Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06680


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Full Text
uno XXV.
Snhbado 6
FAUTIDA OS CORRElO.
Oanos e ParhiM,v(!iinda. o seta-fvIras,
n.C,raiidc-do-Norte, quiuias-leiras ao meio-
( ibofsorluhaem, Hip-Formoso, Porlo-Calvo
Maccid. hoi.". lUildc cada me.
f-raiiliuns e Honilo, a 8 e 23.
B.',a-ViW e Flor.', a 13 e 28.
Victoria, quinta-fera.
Ulinda, lodo o da.
..jEMHHS
EPHEBinlDIS.
i ni.Chela a I, 3h.e I3m.da t.
Miog. a 8. at 10 h. 24 ni. da m.
Nova a 16. 2 h. c Mm.da ni.
Cresa a 24, i A h. e 44 m. da m.
PREAMAR BE HOJE.
Prlmvlra as 8 hora e 30 minuto da tarde.
Segunda a 8 hora e&4 ininuloi da manh.
de Outubro '225.
VBEOOS DA SUBSCRir-cAo.
Por tres mezo (dia.tados) 4/000
Poreismezes 8>tHKi
Por um auno "15/000
das da sema-ja.
1 Seg. S. Julia. Aiiil.doJ.dotnrr.edom.dal. v.
2 Tere, k. Leodogario. Aud. da chae, do da I. J.
v. do civ. e do dos fritos da hienda.
3 Ouart. S. andino. Aud. do J. da 8. v. doclv.
4 guint. S. Francisco de Assi. Aud. do J. do or.
c dom. d I. v. .... j .
5 Sel. S. Placido. Aud. do J. da 1. v. doclv.
e do dos frito da fazendi.
U Sao. S. Ilruiio. Aud. da Chana c do J. da 2. v. do
orlte.
7 Dom. NossaScnhora do Rosarlo.
..-. UPO !**"'
CAMBIJ". EM 5 DE OOTOBaO.
Sobre L-nlros, 2? d. por 1/000 rs. a GO dias.
Taris. 570.
. Utpoa. 110 por cont.
Ouro.-O .ca heapanhys......... 31*100 a
lioedadeu>m0.velhas.. I.WiiMi a
. de 6/4'Mi nova. 10/iOO a
do4fi.00.. ... ... W4O0 a
/raa.-Patacoe bra.ileiro...... /W a
Pesos columnnrios....... I#WU "
Ditos mexicanos.......... '/ OO'1*
*ag iimifi ir TS-fn-j.-;
:, 1/500
17/100
1(59700
i/BOU
l/!i80
2/100
l/.i2u
PARTE OFFICIAI.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Tendo-me sido presente o officio de 57 do
mes panado, em tjue Vine me parllcipav que
o delegado tegundn supplente em excre.c.o
anta comarca remellara para etla capital tres
recrutas por urna patrulha de polica, coin-
mandada pelo cabo Bellarmlno ordene! em 3
do corrente no che fe de polica que me Infor-
maste te com effeito eram reerulat os trea In-
dividuo que Vmc. declara terem sido remet-
tidos, declarando circuinsttnciadainrnle os
olivos de sua prlsSo e remessa, e fazendo-os
illar immediai.uiente, se com ruello frein
recrutas; e aguardava as ditas iufoiniacocs
para llie responder. Vendo, porem, liojc pu-
blicado em um do jornaet desla cidade o scu
mencionado offlcio, julgo conveniente sem vi-
perar as dita tnfbrmacoe adverti-lo: prlmel-
iii. que Vino, obrnu Incorrentemeote, dando
publicidade aquelle officio antet de eu ler
11 mi! vnlo subre o en objecto, e que com csse
rito contrariou a marcha regular di
publica administrado, como j fol declarado
ni aviso de 27 de fevereiro de 1847, expedido
pila secretarla de eslado dos negocios do im-
perio, e communlcado ao julte de dlreilo e
iiiunicipaet desta provincia em circular da pre-
sidencia de 26 de marco do uietmo anno : e-
Jt'ndo, une Vine, laliou ao cumprlmenlo do
*iu .igoioto dever, piando, Informado de que
os iris individuos remettidos esta capital
eram remita, deixou de proceder contra o de-
legado para verlftcacio de sua responsabilida-
pe, por ler recrutado contra a ditpotteo da
lei e da ordens do governo : lerceiro, que, se
o delegado respondeu a Vmc. que nao suspen-
da o recrutainento emquanto nao tivesie or-
driii do cluTi' de polica, fol mal cabida a pru-
dencia de rfuc Vmc dlt ler uado para evitar
desiutelligenclas; poiquanlo nao he intencio
do governo que os julzes de dircito conservem
ntrlligencia com os empregados da comarca.
seus subordinados, especialmente os de poli-
ca, trauslgindocom osseusdeveret, c drizan
do de os responsabilisar por todos ns abusos
que commetlerein contra as Icisot contra a II-
bi-rdadedotcidados: qiisrto, que a sua pre-
tendida piudencia se nao pode combinar com
o faci da publlcacao do seu offlcio antes da
auioridade superior ter a elle respondido : e
quinto finalmente, que Vmc. deve proceder
ueste objecto como fr de dlreito, cqueem
caso scinelliaiiles deve preferir retpons.bill
sar, inda dando lugar a desintelligencias, i
procurar o escndalo e descrdito da auiorida-
de policial, delxando impune o delicio que
liouvcr commellido.
Unos guarde a Vmc. Palacio do governo
do Pernambuco, 5 de outubro de 1819. -
Honorio Ha meto Carneiro Le3o. Sr. jua
do dircito interino da comarca do Linio
eiro.
um despotismo militar sem freio e sem li-
mites, com um estado de sitio indefinido,
aconipinhido de execuces diarias e laxas
arbitrarias.Rslas silo, segundo so diz, as
contuertos da Austria. Assiin he que ella
pune o crime de um povo que em um mo-
mento particular ousou aproveitar-se do
ostado da Ualia o algumas circunstancias
favorveis para lembrar-sodesua piimeir
existencia,e desejar ser outra vez senhor de
si. Veneza no pode aceitar tacs condic.oes,
e est resolvida a sepultar-se antes dehnixo
de suas ruinas do que subscrever a ellas.
E poder a Franca, poder a Europa civili-
sads tolerar que ollas Ihe sejam impostas?
J no llavera entflo nenhuma unifio nem
nenhtima responsabildade mutua entre M
nacOes J nao ha ver entilo cima "dos di-
reitos secundarios os direitos eternos do
justica e humanidad* r-J nflo haver entflo
nenbum dos principios inviolaveis que ga-
rante a dignidade e liberdadede um po-
vo! Bem sei que a resposta dos homens
polticos serS tomos dous expedient- 8
que adoptarou deixar a Austria abusar de
sua victoria, ou declarar a guerra contra
olla. A politica foge, e lalvez com rasSo,
de adoptar o ultimo recurso ; mas por mi-
nha perte creio que se pode adoptar um
mcio entre estes dous extremos, e que a l-
fluencia da Franca podo ser empregada ate
um certo ponto sem elTuslo de sangue.
A Franca hepoderosa, e-pde usarde urna
lingoagam forte,quando, prescin lindo de
todo o interesse particular, se faz a defen-
sora dos fracose opprimidos. He este um
papel que convem Francj, e, em miiiha
opiniilo, lanibein Inglaterra. Se estas
duas potencias obrassem de accorilo inste
negocio, podara a Austria, no obstante a
gua conhecida obslinacfio, resistir por mui-
to lempo? Amoacaria ella com a* guerra ?
l'iuciiiiiiia fazer novos inimigos, quando
Ihe he 13o difllcil resistir aosque j lem ?
Que ella risistiria at a ultima extremida-
de, se a caso se exigase que lizessu alguina
cousa que Ihe fosse deshonrosa, isso com-
prehende-se bem; | orm, quando se Ihe pe-
de smenlo que nao seja demasiadamente
de estado ao Dr. juiz de direito Josi-Telles
de Menezes.
dmbio m mmum
ca ipiidi tnftrmo* : siio estas couside-
BXCirE, 5 DE OUTOBBO DE 1849.
Dando publicidade correspondencia, que
em lugar competente vai inserida, quitemos
exhibir mais urna prova de nossa impar-
cislidade, e fnzer ver que nenhum outro
motivo que no seja o desejo de quo preva-
leos overdadeejustic nos induzio a aven-
turarmos algumas reflexoes acerca da pre-
tenco dos herdeiros do marque;, do Iteci-
feaosbens quo conslitucm o patrimonio do
hospital do Paraizo. Nlo excedemos a mis-
silo de escriplores pblicos quando tocamos
em um negocio que, embora tonha de ser
submeltidoaosjiiizes do paiz, mo est in-
da decidido, o nenhuma rasio de conveni-
encia ha que podesse embargar a livre dis-
cussilo delle, nem mesmo compromclti-
mento de inturesses particulares ; pois que,
se um tal motivo devesse embarazar ao jor-
nnlisla, limiladissima (icaria esphera de
sua accBo. sendo como he raro que os inte-
resses pblicos sesustentem e prwalec.am
sem que algum interesse particular se no
julgue compromettitio.
Nossos limitados conhecimentos do juris-
prudencia nos n3o permillcm urna discus-
slo nprorutidada sobre a materia ; ser,
pois, resumidamente que expnremos a ar-
gtimenta;1o que nos faz manter e susten-
tar nosso pritneiru juizo, nimia depois de
termos lido c meditado Subre a dita corres-
pondencia, tratada por hbil advogado, e
assipnadu pelos herdeiros do marquez do
Uecife.
A lei de 6 do outubro de 1833 no scabou
cer'tamenle com o hospital dti Paraizo, co-
mo pretende o hbil advoga lo ; os arlipos
I ,* e 2.dola eslabeleclam quinto era suf-
ficicnte para a |iiobiliit"io de novas iiislitui-
ces do morgados capellas ou vnculos, pu-
ra a extincQo dos exigentes, 0 dispOil^ao
.. n> k.n> .ln linsnilal do irqur mri'u i/ii:>'<'' i/ermiu : sao estas cousiui -
le existente sobre os bens do hospital uo J n..oa fom(, ,,' 0lll. (|I1C |Cv.i.-.
Paraizo.. .i ,, f pugnarmos pelo nosso direilo. Fol a le de I.
A competencia da assemblca 8t'.P'|Seoutubro de 1S3:. e nao nos quem acabou
nquelln decreto deslre a competencia u rnm ai capellas e
isiembl provincial para legislar sobre. se*|qUrr natnrnil e i
todos os vnculos de qual-
lenoininacn que fossem : r
1835. .. | dar.un dinlieiros publico' um destino aconse-
E se o vinculo da Juguara nio se considn- ,had0 [H.hl mnrai,- 4,Pia relgio.
ron pertencente familia, como so podo j R, poi, fejaqual fr a opinio do adminis-
considerar de semelhante. natureza 0 vincu- irador da provincia, embora o pensar dos so-
lo do hospital do l'araizo ? I uhore, nJaMom, temo, confl mea que o re.-
cruelodemasiailmcnleii.exorave|paracom dusl,ens (|llc ,,eiSHVam do ser vinclalos :
um povo infeliz, tornado relator das ar- oarli0 3 ,,Kcl,iramioqUe n disposMes
masojogo dasrevolutes em a parte in- i|() f c2o!0 eomprebendiam os vnculos
EXTERIOR.
ROMAE VENEZA.
(coaaasroNDENCu do timrs.)
J'aW, 1* tegraldeseu imperio, quem podo crer que
obstinadamente o recusara ?
Esta obra he digna a Franta. Mal baja
o governo que teslcmunbar com olhos en-
xutos a agona o morte de um povo venci-
do^ O que diz j a historia, e o que lira
para gempre a posteridado daquelles que
deixaram destruir o dividir a Polonia ? Ve
noza sem duvida be de menor importancia,
poiem o direito de um eslado pequeo nio
ho menos sagrado do que o de um grande
Trabalhar para a salvaQ.lo de Veneza, ou
a NHo he rnenle em Roma que um sen-
timenlo de desgosto existe por cans da
conducta reaccionaria do triunvirato cle-
rical que substituio o despotismo democr-
tico do Mazzini o seus collegas. A opinio
publicAaqui expressa-se tambem mu for-
temento contra os desarrasodcs proccdi-
mentbir dos couimissarios pontificios que
representam a auioridade do papa. As
medidas de precaiKjflo, adoptadas ultima-
mente contra alguma tentativa de rompl-
me'nto a que opino romano em um momen-
to de grande excitamento jde ser levado,
leem produzido em Pars muto desconten-
lamento, at mesmo naquelles circuios em
que nenbum preconecito existe a favor do
governo democrtico, ou mesmo leigo nos
estados da ignja.
A induca dos representantes da auio-
ridade do papa lem chelo de desgosto e
sustos aos mclhores amigos de S. Saiilidade,
c o proprio governo francez parlioipa com-
pletamente da opiniSo mu geralneule ex-
pressaila sobre este assumpto. Sel que ms-
inicces fram ja iransmillidas ao ministro
fruiteat para representar em termos energi-
cosonlra a contiuuat.lo da reacao, e, so
suas represenlcoes no frem alleudidas,
ha raaQopara crer que a.lingoagem empre-
gada ero Cela ser anda mis forte.
Oatcobispo de Pars dirigi una lunga
carta ao ministro dos negorios estrangeros
a espeito de Venczs. 0 reverendo pre-
lado confessa sua repugnsncia a Inlro-
arller-sB nos negocios lemporacs das
...naques, porcui diz que considera o caso de
Vuueaa como urna questSo de justiga, do
humauidade e de civilisatmi- D 'I os do
expresstr suas opinifics quanlo juslga
das pretentii^s de Voooza a consideratilo e
sympalhias da Austria, o arcebispo conti-
na cerno se segu:
A Austria recusa toda a concessin e to-
da a pruinessa de una coustituto ella
niSo atleiule mais as tin.idas represenla-
(Oes das potencias ; ella recusa negociar.
Ella quer dictar a cidtde lelielde us condi-
(ffes do sua existencia presente futura, e
que eonditOes sSo esia>? Seio poi ventura
adniissiveis? Serfio tolera veis? Ha por aca-
so em sUa conducta para com Veneza al-
guma codsa em que se possa descobrir a
mais lgeira geoerosidade? No inipoe ellas
esta infeliz cidade a oeccssdade de esculhor
entre a deshonra e o desespero i Ella quer
3ue o povo se rauda disc ic.lo e sem con-
icOos;-ella quer carrega-locomopeso de
urna divida enorme, debaxo do qual nfio
I pode deixar de cahir;--quor expellir da ci-
, dadeaOOollleiaesdo marinba com suas Ta-
1 millas eetivia-losfcm recursos ao exilio;-
perlcncenles a familint, e admini$tradnt pof
iiutividnos dtllai, no leve mitro Rm senflo
maniere conservar os vnculos da natureza
dos do hospital do Paraizo
Desnecessario nos paree, pois, o exame
do que sejam morgados, capell'S e vncu-
los ; o essencal he saber-so se os bens vin-
culados que consliluiam o patrimonio do
dito hospital eram pcrlencentes n familia do
marquez do Itecie, ou so. leudo um (un pu-
blico, como a dotagao de um hospital do
caridade, snoounftodos vinculados que o
pelo monos provenir sua total ruina, seria _,,,-; Va de c lie outubro leve em vls-
lambem digno do ministro que presente-,!1
n;ente
nossos negocios
tria, e salvar os estados vene/ianos de urna "^--v-^^ quo 8Ug arglllIielltu-
'Tluwlo?.; promessa. feitas ^^Sg'Sff.ffSi ,.iaicao, e
nem mesmo do soccorro que Ihe fo. m.n.s- \ """^ "J Vm?'ali* desnreessario para
irado: fallo smente da Franca, dos inte- mos Uo seu exime, n
resses de sua gloria de um ministro que nos ^"??23?aB< 0 hospital do Pan10
he charo. Eu o conjuro que volva seos olhos "a se amrmar qu
ira o Adritico, ou ant^s para Veneza. que ^n^St!mSX SS
piomuva osinteresses dsquelle rnteliz po-,. ',;10 J"1\^ rfr(.lol, doacCs em
o, certo de que, sss.m obrando, athltririri,MSigS,'"e >MH "teiranienle
eiernos ttulos gral.dSo de lodos te,"Sa7Smi
que amam a Justina e aborrecem a iniqui-
dades
IMTEAIOBo
estranhss familia do marquez do Itocife,
e nenhum desinlerssedo bavera que possa
sustentar que laes pessoas qunerain locu-
plelar una familia, c nflo augmentar a do-
tado de um cslabclecimento publico.
