Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06714


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Full Text
limo \XV.
Sexta-Aira 10
rAnTiAs dos connxios.
r.,.nna eParahiba,segundas eaextas-feiras.
Rio-Grandc-do-Norte, <|uiou-feirai ao meio-
rJibSS(TlnhScia, llio-Formoso, Porto-Calvo
Macri, no 1.. a 11 e 81 de cada mct.
finranhun!. e Bonito, a 8 c 23.
Boa-Vista eFlores, a 13 e89.
Victoria, s quintas-feiras.
(Huida, indos os das.
IfHIMtalDIS.
Phasis d lo. -Miog. a 7. as Jh.c 3 ui.dain.
Nora alias Oh. c 5.1 ni. da t.
Cretc.a 23, aos 5 m. da m.
Chela a *>, a 3 h. e ft m. da ni.
ratlHAfi DE BOJE.
Priineira aa 6 hora e (i ninutoi da otabn
Segunda as (i horas eSO minutos da tarde.
do
Novombro <-o !M9.
N. 257
puecos da subscripcAo.
Por tres meiesfndioniodoi) 4/1)00
Por seis luezes 8/1)00
Porumanno 15,0000
oas da semana.
12 Seg. S. Diego. Aud. do J. dos orf. do o ni. l.v.
13 Tere. S. Bugeuio. Aud. da chae, do i. da 1. v.
do civ. o ilo* feitos da falcada.
14 Quarl. S. Uomotilno. AuJ. do J. da 2. v. civ
15 (Juiut. S. oci-liudos. Aud. do J. dos or. c do
ni. da 1. v. .
10 aext. S. (/ncalo de Lagos. Au-I. do J. da I. v.
do eiv. e jodos feitos da fazendi.
17 Sab. 5. GrcgorioTlnunialurgo. Aud. daChanc.
e do i. da 2. v. do crime.
18 Djiii. S. Rumo._____________________
CAMBIO* EM 15 OE MOVEMBBO.
Sobre Londres. 28 d. por 1/000 r. a 00 da*.
. Pars, 840.
Lisboa, 100 por cento. ,,..,
Ouro.-Onca. hespanl.ocs......... W/ > ^ u
1locd.,sde6a400velr,as.. 17/000 a 7/200
d.- Ofl'U. notas. 1(5*800 a l800
. de4fu00.......
PrflM.-Pataeaesbranileiro.. ..
Pesos coliiuinarlos......
Ditos mexicanos.
!&3BMBEBBV*rft'
#21)0 a !l/.>l'
ijtii a l/"(>0
I>t40 a 1#!'0I
I/80 a 1880
PARTE OFFICW.
MINISTERIO 1)0. IMPERIO.
Declara que o supplentc do delegado mi subde-
legado nao estando era exercieio pode servir
o cargo de vereador ; que so durante as sea-
sesda chinara Ihe competir entrar no rser-
elciodo cargo de polica, se considerara im-
pedido e passar a jnrisdiecSo ao substituto
inmediato ; mas nao assim os delegados e
subdelegados, acerca los quaes se observa-
r o dlsposto no decreto de 9 de agosto de
1g4 relativamente aos juises municipaes.
Priineira eccao.Rio-do-Janeiro.Ministe-
rio dos negocios do imperio, em 1( dcjunlio
lilil, e Eim. Sr.Fol ouvida a seccS do im-
perio do concelhode estado acercadas srgnin-
es deelsoes proferidas por V. Ene. por occa-
siao das riiivldas propostas pelo delegado de
palela do termo de Gameta.
I.* Que o supplente da delegado ou subde-
legado nao estando no exercieio deste cargo
pude servir de yereador.
J. Que se durante o periodo das sossoes da
cauiara de que he membro Ihe competir entrar
no exerelelo do cargo de polica, se consldera-
r Impedido, e passar a jurisdioco ao subs-
Vliiio irameolato.
3' Que o delegado ou subdelegado de qual-
quer diatrrcto que fr elello vereador, se pre-
ferir o exercieio deste ultimo cargo, e se nell.e
1 flecrivamente entrar, tem renunciado oem-
prego de polica ; e no caso contrario devera
ser chamado para o substituir na cmara o pri-
meiro aupplente de vereador, considerndo-
se esta decisao como provisoria ale que o go-
J) vorno imperial denilivamente resolva.
V. conformando-se Sua Magestade o Impera-
dor enm o parecer da referida seccao exarado
era consulta de 24 de abril prximo passado,
ha por bera approvar a priineira c segunda de-
cisao, por isso que estao de accordo coui a
doulrlna do aviso de 14 de abril de 184/ expe-
dido ao presidente da. provincia de S -Paulo,
onde te trata dos substitutos do juiz munici-
pal, em cujas Idnticas circumstanclas estao os
stibslitulosdns delegados c subdelegados;
n.io assim porra a terceira. que cumpre soja
por V. Exc. revogada, pois que a respeilo os
delegados e subdelegados deve ser observado
o nue determina o decreto de 9 de agosto de
1845 relativamente aos juizes mtinicipacs,
como ja foi declarado em aviso de 20 de abril
do corrente anno dirigido a essa presidencia ;
porquanlo, alm de que milliaiii para com os
empregos de delegado e subdelegado as mes-
mas raides que acons Iharam a declso do dito
decreto, secretee que estes sendo demiuidns
ad nii/um, pode o Impedimento para assumirem
o exercieio do cargo de vereador ter mui pti-
ca duraran, o que mu acontece ao Jui. muni-
cipal, que tem lempo certo de servir. O que
communlco a V. Exc. para sua Inteligencia e
oxecucan. e em resposta ao seu oflicio de 17
de feverero pruximo pretrito.
Dos guarde a V. Exc. Vitcmi dt Mnnt-Ah
yri.r. presidente da provincia do Para.
Declara asdsposic>8 de varios artigos da
le do 23 de outubro de 1832. relativa-
tneitle s attributijOes conferidas as c-
maras municiptes e juizes de paz as di-
ligencias anteriores a oblenclo dn carta
de naturalisarflo; e rcconimcnda a exacta
observancia dos artigos 4, >, 10 e 11 da
mesmn Ici.
Oura secc3o.Rio-de-Janeiro.--Minis-
terio dos negocios do imperio, em 1 de
agosto de 1849.
Illm. eEra.Sr.Vendo-se reos reque-
rimentos qire por esta secretaria 'le estado
soliem i augusta 1 resenqa de S M. o Impe-
rador, para oblencSo de carta de 11 11 u r.i I i -
sacriode cidado brasilciro, que se no ob-
servan) algumas das disposiges da lei de
21 do outubro de 1832, coja omissilo, alcm
de tifio dever ser tolerada pelo respeito que
lio detrido s lcis do estado, lindo a enfla-
quecer a garanta quoainesma le procu-
ro)) estsbelerer coi a proscrip^o das for-
malidades a observar, e dos deveros a euin-
p Ir pelos cstrengo.irns que preleinlessem
formar parte da familia brasilea : lia o
niesmoJaugusloSonhor por bom que V.Exc.
experja as neeessnrias ortlens: primeiro,
para que nenltum cslrangciro, exceprlo
dos mencionados no srl segundo lei, srja admillido s fazer perantea respec-
tiva Cmara municipal a deelaraefio exigi-
da pelo 3 do arl. primeiro, netn para lal
liui se conceda despacito sem que o prelen-
tlenta prove previamente por documenlo
I-pl ou por ju-iili(Mi;"m no juizo do paz os
requisitos dos 1 e 2 do dito art. primeiro,
como ordena o art. 5, fazendo-se tneneflo
desla prova no termo que se lavrar; sogt.n
tb'.bara que ao profi rireni a s 'titenca de ha-
bililacflo, de que trata o art. 6, o sem a
iual n3u pode ser requerida a caita de na*
turajisacflo.segundo o art. 7,sr-jm os ju'zes
de paz evciu, ulosos no examedos requisi-
tos que a Ici exige psra aejulgar habilitado
ohsbtl4iandole no da prova que seofforecer,
aqualdeve constar, ou de documentos le-
ges nos termos do referido art. 5. ou de
depnintentos ile tesleniunlitts producidas no
sed jrtizo, que he o privativo psra tomar e
jnlgar as liabilitacflcs requeridas pela citada
lei, como lie expresso no mencionado arl.
6. Outro sitn recommendara V. Exc. as
citniarts inunicipaes a exacta observancia
dos 11 tg 4, 9, 10 e ti da sobredila le, que
tem cihido em esquecimenlo na mxima
1 arte dos municipios. O que communico a
V. Exti para seu conliecimenlo e cxecucSo.
Des guara V V.xc.Vtconde de Mntate-
gre.r. presidente da provincia do Para.
Na mesma conformidade aos demais pre-
sidentes de provincia.

t.. TerceirasecQlo.Rio-de-Janeiro. -Miis-
*>tio dus negocios da juslica, em 16 de agos-
'trJdel8*9.
Illm. c Extn Sr.Foi |.resente a S. M. o
Imperador o ollicio dessa presidencia, sb
n. 19 e aU de t de fevereiro ultimo, pe-
dindo esclarecimentos sobre a duvida oc-
corrida, se no impedimento dos supplen-
les dos juizes municipaes pode algum ve-
reador da cmara municipal tomar conhe-
ci.Tiento tas causas em que a mesma cma-
ra frtr inleressad, e, no caso negalivo, a
qne juiz compete a decisfio de taes causas.
E conformndo-se o mesmo augusto Se-
nhor, por sua immediata e imperial resolu-
eflo de It to corrente, com o parecer da
secQio do juslic,a do concelho de estado, ha
por Iipiii declarar:
1. Que o vereador, na falta dossupplen-
testlosjiiizes municipaes, liSo pode tomar
oonhecimenlo das causas em que Mr inle-
ressada a cmara municipal pela rasffo de
considerar-se haver propalado o seu voto
sobre cssas causas como membro da cma-
ra municipal, o pela otitra mais dir cta e
positiva, conforme o direito, de reputar-ss
parto as mesmas causas, p.ir ser membro
da corporacSo que nellas tem interosso.
2 Que dado caso do so acharen) a tim
mesmo lempo impedidos os juizes munici-
paes e todos os scus supplenles.se as partes
nflo convterom em esperar (pranlo a pro-
posta ou curso de suas causas ), que cesse
o impedimento de alguns dellos, deverflo
propor-se as causas novamente intentadas,
e proseguir as quo j esliverem pendentes
(irranteo juiz municipal do termo mais vi-
zinho, voltando portn ao juiz municipal
ou sous supplentes do termo respectivo
logo que cesse o impedimento de alguns
dalles.
O que communico a V. Exc. para sua tn-
lelligencia o governo. Dos guarde a V.
Exc Euiebio de Qutiros Coutinho lUalloso
ita Cmara si: presdeme da provincia do
Cear.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 13
DE OUTUUUO.
Aviao ao ministerio da fazenda, para que
as alfandegas do imperio nflo se permita
o despacho de objectos do arte que prove-
11 it.un das coilecces publican do Vaticano o
dos muscos de Ruina, Klorenca e Vcncza.
DECRETO N. 637.--DE 27 DE SETEMRRO
DE 1849.
Il-gulnimnlo intirnu da adminitlrarodo cor-
reto da capital, de luna agencia! e dat da
provincia do Itio-dc-Janeiio. ,, -'-
Conlinuacilo do 11. 255.
CA PITLO II.
Do processo dat conlas.
Art. 229. M contas do dehito e crdito da
n lininisiraci'ii) do correio ser.lo allentamcn-
quellaspslavras--Receila o despera--, des-
crever separailamenleem umn eoutra par-
te todos os objectos da receila e despeza e
en) frente dellos as respectivas quantias
as columnas para esso fim. ( Modelo n.
39. )
Assim escripias as operacas da caixa em
o mez de que for o balaticeto, sommar-se-
liflo todas as parcellas, o o seu producto se
lngara entro dous tragos de tinta as duas
Multas mmediatas ultima iddioSo tls re-
ceita e despeza, de maneira que o total des-
la v em frente aodaquella; edarTun ao
balanccle a data em que fororganisado e as
assignaluras do administrador, contador e
tliesoureiro.
Art. 238. Se liouver saldo, curr.pre ao the-
soureiro cntrega-lo no thesouro o nio o
haven lo o precisando-se do supprimento, o
administrador o requisitar ao thesouro o
declarar previamente por una rclacilo o9
objectos em que deve ser empregado o mes-
mo supprimento.
Att. 239. Os balancos trimensaes das a-
geucias serflo remcllidos para a adminis-
tracilo al o fim do mez seguinte ao em
quo se tiver dudado o trimestre ( Modelo
n. 30.
Art. 240. No exme dos batneos das a-
genrias averiguar o contador:
1.a Se a importancia dos sellos e das car-
tas que os agentes mencionaren), conferem
com as respectivas cargas no livro de conta
corrente com as agencias.
2.* Sea importancia dos seguros igual-
mente confere com os .respectivos la I Oes
quo ellas deven) remoller com os mesmos
baiancos : e betn assim se as despozas estilo
no caso de serem approvadrs ou autorisa-
das, ese so comprehen tem no crdito res-
pectivo.
Art. 241. Quando resten) dos talOcs de
seguros das agencias fulhas que su possam
aprovcitnr, Ibes serio reenviadas para es-
cripluraco de qualqtior outro trimestre do
mesmo exercieio, oepois de inutilisa las as
quo pertencerem ao trimestre de cujo ba-
lance se trular.
Art. 242. Estanto exacto o balanco e ha-
vendo saldo a favor di fazenda nacional, o
contador o carregar logo ao lliesoureiro
no talfio do Saldo das agencias para ser leva-
do conta de caixa ; cx'raliindo-sti do nn-s-
mo talfio o conliecimenlo respectivo com.i
sua quilaeo, que 'ser oulreguo ou en-
viatlo ao agente no priineira correio que
sabir.
Art. 243. O mesmo se pralicar niensal-
menloeom oaeucarregidos da venda i!os
sellos, nos diversos pontos da cidade, ou das
caixas liliaes
Art. 244. Se o agente nio entrar logo com
importancia do produelo da agencia no
porte, so o administrador conltecer quo o I Terceiro finalmente, que o^Exm. Sr. pro-
t'hesoiireiro esta alcangado, oobrigar a en-sidente .la provincia das Alagoss
te examinadas pelo contador, que far la- caso do aitigo antecedente, se Ihe assignar
' res, os preci- prazo o se proceder na forma, do arl. 252
trar im.nodiatamenla com a importancia do
alcance para o cofre, do quo se tara espe-
cial inoncilo no termo do artigo anteceden-
te, 011 em termo privativo, senno se tratar
do balanco geral.
Art. 251. Seo lliesoureiro nSosolvor im-
modiatamenle o son alcance sera suspenso,
e intimado o seu fiador para o fazer, o u
proseguir como esl disposto em direilo a
respeito tos IhesoureirOs em geral.
Art. 252 Qiianilo o administrador conlte-
cer que a conta do lliesoureiro esl saldada,
mandar ao contador que lavro tlisso termo
om o livro das contas crrenles do cartas o
sellos.
Eslo livro continuar a ser escrtpturado
omquanlJ nflu lindar o exercieio.
Ai t. 253. lio revogado o artigo 259 do re-
guUmento na paite somonte em quo obriga
aos asentes do correio a rcmeltercm o ba-
lanco annual
Arl. 254. Igualmente o'ganisar o n rea-
mente da receila e despeza da administra-
glo do correio. (Modcllo n. 3V> e apresenla-
r ao administrador, por todo o mez de Ja-
neiro dous exemplaros do mosmo, para so-
rem enviados, utn ao director geral e outro
110 thesouro.
