Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06701


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Full Text
Auno XXV*
Qunrtti-feira 51
pabiibas dos cmanos.
2$ ,"'&. .a-feir.. ,ue'0-
,- i'^rlnheeira, Rio-Forraoto, Porto-Calvo
C>o. Ser unat de cada mM
MT..eton.*o.a8eS3.
ta '<.uin,.;felra,.
o!rada,dosoediae.
KPUEMEaiBH.
Phihi d lo. Chcia a 1, s 3h. e I3m. da t.
Miog. a K, s 10 b. e24 ui.da id.
Nova a 16, 2h. c.'>3ui.da m.
Creso, a 24, s i b. e ii ni. da m.
FREAMAIl DE HOJE.
Primelra as 5 horas c 18 minutos da mana.
Segunda ai 5 horas c 42 minutos da larde.
leOutubrodeJ849.
de
N. 244.
rnEC*os DA siiscripijAo.
Portrciinezei(adianldo) 4/000
Por seis mezes lb/IKK)
Por um anuo li/WUO
mas da semana.
29 Scg. S. Feliciano. AuJ. do J. dos orf. c do ni. da
l.vara.
30 Tere. S. Serapiao. And. da chae., do J. da I. v.
do civ. e do dos fritos da fateuda.
31 Ouart. S. Quintino. Aud. do J. da 2. v. do civ.
1 yuinl. ** Frita de todos os Santos.
2 Sext. < ommeinoraco los drfunlos. S. Victo-
rino. Feriado para os negocios forenses.
3 Sab. S. Malaqulat. Aud. daChanc. c do J.da Z.
v. docrlmc.
4 Doui. S. Carlos Borromco.______
i "
CAMBIOS EM 30 DE ODTBBRO.
Sobre Londres. 28 d. por \gtm rs. a C0 dias.
Pars, 3(.
. Lisboa, 100 por rento.
Owt.OnoM he*pan|oes.......
Mordaa de 6^400 vrlhas
dr ItyinO novas
de 4fUO0.........
Prala.Pataees brasileiros.. .
Pesos columnarios.....
Ditos mexicanos
ama
3o#nno a
170iK) a
ufym a
Hf.m a
I.70 a
l/V'70 a
1/oM) a
,W>oo
1:^00
iBjro
h'.'.imi
I/9q
1/ 1,900
EXTERIOR.
F1.ANC.\.
ASSKMBI F.A'I EC1SI.ATIVA.-SESSAO' DE
21 DE JUI.I^O.-IHSCUSSAO DA LE
DE IMPIlENSA.
Discurso do Sr. de Nontalembert a favor
do projecto de le.
O Sr. de Montalembert:--C.otnecei ha qna-
torzc annnsa minha earreiri polilica viudo
volnr e fullar conlr as leis ile setembro ;
venlio hoja volar e fallar a favor do una
Ir i que, segundo o parecer do.oiodor que
me precedeu, he anda peior que as leis de
setembro. .
(Vilo sou eu o nico neste recmlo que ue-
va assim obrar. ( MiaJai irnica na etquer-
rfo.'utros, emnis Ilustres que en, achara-
se na mesma posicHo. Cabe mo explicar
nina tl d.fierenca do proceder, e pretendo,
explicando-a, rendar horaenagem averda-
de, i revenir o pan de um grande pengo
elle o pn-
bardade Ilimitada, a berdade tal qual so-
ria boje," a levanlar-se o estado de sitio, e a
nfto votar-se esta lei, seria dictadura ama-
nhfla.
Pois bem, meussenhoros, venbo repre-
sentar um papel penoso etrlsle... (A'ume-,
rotas toxei rindo-te no etquQrda : Sitn'. Sim.-
Na direila :Muito honroso !
O Sr. de Montalembert :Sim, he elle tris-
te. Nflo silo os vossos gntos que o tornara
triste, be o meu coraco e o meu patrio-
tismo.
Na etquerda ;--Niio ha gritos aqu.
O Sr tle Montalembert :-As vossas zomba-
rias entilo.' _
OSr. I'ieiidenie :--Dirigi-vos ISo smen-
te as-emblca.
O Hr. le Montalembert:He sempre peno-
so e triste o papel de pessimist, de terro-
rista, de homein que ve as cousas sempre
negras; porm creio que muilas vrzes lie
elle papel do homem de bom e do bom
Clllilllilil. .
Temos todos nos aqu um grande debi-
to, o do nos lisongearmos a nos mesmos.
Nao lisongeamos raais os res o nein os
grtndes por una rasflo bom simples nao
puhlieo e preeneber para coi
meiro dos meus deveres.
Antes,-porni,deseira responder umaiha raais.
sM.ieccflo que lodos os dias nos lio postal Ka etquerda -.-Mere* de Dos.
acerca das leis de setembro, asquaes.se- OSr. de aYoaWtoMrtr ';fc^
cundo se pretende, queremos reslahclccer.
Dizetn: as leis deseleu bro nfiosslva.em
a monarchia, o as que vos estalaqfazendo
tsmbrm nflo salvarflo a repblica.
Tose va etquerda :-A repblica salvara a
propria:
uira voz :--Vs n.1o a defenderis por
cerlo! ,
O Sr. de ilontalembert :--Po.s bem, meus
senlwres, pela minha paite nao hesito em
drclararque.se a lei quo vamos votar dera
repblica dore ani'OS de prospeiidado, de
eguranca e liberdade, como os que se se-
guirn) as h is de setembro. cons.der.r-mc-
b.i, per minha cm.ia, bem justificado e
>m Miz porlbe haver dado o meu voto
Afiprovacin direila j
Uma vot na etquerda :-Viveis,poitantn,aos
ias son. vus molestar les com o futuro ?
O Sr. de Ilontalembert :-Sim, meus se-
hores, doze anuos sem dictadura, sera es-
do de sitio, nolai bem isso.
Urna voz na etquerda i-E a quem se deve o
Sla (i i|. s lili '.'
OSr. de nontalembert :~A quem se deve?
vos, meus enlH.re, que o propozestese
volasles. Sim, repto, de-nos a republi-
i a trooo dfi\A lei.. nno *-"< 'HCIa-
ura.-sem eslado de sitio, com seguntnqu a
iherdade, que sera ella a meus ollios mu
igna senhort, e m ronlessirei sou mullo
brigado criado. (Ritadae de approaaro na
ireila ) .,
Demais, ru no fallo aqu nem a Livor da
epuWiea, tem Contra a repblica ; fallo a
em da sociedade. Cuido que a sociedade
de existir cora a repblica ; purera cuido
ambem que nao pilo olla existir com|o
espirito de' rcvolt, de scdiqo. de revolit-
o,que esta lei lera em vistas debe llar. [Di-
momtracei ijtinei de attentimento. )
Eis a minha o; iniS > e o porque venbo de-
fender a nova lei de setembro.
E enlenda se que ui0 venbo aqui (uer-
ear os facciosos de lora, nem converler os
adversarios de dentro. A inhiba ambiQo
se Ijtpitaiia a esclarecer alguns amigos, a
desfazer, sendo ios>iv.l, os escrpulos de
alguiislioracns que, assim como en, sem-
pre seisiram, a ni.> i a -n e defi-ndemni a li-
befdndc, ms que conservara ainda aluns
escrpulos em face de medidas quo a fiVca
cruel das c:rcunist.ncias muida prono*
nliiiin uns, adoplem oulrs. Eis o meu lira.
Agora como cxvlcir essa muJanCA mi-
nha c de outros, da qual ainda ha pouco
ti .le i* Devere jtislilica-lo ? Crelo que bas-
tara explica-lo.
Sim, guppouliamoi que um medico he
chamado o consultado acerca do rgimen
quo devera ssgolr um hornera robusto, en-
Iregtie a todos os exercirioc, a todos os
trabalbus da vida : pens que sera licito i
csse medico, conbeeendo o temperamento
do individuo.aconselhar-llie urna alimenta-
1o substancial, forte e estimlame.
Poi bem .' he isso inesino que nos lize-
mos quaudo ha quinze annos estuJavamo
otem,eraienlo da Franca; entendemos
que eslava ella robusta, capaz do resistir ao
rgimen da hberdade absoluta que entilo
txislia ; porm. se o mesrao facultativo lie
chamado passados seis anuos para ver o
meamo hunietn. e o eucoiitra debilitado re-
os i- us i ruprios rxcessos ; se o aciu a
bracos com febre, cora o delirio, em esla-
do cuiivulso. poi ventura receilara o mesrao
ri Simen T Se o lizesse, deixaiia de ser um
medico, torur-se-jiia em ura insensato,
ignurante ou assarsino. .
lois bem toda a questao consiste era
saber seasuciedado fraiiceza deve e po le
si r comparada a um enfrmo. ___
Na minha opit.iao acha-so ella gravemen-
te ei.fe.ma. ti.ortalmente, i eu duendo .
Cumpieaalva-U. Meus senhores, cumpre
salva-U a lodoocusto, c salvar Cornelia a
libeidadc. (icersai ntad.it na e>querda.)
Siiu,alvrcoin ella a liberdade.e nao ena
sen a liher.Ude, eis a nossa ambi<;ao, a ara-
liicrio dos suture do projecto e a daquello
quu o adojlam ; salvar a liberdade.
E dequo modo salvaremos liberdade? I.i-
mitando-a, porque a experiencia abi esta, a
experiencia dos dezoito mezes porque aca-
bamos de pasar, para provar nos que a i-
berdade illin.itada be a imraiga da l.berda
lo que para ella a supi resslo dos joman
he rrmelio natural c necessario. e quenflo
l,a quas. tr.ns.sOo entre a Hberdade illira-
la.la o a dictadura.
Sim, mioha lowecoDCieac.i, a hr
imprensa lllimitada ate hoje era sua Hberdade.
Rtctamufet ia etquerita.) im, eis o que ali-
menta o volcan (.Mario bem 1 muito bem!)
m lison-
geamos-nos a nos'mesmos debaixo da capa
Irausparento da sociedade, horaanidadc,
paina, naQflo, eslado presente de cousas,
ullrapassando constantemeule os limites da
mlulaciio quando se trata da nossi socie-
dade, do noso pniz, da nossa eiraca ; o
que realraenle be nos lisongearmos a nos
mesmos. ,
Pois bem; nunca Tare um papel la
nunca adulei, nunca lisongeei quera qur
que fosse. Nao queroer hoje o hsongea-
dore adulador do meu paiz nem da minha
poca. /lpprotwlo na direila.)
Vamos ao amago ds COUas, e vejamos
era que punto sO acbam a nossa sociedade
eancssa civilisasito^ ,
Nesla presente hora; e de;ois das duas
experiencias que lizemos em junho de 1848
eemjuuho de 1819, no duvido declarar
quoasoci.'rlalc inleira, reparai bem, nao
fallo em tal ou tal ministerio, lal ou tl po-
der, nem mesmo em lal ou lal forma dego-
voruo, mas a sociedade inleira acba-se a
merc do primeiro que pretenda Uranslor-
na-la. Se, como o honrado preopinante,
livesseis disso duvida, rogar-vos-lua que
medilasseis nesse l3dejunlio, referido por
elle anda ha pouco por mo lo tilo exacto.
Que dillVrenca houve ontre osseeomoz
de junho de 1848 ? Ilogo-vos deixeis que eu
insisla nisso. O honrado orador disse-vos
com rasOo, e cuido que ninguem o desmen-
tir, que a loi actual havia nascido dos
aconlecimenlos de junho prximo passado.
Consent,pois.queeu insista no verdadei-
ro caracler desses acontecimentos.
Oque foi que se vio em junho de 1848?
Vio-se rebenlarmn Pars'urna forraidiivol
insurreicao, porm levantar-so nnanme-
menle toda a provincia para vir om auxilio
da ordera e das leis anieacadas em l'aris.
O que foi que vimos em junho de 1840? A in-
surreicao come(ada em Pars, iminedialameiite
reprimid; porm naprovwela vimoiio con-
trario do que baria occorrido em junlio de 184;
manilV>uram-sc por toda apaite as ramilica-
cois d plano ideado em Pal is; por tola a par-
Eu nao digo que o volco se aparara sem a
linprensa, nao sei. Talve?. se apagaste; mas
o que he certo be que a imprensa o alimenta.
Se alguma coma inais f6sse necessaria para
destruir os honrosos escrpulos a que aluda I a
pouco me refera, escrpulos dos meus ami-
gos, dos conservadores que fdram toda a vida
sinceros e ardentes defensores da liberdade da
Imprenta, para completar Ib s a conversao, en
Invocara duas grandes forras, e se hilaste Hl
urna atsembla de amigos, de pagaos, dina
duas grandes divindades : a piedade e a paz.
Sim, meus senhorea, a piedade ; e a favor de
quem em primeiro lugar ? justamente a lavor
da grnlc pobre, da gente do campo ; sim, he a
favor dos homeiis rsticos, dos honiens do
campo, que Imploro a vossa piedade. MO el-
les cine nesla presente hora sao as victimas
victimas especlaes dos excessos da Imprenta ;
be sobre elles que recabe todo o peso, todo o
amargor do veneno que a imprenta dislilla dia-
riamente.
Sim, ha na Franca, de um auno a esla parle
una Imprenta que etpec.ula, especulaive-go-
nhosamenle com aspaixoes ms das habitantes
do campo, com as paixrs mt, cujas rai/.e
nelles, como em nos, como em lodo o liomem.
existen.. Ktta Imprenta especula sobrruido
con. a ignorancia, com a creduli.ladc dessa
gente, levando-a a crr o que ha de inais absur-
do, de inais r.voliante no pcnsamenlo huma-
no. Especula com o i.....lo dessa gente, ater-
randoa com mil clilmerat, com o restabele-
cmenlo do diiimo c do tributo corporal, hs-
pecula analmente com o desejo de pOtlUlr ;
ella Ihe dii constantemente que os be ni alhrios
llie bao de pertencer, e a leva aolbarcomo
inimigoi todos aquelles que nao se inostram
dispostus asir instrumentos oucompli.es do
esbulho. (Umitabem\ muito l.-m .1 isto assegu-
ro, e ninguem outar dcsmcutir-me ; be a rea-
lidade do. fictos que lepaste nos nonos cam-
pos, tltveutmle'. Muito bim.)
Para que te mo diga quedivago sem pravas,
cttarc um ficto que pela sua importancia le-
var a convrco a lodos os coraces.
Ilomrm houve entre nos que era, dire a
era espingarda,.. Contra quem f Ser contra ^^SiK^Sl^JS^V^
otlnimigos da Franca, sera' contra o, estran- dn ao qusl rnevanglorio de P-r'enc^r, o nar-
gelrot? Sao. he contra o fllhot do poyo,con- t| ,|a resistencia, se quzerdet. ""yodos
ira os soldados. Sao os soldados francer.es que
pagara com o MU sangue o resgate de to.las
essas deelamaerSat. {Sinmcao' protanqndi.)
Se o soldado irahe os seus deveres, te cede a
os elementos diversos A* q'ie s compO* bo-
je, por ventura ee partido no ler* nada
qua censurar-se na situaclo actual do
ptiz ? Pens que em Indirecta e involunta-
riamente be cmplice do mal qos todos las-
liminn4.
Nfln r-lhrei s'iipnte neta* eeg'ieira '-
sobre as b.irriesdas contra seus camaradas. Se dadciramente sobrenatural d' minios d'en-
se conserva liel sua bindrira e ao sen dever, tr,. iHS lia presera*;! do perigO, nOMI neSS
hcd.golado. Suecumbe fazendo o sen dever, |0,lca SPRnr,|a le a que nos 'iltrcgamos no
todas as provocacors odilas que Ihe sao diri-
gidla, que seibo fat.' \' Ihe fes era l.yon. Cullocam-se os soldados que
desertaran! de seus devrres na prlmeira lileira
dassiiat leirat. Sabis quaes sao as lilnras
que se declinara rcalmenief Sao a nleirascl
uostos regimenlos em Pars emJunhode I8I,
eeinUonciii junho de I849. (Sim! tim<)
dein parecia pedir de*ord-*m perdflo por
t-la vencido. No he ainent" essa dlsno*
sqo que quero .usurar, nflo ; lie sim essa
esrilo ileopinisic'io. da critica que exista
Falla-se aqui sem cessar dos eslrangeiros, ^ uaa0\\MqWi\a qUOtaul (le-
dos Gotiacoi, dos perigos qor poderi.niot cor- 'int-r a soeiedade.'
rer por su cansa, lie exacto. Ma "g" | J^ (|c q|W f,,va
nlli i iii.-iis ooe eu e meus amigos essa justa so- i.ssi.s ju u.ira i>< '.__..
cUd.q2.e> .n!m.r*nj. a todos p... til... agora.quem,0,li.quem tgiwprj.
qii-ni os Bllima assim pola maiiena mus
eMlcaz ? 11,'inasiadas vezes flO C mservad'i-
rea cono nos.
Al n disto, quera lera esso gusto do- r i -
OSr.
palavra.
gran lea c Independencia da Frauca: mas
entretanto, quem lie que cobra boje o impos-
to de saugue sobre os lilbos do povo ? Mcrao os
etlrangelros? Sern os Cossacos? Nao, sao os
tocialiiiat, s.io os vermelhos, sao os bome.is vaJ(| (),lp,1sjcSo permanente e perpetua
excitados pe.ilMpm> "^'V ^ W Ww inda agora, senlo no pro-
Presid'iitc :Sr. BiC, nlo tendea a una indulgencia iucanssvol pira todo a-
Tendea bondtde deguardar ai- quelle que ataca, par* todo aquella^que
censura, para lo lo aquello que critica o po-
OSr. de Hmtmbert t-Quanto a mim. der. e a mostrar-nos MMMOMM-
nui hesit. era .ll**-lo, nSo conhecn nin- placivelmenle severos para lo los os actos.
"ucm raais rim noso nem mala cobarde para lo lasas dlspoticOes d-sse poder,q..,l-
e^se* oro, islas que, no Tundo de ura ,,u,-r que elle seja ? A quera ho queso dev.
birCrcomoliJiai, asbalas acensar destt singular inconsequenc.a '
" q o Sin olsos aJldado.; ti:,, cor-, Sao os homen. honestos os conservado-
rendo ellea meamos oulroriseo maja que o re, os propr.etar.os, .
Iguna mezes de prisao, quan
E o que le a Impienaa,
Ilimitada? Que
ensa, a ma imf
Imprenta Ilimitada.' Que re ella mu ase
hoineiii? Tornou-o odioso DO proprio lugar,
no proprlo caulo de i|U era lie im.nortal
honra; afastou-o all da urna ele.loral. Sun.
esse afamado guerrriro foi pila ...iprensa do
teu ninl.o apresenlado como indigno de; urna
votaco, nao so para dVpiuado, mas. at para
geral. do concerno mu-
Bit o papel que os jo
as nossas lutai civis ..
O Sr Luilaulwe : E Horns !
05r /Vemaenf:Tendea bonJadc denio
inlorrompcr. Estis inscriplo, fallareis
una lulo vos locar a ve/..
O Sr. de llontleMbtrl -.-Acabo de onvir
a inlirnipciio que me admira. Coim
( Muvimento de approveio da direila. i
Pois bem! declaro que, mnqiHtit > hear-
mos nslas disposicOes, mo salvyomos a
sociedade. N0 a salvronos. ( Interrup-
C*- ) ...
Disse ainda agora que Indos nos lemos
sido clpalos- B con elT.-ilo, senhoros,
le designadosj os f .ncciouailos da sublevaciio
iriumphaulc; por loda a pane paita das em re-
vista a3 loicas da tublevaco iriumphanle.
Se a liili'bouvetse duiadodous das que ls-
sem em Pars, lericis vtlo rebenlar subita-
mcnlc mil iusurrci90.'S no seio da patria e com
pasmo d.lla. (.Vejaliem da etquerda. Aranon
de adheto nii ireiln e no centra.)
Assim, lericis visto, meus lenhores.e a rep-
blica teria perecido, fallo da repblica hourtla
e moderada.... (id.i irnicas nu eiquerita.)
A repblica consliliicional, le prefers.
A repblica lerla perecido, como pereceu a
monarchia em feverciro, s maos de orna su--
blevaco, c haverieis visto a Prajea """
com o nrrigo ; que digo.' aterrada, etmagada
VZ pq?d q nen! dcsconlianja t.uha um
lia antes Kit a verdade rscusado hanega-
lo: he ella clara como a luz nieridiana
Em presenta de um lal eilado que aW
lade c realdadc ha um met, lenho o direito de
liter que a sociedade inleira esla a ...erec do
":.;' ,.. ... leo.hrar de transiorna-la.
\ lisacao. ru.. >" *---------- ...
asrr modetto. acerca do que tomte do
qehavemo. leilo ; modesto, e pe.p.cazc. ao
"%Z'v's'mumt, achamo-no em urna praca
tociedade nesta prsenle Hora e
tillada, tillada por aqiilllo deque
fallava o nobre prcopinani.,
pelo tdclalitrao. (Nuincrosativozesi- II'"-
dude,)
Poi, bem! tabeii todo., n.ister *"
sabe!, iodos o que suecede con, as praca, lilla
Hs nuasi teiui.rc suicumbem
O'll toda nota*, sociedade esta, pois, comc-
a trinchei.a achate abena muttWW*
fram dado,; repellislet-os lodo,
passou na uori.oBm-..u ,....,.-------------- s hlllIlcni|,e
do usire inairclial llugr aun. ,.,,
Agora, per.nilli que vos lalle no que se pal- | ra.ll.
souaseu rrsprilo no ii.en deparlan.cnlo, na-
quelle em que liabito, na corle U Or.
' Kl.aqnl como sr rxpi.......acerca da morie
do niarrcl.al llugeau.l o ...gao que se chama
popular, o orgo que se chaina popular, o or-
Lo qu se iulili.la U CUouen, o jornal das
rlas.es ru.acs no drpartan.enlo eu..|ue .-,. ha-
""'te artigo he conhecido, muito, de vos j o
lram: mas p.co-vos prrmltsSo para ll.e m-
gir o esOg.na' da publicidad* pelo Mm
--erd .o pjr lu-lo, mas ue
Na direila :-Muito bem Muito bem .
(I .Sr. /WflUrf" levanta-si'e proieTA <|Q MU
lugar algumas palavr** quo nu ouumos.
Muitai \om -A" ordem '
OSr. iVrsoir/iiV :--Simtai-vos, e quoirtis
guardar silencio
OSr d*llonlalembert:-Aps acomwi-
xo, di/ia-vos anda agora, que umbem In
vocaria para veuc-r os vossos eru
pnmeira nocessidade
IWilr! Lite) Pco-vos
paz., .a paZ|
ICi-lo
part iustruccio vossa.
1 O mare.hal Bugeaud Ja nao existe. O po o
tardava demasiado a decretara '"""<;'" 'S'
sein.lrun.ento brutal _de toda. '"";
Dos.... (une profanaco, seobores, ser eitl
neado or s...
e cha-
ome perpiumenw invocad., por semelbao-
iialcos).... Dos impacientou se
mou aoseu .ribnpal o hroe da ru. Iranto*.
i. Dittea. cholera: l.ssc homem que .11
vs anulado na sua grande espada j.ilga-e ele
no.j. iga-se invenc.vel ; leu. agarrado a mu.-
cieladi'S, a priraeira
necessidade
tilos a
das so-
llo I.O-
selvage n.
nem logo que sal. o do eslad
le.no-la? \ pal no %'.'-
Pois bera A pa.
rior, sin. ; masa paz no
Chamar paz o eslad >em que viv
todos o s,b-m. EntrelantO he a pnraeira
neceati late e 0 primeiro dever do lionera
social;l.e o lira de lo los os proiMvssos,
de todas as Lis, de fi las as, invc.icoes > .
civilisuriojlieoliinra
SfrjSTi W-u.r 'SI P.lhe sen lira,
S CltrlS "" "!' ........-..----
llio. os legilimistasprime.r... depois 08
,. ii.iio.not, d*noia os dyn-.sti.-os BnaJ-
mente, cura re diz-lo. os pr-pri.W calho-
liros, (rilada*) menos do qie os uniros,
muito menos, ra.s ainda J-meaUdemuste,
reconheco-. agora....
N direila :Mui'o bem I muito bem -
Orna rot na tsaverda :--Te.nos confisso da
"o Sr. de Ilontalembert: ... .Todos, era
graos diversos, presumirra .lemas, .llmen-
le da fiva desta so iedad- da sol. bz dos
seus b loarles ( mis bem ) Nflo levamos
em conts nao cora .r.h-n !.' nos bstanle a
interior." pod-ae|extrema frarfilid.de do abrigo que nos co-
1 brif Todos merecemos esta censura ; todos
Bvmpalhisamoa com a aggreasau dirigida
contra o p tdr quando nflo eslava nta nos-
s.s rallos, ou quando nflo ympalbiaavamos
prof.ind imenle con elle, So besito a de-
soos i' Nflo,
sitiada. A
urna praca
anda lia pouco
i.iiii.iilo (Uovimento.)
>UK,e,\u\nero,u,: -He Ignobil! he horro-
0 Sr. de Nontalembert:- Ainda nao he ludo,
, o lineo do arch.prlag. do Sonda,
que rre'. urna cavrira no ...astro dosru barco.
B, graud fui "i" dos llag. lio. de democracia.
No..campos do P,ig..rd, ,ua p.tr.a, recbea-
rase ell"de uo, odio estpido contra o povo
legitima senil.) quando a
necessaria,
cado ;
saltos
norui nao atideias. (Morimrnto na re
' O exercito sitiante, lunge de estar '"J*/*
numero f pela audacia ; nao o poden. tLpeii.r
,' P>rrcito c.traubo ; al hcou elle a pe r-
?"!" mando os nosso, desvos, esp.ando lo-
de eu sou.
Pois bem, nao reccio .lrma-lo, nao he uni-
.neute a tociedade poltica que he Incapat
Cd" elbti? a ien.elban.es VpftM*&
de.noral.bcopropr.ocoracaol
o cora9
Pois bem I Bsst paz he-roa
nflo smente lira de que possan tfiUr,-
mohe raister, desses bena maUjrlaeac ja
pusse e gozo sao legtimos quando e Its
proprios o sflo ; raas lambe.n be-v..: sobr -
udo necessaria .lira do que pnasais, go r
da vida domestica, da vida i.il.u.;, vi la
do CoracSo. da vida de fam.l... daqu.llo que
ha mala intimo o inais atgrado no>turuo
do homem. E como gozaramos esses bena
las desordena, das anieacas
110 inri i d
dus
terrores que boje nos ass
. I ..ni ?
Sim, qu.l he o pe. qo'l he a mi que po-
do boje olbar para seus b-hos sera t re met
ner
olbos so arr-
pelo futuro, s.mii que os seus
sera de lagrimas';' Lag mas de: muito justo
temor, de mudo bjgllima sol.cilude pelo
p.irvir reservado a asaos coles queridos qoe
iros nos deu, pelos insensatos que con lera-
SrbuwMVT-'coreo do homem deca-1 nan. o notad pail o a nossa soc.edade a u
lio he feito p.ra re.iJlir a perigos, Jiro- incendio perpeluo.
Clara-lo, este paiz nflo podera salvar-se se-
na,, quando os homen* iiiteirameute hIIiOIOS
i0 poder, que dclle nflo sflo depot.tir.os
nem conlidentes, consent.rom em defendO-
|o, era a.na-lo, era lrotege-lo com toda a
forqa que a conaUtucSu o a civilis?ao
D0a n a sua dlspoaioao.
Esta he a tunca eondicuo de salvagao pa-
ra soeiedade. (Na dimita onoc-nlro :--
Muito bem '. muiti bem '. ',
Em lugar disto, oque be que vimos. vi-
raos sol. o ultimo reamen lioin-ns apaiias
cabidos do poder, e.que devi.in lo
issumi-lo. rpgo depois empreg.r esse curio
Nao,
a exciuces se.nell.antc. (Wuilo
hido .
vocacOcs c
bem'.)
Reclamo, poi*- > vossa con.palxao para o.
Sim, eis o que fazem esses inuiiigo.-
paz.das familias 0 dos estados. Fallo oa
buido quueu mesmo sent, o c.son.ol.v
di
da-
ivo
lauco sobre
por que,'do alto de*U tribuna.
assuas caberas nao so.neale J*W***
p.ra o, ll.hos de ura boineui honrado, de um bom eda
espiaudo
a, nossas divisoci, e
no intento de liiar
he que alimento etaa lava? Mcusan c
"" "P"cesso da
lo, be a imp
berdade da mprensa
ci oncVe's sin. de. e rus.icoi. rxposto. a pe-
^-r ar.^;,i5camp;:.cV;t,,rec;r;:
Wc\.maPd'I. O.eo"as'a.cnsaia. que diaria- bem a n.ald.Co do um pal. ,
m por,-nta. parte propaga a Imprenta .***) .o cul(la,los N8o,
UntoUmpVe'dpqua dWa tornar
. os depositarios.
.,r..m durante I8annaa, cora o maior
r/lenl co amon|..or b. fe do mundo.
n duido. a ataca, por lo Jos os I. Jos esse
'"^Iml'o'da etquerda: -OS. OJilon-
" KnS^rr.-Poisbcm Sim. o
Sr oVlon-Barrol, e uflo rae-ha de querer
mal por designa-lo ; sabo quaes os meus
sen icntos p.ra .cora elle, o quauto vene-
ro, qnio honro hoje os semeos quo esta
nrslai.Jo patria.
P Xitradeco-vos por me terdes proporcio-
nado estt occasiflo de, o nomear e acata, pu-
blica mente.
K uirreguemos, pois, nomes proprios: :.
Sr (:..iot,oSr.ll.rrot,.mbosfrarasucces-
ulamenle condomn.dosa gastar todoo seu
fciotis.no, lodo O aau tlenlo, lula a sua
energa, ora defender o poder que era ou!ros
Lempos liaban combalido. 0 que be que
quem


i-id prava? O'e ello apoa'stas, horoena f ;sloijestilo escripias,, cujos sslellitea
corrompidos .* Nenbum de v;'>s se atreven a patito cor toda a parte arregimentados, on-
dlzd-lo, ningtietn so ntrovei a suppd-lo. oiosoa pela espoli.iQilo o orla rarpioi. ( Ex-
i Milito bem '.) c'amociics da esqnerda. Viva approxac&o na
PurtanlO o quo lio que slo prova ? lie direita. )
quena maneira por que cniramos na vid K dopois dessa dictador*, sabis qul se
poltica, na maneira por que apreciamos os sppuir ? N.lo sera a dictadura de Napoleflo
devores do poder 8 da sociedsde, ha algu- do S.-I.uiz ou de Carlos Magno, mas sim a
ina cousn de radicalmente falso e da radi- cladura do primniro cabo de esquadra
clmente tenv-rario; alguma cousadein- quo vos trsra ordem material na ponl.i da
comi-tivel nilo sment com o intoresseda sua espada, oque vos todos abenQoa'eis
snciedade, mas lambem rom o inleresso da ( vira inlen .peda na tiqutrda que arolh-)-
proprta libcrdade, e com o deVer que le- reis. vos mesmos que mo interrompeis
mos todos de preservar essa |ibardada da ( Moiimento divertos.) Vossos pais nssim
ruin infallivel que a aguarda quando por Gzeram. Interrupro'es diversas na ei-
rnnto tempo se lem largado a redea en- qwrda. )
tidadeque se oceulta sb o seu veo o o seu Ummembro daesquerda : Os verdadei-
nome. % rus republicanos nunca fdram escravos de
O que he que sucendo ios homnns pu- um despota,
blicos ne.-te pais ? Tolos pilncipiam po- Ouirai tozada esquerda : Sito so os rea -
nilo 'acreditaron) bstanle na autor i Jada, lisias que so Tazem cortezflos do todos os
por nilo a respiitarem bstanle. R romo he rgimen*.
que acaban ? Acabam de duas manciras O Sr. Prndente : Tcnde a bondade de
unsvilo cahir no fundo do abysmo, para guardar silencio.
onde procuran) arralar comsigo a sociedad O Sr. de Ulnntalembert : Interrompeis-
de. Multo bem He islo mermo !) Osoulros me a cada instante ; tenbo por certo o diroi-
ronsagram o seu talento e energa para de- lo de intcrpetlar-vos por minha vez.
lender.im a sociedado com armas de que O Sr. l'reiiilente: Ha cinco ou sois pes-
cllcs mesmos t-em demasa las vezes mi- soas que n3o pdem conservar-se tranquil-
bolado o lio eenrraquecido amla. (Na di- las nos seus bancos,
reila : -- Vuitobem !) O Sr. de Monlalembert : -Digo que aquel-
Deposde lor julgado a lodos, permit les que me interrompom, se nilo tiverem ja
quo em duas palavrat nio julguc tainbcni a si Jo arrebatados o tragados pela borrasca,
niim. stIo iis priiiierus a hemdizcr, e lalvez a
Runflo deveria nomcar-me, nem fallar servir essa dictadura, o digo que scus pais
err. m'ii aisos hoinens illuslres'iuc *c.i- o lizeram, seus pais os moiilanhi-z-s, cuja
bode citar; porm quero o devo paitilhar nnme apanliaram nilo sei onde. ( 'ica ap-
a censuras que di'igl contra eliCS. Tam- pronaedo na direita !
bi'iii eu .turante (oila a minha Vida iz op- lima voz : Sabe-so qnaes silo os mon'n-
poslcflo, qflo syslemstlra, mas militas ve- nbez-s que aceitaran) os titulo* de con te, e
es ps*geiada, Entretanto miniia posicl.. mesmo de duque, no lempo do impe'io.
era, posSu di/e-lo, milis favoravel para fa O Sr. de Monlalrmlirrt Voto, po'S, por
ZC-la do que a de muitos oulros, porque es;e projeclo ; nao por ser contra a jiherJa-
niio hnlia animoairiade contra iiingucm, de o Contra a libcrdade da imprensa em par-
nem a dilu,'."ni p ssns |. Nfio liuha animosi- tieular, mas sim por ser a favor da tlherda*
dade, porque iiiuguem me fea mal; nem de da imurens, por ser destinado a preser-
smhicffn, porque nunca penaei nem pens var-nns dess dicudura, por ser destinado
agora ter a capacidad n-cessaria para ex- a salvar a liberdade dos seus p'OPaTOS exces-
ercer o prdpr. f Leve rumor. ) sos, por ser destina Jo a ren ler luiiiienagem
Cntretintoestiva na oppusico. A minha o s-rvicos a essa liberdade que sempre
voz, devo co-ife-sa-lo, foi demasiadas vezes amei, que se-npro serv, que quero amar e
engrossar esse cl-mor temeraiio e inseoaa- servir sempre
lo que se leva'itava de todos os pontos da K be essa dcdiciQilo mesma queme ins-
Kuropa ao nesmo lempo, e que aealjnu por pira 11 ni reseuli nenio profundo, cque nilo
es-a explosilo em que se pn.curou derri- procuro dissmular, contra aquellos quo me
bar lodosos Ihronos, todosos poderes, lo- teem feilo duvid-r. nilo da liberdade, ja-
dos os gnvernos, nilo porque er>-moppresso- mais duvidaiei dola !.... mastalvelda pos-
res, como na verdade cram alguns, nilo por- sibilidade, da caparidade em que esta a
que tinliam comn eitdo culpas, o que be Fr-ficade coroprehend-la, dedefende-la e
incnnteslavel, mas porque eran poderes, de a conservar sempre, e que me moslra-
porque eram governos, porque ora a auto- ram no futuro essa lerrivel alternativa das
rida'c, e por neiihoma outra rasilo. ; Na duas catastrophes que ha pouco assigoalei,
direita: Vuitobem !) a dictadura da anarcliia 011 a dictadura do
l'erdo-nie a n 1111 le sino, v i'speio que despotismo
Dosme perdoai, porque eslava de boa fe. Urna palavra anda, ao concluir, sobre
Urna vo: da extrema eii/uerda :Me iimtc- nina consideraeflo que fago ha algum toin-
to de COntrlCCflO po. Os nossos adversarios insistem milito
O Sr. de Muitalembert -- Porm issegu- sobre o papel ijne reprsenla a nossa malo-
ro-vos que no me perdoari se me julgas- ra, sobre os 1 husos que fa/emos, diz^m el-
se asssz imprudente para ler contribuido, les, da niaiona. Itecordam-nos, estilo no
de urna maiieira qunlquer, para a castro- seu dreilo, que da vii em que essa maio-
phedequeha poucolalb. Ucm veles, pos, rij podar ser minora, e em qu* a minora
al que ponto devo ser indulgente paia poder vir a ser iiiaioria. I'ois bem Ksti'iio
com aqucllrs dequein fallava, ios quo S dizO-lo, he una evenlualulade que me pa-
n abysmo que s entreabri a meua peal rece muito tossivol, e quo rea minha par-
no dia seguinle ao de ad-; levi-reiro p le i le encaro lodos os diss. Kunca dou um voto
la/er-me coinprehenderat que ponto eu ti*' nesla assembla sm me interrogar a inim
nha-me. transviado da verdade politiza. I mesmo, e perguntar-me se. sendo da mino-
Humares divinos.) I na, volara de oulra maneira oun nilo romo
/ ma voz : He preciso chamar J.uiz Mu'-/ uwiibia da niaoria l'm 00 Jous oradore"
///!.. Aviaron ) Idafia .-,-/1 ii mi a, no is nsr, (Uiliecaino-lo, senhores. fomos todos, em nos de antemSo que nos iio iuiilariam.
graos diversos, culpados para cm essa Ohonrado Sr. I.agrango dizia-nos anda an-
u'.inde Ictdorespeilo, quohea baseda so- te-honlim : Quando Tormos maioiia, n.lo
ciedade, sem a qual nilo podis conceber taremos cunta vos, minora, o que tendea
' ma das tres cousas que professamos feilo con'ra nos. I'ois bom, aero lito perfei-
tameute na palavra do Sr. Lagraugu pelo
que me di/, rnspeitd em particular ; pore.ui
reciioquo o quo elle disse seja demasiado
exacto em reterenria a oulros Nilo farilo
contra nos o que n temos feilo Ah estou
certo disso ; sendo minora ja nos po/era.n
lora da le julgai, pois, do que f.iriam se
l'ussem n\\M\. { Hitadtii prolongadas e at-
teiilimenlo na direita e no centra )
l'orm entro novamenlu nessa eveuluali-
l'ina voz na extrema etquerda : O pri-
moiro capitulo !.... Quantas osperaiiQas pa-
ra o futuro.'
Vollan lo ao s^u lugar, o Sr. de Monla-
lembert recebe numerosas felicitacOes.
Suspendo-so a aesfflo por espa?o de meia
hora.
f iorna do Commereio )
PEft
EI.EITOItES DA FREGUEZIA DA
VAR/.RA.
os sas. votos:
Francisco Xavier Carneiro Lins 205
M.iiio I Francisco de P.Cavalcante de A. 205
Jos Antonio Corroa Comes 20*
Francisco Xavier Corroa Gomes 203
Francisco da Carvalho I', de Andrade 202
Manuel Corroa Comes de Almeida 202
Jos Correia l.eal 202
Francisco de Paula Correia de Araujo 201
Jos Januario do Carvalho Paz de A. 201
Dr. Francisco do Paula Bautista 200
Manuel He/erra Cavlcante de A. 200
Manuel de ('.. Paz de Andrado 200
Thom Cerrcia de Araujo Jnior 109
Manuel Joaqun) Antunes Correia 197
l'edro Cavalcanle de Alhuq-ierque l.ins 191
Coutinhoas melhoresqualidadcs pessoacs,
como o no negaro certsmenle todos a-
quelles qu,como nos, tiveram a ventura
decnmniunlcado deporto.
Nos, pois, nos congratulamos com os Ma-
ranhenses pplo facto de Ihes havee tocado
ISo bom administrador ; e, dizendo a es-
te um saudoso adeos, apctcccmo-lho prs-
pera viagem.
ELECTORES
OS sus
DA KltECEZIA
DE ipojiicv.
VOTOS.
Jos Francisco do P.ego liarros
Jiilo Manool de Itarros Wanierley
l'edro Cavalcanle Wanderlcy
lj>urenco desa Alhuquerque Jnior
Joo do S Alliuqueri|iio
Amonio Juvencio Pires
Francisco de S Albuqucrquo
Cliiistovilo.de llnllauda
Paulina Pires l'ulclo
Filiiqic llenico Cavalcanle
Vigario Jos Mauricio da ConceiQIo
MhiiooI Ignacio de Siqueira
Miguel Tiiletitino Pires Falcflo
Joaqu Pedro do liego Cavalcanle
Sebasliilo Joaquim P,
Manuel Jos de Siqueira
Francisco Manuel de Siqueira
Salvador dos Santos Siqueira
Joo de Barros Rogo
Vicloi iano do S Alhuquerque
Antonio h>nriques deSa Albuqucrquo
Ignacio Jos Voltio Brrelo
Manuel Marques da Costa Soarcs
Hanoc| Gamillo Pires
Jo-e Joaquim dos Santos
515
5(5
513
5tO
540
538
038
535
535
535
535
531
530
526
523
521
520
516
515
512
510
514)
510
510
506
querer defender : nem a religiilo; porque
0 que he n religiiio sem o respeilo ? Nem a
proprirdade: porque o que he a proprieda-
de sem o respeilo ? Nem a familia ; porque
o quo be a Tamilia sem o respeilo? He o
respeilo que nos lorna boas o sociaes
desprezo o a injuria tornam-nos
"u/fu bem'.)
E aroicsccnlo quehe o res eito qu
lo pa bvrea, que nos torna verdadem-i
o
moi
mente dignos, verdadoiramente capazesde. dade, eeucaio-a toda inleira.
praticaredecompreheiider a liberdade. I Fallaram-nos do represalias. Pois bem !
PftiS bem! Esquecmos, senhores, as 'Aceito-as e e>lou corlo de que nenhiim dos
CondicOes mesmo da liberdade; esquec- meus amigos me desmentir, bem que nilo
mos que era urna planta delicada ao mes- Talle aqui senSo em meu proprio nome.
nio lempo que duravel, mas que careca de Sim, se, quando eslivermos em minora,
lempo para crescer e Tortalecer-se, que lizermos contra a coaslituicfio, contra as
exiga queso velasse sobre a sua delicade- lea, contra a orden pubhe* o que teem Te-
za, diria quasi sobre a sua pureza, com lo os homensque tomos combatido e que
profundo e.-ci upulo. queremos comba ter por meio da lei que ho-
Julgamos poOr exp-la impunemente a jse irata do votar ; se fi/ermos isso. con-
todos osbalos, a lodos os caprichos, o lo- '"'o do antemo quo se laca cunta nos o
das as provas da nossa vonla le, da noss, que livcrmos f.-ilo contra elles
phanlasia. Tralamo-la, no receto dze-: Sim, se jamis nossos jornaes prgarom
lo. comoessas arvoics, esses pobres [. a guerra civil, e disserem : Hojea peona
mos que algumus vezes Ibe damos por amantiila a espingarda a, consentimos de
symholo, quo se arrancan) pela ra/, e que anteuio quo essos joruaea sojam suppriuii-
Seilanam ornados de Titas no meio .ie dos. Se viessemos aeala tribuna proclamar
algumasruas; ah lefiibain e aDO-rem no 0 appollo as amias, se, depois disso, dosces-
despiczo e no esquecimento. (Riada de senos a ra, ,e prolestassoinos contra a li-
approtaro na direiln.) I bardado, contra a diguid ule, contra o m m-
dato do nossos concilalos, se i-so
EI.EITOItES DA FRECUEZIA DOS AFO-
GADOS.
Os sas. votos.
Manuel Joaquim do R. o Albuqucrquo 336
Francisco l.uix Maciel Vianna
SemeflO Correia Cavalcanle Macan bira
Manuel Claudio de Queiis
Inflo Anastacio Camello l'essoa
Tlteophilo de Souza Jardnn
A'iacleto Antonio de Moraes
J iflo Jos de Miranda
Jos Lucio l.ins
Antonio Jos de Moraes
Severno Henrique de Castro Pimenlel
l.uiz do Carvalho Paz de Andrade
Antonio Car lo/o de Queiros F. Jnior
Mmoel de llollanda C. de Alhuquerque 308
Francisco Ferreira de Alcnitara Bairus 307
SUI'I'I.E.MES.
J.uiz Jo- Consalves da Luz
Joaquim Joso Bello
Jos Jo iqoi'ii lo S Atina I r.izau
Main I Jos Mauricio de Sena
Jos Pedro de Farias
Francisco das Chagas C. Pessoa
Gervasio de Souza Jardim
Antonio Correia Maia
,\IV' iis i Barbosa d < Albuquerquo M.
Manoel Zaferino de Castro l'iuielitel
Amaro Consalves dos Santos
Jos Consalves dos Santos
Mmioel Bo Irigues Campello
Filippe RotiiguesCampello
Jos do Allemflo Cmara Cisneiro
Francisco Garneiru Machado Itios
Firmnn Thnotoiiio da Cimara s -Thiago 5
Padre Francisco J.) R,-g0 Barros
Jos Joaquim Umbeiiude .Miranda
Maiioel Joaquim do Paraso
Vicente Ferreira da l'az
Jo- Rodrigues do Oliveira Lima
Bernardo DamiGo Franco
Manoel Joaquim dos l'assos
Joaquim Viegas
Vigario Jos Antonio Torres
Joaquim Corris de Araujo
326
326
321
321
320
319
315
312
312
31
310
309
20
20
i!
19
18
17
16
15
14
13
13
II
10
9
9
6
Nilo he essa a liherdade, na minha op-
nflo. A liberdade be, pelo contrario, um
mrvalho de raizes profundas quo cresce
ledamente, nas que, urna vez enraizado,
alnnga >eus ranos, o serve de abrigo, de
coiisolacu, de honra a numerosas gera-
Cfles
Es-ahi osymbolo da verdadeira, da ge-
niiina liberdade, tal qual eu a comprenen-
do, tal qual eu a quera e a teivt,
A liheidade pude nascer de urna rovolu-
e.'io. he islo incontestavel ; mas nilo pode
viver, nilo recejo diz-lo, nflo fde vver
senllucom a condiflo de malar sua mi,
.de matar o espirito revolucionario. ( Appro-
vaco na direita. ) Ho o quo acontecen na
Inglaterra. Ahi n'scou ella de duas revo-
luto, s ; mas o que lem elhi T-ito desde que
existe? Tem-se constantemente apulicado
b matar o espirito de sed ir;o e o espirito do
revulla. Diris que a Inglaterra lie urna
mona cha o urna aristocracia, o que n.1o
tieessa a libeidade que quuqueieis. Res-
ponder-vos-hei quo a repblica Tranceza, a
repblica democrtica que temos, n.lo lera
fodide existir at boje senlo matando lan-
to.qoaiilo delta dependa, ou pelo menos
rombatMido energicamenle, corajoaan.en-
te, erspirilo de revolu^flo; Toi o que ella
fez em junho de 1849 ; Toi o que ella Tez em
jiinlio de 1848; he o que ella Taraainda.
Se nao poder Taz-lo, perecer, nflo hesito
eniiii/c-io; sera substituid por duas dic-
taduras : primeiro pila dictadura daanar-
chia, essa dictadura que todos nsconhe-
einos
me *-
Coniecessea mim pessualniente, osedepois
do ler ooiiinn ludo todos osses crlmes os ox-
piasse por algn* mezes do d> t-neflo p e-
venliVd exigida por esses vagares iauent*-
veis, mas lulelares, da Justica ; se os oxpi-
asse por alguusaunus do pnsflo termina-
dos, comoaempre Tram no lempo da mo-
narclua, e como pens que aerfio durante a
lepuhlica, por urna gonerosa amiiislia ; se
oseX|iasse por tal preco, resignar-mc-h'a,
consular-uie-iiia, o pardo-vo-lo desdeja.
( lliluridudu universal. )
l'or n o quo eu me nflo perdona, o que
eu me exprobrana a mim o a todo o meu
pai lido, seria o no aproveitarmos o lempo
em que estamos em maiuria, o socego em
que lemles a hu o dade de deixar-uos, para
Ta/er roas leis, para consolidar a aulonda-
de, para fortificar o poder, para salvar esta
sociedade diariamente ameacada, diaria-
mente minada, diariamente abalada, al
quo poralguma espantosa oxploso nos de-
vore lodos as suas tuinas; oque eu mo
nao perdoana seria o nflo ler aproveilado a
liberdade de-sla tribuna que nos, em inao-
na, temos man i io, para vos di/er a verda-
de looa inleira, a vos, minora do paiz, por-
que elle lem sdilo da verdade, esse pobre
os ODTano de lst.
Parti boje*naca oMaranhAo a barilo do
vapor l'truimbncana o Exm. Sr. Honorio Pa-
rtir ile Azeredo Coulinlio. a quem. com
ja dissemns, o goveruo de Sua Ma^es'a le o
Imperador houve por bem conliar a presi-
dencia Uaquidla provincia.
S. Exc., a cumpa nhado do Exm. Sr. enn-
concelhero do estado Honorio Hermlo
Garneiru Leo, bem como do varios a*ini-
goi. e levandoapossi um piquete de cval-
lara, embarcou pelas quatro horas datar.
de no caes du Cullegio. onde eslava forma-
do um h ilalh.n de liuha quo lli fez as con-
tinencias do estylo ; e, na occasiilo em que
birgou do pono o vapor que o conduz,
a foitaleza doRrum e as embarracOos da
armada, aqu estaciunadas, deram ascom-
petentcs salvas.
Prudente a toda a prova, com a longa pr-
tica de a Iministracilo que adquiri Jurad-
le os quin/e anus que servio na secretaria
da provincia de Minas, dentro os quaes dez
TA-am gastos no exercicio do lugar de ofli-
cal-maior que o levou porvaiias vezes
cadeira de secretario pelos impedimentos
do Exn. Sr. Hcrculauo Ferreira Perma, o
Exm Sr. Honorio Peroira de Azeredo Con*
t'iiiio esta as circumslancias do desempe-
nhar satisfactoria e cabalmente a dillicl la-
refa do que o iucumhio o goveruo Imperta.,
que, ao escolh-lo para presidir o Maranlifl
cojos negocios internos se cu mi quasi tilo
complicados como os nossos, leve corla-
monto em vistas esses precedentes quo ahi
deixaniosapontados, e bem assim as pro-
Depnis das ocrurrencias da frcgueiia de San-
Frel-Pedro Giinfalves. de que demos cenia ans
leil.rcf ein o Diario n. 242, pareca que o pi-
nto se tlnham all acalmado; e que os ho-
mens que se dliein sectarioi fela do partido da
ordem, nao dcsnicnliiido assuas palavras, ae
comportaran) devidamenle; e, sacrlHcando
cama publica nlfiTSSCimcjqiiinhojepessoacs,
se iiibjcilai ion ao verdadeiro resultada da
clrlyo, qoaeiquer que fssem as Individuali-
dades a que elle houvete de aprnveilar.
Entretanto, nao luccedru assim : certo
einissai-io de um grupo de caprichosos e phre-
nellcos Invadi a igreja inalriz; e, encarre-
gado dejngar a ultima carta para inutilisar
a eleifiio, porque suppunlia ese grupo
que, terminada ella, no leriain cleilores taei
e tars individuos, atirou sobre a mesa tima
avulla la parean de cdula--, quando se trata-
va da apuraran das recebida, as quacs ah es-
lavaiu ; e, cunfUndindo rslascum aquellas, lo
grou o seu eiincn.mo intento, pori|iie a mesa
parnchial, deileixando-se do cumprimento de
seus devere, e dando mnslras de toda a con-
nivencia com os turbulentos, uo einmassara
as Ilutas recnlliiil.is, ionio era de sua rigorosa
obrigaciio.
Ksie altentado Toi mine'latamente traiido
ao conlieciuienlo do Exm. Sr. presidente da
provincia ; e sua Exc. dignou-se de providen-
ciara respeilo pela parlara e ollieio que abai-
xo transcreveuios :
0 presidente da provincii, scionliRcado
p-'lo ollieio que em data de boje Ihe dirigi
o juiz de paz da freguezia d S.-Fre-Pe-
dro-GoncalveS desta cdade, Francisco Ma
mede de Almeida, e tres membros da mesa
parochial da dita Trcguezia, a saber o pa-
dre llatdiael Antonio Coelhn, Joaquim Al-
ves da Silva e Jos F'a'ncisro Marinho, que,
eslando a mesa da dita Treguozia na apura-
dlo das lisias, Tora atiraJa sobre a mesa
urna porcn de listas que se cnnTundiram
com as-queseachavam apurando, e que por
isso suspender a mesa os seus trabadlos,
aguardando decisiluda presidencia, e.nten-
dendo a mesa que nilo era pessivcl conti-
nuar na mesina apuiauo, lem resolvido
m iltar, nos termos do artigo 126 1.' n. 5
da b-i de 19 do agosto do 1846, a ni's i pa-
rochial composta do reTerido juiz de paz,
o dos tres membros cima designados,,na
quantia de 400,000 rs., tocando|cem mil res
a cada um ; visto tornar-so evidente a con-
nivencia da mesa com aquellos que, lau-
cando novas listas sobre a mesa, inutilisa-
rain a el.-irao, sendo certo quo, so a mesa
tivesse emmassado as listas na forma deter-
minada no artigo 50 da referida lei, a confil-
silo das listas legitimas nflo poderla dar-se
comas que depoisTdram laucadas no acto da
apuradlo, sem a connivencia e o proposito
le inutilisar a mesma cleicflo ; o porquantu
alm disso, sen juiz do paz tivesse obser-
vado o artigo 47 di lei o dado as providen-
cias necessarias para vigiar sobre os que
crculavam a mesa com ms intences, nflo
leria lugar o alientado reTerido pela mesa,
tenbo igualmente resolv lo multar ao re-
ferido juiz de paz na uuanlia de 300,000 rs.
alm da oulra multa, nos termos do n. 4
do 1 do referido artijo 126, pela trans-
gicssflo e inobservancia do citado artigo
?7 ; r ordeno S cmara municipal da cluadn
do liecii'i! que Tar;a proceder cobranza
das referidas mullas na forma da lei.
Palacio do goveruo de Pernambuoo, em
30 de oiituhro do 1849. Honorio Hermlo
Carneiro fado.
I'.u es osla ao oflicio que em dala de ho
jo n I.,i dirigido por Vmc e por tres mem-
bros da mesa parpcllii I da freguezia doS.-
Frei-Ped o Consalves Ihe envo por copia
a portara que nesta.data tenbo dirigido
cmara miiuicipil .desta cidade, multando
a Vmc. o aos membros da mosa assiguados
em o dito ollieio tas quaulias o pelos mo
ti vos declarados na mesma portHa ; o que
Vmc. commuuicar aos membrosda mesa,
declaiando-lhos outro sim que, visto nflo
ser possivel cmitinuar na apuraeo por cs-
tarem confundidas as listas entregues pe-
los votantes com as quo Tram laucadas
de;.os sobre a mesa em aelo de apu>agflo,
leve a mesa lavrar acta em que c-ulsigne o
altentado surcedilo, e a impossibilijida
de separar as listas verdadeiras das Tasas ;
c, consi ierando iis-ini sem elleiclo a elei-
51o a que se procedeu, marque Vmc. o se-
gundo domingo de novernlxo para proce-
der-scnovavuticflo.chamandodevidamen
te os votantes, o devendo as actas do ambas
as elcicflos ser presentes aocollegio elei-
loral para julgar sobre sua validado.
heos guarde a Vmc. Palacio do govorqo
do Purnamhiico, 30 de outubrode 1819.
Honorio Hermlo .Carneiro Ledo. Sr.
juiz de paz da freguezia de S.-Frei-Pe-
dro-Goucalves, Francisco Maruode do Al-
moiia.i
Concluindo, diiemos que o emssario a]
quo cima nos referimos chama-so Kilip e
Aory ; e que, havendo sido piosoom fla-
granio ordem do Sr. delega lo do primei-
ro disiriclo do lermo do Itecife, acha-se ro-
colhido cadeia desta cidade, onde, sen lo
interrogado pilo mesmo Sr. delegado, fez
vanas declaraces que estilo reduzidas a
termo, quo tolas rcvelain a connivencia
da mesa parociiwl na revollanlo acto
lica relalado.
da a popa, sem quo esteja queimsda, ,.
que osles indicios nilo pai'ecem ser da a-
nuoiros, ou do cacos com fogo que estos
costumam trazer em suas viagons. ecla-
raram mais que no referido lugar d P0p,
exi-to um pedazo do tahoa nova o funjo
o qual Toi posto por concert que leve lu-
gar em consequencia da podridlo do ou-
tro pedaQO que exista. Que dita candi
se cha virada para ser concertada, De-
clararan) (linimento, quo o damno causal
na canoa nenhum valor meiece, o que a
dita canda so ada queimada por Tora no
fnnin.para ser calafetada. Declarou o pe.
rito Pinto que o tostado quo existe na p,.
pa da canda da parto dentro, talwi qnB
i'sse proveniente de ser a mesma qufimi-
d por Tora para o calaTelo, se porven'ui
TOra ella queimada antes de so Ihe ter pns.
loa latioa nova ; e pelo outro perito 11.
noel Pn declarado quo o tostado d* parte de dentro
da popa da canoa no pode ser provetiirnie
d queimadura que se lizera na mesm, pe.
la parle de Tora para ser calafetada, yj|0
quequalquercanda tendo aluum furo ou
huraco, he esse primeiramente Conmudo
para depois ella ser queimada, e quea ra-
nda vistorada, nSo ten lo furo ou buraco,
Toi queimada antea do concert, k Dada
mais havendo a declarar, houve o Dr jui
municipal a vistura por linda, do que diu
T; e inandou Tazar o presente termo, no
qualassigna com os peritos e'-a* pailei.
Eu, Francisco Ignacio de Atbayde, esCMie
as>ignei.--Em T de verdade.Oeserivio
Francisco Ignacio do Athsyde,.-Neivi, Jo,.
quim de Souza Piulo. Manoel Pinto doi
Santos, Manoel de Almeida Lopes, Joaquia
Lobato Ferreira.
t) rdSpeilavel publico ser inTortuadoilt
ludo logo que se ultimaren) as queitki
que es-idem em juizo, e etttfiu conlieceu
quem lid Joaquim Lobato Ferreira : se boa
pai, bom sogroe.....
Manoel de Almeida Lopn,
COMMERCIO.
ALFA.NDEGA.
Rendimento do dia 30.....7:099,751
I.MI'OIITACO.
Emma, b/igue inglcz, viudo da Terra-
Nova, ejf Crabtrce & Couipanhia, maniTestou o s-
guinto :
2.500 barricas com bacalho; aos consig
notarios.
CONSULADO CKItAL.
Rendimento do dia 30..... 917,
Diversas provincias
146,051
1:083,9
CONSULADO
Rendimento do dia
PROVINCIAL.
30.....1
!|
que
Pu.bl>sa$au a pedid

paiz ; lem s ;o da verdade ao mesuiu lempo, vas do energa, amor juslica e doJiccflu
que de autunda Je e de verdadeira liberda-. a causa da ordem o da mouarchia que S
ue : boa vos que compelo garanlir-llies es- Ksc ha exhibido ao correr da sua 'vi Ja pu-
sesbenelicios supremos por meio de Iris tu- blica. pou> ocoiibecida aqui, poiin devida-
lelares das qua s eeSa que ides votar ha o mente apreciada nosul dounporio.ondeseu
r. o ciXn ?.Ue. C0"!l9" t""'""-''!0 capitulo. (Numerosossigmies de ap- uomo naJu he novo nos ant.as da publica
, cujo cdigo ]a eta prociajnado.lpwMpdo.) J A tudo islo reno o Exm, Sr. Aseredo
Auto de vistoria em urna canda.Anno do
nascimento de Nosso Senlmr Jasu-Chrislo de
1849 aos 5 (las do mez de ootubro lo mes-
mo anno, sendo nesla cidade do Itecife, na
praia pelos fundosda ra da Senzalla-Velha,
aonde foi vtndo o Dr. juiz municipal da se-
gn la vara Manool Jos da Silva iNeiva
conmigo-esciivfl.j.io jnizoeos peritos Ho-
rneados Joaquim do Souza Pinto e Mi noel
Pinto os Santos, para effeto de so proce-
der a exame na canda, conformo foi re-
querido por Manoel do Almeida Lopes em
sua peticflo retro, o dito juiz, tendo de-
defendo o juramento Uos santos evange-
lios aos ditos pantos, encarregou-lUes que
debaixo do mesmo visloriasso.n a cauda
na rrnia do requoii lo, declaran lo imuar-
ctalinenle o que nella enconlrassem; e, ro-
cebido por elles o juramento, assim pro
metteram documprir, odepois de azerom
os exames o pesquisas que julg-itam ne-
cessarias, declararan-i que na popa da ca-
uda pola parte do deulio esisteiu indicios
de ler havido fogo, e isto na largura d lo-
rfovimenio. do Porto.
Navio entrado no dia 30.
Babia 13 lias, caico bespinbol Etpem-
fa.de \i toneladas, capillo Joilo fzaj
eqtiipsgem 17, carga cmirm ; n Croco>
Companhin. Sezue para Gihraltar,
Navios sahidos na mesmo dia.
nujtoo calera americana Georqe-HaH
eapililo Dean Siars, carga a mesma qu
troute.
Em commissflo Corveta de guerra bras
leira Euttrps. commandantu o capitilij
lenle Joilo Custodio d'llon 'an.
Aracaty Escuna brasilcira JbTaria-FiiniN]
na, capitilo Joilo Peroira da Roza, car
fazeililas, l.limad i e mais gneros. I'ad
sageiros, Goraldo Correia Lima, Anlonil
por lieos da Cosa Lima, Antonio Cu<>r|
gol do Am un, Jos Libralo Barros, Rai-
mundo Aniones de Oliveira, Manoel Jai
Pereira Pacheco. Silvestre Ferreira do
Sanios, Antonio Ferreira dos Santos d
minha, Joaquim Jos de Sant'Anna Mili
Fonte', Francisco de Assis Grri lo, lvief-1
nio Amaneio da Paxflo o Silva, Filela!
Carvalho ile Samnaio, Jos Ma' i ni a 1.1 [
Cosli, Joaquim Jos dos Santos. Hms;-
lei tos.
Pintos do no'te Vapor brasilero Pemnm-
biu-iinu. ciiiiimindme o primeiro tencl'i
! J in Milil'io II mrii|i|.i. Al'n dos lias-
sageiros qua Irouxe dos portos do sulpi-
ra os do norte lev i a seu bordo : para ; I
Parahibi, Francisco Joaquim do Castml
Alunes com sua senhora, urna cunliads I j
lilhos monores, 5 oscravas e 2 pseravm,!
Manuel It.iliha/.ar do (Hivera Ha-tos J-
nior, Jimt]uini dos Anjos Soares e I ile-
sortor i para o Ceari, Francisco do Psulal
do Souza Leflo com I escravo e esoviJ
Antonio Firmo Figuoira Siboi ; par oj
Uaranbflo, o Exm. presidento daquellil
provincia com sua senhora e 3 esen-
vos, Antonio Brito do Souza raiozn.l
llogolino Ayres de Freitas Alhuquw*
que; para o Para, Jos de Araujo 11''?" I
Daino com 1 oscravo, Marcos Ant""io
Rodrigues de Souza e o olferes do quarlu |
balalliflo do caladores Jos Podro zaga.
- .....,
I>eiiri:a,f>.
--Oarsenal de guerra precisa comprar |
azeito do carrapalo e do coco, velas de car-
nauba, lio de Igadflo e pavios : quem o
mesmos gneros quizer Turiieeer, coinpi-
tecernasala da directora do dito ae-1
nal, no dia 2de novembro prximo vnloi" |
ro, trazendo sua proposta com seus lti-
mos presos em cari fchala.
avaos martimos.
Para o Havre she, com a mslor bre-
vidade possivel, a barca franceza Z>llaica"
pililo l.emettz : quem quizer carregar, ou
r do passagem, para o que tem excelente -
iommodos, dirja-sf aos seus consig11*" 'I
CSdi''
ros, J. P. A dou i- & G. na ra da
i 52.
- Para a Baha o patacho S.-Cruz sg'.,
em pouros das : anda recebo carga e P-
sageiros, para o que trata-se o ladu do t,or
po-Saiito, loja de macames, n. 25. ;
- Para a Babia sahe. o liiate flor-de-'.
rurfpe, do primera marcha: para ca>g'
passageiros, trata-se \v> ra do vi" i
n. 5.
Para Angola e oulros p<*-


s
-
-
tos da Costa-d'Africa prctct.de sa-
bir, nodia 3 cid novembro iropre-
terivelmente, o briguc francez Fa-
ber: anda recebe alguma carga e
nassageiros, para o que tem ex-
cedentes commodos: os preten-
derles dirijam-se aos consignata-
rios doinesmo, B. Lasserre & C,
na da Senzalla-Velha, u. 138
ni ra da Cadeia-Velha,
fjeilao.
.- o correlor Oliveira fara leilo, por or-
dpm ilo capililo Eiwarri Wild e por enta
e risco de quem pertenrer, de 1S1 barricas
de fin i ha il<> >riso em um ou mais loles i
volitado dos licilanlPS, par occorrer aos
gastos da escuna inglnz Fanella, arribana
a este porto : qoarta-fcira, 31 do corrcnte,
s II horas i'a manhfla em ponto, no anna-
jem di Araujo, berco do' Concalves.
jbm^,
Avisos diversos.
O Sr. Ezequiel de Souza Cavalrante,
mestre de langa, qucira dirigirse livra-
ria, ns. 8 e 8, da praga da Independencia.
A mesa regedora d* irmandade do Se-
nhor Rom Jesus das Dores instituida na
Jgreja de S. Congalo avisa de novo a todoe
os iranios para que se reunam em mesa ge-
r*l, pelas 9 notas do dia quinla-feira, pri-
meiro de novembro, allm de elcg'r-se a no-
va mesa regedora, e que por circumstau-
i'iasnrcorriilas deixou de haver vleicfto no
dia 8 como se havia annunriado.
John Sent declara que Joio Regau olio
rod fwer venda, ou por qualquer forma
dspr dos gneros que tem no armazem do
trapiche novo, n. 28, o mais os movis dis-
ientes nn primeiro andar da casa em que
est o dito armazem ; por isso que est lu-
do liypolliecado ao annuncianto com a con-
dicilo de nin poder o hypolhocante vender,
ou alienarseo expresso cons mmenlo do
"annuncianto.
llnji", 31 do correnle, pelas 4 horas e
inri.i na tarde, porta do Sr. doutor juiz da
segunda varaiiocivel.se ha de arrematar,
por ser a ultima prca, parle de um si-
tio na l'assagem-da-Slagdalena, peuhiirado
a Jos Paulino de Almeida, por execugSo de
Miguel Maitins Costa Itiheiro
Itoga-seao Sur. padre Jos Emigdio
Jorge iie Lima que porsua honda I.; queira
mandar remira sua lettra que ten em urna
venda na ri lade de (Huna.
-- Aluga-se urna casa no sitio do Cordei-
ro, a margem do rio Capiba be, com com-
ino los para grande familia, cozinha fra,
I eslriharia, cucheira e quarto para criado ;
| una dita milis pi'quena, tsmbem com bons
commodos paia familia estribara : a tra-
tar no nateo do Carino, n. 1", com Gabriel
Antonio.

[ o
m
M
da, a
DEPOSITO GEHAL
do superior rap areia-prttn !
ajabrca de Gaais Pal- fe
l/iet&c Coipanliia, na Ba~ Jk
liia. %
Domingos Alvcsilaihcus, agente da 9
I', luir do tap superior arcia prcta 4
e iiu-iu grosso da baha, tem aberio o {
seu deposito na ra Cruz, no Itccife |
n. 52, pnuieiro andar, mdese achara 4
sempre desie excellenlee mais acre- 1.4
dilado rap que al o presente se leui 4
fabricado no Brasil: vemle-se em lio- 4
le- de nina e meia libra, por prego .*
>.. mais commodo do que em oulra quul- i
# quer parte.
Um rapaz biasijero so offereco para
i caixeiro de engenho, ou oulra qualquer oc-
cupago, para oque daia (ador a sua roii-
iliiela : quem de su prest jino se quizer
utilizar, diija-so ra do l'adic-Fluran-
[ no, 11. 2.
Alo'pa-sc urna das melhor. s casas no
I Caxang,, quo lica to p da punte, 11 qual
leu. unas grandes salas, corredor lava lo, 8
quartos, cozinha lora, I anlin no fundo do
, i|nuil .1 : a tratar na 1 u d Hurlas. 11.
Aluga-se tuna preta que seja fiel o di
j ligenle. e que cozinhe, c nnpre e fnca todos
I treila do Itozario. n 20, segundo andar.
~ llojc, as 4 horas da tarde, na ra das
I Cruzes, na Braca do juizo do civel da se-
[gunda vara, se ha de arrematar urna vacca
fe um garrote avahados por 40,000 rs. por
J exi'cucaii do coronel ilanoel Cavalcaule de
[Albuquerque Mello co'iilra J.roiiiino Mari/.
D-se 1:300,0(0 rs. a premio de 2 por
I cento ao mez sobro hypolheca em predios
lmese, deseinba r, rudos nesta praga : nn
ra Nova, n. 14, sognndo andar, se dir
[ quem da.
--abaixoasignado faz scicnle ao ros-
[ peitavel publico que desde o dia 29 do cor-
rate iieixoii de ser caixeiro do Sr. Sebas-
tian Jos da Si Ua, e ao n esmo teaipo a pro-
veita a oec, silo para agradecer o boin tra-
tamiento que do mesino Sr. recebeu, durau-
| >e a lempo em que 1 si. ve em aun casa.
Lu: Antonio ouia Hibliro.
No At" I se de un.a ama secca para o servigo de una
I casa de pouca familia.
Precisa-sealugar um moleq e que co-
zinhe o iario de urna rasa : na ra do Quei-
mado, u. 6.
-- Alu^a-se um escravo mestre cozinhei-
10 de f.iiuo e fugo, proprio para urna hos-
pedara, por ja er servido ; he pardo e bo-
lieiro ; li ini;t->e a conducta : tamhem se
aluga una pri'laama de casa, acoslumada
a aVur lodo nseivieo pois lava, cozinha,
enjpmnia 1 eifeiUmeule, e he ptima pir
lialfuienlo de meninos : quem os preleu-
d.-r, diiija-sea ra dotollegio, 11. 12, se-
gundo andar.
No Ai ierro da-lioa-Vi(,ta, fahiiea de
charutos, 11. 5, precisa-se de olciacs charu-
teiros.
Aluga-se o primeiro andar da casada
rf un iia (ladea do llecifo, n. 40, ptimo pa-
f esCriplorio, com muitos commodos, e
que he inuio fresco : a tratar no segundo
andar do mesino sobiado.
i'rerisa-se de uina preta cap-
Uva para ama de um hoincni sol-
te i ro .
n. 17*
Sexta-feirs, 26 do corrente, enlrega-
ram-se a um preto no caes da Alfandcga 10
barricas com hncalho da marca PS; e, co-
mo 0 mesmo preto extraviasse urna barri-
ca, roga-so a quem Ihe fr offerecida, do
prender o dito preto 011 se alguem a rece-
lieu por engao, sondo que a qupira res-
tituir, djrija-se ra do Livrameut", n. 32.
Aluga-se, para se passir a festa, ou
mnsmo anuuamente, urna casa omito arn-
jada, propria para urna familia, em a po-
voacilodo Beberibe, no melhor lugar pos-
ive|: a tratar na mesma povoacHo, venda
do Sr. Theodoro.
Alugam-se prelos a 640 rs. por
secea para servrntes de iedrei'0, no ca0s
do Passeio-Puldico om S.-Amaro, nosRBt-
niento da ra da Aurora : a fallar na mes-
ma obra, ou em casa do arrematante An-
tonio Jos Comes do Correio.
**??***(??'?*
te ^1
i. O ronsiiilfrriu homoiopalico esl .>
> auerlo todoa os dias desde s9 horas -a)
5 da manhfla al s 3 da tarde. No mes- 4
#>} mo consultorio recehetn-se doentes ^
# para se tratar homooopaiicameiile a il
# 2,000 rs. por dia, ex 3.000 rs. que- 4
1S rendo um quaito particular : na na 9
Ip da Cadeia do Santo-Antonio, n.22. A
i
Ai i en la->e, para se passar a festa, ou
annualmcnte, ou mismo vende-sc por pre-
Co commodo, urna grande casa e sitio, no
lugar do Monteiro, a margem do rio, tendo
a casa 6 salas, 8 quartos, 2 cozinhas, glan-
de quintal murado, ha i XI para capim, es-
tribara, casa p:.ia prelns, etc. : a tratar na
ra da Cadeia de S -Antonio, sobrado da
esquina do becco do Ouvidor, primeiro
andar.
-- Na ra estreita do Rozaro, casa ter-
rea defi unte do sobrado n 30, lava-sc, en-
gomma-se e faz-sn comida para fra : todo
com a maior perfec,3o o asseio por prego
commodo.
Urna pes-oi bastante habilitada em es-
criptu'agflQ mercantil por partidas dobra-
das esingelas se offerece para a fazer em
alguma casa de negocio nos domingos e
dias santos, mediante um mdico estipen-
dio : quem de seu preslinio se quizer uti-
lisar, dirija-sea Fra-de-Portas, n. 30, ou
a ra do l.ivrament, n. :it, primeiro andar,
que so dir quem pretende.
Prerisi-se alugarunia ama que tenha
bastante leite para criar urna menina do se-
te mez es, a qual tenha boa conducta : na
ruada Cadeia do Recife, loja da fazendas,
n. 56.
jjfe' Chapas de sol
Rt a do Passfio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
e completo sortimeuto de chapeos de sol,
tanto de seda como de paniiinho ; ditos
muito ricos de gros de Naplus adamasca-
dos, com ticas Tranjas e da ultima moda de
Paris, para senhora, os quaes vendem-se
em i" iifi" e a retalho, pelo prego mais di-
minuto possivel. Na mesma fabrica ha igual
sorlimento desedase paniiinhos para ro-
brireni-se armigOns servillas, conccrla-sn
qualquer chapeo de astea de ferro ou u'c
i... |.-i n e i (mili.-ni umbetlas com toda a bre-
vidade e prego commodo
Manuel Jnaquim da Costa Maia retira-
so para a Europa a tratar de sua snde, e
I ede a quem se jul^ar seucredor ile a pre-
sentar sua cunta para ser inmediatamente
paga.
Manoclda Silva Fcrreira ietra-se para
a Europa.
~ Precisa-se de um homem para feilor de
um sitio, que trahaIhe, e enteuda de des-
leilar va ceas : ua ra da Aurora, n. 44.
Fu rio.
Do terceiro andar do sobrado da ra da
Praia-de-S.-ltita, furtaram, no dia 22 do
crrente, una casaca nova de panno preto,
urna camisa, dous liotOes de ouro com pe-
dra o esmalte, um lenco cor de caf com
lis!ras encamadas para pescoeo, una gia-
v.ita de seiim preto com franja efir de rosa :
qualquer pessna que os ditos objeclos (les
cobnr e o roobador receher de gralifica-
(fld o valor dolas, na fabrica de licores d
na D.rcila, u. 17.
Bxas. |
Na praya la Indpen-
| delicia, o. 10, |
a ao voltar para a ra das Cruzes, alu- ,v
? cam-se e vendem-se bxas de Mam- -
'%
gam-se e
burgo : tamhem vflo-sc applicar pa- -.
ra commodidaJe dos freguezes ; ti- Y.
ram-so denles, sangra-se e appli- g
cam-se venlo.as: ludo por prego W
commodo. '
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a maro pequea, e porto de
embarque e desembarque : na ra da Sen-
zalla, n. 42 a tratar com S. J. Johnston &
Campanilla.
l'recisa-se de urna pretn
boa vendedeira de doce: na mu
do Trapiche, n. 44
Perante o doutor juiz de orphflos, na
ca>a desua resideucii, na ra da Aurora,
se ha de arrematar em praga publica a par-
to de uina casa terrea, sita na ra do Pilar,
em Fra-de-l'o'tas, a vallada em 1:770,587
rs. cuja casa foi avallada em 3000,000 de
rs., pertencenle ao casal do linado Fran-
cisco das Chagas a qual vai a praga a re-
uueriinentii do inventrante e testamen-
leiro, o lenle coronel Antonio (ornes
l.eal. nos dias 29 de oulubro e 5 e 8 de no-
vembro prximo futuro os prelendentes
Ipverflo comparecer na ultima piuca do dia
8 de novembro.
J, come Gerardo Mara l.umarhi de Mel-
lo uilo poden.lo disecdir-se | essoalmente
.lo' todas aquellas pessoas que o honram
com sua amisade, faz pelo presente as suas
despedidas, e llies offerec* o seu limitado
presumo ua rrtedo imperio, aonde o leva
seu destino.
-- preria-sede urna ama para casa de
ouca lamilla, a qual saiha cuzinhar e com-
prar : na ra da Cedeia-Vi lha, n. 41, pri-
meiro andar,
Precisa-so de una prnia eserava para
0 servigo de mnii casa da pones familia :
no Alerro-da-Boi-Vista, luja u, 1.
10,000 rs. Desappareceu, no dia 24 do correnle, do
sillo do Sr. Kenworlhy, em S.-Jos do Man-
guinho, um cacbo mezes de idade, do cor castanho-elara ; he
cagador de ratos ; lem asorelhas corladas ;
responde ao chamado do luik : qum delle
mu leu-e quizer entrega-lo em dito silo,
ou na ra da Cruz, no Itccife, n. 2, recebe-
ra a gratificaga'n cima.
Deseja-se saber onde resi-
dem os Srs. Joaquim de Figiiei-
redo Lima c Joan Evangelista Es-
toves A Ivs, ou mesmo quem se ja
seus procuradores nesta cidade un
fra del la, para se tratar de nego-
cios rpie Ibes ilizem respeitp; quem
soiiber anntmcie por esta folba pa-
ra ser procurado.
~ O Sr. A. J. I,, queira fazer o favor de
vir pagar a quantia de 15,840 rs. a Itosen-
du da Silva Cunha | do contrario, tora de
ver seu nome por extenso nesta folha.
q a
!*( Na ruada Cadeia do Recife, loj do ;-
..(: cambio da viuva Vieira & Filhos, |}
g venderam-se da 20 loterii a benefi-
u co do monte po as numorosseguin- fi
1 tes: -
2.727
4.78V
3.672
4,851
2,255
5.861
2,818
5,547
20,45
283
4,809
3.0U3
1.981
10:000.000
200 000
200,009
100.01
100.no
lon.oo''
100.00'
40.00
40.000
40,009
40,000
40,000
40,000
Peranto o doutor juiz de orphSoa e au-
sentes vai a praga para ser arrematado em
hasta publica o brigue Auitral, pertencen
teaheranga do finado Jos Franoiaoo Col-
lares: os prelendentes compaivgam as 4
horas da larde, na pnrla da casa do mesmo
doutor juiz de orphilos, na la da Aurora.
--Quem precisar do uina alfil de leite,
di rija-so a roa do Foi le, n. 5, que achara
com quem tratar.
"Precisi-se de pretas para vendererr
azeile de carrapato, pagando-se-lhes a ven-
pagm de pataca por caada i lambom se
vende a relalhoa sete patacas: na ra da
Alegra, n. 13.


Compras.
-- Co.npra-se um soph e duas cadeiras
de balaogo : ludo de pao d'oleo, e j usado
quem livor imiinneie.
Com ra-se lijnlu e cal pura o enes i
poni da ra da Aurora ; lem como se alu
Kam canoas |lr condurigio uear-ia ; tani-
bem so empleitam porgoVs do a ten o e ca-
calinas do areia : a i|iiem laes negocios
convier, proeuro o lenente-ciron"! Manoel
Joaquim do llego Albuquerque, nos Afoga-
dos, o no Recife, ao aferidor Ailono Con-
galves de Moraes.
Com ram-so 20 a 25 vasos para jarrita;
bem como alguna carros de mili, e mergo
lluis de parreira : na ra do Crespo, n. 9
Cenipra-se uina rrela ou preto de 40:
60 aniuis, que Sfja robusta e eutenda algu-
ma cuusa de eozinha : airas da matriz di
Boa-Vista, sob'ado n. 24.
Compra-s inn> burra de ferro em borp
uso e quo nao seja muito grande: quema
liver annuiicie.
Coniipram-se paras, Inls verdadejroi t
porcos do mallo: ua ruado Colegio, n. 8,
primeiro andar, das 10 huras da mai.haa as
3 da tarde.
Compra-se urna mulaliiiha ou negri-
nha de 8 a 10 anuos, que seja sadla o de
bonita Altura : na roa do Queima lo, n. 0
Vendas.
Lotera do Ilio-dc-.Fa-
neiro
Aos 20:000,000 de
re
Na praga da Independencia, n. 4, vendem-
se bilhetes, meios, quartos, olavos e vig-
simos da 7.* lotera a bem (icio do lliea-
tro de S -Pedro-de-Alcantara e um resto
ila meios bilhetes, quartos e oitavos da II.*
lotera do thealrode Nclheroy. Na mesm
loja mostram-so as listas das loteras pas
sadas.
Aos 20000,000 le res.
Vendem-se bilhetes a 20,000 rs e meios
dilosa 10,000 rs. da 11.* lotera a benefi-
cio do Ihcatro da imperial cidade do Nic-
theroy. da qual no primeiro vapor vein a
a lista : n ra da Cadeia do Recie, loj
de cambio de Tiburcio Autuius de Olivei-
ra, n 38. .
Vendc-se, para fora da provincia, o
para alguin engenho distanta riesli praga,
urna eserava crioula, de 20 annos, que 00-
zinba, engomma, lava, cose e nao tem vi
cica: na ra Augusta, n.50.
fio Atenoda-Boa-Visla, n. 70, ven-
dem-se bal s de folha de I-landres de to-
dos os tamanlios, euvornizados e por envei-
nizar, bacias para rosto, ditas para banho
e toda a qualidade de obra de folha, poi
prego mais commodo do que em oulra qual-
quer paite.
Vcnde-se urna bonita eserava do n
annoa, que cozinha, lava de sabllo e de var
relia e engoiiuiia com |io'rfegilo ; he muiln
sadiaenflo tem dtfeitos : na ra Imperial,
n. 39.
Vende-seo burlar do Passeio, com to
dos os pertencos, o qual he bem atrege
zimo, principalmente quando chega gelo
a tratar no mesmo hilliar, ou na ra estrel-
la do Rozaro, n 20, segundo andar.
Vende-se um fules do folc-ir formiga<
por5,000 rs : n roa do Passcio, loja n. 17
Vendem se 20 libras de peiiu is le em .
luvas de pellica para senhora : na ru i di
Rozario, n. 86, loja do miudezaj.
Vende-se um bonito enalto melad-i,
liomandadordebaixa malo: ni ra do
l.li ellllll.li-, II. 10
Vende-se a (ahorna da rus do Alecrn),
com poneos fundos ; ou adiiiiie-se paia a
mesma um caixeiro que d> conliecimento
desua conducta, dando-W-lbo boa 'le-
adora tratar defroulo d.i matriz da lloa-
\ isla, tal-ci na n. 88.
Para as senhoras de bom
gosto.
Vendem-so os mais ricos manitate*, e
rapolinhos para senhora, do rh.nnalotn liso
o lavrado.de gorgurSo, de grs do ap-
les edes..rja, tanto preto coiho de coros:
na ra do Qoeimado, n. 17.
Vende-so peixesecco inulto freseal o de
superior qualid ule, violo ulliinaiuenlo de
Mossamcles : na ra da Mu la, n. II, pri-
meiro andar.
Vende-se um bom preto canoeiro, dos-
lilalor, tijoleiro,-e que entend} alguma
Cousa de cozinha ; lio muito si lio, mogo e
de bonita figura, por prego multo commo-
do : minia da Cadeia do Recite, loja de
cagalo, de urna poita larga, n. 9.
Vende-seurna eserava cabra, de30an-
nns, que cozinha bem, o bu muito boa Ih-
vadeira de sibio evarrelli, o muito dili-
gente para vender qualquer vnda ; nao lem
vicios: o motivo p .r que se ven le so dir
ao comprador : na roa da Cadeia, no se-
gundo andar do sobrado da esquina do
becco do Ouvidor.
Veiile-si! cal virgem do i.isbi'ia em har-
ris pequeos, vinho do l'orto superior eta
harria dn quar'u o quinto, e meias-pipas
Com dito, farinha de ingo ita to las as qua-
lidades e em meias barrica* : tu lo por pre-
go mais commodo do quo em outra qual-
quer parle : na roa do Vigario, armasen de
Francisco Alves da Cunln, n II.
Bom e barato.
Quem quer, quem quer azeile de carra-
pato liquido, a ato" rs. a garrafa ; aasucar
refinado muit) alvo, a 100 rs a libra ; dito
braneo alvo e novo, a 90 rs. ; dito masca-
vado, a 60 rs ; mauteiga superior, a 520
rs. feijilo inulalinho muito novu o alvo,
proprio para quem n and-i vender comer ua
ra, a atO rs. u cui i ; hacalhao do melhor
que ha boj.' no increado, 9,500 s. a bir-
ica e a 80 rs. a libra uzeite doce 'I" Lis-
boa, a 500 rs. a i a rafa ; vinagre, a 70 rs
velas de cari'.ai'ih i, a aso rs. a libra: cava-
da, a 70 rs. ; haiih i de poico, a 300 rs. ; mi-
Iho, a lao r*. a cuii; rap euron, a 1,040
M. ; pmenta do remo, n 220 rs. a libra ; e
outros minilns gneros por prego rasoav I :
na ra de S -Jos. o-,quina que vulla para a
abobada da Pvnha, ven la de 4 ponas u. 2.
t Cheguem ao b:\ralo j|
> qu e | oncrs \ne 5
a p parece.
1> N'1 [>raca da lud. pendencia, ^
" (i--:i niiiiM II.i ii. i, com
Cltegurra ao barato
qu e | oncrs \ne
a p parece.
Na praca da lud. pendencia,
casa ainnnll.i n. i, com
f izend i,
vendem-se coi les do b>im de lislras <"
rr legnnga,ede Multo puro, pelo *
i'ii'.iio ii'p.ii .'u o.') ra. t< ti'irt- i ^
Iflos de nin iiai'do liaiigado, a 1,200 ^.l
rs.; ditos cor de ganga, dosoporior ^
qualidide, a l.ttOrs. ; ditos d'meia .5
casimira, a 2 5110 ra.; ditos de algo- -::
lito de bonitos pidrOes, 11 1,200 rs-; <-
esguiHO de algod.lo, a 3,200 rs. I
p g rom 10 varas, c a vara a 320 *
ra. ; cortes de tustOcs de rore, pj- ^
diOes muito modernos, a 1,200 rs. ; g>
Cassa-iiioilslro.di' exccllenles gustos, j;'
Gabriel Lambert, por
Alevandre Damas,
I v. emoavo broel de 300 pag as. por
l.OOirs. Na ra do Colegio, D. 9, acaba
de receher-so a Iraducgo deste romanee.
O nomo do autor do con le de Monle-
Christo he tilo-seguro abonador do lulo
qoaiito sabe da sua peona, que, linuncian-
do oCabriel l.amtiert, cootentimo-noada
pi'ir sijinenle o titulo da Obra o 0 nomo do
Alexandre Domas.
O McstredeSan-Thiago.
1 v. em nilavo grande broch. por 3J0 rs.
K>ia obrinha ha um romaneo em verso,
feitoem hespanhol por Bermudei de Caa-
l'O, el'aduzi.lo om portuguez por Kvaris-
lo Jos de Araujo Baslo o objocto delle he
anlogo s avqqlurasdoriliiuo Aben-Scr-
ragmi de Cii.ito.nib'iiiiit lid rico, tanto no
pensamento como uo dizer, ea Iraducgdo
bode muito valor. Vande-ae nalvrariada
r'ni do Collegio, 11. 9, aonde larobem a
acha o leguinlc :
Mstale romnn:im, niliJamente impresa^,
Com rici enea lernae.ilo do velludo brochas
metlicas douradas, regislos de gorgorSo
adamascada botos de inarro'juim.
Breclnrtum mnimum, edigfio de 1847,
rica encadernaclo do mairoiiuim 4 v. ,
melti lucida um em sua caixa do papelao
forra la le carneira.
O/ficimii im>fettoatMiaUi PomltU oto.,
I v. em 12.
Um Galucho, puf Paulo le Kock 4 v.
em 8.
Ui myittriot dn Inquitieio, por Fral ,
1 v. em o livo ened. i.OnO rs
Deterldta hittoriea da Uratit V. fien i s ,
Colombia o Guyannas, por C. Famin,2v.
om quarto hrocu., por 4.U0J rs.
Obras elementara do Sur. Salvador llen-
rique do Albuquerque :
Novas cartas para aprender a ler, por
80 rs.
Compendio de grammatica portugueza ,
sexta e.lic-io porOtO rs.
Resumo do aritlnnelici, por 610 rs.
Breve compendio lo doulriua christfia,
por 800 rs.
Resumo da historia do Brasil, por 4,000
ris
Epitoma do geometra por 610 rs.
4*
Venlem-se corles do vestido de <^:
se la ile cures, de goslo muito mo- 4&
derno : cassa-chila decores mui II- ^
xas e lo padriVs iinvos j chitas frau-
rt.
>
->
p> cezas com pidrfles d> cassa ; conos ^
]^ de vest ios de rambraia aberta com ^-<
i> I letras de cores; um grande sorti- >
* ment de mantas desuda para varios ^5
* pregas; meias algodilo para so- <;
:> nhora, o mais fino possivel, dn fio da *"
^ Escocia ; riscados francezes cstam- <3
-> pado) em c.i-sa, do muito bonitos **JJ
1> desenhos ; b-ngos brancos de cam- > braiaile liuhu ; ditos do se la da In- ^
'* dia ; e nutras lazcudas (le gnsto por ]**
'* prego rommoJo : na loja do sobrado s
'r amarello dos qoatro-cantos ra ra ^
^ do Qoeimado, n.29. ^
- (i ..;:i-uie i/mfnhiic* ilo superior rmpi-
areia-prela e aveio-gro>so da Itafn'a avisa
a seos liegoezd que, pelo vapor l'riinainhu-
ciiiiii, receben um novo supriiiieiito do
muito superior rai: vende-so na ra da
Cruz do Itecife, 11. 52, primeiro an lar.
-- Vende-se um escravo de trinla annos,
de nagflo Ahgico : na ra larga do Rozario,
n. 48.
-- Vendem-se 8 lindos molequcs, de 12a
18 annos; 8 prelos, de 20 a 25 anuos; 2
a 2,800 rs o dille; chitas de asen- <: par los, de 16 annos ; II pardas coinhabili-
dades, de Ifl a 18 annos ; orna d 20 anuos,
eom habilidades, temi dous filhos, um de
5 anuos e outro de um ; 8 prelas com habi-
-s lo escuro, e de corea xas, a lio rs. *
r> o eovario; ditus linas, a 200 rs ; ris- *
* cadinbos iniuilos do linho para ja- "j:
qnelas, a 440 is, ; porgoro de seda, li ladea, do 16 a 20 annos : na roa do Colle-
Coni tuque de mofo, proprio para for- J, gio, o. 8, e dii qum vende.
ns de (asneas, a 400 rs ; meias do -i Vende-so un silo cun bastantes ar-
algndfio muito linas, para senhora, a <-' vores defrinto e bstanlos planlagOei, com
4su rs.; pi gas .de madapnlfio do | caaa de pedra e eaLe,Cacimba de boaagpa
^> palmos de arga, a 3,200 is. ; bre- <: i de heb r: na 1111 do Trapiche, n. 4, se-
> lalilia de linho para jaqueles, a 560 | g'un.lo an lar, se dir quem vende.
; > ra. a varart eoutrusmutas fazcmlas *; bo!--_- vstrs
por proco commodo.
-ti

im
Vende-H urna pn la moga ; um mola- B 11 ^'ft*Sj ','.
tii,lio de 10 nuiles: a preta cozinha bem, H-- engomma, Onse, lie quilandeira, e nAoteo
vicios nem achaques; o niulalinhn he p-
timo p'ra pagem, ou aprender officio, por
ser de bonita figura o ser muito esperto :;
na ra da Concordia, passamlo a ponlOZi-
nlia a direta, segunda Casa terrea.
Vendcin-sc incias linas de
ln!io, ebegadas uliimajpenle do
nnfpB
WJ2
WMBkfii
Nesta loja vendem-se chales do g*rga, a
610 rs o longos da mesma qualidade a
160 ra,
Vendem-se gigos com bata-
las muito novase boas, pcloprcco
l'orlo, por prero commodo, e di-j,|e 1,800 rs. tendocidagigo mais
tas de algodo grosso a at.ioo rs a .\e arroba : no arm< dtizia : na praca da Independen- 0 Aunes, no caes da Allandega,
cia, loja auiarella com fazendas,
e na na da Cruz do Recife, arma-
zem de (adault Irmaos.
ovo sorlioienio le fa-
z iilast baratas, oa ra
do (Ve po, 11. 0, ao p
do lim|>vi
Vendem-so corles decassa franceza com
n. 1.
Vende-sc urna eserava do 22 nios, de
lunilla figura, Com uina cria deqolio nie-
les c de muito bom leite, a qu^l co/inha
rouilo bem, lava dossbfio evarrella e en-
gomma : na la da Itoda, n 10.
-- Vende-se inn esciavo lu>m co7nhero,
de bonita figura ; 1 mulalinho do 17 anuos ; 1
2 moleques dengllo, do 15anuos; 2ne-|
giinhas, de lannos i Seseravas niegas, de;
bonitas llgors : na ra Ihreita, 11. 3. 10 covadus a 2,.'60 rs.; pegas de cainhraia
Vnrlo.Bo farinha li> man- '' de qoadros rom 8 varas a 2.720 rs.; cassa
- \tnJt-.t laitnlia Ue man ,ul0f ll0ri<0 covado; urlo
dioca, em barucas e sacess : nos,,,,,,, t (l|mosdelarguia, a 200 rs. o cova-
aimazenadeNouiao e Dias Fer-d.ciscadomo.siro, ao .a. <''j
. lr chitas 00 cores fixas a 160 180 rs. ; cna-
letra, 110 caes da Allnidcga. ; |M de tarlatana, aseo, 800 e 1.000 rs. de
Veude-.-e c^rnn do serillo, a 240 rs. ; muito l>om goslo; corlesdbrim de puro
liogoieas, a 360 rs. dit^, sem a menor falla \i\n>, a 1,280. 1,50 e 1,60 r.; chapeos
em qualidade : ao Tergo, vend n. 141. de massa, a 1,600 rs ; ditos le seda, a 640
Vendeni-s-^8 lindos moleques, de 16 a|e 4gor cobertores de algodtto ameuca-
20 alios; 6 pretos, de 20 a 30 anuos; I ca- i n a 640 rs ; picote muito enconado, a
sal deescravos milito lindos, rol 1 Tilhu dej I80is. o covado ; pecas de madapoln mOJ-
1 neiett lemlo a paela h ibiltd des ; 9di-| i |nu e com pintas de mofo, a 3,600 rs.
las com liab li!iids;4diias boas parairua -r j_ ,w,ri,,rro yp-
e muito mogas; S pardos bons para todo o I \ OlICieill-se Sli|H.riOre* Vt
servigo; 1 dilo l.o.n lolieiro, cope.ro el 1 1 oariiaill)-
muilo hbil jassi.n como outros mullos es- T_-h .-.-
cravos na na da Cudria lo Itccife. n. 40 Na ra da Al-gna, n. conlinua-M a
--Vende-se uina eserava parda, de 25 pa- vender velas de carnauba a unitag.lo das
ra 25 anuos do Idade, muito c.riul.osa para 1 de es, ei muele de 6, 7 o 8 em libra, a prego
Cllaucas que lava, engomma ucnziuha sol-' de 320 is cada libra das coilldas c multo
fiivelmente : ao comprador se dir o moti-jaivas, e a 280 rs. porcortir: aianga-soa bo
ro por que se veude : na ra Nova, 11. 41. 1 luz,


-- Vendem-se ii-Sogios de ouro e prnla,
plenlos inglczos: na ruada Son/alla-.No-
va, n. 42.
Cortes de brlm de puro
linho, a 1,280.
-- Vendem-so cortes de hrim trancado
parda de puro linho, pelo diminuto preco
de quiltro patacas: na ra do Crespo, loja
da esquina que volla para a cadeia.
V'endm-se dous moleques, um cozi-
nlia o diario de urna casa, n o oulro hom co-
peiro e proprio rara pagem ; duas pretas
inoras, urna de bonita figura e que he mui-
to boa para lavadeira, por sor alta e robus-
la, o ambas eram gannadeiras na llahia, por
preco comino lo : na ruada Cadeia do Re-
cife, n. 39.
A 140 rs. o covado.
Venda se superior nscadn do algodito,
muito enrorpado, a 140 rs. o covado: na
rua do Crespo, n. 6, loja junto ao lampelo.
Ilixas.
Vendem-se bichasebecadas ltimamente
e do boa qualidade, a ICO rs. cada urna, em
porcio de 25 para cima : na rua do Amo-
rim, n. 35.
A 640 rs. cada mil.
Vendcm-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encornados e grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras de 1)01)1 padrAes e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
AGENCIA
da fundicao I-ow-Moor,
RUA Da. SKNZALT.A-N0VA, N. 4 2.
Neste estabelecimento conti-
na a haveium completo sor t-
menlo de moendas e mciasmoen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
o i do, de todos os tamanhos,
para dito.
No rua do Crespo, loja da #
esquina que volla para a
Cadeia, vendem-se S
i os acreditados Inris brancos de lis- *
W tras, lisos e amarellos, a 1,500 rs. o
$ cort ; (lito muito superior a 1,100 *
# rs. todos de puro liuho ; panno fino 4
f pretoea7ul. a 3,200 rs. o covado; #
*> dito muito fuperio'r, a 5,500 rs.; fus- 9
;* lOes muilo boniluS, a 640 rs. o cor- 9
^ te ditosile velludo muito ricos a ?
# 2,5fi0 rs. ; pecas de cambraia ile qua- 4
fc drns de 8 varas e tneia, a 2,720 is. a
' peca ; cassas prelas minio bonitas 9
I a 1,410 rs. o corle ; msdapolfio enfes- 9
# lado muito lino, a 5,400 rs. a peca ; *
9 c'irtes de calcas de setiuela do cAr, >
# 880 rs. ; ditos do castor, a 1,0110 *j>
<^ rs. ; chila azul para esrravoa, a 140 *
? rs. o covado ; pente inuilo cncorpa- 4
** o.; a tmmr ; r'"'i'+i" >'"i><>, msoo -
V rs. a vara ; esguiSo de.dudo muito fi~ #
no e cooi 4 palmos e ureio de largu- 4
ra a 1,440 rs. a vara ; corles de 2
hrim de algodiJo. a 800ra. ; e ou- 4
(ras mullas fazendas por preco com- *
modo. a
m
m
m
*
oroprias para meco* de ass-.icar e roupa de
escravos a 280 e 300 rs. a vara.
Cha brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
Volitados, atrs do Corpo-Santo, n. 66, o
mais encllente cha proJuzido em S.-Pau-
lo que lem viudo a este *"ercado, por
preco muito commodo.
::>i"arin!ia de mandioca^
nova. <\
Vende-se, a borpo do patacho Am- ^
sade-Cvnttanle, o qual se acha fun- ^
deado defronte do caes do Collegio, ^
a melhor faiinha que ha no merca- ^
do, por ser muito nova ese.m chairo 4g
algum, por mais barato prego do que em outra qualquer parle- trala-se S
com Machado Pinheiro, na rua do *p
Vigario, n. 19, segundo andar, ou J
com o capitilo a bordo do mesmo pa- J
lacho. i
'4
*
:>
->
l>
-:>
>
>
i

> I
*i#f <*#itaj^
Vende-e, a bordo do hrigue Marcial .
c becado do Rio-Cran te-do-Sul bom sebo
em rama, por preco commodo.
Depostenle Potassa.
Vende se mullo nova polassSj
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de qualro arrobas, por
puco barato, como ja ba muilo
lempo se nao vende: no itecife,
rua da Cadeia, armazem n. la.
Rap rolofrancez.
Vende-seo superior rap rolSo trances
nicamente as lujas dos Srs. Caelano l.uiz
Ferreira no Aterro-da-lioa-Vista n. 46;
Tilomas de Mallos estima na enesma rua'
n. 54 ; Francisco Joaquim Duarte ruado
Cabug ; Piulo &lrniao, na rua da Cadeia
so Recite, n. 19.
Atildo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ba
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
o o
> I'ni [na 11 u. Q
Vende-se um piano muito bom para $
estudo, bonito e de excellente aulor: Si
na rua do Collegio, n. 9. J
9Q0QQQQQ& 00
Barricas.
Vcndem-se barricas vasiaa que fAram de
farinha em p e bem accondicionadas :
na rua do Amorim n. 35, casa de J. J.
Taaso Jnior.
Deposito da fabrica de
Todt)s-os-Saii!os na Baha
Vende-se em casa de N. O. Uieher & C.
da
AAAAaJMftjlAA&AAjfcAAAAA
Vende-se, do urna pessoa que se reli-
ra, um bonito escravo de nacio, de muito
boa conducta, e que he Irabalhrdor do en-
xada : na rua largn do Rozarlo, n. 35, loja.
Vendc-se um moleqoe de 14 annos, de
bonita fieiira ; 3 pretas de nay~io, sendo urna
dolas com urna cria de anuo e meio, bem
nutrida ; 4 ditas com algumas habilidades ;
dous prelos bem robustos ; no pateo da ma-
triz deSanto-Anlonio, sobrado n. 4, se dii
q 110.11 vende.
Velas de esperniaeete,
das melhores que tecm vindo a este merca-
do : vendem-se em caixasdc 24 libras, em
casa de Ricardo itoyle, na rua da Cadoia-
Velha, n. 29.
Aviso mporlante.
Beneficio publico.
O armazemantigo da rua da Mailre-dc-
Deos, n. 36, esta de novo eslabelecido de-
baixo das mesmas condi^Aes, offerecendo
a deliciosa pinga do vinlio da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinbo hrancode l.is-
bAa por980 rs. a gprrafa, e 1,600 rs. a ca-
llada, a de vinbo do llordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nilo se admirern
os fiegnczes do haixo preco por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprielario querer sustentar o antigo pre-
co, emhora este genero lenha subido o me-
lhor de 30,000 rs. por pipa. Examinen) os
amantes a qualidade para iecotilr''Cnicnto
la verdi'dec continuaco da anliga fiegue-
zia. E para nflo haver usuras, est.iu promp-
tas carrafas lacradas c com o competente
rotulo, assim como hains de diversos ta-
manhos pxra provlcfio do prximo i\atal
p proprielario conta com a concurrencia;
do contrario, (ornarflo os presos do reta-
Ihoa primitiva ilu240e 280 rs. a garrafa.
\a rua do Passeo, 11. i>,
vendem-se chupos deso, de seda, para
humero e sintila, ditos de paniiiuhu, 1 ni
porc;lo a retallio. Os freguezen SCharflO
urna diirerenca 11 ureci, pela qualidade)
lipptr/ir. conslrurcOiB das aia.a^r..-h o 55-
res lixas d s ditos chapos.
reCDmmendaveis pela su superior qualida-
de e aturaren) mais que as de espermacete,
e nfo fazerem morrflo.
Taixas para engenho.
Na fundico de ferro da rua do Brum,
acaba-so de receber um completo sortimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes icham-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carreaam-secm carros sem despezas ao
comprador.
dos fumantes de bom gasto.
Noarmazem de molhados atrs rio Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sol, superio-
res charutos S.-Felix, e de outras multan
qualidades que se venderSo mais barato do
que em outra qualquer parle : bem como
cigarrilhos hegpanhAes ditos de palha de
milho, qua se eslSo vendando pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cento.
Pos galvnicos para
p ratear.
Na ru do Collegio, loja n. 9.
Todesas pessons que possuem objectos
prateados e que lenham perdido a cAr ar-
gntea, estando por isso indecentes, 011 inu-
tilisados, leem uestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesnios
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar oelles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho molhado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Umaeaixinha contendo quantidade suf-
ficicnte para pratear mais de 40 palmos
quadrados custa a mdica quanlia de
mil rs.
Moendas superiores.
NafundicSode C. Muir.'; Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo a
construccilo muito superior.
Vendem-se 2 cabriolis inglezes em
muilo bom estado, com todos os seus per-
tences por preco commodo : no Aterro-da-
Boa-Vista n. 52, cocheira de Luiz Monier.
Madapoles finos a
3,6*00 rs. a peca.
Vendem-se madapolOes finos.com 24 jar-
das com um pequeo loque de mAfo pe-
lo preco de 3,600 rs. a peca : na iui do Cres-
po, loja da esquina que volla para a ca-
deia.
Arados de ferro.
Na funlic.lo da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
Rom e batato
Na rua do Queimado viudo do Rozario,
segunda loja n. 18, vendem-se cortes de
cambralas de cAres, a 2,600 rs. ; lencos de
selini decores para grrvata, a 1,000 e 2/rs. ;
corles de cambraia de eda, de modernos
gogloa ; mantas do seda cscoceza ; e outras
muias fazendas por preco commodo.
Vende-se unta taberna com poucos
fundos, sita no largo do Paraso, 11. 30 : a
vendemos rua; um dita de 35 annos, pa-,da fobd.de; 10 I arricas com rrinli|
ra fra da provincia, perfeita cozinbeira, trigo f anceza, da marca vermell
engommadeira, e quo relina aasucare faz
doces ; urna oenrinha do 10 annos ; 5 es-
cravos de 35 a 40 anuos, que estilo acost
mndos aotrabalt'o do campo ; um dilobo.m,
paralrabalharebolar sentido a um sitio
na rua do Collegio, n 21, primeiro andar.
Que bom petisco !
Exeellentes queijosde
prato :
vendem-se no Forle-do-Maltos, na
rua do Amorim, armazem de A.
J. Vidal & C.
A2,560rs a pecado 10
varas
de cambraia de quadros para cortinadose
babados : na rua do Queimado, loja n. 8.
Vende-se polassa superior,
por commodo preco,: no arma-
zem de Das ferreird, no caes dB
Alfandpga.
- vendem-se sellinsin-
filczes,elsticos: em casa
deCeo Kenworthy & C,
na rua da Cruz, n. 2
| A'JGOrs.
Alpaca de linho.
Na loja de Antonio l.uiz dos Sanios *
\Q d Companhia, na rua do Crespo, n. jft
t| II, vende-se esss rica fazenda, pelo
ff: barato preco de treze vileos o co- a
K vado. i
____m __ B
Aos 20:000,000 de ris.
>a loja da rua do
Crespo, ll. 5, que faz es-
quina para a
rua do Collegio, vendem-so meios billietes,
quarios, oitavos e vigsimos da 7.a parte da
lotera do theatro de S -Pedro do Rio-de-
Janeiro cujas lisias ChegarSo pelo primei-
10 vapor.
Vende-se urna escrava de
18 annos, que cose^ engomma,
cozioba, c be de muito boa con-
duela, por preco muito baixo, por
es lar com urna pequea molestia :
na rua das I, i anciros, ti, 14, se-
gundo andar.
Vendom-se charutos da Rabia, de mul-
to superior qualidade, a 4.000 rs. a raixa :
na praca da Independencia, ns. 13 e 15.
\ fiiilcn -si' pelles de couro
negocio sefar, prseu dono se querer LI
tirar. *
Para pagens.
Vendem-se charos envernizados Dar,
pagens: na rua do Queimado, n. 19.
Na rua da Cruz, armazem n. 33, de Si
Araujo, vende-se feijSo do Aracaly por t!
do o preco pnreslar principiando a furir
bem como sola superior, couros miudoj'
sspatos, ditos de couro de lustro, caixasda
clnfio, etc.
No rua da Cadeia-Velha, loja dt
minilczas, n. i".
vendem-se lengos bordados p'ars mBo i>
senhora, de diversos padrfles e qualid,.
des; bem como luvas de pellica branw
para homem e senhoia, a mil rs. o par'
ditas de seda preta com pslmts de cAr
400 rs. o par.
Vende-so a venda na Iravessa da rua do
Vigario, n. 3. oom poucos fundos: quem
pretender dirijs-se a rus do Codorniz, D
que achara com quem tratar. '
Vende-se, por nilo servir so dono
urna rica moenda para engenho de mi.
maes, loda de ferro e nova, a qual eiutuii
1:850,000rs., ed-se por muito menosiie
seu valor, pela urgente necessidade de di,
nheiro na rua de tlalhias-Ferreira, en
Olinda, n. 45, ou na rua do Queimado,loa
da esquina n. 18, ou nesta typographia.
Aos !0,000,000 de rii
F.stio venda na loja de cambio da vig.
va Vieira & Filhos, na rua da Cadeia do Rc-
cife, n. 2*, os muitos afortunados biltieUs
e meios ditos da 7.* lotera do theatro di
S.-Pedro-de Alcntara, cujas roda devim
andar no da 29 do correte. Na merma lo-
ja-mostram-se as listras da- 20' lotera do
monte pi ede todas as mais loteiiis qu
leem corrido at o pr<'S' nte.
Vende-se urna linda negritih, proi rii
para mucama, e com principios do costa-
ra, a qual veio da Baha ; urna preta lava-
deirs, alta e robusta : estas duas pecas, tan-
to em preco como em figuras, nao desagri.
darSo aos compradores :, na rua da Cadei
do Recife, n. 39.
Vende-se manteiga nglez, muito su
perior, a 640 rs. a libra : no Aterro-da-
lloa-Vista, venda n. 54, pegada ao F. tima
f,scravos t-irpcoh
Cal virgem.
i
lllll U;., Mlil IIU IJilU! UUI41IUI/.U, II. ou : H r i
tralar na prava da Roa-Vista, n. 30, das 6 fde "StrO liancez, de milito boa
0
O
0
Cunha & Amorim, oa rua Cadeia do Re-
cife, n. 50, venden) cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade por preco mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Xovo melhodo pralico e
theoricoda lingoa Irn-
cez, por Luiz Antonio
Burga in ] v.. por G$
Acaba de apparerer no Rio-de-Janeiro es-
ta Intercssante grammatica pela qoal em
muito pouco lempo e sem a fastidiosa la-
refa deesludar de cor veibos e signilicados,
so i ico.i, ;> fllar, Iradu/.ire escrevercun
perfeicBo a lingoa francesa.
Vende-se aqui na praca do Commercio, n.
2, primeiroandar.
Zuartcs de furla-ercs a
200 rs. o covado e ris-
cado monstro a 220 rs.
Veid'-se zuarle do forta-cAres muito
enrorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para esclavos a 200 rs. o covado ; ris-
Cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua irn Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
Arroz de casca e millio
novo.
No armazem do Rraguez, ao p do arco
da ConceicSo, vndem-se saccas grandes
com arrox de casca e n.ilho novo, pelo m-
dico preco de 3,000 rs. cada urna.
Na rua cstreila do Rozario n. 43, se-
gundo andar, vende-se um cscravo peiilo
ollicial desapateiro o que he bem moco :
o motivo porque se vemie se dir ao com-
prador.
Na loja do Eslima & Ramos, no Aterro-
da-Boa-Visla, vende-se um pardo adrago-
nas muilo ricas para cajiiliTo ; bem como
um habito esmaltado, de Christo.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-se corles de cassa para vestidos,
de cAres (Ixas e de bonitos padrfies, a seto
e oito patacas o curte ; diales de tarlalana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500rs.
a rua da Cruz, n. 4, algodSo trancado I na rua do Crespo loja da esqui'na qua vol-
aquclla fabrica, muilo proprio para saceos I ta para a cadeia. H
deassucar e roupa de escravoa.
Vendc-se superior cal virgem de Lis-
bAa viuda pelo ultimo navio, por preco
mdico : a tratar na rua do Vigario n. 19.
primeiro andar.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadeia, n. i$2.
\ endem-se por atacado duas qualidades,
Folln de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J, Tas-
so Jonior.
-- Vendem-se amarras de ferro: na rua
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Velas de cores.
Vendem-se, no srmazem de molhados
atrs do Cor^.o-Saoto, n 66, por preco corn-
horas da niannaa-ai aa o, o daa -2 as
tarde.
Vende-se, por precisfio, urna escrava
s dajqu.ilidade, sendo
des a 4 coo is.
as pelles gran-
e as mais pe-
lma vnidedeira de rua, e que engomma, co- qu n,is a 3,5oo i s. : na praca da
zinha o rnsaboa : na rua do Rozario da j_ j_ _, .o -' i
Boa-vista, n.46 j Independencia, ns. 13 e 15, lo-
Vendc-se um bonito moleque de 16 a
17 annos, sem vicios nem achaques ; na
rua do Queimado, segunda loja n. 18. Na
mes mi loja compra-so um negrinha de 7 a
8 annos. r qoe nilo t> nh vicios.
-- Vende-se urna linda escrava recolhida
de 19 anuos, com habilidades: O motivo
por que Sil vende sedira ao comprador : na
rua do Rangel, sobrado n 57.
-- Vendem-se cortes do riscalo tranca-
do em quadros, decAres mui seguras, com
4 palmus de largura, proprio para vestido
de quem sahe aneciara economa, pelo
mdico puro de 2,8(10 rs. o corte de 11 co-
rados : na tua do Crespo, loja n. 12.
A 00 ris.
Vende-se cha hvssnn de superior quali-
dade, pelo preco de 500 rs. a libra : na rua I J>""- pre? ,lc 3-c
do entro, n. 23. 2SIi' "-_8-
--Vende-se muito superior farinha gal-
lega, em meias barricas : na rua da Cadeia
do Reie, escriptoro de Doane Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco do Con-
calves.
( .tihraia monstro
ja do Arantes.
Lotera do Rio- de-
Ja miro.
Aos 20:000,000 de ris.
Na rua do Queimado, loja de miudezas,
n. 25, vendem-se blttieVs da lotera do
theatro de Niclheroy; lem como do de
S.-I'edro.
-- Vemlem-se 28 saccas do gomma da
melhor qualidade que pode haver: na rua
do Labuga, n 9.
< 3,000 rs. o corte.
Vendom-se os mais ricos cortes de erm-
braia aberlas, brancas e do cAres, pelo ba-
rato preco de 3,000 a 5,000 rs. : na ruado
a 2,tltt0 rs.
Vendem-se cortes de cambraia monstro,
decores muilo lisas, o de ricos padrAes,
pelo barato preco de 2.880 rs. o corle; pe-
rcas de riscados escuros, a 5,500 rs. : na rua
do Crespo, n. 14, loja do Jos Fiancsco
Das.
Pecas com 20 covad s
por 5,20 rs.
Na rua do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja n. 18, vendem-so pegas de
o ciiin verde, azul e cAr do caf, a 3,200 rs.;
lajeada muito boa para vestidos de pretas ,
c/lcas o Jaquela para homem o meninos,
por ser de muita duraciio; luvas brancas
compri las de toical para senhora, a 1,000
rs o par; ceroulas de moia, a 1,500 rs.; e
outras militas fazendas por baratissmo
prego.
Na rua do Queimado,
n. 17
vendem-se os mais aceiados manteletes e
ricoa capolinbos para senhora, prelos ede
cAres, vindos pelo ultimo navio de Franca :
dflu-se amostras aos cumpradoies.
a 240 rs. cada nina
esleir do Aracaly: vende-se no
armazem de Antonio Joaqnim Vi-
dal & Companhia, no l'orle-do-
Mallos, rua do An.orini.
- Vendem-se 10 cscravos. sendo urna
preta de 20 anuos, de nacSo Mocambque,
de i uito bumla figura, boa e.-igommedci-
Na loja do sobrado amarello dos S
quatro-cantos darua do Queimado, *
ii. 29, vendc-se cassa de algodSo com '4
listras e quadros de seda para vesli-
dos, a 400 rs. o covado ; rites da #
J vestidos de cassa-chla, de bous Da-
9
4
No din 29 S.-Amaro, urna escrava crioula, de note
Mara, baixa, grossa, bastante feia; tea
marcas de bexigns ; levou saia branca, mu
i le ser que lenha muda o para un vesti-
do de i i-cadci usado ; bem C'-mo levou maii
ou Ihe furtaram 18picas de rom-a 'l" *>
lava lavando em urna laxAa no fundo d
rua de S -Amaro, sendo 3 pares de cale-
de riscados de quadros escuros, 3 jaaa*Ui
do mesmo risrado, 1 collete de fuslo i
li-ir.i.s nziies, duas sajas de madapollto im
vas, um lenr;o encarnado e mais alfun
vestidos e saias de escraras, o que ludosJ
suppAelersido furtadu por outras lvaiie
ras e ser esta a causa da fuga. Ropa-sai
autoridades policiaes e capilfies decampo
que a appn hciiilain c levem-na riu (Ju
Tanoeiros, armazem n. 5, cu na estrada di
S.-Amaro, primeira casa adianle do Sur
Stwart, que seiilu gralilicados.
Fupio um |n lo de non e Pedro, de ni
elo Cosa, de 20 annos, narcado debe
gas frescas, de altura regula-, corpo chein
esta talhado em ambos os lados do corra
do peito para tras : quem o pegar levr-o i
siliode JofloCarroll, no Maiiguiuho-Papt
Ierra, que ser recompensado.
Fugio, no da 8 do corrente, do engej
nbo Recanto, freguezia de Sei inhltem, a
crava crioula, de nome Iherera, de 35 (D
nos, cAr alguma rousa acahralhada, de ri
intua regular ; tem os denles limadoiJ
olhos grandes e afuinacados ; lem as r
tas cicalriza.las de relho; he multo ladim:
quem a pegar leve-a a seu senhor, o lllm.
Sr. tenentecoronel Jo3o Florentino Cavar]
cante de Alhuquerque, ou nesta praca,
l.uiz Epifanio, morador na rua da Floren-
tina, casa da esquiua confronte ao tlieatro
novo, quo ser generosamente recompen-
sado.
Fugio no domingo, () de se-
tembro prximo passado, sem mo*
livo algum, do sitio de seu senhor,
em l'onte-de-Dchda, o cabra cs-
cravo, de no me Luiz, natural de
Igu .rass, de estatura e corpo re-
gulares, pouca ba'ba ; tcm os de-
dos dos ps abertos e rombudos,
por ter sido muito cambado, fal-
1 la descansada, olbo* azulados ; lo*
diAcs,a2,2IO e 2.500 rs ; ditos"de
camhria com listras do cAres, a 3,500
rs. ; cassa-chla de cAres (isas, a 400,
500o 640 rs a vara; riscadnbos fian- A
cejes, a 160, 180e 200 rs o covado- Z| ,aLaco i ro' cooiprado lo
lencos de seda de cAres, a i.ooo is. S'Sr. Monoel Joaquim Pereira da di-
iStXjST m"US fdZ""J" S,! vi-,ta dc -g*; cola por
kiformacescertas andar em dit
Q>*'M9*99999^99 <99+<+^
Sao chegadas as exeellentes
taboas de pinbo americanas de to-
dos os comprimenlos e largura al
villa e seus suburbios em procur"
de senhor que o cumpre : roga-se
as autoridades policiaes, capilei
_ de campo e pessoas particulares
J palmos : vendem se atrs do que o apprebendam e levcm noao
tlieatro, armazem de Joiquim Lo- dilosilio, ou na rua do Trapiche-
todo, velas do carnauba, sendo azues, I ra, costureia, e quo serve mult"'be ni a
cAr de rosa e lustrosas, as quaes se tornara Jumacasa ; 2 ditas que coxinham lvame
pes de Almeida.
t Vende-se um cavado pe-
queo : na rua da Cadeia do Ue-
cife, n. 17.
Na rua da ('deia-Velha, loja de
miudezas, n. 17,
ven lem-se capachos comprdos e redondos
de diversos tamanhos ; bem con 0 tapetes
de esparlo, por pieco muilo commodo.
Aos 0:000,000 de ris.
Na rua do Queimado, u. i,
vendem-se bilbetes, meios, qnar-
tos, oitavos e vigsimos da lotera
do Hio de-Janeiro a beneficio do
Ibeatro de San-Pedro-de-Alcan-
tara, da qual se esperam as lista?
no primeiro vapor.
Veuda-soa padara defronle da igreja
rapic
Novo, n. 36, que ser5o gralifi-l
cados,
-- Fugio, na mantilla de domingo, 98 do
coi rente, o pardo Leonardo, de 18 a 30 an-
nos ; he bolieiro : quem o pegar leve-o i
seu senhor Joaquim Antonio dos Sanies
A11 da de, na rua Nova, n. 95.
Fugio, no da 86 do crrente, urna pre-
ta Cacange, de nomo llosa ; levou .Jtido
de cliHa iAxj velho, panno da CciOfain-
ln ni voltio, camisa de algodilo ,-o un la-
boleiio ; he feia, secca do corpo, de boa es-
tatura ; lem um lallio na lista indinadoeul
tro as pestaas, um papo d carne na fren-
te do pescoco proveniente de um ferro e un
que anda va, e um aiinel de 1-ilaoeiii u
dos dedos da milo lan aperlado, que de
deixar marca quando o lenha tirado; ci>
turna, boher ; falla uiutu baixo :queur-
prgar leve-a a rua do l.urnine.nt i, n. 98,'
buu soia recompensado.
(J
F.XI
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