Como tal o consideren sem duvida a re-
soluto do 13 de outubro do 1831 quo man-
dou reunir os bens .leste hospital com os
dos outros existentes nesla cidade e em
Olinda par licarom todos dobaixo de urna
s admiiiistrac,o
E noto-seque esla resoluto da ossem-
bla geraj,posto que transito..amonto ficas-
:l.JZZiTL\i lei provincial de 7 de maio
ALAGOAS
Extracto do txpiditnle do Exm Sr prttidtn-
le Dr. oii lenlo da Cunha e tigtteire.do.
17 DE AGOSTO
Ollcio. Ao ch"fe de polica, acompa-
nhando a copia do aviso do ministerio da
justica. datado de 23 de julho prximo fu- ">jn.^a,, eslava em seu pleno vi-
turo, que declara que, .1u1doI.f."^"|!r";nCd" se publicou a lei de 6 de outu-
amanuenses da seci atara de polica de.xem w quan Y
de servir. itSodevem os novos nomeadoster, uroIa"'?JO: idmil,slraca0 do hospital do
mais de 100,000 rs. de vencimenlo. | r''.? '{.wno so publicou a referida lei,
De igual leorao inspector intenno da lhe" J,^'0,'teicia a nenbum individuo de fami-
souraria de fazends. .. sjm'j commissao biennal de 5
ze'rdespez. algumaconi csse *\?a objecto, nem dbporda dmioistr.cSo
vito sen. -i'mn^*lto%JE aliar diverso modo daquelle que se achava
te, uno obstante qua_lqer applicas-io Ja de- ^cr^ljnl,do pt.|a 8semhlea gera'
deros do marquen do Itocife ; e pulanlo,
por maiurin de rasilo, nlo licninlo extinct)
aquelle, nlo licou este.
O hbil advogado a quoin contestamos
di/, quo nada consta a respeito da instilui-
edo do vinculo da Jaguar, nem de sua con-
llrinaeilo, e por isso se nega a reeonhecer a
iialngia que achouoEsm. Sr. concelhe.ro
presidente da provincia : Julgamis, pois,
fazer-lhe servido declarando-lho que para
ler da de ambas nlo bu necesario com-
pulsar pergsminhos n velhos manuscrpto,
hasia recorrer s colleccjOes de nosaaa lli e
consultar o decreto do t do iunbo de 1787.
os nlvars de 23 de nove i bro do ni sino
auno, o de 5 de fovoreiro de 1810. Avallada
por i-ata legislacBo a InsliUiicflo do vinculo
da Jaguan, p le o hbil advogado compa-
ra-la com a do vinculo do hospital do l'.i-
raizo ; o se o priui'iro nio l'oi Jtllga !<> cx-
tincto pela lei de do oulubro de 18,'l, os-
lamos que nem mesmo a mais extremosa
dedjcacflo pelo Interesse de seus cunsltiu-
intis Iho poder fa/er enxergar nesss le a
extinccilo do segundo.
O D/arto-A'ot de boje publicou sli s opi-
urapbo-vnToLnB-um olli.o em que*u
fuii de dimito interino da oomsica do l,i-
mociro paiticpou ao Exm. Sr presidente
,|a provincia que 0 delegado supplente
daauelU comaica romotlrs para c^ta cu-
piUl, ainSHdomezpisstdo, tros recrutas
que fram cunduzi los por u na patrollia do
polica, cominandais i co cabo Bollar-
mino. ,
t.'oin semelhanle transcrlptloa reoaceno
da gazeta citada quiz so.n duv.da de.xar
aperceber que.apezar das mala terminantes
ordens de S. Exc, se estiva recorrendo ao
reorutsmonlO para frustrar a lber lado do
voto, n qual constitu urna das principis
bases do programis administrativo do ac-
tual governo do S. M. o Imperador. Entre-
tanto, nial ssbiam os collega que, ao lem-
po em que fazlsm lal insInuacRo, Jasoha-
v.im dado ns precisas provi leudas para
que se nullificasse o acto do delegado, caso
so vcnucisse que elle linlia o mesmo l.m
qu"! Ihe einprostam, islo he, so pnrvenlura
se reconhecesse quo os presos tlnlum viudo
par qui como recrutas.
Certo do queda lib.-rdiilo de vol de-
pende a realidade .lo liberal systeuia que
nos rogo, o Exm. Sr. presidente da provin-
cia nada poupar, nos vu-lo fllrmamos,
para cmsoguir que nflo sophisinem:
Lalquer quosejs a categora da untonda-
.loqiio conimetter o delicio do tentar con-
tra o voto livre, essa sOtorldad ser seve-
ramenle ponida; c o rclo, i-l> qus al
di licto se cons'ummar, nlo recoher a sane
rf(0 de S. Exo. ; ao contrario tora de sor inu-
tilisado por portarlas como a que trans-
crevomosem soguiJa :
Illm. Sr.l>srticip*do-me o juiz di-e.to interino da comarca do I imoeiro em
o|llclode27do mez pascado que o segundo,
supplente do delegado da dila comarca re-
metiera para esta Capital, a 8* '"" ;s'""
mez, tres recrutas quo fram conduz dos
por urna patrulha de polica, commanduda
pelo cabo de polica Bellamunn; cumpre
quo V. S. me informe se com clleito s.1o ti-
crutas os ditos tres Individuos, deelsrsrsii-
do-mc eircumslanci .dan.ente os mol vos de
sua prlsflo c remessa para esta capital, e. la-
zeudo-o* soltar immediaUmenle se rorem
l'i' C V i i t '1 *i
. Deo's guarde a V. S. Palacio do gover-
no de Pernambuco, 3 de outubro d* 1W9 --
Honorio llermcto Carmlro Udo.-Sv. chefo
de polica.'.
Correspondencias.
terminada pelo seu antecessor.
18.
io. Ao inspector provincial, man- '
urovinciai legisb^u de fac-
islou nossa poca sobre prefei-
assemblca urovincia
to, como legi
Offlcio. Ao inspector pruv.i.u..., ....- vigorBran, pUr viriuua a io.
Jando satisrazer80C8TCcre.roida cadea des- < qUp0s eflo d
ta cidade a quanlia. do 18,060 rs p*rove- t ^ fajuc,JU, como transito,
tiiente da compra de varios objectos para a pendente da vida do marquen
niente da compra
To "-'ao agente da comp.nbl. dos va-
pores? mandando dar U.nspo.te par. Per-
Slbuco n ^ vapor Pernambueani ao c.pi- advogado
?B"o"5-gundo batalhOo decac.dores Eran- creo nun
nolarios e hypolhecus. Taes dispo-i-
virluds da le. de m-
le de 7
ia que
era e pen"1 imuez do Itc-
cil'o. *
Nflo concluiremos sem declarar so hbil
u Marn n. ?I0
que, no nosso entender, do de-
mero 306 de 1* de ol.lubto de 1843
Sennorr* rfuriorc: Rm H
de 28 do prximo patsado me .eram \ mes.
JguTliat 'observatdf acerca do direito com q .e
scjulRam os herdeiros do marquez do IJeiife
ao bens que con.UWlan o patrimonio do has-
pi.al do Paraizo, e, um pouco efacdrndo a mis-
o do escrip.or publico, nao reOeellram segu-
ramente que se tratava de um negocio que de-
via sertubmetlido aos juizrs do palz. como
nuil eram ompromellidos interesse. parlicu-
lare. E. pois, eremos que Vmcs. que uno po-
dem querfr aenao que a verJ.de eajusiica
prevalecam, no nos negarao, a nos os heid -
ios d'aquelle Uado marque, um lugar em teu
jornal para nos d fendci mos.
A us de ludo devenios notar que nao be a
cobica quem no. arra.tra a ***"%
pilal de lien, que Ihe pe.-lencam ; he *"
[io de nosso dircito, convic9ao formada de-
i/u/uiirr (nUrfSM picvaleccra cootiaa lei.
F. como Vine, publlcaram a integra do
despacho do l.xm. presidente di provincia, pa-
ra nelle fundamentaren! as suas rcllleiies,
porniillaui que Cacamos algumas observacues a-
cerc.i deilC despacho.
Por niaior que teja o nosio respeito para com
os couheciinenloa iurldlooi do Exm. Sr. conee-
llieiro de eslado Honorio llermcto t.arneiro
l.oao, nem por isso suppomus que seja sent
da le da laJHbilidade .i que est subjelta a fr-
gil htimaiiidade ; c, como o dircito.pie regula.
a materia nao fol regular c ordinariamente dis-
cutido, seja-nos permil.ido pensar que lia in-
juslir.a na doci.o un despacho de S ESO.
F.ni verdade, a Ul de ti do oulubro de I .I
exilnguinilo o vinculas he concebida nos se-
guimos termo: ,
K Arl. I. l'ica prohibido o estabeleciment'
de morcados, capellas q>'?" "'1'""-
ln, dr nmi/niif/ ii.i(iov:a i( i/eiiomiimrao qu'-
../,im; i: os exisl.iit.-s licaiao SlllDoloa pela
mora dos aoluacs adininislradores lrgiliinos.
Alt. 'I. OtbruS que em viriudod.. artigo
precedente diixaiem lo ser vinculados, passa-
rao segundo as lell que regulan! a siiecess.io
logiliina o henlrirn dOt MHmiM rr. nao podeildo esles dispor delles cu. lesl.i-
ipeillo, nem por algum oulrn lituln
. Arl. 3." A dlsposl?ftes cima su conipie-
lioniloui os vinculo* j.riMicciiIfi a familia, ai-
miiulradoi por iiulUlt4uot(Ulla, ele., ele
Parvee-nos decorrer da letira d. Irl que o
vinculo em quesillo so echa esltaeto, e,pie os
teui bous dviein pastar a nos. blh- < i enloi-
ros.li. marques do Recito, iilllino administra-
dor do iiio-ino vinculo. .
Ksia conclusau uo i parece el ira c verdadvira:
mas o Exm. Sr. presdeme iulgou que Waf0
8 da diada lei limita a extlnccao aos vnculos
hCrtcncc.ites f.mllias e quo o vinculo do que
jira.a, tanto por sua insmnlcaeh co'"" P|,!n
slvarA do sua conOriiiacto.oonstltue patrimonio
do hospi.al, islo he. dos pobres; cennos que
avila dev......er curados, e uao da nossa fa-
Ora. he nstenteme da Inatitullto do vincu-
lo edoalvard, de Ma connrmatto, que so de-
dUI o contrario do que aventura .". Kxc. alas,
...es de examinar...os oque di/.eni vssa insl.-
tuieo o esso alvar.i, compro que exploremos o
canino da jurisprudencia......
A palma Dicido, lomada futyrclioamrnle,
ilanillca a InslituIcSo uu ondleao decenos
bens que devom andar porpe.uame.ite anne-
osem una ramilla dele.minada, por urna for-
ma especial de siiccessan, sem poiloreni ser di-
vididos, n,;n alheados: tom .da ofe/celimnifile
signilica os mCSiniU bous ubj. nos a este esta-
bclociinont.. ...wincululis Para sed,,rv..i-
Cjilo, he i.cccssario: I. inSlitulcSo; a con-
dlcS da pcrpoluidado.eporlanloiH.ndivis..
bllidade c da Inallleiiabllldade. t.ocllio da Ro-
ha.edic.de I(*i8, 4U7.
Os vi lenlos so ilividcm uns gcralmente em
inoroiii/iii ou capellai.
ffipelU lio o encargo perpetuo de m.ssas, an-
aivertarlot ou ,(mu lo por n.n .muidor sobre certos bens. para
ser salislolto pelos seus rendimentos. O l.m
das mpi-/i. he a continu .r"iO di piedade do
iiistiiu.di.r, e uisto dllf.re princ.pal.nei.le dos
morgados. 0 n.csu.o CoelbO da llocha. J24.
E o que sejam obras pial acba-ae preteripto
pela t)rd. liv. 1 til. ( ^ 41 nasscguiulct pala-
vr 13
n poiquanlo em algumas inslltuicoes c
mandan, cumprir algumas obras pas, sein aa
declarar quacs sao, declaramos que sao mu-
sas, ai.iiivcrsarlos, responso, conhssoc, or-
nanien.os e couaasniM servni para o culto di-
vino. Kbcni assim riirur .n/clino>, eama.jiar.i
ellei, vestir ou a/ien(ar podre, ele. Compre-nos agora examinar a natureza do
lculo de que se traa, c para isso he mistei
rccorrerinos aos captulos da instlluicao.
No cap. (i.* da inslituicao se determina que
. s p.idioeiros sejam obrigados a dar perpetua-
nienie ateile para a alampada do SS. !>acra-
monto que oslar accesa de noite. c de da. o
ludo o mais necessario para te poder oizcr
inlts. no altar-mr.
O cap. 7 manda que a 15 de agosto se faca a
testa do orago da casa, com vsporas, mlssa
canuda c finio e que iguacs leslas se far:.i.
a 21 de Janeiro e a 8do marco.
(i cap 10 piovc a respailo dos bens destina-
dos ao culto divino. ,
Os captulos ir. le sogu.ntes tralau. da cura
do enfermo, e providencias a respeito dos re
medios corporaes e esp.rimaes.
Eitas clausulas se ael.am confirmadas pelo
alvar de 19 de agosto de 10*11.
Parece nos ciar.nos agora habilitados para
oiial.licaru.os como fiuwlia ou vinculo com
u.ms piol ainslituielo de que se trata.
ois de ouvlrmosaopin.ao
de inultos advoga-
cisco Antonio- de bou Um ". um ^ ,COmpflenci. da saaembla provincial para
cam.rad. o ma.s dous^^soldados que o J ^ |e( ,0(1836 eorno
quer escolber d'cntre os principacs c.da- onjP>lm- mandando dsrtrsns- ta.nbem que a le do 6 de outubro de 18Jo
SKSs Sp^W-S -uoleorl ^^2^ I >* *- -iculos da u.ture.a.daquel-
i1
IllCI
J4? a>alr.moi. rsdto ndepsAr curar I n.
