Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06685


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Full Text
Am.oXXV.
Sexta-feira *2
PARTIDA DOS cominos.
Cdi.iun e Parahiba, segundas e sexlas-felras.
H[ii-f.r.iudc-ilo-Jiorte, quiutas-feiras ao uieio-
dia.
Cabu.SerUihaem, Ilio-Kormoso, Porto-Calvo
Maoei, no I.*, a II c 21 de cada inet,
Garanhuo. e Hoollo, a 8 c 23.
Boa-Villa e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quinta-feirat.
Olinda, todoa oa dial.
irBElIBIDEI.
Piusas a> lo. Chela a 1, s 3h. el3m.da t.
Mlng. a 8, s 10h.e24m.dau.
Nova al6, 2h. c53m.da m.
Gresca 24, s 4h.e m.dam.
PBEAMAR DE HOJE.
Priineira a 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hora e 42 minutos da inanh.
de Oiitubro(lcfft49.

N. 228 1
rnEoos da sunscaipoXo.
Por tres mezes (mlianaiio) 4/1)00
Por seis inezes 8/000
Por uui anuo 15/000
das da semana.
8 Seg. S. Ungida. Aud. do J. dos orf. c do m. 1. v
9 Tere. 3. Dionizlo. Aud. da chae, dodal. J
v. do clv. e do dos feitos da fazenda.
10 Quart. S. Penlclo. Aud. do J. da 2. v. do elv.
11 Qulnt. S. Firmlno. Aud. do J. dos orf. c dom.
da 1. v.
lioext. 8. Cyprrano. Aud. do J. da 1. v. do civ.
e do dos leilos da (atend.
13 Sal). S. Eduardo, Aud. da Chae, c do J. da 2. v.
do crinic.
14 Doui. O Patrocinio de San Jos.
CAMBIOS IM II 81 OUTDBRO
Sobre Londres, 27 d. por 1/000. rs. a 60 dias.
> Paria, 370.
Lisboa, 110 por cento.
CroOnca. hospanWoes......... 31/dOO a 31/TKW
Moedas de b>f00 velhas.. 17/200 a 17/40(1
de 6(Hi novas .. 1/00 a l6*SOll
. de 4/000........... 0/400 a 9/bW
fraia.-PaUcoeslirasiaearos...... iu a 2/000
Pesoscolumnario....... bf tiO a /J*u
Uitos iiieiicaooa.......... 1/9U0 a 1/D2
" !':
PARTE OFFICIAL.
Comiu&ndo da pra^a.
Quarttl do caminando da praca no eidade do
Hecife de Ptrnambuco, 7 dt ontubro de
1849.
OTWEM IX) DA N. 49.
Fago publiao, para eonhecimento di
guarnir;!) e execugflo da parte de quem
pertencer, quo o Kxm. Sr. presidente, por
despacho de 4 e 6 do correnle que mofram
nliiniamenle apresentados, conceden blixa
doservico, por haverem complelado o lem-
po e requerido, os segundo-sargento An-
tonio Nuniz l'ereira, caho^l'esquadra An-
tonio Jos Teixeira e soldados Jos Gomes
da Cosan Flix deOliveira Paz, lodos do.
Ella vio completamente desconhecidas na
sessiio de 7 de maiu a sus ventada de pro-
teger a populacho romana e nfio de oppri-
mi-la, interpcllages fram dirigidas ao go-
verno a este respeilo, e urna comroissflo foi
nomeada para examinar as inslrucges,
por elle dadas ao seu agente. Esta com-
missflo apresentou naquella mesnaa noile o
seu parecer, e a assembla hc.m sabe quaes
fram, 8 8 sua a conclusOes. Ella propoz a so-
guinle ordem do du motivada, a qual foi
adoptada :
A assembla nacional convida o gover-
no a lomar sem demora as medidas neces-
sarias para que a oxpedieflo da Italia nflo
seja por mais lempo desviada do fim que
lite fui assignado.
Ali'in disso o parecer em seus desenvol-
vimientos estabeleceu rornialmente que os
secundo balalhflo da cacaJores ; e ao sida- actos do governo nflo eram conformes com
do Ja companhia de arlifices Joaquim Jos, o pensamento da assembla nacional; que
Leoncio. I sentido, pois, tinha esta ordem do da?. Ella
Oulrosim, que o mesmo Exm. Sr. orde- tinha duas consequencias que claramente
nnu que fosse sollo o soldado do segundo-se roanifeslam aos olhos de todo o homem
liatalhOo desrtilhariaa p Jolo Manoel do de boa f.
Nascianeolo, que se achsva preso pela fuga i A priineira be que a assembla nacional,
dos presosque se evadiram da cadeia no da justamente^ indignada do abuso quejees-
7 do passado, visto nSo lersido julgado com
crimlnalidade pelo conceibo de ievesliga-
cilo i que msmlt'i proceder.
Finalmente, o mesmo Exm. Sr., em ofli-
cio de 6 docorrente, Iransmiltia a esto com-
mando, por copia ahaixo transcripia, o ofll-
cio do Exm. presidente da provincia do Ma-
ranbao, relativo ao Sr. teiienle-ajudante do
quinto balalhflo de fuzileiros Jos Manoel
braga que, pela ordem do dia destecom-
mando.de 80 do passado, fia declarado
ausente por excesso de liccnca, quando so
achava em servido naquella provincia, o
que anda nflo constava nesla guarnigflo :
IIIni. e Exm. Sr. O tenente-ajudante
do quinto balalho do fu/ le ros Jos Ma-
noel Braga, lendo noticia, por um cdital do
commandante da praca du llecife, deachar-
se considerado ausente por excesso de li-
cenca, dfrigio-mo o incluso requerimento,
que julgo do meudever passar s nios de
V. Esc; cumprindo-me declarar que o sup-
plic.nle, leudo Viudo com licenga por do
enie dePernamhuco paia o f.ear, obleve
permitidlo do respectivo presidente para
vir a esta provincia, onde se .apresentou
no dia 25 de julho do correnle anuo, e lem-
se :i (lindo constantemente em pregado no
servico, apozar do estado pouco vigorosu
da sua saude, nflo tcndo-'heeu dado ordem
dorecolhcr-se a l'ernambuco, taino [,or lia-
ver aqui mu scnsivcl falla deofilcaes, co-
mo por esperar que viesse com brevi lade o
resto do balalho com o seu commandante.
V. Exc., pois, lomando em consldera-
ragflo esta circunstancia,fara do seu reque-
i menlo o uso quo fr de justiga.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do go-
verno doalaianhflo, em 23 do setombro de
189 lllni. c Exm. Sr. concelbeiro de es-
lado llouorio Iluimlo Carneiro Leflo, pre-
sidente da provincia do l'ernambuco.
llercuta.no Ferreira Penna. Conforme. O
ollicul-maior, t'loriuniio Conia di llrillo.
Assignado, Jos Vicente de Amorim Bestr-
ti, coronel e coannaiidiuite.
SJSSSSMMajSSMSSSMSMSjSjj
EXTER.OK.
FHANCA.
ASSEMIILKA NACIONAL LEGISLATIVA.
Suido de 6 de ago$to.
Negocios da Italia.
{ContinuBcao do n. antecedente.)
O Sr. presidente :Mr. J. Favre tem a pa-
lavra.
M. Favre :-Scnborcs, dcmonstre na ses-
sopassada, e do orna n anoira irrefulavel,
que odmda ex|>edic.flo liorna tinha sido
proteger e nflo suflocar a libcrdado roma-
na. Dcmonstre igualmente quo as pala-
vras do gabinete, as instruccOcs e as pro-
clamattles de seus agentes conduziam to-
das a im-sma ronsequencia, e que o general
Oudinol emprebendera no dia 30 de abul
urna demonslraglo hostil contraria s snas
instruMoVk.
Se fr pre-iso, fornecerei duas provas pe-
reinptoiias do que lionlem disse. Um mem-
bro desta casa, ao qual qualq'uer do nos cer-
tamentc consultara sobre to la a qucst.lo
du hunra mil lar, o Sr. general lledeau, in-
dignado da accusarSo l'eila contra um seu
,rmSo d'armas, disse na tribuna, procuran-
do defende-lo, que era impossivel que um
commandante em chefe turnaste sobre si
dar um passj que podesse empenhar o paiz
em urna guerra contra urna nacflo amiga.
E como se explicava o ministro dos nego-
gocios estrangeiros sobre a conduela do ge-
neral Oudinot A quesillo, disse elle, he es-
ta : Demos' p. rventura ordem de alaca.'
Kxaminem-se as instrucefles; e nellas se
nflo ncoulraiSo signaes de urna ordem
tlrsu} governo.
Assim, ao ver do ministro, as instrueces
do general Oudinol nflo llie davam o dirci-
lo de marchar .sobre liorna. Que resulta
cnl.no destas declararles ? Evidentemente,
que ao ado da voulade nacional, e contra
ella, ha urna vontade occulia quo obra
constantemente a despeilo das declararles
nlliciaes, e que fui esta vontade que o ge-
neral Oudinol obedeceu.
Nflo >havia meio, cumpria ou provar que
tb Sr. geiiersl Oudinol tinha obrado confor-
Hi? s suas insti ueces, ou pronunciar a sua
deinHS.IO.
Todos se lembrarflo da emoQ3oquesen-
tio a assembla nacional, quando chegou
aqui a noticia do laque do dia 30 de abril
tava faZendo dos poderes de quo o minis-
terio tinha sido por olla revestido, ordena-
va-lhe que lizesse ces-ar urna guerra impa.
Este he o sentido da ordem do dia do 7 de
maio. Ella prohiba a conlinuac.au de urna
expedifflo, na qual se no poda proseguir
sem um perigo inmenso, c sem deshonra
para o paiz.
Tal be a primeira parrBda ordem do dia
de 7 de maio. lis agora a segunda. Ella
conlm urna censura enrgica contra a con-
ducta do ministerio e nao sei que baja na
historia parlimcnlar algutn oulrp excmplo
de ler urna assembla condemnido os ho-
mens por ella encarregados da djreccflo dos
negocios pblicos, sem que urna tal enn-
demna;fio tivesse em resultado a rotirada
do gabinete. O ministerio nflo julgou a
a proposito comprehender assim a ordem
do dia de 7 de maio. ( Huido i .direila.l'ez
muito bem fe: muito bem'l)
Em verdade nflo comprehendoiestos mur-
murios : a inaiori sem duvida no quer
abdicar o seu poder; masque dirieis, se-
nhores, se amanhfla, depois de lerdea pro-
nunciado umn censura contra o gabinele,
elle persistsse em guarJar o son posto ?
Dirieis : i As nslituicOes constitucionc*
esino falsiflcailas. > Sim, diriois issu, e di-
rieis nina verdade.
Quando os homens d estado fazem taes
sacrificios da Uignidade, he mislerque te-
nham iras si mui grandes compensares,
pois sem ellas seus sacrificios seriam inex-
plicaveis. ( Humores.)
Teem-so visto varios gabinetes abandona-
rem o polrpor susceptibilidades exage-
radas ; mas he um fado novo na historia
parlamentar ver-se um ministerio censu-
rado pela mainria de urra grande assem-
bla, convoncido de ler desviado nina ex-
peil'cflo francesa de seu fim, inclinar-sa di-
ante de um tal voto, declarar que so con-
formar com elle, e guardar o polr humi-
Ihado entre suas mflos. ( Sloviiiiento.~ilwto
bem I mui/o bem !)
Falle de compemaces: ah nflo heccr-
Umeulo de minha ntcnQflo fallar da mise-
raveis inleresses pessoaes, nflo Mas digo
que para obrar assim he misler ter.um in-
leresse, um fim, ao qual se quer chesar,
cusi o que custar. Estelim vos o conhe-
ceis. senhores; queria-s i ganhar as eloices,
nada se omillia para isso, ja eslavam ar-
ranjados os despachos tel'gra|ihicis que
deviam Iludir Franca, [movimtnlo I e ao
mesmo lempo queranse conquistar liorna
para degolar a liberdade. ( VivaseniatSi.--
.11 iiila bem muito bem Kgitatdo di-
reita. )
Eis-aqui porque se aceitn de joelhos o voto
da constituidle, bem que elle devesse cansar
secretas amarguras; o gabinete quix imperar
ubre a vontade da assembla, sobre a vontaJe
do pal (Humoresa dirtita.) Os senhore* verao se
me engao, e se este deploravel svstema nao
tem sido seguido al. o Hu. Que disse o presi-
dente do concelho no decurso desta discussn?
Disse que se submettia ao voto da assembla
nacional, que um agente acabava de ser envia-
do Italia, e que por iustrucyoes tinha recebi-
do o numero do Afonilcur que conlinlia a ses
sao de 7 de maio. t como para dar mais nina
arguranca voulade da assembla, o governo
escolheu um diplmala, o qual, tendo assistido
sesso, tinha podido penetrar-se do pensa-
mento da discusso. Este diplmala he M de
Leesepj. Sua inissao era velar na execucao da
ordem do dia motivada da assembla consti-
t'uinte.e fazer conhecer ao ministerio qual o es-
pirito que rciuava em Roma ; o que moslra
que o goverue, depois de ler tido a opinio de
que Roma se achava debaiso da compressao
dos estrangeiros, comecava a duvidar disso por
i mesmo ; tiiibatn-lhe annunciado que Roma
Ihe abrira as portts. e Roma resista.
Reconduzira etpedicao ao seu escopo, e la-
zcr conhecer aa verdadeiras disposicoes das po-
pulacocs romanas ; tal foi o (iiu da missao de
Mr. ile Lesseps.
M. de Lesseps chega a Roma e eis o que elle
cscreveao ministro dos negocios estrangeiros
em dat. de 16 de maio :
n a siiuacao de ezpectacao em que nos
adiamos, parece-nie importante evitar'todo o
genero de conlliclo. Eu vejo urna eidade lu-
teira em armas ; cho o aspecto de urna po-
pulaco decidida a resistir. S entrarinos era
Roma por viva forca, nao rnenle nos sera
preciso passar por cima dos corpos dos estran-
geiro, se nao umbra delsar sobre o lage-
o oa corpos dos burgueses, dos obreiros, dos
mocos nobres c de lodos aquelles que defende-,
rlam a ordem em Pars. Nada, porlanto, coil- i
vem precipitar.*
Que eonvinha, pois, que se flsesse, senhores?
Convinha que se fizesse ce.sar as hostilidades
e que se cxaininasse a situacao de Roma, yue
fez M. Lessep ? Pedio urna suspensao de hos-
tilidades; e, comodevIauegocUr^egoclou; co-
mo devia examinar,exainini'ii; e transmittlo ao
ministerio o resultado do sen Iraballio.
Ilem vedes, senhores, que j se n.io trata de
um piinliadn de facciosos, mas de urna eidade
que s- possue, e que est resolvda a defender-
se. Os mocos nobres, os operarlos, os com-
merciantes, todos os"cidados se levntame
esperam aaggressao estrangelra como homens
livres que antes querem mor er do que sup-
portar a oppresso.
