Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06697


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Full Text
,no XXV.
Sexta fca 26
J-ARTIDAS SOS COBBZIOI.
Goianna r Parihlba, segundas escxtas-feiras.
Kir.-l.' raudc-do-Noi te, quinlas-feirai ao uieio-
dia.
C'bo, Scriuhaem, Rio-Forinoso, Porto-CalTo
Macci. no 1., a II c 21 de cada inez.
Onrnt>hiiu^j*nilo, a 8 c 23.
Boa-VU e))|Prrs. 13 28.
Victoria, sTjUintas-feiras.
01 inda, todos os dlai.
ephemerides.
Pniszi Di LB. Chela a 1, ;s 3h. e 13 m. Miog. a 8, s 10h. e24 m. da m.
Nova a 10, 2h. Cslm.da ni.
Cresc.a2-l,s 4 h. e 44 m. dnm.
rBIMAR DE BOJE.
Primrlra a 1 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 42 minutos da aianh.
9
FHE(J03 DA SUBSCKIFqAo.
Portresmezes( Por seis mezea 8/000
Por mu auno l/UOO
io(!ol8/.9.
SIAS DA SEMANA.
22 Seg. S. Cordilla. Aud. do J.dos orf. e dom. l.v.
1 '1'rrc. >. Joo apistrano. Aud. da chae., do J.
da 1. v. do civ. e do dos feitos da fazrnda.
24 Quart. S. Itapliael. Aud. do J. da 2. v. de civ.
2."i Quii, S. Ctlspim c (.i ispiuiano. Aud. do J. dos
orf. c do in. da I. v.
2 ejeti S, Evaristo. Aud. do J. da I. v. do civ. e
do doi feitns da fazrnd i.
37Sab. S. Klcsbo. Aud. da Chae, c do J. da 2. v.
docriuir.
28 liini. S, siinaoeS. Judas ThadJeo.
fttriri-T-'T~ jrf.s
laWMhSWIHIIII !! "*MM*
N. 2*0.
CAMBIOS EN 25 DE ODTDBBO.
Sobre Londres, tt'/jd. P" I/10 r- dl,
Pars, 3i'
. Lisboa, 105 por cenn. _.-----
Ouro.-Oncas heiputlhoei......... 30/000 a 30/500
Moedas de fi/400 vclhas.. 17/300 a i7g0t>
de GVluO novas.. UiT>fl0 a 107700
. de 4/1)00........... 9/500 a 9/700
Prala.Patares brasilriros...... 1^80
Pesos columnarlos....... 1/KiO
Ditos iiiex'o.uioe.......... 1/900

sssvM&aaMer3tfc: .-"
PABTE OFFICUl-
(iOVEKNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 20 DE OUTURRO.
Offlcio. --Ao presidente lo Rio-Crande-
do-Sul, dizendo que, segundo consta de
parlcTpicio do inspector ,la PSRsdoria ml-
lilirdesla provincia, datada de 19 do cor-
rente, reraetteu ello i d'ahi as guia doca-
Dollfio do terceiro batalho do fuzleiros
Joao Tibozi da Silva Braga.
Dito.~Ao chefo de policia, para que inti-
me o prorriclario do cosmorama existente
na igreja do collegio, que o ta< remover
dailicom toda a urgencia.
nito.-Aolnspeclordsthcsourariida fazen-
,1 Iransmitlimlo os visos sb nmeros 26 e
27 ein que a thesouraria do Rio-Grandc-do-
Norle participa haver sacado sobre essas
duas leitras na importancia de um cont de
res a favor de Jos Comes da Silva.
Dito.Ao mesmo, transmittindo-lhe os
avisos sb nmeros 25 a 29 em que a the-
souraria doflio-Grande-dQ-Norle oommu-
nica o saque de tres lettras na importancia
ifc 5:605.200 rs. feito sobre essa o a favor de
L'jnut') {(defonso Emeieciano, e Barroca &
, 'nlieiro.lntelrou-aw o presidente da re-
ferida provincia.
Dito Ao inspector da pagadoria militar
para quemando pagar, vista da cotila que
remelle por duplcala, a Flix da Cunha
Teixera a quantia de dezaseis mil ris em
que importaran cinroenta caihros qutrf-
ram comprados para illia de Femando.--
Inleirou-se o inspector do arsenal de ma-
rinlia. ,
Hito.Ao mesmo, para mandar indom-
nisar ao arsenal do marinha da quantia de
106,600 rs. emqiie imporlaram varias ma-
delrss que aauclla rparticHo vendeo para
a ilha de Fernando.Scientillcou-se o ins-
pector do arsenal de marinha.
Dito.Ao inspector do arsenal de msri-
nha.para que mande limpar o puro o rever
todo o apparelho da. crvela D.-Januaria,
liem como finalisar o fabrico que ella prin-
cipiou a fazer na provincia da Baha, para
rujo fim deve enlender-se com o comman-
dante da referida corveta. -Communicou-se
ao referido erommandante.
Dilo A'admMistracIo lo patrimonio dos
orphflo", approvando o contrato de arrren-
damento do silio grande, celebrado por
Smcs. com Fenniano Jos Rodrigues Fer-
reira pelo lempo, e com as eondicoes cons-
umes du termo de que remelteram copia.
Dito A camira municipal do Bonito,
acctisaiulo rrcehidas as informacoes cerca
dos juizes de direito do crime o civel que
liflo ti lo xcrceio imssa comarca.
Portara. Nomeamln, de conformidade
com proposta do slmoxarife do arsenal de
guerra,r l.uia-Simphrono Olimpio de Albu-
quuMaitins Perein par o lugar de Rol do
mesmo Imoxarife.Fizrram-se as commu-
nicices loaslylo.
DitaEncarregando; no segn lo-lcnente
da lerceira classe Bernardo IVreira do Car-
mo de ingpcrionar as obras militares lo
quarlel da Soledadequo estavam a cargo do
capiiilo Isidoro Jos da Rocha Brasil.Nes-
te sentido expediram-se as convenientes
coannonicnc,oes.
Dita.iNomcando para os lugares de sup-
plejites do delegado do termo do- Drejo
abaixu mencionados os ciJadfios segunles:
1. Francisco Alves Cavalcaule Camboim.
2.a Manoel Semefio Cavalcaule de Albu-
querquo.
'* Caetano deOliveira Mello.
4.* Francisco Berenguel Cazar de Anda-
de Jnior.
Scienlifcou-se o chefe de policia.
Com mando da prara.
Quarlel do commando da piafo na cidade do
Itecife de Pernambuco, 2* deoutubro de
1849.
ORDEM 1)0 DA N. 58.
O lllm.Sr. coronel commanilanto da pra-
;a manda declarar, para cotihecim^nto da
guarnQilo, que, por portara lo Kxm. Sr
presidente da provincia, foi nomeado ins-
tructor do esquadrodecavallaria da gusr-
Ha nacional o municipio lo Recife o Sr.
lente reformado de ravallana de linhs
Joilo de Siqucira ('ampollo.
Franciico Cario llotno Deschamp, cap-
t.Vi ajudanle deonlens.
EXTIOK.
DEM 1)0 DA 22.
Oflicio. Ao presidente da Babia, rogan-
do a ex: edigau de suas ordens, aflm de que
sej para aqu enviada a guia do alferes da
quarta classe do exercilo Jorge Rodrigues
Sidrelra*.
li:ln. Ao eomman laiitn das armas, di-
zcndo (lcarsciente ite haver fallecido o l-
ente secretario do terceiio lutalinio de sr-
tilnaria a p Juaquim Jos do Amoral.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
para que reslilua ao quarto bataliiHo da
t:urJa nacional de>le municipio 16 grana-
ileiracom baionclus, quo f6ram recollii-
das ron oulras ao mesmo arsenal pelo ca-
pilao Jos Goncalvrs da Silva'. Inleirou-
so o eommahdante superior da referida
guarda nacional.
Dito. Ao administrador das obras pu-
blicas, autorisando a di S| eza de 110.000 rs.
com o concert de arrombamento feito na
Erisiio das mulheres na cadeia desta cidade ;
em como a do 65,280 rs. com os reparos da
turiinlia da nicsnia prisSo. Scienlilicou-
se o inspector da thesouraria da fazenda
provincial.
hito. Ao lenle encarregado das obras
mil llares, para mandar proceder com ur-
gencia aos conceitos da que precisflo a for-
tulez.a lo llrnin oo quarlel .las Cinco-I'on-
tas. Couimuicu-se aocomuiatulanteda
prntja. .
i p.irlaria. Nomeando instructor do es-
((iiailrSo de cavallaria da guarda nacional
deU municipio o lente reformado* Joao
le Siqueira Campello. Expodiram-sa as
invenientes cummunicatjOes.
Dila 'Notneiido para o posto vago de
'C oiajor do terceiro balalhuo da guarda iu-
ronal leste municipio a Francisco Carnei-
io la Silva. l'izcram-se as cotnmunica-
,0es do eslylo.
PAitAGUAY.
Viva a repblica if* Paraguay '.
Independencia ou morM I
Assuinpci'io, (Odejunho de 1849, anno 40 da
lilu'i ilinli','Sil do reconheciinentoexplicito da
independencia pelo governo de (menos-Ay-
res e 37 da independencia nacional.
O presidente da repblica.
MANirESTO
o6r o dheitot e erares oiotleo que juitiflcam e
reclaman a oecupafo militar do ttr Harto na-
c nal paraguayo entre o 'aran e o l'ruguay.
0 governo da repblica tem-se constante-
mente esmerado em restabelecrr as relaces de
aiiii/aile e coininercio Interrouipidas com Bue-
nos- Ayres, eao mrsino tempo tein solicitado a
ratilicaco do reconheciinento da independen-
cia paraguaya frito em 1811 pelo governo das
provincias unidas do Bio-da-Prata.
Esta quesillo principal de independencia c a
accessoria de territorio leui tbsorvido os des-
velos e esforfos deste governo para dar lugar
a un tratado de amizade e de ulilidade reci-
proi'a com (lucnos-Ayres.
Porm o actual governador da|uelle paii in-
sisti na sua opposico ao reconliecimento da
independencia da repblica, negou-llie o bom
direito que tein navegacao dos rius Paran c
Piala pelo direito tradicclonal derivado do r-
gimen liespanhol, e nao cessa de publicar que
este goveruo usurpa as trra da provincia de
Musei.
Tao pouco pode este governo conseguir do de
Kueuos-Aj res o ajuste de algunia convenco
que regulasse o coinuicrcio de ambos os pai/.^s
e restabrlecesse as relaedes amgatela c o pro-
gresso de suas sympathias ali: que puna clie-
gai se a una soloco favoravcl ao pronuncia-
uienio da nacionalidade paraguaya c a nina dc-
ni.'iri ii ao c'i'i la de limites.
Firmoii-se o g-ivernador de Huenos-Ayres qo
seu des a o dado designio de dominar esta re-
publica, sem abrir mcio algum de negnciacao,
uem de iutelligcncia que nao fura a le entre
gar-se arepublica ao doininio de Huenos-Ayres.
1 ni pi dio a uavegaco c couunercio ilo Para-
guay, nans pelo Paran, mas tambeiii por
via do Brasil, prohibindu at a descarga das
ruibarcacoes que transpnrtasstin productos
paraguayos, aiuda que perteucessem .1 qual-
quer Malo neutral e livessem dcscido antes
lo decirlo de prohibirn. Assim correspon-
Iru Uuenos-Ayies a. uobres oH'ertas de amia-
de e coiuuiercio do Paraguay, e neulralidadc
que rrligiosaiucnte tcui guardado na guerra
de C irrit'iites.
A repblica soll'rru inuito por amor da pat,
c i|uiz primeirn esgotar lodos os recursos que
podessiui desviar os horrores da guerra. Fi-
nalmente, descngau.ida, tumou o expediente
enrgico de api,rilar para o tremendo recurso
das ai mas.
fiaquclla poca Corriente! era a vanguarda
do Puraguay.e era certo que, se o esercito cor-
renlino lsse batido, reuniria al I i o governa-
dor de Uuuos-Ayrcs novas torcas para invadir
Paraguay. Nesta previso a repblica fez al-
lianca cOsU Corrientes e dcelarou guerra ao
governador de Buenos-Ayres, nao podendo
ni ir. soll'ier o despreto Das sua* rrl.irirs, a
quebra dos scus iuleresses, o ultrajes, olFen-
sas e hostilidades que conten o man i fes to de
guerra de 4 dedezeinbro de 1845.
Km consequencia deste acto, o esercito na-
cional constiluio-se no territorio de Corrientes
sem que este governo livesse o mnimo aviso e
i-iiiiliri iinriiio de que se eslava agitando com
ardor a pretenco do governador Madaiiaga
de noinear a seu irmo D. Joao general em
chefe do exercilo correnlino, tendo o general
Paz Ir i io formal renuncia dos seus empregos.
Nestas circuuistaiicias dilliccil, apreseutou-
se a invaso do general L'rqulza, para mostrar
que nao era capaz de tirar as vanlageus que
Ihe olterecia aquella posico perigosa do ezer-
cito alijado, e acabou retirando-se marchas
Toreadas para Kutre-Rios no dia 13 de feverei-
ru de 1840.
liiircianio l'oi-sc firmando a mi intelllgcncia
do goveruador Aiadariaga com o general Paz
at chegar aos acoiitecimenlos de abril. O <-
eicito paraguayo guardou nellcs perfeila neu-
tralidadc. eietirouse para a iiiargeui direila
do Paran, Meando rola e acabada de todo a re-
ferida alllaufa.
Uepois apreseutaram-ie nesta cidade os coni-
uilssionados dos Estados-Unidos, oll'crecendo a
mediaco do leu goveruo ao desta repblica
para com o da provincia de Huenos-Ayre, a-
liu de se h armn isa re m as rr|acdes de ambos
os paizci. Esta iuedia(o foi admillida com as
mesillas clausulas com que o fura eui dezem-
bro de 1845 aquella que oll'creceu o enviado
especial dos Estados-Unidos D Eduardo Au-
gusto lloukiul.
Esto governo, desejando um ajuste honro-
so com Buenos-Ayres, consentio logo na no-
meaciloque se propoz de um ministro ple-
nipotencia! io para terminar as quesloes
pendentes, com a conJiQo de que osle eo
nomeado por Buenos-Ayes sereuniriainno
Rio-de-Janeiro e mo em Bueuos-Ayres, co-
mo propunha o mediador.