Art 255. OsempregaJos do correio, e ta
Ifsndega, e quaesqueroulros a que.n com-
pete apprelienlcr as caris e mais papis
que se tentar sublrahir ao porte, lavrarfio
tuto di forma do niodollo n. 35, quando (1-
zerem appre/ionsio de cartas e ntais papis
de porte, pelo nflo terem pago, ua forma do
rcgulamento.
O administrador admillir explicares
vorbtos ou escripias dos apprchendidos, o
decidir em breve prazo.
Melado das mullas compete aos mencio-
nados omnroga los apprebensores.
Art. 256. Seiflo oliserVados, no quo nio
esliverem rovoga los, e frein applicaveis
esciipturaco o eonUbilidido do correio, os
arta. 23i, 237. .238, segunda parto do 242,
213 e 247 at o 262 inclusive do regula-
,ne Ble.
[Continu'a.
(OVERtNO DA PaOVlLNClA.
EXPEDIENTE DO DA 12DE NOYEMItRO.
OOicio.Ao coronel commaiulante da praca,
ordenando que mande apresentar ao inspector
do arsenal de tnarltiha, aflu de que soja resti-
tuido ao vapor O.-Afnnta, Tlieodoto Jos" de.
Souza que, havendo disertado do mesmo va-
por, foia preso com uniformes do 4." bat.ilho
de artilharia a p e entregue a S. S.Inlelrou- i
cipou em ollicio de 13 lo corrento, quo
leudo oSr. primeiro cadete do segundo ba-
lalhflo de arlilliaria n DO Jos Libanio do
Souta, lin lado "1 licenca do que eslava go-
zando, o mandara addir ao conligente do
mesmn corpo, c Ihe conceder mais 3 me-
zcs de licenca, Para ir a cOrle.
Assignado, Josij Vicente de Amorim lle-
strra, coronel e commandanle.
ivunionEPMWWim
IxECIFE, 15 DE KOVIMBBO DI 1840.
Fram boje presos o bachaf'l Joaqutm
Antonio de I'aria Abreu e l.ima c o pudro
Francisco Rochad Pereira BritO de Motlei-
ros, redactores do Diatio Novo.
Eni analmente preso o hachare! Affon-
so de Albuquerque Mello, 0 qua! tamben
titilta parle na re larcSo daquella gazeta ;
mas, havondo sido confiado ao segundo
com man danto de coinpanhia do corpo do
polica Jnaquim Jos dos Santos, esledei-
xon que se elle evadisse.
Este ollicial foi iinmediatamenle rocolhi-
do pelo seu commandanto fortaleza do
liruiii, e ao depois demitlido.
Por cart do Rio-Crande do norte nos
fui comntunicado que no dia 5 do corrento
proceder a cmara da respectiva capital a
npiinicflo to votos para tlcputudo geral, e
que q resultado dess spuraciTo frj o se-
guinte :
os SUS. VOTOS.
Casimiro Jos de Moraes Sarment 233
Gonzaga 57
Vieira 7
Joflo Carlos Wandcrley l
Apnrou-80 em separado o collegio do
Apudi, por ordem tlti governo imperial ; e
n cmara expedid diploma ao Dr. Moraes
Sarment.
se o referido inspector.
Dito.Ao inspector da tbesomai a de f.ucn
da
As ga7.el.-1s fraiicoias, Ira/.idas pelo briguo
Jtraqo viudo do Havre,alcancaiii a 8de outubro.
Em Franca tildo licra tranquillo.
A assembla nacional cotiliniiava em scus
trabalb'is. Mr. Pedro Dnnapirie tinba proposto
naquella corpora9ao a revogacao da lei que ve-
dava a entrada dos llouilioiis no territorio
francez, o Mr. Passy, ministro da firenda ti-
11 li 1 pedido aulorlsaclo para pagar a duqurza
deOrleansa qiianti.i de 300,00a francos, que
ilie fura conoedida como pensao por una lei
! do atino de 1837.
Disla-se que o governo, prevendo una cotn-
vrar, quando as adiar regula
sos documentos para-a recepeflo dos ditihe-
ros pertencentes ao correio, ou pagamento
do que se dever.
Art. 230. U lliesoureiro apresentar dia-
riamente ao contadora cotila da receila e
despeza apurada na vespera o assignar
com o contador as cargas que eslo Ihe
lizer.
As tlescargas scriio smente assignadas
pelo contador.
Art. 231. \.i carga que o contador fizer
ao thosoureiro averiguar se as contas que
este aprsenla conf-rem com as dos livros
auxiliares.
Arl. 232. Ser dado ao multado o DOuh(H
cimente das multas que satisfizer, extralti-
do tos respectivos livros de lalocs.
Att. 233. O contador, depois de-examinar
as conlas dos estafetas ou conductores, la-
vrar ou man dar lavrar, para se Ibes pa-
g-ar o que se llios estiver devendo, o OBho-
cimnnto competente, em que se d clare o
nomo do eruilor, a i|Ua!ida que recebe e o lempo a que pertence esse
servico.
Att. 23t. Para pagamento das gratifio-
C<5es dos capiles e mestres de navios pe-
I s ca-tas avulsis de que tiverom feto en-
trega aos agentes do correio, o conta lor
coiifrrir o pedido com o hncamenlo no
respoclivo livro, isto lie, examinar *e he
exacta a data da entrada da embarcaeflo
no porto, o seu nomo, e o do capilflo 011 mos-
tr, donde veioe o humero de cartas en-
tregues.
VMaiido conforme a rcclamaclo com o
laucamente, passar coiiheciaeiilo com as
ditas declaracOes..
Art. 235. Neiihum pagamento ser feilo
no correio sem ordem expressae eseri|ta
do ndmini.-trador.
E todo o expediente da coulabilidade ser
assignado pelo contador.
Art. 236. O contador organisar e apre-
sentar ao administrador alodiaoito de
plieaco relativamente aos negocios de liorna,
, a nuil podia dar lugar a un caso de guerra,
. comuiiiiiieaiido, alim deque faca conatar ,|||la 0,.ariladl, .)ur despacho lelegrapliico a
d'alfandega e ao administrador da mesado Ulna
do rcgulamento.
Art. 215. Se liouver saldo a favor do agen-
te, o contador far as precisas notas para
em lempo ser elle iudoinnisado na forma do
arltgo250 do rcgulamento
Art 2t6. O administrador do correio, al
o dia 3 do tercoiro mez do cada s"inestr
do anno linanceiro, ordenara ao contador
quosommeos computos da rccM'a edes-
peza nos livros caixa e de conta corrente le
sellos e cartas com o lliesoureiro e o das
agencias ; mandar passar os saldos 011 dil-
ferencas ao oxtraclo feilo em forma do map-
p, cuja soturna soi a importancia geral de
toda a receila e despeza do correio.
Atl. 247. 1.0,50 que isto so baja feilo, man-
dar o ttt'smo administrador proceder ao
inventario do atl. 200 e 21 i, o adiando ser
ludo conformo aodeduzido no balanco ox-
cousulado que S. U. Imperador liouvora por
lii-ni oonceder o sen imperial beneplcito ao
Sr. Ficdinaiido liiebcr, para que pussa excrcor
noste porto c cidade o lugar de vico-consnl da
nacas Austraca.Neste sentido ofUclou-se ao
capitn do porto, e ao chefe da polica.
Dito.Aoconsiil nnnieado da republica fian-
ce/.a.T011I10 a salisf.icao de coniiiiiinicar V.
S. que, por aviso da secretaria de estado dos
negocios eslraiigeiios, datado de 20 de ntilu-
bro ultimo, me fui.declarado que V. S. poderia
entrar 110 exercieio do cargo de consol da re-1 ^"niita 110
publica fraucc/.a iiosifl provincia sem embargo Londres.
de nao estar anda munido to exequtur impe-
rial. Fa/ondo esta coininiinicacao aprovrito a
opportuaidade para congralular-me com V. S.
por srini lii.inle motivo, c para exprimir mi-
aba consIderacSo e obsequio. Fueram-se
ueste sentido as coiiiiiiiinicacoes neeessaras.
Dito.A Joaqiiini Cavaleante de Albuquer-
que, ooinmunicando. afltn de aue mande sol-
citar o seu Ululo na seciet.itia da jtiitica, que,
por decreto de 31 do outubro ultimo, S. II. o
das divisos de que se compe o exerci-
lo dos Alpes, que le conservasse prninpta para
marchar para alarselh.i, afltn de ir rel'orfar o
exerclto rspedielonarlo.
Dizia-se laiubriii que, visto o estado das cou-
sas na Turqua, a esquadra fraileis estacio-
nada as libas Hyeres, linha recebido ordem
de fi/.cr-sc vela para Siuyrna.
Mr. de Toequevllle, respondendo a lord
\ 11111 inliv. o qual Me cnmitiiinicra as inten-
tos do governo ingtez acerca dos negocios da
Turquia, disso que o gabinete de l'aris sogue-
ocio a iiirsm 1 marcha que o de
cada mez dous balanretes da receila e dos- dous exemplaros do dito balanco para se-
trabido dos livros, mandar faserentilo os |i|lCl..,,|ur homo por uoiaeaJo para o poste
competentes termos nos mesmos livros, on-
de so declarara aquella conferencia o ajus-
Uiiunto de coi.la. (Modelo n. 31.]
O contador aprcsonlara ao administrador
dousexemplares dos ditos termos para se-
rem remitirlos, utn 110 director geral o ou-
tro ao thesouro.
Art. 248. u administrador ordenar ao
contador que faca o aprsenlo at 15 do ja-
noro o balanco delnitivo do ex rcicio ante-
rior, incluida a impoitancia dos quatro ha-
laicos trimensaes das agencias, no qual ro-
suu.idiimeiite so declatara na leceila, com
distincefio de cada un de seus aitigos, a
somma to quo entrou por cada artigo na-
quella anno, e o quo ficou em divida de ca-
da un), assim cobravol, como da ilivrda em
cxecuQio ou fallida; e na despeza quanto
se despendeu 011 pagou no dito anno por cu-
da artigo. E far o mesmo administrador
por escrpto as observaces que Ihe parece-
rem proveitosas ou para mellioramonto da
receila, ou para evitar qualquer despeza
intil. (Modelo n. 32.)
O Cunladur apresenlar ao administrador
peza do correio, para serem remettidos
umao diiector geral, e outro ao thesouro.
Este halaticelesera registrado em caderno
especial.
Att. 237. Para formar o bslincete de ca-
da mez, deve o contador exlraliir do li-
vro Caixa toda a receila apurada, e despeza
paga
ramos.
rem lemcltidos utn com os livros e docu-
mentos necessaroi ao direclor geral, eou-
tro ao thesouro publico nacional.
Ait. 249. Para formar o balanco ;;cral de-
finitivo do anno ilnajicciro, o adiniuislrodor
miniara sotninar as diversas parcellas da
receila e despeza do livro caixa e do de con-
durante o mez, pcios seus diversos! las crrenles de cartas o sellos, com o llie-
Isoiiicito, e os das agencias e conlroiilando
screver em urna f.ilha de papel paulado! cada urna das ditas parcellas e sommas com
na primeira linha o tituloItalancete da re-1 as dos livros auxiliares que Ibes con es,on-
ceita o despeza da adii'.inistracao do corroio, deni, e os mais papis processados no cor-
no mez de lal, do anno de tal-e no centro I reio, inclusive o inventario da thesouraria
da pagina esquerda na terceira ou quarla arl. 209 o seguimos, fara declarar em temi
linha a pslavra-lteceila, o no da ireila especial se ada as contas regulares e boas,
em frenteDespeza--, ambas em caraclc-l mandando proceder em caso contrario na
res tnaiusculos. Tracara tanto a parlo da forma da lei contia os responsaveis, e ro-
receila cmoda despeza, formando duas metiendo o dito termo com o balanco ao di-
columnas, para separar os militares dus rector geral. (Modello n. 33 J
qusniius de cada addicao e om seguida,
principiando pela priineira linha, apoi a-
Arl. 250. Confrontados os valores exis-
tentes ein sellos, caitas o mais papis de
ile comiii.iiid.'iiiic superior da guardi nacional
dos municipios de ltuda e Iguarais.
Portarla.Demillludo a Tnomax do Aquiuo
barbosa 1I0 lugar de subdelegado da freguozia
de Santa-Marta da li i-Vista.-Inlelrou-se o che-
fe de polica.
Commando da pra^a.
Quartel do commando da praca na cidade do
lterife.de Pcrnambuco, 14 de noremhro de
1849.
OUDEM DO DIA N. 70.
Faco publico para coiihecitnento da
gaernicflo, que o Exm. Sr. presidenle da
provincia em diversos ofiicios datados de
hontem tnocoinmunicou :
Primeiro, que por aviso da ropatliQo da
guerra de 18 de outubro prximo lindo,
Ihe foi participado, que S. M. o Imperador
por imperial resoluco de 13 daquelle mez,
tomada sobre consulta do concelho supro-
ino militar ; kouvo por bem indoferiro ra-
querimeuto de Veridianode Siuiza Hroxado
Jnior tcnenlo do nitavo batalho de carpi-
dores, podindo sor r.fortnado com o sold,
que Ihe competir, ou som voncitnento al-
gum, viste nflo ter provado achar-se lite-
ralmente enmpreh.Midi lonas tlisposit;0es,do
alvar de 16 de novembro de 1790, e apenas
consta, quo cotila 7 anuos de servico, e que
fra julgado incapaz do servico, por soffrer
moleslia inciiravcl,devendo por isso ter ou-
tro deslino no.cxcrcito.
Segundo,que por aviso da mesma roparti-
co de 30 do dito mez Ihe foi declarado,quo
o vapor D.-Affonto trazia para esta provin-
cia, os Srs. capules Pedro Torqualo Xavier
de Brito o Manoel de Hatros Rodrigues Pon-
seca de llrito, eoSr. lenle Manoel Fran-
cisco CoelhodeOliveira Soares, o primeiro
do imperial corpo de engenbeiros, e que
nilo se apresonloii, eos dous ultimo; do
eslado maior da primeira classej; bem co-
mo, quo esles pdem ser empregados como
oiriciaesdoestado-niaior, ouemcotnmissao
de ongeulioiros.
A respeito do Piemonte corria era Pars que
o governo francs havia sido informado por
un despacho de l'tiiim que a cmara daquel-
le p 11/ linha recusad 1 votaros 15 milhcs ne-
eessarloa para pagar Austria a priineira pres-
ticao das dspotas da guerra, e que*em ennsc-
quoncia disso o gabinete linha resolvldo dis-
sulv-la iiiimodiatamenlo, e provocar a revisan
i da coiistilucao.
Na Austria ludo se achava j tranquillo; a
fortaleza de Comorii tinha-se rendido, com a
coiidie.io, alm de outras. de ser livre s pes-
soas mais coinproiiicttidas o relirarein-se para
paizos c.trangoiros.
