Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06686


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Full Text
Aimo XXV.
Si liba do 15
PARTIDAS BOU eoBHlOI.
fioaona Parehiba, trgunda e lextaa-feiraa.
llio-r.raudc-do-Norte,(|Uniai-felraso melo-
CabierlnhSem, Rio-Fonnoso, Porto-Calvo
Macelo, no I.', a II c 21 de cada rae:,
Garanhuot e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vata Florea, a Id e 28.
Victoria, s qolntai-felraa.
(ilinds, todo o dial.
EPBEBXRIDES.
ru*iE D> ld. Chela a 1, s .'(h. e 13 m. ila t.
Mlog.a 8, s 10h.e24in.dsm.
Nots a 16, 2 h. c 53 ni. da m.
Crssc.s24,ss 4b.e-i4 m.dam.
VBIUMA DI BOJE.
I'riineira a* 2 llora c 6 minutos da tarde.
Segunda ai 2 horas e 30 minutos da inanh.
5 do Onttibro de l49.
N. 22
pnECOS DA SBSCRIP9A0.
Por tres mezes (adianlaifo) 4/000
Por tela inezea k^kiii
Por 11111 anno 15/000
DAS da SEMANA
8 Seg. S. Brgida. Aud.doJ.dos orf.edom. I. v,
9 Tere. S. Dionisio. Aud. da chae., do da l. J.
v. do civ. e do dos fritos da faz.enda.
10 Quart. S. Penlcio. Aud. do J. da 2. v. do civ.
11 0"int. S.FIrmlno. Aud. do J. dos orf. c do m.
da 1. v.
I2sexl. S. Cypriano. Aud. do J. da 1. v. do civ.
e do dos feilos da fazendi.
13 Sal). S. F.duardo Aud. da Chae, c do J.ds2. v.
docrlmc.
14 Dora. O Patrocinio de San Jos/.
afta*
CAMBIOS EM 12 DE OOTBRO.
Sobre Londres, 27 d. por 1/000 ra. a 00 das.
Paria. 370.
. Lisboa, 110 por cento.
Ouro.-Oneaislcipanhoes......... 31/000 a Jlfi* '
Mocdaa de 6/itlOvdhas.. 17/200 a 17/100
de 8/4(10 novas .. iraatiOO a lCHOO
. de 4/000.......... 9/400 a 9/0IKI
/>rala.-Pataeabrasileiroa...... I/M80 a 2/Ol
Pcaoscoltimnarios....... *
Ditos mexlcaoos.......... 1/900 a 1/92"
a 11 11 -
PARTE 0FF1CIAL.
T Ovarte! do eomninndo Ha fraga na eirtade do
liecife 4$ Ptrnmbuco, Udiovtubrode
1849.
oiuu-.m 110 da n. 50.
0 coronel commandinle da | raca ordena
oue seja sollo Sr- primeiro cadete do se-
cundo b^ilhflo de arlilharia Maximiano
Francisco Puarle lue fra preso por eslsr
'mu parte do (lente e ser visto no thealro
e Apollo.
0 niesmo coronel ordena que o Sr. ori-
meiro cadete do primeiro balalho de ertl-
IIiihh, Antonio dos Santos Carias, teja por
mais oito dios conservado preso de corree-
filo ns fortaleza do Buraco, por tr dado
paito falsa dedoente no dis 6 do corente,
estando de guarda, e ser visto noile no
mesmo tliralro de Apollo, pralicando as-
sim ufti acto do inimoraliiiade militar, e in-
leiran ente, contrario A disciplina, eque Te-
re o d iri'itii de culri'iii, q na mo o obriga na
subslitul{flo e dobra do servico.
Finalmente, o coronel commandante da
praca sent ter do estranhar acto lito re-
prchensivel, recotnmenda a todas aa pra-
cas da guaruiQlo, e especialmente aos Srs.
cadetes (que pe dislinceflo de seu nasc-
mento e educarlo, e no comee de ana vi-
da publica, devem ser solcitos na pratica
das virtudes soclaeg paro Tazerem dircitos a
uma repulacflode honra ) quo a nobrepro-
tlssflo dS'Srmas se rsente de lodos os ac-
tos que possam marcar s conducta dos mi-
litares e icvi-l<>" de um futuro litilhantn.
pois que he mormento dessa classe anda
em fiqr que, insDuindo coi regra e culti-
vando os preccitos da sffa moral, o exerci-
to espera ler habis generaes que honrem
o nome brasileiro e sustenlem o throno im-
perial e as ihstiluicOM do paiz.
Assignado, los Vicente de itmorim Bezer-
ri, coronel e cnmrnandante.
EXTERIOR.
FU ANCA.
ASSEMBLA NACIONAL IECISI.ATIVA.
Stssdo de 6 di agosto.
Negocios da Italia.
(Cnelutito.)
V. le Falloux(ministro da instrunc.'opii-
jilica) achs que o discurso que aca(ia de ser
pronunciado, podo ser dividido em tres
parles: a priincira que chamarei a das in-
jurias : (intertupsac,--appromcdo ri direila)
s segunda, s parle dos argumentos retros-
pectivos, lirados dos debates da assembla
consliluinle ; finalmente a terceira, lirada
dos ltimos acoutei montos quo tcem ttdo
lugar desde a assembla consliluinle ate o
presente. .
Quinto s injurias, so urna palavra lenno
mo rvannndcr. e he Mtie, para ellas prodti-
Jirn?ajum n>ito he rolsler que achem nos uere.no, lazd. a canlUl de todo o mu,,.
....:..,.. n._.ann. ir.Kalli.iB na carreira.e do ( rumi fa .' vamos la I)
ni o crme do socialismo e das sociedades
secretas, ou o hroe da Italia ?.... A ti I re
cusamos s espada de Franca a llanzini
porque nfioquizemos qutella fosse mane-
jada pelas mesmas mlos que manajsram o
punlisl dos assassinos de llossi. (Violenta n-
ter rupfdo. )
romos liorna, emulo que iamos dar-lhe
a liberdade, pois eremos que a es:>eravam
de nos, e que era de mu que ella dsvia par-
tir. ( AA A! \amoil\)
Aquio mii.islro le varios despachos
viado* a o governn pelo seu sajante H. de
Corcelles. Este diplomis comees decs
raudo em acata despachos que liorna esti
entregue s estrsngeiros, a Lombardos, Ce-
no vezes, etc., ele.
A" uquerda : S.lo Italianos I [ S4m! lim !
Hilada: ]
Mr. de Falloux prospgue na leitura dos
despachos de M. de Corcelles, os quacs ten-
deen s e.ilahelecer que o povo romano esla-
va oppriu'i.lo polos estraii|ieiros, o diz. ex-
plicamlo o sentido dos aelos da autorldade
francesa em Roma, que o estado de sitio
nilo he mais significativo emita a liberda-
de em liorna do que em Pars.... [ Vivas ne-
gacSet e rumoree. )
Assim, contina M de Falloux, est pr-
vido por fados e por lesteinunliag que lio-
rna foi liherl. da por nos. e que liorna bem-
diz sua libertaco.... [ Vatndi l'. tamoi l! )
Eu me lena espantado se os negocios de
llmnn li'cs.em succedido de oulra surte,
principalmenlo quan^o reflico na situaQo
quo o< Srs. II10 queriam dar na quo be
damos. Os Srs. queriam fazer della urna
repblica romana, solada entre popula-
Coes que a uo querom, ou a repeilem, so-
lada nn face da Austria. Oque demos aos
Itoinano-, nUo he urna repblica, cuja chi-
mers, cojos perigos, cujo nida elles bem
conlieceo.....[ V/o/esto inierruptfo. I
/ti do etqutrda : lis urna allusflo.
(k'jitafat.)
Mr. de talloux : Por ninlni parle nilo
conlieco oulras se|tfio a que llie fazemos, a
que llio restituimos Nilo queramos que el-
la sejs a capital da repblica romana ; que-
remos que Boma seja a capital da repbli-
ca christaa.....
A' tsquerua A capital dos Jesutas!
.S/m! sim\)
O Sr. presidente { dirigindo-si para o in-
terruptor ):Peco a M. de Frichou que
nao profira urna expresso injuriosa. \ llui-
lo bem m 111ii bem 1 ]
AL de Falloux { com negligencia ): De-
claro quesou incompetente no debate des-
ta nterriipcSo, no ouvi nada, c AA! A /)
O orador diz quolloma lio a cidade eter-
na, que nunca nlnguem cliamou Paris ou
Londres a cidade cierna, entretanto que
ninguem ha que conteste eslo titulo a lio-
rna; porque, ha muitosseclos, ella he ver-
dadeiranipiite capital da repblica chns-
1.1a. a patria de todo o mundo ....
Vma rot pellein del os Lombardos, os Genuvczcs, etc.,
etc.... (ituili tfin /)
U. de Falloux: O aenhores queriam faier
della a capital de ama repblica chimenea, a
(ua justificaeflo nos Irabalbos, na carreira.e
il na idade daquelle que as prufere. (-4A.
s
at
AA! Vamof l'.)
A injuria s^gue a le dos cornos physicos;
so adquio grayidade na raso da altura
donde cabe. ( Megiei txclamacSts direita.
Risadas esqnetda- )
O Sr. Presidente (aos interruptores;: Res-
peitein o talento do orador, e a sua- opinio
Ihes nao agrada,...; escutein em nina asaem-
blea dclibeiaute o que Ihei po.le fazer honra.
(Oh! 0/1!) ....
M. de Fiilloux : Ouvi M. Arnaud (de l'Arie-
te) proferir a palavra escravidao, e censurar a
SS'^te%^^SSi
pa quamlo prouunciaiu ae certoj nomes, c
demia das sciencias, Sorboona. ( /Nora*
risadas.) I SeVenhum'aiiior baja qnando se probun-
U. de Falloux :-0 preopinante, nos dezot- i, 0 nome de um faccioso, (umorr.)
lo mijes passados, tem tiesta mesma tribu- j lmn vol. ADra Ciiiao a orefia direita. (.Ip-
na mudado varias vezes de opini/io. /u- .,,.,,, rismi-is.
mi re, diversos) | Jlr. de Falloux di que o povo de Roma ama
condiqes em
face das tropas francezas;
comprohendia actos espon-
u/rn eos do mestno lado :-0 scnbor fallou ; |(1 pfrgnnia o* Romano porque rasan nao
dous das nleilOS. |liir J l,a entre elles monumentos da media idade,
M. fue:--Elle dissea verdade, e insul-'ellei respondem: Ah porque ensa foi a epo-
lam-no. (S/oi! Sin.') 'cha do nosso captlveiro ; os papas eitavam
M. de Fnlloux :--Quanto aos argumentos 'en. Avlnhao. .i|pnril do eoverno
tiradusU.. discussoes da assembla ^-U^f^Vtffi^ f^W
tu.tUe, anda eslao mullo vivas as lembran-, ""J0^1 0'P,PCra apenas de 70,000 almas
cas.e Creio perianto excusado cxan:ina-los., anlto p0\ll entrou naquella cidade. e que
A poltica da assembla consliluinle nilo rnl ]g:to d.poisde 15anna degoverno papal,
obriga de nenhum modo a poltica da legis-c,, pu,,ulacao suba a 170,000 almas (fiilari-
l-liva. f Ai-ai'ot direita. Humores es- dade prolongada esusurro.)
ouerda ) I O orador combate a asiercaode que a Italia
Quandoo paiz declarou a sua vontade as ten. aempre estado "!***"%?,I
lecoe passad.s, decidi sobre polil.ca "" ro''.'''''''"r^eu.br.uece '
exterior,'sobreoS actos desla polilie. que ^- ^ I 'iVoS^
quena fossem sustentados, o sobre os que ci ,,P OROV.no dos padres! (J.!*i'!)
queria fossem abandonados, (humores dt-. u ic /,H0UI,depoi8 de ter entrado em algu-
vertut ) -
covrno
vez que
nossos ailvi'
de aeus '
mas por
acbar justa a Cbndonmacflo. \ un : a/i 111- ;,i(ava a sociedade cal.olica.
Tm'inistro diz que ser. igualmente breve) O ^^VlS nenhum. 'nt
Sobre a terceira parte. ^Vleadc i a repblica romana que tem
r/*fl as : Quer dlier.que sera Igual- f"" ^iom um crime, e a repblica franceza.
mente tXpedilo. ( Hilarldude. ] ge pofuilacSo de Boina tiveaae aldo a favor da
Examinando depois OS argumentos do1 repblica, nao teria sido neceiiano um crlme
preopinante no quo loea aoa ltimos acn-' para e.tabelec-la( Um cthne be a Impolen-
teCitnenUis, t Falloux procura justificar ci..... he a ra.aode ni... mmor.a -.
01."ios de .1. Oudinot. LJ. F.vre apoiou Aqu o ministro 16 un, dMP-h. tUM. o
^. 'os seus argumentos na autoridade de M. Ue Corcelles ao papa em '"'l^ ""*'" d"P"',
LesMira. po.m.du Mr. de Falloux: do que>l.de Corcelles diz que tem10 pr.ze. dean-
Lnn >s quer M.V Favre fallar? Ser desw al. nunciar Sua Sanl.dade que houve em Bo-
._'*'....1 ri ,,i,i,r.mo.,i .....i' m. ,,m mnvimeiilo em seu favor, movimen-
pois somante
teos.
M. de Corcelles pedio urna msnifestacHo
publica da parte'do ponlilire .. V Ex. bem
sabe resnondeu o sanio padre das nume-
rosas declancOes que tonho feo. .0 go-
vorno francez he senhor de fazer lodis as
decarmjOesque as circumstanciasexigirem.
Isso vira a ser o mesmo que urna manifes-
lacSo publica feit pormim. (Rumor. tro-
vtmemlos diversos.)
O orador cita um elogio do primoiro con
s'i I Bonsparte insliluicito pontifical, e des-
afia a M. Arnaud de l'Ari'.ge para que pro-
ve que ha urna nstituicflo mclhor do que
essa para o governo das alnas.
ti de Fnlloux exprobra consliluinlee
ao governo Jo general Cavaignac o mo ter
ordenado mais cedo a expedieflo contra Bo-
ma. Nos or'moa, disse elle, em ca.ler mili-
to a esto ospiritoque M. J. Favre represen-
ta aqui, e que era mui representado na
assembla constiluinto. ( Humores prolon-
gados. )
O orador diz depois que a historia prova
que os 1018 leemfoiio mudos bnTioos ti
ropublicas.'e que as repblicas s leent feito
males aos res.
Foi a repblica franceza, dtr. ello, que
per.teu o Piernona... Kdmfraco.) Os se-
nhores nilo soccoireram a Carlos Alberto,
porque era re. ( Signaes de alegra di
re la. )
O orador expobra opposic.lo o que/er
alacar as le da naiureza humana Os se-
nhores vdo contra a lei de Dos, dizen lo
que nilo havr.i ricos nem pobres... (vivos
rumores ) edeixam eahir opaz no abismo...
( He o Sr IheoSr.l)
Nflo he as monarchias nem as repblicas
que os senhores ataeam, pormas leis pr-
mordiaes da sociedade humana. ( Vamos t '.
vamos l! )
O orador, terminando faz algumas con-
sideraqOes geraes sobre o que a oppnsicflo
queria e oque ella de baldo quer : voltanln
para seu banco, Mr. de Falloux he felicita-
do pelos senhores Mole, Monlalcmbetl e os
que volam com estes senhoros.
