Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06706


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Full Text
Auno XXV.
hiniti-ffira7
PAIITIBAI DOS COBHIIOI.
fiplnna e Parohb,rgunda. eextas-felras.
Bo^)raade- Cabo.Serinhiem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1., a 11 e 21 'le cada mea.
Gnranhiin e llotiilo, 8tB.
Ba-Vifla e Flore, a 13 e 28.
Victoria, i qulol.s-fciras.
Olioda, todos os dia.
PHiaMBUU.-MDg.a 7. w 8h.e Sra.dam.
Nova, a 14, as bh.cll m. da t.
Cresc. a 23, aos 5 m. da m.
Chela a 30, 3 b. e ."> m. da ni
rnitnut be hoje.
Primeira as 10 hora* e 54 minutos da manh.
Segunda as II horaa e8l minutos da tarde.
tle Novombro do 1849.
N. 240
rasgos da BUBScairoAo.
Por tres mezes (diantado) 4/000
Poraeismeze ftjrW")
Poruutauuo 15/000
DAS da semana.
5 Seg. S. Zacaras. Aud. do L dos orf. c m. 1. v.
(Tere. S.SBerO. And. da chae, doJ.dal.V.
do civ. e do dos Cellos da fazenda.
7 Ouart. S. Florencio. Aud. do J. da 2. v. 8 yuint. S. Scveriano. Aud. do J. dosorf. c do
ni. da 1. v. ...
9 ext. S. Thcodoro. Aud. do J. da 1. v. do eiv.
c do dos l'eitos da fazenda.
10 Sab. S. Andr Avcllino. Aud. da Chae, e do J.
da 2. v. docrime.
11 Don). O l'atrociulo de No.sa Senl.ora.
II i llama wiiiTiwieMW
OAWBI33 SBI 6 DI NOVEMBHO.
Sobre Londres. 27',, d. por 1/000 r*. a H0 dias.
. Paria, 31 i.
> Lisboa, 100 por ernto. '
Oiiro.-Onf i lic.panhne.......... 30/1100 a 30*500
Mocdae de W00 velhaa.. 17/000 a ITgOO
. de (i/4i:u novas.. 16/500 a lbjMH)
de 4/000........... 9/300 a '.i/'00
Prata. Patnrcs brasileiros..
Pesos coluinuarios...
Ditos mexicanos .
HB.-11
IW60 a \#: 80
1>M','1 a l/!'80
1/8W1 a 1900
as. v
PARTE OFFICUL
MINISTERIO DO IMPERIO.
I nFCItr.TO N. 637. r- DE 37 DE SETEMBR0
" DE 1849.
ua4,i exicutnr o Regulnmtnto Merino da
ndniinitracio do eomio da callee provin-
cia do Rio-de-lantlro.
Conformando-ule com o parecer das sec-
rop's lo imperio e f.zenda do concelho de
slailo, exarado em consulta de 10 do
crtente: hei por bem npprovare manjar
uue se executo o regulamento interno da
udminisl-acSodo correio dcsta capital, de
suns agencias, e da* da provincia do rtio-
de-Jsneirr, que com esle bnixa, assignado
pelo visconde de Mont'Alegre, do met con-
celho de otdo, ministro e secretario de
estado dos negocios do imperio, que assim
o lenha entendido e foca executar.
Palacio do Itio-de-Janeiro em 27 do s-
lenibro de 18*9, vigsimo oilavo da inde-
pendencia e do imperio. .
Com a rubrica de Sua Magestade Ojm-
peraJor.
Viiconde de Moni Alegre.
Ileau'amento interno da adminilracio do cor-
reio desia capital, de suat agenciai e dat da
provincia do Rio -de- Janeiro.
TITULO I.
Do trabalho do coireio. <'
Art. 13. Quando for necessario a turma
da tarde sera subdividida em duas, orna da
entrada e outra da sabida da corresponden-
cia trabilhar al as 7 horas da tarde no
invern, e alis 8 no verfio, e ainda alm
das7 odas8so necessario for, nfio so re-
tirando jamis antes de ter concluido o
ex.me dos impressos do Art. 153.
Art. 14. A turma da larde ser seminaria
enomeada por escala, de maneira que o
se vicorecaa com igualdade sobre tolos os
empreados.
ArL 15 O administrador podera con-
vocar extraordinariamente todos o* emore-
gados das tres primeiras turmas, e at os
da quaria.
Art. 16. Os emprogadosdecada tunadas
duas primeiras turmas serlo fixos quanto
ser possa, o que nao obsta a que se auxi-
llem mutuamente quando urna dellas esli-
ver sobrecarregada de trabalho, o a outra
possa prestar o auxilio som prejuizo dos
eus deveres.
Art. 17. Nem o administrador, nem seu
ajudanle poder* presidir a qualquer das
lurmas : sua principal nciimboncia be ins-j
peciona-las, na forma desto regula maulo e
dogeral..
Art. 18. Os empregados de urna turma
nilo poderSo, som licene do administrador,
Miar a qualquer pessoa eslranh que os
procure na casa da admniir?,no, nem en-
trar na sala o-n que outra Irabalhar, sonSo
para servicodo correio, sh penna de per-
da de Vfncimenlos por um a tres dias

i9
CAPITULO I.
Dat turmas e das horai do trahalho
Arligo 1. A administrado do correio
desU corte constara, alm 4 administra-
dor e de seu ajudanle, de 5 lamias : a pri-
meira, sera denominada turma da entrada
da correspondencia ; a segunda, da saluda ;
o terceira. da tarde ; a quarta, da contado-
ria ; b quinta, da Ihesouraria.
Ait 2. A turma da tarde sera composta
da quarta parto dos empregados, em cujo
numero nilo sil comprchendidos os da
quarta e quinta, nom administrador e seu
ajudanle, e lera por chele um dos officiaes
que o administrador nomear.
Art. 3. As oulras 3/4 parles dos ompre-
gndosserao divididas em duas parles iguaes,
dasquaes urna formar a turma da entrada
e mil ia da sabida.
Art. 4. Cada urna das duas lurmas do
artigo antecedente ter por chefe o ofiicial
que o a Im inistrador nomear, e o ministro
do imperio approvar.
Art. 5. A contadura ter por chefe o
contador, e a Ihesouraria o thesoureiro.
Ait. 6 Oaervicodi Ihesouraria princi-
piar s 8 horas da mandila e acabar s 7
da Urde de todos os das, anda que sejam
feriados, santos do guarda, ou domingos
Ar. 7 A turma da ihesouraria constar,
alm do tliesoureiro, de 6 empregados, o
ser subdividida em duas, das quaes a pri-
meira exercera su.s fuicees das 8 horus
da mandila em ponto al as 2 lloras da tar-
de, fazeudo sempre parla della o thesourei-
ro, ea segunda al as. 7 boias da tardo pe-
lo menos.
No obstante o disposto o tesourciro
cooiparecera seropro que o administrador
julgar conveniente.
Art. 8. A turma da contadoria trabalha-
r no verSo das 8 horas da mandila em
ponto, e no invern das 9 da mandila em
poni al s 2 da Urdo de todos os dias,
inda que sejam feriad.ua, excepto os do-
mingos.
Todava poder rclirar-se naquellcs das
antes da hora, estando em da o seu Ira ba-
ldo e cumprida a disnosic.no do 3 dos
arls. 220 e 230.
O administrador I he dar os auxiliares
precisos, quando esb ja atrasada a escip-
il'racilo, e baja empregados disponivois
pa-a rale servico
Ar. 9. As turmas de cnlrada o sabida tra-
liaharlo s mesmas botas que a da conta-
dura, em todos os das, anda quo sejam
f. ria.ios, santos de guarda ou dimingus
(Ait. 8.)
be lr provavel que iiio baja em umn
manlla trabalho consideiavtl un qual-
quer ilts turmas da entrada e sabida ou em
b i lias, ese houvor cu le, a deque o llavera
cm giande quaniidade na Urde do meaino
dia, poder a turma da tarde servir de rna-
nliaa, u de larde a da entrada ou sobida, ou
anidas, urna vez que o administrador assim
o julgue conveniente.
AU. 10. Piu caso otn que qualquer das
turmas ou ambas I onda m concluido o seu
trabalbu, e nilo seja provavel que baja al-
gum niais naquelle tiia ou manhila, o chefe
da lurtna propor ao administrador a sua
retirada.
Art. ||. Seo administrador julgar con-
veniente, poder oiapeiisar a piesenca dos
empregados da turma ou luruas de que
nno liver preciso; mis, licarilo s-mpre
de cada turma dispensadas dous einpre-
g"dus para alguma oceunoucia exlraordi-
iiana.
Art. 12. Dousoflciaes ou praticantes, um
da turma da euliada, e oulro da da sabida,
compareceio no verilu as 7 boias da ma-
ntilla em ponto, e no Invern as 8 doras da
mandila em ponto, alim de abrir.n qual-
quer o.aU que cliegue, para della extrahi-
n in trnaiidarein entregar a conesponden-
ca ofiicial, ede fazerem o exame do art.
153.
Os dousfiTipregados desle artigo e os do
aiilecedenle serao designados pelos res-
pectivos edefos das lurmas, eivirflo dia-
riameulc, e nSo aerflo obligados a repe-
tir esle servico antes que todos otennam
feilo.
sua residencia, e procurado sua salvacSo na
fgida.
U* agentes francotes estnvam igualmente
embarazados por ludo quanlo occorria, e
como sua po9cilo he falsa desdo o princi-
pio, sua conducta naturalmenio tem sido
seguida de erros de toda a sorte. Mr dp
Corcelles, sobre o qual pesa a principal res
ponsabtidade diplomtica, fui salteado por
nma cnfermilade perigosa alguna das an-
tes da crsca que allu lo, c esta perdifol
irreparavel, por quanlo elle he o un co no-
mem que por sua dncisJo e juizo podera
ter guiado a barca durante a furiosa tem-
pestade quo a assaltava.
O ministerio franez nost momento im-
pellidn por snus propros sentimentos, as
sini como pela teirvel responsabili lale
que tomn sobro si com a deelara&flO que
fez naassombla'eem Civta-Veccdia e pe-
las reclamacO-s foilas assim, pela guela
de Vmcs. como lamhem pelas principaes
de Paria em favor do povo romano, deter-
minou revocar o general Oudinot e obrar
de urna maneira mais decidida : -- O pr.isi-
deul-i da repblica lambem julgou conve-
niente dirigir urna caria de seu propno pu-
lido ao ofiicial que levava os despacho pa-
r liorna, declarando em tormos OXplioitqi
a determina^ilo de seu governo-
Esta carta, que presumo j ha de ter sido
publicada emParis.com quanto saja Irre-
gular em todo o sentido e nilo odriguc olb-
cialtnente os ministros, todava tom a mes-
ma influencia que teria se tivesso sido es-
riida por Mr. Odillou-liarrol ou Mr. do Toc-
ville, porque olla repeleos senttinentos
oda Franca, o porque neiihum governo
turmas,oque nilo inhibe qualquer haeil"1 representativo ous.r. nunca_J?p_ op.-
Art. XTfSmA Pessoa estranda .d- ^"^2*
goncia com o administra lor, sobro objecto
relativo ao correio.
[Continu'a.)
EXTERIOR.
niilo publica, uno seguin lo a c.irrcira indi-
cada nessa correspondencia.
A posivo pode ser assim exdicida. l
urna parte temos a PranQi obngada ror
su is declaraijOes oflciaes a extrar do go-
verno do papa instituicOes liberans para o
povo romano, sendo esle lenltmenlo cm-
alternatlva ao governo de Roma; senSo a de
aceitar as conclusea que o dito congresso hou-
vesse de adoptar.
Knpolet 17.
Acrlse a que allndl na inlnha ultima carta
ainda nao leve lugar, em consecuencia de ter
o papa publicado nlilmamente lima especie de
manifest, o qual espera-se nindiuira mu
hom eliVito em Rnmi. Kste manifest con-
tui militas rerornns civls 8 ecclesiasticas, P"-
rm em iilinha oplnio nao he sent papel
sujo. O mal llf acnnleeeii, e nada enaoiim
ron-ressi geral. ou peb> menos a aerno Unida
diFranra e da Au tria p .der restaurar um
enverno papal, rflmra rasan pela i|Oal orlie
ainda nao leve lujar, he ter a H-spanha, se-
gundo me aasegnrain, abandonad > ultima*
menle na conferencia a Austria e aples, c
ter-se passado para a Franca As ultimas ins
truccei enviadas ile Madrid ao etnoaixailof
hespanliol. di'-se que sao precisas sobre rile
ponto, e a palavra cmsliluicao subsliluin
o lugar de reformas pratic.s eXpreisSo ma
atCentao tinlia sido emprcgadi. a"*
inaciio que tenho de enacta, o nereitO despi-
ndol e a armada serao ioinieliatamenle reli-
rados do> dominios p-ntili.i.is, e o negocio
sera todo (bisado porconla da Franca 0 da Aus-
tria. O anoto moral da liespaoda, com lilUo,
continuar com a meaina eiftcacia que ate aqu
|eni lido as uas oprracoei. porem romo 11*
UDblUa j foi derribada, as tropas hespanbo-
las nada mais teem que faier. e o thesouro
hespanhol aRradecer muilo ao governo quellcpalz o livraln de una lio grande dcs-
(Correspondcncia do Tima.)
\nrm\oi\c
IIIO DE JANEIRO.
Ileprrfcnlarno a S. M. o lm)iera infracci'fs das Iris de saMe e dus abasos na
propalo medica etc. ele apretenlada pela
commisilo ail Aon, em 13 de iulho de 1819
Semiob. -Perante n Ihrono augusto de V.
M. |. vem ainda nma ver, roaneitosa c sub-
missamenlo, actdemla imperial de^meul-
lentar no governo
lo principio sobro o qual dover ser restau-
rado o governo temporal do supremo pon-
llice.
O papa, como j mais de urna vez tenho
dilo, commetleu um grande erro em nao
seguir as tropas francezas a liorna e publi-
car inmediatamente urna declaracllq pra
livrar o espirito no povo do nico temor
que sua picsenca inspirava, islole, o rea-
labelecimeulo de um governo clerical in-
quisitorio. Se o santo padre nilo qui/esso
ir lo.'0 atrs do general Oudinol, podena
ter feilo esta declaracilo de Cela, prepa-
rando assim o espirito publico pararoce-
be-lo como um liderlador do dominio fatal
da repblica voimlhi. Elle nilo qiz se-
guir esta moderada cirrcira, e a consequen-
cia foi quo nno smente o sen regresso he
boje temido em liorna por todas as clxSSCB
da aocedadc, excepto smente as quo aao
dependentes dos cardeaes, mfelizmeiile
mni numerosos, sonlo lambem quo a res-
t.uracao do governo da igreja se tem tor-
nado moralmente impossiv. I. Sei quo o
papa quiz mandar uro Alter hgo ao Quiri-
nol ; sei lambem que os agentes diploma-
lieos francezes rcjeitaiam o primeiro car-
deal proposlo por causa de suas antigs pro-
dileccdes aos Austracos; e que o oulro, ca-
hindo doenlc, recusou ir.
O que posso eu fazer? Lxclamou o
santo p.sdre mais de urna vez. Vede a mi-
nia posicilo; ha por ventura un homern
cnlro os que me cercam que seja capaz de
dirigir um goverr.o ? a Eu linda um esta-
dista, contnuou o vcneravel c santo padre,
quasi chorando, c clles o nuilaram aos
mcus ps. O pai a eslava perplexo. A Fran-
ca oceupava militarmente a cantal ; e a
Austria eslava 100 ombaracada com os ne-
gocios da Hungra que nSo poda entrar
com governo da repblica franceza em
una cotilroverca sobre os negocios de lio-
rna, a qual podera acabar om dostilidade.
[Vala emergencia o ponllice escutou um
uni cotiseldo; em vez de lancar-se nos
braosdeseu povo e de apparecer para m
torpr sua prulecflo entre o niesmooum
exercito de occuprno, ello onviou Oln-
unvirato apostlico para govemar em seu
uome. A escolh dos agentes foi indiscre-
ta e a conducta por elles seguida jusliflcou
todas as antecipacOcs formadas a seu res-
peilo.
A prmeira proc'.amacaoque publiciram,
recdlou o negocio, ella nunca ser esque-
rida em Itoma j e lodo o acto ollicial depois
della tem lomado urna direcSo 1,1o imio-
nularque sou informado que os triunviros
stao em ponto de faci presos no Quiri-
nal e prssoas que sabem bem do que se
pas'sa em Boma esperara cada da ouv
Critica ho compel ida, ou eatjft^pontode K^
ser compellida a suspender as relagOcs di-
plonaticat. As causas de desiiilclligon-
arinloa, -podoria a academh, c
eomrasSo, preterir aquellos KUl deveres,
exprtr i ir-
susienta estes meamos Iribunaaa. cndalo "que quolidlanamenta se revolara,
As informacocs que leudo sao todas verbaes. S0I|1 pudor lis leis que OS prohiben, aera t"-
poi tanto, allancac a sua eactldflo
e nao posso, .....------,
mas se o que me tem iido dito he certa, a po-
sicao do exercito francez em Roma esla aliso-
Unamente mudada, e elle de P"'n'ra*" ^-".oVaVarteVllUS da Furop, se-
na,, mais urna forca auathar. pomn uui^fo c, ^^^;^il J(, ,.fen,, Muiirt^? do
mor nem pejodo se olTeiider a civilisacAo
da capital do imperio que, cnmpie confes
si-lo, ofTerece nesta parte nUos um triste
Para desrinb-iarar-se de l.io nrs|
rada situaco, o papa red
a
mili punca
doslil
rada sltuacao, o pop.- <-------' .....-
,o. cuiros Miembros da conlrrene.a ; mas al
consolarao elles ll.c puderao dar!
fallar do mes-
de agarrar, e e acontecer que o principe
Sclnvarlr-eniberg seja a linda.elrogradae.se
p|l(,ul.a direc.amente a prcicncao fr.ncexa,
e lado sero as cousas biialmente leva-
das ? Porventura dar-se-ha urna trise, quan-
do nao bou ver 21 doras entre a pal e a guerra?
Nao tcnl.au. VlUC. susto; a,|.aa geralIba de
ser preservada, e o governo francer de una
narte e o gabinete austraco da oulra nao se
?,n, enharao Jamis em hostilidades, porque
passa em nunnwK1'"'""" ----- -.- i -,.. ,,
ker que todo os cardeaes lata abndondo' mente ic acna,
i supremo poutifice uaoquer acabar com scus
,Ibll0ac.ecclelall0.. Se. alm disso que a
diplomacia austraca oceupa-se presenteniente
en. Par. eu. conciliar inlcresses contra, ios, 0
tenia todos os melos rasoave.s de concordia ;
.or... nao obstante isto, a tltuacno esta longe
le ser agradavel, c se o leme dos dous estados
fosse eovrrnado por hon.cns uieuos l.abei. do
que Mr. Tocquoville e o principe hcbwarlzcm-
berg, una colliso seria Infallivel.
Tildo quanto tenho visto me in.lu. a rrr
,..ir o gabinete austraco he verdadeiramente
liberal em seus designio, e que pelo que res-
pclta Italia, elle julga necessario conciliar o
novo pelo menos por n.eio da forma do gove.-
, rrpresrntalivo. Creio, porlanlo, que rom-
quanto no congresso de Po.tici, o seui repre.
sentante concorra como aples e llespanl.a
cmdi.er: Ns no podemos conslranger um
soberano independent-, nem in.po.-lhc condl-
coraqueno. proprios nao aceilariamo... lo-
davia en, l'.ris elle Incorreri co... a Franca em
ncrsuadfr ao papa a aceitar aquellas reforma.
Le nao .rnente o seu propno .nieresse, .r-
o u.nben. toda a Europa cbrWtaa redama,
J ouvi rccoiniuendada por pessoas de una
ousicao elevada a conveniencia de um congres-
it europeu para recular os negocio, do papa,
e milito estimarla que este regulamento fosie
coinellelto determinado pelas grandes poten-
cias porque elle prevenirla toda a occasiao de
colliso boslil entre a Franca c a u-.tria, co-
mo tambem livrarla a primclra destas poten-
cias da coiuplicadiasimaposicao emque actual-
e uo delxaria neubuuia outra
Reculo em que vivemos, nao de possivci,
Snior, que a academia deixe de vir im-
plorar do Ilustrado e paternal govsrno do
V. M. I. medidas repressivas contra I SO
grande mal, convenc la, como esta, dos
l.oni desejos que ello Incesantemente val
monslrandoom tudo quanlo p le, qurde
longo qurdo P'it", ITecUra rec instruc-
eilo do edificio abetal, cuja base principal
de a moralidade pudlici.
E com effeilo, Senhor, o que lie quo a
academia pretendo com a sua ICO justa
quAoattendivol represenuefio F Nada mais
nem na la menos do que a ewciicflO pura
o lilleral das leis do estado de 30 de agos-
to de 1828, 30 de oulubro de 1812 e 29 do
marco de 1831, i boje tilo impoltica-
mente calcadas e despresadas para fins, em
que nada tem que ver a conveniencia pu-
blica, mas sim e lo somonte o particular.
E nin sera urna mmoralidade permellir c
tolerar que una pralica tilo abusiva a cri-
minosa contine .Nilo se ir com ella
educando o ijovo na perigosa mas seducto-
ra taraa de metiosprezar e Iludir igual-
mente nutras leis de estado, e de que p-
dem provir males inci-lculaveis? C.erta-
menle que siinc ningueiii mclhor do que
o governo d s V. M. I sabe, quo nos paizes
mis bem constituidos, o seu progresso o
adianUmeuto provm da n.aior o da mais
religiosa execugf.o que os governos desses
paizes leem sbulo dar as leis que os regen.
Ai daquelles quu chegaram a olvidar-.se
desle cuidado, anda nos casos os mais in-
significantes, porque por deinais severa
tem sido sua punir.).
Deixando, porin, departe outras e di-
versas considtrac,es que o ussiimpto pede-
ra offeiecer, a academia, Sendor, ira Jus-
tificar de urna maneira breve e succinta o,
motivos em que funda a sua rcpresentacHo
Longo e variado sena o relatar de todas
as fraudes quo por adi so couimcllem a
cadapasso, cilas m.isou menos em de-
trimento da sade publica o porisso
vida dos leaes subditos do V. M. I. L
ciTeilo a falsificaco dos goero de ali-
menUcfo.ate dos de primeira necesidade.
a nenhuma cautella contra a vend de sub-
stancias vetien'.sas por quem muito bem
qucrelhe par-ceo estado lastimoso e in-
decente das princpaes pralas. ras o nra-
C*s dsla cidade, de continuo mmun-Us o
InlransilaveiS, off.-r cendo m o um fcoe
pestilonei.es de pernicinsissimns finferm-
dades -se em contrapes nos no lioovesse
o Creador dotado de um dos mclbores e
mais s ind.veis elimasdomundoa maneira
irregular porque se faz entre nos ludo quan-
lo respeita ii polica mortuiria, ele de-
ludo i>to, Seobor, que pela mor par", alm
dos graves prejui/ose dainos quo causa
a lo ios o a ludo, presta-se anda a um vivo
npigramma contra o estado de noss civi-
lis.cil silia assumpto ora trgico, ora di-
verlid ', sobre o qual a academia podera
nesta occasio oceupar se mui extensamen-
te. Mas acliaiido-sc ella convencid i (|uo
m carreira dosmelh .ramentosnemsompro
lio i-ossivei ir de sallo, iiuirinenl' quando
o pino est Kcoslumad.) n > gozo de intoir. o
absoluta li&r'dade do ludo fazrr quinto Ido
ajia7, liniiliir-scba apenas a fallar no quo
respeita mais de pcrlo a verdadeira polica
nio lica, e que consista no seguinte :
l.e A venda de remedios qur de segre-
do, qur de natureza perigosa, fela por
individuos incompetentes e que nenbiins
conliecmi ratos possunm de ph .rmaci i. cora
grave ofTnsa das sabias dispnsi^ues i!o al-
vara de 'i do Janeiro do 1810, quu ainJa v-
go-am
2." O exerccio da melicina igualmente
fciio por pessoas Ilegitimas e que nenhuns
eslulus regulares a>I,jiiiriran, se quer ata-
da dos mais sim.les rudmento> da arle,
ora co : pela e descimmunal infrac?'lo da
le do 3 de outul.ro de 183-2.
A nca lemia, Senhor, Julgs ociom o ir
assim fatigir a attenijSo do V. M. I.como
demonstrar da existencia do sentelhantes
il.usos, quando pura o simplesmento p lo
apontar para.sfolhas diarias que se publi-
cara na crtrle, e com ellas pontaro luso de
abuso que a tal respe 110 so repele, quasi
que quotidian mente,
NoonUOlO s^'npre elh )ulg necessario
alguma cousa dizer rclalivainentc ao exer-
cicio da medicina. Aqui O abuso tom subi-
do de ponto, desde que um dos anteriores
governos di V. M. 1 entend -ndo, Olanles
Rophisman lo a le de 3 do outubro do
1832, permittiO que urna cong'Cgaciio do
individuos pela mor parte mloulos, cons-
tiluinlo urna especie do concilibuloa
que iienomiram inrompetenteneiilo es-
cola do medicina bomee .pallucap lesie
conferir ccrtifieaib.s de approvcitaniento
quelles quo clles diziam st seus discpu-
los. Km vilo a academia, recoiilicccn lo 0
in.cbiavelismo de tal proceder, que bem
se dexava revelar, ainda aos mais podres
de espirito, pela arrogancia edm que esses
individuos arengavam pela Impreus, ro-
presenlou contra este facto, como de na-
tureza a violar a le de 3 ,1c outubro do
I83S. Mas sem embarco disso fii-ldes
conservada essa permi.sSo. O resultado,
Senhor, eio infelizmente confirmar tudas
s suspeitas de entilo.
De um lado o proccil-T do governo. que
por um simples aviso transformara o m-
geravel obr.-uo do Sahy om consaramado
medico do out-0 n npi.aratn Com que
confer.ni esses certificados, tolos cielos
de jeroglifico! proprios a illudir a forma
dos diplomas que confer-a escola de me-
dicina ludo isto, Senhor, acadoii por
malar todaaa antigs crencaadopotf do
ordinario incauto e imprefioVnle con ira a
fruido dos mais OSpertoS credas funda-
das na sabedor!, do seclos, e recebida de
s<-us maiores, quasi que como um tradi-
clo religiosa. Fia a cruzada das ideas re-
volucionarias di poca contra tudo quanto
era legitimo symbolo deordem era a dis-
lolucflu pivme litad, de ludo quanlo a lo-
gislacSo sabia o previ lente oppuuha li-
ben! olesen, limites, que se quena inaugu-
rar no impi-riode KinU-CruZ l'eli/.meiilo
para n soeiedado propaganda s podo
lograr em parlo sous intentos no campo
,ue primeira mente cscolhera as institu-
cOos medicas.
Com etfeito, d'abl.avante para todas as
provincias do imperio ( excepcilo nica
da provincia de Pcruambuco, porque ali
o conselbu de sade publica, creado por
nina le novis-inii da asscmbla provincial,
se opi.ox essa moderna Invasio de bar-
baros } parti urna cohorte de eliarlatfles,
mOQidOS do taes certificados ch.rlatiles
que pouco ntcs nos os tullamos vislo
aqui na corte entregues s suas occupnqes
meclianicas. Adi edegados, aprove.tam-se
ia da ralla de illuslracao dos povos. ja da
roleccao criminosa que Ibes nilo outorga-
llo as aullioridades, como ltimamente
acontecen na provincia de S. Paulo. Disc-
pulos aproveilados de seus meslres, mar-
chando pelo lado da supersticSo, e fazeu-
do da wliglilo e do evaogelho o sou me-
Ihor esculo, teem commeitido toda a sorte
de aUentadoa para r.So dizer verdadeiros
en mes policlaes. u. .
O acto uddicionol a conslitincao do es-
la,lo deixando as provincias do imperio, a,
laculdade de legislarem era tudo qu.nto
ei.icn lessem do bem para a saude publica,
collocou as provincias em muito melltor pe
do que a capital do imperio. Aellas, pois,
a semelhan do que praticou a de Per-
uambuco, compete altender a esta neces-
sid.de'.
Sendo assim, Senhor, o no se podendo
esperar cora certeza, que o corpo legisla-
livo possa tratar deste Importante objecto
cunt prestis quo a gravidade do mal


mf^saaaa
rconselha, academia lem Lem fundadas
esperances que o Ilustrado governo do V.
M. I se dignar atiende-la no fim de sua
rrpretuntscXo.
A le fe 30 de rgoslo de 128 que aboli
0 hipar do provedor-mor de sade nln
deriopon a doutiina conl-dn nos m*liim-
portantes artigos do alvara de 99 de janei-
ro de 18I0 ; apenas passou para as rama-
ras muiiieipaes as altribiiices daquelle
funrconarineseus delegados, (icixandos
juslicas ordinarias do paiz o processo das
r.- usas, que ate ahi se instauravam nos ju-
vos du provedoria-mrdo imperio.
A experiencia, Senhor, de mais de 20
annos tem palenleado a todas as luzes que
as difierenles ramaras munieipaes desta ca-
rilnl desde rr.tilo at hoje ou se (rom olvi-
dado de seus deveres, nu nao pdem dar
cumprimenlo lei, pelo inci| aciiladu, mal-
vrrsacilo, ou oque quer que si ja de seus
delegados, embora posleriormemo a le do
1. do oulubro de 1828 llie COOferisM o
direito de formular posturas que livessem
por fim prover e manler a sade de seus
municipes :e cm verdade o que se poda
esperar de homens eslranbos aos menores
conhecinenlos mdicos, e>as mis das vezes
to aos de perfeitas humanidades? Nao ser
ridiculo e improprio que um desics homens
va proceder a um delicado exame as dro-
gas de una botica .' Tudo istose leria evi-
tado em grande patese o legislador livesse
obrigado as can aras munieipaes a ter um
medico de punido, como aconteca antes
da ricaciiodo lugar do piovedor-mor; mas
1 assar simplisminle tilo di liea la funccSo,
como a de pievcnir epidemias, eos elleitos
de molestias conlagiosas, para homens per-
feilamente higos, ft um gravissmo erro,
cujas coi sequencias ora se eslao senlindo
Da mesma soite, Senhor, a lei de 29 de
narco de 1833. que encarregou ao chelo
de polica do dever de velar sobre ludo a
que pertenceue nmnulenciio da sado
publica, e que sabiamente foi aventajada
ii ais larde pela lei le 31 de Janeiro de 1842,
pndrna ter produzdo bona resultados, se
estas bis exislissem harmoiisailas, forman-
do um corpu de doutrina regular; e se
o ratronalo e m vontade de algomes jus-
illas ordinarias, a quem est iITeeto o jul-
gament de taes abusos, nflo tomassein a si
a ardua tarefa de absolver os criminosos.
Ilcpoitanto visivel que um seinelbanle
estado de cousas tflo anmalo e lito nc-
gular nflo pode continuar : eslrdo que avil-
ta a nacflo brasileira aos olhos das naces
europeas, que atoja zombeteam de nos pela
imprenssque costuma o povo mmo-
ralidadeque sacrifica o futurodaa letlras
0 da illusliac.lo do paiz -que finalmente
2
rouba direitos adquiridos e garantidos por !<>'
lei sob o nome augusto de V. ||. |. i
vencido que cmara nflo tem necessdado
que en llie aprsente faclos, que comiro-
vem esta verdaile, o quando a isso fosse
Convidado, bastava-mo chamar sua alten-
C.I11 para as folhas do da, e ella se conven-
cena da ousadia com que na capital do im-
lierio o cherlataes repelem mil annuncios
01.que se incu'cam como os salvadores
do genero humano, ecada um se esforca
por prreonisar as curas maravillosas c
impossives, oblidas cusa de cstudos,
a que nunca se entregaron, e urna liabi-
libadc que seria de invejr.r, se a conscien-
cia do dever, as leis do decoro, da pro-
bidade e la moral a nao rcpellsso com
indignacSo. Hoder-se-hia talvez respon-
der-me, que lodos devem estar prevenidos
contra taes especuladores, o que devem
dar-se as DlOol para os deixar na ntildn-
de a que devem ser condemnados. Poim
mo parece que tal resposta nto pode ser
aceita por quem tiver esludadoa nature-
za humana U hnmom he naturalmente
amigo do maravilhoso; o enfermo nflo
procura, nSo pensa, nflo sonha mesmo,
senfloem avaluar seus males; a imagina-
dlo arreciada he nimiamente crdula, o
aquello que melhor fizer valer seus arti-
ficios, e suas promrssas triumphar sem-
pre da boa fe, e conquistar a confianc?..
Ora procurar corrgir, ou emendar a na-
tureza do homem, nflo nos he dado; porcm
destruir, ou ufaslar-llie as causas que dellas
I n.ieiii |triumpbar, alm de juslo c conve-
niente, he de uosso rigoroso dever.
Senhores, a par dos cjiadalile?, que
infcstam o paiz, oulros especuladores en-
elieiii lodos os dias os jornaes rom pom-
posos annuurios acerca de remedios, coja
. Ilicacia urna vez demonstrada e admitti-
da, provada licaria a immorUlidade do
homem. Vede o que se ha por ahi dito do
ungento dos pobres, das agoas nnracu-
losas, das chapas medicinaes, das pilulas
vegelaes o anle-vegetaes, dosextialos de
salsa-parrha, dos blsamos sympalhicos,
etc., etc., e vista disto nenli'um do vos
se deixaia de convencer que um abuso
borrivel mala a socidade, ein despeito da
lei e da autoiidade, e con lemna nulli-
dade, nflo so o medico que seguio regu-
larmente lodos os cstudos uecessanos,
poiem ainda o pharmaceiitico hrasilciro,
que nflo rebalsa sua dignidade a pflr-se
em concurrencia em tal mercado, e nem
tem couscieneia pata atraigoar a impor-
tante missflo de que se acha revestido.
Nao se diga ahsulutaniculo que nflo pos-
suiuos unios para chamar cada um desses
individuos a seu dever, e livrar a socii-
dade desse cholera mvrbus encapotado, eujo
antidoto esta mais especialmente na nossa
10.
Se
seja
a frca
igusto de V. M. |. Se o que existe a esto respeito nflo
A academia, pois, mi erial Senhor, ten-"' completo, alguna beneficios loria, ape-
zar disso, colindo o paiz, so na poeira do
armario se nflo livessem deixado enterradas
algumas tlisposicOes lgaos, que com pro-
veito o por dever he necessario faze-las
apparecer como lellra viva. O art. 13 da
le de 3 de outubru de 1832 marcoii posicoes importante*, e que fielmente cum-
plidas, teiiam cm grande parto evitado o
mal que vos aponto. Cela extinccffo da phy-
sicatura-mr algumas das funecoes que
Ih poiteuciam passar.im para as commis-
soes munieipaes, e ueste caso eslfloasiin-
porianlissimas ilispoaicOes exaradas nos
artigse, 8, 9, 15,17, etc., do al vari de 99
de Janeiro de 1810. Algumas medidas,
i'-i > <|ue muilo imperloitas, se aclaam
lamhem no litulo lerceiro, sessflo primeira
do cdigo de posturas, que posto nflo pre-
hencham o lim a que deve altingir urna boi
aUministracflo municipal, todava alguns
beneficios loriam produzdo so rigorosa-
mente livessuiii sidu observadas.
Em concloso, senhores, cumpriudo
provee de prompto tflo palpitante necessi-
dade, tenho a honra do apresentar-vos as
duas siguiles propostas, que lomareis na
coueideraeflo que julgardes em vossa sahe-
doria :
I.* A cmara declara desde J mulli-
dos em 30,000 ris lodos os liscaes que con-
entirem que alguem cure, parteige ou
venda remedios Siiin os requosilosda lu,
bastando para que su torno a mulla ell'ec-
liva a a presentarlo de qualquer fado de
contraveneno lei lo portle ella, ou por ella
reconlieci lo.
2.a A cmara se dirigir com urgen-
cia ao govemo pedindu-llie se digne orde-
nar a academia imperial di) medicina delta
corte que orgauise um cdigo que regulo o
exercieio da medicina, e que desde ja pro-
pouha ludo quaulo julgar conveiiieule para
impedir u charlatanismo, uliui de que a c-
mara, transformando o que fr de accordo
com a legislacflo vingcnle cm posturas
suas, as puiiha quanlo antes em execueflo.
Paco da lllma. cmara municipal, *2t
de julhu de 1819.--Dr. Candido Jorges liloa-
leiro.'--Foi approvada.
[Uut knnaes de medicina Braiitiente )
do osado do una lingoagem talvez franca
tle mais, mas sincera o verdadeira, ousa
esperar qn V. M. I. tomando em sua ala
consderacjlo os fados que ella tem ti.io a
honra do riepflr aos pos do throno do V.
M. I., como guarda vigilante, que he, da
Balido publica, haver por hem mandar:
1." Que em quaulo o corpo legislativo
nflo decreta urna lei de sade publica, que
iibranja nesla parte tolas as necessidades
que stifire o imperio, seja a academia im-
perial de medicina do Itio-de-Janeiro au-
torisada a formular um regulauenlo pro-
visorio em harmona com as les que vigo-
ram, e capaz de remediar os damnos qua
actualmente prejudicam a sade dos habi-
la.iles da capital do imperio.
2.' Que csse regiilamenlo depos de an-
provado pelo governo de V. ti. |.#
adoptado iniernamente com tuda
das Iris de que elle dimanar.
Com 0 mais profundo acatamento ores-
peilo temos a honra do heijar a augusta
inflo de V. M. 1.-0*7 R.,btrto Jorge Had-
dock lobo, relator.Odr. Joi Mara de No-
ronha l'eilal. Dr. Antonio da Cotia.
l'ropotta do Sr. Dr. Candido forges Monlei-
ro, tipititulada cmara municipal do
liic-lc-Janeiro.
SamiOKM. -- Km todas as idades, como
em lodosos pazeso hornea meditou sem-
pre sobre os meios de conservar a sa le,
e de prolongar a vida. Se um sentmento
puramente insiioetivo o fazii sublrahir-se
a todas as polencias que poiam anii|uila-
lo.esse mesmo sentimento Ihe gritava a ne-
cessidade de estudar a achilo dos meios com
vez produzdo. Foi sem duvi la excitadas
por esta dupla necessidi.de, que as ntelli-
gencias do todas as ppocia so exerceram
sobre objectes de tflo grande importancia,
e que em seu conlinuo porfiar conseguiram
reunir, e clarificar nflo s os diversos sof-
lmenlos de que he susceptivcl o genero
humano, mais ainda os differentes meios
com que pdem elles ser destruidos, pallia-
dos, ou prevenidos.
i Se cada um honer, senhoics, reco-
nheceu mesmo antes de rcOexiooar ma-
duramente na necessldadc deconservar-se,
e se para isso lancou mflo, logo que podo,
de todos os recursos que cahiam na estrela
esphera de sua individiuilidade.cam aumn a
justic cada um governo, a quem Compra
velar na guarda da sociedade, so apressuu
cm organsarcodigus em que se marc.ssem
is convcnaentfs legras, que diviam presidir
ao cxercicio da medicina, lornando-a asslm
inaccesaivel a es-as aloias srdidas, e sem
consciencia. capazes de jogar cum a vida
le seos seinelhaules, do mesmo modo |or
quojogariam com dous dados em que cm-
harcassem toda a sua fortuna. Se os legis-
ladores de todos os paizes.se nflo esquece-
ram de tflo impoitanto encargo, e se i
porfa procuraram dar-lhe o nperfeicoameu-
lo que he susceptivo!, devemos confessar
i|ue os do nosso tambero dellese nflo olvi-
daram. Entretanto os homens a quem a lei
incumbi da execueflo de tflo importante
tarefa, ou loem sido perfeitamenle omissos
no desempenho de seus de veres, ou desa-
nimaran! em face de meios que nflo julga-
ram suflirientes para realizar vistas tflo
cbeiaa de equidade e do conveniencia. Nflo
achoopporiuuo examinar agora qual he a
parto verdadeia desle dilemma.
O charlatanismo, senhores, marcha no
nosso paiz com urna audacia tal, que o ho-
mem desprevenido, que a elle chegar, p le
receber, como guenuino representante de
um uiimsiei io legitimo, sobreludo se toiiar
a modestia que acompaitha sempre o ver-
dadero s.ber, pelo temor e recelo que se
u.aiiifesla naquelles que por acedes illeg- Uu'
limas receiam a punido da lei. Eatou con-1 da
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. preiiden-
te Dr. os lento da Cunha e Vigueiredo.
22;KSETEMBUO.
OITicio. Ao juii municipal e de orpliaos da
Villa da Anadia, coiiiiiuiiik-aiido-lhc haver S.
M. o Imperador feilo merc a Amonio Jo.
Ferreira Munllda serveulia malicia do olliciu
de eserivao de orptiiiui* dj mesilla villa o que
deven futer Coaltar ao nomeado, alim de so-
llcllar o couipeieiite Ululo na secretaria de es-
lado retpectiva.
Dito. Ao Inspertor da thesourarla de fazen-
da, liaiisjiiiliiiido-ll.e, para sen coulieciiiieuto
e exi'i ui-.i.i na parle que llic loca, acjiiadu
avlo da fazenda com data de 17 de agosto ul
linio, iii.uhI.uhIo l'azer nova proposta e noniea-
(o para o lugar de administrador da mesa de
rendas da villa de San-Miguel.
Dito. Ao mesmo inspector, declarndo-
les, em resposta, ao cea ollK-io de 20 do cr-
renle, que deve pagar a despeza que se Iticr
com a i inchiN.-i.i do telhriro para o rccolhl-
iiicnlo das madeirai do e3lado.
Iiitii. Au inesuio iuspeclor, para mandar
salisfazer a despeza que pelo Dr. chele de po-
lica fr fela com os oOjeclos coiislaulcs do
pedido que ac Ihe enva. Coiiiuiunicou-se ao
Dr. chefe de polica.
Dito. Ao inspector provincial, diiendo-
Ihe, em resposta ao seu olHcio de 20 do cor-
rele, que approva a Joo Francisco de Olivei-
r.iJuc para conlereote inleiiuu da mesa do
consulado provincial no impedimento do cil'cc-
livo Jos Raphael de Macedq,,.
Dito, Ao juiz de direito da comarca da*
Alagas, remetiendo por copia o olHcio da ca-
do correnlc mez, pelos factos referidos no incl-
ino odicio
Igual o Un io se fez ao promotor publico da
misma cmara.
Corlarla. Demllllndo o subdelegado da cl-
dade das AlagAaj Jal Thom Corrcia. Com-
niunicou-sc ao chefe de polica com o oflicio
stvuinle:
>. 41. Illin. Sr. Participo a V S. que
nesla dala tenlro. demillido do lugar de subde-
legado de alagoas a Jos Thoiu Crrela, ciu
vii lude de sua reiterada requisi{o fundada em
motivos que nao me he licito despresar, mas
coiislando-me que o cidado que me propoze-
ra V. S. em primelro lugar he inlinlgo do que
he actualmente demillido (circiiinslancla que
julgo Ignorar V. S.) recommendo-lhe que re-
loiinc a proposla apresenlando-inc oulro cida-
d;io, que llvre de qualquer suspeila c preven-
cao possa desempenhar o lugar com tal impar-
cialidade c.o da polica,
-- Circular para os lenentes-coronei e dele-
gados da provincia.Convindo mullo conbecer
arrecadar o armamento que ae acha eipalha-
do por toda a provincia, ordeno a Vine, que
com a maior possivel diligencia proceda a to-
das as pesquisas necessarias para me informar
quaea as pessoas que possucm tara armas e
porque titulo, iniimandu-lhes ao inesino lem-
po, que as venham ou mandem entregar ao
ciiiiiiiiaiidante do deposito de arligos beldeos
nesla capital, ainda mesmo aquellas granadei-
rasque liverem sido corladas e reduzldas a ba-
i i ni.11 ir, dando-me logo parle do que :. tal res-
peito Imnver de conseguir cm cuinpriincnto
ile.-la drli l mu i .1 i.
24.
OITicio. Ao capitao do porto, para que ein
presenta dos oflicios que se Ihe remetieren!
tome sobre sua vigilancia o hiate Noisa-Stnho-
ra-tlo-Mante-d-Carmo, cinquanlo a policia pro-
cede ni He s necessarl.i pesqui/as c averigoa
(es, fatendo-lhe restituir o leme e o panno
deque o privaran!, alim de evitar os Inconve-
nientes que nota cm seu olllcio de boje ao che-
fe de polica.
25.
Dilo. Ao Dr. chefe de policia, transmillin-
do-lhe por copia os ollicios dirigidos pelo Exm.
presdeme de Peruambuco acerca das provi-
dencias por elle empregadas relativamente aus
assasslnos do padre Veras, c determinando que
d ir.u.lmeme de sin parte as mais enrgicas
e necessarias para a captura de taes crimi-
nosos.
Portarla acerca das substituices dos ui/es
de du .-i io. O presidente da provincia, em
eiiuipi enlo do arllgo 17 7.a da lei de 3 de
deiembrode 1841, e artigo 211 10 do reguli-
mento de 31 de Janeiro de 1812, quanlo a or-
ilem pela qual os jui/es munieipaes e supplen'
les devem substituir aos julzea de direito das
respectivas comarcas, eslabelece o srguinle:
Na comarca de Macen) ser o juiz de direito
substituido empriiueiro lugar pelojuii muni-
cipal da capital, e ein segundo lugar pelo dos
iermns dePorlo-'Jalvo c Poito-de-1'edras Na
fallados Juite* munieipaes ser a dita substi-
tuido felta pelopiiuieiro supplentc da capital,
depois pelo de Porto-dc-1'edras, e em terceiro
lugar pelo de Porto-Calvo, seguindo-se a mes-
ma ordem com os segundos suppleiitei, e as
su,, por dame,
Na comarca das Alagasem falta do juiz mu-
nicipal, ser o juiz de direito substituido pelo
primelro supplcnte do termo de San-Miguel,
depois pelo do leriiio de Saula-Luzia do norte,
e ein terceiro lugar pelo da cidade, eguindo-
se a mesilla ordem com os outros supplcntes.
Na cmara da Alalaia semclhante substitu-
rao ser fela em priuieiro lugar pelo primeiro
suppleme do termo da Imperalriz, depois felo
do termo da assembla, e em terceiro lugar pe-
lo da villa da Alalaia, guardada a mesma or-
dem com os outros supplrnlet.
Na comarca da Anadia cnuierara a mencio-
nada siilisiiiuic.il> pelo primeiro supplenle
licita villa, p.usando depois ao do termo do
Poxim : da mesma sorle faltando o juiz muni-
cipal na comarca do l'enedo servir de subsii-
luio do juiz de direilo, em primeiro lugar o
primeiro supplt-me desla cidade, e depois o
do termo do Poito-da-Folha, seguindo-se a
mesma onlcni cm ambas estas comarcas quau-
lo aos oulros suppleuies dosjuizes munieipaes.
Kacaiu-se as cummunicaces precisas.
Ciiminiinicnu se aos juizes de direito.
Ollicio.--Ao roaiiu inl.intc sii|ie,i u da guar-
da nacional da comarca de Macei, ordeuan-
dn-lhe que d suas ordens aos commaudanlea
da mesma guarda que Ihe he subonl n-id.i, pa-
ra que pi estro, todo o auxilio que pelos dele-
gados ou subdelegados Ules fOrem requisita-
dos para a captura de varios criminosos da pro-
vincia de Pernaiiibuco iudigilados como assas-
sinos to padre Joa<|uim Jos de Veras, como
aisini he i i|iiisit.ido pelo Uxui. presidente da
mesma provincia.
Do mesmo (eor a lodos os commandames
superiores da provincia. <
Circular. -Ao t)r. bilverio Fernandes de A-
raujo Jorge. Devendo merecer a mais cui-
dadosa altenco do goveruo o nao pequeo nu-
mero de Indios, que quasi sem direcfo algn-
ma Nchau-se aldeiados em diversos lugares da
provincia, tenho deliberado encarregar urna
eommisso especial do exame mui serio du es-
tado desses uossos concidadaos, nao s no que
diz respeito uo sen numero, recursos e modo
de viver em cada aldcia, como tambem acerca
dos meios mais proprios para desenvolver-se
eniie ciles, quaulo fr possivel, o espirito ci -
vilisador, particiilarmeme o do amor ao tra-
iiailio que tsem Ihcs fazer injuiiaj pareeem
bastauteiiienlc eslranbos. I. poique desejo
apruveitar os conlnc menlos pralicos, que nes-
la materia reconheco ciu Vine, convdo-o
que, em coinuiissao com os senhores Dr. Fer-
nando Alfonso de Mello, Guilherme Jos da
Carca c Antonio da Silva Lisboa, elabore urna
memoria SOCIOS do mencionado objeelocom
todos os necessarios esclarrciiuenlos que pos-
sam oricnlar a adminislraco sobre um as-
siiinplo de tainanlio inleres certo o.n poder deixar de actuar o seu reco-
uhecido jiali olismn.
Do mesmo teor aufuli'r mulandit, ao Dr. Fer-
nando Alfonso de > ello, Guilherme Jos da
Carea e Antonio da Silva Lisboa
it.Tir. SSBSBPa
ELEITORES DA FREGUEZIA DE SERI-
NIIAEM.
OS sns. VOTOS.
(aspar de llenezes V. de Drumond 705
Antonio Ccrmsno Rigueira P. deSouza 702
Msnoel Frsncisco Dusrte 700
Jos Venceslao A. R. Pereira de Rsslos 692
Joflo Cav8lcnte de Albuquerquo 690
Antonio Peregrino C. de Albuquerque 685
Alvaro Raibalno Ucha Cavalcante 630
Joflo Alfonso Regueira 695
('incalo Francisco Xavier C Uch-a 622
Maooel de Mesqula llarros Wsnderley 620
2." Varipsqusdros do nuvensetn diver,'.
cidades, dilando relmpagos, trovoes
raos.tc. ^elc, etc. '
3. Utn navio no mar em grande tompvS
tade.
4. O globo, a la, todos os plsnetig.
seus salellites gyrando em torno do sol, t0
dos estes corpos luminosos como propri
mente a nslureis.
Itilervallo dol5 mioutos.
MarcoJno Alves Villela
Jos Columbino de Araujo Lima
Francisco Manoel de S Cavalcanto
Jos do Reg barros Wanderley
Manoel Goncalves da Fonte
Manoel Jos Machado
Manoel do Nasciment Wanderley
Antonio Jacome de Araujo
Joaquim da Costa Arruda o Mello
Jos Carlos de Mendonca Vasconcellos
Manoel ds Gama Itomeiro Jnior
Jos Joaquim de Mello Velloso
Jos Mana de Vasconcellos
Antonio Montero do Mello
618
614
610
500
450
448
445
444
442
440
430
408
402
3*0
99
ii Ada
Mutissmas experiencias de hydro-oxig.
nio-gaz-microscopio.
Engrocamento das sgoss duas mil ,,,.
para ver-ae todos os polypos que conlm
cada gota d'agos.e outros" muilos objecto,
msis.
Intervillo de 15 minutos.
IH ACTO.
Ckromatopts.
Mutissmas experienciss do fogos arli|.
caes com todss as cores, etc., ele etc.
Noscenario dsr-se-hflo melhores exj.
ca(es do diverlimento.
Principiara as 8 horas a chegada de s
Exc.
O preco das gslerias he o srgulnte :
Primeira galera 1,500, segunda ditaor.
dem nobre 2,000, tercoira dita 1,000, platea
1,000 rs.
Os dous camarotes da primeira gslerij
6,000 rs. cada um, os dous ditos deseguud
ordem a 8,000 rs. dilo dito.
Oi bi I heles esta rito a venda no Recife, rui
da Cruz, n. 15, e no dia do espectculo m
porta do thoairo.
N. B. O director espers do Ilustrado
publico desta cidade que concorra aothei-
iendimentodaalfandega de Pernambuco ,6b &?&*X~^V?!7m
COWMEKCIO.
4:913,106
AI.FAiNDEGA.
Rcndimento do da 6 .. .
IMPORTACAO.
Norval, barca ingleza, vinda de,Terra-
Nova, entrada nesle mez, consignada Jplms-
ton Pater & Companhia, manifestou o se-
guinte :
2,566 barricas com bacalbio ; aos consig-
natarios.
a adminiltracio do actual inspector, que to-
mou poss'j em 1 dr un/to de 1849.
Junho
illlu,
Agosto
Seleinbro
Uulubro
Jutiho
Jiillin
Agosto
Setembro
Uutubro
1848 a 49.
209:867,379
18l9a50.
198:168,471
321:819,625
247.984,033
371:344,522
1.319:184,030
1846 a 47.
152.576,261
1847 a 48.
199:313.140
13S.702.I27
160:931,022
251:254,985
902:807,531
1847 a 48.
102:255,417
1848 a 49.
162:767,590
181:200,663
126 979,432
198:733,989
771.937,091
1845 a 46.
132416,181
1846 a 47.
148:551,636
167:715,934
211.998,562
150:211,122
810:893,435
he este espectculo, que pela primeira vet
oanno prximo passado, fui viste e admi-
rado em Londres e nutras cidades da Euro-
pa, tanto pela belleza, como pelo conheci-
ineiito da naturozi; por isso espera benig-
no acolliimento. 4. H, Wilmer.
Dfferenca para msis no anno do 1819 a
1850 577:246,939
Alfandega de Pernambuco, 6 de novem-
bro de 1849. escrivao, Sent io fer-
nandes Uarroi.
CONSULADO GERAL,
Rendimento do dia 6 ... .
Diversas provincias.....
348,636
17,766
S66.402
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 6 .
426,466
.rrovimeiiio do Porto.
* Navios entrados no dia 6.
Stockholm 66 dias, brigue sueco JoAn-
JoAnicon, de 152 toneladas, capilflo O.
Jansson, cquipagem 9, carga taimado,
veras, alcUrtio e mais gneros ; a Ashly
ft Companhia.
Macei 2 dias, galera ngleza Bonita, de
299 toneladas, capilSo \V. Kelly, equipa-
gem 17, carga algodilo ; a Deaue Youle &
Companhia*.
Rio-Grande do sul --45 dias, brigue hrasi-
lciro Argos, de 187 toneladas, capitilo
Julo Raptista da Silva Pereira, equipagem
13, carga carne ; a Amoiim Irmilos.
Navios sahidos no mtsmodia.
Londres liaren Inglcza Londun, capililo
Georgc Roberto, carga a mesma que
Irouxe.
Liverpool Galera ingleza Bonita, capilSo
Vi. Kelly, carga a mesma quo irouxe.
Passagciros, 'I liornas Mellors com 2 es-
cratos c una criada, Inglezes.
--".." '-
Publicnca lillcrai i..
Memorias histricas
da provincia de Pernambuco por
Jos Bernardo Feriandes Gama,
4 voluntes em otavo, com retrato do aulor
em frente e diversos mippas e plantas lo-
pographicas.
lio urna obra de summo interesse e de pri-
mira necessidade para quantos hsbiiam
l'eruaiiibiieo. lie a historia m*S CUrioSi
que possuimos desdo a descoberts e funda-
cao desta provincia at os nossos dias, cora
as particularidades mais minuciosas e do-
cumentos originses que ainda nSo tinham
vislo a luz.
Vende-se na praja do Commercio, es-
criptorio n. 2.
Avisos martimos.
Deca rayo.
Foi transferida para hoj ('
a saluda do vapor lmperadnr
com dosliuo aos portos d
sul, prncipiando-se a fechar
as malas ao meio-dia, e recebendo-se cor-
respondencias com o porte duplo at a una
hora da tarde.
PERNAMBUCO
niara da villa de San-Miguel, para que avista
leu couteudo, respuusabelite o sci
mcuia cmara, Borneado na acasao de 13
EI.EITORES DA FREGUEZIA DE IT.tMA-
RACA'
OS sns. VOTOS.
Julio de Miranda llenrique 94
Andr Alves da Molla 03
LuiiGarneiroC.de Albuquerque 93
l.duvico Kerreira Villarim 93
Jo.lo Cordeiro Cavalcanto 93
Jos Pedio da Costa 93
Antonio Xavier Dias 9.1
Antonio Cordeiro r.ilru 92
Francisco Cordeiro Cavalcanto 92
Francisco Rringuel Osar de Andride 92
Jos liento Moreira de Aleucar 92
Antonio Malinas de Medeiros 92
Albino Manoel de Paiva 9i
Romlo da Cuiiht Amaral 92
Joiio Theodoro de Albuquerque 92
Francisco JoSo do Pillar 92
Manoel Lobo de Miranda llenrique 99
Joaquim da Assumpcflo Pires 92
Manoel Lopes de Albuquerque 91
THKATRU DK APOLLO.
ESPECTCULO PARA QUINTA-FURA, 8
DO CRRENTE.
'hysica experimental, dividida em 3 actos.
Depois quo a orchestra tiver desempe-
nliadii urna lindssima overtura, apparecer
em scena u srguinle ;
I ACTO.
1.' Diversos grupos de figuras humanas
-- Para o Havre sshe, com a malor bre-
vidado possivel, a barca frauceza lilla, ci-
pitflo l.emeltz : quem qoizer carregar, ou
Ir de passagem. para o que tem excelentes
commodos, dirija-se aos seus consgnala-
nos. J. P. Adour & C. na ra da Cadeis,
u. 52. '
--Para oMaranhSo rom escala pelo Ces-
ra sabe, em poucos dias, o bem conhrcido
hrigue-escuna Uura: quem no mesmo
quizercarregar, ou ir de passagem, dirja-
se ao capilflu a bordo, ou a Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche, n. 34.
-- Vende-se a barca americana Navarrs
de 242 toneladas, forrado novamente em,
marco deste anno, e pnunpta de todo o ne-
cessario para seguir viagem para qualquer
porlo sendo de maicha muito veloz : quem
a pretender pode a examinar agora fondea-
da ueste pono, e tratar com os consignata-
rios Deaue.Voulo & Gompanhia, na ra ds
Cadea.
Para o Porto segu, com lo la a b'evi-
dade possivel, o brigue portu-.uz Ventura-
i-tlis, rorratlo, pregado e encavilhadq de co-
bre, do qual he capitilo Zef-rno Ventura
dos Sanios : recebe csrga a frete, para o que
trata-se com o consgn .laiio Joaquim Fer-
reira Mendes GuimarSes, na ra da Cruz,
n 49, primeiro andar, ou com o referido
capullo, na praca do Commercio.
--Segu rara Lisboa, com a maior bre-
vidade possivel, obligue poilucu-zS.-flo-
mingos, forrado, pregado e encavilhado de
cobre, do qual he c-pt0o Manoel Concalves
n launa : para carga e passageiros ( aos que
ollerece excllenles commodos J dirljam-se
ao consignatario, Joaquim Pereira Mendes
uimaraes na ra da Cruz. n. 49, primei-
ro sudar, ou ao referjdo'capitao, na praca
do Commercio.
- Para oAracaly segu viagem o hiato
aovo-uimda, mesiie Antonio Jos Vianna :
para carga e passageiros trata-se na ra ua
Cedea-Velha, n. 17, segundo andar, ou
com o mesmo meslre.
ajajsj
-- Adamson llowie & Companhia far.lo
leilSo, por nlervencno do coi-rotor Olivel-
ra. de grande e variado snrtimenlo de fa-
zendas inulczas : quinta-rera, 8di co'ien-
le, as 10 horas da manhfja, no seu sraia-
zem, ra do Trapiche-.Novo.
Kalkmann Irmaos furSo lei
lao, por inlerveiuja do correlor
Oliveira, st-xtu-eira, <)do coiren-
(e, de urna cxplendida mobilia,
consistindo etn marque ns, mesas
de todas as qu Ii ladea, ricos espe-
llios, toticadores, cominoda, la-
v..lorios, cadeires de palliinha e
de lialanco, ele etc. ; assim co-
mo tnmbem se vendcrSo um mag-
nifico piano de Jacaranda ,( utro
de nioio uso, alguns apparellios de
vidro de cores muito lindos, co-,~f
pos monstros para champanlia, e
oulras variedades de vidros e de
marmore : na sui caui, rua da
marmore : na sui cas;, rua
, n. io, segundo andar.


'Avisos diversos.
Preeisa-se rio officiaes de marcen'eiro,
e tambem de aprendizes: na ra da Con-
cordia, tend grande de marceneria.
Fugio, no (lia 5 do correte
pela madrugada, um prcto de ri-
me Antonio, do gento de Ango-
la, de 18 a so annoj pouco niais
011 menos, sem barba, corpa e al-
tura proporcionaes, bem parecido,
pernas finas, ps compridos e sec-
eos, com uina pequea pdWdura
no alto da cabeca, proveniente de
cirrogar sobre a mesma ; levou
vestido calcas de riscado azul-es-
curo com listras j usidas e carni-
za de algodSo de mangas curtas ;
levou tambem um bauzinho pe-
queo de dous palmos, o que se
suppOe t-lo levado para poder
mais livremente transitar por
qualquer estrada ; suppe-se ter-
se dirigido para as bandas de I la
baianna ou Parabiba, d'onde fot
vendido: quemo apprebender le
ve-o roa Imperial, n. a5, que
ser bem recompensado.
preeisa-ae de pretas para venderom
azeile, paando-*o-lhe400 ra. por caada :
na ru de S.-Jose n. 7, confronle a gami-
leira do quintal da Penha.
Quem precisar de um caixeiro que en-
tenilede vendo, armazein de assucar e al-
guma cousa de escrij t, annuncie.
Precisa-sede um homom para feilor
de um pequeo sitio na Poule-de-UchAa,
que nao tenha familia o seja idoso: do ra
do Hospicio, n. 13.
fiosappareceu, no dia 99 de outubro
prximo passado, um relogio de prata dou-
raila, de n. 1.577 pouco mais ou menos,
com una cadeia de oii'o muito grossa : o
relngio lem na lampa duas flgurinhaa:
quem delle souber e o quizar entiegnr, i-
rija-se rua da Cadeia do llecife.n. 13,ouef>''ria.e CS" f
arsenal de marinha, que ser gratificad^'
-- Ahiga-sn um sitio na Passagem-da-
Magdalena, junto a ponte grande, rom en-
cllenle banho, para oqueji lem banheiro
erompto, com um oplimo sobrado de um
andar, feilo de novo pelo goslo moderno,
com 3 salas e 4 quarlos, te.ido os mesmos
commodos em baixo, cozinha Tora, duas
cacimba, tnde murado e com o competente
porlSo de ferro na trente : a tratar na ra
Oireila, n. 3.
Aviso aos ourives.
Carlos llardy, ourives na ra Nova, n. 34,
lem um excedente laminador com que
puxa chapa a 40 rs. a oitava.
~ Joo Matheus embarca para os portos
do sul o se escravo pardo, de nome An-
tonio.
Precisa-se de 300,000 rs. a juros de um
e meio porcento, pelo lempo 15 mezes, so-
bre (irma ; quem quizer dar annuncie.
Lotera do Guadalupe.
O thesoureiro desta lotera continua aaf-
firmirque as respectivas rodas terflo anda-
mento no dia 9 do correnle; e,se a venda do
resto dos bilhetas continuar como nestea
das, pensa o mesmo thesoureiro que as di-
tas rodas gyrarflo antes do referido dia.
Iloje, 7 do correle, pela segunda vara
docivel, se lia de arrematar, por ser a ul-
tima pr*ga para ser adjudicado um relo-
gio de ouro, sabonele de fabrica hori-
zontal, avallado ein 80.000 rs. I^Mmliorailo
a Jos Thomaz do Crneos Qtiri||taia, por
execuco de Jos Goncalves da Cruz, como
senciuiiaiio de Jos llodrigues do Passo.
Hs ere.lores de Cotilo Viaiina & Fllbo
teem autorisadoaos credores dos mesmos
Ceo K>'ii\voriliy ,> Companhia para vende-
lem a casa de sobra lo na ra do Amorim,
n. 31. e melada da casi de sobrado da ra
da Cadeia'^ elha do bairro do Itecife, n 27,
das quaes j lomaram poasa judicial, em vir-
tude de srntenga do adjudicarlo d# juizo
competente da segunda varado civel desta
cidado, afim de ser o seu producto rateiado
com indos os credores: quem quizer com-
prar, pode entender-e C0ll os stiprailtlos
utorisados credores Geo Kenworlby <* C.
-- F. \V. Smilh rclira-se para o Maranhflo.
I)flo-se 100,000 rs. a premio sobre pe-
uliores de ouroou boas firmas : na roa do
l'.ozorio da Boa-Vista, se dir quem da.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pratica de venda, e que lenna boa conduc-
a : no largo do l.ivramonto, loja de calca-
do, ao p do nicho
Na ra da Cruz, no Recife, n. 54, se
dii quem precisa de pretas todas as tar-
des para vt-nderem azrile de carrapato pa-
gando-se-lhes por vendagem 320 rs a ca-
nuda, sendo os scnbores resj onsaveis por
qualquer falta.
'Iloje, 7 denovembro, na porta do lllm.
Sr l)r. juiz da segunda vara, pelos qualro
horas da tarde, lem de ser arrematada urna
pequea casa terrea, sita nu ra da As-
sumpgiio, n. 40, por execugao deJoaquim
Lopes da Costa Alma.
O Sr. Luiz A iiIonio Rodri-
gues Ksleves queira dirigir se
roo do Queimado, loja n. 7, a ne-
gocio de seu intorease.
Precisa se de um official de barbeiro:
na praga da Independencia, n. 10, a tratar
cuiil'Joaquim Ju.- Moicira.
Aluga-se por 12,000 rs. mensaes o so-
biado de um andar uu ra Imperial, 11. 47 :
as chaves recebem-se na loja.
Precisa-se alugar urna prela que saiba
andar na ra, cngoinmar e lavar: na ra do
llozario larga, n. 48
No da 30 de seleuihro roubaram una
venda as Cinco-Ponas, d'un !e Icvaram
um tullirte da lotera do Cuadelupo de ti.
1924, por isso previne-sc ao Sr. thesourei-
ro que nSo pague senfio ao seu legitimo do-
no, caso saia premiado.
--Joo da Silva Braga faz sciente aos
scus fieguczes que nmdou o seu estabele-
ciii.enlo da ra do Queimado, 11. 9, para a
ua Nova, n. 29.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
prahea de venda : na Lingoela, n. 1.
Wegociam-se, por qualquer
quanlia, ires lellras aceitas pelo
liev. padre Ambrozio Rodrigues
Machado e Silva, morador amiga-
mente na cidade de Goianna, ne-
gociante de gado no serlao para
tsta praca, e boje na sua fazenda
Lugeiro-de-Qucixeiamobim as
quaesesto vencidas c importam,
principal e tuos, em 4:tfoos'ooo :
a quemeunvier, dirija-se ao Ater-
ro-da-Bo-Visto, n 63, primeiro
andar.'
--O lenenle-coronel Manoel Joaquim do
lego Albuquerque precisa alugar esclavos
m.i seiventea ou pedreiro e tambero ca-
- ros por alguna mezes, e sendo pesaoas
l'"i se ad'anlara dinheiro a conta do alu-
('U'l; buiri como omiti em suas obras
pessoa livres : a tratar iio Afogados, ou
uesia praga, rom o aterido!' Aotonio Con-
calves de aloiaes.
DEPOSITO GEIAL
do superior rap areia-przta I
da fabrica de Gantois Pai- %
Ihet&c Companhia, na Ba- f
I a. .
Domingos AlvesMatheus, agentada 9
fabrica de rap superior aroia prola 9
e meio grosso da llahia, lem aberto o fJ
seu deposito na ra Cruz, no Recife, aj
n. 52, primeiro andar, onde se achara
sempre deste excellenice mais acre-
ditado rap que at o presente se tem Of
I fabricado no Brasil: vende-se em bo- tk
jy tes de urna e meia libra, por prego (S#
8 mais commodo do que em outraqual-|
S? quer parte. >
SI
^??????^?'.'????*
Arrenda-se pelo lempo de testa, ou
animalmente, um excellente silio com urna
grande casa de campo, contendu esta duas
grandes salas na frente, seis grandes
quartos, cosinha grande, cocheira par
carro, estribarla e casa para pretos, com
terrado na frente da casa todo o sitio
cercado, conteni urna grande planta de
ananaz commum, oulra dita de ahacaxis
bananas pralas e de di Iteren tes qualidades,
jaqueiras, larangeiras, algumas da embigo,
uns pouens do ps de frutapio, enjueiros.
ps de romlas. com um ja.rdim ao lado da
casa, bastantes pesdocafe proporcOes par
uma excellenlo horta, por coner o Prata
pela frente da casa, no liu'ar de Api|>ucos,
junio ao engenho Dous IrmSos: a Iralai
com o subdelegado Karata, na ra da Ca-
deia de S.-Antonio, n.
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, e com especialidade ao corpo com-
mercial desta praca, que tem vendido a sua
loja de fazendas, situada na ra do C'espo,
n. 9, desta cidade, ao Sr. Jofto Antonio Co-
mes (mimarse*. Recife, 30 de oulubro de
1849.
Domingo Antonio Gomti GuimnrUei.
- Fugio na noile de sexta-feira para
sabbado, 2 para 3 do correnle, uma prela
de nomeCerlrudes, bonita figura e inoci-
nha: levou vestido de chila azul com flores;
lom no hraeo esquerdo a lettra P, e an-
dar a papagaiado : quem a apprebender le-
ve-a na travessa dos Quarleis, casa da es-
quina, n. 46, quo ser generosamente re-
compensado.
Dosobradoda Trcope n. 1, que lem
venda na loja, fugio uma pnr.la secca do
corpo, cabello corlado, a qual tove urna
chaga em um p que a faz coxear, e chama-
se Roza ; roga-se as autoridades policiaes
que a apprehentlam e levem ao mesmo so-
brado, ou na ra du Cadeia do lenle, so-
brado n. 25, quoserHo generosamente re-
compensados.
Precisa-se de tres contos de ris a pre-
mio, daudo-se per garanta um sobrado, ou
casas terreas : quem este negocio quizer
fazer, dirija-se ra da Concordia, sobrado
de um andar derronte da carreira do For-
nandes, antigamenteCarmo-Velho, que se
dir quem precisa.
Precisa-se de um menino para caixei-
ro, de 10 a Iii anuos, eque d fiador sua
conducta : na ra estrella do llozario, a.
43, deposito de assucar.
Quem quizer negociar uma lettra da
quantia de 572,000 rs. com os competentes
juros j vencidos, e uma obrigaQilo de
307,520 rs. com os juros lambem vencidos,
dirija-se ra do Crespo, loja n. 16.
Quem annunciou querer comprar 2
(landres para vender azeile, dirija-se ri-
beirada Koa-Vista, venda da estrella : lam-
ben) ha alguns depsitos maio-es e meno-
res.
Agencia de passaporles.
Tiram-se passaporles para dent-o e fra
do imperio, por commodo prego : na ra
do Itangel, sobrado n. 57.
Aloga-se uma casa para podara ou
caldeiraria, em mulo bom lugar, e por pre-
go commodo : na ra da (loria, 11. 91.
K. Uemesse va i aos portos do sul
O abaixo assignado, tendo de proceder
a inventario nos bens de seu casaj para
par illias, enconsequencia do devorco pro-
movido e obtido contra o abaixo assignado
por sua mulhor D. liara Francisca de Sou-
za Ramos, avisa aos credores Co referido
casal para que legalisem su as dividas quan-
to antes, ahm de serem attendiJos no dito
inventario. Recite, 5 de novembro de
1849. Joti Hara Gonfalve Hamos.
Mara do Carmo rclira-se na barca
Liycira para Lisboa.
Aluga-se o segundo an lar do sobra-
do da ra Hireta desta cidade, n. 120, com
solflo mirante e pintado de novo: quemo
pretender, dirija-se ao seu proprielario na
ra do Crespo, n. 14, leiceiio andar, ou na
alfandega, on le he empregado
Quem precisar do um caixeiro para
casa de encaixatnento de assucar, dirija-si
a ua do Molocolomb, n. 18, uos Afoga-
dos.
Precisa-se, para fra da provincia, di
um refinador de assucar, perito em seu of
lirio, eque d fiador sua conduela : o*
praga da Independencia, loja do Sr. Meroz.
-- Roga-se ao Sr. Jo3o Hermano de Paula
o favor iie vir rimir uma loltra que ha muili
se acha veucida ; do contrario, so far vei I
por esta folha a ma eir por que foi con-
trahida esta divida.
PREZEPB NO THEATUODK
SN-IKANCISCO.
GltATIFICACA POR 12 NCtTES DE RE-
PRESENTACOES .P/ST0RIS.
Quem tiver meninos e meninas habis pa-
ra bem desempenharo divcrtimenlo pasto-
ril, dirija-se a senhora do director do mes-
mo Iheatro o Sr. Santa Roza, das 6 s 8 ho-
ras da noite, queserSo gratificados da ma-
neira seguinte:
Os meninos que representaren! as primei-
meiras partes com 30,000, os que fizerem as
segundas com 20,000 ; as meninas que re-
presentarem as primeiras partes com 40,000,
as que fizerem as segundas com 30,000 rs.
O Sr. Dr. Vascurado lem uma caila,
viuda de Goianna : na ra do Vigario, n.
15, lercciro andar.
Precisa-sede bons ofllciaesde charu-
teiro : no Aterro-da-Boa-Visla, fabrica no-
va, n. 77.
Precisa-se alugar uma canoa de car-
reira, que conduza,duasou 3 pessoas, e es-
tando em bomeslado: na ra do Queima-
do, n. 30, segundo andar.
Furlaram, na noile de 17 para 18 de
oulubro, do engenho Moreno, um cavallo
de estriban*, rugo-sujo, capado, muito
bom andador, pequeo, de pernas muito
curvadas, cauda eclins escuras, muito ar-
dig'i. Na noite do dia 27 para 28 do dito
mez furlaram do mesmo engenho, um quar-
to alazio, grande, ferrado de novo na pa
direita, com as dinas e eaudaj aparadas, e
n.tn lem andares. Ambos sflo novos e esla-
va m gordos. Quem dos mesmos der noti-
cia ter 30,000 rs. de gratificago, e se des-
cubrir quem os furtou lera 60,000 rs.
Kuben Simiflo llinns retira-so para
llahia no vapor nacional Imperador,
Joaquim de Franga Camera, por haver
outro de igual nome na Parabiba, d'ora em
dianle se chamara Joaquim Antonio de
Franga Camera.
U abaixo assignado, em rasan de mu-
lar-se para o silio, aluga sua bem mohe-
cida casa da ra da Aurora, conligua ao pa-
lacio do barilo da Roa-Vista, com excellen-
tos commodos para uma ou tres familias,
jirdim e Inlli.ii-: tamhem vende parte da
mobilia, consislindoem 2 lustros de san,
uma rica mesa de mosaico, consolos cober-
los defino tnaimore branco, urna mesi de
jantar, duas carteiras de escriptorio cora
armag.lo du bronze, e vaiios outros ohjoc-
tos : os prelenileiites dirijam-se a referida
casa, de manhSa at s 10 Horas, e das 4 da
tarde em-diauto.
Manoel Alvet (uerra.
Bixns de Hrtiiiburgo
Alugam-se bixas de llamhurgo, por pre-
go commodo na ra de Hurtas, loja de
barbeiro
Qualro salas comalecvas, umaassobro-
dada, que se alugam para passir feslas ou
morar, por piego commodo, iniiilo fres
ras, no sitio Caielliuha do Momlego com
luia agua para o necessario : servem para os
mais pobres e honrados.
I Bixas. o
SNa prayada liidpen-o
delicia, n. 10,
q ao voltar paia a ra das Cruzes, alu- q
a gam-see vendem-se bixas de llam- a
a burgo : tambem vSo-sc applicar pa- ^
'* ra commodidade dos freguezes ; ti-
9 ram-se denles, sangra-se e appli-
y cam-se ventosas: ludo por prego
O commodo.
&
Aluga-se o silio da estrada do Cordeiro,
bem couliecido, s proprio para negocian-
te cslrangeiro ou quem tenha tiatamrn-
to : bem como varios sitios e casas peque-
as para se pas.iar a lista lauto na campi-
a como na rua da Casa-Forte : tratar na
ra do Amorim. n. 15.
Aluga-se uma propriedade de 3 anda-
res, sotflo e armasen concertada e pin-
tada ltimamente, por dentro c fra, com
muito bous commodos para qualquer fa-
milia, sila no Recife, rua do Amorim : a tra-
tar com Jos Francisco llelin, no Forle-do-
Matlos, n. 12.
])eseja-se saber onde resi-
dem os Srs. Joaquim de l1 iguei-
redo Lima e Joao Evangelista Ks-
leves Alves, ou mesmo quem seja
seus procuradores tiesta cidade ou
fra della, para se tratar de nego-
cios quelites iJizem respeito; quem
souber annuncie por esta folba pa-
ra ser procurado.
No dia 28 de outubro fugiram da fa-
zenda do Brejinlio, termo de Caranhuns,
dousescravos com os signes seguidles Joflo
Camundon^o, idade de 40 anuos, balxo e
reforgado, beigos grossos, olhos afumaga-
dns, ps grandes e com alguns dedos mais
curtos e arredilados ; he milito ladino esa-
be todas as estradas do centro al l'ajahu,
.\lareni, etc., o lem muita astucia : Samuel,
crioulo, estatura regula', bem preto, olhos
grandes e afumagailos, beigos grossos, una
ciculnz na testa, falla gossa, pseinflos
bem feilase Miho da mesma fazenda. Quera
os pegar, os | o le a entregar no llrejo-da-
mailre-de-'Deos ao Sr. leneute-corone| An-
tonio Francisco Cordeiro de Carvalho, em
Cimbres ao Sr. tem nte-coronrl Candido
Xavier Pereira de Brilo, no sul no engenho
Cajabuss, c nesta praga em casa da viuva
do Dr. Itiito no Alterru-da-Boa-visla n. 43,
que sera muilo generosamente recompen-
sado.
^"^^^^aPMBBBg
Compras.
Compram-so, i ara uma enrommenda,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
uos : na rua do Itangel, sobrado n. 57.
Compra-se um molequo de 12 a 16an-
uos, sendo de bonita figura: na rua da Cruz,
n. 37. primeiro andar.
Compra-se um taixo de cobre, com al-
gum uso, e com o peso de 10 a 12 libras : na
rua da Guia, u. 12.
Compra-se uma canoa abi.rta para mil
lijlos: ua rua da Aurora, n. 44.
--Compra-se uma casa terrea na Roa-Vis-
ta, ou em S.-Antonio, len-ra sal adianle e
atrs,-tres quarlos, cozinha fra e bom
quintal e cacimba : quetn tiver annuncie.
Compram-so jornacs porluguezes do
1848 49 : quem tiver annuncie.
Compra-se una cabra ( h\-
cbo ) que d bastante leite diaria-
mente : na rua do Crespo, n. I7.
Vendas.
Lotera do Rio-dc-tfa-
neiro
Aos 20:000,000 de ri".
Na praga da Independencia, n. 4, vendem-
se bilhetes, meios, quarlos, oitavos e vig-
simos da 7.* lotera a beneficio do Ihea-
tro de S -Pedro-ile-Alcantara. Na mesma
loja mostram-se n9 listas das loteras pas-
sadas.
VENDE-SE urna commenda da orlem
de Christo: no paleo do Tergo, n. 1, segun-
do andar.
Vendem-se escravos de ambos os se-
xos, pardos e pretns, com habilidades e
sem ellas, de 12 a 24 annos, sem vicios nem
achaques: na rua da Senzalla-Vellia, n. 106,
se dir quem vende.
Vende-se uma parda de 28 annos, com
umitas hiihildudes, pnis cose c corla Inda
obra de alfaiate, engonima com perfeigilo,
lanto rnupa de hmncm como de senhora,
cozinha e faz doces de varias qualidades:
na Trempr, sobrado n. I, que tem vendo
> <
Ao baralo.
Vendc-seselim maco para colle- ^
te, pelo baralo prego de 2 800 rs. o ^
covado ; c'tes de brim cor di gan- <
i> ga, de superior qualidado, a 1,410 m
4t
. > rs. o corle, e do nardo, a 1,2011 rs. ;
dito claro com listras, a 801 rs. ;
* meas de linho de boa qualidado e
~* chegadas ltimamente do Porto, por
ir preco comino lo ; cassa-moustro, a
* 2,800 rs. o corle ; riscadinhos de li-
j^ olio para jaquetas, a 440 rs. o cova- ^>
. do ; corles de fustOes do cores, pa- *b
* drOm moJernos. a 1,200 rs. ; cotins <3
* de quadros imitando casimira, de <3
* superior quali lacle, a 1,280 rs. o cor- <|
* le ; c outras muilas fazendas por ba- *J
2* rato prego : na praga da 111 lepen- ^
* dencia, casa aniarella com fazendas, ,,:
^. n I. <*
j. *?
O*****AA**4NliftAft**A*0
Vende-se tima prela do nago Angola,
de 22 annos, que cozinha, lava de sabilo ,
ho boa qnitandeir, e no lom vicios nem
achaques: na rua Nova, n 46.
Vende-se, por commodo prego, um
terreno com rem palmos do frente e 500 c
tantos de fundo, no lugar da Passagem-.la
siecis com millio : ludo muilo novo a viu-
do proximi'iie it? de Fernando : venle-se
saccas por sacca. 011 ludo por junio confor-
me a vonlade do comprador : na rua do
Ringel, 11. 51, a Tallar com Victorino Fran-
cisco ilos San ti s.
Acaba de eli- gar loja
de Maya Ritmos & C,
um lindo sorlimento de papis para forrar
salas, acompanhados de riquissimas barras
e bellas cu*rnig<5es. ludo da melknr qua-
lidade possivel, e gostos os mois modernos :
aquellas pessoas que quizorm forrar suas
salas com asseio o goslo, dirijim-se roa
Nova, n. 6. na indicada loja que se promet-
te commodidade de prego.
Vendem-se superiores cortes <1 casi-
miras finas, do gostos os miis moderno*
que ha, pelo barato prego do 7.500 rs. o
corle ; muilo bom selim macan, a 5,500 rs.
o crl" ; corles do meias casimiras, a 2 500
rs.; dilos de brim pardo, a 1,000 ; e outras
muilas fazendas por prego commodo na
rua do Crespo, n. 21.
Vende-se urna perita escrava le bonita
figura, boa costureira, mis faz qualquer
vestido de seda que se lho enlregue, en-
gomla bem liso, cozinha bem, faz IO'Ibs
s qualidades de doce, 0 he de boa conduc-
ta 2 moloques "le 15 an os; um dito de
8 annos ; um escravo carreiro ; c varias os-
cravasdo scrvigo do campo : na rua Direi-
ta, n. 3.
"Vomlom-so dous embonos de sodro
para barcaga, muito bons, os quaes se
acliam junio ao chafariz do Forte-dn-Mal-
I11-: na roa do Amorim, n. 33.
Vende-se uma rabees em bom uso, por
prego commodo : na rua da Cadeia do S.-
Atilonio, 11. 2t>.
Vende-se um preto habilitado nesta
prac pai.i todooservigo e mesmo para o
decampo: na praia do Caldeiretro, 11. i,
junto a venda.
-- Vende->e a taberna to becOO da l.in-
goela, 11. 5, em bom lugar, e com poucos
fundos : a tratar na mesma taberna.
Vende-so um molequn pega, bonita figu-
ra; i lude 17 annos, quo serve para lodo sei-
vigo : na rua do Qaeimado, segunda loja,
viudo do llozario, n. 18.
Vende-se urna mulata de 21 annos, que
cngoinma e cosinha o diariu de uma casa:
na rua do Queimado, n. 44.
Vendem-se pregos avariados. batel pe-
queo a I.OOJrs. e grande a 1,200 rs.: 110
arma/.em da niagatnesde Bragol& C. rua
do Vicario, 11.1.
-- Ve ide-se uma escrava me meia idade
e de todo servigo : na rua Velliu, n. 71.
Vendem-se 3 portas do louro novas e 4
janellas promplas com as competentes gra-
des: a Ir.ilar na travessa do Queimado, ven-
da, n. 3,
Mantas de seda.
Vendem-se mantas de soda deexcellentcs
padrOes, pelo harat'ssimo prego de 9,000
rs. cada urna que em nutra ptrle custain 14
e 16,000 rs : na rua larga do llozario, pa-
daria 11. 48.
VendOaM, on aluga-se urna casa sita
aandalena*."enro a ponte gran le e peque-, na Torre, com bastantes commodos para
na, ficando defronte da casa do Sr. Caneca : urna lamilla, muilo pcrlo do rio, por prego
na iu' Nova, n. 23. commodo : no Atcrro-da-boa-> isla, loja de
- Vende-so a lja de mitulezas do Ater-! alfaiate, n. 64.
ro.4a-Boa-Vi.ta, n. 84, defronte da matriz,. Vonde-se a taberna do Alerro-da-lioa-
cotn nm pequeo fundo : a Iratar na mes-I Vista, n. 22, em muito bom lugar c bem
maloja. I afieguezada, lanto para a Ierra como para
Vende-se boa c gorda carne o lingoi- I o mallo : o motivo da venda he por seu do-
do I.ivramenlo, n. 3, | no rclirar-se para cuidar de sua san le : a
gas do sertiio : na na
sobrado enm a entrada rea rua to llangcl.
Vendem-se 6 arrobas de sebo de rim
de boi, a 5.000 rs. a arroba : no agougue
de Jo.lo hubuis.
Vende-se uma venda com poucos fun
tratar na mesma taberna.
A 080 rs. a vara.
Na rua da Cadeia do Recite, n. 32, vendem-
se muito finas cassas, as mais modernas
zario, a fallar "rom o Sr. Moreira.
Vende-se uniselliiii francez quasi nn.
vo, com o seu competente frcio, por 10/
rs. um rico drago de Malanga le ac pu-
lido, pronrio para venda, pelo diminuto
prego de 10 000 rs : na rua larga do lloza-
rio, n. 8, sobrado.
bonitos padrAes, pelo diminuto prego do
4.50P rs.; corles d 1 cassa-clnt 1 do bom
(oslo, a 2,800 rs 0 curte ; o outras muilas
fazendas por prego comino lo.
Vendcm-so 12 escravos, sendo : uma
escrava tic 22 annos, do bonita fuura, boa
costureira que fa/ qualquer vestido --Vende-se uma propriedade de terna, I Qoeei|,e a,,resenl.engomo, cozinha e
citano Bazilho, ribeira de Una, disUntot r,z qualquer qiulidade de doce ; 3 moleco-
da povoagodo S-liento duas '''P'"'. <'n- lPS ,|e8a 18 annos ; 4 escravos, sendo um
marca de Caranhuns, com o seguinte: 600 cariero : um mulatinho de 18 anuos ; duas
bragas de frente, .tres quarlos de legoa de npRrjnlia) llo l6 anns 2 eseravas do ser-
fundo, lem dentro da po rtetl-ide 11 1 a mo-
rada de casa de laii a grande, mais nutras
de va que i ros o estratos, lem famosas ca-
egr
vigo de campo : na rua llireila, 11. 3.
Vendem-se ptimos cavallos bons para
passeirfe um ptima parelha para carro:
tingas coberlaa para lavrar algodfio a o noarnu/om do Sr. do O', na Boa-Vista, rua
que mais produz he o milito, 1 le muito
boas de crear toda e qualquer criaglo, he
abundante d'agoas lano para bichos,
como para gente, por comprehender dentro
la misma a passa^em do rio Una ; lem
excellenlfs logradores, com assude dentro ;
nesta venda lan bem so idelue 112 rahegas
de gado, all jacostumados, para crear tam-
bem alguma creago miuda juntament
9 escravos, sendo o mais pequeo de 3 an-
nos, to los un la mogos habilitados ao ser-
vigo de campo, vai comprehendido na
mesma venda uma inorada tle casa sita na
povoagilo de S.-Bento, nova e grande, c
com mesa o cadeiras americanas, ele. ,
assiui como tamlicm se inclu; na venda da
do llozario, junio a igreja.
Vende-se superior sal do As a bordo
to hiele Novo-Olinda, fundiado 110 l'orte-
do-Matlos : a Iratar na rua da Cadeia-
\ rna, n. 17, segundo andar, ou a burdo do
mesmo barco.
Vende-se um moleque de Angola do
1G annos, muilo civilisado, de bonita figu-
ra c sem vicios : naiua da Cadeia do Reci-
fe, n. 34.
Em S.-Amaro, em 'seguimonto da rua
da Aurora, na piimeira casa das do Sr. An-
tonio Jos Comes do Correio, vende-se uma
pela cioiila, anda moga, com todas as ha-
bilidades que se p lem desejar em uma es-
crava, pois cose, encomma, cozinha, fax do-
mesma propriedade o necessario "^"J" Ces o bolinhos, borda, marca, e alinalsabe
de urna casa do servigo decampo, asstm |er 0 escrcver
como mu uno, engenho de descarogar al-
godao e outros muitos ulencilios, etc., lem
mais no. mesmo silio bastantes laizes de
al^odilo, cercado para animaes, vacas pari-
das, etc. : ludo so vende por junio, ou o
sitio s, por commodo prego, por o dono do
mesmo se querer retirar para a Europa :
quem o mesmo sitio pretender, pde-se di-
rigir ao mesmo silio a tratar ebra o seu do-
no I anrisco Ferr ira de Farias. Pode-se
asegurar nesta venda 60 vacas paridas
ate Janeiro que enlra.
Vende-se, no paleo do Tergo, taberna
n. 7, um cavallo de estribarla, com bons
andares.
Cal de Lisboa.
No Hio-Formoso, em casa de Julio Jos
Lopes, vendom-so barriscom cal virgem de
Lisboa, de superior qualidade, por prego
commodo.
A 0-1O rs. cada mu.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
__ Yende-se urna ra1leirin!ia;cano'e"corp!"lose<{l',""le' .duas paU"
venae se urna catJeinnia|eas chilgs oscurils, de honspadres e cA-
de forados, nova e mui rica
rua do Queimado, loja n. 7.
na
Na rua Nova, n. 40, defronte da Con-
ceigSo, vende-se manteiga ingleza mudo
Moa, o 400, 560 o 010 rs. ; macan jo e ta-
lti 1 r 1111, a 11,0 is. ; letna, a 210 rs. ; azeile
doce, a 520 rs.; bauha, a 3*0 rs.; vinho
feitoria engarrafado, a 600 rs.; feijSo mu-
latinho, a 280 rs. a ruia ; cha bom, a 2,240
rs. ; e outros muitos geueros que avista su
far o p ero.
Vendcni-sc 10 saccas com feijo mu-
laliuho ; 2 barricas com dilo fradinho 20
res seguras, a meia pataca o covado: na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
A tiutureira da rua do Livramento,
vende tinta de esciever a 160 rs. a garrafa,
e tinge por lodo o qualquer prego. A mes-
ma vende duas ricas (oalhas de lavariulo.
oh .' que pelisco!
Vende-se carne do serISo, a 240 rs. a
libra; luigoigas de porco do serISo, a 400
rs. a libra ; superior queijo do serillo, 1.
400 rs. a libra; e outros mu 1 los objectos por
preco commodo : mis vendas dos quatro-
cautus, esquina de S.-Congalo, ns. 1 e 95,


Pos galvnicos para
p ratear.
Na rna do Collegin, loja n. 9.
Todas as pessoas quo possuom ohjerlos
praleados o que tenham perdido a cor ar-
gntea, oslando por isso indecentes, ou inu-
tiligados, tcem nestes pos om exoellenie
restaurador e conservador dos mcsnios
objcctos sempre como novos sendo o pro-
cesso para so usar delles o mais simples ,
nada mais do quo estregar com um panno
do linho moldado em egoa fra e passado
nos niesmns pos.
Urna caixinha contendo quanlidade suf-
ficiente par pratear mais do 40 palmos
quailrados cu.sta a mdica quantia di-
mil rs.
Moendas superiores.
Na fundigSode C. Starr & Companhia ,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
de canua, todas de ferro, de um modelo e
construcgilo muito superior.
Cal virgem.
Cunha Amorim, na ra Cadeia do le-
nle, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade por proco mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se cortes ile cassa para vestidos,
de cores xas e de bonitos padres, a sato
o oito patacas o rite ; chales do tarlulana ,
grandes a 800 rs.; meios ditos, a 500 rs.:
na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
la para a cadeia.
4cs fumantet de bom gosto,
Noarmazem de molliados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor .viudo do sul superio-
res charutos S.-Felix, e do (Mitras militas
qualidades que se venderfio mais .barato do
que em onlra qualquer parle : bem como
ciuarrilho hespanhes ditos de paltia de
oiilbo, que se estSo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Vendem-.se 2 cabriolis inglezes em
muito bom estado com todos os tus per-
tences por prego commodo : no AteTo-da-
lioa-Vista n. 52, cocheirade Luiz Monicr.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da ra do Rrum,
acaba-so de receber um completo sorlimen-
tode taixas do 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidfio embarcam-se,
"ou rarregam-secm carrossem despezas ao
o >m piador.
Velas das mi Inores que tecm viudo a este merca-
ilo: vendem-se em caixas de 2i libras, em
casa de Itieardo Hoyle, na rna da Cadeia-
Volha, n. 29.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem anligo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36, est de novo eslabelocido de-
baixn das mesmsa conriiefiea, oflerecendo
a deliciosa pinpa do vinho da Figueira pe-
lo limitado prer,o de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a canada, a de vinho brnnco do Lis-
boa por220rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
nada, a de vinho de ordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nilo se admirem
os fregueses do baixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
pioprietario querer sustentar o antigo pre-
co, emhora este genero tenha subido o me-
llior de 30,000 rs. por pipa. Examinem os
amantes a qualidade para recouhecimento
da verdade c contiuiiago da autiga fiegue-
zia.Epara nflo haver usuras, esli promp-
las garrafas lacradas c com o competente
rotulo, assiin como barris de diversos l-
mannos para piovisiio do prximo Natal
( propietarioconta com a concurrencia;
do contrario, tornarlo os pregos do reta-
lhoa primitiva de 240 e 280 rs. a garrafa.
E-'oMia de Flandres.
Vendem-se caixas com fulha de Flantlres:
na ra do Amorim, n. 35. casa de J. J. Tas-
so Jnnior.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
la Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Sanlo, n 66, por pre^o com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor do rosa e lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacete,
e nSo fazerem morrSo.
A 140 rs. o covado.
Vende se superior rscadn do algodSo,
m'uilocncorpado, a 140 is. <> covado; na
ra do Ciespo, n. 6, loja junio ao lampeSo.
Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglezes : ha ra da Senzalla.-No-
va, n. 42.
Bias.
Vendem-se bichas chepadas ltimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. rada urna, em
porga o de 25 para cima : na ra do Amo-
rim, ii. 35.
AGINCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SENZALT.A-NOVA, N. 4*-
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, pera engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
co^do, de todos os tamanhos,
pura dito.
Vende-se um fole de Colear Cormigas,
por 5,000 rs.: nB ra do Passcio, loja n. 17.
Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
chegado do Uio-Crande-do-Sul bom sebo
em rama por preco commodo.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa
de boa qualidade, em barriszinliot.
pequeos de qualro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
rompo se nao vende : no llccife,
ra da Cadeia, armazem n. ia.
Anligo deposito de col
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, hn
muito superior caj virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
>- *
W Vendem-se cortes do vestido de <'
? seda de cores, de gosto muito mo-
9 (limo ; cassa-chitn decores mui II- 2
^ xas e do padroes novos; chitas fran- 3
5, cezas com padroes de cassa ; corles ^
.> de vestidos de ranibraia aberla cora \
-> listrasde cores; um grande sorli- <
^ ment de mantas de seda para varios * precos ; meias de alpoililo para se- *" nhora, o mais fino possivel, de fio da "C
8> Escocia ; riscados francezes estam- Q
padosem cassa, de muito bonitos *!
> desenlies ; longos brancos de cam- *
.> braiade linho ; ditos de soda da In- jw
:'-> dia ; c oulras l'azendas de posto por *
-* prego commodo : na loja do sobrado ^
'-* amarello ilos qualro-canlos da ra ^
do Queimado, n. 29.
E
Barricas.
Vendem-se barricas vasias que fram do
farinha om p e bem accondiciouadas :
na ra do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa de N. O. Hieber & C.
a rna da Cruz, n. 4, alpodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Cha brrisileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
molhados, airas do Corpo-Santo, n. 66. o
maisexcellente cha prodnzido em S.-Pau-
lo que Icm viudo a este mercado, por
prego muito commodo.
Para pageos.
Vendem-se chai eos envernizados para
pagens: na ra do Queimado, n. 19.
-- Na la da Cruz, armazem n. 33, de Si
Araujo, vende-se CeIJJIo do Aracaly por lo-
do-o prego poresiar principiando s Curar,
bem romo sola superior, couros miiidos,
sapa los, ditos do como de luslio, caixas de
chiCro, etc.
A 3,000 rs.o corte.
Vendem-se os mais ricos cortes do cim-
bris abortas, brancas e dn cores, pelo ha-
rato prego de 3,000 a 5,000 rs. : na ra do
Queimado, n. 8.
Arados de ferro.
Nafundigfio da Aurora, 0111 S. -Amaro ,
vondem-se arados de de fono diversos mo-
delos.
--Vende-se muito superior farinha gal-
lega, em meias barricas : na ra da Cadeia
do Itecile, escritorio de licano Youle & C. ,
ou no primeiro arinazeui do boceo do Con-
tal ves.
o
q [Vm piano. 0
O Vende-se um piano muito bom para v?
0 cstudo, bonito e de excelleute autor: 8
O na ra do Collogio, n. 9. W
&
09O99OOO OO9OO0O*
Cambrafa monstro
Vende-se. urna venda'com poneos fun-
dos, na travesea do Queimado, n. 5 : a tra-
tar na mesma venda.
dnres o sollo do Alerro-do-noa-\isia, n.
2V : na mesma ra, n. 17, fabrica de licores.
Bilhcles a 20,000 rs. e
nexos ditos a 0,000 rs.
Vendem-se bilhetes e mcios ditos da
selima lotera a beneficio do tbeatro de S.-
Pedro-dc-Alcsntara, daqual se esperam as
lisias no primeiro vapor: na ra da Ca-
deia do Clecifo, n. 38. easa do cambio de
Tiburcio Antunes de Oliveira.
Calcado de I,!80a 1,600.
i\o AtcrrO'da-Boa-Vista.
dcfroiite da boneca,
silo ebepados spalos francezes de cou-
ro de lustro para senhora, a 1,280 e 1,600
rs. o par ; bem como um completo sorli-
mento de calgado de todas as qualidades,
tanto para homem como para senhoras e
meninas; etambemdo Aracaly, para ho-
mem, a 1,000 rs. e ludo o mais por prego
commodo.
a 2,80 rs.
Vendfm-se corles de cambraia monslro,
decores muilo fixas, e de ticos padrees,
pelo barato prego de 2,880 rs. o Crte ; pe-
gas de riscados escuros, a 5,500 rs. : na ra
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
Vende-se peixe secco muito frescal e do
superior qualidade, vindo ullimamenlo de
Mossamedcs : na ra da Moda, n. 11, pri-
meiro andar.
Vende-se um lindo mulalinho de 16
anuos, muito bom bo'.ieiro ; um pr.to bom
canoeiro; urna prela de bonita figura : no
pateo da matriz de S.-Antonio, sobrado n.
4, se dir quem vende. .
Vende-se urna bonita preta de 16 an-
uos, que engomma liso, cose chilo, ooz-
nha e fo/. o mais survigo do urna casa; he
sadia e muito fiel: na ra larga do Roza-
rlo, n. 35, loja.
No Aterro-da-Uoa-Visla, loja n 18,
vendom-se meias para meninas, a 160 .rs. ;
ditas para meninos, a 120 rs.
Vendem-selisoadinhos azues com to-
que de avaria, a 120 is. o covado ; longos
ptquenos de tabaco para escravos, a 80 rs. :
na ra do l'asscio, loja n. 17. ,
A '.."O'Orst a peca de 10
varas
de cambraiasde quadros para cortinados o
babados : na ra do Queimado, loja n. 8.
Vende-se um bom pelo canoniro, des-
tilador, tijoleiro, e que enleiide alpuma
cousa de cozinha ; lio muito sadio, mogo e
de bonita figura, por prego muilo commo-
do: n,i i ua da Cadeia do Itecile, loja de
calgado, de urna porta larga, n. 9.
\ ende-v cal virgem de Lisboa em bar-
ris pequeos, vinho do l'orlo superior em
lia i iis de quario e quinto, e mcias-pipas
com dito, farinha do trigo de todas as qua-
lidades e em meias barricas : ludo por pre-
go mais commodo do que em outra qual-
quer parlo : na na do Yigario, armazem de
Francisco Alvos da Cunha, n. II.
Para as senboras de bom
gosto.
Vendem-se os mais ricos maniteles e'
eapotinhos para senhora, do chainalnle liso
o lavrado, de gorgurao, do gros de .ap-
les e de sarja, tanto prelo como do cores:
na ra do Queimado, n: 17.
-- Vende-se. por 2:000,000 de reis, urna
lerga parto de ua bom sobrado do dous uu-
) Vende-se um pardo muito mogo, do s>
* excellonle conduela, o que se garan- #
& te; Um principios de ofllcio de sapa- .*.
9t leiro, e he ptimo pagem, por a isso m
f- estar acostumado : na praga do Com- (>
f? mcrcio, n. 2, primeiro andar. (+
Saccas com milho a
2,500 rs. e ditas com ar-
roz de casca a 5,500 rs.:
vendem-sn no armazem do Bragucz, ao p
do arco da Coneeigo.
Visporaf.
Vendem-se, na loja de chapeos do Domin-
gos Francisco llamalho, na ra do Queima-
do, n. 22, eslojos para barba ; ditos para
costura de senhora ; jogos de visporn ; bol-
eas de cotilas, propiias para senhora, a
320 rs.
Vende-se urna gargantilha, 1 relogio
de ouro, urna correte, brincos, Irancelins,
snnelAee, collares, medalhss, coraes en-
giazadns, rosetas o outras, obras de ouro e
prata: na na do Queimado, n. 14, segun-
do andar. Na mesma casa tambem se ven-
de una bandeira nacional.
Vende-se urna casa de um andar e s-
lito, por commodo prego, pela grande pre-
cisan de se fazer una transacg.lo com a dita
cas>, na ra Augusta : a tratar na ra de
S -Francisco, casa apalagada, do mandila
at s noves horas.
-- Vende-se um prelo bom calador e co-
ziuheiro : o motivo porque se vende se di-
r ao comprador : na rna de S.-Francisco,
casa apalagada. de manhOa at s 9 horas.
-- Vende-se urna prensa de copitr cartas,
com seu competente livro e mais pertwices:
na ra de S.-Amaro, n. 10.
dioca, em barricas e saccas : nos
aimazensde Mourao c Dias Fer-
reira, no caes da Alfandcga.
Na ra do Crespo,loja da
esquina que volta para
a cadeia,
vendem-se os acreditados brins trangados
brincos de listras e lisos, de linho puro, a
1,500rs. o corte; dito smarello.a l,500e
1,600 rs.; panno lino prelo e azul muito
bom, a 3,200 rs. o covado ; dito muito su-
perior, a 5,500 rs.; fustoes muito bonitos
para colletes, a 640 rs. o corte; ditos de
velludo, a 2,500 rs. ; ditos de selim lavra
do, a 1,800 rs. ; ditosdegorgurflode seda,
a 1,600 rs. ; cambraia lisa, a 2,720 rs. a pe-
ga de 8 varase meia; cassa prela, a 1,440
rs. o corte; esguiSo de linho muito lino, a
1,44o rs. a vara; e oulras muitas Cazen-
das por procos cosimodos.
Aos 20:000,?000 rs.
Vendem-se na na ra do Queimado, can-
to da do Collogio, armazem de Raymundo
Carlos l.oito.
7.' lotera de S.-Pedro-de-Alcantara
da coi lo.
Rilhele intoiro 21/000
* meio 10/500
q ii arto 5/200
oittvo 2J60O
vigsimo 1'20O
^A chegar a todos os amantes a lista^J
dos premios.
O remetiente destes bilhetes he aquello a
quem a caprichosa fortuna tem c.oncodido
os mais brilhantes premios que por sorte
teem locado aos compradores desta cidade.
foram do llcrculano, na Soledade,*o qu|
lem um-pc de coqueiro na fronte : a trUr
no sitio do llcicuUnu, ao p da igreja.
llom e barato.
Na ra do Queimado, vindo do Itozuio,
segunda loja n. 18, vendo-so panno fino
verde azul, a 2,000 rs. o covado ; d^to mui.
to bom preto, azul e cor de rap, a 8,00o
rs. ; longos de selim paiagravata, a 1,000
rs. ;ceroulasdemcia muilo finas, a 1,500
rs. ; corles de vestidos de cambraia de se-
da ; mantas de seda escocezss, a 10,000 rs.
luvas de lorgal para senhora, a 500 rs. o
par; pegas de metim com 20 covado, a }/
rs.; e outras mullas fazendas por baralis-
simo prego.'
Tudo deJacaranda.
Vende-se, na ra do Collegio, n. 17, una
duzia de cadeiras, um cannap, duas me-
sas pequeas, urna grande de meio de sala,
umtoucador. um lavatorio, duas manga,
de vidro e easligaes dito, urna caitelra : tu.
do por prego commodo.
Charutos de Ha va na
verdadeiros :
vendem-se em casa do Kelkmann Irmos,
na ra da Cruz, n. 10.
Vendem-se 4 vaccas muito boas, ni
cidade do ohnda : na na de S.-Francisco,
a fallar com Domingos Jos gomes.
Nesta loja vendem-se chales do garga, a
610 rs., o longos da mesma qualidade a
160 rs.
Aos 20:000,000 de reis.
Na loja da ra do
Crespo, ll. i>, que faz es-
quina para a
run do Collogio, vciidom-so meios bilhetes,
quarlOS, oiUvose vigsimos da 7." paito da
lotera do thealro de S-Pedro do ttio-do-
Janeiro cujas lisias cbegarOo pi lo primei-
ro vapor.
RAPE* PAULO-COItDEir.O.
Vendo-sc rap l'aulo-Cordoiro, vindo no
ultimo vapor do ltio-de-Janeiro, bem fres-I
qiiinho ; os amantes da brta pitada pdem-
se dirigir loja de Antonio Joaquim Vidal,
na ra da Cadeia, por prego commodo.
Vendem-se luvas de lorgal de seda do (
rede, i retase brancas para senhora e me-
ninas ,- meias para meninos e meninas, a
120, 160 e 200 rs. : na ra da Cadeia-Velba, I
n. 15. |
Vende-se urna linda cscrava de 14 an-(
nos, com habilidades : o motivo por que so ,
vende so dir ao comprador: na ra do
Itangel, sobrado n 57.
Vi nde-se um escravo mogo, de todo o
seivigo : na ra do Crespo, n. 8, segundo'
andar. i
Vendo-SO um mulalinho de 12 anuos,:
muito bonito e sadio, e que he proprio para
ofllcio ou para pagein : na ra laiga do Uo-"
zario, loja n. 35.
y ;; i
A 60 rs l|
Alpaca de linho.
Na loja de Antonio l.uiz dos Santos y ,
& Compatible, na ra do Cicsio, n. S,
11, vende-se essa rica fazenda, pelo ifj
barato prego de treze vintens o co- M
^ vado.
%i!immmmmm wtmmwmstte
Vende-se urna bomba de chumbo, de
25 palmos de comprmanlo : ni deslilagilo
da iravessa da Concordia.
Cortes de brim de cr^s
com listras ao lado, a
1,280 rs.
Vcndem-se cortes de lirim de cores com
listras ao lado, a 1,280 rs. ; riscado de al-
gndSo americano, pioprio para escravos, a
140 rs. o covado : na ra do Crespo, lujada
esquina que volta para a cadeia.
Armaglu.
Vende-se a ar maguo da loja do Atei ro-da-
Itoa-Visia, n. 78: a tratar na mesma ra,1
n. 58.
-- Vende-se farinha de man-i
!$ Vende-se, por 280,000 rs., um bom 8
SI ca-rode4 rodas para 2 cavallos, com
.]: seus competentes arreios ; bem co-
mo por baralissimo prego, que da
& mesma forma provoca aos compra-
S dores, urna cadeirinha de arruar, de
Bj muito boa construcgilo ; 24 feros de
i| ricas molduras para fabricar flores;
S urna porgilo de aldrabas para vidra-
fl! gas : na praga do Corpo-Santo, n. 2,
H primeiro andar.
--Na ra dasf.ruzes.n. 22,segundcandar,
vendem-sn 6 escravos, sondo : dous molo-
ques de 14 a !7annos, sen lo um delles co-
zinbeiro ; um preto de nagilo, nplimo ga-
nhador de ra ; urna prets da Costa, pti-
ma quilandeira ; duas ditas de Angola, de
.10 a 40 anuos, que cozinham e lavam de sa-
bflo; eoulros muitos escravos para o ser-
vigo de campo.
Tecidos de al^odao Iran-
9ado da fabrica de To-
dos-os-San tos.
Na ra da Cadeia, n. 5*2,
iendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos a 280 e 300 rs. a vara.
Vendem-se 21 saccas de gomma da
mclhor que pode haver : na ra do Cabug,
n. 9. .
Vende-se superior peixe
secco de Mossamcdes, ebegado l-
timamente na barca Tentativa-
Feliz : no caes da Alfandcga, ar-
mazem de Baccllar.
Vende-se um relogio pequeo para pa-
rede, muilo bom regulador, por 35.000 rs :
na praga da Independencia, loja do Meros.
Vende-se a bem condecida venda da
estrella na rlheira da Boa-Vista, com pou-
cos fundos e com commndos para homem
solteiio: quem a pretender diiija-sca mes-
ma, que achara com quem tractar.
Vendem-se pegas de madapolilo limpas
com 20 varas, inu'to largo, a 3000 rs ,
3/200 */000 rs.; e muito linos e largos por
mais dinheiro; cortes de rambraias para
vestidos muilo bonitas com 11 eovados a
2,5000 : na loja n. 17 da ra do Passalo.
Vendem-seseis lindos mulequesdena-
gilo e rrioulos de 16 a 25annos, sem vicios ;
oito prctos. de 25 a 30 annos.bons para todo
oservigo; dous cazaes de escravos muilo
lindos, cada um delles ten lo um lilho de 14
a 16 mezes, o os pretos com habilidades e
todos sem vicios ncm molestia, e de boa
conducta, o quo se afianga ; u.n bom par-
do de 25 anuos de exemplar conduela, que
he bom copciro a bolieiro, lauto de sella co-
mo de almofada, c que lem o ofllcio desapa-
leiro; dous ditos de 16 a 20 annos, bons para
pagens ; duas mulatinbas de 16 a 20 annos,
que engommam perCeitamente, cozem e fa-
zem o mais arranjndc urna casu ; duas di-
tas para lodo o servigo ; urna preta de moia
idade poi 300*000 rs. ; duas ditas de 14 a 16
annos, nina lasquses cose sll'iivelmeiite, e
ambas fazem I em o arranjo de casa ; assim
comooutros muitos escravos : na ra da Ca-
deia do llecife, n. 40.
Vendem-se 8 lindos moleques de 12 a
18 anuos; 6 pelos de 20 a 30 annos, sendo
um cosiubeiro eoulro ollicial da alTaiate;
3 pardos do 16 a 25 annos, sendo um p-
timo carreiro; 3 pardas com habilidades de
16a 20anuos; una de20 anuos com 2 li-
Ihos ; urna do 5 annos e oulro de. 1 an-
uo, leudo a parda bastantes habilida-
des ; 8 pre-tas do 16 a 24 annos, com habili-
dades.o proprias para lodo o servigo do urna
casa : na la do Collegio, n. 3, sediiquem
vende.
Zuarlcs de furla-crcs a
200 rs. o covedo e ris-
cado monslro a io rs.
Vende-se zuarle do furla-crcs muito
encorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monslro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra < o Crespo, loja da esquina que
volta narr a cadeia.
Vinlio de Bordeatix,
das mais superiores qualidades ; kem como
vinho de Champanha da nova marca estrel-
la, j muito aprciave!, tanto aquj como na
Europa : vende-se em casa de Kalkmann
h nulos, na ra da Cruz, n. 10.
Veude-se um terreno as Ierras quel
Escravos Fupos
'.. Fugio, do engenho Mtrsupinho de Ma-
noel Cavalcante Lina, no da 24 do pastado,
um escravo crioulo, de nome Antonio, de
cor fula, estatura regular, cara comprida,
denles aberlos, pernas finas, pea seceos, be.
be ago'ardente, e no dia que bebe di para
cantar ; lovou camisa e ceroulas de algo.
dflozinho, chapeo de palha : quera o pegar
leve-o ao'dilo engenho, que recebera 50/
de gratiicagilo.
--Fugio, no dia 28 do passado, um es-
cravo de nagilo Angola, de nome Damio,
de estatura regular, cOr preta, sem os den-
tes da frente ; tem os ps'apellidados e si-
ca I rizados de calor de ligado as mSos; le
vou caigas de chita preta e camisa de gan-
ga azul ; suppOe-se que anda aervindo de
ganhador, ou esteja em alguma obra neati
praga : quem o pegar leve o ra do Hos-
picio, n. 9, que ser recompensado.
-- Fugio, no dia 2 do corrente, de nm si-
tio om S. Amaro, um preto de nome Eduar-
do, crioulo, alto, grosso, cara comprida,
olhos grandes e vermeldos, bem prelo e
barbado ; reprsenla 25 a 30 annos he_es-
cravo de Eugenio Nobeito Alves Fmeira:
quem o pagar leve-o a ra do llangcl, n. 56,
quesera generosamente recompensado.
Desapareceuuma negrinha de nome
Luiza, crioula, de 12 para 13 annos ; julga-
se ter sido seduzida, por ter sabido sera
motivos; levou vestido branco, chale pe-
lo de lita ; he natural da provincia : quem
a pegar leve-a a Fra-de-Portas, n. 141,
venda de liento Bandeira da Fonseca Mello,
que ser gratificado.
Fugiram os escravos seguintes : Am-
brozio de 18 annos, de Angola, bom ron-
to, barrigudo, fuma muilo cachimbo ; le-
vou caigas brancas e camisa de algodilo:
llaymundo do 12 a 14 annos, e cara larga
e fula ; Ivvou caigas de riscado o oamisa de
madapolao: quem os pegar leve-os a pon-
ledos Carvalhos, ou no Ateiro-da-Boa-Vis-
ta, n. 39.
No dia 29 do corrente, ausenlou-se de
S.-Amaro, urna escrava crioula, do none
Alaria, baixa, grossa, ba.-lante feia ; lem
marcas de bexigas ; levou saia branca, mas
podo ser que lenha muda io para um vesti-
do de riscado usado ; bem como lovou mais
ou Ibc furlaram 18 pegas de roupa quo es-
lava lavando em una lagda no fundo di
rita de S.-Amaro, sendo 3 pare* de caigas
de riscados de quadros escuros, 3 jaquelas
do mesmo riscado, I colirio do fosto de
listras azues, duas suias do madapolilo no-
vas, um lenco encarnado o mais alguns
veslidos csaias de escravas, o quo ludo se
suppoe ler sido lurtado por outras l.vadei-
rase ser esta a causa da fuga. Iloga-se as
autoridades roliciaese capiSes decampo,
quea apprehendame levem-na a ra dos
Tanueiros, armazem n. 5, cu na estrada de
S.-Amaro, primeira casa adianle do Sur,
Stwart, que 8rfi0 gratificados.
-- Fugio, no dia 10do fcvoiciro prximo
passado, urna escrava de nago, de nunie
juliainia, do 40 anuos pouco mais ou me-
nos, do estatura liaixs tem o i tlireilo
mais grosso do quo o esquerdo ; fuma ca-
chimbo com cabellos j brancos supne-
se andar por forra, e de presente sabe-so que
anda pola freguezia deS -Jos ; he liradei-
ra do marisco ; fui vista vendendo: quem
a pegar leve-a a praga do Corpo-Santo, n.
2. que ser generosamente recompensado-
Fugio, no dia 2 do correte, da' l'onte-
do-ljciia, do sitio do Sr. Ilidoulac, onde
eslava alugado, o escravo Sabino, do nago
Mocan Inniir, de 2-i ancos pouCO u ais '>"
menos ; ie cozii.ln iio, e pcrtencenlc
l.aurentino Jos do Miranda como admiiii*'
11,olor de sua miilher >. M>ria Sevennt
l.ins, viuva do fallecido Cenn. Roga-se ai
autoridades \ oliciaes e capilfios.de cu mi "-
que o arprehendain elevem-no ra di
Cadeia do Itecife, n. 36, casa de Jos Joa-
quim do Miranda, que recompensar.
- Desappareccu, no dia 30 do prximo
passado, o pelo Itayinundo, crioulo, deS
annos, alto, secco do coipo ; len os" dedo!
grandea dus ts um lanlu arregauhados, e
no pescogo una marca de um tal lio, por ji
se terqueiido degoiar ; temo dedo niiiii-
ino e o immedialo da mfio dircila estilados
nsolhosuin pouco ycnnrlhados e a visU
enmo espantada : quem o pegar rt-ve-o a rui
da Cadeia do lUcife, a Jos Cumes Leal,
que gratificar.
Fugio, do engenho Pogo, freguezia de
S.-I.uurongo-Ja-Malta, a escrava crioula, de
25 anuos, do cor fula, com urna mancha
pela no pescogo (signal com que iiasceuj.
denles limados, bem ebeia do corpo, com *
barriga um pouco crescida; foi vista no Ca-
xanga vc.-tida rom saia de algodSozinho
tinto ecahegflo do mes-no panno, levando
urna trouxiiiha com um vestido ou saia d
riscadinho trungado : i)uc..o a pegar leve-a
ao proprietanodj referido engenho, ou
ra do l.ivramuuto, ll. 6, primeiro an la'j
ou na e.-liada nova om c isa do Fi,iiic'lJ/
Xavier Carneiro da Cunha Campello, q<">
recompensar.
Pekn. : na rve. Da u t. DE.raaiA.
^1849


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