DUia so all que as dflereneas com a Tur-
qua tinham sido reguladas amigavelincnte
por lliterveneio dos ministros inglese fraucei;
o imperador da Austria satisfet-se com serem
o ii'ln.M iilos hngaros, polacos e italianos
transportados para a Inglaterra 011 para os Es-
tados-Lindos ; mas a carta scguinlo, escripia
do Vicua cora dala de 2 de outubr.i, inostra
que era de recelar qua o ciar nao tcasse mui*
tu salsfoilo com este acto do sen altiado.
n Espalhou-sc hoje na praca do commercio 0
boato de que as dillerencas sobrevindas com a
Pona Ottomana eslavaiu arranjadas, visto que
o imperador,cedeudo aos conselhos da Franca
c Inglaterra, conscnllo ein nao exigir do sul-
laii si-nao a remoco dos refugiados hn-
garos, polacos e italianos, os quaes devoio
sor transportados para a Inglaterra 011 para os
Etlados-Cudos, no que a Porla acceden.. Di-
lia-se tambera que este acto do iuiperadur 1 il-
ves dsse occasiao a un roinpimento com a
Russa, o qual ja se annunc por un scisina
no gabinete, pois os dous ministros centralis-
tis, o principe de Schwartzeinberg e o cava-
Iheiro Uach, os quaes, contra o voto do rundo
M nli ni. invocaran o soccorro da Russia con-
tra a Hungra, liciriaui ou sahiriain com a
poltica russa na Austria.
Antes do governo turco responder aoseni-
baixadores russo e austraco acerca da en-
trega dos refugiados em seu territorio, o
ministro dos negocios estrangeiros Ali-Pacha
dirigi ao ministro da Franja c ao cmbaixador
da Inglaterra una nota, na qual propunha
as seguimos questoes :
1." Os tratados de Kulcbuk-Kaynardji c
Passarovitcli dao s duas potencias (a Russia e
Austria] o direito de reclamarcm a entrega
dos refugiados huugaros ?
2." A recusa da parte da Porta de entregar
estes refugiados constituira urna infraeco dos
tratados ?
3. Em consequencia desta recusa as duas
potencias poderiam deelarar a guerra Porta ?
.4." Se estas potencias declarasseni a guer-
ra i Porta, a Franja e a Inglaterra sustenta-
ran a Turqua cora forca armada?
. O3 refugiados reclamados pela Russia
so vassjlloi denla potencia ?
ILADO


t<.-rvgriiJL"ji i." \ i raan de que a recusa da Porta tlBo
fe ncflitlda lenin de un lomplmenlo de re-
\t,.,-. entre O divn e es i.,fniMrn lias tina
iinloi can reclamante*, e de mu Miado mais
mi inclina prolongado de friega a malevolencia
ricial dual poIritclM p*ra com n Turqua, a
Frane" -i Inglaterra i.itcrv riam junio da
.ri; patencia* para rcstabclecei relaroei
tuhrr ten amigo pe.'
Jiiini' dial miente depois de lercm recchido
rrria i'oiiiuiunica^o, o* einbaixariorca de Fran-
ca "' Inglaterra se reiinuiui pira coabrir cric-
eldlram responder lugo ella por nina nota
eullei uva, a qual fui enriada a l( de Miem-
bro mi ministro dos negocios estrangeirns pe-
los nrlliieiroa drogueinauf destas cmbaixadas,
os Sis. Core l'isanl.
A tesposta fu-mulada pelas duas embal-
sadas am sua nula collectiva podo ser assm
resumida
a QuanlO primeira quesillo: N3o os
tratados de Kutch'ik-Koynardji e Passaro-
vitrh nlo conferetn esto direito a Austria
nem llussia.
(.maulo segunda quesillo: Vio; a
recos da Porla mo constituira umain-
11 .M-i-fo ilos tratados.
o iiiimiIii lerceira quesillo : Nlo se p-
ile ailiniltir que esta recusa DOSSl ser se-
KUila da urna declarado de guorra, e urna
tal declaradlo, se livesse lugar, n.lopode-
ria ser justificada,
o (manto a quarta quesillo : Os ilous em-
balxadores nlo pdem garantir oconcu'so
das frcaa tinadas da Franca e Inglaterra,
scn.loen virlude de msmc^Vs especiis.
Ouanlo a quinta quesillo: lie possivel
que alguna dus refugiados' reclamados pela
llussia l en luiu sido ou spjain a i oda vassallo*
desla potencia; mas, para geueralisa-la, lie
inconlcsiavcl quo os refugiados, Cuja en-
trena lie reclamada, DllO s.lo vassallos
rilasoa,
a Quantn i texis quesillo : Sim; a Franca
e a Inglaterra inlervin'an anualmente jun-
to da liussia e Aust is para o lim ile resla-
lielec. -rom a lioa intelliOncia o as linas re-
laioes entre estas duas poleurias e a l'orla.
Eis-aqui o que se lo u.is Tullas iugle/.as
rete dosis quesillo :
Corrrtptmdencia do Tima Depoisdo rom-
pi enlo das relaces diplomticas entre a
Sublime l'orla e os embaixadores da Aus-
tria e da Hussa,OS uegurios dcsles teem si-
do expelidos pela legarlo prussiana. Co-
mo os agentes do czartcem empiogado sys-
lematicamenlo o lom da ameac.a para com
n l'orla Otlomana tcmr-se quo S. M. I. a-
dople medidas violentas, se lie que ja as
pito lem adoptado. Osullfio a sena minis-
tros parerem receiar algum icontec'meiilo
grave, ea inaior clividade contina a rei-
nar no ministerio da guerra : una armada
consideravel de navios de vapor acha-se
reunida as agoasdo Bosphoroe no porto
da Corne-do-Ouro, c entre o mar Negro o o
mar de Mira ara arham se anchoradusdozo
naos de linlia pe ledamente equipadas e
aliundintenieulo prvidas de armas o ntu-
jl lees.
He geralmcnlc recoulieciJo que ne-
nhuina nactlo europea possue aclualmanlo
urna armada niais India, e os liomens os
inais competentes nllirmam que ufiicacs e
niarinheiios cuten lem perfcitaiuenle do
seu ollicio.
exercilo reunido em redor de Cons-
lantinopls eompoe-sc de 100,000 liomens.
ns soldadoi fazem exereicio desdo a ma-
ntilla at noile e silo Tregen temen te ro-
\isla ios piloserasquier
Glribe.Posto quo reconhecamns a gra-
vidade das noticias chegadas de Constanti-
nopl, nlo eremos todava que orompi-
menlo das reanles diplomticas entro a
llussia e a Turqua, por nlo querer o divn
entregar os refugiados hngaros e polacos,
possa conduzr guerra, Suppondo que a
Itussia nao rrocurava seno um pretexto
para fazer novas usurpacoes ao imperio ot-
tomano, parece possivel que consideraste
o ObladoSOtUlI da Kuiopa conio favoravel
a rasas usurparles, lem se iiiquielar com o
prelcxlo que invocara, fiesta, 1 orm, >iliar-
se se a opinifio da Kuropa pode ser hoja des-
pezada com mais seguranza do que em
n!guma outraBPCa anterior. Napole.lo ca-
bio por ler desronli rido as fOrcas morara
n polilioas, lias quaes entretanlo iniha vis
lo um.elemento principal do successo na
guerra u o mesmo senliini nlo universal da
Europa, que fui o primero motor do sua
queda, su man:foslaria preseulemenle 10
primero alaqueque roste feito pela llussia
contra a Turqua.
(I czar lem tanto direito de mpr i Eu-
ropa nina le nova internacional comutein
Mr Lamaitino. A flaqueza da Turqua nao
piule prejudicar o grande principio de que
selraln o hepiccisn que a llussia contasse
minio rom esta fraqueza pira se atrever a
exigir o que uo poda ser concedido sorr
deshonra. Ver o czar na recusa da Turqua
um motivo para rouii intento, seria nunun-
ciar a Europa que tein ceaaado de consi-
derar i'ssa potencia como uina potencia in-
depeiidenle; enti ota lito que a integrnladc
da un sma lem sido reconhecida como min-
io imptiiunie para a iccflo combinada da
Europa. Um ou duas potencias nao p-
dem a sen rhiirio roiTsidrrar a depeudeii-
ei iia Turqua o seu respailo como um fic-
to consunxnado
ilondii Ciemos, sgundo todas as cir-
cumslancias do negocio, que e.-sa ridicula
exigencia n0 foi leila a l'orla Oltomana
.seiiilo para suscitar-llic urna quealflo, Mr.
I'iliiirsuspmdeu suaa relac,Oesdiplomi-
lic.is com a l'orla e o principe de llad/.i
wll parlio pin S.-Pelerslmigo. Corre quo
o czar declarara om uim cu t aulhograplia
escripta ao sulto quo cons lerana couio
um oatutbtllit evaso de qualqucr dos re-
fugiados de Widdiu, e ci-so generalinentu
que esl dispolo aprlrem e.XtcuQ.lo esla
aiiuat,n; mas, como sir Straford Canuing
o general Aupirk leein sustentado o divn
contra a prelencflfcs exlravaganles da crtric
de S.-I'ctershurgo, he pouco provavel que
a llussia persista em declarar u guerra ao
sultilo.
.Sunlima guerra goral europea parece
inminente lioje ; guerra entre a llussia ea
Austria de urna parlo c a Turqua da oulra
poiadi pela Franca c a Inglaterra. O im-
perador di Austria ten) sede do vinganea, e
o imperador da llussia t lo de conquista,
(incas sejam dadas ao lieos dejustiQn, a
mascara esl agora levantada. A poltica
diablica dos duus imperadores, a qual so
lem assignilido por nqtos recentes de liru-
Ulidadoecynismo quo o proprio AU1I.1 re-
provaria, lie hoje plenamente conhecida.
I01 felicidade de Abdul-Meschd, ello he
admiiaveluunle lustenlado polos omhii-l
i>iio....inua que um mo p.11 calumnie
seu genro.
Apenas se ultimar esse negocio o respei-
luvel pohliro ser mnucnsr.mente infor-
mado lo procedimenlo do Sr. Lobato para
commigo.
Itccife, t4de no>embro de 1819.
Manoel de Almeida Lopet.
Senhores redatores: He natural que o an-
nunca incerlo no son Diario de ti do cor-
rente acerca de uma machina de deilillacjlo
sita no engenho Hha-do-Morgado, despule
algumns lessas miserias tilu treviaes quan-
do uos querem para si a gloria quoaou-
trom deve caber.
Esta machina do nvencSo nteiramente
particular foi executnda i visla da planta
da seu autor pelo hahllissimo Sr. Jos Na-
bo do Amiral Lobo na fabrica do Sr. Andra-
de sita na ra Nova; prestava este Sr. os
maloriacs necesarios para a execuc3o da
obra. I o tambem um particular que do-
lineou e fez executar n astenia ment til
qual po le ser visto em dito engenho. Dei-
xo a nutro mais hahililado o elogio doste
apparelho simplificado qnnnto sor pode, e
proJuzin lu o mesmo efi'elo quo os de De-
resne na deshilaran Continua do garapus.
lid esta a verdado sem nenliuma altera-
qo, por cuja puhlicaflo muitoobrigariio o
seu conslante leilor
D.C.
variedades.
Correspondencias.
Senhores reJacljiei: -- LenJo eu urna cir-
cular do directorio do partido da ordein, em
a qual su dignaram apresentar os noines do
seis sentinas l'ernamhucanus para senado-
res, fazendu assm lambrar a os eleitores
que teem deeleger os cidadAos que deven,
A M.\l TICIJE.
Um desses Crimea hediondos quo enchcm
de profundo horror a humanidade acaba de
ser perpetrado na freguezia de San-Harlho-
lomeu di ilha Terreira.
Urna ferina mulher, um inonslro, a quem
renugna dar o doro lilulo de nifli, rlepola
de ler espancado brbaramente sua filha de
ida le de 12 anuos, teve a ideia horrivel de
a pendurarem um tirante, aluda com uma
correin por balso dos bragos, e depois a-
montoando para debaixo da infeliz uuia
porcilo de herva secca e palha, largou-llie o
fugo, Meando sorda s supplicas e aos gritos
agudos de sua filha Este CoracfiO de car-
rasco levo coragorn de sabir depois, fechan-
do a porta, e deixando a desgracada a lutar
entro as convulsoes de tilo horroroso sup-
pcio.
Ascbammasda foguera queimsram viva
a pobrezinha, que devia, antea de expirar,
soffrer as mais lerriveis dores e agonas. A
barbara acha-se presa: interrogada.coofessa
ludo,mas nega a nl-nQ.lo do crime.que pro-
cura attonuar dizen lo : Que teve so em
visla castigar o intimidar a filha, nlo pre-
611110 tilo funesto resultado. Ser islo
crivel ? (tuvimos que domingo se procede-
r a coipo de delicio e autopsia no ca-
dver.
As labaredas havam queimado as pernas
enadegas da malfadada victima, cujo as-
pecto causava a mais dolorosa impre.-sao ;
porm o vestido e a camisa achaiam-se in-
tactos do fogo, oque demonst'a que a fe-
roz Meua leve. 11 fra prccaug3o de Ih'os ar-
regagar! A mili monstro pareca hoje cons-
ternada esubmersa en profunda d(V, e iio
cessa de repetir que s teve o inlenlo de
mellermdo filha e corrig-la, porque
uma das imillas da desgranada, do iJade do
Ca 7 annos, que com ella tinha andado a
respingar, na companhia do uro rapaz do 13
prehenchor as vagas dos duus senador es por ann'os.'lhe viera di/.er que ella tinha feilo
perleucen lo ao mesmo1
esta provincia, e
partido approvci inuilo a lembraiifa ; po-
rm julgava que o directorio niiodevra li-
milar-se aos seis senhores que apparecem na
circular, os quaes, posto sejam mili dignos
do ilOSSl escolha, comtudo mo mo privam
de lomhrar mais os nonies do ouhos quiltro,
actos desonestos com o rapaz. A autopsia
verilicoua inlcira pudicicia da victima, e
jor isso a coarctada pareco falsa. Oh ser
possivel quo netta horrivel tragedia h.ja
mais Inulalidadequemaldade:' A justi?! o
indagar.
Que o recelo de ficar infamada, um mal
a salier : O exomplar dos sacerdotes, vi- entendido pejo ou modo dos pas, arraslem
gario Francisco Penetra Brrelo, o com- um;, mulher ao excesto desnatural do in-
mandante superior da guarda nacional Eran- fnnlioidio, liorrorisa, mas concebe-se ; po-
citco Jacinllin Pereira, que lem sacrificado rnquiuma mfiidfi a morte a um l>ho,
asna fortuna e vida pelo thriio e polo to-. nepois de o ler visto sorrir, de oatnamoniar
rogo desla provincia em todas as pocas, e colher suas iiiiiocentes caricias!.... An !
desde a sua piimeira palele; o aompro islo revolla a nalureza, e mo ha no coligo
honrado vico-picidcnlo Domingos Mala- pena| ,ia humani lde castigo curresjuu-
quias de AguUr l'ircs l'erreira, e o Sr. I)r.
Antonio Peregrino Macel Mnnleiro; olevan-
do aatim o numero do 10 Oi prODOstOl pa-'
ra d'Onlre elies serum escoltiiios seis ; islo'
para que lu lisia mo parcQa como uma ch 1- i
pa de imposieflo, pois, ettou bom certo que ,
as inlentoes dos honrados inemliros do .l-
reclorio nao sao o de imporclM|a, esiin
lembrar os cidadQos nos eleitores
Desculpem os senhores do dlrecloriooi-
tus r.flexes, pois as nlo fujocnm o inten-
to de ottonder o melindre do alguem, o sim
dominado pelo espirito patritico.
Queiram, senhores redactores, dar lug ir
no sen jornal a eslus refleCfOet, desculp.ui-
do-meos leilores as fullas que as mesillas
acharom.
