Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06695


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno \XV.
Quniafcira 24 J,
PARTIDAS DOS C0BBS1OI.
mlanna eParahlba,segundas esexlas-feirai.
o-Graade-do-Korte, quinlas-friras ao nielo-
r.bo Scrinhem, Rio-Formoio, Porto-Calvo
Macelo, no 1.*, a 11 e 21 de cada mea.
r-iranhuna e Bonito, a 8 e 23.
B'a-Viala e Ftire a 13 e 28.
Victoria, quintas-feiraa.
Ullnda, todoi o das.
EPHEMEK.IDES.
Pmuts o m. Cheiaa 1, s 3h. e I3m.da i.
Ming. a 8, s loh.cM in.dain.
Nova a 16, 2h. c.VIm.dam.
Creac.a24,< i h. e 44 m. da m.
mtAMAB SE HOJE.
Primeiraas II horas e 42 minutos da manh.
Segunda as 13 horas e ti minutos da tarde.
le Outubro N. 23K.
MEGOS DA SUBSORirolo.
Por tres inezes (arfi'anlarfos) 4/?000
Por seis mezes tybOO
Por um anuo lj/000
DAS DA 3EMASA.
22 Seg. S. Cordula. Aud. do J. dos orf e do m. I.V.
23 Tere. S. Joo lapistrano. Aud. da rhanc, do J,
da I. v. do eiv. o do dos fcitos da fa/.enda.
24 Quart. S. Haphacl. Aud. do J. da 2. v. do civ.
25 Qulot. Si. Crlsplm c rispiuiano. Aud. do J, dos
orf. c do m. da 1. v.
20 aext. S. Evaristo. Aud. do J. da 1. v. do civ.c
do dos (ellos da fazemli.
27Sab. S. Klcsbao. Aud. daClianc. c do J. da 2. v.
docrlme.
28 Doiu. S. Simio c S. Judas Thaddco.
CAMBIOS IH 23 DE OTtTBRO.
Sobre Londres. 27',/jd. por 1/000 rs. a l) das.
Pars, 8.
Lisboa, IOS por cento.
Ouro.-Oncas hcspaiihoes......... 30*>00 a 30/900
Mol-das de (tflOOvcIhas.. 17/.HM) a 7/800
de MMi novas.. IQffMW a lb."<>
. de 4/000........... 9/MO a 0/700
Prala.-Patarocs brasileiro...... /O
Pesos coluiunarlos....... yait
Ditos mexicanos.......... 1/**
PARTE 0FFIC1AL.
fiOmmando da pra^a.
Ouorttl do commando da praca a cidade di
' naife de Pernambuco, 22 de outubro de
1849.
ORDEM 110 DA N. 57.
O Exm. Sr. general commandante da
arma* me enviou em ofllcio de 17 do cor
rente e hontem reoebido, as ordens do dia
abaixo transcriptas, para terem devida
publicidad na guarnieflo, as quaes sio do
teorseguinta : .
Qaarlet-general do commando dni armat de
l'ernumbueo na tilla d'Agoa-Preta, 14 de
outubro de 1849.
ORRF.M no DIA.
1k Tendo-se presentado para gozar da
clemencia imperial o primeiro sargento do
sexto bata I litio de caradores Jollo Baptist
J'a.-sos, e sendo effeclivamente amnistiado
por portaria do Exm. Sr. concelheiro pre-
sidente da provincia eom data de 10 do
mez vingente, o general commandante das
.jrmas da -proviifNa assim o manda publi-
car para que surta o divido cffeilo na goar-
pieio.
i Semelhsntemente determina :
- i Que o referido sargento fique ag-
gregado ao primeiro batalhSo de cacadnres,
vencendo como tal desde o dia em quo foi
amnistiado. .
2.' Que a companhia de artimaa ad-
didaaooilavobtalhflo de caladores fique
perlencendo da mesma sorle ao primeiro
batalhSo da mesma arma, vindo a9 praqas
pagas de sold e gratificacSo al o ultimo
de selembro lindo, e soccorridas de etape
at ai datas em que Tdrem desligadas.
3. Que o Sr. capiUIo do primeiro ba-
talhSo i.uiz da Franca Le te siga para o
Rio-Formoso a toniar o commando do des-
tacamento que guarnece aquell villa, don-
de se retirar o Sr. alferes do oitavo bala-
Uo loo Antonio LeilSo.
Finalmente, Taz publico qtteS. Magos-
ta de por suas imperiaes resolucoes, firma-
das em 10 de selembro ultimo, liouve por
bem indeferir os requcrimenlos do teen -
to-cnronel Luiz Jos Ferreira, commandan-
tc do oitavo batalhSo de caladores, e do ca-
iiao do primeiro halalhflo da mesma ar-
iiii Jos Muniz Tavares: o prhreiro por-
ue suspendendo-se a clausula ( sem pre-
uiz de aniiguidade dos que a tiverem
maiorjeom que foi promovido a gradua-
qo do posto que actualmente goza, essa
suspendo iria lerir direiios adquiridos por
oulros fliriaesda mesma patente, que as-
sim icariam prejudicados: e o segundo
porque, nao lendo o capililo Jos Muniz la-
vares sido confirmado no posto de alferes
da commissflo senSo em 27 de agosto de
1838, nSo he rossivel contar antiguidade
desde 17 de novetnbro de 1837 sem que se-
a postergada a legislac.ao em vigor a res-
peito. Jost loaguim Colho. Conforme. ,
Guillame dot Santos Sases Codet, alferes ,j,.|las, c istu
sevindo de secretario-militar.
Quartel-generat do commando das armas de
Pernambuco na villa de Agoa-I'rela, 16 de,
outubro de 1849.
URDEN! DO DIA.
t O general commandante das armas da
provincia determina que passe a fazer o
servicodeofficialna guarnicao o primeiro
sargento aggregado ao primeiro balalhfio
de cacadores Joso Raplista l'assos, assim
como qoe os Srs. commatKlanlcg dos corpos
desta guarnico examinen! se enlte as pra-
ras de seos respectivos commandos ex.slo o
soldado Joaquim Ribeiro que, recrutado na
fieguezia de Jacarapagu, veio para as Ala-
gOasem principio desle anno. ou lins do
pissado; devendo os mesmos Sr. comman-
danlesdar parte se encontraran! ou nflo o
individuo em quelHo. Jo< Jofl^u* Cd-
Iho. Conforme. Guilherme dot Sanios
San$ Cadet, alferes servindo de secretario-
militar.
Assignado, Us Vicente de Amorm Bezer-
n, coronel e cooimandante.
F.is o artigo da Ordre :
Os Ingilimistas nos leem mais de urna
vez interrogado e nos Ihes temos respon-
dido que eremos na soberana nacional, e
niio temos a pretendo de sustentar nenhu-
tn forma de governo contra o voto e inte-
resso da Franqa, claramente manifestado.
Digamos, porcm, mais alguma cousaa esle
respeilo.
Admittindo que seus volos sejam ouvi-
i- dos sem excepto, sem demora e sem guer-
- ra civil; que lodos os concelhos geraes, de-
" pois de se terem pronunciado em seu sen-
tido, arrastrem aps si os concelhos muni-
cipaes ;quo a revisflo immediata da cons-
tituico seja assim por toda a parle pedida ;
qunetta revisti lenlis lugar eseja em pro-
veitoda monarchia; admittindo mesmoque
a monarchia restabelecida seja a dclles ;
que o conde de Chambora entre as Tulhc-
rias no meio dos applausos da Franca e da
Europa ; que farflo elles deste poder assim
recobrado ? Duas vezes o poder Ihes tem
sido restituido, e duas vezes elles o leem per-
dido ; que poltica soguirflo agora para evi-
tar urna terceita queda ? He sobre esto pon-
to que convem que se expliquen, porque
iHo somos Indis dispostosa prostrar-nos
dianle de um pagode o adora-lo em si-
lencio. Ainda menos dispostos estamos a
submetter-nos como cegos direceflo de
um partido que tem tantas vezes errado.
Temoso direilo de perguntar-llie qual o re-
gimen, que nos reserva e Ih'o perguntamos
mu positivamente.
Vamos em poucas palavras formular
nossas queslOes. O neto de Carlos X pode-
r renegar seu principio, e, sem des-
contentar a Europa monarchica, reconho-
cera soberana nacional ? Ousar elle a-
bolirosuffragio universal que seus parti-
distas se gabam de ter dado Franca, que
tem sido duas vezes para ella um meio de
salvac.lo, e ao qual elle proprio, confor-
me a hypothese que admitimos, dever a
sua volt ? .
Restabeleoido em seus dlreilos, e obn-
cado por conseguinte a reconhecor os do
conde de Pars, seu herdeiio legitimo, como
reconciliar elle as influencias opposlas de
seu partido e do antigo partido de OrletlM,
asila nohreza edo povo, as da contra-revo-
lucflo e da revolucSo ?
Seus validos Iheobedecern mclhnrdo
que obe leceram a l.uiz XVIII ? Duvula-
m-'s muilo disfo, le um historiador dir :
. NSo ha cxemplo do que um partido lenha
seguido conselhos.
Que satisfaco pretende elle dar aos re-
publicanos moderados, que mostraran! tai.-
laenerciana lula, tanta sabedoria depois
da victoria, e que definitivamente silo hojo
senhores de um governo que se Ihes quer
tirar ? Que tndeniiiidade dar elle ao actual
Chele de^a repblica Como desarmar a
irritaeSQ destes partisdistas do imneiio,
cujas esperancas elle lera destruido ? Por-
que ludo no esta em reconciliar as dynas-
tias, be preciso tambem reconciliar, ou re-
frear as ambices que se agitam ao redor
he seguramente unta tarefa
diflicultosa
^.la diremos sobre oque sedeve te-
de Jacuipc.dltendo-lhe em resposlaao seu offi-
ci de 28 doproilmo passado mez que dever
mandar embarafar a descida de todas as ina-
deiras constantes da relafao que se llie remelle,
cujos donos nao a presen tare ni lleenca do go-
verno para sua conduc^ao: e que.quanto as de-
ntis madclras, nao ba inconveniente em sua
descida.
Dito. Ao chefe de polica. N. 26. lllm.
Sr. Respondendo ao seu oflncio de 30 do
mez Pind, dirigido acerca da remessa dos pre-
sos da cadcla do Penedo para ad'tacldade,
tenho a dizer-lhe que julgo desconveniente
que dessa forma se ccuinulem tantos presos
em urna s cadeia. sendo melhor que sej.im
.illi mantillos e sustentados pela quola respec-
tiva at cumprirein as suas sentenras: para o
que dever V. S. propr-me o melhor nielo
disto se conseguir.
Dllo. Ao caplto do porto F.in resposta
ao aeu officio daladn de 30 do prximo passado
mez, leudo a dlzcr-lhe quejulgo mais conve-
niente ao scrvlco que Vine, propnnha a esla
presidencia outro Individuo que nao faca falla
ao expediente diario dessa capitana, como de-
ve fazer o secretario que tem fiinccocs mu cs-
peciaespclo regulamento do porto.
Ofllcio. Ao caplto do porto, para remetter
eom urgencia presidencia um ornamento olr-
i-iiinstani'i.idn da despcia que se deve faicr eom
lim barracao para acondicionamento das ma-
deras do estado.
Dito.__Ao agente das barcas de vapor, para
maudar dar passagem no vapor Imperador s
21 pracas do sexto batalhSo de cacadores c ao
ex segundo sargento Joo Nepomuceno, ex-
cabo Fonloura c ex-furriel Francisco Ribeiro
dos Santos, que. tendo dado baixa, regressam
ssuas respectivas provincias.
Dito. A cmara municipal de Macelo, con-
vidando-a para o cortejo d i eslylo a augusta
efigie de S. M. o Imperador no da 7 do corren-
te, c para que (lesnas ordens aflm de que baja
illuminaco as noiles de (Je 7.
F.xpedio-se circular a todas as autoridades e
demais cidadaos,coiividaudo-os para o indicado
cortejo.
u.
OIHcio. Ao inspector da thesourarla de fa-
senda, appiovando a arreinatacau doaquatro
cavallns pcrlencentcs a Tazcuda pela quantia
de 85,000 rs.
f)t0.__Ao caplto do porlo, dliendo-lne, em
resposta ao seu t.lBciO de 3 do crreme, que
Dea approvada a nomeacao que fes no secnta-
rlo di capitana, aliui de que v fazer smente
o airolamento das canas que navegam as
lagoas denominadas dosul edo norte.
Portarla. Determinando que as autorida-
des a qnem a mesma forapreaeulada prestem
ao secretarlo da capitana do porto lodo o au-
xilio que Ihes requisitar para o prnmpto des-
empenho da commissflo de que val encarre-
Onicio. Ao agente da companhia de vapo-
res, em addilamrnto ao de 30 do mez lindo, pa-
ra mandar abonar as commedonas de embar-
que no vapor Imperaliiz aos ofciars que nelle
seguem e a suas familias, bem como aos ca-
detes; e diiendo-lhe que sobre semi-lhanle des-
peza se offlclou ao Exm. Sr. minislro da guerra
para a mandar satisfa/.er.
Dito. Ao mesiiio agente, para mandar re-
cebera bordo do uiesino vapor Inrperaluz, a-
lini de ser condiizido para a corl, o vulunlario
liento Jos Antonio.
mer da facc"io dos montsnheses.a qual o seu
reslabelecmento dar armas e novo moti-
vo de colera.
Nada diremos igualmente sobre o em-
baraco que experimentar um homem no-
vo, solado, sem experiencia rara dominar
a situagao actual, para conciliar seus prin-
cipios coin instituicoes emanadas dj um
principio contrario e que j nao ha mais
pfssivel destruir, para assegurar a si o apoio
de seus primos soni rcslabelecer todava em
faxor dellcs o governo dos archeduques Os
cstrsngeiros quererlo tirar-nos a repblica
em 1849, assim como nos quizeiain tirar
liapoleaoem 1814; mas ser isso para as-
segurar iios>.a felicidade, ou para lirar-nos
um elemento de poder? Eis o que he pre-
ciso examinar sem tomar conselho eom
nossos adversarios. Sem duvida a Franca,
advenida por urna recente e deploravel ex-
periencia, julgou de seu dever quebrar to-
dos os laco* eom as iniquidades da demago-
gia e do socialismo ; mus nflo coovm que
so transforme em ueccadora poltica, que
va chorar aos pl deum throno sussfra-
quezas revolucionarias ; porque, ludo bem
pensado, ella fui victima, e nao cumphee
das faltas commellidas em nome da liber-
dade. Ella nao leve necessidade de um rei
paiapunirsuas fallas nos dias de junho, e
lio anda a arbitra suprema de seus desti-
nos. ( Journal du Havre.)
INTERIOR.
EXTERIOR.
0 FUTURO DE UMA RESTAURACAO I.EGI-
TIMISTA.
Ptris, t de selembro.
NSo he somanto do conflicto das preten-
COes rivaes que desejam a conlinuico da
repblica, nem das divisOcs cada vez mais
1 rorundas que aeparam os paitidosdynas-
licos, que a democracia deve tirar taratitias
de eonfianea e.de segu anca ella as tem
lambem as IrsnsCrmacOes completadas
em nosso rgimen poltico, e at na propria
existencia de nossas insliluicOes novas,
incompaliveis eom o principio monarcluco.