Depois de ter anda Insistido sobre a opposl-
c'o do ataque de 30 de abril com a vontade da
assembla consumite; depois de fazer ver
que este ataque foi um acto pensado e no um
engao porque a conduta leal e grnerosa <1o
governo da republica romana depnls do Infe-
liz conflicto, e a entrega inmediata dos nessos
prisloneiros teriam promplamenle posto fim
aoque se chama um engao, o orador conti-
nan assim:
Tinha-se urna voulade secreta que nao se
perla abandonrosla vontade era o restabele-
cimenlo do papa, e de dia em dia ella se val
manifestando com mais energia.
Somos finalmente chamados ao_ da 29 de
maio, lempo em que o ministerio j.i se achava
esclarecido pelos despachos de M. de Lesseps;
elle sabia que nao se tratava de urna resisten-
cia temeraria,mas de urna resistencia nacional.
Os despachos chegaram a Pars no dia 23 de
maio, c a 28 ou 29 expcdlo-sc a ordem de ata-
car a eidade eterna, e de plantar nella a nossa
bandelra. Ah nao vejo como se possa justi-
ficar este acto; nao ac linha uem sequr a
sombra do direito para dar uina tal ordem. Pa-
ra algiieui dcsembaliihar a espada, releva que
lenha senao o jlreito ao menos o pretexto do
dlrelto.
A ordem de atacar Roma, expedida a 29 de
malo, nao pode ser explicada por nenhum mo-
tivo legitimo.' Com efl'eilo nao se liona pro-
medido solemnemente que se n;o atacarla a
repblica romana.' Nao declara o artigo 5 da
consiiiiiie.io que a republica respailar as na-
cionalidades? Nao continua a ordem do dia
motivada a 7 de maio urna ordem formal de
tregoa ? Nao disse o governo que aceitara esta
ordem e que a faria executar?
Nflo foi M. de Lesseps enviado para este
fim Italia, e ao mesmo tompn para no,
participar o verdadeiro estado do paiz t
Ah sua palavra do honra dez feea dadas
a constituidlo, a vontade da assembla,
ludo foi calcado aos ps pelo ministerio, o
apezar de tantas barreiras que o teriam de-
vido fazer parar, elle caminha para o seu
fin secreto atravsdo to los os obstculos
Sm! Esta oiilmn do atacar lio na, expe-
dida a 29 de maio, viola ludo 0 que ha de
mais sagrado tiara os homens: a le fun-
damental, a honra militar, a honra civil e
a vontade da soberana nacional. (FlPOl
tonga approraclo.--Sim I Muito bem I}
Mas quero suppr que o ministerio esl
livrede tolos estes lagos; quero suppr
mesmo que a soberana |ihn i crtcnce, por-
ventura achar-se-h elU assim mais soee-
gado? Nflo! Heoipra me (icaria aluda o,
direito de perguntar-lhe em virlmle de quo
principio contina esta guerra ilcle.-tavel'j
Quo! etirnos no seculo 19, somos urna
nacflo queconquislou a sua liberdade por-
cine.oenta anuos de Iota, oxp-llimos nos-
sos res, litemos da soberana do povo nos-
so dogma fundamental;e, quandu umaiia-
Qflocolloc.ada em uns pnaitjaO mais dura,(
ima nacflo que tem SOlTrido o mais odioso!
O jugos, que tom sido victima da peior
j mais corrupta das adiniinstnic,()i's, quer
recobrara sua mleiienlencia... ( Murmurios
prolongados direita. l\d>! m.')
Pego aos senhores queme interrompem,
como nica punioflo de sua inlerrupcflo,
quesubain i esta tribuna. [ Nova inlerrup-
rw.Vamos l vamos l )
Peco aos meta interruptores quo lenham
a coragem de sustentar sua o;>iniflo. ( Pi-
lenlas exclamaran < direilu. A' ordem
ordem !)
Pego, repele M- tvm, aos mous inter-
ruptores, que lenham a coragem de susten-
tar sua opiniflo... (Urandes rumores di-
reita A' ordem '.)
Urna voz direita : Nos a lomos mais do
que o Sr. [Sim Muflo bem A' ordem Hecla-
maedes eaquerda! Silencio! EieultM Senhor
presidente, V. Exc. n'todcte deixar que inler-
rompam ooiador'.)
O Sr. prtsidenle.Woprovo todas as inter-
ru pges, e lenho sempro chama lo a ordem
oslinterruptores; mas o orador no pode di-
rigir provocagOes a uina parle desta assem-
bla.
M.J. Favre. --Em ver.'ade he singular
que'usando da liberdade desla tribuna, eu
soja interrumpido cada palavra, e nflo In-
nha o direito de responder aos meus intr-
ru| lores.-
Quanlo s minhas palavras, declaro que
nflo lio de minha inlengiio fazer nenhuma
provocagflo ; pego smente aos que mo lli-
terrompom que suham esta Iribuua, o
pergunlemein voz alta para que o paiz os
ouga, qual o beneficio do governo sacerdo-
tal. ( Muito bem muito bem Rumores o di-
reita )
Quando um rovo, dizia cu. entregue a
urna adniinislragflo corrompida, a lima jus-
liga falsificada pela fraude, pela violencia
c pela liberlinagem... ( Murmurios a direita.
Vamos l O que sabe delta 1)
Oquedclla sei, sei-o por t-la estudado
de perto, e se os senhores quizerem fazer
nnu, averigoagflo.. ( Exclamacaes e risos
tronicos direita. Vamos la /*so he urna
brincadeira! Hasta !)
A historia abi osla para nos ensinar se o
governo predilecto do M. de Montalombort
Meum governo de prosperiJade. Aos que
assim pensam, responderei com o especla-
hculo destas campias romanas que so cs-
tendem sem cultura ao redor da eidade
eterna, e que fazem parte do dominio ecc!"
siastico. Ah quando um povo pede re-
formas, quando ha mais de vinlo annos.
elle as solicita da Europa, quando elle)
quer constiluir-se em nagflo ndependen'e,
o ministerio ntcrvem contra este povo
para degolar a liberdade. ( Movimmto. )
Pego aos ministros que justifiquen! a
sua ordem de 29 de maio, nflo pelo meio de
sua palavra de honra dez vezes dada, nflo
polo meio da conslltuigflo, aera da vontade
da assembla ; mas pelo meio do direito
das gentes, da religiflo, la humsnidsde e
da soberana do povo. Ah Riles o nflo
PodrTo fazer ; porque ella he um aclo
de barbaridade, commetlido em prove lo da
Austria contra a Franga. ( Sim sim mui-
to bem j
Contra a Franga ; pois se este paiz parou
em sua'carroira, se tem presenciado lulas
sanguinolentas, se a estatua da liberdade
ha sillo violada, a ordem de 29 de maio
he disso a culpada Itumoret.)
O honrado representante, depois de ter mos-
trado as despeas que a expedicaa da Italia
iuipoi ao pas, o qual j gema debaixo do peso
de un dficit, e isto para diegar a um fin con-
trario aos inleresses da Franca, accresceuta o
seguinte: *
Klla nao pode ser oulra senao que o minis-
terio, a despello do voto da assembla consti-
luinte, sem embarga de saber que a resisten-
cia seria seria, ordenou o ataque de Roma, e
n.io se pode, porlanto, justificar, ditendo que
M.de Lesseps fallara a suas ustruccoes, e ul
trapassra os seus poderes, quando den a or-
dem de 29 de maio. Com cuello nesla dala Mt
Lesseps e o Sr. general Oudinol estavam per-
filtainente concoides ; riles ajusi.iram em m-
limiitum de commuin acerdo, e aa 31 de malo
he que se manifestla Uina ctirnoalflo entre
elle* i ora nfio pens que os lacios de 31 de
in no pos. mu ter tido aiguina inlluencia sobre
una ordem que fui expedida de Pars a 29 maio.
A conducta do ministerio ueste lufezjs nego-
cio, repito, nao tem nenhuma lusllficaco, nc-
nliuin.) escusa, nenhum motivo plauslvel.
Knlrmoi em Roma, e he entilo que enme-
cam as dilHeiildades dlplouiallcis. que sanas
malores dllficiildades. Qual he a altiludc da
Franca'' Qual a liugoagem do general Oudi-
nol .' Klle aniiuncia que vai como libertador,
eucarregailo de fazer triuuiphar o vol nacio-
nal. Ah! he cuino que os actos desmenlem
as palavras. A assembla nacional, elelta pelo
sull'iagio universal, reunida U0 capitolio, pro-
tegida pelas gloriosas leiubrancas que ei|e re-
oorda, e pela cnns*gracao nacional de sua Jo-
ven liberdade, he dissolvida pelas armas frau-
Cesai, dous lias depois da entrada das uossas
tropas em Roma '(.Ifnvimeato )
Ai,! vos, senhores ministros, seris Julgailos
mais Severamente ta que o fui o alternado de
18 do bramarlo, porque litest-s os nostoS sol-
dados represenlareo um papel peior do que o
dos ainotiuadores de Ift de malo, papel que
Ihcs fitestea prOCUiar no* tenebrosos aiinacs
da barbaridade. (Inlccrupcat' it direilu.)
Vos siispendesies a liberdade da iuiprensa,
prendestes os u'ielhores cidodans.... e chamis
a isso proteger o voto da populaciio. {Mavimcn*
lo ) Todos estso leiubr.idos do que M. Oudi-
iini escrevia no comeco da expedlcao : Nin-
giieni aqui quer o governo dos padres. Uto
era cscripto com n dala de 7 de jnllio... e eu-
trelaulo proclamastes o restabelecimeuto puro
c simples da autoridade temporal do papa .
O que foi que se passuii aqui. quando o ge-
neral Lainorlclere disse que lanos tazar o que
fes a Austria?
O Si. presidente do concelho responden:
Vamos proteger a liberdade, e seriamos cul-
pados se o nao lizesscnios > K todava o que
dissesles na tribuna nao passava de um engao,
pois os vossos ageulct dizein que mi llvrstci
cauro fim senao restabelecr a auloiidade tem-
poral do papa,
Aqui o nobro orador l varias passsgens
de di*erentes ordens do dia, do diflerentes
proclam igoes du general O.nlinol,as quaes
esto manifesti claramente a inteneflu de
restablecer tud sobre as bases anterioros
revolugflo, e de.mis acrese -na :
Qiiizcste resiabcleccr o pipa; pore n q
povo... que fizesle delle':' Deelarastes que
ieis rioina Itviarn Hallados estrangeiros...
au tinheil esto direito... pormoque he
quo estis faz da liberdade estiis levantando a auliviia-
de temporal dos [lipas, o santo ollicio, a
mflo-morta, to los os abusos. (' Rumora di-
reita A esquerda, he verdade! He verdade'. )
Diris que estes resultados se po lm
aceitar, pois sfln a consecuencia dos votos
das populages ? lato he impossivel, por-
que as pruclamagJs dos vossos gnnerac-s
dizein betn alto aos Romanos ( e isso sem
que Ihcs importe suas OpiftIOtfS, J que fram
restabelecr a aulorida lo temporal do pa-
pa; as insignias da repblica romana O*
rain substituidas pelas Jo papa, eaS tropas
francezas nflo r-o'mbateram realmente senflo
para restabelecr o despotismo, o governo
sacerdotal. Ue verdade '. H verdade!/
Asproclamagos ameagam piinir com os
maiores rigores tola a demoiistnigflo coh-
tiria. (A7i'iapjo )
Bia o embarago da expedig.lo romana
Que resta a fazer? Se as faltas e as viola-
gus do direilo toem sido accutnuladas, o
que resta a.fazer he dicta lo pelo inlerresse
e honra da Franga ; purm o gabinele cof-
locou-so um uina lal siluagflo,que nflo pude
ileixar de ser levado ou a cslabelecer a es-
cravidflo na Italia, ou a tirar da espada para
expelliro papa do seus eslidps. lie urna,
inste alternativa para a hunra do paiz.
Elle diz que os interesses da Franga f-
ram sustentados ; porm es |uece bam evi-
denlemenle que.ae leeui formado na lUlia
ligas formiJaveis contra a jutroducgflo das
mercaduras fraucezas. ( Humores, a ntga-
cOts o direita. )
Edemais a autoridade temporal dos pa-
pas nflo sera para o futuro ferida de mortu
por osle facto quo maln o ramo pnmoge-
nilo dos ourbons, quero, dizer, a lufasflu
eslrangeira Mindamto urna oxpedtgflo a
Itoma.o ministerio Taz 6 que poda ser mais
prejudicial ao papa. Ello quiz levantar
o diadema, o perdn a tiara, Cabida nosau-
guo... {tnUrtupc&o.) .
Wmmsf
O orador deplora quo o papa lenha julga-
do dever apagar de seu coragflo at Indo o
senlimento humano, er qo* elle nflo
aceitar as condiges que I lio frem pro-
postas pelo ministerio... Entilo ver-se-hn o
nome franez arrastrado pela lama. ( /'-
terrupc&o direita. )
Depois de algumas conaiderc0es geraes
sobr a situaeflo da Italia, M. J- Favre con-
tina :
Mflo pensis, senhores, que mstsstes a
liberdade ; ella se refugioii em um cant
di Europa, na Hungra. Ah ha um povo
que rrflo combate mesmo por s, porcn
pela liberdade. (Rrtvo! Rravo'.i
Aos individuos que assim pelejam, que-
comlntem pela liherdale! que comliat-m
contra a Austria para sercm homens livres,
o ministerio appell ta-osdo revoltosos.
Seja cnmprehcndidno protesto que parle
detta tribuna, o elle faca saber a estes re-
voltosos, cntho os ehamain o ministerio,
que ha en Franga milhes de corago 's qun
pulsam em senfavor ( Grito* de enlhufiai-
mn ) Nflo exijo de vos n sua coragem, <> sen
herosmo, s urna cousa vos pego, beque
voslembreis da palavra de honra daifa pela
Franga no principio da expedigflo, palavra
que nimia esta comprimida ; peco-vos que.
se nflo quireisser corajosos, sejaisao me-
nos honestos, e que nflo coreis osla exp-
digflo por um perjurio. '.Bravos prolongados )
(A sessflofici suspensa por nlguns minu-
tos. )
(Continunr-se-ha.y

BNTEmon,
IllO-DK-JA-NEIliO.
Aos constituales.
Na hora em que a fucgiiu anarebica, de-
pon lo a mascara com que so encubra, a-
presentOU-M ao paiz tal qual era. previa-
mus que um eslremecimeulo so fazia as
suas columnas, que muitos cidadiios e dos
de maior importancia que sompio a liavian
acompanliadt por illuddos, abandona-la-
lii.nn.'c, uoiiido-so comnosco, daiiam o sen
po leroso apoio s grandes ideias de ordem
e deconsoldagflu das insliluiges. O que
previmos realisou-se : as lindas do parti-
do constitucional aprsenla ni-so muilos
que outr'oui, vendas ou lu/.ias, nos c >m-
haliain -Queixcin-so de si os heroics cons-
tiluintii.s, o |>ara se convcucoiciii de que
Ihcs fallamos a vordide, leiam a sguinto
correspondencia publicada lio iaquarema
de S. -Paulo:
Sr. redactor Tenho dado ;i mais seria
attengflo s doutrinas di) parti lo liberal, tc-
nho procura.lo apreciar dcvidamonlo e cun
calman nlcancn de sen procede.- em diver-
sas pocas een varias provincias do im-
perio, lenho enifim visto com magos a vi-
rulencia do sua tribuna, nsexeessos da sua
iinpreusa.e tu lo me revela quo ess'i partido
procura marchara passtmle gigmlo tiara
a complcti aniquilag'io das tiossas mais
cintas insliluiges, que alias juramus man -
tere ilefen ler. A pcrtgosa d lutrina da e-
sistencia armada; s rebellics que se leem
sueco li lo as provinciis do imperio sb
frivolos pretextos] a ultima de IVnnmbu-
CO, que nem ao menos pr textos leve ver-
dencia do partida ininrupriainenle cintila-
do libcraja que p-rtenci. Dsejo dol.>di>
COraCfl'i, para felicida Ij do imperio, ver
cada vez mais bem linnalaa oioiurchia i
constitucional reprasenlalav, escmUda na.
religiflo do estado.e nos principios de or-
len sem a qual nflo pd ) haver v.-r lad^ira
liberdade -o vejo que estes pmhores da
felicida le publica sao incompativeis com
os princioios, e ten leticias e proceder do
parliJo liiwral-que, pi-oclainindoa rees-
toncia rmala, se reholla contra a ordem
publica sacrificando eus proprios coricli-
gionarios, fazendo cor.or a jurrus o precio-
so langue brajUiro, e pon le ni riscos e.
merc da atiarchia as' u IS4SS iiistituiges
iiirjdas. Silo incoinpativais com o proce-
der do partido liberal-quo proclama e
ustrHea -a desordem e procura anna-la
nuda mesmo com calumnias o meninas.
Sfloincompatlvers em fin com as !en.lnn-
ciis do partido liberal quo sem nec^ssidale
proclamaurna consliluiulcimiuud s-
sim os republicanos da Franga e sacrilegos
liberaos de liorna, mostrando por lodos ellos
a mais decidida sympalhia. Por lano nfio
posso, so ni arriscar-mu a ser penuro, dsi-
xar de retirar, i-oino reliro, o Iraco apoio
que preslava a esse partido, dnrlo infini-
tas gragas a Divina Providencia por mo ha-
ver iluminado e afasia Jo da estrada errada
em que marchavii ceg pola boa fe ; e para
que se saiba rugo-Ibes, senhores redactures,
a i.npiessflu destas Imhas na sua acredita-
da rlia c com isso muito obngarflo a s'it
leitor. Simio Ferrcira de Maraes.
Franca, 20 de julho de!8t9.
Do Brasil.) .
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te Dr. los Hea da Cun.ha e igueiredo.
20 DE AGOSTO.
Olficio. Ao agenle da companhia devapo-
s, mandando rccebei a bordo do vapor que
s espera do norte o guardin da charra l'a-
rjea que' all se acha preso, afim de ser reinrt-
tido para a corle por ter de responder pelo des-
acato coinmcllldb a bordo da mesma charra.
Dlo. Ao inspector provincial, mandando
aiisl'.i/er ao porteiro da secretario do governo
quanlia de 58,110 rs. de drspea feila com a
.Qiupradc objectos para o espedir nte da mes-
ma secretarla..
_____


9a
Dito. Ao inspector de rzenda, mandando
sstisfaxer oo cabo Daniel Percira Lima o prel
daquanlia de 7,400 ri. deelape aoi guardas
n.icionaes que conduxlram um deierlor da vil-
la da Assembla para esta cidade ; licandu rm
icgra na mesilla thesouraria que devero ser
pagos oc preta de qualquer ouira despesa de
< onduccao de desertores ou rrcruiai, logo que
lorciu aprrientadoa com o visto e rubrica do
chrfe de i> dlcia.
Dilo. Ao Dr. chele de polica, communi-
cando, em rraposta aoseu de 16 do torrente,
ter dado ordem thesouraria de faienda para
pagar nao so os 7,800 rs. de eUpe dos guardas
nacionaea que conduuram um desertor da vil-
la da Asseinlila, inai (anibem para pagar qual-
quer outra detpexa de conducao de recrutai
ou desertores, logo que all se apresentarem os
respectivos preis com o visto e rubrica do raes-
ino chefe de polica.
Dlt ii'i secretario do govrrnn.A's cmaras
nuniclpaes da provincia, enviando uin rieiu-
plar do relatorlo que por occasiao da entrega
da adiiilnistracao desta provincia foi dirigido
ao Exin. Sr. presidente actual pelo sea ante-
cessor o Kxiu. Sr. coronel Antonio Nunes de
Aguiar.
DIARIO HE PIRYsIBUCO.
DKOTtFBHO DI 184.
0 Diario-Novo, esperando que o acompa-
nhsssemos na patritica empreza de rege-
nerar o pais, enganou-se voluntariamente.
Nem nossa lingoagem de moderacaa seu
respeito, nem a respelto de todo o partido
que se diz liberal, nem oque elle chama
nossas torquezadas, n autorisavam para
conceher esperances de que quizessemos
regenerar o paiz a sua guisa.
Se o Diario-Novo de nossa moderaclo
concluisse que desejavaoios o rcstabelec-
mentodapaz, o dominio da tai, a concor-
dia entre os l'nrnambucanos e a manuten-
crio das instiluicOes que possuimos, certo
ni) se teria Iludido ; mas, pensando que
queramos regenerar o paiz i sua guisa,
devia suppr que o queramos revolucionar,
3ue queramos excitar o odio de uns cida-
Sos contra outros, estimulando-osa con-
tinuar a guerra civil; devia crer que desrja-
vemos a revoluc.io em permanencia, eque
faziamos parte da grei constituinle: e em
tsl caso o Diario-Novo nflo aonhava gmen-
te, delirava.
mandar, como de facto mandou incendiara
dita esna na noite do dia 8 do mesmo mez
de setembro, e sendo agarrado no lugar do
incendio um preto do autor, em flagrante
delicio, que havia conduzidoem urna bar-
rica os cavacos e palhas para o incendio
da canoa, deu lugar a que o reo i vista da
confissSo do dito preto maia da do caixeiro
do autor, que logo depois apareced exign-
do a soltura do preto, dizendo que este
n8n linha culpa, porque ello caixeiro lo-
ra qttem o mandara por ordem de seu pa-
irflo incendiar a referida canoa, motivo es-
te de proceder o reo contra o autor que nSo
perde occasiao de infamar publicamente o
reo e procurar meos de o derrotar sem
ter motivo para isso a nflo ser por ler-se
o reo recobldo em segundas nupcias, e por
nflo querer mais tratar negocios com o au-
tor por nflo ser esto da sua confianza.
P. que nestes termos e os melhores de
direitoa presente contrariedadodeve ser ro-
cebida, e aOnal julgada e approvada para o
lim de ser o autor condemnado as cusas
&c, por ser de ludo
Fama publica.
Itecife, 8 de outubro de 1849.
Joaquim l.obnto.Ferreira.
k Clausulas eipeciati da arrematando.
1 As obras para a conlinuaeflo do
caes e aterro do passeio publico da Aurora
serflofeitasdeconformidade cornos riscos
e ornamento apresentndos nesta data ap-
provac.no do Exm. Sr. presidente, c pelo pre-
CO de 17:713,550 rs.
2.a As obrus principiado no prazo de
um mez e concluir-se-hflo no de oito, am-
bos contados de conformidado com o artigo
iodo regu lamento das arremalaces de 11
de julho de 1843.
3 Todos os materiaes serfloprviamen
le examinados pelo engenheiro, e, approva-
dos. lavrar-se-ha um termo.
I.icftu, 9 de cutubrode 1819. anuario
Alejandrino da Silva Fabello Caneca, pro-
fesaor de desenlio e secretario.
CORPO POLICIAL DE PERNAMBUCO.
(' lllm. Sr. commandantedo corpode po-
lica autorisado, pelo a'tigo 1. da lein. 235
de >1 de miio do correnlo anno, convida
sos cidadflosquese quizerem engajarcomo
pracsa do mesmo corpo, a comparecern)
na secretaria munidos dos competentes
cerificados que exige o artigo 104 do re-
gulamento do corpo.
Secretaria do corpo de polica, 10 de ou
tubro de 1849. 0 secretario, Auguito Car-
lot de Lemoi Pacheco.
4. O pagamento do importo das obras I A ,esJoa que holou n, caix da |m_
Isar-se-ha conforme o artigo 15 do re-|nIstracg0 docorreioas carUs para osSnrs
COMWEHCIO.

ALFANDEGA.
lendimento do dia II.....17:340,683
CONSULADO GERAL.
Rcndmento do dia 11..... 649,065
... 46,405
695,470
Diversas provincias
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 11..... 678.863
tovimento do Por lo.
Correspondencia.
SINCERO DF.VF.R DE GRATIDAO.
Sr$. redactores. Vendo no Diario de
Pernambuco de 5 de setembro desle anno
que o Exm. Sr. brigadeiro Francisco Sergio
de Oliveira tem de ser retirado do comman-
do desia ilha para ir gozar da licenca que
S. M. Imperial requereu, no posso deixar
em silencio o pranto com que se tem nu-
trido meu coraefle, em consequencia de ti-
rar isento de um commandante que, assu-
mindo sua humana, compassiva e recta ad-
m i ni.straco em 12 de abril de 1846, vai dei-
xar sem a menor quebra da verdade seus
commandados (a inda aquellos que por suas
incorrigibilidadea fdram justteeiramente
corrigidos ) vagando no mar immenso da
aaudade.
Suas maneiraa urbanas, seu ar affavel
captivam os nimos em seu abono, entre-
tantos. Exc. he o modelo da honra, e nflo
necessita de tSo mesquinha apologa, por-
que lie li.'in conhecido dos hoineus probos,
honrados, amantes do paiz. A prosperidade
da ilha e seus melhoramcntos, durante seu
enramando, est lodo grao de evidencia.
O dente aliado da calumnia jamis se aba-
lnzala em qualquer occasil a seu respei-
to : desejo que um destino feliz o leve a
toda paite : perianto receba S. Exc, com o
respeito c cordial estima que Ihe, volarei
'ii (juatito vivo fr, a despedida que desde
ja Ihe faz aquella que he mais do que se
l'de expressar seu humilde subdito obri-
gado O desterrado, Daniel Rodrigues de
SanfAnna.
liba de Fernando, 2 de outubro de 1849.
Navio entrados no dia II.
Baha 12 das, brigue portuguez .San-Do-
mingos, de 180 toneladas, capitflo Manoel
Concalves Vianna, equipagetn 14, cm las-
tro ; a Mendes Guimarles.
Terra-Nova 45 das, brigue inglez Afary-
Hnunsell, de 1X7 toneladas, capillo John
. Paker, equipagem II, carga 2100 barri-
cas com bacalho; a N. O. Beber & Cora-
panha.
Porlo-de-Pedras 24 horas, hiato hrasi-
leiro Santo-dntonio-Flor-do-Hio, de 24 to-
toneladas, capitflo Lourenco Jos Ferrei-
ra, equipagem 4, carga pedras do amo-
lar; ao capitflo Passageiros, oadvogado
Manoel Antonio Xavier de Freitas, Manuel
Ferreira Lima eJoaquim Rodrigues Tor-
res de Mello.
Navio sahido no tnesmo dia.
Parah i ha Ilate hrasileiro Santa-Cruz, ca-
ptSo Eustaquio Mendes da Silva, carga
varios gneros.
H1J1TAES.
SONETO.
Da minha alma tifio pode o tempo avaro
Teu iiome riscar, Sergio, hroe i restante.
as paginas do meu peito has avante,
AcclamarSo os typos teu valor preclaro :
Nem tflo pouco leus dotes quasi raros
Murcharflo sem um titulo cottatanle.
Que a par das eras aos vinuourus canle
Teu no me grande que me he tilo charo.
Jamis a negra ngratidflo,
Com cruel e tvranno dissabor
E pretenda uppriaiir-fneo corceo.
Idolatro tua Oliveira com fervor
E's Francisco, ornado da ras&o;
Me devora a saudade, interna dor.
Por D. R. de SanfAnna.
Publicucao a pedido.
INFOHMACA'O AO PUBLICO.
Contrariando, libello civel do autor Manoel
d: Almiida I-opes, dii o reo Joaqun Lobato
Ferreira *
P. que, por composic3o amigavel, flzera
entrega ao autor, em 30 de maio do corren-
te anno, de urna porcSo de terreno, mais
de urna canoa a berta de carga, que eslava
no seu poder, e que pertencia ao autor
como cabeca de sua mullier, de quem o
reo he pai e foi tutor; ao mesmo lempo re-
cebeu o reo do tutor, por mfio de seu pro-
curador Joto Ribeiro da Cunta, a quanlia
de 20/000 rs. por saldo das partilbas, e
sendo como foi a composi^fo feita ami-
gavel mente peranle testemunhas o depois
julgada por sentenca, nada mais tem o
autor que exigir do roe da mesma forma
. que o autor, depois de receber a refe-
rida canoa, a fez virar para examinar o
fundo, a, vendoa canda damnificada e preci-
sada de reparo, fez venda della a Joto Ro-
drigues Neves, bem conhecido nesta praca,
pelo preco de 80/000 rs. e no dia 3 de se-
tembro prximo passado fez o dito Neves
vendada mesma canoa ao reo por !20f000
i$., de que paasou recibo, com testemu-
nhas assig nadas.
P. o roque, no sendo da vonlade do au-
tor que a referida canoa fsse vendida au! 1849.-- O secretario, Antonio Ferreira
msalo de quem a tmba reecbido; Untou' ntumciafo,
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria da
fazenda provincial manda fazer publico que,
do da 8 do correte em dianle, principia o
pagamento dos ordenados e mais despezas
provinciaes vencidas at selembro prximo
li o do ; e bem assim os descont que se li-
zcram nos referidos ordenados, e que fram
mandados restituir pelo artigo 36 da lei
provincial n. 244.
Secretaria da thesouraria da fazenda
provincial de Pernambuco, 2 de outubro
de 1849. O secretario, Antonio Ferreira
d'knnunciacno.
~0 lllm. Senhor oflicial-maior servin-
do de inspector da thesouraria da fazenda
provincial, em cimprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de dous
do crrante, manda fazer publico que,
perante o tribunal administrativo da mes-
ma thesouraria, se ha de arrematar nos
dias 23, 24 e 25 do correle, a quem por
menos fizer, a obra da ponte do passeio pu-
blico da ra da Aurora, b as clausulas es-
pecises abaxo transcriptas e pelo pi eco de
4:733,202 rs.