. A sessiloliea um instante suspensa.
IU. i. Favre :NSo pretendo encarregar-
me, senhores, de responder ao discurso que
acabis de ouvir ; mas, como o senhor mi-
nistro da iislruccfio publica quiz dirigir
contia mim urna phrasa que considero
Como um insulto .. / Exclamarais direita.
Vmosla', ramos l '. Vurmurrios es-
qnenia. Sim '. sim '. He rerdndel Ai ver-
dade l)
Peco licnca ass?mbloa para nflo ficar
debaixodo acoutedo suas malvolas insi-
nuacOes. ( Falle falle )
So por acaso, econlra|minha vontade, ca-
h na falta de proferir nina injuria, o se-
nhor ministro da instrucefio publica me
curou coii.pletamonte, dando-me a lic.lo
que os Sparlanos davam a s-us (litios
para corrigi-los. ( Vivo morimento.Risadas
e numerosos signan de approvaco o es-
quer da )
Tenho para mim que a dignidadfl parla-
mentar nada ganha com um tal systeniii de
UsouSsSo ; e, se julguei ter o direito de
criticar com seve. idade os actos o os ho-
mons que para ellos concorreram, fora des-
les actos nada disse que podesse oflemler
a eonsiderac 1 das pessoas. ( ApprovaeH
esquerda.Rumores direita.)
t) Sr. minhtroda inslrucjao publica n^lo
seguio este exemplo ; elle nada respondeu
arespeitodos fados, lim tmdo-se somon-
te a dizer que injurias proferidas por urna
pessoa como en nao merecam resposU ;
que meus antecedenlcs o dispensavam do
lola a argumenlac.1o Bem : ou o Sr mi-
nistro disse urna calumnia, ou eu o desa-
lo para que nilo s aqu, como na imprcn-
sa, em toda a parte oue elle quizer, justi-
fique o que disse ( Hurto bem !)
A minhaoonsciencia de nada me arge,
(rumor d>reila) e desalio-o para que
mostr, qur na minha vida de advogado,
qur na minha vida publica, quo ja defend
alguma vez oulra cansa que nilo seja a da
liberdade e da honra do paiz.
U Segur-d'Aguesseau : K o lioletim 16
da rOpuW.C'? [Varnai t! Silencio < Nd>
ii.terrompam o orador'.)
M j Futre: PergunlTei emhm se da
parle doSr. ministro da instrurco publica
nilo houve imprudencia em se mostrar lao
severo acerca de xiJado em materia de
opniflo f
Fuera republicano, como anda o son
bote, quando elle servia 1 legilimidado ; eu
era o campeflodo direita commtim, d dis-
cussflo livre. quando elle era o apolog.sla
da inquscilo. (Minio bem multo bem .-
Hgitacdot murmurio dinila )
Crnlim accresccnlarei que, entrando na
vi J. poltica, logo que certa d'"""0.""
rareceu contraria as minlias susccptih.li
dades, resiguei as funccO.s que
nunca Iroquei
excreta,
us nimbas
Por nimba paite, nunca roque, a. ..........
conviccO s por urna pasta ; (movimento, os
thaess. dirigim para H. Falloux, nunca
n ude"de causa, nem de tope ; porem, pr.n-
c plmente nunca conservei o V^S"
conservar a Ululo d reslnccaornent.I, t
pondo sobre elle um tope W^'^
[vpl.iuso, esauerda.-Agitaco no banco do,
quando elle nos aecusou liloamargamente, 1
tanto a mim como aos meus collegas, de! Dito. Ao inspector provincial, mandando
digndade. quando satisfaierao seguudo cominaudante da compn
no termos palavra e
nao termos patavra e oigiiiiiaue. i|uairu aacisiairr ao seguuuu >.-">" -i-
nos aecusou de traieflo. eu quiz dizer que | nhla de polica aquantla de 32.000 ra. que pa-
elle nflo linliaetnaau pusalo poltico, em r..u de volt, pela troca de dous cavalioi da
suas IradieOes ;.a.lamentares nada que o wS*"5BaJ
autonsasse a mostrar-so tilo severo. ( Humo
ra dieirsis Nflo quiz ilizer na la mais, nem
nada menos do que isso.
Quanto s aggroiscies feitas minha pes-
saa, respon lerei sinplesineiiteque nflo pre-
ciso de excus^r-me de ter rocelvdo ou guar-
dado urna pasta. Nflo creio que haj.i boje
homem Iflo cegn sobre o valor do po lr,
que possa julga-lo nbjecto de ambieflo.
( Inl'rrui'ftin esquerda Xumo, l '. Todis
os ministros tcem dito Uto!)
Ouqo dizer que lo los os ministros teem
dito isso ; podo ser, mas accrosc.mlirei que
todos os que nflo teem silo ministro* teem
dito o qui M. J. Favre seiba do dizer. O
paiz sabe qitaesflo as CondicOea polticas
do podt,.,1 elle nos julgar.
Quanto legilimidade, responderci ao
Sr. >. Favre que nunca tive a honra de ser-
vira leiiitimidjde; son milito moco para
isso ; porm, so a houvesse servirlo, nflo
me oc.ulinrii. A honra da repblica he
ter reun lo ao serveo Jo paiz tolos os lio
mens clicos 'osem condirjOesboi.rosiS ; p,
seha nissoalguin nial, he nflj o ter ella
feito em propivcries anda maiores. ( Ru-
mores esquerda. )
Lastimo nflo tr adquirido maior experi-
encia p.na empregar ro servio;.! do inen
paiz um tributo de talentos mais consid-
rate! que o qu'> empreg.i (VolOl! Votos!)
*/. Edgnrd Qumet faz algumas consi le
racdes'ger sobre a liber.la.lo religiosa; exprobra ao
governo o ter sacrltcado na rlireccflo ra ox-
pediefi 1 di Italia tolos os giamles prinoi-
pios re liberdade, assim como os inleres-
ses polticos di Franca e da Italia. Huta '
Hat a'. Solo,'. )
Asssemblii Mndo consultada, decide o
cncerrameolo .la discussflo.
O Sr. Presidente : FiVam apresentadas
las or.lens do dia motivarlas. COA! OASj
A priinei.a, proposta por M. Moiinel, lie
concebida nesles termos :
A assembla nacional, confian lo que o
governo nflo esquecari o compromettimen-
lo formal em que est de proteger as liber-
Jades italianas, e, quo procurar obter do
governo pontificio garantas para o futuro
em favor das populacAss romanas, passa a
orden, do da. >
Asegunda ordem do dia motivada. qual
foi aprcseiita.li, lio do teo.soguinto :
A assembla nacional legislativa orJena
ao poder execulivo, le conformidad com o
artigo 5 da coiiitiluicao. quo restitu, ao
povo romano o exercicio' da soberana.
( Exclamncoes diriilu. ) K passa a ordem do
da.
A direita :-A'ordem do dia A ordem do
dia pura, esimples. (Murmurios esquerdu.)
OSr Presidale:Como a ordem do .lia
sempre tem a piioridado, vou po-la u vo-
laeflo.
A' eiquerdn :-0 escrutinio publico O cs-
ci 1111 mi publico !
O Sr. Presidente :Nflo tem lugar proee-
jer-so ao escrutinio publico sobina ordem
1I0 da pura o simples. ( Vioai rcelamacOes
uquerda, Sim Sim Consultan o regula-
menlo]
Depois de ter consultado o regulamenlo
oSr. piesidute man la proceler ao escruti-
nio publico. (AA! AA!;
Eis o resultado do escrutinio:
Numero dos votantes 601
Maiorii absoluta 303
llheleS brancas *j
Bill.etes zues '~
A assembla passa ordem do dia pura fl
imples. (National.}
.--lli. 1 l.H.|* ........
Portara. Concedendo ao coronel Jos de
Meiidonca de Alarco jala a demiasao que
por ollleio de 8 do crreme pedir do lugar de
iini.lo supplenle do delegado do termo de Por-
to de-IVdras. Ciiimunicou-se ao Dr. chefe
de pnlicia.
Ortelo. A cmara municipal da villa de
San-Miguel, para que informe com urgencia
acerca do cinledo na repreaentacao do ex-ae-
arelarlo della Martiiiiano Jos Lriie da Silva,
em que se queixa de injoslica na demlsiajo que
llie foi dada.
Do,, Ao presidente da cmara municipal
da villa de San-"lguct. Berebi o olTlcio de
Vlttc., datado rle20 do torrente, em que e\prje
as elrcumltanclas oernrridas, pella nuaes nao
houve seso da cmara municipal dessa villa
110 referido dia.
Sendo de lamentar i|U8 entre pessoas, que
Ice.n obligaran de rlareacinplo de ordem e mo-
derarlo, apparer-am desiiUelligencias tan no-
civas'ao servico publico, tenho tiesta data or-
denado ao secretario da menina ca-mara que
se. nio recose a comparecer s acssf.es para
que Cor convocarlo por Vine., como presidente
della, deluudu rlr- continuar a negar a chave
do archivo respectivo,visto no ser de sua pro-
priedade : e a se.nelliante respeilo o mando
responder igual.nenie ncsla occnsilo.
Portatia. (iiislando do incluso cilicio do
presidente da cmara municipal da villa de
San-Miguel, datado do 20 do correte, que o
secretario da iiiesma cmara se recosa a com-
parecer ;'n respectivas sesses sendo por elle
convocado, como acontecen no referido dia,
ordena o presidente da provincia ao inea.nn
Sr. secretario que, sOb pena de ser responsa-
bilisado por d.sobdienle, abstenha-se de um
til proced.liento, dfvendo comparecer s di-
tas tenor!, logo que lr convocado pelo pre-
a.dente da cmara municipal, c nu caso de Im-
pedimento entregar a chave do archivo ao
vereador que servir de secretario interino na
forma ra lei, e que outro-si.i. responda quanto
antes acerca do contedo no referido ollicio.
Ortirio. Ao coiiimandaiite da charra Ca-
non, coniiiiuiiicaiido-llie que se ... Man. eape-
dida as coiivcoieiiles orteiii ao Dr. chefe de
polica para mandar proceder captura, tanto
dos desertores de que tralain os seus ornaos
datados de hoiitem c de boje, como dos mari-
nlieiros iiue vagaren, pela cidade c suburbios
tem licenra. Knpediram-se as necesaarlas
ordens .0 l)r. r-hefe de polica.
Dito. Ao segundo couiiiiainlante de polica,
...andando dar baixa do servico aos soldados
da incs.na coilipanl'la novaoirule engajados
Liberto Jos da Costa e Joaqun Jos de San-
ta Auna.
Kilo. Ao Dr. chefe de polica. nccuio a
rec.pco do seu ollicio de 20 do crreme,
que acouipanliou a cOpia do oulro do delega-
do de l'oi ir.-de-PedisH. relatando oaronteci-
iiieuto de urna inortc e tres l'eriinentos na po-
voafo da Malii/.-de-Caiuaragibc no dia (i do
correle, c rrcommendo a V. S. que mande
proceder s mais exactas avr-rigoaces docaso,
(.ue me parece nao contado com exactido.
Sil
IMTERIOB
18. o ouai .01 1 uuiiK.iiiv.iiD i-tuMuo ma uru !........----- ,____- .., ,,n,. r-n.iliecO nem a v oa 1
enacao mental. 0 que depois foi pro- .0 nflo imposto, porm ^^ fl,,. do honrado
cismado como mullo r.so.nte ? Ser do olas arma. ''^".^^^ "'"
Uaiepique.iloriUcou.ouUo que cenaurou O P^^.^^'Suob^ vid. pol.l.ca, ha tBm
aManzini? Ser desse que chsraou Manzi-IdtssoquaiJbeoradimcil owar para roguiar >
\pplausos esquerda.
ministros.)
M de Falloux ( ministro da instruceflo pu-
hlica) 1 -- Nflo hesito em responder ao hon-
rado Sr. J. Favre quo nflo fiz descer este
bel.ale at as peisonaltdades ; 1 rtml '" -
coiihecO nem a vida de advogado. nem
'o Sr. J. Favre, e
mancha ; porm
mezes: e
ALAG0AS
Exmelo do expediente to F.xm. Sr presiden-
te Dr. los Uento ila Cunha c Figneiredo.
21 DE AGOSTO.
OOrcio. Ao inspector provincial, declaran-
do que pode mandar por em arren.alacao O res-
to da pintura da casa destinada par a cmara
uniclpal no edificio da cadela desumldade.
Dito. Ao mesmo, declarando que- pode
mandar por fin arreniatacaj o obra de nina co-
iinha para a cadeia deala cidade.
Dito Ao director do lyeeu, approvando a
nomeaclo que fes do Dr. Kobo... UaHwlresda
Mello para substituir ao lente de plulosopliia
do mesmo lyeeu, duianle o seu imped...cuto.
il". Ao capilo do porto, mandando r.i-
jer os concert! para que pede aulorisacao, IstO
he. oda lancha e frrageiu ..linda da charra
Carioca, c que r.iiiclta a cunt.
Olio, ao agente da coi.inauhia de vapores,
mandando recen, r a bordo do vapor Pafciand e
cuiiduiir para a corte .1 dispnsic -o do F.xm. Sr.
ministro da guerra o desertor do stimo bata-
||ao de cacadorea Mcoln Jos da Silva.
Dito. Ao Dr. chefe de policia.jiaraque ex-
peca suas ordens alio, de ser ca.iturado o 111a-
rinheiro da charra Carioca Jos Ma. ia de Cam-
pos, que deserlou da mesma charra.
Dito. Ao inspector de fazenda, mandando
entregar ao soldado Desiderio Franclaco de Oli-
veira a importancia de .4U r. do prcl assig-
nado pelo capilo Manuel Jos de Kspindola,
conteiido os vencin.entoa dos guardas nacio-
nacs que csliveram destacados na villa de Ana-
dia, de II a 17 do corrente.
22.
OOicio. Ao Dr. chefe de polica, transmit-
iendo una representacao de varios habitantes
di frrgi.ezia da Paln.eira. ailm de quc.ouvndo
ao respectivo subdelegado, informe acerca da
queixa que contra elle Uaeui.
II,.IBIIIIIPBR\WbI)
IlCCirE, 12 DE OUTDBRO DI 1049.
A1N0 O UIARIO-NOIO 97, OU O ABAN-
DONO nA KLEICAO DE SBNAnoRM.
Arha o l)iari-\ovo que as provir|encias
tomadas pelo Kxm. Sr. coueelheiro presi-
dente da provincia, tendentes a garantir
o voto livie .la piovineii, como elle mesmo
confeana, nenhuma garanta traznm ao par-
tido liberal; mas porque ? Primeiramente
porque todas essas providencias, salvas
pouquiaimai e"s, sflo ofilcos, por-
tal as e. circulares dirig ios a homens em
qiiem o contemporneo nenhuma confi-
anca tem ; o em segundo lugar, porque
Iho nflo parece curial o proceder de S. Ex.
quanto amnista concedida por portara
de sdeselembro prximo passado a todos
os individuos que, podeudo ser considera-
dos cabecasda rebclliflo que ltimamente
tevo lugar na provincia, nflo esliverem pro-
nuncia ios al o dia 7. ou se nflo acbaremno
sequilo do Pedro ivo. Vejamos, pois, se
essas rasos plem proceder de alguma
surte, para justificaren, o abandono da
cleicflo.