O governo da repblica dtinsenlio na oc-
casiao de lodas as hostilidades, cotii a con-
dcSo proposla pulo minislro mediador, de
que nao podenan renovar-se senSo de-
pois de previa intimacao de Ires mezes pelo
menos.
Apteisou-se a suspender por seu decreto
de 15 de setembro de 1846 as hostilidades
que estavam autorlsadas pelo citado ma-
nifest de guerra de 4 de dezombro do
1845.
Para facilitara marcha da mcdiaQo ame-
ricana permiltio por decreto de 14 de ou-
ttftro de 1816 a navegacTo franca dos na-
vios argentinos com sua bandeira at o
ultimo ancoradouro superior la villa do
Pilar, na snpposir;ao de urna justa e segu-
ra reciprocdade para que os navios e ban-
deira nacional.paraguaya pmlessem deseer
al o ultimo ancoradouro inferior da cida-
de de Corrientes a subir com inteira fran-
queza.
Este governo, na sua nota le 15 do se-
tembro de 1846, fez observar ao ministro
mediador que era urna consequencia leal
lestes preced tiles que o ova-mador de
Buenos-Ayres, da sua parte, tornisse a por
as cnusas no estado anterior a seus decre-
tos de privaco do governo paraguayo com
data de 8 de Janeiro e 16 de abril de 1815,
porque eram verdaderas lio -li l i da les
O governo nacional nSo levo at h >je res-
posta alguma, nem sequer aviso de treui
sido recebidas suas notas de critacao. Tal
he o desprezo com que se trata a naco pa-
raguaya.
Comludo, este governo tem religiosamen-
te guardado a neulralidade proclamada no
seu citado decreto de 15 de setembro de
1846 durante a guerra de Corrientes com
Buenos-Ayres, como o provaui porempto-
riamente os documentos publicados nos ns.
72 o "S do Paraguayo Independenle, a libar ;
a carta do governa lor Madariaga, com dala
de 19 de agosto 'c 1847, em qu* s ilicitou
um tratado deallianc oltensiva e defensi-
va contra o governador do Bueuos-Ayres
I). Joao Manoel llosas ; a resposta negativa
dcsle governo com dala de 30 do nii-sino
mez 6 anuo e a proelaniacAo ao exercilo n.i-
cional, datada em 17 de novnmbro lo cita-
do anno de 1847, que conten a declararlo
positiva de quo nos armamos para nona
c ilefesa o no para inquietar os nossos
< viziuhos, nem para levar os males di
guerra fra das nossas frontriras omqiian-
lo se respeitar o uusso tuiriiurio e o nos-
so socego
meado governo do Paraguay, continuando
no enverno das Missoes. Assim lio quo se
intitularan govornador militare poltico,
e intendente da provincia lo Paraguay c
das 30 povoaces das Misses de Indios
guaranis e tapes do Paran e Uruguay,
ote. Por este acto* d postilo do gover-
no hoipanh'il o lerritorio das Mis0es vol-
lou jurisliccflo da governo do Pora-
gniy.
lio esto o territorio qun, achan lo-sa na
latir e espirito da carta do governador ac-
tual de Corrientes I). Hetijnnin Virasoro,
publicada no ll."6 ln/'ornr/iioyo Independenle,
so ameaca tirar viva fAr<**, preferindo-si
a violencia a urna dlscuasKo piciflca e ao
exime dos ttulos o dlreitos de ambas as
partes ; 0 he este o tYfitorio quo o gover-
nador de Buenos-Ayres disse quo o Para-
guay usurpa, o que he um vordadoiro n-
sul'o ao tratado de 12 de outuhrodo 1811,
que tifio cessa de invocar em favor dos seos
pretendidos dircitos sobre a Independencia
nacional ea integ> lale lo territorio do
Paraguay, pnrmais que a mprcitsa pira-
guaya, o' (onlta desengaado pereinptoria-
mentea estos ro-p'ilos.
No liin do art. 4 do dito trata lo de l
de OutuhfO ilo 1811, licou ajustado e c.in-
Vi'ni'iiina lu o rj.'.iiu '/'i i >l >~ I,unir- do Pa-
raguay ;i .1.1 se estibelotja a leinarci-
Cofixado ambos os paizes, Mearrflgan-
do-sn por consequencia 0 governo para-
guayo de custodiar o departamento do Can-
delaria.
iN'.lo he possivel apres-'nlar um argumen-
to inas claro o mais patenta da m t pu-
blica ilo governador de Buenos-Ayres na
publicarlo que mandn faznr, de qu* 0 l'a-
raguay usurpa esso territorio, iloan lo ao
mesmo lempo prvida a leviindade co.n
que o actual governador di Corrientes so
trova1] a dizerquoo Paraguay nunca leve
nem lera ten i lorio na margen esquerda do
Paran.
Estas prece I-mies mostram a iniencflo
de nilo entrar ein relai*6es polticas de ne-
nhuui csiecie com o governo do Paraguay
sni estar autorisado pelo de Buenos-Ay-
res ; que ordenou ao governo de Corrientes
que s> lie dirigissn o de Paraguay sobre
issumptos quo tivesse conncxSo com as re-
Inc^iics enunciadas, devia o de Corrientes
avisi-lo s nenio de que recbeit as eom-
iniinieai;0i's, dando-lhe o titulo de Exm.
Sr governador e capililo geral da provincia
do Paraguay, o limilandu so a manifeitar-
IhO que leu Cont'i ao governo de Buenos-
Ayres, e quo a este deve dirigir-so o do Pa-
raguay sobre quabiuor ponto em que H-
quemlnteressa las as relagiles daquello go-
verno ; qun abri seus portos interinamen-
te al nova orifam ans navios argentinos
carregados ou em lastros quo descessem ou
suliissnm o Paraguay, procedentes dos ditos
poilos, declarando ao mesmo tempo que os
navios paraguayos s,"o niffoj argentinos.
Para tornar i'niis sensivol ultrage disse
que asssim di provas paeiRcis a pratca ac-
tM dx fina e fralersMl benevolencia e mo-
denujfii para eum o Paraguay. Porm ha de
saber que sia repblica sn icha multo of-
ft'ii i la por essa poltica insidiosa, hostil o
chocante.
Por ter di't.'rminadii o governo do Para-
guay, disse a referida mensagem, quenfio
se admitamos guias passaJas pelas alfan-
degas da ropuhlica argentina, sem quo pre-
viainenlo su Ihes risque a denominaefo de
provincia de Paraguay,ordenou o governo de
Miienus-Ayics quo nfuisojam adinittidas as
guias passi las pela alfandega do Paragusy
n quiiamliem so Ihes rttque nrevamen-
to o titulo de repblica io Paraguay.
.Nao he vordld ter este governo ordna-
lo quo se risque a I inominacSo de piovin-
ela di Paragwiy tas g lias de Buiuos-Ayres
que trouxereui esto ocioso insulto. A or-
di'in em vigor a esterespeito beque, so os
mestres de navios e-patMgeiros, chegando
ao riu.ipresenlaram patentes denivegaco,
guias ou lcen^OJ om quo a republici seja
unidas do Ri,i-da-P.Mla.l'S le s revoluoflo 10 polica, alim do quo se lavre respec-
ie que nBo pode s.-r daspojada Uvamonle o eumpetente trrmo, o tiquom
ir wolencia sem injiuia, nem pule ecilni'jiniililisa lu. ,,..-_
sem compromeller a sui legurauc e os Quepiovomo aog .vernador de (.rnen-
seos interess s. tesque.e nquanto o Paraguay ..ermanecessa
lie noluiu que I). Remarlo Velazco foi o na independencia, qun Cliam lignra la, mo
1HII Desde entilo ficuu osle paiz con o guayas, quuesquer quo loss m.
territorio e limites que Ihetinln maroido Estas arruga ocias e desaforos do gov?r-
o g v roo hospinhol, nlo leudo hivido ul- nador do lluenos-Ayree e os proced memos
eraclo quaudo so dissolveu o antigo vice- do de Corriente, nienolOMdoJ nos nume-
reinado.
Estes documentos patentearom face do lUnnias d<
mundo a atroz calumnia do governador do | territorio
Buenos Ayres na sua inensagem de -7 de
iliv.riiili.il do 1847, do que 0 governo p.l-
raguayo coniiuuou artbs hostil contri i
conlederaQo e que relebrou tratados liel-
ladel' cer
gallillos.
< rientes poueo tempo antes da completa
ii derrota dcstes."
Disse tambera nveforida mensigcm que
iiniitein ass'gurancas que sempre den,
e sustcnlou lealmenle, de quo as anuas
< da Cnnl'ederacflo no invadiram o l'ara-
guay e sent que, sendo este felo lo
a pulilxo, o su govorno leulia scui nrC's-
< sidiide armado os Paraguayos com nm
pretexto uotoi menle destituido do exnc-
* lidio e fundamento.
Engana-se o governador de Buenos-Ay-
res julgati lo poder engaar aos Paraguay is
altamente cscaiiialisados o i revenidos da
sua iiiluleravcl peifidia, malevolencia e vis-
tas ambiciosas.
lie verdulc que o governador de Bue-
nos Ayres, quando soube que o exercilo
Paraguayo sclinha con.-titui lo na Clin pi-
nna de Corrientes, negOyiOU a intriga da
medilQflo Brent e era obsequio alleetado
desto actodligio-se aopencial Urquizi no
dia 27 de fevereiro da 1846, ordenando-lite
quo por nenhum motivo invadisso o terri-
torio do Paraguay.
Porm apenas tranquillisado pela segu-
ndado que Ihe dava o mao estado de coli-
sas do cxorcilo correnlino, Ipressou se a di-
zer ao mesmo general Urquizi, em 12 de
marco do tnesmoanno, quo, quando na sua
anterior noli de 27 do fevereiro Iholinha
ordenado que por nenhum motivo invadis-
se o territorio do Paraguay, entenda ni-
camente por territorio leste paiz aquello
que he rerouliecido publicamente e pelos
tratados existentes e mloiquelle que pre-
tende o governo do Paraguay na provincia
do MissOes e que se disse cedido pelos uni-
tarios de Corrientes em um denominado
tratado secreto.
Porm o governador de Buenos-Ayres
no cilou oss 's tratados existentes quo nn-
guem condece ; a nao sor o de 12 de oulu-
hro du 1811, no qual o goveruo das provin-
cias unidas do Rio-ila-l'rata, ao ratificar o
reconliecimento da independencia do Pira*-
guay. Ihe recouheceu a posso do territorio
que Ihe pcrtciioc na margen osquerda do
Pirana desde o rgimen colonil.
Este territorio nunca foi da provincia le
Corrientes, para que eU poJesso ced-lo
repblica em tratado algum O tratado que
o governo da repblica celebrou com Coi-
rientes quando eslava independenle do (ac-
to e em guerra aberta cun u governador
le Buonos-Ayrcs, e por consequencia habi-
litado pelo direito das gentes para celebrar
utialquer tratado com qualquer potencia
eslrangeira, foi meramente provisorio, o
alem disto, limitou-se a urna confissilo
correnlina do direito paraguayo ao anligo
leartamento do Candelaria, por ter este
territorio perlencido io Paraguay no lempo
do rgimen hespanhol.
Ileverdade que pelo decreto real de 17
lo maio de 1803, o governo hespanhol esta -
beleceu em todo o territorio das antigs
missOcs um governo. parlculir ao muido
deD. Bernardo Velssco, com total indepen-
dencia dos governos lo Paraguay e Buenos-
Ayres, entre os quaes se achuvam divi-
li ios.
Porm em 1806 o mesmo D. Bernardo
Velase, govenudor da. MisiOes, foi no-
MI ITII AHO
ros 79 e 82 do perio lico desta cidade, obri-
O governador de Buenos-Ayres levo re- "^"^ttfifSSS
conhecer e confesiar este principio na sua /are n-se os (, .rr.mii.osd.s ilhas paraguyai)
Sat territorio mi repblica do do \ijo e Apipe, na quaes se tolor.vs que
l'ara'uav. a queo lem reconhecido e con- trab Ibassem mrwe ras.
e s d, lieial o solemnemente e olera Acrreseenta a mens.gem que I bsr.t.n-
.'orah.e cito valer par., Insear egusten- do a disposicito que por .mnii e desprezo
i sil,,,, los de Buenos-Avres na sua,,ues-'.:,a .,. benvola para com o Paraguay,
n, rioe i a repblica dn (hile mandou otioverno desta repi.bhca -wtbra-
Bobre c Ion a que esla ti....., m indldo s- -.....-S d,.....- de Apip. OS ol.reiro de Cor-
lo estreno d, Ma- nenies, sera porogar-lhes o prazo de tres
dias, nem .icixa-lm esperar que reeebossem
governo de Corrientes ; o, que
lete-mmacuii do de
icerca laquella ocurrencia,
le a detertninacilo que 11 n ta
"-'o".rao' de "dirigir as suas reclaa.acOes a
tus coalas
" Cora ITeito, o governador de Biienos-Ay- ord-ns do goverm
res, na sua referida meusigem de 27 de de- fe ido flP0*,.,'|
zi-mbrod-1817. refere que < so lem din- Buenos-Ayres aoer(
. ido ao governo do Chile, demonstrando. I communicou-lhe a
tantos de Corrientes ,io entrarem ni diti
trazer republici do Paraguay, Com o des- serapro
do
reassu-
pertenceu
esde to.n.'o im'memoriil, ficando
pcVo'rd'.dodwigio-d. dominaba e de exi- i ^^l^^^'^
gira sua intentada prov.ncu deMissfles no ,(.orr entes iice H b|icou
mencionado terri lorio entre 0 Paran O A ''"^^.^"^cobeu .' reblamacJJo que
Uruguay, pira desto modo .solar COmple- te mWMffM sua u|lima mensa-
lain me o Paiaguay. | o^ e Buea ^ ^.^ pfdnu0.,Deque
O governador de B'ieitos-Ayres, na sua ". I..,"sem demora alguma i ilhi de Apt-
mensagem de 27 ,:o seleinl.ro de IS*8, re- "!" scu |0jUaJ0 dono, o governo de Cor-
fere que o de Corrientes Ihe pedio insiruc- [,.,,. u,. pena que n3o provisse se
SO
preeem lodos
os casos, lauto s respeilo
las "eUcO'S polticas, 0*.!il*%0"1
de dirigir eo governo desli republici sen
" dir-lne o competente tratimento nacional,
----- 03lP lequisito essencul nao
m ponto algum da
Jons dadas,
da repblica |A


. ^smmimvmMminKmnmmMimmiKka^iaKBmM
!2!