Nenhuoa rnunarchia, qualquer que seja,
poder nellas locar sem quo logo se nOo
quebic. O suffragio universal *0b o donii-
nio de um rei legitimo seiia urna anoma-
la, porque a soberana do povo nflo pode
conciar-se eom a deia de um poder que,
^ por sua ossencia, pretende collocar-se aci-
'ma dos caprichus e decretos da opiniSo pu- aiante a vii* >.- i "'j'"^;,'',
liliC. Uto be o que a >dr, admillin >o a ,0r for enviada pelo d'reclor do_ dllo r
liypoten deuina resl.ur.cflo legili.nisla, l ommuuicou-.e ao director do Ijteu orden.
caba de mostrar mu claramente, fblgau- supra. in,necor da thesourarla de fa-
lo nos bastante de ve-la desinvolver assim "'" lc.lendo o offldo do alferes de com-
idias que, bem comprehendidas e propa- xc"?;^. podro Joaqulm Nunca de esquila, en
gada*,'1s;rao em resultado destruir esperan-)"""'! |ara terel morrido os cinco cavallos
Cas nerjgosas, illusOes engaadoras, e azer f,lUl dos nove que fdram comprados pa-
cuoi qu? o paiz cunheca os interesses dcst. \'e0 ",'"cle de cavallaria de que fot elle co.n-
estabilidade de que elle tanto necessita de-Jmaouauie. H,,iaC.mento
pdis de tantas co amocOes e cnses. [ uto. Aocomroandame do dealacamenio
ALACOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te Dr. os liento da tunha e tigueiredo.
I.'DESETEMBRO.
OIRcio. Ao inspector da thesourarla pro-
vincial, mandando salisfaicr ao porleiro do ly
cu desta cidade a quantia de cinco mil res de
despezas alli felias ou mea de agosto prximo
passado, licando em regra na mesma thesoura-
rla que tal despeza deveri ser paga d ora em
dlante vista da conla que ao menino inspec-
DIARIO DE NIIUIIDGO.
RECirE, 23 E OUTOBnO 1849.
A peda soffrioa pelo Diario NoM eom a
transferencia dos presos do llrum paia a
illia de Femando pa.ece irrcparayel. ho
estes ardenles apostlos da doutuiia dos
conslituinles, dominados pelas mSpaiXOeS
e pelo despeno de vrcm mallog'ados seus
loucos projectos, nflo respo.lavam a verda-
do qiiaiido fallavam de seus adversarios
polticos, ao menos mise poJe negar que
cscreviam eom tlenlo e energa. Os syco-
phanlas que os substituirn!, dominados
pelas mesmas paixoes, mas privados do
mesmo talento e energa, nflo se podem em-
parelhar eom aquelles dogmatislas, e se
acbam redu/dos a iuveneflo de estpidas
calumnias, comasquaes pretendem nodo-
ar o Exm. Sr. concelheiro presidente da
provincia, cujo proccdimento, sempre dic-
tado pelo inlerc*a publico, e por vistas de
humauidade e juslic. anda lia poucos das
era louvado pelo mesmo Diario Noto.
Cuidarilo csses loucos perversos, que
suas dialiibes, suas injunas.suas calumnias
poderlo arreciar a reputagao_do Exm. Sr.
concelheiro, feri-1. ou diminui-la? mu;
mil vezes nao. Tantos apodos, lautas men-
tiras rio a/abar de perderos loucos furio-
sos, quem ja outro presidente, o Exm. Sr.
Costa Piulo, que nao perlencia a poltica
domnenle, classicou e estigmatisuu co-
mo gente insaciavel, e que nflo pode estar
contento, anda mesmo quando o poder a
protege o acaricia.
O Brasil inteiro, para o qual o Sr. Larnci-
ro leao nao he um homem novo,--que o
conhece, e o lem apreciado em dilTerentes
posicoes,- que pode avalia* seus actos, e
eu procedimeuto nesta provincia, todo
dictado pela mais grandiosa e larga pomi-
ca. a que o mesmo Viario Novo se vio fon;-
do por mais do tres n.ezes a dar louvor e
a engrandecer, lendo agora a d.alnbes e
apodos desse mesmo jornal.condemnara ir-
iemiMi*eloiente o estupido bando que diri-
ge essa tulla; e nos, pela nossa pane, raze-
.os votos a Divina Providencia para queelle
procure sustentar e defender seus rums de-
Miuios pelos mesmos meios, eom a mesma
s,nceiidadeeerdadi: essa larefa be digna
delles, e os acabara de perder, allienando-
llics toJas as aympalbias, mesmo de alguna
de boa T quo, tendo-se adiado Involvidos
na rebelltao por fidelidade e lealdade de
parli-lo, abengoam o administrador que foi
0 interprete generoso da clemencia impe-
rial quo o abrigou. e liviou das conse-
quencias dos seus crimes.
O artigo do Diario .Voro n. 113, intitulado
I orgia rleitru he do genero daquelles que
allriliuimns a estpida perversidade dossjeo-
phanlas, agora encarregadcis da redaccao desse
jornal.
Pretende esse artigo que o F.xm. Sr. conce-
lheiro se magora pelo abandono da deleito,
aconselhado pelos polticos do Diario A'oro. S?-
melhante pretenco, em nosso juizo, niio pas-
sa de nina neseedade.
Que o Exm Sr. presidente, aferrado enns-
liluico polilica do imperio, c resolvldo a sus-
i ni i I i por todos os nielo! que o le I he facul-
ta, eslimasse que o bando consliliiinte, aban-
donando o recurso filrca c violencia, qnl-
zesse liinitar.se ;i urna existencia legal, c qui-
zesse disputar o Irinmpho desta ou de qual-
quer oulra elelcao, he o que nao podemos du-
vidar; mas que S. F.xc se magoasse pela per-
sistencia estpida da grey consliluinle de con-
liuuar a recorrer forca e violencia, quan-
do acacha derrotada, vencida e privada dos
meios de que dispo/.era, he crenca queso a
neseedade de sandeus pode querer sustentar.
S. F.xc, se nao eslima, aceita o abandono
que a desesperada grey recorre, porque sabe
que nao pode t.ininphar, cesta certa que suas
orgias de outro lempo nao seriam toleradas. O
partido dominante, apezar das rigorosas re-
commendaedes de S. Kxc, poda delxar-se ar-
rebatar pela disputa, exceder-se, e pratloar
actos que o nodoassem, c que obrigariam S
F.xc. a usar de severldade para inanler ea-
poiar os dirrilos dos vencidos ; a deliberaran
dos consllluinles corla o posslbdidade de laes
actos, e livra aS F.xc. da necessidade da in-
terveno. Que grande motivo para mgoa !
Aps esse estpido exordio em que se ligura
a magna de S. Kxc. pelo decreto do abano mo
da eleicao, vem a miseria da candidatura do
Sr. barao do Ilomfim, que o aycophailla diz
querer S. Ese. a par da do Sr. concelheiro Ma-
noel Vleira Tosta.
Que esia iiliima candidatura podesse ser
lenibrada, e que S. Kxc. a quizcase iiiesmo
apniar, niio nos admiraramos ; eremos, no-
. rin, sinceramente que, se tal fsse a inlencSo
1 de S Kxc, nao Siria necessario que o Diario
! A'oio dssr n prclo pe i primelra ve? seinc-
Illiante noticia.
(1 Exm. Sr. presidente he de um carcter
decisivo e fraileo; c, se quizesse spoiar
; essa ou oulra candMalnra, suas intencOos
seriam ha muilo conheci las da provincia
que, em tal caso nao rerulieria cortamente
S solemne declaracflo que f'Z S. V".\e de
'que o governo imperial nao lin'ia candida-
to, c o governo provincial esiavndOMute-
res-ado na eleicao, e que deixava a provin-
cia a apreciaefio dos candidatos que mere-
cessem sua eonflenea.
OExm.Sr presidento da provincia labe
bem que os governo leem inconte diieito de apoiarem as candidaluras que
julgam ulcis ao paiz, oque melhor podem
isalisfazersuas vistas 'e bem publico Se,
1 noi, ontondesse dever usar desse diivtto,
oteria felto, abstendo-se comtudo deim-
D6re de procurar o triumpho eom amea-
c.s de violencias,ou promessaa do recom-
PC"erio deque o espirito que dirige o par-
tido dominante lie eaclarecido, o lara boas
escullas independemos <'o guia, s. i.x.a-
bundou no pensamenlo do governo impe-
rial, c decdio-so a abster-se de auatonlar
qualquer candidatura.
O Sr. Tosta f. z provincia de Pernambu-
co aervicos relevantissimos e o panido do-
minante liiili motivos 0 ais honrosos c de-
cisivos para querer e apoiar a sua candida-
tura do que os que leve i praia para susten-
tar a lodo transe a de um Ernesto e deum
Chichorro _
Honra, porcm, seja frila ao Exm. Sr Tos-
la que, sempre desinleressado, acaba dees-
lontaneamente escrever ao.t seus amigos
desta provincia, ondeos lem numerosos,
declarando uo ser candidato, e pedindO
que seu nome nao app-in-ca nas '""iis
se o Exm. Sr Tosa nflo Ozessesemelnan-
lo deelaraco, estamos que seus amigos o
apresentariain candidato ; mas tambem es-
tamos cettissinios do que o rama sem
apoio o sem ingerencia, quer do governo
Reral.qurdo Exm. 8r. presidente.
pelo que toca a sonhada candidatura do
bar.lo do llomlim ; a lemhranca he WO es-
tpida, que o sycophanta, que a leve, deve
tirar patente de invenclo.
Estamos informados que o Sr. barao tem
ou levo grande influencia eleitoral em .Mi-
nas e Riode-Janeiro, o que apezar disso
nunca se apresenlou candidato, nem em
Minas, nem no Rio-de-Janciro. Porquo se
apresentaria em Pernambuco
Ah OSr. bar3o de Bomfim esteva a tes-
la da "coinmissao que agenciou sefeconos
paraosorpnaos o vtuvas uos legalistas de
pernambuco, o isto he boa rasao para a es-
tupenda lemhranca do Diario Novo que, na
sua raiva, deve querer explicar o patriotis-
mo c humanidad.! desle distiiicto cidadflo,
cmpieslando-lhe clculos interesseiros,
quaes aquellos que scm ter os da grey
conslituinte.
Variedades.
UMA ROSA.
I.
A galera parallela ao curso do Sena.que
juma o palacio das Tulherias ao lA*m, M
construida segundo OS T'r0.^FLuXfV
d'Orne, c, a 15 de Janeiro de 1664, l.u z x v
qu.z desceras vastas serras, M
Solretinl.a chamado da. qualro pe do
badas se espira.ho murno e pcrfumado.co-
m"0 o de da da primavera. A d.re.la do
soberana eslava Colbcrl, distraludo. silen
coso, sempre oceupado rom gigantescos
projectos ou lastimando quo o maior rei do
mundo so emmaranhasse nas intrigas de
amor; esqucida Lauzun, ambicioso cor-
tezflo. que nao levo bastante finura para
descortinar a aversilo. oceulta sb o favor
real, o qual devia expiar mais tarde, no
castello de Pignernl, ocrimo do ser mais
amavel e mais bello do que o rei.
Senhores. disc l.uz XIV, mostrando a
eus ministros o favorito a mgica ala de
larangeiras, cujos fructos des nembravam-
se sobro urna coitina de verdura; eisali
um nobrn prsenle do nosso antigo inimigo.
Filippe IV, presentemente nosso sogro Ello
ilespivonu seus jardiA para ornaras Tulhe-
rias. c o infante de Despatilla, vendo nos-
sas bellas arvores, esquerer-se-ha das som-
bras do r.sc.irial
Senhor, disso eom gravidade Colhert,
a rainha chora urna perJa mais dolorosa...
a de VOSsa alTeieo.
Rol, cxclamot Lauzun. para sentir-se
a perla de umi cousa qualquer he preciso
l-la possuido.... ou se me nao engao....
Silencio, Sr. duque! Vossa leviandade
nos ofl\-ude, entretanto que a oenaura indi-
recta que a preceden!. II. de Coihert, o
met casamento lie obra da poiitica de Ma-
zarin, o para comprova lo basta dizer-vos
que se nao ronsultOU o meu coracao
U minislro ncnoii-se sem dizer urna su
palavra.
Quanloa vos M. de Lauzun, cumpre-
vns nao esqueeer, d'ora avante, que Mara
Thoreza he rainlw do Franca, o que nflo
devo entrar em dlsetlS'flO a natur-za dos
meus senlimenlos para rom ella.
Senhor, eis-nie aos vossos pes arre-
pendido. .
Nao fallemos mais nisso, disso l.uiz
XlV.spproxlmando se de um homem anda
muilo novo que, nflo tendo sido prevenido
da visita do re, despira a veste tara deco-
tar commodamente urna roseira de II il-
E-te homem era o clebre jirlineiro le
Mtre. No anno prece lente esbncara ella
ojarlim das Tulh-rlaa, e ra se oecupava
em pensar osarvoredos quena primivera
deviam ornar os bosquetes reacs. En i re-
gu a recordacoes, deaagra lavis l*lve/,fil
Xoire nao apercebera os visitantes, i-.ne
resmungavajeomsigo mesjno, detxando es-
capar tmpreCacOes mais que enrgicas.
emquanto que deixava cahir o pendflosi-
iilio por sobie as basteas da roseira
PoiS quo! Batamos de mo humor.
Perguntou-lbe l.uiz XIV.
A presenca da miigesladc resl, ojardmet-
ro nem mesmo leve lempo do tomar a veste.
JustiQ*, senhor! .. Esta manhSi, as
damas d'honor da rainha mfli lizeram urna
excursBo em os meus dominios, o nSo so
,1,-atenderam as ininbas representaedes,
como tambem aos meu rogos. Veja esta
mugnnl.a da America : he a tunca que vos-
sa magostada possue... Mas nraram-lhe as
mais bonitas 11 .res. C.oll.eram as laranjas,
e apanliara.n as rosas Felizmente pude oc-
cultsr-lhcsa mais bella roseira. mmha filha
querida, a que cultivo eom mais amor, e
que vivera cincoenl annos.eom tanto que,
se aecaso en niorrer antes della.se nflo con-
sinlaquo proluza mais de urna rosa, por
cada eslaco. ,. _
I o Notre foi collocar-SH a alguma distan-
ciado arbusto que acebava de elogiar
. |[ a rosa de cem rolhas, senhor.' Sal-
vei-a da pilhagem mas, se semelhante sca-
oa se riM.ova, declaro a V. M. que.....
_. Vamos, vamos, acalnnmo-nos Disse
LuiZ XIV, as [apangas sflo como asborbo-
leas amam os II iros. ...
_ A f que, senhor. as borboletas nflo
quobram as teas, nem tflo pouco comem la-
r"ograndc rio-so a esla brusca resposta do
isrdineiro.
_ Vejamos, Ibe disse o re, nomea as
culpadas.
Todas, senhor!... Nao, enganoi-me : a
colera me faz ser injusto. Somonte urna
deixou de imitar suas companheiras. Era
mais bella, engracada como esta rosa,
linda como um anjo. Amavel menina, pro-
eurava consolar-me, entretanto que as ou-
Irascotiliiiuavam o sacco, como seeslives-
sem em um paiz conquistado... Ella cha-
ma-se Luiza.