Nao sabemos e.n verdade de que nutro
meio se possa soecorrer um administrador
que queira tomar providencias tendentes a
garantir liberdade do voto, sonilo de ofii-
cios, portaras e circulares: o quo resta,
pois, s.ber bese nes-os olllcios. portaras o
circulares falla alguma modula que seja
esseocial pan esso lim. Ora. lodos esses
ollcios, portaras e circulares foram publi-
cados com muita antecedencia, e se por-
ventura omitlto S. Ex. alguma providen-
cia cuja falla pos*" comprometiera liber-
dade da cleicflo, porque nflo a apona e
reclama o Diario-Novo 7 Nao he esta por-
venlura 11 mais honrosa missflo da oppo-
siCflO'!
Mas o contomroraneo nflo nota omtsaao
alguma ;o que diz apenas he que tolos es-
l 8 ollcios, portaias e circulares nada va-
lem, porque sflo dirigidos s liomens que
lue nio nirccem conanQa ; e lie claro a
olbos vistos que S Kx nflo pode ter as po-
neOef olllciaos liomens que meieqama con-
banca do contemporneo e dos da sua par-
cialidade.
Quaesquor que sejam as autoridades que
S. Ex.noniee. devendo ollas sor da sua con-
liauca, nflo pdom jamis ser da coniianca
da opposicflo; e, so porventura o laclo de
nao seren as autoridados da confianQa da
(opposicflo fosse rssflo para que se no juU


c- xmM-meiumML'Mn im" mmmtiiiu thhs'kxsj.c?.-v-,<---i.-,
gass" olla garantida, e se visso olirign la
abandonar na ele$0es, entilo nunca oppo-
MCflO alcuma so aprosciiUra a pleitear SU)
. cansa no cani| o eloitoral.
Porvenlura, quandoo contemporneo o
a sua parcialidado cslivoram no poder,
rain as autoridades da conlianca da oppo-
sicflo/ Como, pois, exige agora dimo ga-
ranta para a libordade da eleicflo, que as
autoridades sejam da sua conlianca P
Vordade he que o contemporneo diz que
os homens queoccupan as posicGes olTi-
ciaes Ihe nflo meroccm conlian;a, uns por
nimiamente gnoraoUJs, outros por estpi-
dos, outros por criminosos o prooossados,
o outros por screm conhecidos por seus fe-
tos o immoralidades; mas que eouss ha
mais fcil do qun lanear esses epithetos af-
frontiiMis snliie todas SBautO'idades? Que
cousa mais fcil do que (gura-las como co-
berlas dos mais hediondos crinn s '.' Sejam
ellas quem quer que fdrem. s Tio sempro
ignorantes, estupi las, criminosas, proecs-
sadas, cuberas de immoralidades, uma vez
que nflo s. jam da pareialdade do conten
roraneo, e Ihe nflo merecam conseguinte-
menie conlianca.
Isto he lano verdade, quo tendo o Exm.
Sr. concelheiro presidente da provincia
frito militas mudanzas no pessoal da poli-
ca e que sendo este i or consrquencia mu
dliTerfle do que era qoando S. Ex. tomou
, cunta da presidencia, o contemporneo c
os da sua pareialdade clainam da niesma
n aneira contra os agentes da polica.
Quaudo teve lugar a elciefio para debuta-
dos o Dlurla-Nnro aponlou al nnininal-
meiile os agentes de polica quo conside-
ra va romo iim obstculo liberdadeda elei-
Cflo, o parec que a demissilo dellc ira a
nica medida capaz de garantir o voto l-
vre; boj.-, po-m, que esses Cidalftos ja
nlto exercem funcertes policiaes, a lingos-
geni anda ho a mes r a, o nada valoro as
providencias dadas pelo Exm. Sr. eoncelhei-
ro presidente da piovincia. porque redu-
zco-s a olllcios, portaras circulares, di-
rigidos a liom-Mis que mo mercecm ronli-
anca ao contemporneo e a sua pareial-
dade .' Como, os, os ha le sa t alazor
S.Ex?
Quererflo os redactores do Diario-Novo
e os da sua pareialdade, que S. Ex. Ibes
mande pelir a relaeflo dos agentes de po-
lica de sua conlianca, jara assim po.fr
dar-Ibes garanta ns ctekoesP
Talla o contemporneo mu homens crimi-
nosos e procesados, o alardea de haver apre-
sentado muilos e imporlantissiinos docu-
mentos; mas quacs silo esses homens crini-
nosos c proeessados, que exercem Imjeaulu
ridade? Quaesso esses documentos impor-
tantes? Serflo esses documentos da laia des-
se professo CSondBosanienlC falsilicado,
que devo ser uin monumento eterno de ver-
gOnlM pira a paic alldade do Conten ipora-
neo? Entretanto, essemcsinocdadSo, coma
quem se fez essa vergonliosa f'alsilcacfio,
ja nlo he autordade policial; pedio de-
missfio, e fui di-ponsado.
NSo admira, porm, que o contempor-
neo julgue que as providencias dadas pelo
Exm. Sr. concelheiro presidente da provin-
cia em n.i 'a gai. ol ni o partido liberal
porque as autoridades nflo silo de sua con-
lianca, quando nfio iluvida allirmar que ne-
nhuena garanta d a amnista conced la
por S. E\C
lie milita ingralido na verdade, e cusa
a cre-so que homens que se estilo aprovei-
tando da amnista, uo SO a nao agrade-
Qam. romo al acoimem de irregular o pro-
cedmento deS. Exc. por conced-la !
Faz-so osleutacflo, diz o Diario-Nova, da
amnista, mas silo amnistiados individuos
innocentes, e inultos quc,embora seachem
complicados na revolts, mo silo, nem p-
eni ser considerados dbocas de rebeliiio ;
mas pcrguntainos nos: [Vilo pedem esses in-
dividuos a amnista ? Eoliteodo-a, se estilo
occultos, nao ai parecein, e, se estilo presos,
n.los.ln sollos i' Logo a amnista he sompie
uma garanta, e garanta tilo forte, que faz
ruin que o individuo nfio possa mais ser
piocesssdos pretexto de ter tomado parte
na rebe'liilo!
One : 1.1 nilii. pois, que diga o Diario-
Noto que.a seren cabecas de rebellifin todos
quantosS. Exc lem amnisuado, o movimcii-
to de l'eroambuco foso deca becas?Quando
mesmu nnohouvesso nistouma exageroslo,
seguir-se-liia dahi que a amnista uo era
uma garanta ? Porventuia nflo p lem ser
proeessados individuos que n.l > tenliam
sido cabefas, embon ilepos tenliam de ser
absolvdos por rasa causa ? I'orvenlnra nflo
he o i roepsso que da a conlitcer quaes os
calieras? E uin processo, e urna pisiio at
final riecisAo nflo he nada poivenluia? Co-
mo, pois, dizer-se que a ao nistia uenhu-
nia garanta presta, o que o Exm. Sr. coli-
eelbeiro presidente da provincia obrou pou-
co si.-u.lamente coucedeudo-a ?
Mas cha o Diario-Novo qi.e a amnista
concedida por S. Exc. em portara de 28 de
selembro nio valo de nada ; porque ah
estilo os agentes do polica para pronun-
ciaren! COffl antedata ; e admira-se de que,
fa7endo 7 mozos que rompen a revolla, c
ten lo-se proce-sulo no decuso desses 7
mezes, anda s< ja mister uma amnista para
cessar o que o contemporneo chama per-
Sfguiclto. I'oueas diservacOes basluro
ara provar a ma fdo rontemporaneo.
Priiiieiramentc perguntarenios ao con-
ir i | oinneo : Esta proscripto ocriinccom-
melliilo com a revolla de novembru do auno
passado, por terem decorrido 7 mezes? Nin-
guem Una quo sin. E, se nao osla pres-
criplo, i.&o | de qualquer ser por elle | ro-
cessado ate que se complete o ten>po cxigi-
do para a prescrpclo ? Indubilavelmente :
logo a a u. nisl ni sempre vale de muito ; por-
que, a nao ser ella, a lodo o lempo,ale pres-
crever o crime, poderia qualquer individuo
ser processado como cahega.
Km Segundo lugar como Sabe O Diario-
Novo que S. Exc. non deu as providencias
precisas para que nilo | odesse haver una
pronuncia com antedata ? Quaudo S. Exc.
aqu cliegou logo, econceduu a primeira
amnista como a medida mais asada para
garantir lberdade do voto, era possivel
que appareoesse uma prouuucia antedata-
ba, i o que s. Exc. nfio linlia conbecimeiito
do estado dos processos, anda que seja
urna falsidade o que a esse respeito aventu-
ra o Diurio-Not-j ; mas boje podernos allir-
mar ao contemporneo que nSo ho possivel
antedatar-se uma pronuncia.
tndo e qualquer individuo, que apparecer
pronunciado, nessa relaeflo, sh pona de conhecer-se logo
que a pronuncia ho antedatada.
E agora anda dir o contemporneo quo
a amnista nfio vale de nada ? Talvez que
dua, porque no alirangeu Pedro Ivo o os
do seu sequilo ; mas lauto nlo poda S.
Exc. fazer : as clausulas do decreto Ihe nilo
permittiam amnistiar homens que anda es-
tilo com as arrias na rn.lo ; pois elle exige
como condicilo para ajonoeaso da amnis-
ta, que individuo, quom tenha ella de
ser dada, hija depostu as armas, o se sub-
motlido ao governo imperial.
Corresponde icias.
Sn, redactara.--Tintn fei'.o proposito en
no mo oocupsr mais com o beni co-
lihecido Sr. Jos Ignacio Perera Dutra,
nmi'rejado aposentado da contailoria geral
desta provincia ; porm vejo me na ur-
genlissima necessiusde d" tornar a desma-
carar as invenladas historias com qun o
mesmo pretende empauzinar ao respeilavnl
publico, porque este deperto o nao cn-
nhece. I)iz o Sr. Dufra, na sua leorega, que
icconhece a necessi.ladequo me assisle em
aproveitsr-me dos ensojos para prestar ser-
vidos ao nieu digno chefe ; cuinprc-inc
responder ao Sr. Dulra que o Sr. inspec-
tor rulo lem nenhuuia ingerencia as re-
futstes por ni i ni apresentadas o nem cu
son I i servil cono Smc. era, que obedeca
ao mais leve aceno que se Ihe f.izia, e s
faltiva levar h ... Emqusnto dizer que
militas ve7.es se lem dito quo do consu-
lado irovincial euviaram uin escripturario
Ido estupido, [chama-lhe minha OlhaJ
que mil e porcamente sali as*ignar o pro-
priu lime, e que niuilo serva para serven-
te dereparlicQo; cuninre-mo em prmei-
ro lugar dizer iiuoos ti mezes que oslou
na Ihesouraria sao mais que sudicentes
para declinan) joizo quo de uiiru faz o Sr.
Dulra: em segn lo lugar, repillo a insi-
nuado engendra la na cachola do dito Sr.
e que reverlo a como pirlo do su i pro-
ve liial estupidez, e bom seria quo o Sr.
Dulra apaitasse de si o fofo orgulho que
julga ter de ser do numero daquelles eui-
pregados quem a continuada pralica
teein tornado habis, quandoo Sr. Dutra
leudo principiado a servir na contadura
como correio e dopois co no continuo,.. que
sao synonimos de serventes) sornpre des-
einpeuhou muto mal os lugares que ex-
erceu ; pois nilo se poda esmerar menos da-
quelle que era a escoria dos embregados,
e quo, tundo por arles de berliques e ber-
loquesdado uin sallo trfbrlaI, vio-ae final-
mente todo embarazado em desempenhar
o lugar quo deagneidamente oceupava,
devido a s.ia craSSa ignorancia, fui preciso
recorrer-se a ultima ti boa da salvagilo;
isto he, a reforma, pira assim verem-se l-
vres do grande fardo que pesa va nos de-
nnis empregados.
lio falso c falsissimo dizer o Sr. Dulra
que eu recorr por mais de urna ve2 pro-
teceo do Sr. coinmen iador Francisco l,ud-
geroda Paz. admite obler certo emireao
na contadoria geral, quandoeu nunca ric
dirig ao dito seuhor a tal lim e so aqu
ostivesso o dito Sr. eu inimediatamenle
o deso (Soaria, e apresentara provas que
con'rariassem dita calumnia.
Sr. Dulra, Veno., oslando, como est, fallo
de provas, nao recorra n calumnia, nflo se-
ja malvolo e nem aprsente relos que os
nffopoisa provar, deixo-sedefanfaricos, re
collu-soao silcncio.se nSo quer psssar peto
desgoto de porem-lhe ao olio do sol suas
masellas, assts sabidas ; Meando corlo o
intimamente convenc loqoo me mo levar
de vencida emquanto tentar calumnia -me,
accresccntaiido quo eu nilo faco caso de
suas fumaradas, equeestou disposto a ro-
pelli-lascom multa vehemencia.
DizoSr. Dutra que em seu poder exis-
ten! documentos para de orna ve/me f izer
calan lenhoa dizer que, so documentos fa-
zem edar, eu des le ja considero o Sr. Du-
lra no Catalogo dos mudo?, para desta arlo
tirar de lodo phiscamente iiiulilisado.
Tenlio anda a responder ao Sr. Dulra que
s^> lie espob la aquello que sempro lem ser-
vido com independencia, sein bajular a
seus superiores, com muilo maior rasilo o
be aquelle que gcralirienlo fallando, certa-
menle Ihe compete dito epilhelo, o qual
sempre o desempenhoucom muita pericia.
Concluodizcndo aoSr. Dulra, que he ir-
risoria a escapatoria que Smc. a presen lo u
no Fiscai n 7, como quer uto por mcio da
apparifo da errata desdizer-se do e\cl-
lejitc liatamento quo deu ao Sr. Annuncii-
K", meitiosiando-o com agradavel exprs-
Silo de descamnenlo__
Fique certo o Sr. Duli a que.por ma is emen-
das que so apresentem o dito Sr. nito
declina dojuizo quo Ihu merecern aa ex-
presses conl'lns no Fiscal II. G.
Sirvam-se,Srs. redactores, da darem pu-
blicidsde a estas lindas, pelo que Ihe lloara
abrigado seu constante leitor o alleeluoso
servo.
Antonio Rodrigues d'Mbuqucrque.
IiiI)I cacao a pedido.
Para aum I, u a contrarieiaili ile Joaquim Lobato
Firreira, publicada no Diario de honttm.
Replicando dii o A. Manncl de Almriila Lo-
pe* contra o R Joaquim Lobato Ferrclra. E
S N.
P. que, nao Ihe '(lerendo o ro faier entrega
de certos beni que fram aquinlioadot n son
lilli.i as p.uiilli.is de eu casal, cdoi quaes
elle e acliava de posae lia mais de setc anuos,
usufruindo-os como srus, entretanto que dc-
Mi i i iv i o autor sen genro por uma coma. Im-
portancia de uns gneros que de sucicilade lia-
vlam comprado, quamlo o mesino rdo tinha em
seu podir milito maior quanlia pertencente ao
autor eque era proveniente das dividas activas
i|iie Ihe tocaram as parlilhas, c que pelo rao
lora i n mili uin, sendo que na demanda pedia
igualmente as despoas que !'/ com sua lilli.i,
quando aimla menor, e mi sua coinpanhia,
vio-se o autor na nece9sidadc de ajuia-lo tam-
bein pela legitima, indevidarnente detida em
suas maos.
P. que o reo,teniendo entilo o resultado des-
sas questffei que nao Ihe podia ser lavoravrl,
alienta a jUSiloa que asslslla ao autor, propoz
moa ('ijiivciic.i.i amigavel i que ce generosa-
mente acceder apezar do prejuio que da ah
Ihe i'i'suli.iv.i como adianle se dir; sendo que
se passou uin papel de composicao, no qual se
liil o (di que o autor rcenla una canoa grau-
de, e a parle que Ihe tocen no terreno perten-
cente ao casal c em que fram tainbem aqui-
-ihoados o reo cun mitro herdeiro.
P. que, nao obstante esta declaracao, ficou a
canoa no niesino lo^.u isto he, no fundo do
amiaxein do reo,por nao ser un objeclo que o
autor podesse condiuir para a casa, assim co-
mo que, procedendo-se diviso do terreno,
assentio o autor em que seu sogro ficasse com
o da frente' beira do lio t.'apib.iribe, por fr
que.piissuindo elle uin estabelecinieuto de des-
ul n ni ii- lalvet para ahi qoltessa transferir,
em coiiseqiienci.i di prohlblfo que hade o
ler na oldade, Ihe seria de muita vantagem ter
Uin porto de embarque, (cando o autor com
outro de menor cjlimafo
P. o autor que nao vendeu e nem de qual-
quer forma ditpoz da mencionada canoa, e
nem Jinals a venderla por oiienta mil reis,
tcndii-lhej sido dada rin partidla no valor de
tresenlos c eiucoenta mil ris, pelo que nc-
nhuiii ell'eitn p.le ter esse papel de venia que
passara ao reo Juo Rodrigues Nevos que ne-
uliiiiii dominio nella tinha.
P. que esse Ncves he viiinho e amigo intimo
do reo que dellc se servir para fraudulenta-
mente chamar a si a referida canoa, sendo o
papel i\c venda cscripto pelo caixeiro do mis.
mo n'o, figurando cuino lesleinunlias o incl-
ino caixeiro e un ouiro individuo que he Co-
mensal e Inteiramente dependente do ro.
P. que la ni lio ni he arranjo do reo para cer-
tos lins a sua historia de incendio; porquanto,
alm de nao ser verosiincl que o autor quizes-
se destruir o que era seu.
P. que, procedendo-se a urna vistoria na nies-
ma canoa cni presenca do Illui. Sr. julgador, se
veiilicou nao ter havido tal iuccndio, e nenio
mais pequeo daino.
IV que, indo uin escravo do autor delar
lixofra, como he de costume, solo emeia
horas da noi'c, no lugar da ruar em que
se acha a canila, o reo o agirrou, auxlo
por gente da sus casa que para aso se aclia-
va de espreita, o o conduzio para dentro
della aondo o deteve amarrado toda a noi-
le at a< dez horas do da seguinle, om que
0 conduzio a presenca do suhdelcgado do
lecife, a quem conlnu a sua historia do in-
cendio; sendo quo por. men ilecivicias, a-
meacas e pron>eSS8 pode ohterqueo es-
crnvo confii inasse seo dho, que todava n3o
procede, alt'llla a vistoria de queja cima
se falln. O caixeiro nfio disse que (ora
quem mandara incendiar por ordem do au-
tor, como falsamente >o diz na conlrarieda-
dc que vein no Diario. Veja-so o inlc roga-
torio.
P. que o reo, querendn levar avante o de-
sojo quo tcm de perseguir ao autor, som
que este Ihe tenha dados monnr caus, diri-
gi uma quoixa criminal contra ello peran-
le e juizo municipal para quo Ihefosss im-
posla apena de prlsflo com trabalhos por
dous.mezes a quatro annns pelo supposlo in-
cendio, o isto quando sua lillia. rnulber do
autor, se chava gravemente enferma, eem
risco do vida .'! !
I1, o autor que o reo interessa-so tanlo
em iiifaina-lo que, para ctp-lo ao odioso
apreseniou urna contrario lade as gazet is,
rio como se acha nos autos a f mas mui-
lssrno alterada, visto que na que impri-
mi falla em dinhciro saldo de parlilhas,
Ira la do lugar de incendio para ondo bavia
sillo eonilu/ida uma barrica com cavacos e
palhas, coala uma historia de caxeiros ,
altribue os queixume< do autor a haver
elle leo passado a segundas nupcias e ou-
tras muitascousas que se nilo 10 na contra-
riedade original de f. deste modo querendo
Iludir o publico.
P. o autor quo ignorava, assim como os fi-
llios do reo, o facto do lor este passado a
segundas nupcias. A prova est nesse pa-
pel do composieflo o diviso de terreno, no
Rio-Grando-do-Sul ocla Baha 18 das,
hrgue bfasilciro Marciana, de 181 tone-
ladas, capitilo Jos Das perera, equipa-
gem i*, carga carne e cebo; a Manoel
Ignacio do Olivera. Passageros, Candi-
do Fernandos l.ima com 2 escravos, o
vce-consu' brasilero de Barcelona Jos
Concalves de Faria e 17 escravos a en-
tregar.
Pnlmouth 3Mias, piquete nglez Crane,
commanilanW o lente. Parsons.
Navios tahidos no mesmo dia.
Ito-do-Janeiro Briguo-escuna americano
Kitt, capitao Silos Graham, em lastro do
araia,
Psrahiba lliale brasilero Etpadarle, ca-
ptflo Victorino Jos Percirs, carga varios
gneros.
' """ "" ""'"'"
EDITAES.
Pela inpectoria da alfandega so faz
publico que silo precisos alguns esteios,
linlias, estivas o frexaes, uma porcHo de
taboado de diversas qualidades e dimen-
c6cs, e uma pnrefio de zinco para a factura
do terceiro lauco da ponte da mesma al-
fandega : as pessoasquo quizerem forne-
cer esses objectos, pdem comparecer
mencionada rcpartQo nos das do Iraba-
llio, das 9 horas da manhfia as 3 da tarde
Alfandega de Pernamhuco, 12 dootilubro
de 1819 O inspector, Luis Kntonio dt San-
pnio Vianna.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 13 do crrenlo, ao melo-
da, na porta da mesma se bao de arrema-
tar em hasta publica -jo dimas do pires de
meiasde fio da Escocia para senhora, duza
por factura 7,000 rs. total 140.000 rs. ,
impugnadas pelo guarda Joilo Manoel de
Castro, no despacho sb n. 183 de 10 do
correle : sendo a arremataeflo subjeita a
jdireilos.
Alfandega de*Pernamhuco, II de oulu-
bro do 1819. O inspector, /.mis Antonio dt
Sumpaio I taima.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 13 do corrente, depoi
do meo-dia, porla da mesma se hilo de ar-
rematar em hasta publica quarenta duzias
do caixinhas de capsulas gelatinas, duzia
3,200 rs. total 128,000 rs. impugnadas pe-
lo primeiro escripturario Manoel Ephigenio
da Silva, no despacho por factura sb n.
202 do 4 do correle mez : sendo a arroma-
laco subjeita aos direilos
Alfandega de Periiambuco, 11 de outubro
de 1849. 0 inspector, Luii Antonio de
Sumpmo Vtanni.
Oe.elarac&o.
Para -o Rio-de-Janeiro sa. l
lie, cm poneos das o patacho na-
cional Falenle, forrado de cobre
e de cxcellente marcha : para 0
resto da carga e passageros trata,
se com o capitao a bordo, ou com |
Novacsck Oompanhia, Tirado Ta
piche, n. 34. segundo andar.
Vende-se uma barcaca nova ,de lote i
25caixs, de muilo ba construcc3o,|qi,ese
pode examinar no Forte-do-Mallos: a trnar
com Joaquim l'inheiroJacome na ra do
V|gario, o. 5.
Leilo.
Me. Calmnt & Companhia farao |,|.
Iflo, por iiilerveiiQflo do correior Oliven"
de urna porclo de pannos o fazenlas de la,'
vestidos de seda, lencos de di la, riscados d
Imho averiados, etc.: terca-rera, 16 do cor.
rente, as to horas da manhfia, no s-su irmi.
zem, largo do Corpo-Sanlo.
Avisos diversos.
-- A capatazia da alfandega desta cidado
precisa de mais 20 homens livres para o
servido da mesma capatazia : quem sequi-
zer prestar a esso serviQo, dever compa-
recer no da 15 do correlo, as 7 horas da
inanhflu, em casa do capataz na ra da Au-
rora, e s 8 huras da mantilla na porta da
alfandega.
Tlieatro de S.-Francisco.
DOMINGO,!4 DEOUTUBItO DE 1849,
n beneficio de um particular,
subir scena pela primeira vez a linda
peca (que tantos applausos tem merecido na
curte do Rio-de-Janero, no thealio do Sr.
Joo Caeteno) intitulada
A MUI.IIEU VINGATIVA,
a qual ser representada com todo brilhan-
tismo que pede seu autor.
.Vi l'nii da pet;a, a joven Jezuina com ou -
Ira senhora particular dangarflo um gra-
cioso
PAS DE DEDX.
No fiui do qual a mesma joven executar
O SOI.O I.VCLEZ.
Terminar o espectculo com a graciosa
faren
0 JUDAS EM SA BI1AD DE ALI.ELUIA.
0 resto dos bilbetes achsm-se venda na
ra do O-ildeirciro, n. 12, primeiro andar,
A pessoa a quem portencer um mole-
que de nome Jaco, o qual diz ser eseravorJo
Sr Jos Paulino senhor do engenbo Panti.
he, queira manda-lo buscar, no paleo do
Terco, n. I, segundo andar ; seni cem ludo
se responsabilisar pela fuga o anuiincianle.
Precisa-se alugar um sobrado de uta
andar no bairro de Santo-Aulonio, prefe-
rindo-so as ras Direita e do Uvratnento,
pateos do Carmo, de San-Pedro, da l'enlu
ra do mesmo nome : na ra Dircila, veo.
da n. 23.
Precisa-se de um caixeiro : na padarii
de uma so porta, na praca da Santa-Cruz.
U escrivilo dos protestos inudou sus re.
sdencia e carlorio para o sobrado i inme-
diato oda reparlic,oda polica.
AGENCIA DE PASSAPORTES.
Tiram-se psssaportes para dentro efn
do imperio e correm-ae folbas por preto
comino.lo : na ra do Itongel, sobrado de
um andar, n. 57.
- Deniz, all'aiato francez mudou o seu
eslabelecinicnto para o Atcrro-da-Boa-Y'-
ta n. 38 anude os seus freguezes o aclis-
rSo prompto para o seu servido
Qeiu precisar conduzir trastes embir-
c.idos para sitios, dinja-se a ra do Itan-
gel,n.8, qje achara canoas o canoeiros
por preco commodo, e responsabilissailo.
se pelas faltas.
Para as pessoas que ten-
cionam seguir viagetn.
No pateo do S.-Pedro casa terrea n. 8,
tiram-se passaporles psra dentro e fra do
imperio, correm-sefolbase despacham-n
escravos e para este lini laiv.ltem pJe-te
procurar na praca da Independencia livn-
ria ns. 6 e 8.
O tenenle-coronel Manoel Joaquim do
llego Albuquorque precisa comprar umi
porcilo de estivas de 32 palmos de compri-
ment, e alguma oulra madoira, sendo de
qualidade : quem as llver para vender en-
leuda-se com o mesmo Sr. nos Afogailns,
ou nesta prca cora o aferidor, Antonio
Goiifalvcs de Moraes, na ra da AssumpcSo.
n. 4.
casa do beneficiado.
Principiar as horas do costuno.
Aj O consullorio hoirii-opaiico est a
fr ilcito lodos os das desde s9 lloras a)
r> da manhfia at s 3 da tarde. No mes- a
C ii'u consullorio recehem-se doentes %
fti para se tratar homccopaiicamenle a a|
ti 2,000 rs. por da, e t 3,000 rs. que- i
4 rondo um quinto particular : na la i
ir da Cadea de Santo-Antonio, n. 22. #
PUBLlCACAfY I.ITTEBAP.IA E RELIGIOSA.
Sa hlo luz em lingoa vulgar o mais per-
feito catheeismo do doutrina christila, o de-
cretado pelo sagrado concilio de Trento,
para della fazerem uso os parochos de todo
o orbe catboleo as suas exposcnes dou-
. trinaes aos fiis commettidos ao seu cuida-
qualse nflo v asssnaf ura da uiullnr do Noe vigilancia, aflm de que em lodos aquel-
reo e nem dola so faz meneflo.
O mais por negaeflo com o protesto do
convencer alinal.
Pede rcrebimenlo da presunto replica pa-
ra quo provada si julgue na forma podida
na conclusa*) do libello --/'. /'.
ce
E4CI0,
S. Exc, quando expedo a portara con-
cedeudo amnista, ja tinha om seu poder
uma relaeflo nomiual de todos os pronun-
ciados na provincia, e bem ve o collega que
Srs. redactores. l.enibra-mn quo o auno
passado bouVfl alguem qun lemhroii as au-
toridados que, se algum dia us rebeldes ata-
cass-m a cidade, seria sua entrada pelo lu-
gar dos Remedios, nflo s porque por all o
rinda vaga as mares liaixas, romo per-
qu a estrada antiga pouco versada pro-
mtie silenciosamente por ella transitar
maior ou menor numero de pessoas suspei-
las:e, demais, infelizmente amatoria dos
habitantes duque.la velha estrada Ih (oda
praieira e praioira phrenelioa, e o caso he
qu so verifieou.'
Agoroslo mesmo alguem previne SS au-
lorid.i les, que se ha necss:dade de vigilan-
cia |iara que se apprclicudam mun-. ii -.
corr. spondencas, clc.devein ter muilo em
vsla aquelle lugar, o mais apropri-do que
esse alguem roconhece nos suburbios desla
cola le, pela facilidade dei-nibaiem qual-
qiicrhora da noite por detrs dos Mariyrios,
Poucinho, Carmo-Vollio, ele., e no mesmo
silencio da noito desembarcar em uma cx-
lensflo mai.-ir do mil bracas, o dahi lomar
diivocoes que no lodo iliudem as autorida-
des policiaes.
Sis. redactores, so vire.n quo este aviso
pode approveitar ao governo, dem-lhe pu-
hlicidade, e ileoaio-nos do pallialivos :
assim pensa o mesmo Alguem.
ALFANDEGA.
Rcndmcnlo do dia 12.....17:370,833
IMPOISTACAO.
Mury-llounsclt, bngue inglez, vin lo de
Tena-Nova, entrado no curenle moz por
franqua, consignado a .\. o. Itielier & Com-
panhia. manifeslou o seguiute :
2103 barricas dj bacalho ; aos consig-
natarios.