IVbaldesc quciva ognverno de l n ile que o da repblica nao fez previa rocla-
maco nein pedio expllcaco algtiuia, porque
rile he. quein fechou a pona a este irainile cs-
labelecicln pelo dlreilo dai gentes entre os go-
verooa, deicouhcecndo no dessa repblica a
oapacidade poltica que Ihe confierlo naci,
arrogando-ae a direito da querer lar-llic or-
dena por decretos, figurando creatura na a
. SU enverno nacional, ilaniln-llie o titulo de
governador de provincia, e cnipriiliaiido-se
em aprcienUr a naelonaldade paragu .a co-
mo .....a entidade ridicula c smente digna de
deapreto.
llene modo estabelccrit sua marcha coiu o
Paraguay pela va do9 fados e do poder, c se
cnnstituio no dever de nao cstranhar i|ue esta
repblica use do fcu direito pela incauta via,
rmquanto o Inlmlgo da patria nao consentir
n> una negociaran pacifica e honrosa.
De resto mandou-ae ter < -ve-so toda a at-
teneo e CoustderacSo pira coiu ai|uellea que
te retiraran) da Hita de Apip sem >c ter em-
bregado coiu nlngueiu a inlniuia violencia.
Era nina arrogancia propria smente dngover-
tiador de llueiios-Ajri's pensar que ota rep-
blica quitea suspender o sen mandato al
que os obreiros expulsados de Apipe1 recebes-
s-'in ordens dogovernador de Corrientes a res-
pello da dcBOCcupacOO dcstailha.
He incontesiavel o direiio da repblica
lo Paraguay ao territorio entre o Paran o
o Uruguay enmprehetulido na jurisdiCCSo
du Paraguay no lempo da sua emancipacuo
poltica du rgimen hespanhnl, romo lie
acredila lo pcremptoriameiile e provado pe-
los documento* vertidos oo manifest que
o governo da repblica pulilicuu emlSde
fevereiio de 1848.
i> governador de Buenos-A y res nfloquer
entrar em una los teriiioriiies de ambos os paites, nem
x-i-u|uir-sc de una satisfacHo devida aos
queromprovao refeiido manifest, reser-
vando-sea hcenca de criminar em seos pa-
peis publicse repblica por usurparlo de
tcirilorios o de traa-la de provincia argen-
tina, cmquanlo de ouiro lado lanr;acon-
tinuada mente mflo da intriga, do engao a
da scduccilo, para -aullar o lempo deque
precisa para apromptar um exercito capaz
de tra/er ao Paraguay os horrores da guer-
ra, como lia tem o oceupa-se em reun>-lo,
pencando so premier a repblica com pr-
fidas promessas de ii3o iuvadi-la.
Se elle podesse assussinar a existencia po-
ltica do Caraguay e reconstruir, como pre-
tende, o sntigo vice-relnado, nflo lia duvi-
la de que havia de cmninelter O assassina-
to das provincias da repblica argentina,
que, sem malos para fazerem valer os seus
direilos contra o jugo pesado que as oppri-
me, nflo leem esperances senau na guerra do
Paraguay. O verdadeiro interesse nacio-
nal da repblica argentina lie o reeonlh ci-
mento da repblica do Paraguay, enm um
tilado do paz, entizado, coniineicio c li-
mites. So o povo do lloenos-Ayres pensnu,
desde a revolueflode maio de isio, na suc-
cesso absoluta de Femando Vil, e porfla
ale boje pura chegar a seus linj. Por isso e
considerando:
1. Que, desde que o governador de Bue-
nos-A y res lem oceupado a provincia de
Corrientes e sitiado a repblica pulo Para-
n e pela (Toiileira do Brasil, sem deixar
Ihe um caminlio de eomiiiuiiicacao como
mundo, forcou-a a consumir-se maniendo
numerosos exordios, fortilicafeso acam-
pamentos em ttiila a vasta extenso das auna.
frontOiraa, aguardando por lo'as as paites
a inva-.au que esta em vcs| era de effee-
tuar,
2 Que raspes militares e polticas acn-
selliam a nt'ciipac.io do niencioiado terri-
torio nacional entro o Canina o Uruguay,
do maneira queaeponliaao abiigo dos i-
.sultns di' governador de Buenos-AyreS, e
para que no Ihe sirva pura effeduaros seus
designios de oceupar esta paite da repbli-
ca para formar a sua internada provincia
das Mis-oes.
.1. Que ueste raso ver-so-hia forjada a re-
publica a retinar ae para a msrgem direita
do Paran e a Couservar-se em guarda per-
petua contri' um InimigO insidioso.
4. yue o governo nacional se v forondo
;i romper o isolamento da rcpuhlica por tr-
ra oa resiabeiecera sua correspondencia e
' miiicrcio innocente com o imperio do
Brasil.
5." Que esta operaeflo tem por ohjeclo n
delensa natural um meio de poder negociar com os estados
vizinhosum tratado de paz, amizude, coni-
niercio e limites em termos justos o conve-
nientes a seguranca e ni h.la le comnium-
coin ;i lia-e e-seno al e mi leelin iv.-l di in-
dependencia e soberana nacional da rep-
blica do Caraguay.
PrUnto o prcsiilenlo da repblica do
Paraguay, tomando a Providencia e o mun-
do nliiro por leste muidlas da sua ras.lo e
da sua juslica, fincado a empregar os
meiosa seu alcance para a defensa natural
da independencia nacional da repblica c
le sua inlegridado territorial, que jurou a
Heos e patria defender conservar, manda
ordena que. so leve a (Teito a occupico
militar do territorio qne entre o Paran e
o Uruguay partencia ao Paraguay no Ampo
lo ultimo governador bespanhol I). Ber-
nardo de Vclazeo, o continuo a perten-
cer-lhe desde a sua emancipaego poltica,
licando prompto a entrar em urna negocia-
cao pacifica cora os estados vizinhos, e pro-
testando que se apezar dos solidos funda-
mentos cin que-iC apoa o direito da re-
pul ira para a occuparilo do dito teriitorio
com o lim mencionado ; se pesar do pre-
cedente histrico que o iiiesmo governo de
lluenos-Ayres invoca, de ler-sc respeilado
o dever-se respeitar a demarcilo e territo-
rio que o soberano lilil dado ; se, conlra-
dizeudo o dogma poltico da necessidade
de convenio e consenlimenlo em crear
urna autoiidade para ser reconbecida e
obedecida como soberana, |o governador
lo Ruenos-Ayrcs pretende qiio sua auto-
iidade seja reconbecida pela repblica
do Paraguay que n3o leve parlena sua
ereccfio, posterior declaracio da nacio-
nalidadu paraguaya, e alm dislo, quor
proceder com ella de oulro modo que
lem procedido com as provincias da rep-
blica argentina, as quaes se convida tara
adherirema liga etbelecida pelo tratado
do*do Janeiro do 1831, deixando-as por
consequencia livres de darou recusar a sua
adbeso, eiiiquanio que ao Paiaguay .se
ajjgsenta esse tratado com urna mic, e
crajgo putihal na cuta se Ihe diz : Aceita ou
morre, e governo da repblica do Paraguay
nilo trepida ; firme na justica de sua causa,
cotifiado no podOr e recursos da repblica,
e contando com a prcteceflo do co, nflo se
subjeilara essa ignominia, e defender
at'"' O ultimo extremo seu territorio c aeus
di.eitoi ; e, se a Providencia om seus altos
juizos lem rosolvido que so perca, ter sal-
vado a sua honra, n mostrado ao muirlo
que era digno da independencia nacional
que 11 ii' la o. o i lia 37 minos.
Cablos Asnino Lope/..
llenilo fulera.
Secretario e encarrrgado interino
das rel:ir,0cs exteriores. .
; Jornal do Commercio. )
INTERIOR,
ALAGOAS.
Extracto do expediente te l)r. os liento da Cunha c l'igueiredo.
13 DKSBTEUBRO.
Oflicio. Ao Di. chefe de polica, para man-
dar proceder captura do iiiarinlieir.i deser-
tor da charra Cariota, cujos signacs consiam
da nota junta ao ollicio que se ihe reiuettc do
coininaiidante da mesilla charra.
Cortara.Acerca de Medicas.Achando-se
ausentes 'le seus empregos, com prejuizo do
servico publico, varios enfpregados desta pro-
vincia, determina o presidente da mesilla que
flqueill suspensas as liccncas que Ibes teeni sido
concedidas, dlrlgindo-se-lbei para este Ihn as
COilimunicacSe precisas, beni como as thc-
sourarias provincial c de Calenda.
Dllieio. Aos inspectores das thesourarias
pruvincal c gcral, para que deiu cuiupri-
uieiilo a portara supra.
Corlara. Acerca da gialilicacao dos cin-
prrgados |irovineaes. O presidente da pro-
vincia, leudo em vista a repiesenlafao que Ihe
di i ig i rain os ciu pregarlos da thesoiiraria provin-
cial acerca da decisao de 4 de juiho prximo
passado, que uiandou considerar devida pelo
exercico a gratifica^ao concedida pela le u.
lUjde 5 de malo dente auno aos einpregados
das reparticoes proviuciaes, determina que fi-
que suspensa a dita decisan, cousdcraudo-se a
rele ida gratilicaco ci.....i adilicional ao orde-
nado, Visti que a execncao la le u. lOCi tain-
beiu de ."i di' Maio, artigo \, a respeito dos ein-
pregados do lyeeu Urina a regra eiu coulrrio
acerca de tottoa os outros; devendo, porcm,
permanecer cata deteriiiinaclo atquo a as-
lembla Igislativa provincial, a (|ueiu os sup-
plictiles devein recorrer, lite lUffbor o sentido
genuino da lei.
Ollicio. Ao insprclor provincial, comiiiu-
nieaudo o portari.i supra.
Dito. Ao I 'i. promotor publico da comarca
da Alai lia, coiiiuiiinicaiido-lhe a portara de
sttspeiisao de liceueis aos einpregados pbli-
cos, c deteruiiiiaiido-llie que em execncao
niesiua portarla recolha-Se sua comarca, a-
li tn de continuar o exerccio do seu eniprego.
Dito. Ao capito do porto, mandando a-
ceitar e relacionar das inadeiras de fragata e
crvela contratadas com Loureuco Cavalcantc
de Albuquerque Maraulifin, siucute aquellas
que tiveivui snlo recolhida atti a lata do ulti-
mo aviso de :i de julho prximo passado.
...: "-.- a.-y unzas
os de 50, 39 e 40#000 : alm destas gra-
UflcacOes si Iba darilo directamente 4^000
ra. aos que frem estrangeiros, e 5/000
nos nacionaes, percebendo os individuos
que se proporezem a agencia-Ios 4/000 rs.
porcada um sendocslrangeiro,o5/000rs.
sendo nacional devendo regular a idade de
18 ale 40 anuos.
Capitana do porto de Cernambuco, 13
de outubro do 1819. Ilodrigo Theodoro de
l'reitat, capitilo do porto.
CUItSOJIJKiniCO.
Facosabera quem ennvier que os exa-
tnes preparatorios das tres lingoas latina,
franceza e ingleza serfio feitos nos livros
seguidles :
Latn
Tilo I ivio e Odcs de Horacio.
Orarles de Cicero e Virgilio.
FRASCK7.
Telemaco e Fbulas de l.aronlaine.
OCenio do Christianismo por Chateau-
briand e Satyras de Roileau.
Iinglez
Historia de Inglaterra por Col Jsmitb e as
Esta^Oes de Tompson.
O vigario de Wakeield pelo mesmo Gol-
dsmilli e o Parnizo Perdido de Milln.,
Serictaria da academia jurdica de Oliq,-
da, 16 de outubro de 1849. O padre Al-
guel do Sacramento Lopes Cama, direclor.
Oeclarai^oes.
ICARIO HE PrMHBIJCO.
RECirt, 25 DE OUTUBRO DE 1849,
Em a noilc do 24 do crranle foi roubada
urna taberna na ra Nova, e bem nssim
un.a loja do ntiudezas na ra eslroita do
Itozario.
Us lidrfjes que assaltaram o primeiro
dos in Meados eslabelccimontos peueira-
ram-no pelo respectivo lolliado ; os que,
porcm, atacara in o segn lo, recorrerm ao
expediente dearrancarem asoleirade tima
desuas portas, c por ahi se franquearan'
entrada.
O dono da taberna licou sem alguns dos
objectos que linda a venda ; eos seus cai-
xeiros lambem perderain alguma roupa.
Entretanto, o prejuizo do logistl foi um
pouco lllaior ; pas que, alm de quincalha-
rias levaiain-llie ti'iiii piircao do dinheiro.
tO{vftHl 10.
ALFAMDEGA.
Itendimotilo do da j.....
CONSUI-A|)U GERAL.
Ilendimento do lia
Diversas provincias
CONSULADO
Itendimento do dia
25.
13:999,503
1:489,1 i7
78,535
1:567,682
PROVINCIAL
1:C86 419
i>\a/i('iii() do orlo.
l\arios entrados no dia 25.
loaniia 21 das,barca brasiluira Tentati-
ta-t'elis, de 476 toneladas, capitilo Anto-
nio silveira tlaciel Jnior, equipageiu 21,
carga eCra, peixe salgado e lastro a Sil-
va & Crilo.
Haba 2 dias e 16 horas, vapor brasileiro
San-Saltador, commandante o primeiro
lenlo Antonio Carlos de Azere?o GOU-
tinho. Comluz o quarto batalho de ui-
lilhtria a p.
Philadelphia 47 dhs, barca americana
Navarre, de 212 toneladas, capitilo Tilo-
mas J. Lilla, equipagem 10, carga fari-
nha, laboado, can. bdaclia e tnais gene-
ros do paiz ; a Deane Yotile & Companhia.
Iialna :i das, briguo inglez llunnymedes,
do 200 toneladas, ca ilao Samuel Prow-
se, equip'gem 13, em lastro; ajames
Crablree & Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Tcrra-Nova Brigue brasileiro llunnyme-
des, capitilo Samuel Prowse, en lastro.
Em commissfio Vapor brasileiro San-Sal-
vador, commandante o primeiro (cuente
Antonio Carlos do A/.eredo Coutitibo.
Parahiba lliate brasileiro '' xalacdo, ca-
pitilo Antonio Joaquim do l'igueiredo,
carga varios gneros.