As pessoas que se propozerem esta arrg-
mataclo, compararan) na sala das sessOes
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de outubro de
1819. O secretario, Antonio Ferreira da
AnnunciaraiS.
Clausulas especiaes da arrematando.
1.a As obras para a ponte do passeio
publico da Aurora serfio 1'eiUs de conformi-
dade com os riscos e ornamento apresenta-
dos nesta dala spprovacfiodoExm. Sr. pre-
sidente, e pelo pi eco de 4:734,202 rs.
> 2.* As obras pnuciparSo no prazo de
um mez, e serlo concluidas no de seis, am-
bos contados de confprmidade ao artigo
10 do regu lamento das arremalaces de II
de julho de 1843.
3.a Todos os materiaes serfio previa-
mente examinados pelo engenheiro, e, ap-
provados, lavrar-se-ha um termo.
4.a 0 pagamento do importo da arre-
matarlo rea I isar-se-ha conforme o artigo 15
do regulamento.
5.a Para ludo o mais que nflo est de-
terminado as presentes clausulas especiaes
seguir-se-ha inteiramente o que dispOe o
precitado regulamento de II de julho.
Gabinete dos engenbeiros, II de agos-
to de 1849. O engenheiro, I. L. Vctor
Lieutkier.
O lllm. Sr. oflicial-maior servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 2 do corren-
te, manda fazer publico que, perante o tri-
bunal administraivo da mesma thesoura-
ria, se ha de arrematar nos dias 23, 24 e
25 do crranle, a quem por menos fizer, a
conlinuaefio do raes e aterro do passeio pu-
blico da ra da Aurora, sh as clausulas es-
peciaes aba i xo declaradas e pelo preco de
17:713,550 rs.
As pessoss que se propozerem esta
arrematado, comparecam na sala das ses-
sOes do sobredito tribunal, nos dias cima
indicados, pelo meio-dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 3 de outubro de
da
realisar
gulamento precitado.
5.a Para ludo o mais que nflo est de-
terminado as -presentes clausulas espe-
caos aeguir-se-ha inteiramenle o que dis-
pOe o regulamento das arreniataces de II
do julho de 1843.
Gabinete do engenheiro, 7 de agos-
to de 1849. 0 engenheiro, J. L Vielor
l.ieuthier.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 28 de agosto prximo passado,manda fa-
zer publico que, perante o tribunal admi-
nistrativo da mesma thesouraria, se ha de
arrematar nos dias 23, 24 e 25 de outubro
prximo futuro, a quem por menos fizer; os
concertos a fazer iu casa que servo deca-
deia na comarcado Bonito, avaliada em rs.
746,400, esb clausulas especiaes abaixo
declaradas.
As pessoas que se propozerem 4 esta
arrematarlo, comparecam na sala das ses-
sOes do referido tribunal, nos dias cima
indicados, pelo meio-dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se manrfbu aflixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 18 de setembro de
1849. O secretario, Antonio Ferreira da
Knnunciaco.
CONCERT DA CADEIA DO BONITO.
Clausulas especiaes da arremataco.
< Primeira.As obras para os concertos
da cadeia do Bonito serfio feilas do modo
indicado no orcamento, e pelo preco de se-
tecentos e quareuta e seis mil e qualrocen-
los ris 746,400
Segunda. As obras principiaran no
prazo de um mez, o concluir- se-hSo no de
cinco me-/es. ambos contados em conformi-
dade do a't. 10 do regulamento das arre-
matares de II de julho de 1843
Terceira.Os materiaes serfio todos de
primeira qualidade, e serlo previamente
examinados pela pessoa que fr determina-
da pelo Exm. Sr. presidente da provincia.
Quarla. O pagamento do importe da
arremataco realisar-se-ha depois de con-
cluidos todas as obras, o examinadas.
Quinto.-Para ludo mais que nflo esl de-
terminado as presentes clausulas especiaes
seguir-se-ha inleirainente o que dispde o
regulamento del! de julho de 1843.
Gabinete do engenheiro, 17 de setembro
de 1819.-O engenheiro, J L. Vctor l.ieu-
tier.
Pela inspectora da alTandega se faz
publico que, no da !2do crreme, ao meio-
dia, na porta da mesma se lio de arrema-
lar cm hasta publica 2 jarros conlendo 106
caixinhasseccas em docp, urna 707 rs. to-
tal 74,942 rs. ; 10 canas com amendoas co-
hertas, de 12 frascos cada cnixa, urna caixa
9,000 rs. total 90,000 rs.: ludo impugna-
do pelo amanuense Gon<;*\o Jos da Costa
e S, no despacho por factura sb o n. 191 :
sendo dila arrematacflu suhjeia a diretos.
Alfandega de Pernambuco, 10 de outu-
b'O do 1849. Jacorn Gerardo Uaria l.uma-
chi de Mello.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 12 do correnlo, se bflo
de arrematar em hasta publica, na porta da
mesma, depois do meio-di, 256 pares de
sapatos giossos para homeiu, no valor de
2,200 rs. total 550,000 rs impugnados
pelo guarda Antonio Lopes Pereira dt Car-
valho, no despacho por factura sb o n
168 : sendo a arremataco subjeta aos di-
reilos.
Alfandega de Pernambuco, 10 de outubro
de 1849. locme Gerardo Hara Lumachi
de Mello.
I ntstracflo do correio as
Fernando Maranhense da Cimba, Francisco-
Mara de Freitis Alhuquerque, noMaranho
Theophilo Seve& Cnmpanhia, no Araraty :
todas com os sellos j servidos, ficam reti-
das na mesma administracDo para seren
consumidas em virluae do artigo 136 do
regulamento geral dos correos.
Theatro de S.-Francisco.
D0M!NC0,14 DE Ol'TUBRO DE 1849,
ti beneficio de um particular,
subir scena pela primeira vez a linda
peca (que tantos applausoa tem merecido na
corte do Rio-de-Janeiro, no theatro do Sr.
Joo Caelano, intitulada
A MULIIER VINGATIVA,
a qual ser representada com todo brilhan-
lisuio que pede seu autor.
Nofimdapeca, a joven Jezuina com ou-
tra senhora particular dancarfio um gra-
cioso
PAS DE I)El X.
No lim do qual a mesma joven executar
O SOLO INGLEZ.
Terminar o espectculo com a graciosa
tarca
O JUDAS EM SA BBADO DE ALLELUIA.
0 resto dos bilhetes acham-se venda na
ra do Galdeireiro, n. 12, primeiro andar,
casa do beneficiado.
Principiar as horas do costume.
Ueclaraces.
Avisos man timos.
I'A IvA o ASsr
segu no dia 15 do crrante mez o mul-
lo velero brigue nacional Carvalho I.: re-
cebe carga a frete ou passageiros : trata-se
cornos consignatarios, Machado & Pinhero,
na ra do Vigaiio, n. 19, segundo andar,
ou com o capitflo a bordo.
Frcta-se a barcac Concei(do-de-Uaria,
prompta a seguir viagem para qualquer
porto, tanto do norte comdosul: tambem
se ven-lea mesma : os pretendenles que a
quizerem comprar dirijam-se a ra,larga
do Rozario, padaria n. 18, e para frelarem-
na entendam-se com o mestre a borlo da
mesma, defronte do trapiche do algodflo.
-- Freta-se para qualquer porto da Cosla-
d'Afrca, recebando passageiros, para o que
lem excellentes comir.odos, o milito conhe-
cido e veleiro brigue francez Faber : os pre-
tendenles dirijam-se aos consignatarios do
mesmo, B. Lasserro & Cnmpanhia, na ra
da Senzalla-Velha, n. 138.
Para o Rio-de-Janciro propOe-se a se-
guir breve o brigue Bom-Fim, o qual rece-
be carga a frete, escravos e lem bous com-
raodos para passageiros : quem pretender
no mesmo carregar, p le enlenJer-se com
os consignatarios, Amorim Iruifios, na ra
da Cadeia do Recife, u. 39.
Vende-se urna barcace nova ,de loto do
5 ca xas, do mullo boa cnnstriiccao, que se
pode examinar no Forte-do-Mallos: a tralar
com Joaquim Piuheiro Jacome na ra do
Vjgario, n, 5.
Salto iniprclerivelmente para o Cear
at o dia 18 do crrante, por ter a maior
parte da carga prompta, a escuna nacional
Tentadora, capitflo Antonio Gomes da Silva :
quem na mesilla quizer carregar, diiija-se
a casa ae Joaquim Monteiro Cruz & Com-
panhi, na ra do Qucitnu'Jo, n. 28.
Mobilias de alugul.
Alugam-se cadeiras para bailes e nfllcios
tambem sealugam mobilias a vontide ii
pretendenles e por prego eommodo : nariu
Nova, rmazen de trastes, defronlo da ru
de Santo-Amaro, 59
Na ra Nova, loja n. 58, se dir qu.
ddinheiroa premio as quantias de soe
300 e 400,000 rs. com hypoiheca em cisi
terreas.
Denz, alTaiate francez, mudou o-in
. estabelecimento para o'Alcrro-da-Boa-Vs.
ta n. 38, aonde os seus freguezes o ch|!
rfio promplo para o seu servico
J.ava-se roupa de va r ral I a de casi familia, com promptidflb, zelo e lliielida-
de : quem quizer annuocie,
Manoel Duarte de
Faria, doiitor ein inedici.
na pela iinivcisidude <|e
Edmbur?o, aclia-se res.
dintlo na na do Queira-
do,n. 10,primeiro andar:
as pessoas que de son
presumo se quizeiem uti-
isnr o pdein procurar
qualquer hora, que sem
pie o ae lia rao promplo:
tambem se offerecea pres-
tar gratuitamente aos pn.
bres os soecorros de sua
arte, das 8 at as 11 horas
da na n ha a.
Domingo, dia do patrocinio de S.-Jost,
he a feala do orago na freguezia do nomedo
mesmo Santo, a qual sera feita pela pn-
meira vez com vespers, l'esta e Te-Dtum;
convida-se, por >sso,a lodos os irnilos i}',<
mesma irmade e devotos a assislirem a 10.
lempidade de actos tSo religiosos; devendo
a lesla principiar s 10 horas da minhfu
impreterivol mente.
A pessoa que annunciou querer coa-
prar urna fazenda de gado, sendo anda
queira, dirija-se ra da Prala, aroiizea
n. 32, que se dir quem vende.
Rogs-se ao .Sr. F. S. L. que baja de
mandar pagar o que deve na ra da Aurora,
ti. 48, o juntamente mandar as 50 garran
que levou para encher de licor ; do eouta-
rio, lera o desgosto do ver o seu noiae Du-
plicado por extenso.
Piecisa-se de um caixeiro que sirva pi-
ra venda, de 13 a 18 anuos, e quede fiadot
s'ja conducta quem se adiar neslas cir-
cumstancias, dirija-seao pateo do Panizo,
n. 3. Na mesma tambem seofTerece um ce-
zinheiro.
Precisa-se de 350,000 tt. sobre'hypo-
llieca em urna boa parda moca, ou mais
cravos, por seis mezes : no pateo da Saatt-
Cruz, sobrado n. 2, ouannuacie.
Quem precisar conduzir trastes rmbir-
cados para sitios, dirija-se a ra do itin-
gel.n.8, que achara canoas e canoeiroi
por preco commodo, e responsabilisanJo-
se. pelas faltas.
liua largado Rozario,
ii. 14.
Pradines, cutileh'o e
Leiiao.
Latham 6c Hibbert farflo leilflo, por in-
terveneflo do corretor Olivoira, de varias
partidas de fazendas inglezas, para concluir
certas cuntas : sexU-feira, 12 do crrenle,
s 10 horas da manhfla em ponto, no seu
armazem.rua do Trapiche.
Avisos diversos.
--Acamara municipal desla cidade faz
sessSo extraordinaria no dia 15 do corren-
te, e nesse dia ronlinirarSo a estar em pra-
ca os talhosdos acougues pblicos.
O lllm. Sr. capilflo do porto desta pro-
vincia faz publicar, por ordem do lllm. e
Exm. Sr. concelheiro do estado e presidente
da provincia, a traducefo do aviso seguinte:
.TRADUCCA.
CAVISO A0S MAHITI.MOS.
Phares no mar Rtach, rio Thumes.
Casa-da-Trindadc,em Londres, 8 de agosto
de 1819.
Noticia seguinte.
aQue em sttenco as rccIamacGcs de in-
nmeros proprielarios, capitSes de navios e
outras pessoas que vivem ou se interessam
pela navegacflo no rio Thames,.se estilo
apromplando dous pbaros para seren ex-
hebidos em o mar Roacli; estes phares se-
rlo col loca dos ao norte do canal navegavel
do Reach.isto he.um ao largo de Chapuaem-
lleal, junto ao lugar em queest o Beacon, e
o outro em cima do Mr.cking-FIat, os quaes
serlo exhibidos em a noite do primeiro de
outubro seguinte, e dahi em diante conli-
nuario a acender-su desde c anoilecer at o
amanheccr.
Os demais particulares a respeito da ap-
parieflo dos phares serlo publicados em
seu devido lempo.-Por ordem, J. Kebert,
secretsrio.-Ceiil'orme. -- O ollicial-nmor,
Horianno Correiade Brillo. >
Secretaria da capitana, 4 de outubro de
1849. Est conforme.o secretario da ca-
pitana, Thom Fernandts Madeira de Castro.
-- O Sr. director do licu manda fazer
publico que, segundo a portara do Exm.
Sr. presidente da provincia de 5 do correle
mez, se acha em concurso a cadeira depr-
melas lettras da cidade de Goianua : por
tanto os cidados brasileiros, que se quize-
rem oppOr dita cadeira, devcro compa-
recer na sala do palacio do governo da dala
desle a 60 das, remetiendo a secretariado
A pessoa a quem portencer um mole-
que de nome Jaco, o qual diz ser escravo do
Sr Jos Paulino senhor do engenho Parati-
be, queira manda-lo buscar, no paleo do
'l'i'i'C", n. 1, segundo andar; sem cam ludo
se responsabilisar pela fuga o annunciante.
Precsa-se de 300,000 rs pelo lempo de
15 mezes com o juros de 1 e meio por cento,
sobre penhores : quem quizer dar annuncie.
Precisa-se alugar um sobrado do um
andar no bairro de Santo-Antonio, prefe-
rindo-se as ras Direita e do Lvramento,
pateos do Canto, de San-Pedro, da Penha e
ra do mesmo nome : na ra Direita, ven-
da n. 23.
Precisa-so de um caixeiro : na padaria
de urna so porta, na praca da Santa-Cruz.