CONSULADO GERAL.
los pastores hotivesso a uuiformidade" no-
cessaiia lauto no eusino das principaes ver-
dades da religiflo catholca, como na boa
ordem e methoJo de as oxpr e ensnar
Esta nova versflo, que a primeira vez agora
acaba de sabir ao publico, se fazia muto
necessaria polos defoilos da antiga, ja | or
vezes reformada, mas sem poder precncher
fcilmente os seus lins, por se Ihe ler dei-
xado fcar sempre minios dos anlgo- delei-
los, que nao era possivel emendarcm-sc de
todo sem so recorrer a um novo tralmlho de
oulra tradciicio, inleiramciite livrosem fal-
tar a ldelidade que deveser a primeira obri-
gaclo do traladuclor. Quem quizor a po-
der! adiar no armazein de Francisco Xa-
vier Murlins Basios, ra do Encantamento.
n.ll. '
Rcndmcnlo do dia
Diversas provincias
12.
176,627
4,834
181,461
Quem aiinunciou querer comprar una
canea grande e atera, dirija-se ra do
Trapiche,dcfronle do caes da l.ingoett, n.
30, que ha urna para se vender, e tamben)
sciiocapor dous milbeiros do lijlos de
alv naria grossa.
O deposito de assucar na ra do Apollo
n. 24, m'iIi a admnstracflo do abaixo assig-
nado, recebe por commssflo a mais mdica
a venda do mesmo genero por conla de
seus dorios, ou demora-o conforme ssor-
dens que receber, e tambrm seencarregs
de comprar todas as encommomlas, no que
prbmette oom desempenho. otAntonio
da Souza Machado.
-Aluga-se, polo lempo de Tests, um gran-
doslio na estrada do Monlero com Loa
casado vivenda, cozinha fia, estrihatii,
coebeira muilos aivoredos de fruclo a
muilo porto do banho : a tratar aa ra No-
va n. 50, primeiro andar.
-- Perdeu-se, da ra do Trapicho al al-
fandega um quarto de bilbele do Rio-de-
Janeiro, da vigsima lotc-ia concedida
beneficio do monto po geral dos servido-
res do estado, n. 5754, e junto a osle mi
3,060 rs. em cdulas : quem o liver acnsilo
e tiver consceuca bstanle para o restituir,
baja de guardar ss clulas c entregar o u'
Ihele na praca da Independencia, n. 37; ad-
verlmdo que o dito quarto s s r pgo
no caso iie ser premiado ) a seu dono, Fof
assim j o tei prevenido.
avisos martimos.
CONSULADO
Itendrncnto do dia
PROVINCIAL.
12.....
857,134
>. oviujciiio do amoro.
para o ASSir
segu no dia 15 do corrente mez o mui-
lo veleire brigue nacional Carvallio I. : re-
cebe carga a frele ou passageros : trala-se
com os Consgnala ros, Machado & P.nhoiro
ns ra do Vigaiio, n. 19, segundo andar,
ou com o ca itoa bordo.
-- Para o Rio-de-Janero propOe-se a se-
guir breve o brigue Uom-Fim, oqualreoc-
he carga a hele, escravos e lem bous com-
modos para passageros i quem pretender
no mesmo carregar, pode enton ler-se com
os consignalarios, Amoiim Ir.nflos, na ra
da (.adera do flecife, n. 39.
-- Para o Rio-dc-Janeiro sabe, terca-fei-
ra, IC do correlo imprrlenvelmente o na-
Idem 44 das escuna inglesa Bodiam- tacho S.-Jos-Americano : para nMUiraa
f asile, de 115 toneladas, cap.flo John somonte, ou escravos a frete Ua.a-sc con
Ray, cquipagom 9, carga 2177 barricas o c.pilflo no caes da Alfandega, ou ni
com bacalho; a Latbam & llibbert. I da Madre-de-Deos, n. 8, terceiro andar
Navios entrados no dia 12.
Tcrra-N'nva 44 das, brigue americano
Ida, do 175 toneladas, capitn Walter Col-
lins, equiagem 10, carga 19(0 harricas
com bacalhu ; a llcane Youle& Compa-
nhia.
Antonio Carlos Perera de Burgos 4
9 Ponce de Len faz scienle a quem tal
m convier que, tendo de rolirar-se des 9
*
la praca, lica encarregado de seus
# negocios o seu correspondente, o Sr 0
4 Lino los do Castro Araujo, con es-
9 criplono na praca do Comaiercio, 9
n. 2.
*
-- A pessoa que annunciou querer com-
prar uma canoa de carreira, sorvindo-lll
uma bem pequea, dirija-se ao Forte-Jo-
Mattos, ra do Amorim, a fallar com Anto-
nio Joaquim Vidal & C *
-- Offt-rece-se um hornera pira fritor d
ongenho, ou mesmo para sitio, o qual d*
hadora sua conducta : iu ra da Praia ,
armazcm n. 49. -<
~ Aluga-se a loja do sobrado o. 6 da rutA
da Ponlia, junio a venda do Sr. Regs : a tra-
tar na ra do Amorim, n. S.
-- Aluga-se uma casa concertada e pinta-
da de nove, em Olinda, na ra do Amparo,
n. 31: a (rutar na ra da Cadcia do lecife,
n. 59. .


r
.. Precisa-s
de um rapar do I i annos
, nnuco'inaison menos, para servir decriado
no mallo : no largo .lo Livramento. n. 20.
.No di 16 do crranle, pelas 10 horas
a, manha. na roa da Senzalla Nova, ao-
iirmlon. 82, vOoa prega, perante o juiz de
I orpli3ose ausentes, todo* os gneros per-
tinentes a loja do rallacido pinlor llenri-
uiieB. U quem 8 pretender dirija-se ao
1 referido lugar,
-Desappareceu; ou rurlaram, (inrU-
f,.r, 10 do correle, da ra do Padre-Flo-
rianno, um oavallo caslanho, magro, com
dinas o cauda aparadas, um re calcado de
liranco : quem o liver e quizar restituir, di-
iia4se a mesma ra, n. 69, quo ser gene-
rosmeilefecooi;onaado.
Ei'gomma-se e lava-so toda a qualida-
dodermipa. com todo asseio, promptidito
por prego mais commoilo do que em ou-
ira qualquer parto : oa ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
.. Frederico Hansen avisa ao publico que
no da l.l do correnle,*alie o mnibus-|s j
horas da tarde para osApipucos, e volta na
segunda-fe'ra, 15 do corrente, as 8 horas da
manha.
Precisa-se de um caixeiro
c ti I (annos para venda : nos
Cinco-Ponas, n. 91.
-. A pesstoa que annunciou precisar de
[ 300,600 rs. a premio sobro penhores, diri-
ja-te i ra Nova, n. 56.
- Precisa-se fallar com o Snr. Francisco
Xavier Carneiro da Cunta e com a Snra. D
I Anua Joaquina do Reg Barros, a negocio
I de icus inleresses :annunriem suas mura-
das.
Al igam-se tres escravos, dous que co-
zinham o diario de tima casa e fazem lo lo
o servico da mesnja, e o outro he sapa-
loiio, e quo lambem faz lodo o servico : a
I tralar na ra da- UiiiSo,' sobrado do Sur.
I Coerra,' No mesmo sobrado vende-se um
I escravo para todo o sorvigo.
Vi i a.quem toca.
Pede-se encarecidamente a quem pJe fa-
I ;jer valer sua autoridade que faga remover
t *} quintal d umacasa terrea,na ra das La-
rangriras, peitencenle ao grande hospital
de caridade, um inonluro que, por muilo
t antige eilraordinauo. esi servino de
gran.lo incommodoaos moradores vizinhos
que solTrem se ai recurso; continuando a
ser a praia de despejo ( por commodidade
t.ilvcz dos moradores Uloraes da niesma
casa.
Na loja de Maia Hamos &
Companliia, ra Nova, n. 6, ven-
dem-se luvas de pellica milito fres-
cas e novas, lano para homcm
como para sennora, a 1,000 rs. o
par. assim como para meninos e
meninas a (>]o rs.-o dito.
Urna possoa quo tem as habililagAos
I necessarias propAo-se a dar lines de pri-
I meiras letlras cm casas parlicuiarer : quem
I deseu prestimnsequizer utilisar, dirija-se
I ao Alerro-da-Eos-Visla, n. 5.
Quem qujzer alugar um molequo de
I 13a 1t annnos, dirija-se a ra do l.ivra-
I ment, 11. 1. ,
I'recisa-se de 1:800,000 rs. sobre bypo-
I Ihcca em urna boa casa terrea : na ra do
[ Aragao, 11. 20.
I Os Sis. Ucrnanlino Jos Serpa e seu (1-
Iho Candido Jote Serpa, moradores em
(il 1 nda, queiram vir pagar, no prazo de oito
d"S, na ra Augusta, 11. 1, as suas letlras
que se ; cliam vencidas desde novembro do
auno pastado ; do contrario, nilo se quei-
xem do resultado.
Perleu-se una caiteira de algibeira j
velha, com alguns assentos de pouca euti-
dade e mize a 13,000 rs. em cdulas, um re-
cibo de 7.000 rs. do aluguel do una casa,
I umquaito, um oilavo e, dous decimos de
I hilli*ts da lotera do Itio-de-Janeiro : quem
1 a liver adiado, querendo entregar, leve-a
a ra da Cadeia do IteciTe, loja de Antonio
Jouquim Vidal, que agradecer e dai por
adiado a qiiaqtia que eslava dentio da dita
ca tetra.
5jg Chapeos do sol.
Ra do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
e completo sorlimenlo de chapeos de sol,
tanto de aeda como de panninho ; ditos
muilo ricos de gros de Naples adamasca-
dos, com ricas franjase da ultima moda do
l'a:is, para senliora, os quaes vendem-se
em porgfio e a reUlho, pelo prego mais di-
minuto possivel. Na mesma fabrica lia igual
sortimenio de cedas e panninhos paia co-
| bnre.n-se armagOcs servidas, conccrla-se
qualquer chapeo de astea de ferro ou de
baleiao lambem umbellascom toda a bre-
vidade e prego com modo.
Anso < u r i Oso.
Omarquez de-Pombal nasccu cm Lisboa
aos 13 do maio de 1699: verilica-se a exac-
tido disto lendo-se o Panorama n. 105, de
* de maio de 1839.
Iloje, 18 do correnle, eslar no largo
da Cadeia um dos melhores bois mansos pa-
ra curruca ou carro o qual se vende por ja
se ler acabado com o servico para que foi
comprado.
Filippe de Sou/a Lefio quer siber seo
aiinuncio inserido no Diario di l'ernambu-
co ii. 2*7 com as iniciaes F. S. I,, se emen-
de caoi sua pessoa.
Soctcdade Harmnico-
TI ira ha |.
O piianeirosecretario avisa aos Srs. so-
cios que os hilheles para a recita extraor-
dinaria de 13 do correte se dislribuem no
sali do theatro nos dias He 12, das 3 li-
las da larde em diante, e no dia 13 at ao
meio-dio, em o qual so achara reunida a
directo para approvagSo de convidados. A
direccio previno mu positivamente, tanto
aos Srs. socio como a seus convidados de
ambos os sexos, quo, excedendo o numero
4e lessoas ao numero do bilhetes que li ve-
rein, passaiopelo dcsgosto.de Ules ser ne-
gado o iagresso pelas rasOes que cm os
twansaclos aiiiiuucius se Ules teem feilo sen
Aluga-se urna casa no sitio do Cordei-
ro, margem do no Capibarihe, com com-
modns para grande familia, cozinha fra.
estribara, cocheira e'quarto para criado;
urna dita mais pequona, Iamb3.n1 com bons
cotnmodos para familia, e estribara : a
tratar no pateo do Carmo, n. 17, com Ga-
briel Antonio.
Quem perJeu um cachorro branco de
agoa, dirija-se 00 Atorro-d*-Boa-Visla, n.
n. 42, que, dando os signis, llie ser en-
tregue.
d'aurora
. A perso que quer comprar urna ca-
noa pequea decarreira, dirija-so ra da
Praia, n. 24
Precisa-sede um pequeo de 12 a 14
mos, que leuda pruna de venda : no pa-
teo do Carmo, venda aova n. 2.
('.. Slarr & Companliia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral.quea sua grande fundigiio em S.-
Amaro, alm do sorlimenlo que constan-
temente tem acha-se de novo provida de
muitas moendas de canna, e do varios l-
mannos fritas no mesmo eslabelccimento
pelos mais peritos ofTiciaes, e com o maior
cuidado e perfeicflo ; tanto assim he, que
os annunciantes se ufanam em garanti-las
pelo primeiro anno. As moendas inleiras
todas de ferro*, construidas as ofllcinas
dos annunciantes silo muito superiores a
quaesquer oulras da niesma nalureza que
at agora teem sido aqu olferecidas, pois
aquellas cncerram em si cerlos e importan-
tes melhoramentos resultado de mais de
20 annos de experiencia e pratica do paiz
Aluga-se o sitio da estrada do Cordeiro,
hem condecido, s proprio para negocian-
tLestrangeiro, ou quem lenha tratamen-
to : bem como varios sitios e casas peque-
as para se passar a Testa tanto na campi-
a como na ra da Casa-Forte : tratar na
ra do Amnrim, n. 15.
Em Fra-de-Portas, n. 113, precisa-se
de um rapaz p>ra lomar conla de urna ven-
da por halunco, ou interessar entrando com
algum Tundo, pois a mesma so vende ou se
entregar do qualquer maneira a quem se
responsabilisar por sua administradlo, pe-
lo dono nilo poder conti'iuar por ler oulra
occupagio.
D-se dinheiro a proiiio em pequeas
quanlias sqhre penhores de ouro ou praU,
sobre empenho de escravos, conToriDC se
contratar ; e em maior quaniia solue hypo-
Iheca em predios livres, sendo o premio a
um e meio por cento : na ra Augusta, ter-
ceiro sobrado vindo do chaTariz do Aterro.
Os ve ni ule ios e a-
precaveis charutos t
Havana estSo a veo'a na
na da Cruz, n 51, arma-
zeo de .1. O. Elster.
I'recisa-se do nuil preta
boa vendedeira de doce: na 111,1
iloTrapiclie, n. \!\.
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a maro pequeua e porto 4'
embarque e desembarque: na ra da Sen
zalla, 11. 42 ajfatarcom S. J. Johnston &
Compendia,
O re.verenjtfimo Sr. Itafael que veio
no ultimo vapordo sul, tenha a bondadedo
anunciar sua morada para se receberem
uims encommendas.
--Quem annunciou querer hypothecar
um sobrado de dous andares em boa ra,
diiija-se ra estreita do Rozaro, 11. 43,
segundo andar, que se dir quem Taz este
negocio.
If obilias de aliii-nd.
Alugam-sc cadeiras para bailes e ofllcioi :
lambem soalugam mobilias a voniade dos
pretndanles e por prec_o commodo : na ra
Nova, armazem de trastes, defronlcda ra
Je Santo-Amaro, n. 59
Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
di dinheiro premio as quanlias de 200,
303 e 400,000 rs. com bypollieca cm casas
terreas.
A pessoa que annunciou querer com-
prar uma Tazenda de gado sendo anula
queira, dirija-se a ra da Praia, armazem
n. 32, que te dir quem vendo.
Piecisa-se de um caixeiro que sirva pa-
ra venda, de 13 a 18 annos, e que !e dador
s'ia conduela quem se adiar nestas rir-
eumslancias, dirija-so ao pateo do l'araizo,
n. 3. Na mesma lambomseoirerece um cu-
zinheiro.
I'recisa-se de 350,000 rs. sobre liypo-
Iheca cm uma boa parda ino(a, ou mais es-
cravos, por seis mezes : no pateo da Santa-
Cruz, sobrado n. 2, ou annuncie.
>5
annos ponco
labilidades e
da Cadeia do
Lotera do Ilio-dc-Ja-
nciro
Aos 20:000,000 de re.
Na praca da Independencia, 11. 4, vendem-
se bilhetes, meios, quarlos, oitavos e vig-
simos da 20 lotera a beneficio do monte
po. Na mesma loja mostram-so as listas das
loteras passadas.
Vende-se a muilo condecida o Tallada
casa de estalagem na villa de Iguarass.
um bom recreo conhecilo por muitas pes-
suas: na Soledade nadara defronle da gre-
ja._ Na mesma paulara precisa-so de um
amjssadorque teha Tregueza de vender
pilo, ou que se proponda a procura-la.
Vendem-se 12 escravos, sendo: 3 mo-
lecoles de 8 a 17 annos ; 2 escravas que co-
zindiim bem odiado de uma cusa ; um mu-
latindo de 18 annos; 4 nogrinhas muilo
lindas, ptimas para mucamas, por sabe-
rem bem coser e engommar ; uma parda
com unufilho de 4 annos : na ra Direita ,
n. 3.
VenJe-se uma carroca de dous bois,
em muito bom estado, e prompta a carre-
gar por cim e por b^ixo : no pateo do
Carmo, venda n. f.
Vende-se uma Taoha para inspector de
quaiterilo, nova e tola rica, por prego
commodo : na ra do ilangel, n. 9.
Agoa de Ungir cabellos e suissas.
Contina-sea vender agoa de lingir ca-
bellos e suissas : na ra do Queimailo, n.
31. O methododeapplicaradita agoaacom-
l auda os vidros.
Vendem se, por prego commodo, cadei-
ras de Jacaranda e do oloo, cliegadas pelo
ultimo navio do Porto ; deTionte da gre-
|a do Corpo-Sanlo, n. 15.
Vende-so um lindo molequo de 10 a
12annos: na ra do Queimado, lujado
miudezaa, n. 25.
Vond<>ni-sc carros de nulo bom cons-
truidos, e uma carroca nova : ludo por pre-
go commodo: na l'onlo-dc-Uchi, sitio de
Jo3o Carroll.
Pecjiiriehas para
liquidado.
Vendcm-so corles de gorgurilo do seda
para colletas, a 1,600 o 2,000 rs., superior
rateada J ditos de velludo liivrado, a 1,600
rs o corte ; casimir j cor de vinluj coms-is
palmos de largura, propra para pautse
iaquetas, pelo diininuto prego de 1,600 rs.
* i uitii c tuina uiin.ii 1 11,, 1 .. 1 ........-,.,. .
O covado; cortes de MSM para vestidos. (j mpureM 0 Mngue. A
..,. ...1., ..,.., I a .ao iVUl' ai 11 nuil A' .. ."
Vnde-sefeijilomulalinlio, a 200 rs. a 1 todas de ierro para anunaes o |ffoJ, nn-
cua; arroz lirauco, a 320rs. e a 8,000 chinas do vaporde fiirga de 4 cvanos, alta
rs. oalqueirc; dito vermelho a 1,400 rs.; prcss3o, 7^^rli;leif^_es^,.m,a:;f,!?os'.e1^;
e lodos os mais gneros muito em conla
para liquidar o eslabelccimento : todo a di-
nheiro a vista : lambem se vendem 4 ca-
noas de carregar lijlo, muilo eii cont ; 2
caixilhos envidragados para alcova ; urna
resfriadeira do metal com torneira, obra
muito boa.
Vende-so uma porg.'n de barris que fo-
ram do oleo de Inli.ie.i : na ra do I! i/an.i.
botica de Itarlholomcu Francisco dfl Sou/.a.
Vcnde-se uma canoa que ca rega 7/rs.
d'agoa, a qual lambem serve para abrir;
urna dita d carreira, ambas em bOffl esta-
do ; um pail de amarollo que leva com 11I-
'Iirires de l'.ii inli i. medida velda ; 12 ssca
ilas de pedra do Rio-Formoso; un liereo
de angico muito bonito : na ra de S -
Francisco, casa apalagada, de mandila i te
s 8 doras.
Vende-se tuna bonita escra-
va de vinle e dous
mais ou menos, com
mnito sadia : na roa
Hecife, loja n. 5S.
Vcnde-se um carrinho de 4 rodas para
um cavallo, muilo maneiro, com arrotos e
anda novo : na travesa do Veras, II. 15,
das 6 s 9 doras da mandila, e das 3 s ( da
tarde.
- Vende-se manteiga ingle/a muito su-
perior, a 610 rs. a lidia : no Alerro-da-lloa-
Vist-i, venda u. 51, pegada a loja do I s-
lima.
Bucellos Wiwe,
of very supeior quality to be li.nl at tde
store of Sr liias Ferreira Cusiom llouse
square
Velas de tspeniiaeete,
das meldores que teem vindo a este motea-
do : vendem-se em caixaado 21 libras, om
casa de Ricardo Itoylo, na ra da Cadeia-
Velha, n. 29.
Vendo-se o pero.iico Uniif ate o n.
ISO, ene temado em 9 voluntes na praga
da Independencia, n. 25.
Salsa- /Mirrua de San tis
para remover o curar radicalmente to-
das as enformidades que procodem da im-
pureza dosangue, on habito do systema.
Isla medicina est operando constanle-
meit'o curas quasi incriveis do molestia-
Compras.
Compra-so 1.1a de (lecha do caima, di-
ta de barriguda : paga-se bem : na ra No-
va, loja de selleiro, n. 28, defroute da Con-
ceigilo.
-- Conipram-seasoragjs de Cicero : na
ra do dillegio, n 4.
Compra-se um caixilho de varan.la pa-
ra urna s porta, e dous ditos para duas ja-
nidias, em bom estado : na ra do Ilangel.
n. 9.
Compram-se uns rcquitlfes para nvni-
no, c um a dous annelOes de ouro : ludo
sem feilio: quem liver annuncie
Compra-se toda a qualidado de trastes
usados, assim como lambem se trocam por
outrus novos: na ra Nova, armazem de
trastes, defronle da ra de Santo-Amaro,
n. 59.
Compra-se uma escrava que saiba en-
salmar, engommar alguma cousa e co'i-
har o diario de una casa, quo nilo seja vi-
ciosa, em dora leuda maior ida.le, ou menos
(gura : na ra Augusta, terceiro sobrado,
viudo do Aterro.
com sete varas de cores litas o do bonitos
eiidres, a 2,000, 2,500 e 3,500 rs. ; militas
de seda, lauto para sendora com parame-
ninas, a 5,000 e 6,000 rs. : na ra do Cres-
po, ao p do arco do .S -Antonio, n. 5 \ :
bem como casimira elstica pela, bailante
larga e superior, a 2,80o rs. o covado.
Vendem-se oculos do ver ao longe,
proprios para Idealro, jauellas, ou mesmo
para sonliorcs de engrudo, que do suas ca-
sas p lem com (ai'illi.ia'e condecer, nao
s quem vem como quem liali.ilia ou mo
no campo, por 3,000 rs. cada um : esta den-
cuberta fin drvida ao acaso cm 1609: na
ra larga do llozario, n. 35
Velas de cores.
Vendem-so, no armazem de moldados
atrs do Corpo-Sanlo, n 6(1, por prego com-
oioilo, velas de carnauba, sendo azues,
cor de rosa e lustrosas, as quaes se loniam
i eeoiiimeii lavis pela sua superior qualida-
ilo e alurarem mais que as de espcrmacele,
e nilo fazerem morro.
Vendem-se pedias para monillos : as
Cinco-Pontas, n. 82
Vende-se um relogio do ouro horizon-
tal, mui bem trabelllado, por prego run-
modo : na ru larga do llozario, n. 46. Na
niesma casa dilo se 100,000 rs. a juros coui
penhores de ouro.
Vende-sc um cavallo de sella, gordo,
muilo novo e sem achaques, ou mesmo tro-
ca-se por (alendas na ra do Collegio, n. 1,
segundo andar.
Vende-se um escravo : na casa da es-
quina, junio ao caes do Ramos.
Vendem-se sapalesdccoii-
ro de nsito l'eitos no piz, pelo
baratsimo preco de 3,ooo, ^ooa
e /|,5oo is. ; ditos para meninos,
a 2,000 e a a,5oo rs. ; ditos bran-
cos do Ar.icaty para
de Urro estaniado. Na mesma ageuria aeda-
s.i iim sorlimenlo de pesos para balangas ,
escovios paia navios. Ierro em barra, tant
quadrado como redondo, salra para ferri-
ro e uma pnrgo do titila verde om latas :
tud'o por barato prego.
- Vende-se um lindo molequs de 10 :i
1 anuos: na ra do Queimado, luja le
iinudczas n. 25.
- Vende-se a taberna n. 2 do pateo di
; -Cruz, que foi do Sr. Pedro Ignacio llap
lista qual se ada bastante afreguezada
a tratar na mesma taberna.
- Ven le-se u na canoa grande e aberta ,
ouira dita menor decarreira. quo lio excel-
lentOi n i ra di Aurora, n. 4.
.ovo sort'ienlo de la-
z indas baratas, na ra
do Crespo* n. tt? ao p
do lampea *.
Vendem-se corles decassa francez rom
10 cuvados a 2,560 rs.; pegas de camhraia
do quadroi com 8 varas. a 2,720 rs.; cas*n
preta para lulo, a 110 rs. o covado ; Itrio
com 4 palmos delarguia a 200 rs. o cova-
do ; riscado ministro a 220 rs. o Covado;
chitas do cores (xas a 160 e 180 rs. ; cha-
les do tai lalana, a 500, 800 o 1,000 rs. 09
ipuilo lioni goslo; cortes de brim do puro
lindo, a 1,280. 1,500 o 1,601 rs. ; chapeos
de massa 1,600 rs ; ditos le seda a 610
e 180 rs. ; cobertores de algodfio america-
no, a 610rs. ; piclo muilo eucorpado, a
180 rs. 0 covado ; pegas do madapolo mul-
to lino e con pintas de mofo, a 3,600 rs.
Aviso imporlaole.
Beneficio publico.
0 armazem antigo da ra da Madre-de-
Deog, n. 36, esta de novo estabelecido de-
baiso das niesmas condigOea, olfereccndo
a deliciosa pinga do vlnho da Figuelra pe-
lo limitado preco de 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a culada, a do viudo branco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, c 1,600 rs. a Ca-
nad, a ilo viudo de Rordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nilo so admirem
os fiegnezes do baiXO prego por que se. ven-
de a deliciosa pinga, esim da audacia do
propietario querer sustentar o antigo pre-
go, embora este genero lenha subido o luc-
idor de 30.000 rs. por pipa. Examinen) os
amantes i qualida le para reconliecimento
da rnrdaile o oontinuago da antig fi-egue-
zia. Epara nao daver usuras, esl.io pronip-
las garrafas lacra las e com o competente
rotulo, assim como harria le diversos ta-
manhospara provlsllo do prximo Natal.
O propietario oonta com a concurrencia;
do contrario, lornarilo os pregos do reta-
ido a primitiva de 210 e 290 W. a gairafs.
I
11.5oo
s}5oo
2,800
l,3oo
boincm, a
ra da
Vendas.
Vende-se urna loja de Tazendas com
muito poucos Tundos, e bonita armagilo d
vinhatico : na ra do Passeio, n. 17.
Vende-se um sobradiuho na ra da Sen-
/.alla-Velha, n.23: no Passeio Publico, li-
ja n. 7, se Tara lodo o negocio.
1,000 e a 1,300 rs. : na
Cadeia do. llecife, n. 9
Vende-se polassa superior
por preco mais commodo do que
em onda qualquer parte : no ar-
mazem de Dias Ferreira, no caes
da Alfandega.
Vendem-se, na ra Nova, 11. 16, loja
de Maya Ramos & Companhia os segin-
tes livros:
Salamandra, romance cm 3 v. por Eu-
genio Sne.
O ludtu drama em 4 actos por I uiz Ma-
ra Rordallo.
A Tomada de Sunlarein por 1). Alfonso l|en-
riques drama em 3 aclus o 6 quadios de
Jos Mara Rordallo.
O oco lardineiro ou breve tratado da
culturados jaidins, seguido do emblema
das (lores e ornado de 8 estampas colo-
ridas.
Tratado de tteripturacio mercantil, 1 vo-
lme.
O Litro azul ou correspondencia relativa
aos negocios de Porlugal cm 1847, 1 v.
Documentos hiituricoi relativos a inlervcn-
gilo da armada de Franca, llospanha o In-
glaterra nos negocios internos de Portu-
gal em 1817, 1 v.
Directorio fundamental da inslruccio pri-
maria obra classica o de particular ulili-
dnde a commercianles e*X''iros e pessoas
adidas ao Irato mercantil I v. por Jos
Joaquim Rordallo.
Im Di ni na tem, poema cousagrado u
S. S. Po IX.
I'ecciela, romaneo em 2 v.
Vendo-se um grande sitio no lugar do
Manguind, o qua fica deTronlo dos si^jos
dos Srs. Carnenos, com grande casa de vi-
venda de 4 agoas, senzalla, estribarla, lui-
sa de capim que sustenta 3 a* 4 cavados,
grande cacimba com bomba e tanque co-
herlos para bando, bastantes arvoredos de
meto : a tratar na ra da Concordia pri-
meiro sobrado novo de um andar.
iiiTeliz victima de molestias hereditarias,
rom glndulas indiadas, ervos incoldi-
dos, e os ossos meio arruinados, licou rosta-
helecida com toda sua salido e fieas (I
doenie escrofuloso, cohorte de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, c a quem o sur-a,
licou pereilo. Centenares de pessoas que
iinliain solTrido ; por aunes, a ponto de de-
sesperem da sua sorlo molestias cutneas,
glndulas, rlieumalismo chronico e muitas
oulraseulcrmidades procedentes do desar-
raigo oosorgilns de secregilo e da circula-
clto, teem-se erguido quasi milagrosamente
do leilo da morle, e hoje, com constituiges
regeneradas, com prazer atteslam a ellica-
ciadosta ineslimtvel preparago
('.oinquanio tendam apparccido grandes
curas al aqui produzidaa pelo uso deala
eslimavel medicina comtuilo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais no-
taves. *
New-7ork, 82 do abril de 1818
Snrs. A. 11. e I). Sands. Julgando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
rfico em geral renietlo-vos este cerlilica-
po das grandes viitudesda vossa salsa-par-
rilda para que outros que lioje estilo sof-
Trendu estiidelegam melhor a sua confian-1
ea e l'agam sem demora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido cun uma grande fori-
da no lornozelo, que se estondia pela cauel-
la cima at aojoelho, lngara grande i or-
giio de no en!.i materia, com comicdOes1
que meprivavam mollas imites do mcudes-j ?S
canso, e erain muito penosas do suppnrtnr. I -f
O Sr. Iliogo M Connel, que liavia sido cu-1
rudo com n vossa salsa-pamllia, recommeu-| I
dou-ine que cu lizesso uso della e depois
deliaver tomado cinco garrafas Oque i per
feitamente curado.