Cuti.prc agora examinarmos so esta ca-
orla ou vinculo esta entnela c seus bens
joven) pass ir aos herdeiros do ultimo ad-
miiiMnidor, on se, ao contrario, como pre-
tendo o r.xm. Sr presidente, esta compre-
hendila na excepenu do $ 3 dn I. de fiI de
oulub.ode 1836. Itepita.i...s a integra des-
te psragrapho para quo|lenhmos bem pr-
seme u seu espirito:
As disposices cima s comprehen-
dem os vnculos perlenccntes f o adiiiiiiislrados por individuos dallas.
lie, por Unto, o ponto principal da ques-
illo Bsber se o vinculo do que se trata he
uerlencenla nossa familia c so lie .Jmi-
straJo por individuos della ; e a soluqilo


!*>
desla quesillo se cha ni mesma instilugao
o nlv;iri que i cnnlirmou.
O cat-halol determina que o capeilflo
mais v.-lhn administrador e u mais rapl-
ln>s sejMtn aprMntiloa polos ndroHros
e depois 'lo son mor! pirara* mrrtttO'n
tem nwis nppn.vnro nlyuma ite oulro pruna
o capitulo 15 est-tuo mo o cpcllflu
ntais velho dar couta iiu'svezeanoanno,
a saber, desplsein eia mezes aos pad'o-
elros, e os tucrennrtt C eadroeiros urna
vez em rail un anno ao ouvh'nr garal
O captulo 19 coMrn detcrmlnagao a
respoito dos sueemora dos padroeiros.
F. o avnra dernnlirmscflo de 10'de agos-
to le 1689 he conceuido nos termos se-
guir, tos :
Pedindo-mo a dita !>. Ignez Brreloh
a Albuquerque, que por quinto a Uit iris
< lituigflo era a favor do dito I). Francisco de
Souza e seus descendentes, e fallando se s, a ordem de succeder declarada petos ns-
(i lituidores e a aua tengao era eternisar
< esta memoria o fazo-la indissoluvcl, llie
lizesse graga o merc mandar confirmar
dita insiiluigflo, vinculo e crecgflo, como
era declarado na dita instiluic.no: c ten-
.1 don ludo consideradlo &. Mu por bem
a de conlirmar, &., &.
Como i vista do expendido se po lera sus-
tentar que o vinculo em queslito nao lie
]ertrcenle a nossa familia e administrado
por individuos della, e que, portanlo, nflu
esta comprehendido na. exlinccflo decla-
rada pola l..de 6 de Outubro de 1835? Co-
mo dizer-se quo se acha elle na exropcln
ou limitagffo creada pelo art. 3 da litn lei,
por iiilo pertenec- nosss familia, e nao ser
administrado por individuos della ?
A Ludo isto accresco quo a nossa familia
tem estado le posse coiistanlo o nao inter-
rumpida Janeiro de 1771 por despacho do doutor pro-
vedorJos TheotonioSedron, escrivflo Vi-
rente Elias do Amaral, foi dada posse judi-
cial do mesmo hospital ao nosso aseen len-
to ii lonente-coronel Kslev.1o Jos Paes Bar-
reto, rom todas as pertencas o administra-
c.ii-s ; (Invito rslc que niais tar.le foi clara
e leriinnaiilemente reronlieci lo por sen-
tenca de l.l do abril de 1792, confirmada por
accordam da relscito d,i Baha de li dode-
yembro de 1793.
Ja veem os senhores redactores o v o
publico esclarecido que nao queremos ca-
villara lei paia despojar/no* o hospital do
Para Izo e locupletanno-nos. Apenas susten-
tamos o nosso direito e defendemos o nos-
so patrimonio o o de nossos ilhos, romo
Carla qualquer pa de familia digno deate
nome, e ennhecedor de suas obrigages.
As capellasou vnculos comprehendidos
na limitacilo sao aquellos que sao aduiinislrados por
contraria, collegiada, misericordia, ou ou-
tra corporaeflo ile inflo morta, de uue Ira-
tam Mi lio liv. 8, til. 10, $ 8, Crrela Tollos
Dig. Port.lit. 3, art. 1378, Coclho da Bocha
til. '->, 520, e outros; e nunca aquellos vn-
culos que s3o administrados por pessoas de
certa familia, o que tilo porleiieenles essa
familia,
A lei de 13 de outubro de 1n3l que man-
dn Mssem reunidos debaixo de una sad-
ininislracSo os bens patrimoniaes e outros
ronirrmenlos pertenecntes ao hospital de
Nossa Senhora lo Paraizoe outros, era nvi-
Innloaientovltontaloria do direito de pro-
priedade, e por iso foi revogada pla lei
provincial n. k de 7 de malo de 183(1, cuja
integra he a segunde
i< Art. nico. Fica revosada a resolucflo
de trozo de outubro le 1831, somonte na
paite relativa no hospital deNossa Sc-
nhora do Pirai/o e S. Joo de Dos, e a
sua administradlo continuar como era
antes da referida resolucflo, durante a vi-
n da do actual administrador.
E nem Bosupponha que a lei provincial
tpveem vistas que por moilcilo adminis-
trador passasse otlOSpKal adininistragflo
CPral dos hospitaes, por|ue entilo dar-se-
ha mu odioso p ivilegio. A<|ii-Ila limita-
QfiO le lempo foi llovido a lei je ( de outu-
hro que, temi extinrto os vnculos, nflo po-
da este continuar depois la unirle lio ul-
timo ad"ni>tra tinham de lonar-se allodiacs.
Pll!>
icacoes n
P
itlo.
AoFmh. Sr. Doraiogos MnUquiat da guiar Pirra
Frrrrira, cnnim^ndador daordem de Chritto, 0f-
ical da iinperiol nrdrm da Rim, primeiro viea-
<:r. I. x.t:* dt'strt prnvi[.riiif socio cTrctivo da so-
" il "'' nuxiliador da inrluttrin nacional c da
instruceflo p'irniirid do Ilio-de-Jnnfiro, mimbro
i- n. i.-. i > da nkiociarAo commereinl deita cda-
dCj etc.
SONETO.
Prudencia) rectidUo, saber, candir,
Valor, teligiflo, patriotismo,
\lias virtmleg, proprias do herosmo,
Rxornam com primor la alma pura.
Teu cnraQo heroico si) so apura
Em a l'ATBIA salvar lo negro abysmo, (*,
Dar-lhe mais esplendor, mais brilhantismo,
E seu nome elevar a immensa altura.
MALAQUIAS preclaro, ufano exulta
l)e tilo nohres aC(0PS ingente gloria
Da faina nos animes brilhanle uvulta !
Teu nome adorna do R KA SI I, a historia ;
l o lempo, que voraz o bronze insulta,
Submissoacatar la inemoiia .'
Htm-, Sr. capilso iliranda. Como V. S.
lie procurador lo Sr. Jos Maris le Vascon-
Cellos le Itorbom, motivo este por que vou
saber se V. S. p le cagar o quarlel lo pri -
mero ailar que me alugou o Sr. lioiboni,
cuju |uarlel est vencido desdo 1 (i lo cor-
rete : importa em 90,000 r^., e se me f.z
mislor este linheiro para os oieus arran-
jos. Iteeife, 31 de julho de 18i!>. Seu
criado Jos Rodrigues do Passo.
I i'm Sr. Josc lodrii/nes do I'asso. Eu
por ora nao tcnlio reci'Lido dinheiru al,'um,
senaocom muito gusto agora Ihe remedia :
este negocio do Jos Mara eu nao ocnten-
do, ede miulia parle assento quo V. S man-
do abrir a sua casa e (oineconla lella, por-
que ou nao entondo ler-se casa no Iteeife
sem necessidade e morar-so no mallo ; eis
a rasSu por que mo animo a diz.cr a V. S.
que desdi! ja lomo cunta i he inelhur assim
lio que esperar ; ao menos ou?o dizer que
este anuo elle uflo vem c, ese vier ha le
ser porto da fasta : he o que sei respeilo
desto nicii constltuinte. Dispunha como
sem pro. De V. S. mutO ohngado ,Wi-
ramla'.
V. II. Sa eu receber, como digo cima,
breva Ihevou pagar por um qusrtel, porque
tenholettraa e estilo em prmero lugar:
V. S. bem sabe, por isso tome o meu con-
selho. O mesmo.

m t r'
la.
AI.IA.NDECA.
Rondimcnlo do da j..... 8:858,17a
CONSULADO GERAL
Rendimento lo lia 5..... 156,304
CONSULADO PROVINCIAL.
Renilimcuto lo da .",..... 428,956
lUovimcino au Porto.
Navio entrado no da 5.
Itallimore i lias, liriguo umericano
l'oullney, do 931 tonelada, capilao James
Monat, equipagem 17, carga farinha de
trigo, carne le vacca e de poico; a Me,
Calmont S. Companhia.
E se o nosso direito be tBo claro, porque
raso seremos obiiisados a sustentar um
pleito conlra a justicae um pleitodispen*
dioso? Por que rasiio, alni de assim se
nos querer estmlhar de nosso direito, se ha
de procurar que recaa sobre nos o odioso
de querermos despojar o hospital para nos
oeuplrlarmos i*
Por outra paite, como peder-se-ha sepa-
rar o onus pi relativo ao hospital e cura
de enfermos do onus pi relativo a missas
o mais cousas teodenles ao culto divino?
Como despojar-nos das sobras dos icndi-
mentos que linliam de reverter para o ad-
ministrador e suafamilia, e a olios nenhum
direito tem o estado ou oulro qualquer in-
dividuo pbjsir ou moral?
.V resppito lo decreto n. 306 de 14 de ou-
tubro do 1843, relativo ao vinculo do Ja-
gura, he concebido em taes termos, quo
drllesenflo pode concluir analoga ou pa-
ridade para o vinculo do que tratamos;
porquo nada consta a respeito dosua ins-
tituig.lo, nem dos termos em que foi con-
cebida a sua confirmac3o, e nem do que
ha de particular em sua administracSo.
Cromos, portanlo, que aquello vinculo s
nito presta ao simileque quer acharoExm.
Sr. concelheropara fazer applicagito do ci-
tado decreto
E agora que temos exposto ao publico o
nosso direito, e a injustica, fallamos com o
respeito levlo, que nos.fez o Exm. Sr. Ho-
norio Mermlo Carnoiro Leo, resla-nos
dizer que esperamos quo os Iribunxos e
mais juizes do paiz se.ofio deixaro influ-
enciar por aquella decisSo; e que temos
assaz conliaiiQa no tribunal da relacSo para
espersrmos que obrara com toda a impar-
cialidade e independencia, julgando se-
gundo o direito ea prova los autos, e nilo
segundo o pensaruento desta ou d'aquella
nlelligencia.
Tenbam, senhores redactores, a bondade
do dar publicidade as presentes reflexOes,
para esclarecimonto da opiniSo publica e
defesa de nerssos senlimentos ; com o que
sor-lhes-hSomuitoreconhecidososdeVmcs.
veneradores ltenloslinio iot LemenHa
Un, Joo Francisco l'aes Brrelo. I.uiz
Francisco Paes Brrelo, Lslivtlo Jos Paei
Barreta, Francisco Paes Brrelo.
EDI TAES.
O lllm. Sr. Inspector da thesourai ia da
fazenda provincial manda fazer publico que,
do lia 8 lo crtenle em diente, principia o
pagamento dos ordenados O mais desprzas
provinciaes vencidas alo selemhro prximo
linilo ; e lie ni assim os lesronlos que se l-
ziTan nos referidos oidenados, e que fram
mandados restituir pelo artigo 30 da le
provincial o. 244.
Secretaria la thesouraiia la fazenda
provincial de Pernal.ibuco, '2 de outuhro
de 1849. O secretario, Antonio lerreira
dWnnunciarw.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
la fazenda provinoial, em cumpriiiieuto da
Ordem do Exm. Sr. presidente u provincia
de 2H ilo agosto pioximo pass.iilo.uiaiula fa-
zer publico que, peante o tribunal admi-
nistrativo la mesma Ihosouraria, se ha de
arrematar nos dias23, 21 e 25 de outuhro
prximo futuro, a queni por menos izer; os
concertos u fazer na casi que serve le ca-
leia na comarca do Bonito, avaha.la em rs.
746,400, e sb clausulas especiaes abaiso
declaradas.
As pessoas que se propozerem esta
arrematarlo,comparecam na sala das ses-
ses do referido tribunal, nos das cima
indicados, pelo nieio-dia, competentemen-
te habilitailas.
E para cooslar so mandou alTixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazcnila pro-
vincial de l'ernamhuco, 18 te selemhro de
184'J. O secretario, Antonio Fcrreira da
Xnnunciato.
CONCERT DA CADEIA DO BONITO.
Clausulas especiaes da arremalafdo.
Primeira.As obras para os concertos
da cadeia do llonilo serilo feilas do modo
indicado no ornamento, epelo proco do so-
lcenlos e quarenta c seis mil e quatrocen-
tos ris 746,400
Segunda. As obras principiarSo no
prazo de um mez, o concluir-se-liAo no de
cinco mezes. ambos contados em conformi-
dado do ait. 10 do regulamento das arre-
matarles de II de julho de 1843.
Terceira.Os materiaes serilo todos de
primeira quali lade, e serflo prevaitcnle
examinados pela pessoa que fr determina-
da pelo Exm. Sr. presidente da provincia.
Quarla.O pagamento do importe da
arremataco realisar-se-ba depois de con-
cluidos todas as obras, c examinadas.
i un i uto.-Para ludo n ai- que nflo est de-
terminado as presentes clausulas especiaes
seguir-se-lia inteiramente o que ilispOa o
regulamento de 11 de julho de 1843.
(*J Alludimos aosdias26 e27de junho
de 1848, em quoS. Exc. entilo na presiden-
cia desta provincia, soube com Uto consum-
mada habilidade, impavidez e denodo suf-
focar o movimeolo anarchico, do que foi
lestemunha esta cidade.
a (iabincto do engenlieiro, 17 le selemhro
de 1849.- 0 engcuheiro, J. L. Viciar Ueu-
tier.
O lllm. Senbor ofTkial-maior servin-
do de inspector da Ihesouraria da fazenda
provincial, cin ciimprimcnto la ordem do
Exm. Sr. p'esidente da provincia de dous
lo correlo, manda faz>r publico que,
nerante o tribunal admhiislrat'vo da mes-
ma Ihesouraria, se ha de arrematar nos
l,.is 23, 24.e 25 do coi rente, a quem por
menos izer, a obra la ponte do passeio pu-
Idico la ril" da Aurora. mM) as clausulas es-
peeiaos abaixu transcriptas o pelo prego de
4:733,202 rs.
As pessoas que se propozerem esta arre-
matarlo, roniparecam na sala das sessOes
lo sobreililoiriininal, nos dias cima men-
ciunados, pelo uiciodia, compeleotemente
habilitadas.
E para constar so mandou aflixar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, .'1 de outubro de
1819. O secretario, Antonio Fcrreira da
XnnunciarnS.
i Clausulas especiaes da arrematarlo.
1. As obras para a ponte do passeio
publico da Aurora serilo feitas de conformi-
dadecom os riscos e crcamcnlo apresenta-
dosnesta data approvagfiodoExm. Sr. pre-
Sidente, o pelo prego de 4:734,202 rs.
2.a As obras priocipiarffo no prazo de
um mez, c serflo coocluidas no de seis, am-
1)08 contados lo conformjdade ao artigo
10 do regulamento das arrematagdes de 11
de julho de 1843.