II mademoiselledeValliere, disso Lau-
run a l.uiz XIV, que honlem meroceu parti-
cular atlcncflo de V. M. em casa do Mme.
Ilenriqueta.
Sera recompensada, disse o re.
Queremos que, msdemo.selie de ll fal-
liere seja a nica do todas as +g**:
or que assista ao baile que vamos dar aqu.
esta mesma noile.
_ llm baile'... Ah! minliss pobres flores!
exclamou Lo Nolre juntando as mos eom
abatimeulo.
C.lbcrl, cuja primeira observacao fura
m.1 acolbda por ol-rei, julgou conveniei.le
0 n4ron.elier.ie na cunveraaeflo orece-
denie. Entrelanio que so Iratsva do pro-
ieeto de um baile.julgou dever le.nbrar que
I i.iz XIV liulia promettido andiencia a dous
arrhitectos, Carlos Perrault e Liberato
llruanl: o primeiro dema appreseniar os
pcifis do observatorio, e o segn Jo o plsno
do hospital dos invaliJos.
Recebei-os vos, respondeu o rei.
Ilansaremos emquanto vos trabalhanles
para a nossa gloria, Sr. ministro : a poste-
ndadeonao ssbera.. S nenie exijo de
vos que facais decorar essas paredes nuas
eom algumas das bellas lapecariss da rabri-
ca de Gobeljus, que tanto nos havois elo-
giado,
MUTILADO


.
Kt ''"**""'' ""'' .'mjm-jjumt-.,.,. .y- -m- rii-ii-ini-iirtnf-iiirr irnn'i "aiwnirW
l'ouco depois, ino grado do LoNolre,
0 hailn leve lugar nas serras mcthamorpho-
radas, romo por magia, em urna vasta gu-
leria onde se- aeba\am munidos mil lu-tres
scintilantes de diamantea e de llores Cada
laranteira representava um gracioso cande-
1 tino de verduras,* sustentava velas nos se-
os ramos. Era pura ver lo,las estas arvores
I! iridas, todas estas damas que, com pra-
lugar, por onde el-rei devia passar, afim de
ra o eco a fin de implorar a forca deque
careca pata completar o sacrificio...
II.
O serillo de l.uiz XIV linava-so com sua
gloria. Era Cbegada essa poca desastro-
si em que a fome paluda edescarnada va-
gava pelas roas de l'ar s, ciitretanto que
Ulborouick e o prncipe Eugenio iclalda-
vam o i xerclo real nas frjnti'iras. Os si-
nos do um convento da ra de Sanl-Jae-
2-
9i
ohlcrem um olhar seu. O vonlo norte ni-, ques tocavam finados, e duas Inngas metras
va no exterior : o mendigo tnitava solire ,' de carmelitas silenciosasconduziam ader-
;.s calcadas das ras; mas em compensa-1' cira inrala una (lo suas companhei-
Cflo n corle dansava, enmo su esdvera em as de penitencia.
um da do eslo sombra do roapadas ar-j Logo que illas so foram retiran o para as
vores, e respirsvs embriagadores perfumes, 'celas, depoia de terem recitado as oracAes
A joven rainba se uno achava nesta fol- i fnebres, um volhose sjoelnou junto se-
gazfla rt'i.n o. Maris Therezn, modesta e I pullura. Sua m9o trmula lovantouova-
reaervsda, evitava os prazerea estrondo-, so de crystal deposto sobre a pedra, pogou
que se entregara o monarcha seu es*, cm urna roza ihurcha quoelle eneerrava,
una
eco-
sos
pozo, e sssidus mente arcompanfttva a rai-
nha-mfii, sua tru o baile,pois,era presidi-
do por Mino. Ilciiiiqueta e por Olimpia Mau-
Cinf, rondussa de Soissons.
A bella e tmida la Vsllirfl modesta se
conservara de parte, quando el-rei, que
denle iruto a procurava com os ollios,
apero lieii-acmiim soba mesma magnolia,
rujas flores baviam sido roubadas por suas
coopanheiras, acto imprudente que as pri-
vn de partllliareai do restim.
Un Instante depois, a mao detalla tre
entre as m.ius rcaes j porque Luir. XIV
Hiera para sru par a dama d'liiinor.
Terminado o baile, Le Noire, mi virludr
lis ordena Tonnaes que recebara, Iransplaiitou
para um vaso ricamente i.>-.>i.> sua rosrlra
favorita, o pobre boinein pareca um rondeiu-
ii ido que cainlnha para o iuppllclo. Colloi-ou
o arbusto em ouliimo degrau de umeitrado a
Vista de todos..,, Ko bojo do vaso lian-so alai
palavraa, que oulr'tira Introducirn! a desor-
dcill no Oljmpo : A' WMtl lidia !
Vinic rlvaea einpallideceram m saber que o
duque de Laurun lua encarregado por Lui/.
\l\ de levar a rusa de cen I .Idas ao anpo-
seuto de madamoltellc de La Vallicic..,. Mas
.c \oirr julgou-se feliz.; pois obteve peruiis-
ao para pensar sua lillia querida ciu casa da
favorita un re.
a levando-S aos labios, uiurmurou com vuz
entrecortada pelos solucos :
I'obre mullier! ... I'olire flor I__Es'e
velbocra l.e .\otre, e a carmelita mora na
vespera era Sorat I.uiza da llisericordia, ou-
lr'ora madainoisclla de La Vallire.
Muco 21 18t8.
( Trad de A. II. ,
hita rosria tornen-so um lalisman mysterio-
o, d.- que a favorita faiia depender a perseve-
ra n{ do amor de l.uiz XIV. Ubervav.vlde eoui
soliclinde ludas as pbraaei da vegetaefio, tre-
mendo ao desprcgai-si-llie umu lulha, aBligiu-
do-se ale aopootu dccliurar.seinpreque ao lado
da rosa abena nao mi^ia um bunio, para suba
lumia logo que ella perdeSSC o brillio. Luia
Hulla cedido aos dietailiei do sen coraefio e nao
ao lOullo da ambicio) pois sua alma, loda can-
dura, nao llie dava inorada. TO lerna ble
virgonhem rigu, a desveulurada lameniava sua falta jun-
io aoa aliares. Os remoraos a puuiam cruel-
mente di rrlieidade d<- que gozava e mala de
una vez o s.iceidoic,que dilu a primeira mul-
ta 11.1 caprlia de Veraaillea, teatro que suspiros
abatido, partiatu da tribuna real e, vultandu-
e pura a nave silenciosa, aperciben una sum
bra tjoelliada.
Rsle anjo abatida lembrava-se do co.
Assim patsou I.ui/a dci nonos expiando com
lagrimal a ffaojueaa do leu coracao, Kncoo-
lram"S un cauto de Saint-Grraiaiu a rosa de
cen ralbas posta labre urna mesa toda doma-
da ; mas, apesar dus cuidados que l.e Nutre
llie prodigalisava, a pobre llor liielinava-ie
iristemruie sobre a murclia bastea. Junio
i!i lia uiadamoixrlle de La Vallire, que o ici
acabava de noiuear duqneza, drrramava o
prautudc amargura. A desgranada aceitan etse
titulo c as honrasque Ihc eram Inbcreutes ...
Blas ;u:.itra ludo Istso para seus BlllOS, por-
que linlia dous Qllioi de el-rei.... que ja a nao
ainava. Luia nao confiava seus petares ae-
nao i Dos c a una amiga sincera e discreta.
Francisca Alliauaiia de Mortemar, duqucia de
Aloutetpan. E, quando rsia eutrou, achuu a
I anula bandada em lagrimas.
Poit|Uc! emriiiinii ella, acabis de ser
condeeoiada, e choris t Nao vos deu o rei una
nova pmva de inor/... Accusais iujutUmeute
i S. M., Lulza?
\ nica rcsposla que deu I.uiza foi laucar
es oliios sobre a rosa.
Mili Dos, de que estranlia superslicao
vos adiis poatuida ? disse madama de tloniei*
pan,tomando urna cadrira e tentando se jumo
a sua amina. Na venl.ide, lie. Iiicomprelieu-
slvcl criaucice acreditar i|uea ternura de um
rei acCOIIipailhe os destinos de una Uiir.... \ a-
mus, iiieiiiu.i, coiitiuuou ella, tocando di'leve
com o leque nas lilaos da bella desolad, vos
sois lao adoravel ; C porque nao scrcis ado-
rada?
Porque algaem ha bastante hbil, ijue os
tente peraute el rei vautagcus que cu nao
pussuo
Alhanatla uiordeu os labios. O toin, com
que luadainoisellc de La Valiere pronunciara
estas palavraa, tiulia um cei tu cunfio ile irona,
que nuo podra escapar a aidilota duqueza.
I.uiza coiuprebeiidera cinliui, <|iu- era tralud
pela Confidente, e que os protestos de amizade,
que esta llie fa/.ia, apenas tinli un por lim per-
ili-l.i coin maitseguranca. Km a noite aule-
i edei.te r depois lio jogu nao tiulia LuitXiV
conversado largante ule com Allianatla nos apo-
sentos da rainlia/ Nao liulia elle applaudldu a
mancha graciosa por que madama de Montes-
jian iniiiiva o ridiculo de oerlot cortejaos?
,N;io tiulia elle respondido as censuras amer-
las de inadaiiioizellc de La Vallire, com estas
palavras i i un. :
I.uiza, vos sois una louoa!... Vussa rosei-
ra vos lem feito cuulidcncias. Vede /iue ella
ine caluiiina
ijn ni, a nao ser Alliauasia, poderia ter re-
velado este canido mysteriolio amor?..... li
em que circumslaiicias, ob '. o teria ella reve-
lado?
_ Km prrsenca da" rival, madamoiiellc de La
Vallire apprcssou-se un enjugar suas lagri-
mas, mas nao o litera com tanta proiuplido,
que Athanasia as nao podests apercebrr. a
lrivi.lidade do fallar ile madama de Moutesiian,
suaa cunsolacdes liypociilas.suas caiicias, cuja'
lalsidadc era ja rvidente, irritaram I.uiza de
tal uiuiin.qiie se nao pode colubir de faxer-ll
sentir que tinlia descoberto a perfidia dessas
caricias, e a alegra que mal se oceultava sb
essas cunsolacdes.
Mas a ili .n.i-i.i fingi nao compreliend-la.
Para que vos mortificis Luiza .' eXClaulOO
ella levaiitando-sc com ares de alegre, o rei
i ecouliece em vos todas as vantageus.
Kutao Allianasis approximou-se da rozeira,
tirou qc una de suas luvui um frasco quasi im-
perceplivel, e com gesto rpido regoti o tron-
co do arbusto com o licor corrosivo que se
continua usase frasco. Kra esta a terecira vea
que madama de Monletpao rcuovava lo Indig-
na manobra, persuadida de que aquella, a
quemainda chamava favorita, na acreditarla
na iufidelidadc de el-rei seuo com o lestemu-
nlio da rosa de cen folhas.
No dio seguinte, Le Notrc achou a rozeira
mora, hile n>o de. ia jamis esquecei- esta
perde pois a sua familia eram suas llores.
Lina grossa lagrima deslisou-se-lbe pela fa-
ce, quando se eocoulrou com madaiuoisclle de
I.a Vallire.
Lui/a coinprebendeu que ja llie no res-
lava esprrauc luu a. Mais paluda do que
mu liudo, ella lomuu uu lesouradouu-
v, loiIu a rosa murclia e depositou-a
lu um vaso de crystal. Dopoia uitiou pa-
ACAUBMIA HAS SCIENCIAS.
lia uma raca de homens, originaria, na
opinifio de alguns viajantes, do reino de
Condar, e, na de ouiros, do Soldfio meri-
dional, a qual lem um carcter zoolgico
particularmente nolavel por um apiientli-
ce caudal formado pelo prolongamenio da
columna vertebral, o cousHlue o ultimo
genero liomem. Os negociantes do cscra-
vus os veudem com minia didiculdade,
tilo detestavel he a reputs^ffo de juego-
zatn .' Ks alguns dos .signaos pelos quaes
se dislingueni: Carcter Inlomavel, n-
t-lligencia acanhad, physico disforme
Acliam-se lambein alguns duales indivuos
IIRS l'llilippillas, posto (JU3 nflo S.'ja dalli
Daluraes.
Nos grandes mercados de eseravos do
Oriente elles sSo tito btu conbucidos, que,
quando um Levantino procura comprar
tira bdni escravo, a primeira eousa quo Ihc
dizoui be i u .Vio Compre negro de Ciuda,
pois de todos os esernios silo estes o I de
que menos proveito se pJe tirar. gata
homem, como se ve, difli re moitodaqu. He
com iuo sonhoya Pourrier, e que, au seu
ver, vira i ser ti o da uhouiemivpouai bol-
le/a physica cinl llectual.
M. du Cotirol, icnaiulo-se na Meca em
I82, vio all um individuo da especie que
acallamos de assignalar, eque llie disse-
ra m penencia lMC,a,los (.luanos, no Sol-
lio meridional. Ucm que ofloseja esta a
primeira vez que .su trata de uuiaracade
tioinens prvida de caudas, todava o laclo
nflo be tilo commum, queseja inleirameute
destituido do i ulerease. Por isn vamos
entrar em algumas particularidades sobre
essa niaiiil'jsliieo orgnica, baslaniu es-
ra nha
Acliava-me na Uecaom 18'i, dizo autor,
quando um da, indo a casa de um emir
eoM nqii.il liubaamiitade, falloi-lhe da ra-
ca dosGbilanoi, c communiquei-lhe tsdu-
vidas quo os Europeus teern sobro a exis-
tencia de liom.ns com cainla, isla he eoin
a columna vertebral prolngala exleiior-
menle. Pira me couvoncer da etistoncia
real desta especio, o emir mandn vir a mi-
nba preseucii um dos suus eseravos, (|u j.)
aunos deidade pouco maisou menos, o
qualtiuha urna cauda, e pertoncia raes
dos (Hlanos. Vi esta llonDOl, c fiquei
com letantontu persuadido.
Este escravo lallav. p-rfeitamenl o
rabe, e pareca bastante intelligonte. Ello
me dissa que em seu paiz, u qual lica
muilo alem do Sennar, por ond i linhs pas-
sadu, fallava-so ouUa lingos, a qual a fil-
iado exercicio o tinha feito enquocereom-
pletimente; quo suus eompolrmtis, cojo
numero avaiaiva em 33, ou 40,000 pouco
mais ou menos, adoravam : uns, o sol, a
luae algumas estrellas oulros, a ser pon-
te e as nascenlos de um grandi no, ao qual
immolavam vicli.nas} (provavolmento as
nasce des do Nilo ) que comiam liabitu-
almentu e com gosti carnec ua, e cheia
de saugue ; que gostavam tobretudo da
carne liumatia ; que depois dos combates
que dava n a seus vizinlios, quando fazatu
prsoneiros, os iinmolavam ecomlkm sum
dslineo de idade, num de sexo; que to-
dava preferiam as inulhores eos moni nos,
porque sua carne lie mais SUCCUlenla.
.... Este Cliilaito, lendo-si! tornado mu-
siilmauo m ii fervo o-o, liahilava a cidade
sania ha mais de 15 anuos...
