpre.
veitada: tudoquantobcbomdevcser acui-( o Sr. Presidente doeonetlko:E quem nao
lo, ainda que parla de adversarios. estar de aocOrdo comaosoo ueste ponto ? Al
Eo que foi quo aproveilastes (aquella lo! Nflo lomei para vos o monopolio das syn
lei ? O que conluiha olla do mais exorbitan-
te, para l'allarmosa verdade, aquillo que
nos oppozcmos, oque so nflo poda expli-
car senflo pela fiuca das crcumstancias; vos
tiraslos dola essa tentativa do legislador
do combator o pensamento em si ; oslabc-
lecestes na vossa lei do 11 de agosto do 1848
que qualquer ataque contra o principio re-
pathias pelo povo ; mis defendemos este, dc-
fciid-lo-hoines loda a vida, porcui nunca o
illiidircmos. (flpp/duift'* na dircitt c na rtntro.)
E he por essa rasflo qii1' esse povo Inlelligen-
te e nobre conhece onde se acham os seus ami-
gos; e he por essa raso que, apegar de lanas
indignas calumnias, esse povo sabe fazer Jus-
tina quelles que, durante dezoito anuos, de-
ois de hav-lo defendido contra um pudor
publtcauo, contra o principio dosttlTragio cojos actos parecalo aineaca-lo no futuro, dc-
universal, contra o principio da proprieda- feudeni hoje os mesmos ioteresses desse mes-
do, seria punido; e nflo era o faci mate- !"u P,vo contra a dcii.ag..gia,a qual, depon de
rial que buscaveis punir, era o ataque por l,ave"10 l!"jtV5 miseria, desejar.a d.ssol-
4, ,,. ""_ f. ver a nossa sociedade. e assim airiiinar a nossa
iiieodaimpieiiaa.oataquepormciodadis- ,luiirc patri;li fSSapat,ia Ilustre que. csti-
cussflo, por nieto da publtcidade ; vos pu- Iliada pelos ricos e poderosos lilhosseus.se-
nistes e entrastes armados com a vossa lei nao mais, nao o he menos pelos mis pobres
no dominio da polmica. e pequeos. (Novo rumor.)
NOS o que punimos? O faci; porque A queslao de ordem publica, quer nella se
delicio de imprenta nflo chamo eu o do es- encare pelo lado da raUslacao dos interenes
criptor quo diz a um publico a espera do
signa! : a Pcga as armas I que diz a
operarios : a Viudo para a ra, armai-vos
com as vossas espingardas {Appruvardo
pronunciada na direita.) Sera isso iliscus-
inaieriaes, quer pelo lado do patriotismo, do
seiiliincnio da grandeza do paiz, oceupa tao
I..1 trincle o coraciio das classes laboriosas
OOinn pode oceupar o das altas classes.
^ao ha, pois, dislincco entra nos ; somos
todos do nn'Mii'i parecer. Sim, nao basta que
sflo ? Vedar appi los laes para as armas, de- se comprima a violencia na ra, nao basta que
sanima-los com a energa da lei, ser ollen- ,c vedem os appellos para as armas, nao basta
dora libordade? Julgais que be isso por a Q c puna aquelle que esplora as palxaida
inflo na santa liberdade do imprensa? Nflo; l,',l,a8.i: que as arrasia para as pracas pul,,-
r 7. cas ; 11:10, isio na u liast.! ; fifi ncceniBi it> tiiti-
Isso he prevenir a sod.cao e.n o seu acto llia OUia,lliali ul.tro, devc.es te*....
pnmeiro, he del-la antes quo ven.ia para e.ielies se acha compenetrado.
a ra e buscar evitar essas terr,veis te- Por1 ,crn0 pnssa pr0e.,cher
pressOes que as vezos tflo caro CUStatn a hu- 0, s(.us UCvercs, para que esta sociedade possa
manida.le. caii.ii.har na va dos melhoraiiienlos que se
lio isso oque fizemos. -Edemais, nflo ,De abkr*' *JMP" Z!llEXL2?!!+
sera a seictem do legislador a sciencia da ^^X^^^l^^.
poltica, sciencia dos relos hlha da oh- Aa direila \u,t > jim i,e isso!
servaeflo? Ciloret as vossas proprias pala- O Sr. Odilon-Marrot :He mister que cada
vrasnasessflo de 11 de agosto : um cont com oseudircito, com o fruelo de
vera. (Multa bem! V. oxala possa eu tirar o
alent a essa violencia, porque mais lcra-
la a liberda le.
Pois quo devo por termo urna I sciisslo
geral quo nada aprovcila ao merecimentn
dasdis.iosicoes om si, equolalvoz veuhaa
ser reproduzida quando s- discutirem as di-
tas disposicoes, pcrmitla-me a assembla
que faca urna nica illusSo a essa persona-
lidade que servo do largo Ihema ha muito
tempo aos discursos do meus adversarlos
polilicos.
Alguns lia dos quaes me nflo devo oceu-
par, achara-so na presenta da justica de seu
paiz. Polo quo vejo, julgo quo assim me
alara!
Uma voz nuttqutrda: Sabe-so perfeita-
mente que nflo vos pdem atar.
0 Sr. Odilon-Barrot:-- Pelo quo vejo, pon-
san alar-ino com estas lembrancas que a
cada passo sflo Irazidas?
Nem me darei 00 trahalbo de recorrer
engenltosa resposta dada pelo honrado Sr.
de Monialemheil, 0 qual nflo admittio que
se possa curar etn todos os lempos e todas
as enfermidados com um s remedio. Nflo,
nflo empregarei tal resposta; direi que.
bem long.i do afaslar de num a tembranca
da minha lula do ISannos om favor da li-
berdade, na pesada missflo que preencho ha
selemozes he essa lemhranca que me tom
dado valor. (Muito bem'.) Careco do meu vi-
gor tiesto dever quoexocuto; e aquellos
(|uo boje mealacam nflo me comproliende-
rain : demats, elles nflo so acliavatn commi-
go quando cu defenda a libordade consti-
tucional; eslava,n contra mm, bem o sa-
bis. A nossa luta nflo comecou no dia om
quo fui encarregalo do defender e firmar
esta sociedade. guando eu combata em
favor da liberdade constitucional, ou vos ti-
nha di a ule do mm e contra uiiin : as cou-
sas estilo na mesma. (/Ipprouacdo prolon-
gada )
(Grande numero de representantes corre
pressuroso a coinprimenlar o Sr. providen-
lo do roticolliu.j
ILADO


.MGOflos 1)0 l'UXTA
Havre, 1 rfe uulubro.
O general l'iiebeeo-y-obcs, enviado extra
linriodogo>erno da repblica Je Mon
trvi'lcit. fui rereb Jo antes de Imnleni em I
audiencia psrliculer pelo Sr. presidente da
repblica.
O inumnl des bbati ennunc i q.ie o ge- '
era I Pacheco fi'-ri nessa occasilo seguin-
to falla, a qual resumo olim Je sua mis-
' Sr. presidente.O governo Ja repblica
oriental Je U' urusv fez-mc a honra Je acrc-
ditar-me junio J eoverno Ja Franija, lo
qual V. I'.x. tilo dignamente preside, afim
do loclamar para a oVinha patria ajustic*
que Ib" reeil'im os pi ojelos do conven-
eno rerentemente ajusta Juscoin osseus mi
, Minba palria assim cono o seu gover-
no nunca iluvidarom nm s nsjanlc Je ob-
ter esta Justina, porque sabom que a Franca
he urna nacSo grande, c que frente Je seu
poverno apparece un nomo, o qual be in-
cnnipalivel com o que nilo fosse u grandeza,
;i iuslici honra Ja Franca.
O presidenta da repblica franceza, ac-
rrescenla a mesma folha, lestomunhou ao
enviajo de Montevideo uma grande bene-
volencia e lerminou a audiencia, prontiu-
1 can'as S'-guinl-s palavras.
a \ilotcnli nutro interesse scnilo o dos
Franeezes em qualquer parle Jo mundo
em que se achom, e nrei ludo o que depen-
der Jo mim para sustentar a honra c a dig-
ni Ja Jo Ja Franca.
Estas plvr*S J presidente da repblica
o aigniflcaliaa, sobreludo se reflecti
moa as circumstanciaen que foram pro-
nunciadas "ssim como na qualidalo da pes-
gnl .i que lram dirigidas, etainbemse as
cnmparariiii coma rece nle nomeac.no da
Sr. vice-aliniranle Romaiii Pesfoacs par
o enmmando das Crca fmncezag do Prta,
em subsliluicflo a Mr. Le Predour, cojo
projeclu "O Halado ad referendum escitou
na mprensa franceza um Iflo unnime ten
lmenlo de reprovac-lo.
Dizendo uue nlo linha nutro interesse
enfio o los Franeezes em qualquer parte
Jo mundo em que se aehrm, o | residente da
n i i quiz cviJentemenlo animar as
eiperincia Jos Francotes do Trata, culos
iiiicrt'ssc.sii"Slsullim tanto pelas hesiiacfles e tergiversado s de
nossa [olilica Jo dilacfle. Compromet-
indola a Indo faxer para suatentar a hon-
ra e a dignidade Ja Franca, elletim irnpli-
ritamente conde-Binado o datado Le l're-
dour, o qnal baratea Unto aa justas esi-
gnncias de nossa honra e de nossa digni-
dade.
He-no*, porlanlo, prrmitlido esperar que
o governo nancea lomar a lomar breve-
mente o i apel que convem a um | ovo grari-
,io, o qual t'iii grandes interesara que sua-
tentar e lem tido. ha j demasiado lempo,
;. flaqueza de se deixar eslorvir em seu ca-
niinho pelas intrigas, subterfugios emano-
liras desieaes do tyrannele que impera em
Buenos-A} rea.
\ dcapeito Jos sophsmas propagados
cun ciipenhn pelos assalaria Jos que o dic-
lador do lluenos-Ayres entrelm as hlei-
ras da imprensa fianceza, tem-sc (inalmen-
li- cut pielienddo que a diplomacia he im-
poli nle i ata resolver esla quesillo intermi-
navrl do Prali, e que smenlo meioa enr-
gicos pdenlo coila-la de um modo ef-
lie i/.
Por toda a parle os illu.'des se dissipam e
ii verdadeobscurecida brilba. Algumas Jas
Mitas quo se tinliam fe i lo mais nolaveis
porscu optimismo ecegueire, reconhrcem
beje.e nprrsenlam em sua verJadcira luz,
ti::i situarlo sobre a qual al enlo lauto
tinham equivocado.
Knire esles folhns citaremos o Tima que
iis defensores de Montevideo se tinham a-
costun ado a considerar como teu adversa-
rio e que acaba Je | ublicar sobre a quesillo
doPmta um -rugo que merece ser medita-
do. Apezar dos termos ambiguos desta
quasi ahjurtcfto de seus erros passados ;
B| rzr das restiiccfies de que se acba heris-
sad, echamos nella COodssOea c declara-
q6cs que joigamos a proposito transciever;
poique vem direclamcnlo em apoio ds
opiniOes que temos sempre susleniado e
dosllgnmentos que temos feilo valer em
favor da independencia Ja repblica do
llrugay.
Nnaso aJversarios, cilando-nos o exem-
plo da actual prosperidade commorcial Jo
porto Je Kuooos-AyrcB, lem-nos dflu mul-
las ve/es : Dal-nos uma rasflo seria que
justifique, no ponto do vista de seus inte-
esses, a nleivencflo Jo Franca nos nego-
cios do l'rala Temos j rospondido a esta
uiiimacflo; o o 'limes, queninguemcerta
mente accusai de uma tympalbla cega
pela causa de Montevideo, respondo tam-
il ni agora no niesmo espirito o quasi nos
meamos ti im os que nos.
lia neste negocio, diz a fu'ha conser-
vadora, lies liiihu-cie | olilica a seguir, e
cada uma deltas lem seus advogados. A
mais fcil; ouin ieo inielligmte, con-
sistira i in sulicrever a todas is condic,es
quo liosas qui/esse eslahelecer, fin JeiSi-
lo r.io pleir a ruina Ja Cirlbago rival, fun-
dada mi margem opposta Jo gran>le rio,
em entregar a sua inslenle nspeCcSo os
inleresses europous na America do sol e
em comprar couros nos maladouros Je
lluenos-Ayres quasi com as mesillas con-
diccs a que os llullundczes se sulijeilarain
no Japo !
u lloje llosas be lodo sorti-o e animagHo;
elle (S| Ca Consegliir apar lar a luglateri;
Jo sua cooperaeSo com a Franca, elle proa
mello um (agameuto insignificanteaos c dorrs inglezes, e al permiti esperap que
i rri.i'ia un 1I1.1 O IIIII1U1O Ja lanilla de
Inglaterra, o qual cuiiseguio inspiar-lhe
senlimentos e estima c cun(ianc.a por sua
pessoa.
Mas, logo que o fim fsse alcanzado, lo-
go que a independencia de Montevideo
fosse SHcrilicada, o commerciu brilannico,
bojefloreconle-em Uuenos-Ayres, ficaria en-
tregue sein piolece/io aos caprichos ou aos
intercales de um governo arbitrario. Se
relleclirmos liem sobre a energa com que
a i.iaa-llrclanliii olu'ou em 1828 para prote-
ger a independencia Ja UanJa Oriental
contra as pretcnces rivaes Jo Brasil e de
lluenos-Ayres, veremos que o amquila-
iiiento virtual daquelle oslado soria uma
huinilliarao e urna vergonba, as quaos coni-
|l tiriain a ruina Jos inleresses brilanni-
cu.-ja Uo diminuidos na America dosul.
Oque O Times inglezes no Prata, podemos appliear COm
muilo maisrasiiir aos inleresses franeezes,
os quacs ?fo milito mais directamente om-
penbados nesla questrio. ma grande par-
te da popiilacjao Je Montevideo Im iranco-
/. ; aquella ciilade he de alguma sortn uma
colonia franceza ; a Franca a tem sustenta-
do em sua lula com subsidios regulares :
sua independencia he defendida por volun-
tarios franeezes. Os inleresses, a honra,
diguidadn da Franca, ludo se rene, pm-
tanto, pura indicar-lhe a vereda que Jev
seguir, e o papel que palavras do presi lento da repblica Sao
urna ronfirmacJIo nova Jn empenho solom-
ne que ella tomn de garantir a indepen-
dencia la repblica Jo Uruguay. Do balde
procuraro desnaturar ou desfigurar esta
palavras, ellas no pdem apresenlir outio
sentido, e confiamos que a asscmbla le-
gislativa, a qual brevemente vai oceupar-
sn desta quesillo, se associar porum voto
intelligciite o patritico ao pensamonlu
enrgico que ellas revelam no ebefe do pu-
dor ejecutivo.
(ionrnal du Havre.)
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
i.' sess.vo onnisABiA em goBNOVBMaKO
de <8t9.
Presidencia do Sr. Olveira.
Presentes os Srs. Barros, Carneiro Mon
t-iro, Mmele, l>r. Moraes, Oliveira, Vian-
111 o Ferreira, fallando com cnusa o Sr. Bi-
rnli, abrio-se a sesso, e foi lida o approva-
da a acta da anlecedenlo.
(I secrclurio le/, a leitura da um oflicio do
procura lor. participando, para quo a cma-
ra provideneiasse, que os eleitores da fre-
gue/ia da BOa-Vista, indozidoa pelo respec-
tivo juiz de paz, linham-aa iposaado Jos
brandes que seiviramnn Telkum que le-
ve lugar na matriz daquella fieguezia, por
occasio da eleii*io ultima de eleitores, e
osoflerlaram respectiva irmandade, sem
Ibes dar le Jireiloaesse proceJimento
Que so cnminunicasse o occorriJo ao Rxm.
presidente da provincia, pediodo-lba hou-
vesse de ordenar no referido juiz Jo paz
que restitu cmara os sobredilos bran-
dres, c o eselaret;a conwnientemenle, a-
lim de que se no repilam mais laes abusos.
i'.iinliiiiiii 1 a apuracAO dos votos para de-
pulados provinciaea, e no pode ser con-
cluida
Deapacharam-se as pelicoes Je Francisca
Brgida ib- Mello e de Antonio Moreira Iteis,
e levantou-se a sessSo.
Eu, Munoel Ferreira Aeeloll, secretario in-
terino, a escrevi.
Declaro em lempo que mandou^sc re nel-
ter a coniiHisso ile sat'lde os requeri"cn-
tos de Custodio Alves da Cunta, requeren-
iio permissilo para estabclecer em Fo*8-de-
l'ortas urna latinea de aspliallo. Aceinli
Oliieim, presidente. Carneiro Montci-
0. Mamede. Uvracs. ferreira. ~Vi-
amia.
os sas.
Antonio Jos Lopes Omtinho
Jos J.ironymo Pacheco de A. M.
Feliciano Comes Poreira (aio
Joan B'plisla l'ai s ftarrelo
JosF-liciano Pereira Je Lira
Antonio Aureliano Lopes Continuo
Franc 9C0 Comes de Andrade Lima
Manuel Huarte Kiheiro Jnior
Joiide Andrade Albuquerque MaranhSo
Francisco du Paula Brrelo Cootinlio
VOTOS
3
2
1
1
i
1
1
1
1
dwo m piMiiiwo.
EI.EITOUES DA FIUXUE/IA DE NAZARF.TII.
OS SR?. V0T0S-
Christovo de llollanda Cavalcanle de A. 3fi9
Manuel Cabral de Oliveira e Mello 39
Jos lian 01ra Je Mello S67
Francisco (iuedes Ferreira de Unto 366
Manoel Carneiro Cavateante de A. L 3C
Candido Claudino Je Oliveira 361
Diogo Velho Cavalcanle dn A. 361
Pedro Jos de Oliveira Mello
Jeronymo Salgado Je Castro Accioly 361
Joaqu'im Jos Je Son7a Neves 300
Manoel da Ti indade Bezerra -7
Feliciano Jos Je Mello Jai
Amaro Comes Je Oliveira 357
Antonio l.ourenco Tavares de A. 3j6
Jos Velho Brrelo : Ignacio Vieira Je Mello 3->a
Joaquim Zefei ino Ja Silva Cabral 3t
Jo'Cabral deiUiveira c Mello 351
Jos Correi i de Oliveira Jnior 353
Jos Francisco Belm Jnior 352
Antonio Harcellino Cavalcanle Je A. 352
Francisco Je Paula Marinbo FalClO 350
Manoel Je Oliveira Pin'o Coulinho 350
Jos Tavares Je Albuquerquo c Mello 318
Mnnel da Molla Silveira :i8
Jos Lopes da Fonseci GalvSo S*t
Francisco Xavier Brrelo 3il
Manoel Felisberlo Maiinho Falelo 34
Manoel Cabral de Mello 3tl
Joo Cavalcanle do llego Barros 833
Patricio Jos Rlbelro Jnior SM
Jos Faustino de Barros 834
Manoel da Silva Cuimaies 833
Nanoel Flix Poreira 332
Joo Bolillo de Ab eu 33)
VicoiiteCavalcinto do Aibuqucrque -330
liento Franco Borneo 20G
Joo Antonio de M iUra 193
Antonio Jos Handeira de Mello INI
JoaqinmTIieoJorico do Albuquerquo M 162
II nz Mncllino do Sacramento 143
Jos Gregorio da Silva Coulinho 123
Feliciano Antonio de Araujo Lima lu
Jos Faustino Cavalcanle de A. 102
Jos Cavalcanle de Albuquorque l
Joo Gamillo ItoJrigues Mariz 37
Jos de llarrus Mariuho FalrBO 36
Antonio Barbosa Coideiro 36
Luiz Theotonio Bezerra Jnior 36
Antonio lliboiio de Moura 35
Antonio de llollanda Cavalcanle Ja II. \V. 35
Antonio Fiancisco Je Wliveira 34
Manoel Cabial do Oliveira e Mello Jnior 33
ElisiaiioComes do Mello 33
AgOStiuho Comes Feilosa 32
Josa Bulino do Albuquerquo Maranho 32
Amonio da Silva Cabral 31
Joaquini Francisco Cav.ilcanto do A. 31
Joo Amonio da Silva Cabral 31
Manoel do llego Cavalcanle do A, 30
Francisco Xavier Carneiro da Cunta 30
Francisco do llego Barros 29
Manoel Antonio GaaUlho 29
Manoel Comes do Araujo 29
tfanot'l Ferreira da Silva 2
Manoel Ferreia do Anirado 29
Joaquim Francisco do Prado 2 Jos da Costa Araujo Pereira 29
Francisco Xavior Cavalcanle 28
lleiniquc Luiz Pereira de Lira 28
Luiz de Franca Cavalcanle 28
Ignacio Cavalcanle de Albuquerquo 27
Candido ItoJrigues Mariz 28
Gervasio Luiz de Sa Carneiro 4
Jos Porfirio Lobo de Andrade Lima 3
Miguel Francisco de Arruda 3
BECirE, 16 DE STOVEMBBOBK 189.
Temos avista una carta, escripia no dia
13 do correte em a freguezia da Escada, na
qual seassevera que os bandidos que no
Jia 4 Jo corrente fram batidos no Verde
pelas torcas commandaJas polo coronel
Azevodo, Jepois Je JerrotaJos, se recolhe-
ram is maltas juntas ao sitio Itiacho, onde
constava haver-se-lhes reunido Miguel Af-
fonso Forroira.que doengenhu Uniio se-
guir para alu com um g'upo armado que
com aquellas bandidos frmam ao todo cer-
ca Je 103 possoas.
O romp ment Je Miguel Alfonso noapa-
nha desaperecbido o governo da provincia.
Este individuo, recebendo amnista om
abril do corrale anno, conservou se arma-
do contra as condices com que ella Me
fdra conced la. Eulregou algumas armas
velhas ; .nasguardou aquellas com quo (i-
zra a guerra civil Jurante a rebellio, o
desde mirlo consta que se cntrelinha com
os moradores de seus engenhos e dos de
seus prenles em continuados exorcicios.
Ncm se pens que o rompimento leste cau-
dilho fosse motivado pelas molidas rcen-
les do Exm. Sr. presidente.
O conhccimcnto que lesde o> primeiros
dias de ouluhro S. Ex. leva que aquel le in-
dividuo, Bernardo Jos da Cmara e oulros
agitavam-se, e aconselhavam a Podro Ivo
que se no rendesse, nem acetasso amnis-
ta condicional, promettendo-lbo coadju-
vacSo se rompesseem boslilidaJos contra
as Mr^as lo governo, foi a principal causa
le laes meli'ias. EoExm. Sr. presidente
linha ob'ado com lana prudencia, que no
envin Coreas contri Miguel Affonso em-
i|oiioio no leve ceitcza Jo seu rompi-
mento.
Para provarmo* quo Miguel AlTonso e ou-
lros nunca cessaram lo conspirar, transcre-
vi.'io.i.s aqui o fragmento Je uma carta, di-
rigida por elle a Pedro Ivo, e echad* no
poni Finn'za, Jepois que forsm lesnloja-
Jos ilaln. em .4 do corrcnle, os bamlidos
que o acoropinhavam. Este ponto he si-
tuado deCronle do Verde, e foi acampamen-
to lo Pudro Ivo.
Lis a p irlo da carta que nos referimos :
foitesapoios, e de que boje o Brasil ..
0 meimo Aquino diz quo uonhuma
acommoda^o deve aceitar sem que ello o
aviso ; porque, oslando om contado com a
familU.do Coelho, t>un meios para conhe-
cer da lldolidadc ou infidrlidade con que 0
governo procedo o assim, sem o compro-
metler se Cir, quan lo as circumslancias o
permittirom, algum arranjo : Cora disso,
lo lo sera em sua perda e do partido.
Os interesse que ligam o A<|Uiuo an nien
amigo Cazein-no estar de ataraiw, para que se
nao precipite em abysinos para onde, com in-
famias, o|uereiii condusir enes hmnem lemfe
sem honra, e que Ini/i) envidam para reilisarem
seus irojeelos.
n l'.'i filiiu ilitpnso a apresentar-me, e oulros
mcus ainijns tambem. Kuncar.euei, e niu rrcua-
r mu ardan eircumilanriu, qiiamlo o pall re-
clama us ineiis sfrvi;os, e be victima (tu cnni-
baliimo de uma facrao immoral tue ludo preltnie
devorar.
Parto para a cidado do Recife, onde vou
tratar de................-
......... ac9ics que o cobrirao de
glnria. Portanlo veja o llieu amigo que as cou-
sas dissn leve V. estar intimamente convencido,
porque por militas vezestem lomado parle em
iiioviineiitos armados, O espirito publico be
no,, i, e a popularn sent O u;ul r.ijm i del-
potitno.
a di enqenhot eilo momio, e nada Ihe /aliar.
0.i tgentei enrarregados da urrecadaeaii passam a
procurar os Hielos de que precisa. Ilisso au
>e lleve recelar.
. lleoio, nada de accomniodacao. O vapnr du
l; im. que se e-peia ha olio dias. anda au
chegou : os gnabiriis esto Ufustadisiimos.
Estima sua siide, e sou 'i amigo, ahel-
gado criado.Miiiuel Affonso ferreira. Km 8
de nutuliro de I84
Nada diremos acerca da protervia com que
Miguel Allonsn Ferreiri buscava engndar a
Pedru Ivo para conserva-lo cm armas, j cun
proiiiessas de recursos que deviam sabir du
pi'uiliiclu da moagem d s engenhos, ou ser ageu-
ciadus pelos eacarrigados da arrecadacai'i ;i
barateando os luaWres apodos c nsuitus aus
agentes lo poibrr, cujn favor e pie'dade o ba-
viam constituido em situacao de estar uiaebi-
iiandu contra a ordem publica ;j phanta/.i-
amlo a perda immettiala e inf-iilivel do iiiesino
Pedro Ivo e desse partido que, segundo suas
pruprias espresses, faz lepenler di^) criine e
da desorden! a sua curtaexisienciaj-jpromcl-
len lo-llie o seu concurso pcssoal e o te alguns
amigos cuju numero era tan limitado, cpir,
addieiouado aus bandidos que acossados no
Verde se passaram para Iliachao, nao prudu-
tio mais do que I0U desesperados ;ja figu-
raiul o povo sol a opprcsso do aiorrague, n
nimi i que muitos los <|ie, no hlaoslo dia 2
de l'cvereiro medir o suas armas fratricidas
com as dos Icaes defensores da legalidade, va
(4 no impunes e garantidos pelas ras desta ca-
pital c por varias villas e povoafes da provin-
cia ij finalmente atlribuiudo ao Sr. I)r. Joa-
quim de Aquino Fouseca rxpressdes que nos
nao podemos resolver a acieditar ijue sejam
suas, e que esperamos sero pur elle contesta-
das, visto que o suppouios incapaz de insinuar
a Pedro Ivo que descunliava da lidrlidade du
guverno.ao passo|iie se eiupenliava por obter
do mesmo governu o perdo para essse para-
le desvairado ; tinto oais quaiil, se o qui se fater, nao precisara do iuleruiedio de Mi-
guel Allooso, pols qnc eslava em iel.ieiies com
u nutro, c de posse de urna poilaria, datada
de i de outubro, cm que o Kxm. Sr presideute
I lo- ili-.l.ira va que concedera aoiuisiia a Pedro
Ivo sb as teguintes condiedes.
1.' Do enlregar-se preso aomarechal
conimandanle das armas, apresenltndo-se-
Ihe no lugar em que estivesse para ser corno
pre.so cuuduzido a esla capital.
>' Do ser retido preso, durante o
lempo que estivesse nesla capital, no Corte
las Cinco-Puntas, onde permanecer alo
que esleja promplo a parlisso para ti provin-
cia Jo Paia
:i.' l>e ir servir o residir na dita pro-
vincia Jo Para por cinco nnnos, embarcan-
lo-se para lli no momento em que deisas-
se o forte das Cinco-Fontas.
4." De aceitar todas estas condices
immoJiatamenle, e o mais tardar al t^s
diasdepois que Jellastivesse conhecimento,
lcanJo entendido que pela apreseiiticSo ao
commau linte das armas julgar-se-hiam
acoitas todas as condu;oes,'e a presidencia
estara obrigada a garantir as conceasOes
cima, as quaesilcixariam de ser obrgato-
rias se a a> resentaco se no lizesss dentro
dos ditos tres lias. ..........
"comViE ai.
ALFANDEGA.
Ilendimenlo do dia 1C.....20:897/225
CONSULADO GF.RAL.
Itondimento do dia 16.....1:873,723
Diversas provincial...... 267,621
2:141,314
CONSULADO PROVINCIAL.
Hend ment do dia 16.....1:141,104
i- t ""*"
Movimento do Porto.
/Varios entrados no dia 16.
Terra-Nov 26 lias, hriguo americano
Water-ffitch, de 167 toneladas, capit.lo
Josepb Ennls, equipsgem 9, carga 2.002
barricas com hacaltio ; a Me. Galmont&
Cotnpanha.
Bio-to laneiro lidia*, barca americana
Izabillila, de 330 toneladas, capito S.
T. DMvng, equipagem 13, em lastro ; ao
capillo. Seue para New-York.
Glasgow 54 lias, brigue ingle;. Laconia,
de 160 toneladas, capito A. Campbell,
equipagem 9, carga fazendas ; a Adam-
sou llo\vie& Companhia.
Boston 42 dias. patacho americano Esa-
An/.de 115 toneladas, capitilo John C. Hr-
ding, equipagem 7, carga fsrintia e fazen-
das ; a II Foster & Com anhia.
D.i eoiniiiissao Vapor de guerra D.-Pedro,
commandante o capitiio-lonenle Jos Ma-
ra Nogueira.
Lisboa 28 das, brigue portuguez Concei-
rdo-de-Uaria, de 260 lonchlas, capitn
loxandre Braz de Mallos, equipagem 1
carga vinhos e mais gonoros lo paiz ; a
Tbomaz do Aquino Fonseca. Psssageiros,
Miguel Carpinleiro com 1 sobrinho, lles-
Piiibol ; Msnocl Rodrigues de Seisas,
llrnsilero.
Babia 16 dias, barca brasileira Princesa,
de 257 toneladas, capto Justino Antonio
da Sjilva, equipagem 20, carga carne; a
Ambrim IrmSo. Conduz6 escravos a en-
tregar.
Navios sonidos nametmo dia.
Em commissSo Vapor de guerra Urania,
cnmmanJante o primeiro lenlo Jo8o
Jisqiiiin Ja Silva CuimarSes.
Pescara Barca americana llecly, capitilo
C. It ssy. carga a mesma quo trnuxe.
EDIIAL
Pela inspectora Ja alfandega se man-
da fazer publico que se pretende comprar
3000 libras de zinco em folbas para a cuber-
a lo tercero lanfoda ponte da mesma al-
fandega i as pessoas que as quizerem ven-
der, dirijam-sc a dita rcpailic.So durante as
horas do expediente.
Alfandega de Pernambuco, 13 do novem-
bro lo 1819. O inspector, luiz Antonio de
Sampaio Pianna. ____________________
qlie termina o drama, Ihe dflo o maior re-
alce. ,
l'ersonagens prineipoei do drama.
f). Pedro Juque do Tragan;n-oSr. Anto-
nio Jos Duarte Coimbra
Subbk-oSr. Jos Francisco Monteiro.
F.mhaixador-o Sr. Antonio da Cunln
GuimarQes.
O presidenlo dacamara-o Sr. Joaquig
Jos da Cama.
Villa-Flor-Jacinlho Jos Botelho.
Um preso, velho de 60 annosJo3o Jos .
Lopes AI vi tes.
Regedor miguelistaJos Alves.
General ditoJos Mximo Cabral.
C.pilSo ditoManoel Fiel deSigmaringa
Monteiro.
Soldado ditoJoaquim Jos Pereira.
/lina, com putente de capllfln, e lllha do
preso-a Sra. D. Felismioa Mara da Con-
cecjio.
Carcoreiro.-JTropai de imbos os parti-
dos.Msicas.Povo, etc.
0 beneficiado, para dar mais vilimeulo o
realce ao seu beneficio, dedica a execocio
lo drama aos Srs. caixeiros (em geral) da
commerco desta cidade, e Implora protec-
qSo de uma classe ISo digna de respeilo.
No fim do drama Santa Rosa o a joven
Felismina cantaro o lindo duelo chegado
recentemenle do Rio-de-Janeiro, que lem
por titulo
O ME1RINHO E A PODRE.
Terminar o espectculo com un bello
dangado.
Os Srs. asslgnantes e maii pessoas, que
pretenderem camarotes e pial, pdem
mandar receber os cartfles na casa annexa
so thealro, residencia do beneRejado, pois
ahi estilo venda : Santa Rosa no vai mes-
mo pessoalmente convidar aos s-*us protec-
tores o amigos, pelos seus muiloa af-zeres.
O thealro estar decentemente ornado.
Principiar o divert ment as oilo e meia.
horas da noilc, com a chegsda de Suas
Evcellencias.
N. B. O beneficiado pede aquella atlcn-
c3o quo o respeitavel publico cosluma a
ler-lhe, nflo so nodesempenbo do drama,
como tambem na execucSo das sympbonias,
visto haverem esCorcos para bent desenpe-
nhar-se : Santa Rosa, para nfio assustar as
familias desta cdade, previne que nos ulti- /
mos ensaios, e noile da representaco,"
haver tiros, toques de rebate por corne-
tas, msica, ele, etc.
DeclaraQes.
K(l|i;irl(;.fi(> (la polica.
'' lllm c Exm. Sr.FiVam lionl-'m presos,
ordem Jo juiz municipal d Segunda vara
desta capital. Joo Miguel da Silva, por sus -
peito, e o escravo Manoel, por andar fugi-
lo; ordem Jo subdelegado da f egtiezii
leS.-Fiei Pedro-Consalves o marojo Ame-
ricano E'luard Wildi por corrcccilu, o o
prelo fon" Antonio, por furto que com met-
iera ; ordem Jo s ib lelegado Je S.-Anto-
nio o escravo Jos por anJar Cogido, eJoflo
Vctor Je. Souza para averiguarles polica-
as ; onlein Jo subJelegxJo do primeiro
distrelo dos togados JoSo da Silva, por
sus pe 11 n de criine de furto ; e Jo subde-
legado Ja freguezia Jo PoQo-Ja-Panella, o
pardo AlexanJre Jos Pereira, porcrime
do Corlo.
Dos guarde a V. Exc. Secretiria la po-
lica le Pernambuco, 13 de novemhm de
1818 lllm eEsm. S.r Honorio Mermlo
Carneiro l.co, concelbeiro de estado, pre-
sidente lesla provincia.O chefe de poli-
ca, Jeronymo Uarliiiiano l'igueira de .Vello.
Coiup.niliia de Beben'be.
0 director da companhia de Boheribe
convida aos Srs. accionistas para que ba-
jan) de. compa ecer no di 20 do corrente,
pilas 10 horas da inaiiliiia, no cscriploro
da i'iiinp mili i, alim le se rilo.'loar a mi-
nino ordinaria marcada no artigo 17 dos
estatutos.
-- Peanle o concellio do adminstratelo
naval lem de comprar-se 150 alqueires de
l'arinti i Je mandioca, (tlqueire velbo .- pe-
lo quo convida-se a quem convor fazer se-
inclhaiile venda a comparecer na sala Je
suas I bora la larde lo dia 17 Jo corren-
te mez, munidos Jas amostras e propostas.
Thealro de S.-Francisco.
IIOIi:, 17 DE NUVKMBHO DE 1849.
Grande o variado espectculo a beneficio
do director
ledro fnptisla de Santa Roza.
Dopos de execuladi pela orchcslra a
ptima symphouia
A CBa BATAl.ilA D'ALMNSTER,
representar se-ha a mu insigno pera
A ENTRADA DE I). PEDRO NO PORTO,
ou
o desembarque das tropas libertadoras nos
praias do lUindello.
O grande numero do tropa, banda de m-
sica militar, a o encarnicado combale oom
Avisos martimos.
Para o Havre sahe, no da 28 do cor-
rente, a barca Cranceza Zilia, capitilo Le-
meltz : quem qulzer carregar, ou ir de
passagem, dirija-se aos seus consignala-
rios, J. P. Adour & C. na ra da Cadeia,'
n. 52.
Para o Aracaly partir impreterlvet-
mentenodia 26 do corrente, com a carga
que liver a bordo, o hiato >oto-Olinda,
meslre Antonio Jos Vianm : quem nelle
pretender carregar o ir Je passagem, se
entender com o mesmo meslre, ou na ra
da Cadea-Volha, n. 17, segundo an1ar.
-- Para a Babia sogue, em poucos dias, o
biale Litjeiro : quem quizer carregar, iri-
ja-si rus do Vigario, u. 5.
Paro o Rio-Crande-do-Sul o patacho
brasleiro Niclheroy, capitilo Antero les do
Araujo, deve seguir iuCallivelmente'nestes
seis dias, por se adiar com 3 partes de seu
carregameulo a bordo : quem no mesmo
quizer carregar, ou ir de passagem e em-
barcar escravos, lirija-se a Caudillo AgDS-
linho de Barros, na pracinha do Corpo-San-
to, n 66.
-Obiale Aguiti-Draiileira sabe imprer
lai-ivelmeiiieiiesies h dias para o Acaraeu
com escala peloCear, com a carga que
hnuvcr: os pretendeutes carga ou passa-
gem, lrijain-se ao escriplorio de Manoel
Goncalves da Silva, na ra da Cadeia do Re-
cite, ou ao meslre a bordo, Cuodeado no
Foi te-do Mallos.
Para o Cear, Acarac ou Maranho
sahe imprclerivelmoule, nesles 15 dias, o
ltate EmulacHo: quem no mesmo quizer
carregar, ou ir Je passagem, dirija-se ao
escriplorio Je Manoel Goncalves da Silva,
ira ra da Cadeia Jo Recite.
--Vende-seo briguo Marcial, dolte de
179 toneladas, com bote, lancha e lodos os
mais perlences, promplo de lodo o neces-
ssrio para qualquer viagem, forrado e pre-
gado de cobre, e Je conslructjilo brasileira :
quem o pretender, pode ir examina-lo a
bordo, o qual se acba funleado no lugar do
Korledo-Maltos, e paraajuslar com Amo-
riin Innoos, na ruada Cadeia. o. 39.
Segu para o Rio-de-Jaueiro e.m pou-
cos das a escuna Guiante-Varia: tem a
maiur pailo de seu curegamenlo engaja-
do : para u resto e passageiros, Irata-se ua
ra da Moda, n. II, com Silva & Grillo-
Para o Ho-de-Janeiro segu
coi toda a brevidade o brigue-
escuna nacional lintia, reccnlc-
mcnlc forrado e pregado de'cobre,
por ter a inuioi* parte de sua carga
protnpta : para o resto, passagei-
ros e escravos a frete, t'rata-sc
con .Machado & Pinbeiro, na ra
do Vigario, n. 19, oncoino C*|>t*
lao, Manoel Marciauno Ferreira.
Le loes.
-- IL.je contina o leilSo i* qateijo
porla da alfandega, em lolea de uma
caixa. .,.
-Schfieitlin & Tobler C.rflo leitSo.por tn-
lcrvenc3o do conelor Oliveira, de um com-
pleto sorlimento Je CazenJas de 1:1a, I111I10,
sedaedealgoJilo, tod.s p'opnas da esta-
cSo : segund-Ceira, 19 do crrele, as 10 lio-
ras da icaiihfla, no sen armozem, iui da
Cruz. '
- Jobnsioii Pater & Companhia Cario lei-
lSo, por in'.e/vencflo do correlor Oliveira,
ile u o completo soilimenlo de fazendas
inglezas, ludas proprins do.mercado : ter-
ca-feira, 20 dn correle, s 10 horas da mi-
nliit, no seu armazcm, 1 ua do Vigario. 4
Avisos diversos.
l'edc-so ao Sr. Miguol Goadair, stbrs
nho da viuva do Unido Caetino Conrlve-


i.,ie'a da Cunde,; venda ou mando pagni
a rs. aon lo nilo ignora, do tres pares de
''natos que levoii para eseol'mr, pois que
no se Ih'os vendiam fiados, visto nilo nave-
menor cnnhecimenUH. o este proco ii
ment nilo ha proprio de quem quer seguir
ocommereio.
__I'i cnsa-se alugar un sobra-
d do un andar no bii'ro do Re-
cfe : quem o lirer, dirija-se es-
ta fypngraphia.
Na cocheira do Sr. Francois,
na praca da Ba-Visti,' vende-se
nm carro de quatro r-nlns, muilo
maneiro, para ser puchado por
um s cavallo, e- em l>om estado.
- Precisa-sede urna inulher que queira
morir em uina casa para fazer companhia
a umaenhoracom pouca familia, dando-
so-lheelgumapag: na ra de Agoas-Ver-
des, n 5. .,
Precisa-se de urna ama de leile : quem
r<;liver nosla circumslaucias, dirija-se
ruadasTrincheiras, n. 30, ou annuncie sua
morada para se Ihe ir fallar.
Offerece-se urna ama para o serv ico de
uina casa da pouca familia : na ra da Con-
cordia, n. 1.
-- Quera annunciou querer dar 500,000
rs. a premio, dirija-se ao pateo do San-Pe-
dro, n. 1, que se dirquem precisa.
Den-tes artificiaes.
j, A. S. Jane, dentista, participa ao res-
pcilavpl publico que contina a ejercer a
sua profiasflo, na ra ealreita do'ltozario,
n. 16, piimeiro andar.
--Na Inja de lerragens, n. 56, da ra da
Cadeia do Recife, deaeja-se fallar com o Sr.
I'ili.'i e Carlos Simoes dos Santos a nego-
cio de seu inleresse, isto antes da sua par-
tida para a Baha, e como se ignore sua mo-
rada se proveta este meio.
-- olTerece-se um sacerdote para capel-
lilo de engenhQ :quem convier, dirija-se i
estrada do Manguind, n. 29, que achara
rom quem tratar.
| Lingoa francesa.
rt Um Itrasileiro, ha pouco ehegado de
* Franca, sulllcienlemrnte habilitado s
* na lingoa franceza. tanto d theoria
'* como pralicamenle, se pmpe ao I
M rnsino desta lingos para traduzlr e 1
S faMar: as pessoaa quenella deseja- *
rcm inslrulr-ae, queiram dar seus 8
3J nomo* na livrarie da ra do Collegio, j
n. 9, para comecarein no principio f,
do prximo mez.
8
wmwmw
.. F.m satisfacSo honrada classe dos
Srs. olllciaesdomarinha, declarare que a
pessoa o quem se refere o annuncio publi-
cado no Wero de 13 do corrento nilo per-
tence a ossa classe, comquanto se nos apre-
sentasse fardado como tal.
Para urna casa estrangeira de pouca
familia deaeja-se alugar um moleque, que,
nfio sendo opllmo cozinheiro, ja tenha al-
guma iiratica de cczinha : na ra do Trapi-
cho-Novo, n. 10.
Precisa-se fallar ao Sr. Amador de A-
raujo Pessoa a negocio do seu inloresso : na
ra de Santa-Rita, n: 83.
-Voou do segundo andar desla lypogra-
phia, na ra dasCruzes, n 34, um papagaio
cora os encentro eonlra*fcitos, levando no
pe um pedazo da correlo: tomou para o
lado de San-Francisco : quem o.apanbou,
tenha a bondade de o mandar trazer nesta
Ivpograpliia, quesera gratificado.
O Sr. Antonio Clemente Eslevos de Lar-
raz queira mandar pagar o importe daexe-
cueflo poralugueis da casa que afi.mcou
ao seu amigo, Jos Francisco do Souza U-
galliles, poiso tempo lio bstanle.
A Violeta n 4
acliar-se-ha hoje a venda ao meio-dia na
lojadolargodo Collegio, n. 6 ; no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 58; o cm inflo dos distri-
buidores. t t ,
Hoje, ao meio-dia, estar a
venda nos lugares .do coetumeo n.
11 do Recreio das Bellas.
Da-se pao do vendagem, oflVrccendo-
se meliior vantageui que em outras pada-
nas: na ra larga do Hezario, n. 48, pa-
daria.
Precisa-sede um menino ne 12 annos,
para ciSxeiro, oqual tenha boa conducta:
noAterro-da-Uoa-Visla, n. 58, loja de supa-j
tos.
lohias de alnguel.
Alugam-se radeirr-g para ofllcios >. bailes,
e tamlieiii sealugam niobilias vontadedo
alugador : na roa Nova, armazem de tras-
tes, de fronte da ra do Santo-Amaro, nu-
mero 59.
I'rccisa-sa de um menino que tenha
principio depharmacia, ou sem elle: no
Alerro-da-B.-\'st, n 76.
Francisco Ignacio Ferreira Jnior le>a
emsuacompanliia, para o ll:o-Grnde do
norte, os seus escravos Estanislao crioulo,
de 17 annos, e Joanna crioula, de 50 anuos.
A pssoa que annunciou querer com-
prar um casal He burros, dirija-se a Cun-
da, na ladeira da biquinha de San-Pedro,
en urna casa nova de mirante, que se lhe
dir quem vende.
ii elcial de pedreiro ou carpina que
quizer incumbir-se de completar o concer-
t de pedieiroe carpina que se deve fazer
em urna casa de um sitio no lugar do Re-
medio, dirija-se ao sobrado, n. 1, lerceiro
andar, da ra do Crespo, das 6 s 8 horas
danuni.la edas 3 as 5 da larde, para ir ao
dito sitio tratar do ajuste.
Frederico llansen avisa ao respeilavel
publico, que o mnibus principia a sabir no
sa libado, 17 do corrente, pelas cinco horas
da larde, com direceflo a Apipucos, tencio-
nando vollar na segunia-feira s 8 horas da
mantisa e continuar diariamente na mes-
nia rarreira.
BUTIQUIM IIESPANIIOI., RA DA SENZAL-
l.A-VELHA, N 126.
Neste eatabeleci ment haver todos os
.^domingos o dias-sautos mflo de vacca e gal-
linlia de cabidlla, bom como outras Igua-
rias tambem seiazem jantareao almocos
v .para fra : lu 'esUbelecimenlo estar aborto as 4 horas da
insulina em os dias atiaunciados.
l:ooo,ooo rs. degiatificaco.
Antonio l'antaleflo Bozcrra Montenogro,
negociante om Macei, e ora nesta p'apa,
ua Augusta, casa defrnnle da de n. 18. of-
fer.-co.a gratificapao de 1 000 000 rs. a qn quer pessoa publica ou pa'ticnlar que dos-
cobrirum hahuzinho, ciiendo 15:000,000
r*., extraviado no da 16 do co-rente, na
ra Dimita, por um ganhador que o con-
duzia. pardo, altura regular, choio do cor-
no, com calca e carniza brancas, e cinto
encarnado.
--Aluga-se um sitio na Passagem-da-
Magdalena, junto a pont grande, com ex-
cellentebanho.tendo j feito o banheiro,
novo.com tres salase quatro quartos em
cima, e os mosmos commodos em baixo,
coznba fra, bastante fresco, todo murado,
com um excellente porlflo de Terrona fren-
te e duas cacimbas: as pessoas que o pre-
tenderen), dirijam se ra Direila, n. 3.
W^ ^WS W flW Vr^l|R flw ^W^rW wW^W .^Mlw ^^rwSW W*
1 it
flicina de encarlernaco. tt
BA nn COLLEGIO. N. 9.
A ofilcina deencadernacito, que es- |
lava na praca da Independencia, pas- -\
sou para a linaria da ra do Collegio, I
n, 9, por compra feila ao seu antigo I
propritario.
Nesta ofilcina se contin* a recebar 9
quae.quer livros para eocademar ou i
5 brochar, ese farflo lodos os esforcos f,
para que seus donnsfiquem salisfei- g
tos, tanto pelo Irabalho, como pelo P
preco
mummmmmmw immmmiswwm
Quem precisar de 200,000 rs. a premio
da dous por cento por seis mezes, sb pe-
nhoregdeouroe prala delei, annuncie pa-
ra ser procurado.
-- Aluga-se um cscravo muilo pratico em
armazem de asaucar. sabe levantar barricas
abatidase mesmo fazer meias barricas, pois
lie quasi oflicial de lanueiro : he bastanto
siaudo o fiel : ni ra da Senzalla-Velha, ar-
mazem n. 106.
Gomma de engointiiar.
Vendem-so saccas com gomma de en-
gommarmuitoalva na ruado Quoimrdo,
n. 14, leja de farragens.
Severino Jos de Carvalho, subdito bra-
sileiro, vai ao Rio-deJnei sua companhia sua escrava parda, de li-
me Anglica.
Roga-se ao Sr. padre Jos Emigdio Jor-
ge de Lima, que tenha a bondade do man-
dar remir n sua le ti a que lera em urna
venda na cidade de (Hind.
Quem tiverpara alugar urna casa ter-
rea na Boa-Vista, com cacimba o commo-
dos para pequea familia, annuncio.
OSr. J. S. A. queira ir pagar 17,000 rs.
que deve ha mais de 2 annos, de malcraos
que cumprou na olaria que nilo ignor*|>
Coelhos; do contrario, ter de v. r PJs\i
Dome por extenso nesta follia.
Attencoa nova machina conl-
iina intitulada violenta.
Os Srs. fabricantes de ago'ardcnle devem
prestar toda attcnc/io a esta machina, tan-
to pela sua conslruccflocomo pelo simples
traballio de que depende, e sem que do seu
irabalho hija mono' explosflo, devendo
ser preferida s cstrangoiras, pelo motivo
do autor az la e assenla-|a em qualquer
parle desta provincia : quem a quizer ver
va ra Imperial, n. 181, toja do cldr-
ro, que ain se mostrar a planta de urna que
j se aclis trabalhando no engenho liba do
Cabo. ^
Precisa-so alugar urna loja, ou um pri-
meiro andar, sendo na rus Nova do S.-An-
tonio : na ra da Cruz, n. 55, ou- annun-
cio por esta folha.
-- Desappareccu, no dia 12 do corrente,
pelas II horas, una cabra (bixo) e urna cria
Temes, levando urna corda de raslo bastan-
te comprida, aqual ton os signaos se-
guintes : preta. com algumas malhas bran-
cas; tem atrs das orolhas muitos cabellos
broncos: quem a liver achsdo, far o fa-
vor de a levar a esquina do caes do Ramos,
que ser gratificado.
- Antonio Jos Martins, Brasileiro, reli-
ra-so para o Para a negocio.
-Ilcnrique de Oliveira Abreu.tendo pr-
ximamente ehegado do Pata, segu para a
Babia pelo primen o vapor.
Precisa-se alugar um sitio que nao dis-
te desta cidade mais de .meia legos, leudo
commodos para pretos, estriboiia o algum
capim : quem liver annuncie, ou dirija-so
ra da Cadeia do Recife, venda n. 1.
llachina vilenla
Na fabrica de caldeiroiro, de Joaquim
Antonio dos Santos Audrade, na ra Nova,
n. 27. fazem-se machinas conn'nuas pira
destilar ago'ardenlc, intituladas
&
violenta,
is quaes muito approvam por fazer em ca-
da cinco minutos urna cansa do agn'ar-
denle de 35 graos, isto at finalisar o ulti-
mo caxixi, o ja se acha uina destas ma-
chinas traballiando no enge bo, a qual foi feita nesta fabrica, on le ja
esta outr.i prompta para olllm. Sr. tenen-
te-coronel Joaquim Marinho Cavalcantede
Albiiquerque. Os Srs que pretenJerom,
dinjam-so ao dito engenho
lllia do Cabo
para verem trabalhar a machina
violenta,
ou a esta fabrica que he nica quo tem fei-
to ditas machinas, e aproveitarflo a occa-
siflo de anda aqui verem a do lllm. Sr. te-
nenie-coronel slarinho, que pouco ae de-
morar por ler de cm poucos dias ser as-
sentadaem Barreiros.
Attencao nova machi-
na continua, intiUilada
violenta.
Pergunta-se ao Sr. Jos Nabo; fabricante
da machina cima, se antes do fabrico des-
ta fez algum ajuste com oco6 sentar na r/Aocomo de seu annuncio se de-
preheode; e muito he de estimara segu-
ranza do apparellio; porquo.a noaerassim,
teriamos de ver o caio com a ilha incendia-
dos por causa daexploso.
Da vavula de tiguranra.
-- Precisa-se saber aonde mora a Snra.
D. Anna Rita dos Santos Cocino Jnior para
86 Iho.entregar nina caria vin la do P.ir
polo vapor Buhimia, ulti'iinmorile ehegado
daquclh provincia, ou procure na ru di.
Cruz, n. 9, a Domingos Antonio de. Oli-
veira
--as Cinen-Pontas, n 91, ge aluga urna
preta, quo lar. o servido de urna casa ; lam
bem se aluga um prelo bom cozinheiro.
--Quem precisar de um homem para pa-
llara, tanto para massoira como para for-
neirn, dirija-se ra larga do Rozario,
n 35.
--Natravassa de S.-Joj, oulr'ora Acou-
guinhog, n. 3 ongomma-se por preco com-
modo e com bastante asseio. *
Farinha de mandioca.
Vendem-se sarcas com farinha de man-
dioca, de muito boa quaiidade, por ser fa-
bricado na serra Meruoca, perlo da cidado
do Sobral, per preco commodo: na ra do
Quemado, n. 14, loja de ferrgens,
Deseja-se saber onde resi-
de o Sr. Joaquim de Figueiredo
Lima, ou mesmo quem seja seu
procurador nesta cidade ou fra
della, para se tratar de negocios
que lhe ditem respeito: quem sou-
ber annuncie por esta ibllia para
ser procurado.
-- No dia 17 do corrente, so ha de arre-
mataren) praca publica do Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da segunda vara, um moleque, por
execuQilo do Delfina do Rozario contra
Joanna Francisca : he a ultima praca.
Constando aosabaixo assignados que
o Sr. Filippc Carlos Simes dos Santos tem
de se retirar para a Uhia, o previnem que o
nSo faca sem quo v cumplir o trato que fez,
paro ao depois nSo ler de passar por algum
desgoslo. Vurtira & Duarte.
Precisa-so fallaran reverendo frei An-
dr de S.-Mara, ehegado pelo ultimo vpo
do Rio-de-Janeiro, a negocio de sou intc-
resso: na ra Ilireita, n. 14.
Aluga-se urna preta de bons coslumes,
e quo sirva para o aervico interno da casa
do una senhura eslraugeira : a fallar no
llolel-Francisco.
Lotera do Guadalupe.
Desigano.
NO DIA 14 DE DEEMBRO PRXIMO FU-
turoandam infallivelmente as rodas desta
lotera, seja qual Mr o numero de billiote.-
que fique por vender. O resto destes adia-
se nos lugares do costume, o vender-se-ha
gmenle at o dia l.do referido'mez, no
qual serflo os bilhetes que ainda restarem
entregues urna sociedade que tem de li-
en r com el les.
Os cre.lores de Coulo Vianna & Fillio
teem aulorisadoans credores dos mesmos
GaoKenworlhy k Companhia para vende-
rcni a casa de sobrado na ra do Amurim,
n 33, e metade da casa de sobrado da roa
da Cadeia-Velha do baiiro do Recife, n. 27,
das quaes j tomaran possa judicial, em vir-
tudedo sentones do adjudicar;ao dojuizo
competente da segunda vara do civel desta
cidade, afim de ser o sru producto laleiado
com lodos os credores : quem quizer com-
prar, pode cntender-se com os supraditos
autorisados era lores Ceo Kenworlhy & C
Precisa-se saber noticias do Sr. Julio
da Silva Freir, casado com D. I.auriaiina
Rosa Freir, ou de seq filho Jos Jorgo Frei-
r de llrilo, e do Sr. Jos-da Silva Coelho :
quem souber dar noticias do algurtias ues-
sas pessoas, queira ter a bondade do avisar
na praca do Commercio, n. 6, a Manoel Ig-
nacio de Oliveira, ou annuncio por esta
folha.
ATTENCAO.
Oabaixo assignado, morador nasCinco-
l'ontcs, n. 4, riflo obstante fazer o seu ajus-
te a retro fechado, com toda e qualquer
pessoa quo lhe ompenham objectos vocal-
mente, ou compapel.com ludo, pra que
ninguem possa alegar ignorancia ( qoe des-
tes ha muitos) faz publico a todas as pes-
soas que tiverem objectos em sen poJcr,
seja qual Mr o trato o quaiidade do objec-
i(i, bajan de os resgatar no praso de 30
dias, contados da data destc;ona falla o
aliaixo assignado passa a vende-los para sen
pagamento, isto muilo constrangido, por
que s os pode vender por menos lo seu va-
lor semfeitio, o desta forma mais serven
paia seus donos, do que para o abaixo as-
signado : o que pelo presento faz publico
p*ra sua resalva, ilanotl hai/uim Pinto Ma-
chado (iuimaret.
Precisa-se alugar um cscravo possan
le para conduzir diariamente na cabrea un
caixilo pelas ras : quem o liver annuncie,
ou dirija-se ruado Collegio, n. 19, pri-
meiro andar, que achara com quom tratar
Na mesma casa vende-se una cabra {bi-
cho j rarida de poucos dias, o que d bas-
tante leite.
-AntonioMximo de Barros Loile, pro-
fessor jubilado na primelra oadeira public
de prmeiras lettras da cidado de Goianna
acha se de presento residindo nesta capi-
tal, e morando na ra da Cadeia, n. 40
primeirondar; o props-sea continuar B."-
inesmo magisterio particular, pelo que faz
sc'ionte ao respeilavel publico que so acha
com aula aberla na referida casa, onde rc-
ceber alumnos, tanto externos como in-
ternos.
ctcliimho n aso muilo pouco : siu pra"!
lie de 480,000 rs. quanto cuslou : o motivo
le se ven ler he somanto por di/er que nflo
quor trabalhar em um quintal o querer que
a v^ndim.advertindo-5o que ssnd > para fra
da ierra ou engen'io da-s- mais em conla :
na ra do Sebo, n 8, a toda a hora.
Aos 20:000,000 do ris
Na praca da Independencia, n.
A, vendem-se billieles, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da
al." loteria do monte pi do Hio-
de-Janeiro.
Vendem-so laintias do Rin-Crande,
muito novas, por preco commodo ; um bom
braco de balanca, com conchase pesos : na
ra da Prala, arm izem n. 63.
Novo sor t ment de fa-
zondas baratas, na ra
do Crcsptr, n. 0. ao p
do lampea >.
Vendem-so cortes de cassa francoza com
10 covados a 2,560 rs.; pecas de cainbraia
de quadros cora 8 varas a 2,720 rs.; cassa
preta para luto, a ItOrs. o covado ; zuarte
com 4 palmos delarguia, a 200 rs. o cova-
do ; riscado monslro a 220 rs. o covado ;
chitas do cOres lisas a 160 o 180 rs. ; cha-
les de tarlalana, a 500, 800 o 1,000 rs. de
muito bom gusto; cortes do brim de puro
linho a 1,280, 1,500 e 1,600 rs. ; chapeos
de massa a 1,600 rs. ; ditos derseda a 640
e 480 rs. ; cobertores de algodflo ambica-
no a 610 rs. ; piclo muilo encornado, a
180 rs. o covado ; pepas do madapolflo mui-
to fino e com pintas de mofo, a 3,000 rs.
Rap de Lisboa.
Vndese rap de LsIj, por
prreo commodo : na rna da Ca-
deia do Kocife, loja de Antonio
Joaquim Vidal,
Vendem-se pepas decassas lisas finas,
com lOVaras, a 3,000 rs. : na loja n. 17 da
ra do Passoio.
Vende-se um cavallo preto de bonita
figura, com lodos os andares o muilo mari-
Ulldoina ra de Santa-Rila, n.86.
Vende-se ou hypotheea-se nm morada
de casa terrea com solio, sita no becco dos
Burpog, a qual rendo mensalmente dezoi-
to mil ris ; a tratar na ra do Codorniz,
venda, n. 40.
Vendi-se a I cm conhecide venda da
Estrella, na ribeira da Boa-Vista, coin pou-
cos fundos : quem a pretender, dirija-se
mesma venda, das 6 s 7 horas da munhfia,
o das i s n da tarde.
Rip Iu!o-Cordero.
Vcude-sc rape Paulo Cordeiro,
chcn-ailo pelo ultimo vapor do l\io-
de-Janei:o, bem fresquinho, por
lo sortimcnlo de fizemhs de g >s-
to, asmis modernas que lia e por
precos os mais commodos possi-
vais, assitn como lia pimos pre-
tos c de coi es muito linos, a 5,ooo.
-- Vendem-se 20 saccas com milito, a
2,200 rs. n a-ndo ludo por junto. fr-sc-
h algum abale : na ra do lUngel, n. 61,
a fallar com Victorino Franciseo dos San-
--Vcnile-se urna prlo da Costa, do a.
annos, boa cozinheira : na ra do Vigano,
n. 20. .
Acham-se a vend os pri-
meiros cantos de M. de S. Garca,
as lojas de livros desta praca.
Salsa-parrilha de Sands
para remover e curar ralicalmente
to-
m-
commodo preco : na rua da
deia do l\ecife, loja de Antonio
Joaquim Vidal.
Vende-se urna casa no Popo, ou troca-
se por urna preta com cria: a casa tem
commodos, o lie igradavel para se passar a
festa, e com terreno para so fazer outra : no
Manguind, n. 35.
remover e curar
das as enfermidades quo procedem da
pureza dosangue, ou habito do syslema.
Esta medicina esl operando constante-
mente curas quasi incrivois de molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molealias hereditarias,
com glndulas indiadas, ervos incolhi-
dos, e os ossos meio arruinados, ficou resta-
blecida com toda sua saudo e forpas. (i
diienle escrofuloso, caberlo de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, o a quem o servio,
ficou perfeito. Centenares do pessoas que
tinham soffiido ( por annos, a ponto de de-
sesperen da sua sorte ) molestias cutneas,
glndulas, rheumalisino chronico e muitas
outras enfciniidadcs procedentes do desar-
ranjo dos orgios de secrepilo e da circula-
Silo, teem-se erguidoquasi milagrosamente
o leito da morle, o hoje, com constitoicfl"8
regeneradas, con prazer alteslain a ellica-
cia desta inestimavol preparapilo.
Comquanto lenham apparecido grandes
curas al aqui produzidas pelo uso desta
ostimavel medicina comtudo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
taves.
New-1'ork, 22 do abril de 1848.
Snra. A. B. e I). Sands.Julgando ser
um dever para com vosco e para com o_ pu-
blico em geral, rernetto-vos este certifica-
po das grande* virtudes da vossa salsa-par-
rillia para que outros que hoje esl.lo sof
frendo eslabelepam melhor a sua confian-
pa o fapam sem demora uso da vossa medi-
cina. .
Vi-me perseguido com urna grande ren-
da no tornozelo, queso estendia pela canel-
la cima at ao joelho, lanpava grande por-
ciio de nnjenla materia, com coniichoes
que rueprivavam muitas noiles do meudos-
canso, e cram muito penosas de supportar.
OSr. DiogoM Connel, quehavia sido cu-
rado com vossa salsa-parrillia, recommon-
dou-mequecu (i/esso uso della e depois
dehaver lomado cinco garrafas liquei per-
fitaiuente curado.
Tcnho demorado um anuo man lar-vos
este certificado, para conhecer com certe-
za se a cura era permanente, e tenlio agora
a maior suisfapao em declarar que nilo te-
('a-,nho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo esle lempo, e acho-me perfeita-
mcnle rcslabelecido. Sou vosso, ote.
Snrah M, Inlirt.
240, rua Oolancoy.
Nesta provincia o nico agente desto ma
ravilhoso remedio he Vicente Jos de Rrito.
Vinlio de Borcfeanx,
-Vende-so um sobradinho cm cliHos pro- das mais superiores qualidades ; I cm como
Kuropa : vende-ge em casa do Kalkmanii
:tn nn ru iltl Car)7nlln .Vpllln n ''.t '
P.isseio-Publico, n. 7, que su la-
a tratar no
".r'^fie'llmrKodecima de me- irmiios, na ru. da Cruz n. 10.
sa em bom uso c ptimo : na rua d'Agoas- {i \ as IiamburgUCZaS
Verdes, n. 100, sobrado de dous andares,
defronlo da igreja do Terpo.
8ellins inglezes e das*
lieos
<:.
Na rua estreita do Rozario, n. II, depo-
sito doJos do Medeiros Tavaros, lie ehega-
do do llaniburgo um ptimo sorlimento de
excedentes bixas.
Vcndem-sc 12 escravos, sendo: 2 mo-
.udem-se --** "^hy | fJ^E ff SSt
na rua da Cruz, n. 2.________________115 ( 18'annos 5 escravas m0CM| ,|e boni-
tas figuras : na rua Direila, n. 3.
Vende-se um sobrado de um andar
, sotao, do consti uepito moderna, com mui-
! los commodos para familia, sito na rua das
Cincn-Pontas, por prepo muito commodo :
na rua Direila, loja do cera confronte ao o:-
to do Terpo.
-- Na rua Nova, n. 59, loja de trastea, de
Antonio llomingueg Pinto, vende-se um par
Nesta loja vende-se panno lino preto o! de consolos do Jacaranda, cobertos do pe-
de cores /casimiras clsticas, linas o de bo- dra marmore, com seus competentes tro-
nilos padroes ; corles de brim de linho es- mus : obra perita e do gosto o mais mouer-
no possivel.
Venle-sc, por preciso, um moleque
de 15 annos, do bonita figura ; 1 dito de II
a 12 anuos ; um pardo de 18 annos, quo en-
Icndc de cozinha c coso de alfaiale ; um di-
to do 24 annos ; urna mulalinha' do 1* an.
nos, que coso, faz renda e o mais arranjo
de una casa : tolos sem defoilos : no Reci.
fe, no Becco-I.orgo, n. 1, segundo aniar
se dir quem vende.
--Vendem-se saccas com farinha muilo
boa e bem torrada, por prepo comriiodo : no
DE6RORTASNc3
curo, a 700 rs ; cassa lisa, a 320 rs. a vara;
chitas decores fixise do pannos muilo mi-
coi padas, a 140 rs. o covado ; e outras mui-
las fazendas propriaa da -festa, por barato
prepo para fechar contas.
Volas de espermacetc.
Vendem-se velas de esperma-
cele superiores, cliegadas agorada
casa de Deane \ou-
Compras.
-r-Compra-se 12a de fi echa de canna. bar-
riguda e de Angola : paga-se a .6,000 rs a
arroba ; be>n como dita de carneiro: ne rua
Nova, n. 38, loja de selleiro defronte da
Conceicfiu.
Compra-s urna canoa velha, de carga
800 a 1,000 lijlos, e que esteja em estado
do conduzir cntulho : na rua do Rangel, n.
54, a fallar com Victorino Francisco dos
Santos.
Compra-se loda a quaiidade de trastes
usados, e tambem se trocam por novos : a
rua Nova, armazem de trastes, defronlo da
rua de Santo-Amaro, n. 59.
Compram-so duas espheras celeste e
terrestre : na rua do Crespo, n. 15.
Vendas.
America : em
le 8 Companhia, na rua da Lia-i armazem do (nado Bragucz: na rua da Ca-
deia, n. 4-
Vendem-se massos do meias de linho
por commodo prepo : na rua do Vigaiio, n.
11, primeiro andar.
Vende-se urna escrava do meia idade,
boa qiiilandoira, pelo prepo do 280,000 rs. :
na tua da Roda, n. 16.
Vende-se urna farda para guarda na-
cional, urna banda rica para ofilcial, um par
do globos de miro, canana e talim, una plu-
ma e um fiel de fio do ouro para espada :
quem pretender, dirija-se rua Ilireita, n.
70, das fi s 8 lloras da mandila, do meio-
dia s 3 horas, ou noite : tudo se vende
por prepo commodo. ,
Vendem-se sapales de cou-
o de lustro pelos baratsimos pre-
deia, ao p do arco da Conceipao, n. 6 ou
a fallar na loja de Joilo Jos de Carvalho
Moraes, e no mesmo armazem.
-- Vende-se urna morada de casa terrea
com a frente do pedra e cal, sita na villa da
Nazareth-da-Malta, lugar proprjo para ne-
gocio, a qual tem 4 quartos :" na rua do
Aragfio, n. 19.
Agencia de Kdwia Maw.
Na rua de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
mont&Companhia, acha-ge constantemente
um grande sorlimento de ferrgens inglezas
para engenhos de fabricar assucar, bem
como laixas do ferro coado o balido de dif-
iranles tamanhos e modelos, moendas
do dito, tanto para armar em madeira como
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
chinas de vapordefrpa do4cayallos, alta
'ras,
eos de 2,5oo, 3,000, 4,000e 4,5oo Jr'cs''aS0f ereparlideras,'cspumadeirag, etc".
rs. ; dilos Lrancos do Aracalypa- de ferro eslanhado. Na mesma agencia acha-
- __..... ...liatnnlA An naona atara hilannaa
rti homem e menino, a l,ooo rs. ;
ditos de orelhas, a i,6oors: na
rua da Cadeia do llecife, n. <>
Na loja do 6 portas da rua do Quema-
do, n. 52, se dir quem vende tres lileiros,
urna rotula nova, um ferro de fazer hosleas
e urna escrivaninha usada. Na mesma sedii
quem hypolheca um moleque por 200,000.
i\& loja nova da rua do Quei-
Vende-sa urna preta muito boa cozi-
nheira e engommadeira, muilo sadia o ru-1
busli, anoten vicio algum, apenas fonn'matlo, n. lo, acha-se um comple-
ge um sorlimento de pesos para balanpas ,
escovins paia navios. Ierro cm barra, lano
quadrado como redondo, salra para ferrei-
ro e urna porp.lo de tinta verde em latas :
tudo por barato prepo.
Vendem-se 8 escravos, sendo um bom
ofilcial de pedreiro, outro de alfaiale e ou-
tro padeiro, e que he bom ca regador de
palanqun) ; um cadello pequeo, da ilha:
tudo por prepo commodo : na rua da Con-
cordia, passando a ponleziulia, na primea-
ra casa se dir quem vende.
I ILFGIVEL


Su ra.ila Meada, n. 7, vendem-se tinr-
rs de v*rio tamaitos, rom o mais supe-
rior vinho do Porto que tem vin lo a esle
mercado, (Ondo alem Ja boa qualidade
m lilis.simo barato.
1Na na do Crespo,loja da
esquina que volla para
a cadeia,
von'lam-m ns acreditados brins 'trancados
brnuens ilc listms e liso, de liuho pun,
l,5H*n, o corte; dito narello, & t,500e
1,600 n. s oiinno fino preto e azul moiln
lio-n.n 3.'200 rs. o eovado ; dito muilo su-
perior, h 5,500 rs.; Cusiiles milito bonitos
para collete*, a 6*0 rs o corte ; ditos de
vclliiilo. a 2.500 rs. ; duna de setim Uvra-
do, n 1,800 rs. ; ditos de gorgorito de seda,
a 1.600 rs. ; cambraia lisa, a 2,720 rs. pe-
ga de 8 varase meia ; cassa prcla, a 1,440
rs. o corle; esguiflo de linho milito lino, a
i, lin rs. a vara; e outras militas fazen-
das por precos eommodos.
Noarmazem n. 7 da ra da Moeda,
vende-se sal em grande e pequeas porches,
por preco mais barato do que cm outra
qualquer parte.
Vende-se muito superior fa-
rinha gallega em mcias barricas :
na roa da Cadeia do Hecife, cs-
criplorio de Denne Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco
do (oncilves.
Superior fio de nlgodo
pura i a vii s de velas: vendem-seom casa
de (loo Kenworlliy & C. na ruada Cruz,
n.2
g A 4,000 rs.
<; Vendcm-se ricas mantas de seda pa- <
? ra senhora. de lindas cOres, e sem o ;,f
m menor defeito, pelo diminuto prego 4
* de 4,000 rs. : na ra do Crespo, n. 11 *
* #
Tccidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Saulos.
Na na da Cadeia, n. i>2,
vendem-so por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos.
Zuarles de finla-crcs a
200 rs. O covad fi e ris-
cado moiislro a 220 rs.
Vende-se zoarte do Curti-cres multo
encoi'piilo c i' un 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o eovado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o eova-
do : na rua -lo Crespo, loja da esquina que
volta par/ a cadeia,
\ 640 rs. cada um.
Veiidcm-sc cobertores de algodflo ameri-
cano, encorpadose grandes a duas pata-
cas ; chitas oscuras ile honspadres e co-
rea securas, a meia pataca o eovado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
lii i-ara a cadeia.
Aos !Bt;uuu,iiiHi de ri-.
Na praga da Independencia, casa amarel-
l.i i-oin Calendas, n I, vendem-se bilhetps,
meiose quartos da 21.' lotera a beneficio
do monte po, cujas rods devem correr no
da 18 docorrculo. Na mesma loja se inos-
tram as listras das de Niclbcroy o do" S.-Pe-
dro-de-Alcanlara.
Taixas para engenho.
Na fim I;. ;"o de Cerro da rua do Rriim,
acaba-se de recetar um completo sortimen-
lodi; taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quacs acham-sc a venda por prego coro-
modo o com promplidilo embarcam-se,
cu carrepani-se em carros sem despezas ao
cjmprador.
Velas de espermaceie,
das melhorcs que teem vindo a esle merca-
do: vendem-seem caixas de 24 libras, em
casa de Itieardo Hoyle, na rua da Cadeia-
Wlba, n. 29.
Aviso importante.
Beneficio publico
O armazem antigo da rua da Madre-de-
1)008, n. 36, est de novo pslabelecido de-
Iiaixo das mesmas condigfies, offerecendo
a deliciosa pinga do vilibo da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garraCa, e
1,300 rs. a caada, a de vinbobrancodu Lis-
boa por 220 rs a garraCa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de ilordcaux por 160 rs. a
garraCa levando o casco. Nao se admirem
os Cieguezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, c sim da audacia do
proprielario querer sustentar o antigo pre-
go, embira esle genero tenba subido o nie-
llmr de 30,000 rs. por pipa. Fxamincm os
amantes a qualidado para rceonlu cimento
la verdadee continuagflo da mitiga fregue-
sa. E para nflo hav.er usuras, eslo promp-
tas garra fus lacradas o com o competente
rollo, assim como liarns de diversos ta-
maitos para piovlsiio do prximo Natal,
t) proprielario conta com a concurrencia;
do contrario, lornarflo os precos do reta-
Iboa primitiva de 240 e_ 280 rs. a garrafa.
Um preto.
Vcnde-se um preto bastante mocoe de
boa figura, proprio tanto para nsoivicoda
puiga como do mallo, por ter trabalbado de
,1o e atnrarem mais que as de espermacete,
e no fazerem morrio.
Deposito de Potassa.
Vende se muito nova potssBj
ile boa qualidade, em bnrriszinliot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j h muilo
lempo se nao vende: no rtecife,
rua da Cadeia, armazem n. la.
Gomma de engommar.
Vendcm-se suecas com gomma de^ en-
gommar. muitoalva : na rua do Queima-
do, n. 14, loja de ferragens.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, lia
muito superior calvirgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Arados de ferro.
Na fundigflo da Aurora., em s.-Amaro ,
vendem-se arados de de Cerro diversos mo-
delos.
A 140 rs. o eovado.
Vende se superior pseado de algodflo,
muito cncorpado, a 40 rs. o eovado: na
rua do Crespo, n. 6, loja junto ao lampeflo.
Vendem-se relogios de ouro e prala,
patentes ingflzes: na ruada Senzalla-No-
vs,n. 42.
Hitas.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. cada urna, em
porgfo de 25 para cima : na rua do Amo-
rim, n. 35.
AGENCIA
da fnndicao Lnw-IInor,
RUA DA SKNZAtT.A-KOVA, K. ^1.
Neste estabelecimento. conti-
na a haverum completo sarti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; macbinas de
vapor, e taclias de ferro bufido e
co?do, de todos os tamanhos,
para dito.
-- Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
hccalo do Rio-Crande-do-Sul bom sebo
cm rama por prego commodo.
Pos galvnicos para
pratear.
Na rua do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objeclos
praleados e que tenham perdido a cor ar-
gentea, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisados, teem nestes pos um expeliente
restaurador e conservador dos mesoios
objeclos sempro como novos sendo o pro-
ppsso para se osar delles o mais simples,
nada mais do que es fregar com um panno
de linho molhado em agoa Tria e passado
nos meamos pos.
Urna caixinba contendo quantidade suf-
fieiente para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia de
140 rs. o eovado : na iua do.Crespo, loja da
esquina que volta para a radeia.
Saccas com mho a
2,500 rs. e ditas com ar-
roz de casca o 5,300 rs.:
reidern-so noarmazem do Braguoz, ao p
do arco da Conceiclo.
. Cal de Lisboa.
No Rio-Formoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vcndem-se barra com cal virgem de
Lisboa, do%uperior quaJidade, 'por prego
commodo.
A 2,720 rs. cada un
corte.
Na loja de Guimaraes & llenriques, rua
do Crespo, n. 5, vendem-se novas cassas
parisienses, padres muito moJernos. pe-
lo barato prego de 2 720 rs. cada um corte :
esta Cazenda se torna muito recommenda-
vel pela superior qualidade e barato prego.
Na toja dn esquina da
da rua do Crespo, n. 23, que volta para a
rua do Queiinadn, vendem-se corles de
cambraia de cores, a 2,000 rs. ; lanzinba
para vestido, a 280 rs. o eovado ; cambraias
do Corea lixas, a 320 rs. a vara ; ceroulas de
meia para banho, a 400 rs.; mantas de fil
decrpara senhora, a 800 rs. ; gorgur3o
para collete, a 320 rs. o corte ; chitas es-
curas, a 130,140 e 160 rs.; lanzinba para
collete, a 5ft0rs.; dila com fio de seda, a
1,000rs.; luvas de seda com dlos para
senhora, a 400 rs. o par; alpaca de linho
de cores, a 400 rs. o eovado ; lencos de cas-
sa de cAres muito grandes, a 320 is.
Vende-se a burdo des brigues ligeiro
e raquett-dt-Vernamluco, fondeados ao pe
do caes do llamos, bom sebo em rama, por
prego commodo.
Manoel Gongalves da Silva, na rua da Ca-
deia do Kecife. ou no armazem do Araujo,
no becco do Gongalves.
-Vende-se cera em velas, vinda do llio-
dp-Janeiro, em Caixas de bom sorlimerilo,
por si r a maior parte miuda ; pAs antibi-
liosos de Manoel Lopes, por prrgo commo-
do : na praga do Commercio, n 6, escrip-
torio de Manoel Ignacio lie Oljveira.
PRECOS COMMODOS.
Loleriasdo Rio-de-Janeiro.
Rua do Collegio, n. 9.
Pelo vapor mperalri; sahido do
m

f> Ri.o-de-Janpiroem2docorrenle, re- &
^1 ceberam-se bilhotes o cautelas da >
m 5.a lotera dos capuctiinlios *
que flcava para correr no dia 6; J
^ bem como da
ai. do monte po
m. que deve correr no dia 16 : o que
-1 assim se annuncia aos amadores des-
2 tejogoquegostam da hrevidade na S
Z noticia daextraccao, aflmdese pro-
verem quanto anteada lotera dosca- ^
4? puchinhos, cuja lista deve ebegar 2;
^ primeiro. ^

x
O
a
o.
3

2. c g
.5 r,
T.
99
1 g
I 91
# fe t
a a S
m m
o-S ~ o
2.^ 9 .o ep
a
- S 1
-=.5.5
iiii
51 iV
riJI
te

mil rs.
mt |mim ila OiIii'Icm de
rodos-08*Sautos na Itahia
Vende-se em casa de N. O. ieber & C.
4a rua da Cruz, n. 4, ak-odo trangado
daquella Cahripa, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Ca-
laixeiro em um engenho : na rua da
deia, n. 50, loja de Cunta & Amonio.
Folho de Flandres.
Vendeni-se caixas com folba do Flandrcs:
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. 1. Tas-
bO Juniur.
Vendem-se amarras de Cerro: na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Saolo, n 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azuea,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornaml
recoinineodaveis pela sua superior qualida-JgodSo americano, proprio pan escravos, a
Cha brasileiro.
Vende-se elle brasileiro no armazem de
moldados, alias do Corpo-Sanlo, n. 66, o
mais excedente rha produziilo em S.-Pau-
lo que lem viudo a esle mercado, por
prego muilo rommodo.
Lonas.
Vendem-se lonas superiores
imitacao das da Kussia, por preco
commodo: na rua do Trapiche-
Novo, n |G.
FariiihS de trio.
J. J Tasso Jnior vende Csrinha de Pro-
venga, chegada no ultimo navio de Marsei-
llie, por prego commodo.
MoeiKhs superiores.
Na Cundigaode C. Starr & Conipanbia
em S.-Amaro acham-se venda mocudas
de caima, todas de Cerro, de um modelo e
conslrucg.lo muilo superior.
Cal vii^em.
Cunha & Amorim, na rua Cadeia do Re-
cite, n. 50, vendem ral virgem de Lisboa,
de superior qualidade, por prego mais ba-
rato do que em oulra qualquer parlo.
Novos corles de cassa pa
ra vestidos.
Vendem-so corles de cassa para vestidos,
de cores lixas e de bonitos padroes, a sele
e oilo patacas o corte ; diales de tarlalana ,
grandes a 800 rs.; meios ditos, a 500 rs. :
na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
4cs fumantes de bom gosto.
Noarmazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-Felix, e de outras muilas
qualidades que se vendero mais barato do
que em outra qualquer palle : beni como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
millio, que seeslflo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cenlo.
Vende-se um jogo de breviarios no-
vos : atrs da matriz da boa -Vista, u. 22.
Corles de brim de cor* $
com listras aolado, a
l,2U0rs.
Vendem-se corles de brim de cores com
listras ao lado, a 1,980 rs. ; riacado de l-|
>
- V
o


S rfS i i
t* m -
lUil
- 3 O c "3
es i ss
Ku ^ ._ o
Itig-i flSl -i
Vendo-se um escravo crioulo de bonita
figura, de 25 anuos pouco mais ou menos,
proprio para o^ervigo .le engenho, por ser
carreiro : na rua do Rangel, n. 60.
Novo treiu de coznlla.
Vendem-se chaleiras, pannellas, frigi-
deirase eassarolas do Cerro Corradas de por-
cellana, bules e eaCeleiras de metal : na ru>
Nova, n. 16, loja do ferragens, de-Jos l.uiz
Pereira.
Attencao.
\'imili'iii-sn fitas de chamalote para os
hbitos de Christo, llosa, Aviz o Cruzeiro,
chegadas proximamenlo : n rua do Cres-
r'i fi 'i" ico da .S.-Antonio, loj miudezas de Jnaquim llenriques da Silva.
Fartnlia de aramia
de superior qualidade, recenlementc che-
gada a este mercado, em barriquinha de
menos go de 3,000 rs. a arroba : na rua do Azeite-
dc-l'eixe, armazem de Francisco A' tonio
da Rosa.
-- Vende-so carvfto de pedra c igualmen-
te o ja muito conhecido artificial, por pre
go muito cm conta : na rua da Cadeia do
ReciCe, n. 48, casa de A. S. Corbett.
Aos amadores e litleralos.
Na rua do Crespo, loja n. 5 do Ricardo
Jos de Freilas, e defronle do trapiche no-
vo, n. 6, vendem-se as seguintes obras, por
prego commodo :
l'rcso, publicarlo modernissima que
dcscreve o estado lamentavel das cadeias.
Ileriita militar, jornal contend) muitos
conliccimerlos otis e novos inventos para
a nobro profissfio das armas, com as plan-
las e estampas necessarias para a intelli-
geneia do texto.
Iliiloria do cerco do Porto, 2 v. obra mui-
to moilernaeiiitcrcssnte pela narragflodes-
tc iieroicofclode nossosdias,odp|ou(ras no-
ticias e pela caria lo>ogra| hica oas linhas
dn dila cidade.
f'itujtnt na minka Ierra, publicagfo de
muilo gosto o chiste du bem conhecido lil-
lerato Garrelt.
Cotilos Ja minha trra, bella tiadicgio da
provincia do Minho, pelo excelleole esrip-
lor A. P. da Cunha.
'urlugul, recordagoea do anuo de 1842,da
viagem que a essi reino fez o principe
Lichnowsky.
Muhu l'iiioreico ns. 1 a 21, jornal scienli-
lico, contendo muito boas eslampas
-- So armazem do barateiro tjilva Lo-
pes, na poi ta da alfandcga, vende-se fari-
nha ue trigo, nova o de primeira qualidade
quo veni a esle mercado.
Para qiiem (ver hom
gosto.
Vendem-se redes de cores muito grandes
e muilo bonitos padrOes, e o melhor que
temapparecido neste mercado : na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a
cadeia.
-- Vende-se urna casa terrea na rua do
l'.-nli e-Honamio, n 53, com duas salas. 2
quartos, cozinha Cora, quintal e cacimba
em muilo bom estado : no paleo do Car-
ino, esquina da la de llortas, ven.la n 2.
Vende-se um aitio na Soledaile, com
58 palmos de Crele e mil de fundo, com
nuas fenles, una para a estrada nova e a
Vendem-se luvas de seda de torgal,
pretas e brancas, para senhora* e meninas;
meias para meninos e meninas, a 120. 160
o 200 rs. : na rua da Cadein-Velha, n. 15.
Vendem-se dous lindos moleques
crioulps, um de 8 annos e o oulro de 5, ani-
bisde bonitas figuras : no Aterro- da-Uoi.
Vista, n 26, segundo andar
Vende-se urna bomba de co-
bre para cacimba por a5,ooo rs. :
na rua larga do ltozario, padaria
n. 18.
No armazem n. 7 da rua da Moda, ven-
dem-se saccas com superior colla das fa-
bricas do Rio-Grande-do-Sul, por prego em
conta.
A 240 rs o eovado.
Vendem-se riscados de linho, proprios
para jaquetas e caigas, a 240 rs. o eovado ;
zuarlecom urna varado largura, pelo ba-
rato de ano rs. o eovado : na rua do Cres-
po, n. 6, loja ao p do lampeSo.
Familia de mandioca
Vendem-se saecas com farinha de man-
dioca, de muilo boa qualidade, por ser fa-
bricada na serra Meruoca, perlo da cidade
do Sobral, por prego commodo : na rua do
Queimado, n. 14, loja de Cerragens.
Vende-se urna armaco para escaler,
contendo dous Cerros de proa epoupa igual-
mente para bandeira,e tolda do mesmoem
bom estado : na esquina da rua do Rangel,
venlla de Jos Rodrigues Coellio & Compa-
nhia : bem como tambem se vende azeite
decarrapalo, a 1,600 rs. a caada, e a 240
rs. a garrafa.
Vendem-se muitos bons e descaes quei-
jos de Minas com mais de duas libras cada
um, a 610 rs. cada um; ago'ardenle de
frange engarrafada, a 480 rs. ; farinha do
ararula, mu'to nova, alva e limpa, a 240 rs.
u libra : no pateo do Carmo, venda n. 1.
Vende-srt urna escrava de 20 annos, de
muito bonita figura, que engomma, cose,
cozinha e serve hem a urna casa ; urna dita
moga com urna filha de 10 mezes, a pret
oone e l'n/ lovnrinto ; urna negrinba de 8
annos, muilo linda, que Caz renda e coso
alguma cousa ; urna preta de 35 annos, pa-
ra Cora da provincia, que he coziuheira, en-
goinmadeira, refina assucar e Caz doces : na
rua do Collegio, n 21, primeiro andar se
dir quem vende.
Queijos do serta.
Na ruadoQu iniado, n. 14, loja de Cer-
ragens, vendem-se muilo bons queijos do
serillo, por menos prego do que em outra
qualquer parte ; bem como 3 couros de on-
ca e iini de lontra ; umaporgilo do couros
n,i mos; ludo Se ven le, muito ha'alo.
9^-------------_... <
Aterro-da-lto-Vista, n. 22, com pouens Cun.
dos, etendoa casa bons eommodos par
familia :. o tratar na mesma taberna.
Hscravos jtunios
-
Fugio, no dia 16 de outubro prximo
passado. o espravo cabra, de nome Thimo.
Ilii'o, iillicinl de rarninteiro, de estatura al-
ta, magro, zambeo das pernas, com falta d
um dedo em um p, denles podrijj tem o
signal de um pequeo talho na ponta do
nariz ; he bom parecido de rosto, com prin-
cipio de barba ; levou boa cale* do brim
azul, camisa branca e gndola branca tina
cujp escravo Coi do lllm. Sr. Alfonso d
Albuquerquee Mello, da provincia do Pa-
ra, por ordem do qnotti foi vendido nests
corle pelo Sr. capitBo de fragata Jesuino
Lamego Costa ; consta que so intitula for-
ro a todos aquellos que o no cpnhccem, e
bem o persuade por saber ler, escrevore
contare a quem o conhece diz a uns que
anda por ordem de se j seflhor procurar
quemo compre, e a outros que an-la em
procura de ohra para trabalhir: 6 que sa
previne aos lllms.Srs. officlaes do ejercito
o armada, para que o nflo recrutem ; cap,
tfles de navios, para que o no recebam
seu bordo a pretexto algum ; meslres de
obras, o nflo admittam as meamas; aos Sr.
eneai regados da visita dos navios o n.1o
deixem sabir em navio algum, qur seja na-
cional, qur estrangeiroe n todas as pes-
soas em geral se roga o nflo acoifem, nf!o
sopara evitar o i roce lmenlo criminal,
maislambcm de pagar o jornal de 1,600
rs diarios desde que o mesmo esliver f-
gido, que he tanto quanto se protesta ha-
ver daquella pessoa que Ibe der coito : para
cujo fim se Caz o presente anuncin, para
queningnemse chames ignorancia, e so
darflo boas alvigarasa quem do mesmo der
noticias onde oxisle, ou o levar rua da
Cruz. n. 9.
Fuglo, no dia 27 de outubro prximo
passado, do engenho Garrapato, freguczin
do Rio-Formoso, o pardo claro, de nome
Miguel, de estatura alta, barbado, cabellos
crespos, barba um tanto ruiva;tem bas-
tantes cabellos as pernas e jeitos; tem
1-oupo dosembarago no fallar ; tem o rosUS
um tanto descarnado, e nariz um tanto1
grande ; tem 28 annos ; inculca-se forro ;
enlendc bastante de ser mestre de assurar,
mas he bastsnte preguicoso. Iloga-se ai
autoridades policiaca e capitles de campo,
que o appreliendam elevem-no*ao dito en-
genho, que serflo gratificados.
Na noite do dia 22 dn outubro prximo
pastado, fugio do abaixo assignado urna
preta de nome Vicencia, de 40 annos, de al-
tura menos de marca, cabellos desanda-
dos, cor fula r tem alguns denles tirados;
he cheia do corpo, ps malfeitos ; suppo-
seque esteja occuliaem alguma casa, por
isso o abaixo assignado protosta contra
quem a livor occulla perantea lei, exigin-
o<80 rs. diarios desde o dia >ta fuga al o
dia em que Ibe fr entregue: quem a apegar
leve-a ao engenho Curado, freui'zia di
Varzea, quo ser gratificado. Jot Corris
leal.
-- Fugiram, no dia II do correnlc, o ca-
bra Joaquim e Donato mulato, esera>os do
major Joaquim aloreira Lima: o primeiro
he baixo e secco do corpo, pernas linas,
com falta de dentes na frente ; tem a pumas
mu cas do bexigas no rosto; tem outras
marcas de frulas de gomma as costas e
em um dos bragns ; cantador, bebe ago'ar-
denle e fuma cachimbo; lera 18 a 20 sa-
nos; ngora aponlam-lhe alguns cabritas
na barba : o segund, de nome Donato, de
16 a 18 annos, sem baiba, sohranselhas
c nariz grossos, com um talho de cuce de
cavallo, com lodos os denles na frenle, de-
dos das mflos compridos, ps grandes e sec-
eos, masca fumo e fun a cachimbo: ambos
levaram trouxa de roupa : quem Os pegar
love-os a seu senhor na cidade da Parala-
ba, quesera recompensado.
100,000 rs. de gratificagflo.
O abaixo assignado roga aos Srs. de en-
genho Christovflo de Molanla Gavalcanle,
Francisco de Barros Reg, Francisco Mari-
nii<> W'andeiley, Francisco de S.-Tiago Ra-
mos, Antonio Jos al^rroquim, Manoel de
Aos !O:000,000 de 2|B"^^osAccio,'Me,lo Anlonio de S"T0B0
_. W, Paz de Mello, Paulo, de Amorim Salgado,
l)r. Flix Theolouio da Silva Gusmflo e Ig-
fnaneiode llarros Wanderley para que se
dignem mandkr ver pelos moradores de
I seos engenhos urna escrava de nome Ca-
tharina, crioula, de estatura regular, ma-
gra, com a barriga um tanto erescida, den-
ris.
Acha-sea venda na loja de cambio
da rua da Cadeia do Recife, n. 24, da
viuva do Vieira & Filhos, os muito
afortunados bilhi tes e meios ditos da
5.a loleria dos capuchinlios, cujas
v. iva-lia uus r,|iu oiouus, l UJU.S .A ',-----'------------ ------ .....-----.-..-, ----
rodas devem ler corrido no dia 6 do 21,es "t"8' sobran*.,'ll's carregadas; le-
conente mez.
21.a do montepo
Vendem-se tambem da 21.do mon-
te pi bilhetps e meios ditos, cujas
rodas devem correr no dia 16 do cor-
rodo mez.
-- Vende-se urna escrava de meia idad.-,
ptima para todo o servico : na rua Velha.
n. 71.
Vendo-se um temo de pesos de fer-
ro, de 2 arrobas at urna libra ; um peso de
2 arrobas ; urna balanga pequena : ludo por
piego commodo: na rua da Moda, no For-
li -do-Mallos, armazem n. 15.
Vende-se urna rica moenda toda de
ferro nova, a qual custou 1:850.000 rs., e
servo tanto paia ciigeiibo d'agoa como prin-
cipalmente para moer com auimaes : da-se
por muito menos do seu valor, pois nflo ser-
ve ao dono, por um -engao quo houve ns
compra da dila moenda, o que certa mente
nflo deixar de agradar no comprador avis-
ta do grando abale que se faz pela pn cisflo
de diuheira: na cidade Olinda, rua.de
ilaiblas-Ferreira, n.45, ou nesta typogia-
phia. ,K 8
Chitas
escuras
lixas a I SOis. o
do cores
euv.ii do.
Vendem-se as melhores chitas de cores fi-
zas e assenlos escuros ; na rua do Queima-
do, n. 8, loja confronte a nolic.
- Vende-se, por preco muilo commodo,
..u-.. iinni,,, uir,i )i,ii,i ktraue nova e a urna preta de narfln iU i a .n..n. o..
oulra par. oM.nguinho. com cas. de tai-'u.n d'efc Uo Z&Sintl lo
pa, boa cacimba e urna porgflo de ti oos nita figurj, quevend-acoa na rua i: ou-
que se.vem para al.cerces : a tratar com o iros maisservigos ."oprios de u na casa de
queo%enK?^^^^^
' por prego commodo, por se ser muilo carinbosa : o motivo por que se
i vou urna filha mulatinha, de 3 'annos, de
^. rosto redondo, o I los pequeos ; lem as co-
V xastflo unidas que a faz vollar os ps pan
^ os lados. Fugio a II de outubro de 1818.
^ A mili desta negrinba chama-sc Jeronyma,
e tem alm desla filha muitos lilhos, e por
isso se tem Cuito notar no lugar aon-lc nio-
ra ; be escrava deThomnz Vieira, morador
no engenho Palinn, sitio capivara. Catlmri-
na Coi crio de Mara Vieira, moradora em
Peroba, sitio Pescinenge, o por inorte desta
eoube em heranga a Gertrudos, lilha casa-
da com Domingos do tal, morador nesta
praga. lia toda a certeza della ler estado em
algum destes engenhos, porm tem sillo
mudada l*Ivez pelos manos, abaixo as-
signado oflVrece a quantia de 100,000 r*. a
quem a Irouxer al o lim de dezemliru do
correlo anuo, e pretendo desse prazo en
dia ule, Cazer toda a diligencia para a descu-
brir e proceder contra qurm liver aeoi-
tada. Oconimanilante ifo corpo de poli-
ca, lodo do Reg Barros tlalo,
- Fugio, no dia 14 do Correte, urna ne-
grinba de nome Nina, de 14 annos, de esta-
tura baixa, magra, bastante relima ; he
muito esperta ; usa sempre de avenlal; le-
vou 3 vestidos de talho franc.z, spalos e
meins ; lem o nariz um tanto malhado pi-
los ladose una cicatriz pequea m cima
da pestaa de um ollio : quem apegar le-
ve-a rua Nova, n. 39, primeiro andar, quo
sera graliUcudo.
--Fugio, no dia 6 do correnlc, o preto
benedicto, de ungiio, de 18 anuos, pouco
inais-oii menos, sem barba ; levou camisa
de mndiipolflo a calcas doiiscado largo ees-
curo ; de altura regular, corpo fornido,
beicos grossos, bocea grande, ps e mflos
grandes: quem o 'pegar leve-o rua es-
tilita do Rozario, ii. 43, segundo andar,,
quesera gratificado.
vende so dir ao comprador : na rua da
querer reinar.
- Vcnde-se superior farinhs de mandio- i Moda. 27"
ca, em saces : a tralar no escritorio de i Aluda est por se vender a taberna do
PaSN. : N TTP. DE M f. 1)1 MU. 184


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6KKWRWDO_I9IEEG INGEST_TIME 2013-04-24T17:40:58Z PACKAGE AA00011611_06715
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES