Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06687


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Full Text

ino XXV.
Pegun-l-felra IS
PARTIDA* DO OOBHZIOB.
.,.., eParahlba.srgonda e lextas-felra.
n'jo-r.raude-do-Norle, qU|nia-feirasao weio-
r.h,.*Serinticm, Rio-Formoio, Porto-Calvo
Maclo, no 1.'. H e 21 de cada mex.
r.rnliuDS e Bonito, a 8 e 23.
K." Floros, a 13 e 28.
Victoria, nuintM-felras.
Onda, todos o dial.
t.
m.
IPHIMIBIBM.
Piutis a 1.0. Chela a 1, s 3h. e l.'im.da .
Ming. a 8. s 10 b. e 24 m. da in.
Nova a 18, 2 h. c 53 m. da m.
Cresc.a 24, t 4 h. e 44 m. da m.
FREAMAB. BE HOJE.
Prlmelra ai 2 liorai e 54 minutos 4a tarde.
Segunda as 3 horas c 18 minutos da manh.
de Oiiiibrode 1849.
S. meos DA bubscrico.
Por tres inezes (tiianUdos) 4/000
Por icisinezcs 8/000
Porumanno 15/000
DAS da semana.
15 Seg. S. Therezi. Aud.doJ.dos orf.cdoin. l.v.
lliTcrc. 8. Martiniaiin. And. da chae., do da 1. J.
v. do civ. r do dos feitos da fazenda.
17 Quart. S. Ileduviges. Aud. do J. da 2. v. do civ.
18 Quint. S. Lucs. Aud. do J. dos orf. c dom.
da 1. v.
19 Seat. S. Pedro de Alcntara. Aud. do J. da 1.
v. do civ.e do dos leilos da fazendi.
20Sab. S. Joao Cancio Aud. da Clianc. c do J.da
2. v. docriuir.
21 Dom. S. rsula.
CAMBIOS EM 13 DE OUTUBRO.
1/000 n. a 60 dias.
Sobre Lonas**! 27 a 27' d. por
> Pars, 370.
Lisboa, UOporeento.
Otro. Onca bespanhoes........
Mocdas de G400vclhas.
de (i ii'n novas .
de4/UOO..........
Prata.Patacflcs brasilriros.....
Pesos coluninarios......
Ditos mexicanos
30fSOO a 31/noo
17/300" a IZpOO
K/.VK) a I670O
9/500 a
UH8U
1/iGO
1/900
9/700
LIRIO
EXTERIOR.
rORRESrO.NDENClA O DIARIO DE PER-
NAMBb'CG.
Parit, 2 de ttlembro de 1849.
NSo quero deixar partir o paquete de 4
sem communicar a Vmc. em resumo os a-
ennteciment* que ltimamente teem lulo
lugar; bem que a minlia ultima carta soja
de dita mu recente.
la I he disseque snbmissfo Me C.eorgy
poz fim i guerra da Hungra, hoje tenho
quedar-lhe outra nolicia. Em 24 do mez
djanoslo, Veneza canitulnu.
As condicoes qnellie foram impostas po-
lo nwechil Itadetzki silo asss loleraveis.
Concndeu-se amnista aos habitantes de
Veneza rom pnucas excepefles, e aos in-
dividuo* excluidos deu-se certo prezo para
evicuarem o territorio austraco. Os estran-
geiros que lomaram parte na guerra deve-
rfio timbem ahir de Veneza. O papel-
meda,que Coi creado durante o coreo, he
provisoriamente conservado por metade
do seu valor; mas s ter curso em Ve-
oZI.
O general austraco n.lo quiz que as tro-
pas, empregadas no cerco, poisestavam
exasperadas com a obstnicfio da resisten
cia, fssem encarsegadas de tomar posse
dacidade. Para evitar actos de violencia
e rixas sanguinolentas, mandn vir de
iT'iesle niitr's tropas que nfio tinham toma-
do parle na luta, e estas deviam entrar em
^'cneza no da 26 de agosto.
Assim Huiln a ultima, e nica digna de
|interesse, do todas cusas insurreicfles que
obriram o solo italiano com sua ardente
ava. aples, Sicilia, Piemonte, Toscana,
s ducados de l'arma, Placencia, slodena, a
.ombandia, os estados romanos tinham
uccessivamenle obedecido s anarchicas
xciaci's das sociedades mazzinianas, e
aziam hincados no furioso tnrbilhlo das
evolucuos. A ordem tiavia.sido restabe-
ecida em toda a parle, e Veneza inda re-
istia ; sua resistencia prolongou-se quasi
manno, depois da poca em quo a l.om-
ardia, que com ella se tintvi levantado,
oflreu a lei do vencedor. He porquo a
aiiMi de Vineza era iiobre e santa ; he
urque no romefo dos Venczianos actuaos
xiste urna libra que bale anda com a lem-
rnnea dos gloriosos lempos da rainha do
driatico. Veneza quiz reconquistar a na-
ionalidade de que he digna, eque Ihe foi
rrancada pelos tratados de 1815 ; por isso
eus lilbos flzeram rqostra de tanto valor;
nlretanto, quando penao nos paiTrte n
olucionarias que airula fermentam na ta-
la, nfio deploro este acontecimento ; mas,
,e o joven imperador da Austria quizer li-
ar a seu nonie una glora mais pura e du-
adra do que aquella que liio teem gran-
eado as sombras victorias de scus ge
eraes, dever praticar um grande aclo de
esinteresse e boa poltica. Apenas o solo
italiano fr consolidado, ello devo restituir
i Veneza suasantigs instiluicesesuaan-
tiga nacionalidade. Nada era menos dema-
ggico do que o antigo governo venezano;
e as repblicas deste genero nfio perturba-
ra certamcute a paz europea.
Nada de grande importancia tem occorri-
do em Franca depois >le ininha ultima car-
ta, privados estamos anda de nossa cas-
sembla, e semella vamos passando pti-
mamente. Nunca Paris e os deparlamentos
estiveram lio sncegados. Agora a nossa
ordem do da he a sessilo dos c< raes, que se reun rilo por 10 dias nos 80
departamentos. Nos lempos ordinarios pou-
co nos ocrupamos com estes concelhos en-
rarregids smente de examinar a con-
ducta dos preleitos e de regular os negocios
locaes; mas hoje que, a despeito da contits-
uic1o, todos consideram o que existe como
um pouco provisorio, interessamo-nus em
ludo quanto pode concorror para operar urna
iiiinsaccio ; e muitas pesioa contam por
isso com os concelbos geraes que se com-
roein. em grandissimas partes, de homens
moderados o conservadores.
Queriam, pis, osimpacientes que os con-
cclhosgeraes pedissecn a revisti inmedia-
ta da consliliiicfio, e lizeram os possiveis es-
toicos para influencia-Ios ueste sentido. O
ministro do interior, que se julga obrigado
a ostentar acnliiiienli.s republicanos, as-
suslou-se muilo com esta manobra, a qual
elle estignialisou como una vioUcfio fla-
gronte da consliluico, no que leve toda a
rasfl'tj pois, segundo os termosdeum ar-
tigo da le fundamental, sua rovisfio n.lo
he possivel senfio no anno terceiroda ses-
sfio legislativa, isto he, a datar de 8 de maio
du 1851.
Mas, pergunlam alguns, sera possivel es-
perar ? Porveutura o mal interior que nos
devora, isto lio, a falta de esUbilidade e de
coiilanca no futuro, nflo exige mais promp-
lo renwdio? Nio sei oque farSo os con-
celbos geraes, nem sea iuQueucia dos pre-
feitos conseguir quo respeitem a consti-
tuido, recusando-se a exprimir un vol
para a sua revso;mas oque sei he que
no dia28deraao do 18511acontecera urna
desla duas cxiusis : ou a constituicSo ser
^eviaia, ou a Fnna aar mergulhada em
um abysmo de desgracas.
Com efTeito, o socego jz smente na su-
pprOcle; o moral deste paiz est lente. A
infianea nfio renasce; o negocio nfio se
leiun, o trabalho nfio prov senao s ne-
^ssidaiics immediatas do consumo. O ban-
co de Franca, que semanal mente publica
uoi relalorio de suas transaccOes, uo faz a
QUArta parle dos doscontos que fazia antes
uet34defeve vira urna crise qde nossalvar, ou nos arrui-
nar de todo.
As difTerentes frsccCes do partido mode-
rado nfio estilo perfeitamente unidas, eis
talvezopeior da situacflo. Oslegitimistas
que, ha sessenta annos, teem accumulado
loucuras sobre loucuras, vfio obrando con-
forme as suas tradceoes. Riles silo agros e
violentos em suas polmicas,e suas gazo-
tss estfin cheiss dearratoados trgido -
cerca de urna jornada sentimental que seu
rei, o conde de Chambord, acaba de fazer
s agoas d'Ems, acompanhado de sua es-
posa.
Estas inepcias agradam pouco em Fran-
ca ; e, bem que a necessidade de urna auto-
ridade estavel, .comprehendida hoje por
todos, faca apreciar s vantagens da mo-
uarciiia, ninguem tem grande gosto por
essa monirchia do dreto divino que j
conta Untos liaongeros estranhos e enrai-
vados. U senhor duque de Brdeos me
conviria tanto como outro qualquer, pois
pouco me importa qual o homem que sej <
rei"; o quequerohi a insliluiQfio, ella he
que he necessaria Franca mas as bolo-
rentas impericias dos legitimistas torna-
ra m impopular a melhor das causas.
O presidente da repblica nflo he lerdo ;
elle aproveita todas as oceaso -s que se lto
oiTerocem de augmentar sua popularidade,
e o vai conseguindo. Ha tres dias quo as-
sstio a um banquete para o qual fii con-
vidado pelos expozitores da industria, < l
proiinneiiiii mu discurso aproprladissimo
circumstanca, e que mereceu inultos ap-
plausos. Ello acaba do inaugurar buje o
caminho de ferro de Pars Epernay eds-
seram-me esta noite quo fui mu benig-
namente acolhido na ciJade Champe-
noise.
Osegredodos successos que tem obtido
he smplicassimo: ello falla ao seu audito-
rio do que o interesa,o nSo alarlcia pre-
ten;flo; por isso aos industriosos di exposi-
i;;ln falln das magnificencias dos labores
pacficos do liom in, que valem mais que os
iropheos bellicos. A's povoaed -s dosla va-
lerosa canipmba, a qual fol o ultimo thea-
tro de nossas grandes lutas, falla do que
constilue o assumpto do lodos osarrazoa-
dos dos saraos, falla da nossi guerra de 1814
e ao mesmo lempo dos camnhos de i'-mto
que nfio existiam, e os quaes teriam forne-
cido ao imperador os meios de salvar a
Franca. Tudo isso he mui hbil ; mas lim-
bem lulo isso ho chciodo bom sensoe de
boa vontado.
O nossn governo contina a estar mu
pouco satisfeito com o proceder dos conso-
iheiroii |himi iiirin.. t\ n em Gaeta nfio pode conseguir quaconeor-
dassem com ello os representantes da Aus-
tiia, llespanba, aples e especialmente o
cardeal Antonelli. Assim como disse a Vm.
na iniulia ultima carta, o general Oudinot
foi rovocado. Elle mesmo anniinciou sua
partida em duas iroclimacOes que dirigi
aos habitantes de liorna e ao oxercito ; foi
substitu lo polo general Roslolau, excel-
lente guerreiro, o qual suppOe-so nao ser
iflo fcil do sor influenciado pelos car-
deaes
No locante Roma, obtivemosomfim o des-
pacho legal dcslo ncidentediplomalico que
emanou da conducta estranha do senhor de
Lesseps. Vmc sabe quo ata diplmala foi
enva lo ao general OuJinot paraconlinuar
as negociaces, e que coucluio com Maz-
zini um indigno tratado, o qual o general
rasgou com sua espada e o governo sea-
piessurou em dosapprovar. Por este Tacto
senhor de l.esseps fui con luzlo ante o
conceibo de esUdo, eacarregado. s-gundo
os termos da consttuiefio, de examinar os
fados reprebonsiveis que frtrem exprobra-
dos aos funcionarios. O concedi do es-
tado, por urna decisfio muito bem motiva-
da condemnou suveramente ao senhor de
l.esseps como bavendo ultrapasado as ins-
truccOes e compromettido a dignidade do
que soulie esta manhfia que a guarniQfo do
Coinorn anda resiste, c pedio urna tregua
de 15 dias. J nfto ha que temer resistencia
armada; mas ha quo reconstituir um pouco
de ordem moral; e confio asss na pacien-
te e hbil poltica que as tradiccocs sempre
respetosamente seguidas do Sr. Metter-
nck impAem acorte do Vienna, para da
nos legtimos interesses as Mtisices que
devem restituir o socego aos espirtos c des-
armar os coraefles.
DIARIA RE PERNWCn.
feilo ludo quanto he possivel fazer-sn para maor parte dos que se nvolvcraoi na re-
garantir, na maor plentude, a liherdade volta o eslarem hnje desembaracados ? Na
de voto ; e he hem evidente que com-tan- phrase d i Diario-Hovo, o Kxm. Sr. Ilono-
tas e tantas garandas a opposiQo, se Ivps- fio llermto Carneiro Lefio nfio he smen-
se o menor desejo de disputar as pleir;rtes, t) homem cruel que prepira um saerifi-
aproveitaria o ensejo que sem duvida nflo co, he anda um homem IraQoeiro quo
pode ser maisfavoravel. Mas os nossnscons- af.iga a victima para acnmmeltc-la de sor-
lituintesnfiovein garanta sinfn as armas prau, c com mais certeza do estrangula-
que o poder subministra, nfio conhecem re- la!
Cusla-se na verdado a conceher tilo
cursos para pleitear urna eleiQfio seno os desmarcada protervia...; o se nflo fra en-
HECirE, 1< DE OUTBBO DE lf.49.
governo. .... ,
J assignaleino principio a Vmc. o tac-
to mais consideravel de quantos so pagsa-
ram fra da Franca: o resto ho dcpouquis-
sma impoitancia. Em toda a parte, na
Europa, a situadlo boa mesma. e vai for-
tificando cada vez mais no sentido da or-
dem.
No Piemonte rcuniram-se as cmaras, e a
dos deputados quo tem tima maoria dema-
ggica, pareca disposta a negar ao gover-
no os meiosdeexecularo tratado concluido
com a Austria ; norm a submissfio da
Hungra ea capituiaefio de Venezi obr-
garam-na a baixar a voz ; e ho|e j. nflo
se trata de rejetar os crditos pedidos para
o esgalodo Piemonte.
Na Prussia as cmaras sfio excellenlcs,
e o governo permanoco em porfeto aecr-
do com ellas. Um eminontissimo homom
do estado prussianno expoz ltimamente
diante da cogunda cmara as ntenedes do
governo, relativamenlo unidade allemfia.
Seu discurso foi muito applaudido. A
Prussia, o Hanover e a Saxonia estilo de
acciirdo ; e todos os estados que quzrem
accedoraoseu plano, serfio admittidos a
fazerem parte do imperio regenerado. Nfio
se traa de forgar, nem violentar a liberda-
do de nenhum eslado ; o para servir do
transiefio ao novo estado de cousas, aca-
ha-se do rotabelecer-so cm Francfort, ou
noutra parte, a anliga dieta germnica.
Bem eniend ido ho qaBWviciTiato do imperio
deve desanparecer com a consttuiefio de
masogica que o instituto. Tudo isto ho
MOMIO o pratico. A Allcmanha, gracas a
cl-rei da Prussia, I em plena va de ro-
surreicfio o salvuinhto.
Tem de mais a istria graves embaracos.
de 24defeveeiro. Tudo so hetrisleje, Tem de mais a siria grave. ......y.