.. Ogoslocaiea neoessiJsdo.de comer
cirn crua, porque paralasehomein issoera
urna verdadoira necessidade, uo lardaram
em rrapparecer nelle, o o senhor, por nru-
doncia, nflo deixava le dar-lite, ca la vez
que PSIe desejo oacoinrnetia, tim enorme
pedaco Ue canierj, o qual elle devorava
quasi com ruiva dianle de todos, Esta ne-
cessidade de comer carno crua manifesta-
se nelle, quasi peridicamente, duas vezes
per st'inaua ..
l'eigunlando-llie cu porque nflo procu-
rava con igtr-se, responde j-me com multa
franqueza : Mulas vezes lenlio tentado is-
8o, mas uo mu tuui sido possivel vencer
este instinclo quo reCebi du m. u pai c de
minha miii. No meu paiz, pequeos c
glandes, mogos e vcllios, todos viven) as-
sm de peixes, plantas, r.iiz's o fructos
Se nica senhor no uuizessii satisfazer
esta inclinadlo, sinto quu nflo poueiia
resistir ueres-idade do devorar qual-
quer cousa, o que faiiaalguiiu dusgra-
- ca, lancaudo-me sobre alguma pessos
Iraca que no po :cs,o resistir ao meu fu-
ror, sobro um menino por exeuiplo...
.....Tendo-llie eu pedido para vu-lo nu,
despido de tolo o veslilo, afim de poder
csentia-lo, elle re.jusou iaz-lo por muilo
tenipo.... Todava, a torga de instancia e por
meiode um tragu novo e cmplelo deque
eu llie liz presente, consegu Taz-lu vir se-
cretamente a minli.i casa e tirar a pequea
camisa du panno azul grosso quu o cutira ;
enlo (> pude contemplar inoiio a meu com
modo e desenha-lu sem exp-lo ao OaoligO
quu llie t.-i ia sido infligido se tivesse sido
sorprend Jo por sgu fantico e supersti-
cioso senhor O desenlio feito nesta circuns-
tancia foi presentado academia
Kis agora alguns estracilla da descripc^lo
que M. du Couiet faz dos I,manos.
Os Chilenos fo>mam uma rata negra
pailieulhi-, puiquo leeui Mulla scinelhaiica
como macaco; mais pequeos que os ou-
lros negros, seu talhe raras vezes excede
de cinco pus. Ellos sflncommummente mal
proporcionados, seu corpo he magro o pa-
rece fraco, seus bracos sflo cmpralos e
delgados ; suas mflos e OS pus sflo mais lon-
gos e mais elisios do que o das outras ra-
cas humanas.
Elles teem o queixo inferior forte e milito
alongado, as faces salientes, a testa curta
o muilo inclinada pitra Irs. Suas orelbas
sflo Inngase disformes, os olhos pequeos,
pretOS, vivos e do urna moliildade extre-
ma, o nariz be grosso o chato, a buca gran-
de e guarnecida du tientes agudos, fortes o
le urna extrema braucura.
Seus heleos so grossos e espessos.
Seus cabellos encarapinliados e curtos, po-
rai no muito lanosos e pouco bastos. Mas
o qu particularmente os distingue he o
prolongamenio exterior do sua columna
vertebral.
0 que da a cada individuo, qur macho,
quer fcmo.i, uma cauda de duas, ou Ires pol-
lerudas de conipr metilo
Emlitn, eis o retrato de Bellal, nome da
persiinagem, que o autor encontrou na Me-
ca....Era magro e secco, mas nervozo e
forte Sua pella era negro-bronzeada. lus-
trosa, macia e avellu lada. Seus pus eram
comprdos e chatos. Seus bracos e peruas
pareciam Traeos, porm musculosos. Con-
hvam-se Tacilmunte as suas costellas. Sua
pliysiunoinia era repulsiva, tflo Teio era !
Sua bocea era cnoime, seus beigus grossos,
seus denles foites, ponludos u mu alvos,
s u nariz grosso u achatado, suas orelhas
longas e disformes, sua testa curta e muito
inclinada p.ira t s, seus Cabellos pouco
lanosos e punco espessos, mas todava en-
crespados. V.o li tilia barba, e seu corpo
uo era pelludo. Eia muito gil o muilo
sagaz. Su tslhu era de quasi cinco pea.
Sua cauda tinha pouco mais de tres poile-
gadas de comprmanlo, o tinha qussi tanta
llexibilidade como a de um macaco. Osen
natural, no fallando da originalidade de
seus gustoso costumes, era bom e de uma
fdelidade a loda a prava....a
Este carcter no se asseinelba aquello
que se concebe no Oriente, mas o pnmeiro
merec ment deum escultor boasinceri-
dade. Qual dos dous estar engaado, M. du
Uouret, uu nos ? li" isso o que dentro de
pouco lempo saliremos.
( y'alional.)
COItiMEKCfO.
AI.PANDEGA.
ftendimciito do din 23.....17:126.949
IUP0KTA(l0.
Francii-Watu, barba americana, vinda
de Iticliinoiid, entrada no correte mez
por franqua consignada a Deane Youlo &
C, mainresloii o seguinte :
SiO barrica*, e 188 meiaa ditas Taiinha
de trigu; aos consignatarios.
Anie, escuna hollandeza, vinda de llai-
ligen, entrado ueste mez por franqua,
consignada a B. a Brandis& C, manies-
toi) 0 seguiuto :
9 toneladas tlu carvffo de pedra,870 caixas
queijos, 110 harneas u 295 fraaquei'as ge-
nehra, 310 botijas oleo de lnhacas 8 cestos
agua de sellz, 50 saccas farelos, 36 percas
lona, 1020 T-xes junco, 1 fardinho diverso
objeolos, i barrica Tolda du fiandres; aos
consignatarios.
CONSULADO GEIIAL.
Iteudinieiilo do da 23..... 175,345
CONSULADO PROVINCIAL
lletidimento do da 23..... 616.88$
uovimento do orlo.
t>'avio$ iahido$ no (lia 23.
Londres Patacho inglez Admiral-Nthon,
capitoJohn Le llar, carga a uiesma quu
Iruuxe.
Hio-de-lneiro Barca americana lime,
Ctpilflo TilomasT. VVingale, carga a mes-
ma qua trouxe.
fDITAfi.
se com o capilo a bordo, ou com
Novacs& (iompanhia, ra do Tra-
piche, n. 3i, segundo andar.
Para o Porto segu com toda a brevi-
da possivel o briguo portuguez Veniura-
Fillt, forrado, pregado e encavilhado de
cobre, do qual he capilto Zeferino Ventura
dos Santos : recebe carga a Trelo, para o
qu trala-secotn o consignstario Joaquim
Eerroira Mendos Guimarfles: na rus da Cruz,
n. 49, pnmeiro anda', ou com o reTorido
capilflo, na praQa do Commercio.
Para a Baha sabe em poucos das o
hiate Flor-de-Cururipe, de primeira mar-
cha : para carga epnssageiros, dirijam-se
ra do Vigario, n. 5.
Segu para Lisboa com a maior brevi-
dado, possivel o hrigtie portuguez S.-Do-
mingos, Torrado, pregado e encavilhado de
de Cobre, duqual he capilflo Manoel Gon-
calves Vianna : para carga e passageiros
( aos quaes otTerece excellenles commodos)
drijam-seao consignatario Joaquim Ferrei-
ra Mendos Guimarfles, na ra da Cruz n.
49, primeiro andar, on ao referido capilflo,
na praca do Commercio.
Fara Baha segoe viagem,
no da 31 do corrente mez, o pa-
tacho Santa-Cruz : para o testo da
carga e passageiros, trala-se ao la-
do do Corpo-Santo, loja de mas-
sames, ii. -ir>.
-- Para o Ass sabe, no dia 28 do corren-
te mez, o brgue nacional Soeiedade : para
carga ou passageiros, trata-se com Jos
Marcelliiioda llosa, na la Oireita, n. 93,
primeiro andar, ou com Jos Baplista da
Fonseca Jnior, na ra do Vigario, n. 23,
segundo andar.
Segu para o Biu-Grsnde-do-Sul no
dia 27 do corrente mpretervelmente a es-
cuna S.-6'rtvsj s recebe eseravos a Trele,
quein quizer embarcar, dirija-so a Joflo
11 ancsco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
Para a Babia sabe, aleo dia 24do cor-
rente imprelenvclmt'iitc, O hialu Soeiedade,
comacargaque Uvera bordo: para o res-
to da carga o passsgeros, trata-se na ra
da Cruz, no IteciTe, n. 24.
Para o ('.cara sabe, uestes 8 dias, o
hiato Vuvidoso : para carga e passageiros,
trata-se cun Joaquim Monteiro da Cruz &
C. na ra do Queimado, n. 25, loja de
miudezas.
ouem tivor cuntas com o brgue ar-
gentiii i i.a-l'iai'i quena as onlregar al o
dia 24 du outubroem casa dos consignata-
rios, N. O. Hieden* Compendia, na ra da
Cruz, n. 4 ; adverlndo-sc que depois desse
lempo uo se Taz mais pagamento algum
respeilo dito navio.
Para a Parahiba sabe mpretervelmen-
te o hiate nacional ipadarte : para carga e
passageiros trala-se com o meslrc, Victori-
no Jos Pereira, no trapiche doalgodo, ou
na ra do Amoiim, n. 36, com A. J. Vidal t
Companhia,
-- Para o Havre sahe, com a maior bre-
vidade possivel, a barca Cranceza Zilia, ca-
pilflo l.emeliz : quein quizer carregar, ou
ir de passagem, pare o que lem excellenles
commodos, dirija-si', aos seus consignata-
rios, J. P. Adour c. C. na ra da Cadeia,
u. 52.
Segu viagem para o Aracaty, o mais
lardar ateo lim do correte mez, a escuna
nacional llaria-l'irmina : para carga e pas-
sageiros, trala-se na ra da Cadeia do lle-
ciTe, escriplono de Jos Antonio Basto.
tra de 131,660 rs., pois que j he bastante
o lempo que se lem esperado depois dn
vencimenlo.
Ouem precisar do uma ama de leit
dirja-se ra da Senzaila-Velha, n. 131'
primeiro andar. '
ouem quizer doce de limflo dirija-SA
ao iccolhimenloda Concoicflo, em oiindi
que se vendo at a poreflo de quatro arro'
bes.
Ao publico.
Seraflm da Silva Bamos, mestre alfaiale
da loja na ra Nova, n. 14, previne sores!
peilavel publico, e em particular los sen,.
Treguezes, quesempreo scharBo proinpb
para os servir em toda e qualquer obra com
muilo ssseio e promptidflo ; bem como nn.
tem um rico soriimento de Tazeodas e obras
Teitas de todas as qualidades.
0 Antonio Carlos Pereira do Burgos 1
9) Ponce de Len faz sciento a quem
< converque, tendo de relirr-se des s
f|j la praca, lica encarregado de seus
# negocios o seu correspondente, o Sr. m
4 Lino los de Castro Araujo, com es- >
aj) criptorio na praca do Commercio,*
W n.2.
i
Nrgocia-se uma hypothcca
passada pelo Hundo Joao Ignacio
Hibeiro Homa e sua mulher, do
seu sitio do Barlialho, e parte da
heranca do engenho Api juicos,
i ni portando em 6.910,000 rs. : a
tratar no Aterro-da-fida-Vista, n,
63, primeiro andar.
l'recisa-se de urna preta
boavendedeira de doce: na 111a
do Trapiche, n. 44-

I DEPOSITO GERAL
S do superior rap areia-pnta
<, da fabrica de Gantois Pai-
Ihel&c Companhia, na Bu- f
(. fu.
(> Domingos Alyesllatheus, agento di
> Tahrca de rap superior areia prota %
> e uieio grosso da Haba, tem aberto o 4
seu deposito na ra Cruz, no Becife,
t n. 52, pnmeiro andar, onde se achara (}
tO sempre desle excellento e mais acre- 9
?1 ditado rap que at o presente se tem a
% fabricado no Brasil: vonde-se em do- ,4
K les de uma e moia libra, por preco )
19 mais commododoquo en) outraqual- 4
Squcr parte. 1%

*.****. ara> M9M ***
Gadoult limaos prevuem aos seus Tre-
guuzes que elles mudaram o seu eslabele-
rmenlo de seceos e moldados para a ra 1I1
Cruz, n. ti, e quo eslflo convenientemente
prvidos de viveres frescos e viudos de tu-
das as qualidades, de conservas fraucezase
inglez**, de azeite francez, cerveja, cham-
pande, absnido, knck da Suissa, mauteiiri
em frascos muito fiesca, peixes, sardinhas,
salu,o, ervildaseni latas,ele. ele. Tambeo
teem 110 armazem de Antonio Aunes bali-
tas muito novas, chegadas pelo ultimo na-
vio do Havre : a iraUr no mesmo armazem.
Le loes.
Icrom/mo Varliniano Fi/jw.ira de Mello, del-
einbarijndtir honorario 1 elle fe de polica du
provincia de l'ernambuco por S. M. /. e
Paco saber a todos o* coiuiii ca nl-s des-
la cidrde, que tiverem em sea po 'rarmas,
plvora, chumbo em leilQOl, em barras u de
muiiicno e salitre, que devem fazer em iIci-
Iro de lies dias, contados desta data em
(liante, a declaiaco da qtiantidade que ca-
da um torn, alitn no llie ^e^ destinado lugar
seguro, em que poss.nii ditos ^enerosser
guarda los e depositados, conforme deier-
111 i na a poliuria do llxm. presidente da
provincia do IS do corrente, publicada no
Diario de l'ernambuco de 22 do corrente,
Sb pena duque, nflo o Tazendo doutro do
referido prazo, se ordenaro bu-cas com o
lim de apprehender os referidos gneros, e
sero piucessados e punidos como desobe-
dientes os que os tivuiem.
K (ara que edegue a noticia de lodos os
inicesMiiios este Taijo publicar.
Secretaria da polica de Pernamhuco, 23
da outiibro de IS49. lerumjmo llartiniano
Figutira Ue .Vello.
Peanlo a admnistiacflo da mesa do
consulado se lio de arrematar em hasta
pudl ci, 110 dia 27 do corrente mez, ao
uieio-dia, 5 saccas comalgoJflo com o peso
de 11 arrullase 25 libras do eguivla quali-
dado, e 16 arrobas e 13 lidras sem qualida-
de, polo mao estado em que se aclimu ; ap-
predendidas pelo arqueador, servindo de
Tenor, Joaquim Ignacio de llarros Lima,
quando su chava qualilcan lo. Mesa do
consulado do Pornauduco, 23 de outubro
de 1849. O adminislradur, Jodo Xavier
Carnciro da Cunta.
James Crabtree & Compandia Carao
leilfln, por nterrancfiu do eorretor Ohve-
ra, de ilill'.u eiiics coicos Je fazendas in-
glezas, para concluir certas coalas : quar-
la-fi ira, 24 do corrente, sto horas da ma-
ullan, no seu irmaiem, ra da Cruz.
Itusscll Mullors & 'J. faro leilflo, por
nter ventilo do eorretor Oliveira, no caes da
AITandega, por cunta c risco de quein per-
lencer, du uma poreflo tle barricas oni Tari-
nli 1 <'< li 1^0 av.11 ia la, viudas do Liverpool
na barca inglezi Thomat-Mellon quinla-
Teira, 25 de outubro, s 10 horas da ma-
ntilla.