3.* Todos os nialeriaes serilo previa-
mente examinados pelo engenheiro, a, ap-
provados, lavrar-se-ha um termo.
4." O pagamento do importo da srre-
matagiln rcalisar-se-ha conformo o artigo 15
do regulamento.
5.' Para ludo o mais que nilo est de-
tei minailo as presentes clausulas especiaes
seguir-so-ha uleiramenle o que dispe o
precitado rcgolamcnlo do 11 de julho.
Cabincle dos engenheiros, 11 do agos-
to le 1849. O engenheiro, I. /.. Vctor
l.irnlhier.
O lllm. Sr. ollirial-inaior servndo de
iospector da Ihesouraria da fazenda provin-
cial, em cumplimento daordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de2do crlen-
lo, manda fazer publico que, peranle o tri-
bunal administrativo da mesma ihesoura-
ria, se ha de arrematar nos dias 23, 24 e
25 do crranle, a quem por menos fizer, a
continuagilo do raes e aterro do passeio pu-
blico da na da Aurora, sb as clausulas es-
peciaes nhaixo declaradas e pelo prego de
17:713,550 rs.
As pessoas quo se propozerem esta
arremalagiio, comparegam na sala das ses-
scs do sobredito tribunal, nos dias cima
indicados, pelo meio-dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretara da Ihcsourariu da fazenda pro-
vincial le Pernambuco, 3 de outubro de
1849. O secretario, Antonio Fcrreira da
Annunciacdo.
i Clausulas especiaes da arremalaco.
1 As obras para a COOtinusoBO do
cese aterro do passeio publico da Aurora
ser.lo feitas de ciinforiuidade cornos liscos
r cicanii-iiti> apresenlados nesla data ap-
provagilo do Exm. Sr. presidente, c pelo pre-
go de 17:713,550 rs.
2.a As obras principiarao no prazo de
um mez e conrluir-se-hito no de oiio, am-
bos contados de con'ormidade com o artigo
iodo regulamento das arremalagOesde II
de julho lo 1843.
3 lodososmateriaasserBopreviamen-
te examinados pelo engenheiro, e, approva-
dos, lavrar-se-ha um termo.
4.* O pagamento do importo das obras
rcalisar-se-ha conforme o ar'.igo 15 do re-
gulameulo precitado.
5.' Para ludo o mais que nao esl de-
terminado as presentes clausulas espe-
ciaes seguir-sc-hu inteiramenle o que dis-
poe o regiilamenio das arrematagOes de 11
de julho de 1843.
Gabinete do engenheiro, 7 de agos-
to do 1849. -- O engenheiro, J. L Vctor
Lieuthier.
Pela inspectora la alfandega se faz pu-
blico que, no din 6 do corrent", ao meio-
lia, na porta da mesma, se lio de arrema-
tar em hasta publica sete massos conlendo
oito resmas de papel pintado, no valor de
80,000 rs. impugnados pelo amanuense
Concalo Jos da Costa e Sa, no despacho
por factura sb n 29 : sendo dita arremata-
,'"io suhjeita a direitos.
Alfandega de Pernambuco, 3 de outubro
le 1849. Jacome Gerardo Mara lumachi
de Mr.;,,
m
lo ede algumas scenas jocosas, tem em si
diversos coros de msicas cantados por ma-
rojos, arias e mais um coro cantado por
oito senhoras, inclusive algumas meninas
Entie as boas syu phonias que se lulo de
turar, executar-so-ha a grande
ZANETTA.
No (lm do drama o Sr. Santa-llosa e a
joven Felismiua caularSo ojocusoduelo
o joca mu,
Fndo este as duas jovens Felismina e Je-
suina dangarflo o
PAS DE DEUX ESCOeEZ,
veslillas a carcter.
Terminara o espectculo com a jocosa
farga
O JUIZ DE PAZ DA BOCA.
Os senhores asslgnantes e mais pessoas
que pr> temlerem camorotes pdem mandar
receber os carines na casa annexa ao thea-
tro, residencia do director, pois ah estilo a
venda : a beneficiada nflo va i mesmo pesso-
.i I ment convidar sos seus protcctoies, por
haver inconvenientes.
Principiar com a rhegada das autori-
dades.
PBLICACAO' I.1TTEBARIA E RELIGIOSA.
Sabio luz em lingoa vulgar o mais per-
fcito calhecismodo doutrina christUa, o de-
cretado pelo sagrado concilio do Trenlo,
para della fazerem uso os panochos de todo
o o be calholico as suas exposigos dou-
trinaes aos fiis commettidos ao seu cuida-
do e vigilancia, afim de que em todos aquel-
les pastores houvesse a uuiformidade ne-
cessai dades da religiflo catholica, como na boa
ordem e methodo de as expr e ensinar.
Esta nova versilo, que a primeira vez agora
acaba de sahir ao publico, se fazia omito
necessana pelos defeilos da antiga, j por
vezes reformada, mas sem poder preencher
fcilmente os seus litis, por se Ihe ler dei-
xado (car sempre muitos dos antigos defei-
los, que nSo era possivel emendarem-se de
todo som se recorrer a um novo Irabalho de
outra tradcugflo, inteiramente livresem fal-
tar a lidelulade que deveser a primeira obii-
gago do trataductor. Quem quizer a po-
dera adiar no armazom de Francisco Xa-
vier Mai'iins Bastos, ra do Encantamento,
n. 11.
Declarares.
Perante o concelho de ailministragilo
naval tem de arrematar-so por venda, a
quem maior prego offerecer, urna porgo de
barricas vasias que fram de cimento, e
outra de cabo de linho velho, sendo parle
deste alcalroado : pelo que co/ivida-se a
quem ronvier para comparecer as 12 lio-
ras da manliaa do da 6 do correnle na por-
ta do almoxarifado do arsenal de marinha,
ondoestarfio presentes ditos ohjeclos ; po-
dendo dirigir-se em outra qualquer oc-
casilo, afim de examinaren! os mesmos.
COItl'O POLICIAL DE PERNAMBUCO.
O lllm. Sr. commandanle do corpo de po-
lica, autorisado pelo artigo 1.a da le n."
235 de 21 do maio do correnle anno, convi-
da aos 'hiailns que se quizerem engajar
como praga do mesmo corpo a comparece-
rem na secretnria, munidos dos competen-
tes certificados quo exige o artigo 104 do
regulamento do corpo.
Secretaria do corpo de polica, 5 de outu-
bro de 1849. O secretario, Augusto Carlos
de lemas ti'achrco.
Tlicairo de S.-Francisco.
DOMINGO, 7 DE OUTUBBO DE 1849.
GA|VDP B VARIADO ESPECTCULO
a beneficio de urna Se nhora vinca.
Depois de executaila pela orchestra, (que
lia de ser augmentada ) dirigida pelo Sr.
prufessor Theodoro Orate, ptima sym-
pbonia
A FILIIA DO REGIMENT,
representar-se-ha o muito lindo e desojado
dramu-vaudevlleque tem por Ululo
ARTHUK DEPOIS DE 16 ANN08. I
Este drama, alm da belleza do seu enre- |8, com commodos para i'ainilia
a fallar no primeiro endar do mes.
mo sobrado.
Na ra da Unio, snbrarj0
ondeiriorou o Sr Guerra Jnior
precisase aluger urna preta para
o servico de casa.
Preciaa-se de urna mullier forra qu co.
sa perfeilamcnle costura chiln e asjFn(e
urna camisa de homein com pe feigo, par,
una casa de pouca familia : na ra da $,n.
zalla-Nova, n. 40, primeiro andar, 8e, "
ra quem precisa
Para as pessoas que Icn-
coiiam seguir viageni.
No paleo deS.-Pedro casa Ierre n. g
tiram-se passaporles para dentro e fr J
imperio, correm-se folhase despachicn-s
escravos, e para este flm lae.hem pJe-se
procurar na praga da Independencia, livia-
na ns. 6 e 8.
Ignscio Jos de Toro deixou de sercii.
xeiro dos Srs. Davis & Companhia desde <
da 2 do correnle.
Precisa-se do urna ama do leilo, rom
ou captiva : na ra estreita do Rozario, u
30, piimeiro andar.
--Roga-se aos Snrs. que leem bilhctes
apartados da segunda parle da terceira o.
teria a favor das obras da greja de N. S. d
Guadalupe de Olinda hajam de os mandir
buscar, visto que ella corre no da 5 do cor-
rete.
Precisa-sede um feitor para um enge-
nho na fregueza da Escada preferlnilo-si
filho das ilhas : na praga da Boa-Vista, n,
32, segundo andar.
Quem annuncou no Diario do pri-
meiro do correte, querer comprar um lar-
rador de caf dirija- se ra larga do ltt>
Izario, botiqun) Cova-da-Ooca.
Socicdade A po! linca.
A commss.lo administrativa da' sociedi-
de Apollinea faz sciente aos Srs. socios que
ti-rga-feira, 10 do correnle se recebera
propostas para convidados partida do da
20; adverlindo que, passado e.sse da, nflo 11
recebera proposta alguma, afim de se evita
rem os abusos apparecidos.
Quem pergunta quer saber.
OSr. Manoel Foi reir Diniz esl augnui-
(andoo seu quintal com o terreno junloi
fortaleza das Cinco-Ponas. Pergunla-taai
est isto marcado na planta da cidade.' f.
sendo pela allirmati va por que rasSo nSo
pode o Sr. Dr. Ferreira edificar no terreno
immedialo que a cmara preferio cora-
pra-lo do que deixar edificar ?
-- Ao amanhecer do dia 3 do correal*,
furlaram 4 quarlosdo lugar de Baberibe,
sendo um cachito, 4 ps arregagados, fren-
te a berta, carregadur baixo: oulro pedrez,
capado, carregador, com o topete cortado;
sobre ojuelho da inau esquerda tem o sig-
nal de mal do bostas : oulro castanho, ca-
pado com o topete cortado arregacido
dos 4 ps, e um carrego obrigado : ou-
lro alazn cariegmlor topete coi lado, [,:
esquerdo branco, e capado: quem os ip-
prehender ou delles livor noticia, dirija-
uo sitio do Campo-Grande em Beberbc,!
Francisco Brnguel do Almeida Guedes,
que recompensar.
Precisa-se de umofflcial de sapaleiro:
no Alerro-da-Boa-Vista, toja u. 78.
Aluga-se, pelo lempo de fest, um gran-
de sitio na estrada do Monteiro, com boa
casa de vivemla, cozinha fra, estiiharii,
coebeira muitos arvoredos de fructu e
muito porto do hanho : a tratar na ra No-
va n. 50, primeiro andar.
Sociedade Harmnico-
Xheatral.
O primeiro secretario avisa aos Snrs. st-
ciosque os bilbeles pura a recita de 8 do
correnle so dstribuem no sal So do ihei-
tro nos dias 4 e 5, das 3 horas da tarde era
diante e no da al ao meio da em o
qual se achara reunida a dirccgfio para ap-
provago dos convidados. A drergflo previ-
ne mu positivamente tanto aoa-Snrs. so-
cios como a seus convidados de ambos os
sexos, que, excedendoo numero depessots
ao numero de tullales que tiverem, passa-
rflo | elo de.sgosto del lies ser negado o iu-
gresso, pelas rases que em o anouocio pas-
sapo liles fez sentir,
I Bixas. |
Na praca da J ndpen-0
| delicia, n. 10, |
q ao voltar para a ra das Cruzes, alu- q
j* gam-see vendem-se bixas do Ham- q'
burgo : tambem vSo-ae applicir pa- X
* ra com ni o di I a,le doa fregueses ; ti-
^ ram-se denles, sangra-ce o appli-
* Avisos martimos.
Fara o I\o-de-Janero sahe
no dia 10 de outubro o patacho
San-Jos-Americano : para o res
to ila carga, passageiros e escravos
a fete, Irata-se com o capilSo, no
caes da Alfandega, ou na ra da
Madre-de-Deos, n. 3, terceiro
andar.
Para a Beba sabe em mui poucosdias,
por ler a carga quasi piompta, o hiate San-
!, i" : quem no mesmo quizer carregar, di-
rija-se a ra do Trap'che-Novo, n. 34, casa
de Novan & Companhia.
Para o Aracaty
sabe em poucosdias o hiate Flor-de-Curu-
ripe de primeira marcha: para carga e
passageiros, dirijam-sc ra da Cadeia, lo-
jade 1.1 /eu. la s, n. 21.
Deslina-sc a seguir viagem para Ango-
la com escala por alossamedes, com bre-
viilade o brigue brasileiro S.-Uanoil-Au-
guslo : recebe carga a frete e passageiros
para ambos os porlos e lambem ser o seu
destino smenle para Mossamedes, se as-
sim convieraoscarregadores : trata-secom
Manoel Ignacio de Oliveira na praga do
Commcrcio, n. 6, primeiro andar.
~ Freta-se para qualquer porlo da Cosla-
d'Africa, n-cebendo passageiros, para o que
tem excellenles commodos, o muito conde-
cido e veleiro brigue francez Faber : os pre-
tndanles dirijam-se aos consignatarios do
mesmo, B. Lasseiro & Companhia, na ra
da Scnzalla-Velha, n. 138.
Leiiao.
Adolfo llourjois far leiiao, por in-
tervengau lo correlor Oliveira, de 12 pare-
llias le excellenles cavalh s de carro ou-
tros de sella e varios carros do 4 e do 2 ro-
das, com arreios competentes : quarta-foi-
ra 10 do crtente, s 10 horas da mandas,
no seu cstabelecimento na ra Nova.
Avisos diversos.
C3* Pergunta-se se ha lei que autorise
o hlhode um magistrado a maltratar com
coices e sopapos a um pobre caxciro, por-
que nflo quiz trazer para aloja de seu amo
urna pega de fazenda que, indo para amos-
Ira, foi aberta .' Com a resposta continuar
U guarda do Aterro.
~ O abalxo assignado, reconhecendo a
m acgflo que praticra no dia 28 do mez
pioxmo passado para com o Sr. Manoel
de Souza CuimarSes, na occasjflo em que
este se dirigir a sua venda, no paleo de S -
Pedro para haver a importancia de una
leltra que Ihe havia traspassado Jos I.uiz
de Brilo pois nflo poda receber a leltra da
inflo do mesmo Sr., e dar-lhe apenas 150#
rs. .sendo ella de 258,000 rs. o que fez
por ser mal aconseltiado, visto como Ihe
disseram que por esto meio se poderia co-
brar do que Ihe devia o dito llrilo, sendo
que seu procedimento deu lugar a quo mui-
ta gente se ajuntassea porta da mesma ven-
da e causasse algum alarma com a justas
reclamagOes que em alias vozes fazia o mes-
mo Sr. Cuimarfles que pedia o resto ou a
sua leltra vem pelo presente pedir-lhe to-
da desculpa por este acto que cometiera
pormaosconsclhos.elhe agradece since-
namente a desistencia que fez de qualquer
procedmenlojudicial- o que atlribue ao
seu bom coragflo. Hecie, 4 de outubro
de 1849. Jos Antonio da Cunha.
- Voou da casa da ra das Cruzes n. 29,
que fica em frente desla typographia, para
as bandas da ra da Cadeia de Sanlo-Anlo-
nlo, urna arara muito gorda e mansa, mas
sem cauda. Quem a tiver pegado o qnizer
restituir, leve a dita casa que ser recoin-
pensudo. V
- Aluga-se o terceiro andar
do sobrado da ra do Vigario, n.
w cam-se ventosas: ludo por prego **
& commodo. O
2
Quem quizer comprar na Iba de S.-
Miguel, urna porgflo de trra lavradia, se
baldeos alguna e em muilo bom lugar, di-
rjanse a ra do Collegio, n. 6,
-- Precisa-se de 300,000 rs. a juros sobra
hypolheca em oscravos, por seis mezes : no
paleo da Santa-Cruz, sobrado n. 9.
-Deniz, alfaiate francez, mudou o seu
estabelecimento para o Atcrro-da-Boa-Vs-
ta n. 38, aonde os seus freguezes o achi-
ro proa pto para o seu servigo
Em 9 de detemhro do correnle 'O"0
(inda o arrendamento feilo com os S"rS-
Juhnslon Pater & C., do bem conhecido si-
tio do Arraial, do finado Joflo Carlos Perei-
ra de Burgos : quem, porlanto, o pretender
por um novo arrendamento de tres annos,
dinja-se ao pateo do Carmo, n. 18, a entei-
der-se com o Burgos.
Aluga-se um grande armazem com ser-
venta para a mar pequea, e porto de
embarque e desembarque : na ra da Sen-
zalle, o. 42 a tratar com S. J. Johnston'*'
Companhia.
Para se psssara festa.
Alugam-se, para a festa on vendem-so -
duas boas moradas de casas na povoagso11
do Monteiro com bom quintal com mui-
tos e variados arvoredos em boa situacOo o .
mui bem edificadas, conlendo excellenles/|
commodos como ver o alugador ou com-
prador : a tratar com Joa Bodrigues de
Mello na mesma povoacSo, ou corn Jos Ma-
riano de Albuquerque, ns ra da UniSo


O BEliA-FLOIl.
Iloje salie o prjnieiro numero com oito
niginra. Achr-e-h venda nn praga i1o
in,ie|nndencio, na. 6 e 8, a 120 ra. cada
rfpmilr. rtecelem-e assignantr a l.ilio
r. por nimestip em (apel branco ea 1,500
rs. om papel i* cor.

BOWMAN & MC. CAI.I.UM cngetihai-
ros n.achinialaa t fundidores de ferro, tnui
rPspeimsamenle annunciam aos Senhores
proprielarios deqngenho, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em eCTeclivo ejercicio, e se acba com-
pletamente montado com apparelbos da pri-
meira qualldade para a perfelta confccgo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados par* emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. C.allum
desejam mais particularmente chamar a
altengSo publica para a sseguintes, por
terem dellas grandeorlimentojaprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade das materias primas e niilo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucg.lo.
aloendas de canna para engenhos de lo-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
oh inimaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serra
rias.
Manejos indepondenles para cavados.
Rodas dentada.
Aguilhoe, bronzes e chumaceiras.
CavilliOes eparafusos de todos os lama>
nhos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a maoou
por animaos, c prensas para a dita.
Chapa de fog.1o e tornos de familia.
"Canos de ferro, lorneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e do repucho, mo-
vidas a mSo, poranimaes ou vento.
Guindastes, guinchse macaco.
Prensas hydraulica e de parafuso.
r'erragens para navios, curros e obras pu-
blicas.
Columna, varandas, grades e porlOes.
Prease do copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de mflo e arados de ferros,
&c, &c.
Alem da superioriade das suas obras, j
prialmenle reconhecida, Dowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dude com os moldes e dezenhus romellidos
pelos Senhore que se dignarem de fazer-
Ihi's eucommendas, aproveitando a occasiSo
para agradecorein aos seus numerosos ami-
gse freguezes a preferencia com que teem
m.lo por ellos honrados, e assegurain-lhes
que n3o pouparfo esforcis e diligencias
para conlinuarcm a merecer a sua conli-
anga.
--Aluga-se o sitio da estrada do Cordciro,
hem conliecido, s proprio para negocian-
te cslrangeiro, ou quein truha Itatamen-
to : bem como vai ios sitios e casas peque-
as para se passar a fosla tanto na campi-
a como na ra da Casa-Forte : tratar na
na do Amorim, n. 15.
-- r'icam sem effoilo os annuncios fei-
tos em setembro por Bernardo da Cunta
Teixeira pura recolhcr gneros no arma-
zem da ra de Apollo, n. 32, portcncente a
M.inoel Antonio da Silva Molla, por so ter
desfeito o trato com o mesmo.
Quem precisar de urna ama para todo
0 servico de urna casa, excepto engommar,
dinja-se a la Augusta, n. 34.
I'edc-se a certo Sr. escrivSo o favor de
ir pagar os 140,000 rs. que por muitas di-
versas yezes se Ihe tem pe trario ver seu mime e mais documentos
publicados noseguinle numero desie jor-
nal pois nSo satisfaz aos portadores n a
nica res posta que da he dizer que niio he
lilno de Lisboa
--.Manuel dorico Pestaa deixou de sor
raixeiro de Antonio Feneira da Cosa Bra-
ga desde o da 5 do coi rente proslando to-
das as suas cotilas, e ao mesmo tempo agra-
dece o bom tratameulo que leve.
Precisa-se alugar urna escrava que
soja fiel : quera liverannuncie.
-- D-se urna porga o de entullio de cali-
ga com gran Je poieio do lijlos quebrados
queservera.para alicoree a quem mandar
buscar em um porto na ra do S -Tbereza.
Na ra do Pilar junto ao arsenal de
marinha n. 145, piecisa-se de urna pessoa
nitacozinhar; sendo entepdida pega-se
hem : lambem se precisa de urna pessoa pa-
ra o servico de casa e compras de ra.
Precisa-se de com mil rs. a premio por
lempo de 60 das, dando-se por seguran-
za um moleque : quem quizer dar uuuun-
cia.
O Sr. Antonio Jos Carnoiro queira ter
a bondadede ira ra da Cadeia do Recite,
n.24, luja de cambio, para tratar de um
negocio.
Joo da Silva Caldas fazscientc ao res-
peilavel publico quo iiiiigucm negocie ou
contrate com seu sogro, Jos Jeronymo
'de Andrajo, sobre urna escrava de nonie
Henedicla. crioula, de 18 annos pouco mais
ou menos a qual eat litigiosa e penen-
ce de direito e de dominio a Mara Fran-
cisca de Jess, mulber do aanunciaiile, por
1 lio lor sidodtda pprsua v paterna, Auna
Francisca de S.-Jos como testelicam e
rccouhecem seus proprio herdeiios : e, pa-
ra que ninguem se chamo a ignorancia ,
I iz o presente annuncio Villa de Carmi-
na, 30 de setembro de 1849. Joo da Silva
Cuhk.
O abano assignado faz publico que
Manool Peitana deixou de ser seu caixoiro
^tlnsde o da 4 do correnle.e por isso nao lom
f imi gerencia no negocio da casa. Antt-
' "o Ferrara da Cotia Braga,
i Alugam-se tres morada de casas po
^tioCajueiro para se paasar a Testa, ou
Fnnuaiineiite : a tratar no mesmo sitio.
0 meio bilheto da segunda parle da
terceira leleria deN- S. de Guadalupe per-
l'ence ao reverendo Sr. Dr. padre Meira da
dada da l'aralulia.
-- Serafim Alve* da Rocha Bastos reli-
ra-at par* fra da provincia.
Lotera do Guadalupe.
Ilonlpm, 5 do correle, designado para o
andamento da rodas destt lotera contpa-
rec-ram, nn consistorio da igrj da Con-
ceigilo ilos militares, os respectivo jui/pro-
siiii'iite, thesoiireuo o mais ompresados na
extraegao, e a vista dos espectadores que
l!i se aohavam, foram aoresentados 789 l>-
IIhUi's inlciros o 856 meio na importan-
cia de 9:738,000 rs.,qtte ateo momento mar-
eado pata a extraccio fiearam por vender.
Ninguem ceimiento a vista dosta sotnma
de bilhetes em ser ousara dizer quo as ro-
das ileviam andar, e menos quo o thesou-
reiro deva sor a islo coiipMlido. F.sle lem
coustiinlemonicfeilo lodosos eafurojoa para
conseguir a rpida extraegilo d* 'Oteria ,
mesmo a despert de eeriasomiseraveis in-
trigas que soberanamente despreza, m-
xime quando s3o forjadas por oceultos e
infames detractores que n.to ousam apre-
sentar-se a peito descoberto. A vista, pois,
do quedes ex; osto, pela ultima vez desig-
na o mesmo thesourero o da 3 de novom-
bro prximo futuro para o andamento das
rodas, bem persuadido que este lempo he
bem sutli ifiite para ultimar-se a venda
dos bilhetes que estam para a qual de-
vem concorrer os interessados neste jogo,
cortos de que sem a applicagilo dos meios
se niio pdem conseguir os fins. Se antes
do da novamento designado os bilhetes ti-
vercm-se concluido, as rodas andarito im-
inodiatamcnle.
Precisa-se do um feitor para um enge-
nho distante 8 logoas desta cidade: no Aler-
ro-da-Boa-Visla, n. 63, segundo andar.
O abaixo asignado offerece a qual-
quer Sr. que queira levantar um engenho
de fszer assucar para desfrutar alguns an-
nos. conforme, tratar como mesmo abai-
xo assignado, urna ptima propriedade,
sita na freguezia da KscaJa donominada
PilOeg a qual he na margem do rio Inoju-
ca eofTerecea vantagem do moer sem ser
precisoassuJe e nem levadas, moendo com
o dito rio,e he de muita produceflo prin-
cipalmente de cannas que pJe produzir
seis e mais vezes a raz; existem na mesma
propriedade cannas para 300 piles, para
mais de 10 milhciros de tenas, urna exfol-
ente horta com 4 mil ps de caf 20 ditos
decoqeiros, militas jaqueiras, larangei-
ras, pitangueiras, limoerose outras qua-
lidades de frutas de menor importancia ; a
qual propriedade se acha livre e dese.nha-
racada : quem pretender tal negocio diri-
ja-se a povoagflo da Kscada a fallar como
abaixo assignado Jos Miguel de Lira.
O abaixo assignado, leudo no Diario
de Pernambuer, de 5 do corrente, um an-
nuncio do Sr Jos Antonio da Cunta no
qual, ao passo que agradece ao Sur. Manocl
de Souza Guimares ter elle desistido de
qualquerprocedimenlo judicinl contra el-
le Coiilia por occasiao do Tacto de urna
letlra que refere.diz que osle facto pratcra
por conselhos de outro, e com o intuito de
assim pagar-se do quo Iho devia Jos L.iiz
de Brito declara o abaixo assignado ao
respei'avel publico que nada deve aquelle
Sr. Cunha, e O desala a provar o contrario ;
mas, ainda quando o abaixo assignado Iho
devesso niio ora |iara extorquir urna let-
lra da mflo do Sr. Cumaraes, que se niio
fosse o mesmo Sr. gi ilar parg o publico tes-
lemunhar o facto de certo que seu projec-
to seria vantajoso. Emquanto a dizer no
mesmo annuncio que pratcra cm virlude
do conselhos dooulro : o Sr. Cunha nOd he
nrnhum menino, parase deixar levar por
conselhos de outro. Recife, 6 deoutubro
de 1849. Jote Luis de rilo.
Precisa-sede um pequeo brasileiro ,
psracaixeirodeum armazem de farnha ,
o qued liador a sua conducta: na ra do
tongel n. 36.
Aluga-se um sobrado com muitos.com-
niodos e muito bom para se passar a fusta,
por estar perto do banlio, lano salgado co
modoce, por ser no lugar do Varadouro,
defronte do porto das canoas em lUinda :
tanibemsealuga una luja de un sobrado
nos Qualro-Cantos da mesma cidade mul-
to propria para qualquer estabelecimento:
na ra do l.ivramento, n. 8.
-- Hojc, 6 do correte se Ufa do arre-
matar, na porta do Ulm.Sr. Dr. juiz muni-
cipal da segunda vara pelas 4 horas da
lardo divorsos livros e papel penhorados a
viuva e herdeiros de Lujz Ignacio Ribeiro
Roma : he a ultima praca.
% DEPOSITO GERAL
do superior rap areia-ovla 8
% rfa fabrica de Gantois Pai- 1$
l/iet&c Companhia, na Ba- g
8
'5
pelo tempo que se convencionar: na rus
Augusta trceiro sobrado a esquerda ,
vinJo do chnfai iz Jo Aterro.
- Firmiano Jos llodriguea Ferrora, que-
rendo tratar d vender satis dnus estah''-
lerimoulos do fazendas que lem no Passeio-
Publico, na. II o 19. 'i'C'i aos seus llovedo-
res, tanto da praca como os de fra que
quaniu antes vetiham pagar seus dbitos,
alimdequerom mais brevi.tade possn li
quijar suas traiisaccos ; esperan Jo de seus
amigos assim o fagam
Quem annuncinu querer hypnlliecar
um sobra'o Je Jos aiulHr-'S em boa ra,
ditija-so ra eslroita do Rozario, u. 43,
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
-- Afrcnda-se um sitio com casa do so-
brado, no lim da ra dos Calos, em olio
da : a tratar no mesmo sitio ou no enge-
nho For -lio-.la-Cal.
No da 6 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, porta Jo Sr. Ilr. juiz municipal da
segunda vara se ha do arrematar um os-
era vo de nome Manocl, penhorado por exe-
Cui;,1o do coronel Cliaby aos herJeiros de
Francisco Xavier da Fonseca Coutinho es-
crivio Molla.
--Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva quesaiba cozitihar o engommar:
no palco do Carino, sobrado de vsrauda de
pao n. 13.
Ilcseja-so fallar ao Sr. Antonio Igna-
cio de Mondonga e ao Sr. alfere Cantillo
Fcrrera Ma lera na ra do Queimado, lo-
ja deferragens n. 14.
Sociedade Harmnico-
Theatral.
A direccao, de conformidade
com os estatutos, convida aos Sis.
socios a se reunirem no domingo,
7 do correle, s 10 horas da ma-
nliaa, no salao do theatro, para
elegerein a nova dreccSo.
Uma senhori eattiia se offerece para
ensinar meninas a ler, oscrever, contar,
bordar, matear, fazer lavarnto e flores, pe-
lo prego de 1,000 rs. : na ra da Gloria ,
n. 43
--Precisa-sa arrendar um armazem quo
sja grande para assucar, na ra de Apollo :
quem o livor awyucie, ou dirjase a ra
do Collegio n. 9, das 9 huras em diaulo ,
que nflo se ollia a prego.
Quarta-feira, 10 Jo corrento so ha de
arrematar uma morada Je casa mei'agOl de
3 andares sita no beceo do Peixe-Frito ,
i. 1.
Aluga-se o primeiro andar da casi n.
2K sila no Ateno-da-Boa-Vista : a tratar
na ra Vcllia n. 55.
Quem precisar de uma ama para casa
de punca familia a qual faz tudas as qua-i
lidadosde bolinlios para cha, o taiiibcm
doces, drija-se ao beccu de S.-IVdro ,
n.6.
-- Precsa-se de um feitor para um sitio
perto da praca i pagase bem : na ra da
Assumpgilo, n. 4, casa Ja aferifQo.
rolalho a 18,000 rs. o quintil : no arma-
zem de magantes do Braga C.