5dMll^nWrtlo iutoiemelllAquestfio miliUr cabou na Austna, bem
AO DIARIO-NOVO
Rasgou-se o veo, eo Exm. Sr. cnncelbei-
ro presidente da provincia, a quein anda
bonlem nfio ousavam atacar de frente os
consliluinies, bej hojo victima das mais
virulentas accusai;cs.
Segundo o Diario-Rovo de hontem, a ca-
pital da provincia se aclia em estado de si-
tio, enndiMiiiia la n sorte de Varsovii, o S.
Ex c arvora lo em um rei absoluto, que nao
s he arbitrario, senfio ostonti sua tyran-
na .'
E porque?
PorqueS. Re comquanto tenlia segui-
lo os principios de jui'iga e tolerancia,
comquanto tenha garant lo os di'eitos de
todos os cidailfios, sem disluiCQio de opi-
nies,todava nao quer levar a tolerancia
a ponto dcexor a ordem publica inlefesa
aos ataques dos facciosos,nflo quer roco-
nhecer n >s fautores da constituate o direi-
to de conspirarem imounemeiile contra o
governo e as inslituic do paiz I.'!
Nfio bastava que S. Ex. consentase a li-
vro manifestafjfio do pensimenlo, que inan-
tivesse liherdade da >uprensa, dando as-
sim a lo las as opinines do paiz os meins de
so manifestarem ; nfio bastava que garan-
tiste cm toda a sua plenitudc a liherdade da
eleicflo; nfio bastava que llzesso juslie.i a
todos sem distincgflo de .arliJos, para que
increcesse dos homens da constiluinte a
opinfio de adminialralor justiceiro ; nfio i
que era isso o que menos Ibes mportava
o que conviuha para que S. Ex. Ibes more-
cesse todo o conceito, era deixa-los cons-
pirar a salvo, favorecer-lhos os planos anar-
chicos, tornar-so constiluinte como elles,
e ajuda-los a destruir a roiisliluico.
E podara o Exm Sr. concelheiro Hono-
rio llermto Carneiro l.eflo, cujos prnci-
,.1..., jo ,.>o". ''. eonhecidos no paiz,
cuja adhesfio siiistituicons i-r.,,|fls i,,, t1,
sabida, agradar aos constituimos, q.,tt'|
nada menos Ihe era mister para isto .to quo
renegar suas cremas, e toinar-se trallidor
ao mnnarcha de quein he delegado, e ao
paiz cuja ruina deve evitar como bom ci-
dadfio ? Ninguem certa mente o dir. E,
pois, nfio deve admirar que, chegado o mo-
mento da rxDeriencia, que, lendoS. Exc.
de providenciar cm defensa da onlein
publica, altamente ameacada, se;a decla-
rado tyraimo-, que ostenta at a sua ly-
rannia.
A tyrannia he ura phantasma que por to-
da parte v>m os facciosos que querem a
desordem e anarehk, sempre quo silo con-
trariados em seus planos.
E o que importa S Esc. que o biao-
Novo o qualiliquo issim ? Acaso tevo S.
Exc. nunca oni vistasobter os elogios des-
se punha lo de homensquo aqu se deno-
minan! partido liberal 1 Acaso p'elendeu
nunca S. Exc. crear nelhs proselytos?
S. Exc. oque snmprenuiz foi Irala-los
com a justica devida a lidos os memhros
da sociodade. S. Exc. oque sempre quiz
foi chama-Ios obediencia s leis, ao res-
pailo s autoridades, qjie sfio impostos
co n i ii m devor rigoroso todos os cida-
dfios. Mas p >r isso mesmo \.Exc. nfio podi,
nem podo fecharos olhosyi tramas anar-
chicns, emhora com isto tiv\ssc de ser con-
siderado rei absoluto.
Urna cousa he tolerare gWantir as opi-
niOes,e oulra he tolerare g^anlir conspi-
rares e revoltee.
AS. Exc. pouco importa
siga este, ou aquelle parlid
ou aquella crenca poltica
importa, e deve importar mu
nfio tramo contra a ordem pu
so nfio conspire contra as inst
Esera liso porveutura quere
sejam saquaremas ? Pois nfio
termo entre o ser siquarema
oideiro e sedicioso ?
quo resultam lo empregn da frc mate-
rial, cda estrategia, esperleza e engao:
como, pois, conseguir 8, Exe., sem os re-
vestir do poder, sem depositar em suas
mitos a forca, que elles se apresentm no
campo eleitoral ? Na convicQfio de sorom
timlcrmos que a melhor resposla que ae
p le dar a csse miseravel ardil ho o mais
soberano despiezo, nos fariamos urna breve
Pesnnlia da adminiatraqSo do Exm. Sr. con-
celheiro Honorio llermto Carneiro Lefio,
para per^unlarmos ao Diario-Noto e aos
derrotados, quaesquer que sejam as paran- de sua parclalidade, se quem procede pelo
tiss que so Ibes deem, quaesquer que se- modo por que ha procedido S.Exc. pode ins-
jam os esforQos que empreguom, elles que-1 Plrar, sequr, reccios de perseguiQfio, quan-
rem sempre po :ex dizerao partido consli- to mais ser acoima lo do preparar traiyoei-
lucional : tramonte um sicrificio?
Vos vencestes, porque nos nfio disputa-' He para notar o quanti e a ill i ge o Diaria-
moa as cleicuf-s; e nflo as disputamos.por- Vl"'" '"'la cisicncia de deiUcainentet em di-
que nfio liavia liherdadfl do vol. i l** eomareaa, c prlncipaJincote pela oslada
Entrelanto sfio Ufo niiseravcs os preteX- t^^'^ZZ^Z^ ^^
los que liuseam para enenlirir a vcrdadeira
quer o contemporneo que haj i for^a
putihca ii.it comarcal d i nrovlnel i .' Nao quer
causa do abandono das eleicoes.que nflo lia qlll- s.> fae.i por toda parte riiVctlva a aefo da
honiem do mais mediano senso oommum le, excriid pelos luocclonarloi publico?
que a nfio descubra : emhora nhiui elles
paginas e paginas do Diario- fite e na
g;ios de sua imTensa, para figurarem
.....' .----.-..- ,-..... .....--........ww ,........-..
I elles Quer que ludas as comarcas scjaui abandona.
ijg or- daioorsl.idoii.itiir.il? Nao quef o coutempo-
a
provincia dchaixo da mais violenta com-
pressfio, ni esperanca do que to lo esse tra-
badlo possa prodlizir elgum resultado, se-
nfio aqu, nn le os mesuios que tilo despeja
llmente assassinam a verla le, sabem que
as cousas su passain no contrario do que af-
raneo que n governo tenha horas no encalco
de Pedro Ivo? Quer 'pie o governo rcconhcca
a Independencia c soberana desse chele cons-
tdiiilo ? Porque n:m depffe elle as armas '.' l-'a-
ca-o, e cis acabada para o governo a necessi-
dade de ler forca que llic facam frente.
Has, para o contemporneo, Pedro ivo esi
no sen direilo c-se cin armas, e si'i
firmam, ao menos onde se nflo tenha pe fe:- o governo he que nlo tem direito de oppi'>r-llie
toconhecimento do estado da provinca. forca sendo que, se o niarcchal coiiunandan-
E ho sement para orientar o Inivo'! -Mr?atfeaolla m ,roP"m Agoa-Preu,
laquelles que, ignorantes dos factos p-M"?"'" fjt,1,lar ""vo! '".'otnrs!Vo S!U!:
i -i i sOes, novas persrgiiicoes! Ora, se isco nao he
den, (icar, senfio convenc los do que dizem L ft ,fva, ,aV,nfmo ponto, be sem dori-
os orgflos da linprciisa constiluinte, ao ma-1 da o cumulo da insensatez
nos em duvi la, que Inmaiuos o tnibalho del O P.sm. Sr, concelheiro presidente da prn-
fuzer algumas oliscrvaQcs a esse respeilo. I Vincia nSo pode deisar de considerar o niovi-
0 que descreve.nos, pois. nos o sil) unos I ment de Pedro Ivo, uo como urna nova re.
perfeitamente, nfio serve para fazer com '>*, "a eoinq a couiinuacao da revolta de
que os consliluiules confossem a verdado ;
que mui grande be o iuleresso que (nem '
elles em occulta-la e desfigura-la ; mas
98 confossem a verdado" "ovembro proalmo pastado misquem he lio
serva para os homens mparciaos que estilo
sempre dispostol a celcrcm lonja da ver-
dado e da raso.
Nfio admira que o* conslitulnles, empe-
nliados, como estfin, em justificar o aban-
dono das elecOes, iipregoem qu (inanias
providencias o Exm. Sr. concelheiro presi-
dente tem dado para garantir a liherdade
dovelo sfio insuflicientes ; porquo, se re-
orniliecessem a ellcacia delias, sera isto o
mesmo que confcssirem o que tanto inte*
rcssain em oceultar, isto he, que aban lo-
nain a eleicao, porque tem a plena con-
vicefio de que, por sua insignificancia, nfio
de-...- .|
po
Xar do ST derrota los, dada i li-
bordadedve.,., ,n|)J quo a:e n < sto pb.n-
lasiem queS.Exe. poe 3oKiaeuius < >. .i..
de da elecflo ; que com a mala consuuima-
la na f dam a entender queS. Etc., com
providencias que ha dado para garantir
iberda.le da eleicfio, nfio i. ni fe,tu senffo
querer apparentar u n plano oceulto de ex-
terminio, lio con! que nfio so a huir, se-
nfio indigna ao ultimo ponto, .Mas entren-
tanto lie isto o que vemos mui claramente
no Diario-Hoto II. 97.
Depois de haver dito quo a provincia si-
nfn acha em seu estado normal, por isso
qus em (odas as comarcas ha destaca ncli-
tos de tropa regular, efconMiandanl las e
armas oceupa o termo J'Agoa-Prela, eto., o
contemporneo assim seexprime : *J5*,"-:ssa
parcalidade na dist/ibuicflo da amuisiu,
essa generosidade singular e dospTtosa, e
quo se nfio p le co npadeccr Com o carc-
ter da alta persoiiigem aijffm ossaquaro-
mas a attrihucm, revelj^que ha um plaiu?
nceulto sobre ojltikWo dos Pernainbuj-
nos, e que seqn^r |aa-los ao sacrificip...
spparentandu^ressa crueldade com m/rulss
que parecex/rpais ou menos favoriptis
liherdade coiicelheiyo Honorio Mrmelo ,arnciro
Leifio h/i quem tem randado.- doslaea-
myope, que nao veja quc.se S. Exe., mandando
Corea sobre Podro Ivo, qu7.essc amontar no-
vih processos, novas prisoes. novas persegui-
rnos, n-io icii.i aiiinisliado lodos qne, sendo
ncsino cabcc.is de revolta, nao esliressem
pronunciados at 7 de letrnibro; nao teria
assim posto lim aos processos (lncoi be Cao
niynpe, que nfio veja que toda essa turca que
S. Exc. icm fra da capital, devondo operar se-
gundo as suas orden longo de facilitar os pro-
cessos, as prisoes c perscgiiicoes, he pelo con-
trario nina garanta para que asrdeos de S.
Kxc. a respeilo sejam fielmente excc.itad.is f
Clame, pois, cuihora o Di-irio-No o, que neo
na amnista concedida pela portara de 28 do
selroibrn vi urna garanda coi favor da liher-
dade tUi vol ; esbravejo qiiaulo poder c*nlra
o governo, c para piolar a provincia >ob o
mais arbitrarlo e desptico rgimen : perder,;
seo iiaballio c lempo; que n:io baqcin possa
dar crdito a Iflo iniser.ivcis falslda***. Quan-
do o exige, para que posta haverliberdade na
deleito, que se parause a acc."" das leis e au.
Curidides, dUcndo-se que a mnislia mi ga-
ramea populaco de proeeo por novos cri.
mes, cono se a liherdade da olcicao cxiglsse
um completo Jubileo, n5/ha hoinetn de enso
que niia couheca n foflllidada das evasivas
com quo se quer dlafa/far verdadeira causa
du ah.uidonodi eleicA.
que ha em d Tersas cimarras, se
fazem
m con-
t m
tolera
lleuda,
Se o Diario-Noto entende que
parte de sua seita os que couspi
Ira o governo o a constituidlo, er
toda rasan em dizer quo S. Exc. n
tal seita ; mas releva sempre que
que nfio he contraS. Exc. que deve\dirigr
suas queixas, esim contra as leis lo que
S.Eic. he fiel executor as quaes consstram n
hjrannia de considerar como en me auuio
que o contemporneo julga ser ut^i di-
reilo. ft-
Se os homens do intitulado parlidoiibe-
ral S so submeltesseni vonlade ddilei,
como diz o contemporneo, aliancamo-itit s
que iiunci. leriain occasifio de julgar bta
capital emsilio, epresagiar-lbe a soite de
- .
Varsovia.
----------------------s----------
ANDA O ABANDONO DA ELBICoO DF.
SENADORSS.
Parece-nos que havemos mostrado que
Exm. Sr. concelheiro presidente da provn
rdem dedo he
ldanlo das ann
5l BJOIU frca ; he
inislias, e por cons
ilua-e do Diario-N'V
im parcialidade, qu
ue o sr. marocha I
i se aaia fra da ca-
lle qiem tem dalo
quencia quem, na
ailem distribuido
tem lidO una ge-
NOTI(Jis DE FLORES,
No dia 17 do'.nei panado sabio de Flores,
pin di receja i/loresla, inna escola de polica,
dirigida pele del'f ado daquella comarca, com
man tda/fielocapiiao Jos Ciniralves da Silva
e n-fiirri la por .Mi guardas iiaciouacs. Esta
forca e;.i desuada a prender Jos Antonio Pe
relea, s-issinu do padre Veras.
[*j dia 't, ohegando ella Sorra Negra, de-
p.,s do mu marcha lorcada de mulla hora.
loffrcndo gramle fjlia d'agoa, achuu ahi
loriicadoi, nao id o dita aStMiIno, como seus
protectores e mandantes, N>>gucira Pac, Fer-
ia/, e Jos Rodrigues de Muraos, acompanhn-
(los de multo sequaiae.
Rouipeiido o fogn, tomn n frca de polica
duas triiicliciras ; mas nao pode atscohorear-
sc das omras, formadas de pedras no ciino da
serra c sendo chegada a noitc, ao passo que
""rinuoZSVS llll^liVl l4> toliiyii
dov
nerosidude singular e dlpeitOSS; se lio e
que tem tomadodo essalmedidas que, se-
gundo o Diario-Noto, Vreccni ;mais ou
menos favoraveis a liberlje do voto, masl^,"^'^,! autor deu rttistencia.
leem por lim appare\ar a crueldade1
de reunir ...alor nnoier. dr; guarda naclonaes,
nara com elle auxiliar a di Igenca. .
P () deiiacainento de polica leve perda de ~
nLUilo r a niiarda nacional de outro.
sus tio as lotormacoes dada forealdencl.
neto delegado e pelo coma.andante da forta
e eodo exactas. noticia nao te... P"r"-
cia que h" altribue o Di.rio-.Voro. M"*?*
Rodrigue.de Murara, un. do rospro-
wlore por assasma-
rebclllo, eque he
lo bcn. romo pelo cr.iiic que tcom por um appareaar a eme
de um plano oceulto ile exwminio, revela-
do rea parcialidade na distMiuig'io da am-
nista, e pela generosidade sWular e des-
pcitosa,he claro|a olhos vistos\ue be S. Exc.
que tem esse plano oceulto d exterminio,
o que conseguiuteineuleo seu ', n, (unan-
lo medidas quo parece favo'aveis a li-
herdade do voto, be dssiniular otsuus mos
intentos, armar um laco ios pobies consl-
(uintes, para depois desapercebtJameule
desrairegar sobre elle o golpe mortal.
Ora, se isto nfio he lgico, se esta conclu-
so,que lirimos,se nfio contm mis proposi-
tes do /Jinrio-A'oo.entfio nao lia lgica no
mundo. He verdade que o contemporneo
usa do seu favorito Oipessoal, o dizsi quer
leta-los ao sacrificio; mas be ah que esla a
estrategia, espe leza c engauo ; be ahi que
notamos a falta de coragem dos conititum-
tesique se nfioalrevem a fazer urna guerra
franca e leal ao Exm. Sr. coiicelbcir
norio llermto Carneiro Lefio.
E ha homem que so nfio indigno ao ver
esse procedimeuto dos consliluiules com S.
Exc. que os
VAPO" do
NORTE.
chegado hoje dos
0 vapor Sun-SionaV, -o--~ v parA
portes do norte. ^"XSSSTeSS do
16 29 do passido; do IUr-om
correte, do Ceara ate e
" Vara Bri2ava de socego. .
moro
'"e'.iiUaX'da'eei'cio de dentados
VOTOS.
198
tu
17
16
107
vincia :
0 sas.
nr. Paos deSouza
lefio Arail
Dr. Souz Franco
Dr. Magalhfies
Dr. Lcitio .
Em Maranhfio nada novo occorrra.
Assogurando que a ole?3o prosegu
gnlaunente e de msnoira a prometer iri-
umphn completo ao partido constitucio-
nal, a imprensa governista nfio f_da_; r;
iare-
s ie'.n"uatado"com a maior ge-lbaliiodo puWj1'*' .^ak TnoS^''
cis, com 3 providencias que tem dado, balnerosdsde, com S. Exc. a quem devem a| pois, uada podemos m^-^p
I MUTILADO



ar-.i Baratare? nsanonti vanosa w asa -.: > mmmM
|i IC 11 2!) de m lembro o llicsoiiro provin-
cial m.iranhense arrecadara ris 6 6P:>,3H
\ i do corrate o cambio fluctuava entre
26 e -2(\ 112 i!, por 1,000 rs.
Ceari (letra em p. /.
n/'ftfra // publica om o D. 860 de r. do.
rniienlenscguinir. apuraeflo da volaeflo de
tolos os rollegios da provincia para depu-
lados geraes:
a*.
deputacfln, eiilrou na cdado no mel de posto n expurgar seu* crimes? Que difTe-iil-sia provincia, quo f'amem qualquer
grilos enthusiustiqos de Vivaoduque. renca ha entre Caelano Alvea, o caboclo parte om que mo adiar, cont se more coa
Bento o Vicente Herrira do Paula ? Todo os meus servicosagora mais do que nun-
s.lo reconhecidos aas'ssinos, o Caelano Al- ca preciso delles, e espero que nflo mo fal-
V0TOS.
599
56t
513
496
*9t
os sas.
Dr Miguel Fernsndes Vieira
> Antonio Jos Machado
u Andr DaslosdeOlivcira
i Jos l'ereira dB Crac-i J miuir
Pedro Pcicr da Silva Guimares
. Itaymudilo Ferreira de Araujo Lima 48!)
Francisco Domingocs da Silva 44t
.. Joil'i Capi-trano Bandeira de Mello 391
Visitador Alflonio Pinto de Mendoucu 366
Dr. lunario Joaq-im llarhoza Filho 343
u pnmlngos Jos Nnpiera Jaguaribe 282
Inspector Manoel Jos de Alhuquerque 5S
Vignrio Antonio Xavier de Castro e Silva 201
Dr. Libralo de Cas'ro Carrera 191
- Manoel Theo hilo Gaspar de Olivcira 107
Manoel Soares da Silva llozerra 81
" FranciaCo Carlos Itrandflo 81
Vigariu Joflo llarhoza Cordeiro 6'
Dr. Tnmaz Pompeo de Sou?a Brasil 52
. Miguel Joaqun Ayres do Nascimento 50
YigaroCailos A. Peixoto de Alencar tS
Dr. Kredciico Aupust" Pam luna 43
Tristflo de Alencar Araripe 41
Joflo Curios Pon ira ltapina 37
Jnfn l'Vrnandes B-nos 32
Padre Jos Concalves Dantas ofi
Jos do Alais Alves Branco 17
Do Parahiba apenas sabemos que na-
da ah so receiava pela tranquillidade pu-
blica.
NOTICIAS EXTRANCRIRAS.
Pelo paquete inglez Crane, vindo de l.i"
verpnnl, recebemos hontcni. nflo gmente
a carta do nsao correspondente de Paris,
que cima tica estampada, snflo tambeui
varias cvelas iuglezas o francfzas, as
quaes nlcaucam a 4 de selembro.
As noliciusmais importantes quo aellas
encontramos, acliam-se quasi todas resu-
midas na referi la carta do nosso correspon-
dente; e pnr sso pouco Ihe accresreoia-
remos.
Inglaterra.
Nada de extraordinario tinha occorrido
nesle paiz, o qual licara em perfeita tran-
quillidade.
A ranha anda se nflo havia recolhido de
sua visita Irlanda e Kscocia, onde por to-
da a parle lora aculhida cum ciithusiasmo
F.m Londres os consol tuiham Desdo de
92 3/8a 921/2; es apolices do banco, de
199 a 200; o os fundos brasileiros, de 85 a
86 I >.
Portugal e llcspanha.
Ambos estes paizcs learam perfeitamen-
te tranquillos.
A corle pnrluguc/a permaneca ainda em
Cintra e a htapanliola m Cranja
A assenible geral dos accionistas do
banco de Portugal autoriaou o emprestimu
de 4U0 mulos pedidos pelo governo, na ra-
sflo de 20 contos por semana ; a asistencia
do gabinete do conde de Thomar, porlanlo,
era ja Considerada como consolidada,
Coiitiniiavam anda em Lislxia os exames
as diOe>entes repartieflea (lscaes, onde
militas inegularidades tinham sido dosco-
bertas.
Eslava projectada a construcco de un
camin de Ierro de Lisboa s frunteirasde
llespanha,
os profoslaa para este fim serian recebidas
na 1 epaitirilo dos negocios do reino at o
ultimo deiczemliro, e que, (indo et pra-
zo, n empresa seria con ti alada com quem
mala vanlagka tivesse dTerecido.
ti prazo 1 ara a lecepcfio das proposlas
tendeiiles a suppi.r .isluVi deagoa potavel
fn e-pagado al 7 i,-, outulno, e o governo
estavH di terminado krontratar com aquel-
la companhia que oftVecesso melhores l>r-
inos *> maioies gar*nli*t> para a cxcciic
da obra, qnr fos>e C00i|ola de nacouaes,
qur de csirangciros.
O gabinete hespai bol av,a de sofTrer
urna pern rO'iMden vel. O cyvalleiro Mon,
ministro da lerenda, deu a s\ demiasflo,
0 retirou-se para llviedo, sinci^nd. natal;
a pasla que elb? oceupav fui nfTVCi'la ao
duque de Souto-Maior, pmbaixadoTT ites-
pania em Paris ; mas, como esle se recu-
sasse, allegando o seu mao estado de tt-
de, cria-se ;e ;i I i<-1 t que seria por hVi
definilivamente COnfla la ao actual n,ini>ti.
das olnas publicas, ocvallei o Bravo Mo-
rillo, o qual ja dcll se aefa inleiinaii eule
encarregado SeijasLozano01a o apuntado
rumo sucre.-sor de Pravo Murillo na repar-
licflo das obras publie s.
As ciles tinham sido convocadas para o
dia 10 de outubro.
Italia.
v. .*;! -"""' "s Austracos, de
eownrmidade com o tratado de paz con
rluido entre a Aoslna euPiemonte eva.
cuarnor, a ci lade ce Nofore, perieiiceiiie a
este ultimo e*ed>f.qUi|>0,occXd,no
mesmo da pelas Hopas piemon.ezas, cuo -
mandadas pelo duque de Genova. Kis-aaui
como urna carta daM.ella cida le.pubiicada
pelo ffforjiien/o(eTurim,da coma deste
aconlecinifiito : te
Hoje pelas 7 horas da manha o duque
de t.ennva entrou os nossos muros a frente
do exernlo.e no meio das acclamacries sin-
ceras de urna multidlo immensa de cjda-
dflos que tiuliam concorrido dos lugares
viziiibos. A municipaJilade, o commis-
sanoreal, e as auloridadea civis e militares
e.'peraram o principo na porta dn Turim
boje chamada porla de Carlos Alberto
qual eslava adornada de arco* Iriompha'es
com a bandeira nacional. Ocommiasaiio
realdingio ao duque a seguinte allocuclo:
\eulio,seiihor,junlamcnlecom a muni-
cipalnlade, as auioridadi provinciaes e
una depular..1o da guarda nacional, owe-
recer a V. Alloza urna homenagem do res-
peilosa anreleto e graiid/lo. a populacho
de .Novora eslava impaciente por andar\a
pessoa do V. Alteza o joven heme, cuio
nome charo a lo.la a Italia hade transmu-
tiraposlendadeos feloa mais cavalleiru-
sos de que a bisloiia do Piemenlo ,,i
blasonar. Acquiescendo ao uesejo putdi-
cii.V. Alteza derramou um balaamo salutar
sobre as anda sangrentas leridas da patria
Aglor,. de V. Alteza faz-nosesquecer nos-
sas desgrana. H OLer "os
0 duqueicoii muito abalado com esta al-
locuco. e depois Ue padecer ao orador e
\ iva o exeicilo. *
A irspeiio da l.nnibardin, eis-aqul o que ec
l m Oazela de Milo de 23 dr agosto.
No dia 18 d c< rrrnte, annivrraario do na-
talicio do iinprradur (ila Austria), o marcclial
RadeUki concedeu urna aiunislia plena a todo
os presos polticos. Hur una proclamaran
previa rile tinha ja perdoado a todas as pea-
soas coiiipromcllidas na ultima levMucao, e
i|uc eatavaui rrsidindo em paites eatrangeiros.
No dia 17 pasi|iiio9 foram postadoa pelas
ras para o fin de dissiindir o povo de tomas
parte na feslividade, c al se /era ni aiueacas
aquellos que a ella concorrresem. A consr-
i|iieiic. i f'n (pie mu mullidlo de ciiladans de
toda as clanes li/ernin uma maolfestaelo es-
candalosa. Lm nillerenlct parles dacidade a
handeira austriaca ful proranada, os soldados
insultados e os agentes da torga publica mal-
tratados. As autoridades ordenaran a prisau
di-alrs perturbadores da paz publica, os quars
depois de interrogados tram sentenciados 20
a bastonadas e 14 prisio. Os homens rece-
bOrain as bastonadas publlcaincnte no pateo
do castello.e as uiulherrs deniro da prisiio. Dos
po os alanos fortn sentenciados a jejuarein
dous, tres cquatro das por semana.
O governo toscano, parece que porexigencia
do general austriacc d'-Xspre, proliibio a cele-
bracfio do funeral (pie en memoria do rei Car-
los tiberio devia ler lugar em Klorenc.i, Pija.
Poiine o varias oulras cidades do grao-ducado
his-aqul COUIO o caso se passou. Ocivallei-
ro Vill.nnariua, miiiistin sardo em l-'ioreooa,
por se acb.ir euoj ido, niio pode aceitar o con-
vite que Ihe fura frito por occasiao do anniver-
aro do iin|teradur da Auslria, enlretamo o
general o'Aspro, considerando esta recusa co-
UIO urna ulTema, date: a Polaco iinpedireio
funeral. J que o uiinistrosardo uo quer vlr
lilillha reala, uingueui assistir sua. Alu
disto esta ceremonia lie una dcouonstracao p >-
liliea, e nenliuiiia dcmouslracAo desle genero
lia de ler lugar.
Di/.-sc que, para conseguir a proliihico do
funeral, o referido general amearra os mi-
nistros loso i nos com o estado de sitio.
O cavalleiro Villamaiiua, indignado por un
tal insulto, esenveu ao scu governo, pcdlndo
auioiis.ai a para celebrar urna ceremonia fu-
neral i ni o nomo da oinli uv ol i sarda.
ves e Vicente I'erreira de Paula sflo ha mui
lo lides corro repinas e salteadores ; e pelo
quo ti cafa Pedro Ivo, desde que delapidou
os sidos do (' .canenlode Agoa-Preta
tar; e caso ae queira prestar, o quelite
rogo he que seja ja, e j, e jA.~Sou de co-
ragflo seu amigo altectuso o flel--F//x Pei-
xouto de frito t Mello. Utinga, dous do ja-
que eommandava, desdo que desrrtou, fez-, neiro de mil oitocentos e quarenta e nove,
se rebelde, e balido nrsla cidade testa de, Reconheco verdadeira latir e slgnal
slteadores e bandidos se asylou no covil 8u.pra-doex:depulado Flix Peixolo de Bri-
das maltas nSo tem dircito' a ser melbor to e Mello. Itio-de-Janeim, vinte e dousde
considerado I leverelro de mil oitocentos o quarenta e
Oue os noiiticos, pois, do Diario-Kovo so nove -Eslava o signal publico Em teste-
Haden e Smssa.
Muitns dos individuos quo nfluirarn na
rcvnliieri i que ltimamente levo lugar no
primi'irn destes dous pnizes teem sido con-
de ninados morte e exceulados.
Estes actos de rigor teem intimidado lan-
o os habtenles de Badn, que gran lo nu-
mero delles so eslo) preparando para emi-
graren) pera a America, Todava' caitas de
l'Vankfuri, datadas de 25 de agosto, assegu-
ramque ogrlo-luque est determina lo a
conceder amnista no da 29, anniversario
do scu natalicio, a tolas as pessuasque nid-
ia tomaram parle, exceptuando somonte
alguna dos cablas.
Da Suiasa sabemos Que, nflo lendo o go-
verno central conseguido chegar a um ac-
crdo com os cantos que assignaram o tra-
tado com aples, o conceibo execulivode
Borne propoz aoconcolho federal :
I Que, em o nomo 'da confederacflo, se
decltrasse millo e de ncnbum elTeito o tra-
tado concluido com o rei do aples.
2." Ouc os coreos suissos ao servido napo-
lilann fossom desobrigados du scu jura-
mento de obediencia.
3. Que se niioistris fundos necesarios para habilita-las a vol-
I non) para o seu paiz.
4." Que fossem declarados pri vados de
seus direitos polticos lodus os Suissos que
cuntiniiassem a servir em paizes estrangei-
ros dt'haixoda bandeira federal.
aa"HB!M*!WBaaBBBBBjaaB!aaa|
CoDimilllicail.
0 Diario-Niivo publico i em repelidos no-
meros orna caria dirigida a Vi"* ,c,rel'
ra de i'-o.i. ...-.;l.,""r do Sr. con-
cellieiro Tnsla, boje miuislro da murila.
Apezar do reconhocimento do tabelliilo
rio que se aprsenla esle documento, nflo
damos por Incontestav 1 que elle lenha
partido realmente da pessoa a quem he at-
tribui lo ; ISo aeostumados estamos a ver
aiocripbos a falsos documentos ornaren o
richivo do Diario-Noeo.
Demos, porm, de batato a vcracidade
destararla, e examinemos qual a rasflo da
iohA/ do Dmrio-NiA-o c o motivo pelo qual
elle tilo rep'l olas vezes cluma a alenefio de
seus leitoies subre un tl documento.
Sen duvida o Diatfo-Novo ci que este
Joi-umenlo la/, deshonra ao Sr Tosta, pois
que. em sua pulilica^loo salpica coin gry-
plios, "rxjoiifiontj com a parte da polica
que falla deNUMims de homicidios e fen-
inen'os tierpelrVios por Vicente Ferreira de
Van la, ecom o deeseto quoiiomeou mins-
tV)da marinha ao Sr^concilheiro Tosa.
lor nossa parte, faz.irrrtr-* leitura da car-
la nt i ilioola ao Sr. Tus,i cunb todii a allen-
^flo qic para ella chaina o DlalUpl'/ovo, en-
encumKfiios duasiousas diaturntas.