O eorretor Oliveira Tara leilflo, em
presenta doSnr. cnsul de S. M. B. e por
cotila e risco do quem pertencer, de cerca
de 160 oneladas de carvflu de pedra, des-
ea-regado de bordo da
escuna brilannica
Onward, capilflo Baker : exia-Teira, 26 du
curente, o meiu-dia cm ponto, porta da Ira ser nrocnradn
astociaclocommercial desta praca. Adver-
te-se que o mencionado carvflo exi>le no
armazem da ra Helia em segu la as casas
outr'ora do Fallecido Zuicb, ondeos pn-
tendentes pdem ezamina-lo com antec
l-cflo.
# 0 consultorio homceopatico esli ,:f
f) aberto lodos os dias desde as 9 horas 4
(B> da mandfla al s 3 da tarde. No mes- 4
V n>o consultorio recedem-se doentes J
i> para se tralar honireupaiicamente a
?;: 2,000 rs. por dia, ea 3,000 rs. que- %
te rendo un> quarto particular : na la 9
'i da Cadeia de Sanlo-AnIonio, n 22. A
*
Desejase saber onde resi-
den) os Srs. Joaquim de Figuri-
redo Lima e Joo Evangelista Eu-.
leves Alves, 011 mesmo quem ejt
seus procuradores nesta cidade ou
lradella, para se tratar de nego-
cios que Ibes ilizem respeito; quem
souber annuncie por esta folhapa-
Avisos diversos.
Na ra larga do Bozaro, padsra 0.
48, precisa-se de um bom forneiro.
Avisos ukaritiaos.
Para o llio-de-Janeiro propOe-se a se-
O Sr. Ezequiel du Suuza Cavalcanto,
mestre do dan;a, queira dirgir-se lvra-
ria, ns. 6e8, da praca da Independencia.
, Os verdadeiros e a-
preciareis clin rulos de
Havaiia esao a ven !a na
rud da Cruz, n 5l,arnia-
zein de .1. O. Elster.
.-- I'rerisa-se alugar um sobrado do um
andar no bairro de Santu-Anlonio, prefe-
rindo-se nas ras Direta e do Lvramonto
pateos do Carmo, de San-Pedro, da Penda eL
daVas* "me : "a ruaDiroil". ven- > coninlod"
-- Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a mar pequea, o porto de
embarque e desembarque: na ra da Sen-
zalla.n. 42, a tratar com S. J. Johnstou &
Companhia.
- Deseja-se fallar aos Srs. Theolilo de
Souza Jardim, Miguel Alfonso
Precisa-so de 250,000 rs. a premio cum
boas firmas pelo lempo de um anuo, ps-
gi;ndo-se dous por cuito ao moz quem
quizer dar anutmcie.
Precisa-se de um homem soltoiro pira
feilor de um sitio, que e.itends l......de j*r-
ii mi e borla, ou outra qualquer pessos que
se queira encanegar da organisac/10 de um
jardim e fazer afumas plautacOcs: aira-
lar na rus do Crespo, loja u 9.
0 O
1 Bixas. o
a>Sa praca da lndpen-
I delicia, n. 10, |
q ao voltar para a ra das Cruzes, slu- a
A gam-see vendem-se bisas de llam- X
_. Iuii en lamhom lu.e,, ..,.1;... ... v*
os consignatarios, Amoritn Ir.nflos, na ra | r ", "
da Cadeia do Becife, u. 39. |,or e'le :
.. -Arre
j veiendo padre l.uiz Jos da Silva ou alguem
-ia ra do Vigario, n. 7.
I
_, n ,1. 1 Arrenda-ae urna urandu camuina de-
d o K.o-de-Janeiro sa- nominad sitio do Lucas ou (SJ
ie, em poucos das o patacho na- ffl,_alV,ov".'loCa,ia"8, propria para pas-
cionul hlenle, forrado de cobre
e de
cxceeiile marcha : para o
resto da carga e passageiros trata-
-------_, propna para pas
ia(em de gado, lancho, ou para qualquer
plaulacflo : a trata/ na ra do Vigariu, 11 7,
primeiio andar
q burgo : tambem vflo-se applcar pa-
ir ra cominodidaJe dos freguezrt ; ti- 5
J* ram-se denles, ssngra-se e appli- ^
w cam-se ventosas: tudo por prejo V
0
O
Cha 1 eos de nal. jg
-- Koga-so ao Sr. Antonio Jos de Olivei-
ra que venba pagar o importe de uma let-
llua do l'asseio, .5.
Nesls fabrica ha presentemente um rico
e completo soriimento de chapeos de sol,
tanto de seda como de panumho ,' ditos
muito ricos de eros de Naples ada.asca-
ilos, com ricas franjas e da ultima moda* de
Paria, para senbora, os quaes vendem-se
em poreflo e a retalho, pelo preco mais di-
minuto possivel. Na mesma fabrica ha igual
soriimento de sudase panninbos para co-'
brirem-se artmcus servidas, concerta-se
qualquer chapeo de astea de ferro ou de
dal.-ia o lambem umbellas com loda |a bre-
vidada e preco com modo.
Manoel Francisco dos Santos retiri-iO
para fura do imperio.


__ Com muito goslo e grande
paciencia he que nina pessoa tem
conseguido fazer traduzir, fallar
f.screver correctamente em 6 a
8 mczes a algn? jovens, tanto do
|iio-de-Janeiro como desta cida-
de : qnem do seu prestimo se qui-
zer utilisar, dirija-se ao pateo do
Carmo, no segundo andar do so-
brado n. t.
.. Na ruadaSenzalla-Velhe, n. 68, pre-
cisa-seda urna ama deloito; e, tendoboas
au,liilades.nao se ollia a prego.
_. Precisa-se de um caixeiro de 14 a 20
nnosde idade : na na Direita, n. 80.
.. Un ilrasileiro que lem seis preparato-
rios para academia de direilo, inclusive
ingle e francez, so ofTereco para escrever
em urna casa cmmercial eslrangeira ou
brasilera, satisfazemlo-secom um medio-
ere ordenado : quem de seu presumo se
qii>zer ulilisar, annuncie para ser procu-
rado.
__ Aluga-seo terceiro andar do
sobrado, n. 18, dama do Viga
rio, muito fresco e proprio para
familia : a fallar no primeiro an-
dar do mesmo sobrado, com F.
G. de Mello.
Precisa-so de um feitor quednlcnda de
jardim, encherlar e ruJar, para um silio
pertn da pracn : no pateo de S.-Pedro, n. 4.
Na ra do Agoas-Vcrdcs, n. 26 ongom-
ma-seelava-secom promplidSo, perreicflo
e por prego mais commodo do que em ou-
traqualquer parle.
Lembra-se ao Sr. J. I.. (',. o pagamento
de duas barricas de farinha que est deven-
(ln desde 7 de agosto de 1845.
Iloga-se a quem livor adiado urna car-
ta quesaperdeu para o Sr. Umbelino Gue-
des de Mello o fivor de entrega-la na ra
larga dn Rozario, luja de miudezas, n. 20 ,
\f sr gratificado-.
o Sr. Achiles, cmico francez, queira
annunriar sua, morada.
Precisa-s da um amassador brinco,
oqualaaiba bem desempenhar osen lugar,
para o que se offerece bom ordenado: na
padaria da Passagem-d<-Magdalena.
Perdeu-se, na noite de egundo-feira,
22 do corrate, na ponto do Recife, um ro-
lugio suisso de prala, cun vidro de um la-
do e de outro lado caixa lavrada, com
competento corrente e chave de ouro, lendo
na chave um pedra encarnada : quem o
achar e o quizer entregar a seu dono, o po-
de fazer no consulado americano, na ra do
Trapiche, n. 12, que ser gratificado.
bacharel formado em ma-
Ihematicaa Bernardo l'ereira do
Carmo explica, durante o tempo
das ferias, arilhn.etica e geome-
tra na ra larga do Hozarlo, n.
la,segundo andar: os pretenden-
tes diriiain-se ao lugar indicado.
& --JulifloTegetmeier manda o seu escra-
ro de nome Pedro, de ncelo Angola, para o
Itio-de-Janeiro.
I'recisa-se de um menino de 12 anuos,
oqual tenha boa conducta, para caixeiro:
no At'-rro-da-oa-Vista, loja n 78.
Hoje, 24 do corrente, so h de arre-
malar, por ser a ultima praga, pela segunda
vara do juiz municipal do civel, urna escra-
va de elrgan'c figura, com todas as habili-
dades que ario precisas para uina casa de ra-
milla, cuja escra va val a praca por execu-
gflo de joiio l.cile de Azovedo contra Joa-
quim Jos Gomes, como tutor de seu filho
menor llerculano.
Aluga-se o armazem e o piimeiro an-
dar do sobrado n. 14 da ra do Trapiche-
Aovo : a tratar no dito primeiro andar.
Jos Joaqtiim da Cosa Pinheiro avisa
ao publico que de boje em dianle se assig-
nar Ju.- Joaquim Da Costa Muya.
--Precisa-se de um caixeiro para tomar
conta de urna venda por balando, e que d
conhccimenlo de sua conducta : def.onle
da matriz da Boa-Vista, u. 88, junio a
liotica.
Francisco de Paula Souza LeSo, tondo
do ir a provincia do Cear no prximo va-
por do principio do novembro, afim de tra-
tar desua aaude, e n.lo Ibe sendo possivel
dirigirle particularmente aos seos innu-
neraveis prenles e amigos, o Taz por meio
lo presente, offerecendo seu diminuto pres-
umo naquella provincia.
Aluga-se o primeiro andar da casada
ruada Cadeia do Recife, n 40, ptimo pa-
ra escritorio, com muitos commodos, e
que he muito fresco : a tratar no segundo
andar do mesmo sobiado.
O haixo assignado scienlifica a quem
convier que anda contiuuam a estar no
engenho Oiteirflo dous cavallos que Ihc f-
ram entregues pelo inspector do Tamboa-
tanieiniii, delgados pela tropa do governo
no mez de feVereivo prximo passado ; bem
romo dos cavollos apprehendidos as mu-
llicres dos rebeldes, anda existe um, por
lia ver feto entrega do outro a seu legitimo
iluno, como pruvou (Ou urna justilicacao :
l urlanlo, as pessoas que se julgarem cun
oi eiloaos ditos cavallos, apesentando-se
competentemente habilitadas, lnes serflo
entregues; nao se responsabilisando o abai-
xo assignado por qualquer estra vio que por-
vcnlura possejiaverdos mosmos.
Joao /'. de Souza /.5o,
-- Precisa-sede um caixeiio purluguez,
ou brasileiro, que tenha pralica de nego-
cio : na ra Nova, n. 27.
-t Alauoel Joaquim Comes lembra a pes-
soa que, por engao ou malicia, tirou a
rada que Ibe pertence da mflo do correiodo
Ir que anda lom o recurso de a mandar
ilcilar no correio geral, mesmo aberla, e
ser, bom faze-lo para cassarem-se as des-
(ontianci.
I'iccisa-se de dous serradores que quei-
ra m serrar urna porgflo de madeira em um
engenho distante desta praga 9 leguas: a
I aliar coa Jos Antonio de Carvallio, com
rinazeo de assucar na praca do Corpe-
cillo.
f -- l'reciaa-ae de urna mulher capaz que
-Mnlie o diario de urna casa, engomme
io' pa de aenhora, e faca todo o mais servi-
1,0 ioleruo de urna caaa do multo pouea fa-
milia : nos Afogados, na segunda casa ter-
rei d lado direito.
Fugio no domingo, q de sc-
tembro prximo passado, seni mo-
tivo algum, do sitio de seu senhor,
em Ponte-de-Ucha, o cabra es-
crvo, de nome Lu z, natural de
iguarassii, de estatura ecorpo re-
gulares, pouca barba ; tem os de-
dos dos ps abertos e rombudos,
por ter sido muito cambado fal-
la descansada, olhos azulados to-
ma muito tabaco ; fot comprado ao
Sr. Maftoel Joaquim Pereira da di-
ta villa de Iguarassii; consta por
nfornucrjcs certas andar em dita
villa eseus-suburbios em procura
de senhor que o compre ; roga-se
as autoridades policiaes, capitaes
de campo e pessoas particulares
que o apprehendam e levem-no ao
dito sitio, ou na rita do Trapiche-
Novo, ii. 36, que serSo gratifi-
cados.
Quem annunciou querer hypotlieear
-uro sobrado de dous andares em boa ra-,
dirija-se rua estrella do Rozario, n. 43.
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
AGENCIA DE PASSAPORTES.
Tiram-se passaportes para dentro efra
do imperio, por commodo prego: na rua do
ItiiH'el, sobrado de um andar, n. 57.
Precisa-se de um servente para o servi-
go de um 'sitio : quem pretender lugar,
dirija-se praca da Boa-Vista, botica n. 24
Aluga-se o segundo andar
do sobrado sito na rua Direita des-
la cidade, n. no, com sotro, mi-
rante e pintado de novo : quem o
pretender, dirija-se ao seu pro-
pietario, na rua do Crespo, n
i', terceiro andar.
0 padre Manoel Tbomaz da Silva pro-
poe-sea receberem silh casa at 6 alum-
nos internos, para Ibes dar a necessaria
educagilo Iliteraria e religiosa, mediante
urna gratificagflo rasoavol, para cujo fin
o aun unca nl>-ja bem conhecido ne-t.i pro-
vincia, em cuja capital ensina ha 16 anuos,
8e oflerece principalmente aos chefes de
familia que pdem carecer de urna casa de
cducaglo no Recife, onde recolbam leu*
filhos. O annuncianto afianga-lhes nesle
empenbo todo o zelo o dedicagSo do que he
capaz. A tratar at o dia 20 de novembro
do corrente anno, ou do da 2 de fevereiro
delN50c.ni diante, na rua do Rozario da
Ba-Vista, n. 32, ou na ruu doColovello nt
casa d'aula publica.
-- O Dr. Filippe Jansen de Caslro e Albu-
querque declara, por meio deste, que elle
uo se responsabilisa por divida alguma
contrablda por lilbos e escravos seus; e
i>f (i11--1 .i chamar a juizo quem com lae:.
pessoas lizer contrato de qualquer espe-
cie queseja Oulru-sim previne a todos o-
seus amigos e conhecidos, quenodcem
pagucm c fiem diuheiro algum, gneros ou
mercadorias a ningucm sb sou nome,
anda mesmo quaudo a assignatura delle
declarante t:ja verdadeira.
'Perdeu-se urna almofada de
carro, da rua da Madre-de-Deo>
al rua da renzalla : rogt-se a
pessoa que a achou de traze-U na
travessa da Madre-de-Dos, n. 18,
que ser rccoinpensada.
O Sr. Manoel Joaquim l'errcira, mora-
dorem Caruar, queira mandar pagar os
25,000 rs., constantes do|seu bilhete passado
a lij de junlio paran uliinio de setembro.
Comoj esleja vencido c Sme. nao tenha ap-
precido como muito aliangou, por isso sr
fnz esta lenibranga, a fin de vir ou mandar
pagar no largo de Beberibe, aonde est o
seu bilhete. a
Oabaixo assignado faz sciente ao pu
blico que venden aos Srs. Araujo & Penna
a sua ioja de selleiro sita na rua da Cadeia
do Recite, n.36, no dia 9 do coireote ; li-
cando os mesmos Sis. subjeitos ao acLivo e
passivo tendentes mesma. R-cife, 22 de
outubro do 1849. --Jote t'trrtiru da ka
Uitt.
~ OfTerece-se, para caixeiro de alguma
casa para cohrangns, ou mesmo para to-
mar conla di; una luja, orna pessoa habi-
litada, por ter pralica : quem de seu pies
limo se quizer utilizar, dirija-se a rua do
Cabug, toja de miudezas, u. 1 U
A pessoa que quer fallar com a Snra.
D. Anua Rita dos Santos Coelho Jnior,
mora na rua da Cruz, n. 9, e chama-se Do-
mingos Antonio de liveira.
Aluga-se, a quem quizer passar a fes-
ta no Mouteiro, a commoda e muito fresca
a casa que fica defronte do Sr. Joaquim
Tiburcio : na rua da Aurora, n. 48.
Aluga-se urna rasa terrea com bons
commodos, na rua Bella : a- tratar na rua
de S.-Francisco, casa apalagada, de ma-
iitinb al as novo horas.
Furlaratn, no dia 12 do corrente, do
engenho Novo do Cabo, um cav&llo ala-
zilo, com quatropscalgados, frente aber-
.1, dinas bstanle espessas, muito bohi
andador, bastante magro e capado de pouco
tempo : quem o descobrir leve-o ao dito en-
genho, que ser recompensado.
o dia 19 do corrente desap-
pareceram do poder de um preto,
no bairro da lia-Vista, quatro ca-
rnizas de humen, tres calcas de
brim, sendoutna de listras e tres
ceroulas de bretanha : tudo com a
Amaro Jos dos Prazeres, ten lo sido
noMficdo polo juizo de orphflo* para pro-
ceder inventaiio dos bens do seu casal,
avisa, por isso, as nessoas que > ti verern com
elle conlas para quo se hahililem, juslili-
candoseus dbitos, alini do serem alien-
didos.
--Ouemtiver para alugar urna escrava
que saina alguma cousa cozinhar o fazer o
mais servico de urna casa, dirija-se rua
do Torres, no quarto andar da casa do Sr
Jo3o Pinto de Lomos, para se tratar de seu
ajuste mensal.
--Precisa-se de urna ama de leile para
amamentar urna crianga, l[o smenle i
noile, vindo s liorss da tard o roliran-
do-ses6 da mandila: pagase bem: na
rua da Florentina, casa da esquina, defron-
le do theatro novo.
AUencao.
0 ahaixo assignado, oflicial de cordeiro,
acba-setrabalbandona rua Diroita loja de
selleiro, n. 51, onde so propOe a fazer ar-
reiospara 1, 2 o 4cavaIlos, e outras muilas
obras tendentes a sqa arte, tudo por prego
commodo e roma maior promptidlo pos-
Svel:os pretendentes pdem drigir-se
mencionada loja, que abi acharSo o mesmo
abaixo assigna lo, sempro disposto a con-
tentar os fregueze.
Francitcn Xavier Carnetro.
Deniz, alfaiate francez, mudou o seu
Stabelecimento para o Atcrro-da-Boa-Vis-
ta n. 38, aonde os seus freguezes o acha-
rSo promptoparaoseu servigo
Aluga-se, pelo tempo de festa, um gran-
de sitio na estrada do Monteiro, com boa
casa de vivenda, eolinha fra, estribara,
coebeira muitos arvoredos de fructo e
muito perto do bando s a tratar na rua No-
va n. 50, primeiro andar.
Na rua Nova, loja n. 58, so dir quem
d diuheiro a premio as quanlias de 200,
300 e 400,000 rs. com bypolheca em casas
terreas.
--Aluga-e um escravo.mestre cozmheiro
de forno e fugflo.proprio para urna horpoda-
jia, por j ter servido : hn pardo o boeiro :
(flanea-te a con lucta: tambem se aluga urna
preta, ama de casa, acostmada a fazor todo
o servigo, pois lava, eozinha e engomma
perfeitamenlo : he ptima para trata ment
do meninos : quem os pretender, dirjase
i rua do Collego, n. 12, segundo an lar.
- Precisa-se do urna mulher forra para
ama de casa de pouca familia, de portas a
dentro : na rua do Nogueira, sobrado de
ilousandarcs, no primeiro.
Ninguem contrate negocio algum com
o silio na estrada do Arraial quo fui arre-
matado por Domingo Alves Barboza, visto
sua propria dona estar justificando o seu di-
reito.
--Arrenda-se, por anno, ou pela festa,
urna excedente casa de campo, G grandes
quarlos, con terrago, jardim e grande silio
com bastanlcsarvoredus de fructo, gratulo
plantagiio deananazesahacaxis. casa para
pretos, coebeira estribara epeito do me-
Ihor banho d'agoa do Piala, sita em Apipu-
cos, junio ao engenho Dous-lrinflos : a tra-
tar com o subdelegado Barata, na ra da
Cadeia.
Aluga-se urna excedente casa para se
passar a festa, na povoagflo do Monteiro
com 4 quaitos, dous quintaos murados,
perillo pra o rio, quarto para escravos, eo-
zinha fra c estribara paia dous cavallos
na traves>a do Veras, n, 15.
Vendem-so 12 escravos, sendo : i mo-
lecotes do 8 a 20 anuos ; dous escravos, sen-
do um delles eozinheiro; umjlito serra-
dor ; 3 negrinhas de 1. a 18 annos, quo co-
sem e enjommam liso; duas escravas de
todo o servigo : na rua Direita, nx 3.
Mantas desella.
Na roa do Queiinsdo, n 1H, esquina que
vira para a rua do Rozario, vendem-se man-
tas do seda de bonitos pailrO-s e dos mais
modernos gastos, bo barato prego de 11,000
rs. cada urna para acabar.
NaruadoQueimado,
11. 17
vendem-se os mais areiados manteletes e
ricos capotinhos para seehora, pretoi ede
Foret, vindos pelo ultimo navio de Kranga :
dito-se amostras aos compra lores.
Vonde-se una preta de 20 annos, mui-
to linda figura ; dous mulatmlios do 8 an-
uos cr.da um : na rua da Cadeia do Bocife,
JJ Na rua da tadeia do Recito, loja de 3
q cambio da viuva Vieira & Filhos, ven- 0
m deram-se da decima lotria das ca- 0
0 sas de caridade os nmeros se- 0
n guinles:
1:000,000
400,000
200.000
0 5,229 5,989
<) 2.986
0 2.923*
0 2,816
0
Gt) ^66S
100,000
100,000
Compras.
-- Compra-se, para fra da provincia,
urna escrava oga, e de bonita figura, que
saiba cortar e fazer urna camisa de ho-
rneen c.ungommar, tudo i-do com pertoiedo!
uo se odia a prego : na rua das Laran
geiras, n. 14, segundo andar.
-- Compram-se, para uina encommenda,
escravos de ambos os sexos, de to a 40 an-
nos : na rua do Rangd, sobrado n. 57.
Compram-se cazados para a compa-
nhia de cavallaria : quem os tiver e quizer
vender, lrija-se ao quurlel da dita compa-
iiIib, ou na residencia do rommandante da
mesmn, na rua Nova, n. 32
Compra-se urna taberna com es fun-
dos de um a dous con tos de res e que se-
ja em bom lugar : a diuheiro a visla, ou a
prazo: na rua do Cabug, loja do miude-
zas, n. 1 D.
Compra se urna serpentina de cobre, es-
tando em bom uso:na ruado Rangel, 11
54. restilagHo de Victorino Francisco dos
Santos.
--Compram-se bies de pao do carnau-
ba : na praga da Independencia, livraria
ns. 6e 8.
Compram-se os seguidles livros : Ho-
racio, Virgilio e Tito l.ivio tradu/ido ao pi-
da Ultra ou a margen, Jesus-Chrislo pe-
rante o secuto : na rua estreita do Roza-
rio, n. 4, ou annuncie.
Compra-se urna balauga do tatito com
bragos e pesos do mesmo metal, c que pos-
sa pesar ao menos meia anoba : na rua do
Trapche-Novo, D. 92.
Vendas.
marca J.' F. X ; assim comotam
bem um pente de tartaruga de
pender cabello: tudo n'uma han
deja c um balai : quem souberon
de est, querendo restituir, dirija-
se ao Aterro-da-Ba-Visla, no p.i
meiro andar, por cima da loja d
louce.
Lotera do Rio-de-Ja-
neiro.
Aos 20:000,000 de ri".
Na praga da Independencia, n. 4, vendem-
se bi I he tes, meios, quarlos, oitavos e vig-
simos da 11.* lotera a beneficio do thea-
tro de Nictheroy ; bem como um resto de
bilhetcs da 20 lotera do monte po. Na
mesma loja mostram-se as lisias das lote
ras passadas.
- Veiidein-sc os veitla-
deiros charutos S.-Feliz e pro lucio dese-
mente de llavana, os mais superiores que
teem vindo ao mercado; assim como fras-
quinhos com amendoas confeitadas e h-
celas com doce crystalisado, proprias para
presentes e latas com marmelada muito
nova, ebegada pelo ultimo navio de Lisboa :
na pragadu Commercio, armazem n. 6, de
Jos Mara Palmeira.
Vendem-se dous moleques, um eozi-
nha o diario de uina casa, e o outro bom ro-
peiro e proprio para pagem ; duas prelas
mogas, urna de bonita figura o que he mui-
10 boa para lavadeira, por sor alta e robus-
ta, o ambas er.im ganbadeiras na Babia, poi
,irego commoJo : na rua da Cadeia do Re-
cife, n. 39.
Yendem-sc I uvas de rede <|e
torcal de seda, brancis e protas,
da ullitnn moda : na rita da Cadeia,
n. 15.
-- Vndese, na coebeira de Miguel 8ou-
ger, un bom carro inglez de duas rodas,
comarreos neeesesrios ptr* andar a um e
dous cavallos, como se quizer.
IVc as com O covados
por 5/20 rs-
NaruadoQueimado, vindo do Rozario,
segunda loja 11. 18, vendem-se pccs de
metim verde, azul e cor de caf, a 3.200 rs.;
lazenda milito boa para vestidos do pretas ,
czlcas o jaquet'a pan bomem e meninos,
porserdi! muita durago; luvas brancas
compridasdetorgal para senlmra, a t.ooi
rso par; ceroulas de 11101a, a 1,500 rs.; o
outras muilas luzendas por baralissimo
prego.
Vende-se urna taberna com poucos
fundos, sila no Urgo do Parazo, n. 30 : a
tratar na praga da Boa-Vista, n. 30, das 6
horas da manha al as 9, o das 2 s 5 da
tardo.
*;-.., ,,.... :.. : ,-*,;' -*}
'l a .*
t Na ruada Cadeia-do Recife, loja de
.J cambio da viuva Vieira ft: Filhos, J1
2 venderam-se da 11." lotoria a benefi- J-
M ciu do hospital da S.-Casa-da-Mise- !(
x ncor.lia os nmerosseguintes : SS
- Vendem-so 10 lindos moleques de ns-
go e crioulos, de 16 a 20 annos, sem vi-
rios ; 8 pretos de 20 a 30 annos, bous para
todo o servigo ; 2 pardos do 16 a 20 annos,
bons para pagem; um dito do 25 anuos,
perfejto eopeiro, boeiro e de exemplar
conduela, o que se al'unga ; duas mulati-
ndas de 18 a 30 annos, com habilidades,
sendo urna dellas perfeita cozinhera ;
6 prelas sem habilidades, muito mogas o
sem vicios ; assim como ouiros muitos es-
cravos : na rua da Cadeia do Recife, 1. 40.
Na rua Nova, n. 1 ,
loja de Dogo Jos da Costa, vendem-se ri-
cos sortimentos de camhraia, a 3,200 o cor-
le ; ditos, a 3, jflO ; eassas decores, a 400
rs. a vara ; ditas, a 500 rs. ; chitas france-
zas. a 240-rs. o eovado ; ditas, a 2)0 rs. ; e
muilas outras fazendas de gosto por preces
commodos.
-- Vendem-se duas lindas negrinhas com
boa flguri o qualidsdea, para mucamas o
que eiaiii na Babia ; u na linda preta moga
8 al proprin para o que se quizer appliear
e um prelo Angola, bom remador lodos
estes escravos pecas: pda figura e prego nao
desagradarlo ao comprador, pois venlem-
so om conla, por seo dono querer se re-
tirar : na rua da Cadeia do Keeif-, n. 39.
~ Vendem-se 3 saccalas de pie Ira da
tena e 1 cania de angico: ni rua das l.aran-
geiras, n. 29.
Vende-se um reloio do cima de banca,
muito cerlo, em bom uso: na rua das
Agoas-Verd.-s sobrado d dous andares,
n. too, defronte do oilo da igreja de Nossa
Senliora do T- rgo.
-- Vende-segomma muito boa eom sac-
cas, por prego muito commodo : na ma es-
treita do Rozario, n. 13.
Vende-se sebo pisado em barricas, por
prego muito commodo : na rua estreita do
Rozario, o. 13.
Camhraia monstro
a 'J.l.KO rs.
Vendem-se corles de camhraia monstro,
de cores muilo lixas, [
2,960
2,197
8,581
2WJ7
3,M8
1,785
1,138
5,587
833
2,171
846
1,979
4,(i6l
4,747
8,375
M97
2:000,000
200.000
200,000
200,000
100,000
IO0.000
100,000
100.000
100.000
40,000
40,000
40,001)
40,000
40,000
40,000
40,000
Vende-se a padaria delronto da igreja
da Soledado : a tratar na mesma padaria.
Nosta mesma padaria preeisa-so do um pe-
lo para vender pilo e trabalhar diariimen-
te, e tamben de um amassador que seja
bom.
Vende-so um escravo mogo, de todo
o servigo na ma do Crespo, n 8. segundo
andar.
Aos 20:000,000 de ris.
Vonlem-se bilhetos e meios ditos da lt."
lotera ordinaria a lieneficio do theatro da
imperial cidade de Nictheroy: na rua da
Cadeia, n. 24, loja de cambio da viuva Viei-
ra <* Pidos, cujas rodas d.-vern andar no
dia 17 do crrenlo mez.
Vende-se mu piano
de nmitoboa qualidftdee
proprio para qualquer
pessoa que queira princi-
piar, por proco comino-
do : na rua >ova. 35.
Vende-se um niolequo de 14 annos, do
-la figura ; 3 pretas de nagit.i, sendo urna
dei?ascom urna criad anno o meio, bem
nutrida ; 4 ditas com algnmas hbil i 'ades ;
lous pretos bem robusto* no pateo da na-
.. de ricos padres, i triz de Sinto-Antonio. sobrado n. 4, se dir
pelo bar'alopre"go"d"e 2*880 rs o corte; pe- quem vende. .h.n..,!.,..
cas.ler,scadosescurosa5,00rs.: na rua [ \end.-sc um prdo bom trabalbador
14, loja do Jos Francisco
do Crespo, n.
Das.
Vende-se um terreno na rua do Jardim,
le enxada, e um cavado proprio para me-
nino : na rua Nova, n. 56.
Vende-de o fecreiu, Jornal
or-
pordclras da igreja de S.-(,. ncalo a ta- ^ FamUlOS. em J Vtluuies,
lar con Joaquim francisco raneo, na al-, ,,... nr
fandega, das 9 horas da mantilla as 4 da' nado com ricas estampase por
tarde. ,.,
- Vende-se um guindaste porttil em ci-
ma de um Carro, e quo se acha no caes la j
alfandega I bem como dous cairos limos'
com rodas de ferro, propriOS para pe arein.
em grandes pesos: a tratar rom Arcenio
Fortunato da Silva em qualquer da, na;
alfandega. ,..-.)
