Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06709


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anuo XXV.
Sabbado 10
rAnTiBAS dos connxio.
T,oin e Parahlba,segunda esextas-feiras.
l\o-flrude-do-Rorte,quima-ferasao raelo-
Cbo,ScruhSem. RIo-Forinoso, Porto-Calvo
Macci, no 1.*, a 11 c 21 de cada met.
fiaranluins e Bonito, a 8 e 23.
n^a-ViU e Florea, a 1,1 e 28.
Victoria, a quintas-felras.
Uliuda, tcdot os das.
IPBIBIRIDU.
Pinaw d>lo. Miog. a 7, as h.e 3 ni.da m.
Nova a 14, a Oh. c 53 ni. da t.
(Jrec.a 23, aoa 5 m. da m.
Chela a 30, 3 h. e 5 in. da m.
HIIUB HOJB.
Primeira a 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 bora e 42 minutos da manh.
de Novombro de I1M9.
iv. wn.
sBECOS DA SDBSCRIpyio.
Portreinezea(adnHado) 4/000
Por aeis roexe 8/MW
Por um anno 15/000
DIA8 DA SSMAMA.
ft Seg. S. Zaoaria. Aud. do J. dos orf. e m. 1. v.
ti lerc. S. Severo. Aud. da chae, do J. da 1. v.
Jo civ. e do dos Cellos da fazenda.
7 Quart. S. Florencio. Aud. do J. da 2. v. do civ
(.Mini. S. Severiano. Aud. do J. dos orf. c do
ni. da 1. v. ... .
9 Sex.1. S. Thcodoro. Aud. do J. da I. v. do civ,
e do dos frito da fazenda.
10 Sab. S. Andr Avclllno. Aud. da Chae, e do 1.
da 2. v. docrlinc.
11 Doui. O Patrocinio de ISossa Senhora.
CAMBIO!) KM 9 DE KOVEJlBrtO.
Sobre Londres. 27'A d. por 1/000 r. a 0 das.
. Parts, 34(i.
> Lisboa, 100 por cento. ._,.
0yro.-O.ieas hespanhocs......... 30/000 a 3MM0
Moeda de ll#400 velhas.. 17/000 a 7/20
de 'lO novas .. l/TiOO a ld-00
. de 4/000........... 9/300 a SJO
/Vala.-Patacoes brasileiro...... I/M00 a A;
Pesos columnarlo........ f-
Pitos mexicano.......... 1/880 a 1}9I1
"
PARTE OFFICIAL.
""ministerio do imperio.
DFCItETO N. 37. DE 27 DE SETEMBRO
DE 1849.
Hegulmnento interno >i administraedo do cor-
reto da capital, de suas agencias e da da
provincia do Hio-de-Janeito.
Continuaclio do n. 231.
car i tul o iv.
Da entrega rfo offtciai, cartas e mal papis.
Arl. 70. Conferidos qoe sejam os oflicios,
ser fei'* rolacSo da quanlos vflo ser en-
tregues a cada auloridade, na forma do $
i do art. 3.
Ksla relucSo sera esenpta pelo enere da
turma da entrada, e assignada pelo caitei-
rooiicrteiro incumbidos da entrega, na
parte a cada um respectiva, a recolhida ao
archivo dopois de emtnassada com as lis-
las e notas doart. 37.
Art. 71 Immedialamenlesaliirilo os car-
leiros a levar os oflicios, que Ibes foroai as-
sini entregues, aos seus enderocos, prin-
cipiando icmpre a dislribuicSo pelos dos
ministres.
Art.72. Expedidos os oflicios, e concluido
oaviamentoda mal, passara a wccao a en-
tregar a correspondencia aos respectivos
caiteiros.'sThlfarfdo-a pelas ras, ou par-
te das ruis deque constar cada districto,
lendo-lhesos onderecos, a morada e dis-
Iriclo, erectiOcando os engaos que por-
ventura lenham havido.
Art 73, Aomesmo lempo que um dos
inemhroSdaseccflofizer a leilura do ar-
tigo antecedente, oulro ira lanzan Jo na
lisia do artigo seguidle, era algansmo, o
cum as abreviaturas admlllidas na repa ru-
ello, onomedarua, o n. da casa, o andar,
o districto, e o porto das cartas o mais
papis. ,
S as listas das cartas dos ssignanles
ser lancadoo porte inda nflo pago. ( Mo-
delo n. 5. ) ...
Ait. 7*. llavera listas impressas de dis-
triclos, com columnas para as ra?, n.
das esas andares, n. das cartas e dos mais
papis. (Modelon. 61)
As listas dos assignantes lerflo, alm das
columnas mencionadas, mais una para a
dfriaracflo dos portes da sua corresponden-
cia, que aimia os nflo liver pago, e aorno
enlreguesao thesoureiro, o qual depois de
cobrado o porte as restiluira ao ebee da
turma. .
Estas listas serflo assignadas pelos ct.r-
terosquo frem entregar a corresponden-
cia ucllas mencionada, erccolbidas ao ar-
chivo da sala,
Art' 75. ImmeJiatamente se procedor
na rrma dos arls. 72 e 73 entrega das
cariase mais papis de cada districto ao
respectivo carteiro. ..... ,.
Arl. 76. Esta corle ser dividida em dis-
triclos para a entrega da correspondencia
dos assignantes 0 dos residentes ua nicsma.
Art. 77. O assignante, cuja corresion-
dencialhe frentregue em sua casa, nflo
pagar o porte ao carteiro mas o fara
lia Ihcsouraria do corrcio no mesmo da
em que a receber, ou em oulro qualquer
com tanto que o Taca al o i da do mez se-
guinte.
Os que nflo pagarem o porte no prazo II-
xado, nflo rece'berflo mais carti em suas
casas, nem no correio em qvanto o nflo II-
zcrem. ...
Art. 78. llavera assignantes alem dos do
art. 127 do regulamento para Ibes seren
entregues asearlas al as 9 horas da no i le, I
pagando rrais molade do que pagam como"
assignantes do dia.
Art. 79. O administrador flxar a quan-
tia que davem pagar os assrgnanles do
art. 127 do regulamento entro 10, e 20,000
rs ; aliendendo dlstauca em que inora-
rem, eao numero da corrtsponueucia que
tivi-rem, para o que ouvira o ebefe da tur-
ma da entredi e o contador.
A'l 80. Logo que fiem separada O nu-
n.eidas us ci tus u mais pa| eis dos assig-
nantes saliirflouscarleirus compelenles a
cnirega-las em suas casas, Picando nocoi-
ivio lislasdas niesmas, oiganisadas na for-
ma do ai t. 74.
Ser perinillidu aos assignantes obiarem
pela entrega da sua correspondencia na llie-
souraiia btiorreiu di pois de sabir a dos
utios assignantes, uesisiiirdo oe a rece-
bi rem em suas casas, qualquer que seja sua
nalureza.
Arl. 81. (Nilofei admiltida rcclamago
dos assignantes acerca do porte de sua cor-
respondencia, se a nao lizerem at o dia
srguinte ao em que os carleiros a entre-
gareni.
Arl 82. Nflo serflo entregues em casa car-
las* mais papis dirigidos a pessoas, cujos
nome* nfio estejamescriptos nos livros de
assignantes ou de districto.'
I'.xceptuam-se as curtas das caizas liliaes,
c as enviadas no caso do arligo 94.
Art. 83. Meta hora depois de posto o sol
nTw ge entregarilo caitas nos domicilios,
nem na thesour-ria.
Ait. 84. Seo aviamonlo dn mala fr con-
cluido depois da hora em que pelo ailigo
antecedente se niio enlregem cartas uem
na tliesourana, nem as Caus dos residen-
les, sera a correspondencia dos assignantes
ei.lrogue aos carleiros, os qujesa deposi-
lraoein una das sala.-, da casa di adini-
liiSliacao, que o administrador designar
fechada com duis chaves, urna das qtiaes
cara em mBodo (oiteiro, e outr nadeuui
cailciro, para ser entregue soilo horas da
manbSa do dia seguinte.
Ait. 85. Nflo exceder* a trinta e qualro
o numero dos carleiros, qualquer que seja
a sua denominadlo o servicn.
Arl. 88. Os carleiros usarflo aem distinc-
q5o de classes, de jaqueta de panno, azul
com gola e canhSode panno encarnado e
botoes amarellos lisos, e bonet de oleado
prelo com as iniciaos do correio da corle
em Metal amarello, por cima da pala enver-
nizada ; dovendo trazar as cartas em urna
bolsa de panno azul suspensa a tiracol por
urna correia preta envernizada, ou tala-
barte.
A bolsa ter tantas diviaoes quantas f
rem as ras compretiendtdat no districto
A transgresaflo deste artigo ou de qual-
quer de suas disposico's sera punida com
a multa de seis dias da veucimento e na re-
incidencia com a demissflo.
Arl. 87. Os carleiros serflo Ros nos dis-
trictos para que urna vez frem nomeados
e s na sua falla ou impedimento podeY
ser commellida a entrega da corresponden-
cia de um districto a carleira de diltercnie ;
nunca porm um carleiro ser incumbido
de entregar cartas em mais de um dis-
tricto.
Arl. 88. Os carleiros logo que Ibes frem
entregues as cartas e mais papis, as dispo-
rflonasdivisesdo artigo 86, ena ordem em
que entcndeiem que lhesser mais fcil e
expedito entrega-las-
Arl. 89. O carleiro nflo se demorar na
casa ern que liver de entregar a carta ou
oulro pa'pel, sonflo o lempo necessario para
deposila-la no tugar mais inacessivol a
qualquer pessoa estrauh e adarosig'nal
que certifique aos moradores da casa, de
que a olla leva cartas ou oulros papis.
A't. 90 Os ca luiros da rilo um signal quo
consistir no loque do campanilla orneada
caga ou andar della, em quo tiverem de en-
trar para entregar carias e mais papis.
A transgressflo deste ou do arligo ante-
cedente ser punida como a do arligo 86.
Arl. 91. Serflo convidados os assignan-
tes o todas as pessoBs a quom se entregam
cartas e mais papis em casn, pira qu'o to-
nha.n caixas on-lugar seguro em que os car-
leiros as lancem, sem risco de seren sub-
t rbidas
Art. 93. O carteiro que sahir a entregar
cartas o nflo vollar acatada administraeflo
na hora marcada, nflo entregar as caitas
dentro da mesma hora, sem rasflo ulten-
divel, ou incumbir a outro a entrega das
cartas quo liver recebido, ser pun Jo com
perda dos vencimentos de tres at doze
dias.
Art. 93 Os carleiros que nfloostiverem
empregados pelo administrador as cintras
turmas, estilo subjeitos ao Chefe da de en-
trada, que os podera punir com a perda dos
vencimentos do oito dias at de doze; e,
naes de lodos os paizes estrangeiroa que nao
frem o tres cima mencionados, por ser me-
nor o sen numero (Modelofh. 7.)
" Art. 105. O theaourciro lar fiar em lugar
patente da sala da espera oannuncio (que pode
ser em parte Impresso). de queestao promptas
para seren entregues as cartas e mais papis
que vleram pelo correio de tal parle, de l sa-
liido a lanos, etc. (Modelo n. 8.)
(Continii'a.)
GOVERNO DA PROVINCIA.
O presidente da provincia considerando que
os grupos reunidos as maltas do sul debaiio
do eliminando <\r C idiuu Alv<:s da Silva, e do
capilao Pedro Ivo Velloso da Silyelra e igual-
mente aquelle que se acha na Serra-Negra da
comarca de Flores, debaiio do commando de
Jos Rodrigues de Morars, Jos Antonio Pe-
reira e oulros mo trin carcter alguin politieo:
considerando que Caetano Alves da Silva, ten-
do recebido amnista, em abril do corrate an-
no, pela parte que tomara na rebellio desta
provincia, ie mostrara logo Indign della con-
tinuando em seus anligos hbitos dedepreda-
9 tima de ana ferocidade sru proprlo Irmao:
considerando que o capito Pedro Ivo Velloso
da Kilveira, alm da parle que lomara na re-
belliao, he ro de desercao, e tem responsabili-
dade pelas dclapidafdcs commettidas nos si-
dos do destacamento que commandra, e que,
Obsecado no crime, preferir a vida de ban-
dido a subinelter-ae a condlcdes, mediante as
Juacs podra Ihe ser appllcaao o decreto de 11
e Janeiro do corrente anno: considerando
que ossequltos dot referidos caudilhos Caeta-
no Alves e Pedro Ivo sao compostos de reos
de assasslnaf, homicidio, roubo e de oulros
crimrs, que perseguidos as povoa;des desta
proviucla e de outras vlzluhas se acontan) as
maltas para procurarem a impunidade e con-
linuarcui a commrller os mesmos crimrs :
considerando que desde o dia 18 do inez af-
iado os referidos bandidos acoinmelteram e ag-
grediram os postse destacamentos de primei-
ra liulia que os vigiavam no verde e na villa
d'Aga-Prna, e desde entilo teeiu coinmeltido
di lie rentes assasslnalos, e entre eaies o do ci-
dadao Thomax Jos de Aquino que, estando
inerme, fura por ellos apanhado e fuzilado,
por ser portador de um ohtcio do cominan-
dante das armas : considerando que o grupo
de bandidos reunidos na Serra-Negra, alm de
alguna Indios scmi-sclvsgcns, he composto de
reos de inortc c roubo, sendo seus chefes os
assassinos do padre Joaqnim Jos de Veras,
resolve :
Art. 1 Tpdas as pessoas que derem favor
e ajuda, fornecerem armas, municfts, ou
quaesquer viviv; aos bandidos collados
as m i tas do sul e igualmente aos acolla-
dos na Serra-Negra da comarca de Floros,
concorrem directamente para qua*elle< con-
tinen) a commetter os crimes deassassi-
nato e roubo, que eslflo praticando ; e,
sendo por isso considerados cumplices de
,taes crimes na formado artigo 5." do co-
na reincidencia, com a demisslo, no caso dK0 criminal, serflo como taes persegui-
deste e do arligo antecedente. dos, presos e processados.