O ohji'U.oda cartiu isla he, servif;os
exigidos d> Vicente Jerreira de Pava, e as
palavrascori que ella he mimosea
Peloqun toaa ao oijecio da carta\ ere-
mos que seria repulido emiuoiitemeict in
juslo e myopotodo aquclle que, tendo
uliecimenio doestad) da rcvolla, da i
eflo que olla iici'fp.i'a na puca em que
caita pareco escript, das qualfcaQOes dor
soldados e mesmo ios cliefes por ella em-
pregados, ousassereprochar a quem len-
ta sse com bal-la mpregando um homem
na poaicffo de Vanle Fereir de Paula.
O que seria injilicja o inyopia da parte
de qualquer otilo, be protervia refinada da
parte dos moraistas flo Iiiutio-I\'oto
A revolla Peda om difTerontes combates
dados ao noit< e na vizitihanca desta cida-
de, batida dt/ttro dell na aggressSo febri-
citante de2 t'e fevorciro, setinlu concen-
trad.) na Agea-Preta, povoacflo encostala
malta, reconneoidu asylo de uma mullid/lo
de enmitusos, assassinus, salteadores e
malvados de tudas as especies. Perdidos,
extraviados, fgidos, ou presos seus cliefes,
pretendidos polticos, tinha ella a sua tes-
ta Cuelmio Alves, o clebre caboclo de Bar-
reirosUenlo, elinalm. nle Pedro Ivo. Seus
soldados eram os cabuclus de Jacuipe e Bar-
reros, e os habitantes das mallas.
Como se devia procurar extinguir esse
resto da revolla i*
P le tropas regulares penetrar as mat-
lasomarcnar em peluloes, ou collocar-se
em linha de batalha ?
Ilavci alguom de boa f que possa censu-
rar ou esligmatisar a tentativa doempregai
contra os salieinlores r.vultados habrlSu-
tes das mallas outro babjlanies
assanhassem e incolerisassem com o empre-
go de Vicente Ferreira de Paula, nada h.via
a estranhar. Era um alliado natural com
que contavam, o que perdan. Quo ol les,
porm, tivossem a protervia de moralisar
sobre esso emprego, he o quo so nflo davia
esperardesua perspicacia Penstm elles que
os Pornambncanos e o Brasil inteiro esla
esquecido de seus feilos, qur passados,
qur da poca? Os homens que no apogeo
lo poder ipprovavam que um de seus che-
fes escrevesse ordenando a outro que mar-
chasse, batease, e nflo dsse quarlel a ho-
mens pacficos e ohe lenles s lea 6 as au-
to' i la los legaes p lem fallar de moraliJa-
deiOsqueconviviam, approvavame apltu-
iliam ao presidente quo marchava minias
leguas par ter uma conferencia com V-
renle Ferreira de Paula e ageita-lo pra seus
futuros projectos, eslavam habilitados a
oondemnar a quem chama o mesmo Vicen-
te, nao para combaler pacficos habitantes
obedientes s leis ; porm a salteadores re-
voltados?
Sim, estilo E no ha hablitaijflo e ouss-
da desse genero que so deva considerar
cima da capacidade da faceflo.
Eubora os governos mais cvilisados, hu-
manos e justos se vejatn s vezes na triste
necessilade do em prega re m contra ladrOes
1 outros ladrOes mais submissos, que conhe-
eem os tramas o escondrijos da seus com-
parsai; eiiibora seja sabido que um Vidoc
o oulros- en iguaes circumslancias fram
em pregados por governos cultos e cheios
de moralidaile. A facclo quer o monopolio
dos Caetanos Alves. dos Bentos, dos Moraes,
dos Vicentes de Paula o qu-jandos. E pois,
a seus olhos torna-so ailentado empregar
contra Caelano Alves e conlra o innocente
Pedro Ivo esse mesmo Vicente que ella ten-
tn seduzir e chamar a seu gremio; oque
boje, despeitada por Ihe nflo prestar ello
lodos os servicos c un que conlava, declara
decahido de influencia e abandonado da
mor parte deseas sequazes.
Admitamos esse abandono. E entilo o
que so segu ? Que Caelano he ptimo por-
que tem muitns sequazes, e apoia c segu
revolla; o Vicente pessimo, por que abando-
na a revolla o porde os sequazes ?
A caila olTeiece tambem dinheiro ; isto
he, prometi dar tres tontos de ris a quem
prender Polro Ivo. Eque tem sso .lo no-
lavel Minios o bous governos pramiam aos
que enlregam, ajudam, ou efTectuam pri-
sOes de criminosos importantes. Todas ts
policas, inclusive a prap'ra, teem tido
sua ili-piisieo dinheiros quo deviam prin-
cipalmente ser einpregados no descobri-
menlo dos crimes, e na prisflo dos facino-
rosos.
V. pois que Pedro Ivo era desertor, e re-
belde ; c pois que a sua prisflo poda ter in-
fluencia para a cessaeflo completa da guer-
a civil, para desnecessilar medidas ex-
traordinarias, o que ha na ufferla que possa
oflVnder a juslic,a, a rasflo e a moraliilade ?
Se alcuma ha que se d6 por olTendida. lie a
moralidade do crin-' 3e corpo ift Jou-
trinas <"- ""tm p8ra SeU P,rl,cu!ar uso
inunho do vordado O tabelliflo publico,
francisco de Puna remandes de Sanla-The-
reza.-Conformo.-Antonio Joti de Freitai, pri-
meiro amanuense.
CCMME.^BO.
ALFANDECA.
Rendimento do dia 13.....18:308,793
I1IPOHTACO.
fodiam-Caslle, escuna ingleza, vlnda de
Terra-Nova, entrad* no correlo mez, con-
signada a Latham llibbert & Companhia,
manifrtslou o seguinte :
2177 barricas com bacalho ; aos consig-
natarios.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do da 13..... 640,397
.... 26,757
Diversas provincias
CONSULADO
Rendimento do dia
667,154
PROVINCIAL.
13..... 969,314
PRACA DO RECIFE, 13 DE OUTUBRO DE
1849, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios -
Assucar- -
Algodto- -
Couros
Arroz
(iu>a os grninics faeinorosos, e a cujos afo-
rismos prestam culto os moralistas que es-
crevetn para o Diario-Novo.
Passemos a considerar as phrazes de lou-
vor que a carta emprega para com Vicente
Ferreira de Paula.
Nflo he com vinagre que se apanbam
moscas. II ditado porltiguez mitigo, e
cheio do senso. So a carta fui realmente
escripia pela pessoa a quem he atribuida ;
adiamos oom efleilo que pecca por excesso
nesse Ion vi r; mas recoiiDecemos assaz o
carcter e a sizudeza dessa pessoa, para nflo
ver nesse excesso outra causa alen do vivo
niPie.s-e que tomava p D completa pacili-
0a(fio da piovincia, o exljrparflo da revolla ;
para nflo considerarmossse mesmo louvor
como mais um dos mui/os sacrificios a que
esse digno cidadflo seUhjeitou voluntaria-
mente, esupporlou Com coragem para o
conseguimenlo da Urefa de que fui incum-
bido, e que aceilou por feii.idadd da pro-
vincia de ponamluco.
O Sr. Tosta toi un dos bracos mais fortes
que a Providencia Divina forneceu esta
provincia para aiiqulamonto da poltica
que quiz enthrontar a levolta, e destruir a
constiluicfto ; qui novidado ha em quo seja
tamhem o mais (testado pelos polticos e
moralistas do Dariu-Novo}
No tenninaemos sem dar tamhem pu-
Idcidade a tim docunienlu que est unido
ao processo d7 rebelliflo, e que he firmado
por um dos priicipses elides dalla.
O teor des documento, e o faci de ter
tergiversado cenle Ferreira de Paula sem
acudir ao relamo, be uma demonslracflo
utas causas a sanha do Diario-Novo e das
repelidas pblicatOes da Carla atribuida ao
Sr. To.sia. *y
Dncuijenlo numero vinte e olo. Aze-
redo Cotttihho --lllm. amigo e Sr. Vicente
Ferreira e Paula. Aqu me tcho no
engenbo Altinga, lendo cnegado hontem
la provfieia de Pernambuco, trazendo
companhia os deputadosNu-
do, Antonio Alfonso, u Ville-
ros As atrocidadea e violencias
pelo mis feroz despotismo de
a*la de Braaileirus degenerado
dos aoa Porluguezes, nos aaeten-
Cravisar, deiam causa a que OtPer-
ranos lanraasem mflo das armas para
Lr semelhanie feraa. Nflo he poasitel
- Houvo transacefles sobre
Londres de 27 a 27 l|*e 27
l|2d. por 1,000 rs.
- Entradas limitadas.
- Vi ora m ao mercado 1,015
saccas. Vendeu-se regu-
larmente a 5,000 rs. por ar-
roba do de primeira sorle.
- Cnntinuram-se a vender a
90 rs. por libra.
----- Vendeu-se a 5,600 rs. por
alqueire do pilado a vapor.
Azeite doce dem de 1,850 a 1,900 rs por
galffo,
Bacalho Tivemos esla semana cinco
carregamentos dos quaes 3
seguirsm para os portos do
Sul. RetaltlOU-SO de 9,500
a 9.800 rs. por bararica.
Ficarara em ser 6,500 bar-
ricas
Batatas- Vendeu-se a 1,500 rs. por
arroba.
Caf ----- dem a 3,600 rs. por ar-
roba.
Canda dem a 600 rs. por libra.
Carne-sueca- Os precos nflo soffreram al-
terarlo Existem no mer-
cado 84 000 arrollas, por ler
entrado um carregamento.
Carvflo de podra Vendeu-se de 15 a 16,000 rs
porlonelada.
Cerveja I lem de 4,200 a 4,400 rs.
por duzia de garrafas.
Cravo da India- dem a 800 rs. por libra.
Farinha de trigo dem a 19,000 rs. por bar-
rica da de Itichemond ; de
16 a 17.000 rs.. da .lo llalli-
inore ; de 16,000 a 18,000
rs., da do Filadelphia; e a
19,600, adoTriesleSSSF.
Manteiga dem a 510 rs. por libra da
franceza e a 520 da ingleza
de vacca.
Existem no porto 5t embarcarles, a sa-
ber: 1 argentina, 38 brasileiras, 1 fran-
ceza, 11 iuglezas o 3 portuguezas.
Movimenio do *orlo.
-------------------------U"JJ------------------9!>
total 84,000 rs. impugnados pelo tauni
ense GoncVo Jos da Costa e S, noslespg!
dio por factura siJb o n. 223, de lo d cor
rente : sendo a arrematacno subjota ao n
gamento dos direitos.
AILindega de Pernamb,uco, 12 de outu-
bro Jo 1849. O inspector, /.u Antonio i,
Sampaio fianna.
. Pela inspectorut da alfandegt se fl7
publico que, no dia t5 do crranle, dap0
do meio-dia, na portada mesma se lio de
arrematar 6 duzias d cartairaa grande
marroquim. por factura duzia 18,000 rs
lotal 108,000 rs ; 8 manteletes de fil, ^l
factura um 8,000, total 64.000 : 15 groL
do cordOes para relogios, por factura gran
4,500, total 67,500 ; 6 duzias de caixis
massas para rap esmaltadas, por Euttar
duzia 12,000, total 72,000:81/2 duzias 2
carteiras para charutos, por factura du?;.
8,000, lotal 68.000 ; 12 grosas de gaitas, p,
factura grosa 3,000, total 36,000; 26 grnj,, i
de botoea coberlos de seda para casacas*
por factura grosa 600 rs., t.ital 15,600 J
duzias de caixinhas vasias para joia, L,
Indura dutia 1,000, total 8,00X1; 6 cai,,
com msicas para costura, por factura umi
16,000, total 99,000 ; 6 caixinhas eom.rnm.
passos e lira-lmhas, por factura uma 2,5oj
total[15,000: ludo impugnado pelo segumig
escriplurario Antonio Francisco de Muun
no despacho n. 223 de 10 do correte sen!
do a arromataeflo subjeita aoa direitos.
Alfandega de Pernambuco, 12 de outubro
de 1849. O inspector, In Antonio t,
Sampaio Vianna.
Pela inpectoria da alfandega se fu
publico que sflo precisos algona esteios
linlias, estivas e frenes, uma poreflo da
la boa do de diversas qualidades o dimen-'
(Oes, e uma porclo de zinco para a factura
do terceiro lauco da ponte da mesma al-
fandega : as pessoas que quizaren torne.
cer osses objectoa, pdem comparecer i
mencionada reparteflo nos das de Intu.
Iho, das 9 horas da manhSa as 3 da tarde
Alfandega de Pernambuco, 12 de-outuhro
de 18490 inspector, LuizKnonia de Sam-
paio Vianna.
O capullo do porto dotta provjncii
em vrtude da autorisaglo do Exni. Sr.'
concelheiro presidente, tem de enfijir
marinheiros da primeira eaegunda clst
para completar a guarnidlo da corveta
terpe ; convida, puis, a mariiihagtm qa
queira servir dessa forma, ou aos tailin-
duba quo quizerem 'ncumbir-se de agoa-
cia-los para esse engajamento, a aprusen-
ta'om-sena capitana com toda a brevida-
de, sendo o tempo do engajamento do |
a 3 anuos, como se convencionar ; e s gn-
tilicacoos adarem-se na ordem deslepri-
zos de 20, 30 e 40f000 : alm deslas gra-
tifificacfies se I darflo directamente t/uot
rs. aos que forem eslraugeiros, e Vttoo
aos nacionacs, percebenJo os individuo)
quese proporezem a agencia-Ios 4/dOO n.
por cada un sendo, ostrangeuo,e5/ootn
sendo nacional; devendo regular a idadedi
18 at 40 anuos.
Capitana do porto de Pernambuco, I)
de outubro de 1819. Rodrigo Theoion
i reilas, caplflo do porto,
'- '". J.L JLl I
Ueclara^es.
...aiabl
t Brasileiro deixo de onoorrer
u apoio paroovencimentdeuma
tflo jusia, e tiesta esperanza nfio ho
um mon enio em me dirigir a V. S.
rugar-lhe que, assim que esta rece-'
facj
que
co
CaO
sil
p
bes laca reunir loua sua gente, ea faca
crfiimaiidar |Or pessoa ue sua inleila cou-
h/nca, e a Taca jeguir para a povoacflo da
goa-Preta, para onde .seguirei d'amanlifl.
.te depois, o V. S. se consrvala ah pnr-
guardar esse imporlante ponto aiiii do
,ervico que presta V. S. ao aeu paiz, me faz
Navio entrado no dia 13.
Tcrra-Nova 42 dias, brigue americano
Puluain, de 187 toneladas, caplflo Jo
s.'i li Farrell, equituigom 10, carga 2089
barricas com bacalho ; a Duano Youle &
Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Estados da Europa Calera americana
Steriing, caplflo Joseph Rowell, carga a
mesma que trouxe.
Rio-le-Janeiro Brigue americano da, ca-
plflo Walter Collitis, carga a mesma que
Irouxe.
Baha Brigue americano Putuam, cap-
lflo Joseph Farrell, carga a mesma que
trouxe.
Navios entrados no dia 14.
Terra-Nova 41 dias, patacho americano
Veorge-W.-llussell, de 197 toneladas, ca-
plflo E. K. Cooper, equipagem 9, carga
1950 barricas com bacalho ; a J. Crab-
tree& Companhia.
dem 39 dias, barca americana lowa, de
263 toneladas, CapitBo William Ceorge
Cofln, equipagem9, carga 2*00 barricas
com bacalho ; a Dcane Youle & Cumpu-
nhia.
Havre 42dias, barca francoza Zilia, cap-
lflo Lemeltez, equipagem 12, carga fa-
zendat mais gneros ; a Adour c Com-
panhia. Passageiios, VV. Bouch. Luis Al-
fred Neyh.
Para b mais portoa 13 dias e 16 horas e 8
horas do ultimo porto, vapor brasileiro
San-Svlvadcr, de 300 toneladas, comman-
dante o piimeiro teen t- Antonio Carlos
de AzeroJo Coulinho, equipagem 28 Paa-
sagoirot: para esta provincia, Juvcnal
Augusto Cezar Sampaio, Joflo Francisco
Sampaio com I escravo, Silveatre Fran-
cisco dos Santos, Jos Mara Pestaa, Joflo
Antonio de llollanda, Anlunio Camillo de
llollanda, pedio Antonio Beriiaruino e
um escravo a entregar, Francisco Jos Co-
mes ; para o llio-de-Janeiro, o eacrivflu
da armada Jos Joaquim da Silva, o dis-
penseiroda mesma Jos Alves de Olivoi-
ra, 6 praeas do pret, 1 soldado desertor,
1 recrula para a niarinha e 1 escravo a
entregar.
A capatazia da alfandega desta cida Je I
precisa de mais 20 homens livres panol
servico da mesma capatazia : quem sequi-
zer prestar a esso servico, deVer couipa-1
roe.o-no dia 15 do crrente, s 7 hora di
manbfla, em casa do capataz na ra da Ao-I
rora, e s 8 horas da uiaulifla na porla di |
alfandega.
C0RP0 POLICIAL DE PERNAMBUCO.
O lllm. Sr. com mandante do corno de pe-1
licia auturisado, pelo aitigo l. da lein. Jil
de 21 de maio do crrenle anno, convida I
aos cidadflosquese quizerem engajarcooiol
pravas do mesmo corpo, a compa ecrreml
na secretaria, munidos dos complanles I
certificados que exige o artigo 104 do re-1
gulamento do corpo.
Secretaria no corpo de polica, 10 de ou-
tubro de 1849. O secrelariu.'ilMtfiMio Car-1
los de Lemos Pacheco.
O paquete inglez Crane fecha as malas I
para oRioe Baha i oje. 15 do crrenle, as
11 horas, e-recebe carias com porte dobra-1
do at ao meiu-da.
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro prop6e-se a se-1
guir breve o brigue Bom-Flm, o qual rece-
be carga a frele, escravose tem bous roni-
modos para passageiros : quem pretender |
no mesmo car regar, ple entenJer-se com
os consignatarios, Amoro Innflos, na ra
da Cadeia do Recife, n. 39.
~ Para o Rio-do-Janeiro sabe, teres-fei-
ra, 16 do correle imurelervelmente, opi-1
lecho S.-Jos-Americano : para passageiroi
somonte, ou escravos a frete, trala-secom
o caplflo no caes da Alfandega, ou na ra |
da Madre-de-D^os, n. 3, terceiro andar.
I'aru o Uio-de-Janeiro -|
ED1TAE.
Pela inspectoriaflla alfandega ae faz
publico que, no dia 16 do crlenlo.
*uve^mre^
reir de Paul, mesmo, se elle eslava dis-1L carta, qu.udo me mireid.prS publica duzias de bor-
um favor muitu particular n uerinii. t; I';""""'" H",:' "" u.'" uu cor,'eic. a.
......|.......--- 'Permilia-me Imeo-dia, na porla da meajma, ae hflo de ar-
le urna ulti-lrematarem hasta publica 4 duzias de bor-,
presidencia Izeguius para senbora, uma duzia 21,000 rs.jSeiualla-Yelha, n. l38.
lie, fin pnucosdias o patacho na-
cional Calente, forrado "de cobre
e de excellente marcha : para o
resto da carga e passageiros trata-
se com o capitao a hordo, ou com
Novacsk (aompanhia, ra do Ta- [
piche, n. 34. segundo andar.
Vende-se uma harcaca nove ,de lote >
23caix's, de muito boa construccflo.jqui' so
pode examinar no Forte-do-Matlos; a tratar
com Joaquim Pinbeiro Jacome na ra J
V|gario, n. 5.
Para a Babia segu em poueos dias o
patacho S -fru, im-stre Joflo Antonio J*
Silva : para carga e passageiro*. trala-S9
lado do Corpo-Sanio, loja n. 25.
Fara Angola e qualquer ou-
tro porto da ( o.sla-d'Africa prfy.j
tende saliir at o liin do corren*
mez, o hrigue francez Fabev, re-
cebe carga e passageiros, para r|
que tem excedentes comniodoy
os pretendentes dirijim-se o*
consignatarios do mesmo, B. La*
rJ serie & Companhia, ns ra da
a
MUTILADO


Le loes.
M,. f.almont & Componliia farHo lei-
. "" orinlerven-lo do Cprrotor Olivcira,
i i.ma i Q'1" (|p Panns 6 fattodis de lila ,
d ido de sed. l^nsdedilJi.'riscados do
i nho vari*.s.elc. : lorgi-fer. 16 do cor-
' (< ns 1" ,,0P" da mandila. n0 eu rm*-
u,m larcodo Cor,in-sn(o
'Klk'D,",,r,ll90S rrflo leillo, porm-
lfrveiico do rorrelor Oiiveira, do um rs-
niendidj sortirnenlo de azendas. todas
Lirias do mercado: quarta-fcira, 17 do
' ,,enie s 10 horas da manhfia, nosou ar-
m,zcn.,'ruadaCruz.
BMMnanH
Avisos diversos.
Precisa-te deum caxiro : na padaria
de urna su porta, na praca da Santa-Cruz.
ADVERTENCIA.
Em prota t.
Entflo, Sr. A., vai ou nio vai tomar conla
da loja, para depoii prooor o (bello (amo-
,o?... Jusliilca, ou no, a sua illibaiittima
conduela?...... Poe sempre em execuc su vinganc* que, eoitWMliz, ha de servirde
esemplo ao mundo nteiro?.. (Pernambuco
lie muilo pequeo, nSosupporta a vinganca
monslra do Sr. A. ) Co os diabos, o. ho-
niemheochurnada, nata tudo. Primei-
ro vai familia ;( menos o pai quo j esli
louge ) nada, primeiro val aos estranhos :
um lio e um sobrinho do momo nomo. ...
)li! esses ji cheiram a defunto ; depois os
migns destes, lodos sem escapar utm um:
epois os juizes que se riram das sua* se-
uccoes ; seguem os escrivfles, ordeuan-
cas, ete. etc : acousa ha d ser grande,
porque o liomem tambem o he, ( se bem
que o physico sja um ttpieho ) e grandes
sin as suas acefips e mtiores anda os seus
clculos.'.. A'lcos, Rentes Murro ludo.'
OSr. A. ouer aprensar o dia de juizo Km
Alejandra houve um Ferrahra/, em Per-
nambuco temos oulro, mas este he Ar-
vio o de bel laia.
A jiisliflraQ3o do Sr. A. no passa de urna
ii.|xtur-Mrenla, porque as tranquiher-
iiias sflo'tantas, que eu no sei como des-
lindar-se; mella o oul o na cadeia: eu acho
tambem imnossivel, apezar do ni es m o do
muito dinheiro qne diz tero Sr. A. pela
Ihicc.i dn seu nico amigo, a|nt do muito
dinheiro que gastou (diz elle ) na caJeia !
Sim, heim .' Diga-nos agora, Sr. A., aonde
ganhou Vmc. esse muito dinheiro, quando,
como? Sendo o cambeta de una eoelun-
ca T Sendo o vassoura doum vapor? Pe-
dindo esmola polas ras de Cadlx f. Sen Jo
ino.-u de um lorde papudo e amarado f.....
Ou sendo caixeiro em Lisboa, a quem el-
guera axsatsiuou ? (tu senJo. caixeiro em
Pernanrbuc dos Srs. B. J. L. i* Ou seria
romo administrador, ngulido/, sed...a....
de certa rasa, que por arles d#atanaz, seu
patrono, Ihecahio as unlias ?... Tem mui-
to dinheiro i ara gastar,- diz o Sr. A. e
para isso nflo quer lomar cunta da luja s
para rotor d oulro at vngar-se como ha 4
diasdissea J. A. F, segundo o seu proprio
tosiepiuno. DepoisVtr. A chame ao ou-
lro ludo quanto Inc parece, se ello cum ra-
zio lliofi/er pagar o novo e yelho. Uasta
por hnje, que anda temos muita cousa no-
Va a dizer Envenenador de ti intimo.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico que diixou dn ser caixei-
ro do Sr. InWo Jos da Costa, voluntaria-
inenle Jiermno Ernetto de l.tmo A*.
Quem liver para alugar, ou vender 2
burros, un de Hatacio e oulro de Tito Li-
viu, <11 rija-s ra do Collegio, n. ^.*
Hvsponde-seaoSnr Filippe de Souza
LeAo que o mnuncio inserido no Diarlo n.
327 com as lettras iniciaes F. S. L. n3o se
emende com sua merco.
-- l'iccisa-se de um rapaz de 12 annos pa-
ra caixeiro de umarmazem do familia : na
ra do llangel, n. 36.
Tirara ni ou cabio da alpib ira po abai-
xo assignado, em occasflo que eslava re-
costado na ponte do Recife, urna carleir
decapa verde, a qual tinha. dentro 12,000
rs. em cdulas, sendo una de 10,000 rs. e
O'Jtra de S 000 rs.; meio bilhete n. 1.003 da
quinta lotera do Itio-de-Janeiro, o qual
lem na cusas una | romessa folla a S.
Concalo, do cngeulio Pilar, provincia das
Alagas ; niais rreiu bilhele da loteria.de
.\. S. de Cuadalupo n. 1,115, nutro meio
da lotera de .V S. Mili do Povo, de Jaragu,
o outros papis que no pdem servir Ro-
ga-se a quem a acliou ou a lirou que queira
licar-s cum o dinheiro, e deite a oarteira
por bailo da porta da luja da ra do Colle-
gio, n. 1,-doSr. Malhias de Azevedo Villa
unco, valo que o annunciante j tomou as
cautelas precisas para os bilheles nfio se-
ren pagos a oul i em : liein como o iinnuu-
ciaiiio previno aos Snrs, cambistas que
apprehcniam qualquer destes bilhetes,caso
sejaot premiaJos.eilhcs lrein rebal annunciante gratificara com melado do
premio. naci Joaqun de \utconcelloi
Aecioli.
Ju3o Jos Darrozo da Silva participa aos
seus freguezes que se acha mudado pan o
boceo do Peixe-I rilo, u. 2, primeiro andar,
ondeo poderfloprocurar queselo servidos
en ludo que for concornenle a seu ufllcio
' de alfaiale, visto nflo se achar mais com o
Sr. Resende Joaqnim Uuarle.
-Piecisa-se Ue um caixeiro para tomar
conla de urna venda por balanco, o qual d
Dador a aua conducta, e tenha bastan-
te praliea de negocio : paga-so bom ordena-
do : quem estiver neslas circumslanciasan-
auncie.
V Aluga-se, para se passar a Testa, urna
boa casa lerrea na povoacSo do Mouteiro,
cajajiquaiio quarlos, cuzinha foro, quarlu
pan escravos, dous quntaos murados com
porUo e saluda para o no, estribara para
dous cavados, cacimba, e piulada de nuvo:
a tratar na travesse do Veras, n. 1S.
-- Previne-so ao publico quo iiingucm
faga negocio algum com urna lettra de
90,000 rs. ,qut' passou no primeiro do cr-
iitc oututiro Jos da Silva Manta Jnior, a
gara 45 das da dita data, a Joju Anio-
' o do Carvallio Siquoira Jnior, ou a sua
i.-doni, cuja leltra se desencaminliou n-
nitc ue 12 do Correte em una carleara
'om 5,000, rs. e alguna papis de pouca
/mpoi tancia, indo do Itecifo para o Arrum-
bado em urna canda. O paseador da Icllia
]t esta prevenido de no pagar sen.lo ao
aanuiicMiitc. Provine-se que a dita leltra s
Uta assigiiaiia pelo dito Maula.
A pessuj que aiiuuuciou ter urna ni o
rada de casa pintada o concerta!*, na ra
do Amparo, n. 31, querendo alugar por
fi.000 rs. roensaes, para urna pequea fa-
milia, se obrigando por toda a ruina que
se llzer, e dando-se bom Ardor, querendo,
dirja-4a* praa na Independencia, livra-
ria ns. 6 e 8.
-- \o dia 17 do coarente, perante o Sr.
Dr. juz do civel da segunda vara, na ra
das Cruzes, pelas quatro horas da tarde, se
ha de arromsUr umneasa terrea, sita na
ra de San-Jos, n. 31: quem a preler.der
compareca, quo he a ultima praca.
No da 18 do correle, pelaa4 libras da
tarde, na porta dojuiz docivel da prmeira
vara, na ra da Praa, lem do se arrematar
um escravo porexocucjlo do I). Catharna
Francisca do F.spirlto Santo contra Joaquim
de AlbuquorqueF-ernandesGama, avaliado
em 250,000 rs.
Desappareceu um relogio de ouro suis-
so, com mostrador dourado, correle da
largura de meio dedo pouco mais ou menos
o com urna chave que fazia vetes de sine-
te o como se aupponha fuado, roga-se
aos Srs relojoeiros, ou a qualquer pesoa a
qunm o dilo relogio forofferecido, de o ap-
preliendcr e leva-lo i ra da Cruz, n. 18, no
primeiro ou torcelroandar, que sera recom-
pensado.
O Sr. Jos liento Monteiro
da Franca, empregado no consu-
lado provincial, queira mandar pa
gar a quanlia de 18,000 rs que
deve do aluguel da casa cm que
morn ha dous annos.
A mesa regedra da Irmandade deSr.
Bom Jess das Dores, instituida na igreja
de S Gonzalo, tem transferido a fesla de
seu padroeiro para o dia 4 de novmbro
prximo futuro.
Senesla praca existe algum her.leiro
ou procurador dos herdeiro da Torre, bas-
tantemente autori ado para recber os fo-
ros das trras pertenconles a dila Torre, no
lugar dos.Remedios, outr'ora aforadas ao
fallecido padre Caetano, annunciesua au-
turisac3o, ou appareca na ra do Collegio,
botica n. 6, para receber a paga de 3 annos;
isto al o dia 20 do conente, alias inmedia-
tamente se recolher ao deposito goral.
O abaixo assignado faz pelo prosente
sciente so respeiUvol publico, e principal-
mente aos seus devedores, que o Sr. Manoel
Jos Fernandes Jnior deixou de ser seu
caixeiro desde o dia 13 do crrente, por cu-
jo motivse nOoresponsabilisa pelas trans
aoc,i's que o mesmo faca desJe este dia etn
dinte, e da mesma forma o faz rosponsa-
vel pelas que liver feito sem o seu assen-
limeuto. Recife, 13 de outubro de 1848.
Jote Diat da Silva.
No Ateno-da-Boa-Vista ,
n. i o, exislcm cartas de interesse
parase enlregarem aos Srs. Ale-
xandre Manoel de Mendonca, JoSo
Pedro da Sitva, Jos Patricio de
Ca vallio e Manuel Gomes liai Lo-
za de Araujo Ferreira, ou a seus
procuradores.
Perdou-se urna carteira de algibeira j
velha, com alguns assentos de pouca culi-
dado e onzo a 13,000 rs. em cdulas, um re-
cibo de 7,000 rs.*do aluguel do urna casa
uto quaito, um oitavo e dous decimo*>tle
billa-tes da lotera do Rio-de-Janeiro : quem
a livor diado, querendo entregar, leve-a
a ra da Cadeia do Recife, luja de Anloni
Juaquim Vidal, que agradecer e dar por
adiado a qrrantia que eslava dentro da dita
carteira.
"I
fe
%
DEPOSITO GEli AL
do superior rap areia-prsta 2
da fabrica de Ganlois Pai- %
l/iet &c Compartida, na Ba- I
' Ida. fe
Domingos AlvesMstheus, agente da i
fabrica de rap superior arcia prcta
?> e meio grosso da llahia, tem aberto o i
* seu deposito naaua Cruz, no Recife, ?
ii. 52, primeiro andar, onde se achara
fe, sempre desie excellentce mais scre- H
fe; dilado rap que al o presente so tem
S fabricado no Brasil: vende-se em bo-
#y los de urna e roeia libra por preco
fe mais commodo do que em oulra qual-
9/ quer parte.
9
m
Hoje, 15 do corrente, estar no largu
da cadeia um dus melhoresbois mansos pa-
ra carroca ou carro o qual se vende por j
se ter acabado com o servico para que fui
comprado.
Vai a quem toca.
Podc-se encarecidamente a quem pude fa-
zer valer sua autoridade que fac,a remover
do quintal de una casa terrea,na ra das l.a-
ranB'>'iras, peilenconle ao grande hospital
de caridade, um monluro que, por muilo
antigoe estraordnario. esl servindo de
grando incoinmodo aos moradores viziuhos
que suffrein sem recurso; continuando a
sera praia de despejo( por comuiodidade
lalvt>z>dos moradores (alertes da mesma
casa.
Urna pesso] que tem as habilitacoes
necessarias propOe-se a dar ligies de pri-
meiras lettras cm casas parlicularer ; quem
de seu prestmose quizer utilisar, dirija-se
ao AUrro-da-Boa-Vista, n. 5.
Precisa-sc de 1 800,000 rs. sobre hypo-
tlioca em urna boa casa terrea ; na ra do
Araglo, n. 20.
Os Srs. Bernardino Jos Serpa e seu li-
Iho Candido Jo.-o Serpa, moradores em
(inda, queiram vir pagar, no prazo de oito
lias, na ra Augusta, n. I, as suas lettras
queseachain vencidas desde novembro do
anno passado ; do contrario, nflo se quei-
xem do resultado.
Desappareceu, ou furtaram. quarta-
fera, 10 do correle, da ra do Padie-Flo-
"rianno, um cavallo caslanlio, magro, com
Manoel Diuirte de
Fatiu, cloiitorciii medici-
na pela iinivvi'sklade de
^(Kiiibiii'f/o, aclia-se re.s-
ditido na na do Que;lita-
do, n. 10,primeiro andar:
as pessoa que de sen
prestimo sequizeiem nti-
lisar o |(leni proetnar a
qualquer hora, que sem-
pre o acharan prometo:
tambem se offerecea pres-
tar gratuitamenle aos po*
bies os soceorros de sua
arte, das S at s 11 horas
da manlia;i.
I'recisa-se de um rapaz de 11 annos
pouco mais on menos, para servir de criado
no mallo : no largo do Livramenlo, n. 20.
No dia 10 do corrente, pelas 10 horas
da inanh.la, na ra da Sonzalla .Nova, so-
brado n. 8 J, vio a praca, perante o juz de
orphSos e ausentes, todos os gneros per-
tencentes a luja do fallecido pintor llenri-
que B. Litz : quem os pretender dirija-se ao
referido lugar.
Una largado Rozarlo,
n. 14.
Pradines, culihiro e
ar.neiro,
tem a honra de prevenir ao respetavel pu-
blico quo elle acaba de rereber pelo navio
francez Soerale um rico sortimento do cu-
lilaria lina como lesouras para cabellerei-
ro costura alfaiale e para unhas; ditas
muitd Tinas para sonhora bordar ; eslujos
de navalhas muilo ricos; caivetes de to-
das as qualidades, com cabos de marliui,
madre-perola c de tartaruga. O annuncian-
le aproveita essa occasiflo para lembrar aos
seus freguezes, que ello tem um bom sorti-
menlo do espingardas linas de cano trun-
xado e da masquinado, das melhores fa-
bricas de Franca, obra omito boa e muito
segura proprias para se dverlirem pelo
lempo de festa : tambem contina a amu-
lar as torcas, quintas o sabbados, eseen-
carrega do qualquer concert pertencenle
ao seu ofllcio.
I'recisa-se de um caixeiro
de 12 a tuannospara venda : as
Cinco-Puntas, n. 91.
A pesso que annunciou querer com-
prar urna canoa de carreira, sorvindo-lhe
urna bem pequea, dirija-se ao Korte-do-
Mattos, ra do Amorim, a fallar com Anto-
nio Joaquim Vidal & C.
Offerece-.se um hornera para feitor de
engenhn, ou mesmo. para sitio, o qnnl d
fiadora sua conducta: na ra da Praia ,
ai innzein n. 49.
Aluga-se aloja do sobrado 11. G da la
da ivnlia, ionio a venda do Sr. Regs : a tra-
tar na ra do Amorim, n. 6.
Aluga-se urna casa concertada e pinta-
da de novo, em Olinda, na ra do Amparo,
n. 31 : a tratar na ra da Cadeia do Recife,
n. 52.
Quem annunciou querer comprar urna
canoa grande e aborta, dirjase na do
Trapiche, d< fronte do caes da l.ingocta, n
30, que ha urna para se vender, e-tambem
solioca por dous milheiros de lijlos de
alveuaria grossa.
Alga-se, pelo lempo de fesla, um gran-
de sitio na estrada do Monteiro, com boa
casa de vivenda, cozinha frn, estiharia,
coclieira muilos arvoredos de fructo e
muito perodo banlio : a tratar na ra No-
va n. 50, primeiro andar.
-' Peideu-sc, da 1 na do Trapicho at al-
fand'ega um quarl'o de bilhele do Rio-de-
Janeiro, da vigsima lolcia concedida a
benelicio do monte po geial dos servido-
res do estado, n. 5754, e jualo a este mais
3,000 rs. em cdulas : quemo liver adiado
e nver consciencia bastante pra o restiluir,
haja de guardar s cdulas e enlregar o bi
hete na praca da Independencia, n. 37; ad-
verando que o dito quarlo i fra pago
( no cuso de ser premiado ) a seu dono, por
assimj o le prevenido.
Quem precisar conduzir trastes embar-
cados para sitios, dirija-se a rui do llan-
gel ri. 8, que achara canoas e canoeros
por preco commodo, e responsabilsando-
se peles faltas.
A pessoa que quer comprar urna ca-
noa pequea de carreira, drija-so a ra da
Praia, n. 24
Deniz, alfaiale francez, mudou o seu
eslabelecimento para o Atcrro-da-Roa-Vis-
ta n. 38, sonde os seus freguezes oicha-
rflo promploparaoseu servico
Aluga-se urna casa no sitio do Coulei-
ro, margem do no Capibaribe, com modos para grande familia, cuziolm Ara
estribara, cocheira e quarto para criaco;
urna dila mais pequea, tambem com boig
commodos pira familia, e estribarais
tratar no paleo do Carmo, n. 17, com Ga-
briel Antonio.
--Quem perdeu um cachorro branco di
afjoa, dirija-se ao Atorro-da-Roa-Vsta, n.
n. 42, que, dando os signaes, lhe ser en-
tregue.
Os abaixo asssignados parlicipam ao
comn.ercio dest piaca quo dissolveram
amigavelmenle a suciedade que gyrava-
sb a lirma da Via una & Maia, na luja de
miudezasdarua do Rozarlo n. ti, uVandoo
socio Joo francisco Maia encanegado da
liquidaQflfl lauto do activo cumo do passivo
nos negocios da exriucta tirina. Iticife, 30
de strembro de 18*9. Jouo Ftmande 1 l'a-
renlfSianna.Ji-do traneitco Uaia..
/ Um mogo com bastante pltica na arte
ile pharmacia, chegado receniemento a esta
Kpiaca, d.srja encontrar a mpregar-se na
um sobrado de dous anJares om boi ra,
dirija-se rua estreitado Rozario n. 43,
segundo anjbr, que se dir quem faz esto
negocio. ,, ,
- Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
d dinheiro a premio as (unntias de 200,
300 e 400;00 rs. coin liypolueca om casas
terreas.
I'recisa-se de.umi preta
boa vendedeira de doce: nar.ua
lo Trapiche, n. h\l\.
Aluga-se um sitio om Remflca, junto a
Estrada-Nova, murado, com boa casa de vi-
venda, cocheira e bastantes arvores do fruc-
to : a tratar na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja n. 54.
Compras.
Compra-se 13a de flecha de canna, di-
ta de barriguda : paga-se bem : na ra No-
va, loja de selloiro, n. 28, defronte da Con-
ceicno.
Compranv-ss os ns. seguintes do Diario
de Pernambuco desle anno de 1849 : 1, 4, 5,
9. 10. 14,16.26, 27.30 a 33. 46,51.53. 54,
59, 61. 64, 66. 6S. 69, 73 a 75, 78 a 82, 84,
85, 87. 89, 91 a 93, 110 a 120, 125 e 155.
Ccmprnm-se dous moloques de doze
annos, que nflo tenham vicios nem acha-
ques : pagam-se hm : na olaria dos Coe-
llios do Sr. Dr. Antonio Jos Pereira.
Ccmpram-se as orsrflps de Cicero : ni
roa do Collegio, n 4.
Compram-se uns rcqiiififes para meni-
no, euma dous annelOes de ouro : tudo
sem feitio: quem liver annuncie.
Compra-se urna escrava quo saiba en-
saboar, engommar alcuma cousa e coz-
har o diario de urna casa, que nflo seja vi-
ciosa, embora lenh maior dade, 011 menos
figura : na ra Augtrsta, terceiro sobrado,
viudo do Aterro.
Vendas.
Lotera do Rio-dc-Ja-
neiro
Aos 20:000,000 de ri".
Na praqa da Independencia, n. 4, vendem-
se bilhetes, meios, quarlos, oitavos c vig-
simos da 20 lotera a benelicio do monte
pi. Na mesma loja mostram-sc as listas das
lolerins passadas.
-- Vende-se urna boa venda, sila na praia
do Caldeireiro, n. 2, por seu dono se reli-
rar para fra da provincia : quem a preten-
der dirija-se casa junio.
Vendem-se 8 lindos nmleques de 12 a
18 unos ; 8 prelos do 20 a 25 minos ; 3 par-
dos do I6a25 annos, sendo umdellcs pti-
mo coznheiro ; duas pardas de 17 a 20 an-
nos, com habilidades ; 6 prctas com habi-
lidades, de 17 a 20 annos ; urna negrinha de
12anuos, com principios de costura: na
ra do Collegio, n. 3, sdica quem vende.
Para cortinados.
As mais ricas franjas de. algodffn para I quina, junto ao caes do Ramos.
guarnecer cortinados : vendem-se1 na ra __' Vendcm-se sapaloes de C0U-
ro de lustro feitos no pU, pelo
um bom rec-nlo condecido por mimas p?s-
soas : na Soledade padaria dofronlu da igre-
ja. Ni mesma padaria precisa-sa de um
amassador que tenha rroguczia do vender
po, ou que se proponha a procura-la.
.- VenJe-se urna carroca de dous bois,
om muilo bom estado, e prompta a carre-
garpor cima e por baixo : no piteo do
Carino, venda n. 1.
Lapis de desenlio de cftres,
senloaaul, branco, encarnado, amarello,
verdo e de outras muitas cores : y.-nde-so
no pateo do Collegio, u. 6, loja de livros do
Sr. Dourado.
Loteras do ttio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,?000 rs.
5 20.3 a f'axor do monte-pio.
Meios liillietes. n,5oo
Qitartos.....5,5oo
3 Oitavos.....a,8oo
8 "Vigsimos. l,3oo
Na ruado Collegio. n. 9.
Nesta casa venderam-se,
tt com premios grandes, os bi- *
Hieles da 11.a lotera da Mi- |
sericordia :
Ns. 3960. a:ooo,ooo
5638. 1:000,000 fe
3o5i. 100,000 *
I e outros muitos de qiiaren- J
!l 1 e vinte mil rs. ^
Kspera-se a lista da 5.? lo- 9
& teiia do lliesonro. ^
i#'#i^ mmwm mwmmwmm
- Vende-se urna loja de azendas com
muilo poucos undos. ehoinlaarrnaqnode
vinhatico: na ruado I'.isseio, I). 17.
Vende-so um sojiradinho na ra da Sen-
zalla-Velha. n. 23 : 110 Passeio- Publico, lo-
ja n. 7, se fc-r todo o negocio.
Agua de Ungir cabellos e suissas.
Coniina-se a vender agoa de Ungir ca-
bellos o suissas: na ra do Queimado, 11.
31. O melliododeapplicaradiiaagoaarom-
paulia os vidros. .
-Vendem se, por preqo commodo, caei-
ras do Jacaranda c do o loo, enejadas pelo
ultimo navio do Porto, def.onlo da igre-
ia do Corpo-Sanlo, n. l. ,
Vende-se um relogio de ouro horizon-
tal, mu l.em tiaballudo. por prec,n con-
modo : na run larga do Rozarlo, n. 46. .^a
mesma casa dilo so 100,000 rs. a juros com
penliores doouro.
-- Vendc-so um cavallo de sella, go'do.
muilu novo e sem achaques, ou mesmo tro-
ca-se por fazcudas: na ra do Queima, n.33.
segundo andar.
Vende-se um escravo: na casa aa es-
do Queimado, n. 8. lUtu-se as amostras.
Vende-se um cavallo preto muilo gor-
do, ede figura a maislinda pussivel: nu ra
deS.-ltila, n. 85.
Venilem-se slguns escravos e cnlre el-
los negrinlias proprias pfra mucamas, o2
prelos para todo o servlco : na ra da Ca-
deia do Recile, n. 39.
Vendem-se 8 bos mansos e gordos :
no engenho CBpibaribe, ou na praca da Roa-
Vista, venda de Antonio Jos de Magalhiles.
-Vendem-se.na roa do Queimado,loja de
m
hai-atissiino preco de .0),ooo, 4>00a
e 4,Soo is. ; ditos para meninos,
a 2,000 e a 5,5oo rs. ; ditos bron-
cos do Aracotv para hornera, o
1,000 e a 1,200 rs. : na ra da
Cadeia do Recife, n. 9
Na ra da Cruz, armazcm n. 33, de Sa
~vendem-w.ua ra uovuein.aio,.j...o .- vellde.8e cl de Lisboa, om barra
udezas,n.25.saccasdo arroz do Ceara. Wj'J?"""^ Pe|o brigueHoto-Ve.
1,400 rs. ; bem como duas superiores '^\^i"^T^ZJl^orT.l,m cmo fei-
'* ...-..! i-mi .on snecas. muito bom, branco c de
~ V7de-SrPnTi.Tl figU-|ou0trqu.l?dads. chegado do Araca.y. por
: em Iora-de-Porlas, 11. i.r. > ( ( c 0 g0|s; C0UI0S
^^^;rr,s.eis:%.p.o/ecB8p. raP ^ .o.
Olinda, sobrado do Raido no Varadouro.
Vende-se um ptimo piano de jacaran- dos os lama"os.
A ,000 rs.
Vendem-se opimas mantas de seda psrn
senhora a 3,000 rs na ra lo Crespo, n.
d ; um lustro de vidro para sala; duas
bancas de jararadd ; duas ditas de ama-
rello ;um bunilopresepe; um oratorio pe-
queo, co.n iMagena; urna cama de jaca-
randa ; urna mesa de amarello com abas ;
3 estantes para livros; um globo de vidro;
um candieiro de' tatito com 3 luzes; um
diccionaiio latino; a msica da Norma
completa ; 2 venecianas para jancllas ; na
ra Nova. n. 59.
l\o paleo de S.-Pedro, taberna n. 1,
se dir quem vende urna escrava com cria,
de bonita figura, a qual s se vende para
foro di provi.icia, ou para engenho.
Vcnile-sc um preto de nacBo, do 24 an-
nos, mulo robusto e sndio, bom canoeiro
e proprio para todo o servico : na ra da
Cadeia do Recife, n. 5.
Vende-se urna venda, sita no becco do
Peixe-Ffito, agora travessa do Queimado,
n. 5 : quem 1 pretender dirija-se mesma
venda.
Vendcm-se meias barricas do nova e
muilo superior funda de trigo : na ra da
Cadeia do Recife, escrptoro de eaite You-
Ic & Companhia, ou no primeiro armazcm
do becco do Concalves.
Os herdeiros do fallecido coronel Soto
vendem una parle, sita em lleberibe, com
muilos feriis terrenos, cum prande com-
modidade para criar gado e com boa agoa
de beber em rio coi rento : os prelendeertes
dirijam-se Olinda, ra da Kilioira, sobra-
do contiguo cadeia, quej*efarl qualquer
negocio
Vende-se um engenho, sito
na frrguetia de Sciinhaem, distan-
te quatro legoas do porto de cm-
Urq
diase cauda aparadas, um r calcado hranco : quem o liver e quizer restiluir,\
iiji-sea mesma ra, n. 69, que ser jenc-
rsame de recom onssd.
- I'recisa-se fallar com o Snr. prancisc
Xavier Carneiro da tunlia e com/ Snra. 1)
\mia Joaquina do Reg Barros, negoci.
de seus interessej ; annuncie suas mon-
das.
delta : quem de seu prestimo precisar an-
nuncie por esla fulha, para ser procurado.
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a mar pequea e porlo de
embarque e desembarque : na ra da Sen-
/.ali,., 11. 4-', a tratar coto s. J. Johnslon 61
Coinpaiihia.
Quem aoDuociou querer hypotuecir
II, loja do Antonio LuizilosSantis &Com-
panhia.
Vende-se a taberna n. 2 do pateo da
S.-Cruz,qne foi do Sr. Pedro Ignacio l!p-
lista a qual se acha bastante afreguezada ;
a tratar na mesma taberna.
Vende-se potassa superior
por preco mais commodo (loque
em oulra quilquer parte : no ar-
mazem de L)as Ferreira, no caes
da Alfandega.
Vende-se feijo mulatinho, a 200 rs. a
cuia ; arroz branco, a 320 rs. e a 8,000
rs. oalqurire ; dito vermelho a 1,400 rs.;
e lodosos mais gneros muito em conta
para liquidar o eslabelecimento : tudo a di-
nheiro a vista : lambetn se vendem 4 ca-
noas de carregar lijlo, inulto en conla ; 2
caixilhos i'iividrucadoj para alcova ; urna
resfiadeira de metal com lorneira, obra
muitO lioa.
Vende-se urna porco de barra quo f-
ram de oleo de Inhala : na ra do Rozario,
botica de Itartholomeu Francisco de Souza.
Vende-se urna bonita escra-
va de vintc e dous annos pouco
mais ou menos, com habilidades e
muito sadia : na ra da Cadeia do
Recife, loja n. 50.
Vende-se um carrinho de 4 rodas para
um cavallo, muilo maueiro, com arreos e
e, com muito boas oh, as, ex- ^l^J*%y\\\
cillente machina movida por agoa,
unius maltas e tenas de grande
prtducco. Recebe-se em conla
algim sitio perlo de^la praca, ou
ilion o alguma casa nelli situada ;
a pei&oa a quem convier, diiija-se
ruaxJo ( respo, Icjn. 17.
VenV-se mi tade de urna casa terrea,
sila no pleo de San-Jos, na esquina qu>-
vulta paik Sanla-llita, um famoso local
pira uma\euda, por commodo preco
larde.
-- Vende-se manteiga mgleza muito su-
perior, a 640 rs. a libra : no Alerro-da-Boa-
Vista, venda n. 54, pegada a loja do r.s-
liina.
Uucellas Wine,
ofvery superior quality-lo be liad at the
store of Sr. Das Ferreira Cusiom House
square.
Velas de v.s\m rnmeete,
das melhores que teem vinde este merca-
do: vendem-se em caixasde 84 libras, em
da Cadeia-
fallar na tr^essad ra da Concordia, n, I casa de Ricardo lloyle, na ra
5, sobrado o. uin andar. Velha, n. 29.
Vende-syaWuitoconheeida o fallada 1 Vende-se um sellm Inglez, em muito
casa de estala?cn na villa de Iguarass,' bom uso : ua ra Nova, n 67.
MUTILADO


iJ
-- Vende-aa uro'rahriolet inglez muito
forle em ptimo estillo o pintado de novo:
na cocheira do Sr.lMounier, no Aterro-da-
lina-Vista.
Moendas superiores,
Na fnndigflodo C. Starr & Coropanhia ,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
de enima, todas de ferro, de utn modelo o
construcgflo muito superior.
... Vendem-se amarras de ferro: na ra
da S 'ir/iiIla-Nova, n. 42.
Taixas para eng-enho.
Na fundigflo de forro da ra do Brum,
acaba-se de rereber um completo sortimen-
t ile taixas de a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego rom-
modo e com promptidflo embarcam-se,
cu carregam-se cm carros sem despezas ao
comprador.
4cs (limantes de bom >osto;
No armazem de molhados atrs do Cnr-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de nutras multa?
qualidades que se venderflo mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
milho, que se estfio vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Pos galvnicos para
pratear.
Na ra do Collegio, }oja n. P.
Todas as pessoss que possnem objeetns
praleados e que tenham perdido a cor ar-
gntea, i'-ian lo por sso indecentes, ou inii-
tilisados, teem uestes pos um excellente
restaurador e conservador dos mesmos
objectos Mtnpre como novos sendo o pro-
cesso para se usar delles o mais simples,
nada mais do que esfregar com um panno
de linhu Diolhado em agoa fria e passado
nos mesmos pos.
Urna caixinha contendo quantidade suf-
Hciente para pratear mais de 40 palmos
quadrndos custa a mdica quantia de
mil rs.
A 4#00O o corte de novas
alcinas de seda
com lindos padrPS de lisias e quadros, co-
res modernas, clarase escuras al pretas ;
gangas amarellas da India, propgas para
todo o trago de bomem e de meninos ; bem
conm um novo snrtimento de fazendas fi-
nas e grossas por haratissimo prego: no ar-
mazem ilo Haymundo Carlos Leite, na ra
do Queimado, ii. 27.
Novo mu (I i pola o patente
com mais de 40 jardas
cada peca
com largura quasi de urna vara fazenda
a mais lina que se pode imaginar, por isso
ptima para ludo pelo diminuto prego de
9,000 rs. a peca ; bem como todo o sorll-
mento de fazendas finas e grossas : no no-
vo armazem de fazendas de Haymundo Car-
los l.eite, na la ilu Queimado, n. 27.
" #
* Na na do Crespo, loja da
esquina que volla para a 5
Cadeia, vendem-se 0
tle largura na ra do Crespo, n. 5, loja
que faz esquina para a ra do Collegio,
vende-se o novo algodflo trancado, pro-
prio para tnalhas com 8 nalmoseJe largu-
ra pelo barato preco do 900 |rs. cada urna
vara.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vondem-se cortes do cassa para velidos,
de cores fixag e de bonitos padrfles, a sete
eoito patacas o corte ; c'iales de Urlatana ,
grandes a 800 rs.; meios ditos, 500 rs. :
na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-SantS.
Na rua da Cadeia, n. VI.
vendem-se por atacado tres qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos, a 250, 280 e 300 rs. a vara.
FoEha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres:
na rua do Amorim, n. 35, casa.de J. J. Tas-
so Jnnior.
dfc .y.- mmi y T'ItMMtMtUM iiyi'YiVrVal YiaYiaTTJYMfalMIltitaai
4
de'-t do llecifa, n. 15. Na mesma loja tam-
bem se vendem bnrris de vinho de cinco em
pipa de Lisboa.
Lotera do Rio-de-Ja-
neiro.
A os 20:000,000 de ris.
Vendem-e bilhetes, meios, qusrtos, oi-
tavos e vigsimos da 20 lotera concedida
a beneficio do monte pi geral. Na mesma
loja existe um restante de bilhetes da 5.a
lotera a beneficio do thesouro publico. Na
nraca da Independencia, loja de fazendas,
n. 1.
Vendem-se saccas com feijflo mulali-
nbo, branco e vermelho, de 2 alqueires a
meio do tiio-de-Janeiro, a 4,500r. : no
caos da Alfandega, ns. 5 e ", e na rua da
Moi'.la, trapiche do linio.
- Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
chegado doRio-Crande-do-Sul bom sebo
em rama, por preco commodo.
A 8,500 rs.
Vendem-se pegas de esguflo de Irlanda,
fazenda mnito encorpada e de 4 palmos de
largura pelo diminuto prego de 5,500 rs. a
peca com 10 varase meia, ea vara a 560
rs.: na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos
Francisco Das.
Cadeiras de palhinha e
de halanco,
bem com outros mnito- trastes: vendem-se
em casa de Kalkmann lrmflos, na rua da
Cruz, n, 10.
Rap roldo francez,
Vende-se o superior rap rolflo francez ,
nicamente as lujas dos Srs. Caetano Luiz
Ferreira no Aterro-da-lloa-Vista n. 46 ;
Thomaz de Mallos hstima na mesma rua,
n.54; Francisco Joaqun) Duarte, ruado
Cabug ; Pinto ttrmflo, na rua da Cadeia
do llecifo, n. 19.
Charutos de Havana
de Kalkmann Ir-
n. 10.
verdadeiros: em casa
jnSos na rua da Cruz ,


os acreditados brins branens de lis-
tras, lisos e amari los, a 1,500 rs. o
corte ; dito milito superior, a 1,<00 9

t
i
rs. todos de puro linho ; panno fino *
prelo e azul, a 3,200 rs. o covado; ^
dilo muito rupeiior, a 5,500 rs.; fus- &
toes muito bonitos a 640 rs o cor- ?
te; ditos de velludo muito reos a *
2,500 rs. ; pegas de cambraia te qua- 4
dios de 8 varas e meia, a 2,720 is. a *
peca;cassas pretas muito bonitas, m
9 a 1,410 ra. o corle ; madapolflo enfes- ?
9 lado milito fino, n 5,400 rs. a peca ; i
cortes de caigas de selinela de cor, #><
a 8S0 rs. ; ditos de castor, a 1.000
rs. ; cbila azul para escravos, a 140
rs. o covado ; picote muito eucorpa- 4
do, a 18 rs ; pl i i I lias .le linho, a 500 4
rs. a vara ; esguiflo de linho muito ii-
no e com 4 palmos e meio de largu- >
ti ra, i 1,440 rs. a vara ; corles de 4
# I 11 m de iil.odao a 800 rs. ; e ou- i
t** tras muitas fazendas por prego com- *
4 modo. p
* 4
#>!#?#<>>
Vendem-se 2 cabriolis inglezes em
muito bom estado com lodos os seus por-
tences por prego commodo : no Aterro-da-
Itoa-Visla, n. 52, cocheira de Luiz Monier.
Ra rua do Crespo, loja
de 4 portas, n. 12,
vende-se o restante dos muitos acreditados
chapeos de castor prelo, pelo diminuto
prego de 3 e 3,500 rs ; cuites de sedinhas,
a 2,000 rs ; ditos de victorias, fazenda
muito dura ve I e de core* lecdas a 3,000 |
rs. ; cortes de cambraia franceza de difTe-
renlea padres a 3 e 3,500 rs.; corles de
cassa com assento escuro e cores finas a
2,500 rs., isto por ter um pequeo toquo
de mofo ; barretinas oe seda para meninas,
a 2,000 rs., e mais pequeas a 1,000 rs. ;
calcinhas de (li de linho para meninas a
320 rs. o par ; chitas finissimas em panno e
tintas a 200 rs. o covado ; brins de linho e
algodflo de cores a 320 rs. o covado.
Madapoles finos a
3,600 rs. a peca.
Vendem-se madapolOes linos, com 24 jar-
das com um pequeo toque de mofo pe-
le prego de 3,600 rs. a pega i na rua do Cres-
po, lujada esquina que volla para a ca-
deia.
Na ruaeslreitailo Rozario n. 43, se-
gundo andar vende-se um escravo perito
olliciiil de sapaleiro o que he bem mogo :
o motivo por que se vende se dir ap com-
prador.
Na loja do Estima & Ramos, no Aterro-
da-Boa-Visla, vende-se um par de. adrago-
nas muito ricas para capitflo ; bem como
um habito esmaltado, de Chrisio.
A 900 rs. cada urna
vara.
Noto algodao california com 8 palmos
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito nova, 2
sem cheiro algum e por pre- 2
$; 50 mais comino fo do que cm J
j| oulra qualquer parte : a bor- j|
K do do patacho nacional Li- &
H ma> tundeado defronte do J
caes do Collegio, ou em ca- $
1 & de Machado & Pinheiro, j|
|[ na rua do Vgario, n. 19, *r.
I I segundo andar.
*.,. .:-5^ m NMMNNpim
Vende-se urna parda escura de boni-
ta figura costureira, engommadeira e co-
zinheira cuja conducta se afianga, por
sor exemplar ; urna negrinha de 7 annos,
muito bonita: na rua largado Rozario,
loja n. 35.
irados de ferro.
Na fundigio da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-ae arados de ferro de diversos mo-
delos.
Superior farinha de
mandioca.
Chegou de S -Catharina o brigue S.-lla-
nnel-Augusto com um carregamento de fa-
rinha superior, ocha-se fondeado defronte
du ees do Ramos, e all revende qualquer algodflo, pelo barato prego
porgilo a prego commodo : tanibcm se pode vara,
tratar na praga do Commercio, n. 6, pri-
meiro andar.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa ,, vinda pelo ultimo navio, por prego
mdico : a tratar na rua do Vigario n. 19,
primuiro andsr.
Cha brasileiro,
Vende-se cha brasileiro p armazem de
molhados, atrs do Corpo-SRito, n. 66, o
mais excellente cha produzido em S.-Pau-
lo, quo lem vindo a esto mercado, por
prego muito commodo.
de se em pega e a retalho o famoso algodflo
da fabrica de-Todos-os-Santos na Baha o
melhorque ha para conducgflo de assucar
embarcado o roupa de oscravos, pelo seu
corpo e duragflo sem igual, por prego mais
barato do que at agora se tem vendido: ha
mais largo e mais estreito.
Vende-se urna preta de nagflo, que co-
ziuha.lava, o he vendedera de rua; um
prelo de nagSo, mogo, proprio para todo
o servigo : na rua larga do Rozario, n. 35,
loja.
Cal virgem.
Cunha: & Amorim, na rua Cadeia do Re-
cite, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualdade, por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parle.
l
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
A SitO rs.
Na rua do Crespo, n. R4,
loja de Jos Francisco
Dias,
vende-se hamburgo muito fino, com 3 pal-
mos c meio de largura e com mistura de
de 320 rs. a
A 640 rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodflo ameri-
cano, encorpadose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras de hons padres e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
AGENCIA
da fundicao Low-Hoor,
RUA DA. SKNZALT.A-KOVA, N. l\1.
Neste estabelecimento conti-
na a haveium completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho *, machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
co ido. de todos os tamanhos,
para dito.
-- Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de brlm de puro
linho, a 1,280.