Vendem-se ditas lindas oscravas son-
do um rooolhida. de 18 annos com na-
biliJades propria tara mucama,, o que lu-
do tjtrelknl* conlola o a otlirn Je 20 an-
nos, que enzinlia, oiigoaima, coso chflli, o
lio perita lvadeira dn varrella : na ruado
Rangol, sobrado n. 57.
o 0
f-S W? Vande-s ,J f
les arrotos por 300,onu rs. !! um
aiiaratlor do bom posto, por 95,0011
rs.; uma cadelrinha da arruar, com
SOUSCnrreiame, por 35.000 rs. urna
carlelia pa'a ascriptoiio com gave-
0
wm^mstam
Compras.
i hia.
% Domingos AlvesMatheus, agente da a^ fabrica de rap superior arcia prola W
> e meio grosso da Babia, tem aberto o 4
< seu deposito na ra Cruz, no Recife <*
f n.52, primeiro andar, onde se achara 4
^ sempre deste excellentee mais acre- 4
5> ditado rap que at o presente so tem 4
4 fabricado no Brasil: vende-se em bo- A
> mais commodo do que emoutra qual- W
Squer parte.
^ a
--l>cseja-se fallar a negocio de bastante
inleresse, na ruada Cadeia do Recife. n.
24, toja de cambio, com os Srs. Joaquim
Jos Marques, Manoel Gomes da Silva, Mu-
noel de Amorim Lima, l.uiz Ribeiro Ma-
chado, Francisco Gongalves Orem, Huiro
de Santa-Clara, JoBo Baptista Vieira Cas-
tro Manuel Francisco da Costa Lobo.
- Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
ddinheiroa premio as quantias de 200,
300 e 400,000 rs. com hypolheca cm casas
terreas.
Alercao.
Antonio Gongalves deMoraes faz PabliCO
que arrematou o contrato da afongSo deste
municipio, para oque tem *'""
na ra da ssumpgao, n. 4 onde poder ^o
concorrer os interessados, das 8 horas da
mandila s 4 da tarde.
- Mr. Eduard do Janes queira vir pagar
30,000 rs. divida que conlrahio desde que
aqu chegou. Mr. Gabriel lembre-se que
ainda resta pagar 20,000 rs., pois he bastan-
te o lempo que se lem espesado.
-- Da-se 1:800,000 rs. a premio cm todo
ouem partes, sobre penhores, hypolheca,
ou urinas, sendo esta duas a conteni ,
Compra-se uma carleita Je duas faces
para escriptorio, nflo estando velha : queni
tJVIT .-1111101 i ir.
Compra-se una hrago du btlanga i-
conchas: na la Imperial, n. 39. Na mes-
ma cusa vondem-so duas redes.
Compra-se o vocabulai io porluguez de
Bluteau.: na ra do Hospicio, n. 9
Compr.i-se um sitio prximo desta o-
da de que tenha boa casa de vivenda, ba-
xa para capim e agoa prcferinJo-so
ma'gem Jo ro: no Atciro-da-Boa-Vista ,
n. 42, segundo andar.
Vendas-.
Proprios para presente.
Aventuras de 'Jelentaco, em
francez, rica cncadei narao em ver
la iciit> marroijuin, com estam-
pas, a pequeos volnmes, por
Gs'ooo.
Fbulas de Lnfonlaine, em
francez, riijuissima edirao Ilustra
da, excellentes gravuras, i volu-
ntes, por 8.S000.
Anna'de. Geierslein, on a Don-
zelln do Nevoeiro, nm dos mais
lindos romances de Waltcr Scott,
traduzido eir, portuguez por A. Ra-
ttialli, de Lisboa : 4 volumes, por
6iooo.
Vende-se cada uma destas obras
separadamente, na ra do Rosario
larga, loja de J. J. Lody.
--Vende-se urna preta.de nagilo com
principios de cozinbeira : no largo do l.i-
vramento, n. 20.
Vendo.-se urna torga parlo de um so-
brado do dous andares e sotSo com bom
quntale cacimba sito no Alerro-da-Boa-
Vista, n. 24, o qual rende annualmente
670,000 rs. por prego commodo : no Aler-
ro-da-Boa-Vista fabrica de licores n. 17.
Vendem-se palhas de coqueiro paro
banheiros : no sitio do Cajuciro junto a
Francisco Ribeiro de brito ou no pateo do
Carino loja de tartarugufiro n. 2.
- Vendem-se ricos chapeos de seda de
todas as cores ; manteletas de seda de co-
res eprelas ; chapeos de palha para senho-
re, meninas e meninos: ludo chegado pe-
lo ultimo navio do Havre: no Alerro-da-
Boa-Vista, n. 1, casa de mo las rancezas.
- Acaba de chegar do Rio -de-Janeiro e
vendo-se o Annuario do Brasil, obra muito
preciosa e interessante a todos os Brasilei-
ro : no Aterro-da-Boa-Visla loja do Sr.
Chardon ; na praga da Independencia li-
vraria ns. 6 e 8 ; na ruada Cruz, livrana da
Santos & C.
Na ra da Larangeir leuda do mar-
cencro n. 4, ha para vender uma pequona
mobiiia em bom estado, por prego com-
modo.
Venle-se cabo de linho de duas polle-
gadas e meia a tres e moia em peg*s ou a
&
Y las e com um peque o armario, por '^
'3 20,000 ra. ; urna rica mesinha do J mogno, de molas que fazemlransfor- &
Q ma-la em cartera por 65.000 rs. ; 2 Q
<3 grandese superiores colchas de da- >
A masco de seda encarnado, com lin- Q
q dissmos borlas, por 250,00(1 rs ;
/i xoto. com bons comino-Ios, por 80 iy ,';-,
f. rs. a qual tonJe 8,000 rs. do alu- g
i, guel mensalmenle, que importa ai ^.
\| por cont ao mez : assim sSo vend- *
dos por precos to bailo porque aeu JJ
O dono tem breve do deixar a praga : O
O do paleo do Orino, n. 18, segundo O
O andar. &
O O
$?>>&'$>& &0<&(3rGf&&
Voiuio-se fumo para capas do charu-
tos a 12,000 rs. a arroba ; dito de segun-
da, 8,000 rs.: milo tralo e llmpo, a
5,500 rs.; bem como charutos de todas as
qualidadea na ra eslreita do Rozarlo, fa-
brica n. 45.
Vende- CliegadO Jo Itio-Cran le-do-Sul bom sobo
em rama por prego commodo.
Vende-so uma c.inn de angico, bastan-
te fornida e quasi nova para casal, por
->o,ooo rs. com enxergOaa usidus; um
dita de venlo, guarnecida de sola, por 4 000
ra.; urna gamella grande pira banho pou-
co usada, por 2,500 rs ; 1 rico habito Ja
campanha Ja independencia, por 20.000
rs., com flvela de ouro o lita de sobresa-
lento ; 1 espada de roca rom pontl Jirei-
ta toda do metal Jo principe por 20,000
rs ; uma pasta lisa por 3,000 rs.; um cha-
peo armado do pello nm bom uso, para
ofOeial superior por 14,000 rs. : na praca
Ja Independencia, loja de funileiro, 11. 27,
se dir quem vende.
-- Vendcm-so 3 escravos, sendo um par-
do de M anuos, de bonita fjgura, tilinto
robusto o diligente para tolo o servigo j I
cabra de 17 anuos, bem parecida quo sa-
be algusarranjos de casa; 1 cabrinha da
l2annos, do bonita (lgura e que ha muito
diligente : na ra da Soizalla-Volha n.
I6, so dir quom vende.
Vende-se una escrava moga : na ra
Jas Cinco-Pontea ,j. 69
Para acabar-se.
Ven'em so hcelas do pinho pira con-
ducgfiO de doces par costuras o para ar-
ranjos Je casa 11 120, 160, 200, 24o o 320'
rs. cada urna : sBo muito utois para casa de
familia: no Alerro-Ju-B.ia-Vistii, toja 11.
In. Na mesma loja lambem se vende urna
cama de armacflo com lona, por prego
commodo.
Vende-se o Panorama em 8 volumosj
no VOS: na ra Ja l'raia, 11. 36.
-- VcuJein-so os diccionarios inglez-ppr- |
lugiioz 1: vice-verst por Vieira; as obras
completas de Cames Ja ultima o mais ni-!
li.la rdigo 3 v. por prego com modo : na j
ra Nova, n. 36.
Salsa-parrilha de Sands
para remover o curar radicalmente
das as enfermidados que procedem Ja
pureza Josangui', ou habito du syslema.
Esta medicina est operando constante-;
motile curas quasi incriveis do molestias;
que procedem da impureza do Singue. A'
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas indiadas, ervos incolbi-
dos, o os ossos meio arruinados, licou rosta-
belecidacom toda sua saude c frcas. O
duenlc escrofuloso, coberto do chagas, cau-
sando no|o a si mesmo, o a quem o sen lo,
ficouperfoito. Celitenares do pessoaa que;
tinhatn solTrido(por annos, a ponto de de-
sesperen! Ja sua sorto | molestias cutneas,
glndulas, rheumatismo ebronico o muitas
outras enfermidados procedentes Jo desar-j
ranjo (ios orgos do secregfto o da circula-
gao, leem-se erguido quasi milagrosamente
doleito da morte, o boje, com constituicOes
regenetadas com prazer allostain a eflica-
ciadesta inestimavel proparagao.
t'.omquanlo tenham apparecdo grandes
curas at aqu produzidas pelu uso Josla
estimavel medicina comtuJo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais 110-
taveis.
New-Fork, 22 do abril de 1818.
Snrs. A. 11. e I. Sands. Jolgando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
blico em geral, rciDolto-vos este certifica-1
po das grandes virtudes da vossa salsa-par-
rilha para que oulros quo Mojo esl.lo sof-]
frendo estabelegam melhor a sua Confian-1
ga e fagam sem demora uso da vossa medi-
cina. I
Vi-me perseguido com uma grande feri-
da no tornozelo, queso estendia pela canel-1
la cima ato aojoelho, langava grande t or-
g1o de nojenta materia, com comichOes
que meprivavam muitas noites do meu des-
canso, e eram muito penosas do suppnrtar.
USr. DiogoM. Conncl, que havia sido cu-
rado com a vosso saba-parrilha, recommen-
dou-mequecu fizesse uso della o depois
de haver lomado cinco garrafas liquoi por- I
feitamenlc curado.
Tcnho demorado um anuo mandar-vos
osle certilicado para couhecer com certe-
za se a cura era permanente, e tenho agora |
a maior satisfgalo cm declarar que niio te-
nho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo osle tempo, e acho-me perfeita-
mente restabelecido. Sou vosso, ole.
.S'iniA M, Inlire.
240, ra llelancoy.
Nesta provincia o nico agente doslo ma-
ravilhoso remedio he Vicente Jos de Brito.
Vendem-se sapales de couro do lus-
tro, obra moderna c bem feita ,a 3,000 rs. :
na ra du Cabuga, loja n. 9.
-- Vende-se una casa terrea na ciJade de
cu 11 la, ra Jo Aljubo, n. 8, cun commo-
dos para familia : na ra de llortas, n. 41.
to-l
111-1
Peehncha.
Vendem-aa tlnhad'Ataguas, muilo fres-
cae : no caes da Alfaildog, arniizem do
Antonio Anuos
Vende Se om prolo hem robusto oro-
prio p.'t' to lo 11 crvigu : n 1 rua Jo rorros,
casa Jo pt sto por baixo Jo sobrado n. 20.
Itom e l>nulo.
Ven'o se, para se fechar cenia, soporio:-
cerveja branca por monos do que em ou-
iri iiualq.ier parte arroz pililo, a 400 r.-.
a euii ; r-ijflo mitlatinrio. a 32(1 rs. a cuia,
oquarleirfioa 16O rs. ; di o branco zo-
te doce engarrafado, 1 610 rs. a garran ;
superior viiiho du P.irlo engarran 10 o
medido; licores; toucinUo; ttiatit"ig< a
560 .'700 i-..! na ra do l'adre-Floiianno,
ven.la n. 72.
/los mestres pintores.
No atrnazem Je magantes do Braga ftC ,
vendem-se latas de tinta azul, encarnada e
verde, a cen rs. a libra e em barra
1,000 rs. cada um.
Novo trem Vendem-se obaleiraa, panellas, frigidei -
ras o cas-arulas de forro forradas de porcel-
lana : na ra .Nova, loja do l'orrageus, n. 16,
de loso l.uiz l'ervira.
(i gerente do contrato du rap prinoe-
zadolIsbOa contina a vender esta boa
pitada pelo mdico prego Jo 1.200 rs. cada
libra, dinlieiro a vista, o uo so lia a peasoa
alguma, visto que nao be negocio seu e
nem lem eaiseiros para empregar em reoe-
ber cuitas ; assim como ruga nova mente as
prasoaaque anula se acham a dever o im-
porto di rap que lovaram o favur do man-
darem satisfazer.
Gabriel Lambert, por
Alejandre Dmnas,
1 v. emoitavo -lirooh do 200 pagnas, por
1,000 rs. Na ra do Collegio, n. o, acaba
dereceber-ae a iraducgBo deste romance.
( nomo do nutoi do conde de Monte-
Cluisto lio Ulo seguro abonador do lulo
quanto sali da sua pruna, que, ..nnunrian-
do o Gabriel l.amhert, cooleniamo-noado
por somonte o titulo da obra o o nome de
Alexandre Rumas.
U llcslrede San-Thiago.
I v. em oitavo grandebrocli., por 320 rs.
i:.la obrin||a he um romaneo em verso,
foiloein liespanhol por Bermudoz de Cas-
l>o,e traduzido om portuguez por Evaris-
to Jos Jo Annjo Rusto : > objeeto doli lio
anlogo s aventuras do Ultimo Aben-Set-
ragem de Chateaubriant lio rico, tanto nn
pensamonto cmo 110 dizer, o a traducgSo
he do milito valor. Voude-so na livrtria da
roa do Collegio, 11. !, aonde lambem so
acia o geguinlo
ntale i-.oiiuH'.m, nili lmenle impreso,
com rica encadernacBode velludo, brochas
metlicas douradas, regalos de gorgurfio
adamascado botde do manOjjuini.
Breelarium romanum, edigfiu Jo 1817,
rica oncadernaeflo de niarroquim 4 v.,
mellidocada umemsua carxa do papelo
forrada Je carneira.
O/fleiwn in fetloNatlvilath IhMln* ote,
1 v. em 12.
Um Guluclio, por Paulo do Kock 4 \.
em 8. .
Ut Uiultrioi da Inquiero, por Irreal ,
I v. sin 0 t vo encd. 4,00h rs
Ihscridc.'io hitloriea do lliasil F. penis ,
Colombia o Guyannas, por C. I'amin,2v.
ciii quarlo broch., por 2,000 rs.
Obras elementare Jo Sur. Salvador llcn-
fique Jo Albuquorque:
Novas cartas para aprender a ler, por
80 rs.
Compendio do grammalica portugueza,
sextaedicito, poroto rs.
Resuinodo irilhmetica, por 610ra.
Breve compendio de doutrina chrisla,
por 800 rs.
Resumo da historia do Brasil, por 4,000
ris.
Epitome de goometria por 640 rs.