? ?
Sr>. reductores. Tenlo mcu sogro Joa-
qun) Lobato l'erreira publicado no hiario
de honlem'o requerimenlo ila quexa que
calumniosamente intentara contra mim le-
la supposta tentativa de incendio em uma
denlo a tilo negro attentado.
( Afiiriano Oriental. )
(ornnt do Commercit. )
USO DO CLOItOr'OlUHO UISSOLVENTK.
1 O Sr. u 1 rli iiiiou a atlenfita dus chimicoa
sobre o uso <|iic se puderia fu iiiin pomo dissolveulc. K-.ii- liquido, com ef-
leiio, dlisulve em abuudancla os eorpui gor-
diirenlos e resinosos, e-geialuietiic lodos ot
productos mili carbonado.
ile a borracha, scui llovida, urna das subs-
tancias 111 ii' 1 a IV.111.11 ias a accao dos dsiolven-
les. U cliloroformio a dlaaolta a fro, muio
i iiii-ll.or do que i|iialquer oulro liquido, c dei-
xa-a, pela evaporado, com todas as suas pro-
prii'ilaile, priuiilivas.
U chluroforiuio ilissolve em grande quanli-
! dude a resina copal, e d nina dissuluco I im-
pida que pi'nle-si' empregar cuino verniz.
!. lie muio dilcil purificar o chrysena por
mel dos dissolveulc* ordinarios; podciu-o ler
lliul puro e eni pouco tcinpo dissolveudo-o
pelo calor no cbloroformio, c deikaudu-sc cs-
friar naturalmente a diasolufao.
SUDSTI TUIC.AO DA CEUUSA PELO BR ANCO
DF. '/.INUO.
randa, que diz ser sua, sendo alias iniulia,
. ,, A tinta blanca de chuiubo, a cerusa ou car-
por haver tocado a nuuha mulher no inven-. I)0nal ,,r c,Mlll,UOi ,,Ci collll, ,e Mbti vr.
(ario de sua mili, nlo posso deixar de re- nrno violrnto. que mullas vetea lem causado
pellircomlodaa cllic.icia a calumnia que '""'V* u,"fi'"s ''ue ..rf'',a"l,etM l","-
' ^ tures que o cinpregaru. O Sr. Leelairc acaba
acoinpanhou essa publica^ilo. Disse esse defazrruiua descuberla 11 til liumaiiidaiic,
homcm, que pubticava dito iequeri.noiilolacl"",du procciso para produtir as limas
, verdes, ainarrllas, brancas c encarnadas lem
e despacho para que te ISOM/MtlM ot termot da empregar ncni cobre, ncm chumbo, neiu qual-
le, vitlo que o querellado te j tiara unca ulava prenhadu.
I.oli (o levo em visla no s ciluinniar-
meoolTendcra mais alguem, como indis*
pi'n' o 1 ui/o i' mi ra mu Para qualquer pro-
cesso ler andamento he preciso que primei-
ramenlo seja publicado polas gazotas o re-
querimento de qaels*? O processoda quexa
quo iiilenlou Lobato se acha ha muito ult-
mado.cj respondido pelo Dr. promotor,co-
mo mui bem sabe o mesmo Lobato,faltando
nicamente a deciso do Sr. juiz, em cuja
conclusilo so acha o processo ha pouco tem-
po, senlo que para sahir o despacho niio be
ni'cesiiiria 1 advertencia na gazula. lie tal-
ladores de Inglaterra e Franca";Mr. u'pick I so que me jactatse, como diz oSr. Lo-
Hrsolvrii o piobli-uia do modo seguintc :
l. i.oii,|.i./ urna linca branca innocente com
o tinco ;
"2." Algumas variedades de lint .s aiuarellas
com o mesmo metal ;
V Una linta encarnada brilhanle, lendo
por base o sulfato de antimonio ;
-i la-llas tintas verdes, provenientes da ac-
fiio do iimiIii de tinco sobre o sulfato de co-
balto.
Nao te liiuila a lato a sua bella dcscoberta
Era preciso adiar um oleo secca me euique
nao entrasse sal de chumbo, e que Tone inno-
cente e estavel. Acbou um oleo, fazeudo fer-
\er una mistura de ZOO kilograumai de oleo
de luiliaia e 10 kilograiuiuas de per-uiydo de
manganeee preipbyrisido.
Alni dai facilidades em produtir estes pro-
duelos, e dos seos II'- i ios iuolt'entivos, ollere-
eem druiais uotavel cconoinii,
(fo Correio Mercantil.)
cslr Straltotl Canning gozam meroeida-ibalo, tjw nlo ser capaz de apresenlar uma
monte de luda a conllaeoa desle monarcha. pesson an o qucni en fallasse.
Ambos estes tenborea, declarndose em !
prol da poltica generosa argida pelo mes-l
tno, rpii rom fazer iniinipliar a causa da hu-
m uidade. Sir Strulfor.l Canning be quasi
o ministro da guerra to snlio. Constan*
i inopia sera, purtanto, protegida.
> Lord Paltnerslon deve hoje obrar com
nroniplidio. O povoinglez vera com pn-
zer a testa da esqualra ingleza nosDanla-
nellos o bravo sir Carlos Napier, o heroo do
San-Jote to Acre. Lord Palmerston dovn
aproveitar esla nrea-ian para defender ao
mesmo lempo a causa di, Inglaterra, a da
Turqua, a da Hungra e a d< civilisa;:lo
Se elle permanecer fiel causa com a qual
seu nomo histrico e dittincto se acha iden-
tificado, ha tanto lempo, poderemos scries-
lemuuhas da Consolidarlo de uma Turqua
livro o in lep.'menlo, da urna Hungra liyre
o independeule, de uma Polonia livre o n-
depeo lente, de urna dissoiucilo da Ans i i i,
da iacorporacilo da Sahoia a Franca, da ac-
i|iiisieau de Testpela Inglaiterra, da muo
da I 11'iih ird 1,1, do Piemontee tle Veneza; do
eslahelecitnento da nacionaliJaile debaixu
de um governo central, e do aborto de to-
dos os sonhoa do aulhucrata nu que respai-
la ao seu projeelo de suhjugar a Europa oc-
cidental e acabar com a diplomacia
Morning Adcertiter. Toem-se exagerado
muito as 1'orc.as reaes do czar; entretanto
he bom quese saiba que os 150,000 liomens
que elle envin Hungra eram a flor de
seu oxerrito, e que muito Ibecuslou a com
pialar este numero. Kmquanio a Turquia,
lioje mais fui le duque ha vnle anuos, re-
sist s primeiras aggressOe.s, um levanta-
metilo loria provaveluienle lugar no me
rur da llussia, ou uma insurrecio roben-
faria na Polonia russa, o quo bastara para
fazer pedamos ocolusso moscovita; entre-
tanto eremos que niio ha que leiner nenliu-
ma collisSo. O orso do nufte rugir, e rati-
gera os denles em seu covil, mas nao OS*
teudei a SUAS garras sobre a Turquia
a A infundira russa cenia 315.800 lio-
mens, a eavallaria regular cotila 7..n.! i ca-
vullos; a eavallaria irregular 80,000; 30
regitnenlos de costaCOt de 500 liomens cada
u in i.i.iiuii ; artilhaiia e sapadores 35,000.
Total niiini.mi das fArcaS russus 5l3,7O lio-
mens.
"He muilose um quarto desla fica poJr
ser empregada etn urna goerra do invaste.
Lina giande parte to ejercito russo niTo
pude saln torada llussia, he o que aconte-
ce a luios OS despotismos militares. .Nao
lio demasiado um mtio milhte de soldados
escravos para vigiar e conservar em respai-
lo u do un lu'ies de oulros escravos disper-
sos em um paisouja superficie lem mais de
seto militos de militas qiiudi.i las.
A llussia nao he, poitanlo, ssaz formi-
davel para ser perigotl a l .mea ou Ingla-
terra, e mullo menos ain la a ambas, se es-
lus duas potenciasquizerem prologer a Tur-
qua contra Nicolao. Elle no pode sor tilo
louco.que chegue a obrar de'sorle que a In-
glaterra enve uma armada ao inarNegio,
ou a I-ranga umexercilo a Polonia, o que
acontecera inevta val mente so inarchasso
couiia Constuntinopla.
Va 1)1 cales a pedido.
SONETO
Que a S. U. o Imperador dirige o detterrado
Daniel Rodrigue! de 3ant'\nna, va Win de
l'ernundo-d-Noranha.
A li sabio PEDRO maior que Augusto,
Que no grande imperio tudo abracas.
Que os teua vassalos com ternura enlaces.
Que a paz lhes das do leu socego a custo :
A li que eslerno, generoso, e justo,
Que cuches o povo leu de immensas gragis,
Ja dirig, Senhor, minhas desgracas
Forjadas por IraiQo do fado injusto :
l.onga prisflnj pois, tem-me exemplado,
E ornado melhor meu pensamento,
Assim mesmo inda vivo desterrado.
He desgrana, ni he mcrecimento
Que me conde m na vi ver expalrtado,
Valha-me, Alio Senhor, leu vilimonto.
Fernando, i. de novembro de 1819.
SONETO
Por interno dever de graliddo que voto ao
Kxm. Sr. brigadeiro Francisco Sergio de
Olive ira.
Niio fallo a verdsde, Sergio amado.
Que deixando esla ilha, o negro manto
Que slo cubri, e o amargo panto
Qual diques correu alvoratado.
Foi leu rgimen tle governo meditado,
SuiviiniInn a discordia, mil bens oh/ qnanto
Aos miseros fizestes, que em rada canto
Em vilo te busca, quem vive consternado :
Entre a corle das llores no jardim
Teus das ter conlenlamenlo ;
Desla forma mcus malos tenlo lim.
Vence meu fado, prosegue o intento,
Que o ribombo da voz, e do clarim
Ao mundo dir ten valimeuto.
Ilha de Fcrnando-de-Noronha, l.o de no-
vembro de 1849.
Por D. R. de Sant'Xnna.
COMMERCIO.
aaeja-aaaajajaBaj^
dcr. dirijam-se fcdila repailic3o durante as
horas do expediente.
All'andnga de l'ernamlruco, 13 de novom-
bro de 1849. 0 inspector, Ans Antoniou
Sampaio l'ianna.________
HaTaal
lleclara^es.
ALFANDECA.
Rondmento do dia 15.....16:821,759
I.MP011TACA.
ltaphnel, galera ingleza, viudo de Liver-
pool, entrada nesle mez, consignada a Me.
Calmont & C, manifestou o seguinte :
20 laxas de ferro, '% volumes lazondas de
linlio, 30 ggos, 70 meios ditos e I sexta
lour,a, 200 barrs mantega salgada, 128 di-
tos dita de i orco, 4 volumes fizendas de
13a, 4 ditos ditas de seda, 192 dilos ditas de
algodilo ; a Me Calmont & C.
14 ferros; a Win. Kelley.
413 arrollas o 31 libras ferro em barra, 2
paroles bqo ; a l'.owman Me. Calum.
269 ai robas e 9 libras ferro embarra; a
A. V. S llarroca.
88 volumes fazendas do algod.lo, 20 dilos
ditas de linlio, 3 ditos ditas de 13a, I em-
lirullin mollas para carro, 1 caixa rafe, I di-
la Jazcndas para colleles e ditas de algodilo,
1 dila relogios de ouro, 1 fardo fileli; a
Deane Youlu&C
2caixas miudezas, 4 fardos fazendas de
Lia ; a G. Kenworthy & C.
1 caixa fazendas de algodilo ; a J. kol-
l,er & C.
i I caixa livros; a II. Christophers.
4 riiixas miudezas, 1 dita fazendas de se-
da e lila, I pacote dila de linho, 30 volu-
mes ditas de algodilo ; a II. Cihson.
100 harria chumbo de municte; a J. Ry-
der &C
2U volumes fazendas de algodilo, 1 fardo
cobei lores, 1 caixa fazendas de seda, 1 dila
I.olas pintadas, 3 fardos gnora-se o con-
fu!", 1 dilo faendas de lila, 1 caixa di-
las de linlio ; a Kilkmam e iranios.
I barril cevadinha ; ao Dr. Arbukd.
8 fardos l'./en las de algodilo, e 2 caixas
com C00O palacVs; a N. 0. ieb'r& C.
I Caxa pannos ; a A. J. V. de Miranda.
<5 volumes fazendas de algo iSo, 2 dilos
ditas de dila e linho, 3 caixas ditas de lila ;
Rouyle.
1 aixa ferngens, 1 embrulhoum trsnso-
lim do ouro ; E. Ilayner.
8 caixas fazondas de algodilo; a Fox
Brothers.
351 arrobas o 3 libras ferro em lenqol,
140 caixas queijos; a Itrander a llra-dis.
4 caixas fazendas de linho, 1 fardo dilas
de algodilo ; a James Crablree & C.
5 caixas fazendas do algodilo; a Ro3as,
Braga & C.
50 barril mantega ; a Johnslon Pater
& Companhia.
23 fardos fazenda dealgodSo ; a C. I. As-
ibey & C.
100 barrs mantega ; R. Jameison &. C
CONSULADO GEIIAL.
Rendimento do dia 15..... 257,123
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 15.....2:374.029
iMovimenio do *or!o.
riavio entrado no dia 15.
Maranhfio 43-dias, escuna brasileira Ca-
Innte-Maria, de 149 toneladas, capilSo Jo-
s tiendo de Azrvedo, equipagem 16, car-
ga sal, arroz e mais gneros; a Silva &
Grillo. I'assageiros, Agoslinho l.uiz Fer-
nando. I'orluguez ; el escravo a entre-
gar.
Navios sahiiot no mesmo dia.
Em coiunissilo Vapor de guerra D.-Pe-
dro, cotti'v-ndaiile o cipitiio-lonente Jos
Mari? Nogueira
Bahia Patacho brasileiro Santa-Cruz, ca-
pililo Jo;!" Anillado Ja Silva, carga varios
gneros. I'assageiros, Jos Marlins Alvos
com 1 escravo.
Pa rali iba ltale braaileiro Conceimo-Flor-
das-Yirludei, rapilio Elias do 'llozario,
carga varios gneros.
llHT.AL
Pela inspectora da alfandega se man-
da fazer publico que se pretende comprar
3000 libras de zinco em folhas para a cob^r-
Coiupahhia de Beber be.
Odireolnr da companhia de Beberili,
convida ansSrs. accionistas para que ha.
jam deeompa eccr no da 20 do corren te
pelee 10 horas da msnhffa, no escriptoriri
da companhia, alim de se efibetuar a rey.
niao ordinaria mareada no artigo 17 dos
estatutos.
Parante o cnneelho dn administrac.ln
naval tem do comprar-se 150 a I que i res do
fariiiha de mandioca, ( alqueire elno) pe
lo que convida-se quem convier'fazer st-
mellianle venda a comparecer na aala de
suas 1 hora da tardado dia 17 do eorrnn-
le mez, (Uunidns das amostras e propostas
CARTAS SEGURAS VL1DAS DO 8UL PAR
OS SRS.
Antonio Baptisla Gilirana, Antonio Alre
de Miranda Guimaries e Luit Fortunato
Mendes.
Theatro de S.-Francisco.
SABBAD0. 17 DF, NOVEMBRO DE 1849.
Grande e variado espectculo a beneficio
do director
Pedro Doptitta de Santa Roza.