PerantO O concellio da administraran
ni.val leem ile ai r nial ar-sr, a quem inaior
piet;oolfereccr, 21 arrollas c 10 libras do
bolaxa arruinada, propria para alimento de
animaes, bem como tem comprar-se urna
pnrcilo de alqueircsde familia do mandioca
para forneciment dos navios armados e
hospital de mai mili ; pelo que convida-se
aos inlercssados para comparecerem as
12 horas da tuanhiia do dia 27 do correnle,
na sala das sessOos do mesmo concclbo,
viudo munidos osque se propozercm avenda
de fnrinhu com suas proposlas e as a-
moslras.
Sala das sessOrs do concelho da admi-
nislrae,lio natal,l de outubro le 1849.--
Christordode Santiago de Oliteira, secretario
do coucelh.
-- Pela subdelegada de S.-Jose do Itecife
achaiu-serecolhidos a cadeia desia cidade os
pretos Andi n Uuiz, o primeiro diz ser es-
clavo de l.uiz Moreira de Carvalho, c o se-
gundo diz ser escravo de Thcolilo de Souza
Jardim : quem lr seu legitimo Snr. com-
paieca nessa subdelegada com os seus t-
tulos para seren entregues.
Subdelegacia de S.-Jos do Itecife, 2\ de
outubro de, 1849. francisco Carneiro da
Silva, subdelegado suppleute.
Em
Felismiua
titulo
OUEIRINIIO
Tbeatro de S.-Francisco.
SAltllADt, 27 DEOUTUBItODE1849,
a benclicio de Joaquim Jos da Cania, lla-
vera um variado e iuleressanio espectculo:
o drama em 3 actos
0 MINISTRO TRAIDOR
ou o
Trivmpho da imprensa livre.
seguida, o Sr. Sania llosa o a joven
cantaral) o duelo que Um por
E A POBRE.
Seguir-se-ha um
nANCADO
E dar fTm aQ dive lmenlo, com a far^a o
CASAMENTO POR MAGIA
ou
n flauta mgica.
Todo este divertiuiento he inteirameote
novo ueste theatio: elle lem merecido os
mais decididos applausos nos theatros to
Itio-de-Jaiieiro, por cuja rasiio o benencia-
do o deslinOU para apresenta-lo em a notite
de seu beneficio ao Iluminado publico
desta cidade, a quem lem a honra de convi-
dar, protestando que sera eterna a sua gra-
tldao.
N. II. Os hillictes de camarote o platea-
achaiu-se a venda em casa do Sr. Santa
Rosa,
Principiar as horas do costume.
lacho Santa-Cruz : para o testo ta
carga e passageiros, trala-se ao la-
do do Corpo-Sanlo, loja de mas-
sames, n. a5.
-- Para o Ass sabe, no dia 28 do corren-
te mez, o brigue nacional Sociedade : para
carga ou passageiros, trata-sc com Jos
Marccllinoda Rosa, na ra Direita, n. 93,
primeiro andar, ou com Jos Baplista da
Eon&eca Jnior, na ra'do Vigario, n. 23,
segundo andar.
Segu para o Itio-Grande-do-Sul no
dia 27 do corrente inipreterivelmenle a es-
cuna S.-Cruz : s" recebe escravos a frele,
quem quizer embarcar, dirija-se a Joo
Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
Para o Ceai sahe, nesUs 8 dias, o
lliate Duvtdozo : para carga e passageiios,
Irata-se com Joaquim Monleiro da Cruz &
C., na ra do Queimado, n. 25, loja de
miudezas.
Para o Havre sahe, com a maior bre-
vidade possivel, a barca franceza lilla, ca-
pitilo l.emellz : quem quizer carregar, ou
ir de passagem, para o que lem exfolenles
commodos, dirija-se aos seus consignata-
rios, J. P. Adour & C. na ra da Cadeia,
n. 52.
Le loes.
O corretor Oliveira far leilo, em
presenta do Snr. cnsul de S. M. B., e por
conta e risco de quem perlencer, de cerca
de 160 toneladas de ca van de pedra, dos-
cairegadode bordo da escuna britannica
Umr.ird, ca itan llaker : sexla-feira, 26 do
con ente, ao meio-dia em ponto, porta da
associsego commercial desta piara. Advcr-
to-se que o mencionado ca van existe no
armazem da la Helia em seguida as casas
outr'ora do fallecido Zuiich, ondeos pre-
tendentes pdem examina-lo com anteci-
pat;aO.
0 corretor Oliveira far loilo do por-
qo de mobiiia, cnnsisliudo em cadeiras do
diflerendos qualtdades, sopbas, mesas re-
dondas, bancas de jogo, dilas para sopbas,
ditas elsticas, um rico piano de Jacaranda,
e oulro de dilTerente madeira, um oplimo
viulao, redes do Para, commodas, marque-
zas, um relogio de piala patente inglez,
uiuii u bom regulador, e outros uiuilos ob-
jectos asss necessariOS : segunda-fera,
29 do correte, s lo horas da manliSa, no
primeiioandar do sobrado n. 22 da ra do
Apollo.
L. Bruguicre far leil.to, por interven-
cao do corretor Oliveira, na ra da Cruz, ti
I, a presenta de um agente fraucez, por
conta e risco de quem perlencer, de urna
poican de cassas avahadas, vuelas do Ha-
vre na barca franceza Tilia : segunda-feira,
29 do corrente, as II horas da matihSa.
ino, no segundo andar do sobra.
do n. i I.
-- A. II. Willmer, ten lo recebido pelo ul-
timo navio de .Inglaterra, um novo e d-
miravel machinismo de pbysica-experimen-
tal que o auno prximo passado foi visto
pela primeira vez nos theatros de Londres
l'aris, llaiiihiirgocoutrascao^a/sda Euro-
pa, sempre com admrac!ia(Peiitlius>is[|-
cos applausos, tem a honra leTeva-lo a sce-
na nesta cidade no tbeatro Apollo, onde es.
pera lodo aonlhiment, ltenlas a belleza e
magnificencia do objecto, o anda mais pe.
lo conhecimento que se adquire vendo-io
o globo, todos os planetcse movimento de
rada umem sua rbita, bem como outros
minios efleitns athmosphercos, que serilo
annunciadosem cada espetaculo. 0 direc-
lor brevemente marcar o dia.
Quem precisar de urna ama da loit--
dirija se ao Becco-I^rgo, n 15.
I DEPOSITO GERAI,
| do superior rap areia-prta
i
m
Avisos diversos.
KD1TAES.
O capitilo do poito desta provincia'
em virtude da autoiisaQao do Exm. Sr.
conc Iheiro presidente, tem de engejai
marinheirosda primeira e segunda classe
para completar a guarniQiio da corveta A'm-
terpe; convida, pois, a niarinhagem que
queira servir dessa forma, ou aos indivi-
duos quo quizerem ^ncumbir-se de agen-
cia-Ios para esse engajamento, a apresen-
tarem-sena capitana com toda a brevida-
de, sendo o lempo do engajamento de I
a 3 anuos, como ae convencional- i c s gra-
tilicages a darem-se na ordem desses pra-
Fublicacao iliteraria.
Memorias histricas
da provincia de Pernambtico por
Jos Bernardo Pernandes Gama,
4 volumesem oitavo, com retrato do autor
em frente e diversos mappus c plantas lo-
pogrsphicas.
lie urna obra de summo interesse e de pri-
mira necessidndo para quatilos habilam
Cerramhueo. lie a historia mais curiosa
que possuimos desde descoberta e funda-
,'ilo desta provincia al os nossos dias, com
as particularidades mais minuciosas e do-
cumentos urigiuaes que anda niio liiiham
visto a luz.
Vende-se na praia do Commercio, es-
criptorio n. 2.
Avisos martimos.
Caa o Porto segu com toda a brevi-
da possivel o bnguc porluguez Ventura-
Fellt, forrado, pregado e encavilhado de
cobre, do qual be capitilo Zeferiuo Ventura
dos Santos: recebe carga a rete, para o
que trala-se com o consignatario Joaquim
Ferreira Mendos GuimarSes: na ra da Cruz,
n. 49, primoiro anda', ou com o referido
capiliio, na praca do Commercio.
-- Fteta-se para qualque porto al a Ra-
bia o veleiro lliate Sauto-Antonio-Hor-do-
liio, que pegaem 40raixas, a tratar com
o tiiestro a bordo do mesmo, tundeado em
frente do trapiche do Ramos.
Segu para Lisboa com a maior brevi-
dade possivel o brigue porluguez S.-Do-
minyos, forrado, pregado e encavilhado de
de Cubre, doqualhe capitilo Manuel Con-
nives Vianna ; para carga e passageiros
aos quaes offerere excellenies commodos)
dirijam-seao consignatario Joaquim ferret-
ea Alendes Cuimariles, na ra da Cruz n
49, primeiro andar, on ao referido capito,
na pia^a do Commercio.
Para lia la segu viagem,
no dia 31 do corrente mez, pa-
Kstitido-sc confeccionando o almanak,
roga-se aos Sis. advogados e solicitadores
CUJOS minies nan estejain nelle menciona-
dos, de mandarem seus nomes e moradas
na livraria ns. 6 e 8 da pra;a da Indepen-
de cia.
O Sr. Ezequlel da Souza Cavalcante,
inesl: o de daen, queira dirigir-so livra-
ria, ns. 6e8, da praqa da Independencia.
Precisa-se alugar um sobrado Je um
andar no bairro de Santo-Antonio, prefe-
rindo-se lias mas Direita o do l.ivraniento,
pateos do ('.armo, de San-Podro, da Peilha e
ruado mesmo notne : na ra Direita, ven-
da n. 23.
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a mar pequea, e porto de
embarque e desembarque: na ra da Sen-
zalla, n. 42 a tratar com S. J. Jobnston &
Companhia.
Deseja-se fallar aos Srs. Theolilo de
Souza Jardim, Miguel Alfonso Ferreira, Ma-
noel Marques da Cosa Soares, Jos Kerrei-
ra Silva, Jos Mari ios Pereira, Domingos
Alves liaiboza, Bartbolomeu Kcutim e o re-
vei rielo padre l.uiz Jos da Silva ou ulguem
por elle : na ra do Vigario, n. 7.
-Arrenda-se una grande campia de-
nominada silio do l.ucas ou Enfircado, na
estrada nova do Caxanga, propria para pas-
lagem de gado, lancho, ou pira qualqucr
plantando : tralar na ra do Vigario, n. 7,
primeiro andar.
lua larga du Rozario,
n. 14.
Priulines, cutile'no e
armeirp,
tem a honra de prevenir ao rcspeitavel pu-
blico que ello acaba de receber pelo navio
francez Socrate um rico sortimento de cu-
lilaria lina como lesouras para cabellerei-
ro costura, alfaiatce para uulias ; dilas
muilo linas para senhora bordar; estnjos
de uavalhas iiiuilo ricos; caoivcles le to-
das as qualidades, com cabos de marlini,
iiiadi e-pci ola c de tartaruga. O annuncian-
le aproveita essa occasiflo para lembrar aos
seus freguezes, que ello tem um bom sorti-
mento de espingardas linas du. cano trun-
xado e da tnasquinado, das mclhotes fa-
bricas de Prancs, obra muito boa e minio
segura proprias para so dverlitem pelo
lempo de festa : tambero contina a amo-
lar as tercas, quintas esabbados, eseen-
carrega do qualquer concert pertencento
ao seu oflicio.
Antonio Curios Pereira de Burgos 4
Ponce de Len faz sciento a quem *
convier que. leudo de retirar-sc des S
la praca, lica eucarregado de seus v
negocios o seu correspondente, oSr ?
Lino los de Castro Araujo, criptorio na praca do Commercio, <*
II. 2. m
1 da fabrica de Gantois Pai-
Ifiet&c Companhia, na Ba-
ha.
Domingos Alves Matheus, agente da
a> fabricado rap superior arcia prela %
a> e meio grosso da llahia, tem aberto o %
* seu deposito na ra Cruz, no Itecife ,^
| n. 52, primeiro andar, onde se adiar (|
J sempre deste excelleutee mais acre- aj
> dilado rap que al o presente se tem $}
4 fabricado no Brasil: vende-se em bo- A
fr> les de urna e mcia libra, por proco a
S>; mais coiiimodo do que em outra qual- '|
tk quor parte. 4

ts?S)$)$$$a$$$ $lrl
O prelo Antonio, Cacange, escravo de
Manuel Cardozo da Fonseca, tendo ido no
dia 22 do correle do Recife para 8 -Amaro
conduzindo um cavallo melado com cimas
pretas e arreiado, desappareceu e consta
andar pelo Recife, portn s : quem oap-
prehender, ou ao referido cavallo, poder
dirigir-seao mesmo logar a casa i|p meif
Clonado Curdo/o, OU a praca do CommeA
ci, aonde o encontrar a qualquer hon,
quesera gratificado.
I'iularia e pastelliaria
franceza no Aterro-ta-
Boa-Vista, 11.50.
Acaba-se de receber pelo ultimo navio
ebegado de Franca urna grande porfo de a-
mendoas cobertis em frascos, como lam-
bem de frutis cryslalisados em calinitas;
acba-se lambem um grande sortimento de
caxinhas todas do melhor gosto possivele
muito proprias para presentes : ludo por
pi vrn coiiiuiodn. .Na inesma pada ia conti-
nua-se sempre a fabricar o tilo conhecido
po de Provenga, com toda a perfoi^Bo;
iambem continua-se a vender todas as qua-
lidades de bolos propros para cha, bolaxi-
nhas e bscoilinhos de varas qualidades
para enfeilar bandejas das mais ricas e
mais proprias para cha e sarao.
Carlos llardy, ourives na
ra Aova, n 54,
previne ao publico e principalmente aoa
aeus freguezes que mudou seu estabeleci-
ineiile lo ii 32 para o n. 34 defronto da
Concei^ao dos militares, aonde contina a
vender e fabricar obras do ouro de lei,
e obras dilas da Ierra. .\'a mesma loja lam-
bem se vendem luvas pretas de iiiaiii, lisas
e rom palmas de cores; luvas de pellica
para linmein e senhora ; meias do seda pa-
ra meninas; ditas brancase pretas para se-
nhota ; ricas litas para enfeites de chapeos;
passarinhos brancos o de cores para cha-
peos; peanas brancas com passarinhos na-
ra ea liec i de senhora ; lencos do mito, bor-
dos e com bico de liulio verdadeiro; ditos
do gaic,a ; caniisinhas do rambraia; lou-
cas de lila e de fil de lindo para baptisa-
dos; chapeos de palhinha para senhora e
meninas ; ditos de palha fechada, arrenda-
dos e bordaous, muilo lindos e vindos pelo
Socrate ; chapos de seda de edres ; mante-
letes pelos para senhora, por mais barato
pirco ,1o que em outra qualquer parte;
franja prela para manteletes.