0 o
1 Bixas,
ftJVa praca da lii(lepen-
| delicia, n. 10, g
q ao voltar paia a ra das Cruzes, alu- 5
q gam-seo vendem-se bixas de llam- S
X burgo : lambem vflo-so applicar pa- r
X ra commodidaJe dos freguezes; li- *
J* ram-se denles, sangra-so e appli- O
cam-se ventosas: tudo por preco O
O commodo. O
O 0
- O escrivflo dos protestos mudou sua re-
sidencia e carlorio para o sobrado imme-
diato ao da reparlic&oda polica.
AGENCIA
do
DE PASSAPORTES.
Tiram-se passaportcs ara dentro e fra
imperio e conem-ae folhas por piejo
armeiro,
tem a honra de prevenir ao respeitavel pu-
blico que elle acaba de receber pelo navio
francez Socrale um rico sortmento de cu-
l Mari a lina como lesouras para .cabellerei-
ro costura alfaiatee para unhus; dilai
muto finas para senhora bordar ; eslojos
de navalhas muilo ricos; caivetes de to-
das os qualidades, com cabos de nunlim,
madre-pcrola e de tartaruga. O annuncian-
te apioveita essa occasiiio para lembrar aoi
seus freguezes, que cllu lem um bom sorli-
nienio de espingardas linas de cano tran-
zado e da masquinado, das mclbores fa-
bricas de Franca, obra muilo boa e muito
segura proprias para se diverlirem pelo
lempo de l'esta : tambera contina a amo-
lar as tercas, quintas osabbados, eseen-
carrega de qualquer concert peileucente
ao seu oflicio.
O lenenle-coronel Manoel Joaquim do
Reg Alhuquerque precisa comprar uini
purcao de estivas de 32 palmos de compri-
mento, e adunia outra madeira, sendo de
qualidade : quem as tiver para vender en-
tenda-se com o mesmo Sr. nos Afogados,
ou nesta praca com o aferdor, Antonio
Congalves de Moraes, na ra da Assumpcfo,
n. 4.
I.uiz Antonio Viera embarca o seu es-
cravo crioulo, de nome Antonio, para o
Rio-de-Janeiro.
-- Precisa-se de um bom forneiro: na pa-
daria defronle da fortaleza das Cinco
Ponas.
-y O abaixo assignado communca aoSr.
Jos Candido Ramos.senhor do engenho Pe-
reira em Sei iiihem.que no dia 25 de setem-
bro do crranle anno I be appareceu o ne-
gro Manoel, que eu Ihe linha vendido, '
mais uutro negro de nome Jos crioulo, qu<
diz ser do mesmo senhor, pe.lindo-mequ'
os comprasse: e con o o Sr. llamos nflo le-
nha pago sua leltra vencida 28 de junh"
de 1846 no valor de 648,000 rs., e preco i"
mesmo escravo Manoel que Ihe vend era se-
tembro do 4845; por isso aviso oditoSr.
Ramos queira mandar remir a sua lell"
com juros vencidos, pola do contrario us-
rei dos meios lgaos, e declaro desde j qe
nflo me responsahliso pelos ditos negros
so em prazo rasoavel no mandar pagar ou
entender-so coiuiiiro. O vigario, JVsa-
cisco Manoel de Barros.
O deposito de aasucar narua do Apollo
n. 24, sb a adminislraciio do abaixo assig-
nado, recebe por commissfio a maismodic
a veuda do mesmo genero por cotila d
seus ilunos, ou demora-o conforme asr-
deos que receber, e tambem seencarrag
de comprar todas as encommendas, no qus.
promclte ioni desempenho. iosiAntonio
da Souia Machado. i
-Aluga-se, pelo lempo de festa, "om grao/
de sitio na estrada do Monteiro, com boa
casa de vivenda, cozinha fra, estritiaiia >
cocheira muitos arvoredos de fructo a
muito porto do banbo : a tratar Da ra No-
ra n. 50, primeiro andar.


.. Perdeu-so, da ra do Trapicho te al-
fandega um quarto de bilhete do Rio-de
Janeiro, d vigsima lotera concedida a
beneficio do monte pi geral dos servido-
res do estado, n. 5754, e junto a este mais
3 000 rs. em cdulas : quom o liver achadi-
e'liver consciencia bastante para o restituir,
naja de guardar >s cdulas e entregar o bi
Hiele na praca da Independencia, n.. 37; d-
vertindo que o dito quarto s sera pago
/ n0 cas0 de ser premiado ) a seu dono, por
assim j o ter prevenido.
I Antonio Carlos Pereira de Burgos
*> Ponce de I.eou faz sciento a quem .
I convierqoe,tendode retirar-se des 9
la praca, "c encarregado de sous J>
La negocios o seu correspondente, o Sr. ^
I Lino los do Caslro Ara u jo, com es- $
\&i criptorio na praca do Commercio, (*
ti
Quem quister alugar um molequo de
13 a i*anunos, dirija-te a ra do Livra-
mento, n. 1-
Apessoaqne annunciou querer com-
prar urna canoa de carreira, sorvin urna bem pequea dirija-se ao Forte-do-
I Mallos, ruado Amorim, a fallar com Anlo-
[nio Joaquim Vidal & C.
1 --OfTerece-seum hornera pura feitor de
lengenho, ou mesmo para sitio o qual d
fiadora sua conduela : na ra da Praia ,
Lrmazem n. 49.
I .-Aluga-se a loja do sobrado n. 6 da na
[da Penlia, junio a venda do Sr. Regs : a tra-
(tir na ra do Amorim, n. 6.
Aluga-so urna casa concertada e piula-
Ida de novo, em Olinda, na ra do Amparo,
I n. 31 : a tratar na ra da Cadeia do llecife,
I n. 53.
--Oabaixoasiignado faz publica a rela-
IciTo nominal das pessoas que se dignaram
aceitaras cartas que elle distribuio pedin-
tdoeamulas para a festividade de N. S. do
II mmenlo no correte auno, e aproveita
la occasifio para agradecer aos meamos Sr.s
sua generosidado, e I lies roga o conside-
;in seu omito obrigado respeitador
' uo l'trnandu da Crui.
itKI.ACAO A QUKSK lUCIlCI'.i: O AKNUNCIO
SUPKA.
ICIaudihoBenicio Machado 9,000
I Jos Paulo da Fonseca 3,000
IJuiqui.n deOliveira Maya Jnior 9,000
i Joaquim Jos Fernandes da Luz 3,000
[ l.uiz Antonio da Cunta 3,000
I Antonio Barboza de Freilas 1,000
} Agostinho Vieira Ccelho 1,000
bernardo Gardozo Ayres 1,000
[Domingos Francisco Itamallin 1,000
I Francisco Mamedede Almeida 1,000
[Francisco de Salles da Cosa Monteiro 1,000
LFirmino Jos de Oliveira 1,000
Moflo de Siquoira Ferro 1,000
I Jofio BaptisU Fragozo 1,000
IJoSoMarques Correia 1,000
I JooSimOes de Almeida 1,00o
I Jos Moreira Lopes 1,000
[Jos Kaptista Kraga 1,000
IJus Baplisla da Fonseca Jnior 1,00o
IJosfereira 1,000
IJonqaim Cardozo Ayres 1,000
I Joaquim da Silva llego 1,000
IMalliiasde Azevedo Villarca 1,00o
f MaiH.el Ramos Pontea 1,000
J Mnoet Comes da Cruz 1,00o
! "Stanoel Jos deSouza 480
30,480
a Recebi do irmlo oSr. Joflo Fernandes
da Cruz a quanlia de trinta mil e quatro
I centos o oilcnia ris das cartas que entre-
gouparaa festa de N. S. do Livramento.
> ecife. 8 de oululirode 1849.
Antonio Vattiilim dos Santos.
Pergunla-se ao vendedor de bilhetes
[das loto'iasd.i Rio-de-Janeiro que annun-
I ciou ler vendido o premio do 3.000,000 rs.,
[se ja applicou cataplasmas emolientes sobre
consciencia para diminuir o impulso da
inflammacAoque o I- vou a usurpar a gran-
de, ou pequea gloria que pode caber a
quem vende o bilhete da sorte referida, e
I11111 issini de lodos os seus negocios que
iflo raniellamente tilo venladeiros como es-
te, e o annuHcio dt lisiada II* da lotera
do thesouro, salvo se ella pertencoa algum
dos jogosphantasmsgoricos da llohemia, c
foi liansmiltida a sua nica e respeitavel
pessoa pela inexplicavel forca de algum
b lio aerosttico. O verdadtiro.
ay O consultorio homoeopalico est 4
f> eherlo lodos os das desde as 9 horas 4
t> da mandila al as 3 da tarde. No mes- Q
+ ii'o consultorio receliem-se doenles fj
fi para se tratar homoeopalicamente a 4
(t 9,000 rs. por dia, ea 3,000 rt. que- 4
9 rendo um quaito particular : na ra
t> da Cadeia de Santo-Antonio, n. 33. 4
9 9
Roga-se s lellras iniciaes F. ViegasG.,
caixeiro que foi na ra do Crespo, frei J.
do Carmo, Berfortee J. C Uine, qu ve-
nham pagar o quedevom na ni 1 do Quci-
mado; tloconirrrio, verfio os seus nomes
publicado* por extenso.
--Precisa sede 1:500,000 rs. a jures so-
bre liypolheca em urna casa e sitio: quem
quizer dar annuncie.
O Sr. Manoel A nula de
Mcdeiros queira dirigr-se ra
Nova, n. 35, para reerber urna
caria vinda da (lia de S.-Miguel.
OSr. que annunciou, no Diario de 96
do prximo psssido, querer-se arrumar,
ou fazer alguma escripia em casas part-
cula res, dirija-se no trapiche do Barboza,
ou ao Hotel-Francisco.
Oflorece-se um pequeo de 13 a 14
anuos, para caixeiro de oja de'fazendas:
na travesea do Caldeireiro, n 9.
Quem annunciou querer comprar urna
cauca grande e aborta, dirija-se ra do
.Trapiche, di fronte do caes da l.ingocta, n i
30, que ha urna para se vender, e tambera
sol oca por dous milheiros de lijlos de
alvenaria grossa.
Koga-seaosSrs.. Manoel Pacheco Soa-
VeseJu bernardino de Mallos Guimarfies
o favor de mandarem buscar urnas cartas
vindas.de Mossamedes, na ra daa Cruzes,
n. 39._-
A pessoa que quer comprar uma ca-
ima (cquena de carreira, dirija-se ra da
Praia, n. 34
Lotera do Guadalupe.
Depois'do dia 5 do corrente, em que as
rodas desta lotera deveriam ter andado, e
que assim nilose ronlisou por learem bi-
Ibetes por vender, cujo valor suba a pou-
co mais de nove conloa de ris, teTn este
numero de bilhete* restantes diminuido al-
guma cousa, e se aclis o seu valor roduzi-
do a sele conlos de r.is, A vista desta d-
ininuicioo thesoureiro, capacitado de que
ella cnniinua'r, e que em pouco ti.mpo nSo
restar mais bilhete algum, aulrma que as
rodas da lotera andam impreterivclmen-
te no da 9 de novembro prximo futuro,
e lalvez antes, se aoles os bi 1 heles se aca-
ba rem.
Quem.per.Ieu um cachorro bronco de
agoa, dirija-se *0 Alerro-da-Boa-Vista, n.
n. 42, que, dando os siguaes, lhe ser en-
tregue.
'5
BOWMAN & MC. CALI.UM engenhei-
ros machinistas e fundidores de. ferro, mu
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietarios deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quooseu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelbos da pri-
meira qualidade para a perfeita confoccHo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
atteneflo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimentojaprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
irangeiro, tanto em pre^o como em qua-
lidade das materias primas e turto d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucco.
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
ou aniniaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serra
ras.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzese chumaceras.
CavilhOes e parafusos de todos os tama-
itos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSoou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fog.lo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
brnnze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a rnilo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blisas.
Columnas, varandas, grades e portOes.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de m5o e arados de ferros,
&c, &c.
Alm da superioriade das suas obras, ja
geralmenle reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remedidos
pelos Senhores que se dignaran) de fazer-
Ihes encommendas, aproveilando a occasillo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e Jreguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que tifio pouparfio esforcos e diligencias
para continuarem a merecer a sua confi-
anza.
Precisa-sedo um pequeo de 13 a 14
anuos, que lenli pralica de venda : no pa-
teo do Carmo, venda nova n 3.
Aluga-se uma casa no silio do Cordei-
ro, margem do no Capibaribe, com com-
modos para grande familia, cozinha fra
estribara, cocheira e quarto para criado;
uma dita mais pequea, lanibem com bons
coinrnodos para familia, e estribara: a
tratur no pateo do Carmo, n. 17, com Ga-
briel Antonio.
Sociedade Harmonico-
Theatral.
0 primero secretario avisa aos Srs. so-
cios que os hilhetes para a recita extraor-
dinaria de 13 do corrente se distribucm no
(a So do thealro nos das lie 13, das 3 ho-
ras da tarde em diante, e no dia 13 at ao
meio-dia, em o qual se achara reunida a
directo para approva;3o de convidados. A
direcgfio previno mu positivamente, tanto
aos Srs. socios como a seus convidados de
ambos os sexos, que, excedendo o numero
de pessoas ao numero de bilhelrs que live-
rein, passarfio pelo desgosto de Ibes ser ne-
gado o ingresso pelas rasOes que em os
transactos annunciosse Ihesteem feito sen-
tir.
Em Fra-de-Portas, n. i13, precisa-se
de um rapaz p>ra tomar conla de uma ven-
da por bataneo, ou interessar entrando com
algum fundo, pois a mesma se vende ou sr
entregar de qualquer. maneira a quem se
responssbilisar por sua administracfto, pe-
lo dono nno poder continuar por ter outra
orcupaefio.
-- D-se dinheiro a premio em pequeas
quantias sobre penhores de ouro ou prat,
sobre empenho de escravos, conforme se
contratar; e em maior quanlia sobre hypo-
theca em predios livres, sendo o premios
um e meio por cento : na ra Augusta, ler-
ceiro sobrado rindo do chafariz do Alerro.
Os verdadeiios e a-
preci'aveikj charutos de
Havaua estftoa venda na
ra da Cruz, n 5l,anna-
zein de J. O. Elster.
Deseja-se fallar no Snr. Jos Francisco
da Cosa Rocha : na ra da Madre-de-lleos,
n. 3. terceiro andar, casa de Manoel da Sil-
va Santos.
I'recisa-se de una preta
boa vendedeira de doce : na ra
do Trapiche, n. 44-
-Aluga-se, para se passar a festa, unt
caa junto a ponte da Pasagem, com bott
banhocsilio murado: a tratar na ruada
Cruz, n. 64.
Aluga-sa uma casa terrea n ra do Go-
tovello, n. 57, com hons commodos : a tra-
tar na ra do Gahug, loja n. 9.
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a mar pequea, e porto de
embarque e desembarque : na ra da Sen-
zalla, n. 43 a tratar com .8. J. Johnston &
Companhia.
i
DEPOSITO GERAL
do supertor rap oreia-prsta !
da fabrica de Gantois Pai- a>
lhe&c Companhia, na Ba- !
hia. m
Domingos AlvesMatheus, agentada
fabrica de rap superior arcia prcla #
e meio grosso da Rahia, tem aberto o 4
seu deposito na ra Cruz, no Itecife, (9
11. 52, primeiro andar, onde se achara 4
sempre deste excelleutee mais acre- ^
ditado rap que at o presente se tem 9
fabricado no Brasil: vende-se em lio- ',4
tes de uma e meia libra por preco 9
9 mais commodo do que em outra qiiiil- .<
quer parte. 4
O reverendissimu Sr. Rafael, que veio
no ultimo vapor do sul, lenha a bondade do
annunciar sua morada para se receberem
timas encommendas.
--Quem annunciou querer hypothecar
um sobrado de dous andares em boa ra,
dirija-se ra estreita do Rozario u. 43,
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
Compras.
Comprase toda a qualidade de trastes
usados, assim como lamhem so trocam.por
outros novos : na ra Nova, armazerri de
trastes, delimite da ra de Santo-Amaro,
n. 59.
Compra-se uma escrava que saiba en-
saboar, engommar alguma cousa e cozi-
har o diario de uma casa, que nilo seja vi-
ciosa, embnra (eolia maior idade, ou menos
figura : na ra Augusta, torceiro sobrado,
viudo do Aterro.
Compidin-se, para uma encommenda,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
nos: na ra do Rangel, sobrado de um an-
dar, n. 57.
"Compram-se por 15,000 rs. as obras de
Voltaire em trance/, edioc.no Baiquenois
I8J6 1 na ra da Cruz, n. 4.
Vendas.
Vende-se uma loja de fazendas com
mnil pouens fundos, e bonita aHDSella de
vjiihntico: na ra do Passeio, n. 17.
'.r Vendem-se pedras para moinhos : as
Cjflco-Pontas, n. 82.
Vende-se a muitoennhecda e fallada
casa de estalagem na villa de Iguarassa,
um bom recreio conhecido por mutas pes-
soas : na Soledade paitara dcrionle da gre-
j*a. Na mesina padaria precisn-se de um
nmassador que lenha freguezia de vender
pao, ou que se proponha a procura-la.
Vendem-se 12escravos, sendo: 3 rao-
lecolesdeSa 17 aonos ; 2escrvas que eo-
zinham bem o diario de uma casa ; um mu-
latinho de 18 nonos; 4 negrinhas muilo
lindas, ptimas para mucamas, por sabe-
rem bem coser e engommar ; una parda
com um 111 lio de 4 aonos : na ra Direita ,
n. 3.
Vende-se um sobradinho na ra da Sen-
zalla-Velha, n. 23 : no Passeio Publico, li-
ja n. 7, se fr lodo o negocio.
A 8,000 rs.
Vendem-se ptimas manas de seda para
senhora a 3,000 rs. : na ra do Crespo, n.
11, loja de Antonio l.uiz dos Santos & Com-
panhia.
Vende-se a taberna 11. 3 do pateo da
S.-Cruz, que foi do Sr. Pedro Ignacio Bap-
lisla a qual se acha bastante afregueztda :
a tratar na niesma taberna.
Vende-se feijfio mulalinho, a 300 rs. a
cua ; arroz branco, a 320 rs. e a 8,(100
rs. oalqut-ire; dito vermelho a 1,400 rs.;
e lodosos mais gneros muilo em conla
para liquidar o esUbelecimento : tudo a di-
nheiro a vista : lambem se vendem 4 ca-
noas de carregar lijlo, muilo em conla ; 2
caminos envidracados para alcova ; uma
resfiadeira de metal com torneira, obra
muilo hoa.
Vende-se uma porco de barris quo f-
ram de oleo de linha^a : na ra do Rozario,
botica de Bartholomeu Francisco de Souza.
Vonde-se uma canoa que carrega 7/rs.
d'agoa, a qual lambem serve para abrir ;
uma dita de carreira, ambas e*m bom esta-
do ; um pail de amarello que leva cem al-
queres de farinha, medid velha ; 13 saca
das de pedra do Rio-Fortnoso; um berco
de angico muilo bonito : na ra de S.-
Francisco, casa apalacada, de manhfia rt
s 8 horas.
Vende-se um carrnho de 4 rodas para
um cavallo, muilo maneirp, com arreos e
anda novo: na travessa de Veras, n. 15,
das 6 s 9 horas da munhfia, e das 3 s 0 da
tarde.
-- Vende-se uma canoa grande e aberta,
outra dita menor de carreira, que he expel-
iente : na ma da Aurora, n. 4.
-- Vende-se manteiga ingleza muito su-
perior, a 640 rs. a libra : no Alerro-da-Boa-
Vista, venda n. 54, pegada a loja do Es-
tima.
Bucellos Wine,
ofverv superior quality-lo be had at tbe
store fSr Das Fernandos, Custom House
square.
Vetas de espermaeete,
das melhores que tecm vndo a este merca-
do: vendem-se em caixas de 34 libras, eo.
casa de Ricardo iloyle, na ra da Cadeia-
Vtlha, n. 39.
Vende-se o peridico Unido ate o n.
150, encadernado em 3 voluntes : na praca
da Independencia, 11. 25.
Eslo-sc acabando.
Anda existem alguns dos ricos mantele-
tes prctose de cores, viudos pelo ultimo
navio de Franca, os quaes se vendem por
menos preco que em oulra qualquer par-
le : vende-se, na ra do Vigario, o. 17.
-- Vende-se um bonito moleqoe crioulo,
de 18 annos proprio para qualquer ser-
vico e que he de hoa conducta o que se
a flanea ao comprador: no Alerro-da-Roa-
Vista, n. 37, armazem de trastes.
Vende-se, no pateo do Carmo, taber-
na n. 1, azeite decarrapalo, a 2,000 rs. a ca-
ada, e a 280 rs. a garrafa ; farinha de ara-
ruta da mais nova que ha, a 250 rs. a libra.
Na cavallarice do Sr. major
SebastiSo est para vender-se um
cavallo muito bonito, gordo c de
muito bons andares
Na ru da Cruz, armazem
de Croco & Companhia, vende-se
superior caf de casca cm sacras
por preco commodo.
-- Vendem-Ro carneiras de lustro de su-
perior qualidade : em casa de N O. Hieber
& Companhia, ra da Cruz, n. 4.
~ Vendem-se corlV* de cabello feilos
em Lisboa, com caixa e passador de ouro,
a 4,000 rs. ; ditos rom passador de cabel
lo, a 3,000 rs. ; duas redes feitas no l'ar,
por prego commodo : na ra da ConcorJia,
ultimo armazem de madeira.
Vendem-se luvas de seda de Irocal,
pretas e brancas, bem enhiladas: na ra
da Cadoia-Velha, n. 15.
Offff?VfVfVfVff0
r
Vonde-se brim trancado de bonitas *
* cores, a 640 rs. a vara ; dito tranca- *
S do amarello e do linho puro, 1 640 J
ff rs. a vara ; macedonia de cores imi- ^
>.> lando casimira, a 560 rs. o covado ; <=
a> riscado largo para camisas, padres <-
* novns, a 280, 300 e 320 rs. o covado ; <-\
!> riscado monslro, a 240 e 280 rs. o co- 4|
* vado; alpaca urcla.l 600 rs. o cova- *
jt do; sarja prela de lila lavrada. pro- "J
W prra para forro de obras, a 600 rs. o 2
S covado : na ra do Queiinado, loja 2
f> do sobrado amarello, 11. 29. <^
<*
-- Vendem-se diversos livros do medicina
por preco commodo : na ra eslreita do Ho-
zarlo, n. 4.
Vende-se pedra do cantara na ra da
Praia, defronle da ribeira, ns. 10 e 12.
50 mil cruzados.
He a sorte grande da lotera do monte
fio geral a beneficio dos servidores do es-
tado. He chegado pelo ultimo vapor vndo
do Rio-de-Janeiro grande sorliinenlo de hi-
lhetes, meios, quartos, oitavos e vigsimos
desta excellente lotera: vendem-se na
praca da Independencia, 11. 37.
Tintas.
Anda existem por vender algumas latas do
tinta verde, encarnada o azul, a 100 rs. a
libra, eem barris a 1,000 rs. cada um : 110
armazem do macames de Braga & Compa-
nhia.
Cabos do linho.
Vendem-se, no armazem de Braga 6 C. ,
callos de duas e mcia a tres e miia polle-
gadas, a 17,000 is. o quintal.
Vende-se, pura fura da provincia, um
wolecoie que cozinha perfeitamente e que
he ptimo para lodo o seivii;o : na ra J
Cadeia, ao p da casa da polic-ia.
Vende-se um sellim inglez, em muilo
hom uso : na ra Nova, n 67.
999999999f9$-999r**+*
m, 9
f>' Vendem-se cortes do calcas do brim 9
+ branco, trancados 1/; ditos de dito *4
9 amarello e de puro linho, a 1,440 rs. ; 9
0 ditos de dilo de crese de bons pa- 9
9 drOes, a 1,440 rs. cortes do colletes #
, de sarja de algo-liln c seda, a 640 rs ; *?
4 eoutras muitas fazendas muito em 4
f> conta : na ra do Queimado, loja do f|
* s,d rado amarello, n. 29. t
2 *
m$999999**99 *?*?'
Vendem-se 5 lindos moloques de nacfio
e Ci ionios, de 16 a 20 anuos ; 8 prelos do 20
a 30 anuos, sendo 2 muilo bons ganbado-
res do ra e ser vicios ; 1 mulalinho de 16
annos, bom para pagem ; 2 ditos do 20 an-
uos ; duas niulalinlias do 18 a 25 annos;
uma cabocla boa para o campo por ler
bem possanie ; duas pretas de meia idade,
boas para o servlCO ; nssm como outros
muitosescravos: na ra da Cadeia do lle-
cife, n. 40.
Vende-se superior erra de
carnauba, cm grandesepequeas
porcSes : na ra da Cruz, n.. a4-
I.irra Jnior & C. tcem para vender
uma escrava moca, por preco commodo,
vinda da Babia: quem a pretender dirja-
se a ra da Cruz, n. 28.
--Vende-se, na ra do Crespo, n. 11, um
diccionario de Moraes da quera edicto,
novo, por 30,000 rs.; Magnum Lexicn, por
4.500 rs.; Historia sagrada, por 4,000 rs. ;
Eloquencia Nacional do padre Miguel, nova,
dous volumes, por 4,500 rs.
Vende-se um escravo : na ra Direila,
venda que foi de Jos da Penba, n. 23.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em velas,
fabricadas em uma das melhores fabricas
do Bio-de-Janeiro, sortidas ao goslo dos
compradores e por mais barato preco do
que cm outra qualquer parte : a tratar com
Machado & Pinheiro, na ra do Vigario, n.
19, segundo andar.
;\(HO soriiiiiL'itio de la-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6. ao |)
do lampea'.
Vendem-sc cortes decassa franceza com
10 covados a 2,560 rs. ; i ceas de cambraia
de quadros com 8 varas a 2,720 rs.; cassa
preta para lulo, a 140 rs. o covado; zuarte
rom 4 palmos delarguia a 200 rs. o cova-
do ; riscado monslro a 220 rs. o covado ;
chitas de cores lixas a I60e180rs ; cha-
les de larlalana, a 500, 800 o 1,000 rs. de
muito bom goslo ; cortes do brim de puro
lioho, a 1,280, 1,500 e 1,600 rs.; chapeos
de massa a 1,600 rs. ; ditos de seda a 640
e 480 rs.; cobertores de algodfio america-
no, a 640 rs. ; picote muilo encorpado a
180 is. o covado ; pechas de madapolSo mui-
to fino e com tintas de molo, a 3,600 rs.
Vontni-se duas loalhas do lavarinto
para rosto, muito bem feitas ; 2 quartolas
p: i azeito ; 3 Itamlrct para o mesnio lim,
em meio uso: na tua do Cabuga, loj.i
D. 9-
-- Vende-se uma pieti 'o bonita tigur.i,
boa cozinheira o engou.m id< ira : na ra co
Sebo. n. 8.
-- Vende-se um huir, ncames e poha-
mesparanKvio: l'i' '> l"m estado: na
ruada Cruz, n. Cl.
^f*JSBBo*otq
para curar da phtysica em todos os seus
dilTerentes graos ou motivada por consii-
pacOes, losse, aslhma, pleuriz, esarros do
sangue, drde cosase peitos, palpitacSo
no coracSo, coqueluche, bronchites dr
na garganta e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
Do todas as molestias que pnrheranca li-
camaocorpo humano, nenhiimi ha quo
mais deslruitiva tenha sido, ou qu' lenha
zombado dos esforcos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmcnte conhecida por moles-
lia no bofe. Km varias--pocas do se-
cuto passado, tendo-se ollerecido ao publi-
co dilTerentes remedios com atlestados da<
extraordinarias curas que elle ten feito ;
porm quasi que em lodos os casos a HUNO
tem sido ap-nas passageira e o asente
torna a recahir em peor estado do que so
achava antcsdcapplicaro remedio tilo re-
coinmendudo oulro tanto nao acontece
com este exliaordinario
Xarope do Bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nosta cidade o provincia, noitn ados pelos
Snrs. It. C. Vales & Companhia agentes
geracs no Rin-de-Janeiro mudaram o de-
posito deste xarope para a botica do Sur.
JosMariaG. Ramos, na ra dosQuarleis, n.
12, junio ao quartel de policia, onde sempra
acharilo o nico e verdadoiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Aviso importante.
Beneficio publico.
O armazem antigo da ra da Madre-de-
Deos, n. 36. esta de novo eslabelecido de-
baixo das mesmas comcifla, olferecendo
a deliciosa pinga do vinho da Figueira pe-
lo limitado proco do 180 rs. a garrafa, e
1,300 rs. a ciliada, a de vinho branco de Lis-
boa por 220 rs a garrafa, o 1,600 rs. a ci-
liada, a ite vinho do Bordeaux por 160 rs. a
garrafa levando o casco. Nao so admiiem
os fieguezes do baixo preco por quo se von-
j de a delhuwi'l|g,.<- '" J- >'"- '"
proprietario querer sustentar o antigo pre-
co, embnra esto genero tenha subido o rne-
Ihortlc 30,000 rs. por pipa. Examinen! os
amantes a qualida lo p*rn recouh. cimento
da vordadoc contimiaco da anliga fregue-
zia. E para nilo haver usuras, est.lo prouip-
las garrafaa lacra las o Com o competente
rotulo, assim como barns de diversos ta-
maitos para piovlslio do prximo Natal.
0 proprietario conla com concurrencia;
do contrario, tornarSo os procos do reta-
dlo a primitiva de240e 280rs. a garrafa.
*f Loteras do -Ufo-ele- |
Janeiro,
i Aos O.060^000 rs.
20.a u favor do inonle-pio.
Meios bilhete. 11.000
Quartos.....b&o
Uitavos..... a,8oo
Vigsimos. l,3oo
Na ruado Collegio, n. 9.
Nesta casa venderam-se,
com premios grandes, os bi-
Hieles da I I .'lotera da M-
1 sericordin :
S Ns. 3960.
1
5638.
3o5s.
3:000,000
1.-000,000
loo,ooo
% e outros muitos de c|iiaren-
II ta c vinte mil rs.
Espcra-se a lista da 11 lo-
% teria do thesouro.
9-mm W9W# wf*1*!.
Na ra da Cruz, armazem n. 33, deS
Araujo vende-se cal de Lisboa, om barris
do 4 arrobas viuda pelo brigue JVoeo-l'-
ceaor, por piec,o commodor ; bem como Tei-
jilo cm saccas, muito bom, branco e de
outrasqualuladcs, chegado do Aracaly, por
preqo em conta ; assim como sol*; couros
miudos; saptos e caixas para rape de lo-
dosos lanianlios.
Clieguem ao barato.
Na rita do Queiniado, loja nova,
n. 8,
vendem-se riscados escocezes com quatro
palmos de largura, a melhor fazenda para
vestidos,tanto por serem de lindos padroes,
como por seren de cores lixas, pelo barato
proco do 2,560 rs- o corte ; pevas de cassas
de quadros para cortinados e babados, a
nilo patacas e meia a peca com 10 varas;
es melhorrs curtes de vestido de cambraia
do salpicos, br.neos e de cores, fazenda
bem propria'para vestidos de meninas, a
4,500 rs. o corte com 8 e meia varas ; Cha-
los imperiaes, psdrOes iguacsaos de seda,
a 2,000 rs cala mTditos de seda de bo-
nitos padroes, a 8,000 rs cala um ; e oulras
muilas fazendas que se vendem por preco
commodo, dando-se de ludo amostras.


Vende-se um cabriole! inglez muito
forte ,' em ptimo estado o pintado do novo:
na cochoira do Sr.lMounicr, no Atcrro-da-
I! .a-Vista.
Moendas superiores.
Na fundigSode C. Starr & Companhia,
om S. -Amaro, acham-se a venda emendas
do caima, todas de ferro, do um modelo e
i'onslrucgo muilo superior,
A ellas antes que se acaben).
Vondem-se ricas lnvas do pellica para
linmem e senhora pelo diminuto prego de
1,000 rs. o par : na ra doQueimado, n. 17.
lino-so as amostras.
-- Ve;idem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Taixas para engenho.
Na fundid! de ferro da ra do Brum,
aeaha-se de receherum completo rartimen-
t de laixas do* a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por prego rom-
modo o com promptidlo emhircam-se
ou eirregim-soem cirros sem despezss ao
esmprador.
4os fumantes fie bom jos/o.
No armazn) de molhados atrs do Cor-
po-Sanln, n. f6, Ua Dra vender, cheanlos
pelo ultimo vapor viudo do sol superio-
res charutos S.-Flix, o de nutras militas
qualidades que se venderSo mais barato do
que en i oulra qnalquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
rr.ilho, que se-estSo ven leudo pelo diminu- so Jnior.
ri, pelo barato prego do 900 rs. cada urna
vara.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vendem-so cortes do cassa para vestidos,
de cores (xas e de bonitos padroos, a sele
o oito patacas o corto ; ehal"s do tarlulana ,
grandes n 800 rs. ; meios ditos, a 500 rs. :
na ra do Crispo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Na run oslreita do rtozario n. 43, se-
cundo andar, vende-se um escravo perito
ollicial de sapateiro o que he bem mogo :
o motivo por que se vende se dir ao com-
prador.
Na loja do Estima & Ramos, no Aterro-
da-Iioa-Vista, vende-so um pardo adrigo-
nas mnito ricas para capitfto ; bem como
um habito esmaltado de Christo.
Tecidos de algodo tran-
cado (Ja fabrica de To-
dos-os-San tos.
Na rua da Cadeia, n. Vi,
vendem-so por atacado tres qualidades,
proprias para saceos de nssucar e roupa do
escravos a 250, 280 o 300 rs. a vara.
lohu de Flandres.
Venlom-se caixascom follia de Flandres:
na rua do Amorlin, n. 35, casa do J. J. Tas-
to prego de 500 rs. o cento.
Pos ?! I vil t icos para
prntear.
Na rua do Oollerrio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objeclos
prnteados v que tenliam perdido a crtr ar-
gntea, oslando por issoindecentes, ou inu-
lilisado*, leem uestes pos um excellento
restaurador e conservador dos meamos
objeclos somprc como novos sendo o pro-
ceSSO para se usar Uelles o mais simples ,
nada mais "lo que esfregar rom um panno
de linho mnlhado em agna fra e passado
nos inesmos pos.
Una ceiXioha contendo quantiilade suf-
lieicnte para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quintil de
mil rs.
A 4,?000 o corto de novas
alemas do soda
com lindos padrOes de listas e quadros, co-
res modernas, clarase escuras uto pretas;
(angas amarellas da India, ; roprias para
lodo o Irage de homem e de meninos ; bem
como um novo sorlimento de fazendas li-
nas eginssas por baralissinio prego: no ar-
mixoni do Itayinuiido CiriosLcile, na rua
do Queimado, o, 27.
Novo iiiadapolfto pate: te
com mais d 40 jardas
cada poca
?roni largura quasi do urna vara, fazenda
a mais lina que se | ile imaginar, por isso
ptima para ludo pelo diminuto | rogo de
9.000 r.s. a nrra : bem como tm! n c.rii
nclito de fazendas linas e grossas : no no-
vo armazem de fazendas de Itiiymundo Car-
los l.eite, na uta do Queimado, n. 27.
|_.~ ^^,- ^..xv.1::-X,::rv,-, ; -: ^
'4
tempo se nao vende: no rtecife,
rua da Cadeia, aiinazem. 13.
Lotera do Rio-de-#la-
noiro.
A os 20:000,000 de ris.
Vendem-so b;' ces, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimo.-. ...: 20 lotera concedida
a beneficio do monto pi geni. Na mesis
loja existe um restante de bilhetes da 5.*
lotera a beneficio do tbesouro publico. N
prngs da Independencia, loja de fazendis
n. 1.
Cadeiras de palhinlia e
debalaeco,
bem com oulros mtiilos trastes: vendem-se
em casa de Kalkmann IrmOos, na rua da
Cruz, n. 10.
Rap rolSofrancez,
Vende-seo superior rap rolSo francez,
nicamente as loja dos Srs. Caetano l.uiz
Ferreira no Aterro-da-ltoa-Vista n. 46 ;
Tliomaz de Mallos Kstima na mesma rui,
n.54; Francisco Joaquim Duirte, ruado
Cabug 'Pinto & Irmfio na rua da Cadeia
do llecifo, n. 19.
A elles antes que se
ac bem.
u
M
y
t
H
Sito rllegados mais modernos e asseidos
manteletes, viudos ipe'o ultimo navio de
Franga, os quaes so estilo vendemlo por me-
3! nos prego que om oulra qualquer parte : na
Vcnrle-sc superior farinha ^ ruadoUneimado, n. 17.
da mandioca, muito nova, |! Charutos de Ilavaiia
C| vordadeiros: em casa de Kalkmann Ir-
Iti I aillos na rua da Cruz n. 10.
SO Q
Vendo-se 0
; > 1 carro de 4 rodas, com os competen- Q
J* : @ tes arreios por 300 000 rs. !! MA
l\ ,'-, aparador de bom gosto por 25,000
\\p> Ti- i uma eadeirinba do arruar, com *
l< I X seas correiames, por 35,000 rs.; urna
'" >'> I 2* carleia para escriptorio com gave- J*
t | ^* las e com um pequeo armario por 9j
' ] V 20,000 rs. ; urna rica mesinba do
..;. ...;,.$) ,iia*iSli!a>^ft [O mogno.dcmolasquefazemtrinsrur- &
escura do boni- ma-1 em carteira por 05,000 rs.; 2 O
coslureir.i, eiigoniinadeira e co-
sem clieiro algum c |>or pre-
go mais roinmo oulra qualquer parle : a bor-
do do paticlio nacional Li-
ma, tundeado defronle do
caes do Collegio, ou em ca-
sa de Machado & Pnheiro,
na rua do V
segundo anda
if-'jfc
Vender"rna-pnla escura do boni- 3 ma-l em carteira', por 05,000 rs.
la figura, eoslureira, eiigornniadeira e CO-,@ grandes o superiores colchas de
zinheira cuja conduela se afianga por ^3 manco de seda encarnado com lin-
ser csemplar j urna negrnhi de 7 innos,)^ dissimas borlas, por 250,000 rs.; q
muito bonita: na rua largado llozario, j uma casa lerrea na Iravessa do PeU q
rt xnlo com bous commodos, por B0P/ ^
)^ r.s. aqual.'ende 8,000 rs. de alu- 'a
Nn rua do Crespo, loja da
esquina que volla para a
Cadeia, vendem-se 1
os acreditados brins brancos de lis- &
tras, lisos e amarellos, a 1,500 rs. o *
corte ; dito muilo superior a l.fOO 9
rs. todos - pretocazul. a 3,200 rs. o covado ; <5
w dito muilo fupeiior, a 5,500 rs. ; fus- 9!
*.' toes muito bonitos a 640 rs. o cor- (^
le; ditos de velludo muilo ricos a @
2,500 rs. ; pegas de Cambra i a de qua- f
f* dri'S de 8 varas e nieia, a 2.720 is. a S
t^ pega ; eassns pretas minio bonitas, *>
*tt* a l,4to rs. o corte ; madapolSo en fes- ^
lado muito fino, a 5,400 rs. a pega ; $
.fe' ci'ictes de caigas de selinela do c\r $<
* a 880 rs. ; ditos ile castor, a 1,000 9
^ rs. o covado ; picote muito enenrpa- ,
4) do, a I8>i rs plalilliaa Je liuho, a 500 ?$
%) rs. a vara ; o.-gui.'io iie linho inuitn li- S
? no e com 4 palmos e meio de largu- fy
f ra a 1,440 rs. a vira ; corles de &
a$ brim de lUodAo, 1 800rs. ; e 011-
(P tras multasfazendaspor piegocom- .].
<4 modo. Z
i
Vendem-se 2 cabriob ts inglczes em
muito bom estado com todos os si us per-
tences por preco coinmodo : no Alerrn-da-
Itoa-Visiu. n. 52, cotheira de l.uiz Monier.
i\a rua no jJie&po. loja
do 4 portas, li. 1*2,
ende-se o leslante dos muitns acreditados
chapos de castor preto, pelo diminuto
prego a 2,000 rs ; ditos de victorias, fa?enda
muilo duravtl, e de cores tecidas a 3..000
rs. ; cortes do camhiaia frinceza de difTe-
renles padrOes a 3 o 3,5t0 is.; corles de
cassa en m assenlo escuro e cores linas, i
2,500 rs. isloporter um pequeo toque
do mofo ; barretinas He seda pura meninas,
a 2,000 rs. e mais iiequcnas 1,000 rs. ;
calcinitas de lili) de llnho para meninas u
320 rs. o par ; chitas (iuissimas mu panno c
tintas a -JU0 rs. o covado ; brins de liuho e
algudiio de cores a 320 rs.-o covado.
Madapoles tinos a
3,GOO rs. a peca. .
Vendem-se madapoles linos.com 24 jar-
das com mu pequeo loque de mofo pe-
lo preco de 3,600 rs. peca i na rua do Cres-
po luja da esquina que volla para a ca-
en.
loja ii, 35.
arados de ferro.
Na fundigilo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-so arados de ferro de diversos m-
dulos,
Superior farinha de
mandioca.
Chegou de S -Cithirim o brigue S.-IJa-
nnet-Auguslo com um carregamento de fa-
rinha superior, acha-sefundeido defronte
do caes do llamos e all se vende qualquer
I orc.no a prego commodo : lambem se polo
tintar un praga do Coinmercio, n. 6, p'i-
m'oiro aoil.ii.
Vende-se superior cal virgem do Lis-
boa viuda pelo ultimo navio, por prego
mdico : a tratar na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Chdbrasileiro.
Vende-so cha brasileiro no armazem de
moblados airas do Corpo-Nanto, n. 66, o
mais rtr,-lenle cha produzido em S.-Pau-
lo quo lem viudo a esto mercado, por
prego muilo commodo.
A 640 rs. coda um.
Vendem-so cobertores ilo algodSo ameri-
cano, eucorpidose grandes a duas pata-
cas ; chitas escuras ile bous padrOes e co-
res seguraa, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta paia a cadeia.
AfilNCU
da rundido Low-Moor,
BA Da BENZALtA^KOVA, N. 42,
Meste est-ilielecimento ronti-
0
vendi-
una .i
ment
das, pe
vapor,
r.oado,
ka niiiii rouipleto SOrt-
de moendas e meias moen-
ira engenho; macliinasde
e taclias de Ierro batido e
de tojos os tamanhos,
para dito.
-- Vendem-so relogios de ouro e pral,
patentes inglezes : na ruada .Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de brm de puro
linho, a 1,!80.
-- Vendem-se corles de lirim trangado
pardo de pu'o linho, pelo diminuto prego
de qualro patucas : na rua do Ciespo, luja
di osquina que volla pura a cadeia.
f> <&
jj l-m piano. <)
O Vende-se um piano muito bom para
O estiulo, bonito o de cxcellenlc autor:
O na rua doColligio, n. 9.
O
A 900 rs. cada uma
vara.
NovoilgodSo california, com 8 palmos
do largura na rua do Crespo, n. 5, loja
que faz esquina parta rua do Collegio ,
vende-so o novo algodao tuneado, pro
prio para toalhas com 8 palmos de larg
<3
Barrala,
Vendem-se barricas vasias que foram de
farinha em p o bem accondicionadas :
na rua do Amorim n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
lie psito da fabrica de
Todos-os-Sautos na llahia
Vende-se em cas* le N.O. Iiiebcr & C.
as rua da Cruz, n. 4, algodSo trangado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
Deposito do Potasa.
Vende se muito nova polassa
de boa qualidade, em barrisziulioL
g. por cento no mez : assim silo .
dos por pregos tilo baixos porque seu 9
Y dono lem breve de deixar a- praga : O
O no pateo do Cnrmo, n. 18, segundo '?>
O andar. Q
Antigo deposito de cul
virgem.
Ta rua do Trapiche, n. 17, lia
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito coinmodo.
A 5'iO rs.
Na rua do Crespo, 11. 8 4,
loja de Jos Francisco
Das,
vende-se bamburgo muilo fino com 3 pal-
mos e meio de laigura e com mistura'de
algodo, pelo barato prego de 320 rs. a
vaia.
Novo mclhodo pralico e
tlieorico da tttfgoa Irn-
GOZO* por I uiz Antonio
Buraifi i v. por 6^
Acaba d appareccr no Rio-de-Janeiro es-
ta interessante grammalica pela qual cm
muito pouco lempo e sem a fastidiosa la-
re fa de eslndar de cor verbos e signicados,
so aprende a fallar, Iraduzire escrevercom
peifeigilo a lingos franecza.
Vende-se aqui na praca do Commercio, n.
2, primeiro andar.
AlexandreSpina, natural de Pisa, foi
quem no seeuloXlV fez o maior dos bous a
biimanilade que-tlccnllo eslava como sen-
lenciada depois de ccita idade a morar
de alguma calhaslrofe, como fosso quedas,
couce, IrambolhOes. canelladas etc. irlo
por cfoito de vista curta ou cansada que go-
ralmenle apparerc nessa poca: foi elle
quem primeiro descubri os oculos par
nariz: com o usodcllesse nivel la 111 as idi-
lios, as sriencias nos velhos nfio (cam es-
tacionarias, elles segueni cornos mogos os
progressos di lias, nilo os lemom as dis-
cussfles, c isto ludo lie devido ao uso dos
culos : assim, quem os qulzer bous, diri-
ja-se j-ua larga do Itozaiio, n. 35.
O gerento do contrato do rap prince-
za de Lisboa contina a vender esta boa
pilada pelo mdico prego de 3,200 rs. cadi
libra, dinheiro a vi-ta, e nio se fia a pessea
alguma, visto que nao he negocio seu e
nem lem Clizeiros para empregar om rice-
bor contas ; assim como roga novaniento as
pessoas que anula se acham a devor o im-
porte do rap que Icvaram o favor de man-
darem satisfazer.
-- Vend.'-se, a bordo do brigue Marcial
chepado do Kio-Ciande-do-Sul bon'i sebo
em rama, por prego commodo.
AJ.OOrs.
Vendem-se pegas de esguino de Irlanda,
fa/enda mnito encorpada e de ?palmos de
largura pelo diminuto prego do 5,500 rs. a
pega com 10 varase meta, e a vara a 560
rs.: na ruado Crespo, n. 14, loja de Jos
Francisco Das.
Cha brasileiro..
Vende-se cha brasileiro a retilho da
melhor qualidadeque lem appirecido nesr
te mercado : na rua do Sol, n. 1, casa de
l-.lias llaptista da Silva.
lo ultimo mvio do Havre: no Atorro-da-
llos-Vista, n. I, cisa de mbdis francazas.
Zuartes de furta-cres aj
200 rs. o covado e rs-
cado monstro a 220 rs.
Vende-se zuirte do furta-cres muito
enrorpado e com 4 pilmos de largura, pro-
prio para escravos a* 200 rs. o covado ; ris-
cado monstro muito bom a 920 rs. o cova-
do : ni rua do Crespo, loja da osquina que
volts parr a cadeia.
Lotera do Ro-de-Ja-
nero
Ao 20:000,000 de rN.
Ni prigi di Independencia, n. 4, vendem-
se bilhetes, meios, qusrtos, oitivose vig-
simos da 20* lolerii a beneficio do monte
pi. Na mesma loj mostram-se as listas das
loteras passsdss.
Ven Jem-ie no armazem do Ha cellar, no
cesda Alfandega, canastns com superio-
res batstis a 2,000 rs. cada umi.
Atlencao !
A 1,000 ris.
Vendem-se cobertores do ilgodSo dobri-
dos, ptimos tanto em qualidade como em
timando com 8 palmos de largura e 11
de com pri ment, pelo barato prego de 1,000
rs. cada um ; bem como um completo sor-
timento de fizendas novas o baiatissimas :
no armazem de lazeudas de Hay ni ululo Cir-
ios Leite, ni rui do Queimido, n. 27.
IaOJ
.DE6 ROrVIWS W2
Nrsli loja vendem-se cortes de casi-
mira elstica, dos mais bonitos psdrfies
que teem apparecido nesta praga a 6,500 e
7,000 is ; lengos para gravatas, dos melho-
res gostose finos em quilidade, a 1,500 c
2,000 rs. ; chales de la e seda de lindos
padrOes a 5, 6 e 7,000 rs. ; ditos mais pe-
queos lodos de seda e muito finos, a 6,000
rs. ; ditos de cadilho, 480 rs.; lengos da
mesma qualidade, a 120 rs.; merino pre-
to de duas larguras, a 1,500 rs.; dito mui-
fino a 2,000 rs. ; cortes do cambraia de
cores lisas, a 2,000 rs. ; vestidos bordados,
brancos e ile cores a 2,000 rs ; cimbris
bor.ladas,brancas e de cores,a 320 rs.; Jilas
.de il i llrenles qualidades a 240 rs. a vara ;
chitas de bons pannos e de cores lisas, a
140 rs. o covado; e nutras militas fizen-
das que pela qualidade e pregos convidam.
Vende-se uma mobilia de Jacaranda ,
sem uso e de muilo bom gusto : nesta ty-
pograpbia se dir quem vende, ouannuu-
cie.
ramio linho do Porto,
entre-lino e superior, vende-se por prego
coinmodo : no armazem do A. V. da Silva
l'.a i roca na rua da Madre-de-Deos, n. 26.
Vende-se uma escrava de 20 annos, de
nagaoMognmbique, de muito boa ligura ,
que engomma, cose cozinha e serve a uma
casa o melhor possivel; urna dila boa bo-
celeira de vender fazendas na rua ; urna di-
ta de 18 annos, com bons principios de ha-
bilidades pura uma senhora acabar de edu-
ca-lu a seu gosto ; uma dita que cozinLa ,
lav e vende na rua ; um preto bom para
lodo o servigo tanto d.-r praga como do
mallo : na rua do Collegio, o. 21, primeiro
sudar, se dir quem vende.-
Alffodao (Ja Babia.
Na rua di Cadeia do llccife, n. 50, ven-
de se em pega e a retalho o famoso aigodo
da fabrica de To los-os-Santos na Ilahia o
melhor que ha para couducgflo de assucar
embarcado e roupa do escravos, pelo seu
curpo e dnraglo sem igual, por prego mais
barato do quo al agora se tem vendido: ha
mais largo c mais estrello.
Vende-se uma preta de nag.lo, que co-
zinha, lava, c he vendedeira de rua ; um
prelo de nagilo, mogo, proprio para todo
o servigo : na rua larga do llozario, n. 35,
loja.
CiI virgen..
Cunha Amotim, na rua Cadeia do Re-
cife, n. 50, vendem cal virgem de Lisboa,
de superior qualidade por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parto.
Loteria do l&io-tfc-
pital da S.-Casa na rui da Cideia do Re.
cife, loja de Terrigens, n. 56, e com el|(
grande sorlimento de bilhetos, meios, qmr.
tos, oilavos e vigsimos di 20.a loteria
beneficio do monte po. A elles antea que
se acaben), pois esto no reslo.
Vende-se a taberna siti ni praga di
Boa-Vista, n. 26, com poucos fundos o bons
eommodds para familia : a tratar na mes.
ma taberna.
-- Vende-so umi esenva com habilidades
de ptima conducta, bonili ligura o sln'
vicios :ni rua di Cideia, uo segundo andar
do sobrsdo da esquina do becco do Ouvidor
-- Vende-se milito multo superior a 1,500
rs. asacca: no caes da Alfsndega, armi-
mez de Francisco Das Ferreira, n. 7.
Vendem-se superiores meias
de linho,- chegadas ltimamente do
Porto, por preco commodo ; na
praca da Independencia, casa ama.
relia com fazendas, o. 1.
Vendem-se dous bons queraos : ni ra
do Collegio, 11. 5.
Diccionario da lingoa
porto gueza
por Constancio, ptima encadernagao t
por prego muito commodo: na rua do Sol
n. 1, rasa de Klias llaptista da Silva.
Pe le do da lio
a i,280 rs. o corte de calcas.
Vende-se a superior fazenda pira Calgai,
denominad! pelle do diibo, pelo berilo
prego de qualro patacas o corte de caiga ;
ni rua do Queimido, n. 8.
Vendem-se saccas com fcijo oiulati-
nho, branco e vermelho, de 2 alqueires a
meio do 11 io-de-Janeiro, a 4,500rs. : do
caes da Alfandega, ns. 5 e "1, e os rui di
Monda, trapiche do Hrilo.
- Vendem-se meias para meninos e me-
ninas a 120, 160 e 200 rs. : na rua di Ci-
deia do llccife, n. 15. Na mcsmi loj Un-
bem se vendem barris de vinbo de cinco em
pipa de Lisboa.
Vende-se por mdico prego um piuij
de jacarando, o mais rico em gosto evozvj
na rua da Aurora, n. 24, casa de Francij'cfc
Pires.
Vende-se uma negra ba costurei-
ra, engommadeira de toda a roupa, 'de ida-
de de 18aunus: na rua Nova, 11. 17. Ni
mesma casa precisa-so do um feilor pira
um pequeo sitio peito desta praga.
Vende-se uma estrave moca, de bo-
nita figura, para seu valor ser dado a pre-
mio, com hypoteca em uma casa e sem
rendimentos para pagamento dos ditos
premios, e lambem se vende a quem quei-
ra com esta rondigo : os pretendenles fal-
len) a Silvestre Joaquim do Nascimento,
que faz este negocio no Aterro, defronle
do viveiro doMnniz.
A o barato.
Vendem-se corles de meias cisimiras de
lila, a 2,500 rs.; ditos de brim cor de gan-
ga, 1 1.440 rs. ; ditos pardos, 1 900 e 1,280
ra. ; rsguiUo de algodSo, a 3,200 ra. 1 pega,
e a 3l'(I a vara; corles de meias casimiras de
algodilo, de padiOes modernos, pelo bando
prego de 1,800 rs ; fuslfies pira collete de
bonitos padrOes, 11,280 n o corte; eou-
Irss fazendas por I ralo prego : na prag
da Independencia, loja n. 1, pintada de ama-
relio,
Vendem-se lingoas do Rio-Grande,
muito boas, por prego commodo: oa rui
di l'raia, armazem 11. 20.
Arroz de casca e uiillio
novo.
No armazem 00 Rraguez, 10 p do irco
di Conceigfto, vendem-se iccis grandei
com nrrot de casca e milho novo, pelo m-
dico prego de 3,000 rs. cada umi.
fcscrtvos jru^fcos
Janeiro.
A os <20;000,000 de ris.
Na rui doQueimado. loja de miudezas ,
n. 25, vendem-se bilhetes, meios, quartos ,
oilavos e vigsimos da 20. loteria do monlo
pi c 5.' do.lhesouro.
Na roa da Cadeia do Ro-
cifo, loja n. ;.(). de Cn-
nlia & Aiiiorini, ven-
dem-se
cambriiis do cores para vestidos de senho-
ra, a 2,560 rs. ocilo; alegra para ves-
tido, a 320 rs. o covado ; riscadinhos fran-
cezes para vestidos, a 180 rs. o covido ; di-
tos issontados em cissa, a 240 rs. o coado;
alpaca de linho ou bom tom pan vestido ou
roupilo de senhora, a 400 rs. o covado ; chi-
tas Trancezas largase de bonitos gestos, a
400 rs. o covado ; chales do 1.1a e sedi, a
5,000 rs. ; meias de seda brancas e prelas
para homem, a 640 rs. o par ; panno mes-
ciado p,ra palitos e sobre-casacas, pelo di-
minuto prego do 8,000 rs. o corle de tres
covados; casimiras escuras pin caigas, a
6,000 rs. ; ditos de dita ; reta, 1 8.000 rs. o
corte; panno' prelo lino, boa fazenda, a
4,500, 5,000 o 5,500 rs. o covado ; corles de
castores muiloencorpados para caigas,
1,280 rs. ; as mais modernise bonitas chi-
tas Unas ; e oulns multas fazendas por
prego muito barato.
Lotera do Kio-de-
laneiro.
- Vendem-se ricos chapos de seda de
" pequeos de qnatro arrobas, por od"a8 ,COres -manteletas de seda de co-i
u" \l Ln ;\ la ,, ; rcse(jra",4 chapeos de palha para lenho, KOS 15*3:000/7000 de rl8.
u-lpreco uarato, como ja ha muitolra.meu.ii.se meninos: ludo ebegado pj llecheg.da. UsU da ll.-ioUri. do boa-
Fugio, no da 3 do correnle, um ei-
bra de nome Joan, baixo. retorcido, pouc
barba ; tem a orelha dircila fuida, e o de-
do grande do pedireito corlado ; levou ca-
misa de algodSo trangado nova e caigas de
brim azul: quem o pegar leve-o ao Aterro-
da-Boa-Vista, n. 42, que ser recompen-
sado.
Fugio, no dia 8 do torrente, prela
lielliua, de nigllo Costa; levou vestido ve-
llio de riscado de chita, camisa de ilgodSo-
zinho, panno da Cosa, um chapeo de sol,
de menina de escola, prelo e com franja a
rodi; tem os ps grossos e is peinas fo-
v.eiras; he bastante bucal; casluma a fu-
gir para a culade de (Hindi o vender IgOl
em S.-TherezB, c lambem fuge pin Casa-
Forte, l'assagem-di-.Migdileni 0 Afogadoi:
quem a pegar leve-a a rua do Rangel, n.
36, que ser recompensado.
60,000 rs. clegratfcacao
Nodii23de agosto fugio um paulo '''
nome Maninho muilo mogo, represenl
ler 15 a 16 annos sem o menor indicio de
barba cor clara cabellos um tanto g""'
des mas sem seren carapinhados denle
limados, rosto redondo, estatura regular,
muito esperto; falla muito ipreswilo
com algum embarago quasi gaguejando
tem os dedos das nulos um lano cuno*1'
so com dilliculdadc pude espiclu-los, |''!
grandes; diz entender alguma cousa de
botica 1 or ter sido escravo do plum'
ceutico, o Si. JoaoCancio l'ereira Freir'i
levou cilgas de riscado de aigodo curo
lisiias a/ues camisa de midipolSo; I"
na lu al da rulado di Victoria onde mor
sui mu eav lugar este para onde ja fez
uma fgida quindo en escravo do di'0
Sr. Canei. os apprehendedores o poJer"0
pegare leva-lo 110 abaixo iisignado, fl"a
.oirerece 60,000 rs. de gntificicllo; is*in
como protesta perseguir quaulo is leisi) p'r'
m 1 id lem quem acollare nfio quizer en-
tregar dito pardo. t\ancitco loaquii* l'e~
tira Lab :
- Fugio, da'casi do abaixo iSMg"ido v|
no dia 7 do correnle, a sua escrav Joano'i
de nagflo, de 25 annos, altura regular; i''1"
uma cicatriz na cahega aoude lem algum*
filia de cabello; tema barriga algumi co"' m
si crescida e ps um tinto lidiados : qu( B
a pegar |eve-aa ruad Hospicio, junto s*
leSode oro, queaergrriilirado.
Nanoel Uodriguettlt Albuijuerajii-
Pam. : ka trp. de h, i. de raai*.
1840


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