Depois de cxeculada pela orchestra i
ptima symphonia
A CBAA BATALIIA D'ALMNSTER,
represenlar-se-haa mui insigne peca
A ENTRADA DF. D. PEDRO NO PORTO.
00
o dtiembarque dat tropat libertadora nu
praiat do Mindello.
O grande numero do tropa, banda de mu-
sica militar, eo enesrnicado combalo com.
que termina o drama, llie dflo o maior re>|
alce.
Personagent principies do drama.
D. Pedro duque de Dragan;a -o Sr. Anto-
nio Jos Duarle Goimbra.
SbokoSr. Jos Francisco Monleiro.
Etnbaixador-o Sr. Antonio da Cunta
GuimarSes.
O presidente dacamara-o Sr. Joaqun
Jos da Cama.
Villa-Flor -Jacinlho Jos Botelho.
Um preso, velho de 60 anuos Jo.lo Jo-i
Lopes Alvites.
Regedor nuguelslaJos Alves.
General diloJos Mximo Cabral.
C-pillo diloManoel Fiel deSgmarnga
Monleiro.
Soldado ditoJoaquim Jos Pereira.
Zelina, com patente de capillo, e filha do
presoa Sra. D Felismioa Mara da Con-1
ceQo.
Carcerciro. Tropas do ambos os parti-
dosMuticas.Povo, ele.
O beneficiado, para dar mais valimenlo e I
realce ao seu beneficio, dedica aexecucSo |
do drama aos Srs. caixeiros ( em geral J do
commorciodesta cidade, e Implora prolec-
;3o de urna classe 13o digna de reapeilo.
\o (im do drama Sania Rosa e a joven I
Felismina canlar.lo o lindo duelo chegado i
recenlemente do llio-de-Janeiro, quo- lem
por titulo
O MEIRINIIO E A POBRE.
Terminar o espectculo com um bello
danQado. .
Os Srs. assignantes e mais pessoas, que
pretenderem camarotes e pial t, pdem
maular receber os cartees na casa annexa
ao thealro, residencia do ben (ciado, pois
ahi estilo venda : Santa Rosa rulo vai mes-
mo pessoaltnenle convidar aos seua prolec-
tores o amigos, pelos seos miiilos fizeres.
O thealro oslar decentemente ornado.
Principiar o ilivn tmenlo s niio e meia
horas da noile, com a chegada de Suas
Excellencias.
N. B. O beneficiado pede aquella alin-
elo quo o respelavel publico costuma a
l'T-llie, nao mi no ileseinpenlio do drama,
como tanibem n< execuco das symphoniaj,
visto haverem esfor^os para bem deaenipe-
nhar-se : Santa Rosa, para no assustar as
familias desla cidade, previno que nos lti-
mos ensaios, e noile di re, ceseniacan,
havera tiros, toques de rebate por corne-
lis, msica, etc., etc.
PUBI.ICACAO' LITTERARIA E RELIGIOSA.
Sihio luz em lingoi vulgar o mais per-
fcito calhecismo de doulriua christ&a, o de-
cretado pelo sagrado concilio de Tren'o,
para delle fazerem uso os parodio* de lodo
o orbe calholico as suas cxposicrtcs dou-
t ritmes nos fiis i.omuiettidos ao seu cuida-
do e vigilancia, alim de que em todos aquel-
les pastores houvesso a uuifurmfdade na-
cessaria lauto nu ensino das principaes ver-
dades da rdigiilii catbolica, como na boa
ordem e metho.lo de as rxpdr e ensinar.
Esta nova versflo, que a primeira vez agora
acaba de sabir ao publico, se fazis muito
necessarta pelos defeilos da enliga, ja |or
vezes reformada, mas sem poder preenclier
fcilmente os seus fin*, por se lite ter dei-
xado ficar sempre inuilos dos anligo- defei-
los, quo nlu era possivel emendarem-se de
lodo so n se recorrer a um novo Irabalno tle
outra lrailcnt,'3o, inteirimente Itvre sem fal-
lir lidelnlaile que deveser a primeira obri-
gac,3o do tralaductor. Ouemquizer pe-
der adiar no armazn de Francisco Xa-
vier Marlins Bastos, ra do Encantamento,
ti.1l.
Avisos martimos.
" .ni "*
Para o Porto segu, com lo la a b'cvi-
dade possivel, o brigue perluguez Xentura-
itlii, forrado, pregado e etici vil hado de co-
bre, do qual he capillo Zef rino Ventura
los Sanios : recebe carga a frete, para o que
truia-se com o consignatario. JoaquimFer-
reira Meles CuimarSes, na roa da Cru/.
u 49, prrneiro andar, ou com o referido
ca hilo, na praga dt> Commercio.
Segu para Lisboa, com a maior bre-
vidade possivel, o brigue porluguez5.-Wc- ^
mingo, forrado, pregado e enea vi rhado de
robre, do qual he capilo Manoel Concii" ~
Vianna : para Ciega e passageiros ( os que
offerece excellenles comraodos ) dirijam-s*
la do terceiro latido da ponte da mesilla al-lao consignatario, Joaquim Ferreira Mondes
Ifandega : as pessoas que as quizerem ven- IGuiaiarfles, ua rus da Cruz, n, 49, prmei-
ILEGVEL



rn andar, ou ao referido capilfio, na praca
do Commercio.
Paw o Havre she, no da 98 do cor-
rente, a barca ti unen HUa, cepiita l.e-
meltz : quem 1uizer arregar, ou ir de
nassagenVdirija-s aos seus consignata-
rios, J. P- Adour C. na rea da tadea,
'--Para o A*acaly partir impreterivel-
entc no da 26 do corrente, com a erg
une tiver a bordo, o llita Hovo-Oltndn,
mestro Antonio Jos Vianna : quem nelle
pretender carregar ou ir de paseagem, ae
entender*.rom o mesmo mestre, ou na.ra
da Cideia-Velha, n. 17, segundo andar.
-- Para a Baliiasogue, om poucos dias, o
hiato Ligtiro : quem quizer carregar, diri-
ja- ru do Vlgario, d. 5.
-- Par o Rio-Grande-do-Sul o patacho
brasileiro Nielheroy, capullo Anleru Jes le
Aojo, dee eguir infallivelmento nestes
seis dias, por seachar com 3 parte de seu
carregamento a bordo : quem no mesmo
quizer carregar, ou ir de passagem e em-
barcar escravos, dirija-se a Caudino Agos-
unlio de Barro, na pracinha do Corpo-San-
o, n. 6*. .
-Obiale Aguia-Braitletra sabe impre7
torvelmetitenesles8dia8 para o Acaracu
rom escala peloCeara, com a carga que
houvcr: os pretendentes i carga ou passa-
gem, dirijam-se ao eicriplorio de Manoel
T.oncalvesda Silva, na roa da Cadeia do Rc-
nfe. ou ao mealre a bordo, Tundeado no
1'oite-do Mallos.
Para o Cear. Acaracu ou Marinhao
gaheimpreterivelmoiile, nestes 15 dias. o
hiate Emulado: quem no mesmo quizer
carregar, ou ir de passagem, diiija-se ao
escriptorio de Manool Goncatves da Silva,
na ra da Cadeia do Itecife.
Vemle-seobrigue Marcial, dolle de
179 tonelada, com bole, hincha e todos os
maispertences, promplode lodo o neces-
sario para qualquer viagrm, forrado e pre-
ga Jo de cobre, o de construyo brasileira :
quem o pretender, pode ir examina-lo a
bordo, o qual seaclia Tundeado no lugar do
Forte-do-Maltos, e para ajustar com Amo-
nen Irnifos, na ra da Cadeia. o. 39.
'iS
Leilo.
Kslkmann Irmfio, n.lo podendo, poj
f-dta de lempo, expora venda em seu lei-
litoa mulliphcidade do suas fazenda, prin-
cipalmente rrancezas, suissas o allemilas,
continuaran o mesmo, por inlervencSo do
correlor Oliveira, sexta-feira, 16 do cor-
rente, s 10 boi as da manha em ponto, no
seu armazem da ra da Cruz.
Avisos diversos.
l'i ecisa-se alugar IIDI sobra-
do de um andar no burro do Ue-
cife : quem o liver, dirija-se es-
ta lypngrapbia.
Os benellciados do dia 18 do corrente,
lendo noticia de que o beneficiado Joaquim
Joaqun Jos da Gama, por sua molestia,
no'podiaja por em scena a grande peca
que Irouxe do Rio-dc-Janeiro, intitulad), o
Ministro Traidor ou o Triumplio da Im-
prensa l.ivre, e querendo a lodo o custo sa-
lisfayter sed protectores, empeubaram-se
com o dito Gama par Ihe ceder dita peca
com todo o mais diverlimenlo ja annuncia-
do para a levarem em seu beneficio no dia
3 de ilesemhro, lendo de mais o liymno bra-
silniro poro dia assim o permit ir, ficando
om sou inleiro vigor todos os camarotes o
lullicies passados pelo dito Sr. Gama.
Na coebeira do Sr. Francois,
na praca da Boa-Vista, vende-se
um carro de qtiatro i-xhs, muilo
maneiro, para ser puebado por
um s cavallo, e em bom estado.
Precisa-sede urna niulhor que queira
morar em una casa para fnzer compauhia
a qma senhora com pouca familia, dando-
so-lhe alguina paga : Ha ra de Aguas-Ver-
de, n ">
--Alugi-fe o segundo andar e cotilo do
sobrado da ra da Penha, com fundos para
a ra l)ireil*,e com eommodo para duas fa-
milias, por muilo baiato preco : a tratar na
luja du mesmo sobrado.

%
i
*

i
*
i
i
DEPOSITO GEAL
do superior rap areia-prta
da fabrica deGantois l'ai-
Ihet&c Companhia, na Ba-
ha.
Domneos AlvesMslhrus, agente da
fabrica de rap superior re i a i rea
e meio grosso da Itabia, tein aberto o
sen deposito na ra Cruz, no Itecife ,
n. 52, priufeiro andar, onde se adiar
sempre deste excedente e mais acre- <4
dilado rap que al o presente se lem 4
fabricado no'Urastl: vcude-se em bo- 4
les de urna e meia libra, por prego 4
mais cummodo do que em outra qual- 4
quer parte. 14
A^^j j|^a g fi #
-- Precisa-ae de una ama de Icite : quem
esliver ncslas circumstanciaa, dirija-se
ra dasTrinclieiras, 11. 30, ouaununcie sua
murada para ae Ihe ir fallar.
Offerece-se urna ama para o servido de
una casa de pouca familia : na ra da Con-
cordia, n. 1. ***
Quem annunciou querer dar 500,000
rs". a premio, dirija-se ao pateo de San-I'e-
dro, n. I, que se dir quem precisa.
c tes ailifieiaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
peitavel publico que contina a exercer a
sua profissilo, na ra estrella do Itozario,
n. 16, primeiro andar.;
Na loja de ferragens, n. 56, da ra da
Cadeia do ftecife, deseja-se fallar com o Sr.
I'ili.iieCarlos SimOes dos Santos a nego-
cio deseo intresse, islo antes da sua par-
tida para a Ualiia, e como se ignore sua uio-
, rada soTIproveila este meio.
'- Olerece-se um sacerdote para capel-
lao deengenlio :quem convicr, dirija-se
estrada do Manguind, n. 29, que achara
rom quem tratar.
-- Quem precisar de 200,000 rs. a premio
,1a dous por cento por seis mezes, so! pe-
nbores de ouro o prata do Ici, annuncie pa-
ra sor procurado.
-- Aluga-se um escravo muilo pralico em
armazem de assurar. sabe levantar barricas
abalid.se mesmo fazer meia harneas, pois
he quasi oflicial de Unoeiro : be bstanlo
.sudo ollel : 11a ra da Senzalla-Velhn, ar-
mazem n. 106.
Gomma de cngoinmar.
Vendem-se sacca com gomma de en-
gommar muilo alva na ruado Queimrdo,
11. 14. loja de ferragens.
Severino Jos de Carvalho, ub lito bra-
sileiro, vai ao rtio-de-Janeno, levando em
sua companhia sua escrava parda, de no-
me Anglica.
Itoga-se ao Sr. padre Jos Gmiedio Jor-
ge de l.ima, que lenha a bondade de man-
dar remir a sua letlra que lem em urna
yenda na cidade de lindn.
--Quem tiver para alugar urna casa ter-
rea na Boa-Visla, com cacimba e commo-
dos para poquena familia, annuncie.
OSr. J. S. A. queira ir pagar 17.000 rs.
que dove ha mais de 2 annos, de malcraos
quecomprou na olariaque nilo ignora, nos
Coellios ; do contraiio, lera de ver o seu
nome por extenso nesla follia.
-- Perante o lllm. Sr. Dr. juiz do civel, em
praca publica do dia 16 do corrente, se lia
do arrematar, a quem mais der, urna mo-
rada de casa de um andar o lujas, sita no
Aterro-da-Boa-Vista, 11. 96, com quintal e
cocheira quedeita para a ra do Camario.
ludo avahado emdez contos do ris, per-
tencentea Francisco Jos da Costa e sua
milher, e por elle especialmente hypolhe-
cada por escriplura publica, feita a 22 de
dezembro de 1837, a D. alaria Bita de Quei-
roga para pagamento da quanlia de 5:883#
rs. em moda de ouro e prata, com juros
de um por cento ao mez, na forma declara-
da na mesina escriplura, e islo para paga-
mento da credora hypolhecaria, sendo to-
das as despezass da casa o judiciaes a cargo
do arrematante.
AttencSoa nova macbina conti-
nua intitula violenta.
Os Sr. laln cantes de ago'ardenle deveni
prestar toda atlencilo a esta machina, tan-
lo pela sua construccBocomo pelo simples
trabalho de que depende, e sem que do seu
iraballio haja menor explosSo, dotando
aer preterida s estrangeiras, polo motivo
do autor fazA la e asseula-la em qualquer
pailedesta provincia: quem a quizer ver
v a ra Imperial, n. 181, loja du cildeirei-
ro, quoahi se mostrar a planta de urna que
j se acha trabalhando.no eugenho llha do
Cabo.
-- Precisa-se alugar urna loja, ou um pri-
meiro andar, sendo na ra Nova de S.-An-
tonio : na ra da Cruz, n. 55, ou annun-
cie por esta folha.
Desappareceu, no dia 12 do corrente,
pelas II horas, urna cabra (hixo, e urna cria
lomea, levando urna corda de rasto bastan-
te comprida, a qual lem os signaes se-
guidles : prcta, com algumas mallas bran-
cas; tem airas da,s oielbas muilos cabellos
brancos : quem a livor adiado, fara o fa-
vor do a levar a es juina do ces do Bamos,
que ser gratilicado.
I). \V. Ilaynon, cirurgiSo dentis-
ta, na ruado jrapiclie-Novo, n.
Imr 14, respeilosamenie informa ao
publico que, pelos seus muilos afazeres, se-
r obrigado a domorar-se mais algum lem-
po nesla cidade, antes de sua retira Ja para
os Estados-Unido, e offerece seu prestimo
para toda qualidade de op'eraces deotaes
para por denles novos, lauto singelos como
dentaduras inleiras, chumbar dente com
ouro o prata, conforme as ultimas desco-
bertas nesta arle.
llUc larga do Bozario,
n. 14.