D. W. Bayiion, cirurgifio dentis-
ta, na ra do Trapiche-.Novo, n.
14, respeilosamenie informa oo
publico que, pelos seus muitos afazeres, se-
ra ohrigado a domorar-se mais algutn lem-
po nesta cidade, antes de sua retirada para
os Kslailos-I.'ni los, o ollerece seu preslnno
para toda qualidade de openroes deolaes,
para p6r denles uovos, tanto singelos como
dentaduras nUiras, chumbar (lentas com
ouroeprata, conforme as ultimas deseo-
bertas nesta arle.
-- Aluga se o segundo andar e solt do
sobrado da ra da Penhs, com fundos para
a ra Direita, n. 9, com 9 quartoa e 4 salas,
por batato prefo: a tratar na loja do mes-
mo sobrado.
O 0
| Bixas.
eiXa praipa da Jndpcn-
| delicia, n. 10, |
q ao voltar para a ra das Crqzes, alu- q
gam-see vendem-se bixas de Ham- <;
burgo : lambem vo-se applicar pi- Y
ra cominmlida le dos freguezes ; li- ~
ram-se denles. sangra-se a appli- 2
cam-se ventosas: ludo por preco
commodo.



Com muito geilo e grande
paciencia he que tuna pessoa tem
conseguido fazer tiaduzir, fallar
e escrever correctamente em G a
8 mezes a algn? jovens as. lingoas
franceza c ingleza, tanto do Itio-
de-Janeiro como desta cidade :
tjneni do sen preslimo se qtiizcr
ulilisar, dirija-se ao pateo do Car-
o 50
Precisa-se alugar um preto, canuciro
que seja bom : na pra^n da lina-Vista, de-
posito de assucar. No mesmo deposito com-
pram-se dous flandres de vender azete de
carra pato.
O bacharel formado Jolo de Brf-os
Falcilo dei Albuquerque Maianhilo, advoga-
do nos juizos do civel, ciime e ecclesiasliC ),
mora na ra estreita do Roxario, n. 2i>, pt i-
oieiro andar.
Quem precisir de um menino de I2ja
H anuos para algum estabelecimenlo, o
qual he de boa condula, poder enlender-se
com Joilo Jos de Carvalho Muraos.
Deniz, alfaiate francez, mudou o seu
estabelecimenlo para o Alerro-da-Boa-Vis-
la n. 38, aonde os seus freguezos o aclu-
rSo prompto para o seu servico



__ Fugio no domingo, 9 de se-
tembro prximo passado, sem mo-
tivo nlgnm, do sitio de seu senlior,
cm Pontc-de-Uch, o cabra es-
cravo, de nome Luiz, natural de
I o u .rassi't^rta estatura e corpo rc-
1 guiares, |J| I barba ; tem os de-
dos dos pf^%erlos e rombudos,
por ter sido muilo cambado, fal
]a descansada, ollios azulados ; lo
rla muito tabaco ; foi comprado ao
t. Manoel Joaquim Pereira da.di-
ia villa de Igiurass ; consta por
jnormacSes certas andar em dita
villa e seus suburbios cm procura
de senlior que o compre : roga-se
as autoridades policiacs, capitaes
que o apprebcndam e levem no ao
dito sitio, o na ra do Trapiche-
Novo, n. .36, que seao gratifi-
cados,
-- Aluga-se una encllente casa para se
passar a Testa, na povoacflo Jo Monlciro ,
com 4 quartos, dous quintaos murados,
porlflo p>ra o rio, quartu pan escravos, co-
zinhi fra e estribara pura ous cavallos :
na tiavessa do Veras, n, 15.
Un Itrasileiro que tem seis prepralo
ros para a academia de direilo, inclusive
inglez e francez, se offereco para escrever
pin urna casa commercial estrangeira ou
brasilcira, satisfazcudo-sn com mu medio-
cre oidenrdo : quem de seu preslimo so
quizer utilisar, annuncie para ser procu-
rado.
Deseja-se saber onde resi-
ilciii os Srs. Joaquim de Figtici-
redo Lima e Joo Evangelista F.s-
teves Alves, ou mesmo quem seja
m/us procuradores nesta cidade ou
i ora della, para se tratar de nego-
cios que Ibes dizem respeito; quem
souber annuncie por esta folba pa-
ra ser procurado.
Aluga-se urna bonita; casa, sita no Po-
co-da-Panella, ao p do rioe junio as la-
vudeiras, rectificada de ptosimo: a ti atar
na ra do Vigario, n. 7.
l'recisa-se de urna preta
boavendedeira de doce: nauta
l'recisa-se de 250,000 rs. a premio com
boas firmas pelo tempo de um anuo, pi-
ran -in-so dous por cento ao moz : quem
quizer dar annuncie.
Casa de modas fia acezas
Buessard Milloch.au.
(Ra do Aterro-da Boa-
Vista., loja i.l.
Itecebeu-se pelo ultimo navio do Havre
um grande sorlimento de chapeos de seda
de tullas as cores para senhora ; manteletes
c caputinhos de seda e de IIl ; uvas de pel-
lica para liomcm e senbora ; luvas de redo
liara senboia ; bonetes e chapeos de .mon-
tara ; caiiibraias bordadas ; cambraias de
lindo muito lina; ricas fitas; um grande
sorlimeulo debicos brancos e prelos ; flo-
res para chapeos de senbora o enfeites ile
vest los; ramisinhas e pescocuidos bor-
dados ; um grande soi linicnto de bicos de
blonil ; luvas coinpriilas para csame to-
trancas, franjas e fitas ilo velludo paia Or-
nar vestidos. Na uipsnia casa se fazem con-
tinuadninente chapeos e toncas Jo senhora,
vestidos de baile, casamento e de montara,
por preco comino.Iu, e da ultima moda.

BOWMAN c* UC. CAI.I.UM engenhel-
ros machinislas e fundidores de ferro, mu
raspeitosamente annunciim aos Senbores
proprielanos deongenhos, fazenderos, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o sen estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em elTeclivo ejercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a pprfelta confecefto
das mainres pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Ilowman & Me. Callum
desejam mais* particularmente chamar a
alinelo publica para a sseguintes, por
terem dolas grande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangero, tanto em prego como em qua-
lidade das materias primas e m<1o d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucgflo.
Moendas de caima para engenbos de lo-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
ou animtes.
Rodas d'agoa, munidos de vento e aerra
ras.
Manejos independenles para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilbi's, bronzes e chumaceras.
Cavilhoes o para fu sos de lodos os tama-
itos.
Taisag, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e Tornos de familia.
Canoa de ferro, torneiras de ferro e de
liriinze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a inflo, por animaos ou vento.
Cuindasles, guinchse macaco?.
Prensas hydraulicaa e de para foso.
Ferrsgens para navios, carros e obras pu-
M.
Columnas, varandas, grades e portees.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de miio e arados de ferros,
c,, &c.
Alm da superioriade das suas obras, j
geralmenle recouhacida, owmao .Me.
Callum garautem a mais exacta conformi-
dado com os moldes e dezenhos remelttdos
pelos Senbores queso dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveitando a occasiae
para agradecerem aos seos numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por ellcs honrados, e asseguram-lhes
que nato pouparao esforcos e diligencias
para continuarem a merecer sua confi-
anza.
O padre Manoel Thomaz da Silva pro-
pOe-so a recebar em sua casa at 6 alum-
nos nlernos, para lhes dar a necessaria
nilucacflo Iliteraria e religiosa, mediante
urna gratificarlo rasoavol, para enjo (ini
o aimiiiiriaiii j bom conhecido nesta pro-
vincia, em cuja capital ensina ha 16 anuos,
se offerece principalmente aos cheles de
familia que pdem carecer de una casa de
edueaeflo no Reeife, onde recolham seus
filhos. O annuncianlo afianca-lhes neste
empenho todo o lelo o dedicado do que be
capaz. A tratar at o da 20 de novoinbro
do corrente anno, ou do dia 2 de feverciro
de 1850 om diante, na ra do Rozario da
Ra-Vista, n. 32, 011 na ra doColovello na
casa d'aula publica.
Aluga-se urna ama para todo o servi-
do de urna casa de pouca familia : na ra de
Agoas-Verdes, n. 86, primeiro andar.
Preclsa-se Miar com os Srs. I.uiz de
llollanda Cavalcante de Albuquerque, In-
nocencio Xavier Vianna e Augusto I.eme-
nta Lins : na ra da Cadeia de S.-Antonio,
n. 13.
Precisa-se de um caixeiro para casa de
buhar, o qual saiba jugar, preferndo-se
brasileiro : na ra da Cadeia, defronte do
theatm, n. 10.
O Snr. Antonio Clemente Estoves de
Larras, ou alguem por sua pessoa, queira
qiianlo antes dirigir-se ra da Alegra, n.
3*. para iratar-se negocio que sua merc
no ignora ; do contrario, su far publico,
pola lia bastante tempo que se espera
Oabaixo asignado, secretario da ir-
inandade do Senlior Rom Jess das Dores,
instituida na igreja de S. fioncalo, avisas
todos os inultos, para domingo, 28 do cor-
rente; se reunirem em mesa geral no con-
sistorio da mesma irmandade, afim de ele-
ger-se a nova mesa regadora.
Zacariai dot Sanios Barro*.
O Sr. Antonio Mara Oconel Jarsei quei-
ra dirigir-SQ ra Nova venJa n. 55, a
negocio que Ihediz respeito : isto no prazo
de 3 dias.
Da roa larga do Rozario al a frente
do quartel de polica pnrdeu-se um maco de
papis atados com urna fita preta, em cujo
macocontm dous recibos do mesmolheor,
passados pelo tcnente-coronel Falciio, lu-
iros dous passados pelo capl.lo Torres,
duas leltrassaccas por Jos Pedro Vellozo
da Silveira, sendo una da quanlia do um
conloe selecentos mil rs., aceita por I.uiz
Gomes do Faria e oulra de 1:500,000 rs. ,
aceita por Francisco l'ereira Piulo, tambem
por sellar, urna procuraeflo bastante, e ou-
tros documentos e carias: quem o achou
entregando no paleo do Carmo, ao Sr. F-
lix Francisco de Souza Magalli3.es, ser, re-
compensado.
Avisa-se aos parochiauos d> malrzda
lina-Vista queso tem estabelacido com as
Mmolaa de alguns devotos urna missa s 11
horas, nos domingos e das santos, a qual
j leve principio no primeiro de seteuibro
do corrento auno.
--Aluga-se umaesirava moga e robusta
pura lo loo servico de urna casa, e imamo
para vender na roa : a tralar na ra do Col-
Icgn, ven la n. 16.
Olierece-se um rapaz de 19 annos, com
pratica de negocio, para caixeiro de qual-
quer estabelecimento, ou paia cobrar divi-
das : quem de seu preslimo se quizer uti-
lisar, dirija-se ra Nova, n. 40, ou an-
nuncie.
Rnga-se pela segunda vez ao Sur. au-
tor das letlr'as iniciaos J. L. G. que declare
por esla mcsna fojhn, so se eulende com
Jos fui/ Cuaiaco.
~ No da 26 do correte, pelas 10 lloras
lia manhfia, ni ra da Senzalla-Volha, so-
brado 11. 82, vai a piara peranlo O juizo dos
ausentes, os gneros que restara purienceii
tes a luja de pintura do fallecido llenrqup
lieltlCS! quem os pielender dirija-s-! ao
i'i'fei 1 lo lugar.
Aluga-se a loja na ra do Alerro-da-
lloa-Viila, com frente paia a ra do Aterro
e ra da Aurora : quem pretender cuten la-
se com Jofio Jos de Carvalho Muraos.
Peranlo o juizo do civvl da primeira
vara v.n a prara urna r.ina, por eXOCUCaO
de llenriquela Foster C.
Avisa-se a quem pcrlencer a armacHo
que fi do botiquim da ra do Torres, n. 20,
que a mande tirar no prazo de 3 dias edita-
dos da data ileste,visto que quem se acha de
posse da dita casa n3o so responsabilisa
por dita armaran.
Aviso aos Srs ouiivcs.
Carlos llardy, ourives na ra Nova, n. 34,
puxa chapa de ouro a 60 rs. a oilava, o de
prata a 40 rs.
Pede-sc encarecidamente a polica.
Oabaixoassignado,morador em Cruangy,
termo da cidade de Goianna, (endo vendido
ao lente Jos Crrela deOliveira Jnior,
senlior do engenhn l'araizo, comarca de
Nazarelh, dous escravos Paula e Joaquim,
aquella cabra, e este mulato, e na ocra-
-i.io de os entregar, seevaporaram na noite
de 18 para 19 de junho prximo passado do
andante anuo, com dous cavallos do estri-
bara, e oulros ohjeclos de valor, sendo
seduzidos o conduzidos por Jos Ignacio
da Silva, to da Paula, para a trege/la de
S.-J'is de liezerros alea casa do ex-sub-
delegado da mesma freguezia Joaquim Jos
da Silva Vieira ; o sabendo-se da direceflo
que touiaram, o mandando-se em procura
dos inesmos bens, romedeu dito Vieira a
Paula e um cavallo, dizendo que o Joa-
quim llliha fgido COin O nutro ('avallo, CU-
jos signaessilo osseguinles : Joaquim, mu-
alo, bastante pequeo, idade vinle lanos
anuos, cabellos corridos, bem parecido,
olhosavermelhados, falla pouco, sonso, be-
be agoardenle e caximbo ; um cavallo rus-
so i'ardo, grande, anda baixo, com 6 para
7 annos, com estes ferros Me. B, o castrado;
pede-se encarecidamente as autoridades
policiacs, e mais pessoa, hajam de os apre-
hender o levar ao dito Correa de Olivera,
no rngenho cima, que urbanamente gra
tincara os conductores.
O padre Ulippe de Kraujo Pinheiro.
Antonio Jos Soares, Por'luguez, vai a
Babia Ira lar d seu negocio.
Aluga-se o lercci; o mdanlo
sobrado, n. 18, da rna do Viga
rio, muito reseo e proprio para
familia .- a fallar no primeiro an-
dar do mesmo sobrado, com F.
C. de Mello.
-- l-embra-se ao Sr. J. I G. o pagamento
de duas barricas de farinlta qUe esla doven-
do desdo 7 de agosto de 1815.
-- Roga-so a quem luer adiado urna car-
ta que Si> i-erdeu para o Sr. Ilmbelino (ue-
desdo Mello o fivor de ontrega-la na roa
larga do llozario, loja de miudezas, 11.90,
quesera gratificado.