Tendo doinorado um auno man lar-VOI
este ceitilicado para condecer com certe-
za se a cura era permanente, e tendo agora ,
a maior satisfagilo cm declarar quo nilo te- | iVrt ruado Queimado^ loja IlOVft,
nho visto, neni sentido cousa alf"
,3 .a.5>.#..
Loteras do llio-de- |
Janeiro. i
1 Aos !0:O0r$O00 rs. j
1 20.a a favor do inon/e-pio. ^
2 Meios bilueles.
Quarlos ....
Oitavos ....
| Vieiinos. .
J Na rindo Collegio, n. Nesla casa vendeiarn-se,
^ com premios gr.indes, os bi-
Hieles da ll.aloleria da Mi-
sericordin :
% Ns. q)6o. a:ooo,ooo
.J .*iG38. i.-ooo,ooo
|
3o:"ii. Ioo,ooo
c onlros mullos de quaren-
ta c vinle mil rs.
Kspera-se a lista da 5.'lo*
teiia do tlicsouro.
Clieguem ao barato.
n. 8,
vendem-se riscadoa escoeczes com quatro
i palmos de largura, a meldor Tazenda para
l vestidos,tanlo por sercm de lindos padrOes,
como por sei em de ciVes lixas, pelo barato
prego de 2,560 rs- o corto ; pegas de cassas
do i| liad ros para cortinados e hadados, a
oilo patacas o mcia a pega com 10 varas ;
os melhores cortes de vestido do cambrala
do salpicos, bri neos o do cArcs, Tazenda
bem propria para vestidos do meninas, a
1,500 rs. o corla eoin 8 c meia varas ; dia-
les imperiaes, padrAes iguaesaos de seda,
a 2,00o rs cada um ; ditos de seda de bo-
rnes paihAes, a 8,000 rs ca la um ; e oulras
i muitas Tazendas que se vendem por prego
Anda existcm alguns dos ricos mantelo-, cu.n,IloJo dando-se de ludo amostras,
tes prctose de cores, viudos pelo ultimo; Vende-se siinerior cera de
navio de Franca, os quaes se vendem por
runlo todo esto lempo, e scho-me perfeita-
menlo restadelecido. Sou VOSSO, etc.
Sara* M, Intire.
210, ra Dclanccy.
Nesta provincia o nico agento desto mu-
ravildoso remedio do Vicente Jos de Rrilo.
Vende se laiinlia de S nta-
Calbarina, a melhor que li.i no
mercado e por pero commodo:
nos armazens de Dias Ferreira e
do Mouro, no caes da Albindega
Ksto-so acabando.
ende se superior cera
menos prego que em outra qualquer par-1 canialia, em grandes e pequeas
lo: vende-se, na ra do Vigano, n. 17. I nnrret na rna da (Irnv n id.
- -;vendc-seum bonito molequo crioulo,' portocs na ra ua l^iu/, n. aq.
' roprios para presente.
de 18 anuos, proprio para qualquer sor-,
vico e que lio de boa conduela o que so:
aliangaao contralor: no Aterro-da-l!oa-| Aventaras de 'feleiiiaco, em
Vista, n. 37 armazem de trastes. Ir j ...,i. __. __
- ,\a ra da c.uz, armazem n. 33, de S fraorez, rica encaderuarao em ver-
Araujo vende-se cal de Lisboa, cm barris dadeiro marroquiui, cotn eslain-
de 4 arrobas, viuda pelo brigue iVoro-rVaj- pequeos volumes, por
ceiior, por prego commodor; bem como fe- I'"' I i
jilo cm saccas, muilo bom, branco e de Gsooo.
oulras qualidades.Chegado do Aracaty. por Fbulas de Ltlfontailie, Cm
prego em conla ; assim como sola; rouios ... ,. ...
miudos; sapios e caixas para rap de to- j Iraucez, iiquisstma edicao illnstra>
dososiamanhos. i da, excellentes ravuras, a volu-
A 3,000 rs. mes, por 8sooo.
Ven iem-seoiUimas mantas de seda paraj Alina de Geierstetn, Ol a Potl-
senhora a 3,000 rs. : na ra do Crespo, n. ,. r
II, loja de Antonio l.uiz dos Sant >s & Com- zella do \evoeiro%
pandia.
I^Cncia de lulwin .11 a w.
Na ra de Apollo armazem n. 6, de M. Cal-
moiii fv Compaiilna, acha-se conslantemente
um grande sortimento le Tcrragens nglezas
para engenlios de fnbiicar ssucar, hem
romo (aixas de fero Coado e balido de dif-
identes l.mandos o modelos moendas
do dito, lauto para armar em tnadeira como
ii ni
dos mais
lindos romances de VValler Scolt,
traduzido em portuguez por A. Ha-
inallio, de Lisboa : 4 volumes, por
Csooo.
Vende-se cada uma destas obras
separadamente, na rna do Rozaro
larga, loja de J. J. Lody.


Vende-se umcabriolet inglez muilo
forte cm ptimo oslado e pintado do novo:
na cocheira do Sr.lMounicr, no Atcrro-da-
Kia -Vista.
Moendas superiores.
Na fundido de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro acham-se venda moendas
d,e canna, (odas de ferro, de um modelo e
oonstrucgSo muito superior.
A ellas antes que se acabem.
Vendem-se ricas luvas do pellica para
liomem e senhora pelo diminuto prego de
1,000 rs. o par : na ra do Queimado, n. 17.
Hilo-s as amostras.
--Vendem-se amarras de ferio: na ra
'Ja Senzalla-Nova, n.42.
eogenho.
da ra do Rrum,
Tai xas para
Na fundicSo ile ferro
aoaba-se de recebar um completo sorlimen-
tod taixas de a 8 palmos de bocea a
lunes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
r. u carregam-se em carros sem despezas ao
: imprador.
4cs fumantes de bom gosto.
\oarmazem de molhados atrs do Cor-
po-Santn, n. 66, lia para vender, chocado*
pelo ultimo vapor vindo do sul superio-
res charutos S.-Felix, e de outras muitas
qualidades que se vendero mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
ra pelo barato prego diK?00 |rs. cada tima
vara. f
milho, que se esto vendendo pelo diniinu- so Jnnior.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos. .
Vendem-so cortes de cassa para vestidos,
de cores (xas e le bonitos padrOea, a sele
e oito patacas o corte ; chales de tarlitana ,
grandes a 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs. :
na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia.
Na ra oslreita do Rozario n. 43, se-
gundo andar, vende-so um escravo perito
olTicial de sapateiro o que he bem mogo :
o motivo por que se vende se dir ao com-
prador.
Na loja do Estima & Ramos, no Aterro-
da-Roa-Vista, vende-se um par de adrago-
nas muito ricas para capitSo ; bem como
um habito esmaltado de Christo.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-SantS.
Na rua da Cadeia, n. i>2.
vendem-so por atacado tres qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa do
escravos, a 250, 280 e 300 rs. a vara.
Folha de Flandres.
Vcndem-se caixascom folha de Flandres:
na rua do Amorlm, n. 35. casade J. J. Tas-
to prego de 500 rs. o cento.
Pos galvnicos para
pa fea r.
Na ru do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem obieelns
prateados e que lenham perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
lilisados, leem nestes pos um excellenle
restaurador e conservador dos mesnios
ohjeclos sempre como novos sendo o pro-
oesso para se usar delles o mais simples ,
nada mais do que esfregar com um panno
.le linho molhado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Urna oaixinha contendo quantidade suf-
iciente para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia de
mil is.
A ##000 o corte de novas
alemas de seda
con lindos padrAesde lisiase quadros, ciV
res modernas, clarase escuras t pretas ;
gangas amaiellas da India, proprias para
todo o troge de homem e de m< nios ; hem
como um novo sorlimento de fazendas fi-
nas e grosias por baratissimo prego: no ar-
mazem do Ha y mundo Carlos Leite, na rua
do Queimado, n. 27.
Novo madapol&o patente
com mais de 40 jardas
cada peca
?rom largura quasi de urna vara, fazenda
a mais lina que se i de imapinar, por isso
ptima | ara todo pelo diminuto | rogo de
9,000 r.s. a pega ; bem como lodo o sorli-
mento de fazeudas linas c grossas : no no-
vo atmazem de lirondas de lluyinundo Car-
los l.eito, na la do Queimado, n. 27.
-,.^W ^ ,: ,* ,: .^^^^ ~ +
!4
B
Vcnde-se superior l.u inlia
de mandioca, muito nova,
sem cheiro algtmi e por pre-
co mais romnio !o do que em
oulra qualquer parte : a bor-
do do patacho nacional Li-
ma% unileado defrontc do
caes do Collegio, ou em ca-
sa de Alachado &c l'inheiro,
na rua do Vigario, n. 19,
segundo andar.
5
fe


?
i
i
?
i
m

9,
Na rua do Crespo, loja da *>
esrjuina que volta para a j
Cadeia, vendem-se 9
os acreditados brins brancos de lis- W
Iras, lisos e amarillos, a 1,500 rs. o^
corte ; dilo muito superior a 1,600 9
rs. todos de puro linho ; panno lino
pelo e azul, a 3,200 rs. o covado; W
dito muilo f upe ior, a 5,500 rs.; fus- #
les muito bonitos a 640 rs. o cor- 9
te ditosde velludo muito ricos a 9
2,500 n, ; pegas de camhraia de qua- m
dios de 8 varas e meia, a 2,720 rs. a 9
pega ; rassas pretas multo bonilas (C>
a 1,110 rs. o corle ; madapolSo enfes- (ff
lado milito fino, a 5,400 rs. a pega ; ~t
cortes de caigas de selineta de cor,
a 880 rs. ; ditos de caslor, a 11,000 #
rs. ; cbila azul para escravos, a 140 9
rs. o covado ; picote muito encorpa- do, a 180 rs.; planillas .le linho, a 500 ?
rs. a vara ; esguiSo de linho muito li- ^
no e com 4 palmos e meio de largu- ?$
ra a 1,440 rs. a vara ; corles de t%
brim de algodSo, a 800 rs. ; e ou- 4)
tras militas fazendas por prego com- %
modo.
*3 4
9f;m99r9t99.999999Wm99
Vendem-se 2 cabriolis inglezes em
muito bum estado com todos os seus per-
tences por prego commodo : no Aterro-da-
Uoa -Vista, n. 52, cocheira de Luiz Monier.
Na rua do Crespo, loja
de 4 portas, ti. 12,
vende-se o restante dos muitos acreditados
chapeos de castor prelo, pelo diminuto
prego de 3 e 3,500 rs.; cuites de sedinhas,
a 2,000 i"; ; ditos de victorias, fazenda
muilo duravel, e de cores lecidas a 3,000
rs. ; cuites de camhraia franceza de dife-
rentes padrOes a 3e 3,500 ra.; cortes de
cassa com assenlo escuro e cores linas, a
2,500 rs. isto por ter um pequeo toque
do mofo ; barretinas oe seda para meninas,
a 2,000 rs. e mais pequeas a 1,000 rs. ;
calcinitas de fil de linho para meninas a
320 rs. o par ; elidas fnissimas em panno e
linlas a 200 rs. o covado ; brins de linho e
algodfio de cores a 320 rs. o covado.
Madanoles finos a
3,600 rs. a peca.
Vendem-se madapolOes finos, com 24 jar-
das cun um pequeo loque de mofo pe-
lo prego de 3,600 rs. a pega : na rua do Cres-
po, loja da esquina que volla para a ca-
deia.
A 900 rs. cada urna
vara.
Novo algodSo california com 8 palmos
de largura na rua do Crespo, n. 5, loja
que faz esquina para a rua do Collegio,
vende-se o novo algodo tiangado, pro-
jirio para toalhas com 8 palmos de largu-
i
S
i
i:
Vende-se urna parda escura de boni-
ta, figura cnslureira, engommadeira 0 co-
linhelra cuja conduela so alianga por
sor e sem piar; urna negrinha de 7 annos,
muito bonita: na rua largado Rozario,
luja u 35.
Irados de ferro.
Nafundig.lo da Aurora, cm S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Superior farinha de
mandioca.
Chegou de S -Catharina o biiguc .S.-.Wn-
nnel-Auguslo com um carregamento de fa-
milia superior acha-se tundeado defronto
do ces do Ramos e all fe vande qualquer
porglo a piego commodo : lainbem s podo
tratar na praga do Commcrcio, n. 6, pri-
meiro andar.
-- Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa viuda pelo ultimo navio, por prego
mudico : a tratar na rua do Vigario n. 19,
primoiro andar.
Cha brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
molhados, alias do Corpo-Santo, n. 66, o
mais excellenle cha produzido em S.-Pau-
lo que lem viudo a esto mercado por
prego muilo commodo.
A 040 rs. cada um,
Vendem-se cobertores do algodSo ameri-
cano, encorpadose grandes a iluas pata-
cas ; chitas escuras de bous padrdes e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
AGENCIA
da fundicao Low-lfoor,
HUA V>\ SKNZAI.T.A-NOVA, K. l[1.
Neste estabelecimento conti-
na a havrrum completo sorli-
mento de moendas e meiaa moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coido, de todos os tamanhos,
para dito.
Vendem-se relogios de ouro e prala,
patentes inglezes : na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de brim de puro
linho, a l,0.
-- Vendem-so corles de brim Irangado
pardo ile pu'o linho, pelo diminuto prego
dequatro pal: ras: na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Um piano. 0
Vende-se um pianp muilo bom para jj
esludo, bonito e de excellenle autor:
na rua do Collegio, n. 9. t
lempo se nSo vende: no rtecife,
rua da Cadeia, armazem n. 12.
Lotera do Rio-de-.Ja-
neiro.
A es 20:000,000 de rtis.
Vendem-se bilhetes, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos da 20 lotera concedida
a beneficio do monte pi geral. Na mesma
loja existe um restante de bilhetes da 5.'
lotera a beneficio do thesouro publico, Na
praga da Independencia, loja de fazendas,
n.l.
Cadeiras de palhijiha*e
de balaceo,
hem com outros muitos trastes: vendem-se
em casa de Kalkmann lrniflos, na rua da
Cruz, i), 10.
Rap roldofrancez.
Vende-seo superior rap rolSo francez,
nicamente as lojas dos Srs. Caetano Luiz
Ferreir no Aterro-da-Boa-Vista n. 46 ;
Tlioina/ do .Mallos I slima na mesma rus,
n. 54 ; Francisco Joaquim liuarlo rua do
Cahug Pinlo & IrmOo na rua da Cadeia
do Recifc, n. 19.
A ellcs antes que se
acaber.
Silo chegados mais modernos easseidos
manteletes, viudos Ipe'o ultimo navio de
Franga, os quaes se estilo vendendo por me-
nos prego que cm outra qualquer parte : na
M: rua do Clneimado, n 17.
Charutos de Ha va na
3 verdadeiros: em casa de Kalkmann Ir-
*S aillos na rua da Cruz n. 10.
0 ^" Vende-se (j
q 1 carro de 4 rolas, com os competen- rj .
} tes arreios por 300,000 rs. !! MI) A
^ aparador de bom goslo por 25.000 p> rmira"eTastic, dos"*
0 rs ; urna eadeiriijha de arruar, com f;>'que teem apparecido
lo ultimo navio do Havre: no Aterro-Ja-
Hof.- Vista, n. 1, casa do modas francazas.
/-liarles de furta-cres a
200 rs. o covado
, e ris-
cado monstro a 220 rs.
Vende-se zuarte de ,turta-cres muito
encorpido e com 4 palmos de largura, pro-
prio para escrav#s a 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 220 rs. o cova-
do : na rua do Crespo, loja da esquina que
volta parr a cadeia. .
Vende-se um eacravo : na rua Direita,
venda que foi de Jos da Penha, n. 23.
Cera era velas.
Vendem-se caixas com cera em velas,
fabricadas em urna das melhores fabricas
do Rio-de-Janeiro, sorlidas ao gosto dos
compradores e por mais barato prego do
que em outra qualquer parte : a tratar com
Machado & Pinheiro, na rua do Vigario, o.
19, segundo andar.
Ven Jem-se no armazem do Racellar, no
caes da Alfandega, canastras com superio-
res batatas a 2,000 rs. cada urna.
Attencao !
A 1,000 ris.
Vendem-se cobertores de algodSo dobra-
dos, ptimos tanto cm qnalidade como em
tamaito com 8 palmos de largura e 11
de comprimento, pelo barato prego de 1,000
rs. cada um ; bem como um completo sor-
timento de fazendas novas e baratissimas :
no armazem de fazendas de Hay mundo Car-
los l.eile, na rua do Queimado, n. 97.
DE6 PORTAS NJ
Nesla loja vendem-se corles de casi-
mais bonitos padrOes
nesla praga a 6,500 e
melho-
,500 e
lindos
S po-
li,ooo
, i rs. ; ditos O grandes e superiores colchas de da- I mesma qualidade, a 120 rs.; merino" pre-
masco de seda encarnado com l.n- $ lo ()e duMas Ur-ur^ 00.; dito mui-
q dissimaa borlas, por 850 000 .: Q ,.,o, a 2,000 rs ; Crtei do cmbr.ia de
0 una casa terrea na Iravessa do Pe,- q cores fi 2000 rs. vtslidos orda(Jos,
A, xoto, com bous commodos, por 80n/ X
X rs. a qual rende 8,000 rs. de alu- J?
ir, puel mensalmente que impoita at ~
pit.il la s.-Casa na rua da Cadeia do lie.
cife, loja de ferragens, n. 56, e com eli,
grande sorlimento de bilhetes, meios, quir.
tos, oitavos e vigsimos da 20.' loterii a
beneficio do monte pi. A elles antes qUo
se ac hem. pois eslfio no resto.
Vendem -se superiores meias
de linho, chegadas ltimamente do
Porto, por preco commodo : na
piara da Independencia, casa ama.
relia com fazendas, n. i.
Diccionario da Hngoa
portugueza
por Constancio, ptima encadernago c
por prego muito commodo : na rua do Sol
n. 1, casa de Elias Baptista da Silva.
relie do diabo
a .1,280 rs. o corte de calcas.
Vende-se a superior'fazenda para ca|$is'
denominada pello do diabo, pelo hani
prego de quatro patacas o corte de Ciln .
na rua do Queimado, n. 8.
A o barato.
Vendem-se cortes de meias casimiras de
13a, a 2 500 rs.; ditos de brim crtr de gin.
ga, a 1.440 rs.; ditos pardos, a 00 e 1,28o
rs.; rsguio de algodSo, a 3,200 rs. a pea
e a 320 a vara; cortes de meias casimiras d
algodSo, de padiOes modernos, pelo hiniq
prego de 1,800 rs. ; fusies para collele de
bonitos padres, a 1,280 rs. o corle; eou.'
tras fazendas por barato prego : na priu
da Independencia, loja n. 1, pintada de son-
relio.
Vendem-se lingoaa do Rio-Cranda,
muito boas, por prego commodo : do rua
da Praia, armazem u. 20
. Arroz de casca e millio
novo.
No armazem co llraguez, ao p do ireo
da ConceigSo, vendem-se .'arcas grandes
com arroa de casca o milho novo, pelse I
diro prego de 3,000 rs. cada urna.
S por cento ao mes : assim silo vendi- jj*
y> dos por pregos tib baixos porque seu
t dono lem breve de deixar a praga : O
t no pateo do Carmo, n. 18, segundo :>
t andar.
O 0
Anligo deposito de col
virgem.
Na rua do Trapiche,
u.
'7
a
0G>OO0 OOOO00 Barricas.
Vendem-se barricas vasias que fram de
farinha em p e bem accoudicionadas :
na rua do Amorim n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
Deposito da fabrica de
rodos-os-S?ntns na Haba
Vcnde-se em casa de N.O. Riebcr & C.
ja rua da Cruz, n. 4, algodSo trangado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Deposito de Potassa.
Vende se multo nova polassa
de boa qualidade, em barriszinlio:.
pequeos de quatro arrodas, por
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
A 51t0 rs.
Na rua do Crespo, n. S4,
loja de Jos Francisco
Dias,
vende-se hamburgo muilo fino com 3 pal-
mos e meio de largura e com mistura de
algodSo, pelo barato prego do 320 rs. a
vara.
Novo melhodo pratico e
tlieorico da Impa Irn*
ceza, por luiz Antonio
Hurga in i v. por 6$
Acaba de apparecer no Rio-de-Janeiro es-
ta inteiessante grammalica pela qual em
muito pouco lempo e sem a fastidiosa t-
rela de cstudar de cor verbos e significados,
se aprende a fallar, Iraduzire escrevercom
peifeigSo a lingoa franceza.
Vende-se aqui na praca do Commercio, n.
2, |'i ni ciro ailar.
Alejandre Spina, natural.de Pisa, foi
quem noseculoXIV fez o maior dosbensa
humanidade que alceiitao eslava como sen-
tenciada depois de certa idade a morer
de alguina cathaslrofe, como fosse quedas
cotice, tramholbOes, canelladas etc., iplo
por efeito de vista curta ou cansada que ge-
ralnienlc apparecc nessa poca: foi elle
quem primeiro descubri os oculos para
nariz : com o uso delles se uivellam as ida-
dcs, as sciencias nos velhos nSo fica-m es-
tacionarias, ellcs seguem cornos mogos os
progressos dolas, nSo os temem as dis-
cussoes c isto ludo be devido o uso dos
oculos : assim, quemosqulzcr bous, diri-
jaso rua larga do Rozario, n. 35.
--Vendem-so meias para meninos e me-
ninas a 10, 160 e 200 rs. : na rua da Ca-
deia do Itecife, n. 15. Na mesma loja tam-
ben! se vendem barrisdevinho de cinco em
pipa de Lisboa.
Vendem-so saccas com feijao mulalj-
nlio, brimco e vermelho, de 2 alqueires
meio do llio-de-Janeiro, a 4,500 rs :
raes da Alfandega, ns. 5 e '., e na rua
Moda, trapiche do llrito.
Vende-se, a bordo do brigue Marcial ,
chegado do Rio-Crande-do-Sul bom sebo
cm rama por prego commodo.
A M0Q rs.
Vendem-se pegas de csguiSo de Irlanda
fazenda muito encorpada e de 4 palmos de
largura pelo diminuto prego de 5,500 rs. a
pega com 10 varas o meia, ea vara a 560
rs. : na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos
Francisco Dias.
Cli brasileire.
brancos e de cures a 2,000 rs ; cambrais
bordadas,brancas e de cres.a 320 rs.; ditas
de dillerentes qualidades a 240 rs. a vara ;
chitas de bons pannos e de cores fixas.a
140 rs. o covado ; e outras militas fazen-
das que pela qualidade e pregos convidam.
-- Vende-se por mdico prego um piano
de Jacaranda, o mais rico em gosto e vozes :
ns rua da Aurora, n. 24, casa de Francisco
Pires.
Panno Hubo do Porto,
entre-lino e superior, vcnde-se por prego
commodo : no armazem do A. V. da Silva
lia i roca, na ruada Madre-de-Deos, n. 26.
Vende-se urna escrava de 20 annos, de
nagSoMogambique, de muito boa figura,
que engommn, cose cozinha e serve a urna
casa o melhorpossivel; urna dita boa bo-
ceteira de vender fazendas na rua ; urna di-
ta de 18 annos, com bons principios de ha-
bilidades para urna senhora acabar de edu-
ca-la a seu goslo ; urna dita que cozin'.a ,
lava e vende na rua ; um prelo bom para
lodo o servigo tanto da praga como do
matto : na rua do Collegio, n. 21, primeiro
andar, se dir quem vende.
Algodao da Baha.
Na ruada Cadeia doRccife, n. 50, ven-
de seem pega c a relalhoo famoso algodSo
da fabrica de 7odos-ns-Sanlos na Rabia o
melhor que ha para conducg.lo de assucar
embarcado e roupa de escravos, pelo seu
corpo e iliii'.ieo som igual, por prego mais
barato ilo (|ue al agora se lem vendido: ha
mais largo e mais eslreito.
Vende-se una preta de nagSo, que co-
zinha, lava, c he vendedeia de rua-; um
prelo de nagSo, mogo, proprio para todo
o servigo : na rua larga do Rozario, n. 35,
loja.
Cal virgem*
Cunta 6. Amoiim, na rua Cadeia do Re-
cite, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade por prego mais ba-
rato do que em oulra qualquer parto.
Lotera do Hio r'e-
Vendem-se corles de caigas de brim
brauco, trangado a 1/ ditos de dito A
amirello e de puro linho, a 1,440 rs. a
ditos de dito de cores e de bons pi-
4 iliOrs, a 1,440 rs.; cortes de col I.tos
* ^ e outras omitas fazendas muito em fe
* conta : na rua di> Queimado, loja du j
* sobrado amarello, n. 29.
*
Tintad.
Anda exislem por vender alcumas lalasdi
tinta verde, encarnada e azul, a 100 rs, a
libra, e em brris a f ,000 rs. cada um : no
armazem de magantes de Braga & Comp,
ulna.
Cabos de linho.
Vendem-se, no armazem de braga & C.,
cabos de duas c meia a tres e meia polle-
gadas, a 17,000 rs. o quintal.
Vende-se, para fra da provincia, um
niolecote que cozinha perfectamente, e que
he ptimo para todo o servigo : na ruajd
Cadeia, ao pe da casa da polica.
Vende-so um sellim inglez, em multo
bom uso : na rua Nova, n. 67.
Vendem-se diversos livros de medicina
por prego commodo : na rua estrella do Ro-
zario, o. 4.
50 mil cruzados.
He a sorte grande da lotera do monle
pi geial a beneficio dos servidores do es-
tado, lie chegado pelo ultimo vapor vindo
do Ro-e-Janeiro grande sorlimento de bi-
lhetes, meios, quartos, oitavos e vigsimos
desta excellenle lotera: vendem-so Di
praga da Independencia, n. 37.
ff^^^^^^^y^(jioH(iyfffffO
W Vcnde-se brim trangado de bonitas <
* cores, a 640 rs. a vara ; dito Iranga- ^
do amarcjlo e de linho puro, a 640
e
no
da
Vende-se cha brasileiro a retilho da
nwlhor qualidade que tem apparecido nes-
le mercado : na rua do Sol, n. 1, casa de
ICIiasRapiisU da Silva.
- Vendem-se ricos chapeos de seda de
todas as cores ; manteletas de seda de cu-
tres e pretas ; chapeos de palha para senho-
Janeiro.
Aos 20:000,000 de ris.
Na rua do Queimado. loja de miudezas ,
n. 25, vendem-se bilhetes, meios, quarlos ,
oitavos e vigsimos da 20.' lotoi iu do monte
pi e 5.* do thesouro.
Na rua da Cadeia do Re-
cite, loja n. ;'<), do Cu-
t ha & Amonio, ven-
dem-se
cambra i asde cores para volidos de senho-
alegria para
^ rs. a-var; macedonia de cores imi-
g>. lando casimira, a 560 rs. o covado;

riscado largo para camisas, padrOrs
novos, a 280, 300 e 320 rs. o covado ;
riscado monstro, a 240 e 280 ra. o co-
vado ; alpaca prcla,a 600 r*. o cova-
* do; sarja preta de 13a lavrada, pro-
P
>
>
i
1
4
i
pria para forro de obras, a 600 rs. o *
covado: na rua do Queimado, loja 4
do sobrado amarello, n. 29. 4
ra, a 2,560 r.s. o corle ; alegra para ves-
tido, a 320 rs. o covado ; riscadinhos fran-
cezespara vestidos, a 181 rs. o covado ; di-
tos assentados em cassa, a 240 rs. o colado;
alpaca de linho ou bom ton, para vestido ou
roupSo de senhora, a 400 rs. o covado j chi-
tas francezas largas e de bonitos gostos, a
4Q0 r.s. o covado ; chales de 1.1a o seda, a
5,000rs. ; meias de seda Inanes e prelaa
para homem, a 640 rs. o par ; panno mes-
ciado p>ra palitos e sobre-casacas, pelo di-
minuto prego de 8,000 rs. o corto de tres
covados; casimiras escuras para caigas, a
6,000 rs. ; ditos de dita preta, a 8,000 rs. o
corle; panno prelo lino, boa fazenda, a
4,500, 5,000 a 5,500 rs. o covado ; cortes de
castores muitoencorpados para caigas, a
1,280 rs. ; as mais modernas e bonitas du-
las linas ; e outras muitas fazendas por
piego muito barato.
Lotera do Kio-dc-
lanciro.
Aos 9.0:000,^000 de ris.l
Na cavallarice do Sr. niajor
Sebaslio est pora vender-se um
cavallo muito bonito, gordo c de
muilo bons andates
Na rua da Cruz, ormaieml
de Croco & Companhia, vende-e
superior cafe de casca em saetas |
por preco commodo.
-- Vendem-se luvas do seda de lorcal, I
pretas e brancas, bem enfeladas : na M
da Cadoia-Velha, n. 15.
Vende-se, no paleo do Carmo, tuber-1
na n. 1, azeile de carrapalo, a 2,000 rs. aci-1
nada, e a 280 is. a garrafa ; f riiiha de ara-1
ruta il 1 mais nova quo ha, a 250 rs. a libra-
stravos th^ww-
Fogio, no da 3 do correte, um fi-
bra ilo nome Joflo, baixo, lefurcido, |ouri
barba ; tem a orelha direla furada, e o de-
do grande do pdireilo corlado ; levou r-
111 isa ilo algodSo Irangado nova e caiga''8
brim azul: quem o pegar lvelo ao Aleiro-
da-Boa-Visla, n. 42, que ser recompen-
sado.
* Fugio, no dia 9 do correle, o prelo
crioujoJos, natural do Arabo, de 80 a w
annos, estatura ordinaria, grosso do corpo/
tem o pingelo de urna orelha cortado* a"1
dedo da mfio que nSo estira bem, dnilci
cortados ou puntudos ; foi escravo do W*
ronel llenriquo Pereira de Lucena, morail'rj
e:n l.iinoeiro : quem o pegar leve-* "'%r"
da, rua do Amparo, sobrado da um "'l"r
junto a padaria, que sera recompensado.
___ ^._ -l i. ,..:i I 'to "i""1" i cuapeos ue pama para son 10- "'/a mv.^v preco uaralo, como ja ha muHojr., me,m1MC meninos : Tudo ebeg-do pe-1 llecheg.d.a lisU da ll.-loleha do bos-]paN. :
Hl TYF. DE
H f DE FAMA.
-H


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