Pradhtes, cutileiro e
armeiro,
tem a honra de prevenir ao respeitavel pu-
blico que ello acaba de rereber pelo navio
francez Socrale um rico sortimenlo lo cu-
lilaria fina como tesouras para cabellerei-
ro coslura alfaialee para unhas; ditas
muilo linas para sonhora bordar; cslnjos
de navalhas muilo ricos; canivelss de to-
das as qualidade, com cabos domailim,
madre-pcrnla c de tartaruga. O annuncian
te aproveita essa occasiflo para lembrar aos
seus freguozes, que ello tem um bom sorti-
menlo do espingardas linas de cano trun-
xado e da masquinado, das niolhores fa-
bricas de Franca, obra muilo boa e muito
segura proprias para so diveilirem pil<
lompo de festa : lamben contina a amo-
lar as tercas, quintas osabbados, oseen
carregadn qualquer concert perlencente
ao seu ollloio.
DAURORA
C. Starr & Companhia teem a honra de
avisar aos seus freguezea, e ao publico em
geral,quea sua grande funiligTo em S.-
Amaro alm do sortimenlo que constan-
temente tem acha-se de novo provida de
muits moendas de canna, e do varios ta-
mauhos feltas no mesmo estabelecimento
pelos mais peritos ofliciaos, e com o maior
cuidadoe perfelcllo; tanto assim he, que
os annunciantes se ufanam em garanti-la
pelo primeiro anno. As moendas inleiras
todas de ferro*, construidas as oOicinas
ilos annunciantes silo muilo superiores a
quaesquer oulrasda mesm nalureza que
at a pora teem sido aqu olferecidas, pois
aquellas encerram em i cerlose importan-
tes iiielhoramcntos resultado de mais de
20 anno de experiencia e pratica do paiz
Antonio Jos Martn, brasileiro, reli-
ra-se para o Para a negocio.
Henrique do Oliveira Abreu, lendo pr-
ximamente ebegado do Par, segu para a
Uahia pelo primeiro vapor.
- Precisa-se alugar um sitio que nao dis-
te dcsti cidade maisde meia legoa, leudo
com modos para pretos, csliibaria e algum
capin : quem liver annuncie, ou dirija-se
ra da Cadeia do Itecife, venda 11. 1,
'5
para
Farinlia de mandioca.
Vondem-sc ssteis coni farinln de man-
dioca, de muilo boa quaihl.idi-, por ser fa-
bricado na serra Mercinca. pertn da cidad
ilo Sobral, por proco commo lo : na ruado
Queimaio, n. 14, loja de ferragens
Precisa-se alugar pretas par vende-
r m na ra : na Boa-Vista, travessa do Tam-
bia, n 18.
. -- Quem precisar mandar fazer costuras
grossas o saceos, dirija-se [toa-Vista, tra-
vessa doTambia, 11. 18.
Deseja-se saber onde resi-
de o Sr. Joaquim de Figueiredo
Lima, ou mesmo quem seja seu
procurador nesta cidade ou lora
della, para se tratar de negocios
que I he dizem respeito; quem .so l-
ber annuncie por esta Col lia
ser procurado.
No dia 17 do corrente, se ha de arre-
mataren) praca publica do Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da segunda vari, um moleque, por
oxecuQflo de Hollina do Bozario coolra
Joanna Francisca : he a ultima praca.
;,vS\,lCA0nEF%]
BOWMAN & (MC. GAI.I.UM engenhei-
ros machinistas e fundidores de forro, mu
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprielanos decngenlins, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em efleclivo oxcrcicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
moir.i qualidade para a perfeita confccgllo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da sua arte, Itowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar
attenerto publica para a sseguintes, por
terem deltas grande sorlimenloj prompta,
as quaes construida na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
Irangeiro, tanto em proco como em qua-
lidado das materias primas e mito d'obra,
a saber:
Machinas do vapor da melhorconstrucglto
Moendas de canna pnra engenbos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por ago
ou animaos.
Bodas d'agoa, moinhos de vento e serra
riaa.
Manejos independentes para cavallos.
Bodas dentadas.
AguilhOes, b'ronzes e chumaceiras.
CavilbOes e parafusos de todos os lma-
nnos.
Taixas, pares, crvos e boceas de forna
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaos, e prensas para n di la.
Chapas do fogata e frnos de familia
Canos do ferro, torneiras do ferro o de
bronze.
^uiihas para cacimba e do repucho, mo-
vfljjC^ mito, por animaos on vi na.
^ramidastes, guinchse macacos.
Prensas bydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu
blioas.
Columnas, varandas, grades e portfles.
Prensas de copiar carias e de sellar.
Camas, carros de m'10 e arados de ferros,
&c, c.
Alm da superioriade das suas obras, j
geralmente reconhecida, llowman 61 Me
Callum garanle 111 a mais exacta conformi-
dado com os moldes e dezcnbos remcttidos
pelos Senhores que se dignarem de faz or-
illos encommendas, aproveitandoa occasiSo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e assegurani-lhes
que n3o pouparilo esforcos e diligencias
para .continuaren! a merecer a sua confi-
anza.
Constando aos abaixo assij2nados que
o Sr. Filippe Callos Simos dos Sanios lem
de se retirar para a Babia, o previnom que o
11S0 faca sem quo v cuinirir o trato que fez,
para ao depois nflo ler dn pialar por algum
dosgosto. Mnreira & Ditaite.
--Precisa-se fallar so reverendo fiei An-
dr de S.-Mara, ebegado pelo ultimo vpoi
do Itio-de-Janeiro, a negocio do seu inle-
resse : na ra liireita, 11.14.
Aluga-se urna prela de hons costumes,
e quo sirva para o soivico interno da cas
do nina senhora estrangeira : a fallar no
llolol-Francisco.
Lo'.erin do Guadalupe.
Desengao
NO DIA 14 HF, tilZlMBRO PUOXIMO FC-
turoandam infallivelmenle as rodas dest^
lotera, soja qual for o numero de bilhete-
quo fique por vender. 0 resto destes adia-
se nos lugares do costme, o vendor-se-ha
smenteaio dia l.do referido mez, no
qual serlo os bilhcles que inda restarem
cnlregues urna sociedade que lem de fi-
car com elles.
-- Oscre.loresdeCoulo Vianna & F1II10
teem autorisadoaos credores dos mesmos
fieo Kenworthy k Companhia para vende-
rem a casa de sobrado na ra do Amorim,
n 33, e melado da casi do sobrado da roa
da Cadeia-Velha do bairro do Becife, n. 27,
das quaes j tomaram possa judicial, em vir-
tudo do senteuQa do adjudicarlo dojuizo
compolente da segunda vara do civel di si a
cidade, alim de ser o seu pioduclo rateiado
com todos os credores : quem quizer com-
prar, pode enlender-se com os supraditos
autorisados credores Ceo Kenworthy & C.
Chapeos de sol. ^te
Ktia doPasseio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimenlo de chapeos do sol.de seda de
todas as cores as mais fixas quo teem appa-
recido, para homem e senhora, e que se
ven-lom muilo em cunta ; ditos de panni-
nho imitando seda ; dilos muito grandes, e
de panno e aruiacOes muito fortes, pro
prlos pira senhores e feitores de engenbos :
la ni Iumi se vende fazenda de seda e de pln-
ninho imitando seda para se cobrircm ai-
imcOi's. Na mesma fabrica se concerla qual
nuer chapi'-o de sol, com m jila hrevidade. I cima forado e as oralhas com grande bii-
o mr proco mais rommo lo ,1o que cm ou- reos para brincos : o estido C0 J"J ""
vendem-se haieins j iuiga ler rugido h do emi di n'^os
frandes do ror. o que nilosepole all mar
por ter levado oulro de chita de palmas .jes-
ira qualquer parte,
para veslidos.
-- Precisa-se saber noticias do Sr. JoSo
da Silva Freir, casado com I). Lauriunna
lizia ndar i STVico de seus senhores, sen-
loafinal apprchondida na ra Ilireila em
.tos. Freir, onde seu (lino Jos Jorge Frei- U^;V, qo ,e e*"va edir.cando : os p-
ro de Brito, e do Sr. Jos da S.lva -(.oolho "^'^ ,)r,s ,leverilo levar a casa refe-
quem soul.cr lar noticias do algum dos-1 ; on ic rcreberao a reco!iip;n saspessoas, queira ter a bondade de avisar .
na praca do Commercio, n 6. a Manoel Ig- .l"""' "u
. pra<;a
naci de Oliveira, ou annuncie por esta
folha.
OCnpibnriben. 120 trata da eleiQito ac-
tual e est a venda no largo do r.ollegio,!
n. 6.
--Quem precisar de 500,000 rs. a juros,
dando boa firma annuncie.
Compras.
Vendas.
Compra-so lita dofrecln de cann. bar-
riguda e de Angola : pa^a-so a 6,000 rs a
arroba ; be.n cuno dita decmetro: na rua
Boc-sc ao Sr. J. R. S. que mande Nove, n. 28, loja di selleiro defronte da
pagar a quantia de 10.000 rs. como fiador I Conreicao.
da cas em que morou oSr seu genro ; dol Compri-se urna canoa velha, oe carga
contrario, se publicara o seu nome por ex-, 800 a 1,000 lijlos, e que esteja em estado
tenso. ideconduzirent'jllin :na ru do Bangel.n.
--B. I.. Collerrelira-se para a Rabia. 54. a fallar com Vietorino Francisco dos
Jos Gomes Villar, a bem do sua sai'nie,' Santos.
retir-se para fr do imperio do brasil. | Compra-so toda i qualidade de irasies
--Aluga-se, por preco eommodo, urna boa usados, o tambem se irncam por novos : na
caso terrea nn povoaco do Monteiro, para rua Nova, armazem de trastes, defronte da
so passar a festa, com 4 quartos, boas salas, i rua de Santo-Amaro, n. 59.
co/.inha fr, cacimba, hus quintaos mu-J Cnmpram-se dua espheras celeste- o
rados com porto e sabida para o rio, quar- terrestre na rui do Crespo, n. 15.
to para pretos, estribara para lous caval-
los '. a tratar na Boa-Vista, travessa do Ve-
ras, n. 15. sobrado.
Um rapaz brasileiro se ofTercco para
caixeiro do eobrancas, armazem, ou escrip-
ia, para oque d fiador a sua conducta, e
seis mezes de servico gratuito: quem de
seu prestimo se quizer. ulisar, diriju-se
rua do Livramento, n. 25.
~ l!m moco do-regular conducta, que tem
dado lodos os preparatorios, [ com execpQio
do rhetorica ) o nelles lem sido examinado,
se propite a ensina-los, o juntamente rfler e
escrever, em qualquer ongenlio, fazenda,
ou anda mosmo nos suburbios desla pra-
ca : a nesso quedo seu presumo so qui-
zer ulilisar, dirija-se a Jos Bcrnarlinu de
Sonna, ruado Roda, para dclle receber as
informaertes.
Procisa-se de um forneiro atrs da
matriz da Boa-Visla, n. 34.
Procisa-se alugar um scravo possan-
te para conduzir diariamenle. na cibera um
caixilo pelas ras : quem o liver annuncie,
ou dirija-se n rua do Collegio, n. 19, pri-
meiro andar, que achar com quem tratar.
Na mesm casa vende-se una cabra (bi-
cho ) parida de poneos dias, e que d bas-
tante loilo.
-- Na rua do Padre-Floriaiino, esquina do
hecco los Acouguinhos,
pinol las, procisa-se
nflos para fazer com
lamhem para Ihe co
cousa : d-se-lbe o sustento o alguma rou-
pa fiara vestir.
Antonio Mximo de Barrrts l.eite, pro-
fossor jubilado na primeira cadejra publica
Lotera do Ho-de-*Fa-
teiro
Na prac da Independencia, 0. 4, ven-
dom-se hilhetes. meios, quartos, oitavos e
vigsimos da 21.' lotera a beneficio do
monto pi, que ha de corre no di 18 do
corrente. Na mesma loja se moslram as lis-
tas de Nictlierov e S.-Pedro-de-Alcnlar,
Vende-se urna porciodetrives de boa
qualidade, por preco eommodo: na ruado
Encantamento, fabrica de bihs.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoria e o prin-
cipe Alberto; relogiosde ouro edo prata,
chegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que silo mui bem acabados, so tor-
na m muilo recommendavei a qualquer
particular, c adverte-se que ha entre elles
algunsquc andan 8 dias sem precisirem
de corda : na roa da Cruz, no Itecife. n. 55.
para lora da provincia se vende um es-
cravo crioulo. sem vicio algum, de 21 a 22
anno. proprio para pigem, por ser nisso
habilitado, assim como no machado e an-
ilina rae., da imita naliiliiaoo. assim m ................ ~ -..
eum mullicr forra xada : ao compra.lor se d,ra o motivo por
te urna muiucr lorra, oiind, sobrado da rua
Hipan na a outra, mas que se venoo """'( ....,..,.
' i~ do Amnaro ionio a II na uaualia, ticnaia
niprir na rua alguma 'mpan>, l""w com quem tratar.
Vende-se urna preta minio boa coz-
nheira e cnaommadeir, muilo sadia e ro-
busta, nfio tem vicio algum, apenas fuma
cachimbo o isso muito pouco : seu pr-c'
primeiras letlras da cidade de Goianna, jedet80 000rs quan,0 cuslou : o motivo
acha-se de presente residuido nesta cap-1 nu-"u .--
tal, e morando na rua da Cadeia, n. 40,
primeiro andar ; e prop(V--so a continuar no
nicsiiio magisterio particular, polo que faz
scienleao respeitavel publico que so acha
com aula aherla na referida casa, onde ro-
cber alumnos, lano externos como in-
terno.
-- OSr. particulsrque deixou um bilhete
ilc camarote para seu beneficio no dia 22 do
corrente, na rua do Livramento, padaria n.
32, queira quanlo antes ella dirigirse,
que muilo su Un' deseja fallar.
Manoel do Souza Pas retira-se para fu-
ra do imperio.
Joto da Silva Draga faz sciento a seus
freguezes que mudou o seu estabelecimen-
to da rua do Queimado, n. 9, para a la .No-
va, n. 29.
Precisa-so de urna ama de leile forra
ou captiva : "na rua Direila, o. 31.
Carlos Claudio Tresse, fabricante
de igaos e realejos, na na das
Flores, n. if),
avisa ao resreilavel publico que concerta
nrgtos e realejos, f Oe marchas modernas
deste jai/, concerta pianos, seraphinas,
caixas de msica, acrord.tos e qualquer ins-
trumento que appareca : (ambem faz obra
nova, assim como caixas do guardar joias,
por preco eommodo.
ATTENCAO.
O abaixo assignado, morador as Cinco-
Pontos, n. 4, nio obstante fazer o seu ajus-
a retro lechado, com toda e qualquer
prssoa quo Ihe ompenhan objectos vocal-
mente, ou com papel, com ludo, p-ra que
ninguem possa alegar ignorancia ( que des-
tos ha muitos) faz publico a ludas as pes-
soas jue tiverem olijectos emsou podOr,
sej-i qual t(tr o trato e qualidade do objee-
(o, bajam de os resgatar no praso de 30
dias, conlalos da data denle ; e na fall o
abaixo assignado passa a vendo-Ios para seu
pagamento, islo muito constraugido, por
que s os pode vender por monos de seu va-
lor sem leitio, o desla forma mais serven
para seus douos, do que para o abaixo as-
signado: o quo pelo presento faz publico
paro sua rosalvM.-- llurinel loaquim i'inta Ma-
chado litiimariei.
9 <3
| Bixas. o
Na praca da liidpeii-
g delicia, n. 10, 5
q ao voltar para a rua das Cruzcs, alu- /
rx gam-see vendem-se bixas de llam-
? burgo : tambem vSo-so applicir pa- i
'* ra commodidade dos freguezes ; ti- J*
^ rain so denles, sangra-so e appli- 'y
O cani-se ventosas: ludo por preco O
eommodo. O
I o
II 1*0 Abreu, tendo prximamente che-
gado do Para, segu para a Baha.
Da rua da Cruz do Becife, sobrado n.
13, fugio, na madrugada do Domingo, II
do corrente, a escrava benedicta, naco
Mocanibique, levando em sua companhia
urna cria lilha da mesm, com dous meze
de idado : a dita escrava tem pouco mais ou
menos vintc a vinte e cinco annos de idado;
lie de estatura regular ; nilo muito ebeia do
corpo e cor um Unto fula; tendo o beico de
de se vender he smenle por dizer quo nao
quer Iratalhar em um quintal e querer que
n vendam.adveitindn-se que s'ndo jiara fra
da ierra ou eugenho da-8 mais em cotila :
na rua do Sebo, n. 8, a toda a hora.
Vendem-se 21' suecas com milho, a
2,200 rs. e sondo ludo por junto, l'ar-se-
ha algum abale : na rua do Rangel, n. 54,
a fallar com Victorino Francisco dos San-
tos.
Vende-se urna prela da Costa, de 2
annos, boa cozinheira : na rua do Vlgario,
n. 20.
cham-se n venda os pri-
meiros cantos de M. de S. Garca,
as lojas de livros desta praca.
Vende-se um Alias geographico novo,
por Simencourt; um diccionario francez
por Constancio; urna fbula de Phedro ;
um Thompson ; um alphabelo inglez ; urna
Selecta segunda ; um Saluslio ; urna His-
toria grega : ludo por preco eommodo : na
rua da Florentina, n. 16.
Vende-se, ou aluga-so urna casa em
Olinda, na ladeira da bica de S.-Pedro, n.
33, em chos proprios, grandti quintal, pa-
rede-meia de urna casa nova com slita : na
rua do Rangel, n. 54, a filiar com Victori-
no Francisco dos Santos, que est encarre-
gaoo desl venda.
-- Vende-se um palanqun novo, lodo
pintado o dourado, com a su competente
cap do panno ; um mesa de meio de sala,
deangico, nova e muilo bem feita: estas
obras vendem-se por seu dono nio poder
conduzi-las para o mallo : na rua da-Floren-
tina, n. 16. Na mesma casa tambem se ven-
de um checheo excollente cantador o o
mais manco possivel.
Vende-se urna escrava cabra de 23 an-
nos, cozinheira, lavadeira de varrell, e quo
he boa quitandeir, por ser muito fiel e di-
ligente : na roa da Cadeia, no segundo an-
dar do sobrado da esquina do boceo do Ou-
vidor.
Acaba de chegar loj i de
rHaytt llantos y C'.,
im lindo sortimenlo de ppeis para forrar
salas, acompanhado de riquissimas barras
e bellas guarni;6es: ludo da mclhor qua-
lidade possivel e gostos os mais modernos:
aquellas pessoas que quizerem forrar suas
salas com asseio o gosto, dirijam-se ru*
Nova, n. 6. na indicada loja .cima que se
Ibes prometi eommodidade de preco.
Vondem-se 8 escravo, sendo um bom
olcial de pedreiro, outro de alfaiale e ou-
tro padeiro, e que he bom cairegador de
pilanquim ; um cadello pequeo, da ilha:
ludo por preco eommodo : na rua da Con-
cordia, passBiido a ponlezinba, na primei-
ra rasa se dua ijuem vende.
& O
q l'm piano. O vende-se um piano muito bom p*ra v*
O estudo, bonito e de excellente autor: 8
0 na rua do Collegio, n. 9. l
O o
Charutos de Havana
verdadeiros :
vendem-se em casa de Kslkmann IrmSos,
na rua da Cruz, n. 10.


TV
Vndese mitito snprriovfn-
rinlin alies; em rucias b-trricas
gal
ti en I
na ron ta Cadeia do
ri n.lorio de Deane \ oule & 0. ,
ou no priineiro armnzem rio Iipcco
do (oncalvcs.
Superior io do alpodao
|ir.pios do velas: vcndoin-soom c.isa
Geo Kenworlhy <* C. na ruada Cruz,
i). 2
a
fe, es Ja Senzalla-Nova, n. 42.

\ 4,000 rs.
na ra do Amorim, n. 85, MSI de J. I. Tas-1 Vcn.lr-.se Uffl 080 Je breviarios no-
so Jnnior. vos : airas da matriz da Hoa-\ isla, n. 22.
.-Vem'pm-se amarrus de ferro: na riu

Vendem-se ricas manas de seda pa- ,!*
ra senhora, ilt- lindas crtres, e sem o '?
iiii'i.i'i- deleito, pelo diminuto prego 4
de 4,000 rs. : na ra do Crespo, ti. 11 #
Noarmazem n. 7 da ra da Moeda,
vende-se sal em grande e pequeas porches,
por prego mais barato do que om oulra
qualquer parte.
-- Na ra da Moda, n. 7, vendem-so bar-
risdo varios tamanhos, com o mais supe-
rior violto do Porto que tom viudo a esle
mercado, sendo alem da boa qualidade
inuilissioio baralo.
ISaruado Crespo.loja da
esquina que volta para
a cadeia,
veudem-se os arredilados hrius trancados
brancos de lislras e lisos, de linho puro, a
1,500rs. o corto; dito amarello, a 1,500e
1,600 rs. | panno lino preto o azul muilo
bom, a 3,300 rs. o covado ; dito muilo su-
perior, a j,500 rs.; fuslies milito bonitos
para colletos, a 640 rs. o corle; ditos de
velludo, a 2,500 rs. ; ditos de selim lavra-
do, a t,800rs. ; ditos dcgorgurHo de seda,
u 1,600 rs. ; canibraia lisa, a 2,720 rs. a pe-
ga de 8 varase meiii ; cassa prcla, a 1,440
rs. ti corte ; csgui5o de linho muilo lino, a
1,44o rs. a vara; e oulras muitas fuyen-
das por pregos ronmodos.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
JVa ra da Cadeia, n. 5'2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar o ruttpa do
escravos,
Zuartes de furla-crcs a
200 rs. o covad o t ris-
cado monstro a 220 rs.
Vende-so /uarle do furta-cores milito
encorpulii c coto 4 palmos do largura, pro-
prio pata eseiavos a 200 rs. o covado ; ris-
cadu monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra ilo Crespo, loja da esquina que
villa pan a cadeia.
Mantas de seda.
Vendent-se mantas de seda de cxcellenles
padiOes, pelo baratissimo prego de 9,000
rs. cada urna que em nutra pmle custiim 14
>' 16,000rs. : na tita larga do lluzario, pa-
dara o. Jg.
A (NO rs. cada um.
I Vendem-secoberlores de algodSo ameri-
cano, encorndose grandes, a duas pala-
ras ; chitas escuras de bons padroes e c-
es seguras, a meia palaca o covado: na
roa do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Aos 20:000,000 de ri .
\j praca da Independencia, casa amarel-
la com fairmlas, n 1, v. n loni-se bilhetes,
meios e quaitos da 21.* lotera a beneflcio
do iiionl pi, cujas rodi-s dtvem correr no
da 18 do coi rente. Na mesilla loja se mus-
irn) as lislras das de NiCtllOroy o de S.-I'e-
dro-du-Alcaiitara.
'l'aivas para engenho.
Na fundiglio de ferro da ra do Brum,
araba-so de recetor um completo sorlimon-
to de taixas de* a 8 palmos de bocea as
quaes acliam-se a venda por prego com-
modo e com promplidSo embarcam-se,
.o carragam-seem carros sem despezas ao
: imprador.
Velas de espermacete,
das melhoros que teem vindo a este merca-
do: vendem-se em eaixas de 24 libras, em
casa de llienrdo Hovlc, na roa da Cadeia-
Vclba, n. 29.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O aimazem anllgo da ra ra M adre-de-
lleos, n. :u, esla de novo eslnbelecido de-
bailfl das mesmas condigflcs, offerecendo
a deliciosa pinga do vinlio da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinlio lira neo de Lis-
boa por220rs. a garrafa, c 1,600 rs. a ca-
llada, a ilc violto de llordcaux por 160 rs. a
i.-a 11.. i i levaurlo o casco. Van se admirem
os fiegoezes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprielario querer sustentar o anligo pre-
go, embora este genero lenlii subido o me-
bor de 30,000 rs. por pipa. Examinem os
maules a qualidade para rcconliccimcnto
da verdade c contiuuacflo da anliga fregue-
zia. Epars nao haver usuras, esto promp-
tas garrafas lacradas c com o competente
rotulo, assim como barris de diversos la-
irianhos para provlso do prximo Nalal.
O proprielario conta' com a concurrencia;
do contrario, tornarlo os pregos do reta*
llioa priuiiltvade240e 280rs. a garrafa.
Um preto.
Vende-se um preto, bastante mogo e de
boa figura, proprio tanto para nsorvigoda
pniga comii do mallo, por ter Irabaldado de
laixeiro em um engeuho : na ra da Ca-
deia, n. 50, loja de Cunta i Amorim.
liumma de entornillar.
Vendem-se uceas com gomma de.en-
goniiuar. inuitoalva : na ra do Queinin-
lo, n. 14, leja le ferragens.
Velas de cores.
Vendiii-se, no artnazem do moldados
atrs do Corpo-Sa'ito. n 66, por prego com-
mndo, velas le carnauba, sendo nzues,
cor do rosa e luslrosas, as quaes se tornsm
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e alurarem mais que as de espermacete,
e nSo fazerem morreo.
Deposito de Potassa.
Vende se muilo nova potassa
de boa qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como ja ha muilo
tempo se nao vende: no rtecife,
ra da Cadeia, armazemn. 12.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Arados de ferro.
Na fun.liglo da Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de de ferro diversos mo-!
dlos.
A 140 rs. o covado.
Vende se superior Picado de algodo,
muito encorpndo, a 140 rs. o covado: na
rita do Crespo, n. 6, loja junto ao lampeo.
Vendem-se relogios de ouro e prala,
patentes inglezcs: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Bas.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. rada urna, em
porgflo de 25 para cima : na ra do Amo-
rim, n. 35.
AGENCIA
da fundcao Low-Moor,
hua da si:nzat.t.a-nova, n. 4a
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engeuho ; machinas de
vapor, e techas de ferro batido e
ro'.ubi, <]e todos os tamaitos,
para dilo.
Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
hegado do Rio-Craiide-do-Sul bom sebo
em rama por prego commodo.
Pos galvnicos para
pratear.
Na ra do Collegio, loja n. 9.
Todas as pPSSOSS que possuein objectos
prateados e que lenham perdido a crtr ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisa.los, teem uestes pos um excdeme
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar ilelles o mais simples,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Urna ramiiha contend) quantidade suf-
ficicnte para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia de
mil rs.
Deposito da fabrica de
rodos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa deK.O. Ilieber & C.
a ra da Cruz, 11. 4, algodo trangado
daqtiella fabrica, muilo ptoprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Cha brimileiro.
Vendem-se pegas de madapolo Imipas
com 20 varas, mu:lo larco, a 3#000 rs..
3/200, #000 rs. ; c muito linos e largos por
mais dinieiro ; corles de cambraias para
vestidos muito bonitas com II covados a
2,500 : iii> loja n. 17 da ra do Passnio.
"accas com iniho a
2,300rs. editas com ar-
roz de casca a 5,500 rs.:
vend-m-sn no srmazem do rtraguez, ao p
do arco da Conceigiio.
Corles de brim de crel
com lislras a<>lado, a
1,2510 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
Jistrasao lado, a 1,280 rs.; riscado de al-
odSo americano, profiri para escravos, a
140 rs. o covado : na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia..
Cal de Lisboa.
No rtio-Formoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vendem-se barris com cal virgem de
Lisboa, de superior qualidade, por prego
commodo.
A 2,720 rs. cada um
corte*
Na loja de Cuimariles & llenrique*, ra
do Crespo, n, 5, vendem-sc novas cassas
parisienses, padrOes muilo modernos, pe-
lo barato prego de 2,720 rs. cada um corte :
esta i a/nula se torna muilo recommenda-
vcl pela superior qualidade e barato piego.
Na loja da esquina la
la ra do Crespo, n. 23, que volta para a
tua do Queimado, vendem-se cortes de
cambraia de cores, a 2,000 rs. ; lanzinba
para vestido, a 280 rs. o covado ; cambraias
de Cores (xas, a 320 rs. a vara ; ceroulas de I""'
meia para hanho, a 400 rs.; mantas de fil
de cor para senbora, a 800 rs. ; gorgurSo
para collele, a 320 rs. o corte ; .chitas es-
curas, a 120, 140 e 160 rs.; lanzinba para ,
rollete, a dll rs. ; dita rom lio do seda, a .
1,000 rs.; luyas de seda com dedos para j
senbora, a 400 rs. 0 par; alpaca de ludio
de cores, a 400 rs. o covado ; lengos de cas-
sa de cores iimilo grandes, a 320 is.
Vende-se a bordo 'des brigues ligeiro
e /'tiquelede-l'ertutmbuco, Tundeados ao pe
do caes do Hamos, bom sebo em ruma, por
prego commodo.
O
Noarmazem do barateiro Silva Lo- alguma cousa ; umi prela de 3j anuos, n
pe<, na portada lfaudcga, viride-.se.rari-
nlu oe trigo, nova c de primeira qualidade
que vrm a este mercado.
Pataquein tiver bom
gosto. -
Vendem-se redes de cores muito grandes
e muilo bonitos padroes, e o melhor que
tem apparecido neste mercado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a
cadeia.
Vende-se urna casa terrea na ra do
Padre-Florianno, n 53, com duas salas, 2
quarlos, cozinba fura, quintal e cacimba
em muito bom esta lo : no paleo do Car-
ino, esquina da ra de Moras, venda n 2.
Vende-se um sitio na Soledade, com
58 palmos de frente e mil de fundo.com
duas frentes, urna para a estrada nova e a
oulra para o Manguind, com cssa do tai-
fa, boa cacimba e urna porgflo de lijlos
que serven para alicerces : a tratar com o
scu proprieta rio, Antonio da Silva Anjo,
que o vende por prego commodo, por se
querer retirsr.
Vende-se superior firinha de mandio-
ca, emsaccas: a tratar no escriplorio de
Manuel Concalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Iteelfe. ou no annazem do Araujo,
no hecco do Gongalvcs.
Vende-se um pardo de 20 annos ; um
molerjue de IJannos : na ra do Quema-
do, viudo do Rozario, segundo loja n. 18.
Vende-se velas de carnauba, a oilo mil
rs. a arroba, do muito boa qualidade : [na
ra da Florentina, n. 1.
Vende-se cera em velas, vinda do Rio-
de-Janeiro, em eaixas de bom sortimento,
por si r a maior parte miuda ; pos antibi-
liosos de Manoel Lopes, por prego commo-
do : na nraga do Commercio, n 6, escri-
torio de Manoel Ignacio de Oliveira.

i
i
^ _
2 c
o
Vende-se cha brasileiro no armazem de
moldados, airas do Corno-Santo, o. 66, o
mais excellente cha produ/ido em S.-Pau-
lo quo lem viudo a esle mercado, por
prego muilo commodo.
o servigo, assim romo qualorze vaccas de
boas quididades e um iiovildo : quem as
pretender, dnija-so ao Incco do (luiubo a
enli'ndei-s 'um Antonio Comes, junto a
olarin do Carneiro.