- Vende-so urna escrava crioula, de to a j
l8annos.de bonita figura, que eozinha o
diario de urna casa, engomma e coso: na;
rua dnueimado, loja n. 18.
--Vende-se muito superior familia gal-,
leg% em rneias barricas: na rua da Cadeia I
do Recife, escriptorio do lieane Voule & C., j
ou no primeiro armazem do berro do Con-
calves. ., .
Vende-so um pardo muito mogo, de
excedente conducta, o que se garante, o
qual tem principios do idlicio de sapalciro,
e he ptimo pagem, por estar a isto acoslu-
mado: na praca do Commercio, n. 2, pii-
meiro andar.
- Vendem-so saccascom milho : no caes
da Alfiidega, armazem do llarellar e Das
Fernandes.e na rua da Cadeia, armazem-
que fni do Braguez.
Contina-so a vender boa manteiga
ingleza, a 400, 500. 600 o 800 rs. ; cha, aj
1,760, 2.000 O 2,240 rs. ; letria, a 210 rs. ;
macarnlo novo, a 160 rs. ; passas novas, a
280 rs. ; arroz branco, a 320 rs. a Cilla ; mi-
Ibo e arroz de casca, a 120 rs. ; foijilo novo
niiilalinho, prdu e branco, a 280 rs. ; rape
Meuron, a 1,040 rs. a libra ; azeite de car-
rapnlo, a 2,000 rs. a caada ; queijus novos,
muilo fresraes, a 1,200 rs. : no paleo do
Carmo, venda nova n. 2.*
os 'Jt0:00(),y000 ris.
Na cidade deOlinda, nosQuatro-Cantos,
loja de miudezas, n. 5, vendem-se bilheles
da 11 loteiia a beneficio do theatro do
Nicleroy, cujas listas devem cliegar pelo
primeiro vapor.
Vende-se urra preta moga, sadia e sem
vicios, e que he propria para qualquer ser-
vigo : na ruada Cadeia-Velha. n. 33.
Vende-se urna parelba de cavallos de
carro, alazo, muilo bonitos, e ha pouco
comprados no lel0 da rua .Mv. por ler
desobir para o seitlo o coronel Manoel Ca-
valcai.tede Albuqucrque, que a tinha Com-
prado t quem a pr. tenderannuncie pelo
Diario o lugar para se mandar levar.
Vende-se bezerro.le lustro, chepado ul-
liinamenteo maisbaratodo queem oul.a
qualquer pito:.na iua da Alfandega-Ve-
|ba, n. 5.
or m-
dico preco : na rua estreita ilo
Kozario, n. 4*
Aos.20:000.^000 rs.
LOTERA 1)0 RIO-llK-JAM-.IRO.
JO.v/o Monte-Pi ell." 'o theatro de
Nictheroy.
Lista dos premios chegar no primeiro
vapor.
Vendem-se na loja de Baymundo Carlos
l.eite, na rua do Queimado, canto da do
Collegio:
Bilhete intdro 21^)00
meio 10/500
quarto 3/200
k oitavo 260O
ii vigsimo 1*200
Vende-se o superior rap denominado
Joo Paulo Cor leiro por prego commodo, o
caixas de capsulas de balsamo de copaiba
puro e liquido, o com cubebas egomma
kinna : na rua da Senzalla-Nova, n. 40, pri-
meiro andar.
Novo sorlioieiito de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. 0f ao pe
do lampea1''.
Vendem-se corles de cassa franceza rom
10 covados a 2,560 rs.; pogas do camhraia
de quadros com 8 varas a 2,720 rs.; cassa
preta para lulo, a UO rs. o eovado; zuarto
rom 4 palmos delarguia, a 200 rs. o eova-
do ; riscado monslro a 220 rs o eovado;
chitas de cores lisas a 160 e 180 rs. ; Cha-
les de lai lalana, a 500. 800 e 1,000 rs. de
muilo hom gusto; cortes de brim de puro
j dnbo a 1,280. 1.500 e 1,600 rs. ; chapeos
de masas 1,600 rs ; ditos de seda a 640
; o 480 rs.; cobertores de algo.lflo america-
iiio. a 610 rs. ; picote muilo encongado, a
I I80rs. o eovado ; pegas de madapolSo mui-
to lino e com piulas de mofo, a 3,600 rs.
Esleirs, chapaos, sajia-
tos e peonas de eina,
viudos do Aracaty.
Vendcm-sc os gneros cima em
grandes c pequeas porcoes, por
preco commodo: no Foite-do-
Mattos, rita dnAmorim, armazem
de A. J. Vidal & Companhia.


4
l
fe
*
<*
*?
a
Venile-S" supfnor cal virgem de l.is
Via vinla polo ultimo navio, por prego
mdico : a tratar na ra do Vigario n. 19,
piimefro ailar.
Tecidos de algodo I ran-
dado da fabrica de To-
dos-os-SanloS.
Na ra da Cadeia, n. i5'2.
vcndem-se por tacado tres qnaiidadcs,
proprias para saceos de assucar o roupa do
escravos, a 250, 280 e 300 rs. a vara.
Na ra do Crespo, loja da f1
esquina que volla para a ^
Cadeia, vcndem-se r
os acreditados brins brancos de lis- 9
Iras, lisos e amarellns, a 1,500 rs. oj
corte ; dito muito superior a 1,600 i
rs. todos de puro linho ; panno fino J
preto eazul a 3,200 rs. o covado ;
dito muilo superior, a 5,500 rs.; fus-
les muito bonitos a 6*0 rs. o cor-
le ditos de velludo muilo ricos a
2,500 rs. ; pegas de cambraia de jjua-
W dros do 8 varas e meia, a 2,720 rs. a
%* pega ; cassas pretas muito bonitas ,
<> a l.lto rs. o corte ; madapoliio entas- 9
? lado muito fino, a 5,400 rs. a peca ; 54
6'> cortes do caigas de selineta de cor, ?}
rs. ; cliila azul para escravos, a 140 #
rs. o covado ; picote muilo encorpa- "
do, a 180 rs.; platillos .leliuho, #500
rs. a vara j esguiHo de linlio muito li- no e rom 4 palmos e meio de largu- ?
ra a 1,440 rs. a vara ; corles le
briol de algndiln, a 800 rs. ; e ou- ?
tras muitas fazendas por prego coin- (v
mo lo. *?

v

m
Cha brnsileiro.
Veude-se cha brasileiro no arma/.em de
mutilados, atrs do Corno-Santo, n. 66, o
mais cxcellerite cha produzido em S.-Pau-
lo que lem vindo a este mercado, por
prego muito commodo.
A J10 rs. cada tim.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encornados e grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras de bons padrOes e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
ra do Crespo, na luja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
AfilNClA
da fmidicao Low-lloor,
RA IU SfCNZAI.T A-NOVA, N. $1.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moenrlas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro Infido e
c para dito.
Vendem-se relogios de ouro e prata,
paleles inglezes: na ruada Senzalla-No-*
va, n. 42.
Cortes de brim de puro
linho, a l,2B0.
Vcndem-se corles de brim trangado
pardo ile pu'o linho, pelo diminuto prego
de qualro patacas : na ra do Crespo, loja
da esquina que volla para a cadeia.
p:> l!m piano'. 0
Vende-te un piano muito bon para 9
f? esluilo, bonito e de excellentc autor: 8*
'> na ra do Collegio, n. 9.
00099900 OOOOOOOO*
llarricas.
Vendem-se barricas vasiaS que'foram de
farinha em p e bem accondicionadas :
na ru do Amorim n. 35, casa de i. .
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Sanfos na Haba
Vende-se em casa de N. O. Hieher & C.
i ra da Cruz, n. 4, algodSo trangado
ilaquella fabrica, muito proprio para sacros
de assucar e roupa de escravo*.
Vende-se, a hordo-do brigue Marcial ,
ebepado do Rio-Gran !e-do-Sul bom sebo
em rama por prego commodo.
Deposito de Polassa.
Vende se multo nova potassa,
de boa qualidade, em barmzinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como ja ba muilo
tempo se no vemle : no liectfe,
roa da Cadeia, armazem n. 12.
Rap mlofranct-t.
Vende-seo superior rap rolSo francez ,
nicamente as lujas dos Srs. Caelano l.uiz
Feneira no Alerro-da-lloa-Vist n. 46
1 linrr.ii/ de Mallos Istima na n csina ra,
n. 54 ; Francisco Joaquim finarle ra do
Cabuga ; Pinto & Irrofio na ra da Cadeia
do Herir, n. 19.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, lia
mnito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco mnito commodo.
VenJe-se a RecreagSo philosophica em
10 voluntes, pelo padre Theodoro de a inci-
da : na rua Nova, n. 16
-Vendem-se bules o cafeteras de metal,
padroes os mais modernos, assitn como
machinas para fazer caf : na rua Nova, loja
de IVrragens, 11.16, de Jos Luiz Pereira.
VENDE-SE una bride de prata ; um
par de tornos de martlm para rede ; urna
'capa de gorguro rouxo : us iuco-l'oil-
tas, n. 62, loja.
A os 20:000,000 de ris.
Vendem-se hilhele* do Rjo-de-Janeiro da
11 lotpria ordinaria a beneficio do Ihea-
trode Nictheroy : no Aterro-da-lioa-Visla,
loja .I' sapatos, n. 78.
bilhetes 21,000
Me 11- 10,500
QutrtOs 5,500
(litavos 2,700
Vigsimos 1,300
A 140 rs. o covado.
Vende se superior r'scndn do algodSo,
muito encorpado, a 140 rs. o covado: na
rua do Crespo, n. 6, loja junto ao lampcflo.
Aos "0000,000 de ris.
Vendem-se bilhetes o meios ditos do Rio-
de-Janeiro da 11.'lotera ordinaria a bene-
ficio do Iheatro de Nictheroy : no hecco da
Congri'gagfio, loja de fazendas, n. 41.
Iti I heles 21000
Meios 10,500
Quartos 5,50
Oitavos 2.700
Vigsimos 1,300
Bixas.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
e de boa qualidade, a 160 rs. cada urna, em
porcSo de 25 para cima : na rua do Amo-
rim, n. 35.
Na loja do sobrado amarello, nosqna-
tro-cuntosda rua do Queimado,-n. 29, vcn-
dem-se brins Irangados de cores, linho pu-
ro r padroes de muilo posto, e alguna coni
listras ao lado, a 1.800 rs. a vara ; cortes de
digas de casimira de co es, a 5 e 6,000 rs. ;
cortea do cuteles de fustSo, fazenda muito
superior e do goslos muito modernos, a
1,800 o 2,000 rs,; ditos de velludo de co-
res, a 5 e 6.000 rs. ; alpaca de cores, pro-
pria para casacas e palitos de montar a ca-
vallo, a 800 e 1,000 rs. o covado ; e outras
fazendaa muito em conla.
> <^
Farinba de mandiocas
nova.
P Verde-se, a borpo do i alacho Am- J
w" tdi'Contlanie, o qual se acha fun- _-
2 deadod f S, a iiulhor farinha que ha no merca- ^
g> do, por ser muilo nova esem cheiro ^
* algum, por mais barato prego 1I0 que ^
f> em nutra qualquer parle- trata-se <^
*> com Machado Pinbeiro, na rua do
2 Vigario, n. 19, segundo andar, ou J
S| coin o capilo a bordo do mesmo pa- ,_,
^. lacho. 41
^^ OA*MMMAAAAAAAAAA
Vende-se um lindo sobrado novo de
um andar, na rua Augusta, por prego mui-
to rasoavel,, por haver prerisiio do se com-
prar um sitio nos Remedios, que j est
lonlralado: na rua de S.-l'rancisco, .casa
apalagada se dir quem vende, e quem tam-
hem so esta autoiisado a vendc-lo, de ma-
nha at as 9 horas.
-- Vende-se pallia de carnauba : na rua da
Moda, armazem de Leopoldo Jos da Cos-
ta Aiaujo a tialar com o mesnio, ou com
Francisco Martina Kerreira.
Aos 20:000,000 de ris.
Vendem-se bilhetes do Itio-dc-Janeiro da
11." or linaria a beneficio do Iheatro de
NicthlTOy : na rua lo ('ahupa, loja francezii
jii 1 tu a imtica do Sr. Jo.to Morcira Marques.
oedas para instru-
mentos.
Vcndom-se cerdas c bordes para violilo,
rebeca, rabcefio crande e pequeo ; papel
pautado para msica : ludo de superior qua-
lidade; na praga da Independencia, loja
n.3.
Aos 0,000,000 de ris.
13a Cheguem ao restinho. ^~J
Vendem-se bilhetes, meios, qunrtos, o-
lavose vigsimos da 11 lotera a beneficio
do Iheatro de Nictheroy, aos pregos abaixo
declarados na rua da Ca .eia, n. 56.
Rilhetcs 21,000
Meios 10,500
Quartos 5,200
Oitavos 2,600
Vigsimos 1,200
Vcndem-se 10 lindos molcquesde 10 a
18 annos ; 8 pretos de 20 a 25 annos ; 3 par-
dos d 16 a 20 annos, sendo um delles pti-
mo rozinheiro ; 3 pardas de 16 a 20 annos,
com habilidades ; urna dita de 20 anuos,
com habilidades, e rom dous lilhos, um de
5 annos O outro de um anuo ; 10 pretas com
habilidades, de 16 a 24 annos: na rua do
Cullcgio, n. 3, se dir quem vende.
W'inoriis histricas
da provincia de l'ernambuco por
Jos Bernardo Fernandos Gama,
4 volumesem oitavo, com retrato do autor
em frente e diversos mappas e plantas lo-
pogrffphicas.
lie urna obra de summo interesse e de pri-
mira mcessidade para quantos habitan
l'ernamburo. lie a historia mais curiosa
que possuimos desde a dcscoherlu e funda-
1; ju desta provincia al os nossos das, com
as particularidades mais minuciosas e do-
cumentos origiuaes que ainda uo tinham
visto a luz.
Vende-se na praga do Commercio, es-
criplorio n. 2.
Ka loja de Maia Hamos &
Gompanhia, rua. Nova, 11. 6, ven-
dem-se lu vas de pellica muito fres-
cas c novas, tanto para bomcm
como para scnbora, a 1,000 rs. o
par. assim como para meninos e
meninas a 64o rs. o dito.
JnSu> Marccllino Ribejro, morador na
rua da AssumpgSo, n. 18, lem para vender
urna crioula coru todas as habil'oades que
se pdem desejar em una escrava, pois at
sabe Itr e esrrever: quem a pretender pe-
le procura-Id em dita casa a qualquer ho-
ra 110 oa.
--Vende-se.de urna pessoa qu se reli-
ra, um bonito escravo de nag3o, de' muito
boa conducta, e que he Irabalhrdor do en-
xaila : na rua larga doRozario, n. 35, loja-
Vendem-se espingardas linas de 2 ca-
nos : na rua Nova, loja de ferragens, n. 16.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 90:000,000 de ris.
Na rua rio Queitnado, loja de miudezas,
n.25, vendem-se bilhetes da lotera do
thealro de Niclheroy, pelo prego abaixo
declarado :
Rilhetcs 21,000
Meios 0.500
Quartos 5-200
Oitavos 2,600
Vigsimos 1,200
A bordo do brigue JVro, fondeado na
volt do Forle-do-Maltos, vende-se sal do
Ass. bem grosso e claro, cuja amostra se
podor ver no armazem de Rias Kerreira, ao
p da alfandega : a tratar com Leopoldo Jo-
s da Costa Araujo.
Vendem-se cambraias de bonitos pa
drOes, com 10 covados cada corte : na rua
do l'asseio, loja n. 17.
--Os diversos systemas mdicos de llip-
pocrates.Hanmanu, Buclran, Snchez, Brus-
sai, Orfila, Haspaille e outros, o quaes
qoasi todos divergem no melhodo de cu-
rar, nada ilisseram a respeilo do medica-
mento que havia para vista curta ou cansa-
da, anlcs pelo contrario, aprovoilando-se
da descuberta de Alexandre Spina os dessa
poca pondo cada um seu par de oculos no
nariz, fdram caniinhando com O progresso
quelheoffereciam as sciencias medicas e
anatmicas : do exposto conclui-se que
quem soffro dessa molestia que ordinaria-
mente chega com a idade compre oculus
aprnpriado a falta de vista que sofTrem, os
quaes se vendem baralinhos na rua larga do
Itozario, n. 35.
Vendem-se 6 escravos muilo bons para
todo o servigo de campo e da praga ; 2 mo-
loques de 14 annos ; 2dilosde 16 anuos; 2
ditos de 20 annos: todos de bonitas figu-
ras : na rua do Collegio, 11. 21, primeiro
andar, se dir quem vende.
Camisas francezas.
Na rua Nova, n. 14, loja de alfaiate, ba
chegado um rico sorlimento de camisas
brancas e de liscado, vindasdo Itio-de-Ja-
neiro.
Velas de espermaceti,
das melhorcs que tecm vindo a este merca-
do : vendem-se em caixasdo 24 libras, em
casa do Ricardo itovle, na rua da Cadeia-
Vrlha, n. 29.
Vendem-se sapa les de cou-
ro i\c lustro feitos no paiz, pelo
baratifsimo preco de 3,000, /,<>(><>
e :'i,.")oo rs. ; ditos para meninos,
a 2,ooo e a 2,500 rs. ; ditos bran-
cos do Aracaty para bomcm, a
1,000 e a 1,200 rs.: na rua da
Gadcia do Recife, n. g.
A ;i,000 rs.
Vcndem-se ptimas mantas de seda para
seuhora a 3,000 rs.: na rua do Crespo, n.
II, loja de Antonio l.uiz dos Sanlis & Com-
pauliia.
A 2,Sf0 rs. o corle de
vestido.
Vendem-se riscados escocezes com 4 pal-
mos de largura e de cures llxas, a oito pa-
tacas o corte: na-rua do Qucimado, loja
n 8.
Vende-s um bom cabriolet
com excellcnte ca vallo ou sem el-
le, por preco muito commodo: na
rua da Aurora, n. 5C, primeiro
andar.
Aviso importante.
Beneficio publico.
0 armazem antigo da rua da Madre-de-
Reos, n. 36, esla de novo estabelecido de-
haixo das mesmas condiges, offerecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado prego de 180 rs. a garrafa, e
t,300 rs. a caada,a de vinhohranco de Lis-
boa por 220 rs. a garrafa, e 1,600 rs. a ca-
ada, a de vinho de llordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. N3o so admirem
os fieguezes do baixo. prego por que se ven-
de a deliciosa pinga, e sim da audacia do
proprietario querer sustentar o antigo pr*
go, emhora este genero lenha subido o me-
Ihor de 30,000 rs. por pipa. F.xaniincm os
amantes a qualidade para reconhrciinenlo
da verdade c conliniiagSo da antiga fregue-
zia.Epara no haver usuras, eslJo promp-
las garrafas lacradas c com o competente
rotulo, assim como harris de diversos ta-
maitos para piovlso do prximo Natal.
O proprietario conla com a concurrencia;
do contrario, tornarSo 08 pregos do rela-
Ihoa primitiva de 240 e 280 rs. a garrafa.
toa rua do Passeio, n. 8,
vendem-se chapeos deso, de seda, para
homem e seuhora, ditos de panninho, em
porg.lo e a i elI lio. Os freguezes acha rilo
urna dilTcrenga no prego, pila qualidade
superior, ronstrurges das armagoes c co-
res lixas dos ditos chapeos.
i\ovo trem de cozinha.
Vendem-se panellas, chaleirts, frigidei-
ras e cagarolas de ferro, foi radas de louga :
na rua Nova, loja de ferrsgens, n. IB, de
Jos Luiz Pereira.
Cal vil-geni.
Cunha & Amorim, na rua Cadeia do Re-
cife, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Novo melhodo p ral ico e
ti ico rico da lingoa fran*
ceza, por Luiz Antonio
Burga in 2 v. por 6#
Acaba de apparercr no Rio-de-Janeiro es-
ta interessante grammalica pela qual em
muito pouco tempo e sem a fastidiosa la-
res de estudarde cor veibos e significados,
se aprende a fallar, Iraduzire tscrevercom
perfeigflo a lingoa franceza.
Vende-se aqui na praga do Commercio, n.
2, primeiro andar.
Vendem-se erpidu prataadaa para oa
olUciaes da guarda nacional! na rua Nova,
n. 16.
/liarles de furla-crcs a
200 rs. o covado e ris-
cado monslro a 220 rs.
Vende-se zuarte do furta-cres muito
encorpado e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escravos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua do Crespo, loja da esquina que
voltaparr a cadeia.
A lien cao !
A 1,000 ris.
Veodcm-ae cobertores de algodSo dobra-
dos, ptimos Unto em qualidade como em
tamanho om 8 palmos de largura e 11
de comprimento, pelo bf ralo prego de 1,000
rs. cada um; bem como um completo sor-
timento de fazendas novss e baratissimas :
no armazem de fazendas de Raymundo Car-
los Leile, na rua do Queimado, n. 27.
Arroz de casca e milito
novo.
No armazem ao Rraguez, ao p do arco
da Conceigflo, vendem-se saccas grandes
com arrot de casca e milho novo, pelo m-
dico prego de 3,000 rs. cada urna.
Vendem-se oculos de ver ao longe,
proprios para thealro, janellas, ou mesmo
para senhores de engenho, que de sitas ca-
sas pdem com facillidade conhecer, nflo
s quem vem como quem trabalha ou n.lo
no campo, por 3,0(0 rs cada um : esla de-
coberta foi devida ao acaso em 1609: na
rua larga do itozario, n. 35.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de ominados
atrs do Corpo-Saoto, n 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se tornan
recommendaveis pela sua superior qualida-
de e aturarem mais que as de espermacele,
e nSo fazerem morrSo.
Vende-se farinha de Srnta-
Catharina, a melhor que ha no
mercado e por preco commodo :
nos armazens de Dias Ferreira e
do Mooro, no caes da Alfandega
Vende-se polassa superior
por preco .mais commodo do que
em outra qmlquer parte : no ar-
mazem de Dias Ferreira, no caes
da Alfandega.
--Vendem-se amarras de ferro: na rua
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da rua do Brum,
acaba-so de receber um completo sorlimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carrpeam-seem carros sem despezas ao
eamprador.
4cs fumantes de bom %osto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor .vindo do sul superio-
res charutos S.-Felix, e de outras multas
qnulidades quese venderSo mus barato do
que em outra qualquer parle : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
milho, que se eslo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Pos ral va ni eos para
pratear.
Na rua do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objectos
prateados e aue tenbam perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisados, leem nestes pos um exeellentq,
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para so usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Urna raixinha conlendo quantidade suf-
ficiente para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia de
mil rs.
Vende-se un/cabriolet inglez muito
forte, em ptimo estado e pintado de novo:
na cocheira do Sr. Mouuicr,' no Aterro-da-
Boa-Visla.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr A Companhia ,
em S.-Amaro, acham-se venda oioendas
de canna, todas de ferro, de um modelo a
conslrucgilo muito superior.
Vendem-se 2 cabriolis inglezes em
muilo bom estado com todos os seus per-
tcnces por prego commodo : no Alerro-da-
Doa-Vista, n. 52, coebeira de Luiz Moincr.
31 a da pnlos finos a
3,600 rs. a pea.
Vendem-se madapoles finos, com 24 jar-
das enm um pequeo loque de mofo pe-
lo prego de 3,600 rs. a pega : na rua do Cres-
po, loja da esquina que volta para a ca-
deia.
--Na rua estrellado Rozario n. 43, se-
gundo andar, vende-se um escravo perito
olcial de sapaleiro o qu he bem mogo :
o motivo porque se vende se dir ao com-
prador.
Na loja do F.stma Ramos, no Alerro-
da-Boa-Vista, vende-se um par de adrago-
nas muito ricas para capullo; bem como
um habito esmaltado de Chrislo.
A 900 rs. cada urna
vara.
Novo algodSo california com 8 palmos
de largura na rua do Crespo, 6. 5, loja
que faz esquina para a rua do Collegio ,
vende-se o novo algodSo trangado, pro-
prio para toalhas com 8 palmos de largu-
ra pelo barato prego de| 900 rs. cada ltoa
vara.
Novos cortes de cassa pa
ra vestidos.
Vendem-se corlea de casta para vestidos,
de cores llxas e de bonitos padroes, a seto
e oito patacas o corte ; chales da tarlatana
grandes a 800 rs.; meios ditos, a 500 ra.;
na rua do Crespo, loja da /esquina que vol-
ta para a cadeia.
Folha de Fia odres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na rua-do Amorim, n. 35, casa de J. J. Tas-
so Jnnior.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de de ferro diversos mo-
delos.
|^MMiMfcj mmmmmwmmmm
Vendem-se ptimas bixas jj
|| de llanibnrgo, das melbores 1
que ha no mercado, assim a
| romo tambemse alugam, por *
preco commodo : na travs- I
sa da rua do Vigario, loja de k
barbeiro, n. i.
*X*JWWV*J9IVWill WWtt'WMKWIMIVI
Aos 20:000^000 ris.
11.* lotera a favor do theatro de
nictheroy.
Meios bilhetes 10,500
Quarlos 5,200
(litavos. 2.600
Vigsimos 1,200
Na rua da Cadeia do Recita, n. 19, loja da
miudezas de Pinto & Irmio.
Borne barato
Na rua do Queimado, vindo do Rozafio,
segunda loia n. 18, vendem-se cortes de
cambraias de cores, a 2.600 rs.; lencos de
setim de cores para grrvala, a 1,000 e 2/rs.;
cortes de cambraia -do seda, de modernos
gofios ; mantas de seda escoceza ; e outras
muitas fazendas por prego com modo.
Vendem-se sellins elsticos inglezes :
em casa de Geo. Kenworthy, na rua di
Crirz, n.2. \
Vende-se om preto moco, apto para
todo o servigo, e que cozinha pe fritamen-
te o diario de urna casa : na ruada Cruz,
n. 18, terceiro andar.
Vende-se um par de bancas de jacaran.
d, por prego commodo : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 86, segundo andar.
Al ten cao.
Na rua Nova, n. 14. toja de alfaiate,. adia-
se um completo sorlimento de obras taitas
de todas a qualidades ; bem como um 11-
quissimo sorlimento de fazendas, como se.
jsm : panno lino preto muito superior; di-
to de todas as cores; cortea de casimira de
superior qualidade; aelim niaco muito
superior; merino preto fino; ricos cortes
de rolletes; e outras muitas fazendas por
prego commodo.
Vendem-se tres sellins j usados : na
rua da Aurora, n. 24.
Vende-se papel almaco de
primeira sorte, o melhor que tem
vindo este merend, por preco
commodo : no pateo do Collegio,
n. 6, loja do Domado.
Vende-seo legitimo vinho de Cham-
panha, da maica superior, para fechar cen-
ias, por prego commodo : na rua da Cruz,
n 55, casa de Jniio Kelle.r & Companhia,
Vende-se um sobradinho na rua da Sen-
zalla-V'elha, n. 23: no l'asseio-Publico, n.
7, onde so far qualquer negocio.
fcserttvos rupitit;/
-- Fugio, no dia 20 do corrente, a prela
Delfina, de nagSo Cosa, de 32 annos, de
estatura regular; levou camisa vrlha de
algodSozinho, saia de chita, com ferro no
pesengo: tem os ps grossos e as pernas
foveiras ; be bastante bucal; no dia 21 fui
vista no Manguind; algumas das vezes
Olinda.e por isso lalve para l tenha ido,
ou para as paites deBeberibe : quema pe-
gar leve-a a rua do Rangel, n. 36, que se-
r gratificado.
Escravos desencaminhados.
Pela madrugada da segunda-feira, 15 do
correnle, do chafariz da rua Augusta, as
Cinco-Pontas, deixaram-se (loar atrs do
comboi que seguia para o engenho Marta-
pagipe ascscravasseguinles, que presume-
re acharem-se perdidas, por ufio saberem
docaminho para aquelle engenho: Ang-
lica, prrta, de 30 annos, de estatura regu-
lar, com faltas de denles na frente da parte
superior, rosto comprido, olhos pequeos,
com dous lilhos, um mulalinho de nomo
Leopoldo.de 5 annos, olhoa grandes, de
bonita figura, e o outro com tres mezes de
nascida, e preta ; foi escrava do Sur. Va-
lenga, moiadnr na rua larga do Rozario:
Luzia, de 25 annos, preta fula, estatura re-
gular, rosto redondo, inclina a cabega
quando falla ; tem a testa grande, olhos pe-
queos ; foi escrava do Sr. Mmioel Vieira,
que teve loja de louga na rua do Livramen-
to : anidas estas escravas s3o dadas a be-
bedora : Cusma, prela fule, de 35 anuos,
muilo baixa, rosto comprido; he escrava do
senbor do engenho Martapagipe : quem,
por tanto, as pegar leve-as ao dilo enge-
nho, ou ncsla praga, na rua do Italigel, ou
na praga do Commercio, n. 2, casa do Snr.
Luiz Jos de Castro Araujo, quwse recom-
pensar.
Fugio, no dia 17 do corrente, um pre-
to de nacflo, ladino, de nomel.eandio, vin-
do ha pouco da baha, de estatura regu''1'.
de 30 e tantos annos; levou camisa de al-
godSo trangado escuro, caiga de algodSo
da Ierra, chapeo de palha; tem falta de
denles queixaes; lem os lornozelos dos > es
finos, e com sigoal de um caustico so la-
do da barriga. Roga-se as autoridades po-
liciaos e capitSes de campo, que o appre-
hendam e levem-nn a rua da Cadeia do Re-
cite, n. 15, que serflo gratificados. )
Fugio, ue bordo do patacho niclheroy,
em principios de outubro, o preto Vicente,
de nagSo, de 30 a 40 annos, de estatura
baixa, magro: quem o pegar lee-o a lr
do do dio patacho, ou a rua daCruz, no
Recita, n. 66, quesera reeompntadO- *
Peas. : NA TTP. di m t. ok wai*. 184o


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFC60TZN4_NT4CCX INGEST_TIME 2013-04-24T17:41:16Z PACKAGE AA00011611_06695
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES