Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06700


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Full Text


A mu o \j
XXV.
TPrcri-feira "O
riRTID.lS SOI O0HBX1OS.
roianna e Pnrahlba,segundas c leztas-fciras.
n o-Grande-do-Norle, quintai-felras ao melo-
da.
Cbo, Serinhem, Rio-Foruioso, Porto-Calvo
M.ircii, no 1.*, a II c 21 de cada mei.
r.aranliuol e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 28.
Villora, a quintas-feirai.
Oiinda, lodos os das.
rpBiiorniDis
hu*J d lo. Chela a 1, as 3h. e I3in.da t
Mlng. a 8, s IU h. e i ni. J.i ni.
Nova a 16, 2h.cUim.da m.
Creic.a 24,i h. c 44 mi da m.
rnttMAa DE BOJE.
Primeira as 3 horas e 42 minutos da (arde.
Segunda ai 4 horas e (i minutos da manh.
vascos da snoncmpipio.
Por tres me/.es {nditnladoi) 4/000
Por seis infiel 87000
Por um anno 15#WX>
fie Ontubrotle 1849.
^Bs5aB5;5i*j3^snrai.,ia*.eMKCswii*
das da sehakta.
29 Seg. S, Feliciano. Aud.do J.dos orf. c dora, da
1. vara.
30 Tere. S. Herapiao. Aud. da chae, do J dal.v.
do civ. e do dos feitus da fazeuda.
31 Quart. S. Qulnlino. Aud. do J. di 2. v. do civ.
1 Quinl. ** Feta de lodos os Santos.
2 Scxt. loiniiiciiioracao dos dcfiintos. S. Vicio-
rlno. Feriado para os negocios forenses.
3 Sao. S. Malaqus. Aud. da Chano, e do J.da2.
v. docriine.
4 D.mi. S. Culos Borroincn. ______
S. *5:
CAMBIOS I 29 0E 0TJT03K0.
n. a 60 .lias.
Sobre T.ondros. 28 d. por 1/000
- Pars, 3i
I.lilioa, HOporcento.
Oitro.Onca DOipanhoes........
Moedas di- 6/400 velhas.
. de 6/4IH) novas .
de 4/000..........
PraM.Pataees braailotros.. ..
Pesos eoluinnarios......
Pitos mexicano!......"
30/000 a 30/500
17/U00 a 17/iOO
l/NM) a
9:iii0 a
l//0 a
1/.I70 a
1/880 a
I7llO
9/500
l/MO
I/99U
1|900
PARTE OFFICIAL.
"ministerio do imperio.
Mandando revogar as decisOes do presiden-
te da provincia do Pinuliy cerca da ifi.
comptibili''"de das funches de juiz de
r7 com as de membrb do concelho mu-
nicipal do recurso na qualidade de pre-
sidente da cmara municipal; e obser-
var a doulrina do viso de 22 de junho til
limo.dirigidp so presidente da provincia
do Rio-de-Janeiro sobre o mesmo ob-
jeclo.
1.a Srccflo. Itio de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio em 30 do julho de
1849.
Illm. e Exm. Sr.--Foram prsenles i S.
M. o Imperador o ofllcios do V. Re. do
ptimeiro de junho prximo pss-lo,nme-
ros 181 e 182, aos quaes acompanharam co-
pias das decisOe* dadas por V. Exc. sebre as
duvidas suscitadas pelos presidentes das
mesas parochiaes das villas de eiras e das
llanas relativamente execueflo da lei re-
"""rmeiilar das eleicOes. K merecendo a
approvac,flo imperial as decises : primeira,
ilc que a elelc.no nesta ultima villa se devo
fazer pela qtinlitic*^f(n desle anno, como
ordena o aviso desle ministerio de 9 de
marco ultimo, sobre que V. Exc se fundou;
e secunda, de que nao ha incompatib.lida-
de entre oexercicio do cargo de juiz de paz
e membro do concelho municipal de recur-
so na qualidade de eleilor, urna vez que
um tal juiz nSo;tenha inlervindo por qual-
quer maneira nos trabalhos da junta de
qualificacilo i ha por bem o mesmo augusto
Senbor mandar declarar a V. Exc. que, se
bem fossem conformes aos avisos entilo em
vigor as decisOes de V. Exc. relativas ac-
cumulacflo das funec s de juizes de paz e
membro do dito concelho na qualidade de
presidente da cmara municipal, por se ler
como incompalivcl a acctimulacflo destes
cargoi, com ludo depois que por aviso de
22 do referido mez do junho, dirigido ao
presidente da provincia do Rio-de-Janeiro,
revogando-se as decisOes imperiaes em con-
trario, so deelarou nao haver semelhanto
incompalibilidade, por terem cessado com
apromulgacflo da lei de 3 de dezembrode
(841 s rasOes em que se liasearam as dilas
decisOes, nflnpdrm subsistir as indicadas
decisOes de V. Exc, que compro sejam re-
vogadas, observando-se a doutrina do avi-
so ltimamente citado. O quecommunico
a V. Exc rara scu governo.
Dos guarde a V. Exc Kiicoiw' de Monte-
Alegre. Sr. prest lente da provincia de
I'iauhy.
Declara nulla, por falta de observancia de
formalidades substancies, a qualilicacSo
feita pela respectiva junta d freguezia
da villa de Apudy, em 7 de Janeiro do
correte anno; e determina que sejam
tomados em separado os votos doseleilo-
res da mesma freguezia.
!. Seecflo. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio em 31 de julho
de 184.
Illm. e E\m. 6r.--Sendo presente a S. M.
o imperador o ofllcio do V. Exc n 39 de 6
de julho prximo passado, c copias que o
acompanharam, relilivas convocac.no da
junta do qtialKicaQftn da freguezia da villa
de Apody, feita pelo juiz de paz do actual
qualriennio em 7 do Janeiro do corrente
anno. ha por bem o mesmo augusto Senhor
mandar declarar-lhe que sem rasflo deixou
V. Exc de mandar reformar a qualificacilo
feita por aquella junta, para oque eslava
autorisado pelas decisOes do governo impe-
rial em cosos idnticos, e para o que liavia
lempo sufliciente, segundo se deprehende
da data da communcac,3o de urna tal occur:
rencia a essa prosldencia, visto que nem a
boa l' com que procedern! o dito juiz de paz
e a cmara respectiva, nem o fado do nflo in-
fluirein no resultado da eleicflo semeihantes
irregularidades, deviam justificar a proce-
dencia de urna qualifieacflo nuil, pela in-
fraccilo de formalidades que sio de sua
substancia, laos a convocneflo c a presiden
cia da junta por juiz competente, o a guar-
da do intervallo entre a mesma cnnvocac.no
e a inslallacflo da junta. A reforma, por-
tanto, da referida qualificacilo era de abso-
luta oecessidade para que legalmenlc so f-
zesse a ele.cflo aprnzada paia o dia 5 de
agosto prximo vindouro, para a qual de-
veria tancr-se mSo da qualificac.no do anno
pastado, quaudo nflo houvesso lempo sulli-
fienle para a cooclusno da doste anuo: mas,
romo un lempo darecepc.no Oeste aviso ja
estira concluida a sobredita eleicflo, o nada
ha a providenciar por parte do governo im-
perial que poss sanara nullidade de que
illa ser aneciada, aguarda o mesmo go-
verno a occasino oportuna para submeuer
este negocio ao poder competente; cum-
prindo,poro>, para que o defeito na eleicSo
dos eleores di mencionada reguozia de
Auudy nao affeclo de modo algum os v3tos
ilos dentis elcitorss que coiicorram ao
mesmo collegio, que sejam os da sobredita
freguezia tomados em separado. O quetu-
do commtinico V. Exc, para sua intelli-
gencia e execuc.no.
Dos guarde a V. Exc Fisconile de Monte-
Alegre.Sr. presdante da provincia do Hio-
r&*ude do-Notte.
Vove duvidas sobro a execuQ.to da lei
regulamenlar das eleigOes.
1.' Secc.no. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio em 13 de agosto
de 1849.
Illm. e Exm, Sr.Sendo presentes a Sua
Magestade o Imperador os ofllcios de V.
Exc. ns. 40 e 41 delOe 13 do mez prximo
passado, e copias que o acompanharan das
deci-ries dadas por V. Exc. sobre as seguin-
tes duvidas :
1. Se a pr*esilencia das mesas paro-
chiaes naeleicno primaria celebrada no dia
5 do corrente devia ser excercid pelos jui-
zos de paz mais votados do quadi ionnio ac-
tual ou do passado.
2* Se se deve julgar como reclamacao
tlcsallcndida pela junta de qualiucac3o,
para ler lugar o recurso, aquella de que a
mesma junta n.lu lomar conhocimenlo por
falla da aprcsentic.no dos documentos por
ella exigidos.
3." Se as mesas parochiaes ni referida
eleicito de 5 do corrento deviam ser orga-
nisadas com os eleores da legislatura
dissolvida.
lia por bem o tr.esmo auguslo Senhor,
tendo approvado as decisOes alllrmativas
de V. Exc. aos dotis ltimos quesilns, por
issoquecstao elltsdfl accOrdo com a lei
regulamenlar das eloicOes e avisos expo-
didos polo governo. imperial para a sua
execucSo, mandar declarar V. Exc. que
DfiO foi aceita la a Jeeiaflo primoira duvi-
da, porisso que a prosi leticia das mesas
parochiaes pertencia os juizes de paz mais
volados do actual quadriennio. e nSo aos
do passado, como tem sido declarado pelo
aviso de 19 de junho ultimo, dirigido ao
presidente da provincia de Miiias-Ceraes.
peloart i.dasinsiruccflesde28dp mesmo
mez, o anle ormenle j o havia sido pelo
2 do aviso de 8 do Janeiro do corrente
anno, enderec.adoao presidente da provin-
cia do Itio-de-Jaiieiro poroccasiao da ele-
g,1o de um senador, com coja doulrina de-
vora V. Exc. se ler conformado na decisno
aquella duvida, ,|ue nito pode ler oulra so-
lucno mais conforme lei do que a que
lhe den o governo imperial, pelas rasOes
consignadas nos citados avisos do 8 de Ja-
neiro c 19 do junho.
Como, porcm, o arlo da elogio est con-
summado, compre quoelle seja respailado
(se beque aquellas decisOes imperiaes de
19 c28de junho nao chegaram a lempo de
poder ser opportunament revogada a de-
cisno do V. Exc. ao menos para alguns
pontos ) at qu>i o poder competente resol-
va sobre a sua validado. Oque commu-
nico V. Exc para seu conhecimenlo e go-
verno.
Dos guarde a V. Exc Viieont dt Mon-
t'A legre. Sr. presidente da provincia do
Para.
Declara nao haver incompatibilidide na
crumulagao do ejercicio de esrrivilo de
orpliSos com o cargo de membro da cn-
mr municipal, por ser o decreto n. 501
de 17 de fevereiro do 1847 s extensivo
aos municipios, onde ha um escrivao de
orphSos.
i." SeccSo. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio, em 19 de agosto
de 1849.
Illm. e Exm. Sr.Tendo merecido a ap-
provacilo imperial a decis-lo de V. Exc. so-
brea duvida suscitada pela cmara muni-
cipal da villa de l'iraby, por occasino do
ser eleilo para membro della um dos es-
criv.les do orpbos da mesma villa, pela
qual deelarou nflo haver ncomp-
de na accumulaco do exorcicio (leste ofll-
cio com aquello cargo, visto que o decre-
to n. 501 de 17 de fevereiro do 1847 s he
extensivo aos municipios, ondo ha um so
cscrivflo de orf baos, como he manifest da
sua disposicao ; assim o communico a V.
Exc. para seu conhecimenlo, o em resposta
ao seu oflicio de 9 do corrente.
Dos guarde a V. ExcXitconde de Non-
f Alegre. Sr. presideute da provincia do
llio-de-Janeiro.
Solvo duvidas encontradas na execuqSo
da lei regulamenlar das eleicOes.
1." SeccSo. Rio-de-Janelro. Ministerio
dos negocios do imperio em 31 de agosto
de 1849.
Illa, o Exm. Sr.Sendo presente 8ua
Magestade o Imperador o cilicio de V. Ex.
n. 89 de II do corrente moz e copias que o
ncompanhaiam relativamenle s duvidas
impostas por varios funecionarios sobre a
lei regulamenlar das eleicOes, cnlre nutras,
a que ao juiz de paz mais votado d Estan-
cia oflereco o arl. 19 das instruccOesde 28
do junho ultimo, em quoelle suppOe eslai
comprehendido na palavra -defeilo de
que Ma o final do mesmo artigo a fulla de
dentidade do volante ;o a que prsenla
o delegado de polica da villa de Nossa Se-
ubora da Conceigno do Poito-da-Folha so-
bre a supposta nullidade da qulificacso,
por ter funecionado no concelho municipal,
como presidente Ja cmara, o primoiro
supplente do ju.. municipal, que nesta e
uno naquella qualidade devra azer parte
do mesmo concelho, conforme tom si Jo de-
clarado em varios avisos expedidos por este
inin8tio para a execuefio da lei regulamen-
lar das eleicOes : houve o mesmo augusto
Senhor por bem approva'r n.lo s as decisOes
negativas de V. Ex. a estas indicadas duvi-
das, constantes das copias em ns. 9 a 12, a
primeira por ser manifest que aquella ex-
pressno do citado arl. 19 das imtrucces
mo se r foro-i- identidad* do votante, mas
smenle a sua idoneidade, de que V. Ex.
aprsenla alguns exemplos, o a segunda
porque tal nullidade se nflo da, visto qua,
nenhum recurso.se tendo inlerposto para o
referido concelho, nflo pdc a nulhda Je dol-
i a ITectar a qualicaQflo que ficou conclui-
da com a segunda reuniflo da junta, na ror-
ma por que tem sido explicado em diversos
actos do governo imperial o que se deve
entender por-- qualificacao concluida ;
como tambem *s que solverm as dentis
duvidas, por isso quese confnrmou V. Ex.
com s decisOes imperiaes, anteriormente
proferidas.
O que communico a V. Ex., para seu co-
nhecimenlo. ....
Heos guarde a V. Ex.-Fuconae de Monte-
Alegre.Sr. presidente da provincia de Ser-
gipe-
Declara o presidente da provincia do Ma-
ranhSo que os eleitores que devem nrgn-
nisaras mesas parochiaes para a elcic.no
de vereadores e juizes de paz sSo os da le-
gislatura dissolvida, e nSo os ltimamen-
te eleitos.
I.* SergSo. Rio-do-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio, em 4 de setembro
Illm. c Exm Sr. Foi presente a S. II. o
Imperador o oflicio de V. Exc. n. 35 de 22 de
maio prximo passado, em que, depois de
dar conla de haver transferido pnr.i o lia 1.
de nutubro prximo vindouro a cleicSo de
voreadoresejuizesdepazaprazada para 0
dia 7 do corrente pelos motivos ponderados
no dito oflicio, consulta V. Exc. quaes dos
eleitores devem eoncorrer para a furmaeflo
da mesa parorhial na mesma eleiffio, se os
dissolvidos, ou os (jueacahuin de ser elei-
tos em 5 do mez prximo passado; pare-
cendo a V. Exc. qua se devo dar preferencia
a estes, nflos porque o arliso 112 da lei
regulamenlar das eleic.0es nflo comnrehen-
hende a hypothese de ter havido elelc.no de
eleitores depois da dlssolucSo, como por-
que por aviso dirigido s essa presidencia em
22 de dezembro de 1818 so deu una decisn
que, na opiniflo de V. Exc lio pplicavel
hypothese feriente.
E o mesmo augusto Senhor, intnirado do
expendido, e leudo em consderac,So so-
mente a duvida propo.il, vislo que por avi-
so de 19 de junho prximo passado ja foi
api rovada a deliberaeflo de V. Lxc. res-
peito do adiamento da eleiclo : manda dc-
clarar-lhc que os eleitores que devem orga-
uisar as mesas parochiaes na referida clei-
c.flo de vereadores e juizes de paz SO os da
legi5latura dissolvida, c nflo os elcilos em
5 do mez ultimo, por isso quo estes em-
olanlo nflo from approvados rea cmara
dosdepulados nflo sao legtimos e compe-
tentes para funrcionar na mesaia eleicflo,
que co/ lamente licara nulla se Mr decrr'a-
da a nullidade delles: e dando-so por isso
ueste caso falla de eleitores, lie sem duvida
quese verifica a hypolhese que leve em
mente o legislador quando no citado rugo
1l2conservou aos eleitores dissolvidos os
poderes necessirios para intervirem nos
trabalhos das mesas parochiaes, c portanlo
tem aqu loda a sppicaofio a doulrina do
mesmo artigo.
O aviso de 22 de dezembro do anno pre-
trito, com que V. Exc argumenta, nflo
justifica a opiniflo de V. Exc., i-or isso que
este aviso tevo por lim escollierdas turmas
dos eleitores felos em substituido dos que
haviam sidb annullados pela cmara dos
deputados aquella que tinha melnores li-
titulos para se julgar valida, escolha de
que o mesmo governo se vio na necessida-
de do laucar mflo por falla absoluta de nu-
tras eleitores para os trabalhos das mesas
parochiaes, caso que presentemente se nao
d, vislo que existem os eleito.es dissolvi-
dos, a quem a lei, como lira dito, reservou
os podfires necessarios para este Um ; donde
ss ve que as hvpolbeses sflo diversas, e nflo
existe para a especie proposta a mesma r-
s3o que naquella se deu par se aventara.
remos trabalhos do urna eleic.no a SuDSe-
quente decisflo sobro a leg.tim.dade dos
uuonelles interviessem.
O que communico V. Esc para seu co-
nheciineoto e governo.
lieos guarde a V. Exc. Viiconde de Monte
Alegre. Sr. presidente da provincia do
Maranhflo.
Approva o procedimento do presidente do
Para por suspender 01 trabalhos da me-
sa parocl.ial da Moju, em rasflo de urna
representaran do presidente da dita me-
sa queiXndo-sedo proced.menlo de um
dosinesarios. quo fezrevtver urna ques-
taojresolvida.
i Seecflo. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio, om 18 do selem-
hro do 181.
Illm. e Etm. Sr. Tendo merecido a ap-
nrovacflo imperial a decisflo do V. Exc so-
bre a iVesentar.30 que lhe dirigi o presi-
dente da mesa paroebial da freguezia de
Moj na eleic.8o primaria de 5 de agost
prximo passado. em que so queixara do
ntocedimenlo do um dos msanos que, ta-
iendo reviver na occasiflo de se lavrar a ac-
ta una questflo ja resolvida pela maioria
da mesa, deu causa a que ella presdeme
suspendesse os trabalhos para submettero
negocio ao conhecimenlo dessa presiden-
cia, por isso que, como bem deelarou V.
V\c .nflo poda ler lugar a insistencia da-
quelle membro, i quo... o representante de-
vora ter coslido nos seus deveres pe os
meios quo lhe r.cult a le. regulamenlar
das eleicOes : assim o communico a V. Kxc.
para seu conhecimenlo, e cm resposta ao
seu oflicio n. 49 de 18 do citado moz.
Dos guirde a V. Exc.-Vuconde Megre. Sr. presidente da provtnca do
Para.
EXTERIOR.
A LIRERDADE NOS ESTADOS-UNIOS.
Da libtrdade considerada debaixo do pnnto de
viita do contumo e do trabatho. Contra-
pea que ella tem nos coitumes mail do que
nnt leis.
A par da liherdadr de produzir e de Iraba-
Ihar debaixo do todas as formas,ha a de con-
sumir e do gozar. Aqui a lber Jada encontra
no seu ciminho Argos vigilantes o severos,
que plantnram barreiras d-ntro de COJOS
imites, pelo menos at agora, tem sido for-
zoso conservar-se. He o senlimenlo reli-
gioso que quer ser respeitado, he a moral
publica e privada quo nflo tolera o ser vio-
lentada e que reagu rigorosamente contra
qoem a insulta, be lamben a lei.
Koston p le ufanar-so de ser 0 berco das
franquezas do Novo-Munlo. Toi ahi que
germinou por esparo de dons soclos e
meio, desde o desembarque dos peregrinos
as plagas de Plymniilh at prorlamnr;ao
da independencia, urna I neniado que, urna
vez desabrochada, de.via ser iires'stivel no
sen arrojado v. Foi em lloston que che-
gou ao sej mais completo desenvolv monto
o espirito de selfgtivtrnment, que ennfero ao
Individuo a dlrecco da sus pessoa. Quan-
do rl.egou o momento de libertar as trozo
colonias, foi na verda.le o sul que for,."ceu
confederacflo nasconto o mejor de seos
hroes, aquello coja aulorid ide, modcrac.fln
e inabalivcl firmeza as.-eguraram ot am-
plio das armas americanas; norm rol a
popul nflo da rcgiflo de quo Rosto., he o
centro que, mais que qualquer nutra,
exeeutot por suas tnflos essa bella rcvolu-
Qo. e o palladio da Independencia eslava
em lloston. Nflo conheep homens que apre-
cie.n mais a liberdade, que a ulilisem com
maisiotelligencis,queflirssem mais saerj.
ficios para rec,.inqu.sla-la, se a tinliim pnr-
dido, doque a populacflo dos seis estados
que compOein a nova Inglaterra, que fe
resumo em Boston tinto quanlo pode r.au-
uiir-seem qualquer parto.
Entretanto em lloston, so nlravessais
ron. un charuto na bocea o espaco pla-
ido donomi lo os Comwunu, que he unidos
oruamonlos da cidr.de, serols condcinnndo
a una multa, se bem me lembro, de 5 dol-
lars (dez mil ris). Nflo s- quer que n vos-
sa libertado de fumista invada a lbenla le-
do publico, a quem nflo conv.n que o seu
bollo nasseio, bem que o froquenle pouco,
- infectado pelo ebeiro do tabaco. O
ua'rutp fjzasvossas delicias? Fumai em
vossa casa, cidadao. *
Esta parlicuUriJado que lomo entre urna
infiiidade dellas revela um dos raract-res
proprios das leis americ,inas.,,lle urna vane-
dade especial c definida do espirito regula-
menlar, mas quo diminuo a medida que se
afasia do no'te. Diminue pela influencia
do clima sobre as leis quo be impossivel
negar, ainda quando so lhe recuse a ampl.-
dflo indicada por Monlcsquieu. Dimi.ii.e
poique a populacilo da Nova-lnglalena,
esse typo desigualo tantas vezes peloalc.i-
nha de Yank'e. que, felizmente para a pros-
peiidideda Uniflo, tem mandado enxames
delllhos seus, ou pelo menos sentnellss
iVSncadaS, a todos os oslados, conla menos
representantes no n.eio-dia quo no norlo.
Diminuo porque nos estados onde ha es-
cravos, o habito di dominaeflo torna os
bramos mais sooerbos, e porque desse mo-
do a lei, para que nflo seja violada, tem de
ser mais reservada lias suas dcleiM.inaces
locantes as pessoas Diminuo porque, fora
da Nova-Inglaterra, no no.io mesmo, a pnl-
Insuphia do serulo XVIII enraizoi.-so bas-
tante par inlroduzir at rerlo ponto a in-
dolencia franceza, ao passo que o homem
da Nova-lnglalerra nflo conheco nem ama
da pbilosophia senflo o espirito bblico,
oue he pouco indulgente, quo be austero c
riaio Todava, a tendencia regulamen-
lar applicada a ohjcctos do genero desse
que arabo de notar, encontra-se cm dilTB-
rentes graos sobre a totalidule do territorio
di Unilo, e cracterisri America em-
quanlo 0 Yankec ahi liver ascendente Para
a sustentadlo da repblica dos Esta tos-
Unidos dove desejar-se quo seja indefinida-
mente.
Na antiguidade, os homens de quem a
nosteridade fez modelos republicanos pen-
sara... todos quo o luxo e a deyassidSo eran,
inimigosmo.laes da l.bordade poltica e
quo a irreligiao ora a sua poconl.a ; nao ha
nada mais verdico, e he urna verdado do
lodos os lempos e de. lodosos lugares. Eis-
alli urna popular.ao q.c sbitamente se Ma-
na de ser republicana e come?, a bxadar
com voz atroadora : Viva a repblica Nao
vos fiis nesses clamores. Tomai-llie o pul-
so e sondai-lhe as ontraithas. Sudesr.ol.nr-
des quo perdeu a f religiosa, quo o scepli-
rismo a tem gangrenado, quo apenas al-
guns espiritos escolhidos leem para dirigir-
se a philosopl.ia, facl.o de que os ollios do
vulgo nflo descobrem a luz, declara, sem re-
ceio de enganar-vos que cssas prctencocs a
repblica nflo passam do mera jactancia.
Ou entilo, seo que reconheerdes a pri-
meira visU fOrquooscoslumes 0Br
rompidos, que os ricos Io.mii '"""'""
comediantes e que entro os opf'^jrau
de numero delles, W^'^^fflS,"?"
.ransporles .PP^nUm gSSSSA
vem na devassid.io p"1"''- rol.11ili,C hU
ao hesileis; Mmv* '%^ ^
uma chimera ou urna n""- mesmo 8
que um homem que rie^Xver, pralica-
Jlrindade, ongenii de lo ^ com
"Scom o o-lo oUsSpontaneoPque he a
iS^ociaTrepblica t Como.ho quo, os-
corregando na oslrada da moral ordinaria,
seguira as veredas escarpadas da libcr-
dade pollti'ji com esse passo firme e segu-
ro que he o portamento necessario do re-
publicano ? O mesmo succede rom o amor
do luxo e dos prazeres, com o desprezo da
economa, ('orno lio que homens quo gas-
sassem no domingo o seu salario de toda a
sema..a poderlam sercidadaos do uma ro-
publica sincera? Ser* alguem apto para
influir de nina maneira qiialquertoos nego-
cios do estado, dirigindo ns seus negocios
possoaes coma mais perfeila impreviden-
cia ?
Nos Estados-Unidos, po, he um princi-
>iobem estabelocldo naquellcs dos esta-
llos que dflo o tom, que a repblica nflo
tem nutras fun lamentos solidos que nflo
sejam a religiflo, a moral, a simpltcidale.
Por eonsequoncia exige-so que ca la um so
mostr religioso, esposo fiel, que s>ja sim-
ples e modesto ni sita existencia, Olereis
ser alguma cntisa na ri la le ou no estado;
eisani ns i enhoresque primeira deveis dar-
nos. Seris o que vos apr livor : unita-
rio, melhodista, anabaptista, anglicano,
calvinista, ltnorano ou mesmo calhnlico
i 1 i; tereis a relieiflo nilural dos qui.kers.
permltllr vos liiamos quasl que fosseis
mahometano, al plurali Indo das mull.e-
res exclusivamente; po.m honrareis a
Daos, pnvstir-lhe-heis hnmenagein em um
lomplo.se nflo seris excluido da sociedade.
Da mesma maneira tereis costumes rigo-
rosamente puros; respailareis profun la-
mento a mulherdo vosso vizinho ; nunca
vnssas mflos tocarflo em um baralho de
carias] uo ostentareis luxo algum- Se-
nflo, nflo ha aqui para vos mais do quo
ostracismo. Assim so oxpressaria CalSo --
o censor se vivosse nos Estados-l'ni los ;
lio isso Isniliem oquoalu tem proclamado
t aos nossos dial a voz da opiniflo. Asse-
gura-sequo, de ha alguns annos, a regi-
dez dosentimcn'o publico enfraquere v-
sivelmenlo, que o luxo se vai enraizan lo,
que as grandes cidades os custumos se
v;o corro opon lo. Se assim fosse, tornar-
se-hia a residencia do paiz mais agradavcl
para os opulentos o dissolulos; porm a
causa democrtica arhar-se-hia compro-
htetlida.e a repblica mudara de o me-
ter, anda mesmo que sobrevivesse
A dillirul lado consist i em sabor-se, para
manlor o espirito religioso o os principios
da moral, so a lei devii ser o instrumento
principal; em oulros tornos, so bavcria
feiasumpluiriis, leis queppnptraasen na
i idV>. ,va 11, leis cuja ronsriei.ria mosmo
fosse subordinada a algum tribunal.
Foi doterminac.no que so lomou na po-
ca da fon JacSo das colonias do nordeste, o
paiticularmeiito no Massachuscls. Nada ha
nissodead.niravcl : ora eesoo espirito da
Europa mesma nesss poca. Os Puritano
que, perseguidos por suss cremas na Eu-
ropa, vieran procurar um asylo as flores-
tas dos Masachusels, e doran, ao inundo o
exomplo da primeira colonia fundida pa
ivligiflosinento, ultrapassavam nesso pon-
to as idflas do son lempo, quo todava tan-
to Ibes tii.ham feito solrer. Nessis almas
enorgicase austeras que OJUSttCa Terira,
o p olestantismo pouco conciliador do Cal-
vim foi levado as ultimas exageracOeS. lima
vez na America, sobre un solo virgem
que nonhuma inatltuiQflo poltica ou social
estulhava, os Puritanos biidonirm-se a
impeluosidadedo suas inclinaeOes do re-
forma. Itejoitaram a tradic.no em que se
apoiava a Igrcja Romana, para seguirem m-
teiramenln a nutoridado das escripluras.
A lei de Moyscs, pura e simples, veio a ser
a sua lei, nflo tomento religiosa, mostam-
bemcivil o poltica. Os regulamontosque
umgiaiidohome.il fr.i buscar ao monte
Si na i para imp- los ao vulgo grosseiro das
dote tribus qua acabiva de arrancar ao
esptiveiro dosEgvpcios, serviram, na let-
tra mesmo, de cdigo a christflos do so-
colo XVII, queeram tflo civilisados como
quem quer que oniflo fsse n Crfla-Rrota-
nl.a. Ilouve, pois, no Massnchusels, na sua
urigom, a confuafio do estado na igreja, a
a llieocracia, a intolerancia systematica.
Quem quer que nflo pertencesse as congre-
garles nao poduria sustentar-se no paiz,
nem ah seria tolerado. A lei regulamenla-
va lodo, estatua sobre todos os aetos da
vida; nao era smenlo exclusiva, era ino-
xoravel. .
Quando so l os antigos docuinenlos do
dous estados principaes da Nova-Ingla-
terra o Massachasetts o o Connertieut,
\e-se nellesa pena do morle applicada em
viitudcdos arligos do Deuteronomio, do
Levil.co o do KxoJo, nflo somonie para
cunes contra as pessoas ou PfP"fd>
des, mas tambem para peceadoj da que se
nao presta rentas senflo ios fontossorea ou
a Dos. Enlflo be o lgoz quom he en-
carregado de fazer respeilar. mesmo de-
mxo do terlo domcst.co, a religiflo o
os c."turnes. A blasphemia he enlflo um
crime capital, porque assim o diz o l.o-
ilico. O adulterio he punido com a mes-
ma pena pelo mesmo motivo. O xodo,
o leviticoooDeuloronoiuto moitram que
entro os llebreusa fe.li<;ari acarreUvao
ultimo supplicio; nada mais be preciao
para que no Massachusells o no Coniine-
cut, no meio do seculo XVII, a fetlcma
soja tida como um ci.no que condux 0-
rossariamenleao patbulo. O intervallo de
1688 a 1692 est marcado na historia do
Massachusolts por uma serie do procesaos
em quo a ambicio aaluciosi de um minis-
tro chamado Colln Malhor fez condemuar
i | j Mais adianto se ver porque hoque do
alguma maneira pomos aqui o eatholicis-
rao parte.
MUTILADO


.*.
i morir coran feilio. iros grande numero de
possoan respeitavos, urna das qutes mcs-
ino nra nm voneravcl pigador, o os con-
drninndos fd'*m executados a).
Kodelalhe divida privada prrsovevia-soo
quescjulgava conforme i leizislaco dos lle-
lirons, c ti'priinia-sc o que do Dirimo popto
de vista pareca rcpiehcnsivel. As tei>a:ue do
(oniiceliout, que govcrnavam esse estado riu
1050, Irm a osercspelto mal colebridade alo-
da que os rrgulamcntos do Massachusetls.
Acha-seahi, por cxcmpln, Interdicto do taba
co,e pde-sc acreditar que as reminiscencia*
desse lempo nao sao rslranhas disposico lo-
cal de que ha pouco fallei, e que, a maisdisso,
)ie inulto jnitificavel a respoilorio passcio dos
ffimmunt ein bostn.
As ideas suscitadas ou fortalecida! na
Kuropa pelo proeresso dos tempes, quo pou-
co a pouco nlii fazim prevalecer a separa-
cito da autoridade civil e da autoridade re-
ligiosa, a liln r.lade de consciencia o a li-
bertada individual, c que prohihiamao le-
gislador penetrar no lar domestico e inge-
rir-se na vida privada, passavam os mares
e implanlavam-se na America. Alguns dos
proprios colonos desde o principio procla-
mavam por sua couta a tolerancia, e ser a
honra eterna deRoger Williams, fundador
da colonia de llhodo Irland, o ter desde
1631, descmolado plcnament<>, mo grado
lodosos riscos e perigo, em face do espi-
rito sectario do Massachustlls, o estandarte
da liberdade religiosa. A caria que cm 1G63
Carlos II outorgava a cssa communidade
anda no lierco era, a esse rpspcilu, de um
liheralisino que faria honra a um legisla-
dor de iiosos dias. I.ord Baltimoro, no Ma-
ryland, o apostlo sinrero da fraternj lado,
Pena, na Pensylvania e em parte do New-
Jeiscy, eram tambern animados desses no
brea principios. Mais tarde a philosophia
do seculo XVIII preslou America, gracas
aos cuidados de alguns puhliristas c esta-
distas do meio-dia, o servicododar um vi-
goroso impulso reforma do quo reala Vi
do syslema legulamentar e exclusivo que
se enseriara na lelira da Biblia. Todava
resta anda alguma cousa, as ideas prin-
cipalmente e a pouca sympntbia deque go-
za u cathol cismo junto da opinifo domi-
nante, noa principies estados da Nova-ln<
glutcrra ( 3 ), be disso urna prova bem in-
signe.
Iloje cm da, pois, de urna ext-emidade da
I inflo ale outra, niio hesenio por escop-
eto que se incumbe le manter as prticas
religiosas, garantir em delalhe os princi-
pios de moral quo servem de baso soce-
dade, a familia, e perpetuar por meio de
presen p*cs imperativas os hahiios de or-
dem, economa, boa conducta, por onde
esses principios abrem osen caminhona
vida individual. Braa grande missao esla
ccuiliada aos cosluu.es, e, para me servir das
cxpres-Os do Sr. de Tncqueville, enten lo i
aqui a cxrressflo de costumei no sentido que
ilavam os amigos palavra atoras. Nlo s
mcnlca applicoaos coslumes prnpriainnn-
le ditos que poderiam rhamar-sn o.s habito
dncoracSo, mas l.imbem s dilTernnles no-
C>s que possuem os howens, s diversas
opniOes une Correal entro ellos e ai) lodo
das leias de que se formam os hbitos do
escrito.
No ullimo pro da jursdicc.lo dos costu-
mea lem havido algumas ve/es urna alead.
extraordinaria, una especie A serri to tij-
hunal dosdez, que pronunciara m......n,a.
fulminantes, lima mulher faltara escan-
da lusa mente f conjugal: ella eoscu cm-
plice, agarrarlos de noile por mflOi mrsto-
riosas, eram alcatroailm e emprimados- 4 ),
e abandonados uesse lastimoso estado em
alguma estrada publica. Jugadores de pro-
itasflo despojara m urna cidade porsuai ga-
lunieea: 0 bando era apprehendidoe en-
fnreado ; luz do meiu-dia. Certo indivi-
duo he um sedicioso que propaga doulri-
nas funestas, ou nm magistrado prevarica-
dor e acha meio de egeapar a vindicla das
leis na falla da sua pessoa quo se nlo en-
contra c que seria apedrejada, ia-se saquear
a sua cusa e demol-la. Contra Bafea hor-
rores olevava-se un grito : era a protesta-
ran vehemente dos rerdadei os republica-
nos, que nao querem saturnaes de especie
alguma e que abominam toda a lyrannia.
Kilo lia repblica senfloemquanlo a lei so
be soberana. He preciso dizer-se que casas
cxecucAes brotis silo extrrmamenle raa
ha alguns annos. No correr do auno de
1835 linbam ellas consternado as maiorca
cidades da Unio, lloslo, New-Tork, Phi-
ladelphia, Ilallicnore c algumas outras lo-
calidades menores do meio-dia, o nem se-
qur tinham a desculpa de vingnrcm prin-
cipios sagrados. Os bandos que entilo se
vio aqu deitarofogo ao convento de paci-
ficas e piedosas Urselinas, cujo crime con-
sista em concoirerem para a educarlo das
Emilias de toda e qealquer crtica, e seren
nisso bem succedidas. all devastar e des-
truir as cesas de caladnos honestos, acola
violar os correios, deter a maltratar viajan-
tes, procedan) quas por toda a parlo de
urna intolerancia Solvagem ou do cegas vin-
gancas contra cipilalslas a quem nada ha-
va a rxprobrar, ou de urna macliinacuo em
favor da escridivOo dos negros.
lima rircumstancia quo tornara essas vio-
lencias eessas atrocidades mais imperdoa-
ves, he que a opinifio publica, os coslu-
mes, lem nos Estados Unidos um urgi le-
gal allendido, a cuja censura nada pode
oubtrahir-se, que exerce na ordem moral
como na ordem judiciaria urna magistra-
tuia comparavcl aquella de que eram in-
vesliilos os censores nos bellos dias da ro-
l o I I,cu romana : he o grande jury ou jury
de aecusacao, urna das mais notaveis ins-
lituici s de que os Estados-Unidos levarlo
as iradicoes ao Novo-Mundo. O grande jury
lem direto de denunciar como um mal pu-
blico (a publie ntiisanee) certo ficto, coslu-
ineou abuso que lile parece contrario a mo-
ral, pios|>eridade, hygenc publica. Ile-
llie facultado assignalar quem Ihe apraz
como malfetor publico. Uicladura forni-
davcl.' l'uuco uso se faz della, a mo ser
para os criines e delicias commiins, mas
impiime algumas vezes sua temivel reprn-
rafflo l actos de oulro genero, o nada obs-
ta que fusse empregada co:n mais fre -
quencia.
A Ici moderna da America do noile bQq
est inteirameul desarmada, nHo digo coli-
lla a irrciigiflo, a menos que esta se corra
a gg resal va e piotompa em ullragcs putili-
c is, porm contra ns maos coslumes e as
mas inclinacOes V-se mesmo quo proce-
de pela va preventiva. Encontr urna ap-
plicac.no notavel do*syste.ma preventivo cm
una le recente do Massacliuselts. Kssa l"i,
cuja dala he de 19 de abril do 1838, leve por
objeclo extirpar desse estado a embriaguez,
qilO em ceita poca fez estragos na Ameri-
ca, mas quo as sociedades do tempornea
tinham j diminuido milito. Prohibe absolu-
tamente a venda a varejo de agurdente, rbiiin,
licores ou misturas espirituosas. Declara que
esses lquidos nao pnderao vender-se em lotes
de menos de l.*i galoes ,'20 medidas;. Os eita-
lajadcirui nao pdem vender nem um copo
dessai bebidas : s os boticarios ou os mdi-
cos habilitados pelas autoridades locaespdeiu
applica-lai em caso de necessidade bem esla-
belecida, e s se concede licenca a urna pessoa
para cada v.ttiit) habitantes. Km alguns uulros
estados a venda de espiritos a varejo he sub-
ncltida a rcslricces preventivas; mas eqi par-
le alguma se foi l;io longe como no Massacliu-
selts. Assim, em Neiv-York, es9a venda he
prohibida ao domingo.
Para concluir, cito una disposico legislati-
va mais caralerislica anula; o lullragio quaii
universal he a le eleitoral da America ; nao
he todava sem restrieces. Oshoiiicm de cor
sao excluidos quasi geralincnle de ilireito, e
v : iliocnic de tacto. Em cerlos estados he
preciso estar inscripto no rol das attribuicv*,
mesmo por una soinma determinada ou nao,
pagando impostes, he preciso ser chele de fa-
milia e dono de casa (notife krtper). Bill alguns
dos ''Stadosda Nova-Inglaterra, ovlo he nter
dicto a quem recebe soecorros da candle pu-
blica, c un Massacliusettsessa exclusa alcance
.ile ni. militares de pessoas; pinm, para nao
llTlIrillOS do nosso MIUIIiplo, a iiitcrdiccao he
pronunciad i ein miis de um estado contra as
pessoas que ii'io san de boa vida c cusUiiuej.
Assini.iiiugueiii pode volar no Veriiiout, se n.io
lor de conducta tranquilla e pacifica ( |MI
and pcnceable beha toar), no Couneciicul ame
nos de ter boa fama ( o ijnod mural elmrarler)
lio um dos estados mais juvens, o de lowa, si-
tuado ao oeste, a ooilStitulfio (>) diqucos
idiotas, os alheados cas peisoai de na faina
nao pinlern volar. Nho cinpreliciidcrci dlter
aqui como essas dispusiccVs da le sao postas
mi vigor. Toinai-as siiiiplesuiente como desc-
jos.como siguaes da leinlcncia que teein as leis
e a opiniao. Para todo o povo que procure
coustituir-ie em repblica democrtica, isto
he, fundar o goveruo de todos par' todos, he
nina revocarlo dessa grande verdade sobre a
qual nunca se insistir demasiado, que, ie mo
livor em si urna grande aleada moral, a sua
tentativa he Impotente, c que deve redundar
com certeza em confuso sua, e talvez no com-
plemento da sua ruina
Michtl Chcealier.
(Jornal reioJ
;,l!IIQ0EPEi.,\.\BIIHCO.
RECIFE, 29 DE OUTBnO DE 1849.
0 embarque do Exm. Sr. Honorio l'crci-
n de AzcrC'lo Coutinho foi transferido para
amanliHa f 80) a tarde.
Correspondencia.
(2J Em Franca, a execucSo de Urbain
Wandier, a pretexto de felicaria, leve lu-
garem 168, isto he, 51 anuos antes das vc-
tima de tolln Mulher. U supplicio do
cavalheirodel. Barre, por sacrilegio, foi
mesmo e:n 1766; he verdado que foi um
acto solado A nariaeiio dos procesaos por
feiluaria no Massacliuselts he um dos pe-
dacos mus curiosos ila excedente Hitlortii
iloi Maiot-Lnidoi, pelo Sr. liancrofl. Esta
no capitulo XIX.
(3; Fra da Nova-Inglaterra goza o catho-
licismo de mais favor.
(i; Taed and fealhtred.
Sr$. reJiiclores. liepois de um silencio
de niulos das, o quando pareca ler-se
recolhido aos bastidores, envergnnhado
de si mesmo, vollou carga o Esludanledt
l'arit, que pela lingoagem mais parece um
desses casquilhos que povoamos bouleenrdt
dxquella grande capital, do que um muco
cuja educaran apurada opreparou para lietn
hav r-se na sociedade ; e appareceu dspus-
tnadeiratnar toda a sua bilis sobre o dig-
niasimo inspector da alfandega desta cida-
de, bem como sobro o Contribuate que so
apresso.u em tomir-lhe a deIVsa, preceden-
do-nos dcsl'arte na arena em queassent-
mos de entrar desde que lomos as priineiras
linhasque em de-abono do mtiito fi-cali-
sador e muo probo Sr. Sampao Vanna
ousou escr.vcr o publicar esse Eiludanle
de l'arit, que vai cheirandoa cerlo intro-
ductor de Africanos litros, e cujas trapagas
talvez me cu incumba de pjientcar se
coiivencer-mc de que se atreve a acobrrlar-se com um nome
que nada Ihe pode caber.
He bom possivel que o Contribuinle se
nao resolva a responder ao pseudo Etlu-
dante dn Parii, e que mesmo entregue ao
desprezo as sun lieos de que cllereclieou a
sua ultima arenga ; e, pois, periniltam-me
Vincs. que eu osubslilua se bem que indig-
namente, ou ao menos que o preceda dcsla
vez.
Sr. inspector d'alfandega nada lem de
incivil; ao Contrario he de urna delicadeza
e de urna urhanidade tilo salientes, quo certa-
mente captivam a todos quantns o commu-
nicim, eos levanta crcr que SS. he umdes-
ses bomens que suflcii nto illustracflu
i-i-iineiii imilla polidez e cvilisaQo: se
mandou tirar o chapeo a esse Esludante de
PariitSl porque elle, dando provas de ne-
nhuma educarlo, e com manoiras smen-
lo proprios de abrutalhado inarujo, o con-
servava na cabuca anlc o mesmo Sr. ins-
pecior quando osle eslava no ejercicio de
suas funccOes, sem que trouxesse chapeo,
e no meio dos empregados, os quaes lam-
bemo ii3o traziam. Dum'ais, aclia o empro-
visado liitudanle que he licito e decente es-
lar em urna rcpartiC/ilo publica e na presenta
do respectivo chefe, como em urna taberna,
ou em una pra<;a publica, com o inaior des-
respeito, e sem nenhuma ronsideraeo ao
lugar e dignidade da autoridad que o
inspercionn ? Seach, bem moslra que he
uimianienla grosseiro e que, se foi a Pars,
nu iiouxo diiln sono as garottcos en es-
touvamcnto dos bens coubecidos petilt-
mailres, ou entilo a insolencia e o sant-jucan
dos celebres tant-coulutet. So mitro que
nao o Sr. Via tina fra o inspector, talvez
mandassepor um dos empregados subalter-
nos intimar ao Imm duhsludante i|ii.i sepor-
lasse com a dcvida.decencia, ou eracuasw o
edilicio que to malcriadamente cons -
pu'eava.
Mas 11.I0 he por isto que o amavel Eiludan-
le se atira rom tamarilla gana sobre o Sr/
Sampaio Vanna : o grande, o injustificarel
i rime dcste cmprrgado prestimoso lia ter
feitoque paguen) na alfandega le l'ernain-
buco os comprt' rites direitos muitos objec-
los de luxo que, comquanto se montassem
n s parteleiras das lujas tiesta cidade, nunca
chegavam aquella repartirlo para serem
despachados; he le desenvolvido tanta
lisciilisaciio. que os hanis de plvora que
v.lo a dispacho, j contAem cen e mais li-
bras, npentanto que antigamente rara vez
tinham mais do quo rinte e cinco libras ;--
he ter aperlado os contis a ponto de se-
ren qoalificadss como tinas e subjeilas a
maior laxa fazendas quo nunca o tinham
sido ;-ho Icr finalmente feilo augmenlar o
rendmonto mensal d'alfandega de quasi
canto por cento, quando a importarlo tcii
sido igual sonau inferior dos annos ante-
riores, e quando o mercado tm estado me-
nos animado do que nesses annos ; sendo
quo o rond menlo do cadende oottihro tal-
vez que orce por QUATKOCE.NTOS CO.NTOS,
ou milito pouco menos.
Em verdado isso he impenloavel; o n;lo he
possivel que deixo de ser menoscabado c
odiado pelos traficantes quem lem 0 atreci-
inento de vir assim, sem mais nem mais,
arrancar das algiheiras dos mimosos da for-
tuna para depositar nos cofres pblicos
tiina ponjAo avultada de contos de rola
Entretanto, em troca do odio e menoscabo
dos tnnguisugat da fazenda nacional, o Sr.
Sampaio Vanna vai adquirindo a estima,
o respeito e a afTeo dos homens honestos
e sisiiJos
Vollarei, senhores redactores, scVmcs..
aind i ui'n pcrmiltirem, o so assim o quizer
o Blindante de l'aris, quo, havendo sido tilo
prumplo em exigir quo o Contribuinle de-
clare o nomo, leve todo o cuidado em occul-
tar oseu, pruv ando dest'atto que lie dos taes
que semprc qu eram estar du uielhor condi
Quo do que os oulros, anda mesmo que seja
a cu sta dos cofret publicoi.
Sou, senhores redactores, scu constante
Icitor
0 amigo da honra.
Mi i hl icario a pedido
DiJoaquim Lobato Ferreira que por bem
de seu direilo precisa que V. S. Ihe mande pas-
sar por certido o teor das declaracoes feit.is
pelo preio Lourenco e Mauocl caiieir de Al
incida Lopes, por occasiao das iuvesligaedos
que prncedeu esta subdelegada sobre o quei-
mameulo de una canoa em principios do pas-
sado mat deseteniliro. P. a V. S., Sr. subde-
legado do Itecife, Ihe mande passar a certido
requerida. K 11. M.
Passe. Subdelegada do Hccife, 27 de ou-
tubro de 1819. llfiveira.
pertencentca Josqiiim Lobato Ferreira? Rei-
pondeu que elle nao foi quem inaDdou largar
fogo canoa, mas que boniem pelas de horas
da noite, ouvindo um susurro por detrs da ca-
sa de seu palro c fallando-se no nome deste,
elle respndeme se dirigir ao lugar d'oudc
vlnlia o auisurro, e rntao soube que o prcto
Lourenco c o pardo Gregorio haviam incendia-
do urna canoa pertencenlc a Joaquim Lobato
i'. 11 eir, a qual se achava em dito lugar, a-
chando ahi diversas pessoas, entre ellas duas
mullid es que nao conheceu, as quacs Ihe dis-
seraui que o prcto Lourenco fora preso em fla-
grante por ser achado incendiando urna canoa,
c que tinha ido em companhia do mulato Gre-
gorio a mandado. Disse mais, que elle rei-
ponilente.por have'r assistidoa prlsao do prelo,
foi boje pela uianha em procura de seu pa-
trio que se achava na Vanea, para onde foi
li'Miieui pelas quatro horas da tarde, afim de
Ihe dar parte da prlsao do prelo c do incendio
da i i mi i, e que tru palrao Ihe reipondra que
elle fura quem a mandara incendiar, icntlndo
que o incendio a nao tivesse consumido, pelo
consumida. Foi-lbc mais perguutado, se elle
respndeme eslava em casa quando sahlram o
preto Lourenco e o pardo Gregorio com una
barrica, c se isto fra por elle vislo ? Respon-
deu que vira subir o preto e pardo mencionados
com a referida barrica, mas que atliibuira
ser cisco que levavam em dita barrica. Foi-
Ihe mais perguntado a que boras sahiiam o
preto Lourenco e o pardo Gregorio com a bar-
rica cabrea? Respondeu que haviam de ser
nove horas, pouco mais ou menos. E nada
mais havendo a perguntar-ie-lhe, deu o sub-
delegado o interrogatorio por lindo ; do que
para constar mandou faier este auto em qu
assignou cotn o Interrogado c tcstemunhas
presentes. K eu, llercutano Deodatodoi Santos,
escrivao o rscrevi. Oliveira. Manuel Fran-
cisco da Silva Han do. Joo Jos de Vascon-
cellos Soma. Joo Itaplisla Paula daSilveira.
M.n imlio Diogo da Cosa. Nada mais se con-
tinha em dito auto de perguntas c interrogato-
rio, folios ao prcto Lourenco e a Manuel Fran-
cisco da Silva Harrcto, aqui pedidos por certi-
do, aos quaes me reporto; e vai esla sem cou-
la que llovida fa;a por miin escripia c assig-
ii ni i, conferida e concertada ucsta freguciia
de -an-Frei-Pedro Goncalves do Recife aos
vinlc c sele dias do mea de outubro do anuo
do nascimento de Nosso Senbor JesusChrislo
de mil oitocenlos cquarcnlae nove, vigsimo-
oitavo da independencia e do imperio do bra-
sil. Uscrcvi e asiUuel.- -Em f de verdade.
Nanoel Joi Ftrnandu Barros.
Para a Baha saho o hiato Flor-de-c,,
turipe, do prmeira marcha: para carga
passageros, trata-se na ra do Vgari
P
ii. 5
'6rio,
Para Angola e oulros n0r.
los da Cost-d'frica pretendesa.
hir, no dia 3 de novetnbro impre.
terivelmcnte, obrigue francez f.
ber: aida recebe algoma carga
passageiros, para o que tem ex-
cellentes commodos: os pretcn.
denles dirijam-se aos consgnala,
rios do mesmo, B. Lasserre & (J.
ra da Senzalla-Velha, u. 138

JLeiloes.
COMMIEHCIO.
ALFANDEGA.
flendimento do dia 29.....
CONSULADO GERAL.
lien lmenlo do dia 29.....
Diversas provincias......
2:265,972
CONSULADO
Rendimento do da
PROVINCIAL.
29.....1:367,101
.riovimento do *orlo.
Navini entrados no dia 29.
Calcula 117 dias, galera americana Geor-
ge-llelen, de 420 toneladas. capitSo Dean
Sears, equipagem 19, carga salitre, se-
ment de hollara c mais gneros ; ao ci-
pitno. Vom refazor-sc d'agoa o mant-
menlos, e segu para lloston.
Marseilles 50dias, hricue francezTe/c/f,
de 136 toneladas, capilio Monier, equipa-
geni 12, carga vinho, azeite-doco e mais
gneros do paz ; a t. Lasserre & Compa-
nhia.
EDITA ES.
I'AGADORU MILITAR.
D'.i jiii do lllm. Sr. inspector da paga-
(hrM dado Exm. Sr. presidente de 19 de
outubro presente annuncia-se que, no dia
3 de novemhro futuro, se arrematarflo ante
esta mcsina pagadora quarenla cavallos: as
pessoas que os pretenderen) os podero ver
no quartel da companhia de cavallaria, II-
cando certas que s 10 horas do referido
dia principiara a mesma arrematar.00 em
ha-ia publica. Pagadoria militar de l'er-
nanibuco, 29 de outubro de 1849. 0 es-
crvilo, Joo Arcn i'i llarbozn.
Peranle a cmara municipal desla ci-
dade se ha de arrematar, a quem por me-
nos fzer, nos dias 5, 6 e 7 de novembro pr-
ximo futuro, o calamento dos pateos do
Carmo e San-Pedro: os prelendcntes pdem
comparecer na rasa das sessOes da mesma
cmara nos mencionados dias, e antos pa-
ra consultaren) a plaa e orcamento da re-
ferida obra.
i: para quecliegue i noticia de tojos se
mandou publicar o prsenle.
Paen da cmara municipal do Itecife, em
29 di outubro de 1849. Franciico Antonio
de Oliveira, presidente. Manuel Ferreira
Accioli, secretario interino.
Ocorrelor Oliveira far leilio, por or-
den) do capilo Edward Wlld e por eonu
e risco de quem pertcncer, de 181 barricn
de fai iiiha de Irgo em um ou mais lotes i
vonlado dos licitantes, para necorrer ins
gastos da escuna ngleza Panella, arrbirji
a este porlo : quarts-foira, 31 do crreme,
s II horas da manh3a em ponto, noirnia-
zem do Araujo, beccodo (ionesIvs.
0 correlor Oliveira far leiOo de por.
cio de mobilia, consislindo em cadeiras ds
difTerendcs qualidades, sophs, mesas re.
dondas, bancas de jogo, ditas pira soplm
ditas elsticas, um rico piano de Jacaranda)
e oulro de dfferenle madeira, um ptimo
violao, redes do Para, commodas, marqut-
zas, lavatorios, um relogio de prata pi.
tente inglez, muilo bom reguiador, dito d
cima do mesa, duas bataneas romaaii,
um carro de quatro. rodas quasi novo,
com os competentes arreios para 1 cavio,
dous ptimos oscravos, sendo um de un
eslrangeiro que se relira para fra, e oulros
muitos objectos asss necessarios : terci-
feira, 30 do correle, s 10 horas da ma-
nlia, no i rimen o andar do Sobrado n. i
da ra do Apollo.
Avisos diversos.

(6) A i onsiuuieao do Vermout he de 1793, a
do Coonecticut de 1815, a de lowa de 184b'.
IH,mnel Jnsc Fernandei llarroi, eterivo do juito
de pul du segundo districlo e da subdelegada da
feegueziadc San-l'rci-l'edro-lioncaloss do Hteife
de t'ernimbucj, cm virtudt da lei, tic.
Certifico serem os interrogatorios feitosao
preto Loui neo e a Manuel Francisco da Silva
Brrelo, pedidus porcerlidu, do teor, forma e
inanelra seguinte:
Aulo epirguntas fritas aopreto de nome Lourenco.
Auno do nascimento de Nosso Sruhor Je-
sus-Cbnsto de mil oito-centos c i|uarenla c no-
ve, aos nove de Miembro do di ti anuo, sendo
nesla fregurzia de San-Frei-Pcdro-Goncalves
dn Itecife. na casa da residencia du subdelega-
do da mesilla fregneala Jos Juainim de Oli -
reir, onde eueaciirfio interino desencargo
lu viudo, e sendo ah, em presouca das tesle-
inunhai abaiio assiguadas, foi por dito subde-
legado interrogado o prelo de nome Lourenco
pela forma seguate : Foi-lhe perguutado
qual oseu nome, idade, naturalidade, estado,
coiidco, nuil .i 11 i e lempo delta.' Ilespnndeu
chamar-sr Lourrn;o, com idade que representa
ter ti inta anuos, natural de Angola, soliciro,
sem oiln ni, cscravo de Luiz Gomes Ferreira, e
morador ha viole dias em casa de Manoel de
Almeida Lopes, a quem diz fura entregue por
seu senbor para o vender. Foi-lhe mais per-
guillado o que fazia as des horas da noite na
praia por detrs da ra da Sentalla-Velha, nos
fundos da casa de Joaquim Lobato Ferreira,
lugar este que nao he Iransitavel ? Itespondcu
que o caixeiro de "anoclde Almeida Lopes,
que se chaina Manoel, o mandara com o mula-
to de nome C regorio, escravo que' foi do falle-
cido Coito, com um barril cheio de cavaco e
capim secco, c que au cliegar all mandnu o di-
to Gregorio que elle respndeme arreanse o
barril, o logo que se recolberam os pretos do
Sr. Joaquim l.obatu Ferreira casa de seu sc-
nhur e fecharam-sc as portas, mandou o refe-
rido Gregorio que elle respndeme se chrgas.
se com o barril borda de lima canoa aborta,
que ir acliava em fabrico, e ahi passou a palli.i
e os caracol para a poupa da canoa, c tirando
por um phosphoro o accendeu e chegou-o ao
capim c cavacos que havia depositado dentro
do paneiro da dila canoa, atacando-llies fogo,
e logo que se atcou o incendio deitoua correr,
lempo em que foi distinguido o incendio por
Joaquim Lobato Ferreira, que mandou osseus
cscravos examinar cssa oceurrencia, os quaes,
encontrando a elle respndeme que procurara
evadir-se, prximo ao lugar do incendio, o
|u i uile .un Foi-lhe mais perguntado onde se
Soba o mulato Gregorio? Respoudeu que o
mulato Gregoiio se acha ein casa de danocl de
Almeida Lopes, aonde foi posto para vender,
donde sahira com elle respndeme com n
barril chelo de palhas e cavacos por ordem
do caixeiro, como flca dito. K nada mais ha-
vendo a perguntar, houvc o subdelegado o in-
terrogatorio por lindo; do que para constar
....."iiiiii faier este auto cm que assignou com
as les le III indias pn ,, liles. Julio Jos de VaS-
concellos. Joo llapiisla Paulo da Silreira.
.ilai iiolio Diogo da Costa. F. eu, llereutano
eodalo dos Santal, ejerivao o cscrevi, Olivei-
ra. Joiio Jos de Vascoucellos Souza. Joo
Baptisla Paula da Silvcira. Marliuho Diogo
da costa. >
Interiogalorio feito a Manoel Francisco da Sitia
Harrcto.
Anno do nascimento de Nosso Senhor Jesus-
Chrislo de mil oitocenlos equarenta e nove,
aos nove de leieuibro do dito anno, leudo
nesla frrguezia de San-Frei-Podro-Goncalves,
na casa da residenci do ubdelegado da mes-
ma frrguezia Jos Jnaqulm de Oliveira, onde
eu eseiivao interino do seu cargo meaehava,
ahi.em preseuca das trstemunhas abaixoasslg-
nailas, estando tanibem prsenle Manoel Fran-
cisco da Silva brrelo, o subdelegado leudo.
Ihe deferido ojuramento dos Santos F.vange-
Ihoi.ordenou-lhe que,drbaixo da samida,ir do
inriino juramento, houvesse de responder bem
e belmente s perguntas que passava a fazer-
lhe e, recebido por elle o juramento, assim o
pimu. u. o cmnpiir, oque fui frito pe|a forma
srguiutc : Fui-lbe perguutado qual o seu
nome, idade, estado, naturalidade, oceupaco,
residencia e lempo deila, e te labe lr e cscre-
ver Respondeu chamarse Manoel Francisco
da Silva Brrelo, com idade de f inte e cinco
anuos, solieiro, natural desta cidade, que se
oceupa ein ser caixeiro de Manoel de Almc'da
I ope, que reside ha mais de oito annos na fre-
gu-zia de San-JosC e que sabe lr r escrever.
hoi-lhe mal perguntado o que labia a respei-
to de mu incendio que icve houicm lugar por sageiros, para o que trata-se ao lado do Cor-1 dores : a praca dVvo ter iugar'no arm
voiw uas aez horas da noite em urna caudal po-Sanlo, lojade macamos, n. 25. |do mesmo Ueranger, ra da Florentina.
Declaracoes.
-.- (larsenal de guerra precisa comprar
azeile de carrapalo e de coco, velas de car-
nauba, lio de algaihio e pavios : quem os
mesmos gneros quzer fornecer, compa-
lecr na sala da directora do dito arse-
nal, no dia -2 de novembro prximo vindou-
ro, trayendo sua proposta com seus lti-
mos precos em ca i la fecha la.
De ordem superior foi trans-
ferida segunda voz a sahda do
vapor l'irnambucana com des-
lino aos portos do norte para
boje (30;, fechndose as malas a urna hora
da larde.
Publcdcao medica.
I'ti Men-so em .Lisboa, e vende-se na pra-
ca da Independencia, livrara ns. 6e8, o
Jornal ds sciencias mdicas,
desde 1835 al 1848, um volume cm oitavo
por cada semestre, pelo preco do 1,000 rs.
por semestre, e 6,000 rs. por anno.
Avisos martimos.
Para o Havre sabe, com a maior bre-
vidade possivel, a barca franceza lilla, ca-
pilo Lemeltz : quem quzer carregar, ou
ir de passagem, para o que lem ezcellenles
commodos, dirija-se aos seus consignata-
rios, J. P. Auour & C. n ra da Cadeia,
n. 52.
Para a Rabia o patacho S.-Cruz segu
em i nucos das : anda recebe carga o pas-
O Sr. Ezequiel de Souza Cavalcanle,
mestre dedanca, queira dirigr-se livra-
ra, ns. 6 e 8, da praca da Independencia.
Carlos llardy, ourives na
1591,987 ra Aova, n 54,
65,133 previne ao publico e principalmente o
seus freguezes que mudou seu estabeleci-
1:657,120 mente do n. 32 para o n. 31 deffonle di
Concoico dos militaros, onde contina a
vender e fabricar obras de ouro de lei,
c obras dilas da Ierra. Na mesma luja tam-
ben) se vendem luvasprelas de maia, Im;
e rom palmas de cores ; luvas do pellica
para homem esenhora ; moias de seda pi-
ra meninas ; ditas brancas e pelas para se-
nhora ; ricas litas para eufeites dechapof;
passarinhos brancos o da cores para ch-
peos ; peonas brancas com passarinhos pi-
ra rabeo i desenhora; lencos do mflo, bor-
dos e com bicode linbo verdadeiro; ditoi
de garr;a ; ramisinhas de cambraia; lou-
cas do 13a e de lil de linbo para haplisi-
doa ; chapeos de palhnha para senhora e
meninas ; dilos.de palha fechada, arrenda
dos e bordados, muilo lindos e vindos pelo!
Socrute ; chapeos de seda de cores; mantel
leles pretos para senhora, por ojefs barato!
prer;o do quo em outra qutlquer parte; I
franja piola para manteletes.
D. W. liiijnon, cirnrgiSo dcnlis-l
la, na ra do Trapiche-Novo, n.
14, respeilosamenle informa so
publico que, pelos seus muitos sfazeres, se-
r ohrigado a demorar-se mais algum lem-
po nesta cidade, antes de sua re lira-.'a pan
os rCstados-JJnidos, e ofTcrece seu pteslimo
para toda qualidade de operacOes denlaes,
para por denles novos, tanto singlos como
dentaduras inleiras, chumbar denles com
ouro e prata, conforme as ullirbas deseo-
bertas nesta arle.
Aluga-se o sitio da estrada do Cordeiro,
hcn condecido, s propro para negocian-
te eslrangeiro ou quem lenna tratanicii-
lo : bem como vai ios sitios e. casas peque-
as para se passar a fesla laiito na campi-
a como na ra da Casa-Foite : 4 tratar na
ra do Atnorini, n. 15.
Aviso aos Srs. ournrs.
Carlos llardy, ourives na ra Nova, n. 34,
puxa chapa de ouro a 60 rs. a otava, e de
prata a 40 rs.
11 ua largado Rozarlo,
o. 14.
Prudines, cutilctro e
urmeiro,
tem a honra de prevenir ao respetavel pu-
blico que elle acaba de receber pelo navio
francez Socrate um rico sortimento de cu-
lilaria lina como tesouras para cabellerei-
ro, costura, alfaalce para unhas; diUi
muilo linas para senhora bordar; eslojos
do uavalhas muilo ricos; caivetes de to-
das as qualidades, com cabos de marfim,
madre-pcrola e de tartaruga. O annuncian*
te aproveita cssa occasiSo para lembrar aoJ
seus freguozes, que ello tem un bom sorti-
ment de espingardas finas do cano trail-
lado e da [pasquinado, das mclhoics fa-
bricas de Franca, obra muilo boa e muilo
segura proprias para so divertirem pf'0
lempo de fesla : tambero contina a amo-
lar as tercas, quintas o sabbados, e se en-
carregade qualquer concert l*rlencenle
ao seu oflioio.
^- Precisa-sealugarum moleqie que co-
zinhe o diario de urna casa : na ra do Quei-
mado, ii. 6.
Aluga-se um escravo mestre cozinhei-
ro do ionio e rugi, propro para ma hos-
pedara, por ja tor servido ; he pardo e bo-
ieiro ; afanga-se a conduela : tambem se
aluga urna prela ama de casa, acostumada
a fa/er lodo o seivico pois lava, cozinh*,1
engomma i eifeilamente, e he ptima p"
Iralamento de meninos : quem os preten-
der, dirija-se ra do Collegio, n. 19, '
gundandar. ~j ?
No Allerro-da-lloa-Vista, fabiifflla
charutos, n. 5, precisa-se de lciacs cliru-
leiros.
-- Terca-fcira, .10 do frrenle, 'lie a ulti-
ma praga dos movis e acmimoventes l1**
nhorados a Juliiio Ueranger por seus ere-


__!'recisa-sc de urna prela cap
Itiva pan ama de um lio me m sol-
teiro na ra da Gadcia-Velha,
.. .Sexla-feira.26 do eorrente, entrega-
I r1Iri-se um preto no caes da Alfandcga 10
trricas cora pa/albo da marca PN; o, co-
mo o mesmo preto extnviasSe orna barri-
ca r<>fza-se a qoem Ihe fr oOVrccida, de
prender o dito prcto ou se algucm a rrce-
lieu por engao, sendo que a queira res-
tiluir, dj.searuadol.vramenln, n. 32.
.. Aluga-se, para se passar a fesla, ou
mesmo annualmenle, uma casa muito ar'"
i iad", propria para uma familia, em a po-
voacflo do eberibe, no melhor lugar pos-
I tivel: a tratar na mesma povoac.no, venda
IdoSr. Theodoro.
" Alugam-se pretos a 6*0 rg. por di
1 secca para aerventes de pedreiro, no caes
jo passeio-Publico om S.-Amaro, nosegui-
nientoda ruada Aurora : a fallar na mes-
Imaobra.ou emcui do arrematante An-
tonio Jos Gomes do Crrelo.
Arrenda-se. parase passar a fesla, ou
i animalmente, ou mesmo vende-so por pre-
co commodo, um* grando casa e sitio, no
lugar do Monteiro, a margem do rio, lendo
I casa 6 salas, 8 quartos, 2 cozinhas, gran-
[de quintal murado, baixa par capim, es-
I trinara, casa paro pretos, etc. : a tratar na
ruada Cadeia de S-Antonio, sobrado Joaqun* do becco do uvidor, prmeiro
Pandar.
I .. Na ra estrella do Rozario, ere ter-
rea defronte do sobrado n 30, lava-se, $n-
I comma-se o f*z-se comida para fra : ludo
[roma maior perfeigo e asseio por prego
commodo.
Urna poaso* bastante habilitada em es-
criptumQflo mercantil por partidas dobra-
das o singelas se eflorece para a fazer em
algum* c*a* do negocio nos domingos e
dias santos, mediante um mdico estipen-
dio : qtiem de seu presumo se quzer uli-
lisar, dirija-sea Fra-de-Porlas, n. 30, ou
a ra do l.vrament, n. 38, prmeiro andar,
< s<> dir quem pretende.
wmmmmmmmm mmm.mm&m
i v,
t Na ra da Cadea do Recife, loj de y
'I cambio da viuva Vieira & Kilhos, B
f vonderam-sa da 20 *loteria benefl-
-| co do monte po os nmeros seguin- y
tes:
Peanteo juizo do civr-1 di prmeira
vara viio praga de ronda us alugues da ca-
a da ra de Agoas-Vers, n. 39. por exe-
cugflo de Manuel Anastaco da Costa.
--Precisa-sedo uma ama para casa de
ouca familiB. a qual saih cozinhare com-
rar: na ruada Cadeia-Vtlha, ii.it, pr-
meiro andar.
Precisa-so de uma prela escrava para
o servigo de uma casa de pouca familia:
no Aterro-da-Ros-Visla, toja n. 1.
10,000 rs. Desappareceu, no da 24 do correte, do
sfflodoSr. Kenworthy, em S.-Jos do Man-
gumho, um cacho-rinho inglez, do 10
cnc7.es de idade, de cor c8stanho-elara ; he
jjagador de ratos ; lem asorelhas cortadas;
responde ao chamado do lurk : qum delle
souber e quzer entrega-lo em dilo silio,
ou na ra da Cruz, no Recite, n. 2, recebe-
r* a gratificago cima.
I)eniz, alfaiate francez mudou o seu
eslabeleciment para o Atcrro-da*-Boa-Vs-
ta n. 38, aonde os seus freguezes o aclia-
rSo pro rapto para o seu servigo
Desoja-se saber onde -resi-
dem os Srs. Joaquim de Figuci-
redo Lima c Joao evangelista Ks-
teves A Ivs, ou mesmo quem seja
seus procuradores uesta cidade ou
fradella, para se tratar de nego-
cios que lhes iTizem respeito: quem
souber annnncie por esta folha pa-
ra ser procurado.
O Sr. A. J. L. queira fazer o favor de
vir pagar a quanta de 15.8*0 rs. a Rosen-
do da Silva Cunha; do contrario, ter de
ver seu nome por extenso nesla folha.
Aluga-se um sobrado de um andar em
Fra-Jc-r'ortas, n. 82. cora boas salas, al-
oovas e slito com cozinha, quintal o ca-
cimba : a tratar na rna da Cruz, n. 63.
__Precisa-se do um menino brasileiro
que saiha ler. escrever bem e que rouna em
si boasqualidades para poder desompcn'nar
o lugar de caixeiro de cobranga, dentro ues-
ta praca: aquelle que se adiar as circuns-
tancias de desemponhar o lugar, pode diri-
ir-se a padaria da ra Larga-do-Rozano,
n 18, onde se Ihe dr com quem so deve
entender
o3
emliarquoo desembarque: na ma da Sen-
zalla, n. 42 ,a trata'rcom S. J. Jolinslou &
Coinpanlia. '
I'recisa-se de mi preto
boavendedeira de doce: na na
do Trapicbe, n. 44-
Compras.
2.727
4,784
3.672
4.851
2,955
5.861
2.848
5,547
20,45
283
?,809
3,003
1,981
10:000.000
200 000
200,000
loo.ooo
100,000
100,003
100,000
40.000
40.000
40,000
40,000
40,000
40,000
&smwmww--w#'** llanoel Joaquim da Costa Maia retra-
se para a Europa a tratar do sua sadore
pede a quem se julgarseucredor de apre-
sentarsua conta para ser inmediatamente
paga.
--Zeft-riun Leite de Suuza Alvores faz
scienl* todas as pessnas a quem tcm ven-
dido hilheles das loteras do Rio-de-Janei-
no, quedado Monte-Piocoubc-lha a gloria
de vender o n. 2727 que tirou o premio de
10:000,000 rs. altll de uniros inultos de
lO. 200 e 400,000 rs. ; c bem assim, quo os
! agora lem para vender silo lodos pre-
miados
Manoel da Silva Ferreira ietira-se para
a Europa.
Precisa-se de um homem para feitorde
um sitio, que Irabalho, e entenda de des-
Icilar vaccas : na ra da Aurora, n. 44.
Fu rio.
. Do tercelro andar do sobrado da ra da
Praia-de-S.-llita, lurtaram, no dia 22 do
corienle, uma casaca nava de panno preto,
uma camisa, dous boles de ou'o com pe-
dra e esmalte, um lengo cor de caf com
lislras encarnadas para pescogo, uma gia-
v.itn de selim preto com franja cr de rosa :
qualquer pessoa que os ditos objeclos des
cobrir e o roubador receber de grulilica-
gilu o valor di'lles, na fabrica de licores da
ra Direita, n. 17.
I'eranteo doutor juiz de orphflos, na
casa de sua residencia, na ra da Aurora,
se h* de arrematar em praga publica a par-
te de uma casa terrea, sita na ra do Pilar,
. em Fra-de-l'orlas, a vahada em 1:770,587
rs. cuja casa fui avahada em 3:000,000 de
rs., pertencentc ao casal do lnado Fran-
cisco das C.liagas, a qual vai a praga a re-
querimento do intenUriante e testamen-
leiro, o lenle coronel Antonio Comes
Leal, nos das 29 de outubro e 5 e 8 de un-
vembro prximo futuro: ospretendentes
deverSo comparecer na ultima piaca do dia
8 de novembro.
-? Jurme Gerardo Mari l.umach de Mel-
lo, nao pudendo despedir-se pessoalmente
do ludas aquellas pessoas que o honrara
com sua aoiisade, fuz pelo presente as suns
despedidas, o Ibes offerece o seu limitado
presumo na corle do imperio, aonde o leva
seu destino.
Aluga-se o tereciro andar do
sobrado, n. 18, da ra do Viga
rio, muiio fresco e proprio para
familia ; a fallar no prmeiro an-
dar du mesmo sobrado, com I'.
C. de Mello.
- Quem annunciou querer hypolhecar
um sobrado de dous andares em boa ra ,
diiija-se ra eslreit* do Rozario, n. 43,
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
Aluga-se, por pre?o muito commodo,
um boni silio boa Afogados, com uma gran-
de .morada de casa, coro bastantes commo-
do* para grande familia, senzalla, estriba-
ra, cacimba com boa agoa, tanque para h..-
nlio, parreiral, laraogeiras, coqueiros, ele.
A dita cus acha-se reclicada e pintada de
r,novo. A Halar no patoo da Paz, asela de
. meninos, ou na ra da Assumpcflo, outi'ora
do inuio da Penha, n. 4, casa da arericSo.
Aluga-se o prmeiro andar da casada
ra da Cadea do Recife, n. 40, ptimo pa-
ra escriptorio, com muitos commodos, e
que he muito fresco : a tratar no segundo
andar do mestao sub ado.
-- Cn npra-s u m sopb e duas cadeiras
ilo balanc,o : tuJo de pao d'oleo, e ji usado:
quem liver annuncie.
__Comprase tijolo e cal para o caes c
ponto da ra da Aurora ; bem como se alu-
nara canoas para condcelo de areia ; tam-
bera se empleitam porches do aterro e ca-
canoas do areia : a quem taes negocios
convicr, procure o tenente-coronl Manoel
Joaquim do llego Albuquorque, nos Afoga-
dos, e no Recife, ao aferidor Antonio Con-
(alves de Muraos.
Compram-so 2o a 25 vasos para jardim;
bem como alguns carros de m3o e mergu-
Ihosdo parreira : na ruado Crespo, n. 9
Compra-se uma prela ou preto de 40 a
60 anuos, que seja robusta e entenda algu-
ma cousa de cozinha : airas da matriz da
Roa-Vista, sobrado n. 2*.
Compra-se uma burra de ferro em bom
uso e que nao seja muito grande: quema
liver annuncie.
Comprain-se pacas, tals verdadeiros c
porcos do mallo : ua ra do C.ollegiu, n. 3,
prmeiro andar, das 10 horas da manlia as
3 da larde.
Aos 20,000,000 do ris.

Estes ralogioi quo %%0 milito bom acaba-
dos, so Inrnam muito recommenilaveis a
Estilo i venia na loja de cambio da lu- qualquer particular, o adverle-sc que ha
va Vieira AFilhos, na ruada Cadeia do Re- i entro elles alguns que andam oito das sem
cife, n. 24, os muitn.l afortunados bilhelos } precisamm de corda: na ra da Cruz, no
o m'eios dito* da 7 lotera do thoslro de | Recifo. n. 55.
S.-Pedro-ile.Alcntara, cujas rodas deviam I Vende-so um sitio com bastantes Br-
andar no dia 29 do eonvnle. Na ineynn lo- Lores do fructo e bistanlcs plantic/jes, rom
ja mnstram-saas lislras da 20 lotera do P<1S1 de pedru e cal e c-icim'ia de boa agn
monte pi e de tolas as mais lolctias que I de heb r : na fui do Trapiche, n. 4, e-
teem corrido at o pr.s->nte. | guudo an lar, se dir qu n
No ra da Cadeia-Velba, loja de!
miudezas, n. 17,
vendem-selonQos brdalos pira m!io de
senhora de diversos padroes e qualida-
dcs; bem como luvas do pellica branca,
para homem e senhora, a niil rs o par ;:
ditas de soda prela com palm-.s do c6r, 11! K--S*1', j V
400 ni. o par. sS&Z&
- Vende-sc a venda na travessa da ra do
Vigaro, n. 3, com poucos fondos: quem
pretender dirija-se a ra do Codorniz, n. 8,
que achara com quera tratar.
Vende-se, por nilo servir ao dono,
uma rica moenda para engenho de ani-
maos, toda de ierro e nova, a qual custou
1:850,000 rs.. ed-se por muilo menos de
seu valor, pela urgente necessidado de di-
nheiro ." ua ra de Malhas-Ferreira, em
Olinda, n. 48, 011 na roa do Queimado, loja
da esquina n. 18, ou nesta lypographa.
Vende-te uma linda iipgrinha, propria
para mucama, e com principios do costu-
ra, a qual veio da Rabia
Nesta luja ven lom-su chales
610 rs a leudos da mosina
16t)rs.
I
qualiil
Ve 111
Vendas.
dem-se superiores ve-
las ele enrnauba.
Na ra da Alegra, n. 9, contina-se a
vender velas do carnauba a imitacilo das
de esnerniaceto de 6, 7 e 8 em libra, a preco
de 320 rs cada libra das corlidas o muito
alvas, e a 280 rs. por corlir: afianca-se boa
luz.
ni prniipiwa ..^.u Vendo-so urna preta de nac.lo da Cos-
ihia ; uma preta lava- }ta, chegada da Rabia ; 1 preto, proprio para
leira^alta e robusta estas duas pecas, tan- armazem de assucir, por ser bastante ro-
__n__...... ..X.. flA.i*aA_ bul. n. .... !.... ,1 o .. 11 lll 111 1 .
r\<.
I DEPOSITO GEUAL i
do superior rap areia- pnta g
8 da fabrica de Gantois Pai- U
fg HeiSc Corpanhia, na Ba- | ^/^m^f^
*
hia.
Domingos Alvos Malheus, agentada que ha boje no mercado, a 9,500 rs. a bar-
fe fabrica de lape superior areia preta rica e a 80 rs. a libra azeile doce de Lis-
v e meo grosso da Rabia, tem aberlo o
S seu deposito ua ra Cruz, no Recife,
3' n. 52, prmeiro andar, onde se achara
"^ sempre deste excellentc e mais acre-
ditado ra| quo al o presente se tem
fabricado no Rrasil: vende-se em bo-
tes de uma o mea libra, por preco
% mais commodo do que emoutraqual-
% quer parte.
*
_ f
Preeiia-.se alugsr um sobrado do um
andar no bairro de Santo-Antonia, prefe-
rindo-se fias ras Direita e do l.ivramento,
pateos do Carino, de San-I'edro. da Penha e
ruado mesmo nomo : na ra Dirmla, ven-
da n. 23.
t Antonio Carlos Pereira do Burgos
8 Punce de Len faz scienlo a quem
9, convierque. tendode relirar-se des
la praca, Rea encarregado de seus
% negocios o seu correspondente, oSr.
4 lino lose de Castro Araujo, cora es-
m criptorio na praga do Commercio,
? n.2.
--l'ordeu-seun annoinocnm 5 diaman-
tes em lileira, com o aro partido, detdO a
praoa da Roa-Vista at o Passeo-Pnblico :
nuera o entregar no Aterro-da-Boa-Vista,
loja do miudezas, n. 81, ser gratificado
Precisa-se alugar urna ama que tenba
baslanto leite para criar uma menina do se-
to meze* a qual tenba boa conduela : na
ra da Cadeia do Recife, loja de fazendas,
n. 56.
Para as pessoas que tcn-
cionam seguir viagein.
No pateo de S.-Pedro casa terrea n. 8,
tiram-se passaporles para dentro e fora do
imperio, correm-se folhaso despacham-se
escravos e para este fim tar.-ibem pode-so
procurar na praja da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8.
Aluga-se uma ama para todo o servi-
do de uma casa de pouca familia : na ra de
Agoas-Verdcs, n. 86, prmeiro andar.
jCliajios de sol.
Ra do P asseio, n. 5.
Nesla fabrica ha presentemente um rico
e completo sorlimenlo de chapeos de sol,
lano de seda como de panninlio ; ditos
muilo ricos de gros de Naples adamasca-
dos, com ricas franjas e da ultima moda do
Paris, par* senhora, os quaes vendem-se
em poreiiu e a relalho, pelo prego mais di-
minuto possivel. a mesma fabrica ha igual
sortimento de sedase panninhos para co-
brirem-se armacOcs servidas, concorta-se
qualquer chapeo de astea de ferro ou ue
baleia e tambem umbellas com toda ;a bre-
vdada o prego commodo.
o
9 Bixas.
o^ ._ .-j____9
X j^.o. q de bonila figura ; 1 muiatliuioue i/aniM
|Na prajadn Jndpen-o l^Te&V&i^Z^
deiieia, ll. 10, X bonitas figuras : na ra Direita, n. 3.
v____,,.. .,- .,., ,i,. vm,u al- r _. vnmlfi.ari cal virscm de Lisboa em b
7\ ao voltar para a ra das Cruzes, alu- q
)? gam-se o vendem-se bixas do llam- /
X burgo : tambem vSo-se applicar pa- V
O ra commodidaJe dos freguezes ; t- j*
O'ram-se dente*, sangra-se- e appli-
O cain-se ventosas: tudo por prego V
> commodo. v
Aluza-so um grande armazem com sei-
ventia par a mai6 pequea, e porto de
Lotera do Itio-dc-Ja
ncro
Aos 20:000,000 de
Na praga da Independencia, n. 4, vendem-
se bilhetes, meos, quarlos, oitavos e vig-
simos da 7.* loter* a beneficio do tbea-
irode S-Pedro-de-Aleantara o um resto
de meios bilhetes, <|uartos e oitavos da II.'
lotera do theatro de Nctheroy. Na mean
loja mostram-so as listas das loteras pas-
sadas.
Bom e barato.
Quem quer, quem quer azeile de carra-
palo liquido, a 240 rs. a garrafa ; assucar
refinado muito alvo, a 100 rs a libra ; dito
branco alvo e novo, a 90 rs. ; dito misca-
vado, 60 rs j mauleiga superior, a 520
vender comer na
bacalhao'do melhor
roa, a 2(0 rs. a cuia
boa, a 500 rs. a garrafa vinagre, a 70 rs
velas de carnauba, a 280 rs. a libra ; ceva-
da, a 70 rs.; banha de poico, a 300 rs. ; m-
Iho, a 120 rs. a cua ; rap Meuron, a 1,040
rs. ; pntenla do reino, a 220 rs. a libra ; e
outros muitos gneros por proQO rasoavel :
na ra de S.-Jos, esquina quo volta para a
abobada da Penha, venda de 4 portas n. 2.
Clieguem ao barato
que potieas vezes
apparecc.
Na praca da Independencia,
rasa amarella n. I, com
fnzeiulas.
u>
>
>
\>
>
u>
, >
a* vendem-se coi tea de brim de lislras
^ cor de ganga, e de linho puro, pelo J
P barato prego de 800 rs. o corlo ; J
3* ditos de brim pardo trangado, a 1,200 ^
? rs.; ditos cor de ganga, de superior ^
B, qualidade, a 1,440 rs.; ditos da mei* *
O casimira, a 2,500 rs. ; ditos de algo- &
y- dito de bonitos padrOes, a 1,200 rs
esguiio de algodSo, a 3,200 rs.
* pega com 10 varas, e a vara a 320
* rs.; corles de Instos de cores, pa-
drOes muito modernos, a 1,200 rs.
S cassa-monstro.de excellcutes gostos
%. a 2,8(10 rs o corte; chitas de assen
m lo escuro, e de cores lixas, a 140 rs. ^
^ o covado ; ditas finas, a 200 rs ; ns-
fa> cadinhos miudos de linho para ja- *|
P quetas, a 440 rs. ; gorgurflode seda, ^
r com loque de mofo, proprio para for- ^
t ros do casacas, a 400 rs ; meias de ^
S| algodilo muilo finas, para senhora, a a> 480 rs. ; pegas de madapoliio do 4 *
;> palmos do largura a 3,200 rs. ; bre- <
a> taiiha de linho para jaquetas, a 560 <
> rs. avara ; e outras muitas fazendas
4
<
<
por prego commodo.
Vonde-Srt cal virgem do isba em bar-
rs pequenos, vinho do Porto superior om
barra de quario e quinto, e meias-pipas
com dilo, farnha de trigo de tolas *s qua-
lidides e em meias barricas : tudo por pro
go mais commodo do que em oulra qual
quer parto : na ra do Vigaro, armazem de
Francisco Alves da Cunha, n. II.
Vende-se uma casa com quintal
lianliu ; aluga-se oulra no Pufo: no Man
guinho, u. 35,
0AA*iAiftMAAAAA*AA*A.4*O
-- Vende-se uma preta moga ; um mula-
tinho de 10 anuos: a preta cozinha bem,
engomma, cose, be qulandeira, c nilo tem
vicios nem achaques; o uiulalinho he p-
timo para pagein, ou aprender ollicio, por
ser de bonita figura o ser muito esperto :
na ra da Concordia, passando a ponlczi-
nha a direita, segunda casa terrea.
Vendcm-se meias linas de
linbo, ebegadas ltimamente do
l'orto, por preco commodo, e di-
tas de algodao grosso a a,ion rs. a
,ln/ii : na praca da Independen-
cia, loja amarella com fazendas,
n. i.
Vende-se um* escrava de 22 annos, de
bonita figura, com uma cria de quatro me-
zese do muito bom leite, a qual cozinha
muilo bem, lava do sabflo e varrella e en-
gomma : na ra da Roda, n 10.
Vende-sc um escravo bom cozuiheiro,
de bonita figura ; 1 mulalinho de 17 anuos ;
no-
do
buslo : na ra larga do Rozario, 0. 46, pr-
meiro andar.
-- Vende-so um piano com muito boas vo
zes, concerta Jo o cncord lado do novo, de
un dos pnniciios autores : na ra das
llores, n 19.
Vendem-se gigos com bata-
tas muito novas e boas, pelo preco
de i,8oo rs. temi c.ida gigo mais
de arrolta : no armazem de Anto-
nio Ar.ncs, no cues da Allandeg,
e na ra da Cruz do Recife, arma-
zem di: daiUiill I nios.
Salsa-parrilha de Sands
para remover o curar radicalmente to-
das as enfermiJados quo procedem da im-
pureza dosangue, ou habito do systema.
Ksta medicina est operando constante-
mente curas quasi incrveis de molestias
quo procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias herodilarias,
com glndulas incitadas, ervos incolhi-
dos, eosossosmeio arruinados, ficou resta-
beleeida com toda sua saude e forgas. O
doente escrofuloso, coberto de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o servio,
lieou perfeito. Centenares de pessoas que
tinham soffrdo ( por annos, a ponto do da-
sesperem da sua sorte ) molestias cutnea*,
glndulas, rheumatismo chronico e muitas
outras eufermidades procedentes do desar-
raigo dos organs de secregao e da circula-
gilo, teem-sc erguid*quasi milagrosamente
du leito da morte, e hoje, com constituigo.-s
regeneadas com prazer altestam a elllc*-
ciadesta incslimavel preparagilo
Comqnanlo tenbam apparecido grandes
''pidosT.'ons'par'todo o! curas at aqu produzidas pelo uso desla
oslimavel medicina comludo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
(aveis.
New-york, 22 do abril de 1818.
Snrs. A. U. e I). Sands. litigando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
blico em geral, roroetto-vos este certifica-
po das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rilba para que outros que hoje estilo sof-
frendo estabelegam melhor a sua confian-
ga e fagam sem demora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido com uma grande feri-
da no tornozelo, que se estendia pela canel-
la cima at ao joelho, langava grando | or-
gilo de nojenta materia, com comichoes
que nieprivavam muitas noitesdo nteu des-
canso, e cram muito penosas de supporlar.
(I Sr. Diogo M, Coniicl, que havia sido cu-
rado rom a vossa salsa-pai rilba, reeommen-
to em prego como em figuras, nao desagra-
darflo aos compradores : na ra da Cadeia
do Recife, n. 39.
Vende-se manteiga inglesa, muilo su-
perior, a 640 rs. a libra : no Ale,rro-da-
Roa-Vsta. venda n. 54, pegada ao Estima.
Vende-se a padaria defionte da igreja
daSoledadc; 10 barricas com farnha de
trigo franerza, da marca vcrmelha : todo o
negocio se far, por seu dono so querer re-
tirar.
-- Vende-so carne do sertilo, a 240 rs. ;
lingoigas, a 360 rs. dila, sem a menor talla
ent qualidade: no Te no, venda u. lll.
Para pageos.
Vendem-se chapeos envornizados para
pageos : na ra do Queimado, n. 17.
-- Na ra da Cruz, armazem n. 33, de S
Araujo, vende-sc feijilo do Aracaty por to-
llo o prego por estar principiando a turar,
bem como sol superior, couros miudos,
spalo, ditos de couro de lustro, caixus de
chfro, etc.
Aos 20:000,000 de ris.
Na ra do Queimado, n. i,
vendem-se bilhetes, meios, <|imr-
to?, oitavos e vigsimos di lotera
do Uio de-Janeiro a beneficio do
tbeatro de San-Pedro-de-Alean-
lara, da qual se esperan) as l4a?
no primeito vapor.
-- Veinlem-s 8 lindos moloques, de 16 a
20 anuos ; 6 pTetOS, do 20 a 30 anuos ; 1 ca-
sal de escravos muilo lindos, com 1 lilho de
14 mezes, leudo a prela habilidades; 2 di-
tas com llabilidudes; 4ditas boas para na
o muilo mogas;
sorvigo; 1 dito bom bolieiro, copeiro o
milito hbil; assim como oulros muitos es-
cravos : na ra da Cadeia do Itccif'1, n. 40.
O agente da fabrica do superior rap
ama-prela e meiu-grosso da Rallia avisa
i seus freguezes que, polo vapur Peunambu-
cana, receben um novo supprimento de
muito superior ra| : vende-ce na ra da
Cruz do Recife, n. 52, prmeiro andar.
-- Vende-se um escravo de trinla annos,
de nagio Angico : na na larga do Rozario,
n. 48.
Agencia de Edwin Haw.
fia ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
montoiCompaiihia, acha-se constantemente
um grande soilioicnto do ferragens inglczas
para engenhos do fabricar assucar, bem
como taixas de Joiro coado o balido de dif-
lerenlea lamaifbos e modelos moendas
de dilo, tanto para armar em madeiracomo
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
chinas de vaporde frga de4cavallos, alta
prcssilo, repartideiras, espumadci'as, ele.
de ferro eslanhado. Na mesma agencia acha-
se um sorlimenlo de pesos para patangas
escovins paia navios, '
quadrado como redondo, salra para lerrei-
ro e uma porgilo de lnta verde om latas :
tudo por barato prego.
Na loja de Maia Hamos &
Companhia, ra Nova, n. 6, ven-
dem-se luvas de pellica muito fres-
cas c novas, lano para bomcm
como parascnbora, a 1,000 rs.o
par. assi como parameninosc
meninas a 64o rs. o dilo.
-- Vendem-se 8 lindos moloques, de 12 a
18 anuos; 8 pretos, do 20 a 25 annos; 2
pardos, de 16 annos ; 3 pardas com habili-
dades, de. 16 a 18 anuos ; una do 20 anuos,
com habilidades, leudo douslilhos, um de
5 anuos e outro de um ; 8 prelus com habi-
lidades, de 16 a 20 anuos : na ra do Collc-
gio, n. 3, se dir quem vende.
-- Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-sc 4 escrava, sendo duas de
22 a 30 annos, que ci zinham, lavam e silo
quilandelrai; urna dila de 40 annos ; 1 mo-
leque do nagf.o, boa figura ccozinhoiro ; e
oulros mais escravos para o servigo de
campo.
Na loja do Maia Ramos & C. vende
se pelo diminuto prego de 500 rs. um dos
mais bollos romances que (em por titulo-
A roseira -- traduzido do francez por uma
senhora portugueza. Recominenda-sc mui
lo a ritma desta obra, principalmente aos
pas do familia; para que, dando-a a lOr a
seus fillios,, conhegam a grande utilidado
queso lira em derramar por entre a mon-
dado liges do tanta muralidadn como as
que se conlem em dilo romance. Quem
pretender os ditos livros, dirija-se a ra No-
va, n 6, na indicada loja cima.
Vende-sc uma escrava parda, de 25 pa-
ra 26 annos do idade, muilo carraosa para
cri.ngas, quo lava, engomma e cozinha sof-
irivelmenie : ao comprador so d.ra o moti-
vo por que se vende : na ra Nova, n. 44.
_ Vendem-se bustos de gesso represen-
tando muito fielmente a raiuha Victoria c
o principe Alboito; relogios de ouro e de
piala, chegadus ltimamente da Suissa.
dou-moqueeu fizesso uso della.o depois
de haver tomado cinco garrafas Aquel per-
feitaitiente curado.
Tcnho demorado um anno mandar-vos
este certificado, paraconhecer com certe-
za se a cura era permanente, o tenho agora
erroem barra, tanto a maior satisfagflo em declarar quenSote-
nho visto, nem sentido cousa algum* du-
ranle todo esto lempo, o *cho-mo perfeiU-
mente restabelecido. Sou vosso, etc.
SnraA M, Intirc.
240, na Delance).
Nesta provincia o nico agente deste ma-
ravilboso remedio he Vicente Jos de Rrito.
Novo sorlimenlo de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 0; ao p
do lampea \
Vendem-sc corles decassa fr*nceza com
10 covados a 2,560 rs.; pocas de cambrai*
.le quadros com 8 varas a 2,720 rs.; cass*
preta para lulo, a H0 rs. o covado; zuarlo
com 4 palmos delarguia a 200 rs. o cova-
do ; riscado monslro a 220 rs. o covado ;
chitas de cures lxas a 160 e 180 rs. ; cna-
lea de tarlatana, a 500, 800 e 1,000 rs. ae
muito bom goslo; corles do brim de puro
linho,* 1,280. 1,500a 1.600 IM*|"
de massa a 1,600 rs.; d.los ****'
e 480 rs. /cobertores de algodflo mer.ca-
n. a 610 rs. ; picote muito encorp.de.,
180 rs. o covado ; pegas de m.dapolSo mul-
to fino o com pintas de moro, 3,M)0 r.
Vende-se uma mulatinh* de 1 annos,
de linda figura, e por isso ptima para mu-
cama :na ra Nova, n. 16.
Ara ruta
de superior qualidade, a 240 rs. a libra : na
ra do l.ivramento, n. 38.
Viiilio verde.
Vende-se o puro e refrigerante vinho ver-
de da provincia do Minho, chegado ultima
mente do Porto, muito proprio para* a pre-
sente cstagno, por ser muito fresco, a WO
rs. a garrafa e 1,180 rs. a caad* : na vend*
da ra eslreita do Rozario que faz esquina
para o pateo do Carmo.
VenJe-se uma escrava de 20 annos de
muito bonita figura, que cozinha o diario
de una casa, engomma, eos, lava bem, o
n'ioieni vicios nem achaques: o motivo
por que se vende se dir ao comprador ; na
ra da Roda, n. 10.
MUTILADO


T-l"
Vende-se, a bordo Jo brigue Marcial I muito encorpado, 140 rs. o covado : na'gundo andar vende-se un escravo perito
lei-ado doltio-Orandc-do-Sul bom sebo rua do Crespo, n. 6, loja junio ao lampeio.' oicial de sapateiro e quo he bem mogo:
ciii rama por preco commodo.
Deposito (le Potassa.
Vende-se milito nova potassa,
de bon qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrollas, por
preco barato, como j ha inuito
tenipo se nao vende: no flecife,
rua da Cadeia, armazem n. 12.
Rap rolofrancez.
Vende-seo superior rap rolflo franco/,
tnicamente as tojas dos Srs. Caetano l.uiz
Ferr ira no Aterro-da-ltoa-Vista n.46
Thooiaz de Mallos Fslima na aiesma rua,
n. 54; Francisco Joaquim Duarle, ruado
Calinga {Piolo ftlrfflOO, na rua da Cadeia
Ju Itecife, n. 19.
Antigo deposito de cal
virgen).
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
r>
&
O
0
O
0
Um piano.
Vende-se um piano muito bom para
estudo, bonito e de excellenlc autor:
na rua do Collegio, n. 9.
O
0
0
i
&
Q QQ
Barricas.
Vcndem-se barricas vasias que foram de
farinba em p e bem acondicionadas
na rua do Ainorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Rali a
Vende-se em casa de N. o. Itieber & C.
a rua da Cruz, n. 4, algorlSo trangado
daquella Mrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa viuda pelo ultimo navio, por preco
mdico : a tratar na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Teeidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-SantuS.
Na rua da Cadeia, n. S2.
veudem-se por atacado duas qualidades
prnprias para saceos escravos a 280 e 300 rs. a vara.
<* Na rua do Crespo, loja da
esquina que volla para a
*
*t,
Cadeia, vendem-se
I os acreditados brins brancos de lis*
9 Iras, usos e amarellns, a 1,500 rs. o
fc corto ; dito muilo superior a l,C00
fe rs. lodos de puro liubo ; panno fino
W prcto e azul, a 3,200 rs. o covado ;
*9> dilo muilo superior, a 5,500 rs.; fus- W
2 Idos muito bonitos, a 640 rs. o cor- &
C* te; ditos de velludo muito ricos a
0 2,500rs. ; pecas de cambraia de qua- '?
J dros de8varasemeia, a 2,720 rs. a
$!? pega ; cassas prelas nimio bonitas,
# a 1,440 rs. o corte; madapol.lo enfes-
tB lado muito fino, a 5,400 rs. a peca ; *
* cortes de calcas de setineta de co>, #
Qd a 880 rs. ; ditos de castor, a 1,000
0 rs. ; chija azul para escravos, a 140
?3 rs. o covado ; picle muito encorpa- H
do, a 180 rs.; pialilhas Jelinho, a 500 ')
rs. a vara ; esguiSo de linlio muito li- 0
i no e eom 4 palmos e meio de largu- -$
0) ra, a 1,440 rs. a vara ; cortes de
ts) brim de algodilo, a 800 rs. ; e ou- ')
(? tras muitas fazendas por prego com- >
a modo. ^
f i
##n Chd brasileiro.
Vende-se cli brasileiro no armazem de
mol liad os, airas do Corpo-Santo, n. 66, o
maisexcellenle cha produzido em S.-Pau-
lo que lem vindo a esle mercado, por
preco muito commodo.
A. 640 rs. cada un.
Veadcm-se cobertores de algod.f o ameri-
cano, encorpadose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras, de bons padres e co-
res seguras, a meia pataca o covado: na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
AGINClA
da fuidic/io Lnw-]foor,
RUA DA 8KNZALT.A-K0VA, N. 4a.
Neste estabelecimento conti-
na a havetum completo sorti-
mento de moendas e mcias moen-
das, para engenho ; macliinas de
vapor, e tochas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
-- Vendem-se relogios de ouro e prats,
patentes Inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de brim de puro
linho, a I-80.
Vendem-se cortes de brim trangado
pardo de puro linho, pelo diminuto preco
de quatro patacas : na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Vendem-se dous moleques, um coz-
h't diario de urna casi, e o outro bom co-
peiroe proprio para pagem ; duas preas
mogns, urna de bonita figura e que he mui-
to boa para lavadeira, por ser alta e robus-
ta, e ambas eram ganhadeiras na Bahia, por
preco commoJo : na rua da Cadeia do He-
r fe, n. 39.
A 140 rs. o covado.
Vande se superior riscado de algodao.
Bas.
Vendem-se bichas oWegades diurnamente
e porcino de 25 para cima : na rua do Amo-
rim, n. 35.
-- Na loja do sobrado amarillo, nosqua-
Iro-cantos da rua do Queimado, n. 29, feo-
i!om-se brins trancados decores, linho pu-
ro e padrOes de muito gosto, e alguns com
lislras ao lado, a 1,800 rs. a vara ; corles de
calcas de casimira do cO es, a 5 o 6,000 rs. ;
cortes de colletcs de fuslo, fazonda muito
superior e de gostos muito modernos, a
1,800 o 2,000 rs,; ditos de velludo do co-
res, a 5 e 6,000 rs. ; alpaca decores, pro-
pria para casacas a palitos de montar a ca-
vado, a 800 e 1,000 rs. o covado ; e outras
fazendas muito em conta.
- m
'Tannha de mandioca*
;* **
nova.
W Vende-se, a borpo do | alacho Kmi- 4|
*" sade-Conslanle, o qual se acha fun- Jj
je deadn defronle do caes do Collegio, ^
.^. a melhor familia que ha no merca- ^
j> do, por sor muilo nova e sem cheiro <
j> algum, por mais barato preco do que <3
5i> em outra qualquer parte* trstu-se ^
> com Machado & l'inbeiro, na rua do
* Vigario, n. 19, segundo andar, ou "9
com o capilo a bordo do mesmo pa- ^
C lacho. ^
;> ^
OiAAAAAAAAAASitAAAAA
Vende-se, do urna pessoa que se reli-
ra, um bonilo cscravo de nacflo, de muilo
boa conducta, e que he trabalhrdor do en-
\;nl.i : na rua larga dollozario, n. 35, loja.
Vendem-se cambraias do bonitos pa*
droes, com 10 covados cada corlo : na rUI
do l'asseio, loja n. 17.
--Os diversos sy>temas mdicos de llip-
pnrrates.llaiimaiin, Uncirn, Snchez, Itrus-
sais, Orfila, Haspaille e outros, os quaes
quasi todos divergem no mellioilo de cu-
rar, nada disseram a respeilo do medica-
mento quo bavia para vista curia ou cansa-
da, antes pelo conlrrio, aproveilando-se
da dcscoberta do Alexandre Spina os dessa
poca pondo cada 11 ni seu par de oculos no
nariz, foram raminhsndo com o progrosso
que Ihe ofTereciam as scicncias medicas e
anatmicas : do exposto conclui-se que
queni solTre dessa molestia que ordinaria-
mente chega com a idade compre oculos
propriadoaa falta de vista que solfrein, os
quaes se vendem baratinhos na rua larga do
llozario, n 35.
-- Vende-se um mnleque de 14^ annos, do
bonita Hgurs ; 3 pretas de nacSo, sendo 11 na
dellas com nina cria de anno c meio, bem
nutrida ; 4 ditas com alguuias'llabili dous prclos bem lobusios .- no pateo da ma-
triz de Santo-Antonio, sobrado n. 4, se dii
quem vende.
Velas de esperjuacete,
das mr Inores que teeni vindo a esle meica-
llo : vendetn-se em caixasde 24 libras, eni
casa de Itieardo itoyle, na rua da C.adea-
VVIha, n. 29.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da rua da Madre-de*
Dos, n. 36, est de novo eslabelecido de-
baixo das mesmas conilicO'S, ofTcreccndo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho branco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de llordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. NSo se admirem
os fieguczes do baixo prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pre-
Co, embora este genero lenlia subido o me-
lhor de 80,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualidade para icconhccimciilo
da verddee continua(iio da anliga fregu-
zia. E para n3o haver usuras, eslJopromp-
las garrafas lacradas c com o competente
rotulo, assim como barns de diversos l-
mannos para provlso do prximo .Natal
O proprietario cunta com a concurrencia;
do contrario, tornarSo os precos do rela-
Iho a primitiva de 210 e 280 rs. a garrafa.
fta rua do Passeio, n. 5,
vendem-se chapos deso, de seda, para
liomem e senhora, ditos do panninho, em
P'hc.'io e a retalho. Os freguezes achar.lo
urna diflerenca no prego, pela qualidade
superior, construcgOes das armaqes e cO-
res lixas dos ditos chapeos.
1 o motivo por querfe vende se dir ao com-
prador.
Na loja do Estima & Hamos, no Aterro-
da-Boa-Vista, vende-so um par de adrago-
nas muito ricas para capilHo ; bem como
um habito esmaltado, de Cliristo.
Novos cortes de cassa pa-.
ra vestidos.
Vendem-se cortes do cassa para vestidos,
de cores lixas e de bonitos padrfies, a seto
e oito patacas o corte ; chales de larlatana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs.
na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
FoEho de Fiandres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na rua do Amorlut, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnnior.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de moldados
atrs do Corpo-Santo, n. 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa lustrosas, as quaes se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espennacele,
e nSo fazerem morrilo.
- Vendem-se amarras do ferro: na rua
Ja Senzaila-IS'ova, n. 42.
Taixas para engenho.
Na fundicilo de ferro da rua do Brum,
acaba-sc de receber um completo sorlimen-1 tarje'
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as .. Vende-se um pardo| muito mogo, de
quaes acham-se a venda por prego com- e-ce||eie conducta, o que se garante, o
modo e com promplidilo embarcam-se, qUa| tem principios de ollicio de sapaleiro,
ou carregani-se em carros sem despezas ao e ||U |,i jmo pagem, por estar a isto acnstu-
comprador. I mado : na pragado Commercio, n. 2, pri-
mos fumantes de bom >mio. j meiro andar.
No armazem do moldados atrs do Cor-1 QUCIII OUei', (11(111 Olier,
po-Santo, n. 66, ha para vender, chegados i o A wi. .I ...
pelo ultimo vapor .viudo do sul superio-; Ss-l To Colin lllllrl
res charutos S.-Felix,e de outras muitas cslera o Aracalv : vende-se no
alo nn i J. ....
e um prcto Angola, bom remador f todos
estes escravos pegas: pela hgur.i e prego nao
desagradaiSo ao comprador, vois vendem-
so em conta, por seu dono querer so re-
tirar :na rua da Cadeia doRecife, n. 39.
- Vende-se um guindaste porttil em ci-
ma do um carro, e quo so acna no caos da
nlandega ; bem como dous carros baixos
com rodas de ferro, proprios para pegarem
em grandes prsos: a tratar com Arcenio
Fortunato da Silva em qualquer da, na
alfandega.
Pecas com O covados
por 5/20 > rs.
Na rua do Queimado, vindo do Rozarlo,
segunda loja n. 18, vendem-so pegas de
raetim verde, azul e cor de caf, a 3,200 rs,;
fazenda muito boa para vestidos de prelas ,
czlgas o jaqueta para bomom e meninos,
por ser de muita durago ; luvas brancas
compridis de torgal para senhora, a 1,000
rs o par; ceroulas de meia, a 1,500 rs.; e
outras muitas fazendas por baratissimo
prego.
Na rita do Queimado,
n. 17.
vendem-se os maisaceiados manteletes e
ricos capotinhos para senhora, pretos ede
cores, viudos pelo ultimo navio de Franga :
d.lo-se amostras aos compradores.
--Vende-se um terreno na rua do Jasinim,
por detrs da igreja de S. -Congalo: a tra-
tar com Joaquim Francisco Franco, na al-
fandega, das 9 horas da inanhaa as 4 da
qualidades que se vendero mais barato do ;
que em outra qualquer parle: bem como armazem de Antonio Joaquim VI-
cigarrilhos hespanhes,ditos de pajha de'f|a| & Companhia, no Forle-do-
iiiilhn, que se esto venden-1"
lo prego de 500 rs. o cento.
atildo, que se esto vendendo pelo duninu- .
lilattos, rua do Ati.uiim.
Pos al va ni eos para
p ratear.
Na rua do Collegio, loja n. 9.
Que hoin petisco !
Kxcellentes' qtieijos de
prato :
vendem-se no Forte-do-Maltos, na
Todas as pessoas que possuem ohjectos
praleados e que tenbam perdido a cor ar-
gentea, estando por issoindecentes, on inu- rua 'J0 'Amor,m armazem de A.
Hulados, leem nestes pos um excellenlc J. Vidal & C.
restaurador e conservador dos mesmos; .
objeclos smpre como novos sendo o pro- A ',9\)0 TSt a DeCtl de 10
cesso para so usar delles o mais simples,
rneldor qutlidade que pode haver : ni,u,
do tabuga, n. 9. a
3,000 rs. 6 corte.
Vendem-so os mais ricos coi tes de m
braia aberUs, brancas e do cores, 'pelo U
rato prego de 3,000 a 3,000 rs. : na rua d
Queimado, n. 8. -
Cal virgen.
Cunda & Amorim, na rua Cadeia do Re-
cife, n. 50, vendem cal virgem de IJsba,
de superior qualidade por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Novo methodo pratico e
theorico da lingna fran*
ecza, por Lniz Antonio
Bttpvain v. por 6$
Acaba de apparecer no Rio-de-Janeiro es-
ta nteressante grammatica pela qual em
muito pouco lempo c sem a fastidiosa t-
rela de estudar de cor verbos e significados,
se aprende a fallar, Iradu/.ire escrever com
perfeigo a lingoa franceza.
Vende-se aqu na praca do Commercio, n.
2, primeiro andar.
/naries de fnrla-crcs a
200 rs. o covado e ris-
cado monstro a 21) rs.
Vende-se zuarle de furtn-cores muito
encoi p ulo o com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 ra. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do i na rua rio Crespo, loja da osquina que
volta par;- 8 cadeia.
Arroz de casca e milito
novo.
No armazem 'do Rraguez, ao p do arco
dt- ConceigUo, v-wdem-se saccas grandes
com arroi de casca e milbo novo, pelo m-
dico prego de 3,000 rs. cada urna.
Na rua oslreila do Hozario, n. 43, se-
nada mais do que esfregar com um panno
de linho mulla lo em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Una caixinha contendo quantidade suf-
ficiente para pratear mais de 40 palmos
quarirudos cusa a mdica quantia do
mil rs.
Moeiidas superiores.
Nafundigflodn C. Marr ,\ Companhia,
em S.-Amaro acham-se a venda aioendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
conslrucgo muilo superior.
Vendem-se 2 cabriolis inglezes, em
muito bom estado com todos os seus per-
tences por prego commodo : no Ateiro-da-
Uoa-Visla, n. 5>, cocheirade Luiz Slonier.
Madapoloes linos a
3,600 rs. a peca.
Vendem-se mariapolOes linos, com 24 jar-
das com um pequeo toque de mofo pe-
lo prego de 3,600 rs. a pega : na rua do Cres-
po, loja da esquina que volla para a ca-
deia.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S.-Amaro,
vcndem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
Itom e batato.
Na i ua do Queimado vindo do Rozario,
segunda loja n. 18, vendem-se corles de
cambraias de cores, a 2,600 rs. ; lencos de
setim de cores para grrvata.a 1,000 e 2/rs.;
curtes de cambraia de seda, do modernos
gostos ; mantas de seda escoceza ; e outras
muitas fazendas por prego commodo.
Vende-se urna taberna com poucos
fundos, sita no largo doParaizo, n. 30 : a
tratar na piara da lloa-Vista, n. 30, das 6
horas da manliSa at s 9, e das 2 s 5 da
larde.
Vende-se, por precisSo, urna escrava
boa vendedeira do rua, e que eugoinma, co-
zinlia e ensaboa : na rua do Hozario da
Roa-Vista, n. 46.
--Vende se um bonito molequa de 16 a
17 annos, sem vicios nein achaques : na
rua do Queimado, segunda loja n. 18. Na
mes'i.a loja compra-so um nogrinba do 7 a
8 annos, e que nilo tenha vicios.
-- Vende-se urna linda escrava recolhida
de 19 annos, com habilidades : o motivo
por que se vende sedir ao comprador: na
rua do Hangel, sobrado n 57.
-- Vendem-se cortea do riscado Iranea-
do em quadros, decores mui seguras, com
4 palmos de largura, proprio para vestido
de quem sabe apreciara economa, pelo
mdico prego de 2,800 rs. o corte do 11 co-
vados : na rua do Crespo, loja n. 12.
A 00 ris.
Vende-se cb hysson de superior quali-
dade, pelo prego Ue 500 rs. a libra : na rua
do Crespo, n. 23.
--Vende-se muito superior farinba gal-
lega, em meias barricas : na rua da Cadeia
do Recife, escriptorio de Dcane Youle & C. ,
ou no primeiro armazem do becco do Con-
ga Ivs.
Cambraia monstro
a 2.H80 rs.
Vendem-se cortes de cambraia monstro,
decores muito lixas, e de ricos padrOes,
pelo barato prego de2.880 rs. o corte; pe-
gas de riscados escuro, a 5,500 rs.: na rua
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
varas
do cambraias de quadros para cortinados e
babados : na rua do Queimado, loja n. 8.
-- Veiidein-se scijns in-
glezes, elsticos: em casa
deGeo Kenworthy&C...
lia tita da Cruz, n. 2.
Vende-se potassa superior,
por commodo preco : no arma-
zem de Dias Ferreira, no. caes da
Alfandega.
A 260 rs.
Alpaca de linho.
** S loja de Antonio Luiz dos Sanios '
3j & Companhia, na rua do Crespo, n. i
fj 1l,venJe-seossa rica fazonda, pelo \
| barato prego de treza vintens o co- j
H vado.
mwwmwwvmm mmmmmsm
Aos 20:000,000 de ris.
Na loja da rua do
Crespo, ii. 3, que taz es-
quina para a
rua do Collegio, vendem-so meios bilheles,
quartos, oitavos e vigsimos da 7.' parte da
lotera do tlieatro de S -Pedro do Rio-de-
Janeiro cujas listas chegarSo pelo primei-
ro vapor.
Vende-se urna escrava de
18 anno.s, que cose, eugoinma,
cozinlia, e he de muito boa con-
ducta, por preco muito baixo, por
esiar com urna pequea molestia :
na rua das Knrangeiras, n. 14, se-
gundo andar.
.Vcndem-se 10 escravos, sendo urna
prcladeSOannos. de nagflo Wogambique,
de o.uito bonita figura, boa engommadei-
ra, costureia, e quo serve muilo bem a
urna casa ; 2 ditas que cozinham, lvame
vendem na rua ; urna dita de 35 annos, pa-
ra fra da provincia, perfeita cozinheira,
engommadeira, e quo relina assucar e faz
doces ; urna negrinha do 10 annos ; 5 es-
cravos de 35 a 40 annos, que estilo acoslu-
mados ao trabalho de campo ; um dito bom
para trabalhare botar senlido a um sitio:
na rua do Collegio, n 21, primeiro andar.
-- Vendem-se charutos da Rabia, de mui-
to superior qualidade, a 4,000 is. a calxa :
na praga da Independencia, ns. 13 e 15.
-- Vendem-se pelles de couro
de lustro iancet, de muito boa
qualidade, sendo as pelles gran-
des
as
na
13
mais pe-
inara da
e 15, lo
a 4,000 rs. e
qu. as a 3,5oo rs.
independencia, ns.
ja do Arantes.
Lotera do I.io de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de ris.
Vendem-se duas lindas negrinhas com
boa figura o qualidades, para mucamas o
que eram na Babia ; urna linda preta moga
ealpropnaparaoquesequizorapplicar;! -Vendem-se 28 atecas de gomma da
Na rua do Queimado, loja do miudezas,
n. 25, vendem-se bilhetes da lotera do
tlieatro de Nictderoy; kem cerno do de
S.-I'edro.
Na loja do sodrado amarello dos |
@ qua tro -cantos da rui do Queimado, ai
# 11. 29, vende-se cassa de algodo com' a}
listras e quadros de seda para vest- 2
"* dos, a 400 rs. o covado ; cortes de'S
vestidos de cassa-chita, de bons pa- *
drOes, a 2.210 e 2.500 rs ; ditos de <
ft cambria com listras de cores, a 3,500
#) rs. ; cassa-chita de cores fixas. a 400 >.
Sb 500 c 640 ra. a vara; riacadinbos fran-1
m cezes, a 160, 180 e 200 rs. o covado;
a/ lencos de seda de cores, f ,000 is. o
i covado ; e outras muitas fazendas 2
4 muito em conta.
m I
&i%99y&9999&&.&i 9j99j99^
So chegadas as cxcellenles
taboas de pinito americanas de to-
dos os comprimentos e largura al
3 palmos : vendem se atrs i[Q
tlieatro, armazem de Joaquim Lo-
pes de Almeida.
Vende-se um cavallo pe-
queno : na rua da Cadeia do lie-
cife, n. 17.
Na rua da Cadeia-Velha, loja de
miudezas, n. 17,
vendem-se capaclios'compridose redondos
de diversos tamanhos ; bem como tapete
de esparto, por prego muilo commodo.
Hscrmvos 1 t^.ici.v
Fugiram, no dia i3 do cr-
renle, do lugar do Caldeiiein*, j
escravos com ossignaes seguintcg:
Benedicto, prcto, de 28 anuos
pouco mais ou menos, de altura e
corpo regulares, pouca berba ; le-
voit em sua companbia ua mu-
Iher de Dome Simplicia, de cor fu-
la, com um i I li<> de a anuos pou-
co mais ou menos, de pernas ar-
queadas : Jos, moleque de I -- a
18 annos, espigado do corpo, den-
luco, cor pela : todos crioulos e
nalniaos do sertao : pelo que jul-
ga-se terem ido em algum comboi.
Koga-se as autoridades policiacae
capites de campo, que os appre-
hendam c levem nos a rua atisda
matriz da Boa-Vista, n. 18, que
sciao gratificados generosamente.
Ftlgio, no da 8 do correnle, do engt-
ndo Hccanto, freguezia de Serinh.tcm, a es-
crava crioula, denome Thereza, de 35 an-
nos, cor alguma cousa acabralhada, de es-
tatura regular ; tem os denles limados,
olhos grandes o afumacados ; lem as cos-
tas cicalrizadas de relho; he muito ladina:
quem a pegar levo-a a seu senbor, o lllm.
Sr. tencnlecoronel Jolo Florentino Caval-
cante de Albuquerque, ou nesta praga, a
l.uiz Epifanio, morador na rua da Floren-
tina, casa da esquiua confronto ao tlieatro
novo, que ser generosamente recompen-
sado.
Fugio no domingo, o de se-
tembro p:oximo passado, sem mo-
tivo algum, do sitio de seu senbor,
em l'onle-de-Ucba, o cabra es-
clavo, de nome Luiz, natural de
Igu.irass, de estatura e corpo re-
gulares, pouca barba ; tem os de-
dos dos ps abertos e rombudos,
por ler sido muito. cambado, fal-
la descansada, ollio-; azulados ; to-
ma muito tabaco ; foi comprado ao
Sr. Manoel Joaquim l'ereira da di-
ta villa de Igturass; consta por
informaces certas andar em dita
villa e seus suburbios em procura
de senbor que o compre : roga-se
as autoridades policiaes, capites
e campo e pessoas particulares
que o apprebendam e levem-no ao
dito sitio, ou-ua rua do Trapiche**
Novo, n. 36, qu sero gratifi-
cados,
--Fugio, na mandila de domingo, 28 do
coi rente, o pardo Leonardo, do 18 a 20 an-
nos ; de bolieiro : quem o pegar leve-0 1
sen sendor Joaqun) Antonio dos Sanios
Andrade, na rua Nova, n. 25;
Fugio, no dia|3l de margo do corren-
to auno, do lugar do Cocido, em UebeiiUe,
o cscravo J0S0, do nagfio Angola, etalur.
baixa, alguma cousa fulo, com mares ie
bexigas, e pouca barba ; he bstanle des-
dentado, e alguma cousa gago'; lem m
brinco em una orelha : quem o pegar leve-
o a ru do Cabuga, loja de cera, ou em Be-
lenle-, a Claudino Jos'Branco, que ie-
compensar com 50,000 rs.
Fugio, no di* 26 do correnle, urna pre-
ta Cagmige, de nome llosa ; levon vestido
de chita rxa velho, panno da Costa !<"-
bem velho, camisa de algodfio e um U-
boleiro ; he feia, secca do corpo, de boa es-
tatura ; lem u ni Ulho na testa inclinado en-.
Ir as pestaas, um papo dcarne na fren-
te do pescogo proveniente de um ferro com
que audava, e um annel de latSoein ui
dos dedos da mflo (Ja aperlado, que dev
deixar marca quando o tenha lirado; cos-
turas beber; falla muito baixo: quem a
pegar leve-a a rua do Livramento, n. 28,
buo sor recompensado.
PlN. : HA TTf. DI U AVAHA.
-1849


Full Text
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