Lonas.
Vendem-sc lonas superiores
imilaco das da Itussia, por preco
comntodo; na rna do Trapicbc-
Novo, n. ii.
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Novo trem de cozinba.
Vendem-se clialeiras, panneldis, frigi-
deirase cassarolas do ferro forradas de por-
celana, bules e cafeteiras de metal : na rui
Nova, n. 16, luja de ferragens, do Jos Luiz
Pereira.
AttencJio.
Vendem-se Fitas de chamelote para os
PRECOS COM MODOS.
Loteriasdo Rio-de-Janeiro. ,
Ra do Collegio, n. 9. ^
Pelo vapor mperntrl, sabido do {j
Rio-de-Janeiro em 2 do corrente, re- ?
ceberam-se bildotes o cautelas da
5.a lotera dos capucbinbos
que Ficava para correr no dia 6
* dem como da *
a 1.a do monte pi
~ que deve correr no dia 16 : o que .
? assim se annuncia aos amadores des- ^
f tejogoquegostam da drevidade ta 2
J noticia d*extracto, afim de se pro- 2
S verem quanto antes da lotera dosca- S
^ purliiolios, cuja lisia deve chegar 2
8 primeiro. 1
ra fra ta provincia, que he coiiiibeira, cn-
goinmadelra, lefina assucar e faz doces : nn
ruado rollegio.il. 21, primeiro ffndar si?
lira quem vende.
gueijos do serla.
Na na do 0" i niado. n. 14, toja, de fr-
ragens, vendem-se muito bons queijos do
s-rtflo, por menos prego do-quo m outri
qualquor parte; bem como 3 coiiros de
cae om de lonlra ; umaporgilo rio couros
iniinios: liniosn venda muilo barato.
| Aos 20:000,000 de J
ris.
Acha-sea venda na loja de cambio?
da rus da Cadeia do Recife, u. 24, da *
viuva do Vieira & Filho, os muitus
afortunados bilhetes e mejos ditos da
5.* lotera dos capuedinhos, cujas
rodas deveni ler corrido no dia 6 du
corrente mez.
21.a do monte po
Vendem-se tambem dn2l 'do m.m-
4 le pi bilhetes e meios ditos, cujas j
rodas deven correr no dia 16 do cor- ?
*
t

ronle mez.

~ Vende-se urna elegante e magnifica
casa decampo, sita margem do rio, no
lugar de S.-Anna-de-hentro, contigua ao
silii) dos hrdeiros do fallecido commends-
dor Antonio da Silva, o em frente do sitio
doSr. Gabriel, com um terreno de 600 pal-
mos de frente e 800 de fundo, com sull-
rienria deler capim para oilo OU mais ca-
vallos e qualquer outra planlagHo, que lu-
do produi com muita facilidade. pela fer-
tdidade ilo solo, com excellente banho que
Uca a punca distancia da casa ; o ar he
muilo fresco e saudavel, com extensa a
aprasivel vista : os pietendentes para ver,
dirijam-se ao mesmo lugar, cuja entrada lie
logo adiante da pro riedade do Sr. Ue-
lm, deronle da venda do Snr. Nicolao,
fallar com o Sr. Joilo Venancio, e para tra-
tar, na ra da Cadeio do Itecile, com o Sr.
coinmeiidadorMainel Gongalvcs da SIvh,
ou em S -Josc-do-Manguindo, casa defron-
tc da esliada nova da Capunga.
Vende-se um bom cavailo castanho,
gordo de reg e grande, o qu*l tem todos
oa andares, e he proprio para cabriole!, por
hbitos de Christo, Rosa, Aviz c Cruzeiro, | ja ler servido ueste trauco: na ra Nova
chegadas prximamente : na roa do Cres-,11.27.
po, ao i e do arco de S.-Antonio, loja de
miudezas de Joaquim llenriques da Silva.
Farfulla de superior qualidade, rccentcmenle che- venda de Jos Rodrigues Coeino Com,
gada a este mercado, em bairiquinbas de! nhia : bem como lamlem se vendo a/ciie
menos .le duas ai rodas, pelo diminuto prc-i de cariapalo, a 1,600 is. a canaUa, e a 240
go do 3,000 rs. a arroba : na ra do Azeite-J rs. a garrafa.
de-l'etxc, armnzem de Francisco At.lonio --Vende-se cal vircem de Lisboa; ca-
da llosa. i xas iie i inliii viimiis ; leches e rodas dear-
-- Vende-se urna cscrgva de meia idadr
oplima para todo o servigo: na ra Vel|'
n. 71. '
Vende se um terreno de pesos de fer-
ro, de 2 arrobas al urna libia; umpesoilg
2 arrobas ; urna balanga pequea : ludo por
piego commodo : na ra da Moda,' no For-
te-do-.Mati.os, armazem n. 15.
Vende-se urna rica moenda toda de
ferro, nova, a qual custou 1:850,000 rs., o
serve tanto para engenho d'agoa como prin-
cipalmente para moer rom animaes : dn-sc
por muito menos do seu valor, pois nflo ser-
ve ao dodo, por um engao que houve ni
compra da dita moenda, o que cerumen lo
nilo deixar de agradar ao comprador avis-
ta do grande abate que se Taz pela grande
pri-cisfio de dinbeira : em Olinda, ra d*f
Maldias-r'erreira, n 45, ou nesa lypogie^
phia.
Cintas escuras de cores
ixasa I80is. o covado.
Vendem-se as melhores chitas de cores Q.
xas e assentos oscuros : na roa do Queima-
do, n. 8, loja confronte a dolica.
- Vende-se, por prego muilo commodo,
urna prela de nagilo, de 16 a 18 anuos, cntn
um defeilo no brago direilo, de muito bo-
nita ligura,. que vende agoa na ra faz ou-
tros mais servigos proprios do urna casa de
familia bem como trolar de meninos, por
ser muito carinhosa : o motivo por que se
vende se dir ao comprador na ra di
Moda, n. 21.
Anda eslA for se vender a taberna do
Aterro-da-Bo-Vista, n. 22, com poneos fun-
dos, e leudo a casa bous commodos pin
familia: a tratar na mesuia taberna.
i-otila de Flandres.
Vendem-se eaixas com folua de Flsndres:
Parinha de irigo.
J.J Tasso Jnior vende 1'armlia de Pro-
venga, edegada no ultimo navio de Mirsci-
llie, por piego commodo.
Moend.is superiores.
Nafundigaodo C. Starr A Conipanhia ,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
de caima, todas do ferro, de um modelo e
conslrucgo muilo superior,
CjiI virgem.
Cunda Amorim, na ra Cadeia do Re-
cife, n. 50, renden cal virgem de Lisboa)
de superior qualidade por prego miis ba-
rato do que em mi' ra qualquer parle.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se cortes de cassa para veslidos,
de cies lisas e de bonitos padroes, a sele
o oilo patacas o cite ; diales de tarlalana ,
grandes a 800 rs.; meios ditos, a 560 rs. :
na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
4os fumantes de bom gosto.
Noarmazem de moldados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, edegados
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-Flix, e de oulras muitas
qualidades que se vndenlo mais baralo do
que em oulra qualquer paite : bem como
cigarrilbos hespanhes ditos de palba de
milho, que se estilo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cenlo.
-- II. I.lrllier que acaba rio chegar de eos do | o para barricas; pregos de estu-
Franca trouxe com sigo, almde oulras fa- queem barris de 32 e 45milheiios ; punas
zemlas, um grande sorliinento de oculosj de familia : na IUI da Cruz, n. 49, rimci-
para nariz de todas as idades, os quaes se, ro amlar.
acbama venda na tua larga do Hoza a i o, n.
35, loja de miudezas, por prego muito em
conta.
Vende-se mu escravo criuulo de bonita
figura, de 25 anuos pouco mais ou menos,
proprio para o servigo de engenho, por ser
ca i en o : na ra do llangel, n. 60.
Vende-se um fileiro para |oila de lo-
ja de miudezas ; na ra Nova, n. 16.
Vendem-se velas de espermacete su-
periores, chegadas agora da America : em
casa de Deane Voulo & Couiruiliia, ra du
Cadeia, n. 4.
~ Vende-se carvilo de pedra e igualmen-
te o ja muilo condecido artificial, por pe-
co muilo em conta-. ni ra da Cadeia do
llecife, n. 48, casa de A. S. Cordelt.
Aos amadores e Iliteratos.
Na ra do Crespo, loja n. 5 A, de Ricardo
Jos de Freilas, e defronte do tro piche no-
vo, n. 6, vendem-se as seguinles obras, por
prego commodo :
U l'rcio, publicagilo modernissiroa que
di sereve o estado lainenlavel das cadeias.
Iitxitia militar, jornal couleudo muitos
cnihecimci'los uleis e novos inventos para
a nobre | rolissilo das armas, com as plan-
las e estampas necessarias pata a inlelli-
t'ell' la do lezlO.
Histeria du cerco do Porto, 2 v. obra mui-
to moderna eiiiteressaulo pela uarragilodes-
te heroicofeitode nossos dias, de|outras no-
ticias e pela carta lopograj Inca tas Imitas
da dila cirlade.
fingtM nn tu i n ha Ierra, publicagilo de
muilo gosto e chiste do bem condecido Ili-
terato Ganell.
Cotilos Ja minha lerrm, bella tradicgSo da
provincia do Mmbo, pelo excellente esrip-
lur A. I, da Cunta.
Porlvgal, recordagOes do anno de 1842,da
viagem que a ess* reino fea o principe
Liclinowtiky.
Escravos I-ijpicos
100,000 rs de gratificaeflo.
O ahaixo Nssignado ropa mis S's. de en-
genho Chrislovo de Molan la Cavalcanle,
Francisco de barros Reg, Francisco Mari-
nho Wandorley, Francisco de s.-Tinga lia-
mos. Antonio .lo> Marroquim, Manoel di
Rarros Accioli Mello, Antonio de S.-Tiago
Paz de Mello, Paulo de Amorim Salgado,
lir. Flix Theolonio da Silva Gusmtlo e Ig-
iianeio de Rarros VVanderley para que se
dignem mandar ver pelos "moradores de
seus engenhos uina escrava de nome Ca-
tharina, crioula, de estatura regular, an-
gra, com a barriga um tanto descula, den-
les bonitos, sobianselbas carregadas; le-
vou urna fillia mulatinlia, de 3 annos, de
roslo redondo, olhos pequeos ; tem as co-
xas tito unidas que a faz vollar os ps par
Vende-se urna armago para escaler, oslados. Fugio a II do outubro de 1848.
contendo dous Trros de proa e poupa igual- A mili tiesta negrinha chama-so Jeronymi,
mente para bandeira,e tolda do mesmo em e tem alm desta iillia muilos lllhos, e por
i esquina da ra do Rangel, isso se tem feito notar no lugar aonde mo-
idriuues Coeldo & Compa- ra ; be escrava de Tbomaz Vieira, morsdor
no engenho Palma, sitio capivara. Callian-
na foi cria de Maria Vieira, moradoia em
l'erniia, sitio Pescinenge, o por morle dcsta
runde em beranga a Ceilrudes, lilda casa-
da com Domingos do tal, morador nisti
pragi. Ha toda a certeza della ler estado em
algutn destes engenhos, portn tem sido
mudada txlvez pelos manos. O abaixo as-
signado nlTerecea quantia de 100,000 rs. i
quema Irouxcrat o lim de deiembro do
correlo anno, e pretende desse prazo eta
(liante, Tazer loda a diligencia para a desco-
brir e proceder contra quem a tiver acol-
lada.--O commandante do corpo de poli-
cia, ludo do llego Barro f'alcdo.
-- Fugio, no dia 14 do corrente, urna ne
grlnha de nome Nina, de 14 annos, desli-
lora baixa. magra, bastante relima ; lie
muilo esperta ; usa sempre de avenlal; lf-
vou 3 vestidos de laido trance?, sapalns e
meis ; tem o naiiz um tatito malhado pe-
los lados e urna cicatiiz pequena em rima
da peslana de um olho : qu m a pegar le-
ve-a a run Nova, n. 39, primeiro andar, que
ser gralilicndo.
Fugio, no dia 30 de outubro, do sitio
Quilunga, no engenho Comporta, o escn
voSuverino, de estatura baixa, de 20 an-
uos pouco mais ou menos, imberbe e meio
ulo: tem os dent. s da lente bem limados
e um delds podre ; tem o dedo grande di
infio ilireila um pouco curio c grosso, P!,r
causa du um pauariiio : quem o fiegar le-
ve-o ao dilo sitio, ou nesta piaga, n ru*
Augusta, n. 1, primeiro andar, que ser rc-
coiupenaado.
--Fugio, no dia 6 do correle, o pfe,
Renediclo, de nagtti, de 18 anuos, |>ouco
mais ou menos, sem barba ; levou canil
de madapolilo e caigas de i iscado largo e es-
curo ; de altura legular, corpo forni''0.
beigos grossos, bocea grande, ps "e ""*
grandes: quem o pegar leve-o ra es-
Ireita do Rosario, n. 43, segundo andar,
que ser gralilicado.
Vendem-se muilos bons e fresenesquei-
jos de Minas com mais de duas libras cada
um, a 6(0 rs. cada um; ago'ardenle de
Franga engarrafada, a 480 rs. ; familia do
ai;.rula, muilo nova, alva e liim a, a 240 is.
a lidra : no pateo do (aro o, ven-la n. 1.
Vendem-se luvas de seda de torgal,
pidas e brancas, paia sendo as e meninas ;
ni i; i i'i a meninos e meninas, a 120. 160
c 200 rs : na ra da Cadeia-Veida, n 15.
-- Vi mu m-se dous lindos moleques
ci nn li s, um de 8 anuos e o mi i ro de 5, am-
bos de dimits licuras : no Atciro-da-lloa-
Visla, n. 26, segundo andar.
Vende-se urna bomba de co-
bre para a cimba por 25,ooo is; :
na na larga do bozario, padaria
ii. 18.
No armazem n. 7 da ra da Moda, ven-
dem-se saccas com supirior colladas fa-
bricas do Rio-Grande-do-Sul, por prego eoi
cunta.
A !40 rs o covado.
Vcndem^e riscados de linho, proprios
para jaquelas e calgus. a 240rs. o covado ;
/ na i ic ci un uina varado largura, pelo ba-
tato de 180 rs. oiinirio : na ra do Cres-
po, n 6, Itij i no | do lampeSo.
I'arinha de mandioca
Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, de muilo boa qualidade, por ser la-
tineada na seria Mercioca, perlo da cidnde
do Sobral, por prego commodo : na ra do
Queimado, n. 14, luja de ferragens.
-- lloje contina o leilo de queijos a por-
ta da ilf. ndega, em lotes de urna carxa.
-- Vende-Srt uina escrava de 20 anuos, de
muilo bonita figura, que engomma, cose,
cozinlia e serve dem a urna casa ; urna dita
ERRATA.
No Diario antecedente, artigo communi-
cado, lin 90 Sacrtllcios do fadigasLoi
se sacrilicios e fadigaa.
[ moga com urna Riba de 10 mezos, a prela .
Muieu lutoreicont. la 21, jornal scienti- coso e Taz lavannlo ; urna negrinha de 8
neo, comeado muilo boas estampas. I anuos, muito linda, que faz renda e coseiPaaN, : na tip.
DB U. f. BE FAMA,
-1949
MUTII


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