-- O Sr. Achiles, cmico francez, queira
aniiiiii, iar sua morada.
Ao publico.
Seradm da Silva Ramos, mostr alfaiate,
da loja na ra No a, n. 1i, previne ao res-
peitavel publico, e em particular aos seus
freguezes, que sempre o acharSo promplo
para os servir em toda e qualquer obra com
muito asseio e proniptidlo ; bem como que
tem um rico sorlimento de fazcudas o obras
feitas de todas as qualidades.
Chapeos de yol. fe
Ra do Psseio, n. 5.
Nesla fabrica ha presentemente um rico
e completo sorlimento de chapos de sol,
tanto de seda como de panninho ; ditos
muito ricos de groa de Naples adamasca-
dos, com ricas franjas, e da ultima moda de
Caris, para senbora, os quaes vendem-se
em porcHo o a retallio, pelo preeo mais di-
minuto possvel. Na misma fabrica ha igual
sorlimento de sedas e panninhos para co-
hrirem-se armir;(5es servidas, concerta-se
qualquer chapeo de asteado ferro ou de
balis e tambem umbellas com tola [a bre-
vidad-j e prego commodo.
Perdeu-se, na noile do segundo-feira,
22 do corrente, na ponte do Reeife, um re-
logo suisso do prata, com vidro de um la-
do e de nutro lado CJixa lavrada, com a
competente corrente e chave de ouro, leudo
na chave um pedra encarnada: quem o
adiar e o quizer entregar a seu dono, 'o po-
de fazer no consulado americano, na ra do
Trapiche, n. 12, quesera gralilicado.
Precisa-sede um menino de 12 anuos,
0 qual trulla boa conducta, para caixeiro :
no Aterro-da-lloa-Vista, loja n 78.
Aluga-se o arinazem e o primeiro an-
dar do sobrado n. 14 da ra do Trapiche-
Novo : a tratar no dito primeiro andar.
Jos Joaquim da Cosa Pinheiio avisa
ao publico que de boje em diante su sssig-
nar Jos Joaquim da Costa Maya.
-- Aluga-se o primeiro andar da casada
ruada Cadeia do.ltecife, n. 40, oplimo pa-
ra escriplorio, com milito! commodos, e
quo be muito fresco : a tratar no segundo
andar do mesmo sobrado.
Quem anuunciuu querer bypothecar
um sobrado de dous andares em boa ra,
dirija-se ra estreita do Rozario, u. 43,
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
AVISO.
No dia 27 de maio do correle, fogram
do engenho Agoa-Claras du Urucu1, da
comarca de S.-Anio, da viuva de Burgo.
& I- illi is os escravos seguint s : Vicente .
pardo, (ie 26 annos, altura regular, cabel-
los crescidos e um pouco carapinhados.
testa sobra-sabida oUios i equi-nos u upa-
dos nariz chalo tomador de tabaco, ros-
to descarnado e com espinhas, sem quasi
barba algunia ; gosla de veslir-se a erla-
neja ; foi escravo do (nado tsebisliflo Joc
da lio ira da lazenda Venera, distante h
leguas de S.-Antflo ; arumpanhava aos Co-
tiradores da casa quaudo iam as oohrancas
dos sertOes do poenle ao su I, donde he co-
ndecido ; levou urna camisa de inadapo-
Itln 1 calQa do casi nira usada, 1 jaqueta de
bretinha, I bonete de velludo azul usado,
1 chapeo de pnlha, 1 dito pelo de pello
Joaquim, crinlo, bastante prelo, de 38 an-
uos alto, secco, cura pequea, bem suis-
sado ; costoma levar mSo a barba quau-
do Talla ; hn bastante gago, andar roinpas-
sado muito amigo do dito Vicente; di-
zem ter pai em Gameleira alm do rio Ipo
juca ; gosla de andar com chai 0 de couro;
levuu 1 chapeo prelo de pello, um dito de
couro, 2 jaquetas brancas, l calca debrim
pardo 1 dita de nscailo I camisa de ina-
dapolflo 2 ditas de algodilo ila Ierra e ce-
roulas; foi escravo do capitflo Leandro
Bandeire de MouradoPstu', em Apody, da
provincia do RIo-Crande-do-Nortr o qual
presentemente acba-se em liananeiras por-
to do Brejo-de-Aivia da provincia da Paiahi-
ba. Conslou que estes escravos esliveran.
nos suburbios dista cidade do llecife, mas
presume-se que, se nao partirn para o ia-
do de Pajabu', ou Camileira dita nem pa-
ra os sei toes desse lado, seguiram com mais
probabilidade para a Parahiba, ou llio-
<;rande-do-Nort;, onde ha niuilos paronles
dos ditos Mouras, de alguns dos quaes lal-
vez eslcjansendo prolegidos.passando mili-
tas vezes tor forros. Iloga-se a todas as auto-
ridades polciaes, pessoas particulares c
espilles de campo, que os apprebcndam e
levem-oaao dilo engenho ou no Reeife,
praca do Commerco n. 2. ao Sr. Lino Jos
do Castro Araujo, que ser.lo generosamen-
te gratificados por maneira do licarem
summamente salisleilos.

. O consultorio homa-opatico esla ^
f alierin todos os dias desde as 9 horas 4
C> da mandila al s 3 da tarde. No mes- 4
|0 n ^ para se tratar homaupaticamente a
* 2,000 rs. por dia, e a 3,000 rs. que- 4
ft rendo um quarto particular : na ra f
1/ da Cadeia e Santo-Antonio, n.22. i
<
-- Aluga-se, a quem quizer passar a tes-
ta no Monlciro, a commoda e muito fresca
a casa que fica defronte do Sr. Joaquim
Tiburcio : na ra da Aurora, n. 48.
Attcnco.
O abaixo assignado. oflicial de corrieiro.
acba-se trabalbando na ra Dircita loja de
sellero, n. 51, onde so propOe a fazer ar-
reiospara 1, 2 o 4 cavallos, e outras muita>
obras tendentes a sua arte, tudopor prect
commodo e coma maior prompiidflo pos-
sivel : os pretendenles pdem dirigr-se a
mencionada loja, que ah acharflo o mesmo,
abaixo assigne lo, s;mpre disposlo .1 con-
tentar os freguezes.
Frantitio Xavier Carnciro.
Aluga-se, pelo lempo de fest, um gran-
de sitio na estrada do Monteiro, rom boa
casa de vivenda, rozinha Tora, estribara,
cocheira muilos arvoredos de liucto e
muito periodo banho: a tralar na ra No-
va n. 50, primeiro andar.
Mano"l Francisco dos Santos retira-sc
para tora do imperio.
-- Quem quizer doce de limito diria-se
ao rccolhimeulo da Conceico, 0111 Olinda,
que se vende at a porgilo de qualro arro-
bas.
I'araas pessoas que teu-
cionan seguir viagent.
No paleo de S.-Pedro casa terrea n. 8,
lram-se passaportes para dentro e fra do
imperio, correm-se fulhase dcspachair.-se
escravos e para este lim tambem ple-se
procurar na prac,a da Independencia livra-
na na. 6 e 8.
-Aluga-se o sitio da estra la do Cordciro,
dem condecid'', s proprio para negocian-
te eslrangeiro ou quem tenda trnlamen-
to : bem como vai ios sitios o casas peque-
as para se pasjar a testa tanto na campi-
a como na ra da Casa-Forte : a tralar na
ra do Amorin, n. 15.
i romo laixts do ferro eoado e balido de ilif-
1 terenles tamaitos o modelos moendas
do dito, tanto para armar em madeiracomo
rudas de ferro para animaes o agoa, ma-
chinas de vapor de frca de 4 cavallos, alta
I pressflo, repartideras, espumaderas, etc.
' de ferro estanliado. Na mesma agencia aeha-
I se um sorlimento de pesos para balances ,
escovins paia navios. Ierro em barra, tanto
I quadrado como redondo, salra para i'errci-
! ro e urna poreflo de tinta verdo em latas :
: tudo por barato pre^o.
Na loja de Maia Uamos 6c
iGompanhia, ra Nova, p. <3, ven-
dem-se luvas de pellica muitofres-
.cas'o novas, tanlo para bomcm
como para senbora, 8 1,000 rs. o
par. tts.sim como para meninos e
1 meninas a 6!\o rs. o dilo.
.O?S1><>,B00J
Compras.
--Coinpram-so bies de pao de carnau-
ba : na praqn da Independencia, liviana
ns. 6e 8.
Comnram-se os seguintes livros : Ho-
racio, Virgilio e Tito l.ivio traduzido ao p
da lettra OU a margem, JeSUS-ChristO pe-
ranle o secuto : na ra estreita do Roza-
rio, n. 4, ou annuncie.
Compra-s nina dalanca do latHo com
bracos e pesos do mes no metal, o que pos-
sa pesar ao menos niela anoba : na ra do
Trapiche-Novo, n. 22.
Compra-se una preta de maior at 40
anuos, que seja roln.sla c entenda algunia
cousa de cozinda, OU um prelo com as mes-
mas qualidades : atrs di matriz da lloa-
Vista, n. 94,segundo sodra.to.
Vendas.
rotera do Rio-dc-Ja-
ueiro
A05 20:000,000 de r<.
Ni praea da Independencia, n. 4, vendem-
se bilhi'tes, meios, quarlos, oitavoa o vig-
simos da II.* lotera a beneficio do Ihea-
tro de Niclheroy ; bem romo um resto de
hilheles da 20* lotera do monto pi. Na
mesma loja nioslram-sc as listas das lote-
ras paseadas.
Vende-sc una ven la 110 beccn do Pei-
in-Frito, boje Iravessa do Queimado, n. S i
a tratar na mesilla venda.
-Vende-so urna preta da Costa, de bo-
nita figura, com algumas habilidades, o
que he quitandeira ; um eo slravesaado,
il s illias: tudo por p'ec.o cominillo : na
ra do lili 11. 11. 40
Vende-se um par de COniOlloa de Jaca-
randa, cohollos do podra mar moro, com
seus competentes Iremos: he obra elegan-
te e do mais apurado gusto, por preco com-
modo : na ra Nova, loja de trastes de An-
tonio lloiuingui's Pinto, n 50.
Allencioi.
No armazem da roa do Itangel, n. 3ti, ven-
de-se superior farinba de mandioca, lauto
rm suecas como a retalho, por proco mais
commodo do que cm oulro qualquer ar-
mazem.
-- Ven le-se una preta crioula, de 19 an-
nos pouen mais 01 menos, de bonita figura,
que rose, cozinda, e be perfeita engomina-
deira : em lora- le P01 tas, na do Pilar,
11 101.
Cabos de lindo
Vendem-se, nicamente no armazem de
macamos do Braga & Companhia, olios du
lindo de 2 a 3e mola pollegadaa, pelo m-
dico prei.0 de 17,000 ra. o quintal.
-- Vende-so nina preta de nacSo ila Cos-
ta, diegadoda Babia; 1 prelo, proprio rara
armazem de aasucar, por ser bailante ro-
busto : na ra duga do Rozarlo, n. 4t>, pri-
meiro andar.
Vende-so um prelo bom Irab.illiador
do eniada, e um cavallo proprio para me-
nino : na la Nova, 11. 56.
Vende-sc um piano com muito boas vo-
zes, concertado o encord >ado de novo, de
um dos prlmeiroa autores : na rita das
Flores, n. 19.
-- Vendein-so saccascom milbo : no caes
da Alf.iiidega, armazem do Bacallar c llias
Femeniles, e na ra da Cadeia, armazem
que fui do llraguez.
Mappus para a guarda
nacional.
Vendem-se mappasparaa guarda nacio-
nal, tanto para companhia como para ba-
la I hfio e legiiio : na praca da Independencia,
liviana lis C C 8
Novo sorlimento de la*
zerdas baratas, na ra
do Crespo, n. 0. ao p
do lampea -.
Vendem-se cortes de cassa franceza rom
10 cavados a -2,560 rs. ; pcc,as de cainhraia
de quadros com 8 varas, a ,720 rs. ; cassa
preta para luto, a lio is. o covado ; zuarte
com 4 palmus delarguia a 200 rs. 0 cova-
do ; riscado inonstro a 220 rs. o covado ;
chitas do cores (izas a I60ei8ti rs.; cha-
les de larlalana, a 500, 800 e i .uno rs., de
muito bom goslo ; corles debrim de puro
linbo a 1,280. 1,500 o 1,603 rs. ; chapeos
de niassa a 1,600 rs ; ditos de seda a 610
e 480 rs. cobertores de algodilo america-
no, a 610 rs. ; picote muito encorpado, a
180 is. o covado ; pecas do madapolSo mui-
to lino e com pintas de mofo, a 3,600 rs.
--Vcnde-so una escrava crioula, de 16 a
18 annos, de bonita figura, queco/inda o
diario de orna casa, engomuia e cose: na
ra du Queimado, luja 0, 18.
rl cenca de Jiidwin Maw.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de ti. Cal-
mont&Companhia, acha-seconstantemente
um grande sin tmenlo de ferragens inglezas
nara engenbos de fabricar assucar, bem
para curar da phlysica cm todos os seu.
dill'erenles graos ,'ou motivada por consli-
pacles, losse, aslhma, pleuri/, escarros do
sangue,drde costase peitos, palpitacSo
no cnraco, coqueluche, bronedites dr
na garganta e todas as molestias dos orgos
pulmonares.
De ludas as molrslias que por heranga fi-
ramao corpo humano, uenhuma da que
mais destriiftiva tonba sido, ou que tenha
zumbado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina, do que aquella
que be geralmento condecida por moles-
lia no bofe. F.m varas pocas do se-
clo imssi lo, tendo-se olTerecido ao publi-
co difletenlea remedios com attestados das
extraordinarias curas que ello tem Caito;
pnrm quasi qiieem lodos os casos a ilusito
tem sido ap"iias passsgeira, e o doente
torna 8 rerahir em peor estado do que so
achava antes de applicar 0 remedio tilo re-
commendado oulro tanto nSo acontece
com este extraordinario
\arope do Bosque.
Novacs & Companhia, os nicos agentes
nesla cidade e provincia, nom ados pelos
Snrs. It. ('.. Vales & Companhia, agentes
geraes no Itio-ile-Janciro mularam o de-
posito id'Sle xaropeparaa Indica do Sur.
Jos MaraC. Ramos, na ra dosQuarles, n.
12, junto ao quartel do polica, onde sempre
acharflo o muro e verdadeirO, a 5,500 rs.
! cada garrafa.