Vende-se superior larinlia <*
de mandioca, muito nova, ^
sem cliciio algum e por pre- f|
S ro mais rommoio do que em j
j, outra qualquer parle : a bor- ^
do do patacho nacin*l Li- j
. ma, (Huleado defronte do J
i caes do Collegio, 011 em ca- t
i* sa de Machado &c Pinheiro, J
|f na nu do Vigario, n. 19, *
segundo andar. -.li
p
-- Vendo-so um sitio com boa casi de pe-
dra o cal, com commodos par mais do
urna familia por ler mais de 60 palmos do
frente, com calcada e copiar sobre pilares,
com 3 salas e alcovas na frente, com um sa-
ino om lodo correr da frente do lado do de-
trs sobre lorots, com 25 palmos de
fondo, com commodos para escravos es-
tribara e cozinha : o sitio tem terreno suf-
ficicnte para ter-se vaccas de leito por ler
muito bom pasto e trras para planlagOes
de todas as qualidades cacimbas, alem de
uma vorlonle que corre todo anuo, com
olaria com n.tiito bom barr para loda a
qnalilalo de obra, fomo quo cozinha 12
mil lijlos ecom embarque junto todo si-
tio cercado de espinhos, alem de valas,
com coqueiros, mangueiras em grande nu-
mero, muito Ijoiis dondezeiros, cajueiros ,
aineudoriras. larangoiras e tamaiineiros :
quem pretender dito sitio o qual nSo dis-
ta uma logoa desta praga dO-se pressa a
procura-lo, que se far lodo o negocio com
0 dono lambem se recebem em pagamento
alguns escravos ou alguma casa nesta pra-
ga : a tratar na ra de S.-Francisco pala-
cete junto a mor''.
Na praca da nriependen-
.deneia, luja (le calcado
de duas portas, n. 33
vendem-se sapatos doAracaly a 1,000 rs.,
stpatOes Je lustro ponteados a 4,500 rs di-
tos de beira encostada a 4.000 rs., ditos de
bezerro francez a 3.500 rs., sapatos de ta-
pete a 1,520 ra., pe les de couro de lustro a
4,000 rs., ditas de bezerro francez a 3,200
ris.
t>JJ


y
T JHUMMiMaf-U."*' H.UV'.'JJH
-- Vondcm-sn amarras
ila Senzalln-Nova, n. 4-2.
Taixaa
lie ferro : na rua
para encenho.
Na ft'M'Uo.fn de forro ila ni* 'lo Briim,
te ina-se ila rocebr i\m enmlelo wlinx"'
tO'ln taix.is tl 4 h R palmos da hneca n-
qii"'- SChaiWRie a vpoln por proco enm-
moiln e coni p'd" ilfiO rmharoam-se.
o" carreen m-se 01 carros sem despe/as ai<
comprador.
4cs fumantes 'le bom %n No armazem de moldados airas do Cor-
po-Sanln, n. 6, ha rara vondor, cheirados
pelo ultimo vapor .viudo 'lo 'il superio-
res rliarulon s.-IpIx, e de oniras mitilan
qualidades que sa venderSo rnais barato rtn
(jim pm ou Ir qoalqner rano bom cono
cgarrilhos liespanhes dilos de palbl de
m i I lio, que se estilo vcmlcinlo polo diminu-
I o preco ile 500 rs. o cont.
A ellas antes qup se acabom.
Vondem-se ricas luvss da pellica para
liomom esenliora pelo diminuto prego de
1,000 rs. o par : na ra do Queiinnilo, n. 17.
l>ao-se as amostras.
Pos galvnicos para
pratcar.
Na rua lo Collfgio, loja n. P.
Todas as pessoas quo possuetn objectos na rua do Crespo loja da esquina que vol-
prateados e que tenham perdido a cor ar- : la paia a cadeia.
chapeos de caalor prelo, pelo diminuto
nreco 'lo 3 o 3.500 rs.: cuites de sedinhas,
i 2.000 rs ; diios de vicarias, fazen-ln
milito durav 1 e de cores tocidas a 3 000
rs.: cdrt*a de cambra la francesa do d ffe-
enlPS radios a 3o 3.5n0 r* ; corles de
c .500 rs Isto porter nm pequeo toque
lo mofo ; barretinas ue s-da para meninas,
.i 2,000 rs. p "'ais iquenas a 1,000 rs. ;
oalcinhas 320 rs. 0 par ; chitas (inissimas om panno c
tintas a 20o rs. o POVS '" ; brms 'p Indio e
i .'ii.L'in de cWes a 320 rs. o covado.
\ 900 rs. cada una
vara.
Novo algodlo california com 8 palmos
de largura na rua do Crespo, n. 5, Inja
que faz esquina para a rua do Collegio ,
venln-se o novo algodSo trancado, pro-
prio para toalhss com 8 palmus de largu-
ra pelo barato proco do 900 rs. cada urna
vara.
Novos cortes de cassa pa-
ra vestidos.
Vcndcm-se cortos de cassa para vestidos,
do cores (xas e de bonitos padroes, a seto
eoito patacas o corta ; diales do tarlalana ,
raudos a 800 rs. ; moios ditos, a 500 rs. :
gentes, estando por ssoIndecentes, ou in-
til isados, tcem tiestos pos um encllente
restaurador e conservador dos meamos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cpsso para se usar delles o mais simples ,
nada maisdo quoesfregsr com um panno
do linlio inolhado em sgoa fria e passado
nos mesrnos pos.
Urna caixioha contendo quantidsde suf-
ficionle (ara pratear mais do 40 palmos
quadrados custa a mdica qiianlia de
mil is.
l'Oterin do Rio-de-Ja-
nciro.
A: s -20:000,000 de rtls.
lie chegada a lista da dcima primeira
lotera a beneficio das casas ilo enrulado, e
rom ella ';rnrie sorlimcnti) de Inlholcs,
lucios, quartos, nilntns c vigsimos: a ellos
antis que su acabom, pois salo milito afor-
tunados : na rua da Cadeia do Recito loja de
forragens, n. 56.
A 4,y000 o corte de novas
alcinas de seda
com lindos padroes de lisiase quadros, co-
res modernas, clarase escuras ate pretas;
gangas amarellns da India, proprias para
lodo o traga de honiem c de meninos ; hem
cono um novo snrtimenlo ilo lazendas li-
nas o grossas por barstissimo proco: no ar-
mazem do llaymundo Carlos Lelle, na rua
do Queimado, n. 27.
Novo inndapolao pae: te
c.oni mais d< 40 jardas
cada peca
o com largura quasi de una vara fazendn
i mais lina que se lde imaginar, por aso
ptima | ara ludo pelo diminuto proco de
!i,000 rs, a poca ; hom como todo o sorti-
meiito do fazendas finas o grossas, no no-
vo ai mazem de fazendas de Itaymundo Car-
ios uiie, na ma do Queimado, n. 27.
tt Na rua do Crespo, loja da

a
t
9
>
Vi
,

10
1
i'
i
i
p
".
(#
Tipoias do MaranhSo,
ou redes de malha muito frescas o fortes ;
ditas foilas no Cear bordadas a agulha ,
do diversas cores: na rua do Crespo, n. II,
loja de FazendlS, de Antonio l.lliz dos San-
ios k c.
MtjJMJ .........1......pSi^MMSi^
::
Loteras do Rio-dc-
Janeiro.
Aos 10:000^000 rs.
II.1 a favor da Misercoat,
e 5." do thesouro.
Meios billicte,
Qoarlos..... 6,5oo
Oilavos..... a,Hoo
Vigsimos. i,3oo
Na rilado Collegio, n. <)
i
n,5oo
Vendom- muito buin estado ,*com todos os seus per-
tencos por proco commodo : nq Aterro-da-
Boa-Vista, n 53, cochoira de l.uiz Monier.
Madapoles linos a
;,(:00 rs. a pera.
Vendem-se madpolOes linos.com 21 jar-
das com um pequeo loque de mofo pe-
lo proco de 3,600rs. a poca : na iua do Cres-
po luja da esquina que volta para a ca-
deia.
Na loja do Estima o. lanos, no Aterro-
da-Boa-Visl, vende-seum parde sdrsgo-
as muito ricas para ca itlo ; bem como
um habito esmaltado de Cln isto.
Tecidos re alftodao frail-
eado da fabrica de To-
dos-: s-Santos.
Na rua da Cadeia, n. i>'i.
vondom-se por atacado tros qualidades,
proprias para saceos de assucar o roupa do
csciavos, a 250, 280 c 300 rs. a vara.
Deposito da fabrica de
rodos-oS'Santos na Baha
Vende-se em casa deN.O. Hieber & C.
la ma da Cruz, n. 4, aleodao trangado
daqui Ha fabrica, muito propriu para saceos
Je assnear e roupa de escravos.
Charutos de llavana
verdadeiros: em casa de Kalkmann Ir-
Itllos na rua da Cruz n. 10.
Antigo depdsit de cal
virgein.
TSa rundo Tiapiclie, n. 17, lia
muilo superior cal virgen) le Lis-
boa, por nreco mnilo comniodo.
Superior farinha de
mandioca.
Cbpgou de S.-Calhsrina o brigiio S.-ilr.-
nnrl-Auijuslo com um carregamonto do fa-
1 inba supe ior acha-se fumicailo defronte
lio c ios 1I0 llamos e all fe vendo qunlquor
por(80 a pceo commodo : lamhom so | dc
tratar na prsca do Commerco, n. fi, pri-
meiro andar.
A l,'20, lt440e 240 rs.
Na 111a do i respo, n. 14,
loja de Fos Francisco
Dias,
vendem-se cuites de superior brim escuro
de pino liolio a 1,280 rs. dito cor do gan-
ga de superior qualidade a 1,440 rs. o cor-
le ; Insum piolo adamascado, muito lindo
para lulo a 240 rs. o covado ; superiores
urna o or'ell, se v'tdem pecas de algodflo- j Chitas encarnadas muito finas o de cores l-
jinho largo c encornado, hienda perfei-Izas,a isors. o c.nvaiio.e outras minias
lamente boa, pecas de 20 jardas a 2,0(10, c lazendas por preco commodo.
dnpnlflo mullo fino p com pouco mofo a
3,600 rs. a peca, e a 200 rs. a vara ; chapeos
de massa a 400, 640 e 1,600 rs. ; fust.lo ,
a 480 rs. o covado; dito muito fino e o
cores (isas, a 640 rs.
Vende-se cal virgem de l.ishoa n>
superior qnalidade, em barris de i arrobas,
cheasda oeste mez pelo brigue aria-Jote :
i tratar ta rua do Itrum, armazem de
Antonio Augusto da Fonseca, ou na rua do
Vigario. n. 19.
Chri brtisileiro.
Vende-se rh* brastleiro no armazem de
moldados, aireado Como-Santo, n. 66, o
n.aiscxcellenfe cha produzido em S.-Pau-
lo que tein viudo a este mercado, por
preco muito commodo.
A G40 rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpadose grandes 8 dnas pata-
cas ; chitas escuras de bons pndres e co-
res seguras, a meia pataca o covado i na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
-- Vende-se farinha de mandioca muito
superior, a bordo do palacno Fn/en/e.vin-
do de S.-Catharina fundeado no caos do
Collegio : a tratar com o capillo a bordo,
ou com Novaos & Companhia, na rua do
Trapicho, n. 34.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
BA BA SKNZAI.T A-NOVA, N. !\1.
iNeste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorli-
niento de moendas e meias moen-
das, pora engenho ; machinas de
vapor, e taclias de' ferro batido e
co^do, de todos os taannos,
para dito.
-- Vendem-se relogios de ouro e prala,
paleles inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de hrim de puro
linho, a I,280.
-- Vendem-8e corles de brim trancado
pardo de puro linho, pelo diminuto prer;o
do qualro patacas : na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
r* O
0 Um piano.
O Vende-seum piano muito bom para 9
f!> estudo, bonito e de excellente autor: 9
O na rua do Collegio, n. 9. (i
|<3&0 O
Barricas.
Vendem-se barricas vasias que fram de
farinha em p e bem accondicionadas :
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J.
e jaquetas.
Queimado,
n.O ,
esquina que volla pora
Cadeia, vcndcm-se r
os acreditados brins brancos de lis-
tras, bsos eamarellos, a l,5t)0rs. o J
culo ; dito muito superior, o l.foo
rs, todos do puro linho ; panno fino pretueazul. a 3,200 rs. o covado
dito muito tpenos, a S,SvO rs.; fos
(Oes muilo boiiilos a Co rs. o cor-
te ditos do u'llmlo muito ricos a
2,500 rs. pocas de camhraia do qua-
dros do 8 varas o meia, a 2,720 is. a
peca ; csssas motas muito bonitas ,
a i.iio rs, o corle ; msdspolSo enfes-
lado muilo (IDO, a 5,400 rs. a peca; i
corles de calcas de satnela de cor, ifc
a 880 rs.; ditos de castor, a 1.000 #
rs. ; rbila azul jara escravos, a 140 rs. o covado picote muito oncorpa- '$
do, a 180 rs.; plalilbas Je linho, a 500 ,
rs. a vya ; efguiflo de linho muito (i- (>
no e com 4 palmos e meio de largu- ic
ra a 1,440 is. a vara ; cortos de 9
brim de algodO, a 800 rs. ; o ou- &
fl Iras umitas lazendas por prcqoconi- .'
"I molo. flf
Vende-M cal virgem superior de l.is-
hoa eni hairjs pequeos, feises de aicos de
pi o rodas di ditos paia bairicts, runhe-
[ de piiiho abatidos | ira assucar, progos
caiiaea do Torio em barris da lOrolIheiros,
ditos deesti que em banis de 39 e 46 mi-
Ihonos, pilulas da lamilla: a tratar com
Joaquin Firreira Mondes Cuimarles, na
1 na da Cruz, 11. 4!". primeiro andar.
-- Na la estrella do Itozaiio, n. 43. se-
gundo andar, vende-se um escravo poni
ollicial desapatoiro c qi.e he bem moco :
o motivo prirqueseveiuie se lira ao com-
prador.
Attencao.
Com um pequeo loque de avaria em
leudo mais de 2 jardas a 100 is. a jar,la : no
novo armazem de fazendas de II. C. I.eite,
rua do Queimado, n 27.
Vende-se um cabriolel inglez muilo
forle em ptimo estado e pintado de novo:
na cochoira do Sr. Mounicr, no Aterro-da-
lloa-Vista.
Macudas superiores.
Na fundieSodo C. Starr & Companhia,
111 S.-Amaro, chain-se a venda nioendas
do eanua, todos de ferro, de um modelo e
construecfio muilo superior.
I o lia de Flan tires.
Vendem-se calzas com folba de Flsndres:
na rua do Amoilm, n. 35, casa.de J. J. Tai-
so Jnior.
Na loi) da rua do Crespo, n 6,
aopedo lampeSo, vendem-se as
seguinles fazendas por melade de
sen valor ;
corles de bi ni escuro a 1,280 rs.; dito c6r
de ganga a 1,440, 1.500o 1,600 rs. ; dito
Ka rua do Crespo, loja
de 4 portas, n. 1 S,
vende-se o restante dos muitos acreditados
. (braucoVa l,500rs. ; dito listrado a 1,500
rs. pirte muito encorpado, a 180 rs.
chitas linas e de cores lixas, a 160 < 180 rs ;
colicules de algodflo americano, os n>-
Ibores que ha no mercado, a 640 rs. m-
Tasso Jnior.