-- Vendem-se cortes de brim Irangado
pardo de puro hnim, pelo diminuto prego
de qualro palacas : na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
r> O
q Um piano. <)
O Vende-se um piano muito bom para B
O estudo, bonito e de excellente autor: W
O na rua do Collegio, n. 9. <3
& o
Barrica*.
Vendem-se barricas vasias que foram de
farinha, em pe bem accoiidicionadas :
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Novo methodo pralico e
tlieorico da lingoa fran-
cez, por Luiz Antonio
Burga i n 2 v.. por 6$
Acaba de apparecer no Rio-de-Janeiro es-
ta interessante grammatica pela qual em
milito pouco lempo o sem a fastidiosa tu-
re fa de estudar de cor verbos e significados,
se aprende a fallar, traduzire escrvercom
perfeigflo a lingoa franceza.
Vende-se aqui na praga do Commercio, n.
2, primen n andar.
Vendem-se ricos chapeos de seda de
todas as cores ; manteletas de seda de co-
res e pretas ; chapeos de palha para senho-
ra, meninas e meninos: ludo chegado pe-
lo ultimo navio do Havre : no Aterro-da-
lloa-Vista, n. 1, casa de modas francezas.
/iiaiks de furia -cores a
200 rs. o covado e ris-
cado monslro a 220 rs.
Vende-se zuarle do fnrta-cOres muito
encorpado c com 4 palmos de largura, pro-
prio para escraos a 200 rs. o covado ; ris-
cado monslro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua do Crespo, loja da esquina que
volta par;- a cadeia.
--Vende-seum escravo : na rua Direita,
venda que foi Je Jos da Penha, n. 23.
Cera em velas.
Vendem-'e caigas com cera em velas,
fabrica.lasem urna das melhores fabricas
do Rio-de-Janeiro, sortidas ao gosto dos
comprada/cs e por mais barato prego do
que em entra qualquer pacte a tratar com
Machado& Pinheiro, na rua do Vicario o.
19, segupdo andar.
Venlem-se no armazem do Racellar, no
cesd Alfandega, canaslras com superio-
res batatas a 2,000 rs. cada urna.
Allencao !
A 1,000 ris.
Vjndcm-se cobertores de algodflo dobra-
dof, ptimos tanto em qualidgde como em
laiianho, com 8 palmos de largura e II
d' comprimento, pelo barato prego de 1,000
p. cada un; bem como um completo sor-
Imento de fazendas novas e bsialissimas
10 armazem de fazendas de Rayin.ndo Car-
los Lelt, na ru do Queimado, n. 27.
-- Vende-se por mdico prego um' piano
lile Jacaranda, o mais rico em gosto e vzcs
toa ruada Aurora, n.94, casa de Francisco'
'Pires.
DEG PORTAS NJ#
Nesta loja vendem-se cortes de casi-
mira elstica, dos mais bonitos padroes
que teem apparecido nesta praga a 6,500 e
7,000 1 s ; lengos para grvalas, dos melho-
res gostos e finos em qualdade, a 1,500 e
2,000 rs. ; chales de la e seda de lindos
padrOes a 5, 6 e 7,000 rs.; dilos mais pe-
queos lodos de seda e muito finos, a 6,000
rs. ; dilos de cadilho, a 480 rs. i lencos da
mesma qualdade, a 120 rs.; merino pre-
lo de duas larguras, a 1,500 rs.; dito mu-
lino, a 2,000 rs. ; cortea do cambraia de
cresjixas, a 2,000 rs. ; vestidos bordados,
Imneos e de cores a 2,000 rs ; cambraia
bor.latas,brancas e de cores,b 320 ra,; ditas
de d ido/en tes qualidades a 240 rs. a vara ;
chitas de hons pannos e de cores fixas,a
140 rs. o covado ; e nutras muitis fazen-
das que pela qualidadoe pregos convidam.
Na rua da Cadeia do Re-
Cu-
ven-
dado liges de tanta m'oralidade como
que sa conloen) em dito romance. Quom
pretender os dilos livros, dirija-se a ru Ni!
va, n*6, na indicada toja cima.
cife, loja n. 50. de
nlia & Amorim,
dem-se"
cambraias de cores para vestidos de senho-
ra,a 2,560 rs. o corle ; alegra para ves-
tido, a 320 rs. o covado ; riscadinhos fran-
cezes para vestidos, a 180 rs. o covado ; di-
tos assentados em cassa, a 240 rs. o covado;
alpaca de linho ou bom ton, para vestido ou
roupflo de senhora, a 400 rs. o covado; chi-
tas francezas largase de bonitas gostos, a
400 rs. o covado ; chales de Ifla e seda, a
5,000 rs.; meias de seda brancas o pretas
para homem, a 640 rs. o par ; panno mes-
ciado para palitos e sobre-casacas, pelo di-
minuto prego de 8.000 rs. o corto de tres
covados; casimiras escuras para caigas, a
6,000 rs. ; ditos de dita preta, a 8,000 rs. o
corle; panno prelo fino, boa fazenda, a
4,500, 5,000 e 5,500 rs. o covado ; cortes de
castores inuitoencorpados para caigas, a
1,280 rs. ; as mais modernas e bonitas chi-
tas finas ; e oulras muitas fazendas por
prego muito barato.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 20:000^000 de ris.
He chegada a lista da 11."lotera do hos-
pital da S.-Casa na rua da Cadeia do He-
cife, loja de ferragens, n. 56, e com ella
grande sorti ment do bilhetes, meios, qu ir-
los, oitavos e vigsimos da 20.' lotera a
beneficio do monte pi. A elles antes que
se acabem, pois estflo no reslo.
Pclle do diabo
o 1,280 rs. o corle de calcas.
"Vende-se a superior fazenda para'caigas,
denominada pclle do diabo, pelo barato
prego de quatro patacas o corte de culga :
na rua do Queimado, n. 8.
-- Vendem-se lingoas do Rio-Crande,
muito boas, por prego commodo : na *rua
dal'raia, armazem n. 30.
Arroz de casca e mi I lio
novo.
No armazem do llraguez, ao p do arco
da Conceigflo, vendem-se saccas grandes
com arro de casca e milho novo, pelo m-
dico prego de 3,000 rs. cada urna.
Vende-ae brim traagdode bonita.
cOres, a 640 M. a vara ; dito, tranca.
do amarello fldo linho puro, a' 640 rs. a vara ; macednia decores imi- <
lando casimira, a 560 rs. o covado *
riscado largo para camisas, pidrfles <
novos, a 280, 300 a 320 rs. o covado
riscado monslro, a 240 e 280 rs. ocu-
vado; alpaca preta, a 600 ra. o cova-
do; sarja preta de Ifla lavrada, pro.
pria para forro de obras, a 600 rs. n *
covado! na rua do Queimado, |j,
do sobrado amarello, n. 29. OMAAfMhftfcftJMAAAaAJuif
Gabriel Lambert, p0r
Alejandre Dumas,
1 v. emoitavo broch de 200 paginas, nnr
1,000 rs. Na rua do Collegio, n. 9, |ClB,
de recener-se a traducgfio deste romance
O nome do autor do conde de llonu!
Chrislo he tflo seguro abonador de tudo
quanto sane da sua penna, que, *nnuncan.
do o Gabriel Lambert. contentamo-noi de
por smenlo o titulo da obra e o nome de
Alexandre humas.
l) llestrede San-Thiago,
I v. em oitavo grande broch., por 3jo n,
l->ta obrinha he um romaneo em verao,.
feito em hespaiihol por Bermudez de Ct>
lio, e traduzido em portuguez por Evirij.
to Josde Araujo Basto : o objeclo dellehe
anlogo s aventuras do Ultimo Abon-Ser.
ragem de Chateaubriand lie rico, tanto ne
pensamento como no dizer, e a traducen
lie de muito valor. Vende-se na livrariadi
rua do Collegio, n. 9, aonde tambem se
aohaoseguinle :
Mstale romanum, ntidamente impreus
com rica encadernaglo de velludo, brochi
metlicas douradas, registos de gorgurl
adamascado botOesde marroqum i
Breotarium romar.um, edigflo de 1847
rica encaderoagflo de marrnqoim, 4 r. 1
medido cada um em sua caix de ptpe|jo'|
forrada de cameira. f
Olficium in fetto Nalimlat$ Domini elc.,1
1 v. em 12.
Um Galucho, por Paulo da Kock 4 r,|
em 8.
0$ mijsttrios da itiquiticio, por Frtil I
t v. ein oitavo ened. 4,000 rs.
Deteridtfio histrica do Hrasil F. Penis
Colombia e Cuyannas, por C. Famin,2vJ
em quarto broch., por 4,000 rs.
Obra* elementara do Snr. Salvador lien-1
rique de Albuquerque:
Novas cartas para aprender a 1er, por I
80 rs. -
Compendio de grammatica portuguezi,
sexta edigflo, por 640 rs.
Itesuiuodn arithmetica, por 640rs.
Breve compendio de doutrina chriitii.l
por 800 rs.
Resumo da historia do Brasil, por 4,00)1
ris. .
f1 Vendem-sc cortes de caigas de brim #
branco, trangadoa 1/; ditosdedito >
amarello e de puro linho, a 1,440 rs.; A
Q) ditos de dito de crese de bons pa- *.
P dres, a 1,440 rs.; cortes de cohetes *r
? de sarja de algodflo e seda, a 640 rs ; t)
? e oulras muitas fazendas muito em av
? conta : na rua do Queiwado, loja do CB
2 sobrado amarello, n. 29. 9
9
50 mil cruzados.
He a sorte grande da loteria do monte
Epitome de geometra por 640 rs.
Vendem-se oculos de ver ai longe,
proprios para thealro, janellas, ou mesmo
para senhores de engenho, quede suas ri-
sas pdem com facillidade conhecer, nflo
s quem vem como quem trabalha ounSo
no campo, por 3,000 rs. cada um : esta det
cohorte foi devida ao acaso em 1609: di
rua larga do Rozario, n. 35.
Pechinchas para -
liquida cao.
Vendem-se cortes de goreuifo de sedi
para colletes, a 1,600 e 2,000 rs., superior
fazenda ; ditos de velludo lavrado, a 1,400
rs o corle; casimira cr de vinho com seis
palmos de largura, propria para pautse
jaquetas, pelo diminuto prego de 1,600 rs,
o covado; cortea de cassa'para rliiioi
com sete varas de cures (xas o de bonitos
padrOes, a 2,000, 2,500 e 3,500 ra.; mantas
de seda, tanto para senhora com parame-
ninas, a 5,000 e 6,000 rs. : na ;rua do Cres-
po, ao p do arco do S -Antonio, n 5 A:
bem como casimira elstica preta, bastante
larga e superior, a 2,800 rs. o covado.
Velas de cores.
Vendem-se, no armazem de molhados
atrs do Corpo-Santo, n 66, por prego com-
modo, velas de carnauba, sendo azues,
cr de rosa e lustrosas, asquaea se tornan
recommendaveis pela sua superior qualda-
de e aturarem mais que as de esperncele,
e nflo fazerem morrSo.
Vendem-se pedias para monhos : mi
Cinco-Pontas, n. 82.
Vendem-se diversos livroa de medicina
por prego commodo : na rua eslreita do lh>
zario, n. 4.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na llalli,"
Vende-se em casa deN.O. Bieber & (.
a rua da Cruz, n. 4, alcodflo tranga/o
.(aquella fabrica, muito proprio para saoos
de assucar e roupa de escravos.
Deposito de l'otassa.
Y^nde se muito nova potatst
Je boa qualdade, em barrisfmtot.
pequeos de quatro arroba*,'por
preco barato, como j be muito
tempo se nao vende: nortecife,
rua da Cadeia, armazem r. 14.
--Vendcm-se meias para mefl'nos e me-
ninasa 126,160 o 200 rs.na rua da Ca-
h
ramio linho to Porto,
entrefino e superior, vende-se por prego
commodo: no armazem do A. V. da Silva
Barroca na rua da Madre-de-neos, n. 26
Vende-se urna escrava de 20tnnns d
nagSoMogambique, de.muito bo. figura
que engomma, cose, cozinha e sema urna*
casa o melhor possivel; urna dita bo bo-
ceteira de vender fazendas na rua ; um.d-
ta le 18 annos, com hons principios dehi-J
bilidades para urna senhora acabar de edu-
ca-la a seu gosto ; urna dita que cozinha,
lava e vende na rua ; um prelo bom para'
todo o servigo tanto da praga como do
mallo : na rua do Collegio, n. 21, primeiro
andar, se dir quem vende.
Algodao da Baha.
Sa rua da Cadeia do Itccife, n. 50, ven-
pio geral a beneficio dos servidores do es-
tado. He chegado pelo ultimo vapor vindo
do Itio-oe-Janeiro grande snrllmento de bi-
lhetes, meios, qusrtos, oitavos e vigsimos
desta excedente lotera: vendem-se na
praga da Independencia, n. 37.
Vendem-se luvas de seda de torgal,
pretas e brancas, bem enfeitadas : na ra
da Cadoia-Velha, n. 15.
Vende-se, no paleo do (.'armo, taber-
na n. 1, azeite decarrapalo, a 2,000 rs. aca-
llada, e a 980 rs. a garrafa ; farinha de ara-
ruta da mais nova que ha, a 250 rs. a libra.

Fugio, no da 3 do correte, um fi-
bra de nome J0IT0, baixo. reforgado, pouc
barba ; tem a orelha direita furada, e o de-
do grande do pdireito corlado ; levou f-
misa de algodflo Irangado nova e calca
brim azul: quem o pegar leve-o ao Aieiro-
da-loa-Vista, n. 42, que ser recompen-
sado.
Fugio, no da 9 do corrente, o prelo
cnoulo Jos, natural do Arabo, de 20 a ft
anuos, estatura ordinaria, grosso do corpo;
tem o pingelo de urna orelha cortado e um
dedo da mflo que nflo estira bem den!"
cortados 011 puntudos : foi escravo du co-
, foi escravo
ronel llenrique Pereira de.Lucena, inoriilof
-- Vendem-se bustos de gesso represen- e:" l-imoero : quem o pegar leve-o a Olin-
tando muito fielmente a rainha Victoria ed, rua do Amparo, sobrado de um anosr
o principe Alberto; relogioa de ouro e de Junl padaria. quesera recompensado.
prala, chegados ltimamente da Suissa.
Kstes relogios que sflo muito bem acaba-
dos se lornam muito recommendaveis a
qualquer particular, e adverte-se que ha
entre elles alguna queandam oilo das sem
precisarem de corda : na rua da Cruz, no
Hecife, n. 55.
1 -- Na loja do Maia
H pelo diminuto
- Fugiram, de btrdo do patacho S.-n-
Americano, os marujos escravos, David, i*
estatura alta, cor retinta tem o geilo da
prego de 500 rs. um doa
"iis bellos romauces que lem por Ululo-
A roscira Iraduzido do francez por urna
senhota portugueza. Hecpmmenda-se mu
lo a leiUra desta obra, principalmente aos
I ais de lunili; para que, dando-a a lr a
eus hlhos,, CDiihegam a grande ulilidado
queso lira en. derramar por entre a moci-
melter o pdireito para dentro, e quando
anda arquriaalguma cousa com a oeii)*i
levou cagase camisa dealgodflofin^,*rm
Joaquim.de estatura baila; cOr rhea fojft.j
3. vende- !fu8.,od9J,oi*e,e,do ipda a sua roupa"
cubos sflo de Angola : quem os pegar ,1a-
ve-o a rua da Ma ro andar, casa do Manoel da Silva Satlo'-
*em como se protesta contra quera o* tivef
occulto e nflo os quzer entregar.

Pb*n. : Ni TTP.

DE M
r. di raau.
-18
A-
MUTILADO 1
-._-


Full Text
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