(iabriel Lamber!, por
Alejandre Duinas,
11 v. em oilavo droed do 200 psg'nas por
1,000 rs. Na ra do Corregi, n. y, acabo
de reccher-so a lraduC(SO deste romance.
O nome do autor do conde de Moute-
ChriSlO be tilo seguro abonador de ludo
quanto sabe da sua penna, que, .nnuncian-
o nGabriel l.amhert, contcntaino-nos de
por somonte o titulo da obra o o nome da
Aleandre Dumas.
O II es t re de San-Thiago.
I v. em oitavo grande broed. por 320 rs.
Ivta obrinha lio um romance em verso,
feitoem bespanliol por Itermudez de Cas-
tro, e traduzido em portuguez por Kvsris-
lo Jos de Araujo Basto : o objecto delle he
anlogo as aventuras do ultimo Abcn-Ser-
ragem de Chateaubriand He rico, tanto no
pensain nt i como no dizer, ca traducefio
he de ninito valor. Vende-so nalivrariada
roa do Collegio, n. 9, aonde tamdem se
acha o seguinte :
Hiiule romawm, ntidamente impresso,
co:n rica encadernacflo de velludo brochas
metlicas douradas, registos de gorgurao
adamascado bolflesdo marroquim.
ttreciarium romanum, edicjlo de 1847,
rica eiieadcrnacllo de marroquim, V.,
nielti Incida um em sua caixa de papelSo
forrada do carneira.
Officium in faloNalIrtaUi Domini etc.,
1 v. Cin 12.
Um Galucho, por Paulo de Kock 4 v.
em 8.
0i mi/tt'rios da Inquiiictlo, por Fral ,
1 v. em O tavo cned. 4,000 rs
Hcicridctio hisinrioa (lo llrasil F. lienis ,
Colombia o Guyannas, por C. Famin,2v.
em quarto broch., por 4,000 rs.
Obran clemcntart$ do Sur. Salvador llen-
rique de Albuquerque :
Novas cartas paru aprender a ler, por
80 rs.
Compendio de grammatca porlugueza ,
sexta edicllo por 640 rs. '
Uesuinodo arilhmetica, por 640 rs.
Breve compendio de doutrina chnat&a,
por 800 rs.
Itesumo da historia do Brasil, por 4,000
ria.
Fpitnmn de geometra por 640 rs.
- Na loja dcMaia llamos & C. vende
se pelo diminuto preco de 500 rs. um dos
mais bellos romances que tem portllulo
A roseira -- traduzido do francez por una
senhora portugueza. Ilccommenda-sc mui
toaleilura desta obra, principalmente aos
ais de familia; para que, daudo-a a lera
seus nibos,, condecam a grande ulilidado
queso tira em derramar por entre a moci-
dade lices de tanta moralidade como as
que sj contem em dito romance. Quero
pretender os ditos livros, dirija-se a ra No-
va, n 6, na indicada loja acime.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando muito (cimento a rainha Victoria e
o principe Alberto ; relogios de ouro e de
prata, chegados ltimamente da Suiasa.
Estes relogios que sito muito bem acaba-
dos su tornan) muito reconimendaveis a
qualquer particular, o adverte-se que ha
entre ellcs alguns queandam oito dias sem
precisarem de curda : na ra da Cruz, no
llecife. n. 55.
MUTILADO


Vendo-***, bordo do hrigue Marcial .
rllegado do liio-Crandc-do-Sul bom sebo
em rama por proco commodo.
Deposito de Potassa*
Vendc-sc mnito nova potassa,
de boa i|inliilade, em bar riszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, coino j ha muito
lempo se n3o vende: no rtecife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Rap roldo franca:.
Vende-seo superior rap roblo franeez ,
nicamente na* lojasdosSrs. Cactano \.\z
Perreira no Aterro-da-lioa-vsU, n. 46 ;
i'lioma/. de Mallos F.stima na -nesma ra,
11. 5i ; Francisco Joaquim Duarto, ruado
Cahug ; I'hiIci & Irmilo na ra da Cadeia
do lierife, n. 19.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
=4
*m
muilo cncorpado, a 140 rs. o covado.: na ; tas garrafas lacradas o com 0 com
11. 6, loj junto ao lampcSo. rotulo, assini como harria do diversos
manhos para provlsfio do prximo
O propietarioconta com 8 concurrencia;
ru 1 do Crosp
Aos '20:000,000 de ris.
Vcii'lcm-se buhles do Uio-de-Janeiro da do contrario, tornarlo os preces do reta-
11." lotera ordinaria a beneficio do thoa- lho a primitiva de-240 o 280 rs. a garrafa,
tro de Nictheroy : no Aterro-du-Boa-Visla,
lojn de sapatos, n. "8.
Bilhetea
Meios
Quirlos
Oitavos
Vigsimos
A os '20000,000 de
Vendem-se hilhetes e meios ditos do Itio-
do-Janeiro da 11.* lotera ordinaria a bene-
ficio do thoalro de Nictheroy : no becco da
Congregarlo, loja de fazendas, n. 41
plente' panha, da marca superior, para fechar con-. preo muilo commodo : na ra eslreiti do
os la- tas, por preco commodo: n ra da duz, Rozarlo, n. 13.
Natal. o. 55, casa de J0B0 Keh*r& Companhia. ('UJajraia fllOnStro
Arados de ferro.
21,000
10,500
5,500
2,700
1,300
ris.
Itiltieles
Meios
Qnartos
Oitavos
Vigsimos
Bixas.
21000
10,500
5,500
2.700
1,300

o
Um piano.
Vende-so um piano muito bom para
ostndo, bonito e de expeliente autor:
na ra do Collogio, n. 9.



$
O
Barricas.
Vendem-se barricas vasias que fram de
farinhl, em p e bem apcondieionadas :
na rus do Ainorim n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
Tmlos-os-Santns na Baha
Vcnile-M em casa deN. O. Hieber & C.
na rnn da Cruz, n. 4, algodlto trancado'
tlaquella fabrica, muito p'oprio para saPcos
do assucar e roupa de osera vos.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa viuda polo ultimo navio, por prego
mdico : a tratar na ra do Vigario n. 19,
primoiro andar.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a ICO rs. cada urna, em
porclo de 25 paracima : na ra do Amo-
ro, n. 35.
--Na loja do sobrado amarollo, nosqtia-
tro-cautns da ra do Qnoimado, n. 29, ven-
dem-se brins trancados de cores, linho pu-
ro o padroos de muito gosto, e alguna com
listras ao lado, a 1,800 rs. a vara ; cortes de
calcas de casimira do cO es, a 5 e 6,000 rs. ;
coitos do collelea de fustilo, fazonda muito
supeior c do gostos muito modernos, a
1,800 e 2,000 rs,; ditos de velludo de co-
ros, a 5 e 6.000 rs. ; alpaca decores, pro-
pria para casacas o palitos de montar a ca-
vado, a 800 o 1,000 rs. o covado; e outras
fazendas muito em conta.

EFariuha de mandioca^
S nova. * Verde-se, a borpo do i alacho \mi- *1
r sarie-Cvnstante, o qual se acha fun- s
Ka ra do Passeio, n. 5,
vendein-so chapeos deso, de seda, para
homom e senhors, ditos de panninho, em
porefloe a retalho. Os freguezes acharflo
urna differenca no preco, pola qualidade
superior, construeces das srmacOes e co-
res lisas dos ditos chapos.
Cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra Cadeia do Re-
cite, n. 50, vondem cal virgem de Lisboa,
de suprior qu^'.lnde por preco mais ba-
rato do que em oulra qualquer parto.
Novo mellioilo pratico e
tlieo ico da lingoa fran-
ceza, por Luiz Antonio
Burgain 2 v.. por 6$
Acaba de apparecor no Rio-de-Janeiro es-
ta interessanle grammalica pela qual em
muito pouco lempo e sem a fastidiosa t-
rela de estudar de cor verbos e significados,
se aprende a fallar, traduzire escrevercom
I o l'o:c;3,) a lingoa francoza.
Venle-se aqui na praca do Commercio, n.
2, primeiroandar.
Znarles de furta-cres a
200 rs. o covado
cado
fe-
i"
m
o
Teeidos de algoriao tran-
da fabrica de To-
dos* os-Santos.
Na na da Cadeia, n. 9,
vendem-se por atacado tres qualidailes,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos a 250, 280 e 300 rs. a vara.
9*ww99999999999?l99%^
Na ra do Crespo, loja da
esquina que volla para a
Cadeia, vendem-se
os acreditados brins brancos de lis-
tras, Usos e amaro los, a 1,500 rs. o
corto ; dito muilo superior a 1,100
rs. todos ilc puro linho ; panno fino
pretoeazul. a 3,200 rs. o covado;
^ dito muilo superior, a 5,500 rs.; Fus-
"J lOes muito bonitos a 640 rs. o cr-
RJ to; ditos du volluiio muito ricos a
9 2,500 rs. ; pegas de cambraia de qua-
drosdo8varasemeia, a 2,720 rs. a
poca ; cassas protas multo bonitas ,
a 1,110 rs. o corle ; madapolSO enfes- .
lado muito fino, a 5,400 rs. a popa ; "*
cortes do caigas de selineta de cor, %
a 8S0 rs. ; ditos de castor, a 1,000 &
rs. ; chila azul para escravos, a 140 9
rs. o covado ; picote muito oncorpa- ()
do, a 18t) rs ; plaiilhas Je linho, a 500 9
W rs. a vara ; oguiSo de linho muito li- f
m no e ro.n 4 palmos e meio de largu- f<#
m ra a 1,440 rs. a vara ; cortos de '<*
< brim de algodfio, a 800 rs. ; e ou- #
f1* tras niuias fazendas por preco com- a>
Milo. ft)>
4 ,0)
Chd brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
moldados, atrs do Corpo-Santo, n. 66. o
mais excedente cha produzido om S.-Pau-
lo, que tem viudo a este mercado, por
proco muilo commodo.
A 6-10 rs. cada om.
Vendcm-secobertores do algodflo ameri-
cano, oncoruadose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras de bnns padroos e co-
res seguras, a moia pataca o covado : na
ra do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
AGI-NCTA
da fnndicao .ow-Moor,
RA Da 8ENZAI.T.A-N0VA, N. [\1.
SSeste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
las, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido
todos os taannos,
co'-ido, de
para dito.
Vendem-se Telogios de ouro e prala,
patentes inglezes : na ra da Senzalla-No-
va, n. 42.
Corles de brim de puro
linho, a 1/280.
Vendcm-se corles de brim trancado
pardo de puro linho, pelo diminuto preco
de qualrn patacas : na ra do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Vende-se um lindo sobrado novo de
uro andar, na roa Augusta, por preco mui-
to rasoavel, por haver preciso do se com-
prar um sitio nos Remedios, que j et
contratado : na ra de S.-Kr*ncisco, casa
apatanada se dir quem vende, e quem tam-
hem se est autorisado a vende-lo, de ma-
l hflat ase horas.
A 140 rs. o covado.
? desdo drfronte do cael do Collogio, ^
j^ a mollior faiinha que ha no merca- ,g
g> do, por ser muito nova esem choiro O- algum, por mais barato preco do que 3
> c:n outra qualquer parle- trata-so <<
P* com Machado &Pnhelro, ni ra do ^|
W Vigario, n. 19, segundo andar, ou *'
^ com o capito a bordo do mcsino pa- ^
3>. lacho.
K A*AAflAAftaAAiaft**a*A
Aos 20:000,000 de reis.
Vondem-sc bilhetea do Itio-de-Janoiro da
II.* or linaria a beneficio do Ibeatro do
Nictheroy : na ra ilo (ahoga, loja franceza
junto a botica do Sr, JoSo Moreira Marques.
Vende-so, de urna pessoa quo so reli-
ra, un bonito escravo de nac.no, de muilo
boa conduela, o que he trabalhrdnr do en-
xada : na ra larga doltozario, n. 35, loja-
Loteria do IIio-(te-
Jane ir o.
Aos 20:000,000 de ris.
Na ruado Queimalo, loja do miudezaa,
n.2.>, vendem-se bilhetea da lotera do
thoalro de Nictheroy, polo prc?o adaixo
declarado :
Buhles 21,000
Meios 10,500
Qnarlos 5.200
Oitavos 2,600
Vigsimos 1.200
-- A bordo do briguo ero, fundeado na
volta do Fnrte-dn-Maltos, ven le-se si do
A podc ver no armazem de Dias Kerreira, ao
pe da alfandega : a tratar com Leopoldo Jo-
s da Costa Araujo.
Vendem-se cmbralas de bonitos pa-
drffes, com 10 covados cada corte : na ra
do l'asselo, loja n. 17.
--Os diversos syslomas mdicos do llip-
poerates llanniaiui, lluclran, Snchez, llrus-
Mi-, Orfila, Itaspaille e outros, os quaos
quasi todos divergen) no melliodo de cu-
rar, nada dissoran a respeito do meilica-
inoiihi que havia para vista curta ou cansar
da, autos pelo contrario, aproveitando-se
da descobeila do Aloxaudre Spina os dessa
poca pondo cada um seu par de oculos no
nariz, fornm i-amindando com o progresso
quo Iheofforcciam as seioncias medicas e
anatmicas: do exposto conclui-se que
quem soffre dossa molestia que ordinaria-
mente ebega com a idade rompi oculos
- ] iMpnadn-. a falta de vista que soffrem, ns
quaos so vendem haralinhus na ra larga do
Itozano, n 35.
Vende-se um bom cabriole!
com excedente ravalloou sem
le, por preco nimio commodo:
ra da Aurora, n. 5
andar.
Vendc-sc um moleque do 14] annos, do
bonita figura ; 3 protas de nacSo, sendo urna
deltas com urna cria de anuo o meio, bem
nutrida ; 4 ditas com algumas habilidades ;
dous pretos bom robustos i no paleo da ma-
triz do Santo-Antonio, sobrado n. 4, se di i
quem vende.
el-
na
primeiro
Velas di? espermaceti,
das melhorus que teem vindo a este merca-
do : vendem-se em caixasdo 24 libias, em
casa de Iticardo itoyle, na ra da Cadeia-
Vclha, n. 29.
Aviso imporlaute.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-dc-
Deos, o. 36, est do novo ostahelecldo de-
baixo das mesmas cundieres, ofTerpeendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira po-
lo limitado pn'roili; 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a caada, a de vinho bronco do Lis-
boa por 220 rs a garrafa, o 1,600 rs. a ca-
ada, a do vinho do llordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nflo se admirem
os fieguezes do baixo pre(o por que se von-
de s deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo i ro-
po, emliora oslo genero tenha subido o me-
Ibor de 30,000 rs. por pipa. Examinen) os
amantes a qualidade para reconhecimenlo
da verdade e continuacito Ja antiga fregue-
Vende se superior riscado do algodflo, zia.Epara nflo haver usuras, esUoprorop-
e ris-
cado monslro a 1220 rs.
Vende-se zuarte do furta-cres muito
enrorpado c eom 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na ra do Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia.
Arroz de casca e milho
novo.
No armazem do Rraguez, ao p. do arco
da Couceicflo, vendem-se saccas grandes
com arroz de casca e milho novo, pelo m-
dico preco de 3,000 rs. cada nina.
Velas de cores.
Vendem-so, no armazpm de molhados
atrs do Corpo-Santo, n. 66, por prer;o com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaos se tornam
recommendaveis pela sua superior qualida-
do e aturarem mais que as do espermacete,
e nilo fazorem morrflo.
--Vendem-se amarras de ferro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Taixas para engenho.
Na fiindicflo de forro da ra do Brum,
acaha-se de receber um completo sorlimen-
lode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidflo embarcam-se,
ou rarrecam-secm carros sem despezas ao
comprador.
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem do molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-I'elix, e de outras umitas
qual dados quo se vendero mais barato do
quo em oulra qualquer parle : bem como
cigamlhos despalillos ditos de palha de
ni lho, que so estilo vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cont.
Pos galvnicos para
pin fea i\
Na ra do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuom objoctos
plateados o que lenham perdido a cor ar-
goulca, oslando por isso indecentes, ou inu-
lisados, teem pestes pos um excellente
restaurador o conservador dos mosmos
objoctos sempre como novos sendo o pro-
cosso para so usar opiles o mais simples ,
nada uuis do quoesfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mosmos pos.
Una eaixinha poniendo quantidade suf-
liciellle para pratear mais de 40 palmos
quadrados custa a mdica quanlia do
mil is.
Vende-se um'cabriolet inglez muilo
forte em ptimo estado e pintado de novo:
na rocheira do Sr. Mounicr, no Alerro-da-
lioa-Vista.
3Soeii(hs superiores.
Na fiiudico do C. Starr & Companhia ,
om S.-Amaro acham-se venda moendas
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
conslrucciio muilo superior
-- Vendem-se 2 cabriolis inglezes, em
muito bum estado, com todos os seus per-
teoes por proco commodo : no Aterro-da-
lloa-Vista, n. 52, cocheirade Luiz Monier.
Madapoloes linos a
8,6*00 rs. a peca.
Vendem-se madapoloes finos, com 21 jar-
das com um pequeo loque de mofo po-
lo proco de 3,600 rs. a peca : na ra do Cres-
po, lujada esquina que volla para a ca-
deia.
--Na ruaeslreitado Rozario.n. 43, se-
gundo andar, vende-se um escravo perito
ollicial desapateiro o que he bem moco:
o motivo por que se vende se dir ao com-
prador.
~ Na loja do Estima & riamos, no Aterro-
da-Boa-Vista, vende-se um pardo adrago-
nas muito ricas para capilflo ; bem como
um ballo esmaltado, deCbrislo.
Novos cortes de cassa pa*
ra vestidos.
Vendem-se cortes do cassa para vejlidos,
de cores lixas e de bonitos padroos, a seto
e oito patacas o corte ; chales de tsrlatana,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs.
na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
lo!ha de FianJres.
Vendem-se cairas com folha de Flandres:
Na rundico da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
Vendem-se ptimas bixas |
de llainburgo, das melhores p
que ha no mercado, assim j
como tambem se alugam, por 1
preco commodo : na travs- |
sa da na do Vigario, loja de |
barbeiro, n. i.
Aos 20:000^000 ris.
11." LOTERA A FAVOR DO THEATRO DE
NICTHEROY.
Meios bilhetes 10,500
Qnartos 5,200
Oitavos a.600
Vigsimos
Na ra da Cadeia do Recife, n. 19, loja de
miudezas de Pinto & Irma".
Borne batato.
Narus doQueimado, vindo do Rozario,
segunda Inja n. 18, vendem-se corles de
cambraias de cores, a 2.600 rs. ; lencos de
setim do cores para grrvata.a 1.000e2/rs.;
corles de cambraia de seda, de modernos
gostos ; mantas de seda escoceza ; e outras
muilas fazendas por proco commodo.
--Vende-se urna taberna com poucos
fundos, sita no largo do Paraizo, n. 30 : a
tratar na praca da Roa-Vista, n. 30, das e
horas da manhfla at s 9, e das 2 s 5 da
arde.
Vende-se um violo de cha-
ves, de boas vozes : na ra das
Cruzez, n. /}0.
Vende-se brim de linho azul de qua-
dios miudinhos, proprio para roupa de me-
ninos, a 160 rs. o covado ; dito a 360 rs.:
na ra do Passeio, loja n. 17.
Aos 20:000^000 rs.
LOTERA DO RIO-DE-JANEIRO.
. 20.V/O Uonli-Viue 11.' do Ihealrode
Nictheroy.
Lisia dos premios chegar no primeiro
vapor.
Vendem-se na loja de Rayrnumlo Carlos
Leite, na ra do Queimado, canto da do
Collegio:
Bilhele inteiro 21/000
meio 10/500
quarto 5/200
oitavo 2600
vigsimo 1'200
~ Vende-se, por 280,000 rs. um bom
carro de 4 rodas para 2 cavados, com seus
competentes srreios ; bem como por bara-
tissimo preco, que da mesina forma provo-
ca os compradores, urna cadeirinha de
arruar, de muito boa construcQflo ; 2i for-
ros de ricas molduras para fabricar flores ;
urna porplodo aldrabas para vubaoas: na
pra$a do Commercio, n. 2, 1 andar.
Vende-se urna rica collecco
de muecas para piano, por preco
commodo : na ra do Crespo,
n 23.
Vendem-se corles do riscado tranca-
do em q nuil ros, decores mu i seguras, com
4 palmos do largura, proprio para vestido
de quem sabe aprpciar a economa, pelo
mdico preco de 2.800 rs. o corte de II po-
yados :na ra do Crespo, loja n. 12.
A .'00 ris.
Vende-se cha hysson de superior quali-
dade, pelo preco de 500 rs. a libra : na ra
do Ciespo, n. 23.
Vende-se um sellim com muilo pou-
co uso o lodos os mais urreios: na ra de 8.-
Rila, n. 85.
-- Vende-se muilo superior familia gal-
log, em meias barricas : na ra da Cadeia
do Recifo, escriptorio de Dcane Youle & C. ,
ou no primoiro armazem do becco do Con-
exivos.
Vende-se una prela moca, sadia o sem
vicios, e que be propria para qualquer ser-
vico : na ra da Cadeia-Velha. n. 33.
Vende-so um adereco de bullanlos,
obra moderna e lica: no Alerro-da-Boa-
Vista, n. 62.
Vcndein-se duas cabras ( bicho ) com
leito e com suas crias : na ra daSenzalla-
Velha, n. 24. ^
Vendem-se dous moleques, um cozi-
nha o diario de urna casa, e o oulro bom co-
peiro e proprio para pagem ; duas pretas
mocas, urna de bonita figura e que he mui-
to ba para lavadeira, por ser alta e robus-
la, o amhas eram ganhadeirus na Babia, por
proco comino lo : na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 39.
Na na do Queimado,
n. 17
vendem-se os mais aceiados manteletes e
ricos capolinlios para senhora, prelos ede
cores, vindos pelo ultimo navio de Franca:
d;"io-.se amostras aos compradores.
--Vcndom-so 10 lindos moleques de na-
c3o e crioulos, de 16 a 20 annos, som vi-
cios ; 8 prelos de 20 a 30 annos, bons para
todo o servico ; 2 pardos do 16 a 20 annos,
bons para pagem ; um dito de 25 annos,
peifoiio cupeiro, bulieiro e de txemplar
conduela, o que se afianca ; duas mulali-
nbas de 18 a30 annos, com labilidades, i
sendo una deltas perfeita cozinheira ;|
6 protas sem habilidades, muilo mocus el
sem vicios ; assim como outros mullos os-
cravos : na ra da Cadeia do Recife, n. 40.
" Vendem-se duas lindas negrinhas com
boa figura o qualidades, para mucamas o
quo eram na Babia ; urna linda preta moca
ale propria para o qua se quizer rpplirar :
e um proto Angola, bnm remador todos
estes escravos |>ecas: pela figura e proco nflo
desagrudsio ao comprador, pois vendem-
se em cunta, por seu dono querer ae re-
inar : na ra da Cadeia do hecifo, n. 39.
Vende-se gomma mnito boa e em sac-
Uttft-: naru,
dqjp Fianci-c.
a 9(80 rs.
Vendem-se corles de cambraia monslaa
decores muilo lixas, o de lieos padrOes'
pelo barato prego de 2.880 rs. o corte; pP.'
cas de riscados oscuros, a 5
do Crespo, n. 14, loja di
Dias.
Vende-se um terreno na rus do Jesmim,
por detrs da igreja de S.-Goiujalo: a tra-
tar com Joaquim Francisco Franco, na al-
fandega, das 9 horas da manhfia as 4 da
tarde.
Vende-se um guindaste porttil em ci-
ma de um carro, eque so acha no caes di
alfandega ; bem como dous carros baiioi
com rodas de ferro, proprios para pegaren
em grandes pesos: a tratar com Arcenio
Fortnalo da Silva em qualquer dia, u,
alfandega. ,
Pecas com 90 covad s
por 5/20 rs.
Na ra doQueimado, vindo do Rozario
segunda loja n. 18, vendem-se pecas da'
met ni verde, azul e cor de caf, a 3,200 rs.-
fazenda muilo boa para vestidos de prelas'
rzlcas o jaqueta para homem e maninoj'
por ser de muita duracSo; luvas brapcaj
com |indas de torca I para senhora, a 1,00o
rs u par; ceroulas de meia, a 1,500 rs. | e
outras muilas fazendas por barstissima
preco.
Contina-se a vender boa msnleigt
ingleza, a 400, 500. 600 e 800 rs. ; cbi, (
1,760,2,000 e 2,240 rs.; letria, a 040 rs.;
macarrflo novo, u 160 rs. ; passas novas,i
280 rs.; arroz bronco, a 320 rs. a cuia; mi.
lho e arroz de casca, a 120 rs.; feijfio novo
mulalinho, proto e branco, a 280 rs.; rap
Meuron, a 1,040 rs. a libra ; azeite do Gar-
rapato, a 2,000 rs. a caada ; queijos novos,
muito frescaes, a 1,200 rs. ; no pateo dq
Carmo, venda nova n. S.
Vende-se bezerrode lustro, chegadol-
timamente e mais barato do queom outra
qualquer parte : na ra da Allandega-Ver
Iha, n. 5.
Vendem-se Invas de rede dV
torcal de seda, brancas e pretas,
da ultima moda : na ra da Cadeia,
n. 15.
--Vndese, na cocheira de Miguel Sou-
por, un bom carro inglez de duas rodas,
rom arreos necessarios para andar a um e
dous cavados, como se quizor.
Vende-se um pardo muilo moco, de
excellente conducta, o que se garante, o
qual tem principios de oOicio de sapateiro,
e lie ptimo pagem, por estara isto acostu-
mado : na praca do Commercio, n. 2, pri-
meiro andar.
tyiem qtir, quem qur,
a 940 rs. eada mita
esleir do Aracity : vende-se no
armazem de Antonio Joaquim Vi-
dal & Companhia, no Forte-do-
Mattos, ra do Amorim.
Que bom jiotisco !
Excel lentes queijos de
prato :
vendem-se no Forte-do-Mattos, na
ra do Amorim, armazem de A.
J. Vidal & C.
lisera\l>& lall: Jfc
ra ra do Amorim, n. 35, casa de J. 1. Tas-leas, por proco muito rorr.modo : na ra es-
so Jnnior. lreita do n,02ir,0i n. jy
Vende-se o legitimo vinho de Charu-1 Vende-se sebo pisado en barricas, por
-7 Fugio, de bordo do patacho Nieiktroy,
em principios deoutubrn, o preto Vicente,
de nacSn, de 30 a 40 annos, de estatura
baixa, magro: quem o pegar Jeve-n a bor-
do do dito patacho, ou a ra da Cruz, no
Recife, n. 66, quo ser recompensado.
r'Ugio, no dia 8 do corrente, do enge-
nho Camossim, 1 escravo de nomo Joaquim,
preto, de 40 e tantos anuos ; j tem alguna
cabellos br neos; grosso do corpo; man-
queja no andar ; tem officio do pescador,
por isso suppe-se andar por lugares do
praia : quem o pegar leve-o ao seu scnlior,
Francisco (lavoteante de Alhuqucrque, no
dito engenho, uu nesta praca, a Jos Co-
mes Leal.
Fugiram, no dia- a3 do cor-
renle, do lugar do Caldeiiciro, i
escravos com os si na es seguintes:
Benedicto, preto, de a8 annos
pouco mais ou menos, de altura e
corpo regulares, pouca barba ; 1c-
von em sua companhia sua mu-
llierde nomc Simplicia, de cor fu-
la, rom um i I lio de a anns pou-
co mais ou menos, de pernas ar-
queadas : Jos, moleque de 17 a
iSar.nos, espigado do corpo, den-
tuco, cor preta : lodos crioulos e
naturaes do serlo ; pelo que jul-
ga-se terem ido rm algum cornboi.
Koga-se as autoridades policiaes e
capites de campo, que os appre-
bendam c levem nos a rita atrs da
matriz da Jioa-Visla, n. 18, que
scrao gratificados generosamente.
- Fugio, no dia 8 do correle, do eng-
nho Decanto, freguezia de Seriidiilem, a es-
crava crioola, de nome Thpreza, de. 35 '
nos, cor alguma cousa acabralhada, de es-
tatura regular ; tem os denles limado*.
olhosgrandes e afuma^ados ; tem as coa-
tas cicatrizadas do rclho; he muilo ladm
quem a pegar levo-a a seu senlior, o III1-'
Sr. lenle-coronel/ Joflo Floranlino Cuval-
fnle de Albuquorqup, ou nesta prac,
l.uu Epifanio, morador na ra da Floren-
tina, casa da esquiua confronte ao liiealro'
novo, que ser generosamente recompen- -
sado. \f
Pn. : tu ttp. de u 1 DimA. 1849
ILEGIVEL I


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