Para- coleas
Xa roa do
loja
vende-se brim (militar) trancado branco,
a 1,44J rs. o corle; dito dito escuro, a
1,980 rs. o corle ; dito cor de ganga, mui-
to tino, a 1,500 rs. ; dito liso escuro, bem
propriu paia jaquela, a 800 rs, o corle: sen-
do lodos de l'"'u linho: corles de caslor
de lislras e quadros a 800 rs. o corle.
Deposito de Potassa.
Vende se mullo nova potasst}
de boa qunlidade, em barriszinlioi
pequeos de qualro arrobas, por
preco barato, como j lia muilo
lempo se nao vende: no liecife.
rua da Cadeia, armazem n. 11.
Cadeiras de palhiuha e
de halai.co,
bem com oulros muitos trastes: vendem-se
em casa de Kalkmann liinflos, na rua da
Ciuz, n. 10.
fop rolclofrancez.
Vende-seo superior rap roblo francez ,
nicamente as lujas dos Srs. Cela no l.uiz
Keiioira no Alerro-ila-lloa-Vista n. 46;
'film: a/ de Mallos I si un na oiesma rua,
n. 54; Francisco Joaquim huarte, ruado
Cahug ; l'iiilo & lru>fio na iub da Cadeia
do Itecife, n. 19.
-- Vendem-se sois lindos moloques de na-
cfio c ci nulos de 18 a 20 annos ; novo pre-
t'os de 20 a 30 anuos, sendo um bum ofiicial
de pediciro e os oulios bous para todo o
seruoo; i'cs miilatinlios de 15 a 20 annos,
sendo u.n muito lindo, com (iflirio desa-
patoiro o bom ropoiro, muito hbil para lo-
do o servico e de boa conducta ; duasmu-
latiuhas de ti; a 20 anuo6 que co/em muilo
bem, fazem lavaiinto o engomuam cinco
pretas, si ndoduas muito botsquitanileiras,
duas muilo boas eugommadeiras, cotturei-
ras e cnzinlioiras, e urna dita do meia dado
quo fe da muilo em couta ; urna cabocla
boa para servico de cu mi o ; urna negrinba
de II anuos boa pnia andar com meninos ;
assiin como huiros mullos cscravos: na rua
da Cadeia do Itecife, n. 40.
Superiores chales de
la ra tuna,
do m..itn bom gnsto e muito grandes a
800 rs. ; ditos mais pequeos, a 500 rs ,
cuites de cassa de muito bom gosto c de
cores lixas ,n 2,240 e 2.560 rs.; o outras
nimias fazendas por prr;o comtrNMo : na
rua do Crespa n. 6, ao pe do lampeflo.
A ellt's antes que se
acabem.
Silo chegados mais modernos easseidos
manteletes, vindos pe'o ultimo navio de
Franca, os quaes se estilo vertdendo por me-
nos preco que em outra qualqucr parte : na
rua do (Jncimado, o 17.
Vende-so sag de rrimeira sorte, seva-
dinha de franca, sevada, gomma de araru-
la e tapioca do Maranhflo, por pre^o com-
modo : na rua dasCruzes, u. 40.
Vende-se o engenho Jundiahy, no Rio-
Craude-do-Noite, 4 legoas distante da capi-
tal com porto de embarque, menoa de
meia legoa.com hlegoas e meia de torra
de eomprfmento e urna de largura de tioa
proluccflo para mais de dous mil pues re-
gavel por urna correte forlo, prompto a
moer com a coa e Wlando-lhe a ro.ia da
agua : a tratar em Pernambuen com Joa-
quim da Silva Calro, na rua do Crepo ,
n. 4. oun P rali i ha com Amonio Jos Lo-
pes de Albuquerque, no engenho Pureza,
ou no dito engenho Juudiahy.
Vendem-se escravos bta-
los, na rtiadasLarangeiras, n. i4,
segundo andar, a saber : 6 pretos
de nacao, mocos e ptimo para
lodo o-ervico ; drns moleques ;
tres pretas de nuco Costa, de 18
a 4o annos ; urna dita de nac3o
Angola, de 2o annos e com algu-
mas habilidades ; urna dita criou-
la, com urna cria de tres mezes
muilo linda, que engomma, cose
e cnzinlia ; duas pardas de 35 an-
nos, que engommam, cozinham
muilo bem ecozem ; e moisalguns
escravos.
Superiores phosphoros
para accender eliaru-
los, a 2,400 rs. a gro/a:
vendem-se na rua da Cadeia do Itecife, loja
de l'erragcns, de Antonio Joaquim Vidal.
Casa de modas ira acezas.
lurssard llillochau.
Aterro-da-lloa-Vsta,
lujan. 1.
Neste eslabeleeimento recebeu-se pelo
Socmle ultimo navio vindo do llsvre, um
lindo sorlimento de chai eos de seda de
todas as cores e dilos de palha para senbo-
ra ; ditos de palha lisa c abetta para me-
ninas ; bonetes e chapeos de palha para
meninos; luvas de pellica, brancas e de co-
res para liomom e senhora ; trancas e fran-
jas para enfeites de vestidos ; chapos e
bonetes de montara ; lindas manitelas e
capolinhos de seda e de bico ; cambraia de
linho ; filos; lencos de niSo ; bicos o ren-
das fitas de seda e de velludo; camisinhas o
collarinhos bordados ; cambraias bordadas;
flores e plumas. No mesmo eslabeleeimen-
to fazem-se conseculivatnente chapeos;,
toucas e vestidos da ultima moda por pre-
ci) commodo.
Vende-seum lindo moleque de 14 an-
nos ; 2 ditos do 18 a 20 annos ; um pardo de
20 annos de muito boa figura, proprio pa-
ra pi'geii-, ior ser de regular conducta;
1 moleque de 18 a 20 annos, perfeito ofii-
cial de lanoeiro ; duas pretas do elegantes
(guras do MCM ; duas ditas minio mo-
cas com habilidades ; urna dila muito ro-
busta, de todo o s rvico de campo : no pa-
teo da matriz de S.-Antonio sobrado n. 4,
so dir quem vende.
A 5'O rs.
Na rua do Crespo, u. H4,
foja de Jos Francisco
Das,
vende-so hamburgo minio fino com 3 pal-
mos e meio de largura e com mistura de
algodflo, pelo barato prego do 320 rs. a
vara.
Vende-se superior farinha de trigo ,
em meias barricas: na rua da .Cadeia do
Recife escriplorio de Dean Youle & Com-
panhia, ou no primciio armazem do becco
do (encalves.
Vende-se, na rua da Aurora, n. 4, um
torno de tambores com rodetes eaguilhoes,
por 300,000 rs. e Ionios de carretas solas
para os mismos a 20,000 rs. o ionio.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa viuda pelo ultimo navio por preco
mdico : a Iratar na rua do Vigario n. 19,
I..........-o andar.
Vende-se vinho engarrafado ha mul-
los annos o mais superior que ha no nier
(Milu; i/eile do ca rpalo a pataca a gar-
rafa ; vinho da Figueira a meia pataca a
g n i ala : na rua das Cruzes, venda n. 20.
fta rua -Nova, u.5,
vendem-ses ais escravos de bonitas figu-
ras, com habilidades ; duas pardas e una
negiiiihade 11 annos, muito linda, pro-
priu (ara se educar; um molecoto de 18
anuos, bom coznhero e de boa conducta,
o que se Ma m,a ao comprador.
Vende-se cera de carnauba ordinaria ,
a 4,000 rs. a arroba, em porcilo do meia
anoha para cima: tanibem se vendo um
oaixillio anligo para alcova : na rua de
Hurlas, n. 112.
Vendc-se una parda escura de boni-
ta liguia, coslurcira, engou.iuadeira e co-
zinbeira cuja conducta so afianca por
ser exemplar urna negrinba de 7 annos,
muilo bonita: na rua larga do .Hozarlo,
loja n 35.
Arados de ferro.
Na fundcio da Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Bom e barato.
Vende-se superior brim cor de ganga a
1.440 rs. o corto ; dito pardo trancado, a
1,280 rs. ; dito de algodao multo encorpa-
do e ue cOres escuras a 1,400 rs. esguilo
de algodSo a 3,200 rs. a pefa e a 320 rs. a
vaia; fuslO'S de cores de padifles moder-
nos a 1,280 rs. o curto ; riscadiuhus miu-
dos proprios para camisas e vestidos, a
160 rs. o covado ; cortes de meias casimi-
ras de padtOcs modernos a 2,400 rs. ; ditos
de brim pardo de lislras, de linho puro a
900 rs. ; e oulrag fzendas por barHo pre-
C<>: na praga da Independencia casa ama-
tella com fazendas, n. 1.
Vende-se um adereQO completo para
senhora ; um bahuzinlo de tartaruga lodo
apparelhado de prala lavrada anneis de
ouro' para senhora: as Cinco-l'onli'S,
n 38. 1"
Vende-se, effeetivamonle, chhysso,
muilo bom ; dito brasiieiro: no paleo do
Collegio n. 6, loja de livros do ourado.
Novo methodo pratco e
dieorico da lingoa Irn
ceza, por l.uiz Antno
Burpain 2 v.. por 6$
Acaba de appererer no Rio-de-Janoim Ps.
ta inleressanlo grammalica pela qml Pm
muito pouco lempo e sem a faslidioat (,-
refa de esludar de cor verbo e aignillr>(lU
se aprende a fallar, Iraduzire ecrevrcon!
perreicfio a linsoa fmnceza
Vende-se aqui na praca do Commercio, n.
2, primeiro amiar.
V iisicas novas.
No deposito de musios, n rua Nova, n
11. loja de Jo- I'inlo da Fonseca e Sil.,
continuam-se a vender msicas para cinto
com acompanhamenlode piano, para pia-
no s e para flauta, chegidas recnteme me,
contendo arias, cavatinas, duelos e brica-
rolasem italiano, exlrahidasdas pecas roa(
modernas, modinliascm portuguoz qa.
drilhas, valsas, variac6es_o melodas : tu,|0
se vende por preco muito commodo. Mi
mesma loja tambem se vendes arte de m-
sica de Assioli e methodo pralico da atn;
bem como metbodos e outras muilas msi-
cas para lodos os instrumentos.
Pee hincha.
Na rua do Queimado. vindo do Rozara,
segunda loja, n. 1S, vendem-se lencos d<
la de 3 pontos a 160 rs.; cortes de cam-
braia de c.'h os. a 2,600 rs. suspensorios d*
seda a 500 rs.; castores para calcas ,
250 is. o covado ; brins de linho de croi
para jaquela a 400 rs. o covado ; cortes de
ustno branco para collete, a 500 r*. o cor-
te; e outras mullas fazendas por commo-
do preco.
Rom e barato.
Na rua do Queimado, vindo do Rozario|
segunda loja, n. 18, vende-se panno azul i
verde a 2,000 rs. ; dito cor de rap, a 3/
rs.; dito azul e i reto muito bom, a 4,ooo
rs. cortes de fusto para collete,a 2.4M
rs. ; manas de seda escocen; cortes dt
vestidos de cambraia de seda; ceroulisde
meia muito finas c outras muitasfazeada
por proco commodo.
Vende-se urna porgSo de madera di
amarello ja preparada para portas e jncl-
las : na rua da Cadeia do Itecife n. 24, lo
ja do cambio.
Vende-se carne de porco salgada ea
barris : na rua do Trapiche, armazem n. I.
Vende-so um prelo da Costa, moco
robusto e qoe be hbil para todo 0 servi-
do : a fallar com Jofio Jos de Carvaiho Mo-
mos, no Itecife.
Sapates do Aracaly.
No Aterro-da-Boa-Vista, lojan. 78, ei
ba-se de rereber um sortimenlo de sapato?
para bomem o meninos, a melhor fazemii
que pode haver por serem muito beo
fcitose de formas modornas I o seu pieri
he rasoavel.
Alexandre Spina, natural de Pisa, t(M
quem no seculo XIV fiz o uiaior dos bcos
hiiniainilade que al entilo eslava como H'i
lenciada depois de ceita idade a mora
de alguma calbaslrofe, como fosse quedas
couce, trambolhoes, c,melladas ele. irli
l or el'oiio de vista curta ou cansada quo ge
ramenle apparecc nessa poca : /o t!U
quem primeiro descobrio os oculos pany
nariz : com o uso dolles se nivellamas idi
dos, as srencas nos vclbos nflo (icam esM
tacionarias, ellos seguem cornos mocoso
progressos dellas, nilo os lemem as dis
cussoes e isto ludo he devldo ao uso d<
oculos : assim, quem os qulzer bons, diii
ja-se rua larga do Itozario, n. 35.
Vendem-se pecas de madapolo coi
20 varas, muito encorpado o com um pdj
queno loque de varia, a 2,400 rs.;
limpas ,a 3,000 rs : na rua do Passeio, le
jan. 17.
Vende-se superior farioha de trigo d
marca Joio-de-lli to, vinda de Lisboa p
la baica Ligeira : na rua do Vigario, n. 1
primeiro andar.
Vende-se una casa e sitio por neces
sidade cun bom banho -. no Nanguialio
n.35.
scravos fru^O
Ha cous^i do um anno fugio ou desenca
miuharamo pardinho vndr, de 12 anuos
claro,olhos grandes.cabellos loros. Koga->
as autoridades policiaes, ou outia qualque
prssua, que o apprrhendam e leveni-no
rua da Aurota, o. 4, que serogaatifcadii'
bem como sabendo-se quem o desencami
nlioii se proceder cuntra elle.
Fugiram, no da 18 de agosto prxima
passado, do engenho Fot no-da-Cal einOlm
ila dous escravos : um pardo de nome('
los, de 40 annos pouco mais ou menos
baixo, mal encarado; tem osdedes dos|f
aborlos: o outro prelo, de nome Rullim
com as m.los foveirs j lein as pernas lo:
tas ; rcpiesenta ter 50 anuos : ambos !*"
i mu ca ni isa do algodSoznho azul, erw
las de esloia e chapeo de palha vell
quemos|cgar leve-ns ao dito engeulw
ou na rua da Cadca-Velht, n. 33, que "
gratificado.
60,000 rs. degralifieac'
No da 23 de agosto fugio um paid*|
nome sUrtinho muilo moco, repreamj
ter 15 a lt anuos sem o menor indicio
barba cor clara cabellos uiu Unto gf
des mas sem serem caiapinhados en>e-
limados rosto redondo, estatura re(jul*''
multo esperto; falla mullo pre#a#
cum algum embaiaco quasi gnguej'1
toui os dedos das mitos um lauto cur* .
s com dilliculdade pode efpo|ia-los, I
grandes ; diz entender alguma cuus l
lioilca | or tor sido escravo do plian"'
ceuiico, o Si. Joilo Cancio l'ereira r
levuu calcas de riscado do algodfio
lislras azues camisa de Biadapofo;
natural da cidada da Victoria onda aw
sua mfi e avo lugar este para uiMJeja.il
una fgida quaudo eia escravo dv/J'
Sr. Cauco. us apprehoudedoies o ptfoW'
pegare leva-lo ao abaixo aaaignado H*
oll'erece 60,000 rs. do gratificacu *-
coinu protesta fazer quaulo as lasO-P^
niiuiieiii a quem acollaro nao quizar f
tregar dilu pardo. Franeitsa iuaquim '
re' Lab .
Pean.
N XT9. DI U. Bu BE WU.
*.'1V


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