As demissOcs, porm, s podero reali-j Arl 2o serflo do mesmo modo considera-
sar-se quandosejamapprovadas peloadmi-|dos cump|icesde assassinatos e roubos, e
nislrador. [como taes perseguidos, presoseprocessa-
Art. 94 O administrador do conreio po-l jos aqUe||es que receberem ou compraren)
der mandar carleiros para qualquer dis- qU,eSquer ohjectos aos dlos bandidos, e os
trido som que lenham regressado os que que Ibes derem asylo recebendo-os volun-
ariteriormentesahiram.como llio pormitle Ulamente em suas casas, ou ierras, na
o arligo 1S6 do regulamento e no caso de ftr,i j0 ariign 6. ns. 1 e'2 do cdigo cri-
que nflopossam fallar para o servigo ordi- mnaj
narioe regular. I Art. 3.* Os habitantes das maltas do sul
Ait. 95. Os carleiros que entregaron) asi pertencenles ao territorio desta provincia,
cartas e mais papis sellados nflo condu- _lie naoquizerem compartilhar n sorto dos
zirflo oulros* de que liverem de receber rererjog bandidos, deverflo retirar-so das
portes, salvo as dos assignantes. ( Art.; rnaClas.atc ao fim do corrente mez, apresen-
77. } I tando-se ao commandante das armas, ou ao
Art. 96. Os seguros que tiverem de ser cr)mmai>dante Jas ricas estacionadas no
distribuidos no correio, serflo entregues ao yerj0| |iara que Ibes sejam designados lu-
thesoureiro, assignando este recibo as garos do residencia.
guias que os acompanbareni. I Art 4. Ocommandnnto das armas e o
A.rnlrega dossegurosso pode ser feta 'c0mmandanteds frcas do Verde poderflo
s proprias pessoas a quem frem dirig- nutorjs,r aquclles ciiladilos qtie se Ibes apre
nmiva"" C0'"U ""'""" "'*"..... ebejes dos ditos bandidos Caetano Alves.d,
Arl 98. Oscartelros aahirao al tres vezes Silva, ou o capitflo Podro Ivo Vcllozo da
por dia a entregar a correspondencia nos do- Silveira, recbenlo urna graliticacilo e pre-
micilios das pessoas a qurn for dirigida, ua mj0 e oito eolitos de res o, no caso de
forma do artieo 125 do regulamento. serem os ditos chefes mortos em acto de
Art. 9U. Alm do pone da caru nao sella- re$jslencai recebero qualro conlos de rs.
das pagarao os que as receherem em suas ca- auilnlias serflo pagas ;a primeira im-
Hovera aillos de 10 ra., que erao destinados prova da resistencia.
eiclusivamcnte a pagar este accrescimo
de Art. 5." Aprsenle resolueflo ser publi-
cada pela imprensa, e transmillida ao com-
Estes sello sero iuutilisadoj com dous rls- mandante ds armas, aos commandanles
eos em crui na thesourarla, antes de seren en- HS forcas estacionadas no Verde, Bonito, e
5K ?^npVeC 7,.o!srT,TrecPo7hr:;ne?a eT fem S5. um na p.rfe que .he locar,
irga dai carua hora marcada. I Palacio do goveroo ue Pcrnambuco, 9 do
10. Kniregues as cartas e mais papis novembro de 18(9.
Honorio Hermto Carneiro Ledo.
treg
Art
preservan Jo-a de seus proprios excessos,
edar-lho urna base solida, reslituindo ao
tbrono ponlificio o principo que, nrimeiro
que todos, se pz corajosamente frente de
todas as reformas litis.
Com pezaiseiqueasbenevolasintencfcs
do Santo Padre, assim como nossa propria
accflo.licam esteris em presem; do pai-
xOes e influencias hoslis, que querom d como base entrada do papa aproscripeflo
e tyrannia. higa da minha parlo ao gene-
ral ftostnlao, que nflo consinta que, a som-
bra da bandeira tricolor, se commetta ac-
to algum que possa desnaturar o carador
da nossa inlervencilo.
Eis como eu resumo a restauraco do
governo temporil do papa : KiniiitUaoerat,
iceulartzaedo da adminittracao, cdigo de Na-
puleao, governo li'jerat.
Leudo a proelamacflo dos tres canleaos
fiquei bastantemente indignado por vr
que nem se qur faziam mflflqflo da Fran-
ca, iiem dos soirrimentos de nossos valen-
tes soldados.
Todo o insulto fuilo nossa bandeira,
ou ao nosso uniforme, me allige em extre-
mo, o pego-llie faqa saber que, so a Franca
nflo vende seus servicos. ao menos oiige
Ihe agradccamossacriflcios que faz, e a sua
abnegaeflo.
Qoando nossos exercitos percorrram
a Europa, deixaram por toda a parte, como
um signal do suu passagom, a destruieflo
dos abusos feudaes, o os germens da liber-
dade : nflo se diga, pois, que, em 1819 um
exercilo france/pode obrar n'outro senti-
do, e produz'r oulros result dos.
a Diga da mitilia parlo ao general, que
agradeca, cm ineu nome ao excrcito, o sen
nobre ptece ler. Eusoulionom magoa que,
mesmo physicamnnto, cll* nflo he tratado
como merece. Nada dever ser omiltido
para que uossas tropas s jam conveniente-
mente cstabelecidns.
Receba, querido Ney, a certeza da mi-
nha sincera amisade.
a A.ii/r Napolrdo fonaparle.
Vine, nflo pode nvaliar, Sr. redactor, o
eflito que prodtizio esta carta, eis porque :
Apodoramo-nos da llmna e occupflmo-
la. Se o papa fsse um soberano ordinario,
e se a uinguem, excepto a nos, interessasse
o que be relativo a liorna, a carta do presi-
dente seria urna cousa naluralissima ; mas,
o papa nflo smenlo lio o chefe temporal
dos estailus tmanos, sen80 tamben) o es-
piritual da christandadu, o todos os gover-
nos catholicos tinlnm-se armado parares-
labelec-lo no tbrono pontifical. Alm dis-
sii, ludo quanlo se pnssn cm liorna inters-
sa directamente Austria, potencia da pri-
meira niili'iii, a qual hcabsolulamcntn ne-
cesario respeilar. Por estas duas rases
ha evidentemente una grando temeridade
no icio to presidenlo ; pois, nem be bern
quo enfraquecimos a auloridade do papa,
parecen lo violenta-la, nm lio prudente
quo decidamos una queslflo tflo delicada
como a do governo dos estados romanos,
som primeira obtermos o concurso da
Austria.
toda a popularn romana concorre unicamente
n louvar n admiravr! disciplina de nosso
toldados. Um jornal de Genova, que tenho .i
vista, diz que essa disciplina he routa iwiiiciiiu
Os Transseverinos e o povo de Roma esto cn-
thuslasinados pelas nossa tropas ; e, quando
convier que nossos regiinentos se retirem,
muilas saudades se senliram e mullas lagrima
se derramaran! por eises niesinos liometii que
ha Ires mezes fram recebados i-om barriradas
c Uros de espingardas.
Eu.j disse a Vine, que o general cui clirfe
Oudinol fra substituido pelo general Ilosto-
lan. Km consequencia da caria do presidente
que Me fui dlreclamente dirigida, o general
Koslolan pedio a sua (fctnlsslo. O minislrrin
deu-llic por sucessor o gcneial Raivlnn, que
commamlou em frica mas como sesoubes-
se que esse general rra protestante sua namra-
clo foi annullafj. e o general Rostotaii fol con-
vidado a permanecer no sen posto.
Nossos negocios Intcrno.liveram nesla qnin-
zena um aspecto qtiasl trio socgado como na
poca da monarcliia. A ausencia da.assembl.i
siippriinio a causa principal da agilacao dos es-
pirito, lnfelumente as ferias parlamentare*
qtiasi estilo a lindar, c d'aqui a don dias a in-
fernal danta rrcoiuiiiccar! Oeps nos livre
desses miseiavcis advogados, <|iie asllm jngaiu
com o descanso e prosperidade do sen paiz!
Tiverrtos, durante o interregno legislati-
vo, tribunaszinhns polticas abortas cm os
nossos 86^1epartamentoS Os concolbos ge-
raes ( nossas assemblas provinciaes abri-
ramsua sessflo, a qual dura quinzo dias.
Kilos s devein occtipar-se dos negocios l-
caos, mas teem direito de emitlir votos ge -
raes ; e os partidos aproveitaram a occasiflo
para procurarem fazer algum molim de-
partantbntal. Empregaram lodosos esfor-
cos possiveis para induzir os concclhos a
pedirom que n conslituieflo fosse im'media-
titnenlfi revista. A constiluieflo hedetcsta-
vel; pois tem o duplo defeito de nom ser
republie ina, nem lemocratica : todava os
concelhos geraes, quo Ihe cbnheceifi os dc-
foitos, recusaram quasi unnimemente pe-
dir a revisflo, o nislo obraran) com acorto ;
pois, em consequencia de urna disposicfl"
rormal do sel texto, a conslitiiiQo nflo po-
do ser revisla actual mente. S depon de
28 de maio de 1831 he que i questfl i da rc-
viso podern ser doaculida. Os concolhos
obraran), pois, ptimamente, no tocante ao
iiitcressu da ordem, em nflo provocaren)
urna violagflo da constiluiQflo. llamis, se
todos concordam o ni achar m a rcpiihlica,
nflo concordam no qui convirla substituir-
me ; e, se amanhfla ella fosso derribada, c:i-
hirianios em um iliysmo do que simiente
as faeces demaggicas poderlam lirar par-
tido. Melhor he, pois, deixarmos que a ib-
pulilica v vivendo, para que os partidos
nionarcliicos tenhain lempo do crescerem
mais. Eis oque os concclhos geraes unten-
deram que deviam fazer.
Agora temos um Paria una assemblra de
oulro genero, e quo nflo faz muila bulla. O
nosso veneravol arcebispo convocou para o
dia 17 do crrante um concilio provincial,
ao qual assislem sous bispos suffraganoos
em numero de 5, eos principaos dignila-
rios ecclesiasticos da provincia. Nossas reu-
ni-'S que sito secretas, s so trata de coli-
sas es,.iriluaes. E cortamente hom he que
u ropublica quo tantas franqueza oulor-
menos escla-
m aos mem-
bros do clero superior o direito de reunir-
se. Todava esse direito foi-lhe contesta-
do pela imprensa vermelha ; e o ministerio
que, nesciamentea poupa, leve a fraqueza
de admillir-lhe as criticas, lie cerlo que
temos leis antigs que obrigam os bispos i
obter licenca expressa da auloridade para
reunir um concilio provincial; mas cssas
leis rancosns deveriam ter sido julgadas re-
vogadas smenle pelo facto do retibele-
cimoiito da repblica. Assim o entendeu o
Sr. arcebispo do Paris, e por isso abteve-se
de pedir urna autorisaQflo. Queobrou o mi-
nisterio pira livrar-se de tal ombaraco '!
Elle nflo queriaolTen ler o arceliispo, nom
os vermelhos, e lomou o exquisito partido
de conceder mili autliorisaQflu que ndo Ihe
foi pedida. Por isso foi apupado por todos.
A' inanhfla be o dia anniver.sario da nossa
primeira repblica, a qual foi proclamada
oin 22 deselembro de 1792. Os vermelhos
liveram a ideia de fazer o que se chama
aqu una grande manifeslacuo ; isto lio, do
prem em tumulto asjnOssaa ras; mas a
polica decarou-llies, caritativa, que se-
ao carleiro, proceder-e-ha i classlllcacao al-
habelica pelo nome e sobrenomes da que
liverem de aer entregues na ineaina casa do
correio, para oqueserao euunatsada e aladas. '
lAceptuaoi-se a da ultima parte, que crio
conservada distribuidas por districto. |
Art. I0. Logo que frem entregue as car-
las e mais papel na thesourarla, serio levada
aos laboleiros privativos, e nelle conservada
em pcrlclla ordem atphabetica-
Art. 103 A caru e mais papei eilarflo
dividida em martimas, terrestres, estranjel-
rai c de mezes auteriorea.
Art. 104. Para mal facilitar a bnaea e entre-
ga, ainda e suhdivldirao a marillma em "''""'.'
canas inorilima da provincia do orle, e BUL
caru martima da provincias do tul.lam- tOatta
bem c subdividiro a terrestre cm dua ou, enen
lies parles segundo a casa o permiltir. As car- ordem.
las esiraugeiras serflo igualmente cla.sjncadas Mou cn,ro jjey.
em cartas de Portugal e seus dominios tK n,.,^^ franceza nflo enviou um ex-
carui de Kraoca -carta de lng aurr,-^ ,0 .,, p,,, ,|,i solToCar a liberda-
u^dc,.r"^ deiUliana; ... .1. par. regularisa-la,
EXTERIO.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMRC.
i l'arit, 21 de Miembro de 1849.
Depois da minha ultima carta leve aqu
lugar um fado gravissimo, o qual agitou
todos os hontons polticos Em urna bella
oiauhfla o Uonittur publicou o que se
i dirigida pelo presidente da repnblica ao
' leninte-corenet Edgar Ney, leu ajdanle de
Assim, emquanlo espirito Icvianos e super-
ficlacs applaudianra cabejada do presidente, a TrTr>awi mais infliuas e i
qual concorda bastante com o senilmente pu- Bl,u ,".:! ,. ,!'"n,,},'
bheo, os honiens reQectldoi se Inquleuvam reculas dasonj'J;*?^*18
por causa de urna imprudencia que ameacava
pr a l-'r.in.-a a bracos com dilliciildades iiuu-
peraveis. Klles nao censuravain a carta em si
mesma, ccnsuravain nicamente a pnblicida-
de que Ihe fra dada. Klles teriam adiado inui
justo c iiiui conveniente que instrucees no
mesmo sentido fossem trausinittidas aos se-
nhorrs de Corcellc ede ila'yneval, nossos ne-
gociadores em Gaeta ; porm acharan) eslra-
nii i r|ue a pof tica do governo francez se inanl-
feslasie por urna carta do presidente da repu-.
blica ao scu ajudante de ordens.
Kssas criticas do publico esclarecido liveram
al echo no gabinete; e, pouco faltot que este
negocio nao produiias una oiise ministerial.
O Sr. de Kallom, niinislro da instrucc;ao pu-
blica, dcsapprovou vivissiinamcnle a iocersiio
da caita nu .Monilciir. Se a assembla eslivesse
reunida, o debat] seria logo .iberio ante ella ,
ea~Sf. de Fallous, se retirara, ou lalveo o Sr.
ulaore, segundo a opiniaoquea maioria par-
lamentar liouvesse expressado ; mas, como es-
t de ferias, as partes dceidirain-se ambas a
esperar ; c, esta especie de compromisso lor-
nou-sc anda mais neceitaria, porquanto o mi-
nistro da initnie.'jn publica adoeccu grave-
mente e, agora mesmo, eslames hiquietos
acerca da sua vida.
.Um de seu collegas, amigo do Sr. Dufaure,
fui provisoriamente enearregado de sua pasta.
Assim se acham, nao conciliadas, mas adia-
das as des^ntelligcncias do ministerio. De ou-
lro lado parece certa que a prudencia do ga-
binete austraco nos preservar de uin do ef-
feilos que mais tciuiauos relativamente car-
ta do presidente, c era uina ruptura diplom-
tica com a Austria. Todas as noticia que che-
gain de Vienna dan-nos a certeza de que nao
couiou l multa Indignarn a prtenjo que
patenteia o presidente de regular ao seu modo
os negocios de Roma.
As bate do arranjo que elle Indica, o amnis-
ta, a iteutariatao da atlministrafo, nao desa-
gradan! ao successor de Melterntch ; ao Sr. de
.-chwaricuiberg, smenle nao convin que se
turne em Roma urna revolufo grave, sem que
a Austria tenha nella parle. A olu(o, que
se prev he pois esta : m, consclhos dadns pelo
presidente, sero seguidos; os votos que elle
exprime sero realisados; mas ser antes pela
A usti'ia do que pela franca que a emancipa-
ra o do povo romano ser oblida. A questo de
influencia ser resolvida a favor da Austria, o
que he realmente juno; porquanto o governo
de Vienn lendo ludo que faier para conciliar
a? povoaces da Lombardia e de Vneta, nao
he mo que, inesmo pelo interesse da ordem
europea, pareca ter a principal parte no com-
plemento de urna obra liberal em Roma. Isto
contribuir multo para a pal do mundo e pa-
ra ui propria pas. Faca a Austria brevemui-
- wouVei
te por Milo Veneza, tudo quanto h
contribuido para que se faca em f.vor de Roma.
No entretanto, nossa oceupaco contina, e
nam speramente Iralados se tal lzessem ;
e por isso nflo se atrevern) a exe'cular a
plano. Mojo a cotiiiiiissfln permauenlo dos
filontanheset, a qual os dirige, contramando
piamenteseus preparativo, em urna espe-
cio de pioclamacflo dirigida ao povo. Esses
individuos causam lastima, quando nflo
causam horror.
Nada de novo ha no mundo ilerario, ar-
tstico escientilico. Fallou-se aqui milito
em os dias passados de um notabilissimo
arligo publicado por Lamartine no seu fo-
Ihelo U Concelheiro do Poto.
Esse poet escriptor colorea os mais ri-
dos assumpto com um maravilhoso brilho
do eslylo. F.ub oceupou-se, nesto artigo,
dos professores de primeiras lettras, os
quaes sflo, em nossos departamenlos, os
misionarios da demagogia ; elle estigraati-
sou as paixOes srdidas, a inveja, a ambi-
eflo, o odio, s quaes esses miseraveis im-
mola m o repouso e o bem eslar de seu paiz.
Isso be muilo bom; porm melhor fura nflo
ter, ha dous annos, despertado nem cxci-
lado estas mesma paixoes que, hoje, somos
obrigados a combator. He o Sr. de Lamar-
tine o imis inconstante dos homens: elle
poz um tlenlo immeusu ao sorvico da mais
caprichosa e desregrada imaginaeflo. Nio-
guem foz tanto mal a esta paiz; ninguem
tflo bem lalvez luja uuo lenh preservado
esle mosuio paiz de tantos perigos. Assim


~-
te- ->-, u: agaaiB3Mgc^iaiiaw^.CTfa^ ;.,-* *gA
%a
un nnno passado, ptlo ohlevo na* eleiooes
ii il (neo milniies ,i,, suTrnuios e urna
ilez ;n da nonoicoos, o, este anuo, todos
i,s onllcgins clotoraoa se fcchnram para el-
le. \ cr:asco.iisegtiio sor mencinalo, as
el jilos, pollo c>H<'Kin.(?oscu raiz mlil !
II ilia -- Vneta -- Piemonlc. A res duelo
quo comba temo em Fnn, agoniza na
Ita'ia. Desde sun caphulsclo, Vonnz'a an-
da nflo d8 qnn rallar Indo foi grave c so-
rio assim om una dr como om son desasir.-,
i- ni lula liernioa que sustentou. Mo lio
corlo, como tinlmm dito, que Garihahli,
chore dos CondotUeri romanos conseguisse
entrar em Venca. Ilojosabemos o que Tez
dopois de fugir do liorna, vagou 35 dial nos
estados lomnos, o nos territorios lemi-
Infea, perseguido pelos Austracos; cdopois
de muilas fadigas, ontrn no Pinmonto. Ga
riba Id nascob em Mico ; eslava pois na sus
patria ; mas as autoridades piemnntoza
nflo flzeram caso de um patricio Hlo inrom-
modo.
o gallineto do Tnrin onlonou ao general
Marmora, gnvernadorde Genova, quo pren-
desso osse indivi loo. Caribaldi nflo pro-
teslon contra lal medida, pois conbecia
claramente quo ja.nada tinlia que fazer na
Italia, o ale podio que o cmharoasscm para
i repblica do Montevideo onde anterior-
mente lano deu quo fallar. Mas isso nflo
satisfez os enredadores do Tnrin que com-
plenla maioriada enmarados depuladus.
Files rcclamaram, critaram contra a oxpa-
tnaeflo de Guribaldi ;e sonbores do es-
crutinio, a loplaram contra o ministerio
um voto exprobratito. GompOo-se o mi-
nisterio piemontezdecidadflosmui lili raes
O mui esclarecidoso tnom por presidente O
niarquez d'Ateglio; a primaba, talve das
illnstracrje da moderna Italia. as delll-
cois cii cu instancias em que se acba o Pie-
monte, heorimooatacar taes homons, pois
riles smenlo *>ndcrfl<> salvar o governo
constitucional o a liberdade. Mis os do-
magogos querom que lulo perega coni el-
los. Por minba parle nao creio quo o se-
nlior d'Azeglio, respeile o voto lestes se
tibores e consintaem eompromettera paz.
alema e externa do Pieroonle, conservan-
do Giribaldi.
Austria -Hungra. A poltica austraca
ilcsenvolvo-se ca.la vez mais. Ella eutendn
que lev* fa7er OOnPSSOes arrasoadas, s
povoacfles italianas, e ral-as-ha its sua par-
te ; mas quer lanihein quo os estados italis-
vinosse conserven! tranquillos, lio agora s
Austria asss forte para fazer-que Ihe rs-
pede a volitado ; pois nada Um SerfSjquo
temer lo lado da Hungra Assim, como
ja disse a Vmc, a suhmissflo de Georgy pz
lima guena. Em lodos os pontos, gene-
raos o soldados remaran) as armas, s duas
fortalezas, deraoi mostrasdcqucrereni re-
sistir, porm urna IMIas, IVterward.-in,
acida de enlregar-so. A onlra, Gomorn.
dopois de Inr pedido um armisticio do 15
01*8, ja acabado, esta agora vivamente cer-
cado e brevemente cessara de resistir.
lina commissflofoinoinoada pelo i m pe-
ra lor, com alvo de srrsnjsros negocios
exteriores .la Hungra: Quanto robellifln,
Bttond 'tido-se ana prime!ros actos dos con-
crlhos de guerra, os quaes roudemnaram
a nimio o (izerain cxecular tres dos ofh-
ri.'ies rebeldes, era para reoeiar-so que se-
ria tratada com demasiado rigor i mas na-
nee corto que raqui ca diante os oonco-
Ihns da clemencia Berilo escutados. O pro-
prio irrsjerador da Russia mandou fallar
nesse sentido, a scu irrnflo da Austria'
Gr-se pois, que ludo se limitar a privar-
os cllieiaes rebeldes lo scus postos ; o a
piiV nos mnis compromettidos, como sol-
dados nisos, aos regimentos.
( mareclial Itodetzki acabado ebegara
Vicnns, ende o governo c a populacflo llie
fi/eram um recebimento triamphal. Dizem
que elle voltari a Milflo como titulo do vi-
co-re, o qnal at agora s tem sido confu-
nda n arrliiduques.
MUmanha l'russia. As conlcndas aber-
I is entre a Prussia e a Austria acerca da or-
ganisacJJo do governo ccnlr,l estilo a ponto
lo se scabarem. Ja bouve concordancia
acerca das bsese estas consislern na ab-
sorpeflo dos pequeos estados pelos gran-
les. Em vez da antiga Dieta, llavera s
qualro commrssarios, dous Horneados pola'
Pruss| e dont pela Austria. ABaviea, o
Jlanover, a Saxonia, o o Wurtemburg Berilo,I
alternadamente chamados como arbitros,
em cuso de disscntimenlo. Tudo isto be
bonito no papel, mas em poltica, asdilli-
culdados serfio grandes ; pqls a balanza cu-
tre a l'russia o a Austria nflo ser facilmen.
i equilibrada,
Em scus negocios particulares, o governo
prussiano contina a poilnr-si seguro e
firmemente. As cmaras discutem a cons-
tituicflo, c o ministerio, cousa notavel!
l.ula sobre ludo, enrgicamente contra os
absolutistas que qucreni conservar o mais
osslvel, os abusos do ultimo rgimen. Es-
tacn lurta he, ao mesmo lempo leal o ha-
lH ; por quanto a l'russia esta madura para
o rgimen constitucional sinceramente pra-
icadn; o sendo-lhe da,da urna constUuico
iilioral.suas legitimas exigenciassorflo prc-
vcnidaj, r
i jornal francez la Scmaiae publicou lia
> i'rasileiro Joaquim Marques Lisboa, citando
laiiicularmcnfe tres factos que apoiam'
esta puhliCscBp. lio com ciTeito mnilo hon--
ruso pura o brasil possnir um odlciiil de
inarinhatao distmclo. tima s das accOes
umquesedestinguio o Sr. I.isba, farra a
ortuna de um ofllcial da marinba europea :
pi'uvavelineute o governo do Brasil nflo .sera
rueos justa e generoso com o c.pitflo Lis-
boa, do qa o sera qualquer d>s governos
da Europa com uiii subdito quo tanto se il-
lustrasse.
os sus. vi t is.
Uanoel Jnsqiilm de Castro Medeiio 5(W
Antonio .opea do Slqiiei'a ,-,B0
riblra lo Nuiips Percia da Silva 553
Manoel Vicente Oon^lvs Ayres 553
Itomflo Ferreira de Aronjo 5i
Aloxandre Jos de Caninos 551
\rnant Xunes de Magalbfles 550
ios Francisco de Medeiros 550
Isidoro Jos da Silva Mdscnrenbas 547
Ticjnio Porcirjo Noslurn do Andradc 545
Aloxandre Kerrcira Paz 34S
Francisco Xavier Martins 541
Joflo nles Prostante 541
Antonio Gomes da Cunha 543
Francisco Uodrigues Florencio 543
/.'ferino.Percira do Moraes 54-2
Joaquim Riheiro l.eile. 540
TilESOllllAItlY DA FAZENDA PROVINCIAL
Demonstraft'io do tnldj exilente na calx
do extreieio de 1847 a 1848 em 31
de oulubro de 184!).
Saldo em 30 do se-
tombro p. p. .
Iteceita no crrenle
mez........
Desposa no corrento
mez ......
8:462/815
Saldo.
8:4621815
1:3711508
7:091/307
Em
cobre .
notas.
2/307
7:089/000
-------------- 7:091/307
Thomai Jos da Silta Guemoiunior.
\nlonio Curdoso de Queiroz Funseca Jnior.
8
< '
3
O .-3
1> C.3
fc. 2 *>
~ "
?|
35
3
|f
a
c.3
o w
i!
a
'E
sl
I
i. O n.esiuo Azovvdo ia hojn baleros re-
beldes fin Mutuns, os>gui-los al Agoa-
Prela.
Aqiiicumprc-me notirquoa tropa tem-
so portado de um modo si^'erior a todo o
elonio, com especialiJadc o coronel Azorre-
do que tom excedido toda o expectativa,
eo tcnenle llermrs.
K'ubi rea t;to a pedido.
Ao nnnlversnrio da mor' da
lllma. Sin. I>. .Mniiu ligidn d
Foasec de Bvcderodes
UMA LAGRIMA,
dirigida ao lea poo, o lllm. Sr. Prcdei da
Fooicoa Coutiuho.
El liiiiiuliini facile, el t-
mulo superdito carinen.
fVwo. Eclog. V. 42.)
Aps um anno um lia do saudade
Amargurada e triste!... Porque voltam
Essas angustias, esses ais pungent',s,
Esse dosabafar de acerbas magoss ?
Porquo vuules, idis tenebrosas,
Pesar no coraeflo, calcar o espirito,
Aligii'-n inda mais com os feos quadros
Da morle aterradora? In nflo baslam
O longo agonisar do sofTriment,
Ancias crueis, e lagrimas ardentes?
Oh.' quo mysterio lio osse? Gomo assomam
Imagens de terror quo se desdohram,
Qial vj sombro, em luctuosa estancia?!
H *H
?. >
0
0 ^
P a
x 4,1
v-
c te
3 .
Sbft
01 a
9 V)
1
i a
0 il ?!
-a
05 O
h
a
ff
i I
a.<*
9 3
i I
8
?i -
.0= Ti i'
i^^
I?
o
1
1 f
I
I "
I .u
Ci
-"-I

o
1 Sf
J^ 1* .
l
5:^
l OD
I b o
o- w
o 00
O -I
t- n
J33
a a ~_
frrnBammmm
3 o
o o
X a
y> "r-1:
e a a r
3
0 33
o"
o
8 i.
|V|
S
t *
o n
S 3
3W
m 9
N G-
8$ ?

|.
c.3 5
a
3
1,1.mu vio a esposa carinbnsa e lerna,
Afagando os (illiinhns innociites,
Snrriii'lo moiga ao desvelad esposo,
Qucm avio melinJiosa murmurando
Um susniro d'aruor, quanJo su'alma
Desfronlnva o prazer puro, sublime,
Gomo podra suspender o pranto,
lu; o i- silencio sensaQflo profunda,
Rasgar alouto o manto da tristeza, -
Ao vr que a bella esposa deilnhava
No scu leit de dor, quo os lilhos charos
E "domo dclla aniicloseslendiam
Os ollios para o eco, pedimlo acaso
Um soccorro de cima, e lamenlavam
No transe d'agonia a porda imrnens?...
Quem poderia conservar-seimmovel,
Fechar 0 corarflo ao sentimento,
Vendo o esposo em lagrimas bandido,
Quase sem tino, opnressn do amargura
Nesss instante fatal? Iud'bojo mesmu
Quem podo recordar a fantasa
Aquelie solucar descompassado,
Aquello anciar extremo o afadigoso,
Aquelie respirar j quase extinclo,
Scm lonilerum Iributo natureza,
Sentir forte emoeflo de atroz msrtjrio?
E he j passado um auno aps o instante,
Que urna esposa fiel, dcxando o mundo,
Foi ver de pe to o sol da eternidade!
Doces lilhos, penliores preciosos
Do conjugal amor, fAram privados
Dos afagos le miii, dssas caricias,
Quo amor despende amcoragOes sonsiveis,
Gomo tbasouros d'iuefTaveis gracas.
Victima! t"iiras do peonar intensa,
S para oco s vistas dirigiam,
Nesso momento em que a lorrenha morle
Roubou-lbes para sempre a mili queiiJa :
Mas acharam consolo em doce affeclo,
No amor de pi que supplice iuiploiava
Divino auxilio em hora tam solemne.
^
s
3
o
o
1
o
i*
3
o
a
Estudia recorda opassmenlo
Daquella que na f, na piedado
Greseeu singla, vigorou farinosa ;
Lcmbra a lum'i da esposa desvelada,
Da caruibosa mi, que s finara,
Deixando em Ierra solidos indicios
Da in^is perfeill o can lida virtudo.
5 i Gomo poJesicsvs, vos que a perdestes
E icar.tr o scpulchro em que seu corpo
Devia repousar, csse inoimento.
Que falla ao coraQo angustiado?!
t.'ono po lestes contemplar de perto
A habilar;flo l'uieru 1 e taciturna
Na escura solidflo silenciosa?!
3 > li x 0
c CC -1 Q
1 M' O' o 0
O 5 li- i - 9
0
4. -r
0 i 00
0
* 4- <3 IO
3 11 O O l>
&3 O IC O '^
O '-' 00 v Cft a.|
*i a>
a v OS -I
VJ w cr 10 to
~IZ>
0) O O &. S2
0 O Ul
I 3
1 CJ
I 2
e -1
Gn oc
QO ce
0 -1
- M

"0
u eo
10 eo
001
IB
1*
3
ca
S
S '
li!ilRNII!PEH\lMBri;i).
nECIFE, 9 DE NOVjEWBRO SE 18(9
Temos i vista una caria cscrin|f no bo-
nito a 5 do cor rcnle, o dola extractamos o
scguinlc:
Por urna carta que agora acabo de re-,
ceber do coronel Azevcdo, datada de 4, s'"'> r,,i "* 6'ori que s cabo nos justo*
ronsta-me qu, desonganando-so eslo do fQ"e deacancou aquella, cujos das
E nflo morra a saudade aps o lempo
Ella vom pressurosa, como a sella
Por inflo certeiraconduzida ao alvo
E ella que bojo mesmo indaga e volve
Esses segredos ntimos da vida,
E om frente da trislonlo. sepultura
Interroga o mysterio da existencia,
Que i inflo te Dos fechara como um sello.
Eu vrjoelll allliclo e consternado
O Charo esposo, o pal que inda suspira
SB o p 7.0 da magoa que o tiyspassa :
II i um auno quo ello .olTre, e lenitivo
Nflo tem para seu mal. Scus charos lilhos,
Frllios daquella que morrn constante,
Ei-los cborosus, rodeando a estancia,
Onde impera pavor,melancola.
Mas nflu receiam caminhar sozinho,
Cruzar o espaco destinado aos morios,
Cerner sobro o sepulchro solitario,
F.xhalaruina dor que nflo tem cura,
Verter se.ilido pranto ainargurailo.
Alilviiidc agora mu.litar um pouco,
Ergucr o yto que involvo no silencio
A tonga historia d'uma vida iuteira. *
vos que veJos ohi, lilhos, esposo,
Que assim choraos, do magua repasas dos?
Frios restos -nflo mais i ludo he j lindo.'
Dessa qsio tanto vos amou na vida
Hojeo que resla? um nomo abenCoado,
Quo a morto lospeitou, quo dura oleriio.
Doce nomo d osposa e riifli querida!
Mi/ lino le abala o glido sepulchro.
Atiavcssandoa rugiflo dos morios,
llrilhas na gloria, e sempiterno e grando
Zouibis illesa dos turOas do mundo.
Ilojo vosrumpro venerar-lho as cinzas,
Entran lo no triste mor u meo I o
As preces do chrislflo; sagrai-lhe um canlo
Do piedade profunda o melanclica,
Que a natureza folga de expraiar-se
Vesses nstenlos de pungir vehemente,
Oua apraz ao coracSo. martyrisindo-o.
He doce ir eslampando urna por urna
As vivas ouiocoes que o peito abalam,
Grava-las como leltras do lombranca ,
Na historia lo existir quo vem surgindo
Involla na Irisle/a e na amargura.
E mais dore Inda he siudar um tmulo,
Onde foi s'enibater, no extremo arranco, -
Existencia de esposa e mfli singela ;
Dar-lho um suspiro, um ramo de cypreste,
Orvalha-I'o com lagrimas san Josas,
Desibafar do peito magoado,
Um ai sentido, um voto de ternura.
Fazei-o assim ; nflo mais na vossa fronte
Surja o drsgosto que amortece o brilbo
Do viver to feliz, quo vai passando, -
Bafejado por Dos: nflo mais se esculem
Queixas, lamenlacOes, nom da tristeza
O negro manto vos iuvulva os olhos.
Eu, pobre vate, mediloi com vosco, -
Gemi quando gemestes pesarosos ;
Porm tenlio esperanca e f robusta,
Evslambem a leudes. He de cima
Que s vem o consolo ao peito allliclo ;
Mas la em cima repousou p'ra sempre
Essa que vos amou, que vos amasles *
Com tflo grande all'cigfle, lanto disvelo.
Eis, amigo, o quo posso dedicarte:
He a Mor scm aroma, desprendida.
Sola na solidflo, sem brilho, ao menos,
Que llii: avive a pureza : he canlo ingenuo
Do grosseiro aladc, modulado
Nesta hora de dr. Mas nflo l'esquccas
Da sincera amizade que le vol ;
Jamis desprezes tflo solemne ollera.
He quanto basta : um coraeo piedoso
Sabe entender tflo frvida lingoagem.
Por A. K. de Torres liandeira.
n
Leap
COmivUEHCIO,
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 9.....10:502,961
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 9..... 882,372
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 9..... 392 595
*'_______ _________ ;~
49, primeiro andar, ou eom o referid
nio, ni praca do Commerclo.
. -- Sogue f ara Lisboa, com a maior b,.
vidade possivel, o bfigue prtugeezs ,,
mingos, forrado, pregado e enoavilhad'od'.
cobro, do qual be capillo Manoel Goneai.
Vianna : para carga e passageiros ( a*oi
oirerece excollentcs rommodos j dirij,
ao consignatario, Joaquim Ferreira Henri!
Cuimarflns, na rus da Cruz, n. 49, prim.;
ro anlar, o ao referido capillo, na nr.f,
do Gommercio. K "*
Para o Aracaty partir* mpreterifei
mente no dia 26 lo carreiilu, com a <.
que liver a bordo, o hiato ttotoJ)ti*d,
mestre Antonio Jos Vianna : quem neti
pretender carregar ou ir de paaaagam '
entender com o mesmo me.tre, ou na'ru,
da Cadeia-Velha, n. 17, segundo an lar.
--Para o Aracaty sabe imprelcrivelmen
leit odia 30 do corrento, portor miior
parle da carga engajada, hiato F/or-d,.
Curunpe, de primerra marcha* para csru
e passageiros trata-so na roa do Vie.rin
n. 5. '
Para o Rin-dc-Janoiro segu com 1
possivel brcvidsde o brigue-escuna nacio-
nal Olinda : recebe carga a frele e passagei.
ros, para os quaes tem exeellentea commo-
dos : trala-se com Machado Piuheiro, na
ra do Vigario. n. 19, segundo andar, ou.
com o capilflo Manoel Maroranno Ferreiri
Para l.isbOa sabe, no dia 98 do corren-
te a barca portugueza J.igeira, capilflo An-
tonio Joaquim Rodrigues : para a resto di
carga e passageiros trata-ae eom o mesmo
capilflo, ou com F. S. IUbellu& F1II10.
Le i loes.
EDLTAKS.
quo Pedro Ivo nflo vollava para s (rincliei- 'Passaram nos encantos da virlude,
ras, dera ordem no dia 3 ao toncte ler-, Sempre mimosa, delicada o pura.
o Verdo-rle- s. vos a procuraea nosse recinto,
ens, bales- Fui lado a luz, esquiva e pavorosa :
uisse de ri-.S'"'1'1 suppondes que ella existo ag
mes, commanrlanie do ponto d
Cima, para que a 4, com 60 homon
se o piquete da Miilatinha esegu
gora,
beira ahaixo ate 1 ponto da Firmeza, assim i "opois que se apag'ou da vida o |Jme,
enomiiiado polos rebeldus, e quo llca em Nau ".veris jamis. A f que habiu
I I.EITORES DA FREGUEZIA DE
OS SBS.
Jo.-ile Souza MagalbOes
Manoel Ferreira llabello Aranha
Pedro Pessoa de Siqueira Campos
Clirisluvllo Jos de Campos
Antonio Jos de Souza
H noel Antonio Mertins Po reir
Jos Concalves da Silva
Joi'OPiuientel de Siqueira Urilo "
Joflo Nuies da Silva
\lanoel Dominguesde Andrade
l.inoel Pedro de Souza
Antonio Domingnes de Andiade
Joaquim. ConcalvesAvrus
Marcos Ferreira Campo
FLORES
VOTOS.
570
5i>8
565
SH
56*
564
562
&
562
562
562
5(0
560
5601
frenle do Verde-tle-ltaixo.
* E com eiTeilo, no di, marcado, as 5 lio
rasdamanlifla.il llerme
No peito d ci.ristflo.acentelha immen!
Dos luzeiros do co, he quem nos falla :
comccot o ala- *"* "os (,'z 1ue virtuosa esposa
que, e levou os nirnigos do rojo al o ponto Jl""eu para gozar d'outra existencia
designado, onde chegou a urna hora dd lar- Mais formo/a e feliz, que alm dos asiros
de ; c rmmediameiitc o coronel o lez road-. Foi repousar singela como aprouvo
juvar por tros companhias do uilavo, que,' Ao Senhor Immo. lal, ao Dos Sipremo
-protegidas peoobuz, alravessaram o rio, e Vos que a choraes consolacflo nflo lendes
tomar, m parle no combata ; e s 2 da lar-, Veno,, que ella sorri .0 "oca pee
le eslava-se senhor do campo e do poni Da incaiitadura patria? Oue ventura
irmeza, reduzndo-se a cinzas ludas'as Kflu con^eguio no co, ueixando a le
rincbe.ras dos rebelde;, e acl.ando-se des-, A mfli quenda, a esposa idolatrada'
tfssn,e con, porlador d*curli' it rsfV0 e '',,s "m! "itvos..
Ji, I Quo ,Jo v,,s ,ir,u s esquece. e vos consecra
onm "080S apnnas ,lvemos llm "Wl> Flr""-- l d'.mor o de caridura '
Zmer/lo50 qUebrado' U,M soltio r'"io 1 v*ver :-elle so acolhe
lovemenie. b o tbrooo do ser omnipotente.
Pela inspectora la alfandega se faz pu-
blico quo, no da 10 do corrale, se hlo do
arrematar em hasta publica, na porta da
mesma, dopois do meio-dia, 1080 baralhos
de carias para jugar, apprehen iidos pelo
ajudarite dos conferenles, Caelano Pinto de
Veras, visto nflo se lar realisado a arremata-
cao nos das marcados pelos editaes de 7 de
agosto o do 1 lo selembro do corrente au-
no : sendo a arremataeflo livc de direitos.
Alfandega do Periiamhuco, 8 de novem-
bro de 1849. O inspector, u/s Antonio de
Gampaio Vianna.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 10 do correlo, se hlo
.le arrematar em basta publica, na porta da
mesma, dopois do meio-dia, por consumo,
as seguintes mercaduras que oxistom no
arrnazcm da alfandega alm do lempo mar-
cado pelo regulamenlo, e annunciadas por
editalde22de junho prximo passado, a
saber : um caxflo com nozes, peras e amen-
doas em mo estado; um sacco vasio ; um
lar.lo cun palha de senleio ; um mlliu de
(binas de louro ; um vaso do barro quebra-
do ; oitonta barris com cal virgem ; o urna
raixa com 390 folhrjins Arte de Fumar
: sendo a arremataeflo livre de direitos
Alfandega de Pernambuco, 8 de novein-
[ bro do 1849. O inspector, Luis Antonio de
Sampaio Hanna.
wmimmmmammmmmmemam^mmmm
Theatro de S.-Francisco.
aensigne PEgv
A Hlllllil OK D. PEDRO NO I'OIITO,
O 0
O desembarr/m das tropas libtrtalrai as
praias do ilindello
Esta acQflo dos nossos tempbs, he com
elTeito das que se torna mais digna dos
ihaiores louv.ires ; j pelo assiiuipto do que
se trata, o j pelo apparato que a ernbelleza:
all so v pintado om ptimos versos, nflo
s o herosmo dnquelle grande monar-
clu, mas lamhoin os inmensos rasgos da
maior fldelidade, em lodos os seus cabos
do guerra ym o aconipanharam, chogan-
do por fim a derribar e deitar por Ierra o
formldavel colloco do despotismo, que
tanto llag.dava um povo, onde s reinava o
artior da liberdade
O grande numero de tropa banda de
msica marcial, artlbaria e o encanuta-
do combate com quo termina o drama, Ihc
dfl o maior realce
Pedro Bal)titta de Santa-Roza, director
ilo'lhealro de S.-Francisco, Icnciona levar
esta grande prca a scu bonelicio poim
nflo marca anda o dia, por se estar apromp-
tando.todo o.apparatu que marida o seu au-
tor, mas logo que tuilo se promplilique, so
aniiunciara ; onlrelanlo quo os bilbcies do
camarote e platea se aciiam venda, na
casa do mesmo beneficiado.
O benclicio jannunciado coma pe^a O
Iriumpho da Imprensa Livre, nflo pJo an-
da tera-lngar, |orque o beneficiado anda
nflo est de todo resiabelecido.
-- Kalkmiirin Irmflos farflo lelflo, por in-
terveneflo do corretor Oliveira, de grande
por^flo de fazendasde seda, Ifla, lnho e de
algodflo, to las prorras do mercado: se-
gunda-feira, 1do corrente, is 10 borai di
maiihfa, no seu armazem da ra da Cruz.
Richard Royle far leillo, por intrr-
venclo do corretor Oliveira, de um intero
soriimento de fazendas inglezas, as mais
proprias do mercado : terca-felfa, 13 do
corrente, s 10 horas da mantilla em pon-
to, no seu armazem da rus da Cadera do
Recife.
Avisos diversos.
Avisos martimos.
Ierra,
ama,
Para o llavio sahe.com a maior bre-
viilado possivel, a barca f'%poexa Zilia, ca-
pillo Lemeltz : quom quizer carregar, ou
ir de passagem, para o que tem excellentes
commodos, dirija-se aos seus consignata-
rios, 1. P. Aduur & C. ua ra da Ga lea
n. 52. '
, Para a Rabia segu imprelcrivolmenle
no dia 15 do correte, com acarea qUe i_
ver a bordo, o patacho Sdit/a-CrHj : para o
resto da carga e passageiros trau-se ao la-
do do Gorpo-Sanlo, Inja de massames, nu-
mero 25. 1
Para o Porto seguo, com toda a brevi-
Jaile possivel, o brigtio porluguez Sentura-
relii, forrado, pregado e eneavilhado de co-
bre, do qual he capilflo Zeferino Ventur4
dos Sanios : recebe carga a frote, para o que
Irala-se eom o consignatario. Joaquim Fer-
reira Hendes Guiarles, na ra da Cruz,
--Oabaixo assignado avisa ao Sur. [r.
Louronco Bezerra Camero da Cunha, que,
dentro o prazo de 60 das da data riesle,
tenha a boiiitade de ir levantar a hypothe-
ca em una paite doengenho Ramos, per-
lencente aoabaixo assignado, a qual tendo
hypothecado, ven.leu depois ao abaixo as-
signado ; e, para que nlo apparega depois
alguma duvida, por isso o mesmo abaixo
assignado faz o presente anniiiicio.
Jeronymo de Atbuqutrque Mello.
O padre l.uiz Antonio Pe eir embarc
para o Rio-Grande do sul com osen escravo
l.uiz.
Rernsrdino Teixeira de Arstijo da Sil-
va Ferraz relira-se para Portugal.
. Precisa-sede urna prela quilandeira :
as Ginco-Pontas, padaria n. 154.
O Sr. Augusto Garlos de l.ernos Pache-
co queifa mandar na ra d'Alegria, n. 34,
a reapusta de urna carta queso I to dirigi :
isto quanto antes.
Mu tose deseja fallar, na ra da Ca-
leia lo Recifo, bija de cambio da ViuviA-
Vieira Filhos, para negocio de muilo into-
resse, com osSrs. Jos Ignacio de Moraes
Passos, /os Antonio Coellio de Murelles,
Vicente Ferreira Fonles, Joflo Amando de
Souza Rolim, Joflo Jos Rodrigues de Al-
meida Albuquorque, Francisco Ignacio Lo-
pes, Fr. Lourcnc.0 da Cune. Qflo o Silva,
Joflo da Silva, Joaquim Silverio da Silva,
Joaquim Teixeira Cordeiro, Jlo Ferreira
Campos, Angelo Custodio do Sacramento, ,
Francisco Tlieofilo/Jos Barnardo da Cosa,
Manoel Jos Coelho Barbosa, o livm. padre
Caelano Jos, Joflo Alfonso, Antonio Jos
de AlcanUn, Manoel de Oliveira Pace/os
Fernamies Brasil.
Custodio Jos Dias da Multa faz sciente
ao espcilavel publico, que elle tem aparta-
do a sociedade que tintn.cum jeu irmo
Francisco Jos Dias da Molla em urna venda,
sita nn ra Ja Praia, 11 42, ficnmio elle an-
nuncanto desonorado do pagar qualquer
conta queselhequeira aprcsenlar tendente
11 dita aociedado ; o por isso faz o presente
annuncio. Recife, "donovombro de 1849.
-- Roga-se ao Sr. Jos Romualdo da Silva
que tenha a bondad* do mandar entregar
gs chavos da casa que tem orcupado na rui
daSoledade, ejunlamenle osalugueit que
esta a dever, visto conservar fechada dli
casa lia mais de um me, e nflu ser possivel
com dito Sr. enconlrar-se.
Aula le tacliigrajiliia.
O professor le tacbigraphia, deseja mo
aimuirao pedido de alguus de scus alom-
i.os e do outras pesso-.s, resolveu abrir om
sua casa, na ra Imperial, n 165, um cur-
so da referida arle a comecar no dia 19 do
correle mez o a lindar no dia 13 de feva-
reiroduanno vindouro. As licoes durarflo
duas boias uleis todos os dias nflo feriados,
medanlo a gratilcac,flo de 10,000 rs. por
cada alumno, paga em duas prestacOes,
sendo a primcira satisfoila no acto la ma-
tricula, t|ii" seacliaahOiti desde boje al o
da 27 docorronic, os segn Ja no Orado
prirneiro mez do ensino.
As horas da aula serflo das 6 s 8 da tar-
de. Se, poro n, a maiona dos alumnos re-
clamar que esta liora soja mu Jada, nflo lla-
vera lijase duvida alguma.
Arrenda-se um sitio no principio da
estrada nova da Passagem-da-MigdaUna,
com mais de cem ps do larangciras, man-
guen as, cajueiros, coqueiros e Uiais frulel-
rs, cum boa agoa de beber : a casa'tem 2
quartus bstanle grandes, duas salas o co-
z 1 n101 : a tratar ua la do Passeio, a. 9, lo-
ja de fazendas.
i\'a ra da Cadeia-Velha, n. 41, trimoi-
ro andar, preci.-a-jo de una ama que eozi-
nho e faga compras.
Precisa-so do um menino para apreo-
Icr o ullcio Je Ittooiro, o qual tenha boa
conducta : na ra das ''ruzes, n. 85, loja
de latotiio.
Aluga-scaloja de 3 portas do sobrado
da ra da Penha, n, 6, propria para venda,
ououtro qualquer eslabelecimento: a tra-
tar na ra do Amorim, n 15.
~ Trapassam-sc por alnguel a chaves lo
segundo andar do sobrado n. 18 do paleo
do Carmo : a tratar na prai^a do Gorpo-
Santo, 11. 2, ou na loja do mesmo sobrado,
com o caixeiro do sr, Burgos.
aa-M


r
O BrtADODA RAS.AON. so
luelirr-S'-ha vend hoje, ao meo-da, na
I furnia j ennunciada.
Roga-se aos Srs. redactores do peno-
lilieo FtiMt a bondade ilo declaren ao o
onaixoassighado leve parte directa ou in-
Bdirecla fia correspondencia publicada no
I s"u respeitavel reriodico. assignado por o
W'scrinu'io. Domingos l'rimtiton Ramalho.
onerece-se um rapaz brasileiro pura
rSi m'ii .1 de engeiiho, e que tambem entrn-
I de dedetilador : quem de seu presumo se
auizer ulilisar, dij-se praca di Boa-Vis-
I ta anda n. 13 : o qual dar fiador u sua
I conducta. ..,.
OsSra, Joaquim Jos Farias Ferrei-a,
I Joaquim Jos dos Santos, Caetano Aurelian-
I nodoCa'valhoCoulo, Ignacio Jos Pinto,
I Jolo Jos Capristano, JoBo Francisco Mar-
I tina i'e Almeida, l/inocencio Xavier Viann
I (. o acadmico Lobato lunior, queiram ter
abondadedodirigirem-sea ra da Cadma
I de S.-A10W0, n. 13, que so Ihes deseja lal-
-'- meS regedora da irmandade de N.
I S. da Soledade, instituida na igreja de N. S.
I do Livramento, avia* a todoa os irmflos e
I devoto* da mesma irmandade que por tno-
I livos occorridoa foi transferida a Testa de
I sua padroeira para o dia 18 do crrante.
Ilojo, petas horas da Urde, i porto do
I 111 ni. Sr. Dr. jz municipal da aegundo va-
I ra se ha do arrematar urna canoa abena,
I pe'nhorsda por execueflo do Eduardo da
I Costa Oliveira contra Jos Luiz da Concei-
I efio avaliad* por 90,000 rs. : lie a ultima
I praca :eeervflo Cunda.
I .. Perante o lilin. Sr. Dr. juiz do civel, em
I praca publica do dia IS do corrento, se ha
I de arrematar, a quem maia dar, um mo-
I rada de rasa de um andar 0 lojag, sita no
I Alerrn-da-Boa-Vista, n. 96, com quintal e
cochura quedeita para ra do Camarlo,
I avaliado tudoem dez contos de ris, per-
tencente a Francisco Jos da Costa e sua
I mulher, e ror ellos especialmente hypolhe-
I cada por eseriplura publica, feita a 22 de
I d. y, ni tiro Jo 1837, a I) Mara Rita de Quei-
I roga para pagamento da quanlia de 5 883
lis em moda deouroe prata,com juros de
I um por cento ao mez, no forma declarada
I n> mesma escriptura, e istp para pagameri-
I lo i!a credora hypothecaria, acndo lo las as
I despezas da casa c judiciaes a cargo do ar-
I rematante.
--Precisa-se de um amas-ador, e de um
I pretn que entenda de padaria : na padaria
Idefronteda fortaleza das C-nco-fontas.
Embarca-so para o Itio-Crande-do-Sul o
lescravo Pedro, de propriodado da Snra. D.
Mara dos Aojos da Porcincoula Cavalcante,
Iproprietaria doengenho Antas.
Aviso a os o uri ves.
Carlos llardy, "Ulives na ra Nova, n. 34,
tem um excellente laminador com que
Ipuxa cliapa a 40 rs. a oilava.
Joito da Silva Braga faz acientc aos
seus froguezes quemudouoseu ostabele-
Icimenloda ra doQueimado, n. 9, para a
II ua Nova, n. 29.
As 8 horas da noite pouco mais oirme-
Inns, do dia 8 do correle, furia rain da ra
Ido Trapiche, n. 38, urna gaiola de pao re-
dunda rom um casal de canarios de impe-
ndo, leudo a Cernea uina aza um pouco der-
B-inda como se fosso quebrada, o juntamen-
te a gaiola lem um niulio de varinbas teci-
Hr.is a maneira de bnlao : a pessoa a quem
forofferecidadita gaiola e canarios, pote
leva-la a dita casa, que recebar 5,000 rs.
I de gratificsco
Precisa-se de um trabalhador : na pa-
I dara da roa Direil i,-n 24.
Quem achou um canudo de flauta, le-
I veo ao paleo do Terco, o. 10, que ser rc-
I compensa lo.
A Vilela n. 5
I arhar-se-ha hoje a venda ao nejo dia na
I leja do largo do Collego, ll. 6, no Alerro-
I ria-Roa-Vitta, n. 58, e em mflo dqsdislii-
I lu i don s.
Roga-se a pessoa que no dia 7 do cor-
I rente achou um papagaio baj do mandar
I entregar na ra estrella do Rozario, indo
I pelo Rozario, o ultimo sobrado do lado di-
I i cito, segundo andar, que ser gratificado.
Precisa-se de urna escrava que saiba
I fazer o servico diario de urna casa de fanii-
I lia, e vislir uina senbora : na pruca da Boa-
I Vista, casa n. 32, segundo andar.
A pessoa quo iuteressa fallara Joflo
II evangelista Alvos ou pessoa por elle,
dir'j-se ius Direita, n. 1*.
O BKIJA-FLOR.
Saino o 5.' numero com o retrato do
I desembargador Joaquim Nunes Machado em
I urna gravera eo cometo da b ograpbia des-
I se Pernambucauo : aclia-se a venda nos
I lugares do costume.
Sociedaile Apolnea.
A commissfio administrativa annuncia
I aos Srs. Seio que lem mareado o dia 17
I do correte para a partida do corrente m< z,
I e que leribei propostes para convidados a
nuMiiaalo dia 10; adverlmdoque, pas-
I sado est dia, nflo admillir mais proposta
I alguma, se ja por qualquer pretexto que
I fr.
I Furtaram do sitio de Belm um caval-
I ntio pequeo, de cor rozilho-escurs, com
I a marca S em lellra grande, cujo ca-
I vallinho eslava em lugar trancado, e por
I isso niio reala duvida ter sido fuitado :
I quem oapprebender dirija-sea ra da Ca-
deu do lenle, luja de calcado, n. 9, ou a
I ra da Seazalla-Nova, n. 30, que ser re-
compensado .
-Nobairrodo Recifo aluga-se metade
deum lerceiro ailar, sendo urna grande
sala, alcova, quarlo e um solio bastante
6>~*ntle, com foglo inglez, proprio para pe-
quena familia, ou hoinom solteiro : ni ra
dn Ainorim, n 17, se dir quem aluga.
A Senbora linlureira que morou na'riia
Direita, queira declarar onde mora para se
ir buscar uina manta que recebeu para Un-
gir.
Arrenda-se, vendr-se, ou permuta-se
urna boa casa le rea com sotflo e mirante,
na ra da Boa-Hora, em Oliuda: quem a
i ri tender, dequalqucr forma, inlenda-se
coiii o seu propietario, Jos Antonio Cor-
ieu Junier, na ruada Concordia", quarla
casa, a esquerda, passan loa pontezinba.
I Ua-sapSodo vendagero, oflerecoiido-
IWmelhor vanlagem que em oulras pada-
frias: na ra larga do Rozario,'n. 48. pe-
dira.
-- No dia 5 para 6 do corrente, furtaram
do sitio de Frcdcrico Chave* na estrada de
Jt-lni, um cavallo rodado, descarnado,
grande, feiodoancs, por ter o cabo metti-
do para dentro, tres denles qoebrados. o os
outios prrtosde muila caixaa.capado.booi
passeiro, e que pouco nada mais sabe': ro
ga-so as pessoas enesrregadas da polica ou
a quem esle encomiar, o peguen eentre-
guem ua roa de llortas, venda que flca d-
fronte do beco do Pocinlio.
Airenda-se pelo lempo de festa, ou
annuiilmente, um excellente sitio com ume
graodn casa do cami>o, contondo esta dua
grandes salas na frente, seis grandes
quartos, costaba, grande, cocheira para
carro, estribara e casa j>ara prelos, com
terrado na frente da casa todo o sitio
cercado, coutendo tima grande planta de
ananaz commum, outra dita de abacaxis,
bananas pratas e de diiTerentos qualidades,
jaqueiras, larangeiras, algumas de embigo,
uus poneos de pes de frutap.lo, cajueiros,
ps de romflas.com um jardim ao lado da
casa, bastantes ps do caf e proporc,des para
urna excedente horta, por Correr o Prata
pela frente da casa, no lugar de Apipucos,
junto ao engenho Bous Irmios: a tratar
com o subdelegado Barata, na ra da Ca-
dea de S.-AnlOMo, n.
Oabaixoassignado, em rasiio de mu-
dar-se para o sitio, aluga sua bem conbe-
cida casa da ra da Aurora, contigua ao pa-
lacio do bardo da Boa-Vista, com excellen-
tos commodos para urna ou tres familias,
arduo e bilhar : tambem vende parto da
mobilia, consislindoem 2 lustros de sa>a,
urna rica mesa de mosaico consolos cober-
tos ile fino mar moro branco, urna mesa de
jautar, duas carleiras de escriplorio com
armaeflo de bronze, o varios outros objee-
los: os pretendenles dirijam-so referida
casa, de mantilla al as 10 horas, e das 4 da
larde em diaute.
Manoel A Ivet (utrra.
A. II. Wilmer, nao telido podido des-
empenhar no espectculo de hontem as ex-
periencias physicas, como havia annuncia-
do, por so ter Turado pela forte presso do
gaz a caita do deposito do'mesmo, o que
deu lugar a se nao ver com mais claridn.de
os objectos ; tem por tilo gravo falta do pe-
dir desculpa ao respeitavel publico, acredi-
tando que folaquillo causado grando in-
tervallo que houve, e que, no obstante um
concert qua suffreu a dita caixa, comtud
nflo fioou em perfeito estado ; porm de o o
vo se vai prevenir para que nunca appare-
Ca semelhanle ; e brevemente lera de an-
nunciar outro espectculo, onde entilo es-
pera saiisl'.izer a expectativa publica.
3
?V
J Para quem precisar. J
? Manoel Estevo do NascmenloQuin- 9
^ leiro&lrmflo, comcasade arman'ies 4
| na ra Nova, n 63, acliam-se agora 4k
fu mais que nunca, pelo sortimentu e <*
9 "ovos Ihornatos, babilitidos a t >mar ?
9 conta de qualquer armaeflo de ig'eja, 9
^ interro, ou outra qualquer cousa
quo diz respeito a scu ministerio, 4
|0 porque teem armaeflo, cera.carros de $
conduzirdefuntoseanjos, pretos far-
** dados, a ate mcumbem-se de por ?
fs msica odarsipultura na igreja em '4
^ que Ihes fr ordenado : portanto, #
4 sendo um descanso completo para o 0
; dono do interro e demais por um ?
$,) pieco muito menor do que em ou-
^ Ira qualquer parte, deve por conse-
19 guinte serem preferJos,
Aluga-se urna casa terrea na rus do
Padre-Florianno, n. 41 1 a tratar na ru
largado Rozario, n. 39, segundo andar.
Francisco Jos Das da Molla faz scien-
te a todos os .-cus credores que tem apar-
tado a fociedade que tinbu com scu irmflo,
Custodiu Jos Das da Mella, na venda da
roa da Praia, n. 42, (cando o annurjciantc
ohrigado a pagar na forma do costume al
a dala desle sob a sua firma t.o sement.
0 abaxo assignado faz publico que a
armaeflo da loja da casa terrea da ra do
Queimado, n. Gl, pertencenlo ao proprieta-
rio da mesfna casa, que consta de um bal
efloedous lileiros em cima do niesmo,
partilbeiras doambos os lados o por baixo
armarios, o tocto lodo forrado de madeira,
tres chaves de broca de segredo com seu
cadoado, ludo perlcnrcnte ao abaixo as-
signado, e o dito inquilino s tem na casa
suas fazendas, o o mesmo quando nella en-
trn passou ni.a clareza em como recebeu
a dita armaeflo com os seus pertences, com
data de priinciro de marco de 1846. quo lu-
do pertence ao proprietario da casa : e para
que | essoa alguma prsenlo e futura se
coa.ne a ignorancia e venba solTrer ombar-
go ou peiibnra em sua armaeflo, faz opie-
senle annuncio. Jo Flix da Cruz Silva.
Jos Germano da Costa Martius decla-
ra as pessoas que coslumam > comprar-lhc
gomma de tamarana, que de hoje em dian-
loacharfio na venda d. praca da Boa-Vista,
no correr da botica do Moreira, n. 26.
Perdeu-se, nesta colado, nina caria di-
rigida ao lllrn. [Sr. commaudante superioi
Manoel Thom de Jess, senlior do enge-
nho Noruega : quema liveradiado, fecha-
da ou aberla, querendo restituida pode en-
tregar na casa n. 34, junto a igreja do Li-
viamento, que ser recompensado.
-- Aluga-se, para se passar a festa, urna
das meihores rasas do Caxanga, com estri-
bara e cocheira, por preco commodo: na
ra Nova, n. 63. .
Os credores de Couto vianna & Filho
teem autorisadoaos credores dos mesmos
Oro Kenvrorlhy Ai Companbia para vende-
i em a casa de sobrado na ra do Amorim,
n 33. e metade da casa de sobrado da ra
da Cadeia-telha do bat ro do Recife, n 27,
das quaes j loinaram possa,u licial, em vir-
tud do senteoca do adjudicarlo do juizo
coHiptenle da segunda vara do cvel desta
cidade, alim de ser o seu producto taleado
com todos os credores : quem quizer com-
prar, pode eutender-se com os supradilos
autonsados credores Geo Kenwortby oz C.
Na roa da Cruz, no Recife, n. 54, ae
dir quem precisa de prelas todas as tar-
des para venderen azeite de carrapato pa-
gando-se-lhes por vendagem 320 rs. a ca-
ada, sendo os sonbores responsaveis por
qualquer falta.
Sr. Luiz A niobio Rodri-
gues Esleves queira dirigirse
ruado Queimado, loja n. 7, a ne-
gocio de seu interesse.
Precisa-se alugar urna preta que saiba
andar ua ra, engummar e lavar: na ra do
Rzario larga, n. 48.
Negociani-sp, por qualquer
qtianiia, Ires lellr.i.s aceitas pelo
Ker. padre ytvbrd>io Rodrigues
Machado e Silvd, Mirrndor anliga-
menle na idade de foianna, ne-
gociante de gado no serlio para
esta praca, e hoje na sua fatenda
Lagcifo-dc-Qmiteraniol)im as
quaesesto vencidas e importim,
principal e juros, em 4:800^000 :
a quem convier, dirija-seao Ater-
ro-da-Bot-Vist, n. 63, primeiro
andar.
Precisa-se deum caixeiro que tenha
prlica do venda e de fia lor & sua confne-
la : psga-se bom ordenado agradando: a
tralar nos Qualro-Cantos da Ua-Vista,
venda n. 95.
-- Augusto Mange retira-so para o Mara-
nbflo.
Precisa-se do nm caixeiro que tenha
pralica de venda e d fiador asna conduc-
ta : na rna de llortas, n. 88.
ou menos, sein birlia, corpo e al-
tura proporcionis, bem parecido.,
per as finas, pos compridos c sec-
eos, coiu urna pequea pclhdura
no alto da cabera, proveniente de
carregr sobre a mesma ; levou
vestido calcas de riscado azul-es-
curo cun lislras j usidas e carni-
za de algodSo de mangas curias :
levou tambem um bauzinbo pe-
queo de (lons palmos, o que se
stippCe l-lo levado para podi
mais livremente transitar poi
qualquer estrada : suppSe se ter-
se dirigido para as bandas de lla-
nna ou Parabiba, d'onde fui
dido : quemo apprebender -le
o ra Imperial, n. ?5, que
ser bem recompensado.
-Venilemse .'1 rolpgioi, um dos quies
he rico, patente ingloz de ouru, anneles,
brincos, trancelins, eordOes, correntos fi
outras ob-as deouro o prata: na ra lara
do Rozario, n. 8,
- -- Ven le-.-e um bom cavallo bastante
gordo, com lodos os andaros, o ln augu-
rado, por preco muito commodo! na ra
Nova, n 67, armazn-.
Vendora-so Sduziasde tabeas do cos-
tado de puluniug, madeira de Babia, pro-
pria para rostidos de navios, ou para mar-
cenara, de V) palmos : 111 1 ua do Collego,
n. 21, segundo an lar, toJoi os dias at s
9 horas da mantifla.
Anda esta parase vcnJer a vendinha
da rna da Roda, 11. 46, com miiilo poucos
fundos e paga diminuto aluguel : a tintar
no sobrado por cima da mesma vendinha.
Vwide-se un lindo moleq le peca, do
17 anuos, com principios dealfaiate, e quo
tem excellente conducta, o quesj afianca :
na na do Rangel, u S7, sobra lo.
Vende-sc uina bonita escrava de 20
anuos, s*m dofeitos, e que engomma o co-
zinha o diario de urna casa na ra do Ran-
gel, n. 57, sobrado.
ovo sortimento
se u
Compras.
('.. 1111 rain se [arcas, lals, macuca e
quands -. na ra do Collego, n 13
Compra-se um cishI do burros, ou
smente urna burra : na ra Direita, 11.121.
Compra seum sito.que nflo disteda
praca mais que um quarlo de iegoa, ten-
do casa e fruteiras, nflo se exige niuiU
granle : na ra Nova n. 63.
Vendas.
VIethodo de violfto.
Vende-se metbodo para vioiflo em por-
tugus, com principios de msica, escalas,
arpejose preludios, etc.: na 1 inca da Inde-
pendencia, llvrirla ns. 6 e 8.
Auditor brasileiro :
vende-so na (iraca da Independencia, livra-
rians. 6 e 8.
Cu lia Milos.
Vendc-se o reportorio da legislacflo mi-
litar em vigor, por Cunha Mallos: na pra-
ca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
-- Vende-se a bordo *3cs brigues l.igtiro
e l'iiqucte-de-l'ernamhuco, fon loados ao p
do caos do Ramos, bom sebo em rama, poi
preco commodo.
-- Vende-se urna armaeflo do loja, de
amarello forrada de louro, com parle en-
vidracada, e apenas tem dous annos do uso:
o vendedor, se obriga a ir assenta-la em
qualquer loja, daodo-a prompla : na ra da
Concordia, tenda de marcenciro, junto a
venda.
Vcndjm-se 12 egeravos, sendo : 3 mo
leques ; 2escravos de 22 annos, sendo um
delles carreiro ; 2 pardas de 18 a 22 annos ;
5 c.-v lavas, entre as quaos algumas ne-
grinhas 1 na ra Direita, n. 3.
Vende-se urna preta prxima a parir,
de ida de de 20 annos, de bonita llgura, som
vicios iiem achaques: na ra do Queima
lo, vindo do Rozario, segunda loja, n. 18
-- Noarmazem n. 7 da ra da Moda,
vende-so sal em grande e pequeas porgOos,
por preco mais barato do que cm outra
qualquer parte.
No armazem n. 7 da ra ds Moda, ven-
dem-se saccas com superior colladas fa-
bricas do Rio-Grando-do-Sul, por preco em
conta.
Na ra da Moda, n. 7, vendem-so bar-
rsde varios tamaitos, com o mais supe-
rior vinho do Porto que tom vinJo a este
mercado, seudo alem da boa qualidade,
iiiuilissiu.o barato.
Pechinoha.
Vendem-se lencos de seda de superior
qualidade para algibeira, a 1,000 rs. cada
um : na ra Nova, defronte da Conceicflo.
Para domingo, 11 do correte, haver
carne de carneiru muito gorda o em conla:
no paleo do Paraizo, 11.27, acouguo da es-
quina do becco do Ouvidor.
Vende-se cal viigcni de Lisboa; ca-
xas depinlio vaiis; feches e rodas de ar-
cos de pao para barricas ; pregos de estu-
que em barris de 32 e 45 milheiios pilulas
de familia : na ra da Cruz, n. 49, primei-
ro andar.
Vende-so urna prelado 16a 17 annos,
de nacflo, de bonita figura, que co/.inba o
diario de urna casa e vende na ra : na ra
Direita, 11.119, confronte a botica do Pei-
xe : ao comprador se dir o motivo por
que se vende.
Vendse um sitio na Capunga, com
boa osa de pedra e cal, com boa agua de
beber, por prcc,o commodo : na ra dp Tra-
piche-Novo, n que se dir quem vende.
Vende-se um excellente piano de mog-
no, proprio para se prinsipiar apreuder,
cm conseqooncia de se vender mullo em
conta, por precisar do um pequeo concer-
t : na ra do Collego, n SI, segundo an-
dar, todos os dias at s 9 horas da ma-
ntisa.
Vende-se um bonilo cavallo rodado,
muito novo e andador baixo, por preco
commodo : na ra da Cadeia-Velha, n 59.
loja,
ILEGVEL
x --inlas baratas
de fa-
na roa
do Crespo, n. ti. ao p
do lampea').
Vendem-se corles de cassa franceza com
10 covadys a 2,560 rs.; pecas do cambraia
de quadros com 8 varas a 2,720 rs. ; cassa
preta para luto, a 110 rs. o covado ; zuartc
com 4 palmos dolarguia a 200 rs. o cova-j
do ; riscado monstro a 220 rs. o covado ;
chitas do cores llxas a 160 e 180 rs. ; cha-
les de tarlulana, a 500. 800 e 1,000 rs. de
muito boro gosto; cortes de brim do puro
lnho a 1,280, 1,500 e 1,600 rs. ; chapos
de mas.a a 1,600 rs ; ditos de soda a 640
e 480 rs.; cobertores de algod.lo america-
no a tito rs. ; picote muito cncorpado, a
t80 rs. o covado ; peQas do madapolflo mui-
to fino e com pinlnsde mofo, a 3,600 rs.
Vonde-sesuierior sal do Ass a bordo
do hiato Novo-Olinia, fundiado no Porte*
do-Maltos : a tratar na ra da Ctuleia-
Velha, n. 17, segundo and ir, ou a bordo du
mesmo barco.
--Vende-se, por precalo, um escravo
bou trabalhador de enx ida, por pre<;o
commodo : na ra Imperial, n. 18, casa de
calJeireiro, a fallar com Jos NaboiS. C.
Salsa-parrilha de Sands
para remover e curar ralicalmento to-
das as enfermidades que procedem da im-
pureza do singue, ou habito do syslema.
Esta medicina est operando constante-
mente curas quasi incrivoll de molestias
que procedem da impureza do sanguc. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas indiadas, ervos iucollii-
dos, c os ossos meio arruinados, licnii resta-
belecida com toda sua saudo e forcas. O
linele escrofuloso, coborto de cliagas, cau-
sando nojo a si niesmo, e a quemo servia,
firou perfeilo. Centenares de pessoas que
Gabriel i.amUerl, por
Alejandre Duinas,
I v. omoilavo broch de 200 psg as, por
1,000 rs. Na ra do Collego, n. 9, acaba
de receber-so a traduc^flo desto romance.
O nome do nulor do con lo do Monte-
Christo ho 13o seguro abonador de ludo
quanto sabe da sua penna, que, .nnuncian-
do o Gabriel Lamber?, contentamo-nos de
por smenle o titulo da obra e o nome do
Alexandre Dumas.
O MestredeSan Tbiago.
1 v. em oitavo grando broch., por 320 rs.
Esta obrinha he um romaneo em verso,
feito em hespanbol por Beimudez do Cis-
tMt.clraduzido em portuguez por fcvarii-
to Jos de Araujo Basto : o objeclo delle lio
anlogo s aventuras do Ultimo Aben-Ser-
ragem >lo Chateaubrianl- lie rico, lauto no
pensamento como no dizer, e a traduceflo
be de muito valor. Vende-so na lvrina da
ra do Collcgio, n. 9, aonde tambem so
acha o seguinte :
Mstale romatfim, nitidamonte impresso,
com rica encadernasflo de velludo, brochas
metlicas douradas, registos de gorgurao
adamascado hotes de marro juim.
lireciarium romanum, edieflo de 1847,
rica cncadcrnacflo do marroquim, 4 v;,
metlidocida um em sua caixa de papelSn
forrada Jecnrneira.
O/Jicium i'm feito Nutltilatii Ikmlni etc.,
1 v. em 12.
Um Galucho, por Paulo do Kock 4 v.
en' 8. ....
0% mijslerio* da inquiliso, por rereal ,
1 v. em oit-ivo ened. 4,000 rs.
Descridco hiitorica do Drasil F. Danis ,
Colombia o Cuyannas, por C. Famin,2v.
em quarlo broch,, por 4.000 rs.
Obras elcmcntaret do Snr. Salvador Hen-
rique do Albuqucrque:
Novas carias para aprender a ler, por
80 rs.
Compendio degrammatica portugueza ,
sexta edieflo, por 640 rs.
Resumo do ariihmetica, por 040 rs.
Breve compendio do doulrina chrisla,
por 800 rs.
Resumo da historia do Brasil, por 4,000
ris.
Epitome de geometra por 640 rs.
Vende-se um fardamento em meio uso,
para sargento de guarda nacional, por pre-
go coinmolo: na travessi do Arsenal de
(iierra,armazem n.3.
Moiuho de vento.
Est anda por se vender o moinho di
vento do Fra-de-Portas. Este estabeleei-
menlo ho magnifico acquisico pira qual-
quer princiaule que tenha a sua disposifflo
un pequeo capital, estando o proprieta-
rio resol vido, em rasflo de le.r de se applicar
a outra industria, de quo nflo desoja distra-
hir a sua atteneflo, a d-lo por preco mu
inferior to.qie elle custou. Alianca-se que
o moinho deixa livro de toia a despeza
mais do com mil rs por mez, e da veraci-
dade desla assereflo podo qualquer preten-
denlc c Ttiticar-so lomando conta do moi-
tnham soffrido ( por annos, a ponto do de- nho por 15 dias, ou mandar alguein assislir
sesperem da sua sorte ) molestias cutneas, I pelo mesmo lempo a venda du farinha no
glndulas, rheuntatismo chronico e muitas. deposito da ra dos Cuararapes, n 5. No
outras enfermidades procedonlcs do desnr- | mesmo deposito contina a ha ver sempre
ranjo dos orgflos de secroeflo o da circula- milbo niodo puracavallos a 1,280 rs. a ar-
(iio, leem-se crguidoquasi milagrosamente! roba farinha entrefina, a 1,9-20 rs. e4)nis-
do lejto da morte.'e hoje, com constituicOes sima, a 3,200 rs. a arroba. O proprietario
regeneradas, rom prszer alteslain a ctliea- | julga nflo ser inlempistivo advertir aqui que
cia desta inestimsvel preparaQflo a forca do moinho sendo muilo superior a
Comquanto lenliam apparecido grandes! deque se precisf para dar movimento as
curas at aqui produzidas pelo uso desla j podras, pode por consoguinle com a peque-
estimavel medicina comludo a eperen-| na despeza de uina correia quo nflo cusa
cia diaria aprsenla resultados mais no-i mais de 4,000 rs., dar movimento a qual-
tave s. queroutro machinismo simultneamente,
New-'ork, 22 do abril de 1818. podendo em casodeprecisflo auginentar-se
Snrs. A. II. o ll. Sands. Julgando ser
um dever pora com vosco e para com o pu-
blico em geral reroetto-vos este certifica,,
po das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rillia para que outros que hoje estilo sof
frendo eslabele^am melhor a sua confian-
ainda a Corea, o que facilmonte se consi-
guir accescoiitaudo-so um pouco mais as
velas.
Vinlio de Bordeaux,
as mais superiores qualidades ; hem como
?a e facam sem demora uso da vossa med-- vinho de Champanha da nova marca eslrel-
Vi-me perseguido com urna grande feri-
da no tornozelo, que se estendia pela cand-
a cima al ao joelho,' lancava grando t or-
ead de iiojenla materia, com comichOes
que meprivavam muitas noites do meu dos-
canso, e eram muito penosas do supportar.
Sr. Diogo M. Connet, quo havia sido cu-
rado com a vossa salsa-panillia, recouimeii- j
la, j muilo apreciavel, tanto aqui como na
Europa : vende-se em casa de Kalkmanu
Irmflos, na ra da Cruz, n. 10.
Na loja de Maia Ramos Se
Companbia, rita Nova, n. G, ven-
dem-sc lavas de pellica muito fres-
cas c novas, tanto para bomem
dou-mc que cu fizesse uso della, e depois como para senhora, a 1,000 rs. o
dei ha ver lomado> chico garrafas liq^uci per-' assm como para meninos e
fetnnieiitc curado. '" ..
Tenlio demorado um anuo manJar-vos meninas a .|0 rs. O (lito.
osle certificado para conhecer com certe- Vendem-se muitos bons e frescaes quei-
za se a cura era permanente, e tenho agora jos de Minas com mais de duas libras cada
a maior satisfazlo em declarar que nflo te- um, a 6t0 rs. cada um; ago'ardente de
nho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo este lempo, e acho-mo perfeila-
menlc restablecido. Sou vosso, etc.
Sarah M, Inlire.
240, ra Delancey.
Nesta provincia o nico agente deste ma -
ravlhoso remedio he Vicente Jos de linio.
Bom e barato.
No Aterro-da-Boa-Vista, taberna n. 78,
junto da botica do Sr. Braulio, vende-se
manteiga ingloza, muito boa, a 480 e 560
rs* ; dita franceza, bolachinha inglez, a 240
rs. ; alel ia, macarrfloe lalharm, a 240 rs.;
toucinho de Lisboa, a 240 rs.; nssucar re-
finado, a 100 rs. ; dito superior, a 120 rS. ;
vinagre ; azeite doce; queijos flamengos;
cha muito bom e barato ; e outros muitos
gneros que os freguezes nflo deixarSo do
comprar pela qualidade da fazenda e prer;o
commodo. Cheguom antes que se acabe.
Na ra .Nova, n. 5,
vendc-se uro escravo pe^a de linda figura ;
um dito de nacflo.Cosla, proprio para car-
regar eailerinha, por ser bastante alto e
de linda figura ; um molque bom coz-
nheiro, de moflo, de 18 annos do qual se
afianca a conducta ; um molecolo de 18
Franca engarrafada, a 480 rs. ; farinha de
araruta, muito nova, alva e limpa, a 240 rs.
a libra : no paleo do (.armo, venda n. 1.
Vendem-se caixilbos novos de amarel-
lo, para janellas de peitoril; urna rica ca-
dena de arruar, com todos os pertences;
una mesa grande com 6 gavetas, propria
para armazem du fazendas, ou outro qual-
quer esialielecimenln ; una caixa para con-
rter podras de filtrar agoa ; uina artoca
com os seus competentes arrelos ; urna me-
sa de bilhar com seus pertences e superior
panno novo para se cubrir o mesmo : na ra
ilo Amorim, o. 15.
Vende-se urna lago de marmore da
moer linta, com 3 moletas tambem de mar-
more : na ra dos Quarteis, botica de Jos
.Mara Concalvcs llamos.
Igeiicia de Kclwia Maw.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de.M. Cal-
mont&Companha, acha-se constantemente
um grande sortimento de ferragens inglezas
para engenhos de fabricar assucar, bem
como taixas de ferro coado e batido de dif-
(erenles tamanhos e modelos, mocadas
de dito, tanto para armar ero madeira como
rodas de ferro para animaos e agoa, ma-
nimos, bom olficial de alfaiate ; um preto | chinas do vapordefrca de4cavallos, alta
bom trabalhador de cnxada ; duts pardas j prossflo, repartideiras, espumaderas, etc.
' de ferro estanhado. Na mesma agencia acha-
se um sorlimento de pesos' para balancas ,
escovins paia navios, ferro oro barra, tanto
quadrado como redondo, safra para i'errei-
ro e urna poreflo de linta verde em latas:
tudo por barato preco.
--Vendem-se msicas para piano, vin-
das ltimamente de Lisboa, entre ellas Mac-
beth : na ra Nova, n. 16.
Vende-se uina escrava de Angola, de
20 annos, de muito boa iignra, que en-
gomma, cose, cozinha, Judo bem feito : na
muito prendadas, e que so nflo pOa duvida
em d-las para so experimentar no cn-
gommado e cozinhar; 2 protas com habi-
lidades, sendo urna deltas boa cozinheira ;'
urna nrgrinba de 14 anuos, com principios
de costura e engoromado.
Vende-se, na ra do Crespo, n. 11, a
Peleja luvida entre o diabo, urna alma e
S Miguel ; o Travesso ou a cabileira e o co-
racSo ; o Testamento que fez um enfiliz eflo
sentenciado s pena ultima ; o Testamento
do gallo ; diloda gallinha : todos estes I'o-
Ihelos sSo muito jocozose por prego com- ra do Collego, n. 21, primeiro andar, se
modo. I dir quem vende.


mmmmmm
_


<4
.<
Vende-se farinha de mnn
(linca, em barricas e saceos : nos
nr inazens de Mourao e Dias Fci-
reira, no caes da Alfandcga.
Na ra do Crespo,loja da
esquina que. volta para
a cadeia,
vendem-se os arredilados brins trancados
hrancos de lislras e lisos, de linho puro, a
1.5001, o corto; dito amarello, l,500e
1,600 rs.; panno fino pretor azul muilo
bom, a 3,900 rs. o covado ; dito muilo su-
perior, a 5,500 rs.; fustes milito bonitos
pura rolletes, a 640 rs. n corle ; ditos de
velludo, 9,500 rs. ; ditos de selim lavra-
do, a 1,800 rs. ; ditos de gorgurilo de seda,
a 1,600 rs.; cambraia lisa, a 2,720 rs. a pe-
ca de 8 varase rnea ; cassa prcla, a 1,410
rs. o corte; esguio de linho muito lino, a
1,44o rs. a vara; e nutras muitas fazen-
das por precos co nmodos.
LOJ
DEG RORTOS H%22
.Nesla luja vendem-se chales do (jarea, a
610 rs. i' loncos da ruesma qualidade a
160 rs.
Aos 20:000^000 rs.
Vendem-se na na ra do Qucimado, can-
to da do Collegio, armazem de llayniuiulo
Carlos l.eite.
".' lotera de S.-Pedro-de-Alcantari
da corte.
Itilhete int.'iro
mcio
quarto
* oitivo
vigsimo
|_S^A cliegar a todos os amantes a lisla^cJ
dos premios.
O remetiente desles bilheteshe aquello a
quema caiiriciiosa fortuna tem concedido
os afilia hrilhanles premios que por torta
teem tocado aos compradores desla cidade.
t Vende-se, por 280,000 rs., u m hom \
1i carro de 4 rodas para 2 cavallos, com |f!
seus competentes arreios; hem co- jj
$ mu por baratissiino preco, que da ijf
:9 mesma forma provoca aos compra- jJ
3g dores, urna cadeirinha de arruar, de .
i muilo boa conslruccfln ; 24 ferros de
, j: ricas molduras para fabricar llores; a
* cas: na praca do Corpo-Santo, n. 2, 35
primeiro andar.
i'om 20 varas, muilo larco, a 3000 rs ,
3/00i 4/000 rs. ; e muito finos laigos por
mnis tUnhoiro; corles do cambraias para
vestidos nmito bonitas com 11 covados a
2,500: lU loja ii. 17 da ra do l'assaio.
Vende-so um curro de 4 rodas, paten-
te, ainda novo, rom commodns para 4 pes-
soas, o de muito boa constrreco para dous
cavallos, por barato proco : na ra do llo-
zario, a fallar com o Sr. Moreira.
Vendc-se un sellim francez quasi no.
vo, com o seu competente freio, por 10^
rs. ; u:n rico liraco de balanca de a?o po-
lillo, pronrio para venda, pelo diminuto
preco de 10,000 rs. : na ra larga do [loza-
no, n. 8, sobrado.
fcV^V'TvWvv vVv'.< WWVQ
1/000
10/500
5/200
cado
Teeidos de algodao I rau-
da fabrica deTo-
dos-os-Sanlos.
Na rua da Cadeia, u. '>'*.,
vendem-se por atacado duas quaiidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos, a 280 e 300 rs. a vara.
- Vendem-se seis lindos muleques .le na-
Clo e rno o los de 16 a 25annos, sem vicios ;
uto pretos, de 25 a 30 annos,Lons para lodo
oservieo; dous cazaes de escravos muito
lindos, cada um delles tm lo um filho de 14
a 16 meza, o os pretos com habilidades e
Indos sem vicios ncm molestia, o de boa
conducta, o que se afianca ; um hom par-
do de 25 annos. de exemplar condurla, que
he bom copeiro e holieiio, tanto du sella co-
mo de almofada, c que lein o officio de sapa-
(eiro; dous ditos de 16 a 20 anuos, bous para
pageos ; duas mulalinhas do 16 a 20 annos,
que engommam perfeitamente, cozem e fa-
zein o mais arranjode urna casa ; duas di-
las para todo oservieo ; una prea de mcia
idade por 300^000 rs.; duasdilas de 14 a 16
annos, urna dasquaes cose soQrivelmcnte, c
ambas fazem bem o arranjo de cusa ; assim
i'oino outros muitosescravos : na rua da Ca-
deia do liedle, n. 40.
Zuartes de furia-cores a
200 rs. o covado e ris-
cado iuons.ro a fi) rs.
Vende-se zuarte de furia-cores muito
encorpado e com 4 palmos do largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstru muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua do Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
Vende-se polassa muito l>oa
em bariiszinhos pequenos, por
preco commodo: no armazem de
Das l'er reir, no caes da Alian.
Ao barato.
Vende-se selim macao para eolle-"^a
te, pelo barato preco do 2 800 rs. o ^>
covado ; coitos do brim cor do gan- <*
ga, de superior qualidade, a 1,440 <-.
>- rs. o corte, e do iiardn, a 1,200 rs. ; aVdito claro com lislras, a 800 rs. ; <9
f> mcias do linho do boa qualidade e ^
** chegadas ltimamente do Porto, por s
r? preco commo lo ; cassa-inonstro, a ^
i? 2,800 rs. o corle ; riscadinhos de li- 43
5. nho para jaquelas, a 440 rs. o cova- <-,
,*> do; cortes de fustfles de cores, pa- **
5i dres modernos, a 1,200 rs.; cotins <5
a> do quadros imilando casimira, de
s* supcriorqualidade, a 1,280 rs. o cor- <
f* le ; contras muitas fazendas por ha- 2
,Z rato preco : na praca da Indepen- ^
^ dencia, casa amarella com fazendas, ^g
'.. n. 1. <=
M ti A* ^MAMAMA**?
Vende-se tima cadeirinha
de bracos, nova e mni rica : na
rua do Queimado, loja n. 7.
Mantas de seda.
Vendem-se mantas de seda dcexccllentes
padrGes, pelo baratissiino proco de 9,000
rs. cada una que em oulra parle cuslnm 14
o 16,000 rs. : na run larga do Itozario, pa-
daria 11. 48.
i
A 4,000 rs.
A
Hom e batato.
Na rua do Queimado, vindo do Itozario,
segunda loja n. 18, vende-se panno fino
verde azul, a 2,000 rs. o covado ; dito mui-
lo bom prelo, azule cor de rap, a 3,000
ra. ; lencos de selim paia grvala, a 1,000
rs, ; ceroulas de mcia muito linas, n 1,500
i. ; cortes de vestidos de cambraia de so-
da ; muas de seda escocesas, a 10,000 rs. ;
' luvas de torcal para senhora, a 500 rs. o
par; pecas de melini com 20 covados, a 3/
rs.; e oulras muitas fazendas por baralis-
simo preco.
'i'i^iiria>il A Alpaca de linho.
Na loja de Antonio l.uiz dos Sanios :'
^ & Compa nhia, na rua do Crespo, n. 1
5| 11, vende-se essa rica fazenda, pelo
?| barato pre?o de treza vintens o co-
J: vado.
li
*mwtmmmmm mwmmm
Vende-se urna esrrava cozinheira e
muito boa Uvadeira de varrella; be muilo
fiel e diligente para todo o semen de urna
cas, o com 23 annos: no segundo andar do
obrado da esquina do boceo do Ouvidor.
Vendem-se ricas mantas de seda pa- #
9 ra senhora, de lindas cores, o sem o ^
tff menor defeilo, pelo diminuto preco 4
9) de 4,000 rs. : na rua do Crespo, n 11 4
Q) *
Vendem-se escravos baratos, na rua
das l.arangeiras, n. 14, segundo andar, co-
mo sejam : una linda preta de 22 annos,
que engnmma ptimamente ; urna dita da
mesiiiB idade, que engomma ccozinha bem;
una dita do t.s annos, que engomma liso ;
:i pardas mocas com habilidades ; un par-
do escuro, do 22 annos, com oiTIcio de pe-
liivir.i ; um dito da mosma i da,lo, com cili-
cio do sapateiro; 4 pretos de 22 anuos,
ptimos paia qualquer servico ; un mole-
que de 12 anuos; u outros escravos.
Cadinlios.
Na rua Nova, n. 27, vendem-se cadinhos
dolapisde lodos os nmeros para fundi-
eOes.
iiipcrior fio de algodao
para pavios de velas: vendem-se em casa
de Ceo Ktuworlhv e; C. na ruada Cruz'
n.2.
Se 11 ios ingleses, elas-
l icos:
vendem-sc em casa de Geo Kenworlhjr & C ,
na rua da Cruz, n. 2.
--Vende-so un prelo por 200,000 rs.,
velho mas muilo forte para servir urna
casa, Ira balitar e botar sentido a um sitio ;
urna negrinha de 10 anuos, que faz renda o
ji cose; una pretal de 40 annos, para fra
a praca, a qual. he perfidia eugonimadei-
ra e cozinheira, fez doces o refina assucar :
na rua do Collegio, n. SI, primeiro andar,
se dir queui vende.
--Vende-se um turiiio muilo novo, por
barato proco: na rua do Queimado, n. 37
g Cortes de cass irn- g
$.ceza com 13 covados <&
;i '2,560 o Corte. %
~ Vende-se cassa franceza, a 2,560 rs. >
Jf o corte; chales idiperiaes, padroes ^
\v dos do seda, a 2,000 rs. ; ditos de se-
0 da, a 8,000 rs.: na rua do Queimado, O
O n. 8. 0
3
\'(MideiU'se caixas com
a me i xas-
de suderinr qualidade : no armazem de
Francisco Dias Kerreira, no caes da Alfan-
dcga.
Vendo-so una escrava crenla de 25 pa
26 anuos, de bonita figura, que cozinh-
hem, engomma peiTeitainenlP, coso e en-
salma, com urna cria ric 3 para 4 annos:
vende-se por havor grande precis.to: na
rua do Crespo, loja de miudezas, n II.
Veiidc-so urna bonita escrava de 18 an-
nos, com algumas habilidades : na rua do
Crespo, n. 12, loja.
Na na dasCruzes, 11. 22, segundo an-
da rr vendem-se 6 escravos, sondo 3-rretas
que cozinham o lavam de sab3o ; dous mo-
loques de 14 a 17 annos; um preto de 35
annos, para todo o servico ; e oulros es-
cravos para o sei vico do campo.
Vende-se muito superior fa-
tiiilia gallega em mcias lurricas :
na rua da Cadeia do Hecife, cs-
criptoiio de Deane Youle & C. ,
tju no primeiro nrmozem do becco
do (joncalvcs.
Vende-se una negrinha de .nacilo, de
12 a 13 annos, que cozinha, cose, lava e faz
o mais servico de una o isa ; ho muilo sa-
dia e nHo lem vicios ncm achaques : o mo-
tivo porque se vende fe dir ao comprador;
na rua da Uoda, venja da esquina n. 25.
Vende-se urna preta de to-
I o
do o servico de urna casa por pre-
co muilo commodo : na rua do Ho-
zario larga, n. 26, segundo andar.
A tiO rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpados e grandes, a duas pal-
cas ; chitas oscuras de bons padrees e co-
ros seguras, a meia palaca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Novo adiuascado CalH
brni, de sete palmos |
de largura, a 1,600 rs.
/. vara.
Vende-se, na loja de C.uimirles & llen-
riques, na fu do Crespo, n. 5, o novo ada-
mascado California para toalhas, com < pal-
mos de largura, pelo barato preco de 1,600
rs, a vara.
Queijos de |)ato de su-
perior qualidade
o recentcmente chegados vendem-se em
pbrefioe a relalho per preco mais commo-
do do quo em outra qualquer parte : na rua
do Amorim, armazem de A. J. Vidal & Com-
panhia. .
Na rua da Cadeia-Vellia,
n. 17, lojademiudtzas,
vendem-se luvas de cores, com algum mo-
fo, para homem o seis vintens o par, o sem
elle, a 240 rs.
Por prefo commodo.
Vendem-se 33 palmos de sacada de mar-
mol m da Italia ; 6 portadas de pedra da tr-
ra, da mellior qualidade, e alguns capiteis
da mesma para portas [de arcada : na rua
do Crespo, loja n. 10.
-- Vende-se um banheiro do cobre com
60 libras de peso, o qual tem pouco uso:
nesla lypographia se dir quem vende.
Taixas para eugenli
Na fundieo de ferro da rua do B
acaba-se de receber um completo sorti
lo de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-secm carros sem despezas ao
comprador.
Velas de espermacete,
das melhorcs que teem vindo a este merca-
do : vendem-se em caixas de 24 libras, em
casa de Iticardo Itovle, na rua da Cadeia-
Velha, n. 29. J
Aviso importante.
Beneficio pulilico.
0 armazem anligo da rua da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo estabelecido de-
baixo das mosmas condicOes, offerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho hranco de Lis-
boa por 220 rs. a garrafa, c 1,600 rs. a ca-
ad, a de vinho do Itordcaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nio se admirem
os fiegnezos do haixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprielario querer sustenlar o anligo pre-
Co, embora este genero tenba subido o me-
llior do 30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidade para reconhccimenlca|
da vordade e coutinuacSo da antiga fregu-
zia.Epara nilo haver usuras, estJo promp-
las garrafas lacradas o com o competente
rotulo, assim como barris de diversos l-
mannos para provisfo do prximo Natal.
O proprielario conta com a concurrencia;
do contrario, tornarSo os precos do rela-
lho a primitiva de240 e 280 rs. a garrafa.
Folha de Fiandres.
Vendem-se caixas com folha de Handres:
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnior.
. Vendem-se amarras de ferro: na rua
Ja Scnzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-sc, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Saoto, n. 66, por preco com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
n-do iosa o lustrosas, asi|iiaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacete,
e nSo fazorom morrSo.
Deposito de Potassa.
Vende-se multo nova polassa
de boa qualidade, em barrszinhot.
pequenos de qualro arrobas, por
preco barato, como j ha muilo
lempo se nao vende : no ftectfe,
rua da Cadeia, armazem n. ti.
Antigo deposito de cal
virgen*.
Na. rua do Trapiche, n. 17,
ha
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Barricas.
Vendem-se barricas vasias que foram de
fariuha om p e bem accondicionadas :
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
Todos-os*Santos na Bahia
Vendo-se em casa de N. O. Biebcr & C.
aa nm da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Cha brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
moldados, atrs do Cnrpo-Santo, n, 66, o
malsexcollente cha produ/ido em S.-Pau-
lo, que lem vindo a este mercado, por
preco muito commodo.
Para pageus.
Vendem-se chapos envernizados para
pagens : na rua do Queimado, n. 19.
N* run di Cruz, armazem n. 33, de Si
Araujo, vende-se foijflo do Aracaly por lo-
do o preco por estar principiando a furar,
ILEGVEL
bem como sola superior, couro mrutlos,
sapatos, ditos de couro de lustro, caixas do
chifio, etc.
\ rados de ferro.
Na fundico da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
A 140 rs. o covado.
Vende se superior riscad de algodSo,
muito encorpado, a 140 rs. o ovado : na
rua do Crespo, n. 6, loja junto ao lampe3o.
Vendem-se relogios de ouro e prala,
plenles inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Bijas.
Vendem-sc bichas chegadas ullimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. cada pma. em
porefiode 95 paracima : na rua do Amo-
rim, n,. 35.
AGENCIA
da fuudicao Low-Moor,
RUA DA 8EMZAI.T.A-N0VA, N. 4^'
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e nieias moen-
das, para engttiho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
rodo, de todos OS tamanhos,
para dito.
Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
begado doRio-Crande-do-Sul bom sebo
em rama por proco commodo.
Pos galvnicos para
pintear.
N8 rua do. Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que posstlem objectos
prateados e que tenham perdido a cor ar-
gentes, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisados, teem nestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
tesso para se usar delles o mais simples,
fiada mais do que esfregar com um panno
de linho molhado em agoa fr'rae passado
nos mesmos pos.
Urna caixinha contendo quantidade suf-
ficiente para pratear mais de *0 palmos
qiiadrados cusa a mdica quantia de
mil rs.
. Cambraia monstro
a 2,880 rs.
Vendem-se corles de cambraia monstro,
de cures muilo llxas, e de ricos padroes,
pelo barato prego de 2.880 rs. o corte; pe-
Cas de riscados escuros, a 5,500 rs.: na rua
do Creapo, n. H, loja do Jos Francisco
Das. ,
Vende-so peixe secco muito reseal e de
superior qualidade, vindo ltimamente de
Mossamedes : na rua da iloJa, n. 11, pri-
meiro andar.
Vende-se um lindo mulatinlio de 16
annos, muito bom boeiro ; um preto bom
ranneiro ; urna preta de bonita figura : no
pate da matriz de S.-Anlonio, sobrado n.
4, se dir quem vende.
Vende-se urna bonita preta de 16 an-
nos, que engomma liso, cose chito, cozi-
nha e fazo mais servico de urna casa; he
sadia o muito fiel: na rua larga do Itoza-
rio, n. 35, loja.
No Aterro-ds-Boa-Visla, loja n. 18,
vendem-se meias para meninas, a 160 rs. ;
dilas para meninos, a 120 rs.
A 2,560 rs* a peca de 10
varas
de cambraiasde quadros para cortinados e
bailados : na rua do Queimado, loja n. 8.
Vende-se cal virgom de Lisboa em bar-
ris pequenos, vinho do l'orlo superior em
barris de quarlo e quinto, e rncias-pipas
com dito, fariuha de trigo de todas as qua-
iidades e em meias barricas : ludo por pre-
CO mais commodo do que em outra qual-
quer parte : na rua do Vigario, armazem de
Francisco Alves da Cimba, n. II.
Para as seohoras de bom
goslo.
Vendem-se os mais ricos manlaleles e
ca oiinbos para senhora, de chamalote liso
e lavrado, de gorgurSo, de grs de ap-
les e de sarja, lano preto como do cores :
na rua do Queiniado, n. 17.
Moendas superiores.
Na rninlico tln C. Starr & Companhia ,
em S.-Amaro,'acham-se i venda moendas
do fauna, todas de ferro, de um modelo e
conslrucco muito superior.
Cal virgen.
Cunha <\ Amorim, na rua Cadeia do Re-
cife, n. 50, vendem cal virgem do Lisboa,
de superior qualidade por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Novos cortes de cassa pa*
ra vestidos.
Vendem-se corles do essa para vestidos,
de cores tixas e de bonitos padrees, a sete
eoilo patacas o corte ; chales de tarlalana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs. -.
na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, ('bogados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de oulras muitas
quaiidades que se venderSo mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cgairilhos hespanhes ditos de pal ha de
milho, que se estilo vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cenlo.
RAPE' PAULO-CORDEIRO.
Vendo-se rap J'aulo-Coideiro, vindo no
ultimo vapor do Rio-de-Janeiio, bem fres-
qiiiiilio ; os amantes da boa pilada pdem-
sc dirigir loja de Antonio Joaqu.im Vidal,
na rua da Cadeia, por pioc/o commodo.
Vendem-se luvas de tor rodo, prelaso brancas para jeaajhora e me-
ninas ; meias para meninos e meninas, a
120, 160 o 200 rs. : na rua da Cadeia-Velha, i
sci vico : na rua do Crespo, n. 8, segn't.
andar. "u
Calcado de I ,280 a 1,60o.
\o Aicrrn-da-Iioa-Yista.
dclroiite da boneca,
sBo chegados apatas francezea de cou-
ro do lustro para senhora, a 1,280 e i 6oo
ra. o par; bem cerno um completo so'rti-
mento Je calcado de todas as quaiidades
tanto para homem como para senhoras
meninas; e tambem do Araraty, para he-
Vendem-se pecas de madiapelSo llmpi
mem, a 1,000 rs., e ludo o mala por preco
commodo.
Vende-se umutenda com poneos fun-
dos, na travessa do Queimado, n. 5 : a tra-
tar na mesma venda.
Saccas com mil lio a
'2,300 rs. e ditas com nr.
' roz de casca a 5,a" rs.:
veodem-se no armazem doBragoez, ao p,.
do arco da Concoiclo.
-- Vendo-se um mulatinho de 43 annos
muito bonito e sidio, e que he proprio para
cilicio ou para pagem : na rua larga do Ra-
zano, loja n. 35.
Cortes de brim de crf s
com listras ao lado a
1,280 rs.
Vendem-se cortes de brim de cores com
lislras ao lado, a 1,280 ra. ; riscado de al
godloamericano, proprio para escravos, i
140 rs. o covado : na rua do Crespo, loja di
esquina que volta para a cadeia.
Cal de Lisboa.
No Rio-1'ormoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vehdem-se barris com cal virgem da
Lisboa, do superior qualidade, por preco
commodo.
Vende-se a loja de miudezas do Ater-
ro-da-lloa-Vi.-ta, n. 84, defronte da malnr,
com um pequeo fundo : a tratar na mes-
ma loja. .
Ob .' que petisoo!
Vende-se carne do serlSo, a 240 rs. i
libra; lingoicas de poreo do serlfio, a 400
rs.a libra; superior queijo do serlfio, i
400 rs. a libra; e oulro mullos objectos pot
preco commodo,: as vendas dos *|ulro-
canlos, esquina de S.-Concalo, ns. t o 95.
Vende-se urna preta crenla de idade
do 20 annos pouco mais ou monos, com to-
das habilidades quese exigem para o servico
de urna casa, com urna cria de um anno
mulatinha muito nutrida, que alada mami
e que por isso a mencionada prola lambem
esl habilitada para criar qualquer crianc:
na rua eslreitado Rozario, loja n. 4.
Vende-se um prelo habilitado nesla
praca para todo oservieo e mesmo.para o
decampo: na praia do Caldeireiro, ni,
junto a venda.
VK.\'DK-SE urna cmmenda da or-lem
de Christo: no palco do Terco, n. I, segun-
do andar.
A 2,720 rs. cada nm
.corte.
Na loja de Cuimariles & Henriques, rua
do Crespo, n. 5, vendem-so novas cassas
parisienses, padres muito modernos, pe-
lo barato preco do 2 70 rs. cada um cti'le :
esla fazenda se torna muito recommendi-
vel pela superior qualidade e barato pirco.
Vende-se o deposito de charutos con
armneo, no largo de N. S. do Terco, n. 17:
a tratar no mosmo dopsito, ou no paleo da
ribeira de S.-Jos, veoda n. 5.
A 680 rs a vara.
Na rua da Cadeia rio Recite, n. 32, vendem-
se muito finas cassas, as mais modernas
que oppareeein no mercado, pelo diminuto
preco de 680 rs preco este que em outra
qualquer parte quercm por igual fazcinla
mil rs. a vara ; bem como cortes do casimi-
ras para calcas, de muito hom gusto e mui-
to boa fazenda, a 6,000 c 7,000 rs. o cile ;
chales de cassa e seda,- muito grandes e de
bonitos padioes, pelo diminuto preco de
i,.".un rs.; corles de cassa-chita de bom
goslo, a 2,800 rs. 0 corto ; e oulras muitas
fazendas por preco commodo.
Vende-se um bule com lodos os seus
pertcnces, inclusive urna tolda: na rua di
Cruz, n 64. _
lscravos upos
-- Kugio, na noile de 5 do corrcnle, um
escravo crioulo, de nome Joaquim, de es-
tatura regular, hem preto, de elegante fi-
gura ; levou camisa e ceroulas de elgodao
da Ierra, chapeo do couro usado, um matu-
13o contendo dentro urna rede o urna cami-
sa de madapollo. Fste escravo he natural
do i io to Peixe, o fui comprado ao Sr. Ma-
noel dos Santos Kartista. Roga-se a tod s
as autoridades policiaes e capilfles de cam-
po, quo o apprehehdam e levem-no i ru do
Cotovello, olaria qne ro do Sr. Nanoel Cr-
rela, que serilo gratificados.
Ito engenho Jurlssaca, freguezis do
Cabo, fugio, no da 22 do me2 de oulubio
prximo passado, um escravo crioulo, d*
npmo AleXandre, de 40 annos, alio, bstan-
le reforcado do corpo, cor preta, testa gran-
de, muito barbado; lem uu:a chaga quasi
ohronion em dma 'das (croas da qual uo
andar manqaieja : quemo pegar leve-o ao
dito engenho, ou a cidade da Victorio, a
seu senhor, o doulor Jos Felippe de Souz
l.ciio, que recoiiipensar.
Fugio, no dia 9 do correnle, do Aterro-
da-lloa-Visla, n 56, pelo quintal que h-U
uara a Ponte-Velha, um negrinha crioula,
% iRme Mara, de 11 annos pouco mais ou
menos; snppOe-se estar por all perlo. Ro-
ga-se a qualquer pesoa que a tenha reco-
Ihido, ignorando a quempertenea, a man-
de entregar na casa cima, que recompan-
sar
Fugio, no dia 6 do correnle, o preto
enedicto, de na?8o, de 18 annos, pouco
mais on menos, sem barba ; levou camisa
de madajTollo e calcas de i iscadorRo e ea-
curo ; d altura regular, corpo fornido,
beicos grossos, bocea grande, pos e "''?
grandes: quem apegar levo-o rua i {
treitado Hozarlo, n. 43, segundo aiiJr'
quesera graliiicado,
i i -
n. 15.
Vende-se um escravo moco, de todooJpa*N. : na ttp. he a I. di paria. i'"I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EF6GJ52QX_D4ALN2 INGEST_TIME 2013-04-24T16:08:41Z PACKAGE AA00011611_06709
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES