Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06673


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Full Text

ANNO XXXIII N. 72.
Por 3 inezes adlantados 4jf000.
Por 3 mezes vencidos 4500.
ii iasj +* s
SU,I MU FFIKA .".O E IlUlO DE ISI7
Por :imio adiantado 15000.
Porli* franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SIJUSCKIPCA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomo ; Httali 8r- Jo"-
uim I. Pareira Jnior ; Aracalv.o Br. A. de Lemoi Braza ;
ur, o 9r. J. lose ds Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquina Mar-
nes Rodrigue! ; Piauhj, o Sr. Domingoi Herculano A- Peisoa
Cearense ; Para', oSr. Juinno J. Ramos; Aroaiooai, o Ir. Jero-
njmo da Coeta.
\
I
I
PARTIDA DOS<:oHIVKlOS.
Olindi: io r m*ia hora-t dn 4U.
l-u.ir-is.u. Uoianm r Parahiba : nal i
8, Ani.iM. Reierr*, Ronllo (..iruim, Altial.....
S. LfHtreaco l'->..-.j t,... NatatfeUi, Liawnn
leir*. Florea, Villa-Dalla, lloa-Yi^*, Urin
<;,i!mi- Ipojaca, SeriabJMi i;io-Fiiriii->>o, li
Pimenti'ir** r Nnul qaiataa-ftlfas*
(Tod^i oa CurfPi,- parli'B 10 boni di uviol,
aranbaam: na (f<;.i-iWr*.
, ltt.:j.. r.-..| t l'.vu ni- ajaartaa-feiraa.
i. Itarrcirua, Agoa-I'rala,
AUDIENCIAS DOS THIHIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundis quintal.
Relaco ; tert;as-feras e labbados.
Fazenda : qunrtai e aabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas a quintas ao meio-dia.
Juizo da orphoi: segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira rara do civel segundas a sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: queras a sabbadosao meio-dia.
KIMIKMKItlDKS DO MI/. Di: MARCO'
3 Quarto eresrenle as 2 llorase 11 minutosda tarde.
10 La cheia a 1 hora e 58 minutos da farde.
18 Quarto minguante as l> horas e 4i minuto da manha.
25 La nova as 8 iiorase 0 minutos da tarde.
PRF.WIAlt DE IIO.IE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da cuantas.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
DAS dasskmaxa.
30 Segunda s. Joan Chinaco : s. Clinin s. Domniia m.
31 Torca I* Italiana v. i. Amos prof.
1 Quarla s. Macario ; Ouintiauo s.Valerico ali.
2 Quiula a. Fraurisco de Paula fundador dos religiosos mnimos.
3 Scita s. Enerara in ocho Monie.
4 Saltado s. l/iiiuro arr. e doiit. da igr.
5 Domingo de Ramos s. Iria v. in.
i:\CAIiltKf.AIM* DA MTtsa:niiM:.\o \o mi,
olsgoai, o Sr. Claudino Falcao Das ; Babia, o Sr. D. Dupral
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlins.
EM PEItXAMIttCO
O proprietariod) DIARIO Manoel Figueiroa da Faria. oa soa
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE 0FFIC1AL
MINISTERIO DACIERRA.
f>ecrete>l 1,900 de 7 de marro de tH.77.
Regulamenio do corpo do saude do
exercito.
( I jincl U..ir. >
CAPITULO Mil.
Dos capellaes.
Arl. 11. Ero cada hospital llavera' nm cepillan
para o exercicio de todas as I mu-re- de seu minis-
lerio. Este servlco sera' feito por escala, e por pe- uos pensionistas que saliirem reprovados duas vetes
no mesmo anuo do curso medico o
das (acuidades de medicina.
Arl. 162. Os alumnos pensionista
prirem exactamente os seus devere
dos e reprehendidos, ou presos em
dias, pelos scus respectivos cheles
fa/er o servido, e ir as aulas.
Art. 1li3. Os alumnos pensioui las abrigados
lera sua cusa um estojo da cirurgia coro os inslru-
maceulico ; e na filia distes, de tus substutos. Es-
la tcenla sera' necessaria mesmo para ellcs irem as
aulas; e ueste caso s poderao demorar-se fora du-
rante o lempo dai respectivas lire.
Arl. 160. Logo qaeos alumata pensionistas aHoe-
cerem o participarlo an respectivo el efe ; e se a par-
le de doeute fr falsa, perderao a critificaro e mais
vencimeutos pela primeira vez, sa reiocidirem, o-
'."iii despedidos, e leus nome publicados em ordem
do dia do exercito coro declararn d i molivo porque
o lurarn.
Arl. 161. Perderao igualmente i lugar es alom-
r iodos successivos de um mez, corrando por lodos ns
capslles militares da guarnir)).
Arl. 141. O capelln do servido sera' inscparavel
do hospital durante aquclle periodo, vigiara' so-
bre todos os objectos da capella e du servico murlua-
rio ; leodo as soai ordeus um eufermeiro do hospi-
tal para guarda dos ditos objectos e para exercer as
'uiircies da sacrisUo.
Arl. 142. O capellao de servido fara' visitas dia-
rias as enfermaras, coofessara' e administrara' os
soccorros espirituaes a todos os doentes de molestias
graves, e coofessara' lembem cao saosqueo pe-
direm expootaneainenle, mediante permissao do fa-
cultativo do da, mas anda os que forem indicados
pelo mesmo facullivo : admioisiraodo-lhes os sa-
cramentos, e assistiodo aos moribundos.
Art. 143. Nos domingos e dias sanios o capellao
celebrara* missa a hora em que todos os empregados
do hospital a possam ouvir, sem faltaren) assuaso-
brigaees ; e a larde fara' predicas, cujo principal
objeclo sera' a caridade.
Arl. 144. O capellao fara a encomroeodacao dos
morios, acompaeliando-os al a porta principal do
edificio.
Art. 145. lie prohibido ao capellao iutromet'er-
se nos detalhes do servico do hospital ; acolher re-
clamares da parte (tos doentes relativos ao dito ser-
vico : e receber em deposito valores por qualquer
titulo, ou para qualquer destino que seja.
Arl. 146. O capellao u3o podara' ausentar-se do
hospital sem permissao do director, propoudo-lbe
nutro para o substituir durante sua ausencia. Au-
senlaodo-se porero sem tal permissao perder' os
seus reucinienlos correspondentes nos dias da falta,
e soflrera' a pena era que por e-la incorrer.
CAPITULO XIV.
Dos alumnos pensionistas.
Arl. 147. Nos hospilaes militares da corta e da
Babia havera' 1) alumnos pensionistas ordinarios,
sendo 6 para o servico de medicina e cirurgia, e 3
para o de pharmacia ; e mais G extranumerarios,
sendo 4 para o primeiro servido e doas pira o se-
gundo.
Arl. 148. Para qualquer ilumno ser admillido
como paosionista sera' preeiio moslrar que foi ap-
provado nos Ires primeiros anuo, oo curso medico,
oono primeiro anno do curso de pharmacia das l-
culdades de medicina ; e exhibir ilteslaJos de bons
rusluines passados pelos respectivos leales. Nao se-
ra' poram admillido depois de appruvado no 'r au-
no do corso medico, ou no -2- de ptiarmaceulico.
monto, continuos nccessariGs para |os curativos sim-
ples.
CAPITULO XV
Dos enfermeiros.
Arl. Ili. Os enfermeiros formirao urna compa-
nhia -un as ordeos de um cirur_;i lo reformado, o
pliarmaceulico
que nao cum-
enlo admucsia-
eu quarto ate 1.">
deveudo porem
Sua forra, em
I ii.11 lera oulro^or seu iinmedialo
casos ordinarios, ser a mencionada no art. l,e suas
prai;ai serHo escolladas entre as das corpos dn exer-
cito que souberem ler e escrever, liverem inlelli-
gencia e aplido para o servico a que sao destinadas.
Arl. 163, Os enfermeiros serlo clas*ilicados em
enfermeiros-mres, enlermciros c ajudaules de eu-
fermeiro, e sern repartido! em daslacameulos para
o servico dos diversos hospilaes enferioarias mi.
litares.
Arl. 166. Os enfermeirosmores lerao a gradua-
cao de '2' airgenlo, e os enfermeiros a di'cabo de cs-
quadra. O eufermairos e os ajudanles lerao accesso
de categora e de graduarlo correspondente, quando
se conslituirein merecedores disso pelo seu zelo, ac-
tividade e caridade no desempenho dseos deveres.
Arl. 167. Os i"i:er;i:e.rn--miirei e enfermeiros
serio proposlos pelo cirurgiao-mr do exercito e p-
provados pelo ajiidaule-general. Os olTiciaes infe-
rlores da administrar j da companhia sere propos-
los pelo cirurgiao coinmaiidanle approvados pelo
cirurgio-miir do exercilo.
Arl. 16S. Para poder ser enfermeiro-mr he ne-
cessario saber, rm de ler e escrever, as qualro ope-
rantes de arillunetica, os detalhes do servico de eu-
fermeiro. a nomenclatura do material dos hospilaes
ambulantes, e as manobras das calas de ambulancia.
Arl. 169. A companliii de enfermeiros sera aqoar-
leladaetn lugar conveoiiule ; e os enfermeiros, ent-
quauto esliverem no respectivo qusrlel, serao por
elle pagos de satis veneiraentns, e quando em desta-
camento, pela folha do hospital oode se acliarem.
Art. 170. Os enfermeiros-mres, enfermeiros e
ajudanles i-ai c-berj, alm dos vencimeiilos desol-
dado de i i i i na |u ni lilil a grarficaca> ou|
"-tires vai marcada na tabella jonta *
Art. 140. Oa aJumDQ, ppaiionisla, de cirurgia e ( mires e caitos la admiuistraco da compsnliia perce-
medicina sarao distribuidos pelas enfermaras pelo lo rao os mesinns veucimentos que leem os de iguaes
1- eirorgiiu ; farfl os curativos que lites forera de-
terminados pelos facnltivos dells ; e serio eucarre-
gados de fazer quarlos aos operados c doentes gra-
ves ; notando circumstanciadamente em um oderuo
lodosos pheoomenos que observaren! ; a assgoan-
do as observa^Cies que li/.erem.
Arl. I 1'. Os alumnos pensionistas de cirurgia e
medicina de dia ajudaro ns facultativos,tambero de
dia, a fa/er os curativos dos doentes que enlrarem
depois dai vislas ; c so poderao estar fora do Itoi-
pilal precisamente as horas que dorarem soas li-
ces.
Art. I.'il. Os alumnos pensionistas de iliarmacia
serio delilhados para fazer dia na botica do hospi-
tal.
Arl. 152. Os alumnos pensionislas extranumerari-
os nao (acta dia, mas sero obrieados a comparecer
as horas das visitas, e a fazer os curativoi que Ibes
forero ordenadas.
' Arl. 153. Ot alumnos pensionislas cura numera-
rios entraran) as vagas que deixarem os ordinarios,
segando sua inlelligencia, aptidao e capacidade.
Arl. 154. Os alninnos pensiouisias ordinarios re-
liairan hospital, e terao urna gratilicaco igual
ao toldo de atieras alumno do exercilo, cama, luz e
racAo de comida ; sendo Iralsdos no mesmo hosptlat
as enfermariai dos ofliciars, quandu adoecercm, se
nio preferirem ser tratados em sua casa.
Arl. 155.f}uaudo os alumnos pensionislas forem
tratados nui hospilaes perderao a gralifieacao e mais
vautagens que percehercm.
Arl. liC Em compeusaro do auxilio que se
presta asa alumnos pensionislas para conclurem se-
ns estttd'ii, ellos serio oltngados a servir no oorp
da saude do evento por lauto lempo qiianto for.nn
pensionistas ordinarios, todas as vezes que o quadro
do mesmo corpo nio esttvcr completo.
Arl. 157. Se passado potem um anuo depois que
os alomaos e pensionislas liverem cnucluido o sen
curio medico oo pliarmaceulico, nao furein prvidos
no i|u i Iro do corpo de saude por falta de vagas, li-
cario lenlos da obrigacio qoe conlralnram iiuandu
pediram e aceilaram o lugar de alumnos pensionis-
tas.
Arl. 158. O alumnos pensionistas que enlrarem
para o quadro do corpo de saude contar o para a
soa reforma o lemno que servirem nos hospilaes cu-
ran pensionistas.
Arl. 159. Os alumnos pensionistas de cirursia e
medicina uiu poderao sabir do hospital lento cora II-
ronciili 1-cirnrciio, e os de pharmacia do pitar.

poslos no, corpos de infatuara.
Arl. 171. tcimpanlna de enfermeiros lera um
livru-meslre para registro dos asseiilamenlos de seus
olliciaes e pravas, com as parltealiridades cosloma-
ds nos livros-meslres dos co-pos do exercilo.
Art. 172. Acompaohia de enfermeiros ser orga-
nisada na corte, e ahi lera o sea qaartel permanen-
te, d'onde dar os dtstacamanlos neceisartos paraos
hospilaes e enfermaras militares.
Arl. 173. S" depois de orginisada a companhia, e
bein evercitados os enfermeiros as foncees que de-
vem preeneber, tanto nos hosprlaes permanentes
c mo nos ambulantes ou de singue, terao lugar os
primeiros destacamentos, os quaes se arao de modo
que lique sempre urna reserva no quarlel para aa
solistituiciies e as necessidades de urna guerra im-
prevista.
Art. 171. Os enfermeiros e seus ajudanles serio
encarregados dos detalhes do servico dos hospilaes,
seiuudo as distriboicoes feilas pelo prhneiro medico
do hospital militar da eilee pelo ofticial de saude
mais grada tdu doi outros hospilaes.
Art. 175. Ol enfermeiros e seus ajudanles licario
inmediatamente sujeitos aos enfermeiros-mores, e
lano estes como aquelles ao primeiro medico du
hospital da enre, e'nos outros ao ollicial de saude
mais sraduado.
Arl. 176. llavera em cada hospital um enfermei-
ro-mr pura rala divisan de t-ein (lenles, e tantos
eufermoiros e ajudanles quintos! forem precisos, se-
cundo as necessidades do servirnl
Arl. 177. O cufcrineiro-mrir encarre^ail.i de cada
divido de "lenles lera o comrrlando iinmedialo tic
lodos os enfermeiros e -eus ajmjantes pcrlencenles
.. mesnia diviso, e os obrigar io exacto cttmpri-
inenlo tos seus deveres, relativos nao sn ao Irata-
meitt" il.s doentes, anplicacao di s remedios e lis
Iribuicao das dielas, mas tambem polica e lirrpeza
las enfermaras.
Arl. 178. Os enfermeirns-mnrefc sero responsa-
veis pelas roupas, utensilios e mais objectos que fal-
laren) as suas enfermaras, se a illa fr provenien-
te de descuido ou de dilapidacio por elle feita.
Art. 181. Os enfermeiros-mnres assislirao : l', i
visitas tas enfermaras em que bouverem molestias
gravea ; 2P, na cozinlia, distrihuicio das dielas,
leudo luda a vigilancia para que nio falle ou nio se
troque algoma rario.
Arl. I"".. Os enfermeiros-mnres sa combioarao
para nomear por escala doas turmas, coroposta cada
una de u-n eufermeiro, um ajudante e um servente,
alim de velarem nas enfermaras, administraren) aos
doentes ns remedios e caldos que forem determina-
dos pelos facultativos, e prestaren) aos mesmos doen-
tes lodos os servidos de que precisarem.
Arl. 1K3. O lempo da vigilia comecara ao loque
de silencio, e terminara as 6 horas da manha ; esle
lempo sera repartido pelas duas turnias cima men-
cionadas.
Art. 184. Os enfermeiros-morcs verilicarao Indos
os dias, depois da visita, pelas papeletas, o numero
dos lenlos entrados, saludos, morios, e que licaram
exislindo.
Arl. 185. Os enfermciros-mores fnrmaro cada
um para a sua divislo um mappa geral de raees se-
gundo ns parciaes de que trata o arl. 125.
Art. 186. i i la onleriiieiro-iinir lera um livro de
recislrn em que laurar o nome de seu subordina-
dos, as fallas, mullas, suspenses, e ludo o qoe oc-
correr a respeito delles.
Arl. 187. Depois de fechado o hospital, os enfer-
meiros-mnres fario chamada de (odm os seos subor-
dinados para verificaren) se lio na casa, e na parle
que derem no dia seguale a autoridade compelente
das ".curre-lirias nocturnas declarar i o nome dos
qua nio estivt-ram prsenles chamada.
Atl. 188. Os enfermeiros-mnres nunca sahirio do
hospital sem licenca do respectivo director.
Art. 189. Os enfermeiros e seos ajudanles rece-
berao dos enfermeiros-miires toda aroupa e utensilios
necessarios para o servido de cada enfermara, pas-
sando recibo na forma do arl. 179, e entregando do
mesmo modo a roupa suja e iuulilisada. Serio res-
pomaveis por todos os objectos recebidos.
Art. 190. Os enfermeiros e seus ajudanles execu-
lario lielmente as ordens e instrocc/ies qoe Ibes fo-
rem dadas pelos facultativos e eulermeiros-mnres a
respeito do Iratamento dos dueotes e da limpeza e
polica das enfermaras, devendo parlicipar-lhes
todos os acontecimenlos que liverem logar nas
mesmas.
Arl. 191. Os enfermeiros e seus ajudanles serio
responsaveis por todas as faltas dependentes delles
que se enconlratem nas suas enfermaras.
Art. 192. O* enfermeiros formario os mappis dai
dietas dai suas enfermaras, sesundo o disposto no
arl. 125. edepois de assignados pelos facollalivus, os
apresetilaro ao respectivo enfermeiro-nu'ir.
Art. 193. Os enfermeiras c seus ajudanles nao po-
derao sabir fura do hospital -em Iil'imioi do respec-
tivo director, precediendo infortnaces do enfermei-
ro-mr, o qtia) r3rrL^d^DJJa> para que nao haja falla
,lurin(e a ausencHr^a^^ice
de punca doradlo,
Arl. 191. Todo o eflfermWo ;ou aj.
desprezar alcuma parte to seu servido,
aos doentes outms alimenlus que nio seja
cnptos nas piptelas, perder'., se fr s.li....,, ...i
il.cdoo de um al lies titas, conforme as consequcu-
cias da sua falta, e se fr casado, lera' por castigo de
um al tres dias de prlo.
Arl. 195. (.loando.- enfermeiros e ajudanles per-
derem a gralificario, sera' esta d,istribuida pelos qoe
liverem contribuido mais para o bnm desempenhu
do servijo.
Arl. 196. O enfermeiro que commetter algoma
falla grave podara1 ser delido na enfermara dos
presos ale o lempu de 30 dias rom, perda da gratifi-
caran, ou o dobro sem essa perda, conforme o dis-
poslo no art. I'.l; podendo-se, segundo a gravidade
da falla, njunlar a esta deteucao redueco da la
raro a pao e agua. Essa reduccao porem nao lera'
lugar siguidamenlt, mas s em dias alternados, c
naquelles em que ella se fuer, sera' dupla a purgan
de pi.
Arl. 197. Os eofermeiros que liverem Un lo
tres vezes as penas doi arligos anle-eloiite-, e nio
se corrigirem, sero remedidos para qualquer dos
carpos du exercito, c excluidos da companhia. Se a
falta porem fr lal que nao deva ser punida com
nanhuma das penas mencionadas por merecer maior
panicio, serio remedidas a' autoridade competente
com os doi-umenlns c todas as provas do crime.
Arl. 198. Para cada divisao de cem doentes llave-
ra' um cuzinlieiro c nm ajudante que serio a limi-
tlos por contracto, ou escolliidos enlre as praras
dos corpos. Em cada cozinba llavera' doui serventes.
Ail. 199. O cozinheiro recebera' diariamente na
prsense do enfermeiro-inr respectivo, por conta,
peso e medida lodos os artigos para as raees tos
empreados e dietas tos doentes.
Art. 2tm. Os cozinheiros devem preparar os ali-
mentos, segundo as inslmctes que Ibes Iransmlir o
! medico, ou o ollicial de saude mais graduado.
Arl. 201. Os cozinheiros serio responsaveis por
CAP l'l'LO \VI. i collocado em um lusar prximo do campo de bata-
llas | humaras c depsitos de medicamentos. Iha, e lauto quanto for pxstvel, protegido e prvido
Art. 04. llavera'em cada hospital militir urna de agua ; lemlo por signal urna bandeira verrnelha,
enciado, cmlior-
kai
la se-
veis petas faltas que rommelterenl ns seus sulinrdi- todus os utensilios ta sua cozinha, ns quaes, depois
nados, se nio derem logo paite aui, olliciaes de san- em boa e devida ordem.
Arl, 202. Hitando os utensilios esliverem dele
rimados, os cozinheiros pedirio em tempn ao en''er-
al le ,n 4 olliciaes de lau-
do htcpilal para prnvi-
pharmacia e um deposito de medicamentos para la-
ii-ia/er as precises das enfermaras a caixas de am-
bulancia das proviucias mais prximas dos ditos los-
pitaes.
Arl. 205. Doas pharmafeuticos sero eocarrega-
dos de cada pharmacia e do deposito de medicamen-
tos que Ihe fr aonexo.
Art. 206. Ai phannacias e deposito! de medica-
mentos da curte estarn sol a immediala inspecr;ao
e lisealisacao to primeiro medico ; e as das provin-
cias, 10b a to ollicial de saude mais graduado do
lugar.
Arl. 207. O phr". .vceulico mais auluo em posto,
ou mais velho em idade sera respoicavcl pela guar-
da e boa conservarlo dos medicamentos, e de todo8
os utensilio s da pharmacia.
Art. 208. Competir' ap pliarmaceulico mais an-
ligo, na mais velhu a direceu de lodo u servico ta
pharmacia de que estiver eucarregadu. Os phar-
maceulicos sern incumbidos de toda as propara-
ces determinadas pelos facultativos : do arranju
das caixas de ambulancia na parte que lites dtsser
respeito ; e de sali'fazer as rcquisiresque Ibes fo-
rem competentemente dirigidas para o provimcnlo
das demsis pharmacias e depsitos de medicamentos,
devendo ter sempre promplos ns composlos oflicinaes,
pelo menos os de mais commum applicac,io nos lius-
pilaes.
Arl. 209. Heverio fazer a reqaisicio dos medi-
camentos e utensilios da pharmacia pur intermedio
do primeiro medico na curte, c dos delegados do
cirurgo-rour do exercilo nas provincias.
Arl. 210. Pediio por vales todos os objectos que
forem diariamente necessarios para o aviamcnlo dos
receiluarios.
Art. 211. Os phirm.tceulicos lero residencia nas
pharmacias, donde s poderao sabir com lireue.i do
director do hospital.
Art. 212. Os pharmaecuticos nunca pndero, por
tleliberacio proprin, subsliluir por nutro um medi-
camento prescriplo pelos facultativos, nem diminuir
soa qoaotidade. (.luandu esta Ibes parecer exagera-
da, ou quando nao houver u medicamento prescrip-
lo, o participaran ao l imitativo que o liver riceita-
do para que resolva como fur mais conveniente.
Arl. 213. Os pbarmaciuticos nao poderio deitar
fura os medicamentos deteriorados sem que seja de-
tarmiuado pela junta de saude na rrte, c nas pro-
vincias pelos fecullalivos lo respectivo hospital reu-
nidos.
Arl. 2I. He evpressamente prohibido aos phar-
maceuticos militares terem phermaeaMa ou por soa
coota.
CAP1TI LO XVII.
lias enfermarla) militares.
Arl. 215. As cnl'crmarns militares sero estahclc-
cidas nos pontos distantes dos hospilaes onde liver
de permanecer algum corpo, ou grande deslaca-
meo lo.
ArL^rtti. Sero encarregados das 'onfermarias os
mdicos que acompanhareni u corpo ou desfmenlo,
n* ^falla delles o medico civil que a autoridade
oroplente Contratar, segundo o disposto no arli-
' S.
i. Com o corpo ou destacamento deverio
marchar os necessarios enfermiro e caixas de ambu-
lancia ; iudo estas providas nio smenle de medica-
mentos, mas tambem da roupa e uleusilios qua fo-
rem precisos.
Arl. 218. Na falla de enfermeiros serio empre-
gadas como taas as praras do curpo designadas pelos
mdicos, as quaes pcrccbeiu por isso a gralificario
correspondente.
Arl. 219. A administrando das enfermaras mili-
lares tirara' a cargo do conseibo econmico do corpo,
uo qaal os facultativos lero asienta e voto delibe-
rativo em todas asqueslnes relativas as matinal en-
fermaras.
Arl. -220. O olliciaes de saude militares na chis,
encarregados das enfermaras dos corpas e destaca-
mentos sero obrigadus a seguir, lano quanto com-
portaren) as circunstancias do lugar, a tabella das
dielas e as formulas pharmaceulicas adoptadas nos
hospilaes militares, provendo as caixas do ambulan-
cia com medicamentos das pharmacias particulares
quando seus pedidos feilos em lempo nio liverem
sidosatisleilos, ou qoando motivos pondetosos a isso
os ohrigarem.
TUL LO V.
Serviros dos hospilaes em rampanha.
CAPITULO XVIII.
Dos hospilaes ambulantes, ou ambulancias; dos hns-
pilaes temporarios, e dos depsitos de convales-
ccules.
Arl, 221. O servico medico dos hospilaes em cam-
paitha se rele e aos hospilaes de sangue ttti ambu-
lancias, aos hospilaes temporarios uu sedentario-, e
aos depsitos de convalescenles.
Arl. 222. As ambulancias sern hospilaes orgaui-
s.idos de modo que possam seguir os exercilos em
lodos os leus movimenlos. Dividir se-hao era re-
serva de ambulancia e ambulancia acliva. Esta se-
ra' suhdividida em occasio de combate em deposito
de ambulancia e em ambulancia volante.
de respectivos e ao director
denotaren! a tal respeilo.-segondo i faltas se derem
no servico medico ou no de admnSslrae,o.
Arl. 179. Os eufcrmeiros-inores'
lerao nm livro|maira-avro concert ou Iroca delles paia que baja
para nelle screin laucados lo los ustohjectos que le-1 sempre os necessarios.
ORIGINAL DO Di ARIO DE PERNAMBUCO-
SO DBMAtVgO DE 1857.
I.embrawa para crearan r urna suciedade Pialar.
mollina meta rUaie.
A arte, na loa forma mais elevada, pode ser con-
sidrala sob Ires pecios rlistinetos e e-senriaes : a
pintura, a cscalplora e a archileclora.
Enlre ns quasi que nao ha vestigio algum, qoe
assignale a existencia gloriosa destas tres irraaas con-
gneres, deata Irindade do senlimentn plstico, e
era ao menos temos escolas onde tejan) cultivadas.
Iloje, so se |todem desenvolver pnr meto da Ira-
dioo dus mesires, e em presenca dos modelos im-
inorlaes, que alies deixaram ti pusteridade.
'.om lojn exisem um elevado desenvolvimenlu tn-
lellsclual, moral e social. T'ern regras e leii pro-
prias, e participan! ao mesmo'lempu tas trias c.m-
repees malhemelieas e das srdentea intpiracfiea da
potica e da iihanliisia.
Phidias Praxilele* se inspiravan sob o con favo-
recido da Gracia, a contemplarn das formas perfei-
las da mulher,a Venus de Millo, essa pdica e di-
vina liarmoni i il inarmorc, ou das bellezas anata-
miras-e plstica, do lumen),o Apollo de Itelve-
dero.
A alma do arlisla, em que a poesa de Homero e
de llesiodo tinha aneado as suas divinas revelaces,
conceba sob a nispirarao fecunda desvesgeniot IB-
grados. de um lado a furnia espinlnaliida, e do nutro
a forma malliematica,plstica.
A mi, o coracio, n stnlimenlo do arlisla Iralia-
Ihavam unsonos, e o marmore eiquadrinhado por
esse genio divioisado se Iraasformava uessas obras
retn aos eiifermeirns, os quaes palssaru recibo no
mesmo livro daqutllo tiiifl reeeherem.
Arl. 181). Os enfermen os-mores sero reponsa-
priir.as, que sempre a posteridade aclia novas, e que
s3n boje a mais bella expresso da arla enliga e os
mudlos eternos do bello. i
M-is ao lado dos elementos productores e revela-
dotes desta utandearte, ja rnfriquerida por urna
Irausmissm dessnerada, he preciso que o arlisla en-
contr, na elevada formario material do pensamonlu
o da poosia, a recompensa, oo anlcs a coosagrario
pollina dus seus trabalbos.
0 leanlo, o verdadeiro tlenlo, conscio da sna
forra e do seu valor.'senle intuitivamente que a poss>
leridatle Ihe tecer roroas.
Mas r tmulo nao pode salisfazer as suai aspiacOes presen-
tes ; lem sede das acclamaoes laudativas dos seus
contemporneos ; quer ver os seus trabalbos sauda-
tlos pela mullidao ; e re do ponsamenlo, qner um
dia,urna hora, elevar-se cima de um povo inteiro
espantado, fascinado, diviui;ando-o pelos seos ap-
plausos e pelas sues glorias.
1 riumpho ephemero, mas snllielenta ao sea cora-
cio ; o pensamento paisa para a alma de Indos, a
ouiiiiiosioio so torna universal, o esta cora de fres-
cas llores, em breve marchas, o paga a o cntuplo de
tod ta ns seus Irabalhus, e Ihe tl.t novas forjas para
pmduzir outros.
leuveuuin Cellini, Miguel Angelo, esles grandes
hiladores da arto, nunca tivcram o nunca amhirio-
| uaram oatra recompensa : exerciam arle por amor
da arle, e gravavam com os seus uume. immortaes
eas oliras primas que os gran les da tena dispata-
; vam ,t peso il'iniru.
.Ma se o- elementos da arlo em que acabamos de
locar levntenlo an
Arl. 203. Aim dos servantes ds Cozinha havera*
mais os que forem precisos para o servico das phar-
macias e enfermaras.
funda, para serem apreciadas e conipreheiididas, a
msica exiBO apenas um i simples disposirio natural,
he um senlinieiilo innato a todos os povos. e nao re
quer cerlo concurso de circunstancial scienlilcas e
sitciaes, para poder desenvolver-se, como a e>culp-
tura, a pintura e a archilectura.
Em aeral lodos os Itrasileiros sio msicos.
Poocas san as familias que nio possuem um piano,
e rara a menina que nao saina solfojar.
A musir he o nosso nico eiitrelenimenlo, o ni-
co ramo d'arte que lom sido cultivado eitlte us
nica nocessidade ard>lica que experimentamos.
Se aljuns tlenlo- que possuimos, anda nao lera
prndsznlo e-sas obras primas que immnrlalisam
aeinn, he porque Ibes falla sopru animatlnr da pro-
lerrao, lie porque Ihes falla a recompensa, a colisa-
gracio publica das suas obras.
Alcm disso. o deseiivolvimeuio da msica lamhem
concurre para amenisar os costumos, c pode occasio-
nar n nasciinenlo da grande arle, que he Lilia do
mesmo foco.
.Mas para este lira fora nceessario reunir por meio
de urna assnriario talentos mttsieaes que boje exis-
tem enlre nos, ns quae<, COW a interpretarn liel
dai creaccs dos grandes meilret, animariam, pelo
exomptu, o desalirnchamonto espontaneo desses ger-
men! fecuntlns coas que a natnrexa nos doton.
Com es lire- vivas, rom a glorificarn ilu talento
be que em entras parles se lem desenvolvido o gos-
[o da msica.
sobre o poni mais culminante, alim de servir de
guia. Todos os homens feridos nas fileiras sero le-
vados para esse ponto, alim de pnderem ser curados,
e depois transportados com a maior promptidio pus-
sivel para os hospilaes sedentarios os mais vizi-
nhos.
Atl, 225. A ambulancia volante servir' para le- i
var ns primeiros soccorros a todos os lugares onde
forem necessarios. Devera' ser principalmente di-
rigida aos ionios em que a arcan fr mais renhda.
Art. 226. Os hospilaes temporarios serio em no-
mero proporciooal a forra e a posiro do exercito,
e destinados a receberem inmediatamente os doen-
tes transportados das ambulancias activas.
Arl. 227. Os hospitacs lempnrarios lamhem sern
eslabelecidos lodas as vezes que houverem grandes
reunies de tropas em um logar, por onlra qualquer
causa evenlual e passas^ira como acampamentos de
instrucro e observaro. e o tlesenvolvimcnto de al-
goma epidemia que torne nceessario nao sn o arre-
d.miento de Iropa do fco de infecoin, mas tambem
que se previna a insufliciencia dos hospilaes perma-
nentes para Iratamento de doentes em numero supe-
rior ao de sua lulacio.
Arl. 228. Os hospilaes temporarios sero simados
em lugares salubres, e que offereeam lodas as condi-
ee* que a setenis aconselha ; excepto nos casos
om qoe as vicJssilndes da guerra, reconbecidas pe-
lo general em rlele do exercilo, obligaren) ao sa-
crificio de colloca-loi em cerlos e determinado- lu-
gares.
Arl. 229. Os depsitos de convalescenles lero
por hu receber os militares qae sahirom dos hospi-
laes sedentarios em circunstancias de nao paderem
snpportar anda as fadigas da guerra.
Arl. 230. A reserva de olliciaes de saude, de en-
fermeiros e do material respectivo, sera" variavel, se-
sundo as coodicnes de afailamenln do exercito cu
da columna expedicionaria;: a facilidade de com-
municaees e de recursos de todos os gneros qua a-
presentar o paiz onde se fizer a guerra, e sobretodo o
numero provavel de doentes e feridos.
Arl. 231. Cada rolumna do exercito em operaees
de guerra lera' um hospital ambulante com o pessn-
al segninte : om cirorgio mor de diviso ou de bri-
gada, c primeiros e segundos cirurgiOes, na razio de
um primeiro e dnus seguuilos por cada forja de mil
praras.
Arl. 232. Cada diviso supradita lera' doni pbar-
maceu'icos. e os ofliciaes de administraran, enfer-
meiros e ajodanles que forem necessarios.
Ar,. 233. O material sera' determinado pelo go-
verna sobre parerer to cirurcilo mor do exercilo
rhefo do corpo de saude. ouvndo a respectiva
imita.
Arl. 2!. O ciruruio mor i\n exercito verificara
por Moa por intermedio dos seus delegados se as
caixas de ambulancia esli prvidas de todos os ob-
joclos e em quanltdade suflieiente para as necessida-
des previstas.
Arl. 215. O ollicial de sando quando obofe da re-
particio de saude doexoreiloem operaees de guerra
dirigir lodo o servico medien, e inspecionari Indos
ns objectos que inleressarem a conservaoao ou resla-
belecimenlo da saude dos soldados.
Arl. 236. Ser da competencia do mesmo ebefe
lodo o que liver relaro com a salubrldade dos hos-
pilaes, abarracamenloi, quarteis e corpos de guarda,
que elle visitara muitas vezes alim de apresentar seus
TITULO M.
Do rgimen adminilralivo dos hospilaes c enferma-
ras mililares.
CAPITULO XIX.
Has autoridades administrativas e seos deveres.
arl. 211. Cada hospital militar teri um director,
que sera ollicial do exercito de graduaran conveni-
ente a disciplina e administrar; ni do mesmo bospita'
om relaco a jerarchia dos olliciaes de saude nelle
empregados.
Art. 2ii. As enfermaras militares (icario sob
admiuiuislrariu eral do commaiidante do corpo ou
do destacamento a que pertencerem.
Arl, 245. Os hospilaes terao os empregados de
adraiuistrai'o e de serviro interior, marcados uo re-
gul.niienlu que baixou com o decreto numero 397
de 25 de novembro tic IKli, e as enfermaras aquel-
los dos ditos empreados que turen) compaliveis com
sua nafris o importancia._________
Art. SesjG. Aa obrisaoei dos directores de hoipt-
taes e tos mais empregados da administrarlo destes,
l'tin romo a respectiva e-rripturarao e coolabilidade
serio 'dirigidas polos principios eslabelecipos no
iiiosuin repula ti ion lo, em harmona cenias dispwi-
res dn anual.
Art. 217. A junta militar de saude da corle pro-
pon ao ejovernu, pelos tramites cmnpelente, as al-
teraees do citado regulameolo qoe forem reclama-
das pela uecessidade da mais proficua admimilrario
do servico dos hospilaes.
Art. 28. A mesma juula organisara u resulainen-
lo especial para o servico das enfermaras militares,
de ai rordo com os principios ceraes da administra-
cao dos liospttaes, e o remetiera an ajudinte-gsueral
do exercilo para submelle-lo a approvarao do go-
verno, com as observacues que julgar runvrnii nte-
a respeito da parle meramente disciplinar.
Palacio do Itio de Janeiro, em 7 de marro de M57.
Marque/ de Caxia".
BJ
TABELLA, dos \encmenlos que ficatit pertencendo aos ofliciaes do corpo
de saude do exercito e aos empregados na administracao' e ser-
vico dos hospitaes e enfermar ias militares e a que se refere o
___________regulamento desta data.
POSTOS.
VENaiIEMTOS GBRABS.
Ciruri;io-mur tlu exercito.
Cirargiio-mnr de diviso.
Cirargiio-mr de brigada.
Primeira rirurpio.....
Secundo cirurgiao.....
l'barmaceuticn.......
12irMMl
961000
849000
611*100
12s00(
365000
Id
109000
40>(XNI
109000
loooo
veooo
10-^000
IJsISI
1.-100
I 4O0
IjiOflf
1-sOOO
1.-000
SE2 .
ioctan
329000
saeoa
Ltl.-tSKI
149000
12-000
BXERC1CIOS.
Chefo dn corpo do sitide*
S.' retir m do dito. .
Director de hospital.
1." medico e 1*eirorgillo*
2 medico e 2" cirareiio-
3o medico e 3 cirurgiio
Medico e cirurgiio. .
I'li.irmmeulico.....
Almoxarife. ......
Escrivo........
Amanuense......
Enfermeiro-miir. ,
Knfermeiro......
Ajiidanle de eufermeiro.
I'orlr." e liel de fardaml.
I'iel de roupas. ,
Comprador e dispeseiro.
t'.o/.inbeirn.......
Ajudante do pnrleiro .
tul i do cozinheiro. .
Servente* ,
l-'irratjriu diarias.
Para caval-
gadurai de
ptMoas.
I?IOO
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1?i00
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Para beslas
de lia;.i
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GRATIFICAC5ES ESPECIAES
COMMISSO'ES EM ESTADO
DE PAZ.
De hotfilll.
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9OM00
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120-000
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100-000
1209000
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809000
SOSOOOl 509000
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MUOOO SOSOtH)
665*566 6fi96firi
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109000 IO-3OO11
De enfermara.
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COMMISSO'ES EM CAMPAMIA.
De hospital.

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2009000
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133-333
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609000
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16-000
Oliservares
I." Aa commissOas do corpos de saude do exercilo
dividii-se-ho cm eommisfoes em oslado de paz
commisses em campanha. (.ida orna deslas cum-
prehendera' as de hospital c enfermara permanen-
tes e de hospital e enfermarla ambulantes.
2.-' Os ofliciaes de saude emprecados em rommis-
sOes no estado de paz e cm campauha perceberao os
v encunen tu. geraes de sold, gralificacio addicioual
relatorios e obiervac,es ao general commandaolc em e elaP, e as gralificaees especiaos que Ihe forem
ebefe do exerciln.
Arl. 237 Todas as vezes que as necessidades da
Kuerra o permidirem devora o cirorgio-mr ebefe
da reparlicio de smide dn exereito em operaees pro-
curar conhecer com exaclido a natureza das aguas
e a -iiuac.io dos campos.
Art. 2:8. O cirorgiao-mnr em ebefe dirigir o
servico medico, distribuindo, segundo as precises
o exgirem, os olliciaes de saude, o material, lastra-
.venios de cirurgia e objeclos decorativo que liver
sua disposirio.
Arl. 239. Depois de cada combate, o cirugio-miir
chefe ta repartirn de saude reunir opportunamon-
le, sob sua presiJeucia, todos os facultativos que as-
sistiram ao mesmo combate, e com o parecer delles
orgaaisar nm relatoro por lodos assisnado, no qua|
se declarara' o posto, corpo e nome dos comhalentes
frrdos e contusos, classilicando-se os ferimenlos e
ronlosOea, segundo soa nature/a e importancia, em
grvese leves, por maiotia de votos dos facultativos
presentes.
Arl. 20. I'ara o mesmo fin, en> relacSa aos fa-
cultativos feridos e contuso- se reunir' urna junta
cumposla dos Ires mais graduados que esliverem pre-
sentes, inclusive a rhefe da repartirn, e por elle
presidida, sendo excluidos dessa junta aquelles de
quem houver de tratar se. As derses sero adopta-
das pela forma mencionada no artigo antecedente
Arl. 211. O cirurgio-mir chefe da reparlicio de
saude dn corpo de exercilo de operares remetiera'
os doos relatorios dos artigos antecedentes ao general
respectivamente attrihuidafr-, conforme a natareza da
commissn. Alem destes vencimeulos teio mais os
empregados em hospilaes c enfermaras ambulantes
em estado tle paz forragenspara cavalgaduas de pes-
soa c beslss de bagagem : e os qoe servirem em hos-
pilaes e enfermaras permanentes e ambolaules em
campanha, as mesmas forragens e a gralilicariu de
(erra parle do sold.
3. O exorcii-infpeculiar do cirargio-mnr do exer-
cilo sera'assemelhado ao de commissio do hospital
ambulante em estado de paa 011 em rampanha para o
abulto dos reipertivos veucimentos, leudo em lugar
ta gralificacio especial de exercicio a que for pri-
vativamente attrihuida ao mesmo ,cirurgiao-mor
como chefe do curpo de saude, e percebendo forra-
ens para beslas de bagagem em lempo ds paz l-
menla quando sabir para longe da rortc pnr motivo
de serviro.
i.' O chefe da repartirn militir tle saude do cor-
pa do exerrilo de operao,es lera' os vencimeulos de
commissio de hospital ambulante em campanha. ex-
cepto a gralificario especial, a ijiial sera' marcada
pelo ge-reno, tanda em vista a torea du corpo de
exercilo, e as necessidades do set viro de saude em
relario aos detalhes das operaCtSee niillares.
5." O secretario do corpo de saude do exercilo
sera considerado em commissio de enfermara per-
manente em estado de psz, lendo porem, cm lugar
de gralificacio especial, a privativa que Ihe for mar.
rada.
6.a Os olliciaes de saude emprezadus cm qualquer
serviro da reparlicio, que uio scia de hospital ou
em chefe dn mesmo corpo de exercito, e nn seu olll-I enfermara, sero assemelhados, para a perceprao
Arl. asa. ligando alguma acrao geral for v>revis- fin ,,c remc,a rjr,,* sbre Ue, relatorios as observa- I de seus veucimentos, aos mdicos c cirurgies en.
(a o cirurgiio em chele sollict.r. do general com- PSque jn|,lr convenlentM e |nformir,. respei. r^garjaenm commissf.o de enlermaria permanente
mandante dn excreto -a presenca dus cirurgies que 4o ,,, corno se porlara, cirllrsil-ie, com. u ainlialaute cm ., d( paz cu tnl etm|)an,iai
au rarem .bsolutamenle necessarios us hospilaes | ,,a|e er0 IfUl.io a* C1,r,gem, aclividade, zelo, int.l-
mais prox.mos, para d.st.ibui-los como material HgMej, hnmMldada no Iratamento
Alem da satisfarn das necessidades materiars, e
liuinem senle o desojo rresislivel de lalisfaxer o
scutimento arlisliro, o alliri.mo, o ladn pnoliro do
a nio extsleni aqu, nem se quer roraefln, o senlimentn plstico, as nnhres asnrares
no son estad,. Ilmentano, ni 1 acontece o mesme a (,le um povo verdadeiramenle eivilitado.
ro-peilo da msica, qoe, cmltura do segunda urden), \s m,, |,c||,,.
nem pnr iss deiai de or a expressAo potica d'alma
e dn rnruro.
.\ msica lio 1 lorma mais se.n:.i.| dn bello, o apa-
adlo eslhetico de toda a homanidade.
Ao passo que ai outras manifestaees d'arte exi-
ein um dcsenvolvitneuln mais elevado da tntelli-
gencia, e urna seuiibilidade mais potica a mais pro*
resronrias do porvir nos ani.tin-
ram que tainos meios paia desenvolver ease aer-
in,ns n'um povo, cojo sentimoiiln artstico predo-
minante he rertamente a musir, como sempre foi
entre os pnvns de origom latina, e desle modo pa-
garamos urna divida a' civlisarao.
Uoje contamos enlre nos Iros planillas distinctos,
conveniente segundo as circumslancias o exigircm.
deixandu semnraj una reserva no quarlel-gcneral
para as urgencias imprevistas.
Art. 22i O deposito de ambulancia devera' ser
duz as mais deliciosas sensaees musicaes o poticas.
Alem disso, tambem possuimos outros nslruiiion-
tislas nacionaes e eslrangeiros, aluumas leobnras
amadoras, cuja voz e hahilidade sio dignas de apn-
ro e ,iiiiin,ic,i".
Por oulro lado, se presentemente temos o Ihea-
Iro, onde vamos passar ali'umas huras para esque-
cer as fadigas do dia ; breve tiraremos sem este 10-
curso, e cnvullos onlra vez uis dobras da monu-
tonia.
Eslai considcrares impiraram a um amigo no-sn
a idea do orsamsar una sut iedade i'bilarmonica,
e para este lim ello us nfferoccu ns seguintes apon-
tamenlus, que alteratlus u mudilicadus, como se
julgar convenante, padem servir de base para a
crearn da sociedade.
ObfettO e fim da sociedade.
"Arl. I.A sociedade Philarmoniea em Pernam-
hoeo he urna associaric de recreio exclusivamente
destinada i cultura da msica tanto vocal rumn ios-
Irumental, pnr meio de tniicertns regulares denu
minados-- Sarti* PMlarinoiiico**
o Arl. 2. O seu passosl be conslluide por so-
cios contribuiiiies o socios prendados.
11 Arl. 3..sin socios eoiitrihuinles todos os indi
vitluns 1 jii'- pussuirem as tpialiladcs exigidas pelo
arl. 5., o lian lizcreiti ta msica prulisso de vida.
o Art. i. Sin sirios prendados oj niusirus de
preGisao, quu possuircm as qualidados exigidas pe-
les paragrapbos I., i. c i. lo arl. 5. c arl. 6.
Do tocios em parUeular,
Arl. 3. Para ser membro da sociedade I'iii-
larmonira em l'eriiainbiicn lio neressario .*
n S 1. ler I10111 compurlanienlu civil e raa-
ral.
0 5 2.l.ma posicn dfcenle na sneedade.
s 3.Ser proposlo por algum socio.
n '- .sei appruvado pela din crin.
o s 5,1 ontriLihi pira a sociedade enm una
jnia to... satisfoita iminedtatainenlo a sua approva-
cao e urna mens.ilidade de...
Art. 6.O sucio prendado tica sent da tOli-
dos feridos.
Arl. 212. Os nutres ofliciaes de sautle cumpriro
exactamente os devores que pelo prsenle resttla-
menlo Ibes sao imposto-, c todos os mais que amina*
rem da situarn dos rorpos em que servirem.
tle msica para lomar parlo nos saraos da socie-
dade.
Do atVecfo da meieiaie.
ir Arl. T. A sociedade sera' governada na sua
conforme a nitureza do servicio, a orcasiio e a loca-
lulade.
7. 'lano ern estado de paz como em cimpauhe
serio equiparado, a commissio de enfermara per-
manente os serviros eventoaes, c ns dedelalbe para
a visita dos rorpos da guarnicio, os'de delegado do
Ihnres autores, e apropriadas a instrumental, piano,
ele.
11 Arl. 12.Ao relenle da rcbeslra compete
presidir aos saraos da sociedade, e distribuir as pir-
u 00. ., oi.ii,-ii,iic sci a _,*,!"., 11 \in jua .- .... .
parle econmica e sdminilraliva por urna direcrio K *-*"Plivas pelos socios prer dados de accordo
compona de um dircelor, um secretario, e um tile- c"m fpr{as de cada um'
sniireiro ; e na parle Ivrica e iuslrumenlal pnr um
director de canto, e por um rcenle de orcbe-lra.
ir Arl. S.Alom dos devores especiaes pertenoen-
les a cada um dns memhrns da direcoio. segundo
as suas dcnomiiiares, compete a esta em com-
inum :
o 1.Approvar ns socios qoe Ihe forem pro-
poslos.
2,Marrar os dias em que devem ler lu-
gar o saraos philarinonicns.
5 3.Assignar os carines de convile.
a 5 1.Presidirs reunies da sociedade.
< S ">.Vigiar alternamente, que nao seja per-
turbada a boa ordem, harmona e decencia, que de-
vem reinar em lata reunies.
it ; 6.Proceder como molhnr julnar contra o
socio, que nn tais da sociedade incorrer em algum i lomar parle nos
casn dedestirbanidatle nudesallencn para com qual-
quer membro da sociedade ou da direceao, c do
harmona ruma gravldadeda falta comraetlida, po-
dominen) ultimo recurso riscar da soriedad u socio
delinquenle.
" 5 "Aprese11l.11 nn lim dn compelente se-
mestre um balanco du 1 -lado da caiva da sociedade.
rum pelen I tunen te dncu mentado.
Dos Sarao* VltUarmonifO'.
forc
ti Arl. 13.Ao director de ce uto compren) as
mesmas obngares na parle Ixrio. e rlassilicar as
aptdcs dos socios segundo as suas habilitarcs.
Ait. 11..Neiihum sucio portera' rantar" a solo,
sem que para issu tenlia sido previamente approvado
pelo director de caulo.
tt Art. 15.Do mesmo modo no be permilldo a
soro al jiiin tocar qualquer instrumenlo pra u qtial
nn tenha as uecessarias liahilitaresaprcciatlas pelo
reuenle de nrcheslra.
o Arl. 16.Para ns socios menos adestrados 110
canto, havera' urna seciji de coros, donde poderao
depois sabir para rantarem a solo de accordo rom os
prosressos que forem aprcsenlando, a juizo do direc-
tor do ranln.
Arl. 17.o socio contribuate pn le negar se a
da sociedade, sem que isso
cirurgio-iuur Uu exorcilv, os do a>-i-lente, o os de
nutras quaesquer diligencias eslavait oo traiuilnriis
privativas di repartir.) da guerra na mesnia goar-
nicio, e a tle enfermarla ambulante, os serviros de
e-i,ila preslsdos nas forras em marcha, os de diligen-
cias especiaos da prolissin nas estradas e nos quar-
teis e acampamentos provisorios, e assim tambero os
de explorarnos scienlificas, e os relativos a salubri'
dado publica feilos em vrtude de ordem legitima-
mente emanada da reparlirio da guerra.
K.< Os ofliciaes do corpo de laude do exercilo uai
commisses em ramp.iuha. e nas de enfermara am-
bulante 0111 estado de paz, lero meioi de transpor-
te para si e suas familias, que forem conced,lo-
aos ofliciaes combtanles de poslos correspendeu-
te<.
0.a A commissio de hospital oa enlermaria perma-
nente passara 1 ambulante desde qoe o ollicial ou
corpo, hospital ou enfermara, cm qoe elle servir,
pozer-se cm marcha para seu deslioo ; e inversa-
meule, logo qua rhegar a algoma locallidade, e ahi
eslahelerer residencia fixa previamente determina-
da. A commisiiu, porem, ueste caso nao cessarn de
ser de hospital ou enfermara ambalanle para o olli-
cial que, sendo eticarrezado de explorarnos sceniili -
ras ou de serviro relativo a salubridade poblica, em
virludedc ordem legtimamente emanada da repar-
tirn da guerra, liver de fazer repelidas excursoo,
par nulo dn piulo de residencia determinado.
10 As eominissdes em campanha romerarao loz*
que se publicar o eslado de -uerta na provincia que
lem de servir tle Ihcalro ou base dai operares, a b-
n.iii-ji.i,) quan o ahi se publicar a cessaciedesse sa-
lado.
'. I. Os empregados na administraran e serviro des
hospilaes e enfermaras mililaresque nao fencerem
olape, perceberao as renos da comida que Ibes fo-
rem marcadas pelo regulamento do 25 de novembro
deiHit.
Palacio do Itio de Jaueiro, ; de marro de Ih57.
Mari/ue; ate Cu] as.
OdVEENO OA FHOVHMCIA
Expediente de la |l ato usare*.
OllicioAo Exm. vice-presilenle da provincia rfo
Espirito Santo, aecusando a recepro do oflirio de S.
Exc. de 16 de fevereiro ultimo, cummuaicandn t, t
tomado cunta da administrarlo d'aquella provieri,,
em razio de ler o Exm. Dr. Jos Mauricio I emen-
des Pereira de llarros, seguido para a rurle, e a- o
gorando que esta presidencia estara sempre prompti,
a 11 ni;m ir as suas ordens, quer rom referencia ao
servico publico, quer ao particular tic S. Exc.
minino se d a maior simplicidade, sem a menee
sombra de luxo ou oslcnlario.
' Art. 23.lica prohibido o uso de veitides fie
eda nas reunies da sociedade, exrepln o de ir
prela, bem como fica inhib di 1 u uso de lodo e
qualquer ornato ou enfeite prnprio de baile.
a Art. 21.Xas reunies da sociedade serao tam-
bem os Srs. sucios servidos com a maior simpli-
cidade. .
a Arl. 9.Os sirans philarmonicosconslilncmes-
leocial e exclusivamente a parte recreativa da asso-
Ciac.ii'. ,
o Arl. 10.Serio dados pela sociedade om dias
qaaolo possivel regulares, e nunca om maior nu-
mero de um pnr semana.
o Arl. II.Coiisjsiirio r*) desempenho das nii-
llmres rnmpnsirOei Ivricas t'-xeculsdas pelos socios,
e acompatthadas pela orcheslra, ou ao piano, bem
verdadeiros tlenlos, cuja execurio prestigiosa pro- Iribuicao, mas deve ler lullicieulis coobecinieulos icomu de msicas escolhidis nos repertorios dos me-
' IHtWQttrott geraes.
Arl. 25.1 luandu algum individuo resideule a
mais de i lesuas de di inciden te.1 passar nella alsum lompo. possoindo os
raqnaitos eilgHai pelos 45 1, 2. 3 e I do art. 5, lera
ingrese gratuito nos saraos da sociedade, rumo se-
rio visitante, por tanaca de nm mez, fiad* o nal
sti poder.i ronliniiic a ser nelles admillido. salisfa-
zendo o disposlo no 5 5 dn arl. 5.
Arl. 26. 1','rem esta adtru--o nliseqoiosa como
visitante, s lera lagar por urna ni vex.
o Arl. 27.Noiihuiii individuo eslranho a sorir-
lade pode ser admillido aos sarao* philarmoiiico-
pnr qualquer pretexto ou considerarn.
Ibes possa ser censurado, mas o sucio prendado nio, A,rl 'JS'A a'"".<- < sociedade sera' eleila
sob pena do deixar de pertencer a sociedade. *<">"}""l* no primeiro de maio pelos Srs. sjsjtaa
a Art. 18.A ordem dos saraos Dea a arbitrio do ">. Freaenlaa a reunan, c em deplirau
recont da orrbestr. de accordo Wm u direclur du >"odo qoe no lim do-ets mo/e-de eicrrno |w..a
Cjiu. a primeira ser substituida pela -tgunda na ordem
da votaoSo.
o 0.1 c reuiwic da so- idade. -,. .. ,
o Art. 20.Esta aleteo nuuta 1 lera recalnr
1 Arl. 19. As reunies da sociedade lerao losar em tocios prendados,
por meio de c.irii.esde convite. Arl. 30.Qoando pur ventura xenha a dis-ul
1 Art. 20.Esse* callos decunwlc.apeiias com- vor-se a sociortatle, o uno Ibc pericnccr sera' veu-
prehendem as peisoas dos sorioiesuai familias cana: dido do modo mais renunienta. a a seu produrin
excluslo de pessoa dn familia esttanha, e excepta-' repartido igualmente pelos socios conlnbeintes.
ando tambem OS individual du sexo ma-i ulmn. quiles para c, m a -,,,11 ., I, .
maiorea rto 12 anuos, ambara perlencentes a familia! Art. 31.O socio que deixar ne dnssaaas naa
assnciada. mcnsalidadespor esparo de um me/ perde o d.rrii*
,e Arl. 21.Para que e=les soja-n artmillidosnos a ser COBVijasto amq-"-nl- nJu salislizer o -en le-
saraos da sociedade he necessario que se inscrevam lulo a sociedade. dcixando de satisfar las por es-
como socik. salisfazondo o disposlo nocido art. 5. j paro de 3 mezes, deixara' no fim destes de perlen-
Art. 22.He de rigoraJwiluljij~quo no Irajar jeera sociedade.
dos Srs. socios, quer do strrTmaTculiuo, quer do fo- | Abiali-ei-la-hrti/.i
>

MmcsDcr

-


liAfi.O DE PEBNAMBUCO, ;i r.rvi v FK.UA M DEMARCO DE l,
DiloA" Exm. presidente das Alagoa, dizendn
ler dado inmediatamente o conveniente destino a
guia do ollicial e pracas, que n'alli vieram para esta
provincia no vapor Paran.Remetleu-ie a guia
ao general eommnnclanle das arma.
DitoAo Exm. presidente da Baha, accusando o
rccebimento do ollicio de I i do crrenle, arompa-
nhado de ulna nota daqual consta a remuelo para a
comarca de Nazarelh dota' provincia, do l)r. Hei-
culano Antonio l'ereira da Cunlia.
DitoAo Exm. general commandante das arma',
i11 /'Mulo, que lendo sid'i suhmellido ao eonselbo su-
premo militar de jiflica desde 211 de oulnliro ulti-
mo, o processo do soldado a que se refera o ollicio de
S. Exc. da 17 do correnle, iiAo lie por isso ps**i*el
salisf i/it-m: asora a requiir-n contida em dito olli-
cio, cerio pnrem S. Exc. de que este governo vai
solicitar do ministerio da guerra, esrlarecimcntos -
cerca de semelhante processo, e que em os receben-
do, os Irensmiltira' a S. Ex.
DiloAo Exro. presidente da lelaeao, communi-
caodo-lhe que por decreto de 22 de levereiro lli-
iiio. se fizera merc da lervenlia vilalieia do ollicio
d escrivlo privativo do jur> e execucoes criminae
do termo de Cimbres ao tahellio Leonardo Rezer-
ra Cavaleanl da Silveira.Fez-ie a retpeilo o expe-
diente necessario.
DitoAo metmo, ioleirando o de haver o aiz de
direilo da comarca da Bol-vista, bacliarel Jlo de
Souza Reis, passadn o exercieio da vara ao seo subs-
tituto, bacliarel Miguel Goncalves I.ima, por ler de
tomar asseuto na asiembla provincial.
DiloAo chefo de policia, dizeodo licar scienfe
de haver V. S. dimettido do lugar de servente da
casa de detenan a Thomaz Jus de Olivcira por s-
ism o haver pedido, e nomeado para substituir a Jo-
aqnim Jos de Caitro coro o vencimeDlo diario'de
mil rei.
DitoAo commandante superior de Pao d'Alho,
para que, com urgencia, envi a informacao pedida
por acta presidencia em ollicio de 11 de Jaiba do an-
no paisado, acerca dos cooselhoi de adminstracilo
de que trata o capitolo segundo do decreto n. 1332
da 18 de fevereiro de IK.Tamhcm se ollicinu
para o mesmo firo os commandanles soperiores de
Nazareth, Santo A ota*, i,oa una, Rio Formoso, Bo-
nito, Brejo e Flores.
DitoAo mesroo, para qoe remella com a mxi-
ma possivel brevidade o relalorio completo do ela-
do dos diversos eorpoi da guarda nacional, sob a-
qoelle commando aoperior, conforme Iho foi exigido
em cilicios da presidencia, e 28 de agosto e 7 de ou-
lubro do anno passado.lguaes aos commandanles
superiores de Olinda, Nazareth. tioitnna, Limoeiro,
Rio Formoso, Brejo, Garanhuns e Flores.
DiloAo meimo, para que baja de ministrar as
informicoes quelhe foram exigidas por esle governo,
em ollicio de 9 de julho do anno passado, acerca dos
olliciaes da guarda nacional desse municipio, qoe
nao tiraram suas patentes no davido lempo.Ofli-
ion-se neste sentido aos commandanles superiores de
Olinda, Nazareth, Limoeiro, Rio Formoso, Brejo,
Garanhuns, Flores, Boa-Vista.
DitoAo meimoConvem qoe V. S. com toda a
urgencia satisfar por astt vez e no principio de ca-
da semestre, a determinaran emitida em meu olli-
cio de 8 de agoslo do anno passado, remellen lu-nie
o mappa geral da forca sob sea commando, na con-
-Ibrmidada do $ 6" artigo 1- do til. 1- do dec. n. 1354
de 6 de abril de 1854.Igoil aos commandantet su-
periores de Olinda, Cabo, Santo Antao, Nazareth,
Coianua, Rio Formoso, Bonito, Brejo e Garanhuns.
DitoAo mesmo, para que saturara a exigencia
deita presidencia relativamente a remesta das infor-
inacoea, mappas e relaces a que se retaremos $ 11,
12 e 13 do artigo P do dcc. n- 1354 de ti de a-
bril de 1854.Oflic.iou -se tambem neste sentido
ao commandanles superiores, Oliuda, Cabo, Pao
d'Alho, Santo Ailo, Nazareth, Goianna, Limeiro,
'Rio Formoso, Ronilc Brejo, e Floraa.
Diloao mesmo, exigindo a remessa da relajo
de conducta dos ofliciaes da guarda nacional sob
aquelle commando superiorUfiiciou-se neste sen-
tido aos commandanles superiores, de Olinda, Cabo,
Nazareth, Rio Formoso, Brejo, Santo Aila.
DitoAo commandante de policia para mandar
apresentar com urgencia ao chefe de polica dous
soldados d'aquelle carpa para escollaren, um cri-
minoso, qoe tem de ser enviado para a Paralaba,
uo vapor Guanabara i>Communicou-se ao chefe
de policia, e providenciou-se sobre o trasporte do
referido criminoso, e duas praca?.
DitoAo juiz municipal da primeira vara do Re-
cite, para mandar apretenlar ao comandante do
corpo de policia mais um calceta a lim de coadjuvar
aos que all se oceupam no serviro da liropeza e as-
Mi* do respectivo qoarlelComraunicou-se a o refe-
rido commandanle.
DitoA cmara municipal de Olinda, para que,
na conformidad,, da circular dcsta presidencia de 4
de tatereiro ultimo, informe com urgencia quaes os
terrenos que formam o seu patrimonio,* por que t-
tulos os possuc. Igual as cmaras de Iguarassu'
Cabo, Pau-d'Alho, Victoria, Eicada, Nazareth, Li-
moeiro Rio Formoso, Barreiros, Buique, Cimbres
Villa Bella e Camero'.
Dito--A cmara municipal do BoniloConvem
que eisa cmara me informe com toda a urgeocia
se ja tomaram posse, e se acham funecionando os
veriadorea aleitos em setembro do anno passado, na
conformidad* da minha ordem expedida a eisa c-
mara por ollicio de 27 de Janeiro ultimo.
Na caso negativo, compre que me sejara declara-
dos os motivos que obstaran) ao promplo cumpri-
tueulo da citada drdem.
ravel, as cusas alteram-se nestajiirisdice.lo a quan-
tias enormes. (I)
Os jornaes anula hn piftirn que eilavam entre en-
tras axemplos desla calami tae, a tas* dai despez*
que um bispo foi obligado a pagar seo cura pro-
testante cuja su; conducta tinha suscitado a in,lg-
nacilo da paroebia a ponto da maior parte dos seus
habttanles se dirigirem a" hispe, pediudn a destitui-
do do eccletiaslici humoral.
neiihiini do< indi vldor s senhorea ds iliplomaa rien-
liOcoa r.n migado digno della se razer especial nen-1
calegoriaa. He esta a rail* porque|
i na nomenclatura das corporales
S depois de um inqnerito feto por cinco com- que
cao na lisia da
foram melot
dos ollicio*.
En que profrssi
de Esculapio, en
nal.
(.hama
MIS retpeilo pelo discpulo
isagrel-lhea um capitulo eape-
mssarios ecclesiaiticos, em cooformidade do eslatu-
to da disciplina ecclesiaslica, o qnal inquorito durou
nove das ; depois de se convencer que eraio fun-
dadas as reqosicSe dos par. chianus, he que o bispo
atienden a petic.au d-lles, e remellen o arcusado
pera o tribunal dos arcos sol a prevenco dos cri-
nar* de incontinencia, e a Halterio.
O tribunal dmiltlo part i!a accusaco e con-
de,nn.ui o cora, mas appellando este, para O nconse-
llin privado licnu c.hsolvido.
Ora, o ililll nf corta, as nulas feilas pelo hispo
clevavam-so a 2,(i22 libras esterlinas, 2
lato ile cerlo nlo ho proprio a animar os hispo*
para manieren) a disciplina do clero ; porque as cus-
tas, iie.tet cato,, licaoi a carpo dos hispo*.
A importancia das cusas da nutra parle nao foi
publicada, mas de cerlo nilo huta de ser inferior a
que o hispo pagou
Os (iproclorsn nao tmenle exploram e-la fecunda
mina dos procesan* de disciplina ecclesiaslica : ir.as
tambem silo agentes da< paite, que sol cilain car-
tas de administraran, ou paraos berdeiros lab Inles-
lto,i ou para os execulores testamentarios, ou pa-
ra os legatarios espoliados etc. etc.
He um campo nlo menos frtil, aonde estes ofli-
W em Inglaterra aphydciansa,
i roiiiinenle se chama medico*. D**d
ao
lien-
rique I Vha em Londres um eollegio de *phy*iei*o
no qual se deve giinhar um diploma para se poder
tomar esta qualilirar.lo ; o diploma cusa cinco li-
bras eslcrlioas.
Alas romo
a supremaca episcopal
em Una a pinte, os Impaa |eom, as provincias,
notoiidade para darcm os diplomas de
ciaii-.e
deve exislir
lucias,
pbjril-
Oualro memliros do eollegio dos mdicos sao
alternativamente encarregadoi de :inspcccionarem
os medicainor.t". ,. drogia, que se vrudein as
botica! o laja- de droga*.
K de pagaren urna mulla de 5 libras esterlinas.
(! medie** n ni podem intentar arcan para rece-
berein os seus honorarios, mas >3oaototiMdoi a con-
servarem aquillo que orna vez possuiain.
SECCAO II.
Dos eiriirgioes.
Os Mgeoni, como dennininam os crnrgies, leem
nbrigac^lo de laceran as operares ordenadas pe-
los mdicos ; nao Ibes h; prrmiltmo exercerem me-
dicina.
O edilo de llenrique VIII, que fez os regulameu-
tos desta corporanlo, comprehendeu os harbeiros n
ciaes minist-riaes faztm grande eolbail*. O mesmo I confrana, limitando a lirarein denles os allrlhutos
succede com requerimentos de depezas, e com
processos de divorcio, no oconsislorx courl.n
Esqoteia-me o tribunal do almiranlado, de que
elle tambem sao exrlusivamenlc os allome) s.
He o presidente do tribunal dos Arcosuquem di-
rgeos processos que os aproclorsn tem de seguir a
quem os admitte.
Nao sao mais de cem ; razan porque lodos fazem
bous inleresses.
SECCAO' IV.
Dos tabdliaes.
N3o devemos lomar esla pslavra ao pe da lellr.
cirurgicos dos sectarios do illuslrc Fgaro.
.\ ciencia pedicura nao rr? enlan condecida, (i
Os cirurgioes vexajos por se verem assemelliados
aos barbiiroa reclainaram contra esta linmilhario no
reinado de Jorge II, o qual, por urna carta, sepa-
ren as, duas allribuieoes ; prohibindo aos barbeiros
lirarein. denles e aos cirurgioes o barbearem.
Orgamsou depos um eollegio de cirorgia, no qual
obtrein os seus diplomas.
Os cirurgie, que por ignorancia, inliabilidade
ou negligencia, causarem moite ou doji.e i-, ou li-
zercni leudas, sao sujeitos a mullas e a prisco,
porque he raro que esles lliciaes red jato os con- alem ile pagarem parda* e damnos conforme as rir-
Iratus. Algumasvezes reconliecem as as.jgoalnras i rumstancias.
das parles ; nao he porcm esle o principal tratado j Aquelles que, por us, de instrumentos, emprego
dos tahrlliaes inglezes. | de drogas, ou por onlrus meios, facilitaren! um abo"r-
l)edicam-e a urna especialidad, he a de fazerem lamento, ficam siljeili s a degredo de 15
COMMANDO DAS ARMAS.
Ornarte! ajeaeral do commando das armas de
Pcrnimbico na otdade do Baelfe, em 27 de
marco de 1857.
ORDEM DO DA N. i 15.
O general commandanle das atinas faz cerlo, para
-ciencia da guarnirn e devido effeito, que o gover-
no de S. M. o Imperador liouve por bem", por aviso
do ministerio dos negocios da guerra de 12 de fe-
vereiro ultimo, conceder dipensa do servco ao Sr.
alfares -ajodaiil* do t. balalho de infantaria, Joa-
quim Aulouio Das, para e-lmlar na escola militar
da corle o curso da respectiva arm i : o que contloo
de wnieio da presidencia datado de hnutem.
O mesmo general determina que de ora em dian-
le os Srs. rapell.les da reparlicao ecclcsiaslica do
exercito, que, na forma das ordens estabelecidas,
liverem de destarar para o presidio de Fernando,
ailei de segoirem para o seu destino, se apratrn-
tem ao Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano, nem s
para Ibes conferir os poderes de que carecem para
rerlos actos que all tem de celebrar, como recebe-
rem do seu pastor as necesarias instrucei Irnden-
| tes i adniinislrae.il> do pasto espiritual do mesmo
presidio.
Jos Joai/uim COtlko.
28
ORDEM DO DA N. Ilti.
O general commandanle das armas, declara para
iiits'ligenc'a da edarnieao e devido elTcilo, que nes-
la data contrado novo engajainenlo por mais seis
anuos, nos termos do regulamenlo de 11 de dezem-
bro de 1852, precedendo inspeceo de saude, n sol-
dado da segunda coinpanhia do nono balalho de
infantera, Joaquim Antonio da Atevedo, o qual
porSobre os veiiriineiitos que por le Ihe compeli-
rem
disposto no artigo : nhu de 1851, e lindo o engajameiilo Ulna dala de
lerrai de 22,5110 bracas quadradas. Desertando per-
der' nem s as vantagmis do premio, como aquel-
las a jqu* livar diieito ; sera' considerado como re-
crulado, dcaconlaudo-ie no lempo ilo engejamento o
de priso em virlude de desconlo, a a perda das vantacens no respectivo ti-
tulo, como he por le dcterininado.
.fose Joaquim Cotillo.
protestar os billieles a' ordem e as latina de cambi
deshonradas como se diz, fallando de mu elTeilo de
cummercio, que se deixou de pagar uo da do seu
vencimenlo.
Os tabelliacs inscrevem ordinariamente os pro-
testos em um registro, mas uao o fazem por obri-
garflo.
Alcm disto nem sempre as leltras de cambio s.lo
protestadas pelos laheiliaes; algtimas vezes quero
precnclie esla foimalidade sao os allome).
E al basta que qualquer paaaoa llteata a falla
de pagamento, para que o portador da lellra udes-
honrada possa perseguir os endnssanles e os saca-
dores.
Os iibelliacs nao teem protoc lo dos actos que
inscrevem.
Em Inglaterra as ennvenroes sao geralmenle fei-
las por actos privados, ou em um i original, oo
em muitos conforme he o numero das parles e os
inleresses.
Isto da occ.isiao a ditliculdades militas vezes in-
vencivels. porque se nao podem substituir os ttulos
perdido por accidente ou sublrahidos.
Os laheiliaes s^o obrigadus a tirar*m o seu diplo-
ma no trihonal das facilidades. O sello do diplo-
ma cusa 90 libras esterlinas.
Ha tabelhaes qoe silo secretario! dos bispos. He
bom logar, porque assim teem o direilo de obrar co-
mo proel, r-,
Ootros sao traductores olliciaes de linguas eslran-
geira.
O numero dos notarios inscriptos no almanacb
he de quarenta.
SECCAO V.
Dos olliciaes pblicos eucarregadn* da execne.io. (3j
As exeeucoes ordenadas pela ju>lica sao ou crinu-
naes ou civis.
O scherifs sao os enearregados de urnas e de
outra.
Mas leem para os suhstiluirem nesla parle penivel
das soas funcres, cerlns olliciaes que se dividem em
siibschrins e em simples olliciaes.
INao fallo nos ajudanles ilesles ullimos, urna espe-
cie de olliciaes de diligencias. '
Ja' disse que ha um achcriHa em cada provincia :
c daos em Londres ; um na aCily, outro em Mid-
dlesex.
Cada um delles lem um sub-sleiifl.
Ct numero dos outros olliciaes he conforme a po-
pulaeao.
O oscherifl' da Cily tem seis olliciaes.
O "scherdl'de Mideiessexe lem Ireze.
Os condados ou districlo que se tem reunido a
Londres lamben) leem os ieus>clierifls.
Ha o scherill de Stineyo, o de oEessea, o de
oSussex ; lodos elles leem os competentes olli-
ciaes.
Os "ischeriffsri fazem execular todos os man lados
de prisao.
Fazem admiiiilrar osacoules, e fazem embaicar
os condemnados aosegredo.
Teem as sua ordens lodos os ofliciaes de policia,
e a torca publica.
Os "Schenllsn nao execu'am a pena capital, que
cm Inglaterra he na forca ; mas assislem a execu-
(do, e fazem-a repetir se oa primeira vez nao foi
completa a estrangularan. ;i)
O cargo .de srhenffsn he milito procurado ; mas
toda a medalha lem o seu reverso.
Os scherilT* alo encarregadu* das execoces ci-
vis ; mas ordinariamente sao substituidos nes'tas oc-
caaiCas pelos seus olliciaes, que e chamamora sche-
rill ollicers, oraabonnd bailiffs.
Ouando um nwarrante ou writa (ordem do juiz
ou mandadu de priao,> he apresentadu aa herifT,
elle nao pode negar-se a po-lo em execucao, ou
prendendo o dotador, e*J penhorando-lhe a mohilia.
O primeiro caso r,bama-searresln ; o rgundo adls<
Irefs.
O ollicial, em caso de penhora, pode fazer abrir
as portas das casas oceupadas pelo devedor, assim
como as Techadora dos movis.
Em caso de execocao corporal, o oficial nao pode
fazer abrir a porta da ra, nem sallar por cuna dos
muros ou pelas janrllas.
Perianto emquanto esl em casa com a porta fe-
chada, est o devedor em seeuranca. Mas seo olli-
cial pode entrar em casa quaudo a porla se abre pa-
ra algnem, que tala ou que entre, pode depoii ar-
romhar todas as outra portas da casa.
Ouando se desconfa de que alguem lem escondi-
do em suafcasa algum devedor, o ollicial nao pode
entrar na casa onde esle esl escondido, isto por
meiu de violencia ; mas se pode inlroduzr-se den-
tro do casa sem empregar a forca, entao pode ar-
i .in:l,>r lodas as oulras ponas.
Se entrando na casa Mote acha escon lito tu II i
o devedor, lira o ollicial sujeilo a pagar perdas e
dainos por violar o domicilio de um individuo ex-
Iranlio ao negocio.
Prtanlo, logo qne o ollicial Iranspnz a porta da
roa, pode arrombar lodas as nutras ou seja no do-
micilio do devedor, ou na casa aonde elle esli es-
cundido.
as estalagens, hospedarla*, ele, o quartn oceu-
pado pelo devedor he roniiderado como casa qoe
elle l> i ii......
Os olliciaes nao podem arrombar a porla. Fe-
chado no sen quarlo esta' o dotador em ieeu-
rana.
Algunias vezes mais raras, os ofliciaes ficam no
corredor, mesmo de uoile, a espreitar a presa
Sohrc islo ha diversas opinifies: nns auslentam
qne os donos dos eslabelecimeiilos, em virlude dos
reaulamentos de policia, pedem fechar a' meia noite
a sua porla, pondo fora os olliciae ; uniros susten-
lam que a qindi lade e mi a licarein. Sobre esle ponto anida nao houve de-
cisao.
CAPITULO XIII.
Dos medico, cirurgioes e boticario.
SECCAO' I.
Dos mdicos.
aVdianle se vera' (na capitulo das calegorias" que
Em caso de circum-tancias ailenuanles, a pena po-
de ser reduzida a tres aunes de prisao.
SECCAO III.
Dos boticario*.
Km lempos remolos, era esla prolissao em Ingla-
Icira confundida com rie drugoiila. *
l ma- carta de Jarques i encorporou os boticarios
em urna confrana.
O* boticarios leem um eollegio privativo, mas
qu>si lodos aprenden! cirnrgia, desorle que em
lodas as labolelas de botica ss Ir ; Surgeon tpa-
Ihicary.
Como os partos perteneem aos estados dos cirnr-
gies.jum boticario quasi sempre arcumula aos func-
oe de cirurgia, de parleiro e de vendedor de re-
medios.
O boticario que vende medicamentos avariados,
paga urna mulla de 5 lili, esterlinas. Pela segunda
ve/ paga 10 libras, e lerreira reincidencia 20
libras.
Alem dislo perde o diploma.
Em caso de negligencia, inliabilidade, erro, no
exercieio da ana prolissao, sao sojeilos os botica-
rios a certos castigos, conforme a gratulada dos
casos.
capitulo xiv.
Das categoras.
Do jury.
Igualdade peranle a le em toda a parle he orna
rallldade, principalmente em Inglaterra, onde cer-
tos individuos poisoetn lilulos, cargos, privilegios,
que oulros nao podem usurpar sem se sujeilarem a
grandes castigos. Por esta razao exislem regulamen-
lo sobre as categora.
Em Franca lambem houve no lempo da primeira
repblica, lela que marcaram os poslos c lugares
atgnado* aos diversos curtios do Elado e ao fuuc-
cionarios pblicos em todas as occasioes e cerimo-
nias publica*.
Em Inglaterra furam as calegoiias marradas com
loila a mmuciosidade. Chaiuam-lhes precedente.
Eis a ordem que he observada as grandes solem-
nidades olliciaes :
A rainba.
S-us filhos. (7)
Seus los.
Seus sobrinhos.
Seus primos.
O arcebispo de Canlerborj.
O arcebispo de Vorrk.
Lord thesoureiro.
O presidente of Ihe rouncil.
Lord privy real.
Lor.l ^reat chamberlaria.
Lord kish constable.
Lord marshal.
Lord cbaniberlain of Ihe house hold.
Os duques.
Os maiquezcs.
Os lilhos primognitos dos duques ^!8)
Os coudej.
Os lilhos primognitos dos marque/es.
Os lilhos legando* dos duques.
O viscondes.
Os lilhos primngenilos dos condes.
Oa lilhos segundo* nos marque/es.
O secretario de estado | um hispo ).
Os baroes.
O presidente da cunara dos communs.
Os lords commissanos do grande sello do esladu.
Os lilhos primognitos dos viscondes.
Os li'hos segundos dos condes.
Os lilhns primognitos ,(, bornes.
Os cavalleiros da ordem Ja jarreleira. (9)
Os consellieiro privados.
t) chanceller do Echiquier.
O chanceller do ducado de Lencaslre.
Clnel justice of Ihe quean'a benck.
Maler cflhe volls.
Chief juslice of commonpleas.
Chief harn of Ihe exchiquier.
Os vice-chancelleres.
Judges and harous of Ihe coif.
kiusghsls hannerets.
Os lilhoi icgundos dos viscondes.
(|s lilhos primognitos dos bardar.
Knightl, hanuereis, barronnels.
Os cavalleiros do Banho.
O filhos primognitos dos barrouels.
Os lilhos primognitos dos cavalleiros.
Os coronis.
Os seraeaiilsat la.
Os doclores em diieito ciniionici'.
O* bonislers al lan.
Os etquires. (10)
Os geiilferarn. (||,
O* yomen. '12
O* tradesmeii. 13/
Os arlilicers.
Oslabousers. Ii Columna. ,
lili HE JANEIRO.
RESPOSTA A'CRITICA LITTEBARIA.
" pudre 1'eiiiiira, oconegoPnlO de Cttinpt)*
e o .l'/rifipa.
Salyras prestam. sal\ras so estiinam. >
Juan lo in-llas calumnia n foi li.io verle,
guando vol ile eeuso, naotOl de zoilo,
'' vicio nota, o inenld gradna :
Pedimo-toa permis.1o, il'nstrado Sr. Jgrippn,
para no sartirmoa das palavraa q>ie cima Irami-
crevemos.
>e todos os criticui compreliendessam o terdadei-
ro senlitlo da palatra critica jnlgar com equnl.i.te ;
M o initiviuoo limilasae a. ovino Iliterario do.
eteriptosalhcius, afin de conhecer-lbe tis l'i!-/.:.
e noiar-lhensilefeilos,como tiede a |oli{a, na.
veriainos lanos nimos ilaagiiatoso* pelo modo par-
cial a iniqoo com qne as suas prodacfiSes *flo jul-
g.nlas.
Foi por liso, o mais ainda pelos proe lente-, qne
o insigue Itocaa* re-.i>onlen a aatvra 'le Macado
com a pena de Tllalo, fulmuiiindo a sen inju-to de-.
prear, nos termos da epigrnphe que adoptamos. E
como vein ella apadriahando-nos em favor do nosi
eslnnavel aimao Sr. Pinto de Campo, convem
que a primeira propotiflo do honrado Sr. dgrippa
Mja eombali la pelos meamoa e Agora campre-not chamar a atlanrjao do leitnr
imparcial para a boa fe e lealdale com que se hou-
ve na presenta questa c Sr. qrippa.
O livro que temos ante os olhs c.nitem as confe-
rencias sobre a pango do SALVADOR, pronuncia-
da em Roma na baslica de S. Pedro, durante a
quaresma de 1S(7, pelo Rvd. padre II. Joaqoim
X'enlura, e Iradu/nlas do italiano, sob a vi.tt al
approvaeao do mismo Ventura, pelo abbada (".
Ecoillier, enidous volumes. Fui desla tariaofran-
ceza que o noso amigo Pinto de {'. conferencia que lem, c que motivaran as censu-
ras nu as aggresses fnrmaes do illuslrailo senhor
qoe se acobertmi cen a capa do anon\ mn.
Pelo que so vai ver suppomos que o illuslrado Sr.
Igrippa leve razio de occullar o seu neme, porque
desta vez nao foi muilo feliz emtsuas lenialivas de
erttico-litlerario.vislo ler commelMo o llagrante de-
licio oo de inverler os escriplos de seu uieslrc o pa-
dre Ventura, rrproduziudo pa'sageus dulle anas,
ou seguinilo un original inteirameule viciado ou
diverso do que leguio o.nossn amigo.
<.lonfron4einos os trechos cn?*Hversns : na ediilo
do padre Ecoillier, T. I-, la conferencia e pagina S5
I-se o seguile :
Hn.nit aux aplres que le Sauvenr emmene avec
lui daa le jardn, ils ne sonl qu'au nombre de trola,
perceque ce nomine niyst^rieux des Iris personn-s
divines esl le plus paran de lous. S'il choisit Fier-
re, Jarques de Jeao, c'esl d'ahord, dil Origene, par-
ceque ees trois di-cipies laienl le colonnes prin-
cipales ele l'Eglise naissanl ; qu'ls laienl les plus
fermes de lous, les plus ferveuls, les plus parfails,
et par cela mema les monis susceptibles de se scan-
daliser de la Irislesse, de la frayeur et de 1'agOBl*
que devail epruuver lear diviu mailre. AJootona
que sin clion lomhe sur enx parcequ'il reprsen-
laient les nolabilila, et >e {dirai presque la haule
aristocr. lie de l'Eglise, c'esl dir qoe Pierre re-
prsenlail les prelali, Jeau les doeteari e'. Jacque
les marlyrs. Enlin il les clioisit, parceque, apres
avoir ele le Ilustres lmoins de soullrances el des
ta res*ile Jesns-Chrisl, ils dovaient les ennonrpr
dan* le* laogues les plus commanes alors, et dans
les cites les plus ceiebres de la Ierre ; savoir, Pierre
a Romeen laiigno latine, Joan en grec a Ephese,
el Jarques en hebreo ;, Jerusalem.
Esle paragrapho do celebre Ventara foi fielmente
Iradu/ido pelo nosso amigo, como se vera da que
aprsenla o mesmo Sr. .lijrippa.
bi-la :
Olanlo aos ontros apostlo, que o salvador leva
comsigo ao jardim, nao silo, senflo tres em numero ;
porque esle Damero invsterioso das Ircs divinas pes-
adas he o mais peifeitode todos. Se ecolhe Pedro,
Jaeques e Joto, he porque, diz Origene, esles tres
discpulos eram as columnas principaes da igreja
asenle ; eram 0* mais fumes de todos, o mais
lervoro'O, os mai perfeitos ; e por isso mesmo os
menos susctpliveis de se escnndalisarem com a tris-
teza, com a amarguras e agonas, qoe seu divino
mostr devia experimentar. Acrescentemn*, que
sua escolha recalie sobre eles, porque represenla-
vam as iiilahiliiladei, e qnasi dinamos a alia aristo-
cracia da igreja ; i-m he, Pedro repre-enlava os pre
hilos. Iodo os doulnre. e Jaeques os marlyrea. lim
tumma, elle o escolheu. porque, depon da haverem
sido aa titcmunhip llluilre dos-soiTrimenloi c glo-
rias de Jesus C.hristo, detiam annuncia-lasem to>las
a linguas mais conhecidas eniao, e em todas as c-
dadei mais celebre da trra; a saber, Pedro em Ru-
ma, na lingua latina ; Joto em Kphcso na liugua
grega, e Jaeques em Jer ylein na hebraica.
Analysenios; e pdii s ao leitor que nao perca
de vista o texto e a Irada :c8o.
O illuslrado Sr. Aqrippa com o seu Irecho :
o Ceux que le Seigneur inlroduit avec lu dans lo
jardn ne suul que trois en nombre, parceque ce
nombre Irois, nombre myilerieux de personnes-ili-
vines, est le plus parfaile. El ees troi, ce sont Pier-
re, Jacquis etJean: 1.- Pareceque ees trois, dit
Origene, e> lienl fes troi* cn\onnet principales par- > segunda di*uss,lo.
neclivos macnin inenlo apre-enlado pelo dilo iaapeehir, feilas es enn-
venienlea redoccOis; e prevenmdade que ao mi-
nisterio da lanuda reqalsila-sa que a" dispotieSo da
dita presidencia seja poala no crranle exercieio a
quantia de 60:0003000, que he a que se po lera' gas-
tar com aemelhanle* consiruc{es no mesmo ei*r*
cicio, salmido do rrcdilu esnecial colisin.i>*o para a
obras do referirlo parle no 5 I* do ail. Ili da le 11.
StO de 15 ile Miembro de 1855, no qu d dererdo er |
igualmente levarlas as despez.11 que se lem feilo e c'
poderlo fazer al o lim ile-le exercieio com as men-
cionadas obras, e a barca de eicatscfio existente, de
maneira qoe o dispendio lolal no exercieio nSn ex-
coda de I60.0T05; mas ainda para que a >| i.inlia de
.>i>:<>> i ma:ca>l.i pa-a a ver'1.1Obra-'ia mesma
provincia, pela diitribniclo do crdito ordinario con-
cedido na lapracitada le, reverla para a deObras
>lo municipio da curte pudendo os machiiiismos,
como indicoii o aabredito inspector, 1er encommen-
dados n'um dos e-lalieleeimenlos de fundicao da pro-
vincia, do quaes cgumlo as referidas informares
parece prefenvel o de Star.
A* nolicias Irazidas da upilal do imperio pelo
vapor inglez, temos de acrescentar que a sen bordo
vio de passagom para esta provincia o bailo pro-
fundo, Sr. Scanini, qne tcnciona permanecer aqni
por algum lempo ; edurante a *oa epheaaen resi-
dencia prel-inle dar alguns cnncerlo, coadjuvado
pelos artistas nacionaes e eslrangeirn, que presente-
menie se acham entre mi. Ser 1' mais nina condicao
favoravel para suavisir as lonjas horas de enfado da
nosin vida montona.
Tambem conta enlre os panageiro que vieran
no mesmo vapor o joven Breiciani, menino italiano
de cinco annbs de dade, queja' comeca a exercilar-
se na arte do canto. O Jornal do Commercio refere
qne este cysna implume ejntou no theatro de San
Pedro de Alcntara no Rio de Janeiro, perante um
concurso uunierno, inclusive SS. MM. II.. sendo
geralmenle applandidn, nao t em razao da ua toa-
ra dade, se nfio da execucao prematura. Dizem que
relende dar um beneficio no Santa Isabel. Aguar-
damos esta occasiao para aprecia-la devidamenle.
A freguezia de l na, una das mais importantes do
snI da provincia, que da 22 eleitores e eniilcm 3 po-
voados : o di matriz de l'na, o de Proprfedade e o
re Tamandar, nao lem urna cadeira de primeras
leltras Calvez seja sto devido a' ma' eellacaclo da
de da fregoezia, que se acha trepada em cima de
monta* elevados e de dillicil accesso.
Mas nao se acha neslas ircumslancias i'aman-
dare.porqoe alm de contar ja' boje urna popularan de
2,0011 habitantes, lem um bom porlo,' predestinado a
grande futuro, e proporross para um ceulro cooai-
deravel de populacao.
Tomamos a liberdade de lembrar aos Srs. depu-
lados provinciaes a ereacjlo de urna cadeira de pri-
meras ledras para 1 potoaflu d* Tamandar.
Parece que he muilo argenta a ciearao de urna
aula de insiruccao primaria nesse Ingar.
A 27 enlrou um navio inglez trazendo 15 das de
viageni cima do ollimo vapor inglez; mas nao Irou-
xe gazela alguma. Sabio de Liverpool no dia 21,
Oeste mesmo da devia sabir de Suutampton o vapor
da liaba de llamburgu, mas ale boje ainda nao he
chegado ; donde se segu que, ou nao labio naqucl-
le da, ou soOrea algum desastre. Entrelanlo cunt-
a qne nao oceorrera novidade no conlinenteeuru-
peu. O a..orar e o algodilo nao linham solTrido nem
alta nem baixa nos preeas, e a procura enntinuava
na mesma escala.
As nuliciasda provincia sao satisfactorias ola ro-
lacio da Iranquilidade publica. O verlo nao lem
sido interroinpido ; e os gneros de primeira necea-
sidade anda sao vennuloa por alio prero. Do norte
nao livesaoa cpmmonieaeJjo importante, qua inereca
ser reproduzida.
A assemblca provincial continua a oceupar-se com
a drscussao de medidas de circunslancias, bem como
divisan de freguezias, posturas de cmara* munici.
paes, e oulras qucsles, de interesse secundario
Foi apresenlado o prejeclo qoe fixa a forca de polil
cia para o anuo seguinie, mai ainda uo pasiou em
Plallo.Qn* mama de brhjar? Era me- i com mai- frequencia p'-aierobarcVr6. ^irai.r!,*,''''
Ihnrque imliloisseiim pogil onde enes gallos da q"' "" e"< buc. da orta-OBaU, >il lenha a n '
India occidental' se farlamein aa paehadaa. I era i iteira de eoaalraeena. do auuz
inelhor .lo que fieaili', mu-na basta para quebrr-se I A provincia caberas, brajo* ele. he qualquer cnu-a para >lar->c i acini e -erra abano
e da fannha de |
naturalmente cm erra
aqu o clima he Manda e
tacanas, emiten ludo he motivo para dar apandar, I prodocr;! propna do, pnxn cihdu all nelo c, n^
hISZ [ I !"? rl""> '" fn" 1",H|UCC'"' M. que 4
na creatinas no mundo que parfre. r.ascc- 1 da Enrolla. 1
que parece, in nasce- i da Enropt
rain para termento d" Moiaeinelhanle*.'II* a eran- l peres, n figo, o marnela, a uva
de familia dos importuno*. Suoeilo ha que enipalr I para, a damasco, o marta,
maulo um hilhellnlni ,;(. pUia, 1 ao salwmos como I germina em frondosos aore,
na 1 arrbenla >ie eonlenU, e alardiando goslo pela E o Sr. rnnatlliaho Zasarta*
cena e cultivo d arle, qurr ,1 liuei fazer crer que j tura da provnola em geral 110 "lencionado'rui"T
Ih-he inuitn ramiliar ... cqjneiinl o o que lodos **-1 eipriae-se deat* modo :
peram eom anciedade. Antea qae o drama a* ta I > A benigna loBaaaam da cuma
maraa, a
' amella, ele luda
i'alando da agrcul-
"uor do
'airo/.
>] >> o drama se va 'i A Dentgna mlluencia rio clima de-ta iirovinria
ilesen vol vendo, j fie dii qiia adetinba a que ae tai I ostenta-e* na tariadada de artigo, que ., 1, ,,,.
paar, e |nie ,i claras o enrelo, ,( ulnndu a-im tu- : produr. e na aiolu-au rom que recompei,M 9
la a illu-o e inleie.se que nuil., encontrarla se llo i Irabalbador.
Iiveisea uifelicidide de ser seu viaiiiho. Se por dea-1 O trigo, o rntelo, a cevada, < nullu,, ..,
grarja ronhece alguma siena em que o actor se Irn- a batata. ,1 canoa de asate*, u rila", o cafe', o fullM,'
portee exceda o natural, sm voz deslemptrada e I o algou.ni. etc., lade mu piada o paiz. (*>*
mal-seante te ha de erguer paraImila-lo, e eus mo-1 urnas, n'outr.s lnrliarta. e ludo, se la-nt q(r ,
vimenln. de-roinpassados bao le iiiroinmodar a lo- | guu objeclos em luuiimas prnporces, se cullua -
do o mundo, mas o malvado impol lao ha de moa- vezes su para o consumo do pi.ductor, a
trar o que h-. Falla *m lodo* os dramas, em todos Depon de lazer entras tMaideneta sabee ca
o adore., fula em ludo, o em ludo mullo mal,mas nm etesses ramo de trbala* agncola, o Sr. nanac-
ha re tallar, ha de iacommodar, q le nlsao esta o sor Iheiro /.acarius acresceuta .
importuno. Decid doamalicamnilc a supernn.la- a Preienleinenle. forra he ronfesaa-lo aiiuvonln
de nos adore, un sobre.....ros, liesta o-i naquella e arriaran absorvem "a alten.-.-,,, ,. ac'ividade da
cena, que o l.ermano da inellior (te qoe esle a pri- : graada maiuiia do habitantes ,' aa*Maaaal aoarlla
meira garg.ilhada, que a Berardo faz melbor .lo que de ricos ede pobres, esla de hnniens aba-Udos a**a
aquelle oulro tal inovimentuznh,., einlini. rnilado paaeaa*a camin. '
de qoem checa a untar-se junto de om v,........des- E pouco adiaota prosesue elle, rUiiv,m...i.
ses, que nao ha de apreciar o drama, nao ha de ou- niale : *""",r
vir nada senln a vendo imporlnno que nonca para.: A exporlarao, que desse artigse fu ,. 1,
llesce a panno ; ei-lo desesperado a baler eom ea pee I eam*ra municipal desta eidade Canuae '' ? *
no assoalho, gritar peo, a Criticar de ludo e de lo- : ceios coutos, pane* mais uu menos purin "' i
doi, (menos de si,] a pedir msica ele, emfim nada redodndo-a a" cifra de qaraheataa e Untoi aaM *
Ihe esrapa, ludo he estrangula do n 1 mesa anatmica que foi a do auno linanc-iro de 1852 i85:t conl,"
desoa critica, e relira-** d'alli a maldito, applau- 1 me os mappa. da repaiticlo compleme, ', ,".'"
dinlo seu bom gusto, emquanto nada mais fez do I portadlo evidentemente ucinonilra, que o janla I "
quemassir, importunar, marlynsai aseussemelban- buje o ramo preponderante na Industria da
tes. Fugile.
Porque a asmara municipal de Olinda nao il-
luminou-ie no anniversario do juramento da consti-
tuirn do impehn '.'
Semsabortai.As ca*aa de labolagem algumas.
o-i.io agora procurando o ambiente dos Campos : a
pspecnlacfl na foi ma. porqoe, enroo lodos sabem,
lora da rapital a HCeHo da polica empre he moro-
sa ; tin'avia nIU I-i ira, meus sensores, ella la ira,
porque nao he posivel, que e*lejais especulando
com as fortunas dos incautos, embora lancis sobre
nossa caberi lodas as pragas pasada. presentes a
rotaran, embora derramen sobre nos toilo o ful de
vos,) alrabilu ; mis iremos nosso caininho, rindo de
vosas iusultuosas justilieac
em l.1p boa hora digamus nao romo jogadore, mas
como horneo perdidos : queremos fallar Uto soman-
te com os qne. fome/trfo 'tilias qusrem justtlicar-se
mordeu.lo-iios com denle canino.
Air amanh'ia.
mi les a/10/. le plus fervents, les idus parfails. el
par la encare les monis capables de se scand t;-e'
de la irislesse, de la erainle, el de l'aconie i le
divin Mailre ; 2.' parceqo'ili lepresentaienl le u
labililes, je dirai presque l.i haut ari-lncralie 1
l'Eglise, c'esl dircPierre, les prlaU.-j^L.
docleurs,Jicques, les marlyres; 3." enrnr"|n**'
qn'ils devaienl lre les plus granas lmoint cbarges
d'ann 11, o au monde les passinns el le gloires de
Jesus-Clirisl, dans let langues le plus communes
alors, et dans les cilies les p\us /mense* de la fer-
r ; c'esl- dir, Pierre eu lilin S Ronie, Jean en
grec Ephese, Jaeques en hebreu Jerusalem !a
Agora que se v as dilTerencas de urna para oulra
versan, istu he, a integra fiel do padre Ventura Ira
duzida pelo nosso amigo Piulo de Campos, e a do
illuslrado Sr. Agrippa, que juim se podera' lazer
da impareialidade de sua critica ? Appellamos pa-
ra a sua propna consciencia de boniem de bem, e
Ihe pedimos a reparaco do ultraje, que talvez a seu
pezar fez ao dislinclo ccclesiaslico qua dignamente
comprehendeu o original francez, e seu espirito, e
exrellenlcmenle bem o Iraduzio em portuguez.
]>ole ii Uilor instruido qne as palavras em grypho
que se noiam na Iraducrao do nosso amigo sao as
que o illuslrado Sr. Agrippa diste sereno pelo dito
nono amigo addicioiiadasao texto do padre Ventura
quando alias nao s.1o mais que a tradcelo fiel do
original.
Qaaulo a' legenda parte da toma pimeira propa-
sii-ao, nao lem resposla ; porque a um homem de
lelra
v
" rain durante .1 semana 43 panaoM : sendo,
0 miilhcr^s e 11 parvulr's, livres; e 4
muiheres m I prvulo, cscravos.
GaA AYULSA.
lEIIado
I ma das lluslrares de Pernambnco, d'aquellas
que en llre perlencein boje por nina recordacao. foi,
na verdad* o padre Jos Marinho FalcHo Padillia.
Ilomem de en.turne, rgido, de um canrter severo
mas alTavel e caridoso ; singularmeiile drsambicioso
para commodidades em que o luxo'vrm a' insinuar-
se, e lambem para honras em qui a vaidade gosla
de apascenlar-se. elle junlava a esa. escellenles
qualulades moraes um tlenlo superior qoe nao ti-
nha urna s face, que nao era de alguma especiali-
dad*, porque palpilava com a mesma forca por lodas
as vooces, porqae emfim er, por assim dzer,
nm tlenlo cosmopolita, dando-se em lodos os cli-
mas da litleralura. Como minilro do aliar, que fai
somonte por amor da grej. de Jeso-Chritto, o pa-
dre Marinho toi meslre Iheologo, profundo e afilado
explicador da materias dogmticas. So carino da
arte dos oradores, elle nao linfa* qoem o ritriisasse,
que tamanba era a vanlagem de sen saber. Como
poeta, nao era mullo menos que n grandiloquo Rar-
relo, que n'esia [.arte, segundo temos para mis, foi
o mais hrilhaute geeio que Peniamhuro lem vistn.
Entretanto nao houve at agora quem se lembrasse
REPABTICAO DA PliX.IGIA_
Oeenrreociai do da 20 d<; marco.
Foram presos : pela subdelegada da frefiuezia de
Santo Antonio, Fabriciano Polyrarpo do Espirito
Sanio, por insultos, a preta Joaquna, e o ccravo
Rernardn, por deiurdcm, c Joan, atente por furto.
Pela subelegacia da freguezia de S. Jos, Ma-
ra da Conceiraj, por desoriem.
Pela subdelegara da freguezia da Boa-Vitla',
Eogenio (nrnes la Silva Morena e Jos Martins de
Barros, por desordem.
Ea requisicao do juiz de paz de segando distric-
lo na Boa-Vista, o francs Predcrieo Jac, par fal-
taran cenaprimento dos deveres ds fiel depositario.
O commandante do corpa de polica refere em
sua parlicipacao re hnje, que hnnlem a noite reti-
rairlo-se a guarda de honra do primeiro batalhande
fuzileiros que acompanhou a proci-s.ln de traslada-
rai do Senhor do Passos, an cheiar a ra Nova,
vindo a frente da msica aggtomerada da plebe que
tumultuariamente profera vivas e morras, o suu
delegado de Sanio Antonio que ahi se achava com
9 soldados e um inferior de polica prendendo a um
mnleque que enlre os mata sobrealua, a mandan e-
rolher a rasa de delencao por urr soldado, e que
nessa occasl.lo alguns olliciae. da guarda de honra
abandonando leu posto*, e a exei iplo deles as de
mais pracas deram o braln de morra a polica e te
dirigiram nao su ao toldadla, que levava preso o mn-
leque. rada, lambem a narros- da patrnlha, a quem
espancaram eom os cooces das armas e baionela,
e a viva f..rr;a tomaiain o pecan c o aoltaram, resul-
tando sahirem feridos don soldados de polica, um
na cabera c enm urna pequea bainnclada as custel-
las do lado direilo alem de muilo maltratado dos
peitos a ponto de I mi-ir escarrus de sangue, a ou-
tr.i com um braco qoasi facturado e tambem fendo
na cabera, sendo qne 01 olliei.ies foram os pnmeiros
qu agarrando o soldados pelai g. las das farda,di-
rigirn! aos guarda o lirado de morra a policia.
O subdelegado proceJeu ao comaeteute corpo do
delicio e vai tratar de in-larar o competente pro-
cesso.
, 1a*v *%*"
i"oranr_.to pela luwlelega.ia da fresneda do
Recife, Jac. l'ereira Nepomucuo. por furto.
Pela sublelegacia na freguezia lo Santo Antonio,
Jlo Jos Ferrera de Brito, tambem por furto.
E pela solide egaca da reguexu de S. Loareneo,
Francisco Barhosa. par ikuIIos.
PROVEDORIA DA SALDE DO PORTO.
25 de marco.
Nao ss den oecorrencia alguma a hor.lo dos na-
vios surtos no porlo.
Foi desinfectado o brizne hespanhol nFcliz.ii len-
do sido con tu/idos para o hospital do Pina, os dou
Iripolantes que nellc linham lirado em obsersafo
00 dia 21.
Fol encontrado a bardo da barca ingleza uOhe-
rono om doenle re febre amarella, u qua. f.ii ce
iluzldo para o hospitul do Pina.
fto da 25 leve alta np hospital nm Iripolanle d*
barca ingleza nSlella.
a um profes.or de eloquencia, a um orador
sagrado, como he o impnrlanie l'ernambucano Joa- ""i..... muvaaaa
qumi Piulo de Campea, negar-s-lli a licio |iro- f"e' 1uem 'ecoinmendasic a' posleiidade. quem
onunciar "JV" 9C" n"mB di' l>ulvensacao do esquecimen-
unda (|ps Evangellms, he o me-mn que pro
uin paradoxo que nao nos atrevemos a quablicar.
Dr. Mello Mora.
'.Coerci Mercantil.
(I) lia pouco aflirmou a Moriung-Chroniclei),
que cuslava deze*ets vezes mais um processo ua c-
mara eccle.iastca do que em onlro qualquer tri-
bunal.
;2) Foi analysado mino-mmenle obil of-
corlie nnlaram-se rerlos arligos, por exemplo,
una tomma de lilil libras que levou oprodor
do bispn por melirle dos honorarios da redaccao
doappennix.
Oappendixhe aquillu que n'oulra parle cha-
meibriet.
Nolai qoe lendo o proclor da outra parle direilo
a motado elcvaiu se os honorarios por um su aclo
deste processo a 72!i libras.
Os dous proetara enlenden-sa para a leaccao des-
percebera' u premio de MUS pago, segundo n la memoria histrica do pioce-so.
Oappendixdepois de impresso he dislrihuido
aosinenibios iloceuselho prvalo. Esles documen-
tos sao inpressos rom grande ln\u lypographico e
em papel telino.
O (iit.unal ilosarcosempregou SS sct ues-
te processo, pura o qual loram chamados como les-
lemonhai lodos os homem raadui oa paroebia,
aos quaes pergunlaram : sr julgavam que o cu-
ra eraMranhoao augmento da sua piugeui-
lura. a
1! lalvezeu nao seja muilo exacto collncando
ncsla erc.-.n um ollicial deju-lica, 11 qual he um ma-
gistrado, por asnn d zar, particular : chama-te rrro-
ronern. A sua mlatlo constate em fazer o corpo
IB^aTilaH'IWe fla, taffiaM de delicia em teda* oa caso* de morle vilenla, ou
JaJaV A iAM.A%MMm* snhila, noque se desconfi que n.i.i seja nalu-
tl ocoroner he nomeado por eleiclo : a ^n^ no-
meae;io he vitalicia, o s poda ser deiniltido por cau-
sal gratos, iae romo extorsoo, negdgencia,ele. Me
paco a casta do municipio.
o coronen tai ho lugar .mude oceorreua mora:
pode maular ahur Indas ai. piulas ; lem asma, ur-
dens a forra publica.
O icorenera forma presra|am jnrj cempasio pe-
los prenles ou vllinhoi do defunlu ;' laz um inqur-
rilo regular, e s- lia mulivo para desconliar ce
quem seja o autor 011 autores do rrime, manda-o*
prender, inlerroga-os e remelie-r para o tribunal
de* eassUsnii; pode reqnilar medcns e cirurgioes,
*re-ff!jll|iude obrigar a prerederem a autopsia ou
o 1 eshumacAo.
14) 0 hagman (carrasco, he mu lo Lbil.
.1! uenva-se naluralmcnle esle lennu de se cha-
mar o um remediophy.iek-. A (ciencia, a que em
francez se chama phitica, chainam os inglezes
natural philosophy.--
(i; la puucos anuos que chamavam aos pedien-
ras inglezes a comrutleit curtadorts de calos. O
a poli o ilen-lhes ttulos mu pomposos.
(7 i.iii.-n lo houver crianras pequen-:, teguirao
seu pas c mais.
Se a rainba tem Irmlo, pasa adiante do lio.
rS) Os direilos de prunogeeitura nao se limitan a
osulroir, depois da mor* do pal, dos seus lilulos, po-
sic,Ao e p '.11 un,a,:,, hereditario.
;!l) A ordem da Jarreleira fm instituida por Edu-
ardo III em 11117.
A sua divisa he : llomnj soil i/ui mal]i/ pense. O
numero dos seus memore* limiu-te a 25 ; silo os
bispos de Winchester e d'Oxford prelado e chancel-
ler da ordem da Jarreleira. A lila he azul.
Ha outra ordem a do Banho, instituida uu anuo
de 139!).
Jorge I reformoa os estatuto;,
dida em 3 graos ;
1. grao-cruz.
2.1' commcmladnr.
3.1 compaiiheirn.
A insigua da urdem he urna eslrclla : o seu moli
be Tria juncia In uno.
Pode-se junlar as urdens da Jarreleira lialcr e
do Banho 1, lialls da origcm ingleza a ordem do
Thitllc cards e a ordem de 6'afnl l'atrirl, 1 S.
Patricio ',.
A ordem do Thislle fui eslabelecda no anio s-
calo pelo re de Escnssn, Achala. Cabida em de-
suso, Jaeques VII a fez rewver em IIS7. No rei-
nado da rainba Anua comple(aram-e os estatutos
desta ordea. A lila he verde, e o moffo he : .Yerno
me impune Incressit.
A oidem de Saint Palrirk, patrono de Irlanda,
he de man moderna iiisllutcao ; fui creada un 17S.I
por Jorge III. A lila he azul clara, e o mullo be:
11 Onis ieparabi|. n
til O lilnln si/uirr nao e pode Iradozir por es-
cuiltiro. Originariamente dava-sc
vincia. **""
.. O eslado actual detse ramo de riqueza esta'
entrelanlo, beta longe de ser lisongeiro, e o ful i'r
anda menos favoravel se nos .1m.1l,..
Estuu perleitamenle ue accordo com S. Ese. e
creio na ellicacia dos meios com qoe bate en* see-
ro de commercio, apuntando o cha e a cafe qa nca"
metlem um futuro risonho. E em verdad* elle
diz, e todos ,: ni, or 1,1111, que he rar* a familia alta
que uin consume cha da propna lavra, e aafc da-
se admiravelruente em alguma* aitairiies ; bem
como .1 Ing, cuja cultora e desenvolvi,.-rit,, he 4a
maior utilidad, e da mais aboiota uecessidade.
Ora, he orna le econmica, qoe loto o ranm
lesprezando-vns I de industria, a' que se applira maior somma d lia
balho, oc.pilal .... que o que alta ualaralmentr
camparla, l**)da a' decahir.
De ludo isto se v, pois, que a previnria ha abun-
dante em genero, de exp..rt.rao, e qne senda o
porlo de Par.inagua' o melnor e o mais franca dos
conhecido ni provincia, para la' allloe quati loa,.
0 commercio martimo, adiando os navio, arampli.
Carregameulo nos trapiches d.niuella cidadn, ande
esta a alfindega, e muitos uegm untes abastados.
Isln mesmo reconhece o abbade t.aultier em .a-
tienes de geographii; tanto qua faluad* tabre
a% princpae eidade da provincia de S. Panto, e-
1 rime9 assim a respeito de l'aranagaa' :
' Enlre ellas menciona om lagar dislinct* a da
Paranagua' por seo exrellenle porlo. qua pode re-
ceber navios de 300 a ItKI toneladas, e o cemmer-
ci 1 :iao interrumpido que aili se faz de latina o
madeirai de contlrncjio, ds arroz, fannha de pao,
cafo, mate ou cha do Paraguay, fejes e cal.
lie inronlraslavelmente a per a mais anima Ja da
provincia, e -le balde se loma querer negar-lh'.i
ess.s ailribulo. ; nada podera' uliter ma' f de
quem se propozer a' isto.
Paranagua' nao possue smente om ancaradsar
abrigado, e um cummercio ariivo, Uo ; a saa ran-
deza cnnsiile ua sua avullada popularan, na seu es-
pirito lationo.o, oa tua tendencia para a vida nu-
tica, na sua commuii'C.cao coislanle com a estran-
gero, no progre-sn da sua civilisacito, nos seas bel-
los e singelos e.t.beleciment, coma sejara : o con-
venio dos Je.uia qua serve actualmente de alfaa-
dega : a cadcia com qoatru pii>,,es dldinctas e se-
paradas ; a camera municipal, em eejosale faar-
ciuna o jury por cima 00 meimo edificio ; o thealru
e a santa casa de Misericordia, on.ie o entorno des-
valido enroulr.i alivio no eos paderimentos, araras
ao zelo e dedicacato da pusoa qaa dirige es** pa
insliluirao, e a candado do sen,fundador e dos phi-
lanlnipicos irmaos.
A matriz da freguezia soh a invoca(la de Nma
Seuhora do Rosario, lem largas propore/ies par* ar-
' nmo.lar a' vnnlade mil liis, oo lalvoz mais ; al.-i.,
desla e da ermida de qoe ja fallei, m diel.nri.,
quasi igual, contam-se n.ais tres templos, qne -
em primeiro lugarS. Francisco da Penitencia,
em segondoa cap.-ll,, do Senhor Bom J-tut
em leiceiro finalmentea igreja de S. Benedic-
to, qoe esl. entregue a' deroclo dos negros, e a*.
cessitando de reparos pelo sea lado de ruina l-m
como a rapella pela ua antigoidade.
Nao devu, purcm, etqueccr gos.o com que *
lihcadas as oaaas de p,lra e cal, a decencia inte-
rior .los domicilios. l,u do. uh>> d aaniM, ..
lino Irato da- ramilla* de mais consideracaa, a iana-
cencu dossenlimenlos vnitelmentecaraclerfada na
pureza dos easluaaea, a ndole le obediencia au-
londades e a le 1,. aaM, o fanatismo pela musir
e deenho, a inllnein.. para as soci-d ,do. eivilisa-
doras ; todas essai proficuas loclinares concorr digo, para quo a moial crie raices no corara* des.
pato orde:ro.
_ O desenvo.vimei.lo da educarlo, a erara do ..,
gentil o elevado seutimenlo de verda.lrir-'rrli.....
ludo all se encomia rom pr.zer.
L'm acolhimenlo alTavel, ama ronversarjo ie.ua
e aprasivel. all rneoulra tambem o e-trangeirn qr
sabe corresponder a ingenuidaite destei alTerlas e
que nao abusa dessa amshilula I natural.
A fraternidade reina nos coraroes, a tranqnillida-
de na alma, ea alegra nusembtautc de ta feliz,
creaturai.
A assemblca condaio sabbado a terceira discut-
Slo du projeclo que inipe sobre as loteras, ficando
adiada a volacao por ler sido adoptada urna emenda
que na forma do regiment lera' le ser discutida.
A ordem do dia de boje he a segunda dliniltali) da
emenda inferen,la ao projeclo 11, 1 e a metma da
hnje.
Em 1815 fui divi-
KECIFE 2! DE MAI.QO DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETItOSPECTO SEil.YVL
O acontccimenlo mais nolavel da semana foi o an-
niversaro do juramento da constiluic.ao poltica do
imperio.
Algumas aac.Be* moderna tem dias de grande re-
gosijo, em que cosluinam celebrar a recordaran dos
seus (cilos gloriosos. Os nessas annaes conlam pon-
eos desles dias, mas enlre elle o 25 de marco he sem-
pre satidado com alhniiaMDe citieo e patritico.
Esle anuo, ne dia do cuslume, a alvurada foi sau-
dada com a^ taltal do cosime. Toda as embarra-
cs ancorada no porlo icaraui asbandeiras das res-
peetitaa nates. Hauveformaellode tropas ; ao meo
da leve lugar no palacio da presidencia um magni-
fico cortejo, e a noite o theafro de Sania Isabel den
um espectculo anlogo. Ao levantar o panno, S.
Exc. u Sr. presidente da provincia aljou da sua Iri-
buna os eeguinles vivas, que foram enlhiisia.tica-
mente correspondidos: Viva o Sr. I). Pedro II!
viva a consliluica.i do Itraiil viva a familia impe-
rial viva a ailo de lodos os Brasilairai S. Exc.
repeli alguns deste* vivas, os quaes foram sempre
correspondidos com erando eflo3o de jubilu por
toda a sala, que so achava plenamente cheia.
lie nconteristri que a prnperidade desla pro-
vincia esl intimamente ligada ai melhnramenlo do
porlo. Os poderes do Eslado, eonseioi desta verdade
bao feilo algumas concessoes em favor desle grande
olijeclo.
Embora Pernambnco lenha direilo a urna prelo
esle lilulo aos I mata ampia no orramenlo geral, visto qu* despeja
.ilhos mais vflbos dos cavalleiros, e aos dos nares. ......,i-..i. ..... .- ,,
.- r aiinuaiineuie no. corcel pn : ,-uma c,mn uu,-,,,
t. ra. Iunc-i.es, como a de jiuz de paz, cuuipul.ini u; oniriooicao
Ululo de -7111er. I inigniliia, c..... lulo nlo podemos donar dr-applau-
0* oarrulert recebiam igualmenlc o Ulnln iie'diroaelo do governo que consiguou a quantia de
lo. Nao teja as.im por nossa part'e. .Nao somos 111-
dilerenles a' repallfla dos homens que sao crerlo-
r-s das saudades da patria. Seria para nos urna glo-
ria seo pnoco que temos dito, so esse sea pequeo
Iraballio que aqu Iranscrevemos, revelandu a foica
de seu tlenlo Inspiran* a' alguem n dcwjo de tor-
na-lo conheciilo no futuro. Esle soneto de l)>s-
barreaux, poela dn seculo XVII digamo-lo de pas-
sagem I he celebre por mai. de inn razio. Foi o re-
lampejar mais brilhaiile de seu genio, e deu-lhe
duas canias : urna que foi a de dislinclo poela d'a-
quelle lempo, oulra mais gloriosa e verdadeiramen-! ,*"*S' l"",c0 ule
le iinmairesive|, que foi a do arrepciidimenln. Ei- 0,n ', calB" '
lo, e a Iraduccao do padre .Marinho.
SONNET.
tirand Dieu le jngemeiiis sonl rernplis d'equilc ;
Tonjonrs lu p.ends plaiiir a' nons etre propire,
Maisj'ai tanl fail de mal, qoe jamis 1, bonl
Ne me pardonnera, qu'en blestanl ta juslice !
Oui, Seigenr. la .r.m loar de mon impiel
Ne laissea' Ion pouvoir qnclen ch iix du sunnlice ;
ion mleil i'npposa a' ma felicite,
El ta rlemenec meme atlend que je perisse.
I'.ipenle I- 11 de-ir. puis qo'il l'est glorienx,
Oflense-loi des pleurs qm eoolent de ms veiix.
Tnnnc. frappc, il est temps, rends-moi guerra po jr gn erre
Indure en ncn.sant la raioo qm l'aigrit.
Mal des-tisquel eurlroil lombera ion tomrre.
One ne soil lool coaterl du sang de Jes-Llirisl!
SONETO.
Me ioslo, grande Dos o leo iuizo ;
Sempre eacondeal* a minha inmizade,
.Mas Uo mo sou que al (ua Rondado,
i.ausa a' tua Joriica prejuizo !
Minha culpa u castigo faz preciso :
Sii le ralla opeo da puiinlade ;
A gloria la he minha infelicidade ;
Tua clemencia a espera ruin sorriso.
Contena o leu direilo, o roo, a Ierra :
Trovejn ; e o pranlu meu n;io seja vilo :
Eu a guerra le liz, faze-me a guerra.
Inda ni. iieml 1 ador, a razao d'fllo :
Pnrem onde leu rain justo aterra.
Sem o sangue encontrar de Jesas-Clirislo .'
A MINHA VIAGEM.
II.
A's seis horas da in.mliaa dn dia S de novembrn
do auno pretrito o sol fulguiav.i no hariaont*. e
urna elevada cordilheira de serras que us ra:os du
primeiro motor dourav*, fe/.-me couceber a doce
esperanca de terminar a viaeem nene da, vespera
de urna fesla solemne e concurrida na enm la de
Nossa Senbora do Roci, distante da eidade de Pa-
nos de urna legua,
matutina, porcm, Irlhur Parete
pairava iinlerrsa entre a barra da referida eidade e a
de S. Francisco, que parecia-me ainda mais pr-
xima.
Ponco depois o vento refrescou, c s-.prava favora-
velmeale ; a liarca lomou enlao o romo cuuvenien-
le, e eis que illosoriamenle sabe do fundo domara
poelica liba .as Palmas com suas gigantescas pal-
moiras.
Logo adanle apre.enbiva-se-rae aos olho a escar-
pada illia .la. Canchal luda rubeila de una grama
verde-claro; posictlo esta qoe a nalareta pradesti-
nou sem duvida para a, eollocarjh) de uin pharol,
r|ue ape/ar de ser cousldercdo de urna uecessidade
urgeiiia e niomenlosa, comlodo ainda nao leve ef-
feito.
lo!ra-se iiiimedialamenle fortaleza com sua
modatia artilharia, a qual nina vez provou que sabe
desalTruiilar os lirios nacionaes, r.-pcliin.lo o insulto
rom que o esiraugeiro quera minchar O pavilhae
luasileiro. O fado alli occorndo ha (i auno falla
muilo alio em favor do sen triumpho.
Construida como esta' obre um penhatco, na pa-
teada e llorla 1II1.1 do JIcl, ella defeude-'e com
vanlagem ele un a I. nlaiiva inimiga.
Appaiece a'direita a Iba das Cobras, onde et'
edificado o lizarelo rom
geiro vindei
bis ludo qnanln mcrereu-me particular alteara,,
desale o da N aa nuvembro do anno pretrito, em
que live u prazer de beijar as moa de meu. pan, -
abracar meus iraca**, prenles e amigos, ata o dia
II de Janeiro do anuo crrente, em qaa tiven pe-
zar de deua-lns, alim de conclor tiesta pravinria
* minha educar.lo Iliteraria ; e t* nlo delermiaei a
numen, de habilanles do Paran' he por Talla d
urna eslatisjica nada ; lami.em .lo Iraeei os limi-
tes da provincia, porque esse ir ibalho mi levaiia
modo Innge e talvez fuste iofraetifero.
A questlo de limite soteitada pelo depnlad* da
pr.mncia de Santi Oalharina na legislatura patada
nao leve solucap, e o projeclo p*r elle apreteatad.
entao foi considerado romo urna uturpacl aoedi-
reilos terntoriaes do Paran'.
Retervo-me para em outro anta tratar da mi-
nha despedida do Paran', o da viajan ata o Ra
de Janeiro, o dahi .' Pernambuc. I
Recife, 15 de marro de 1K57.
!' t'erreirm Correa.
lotrcponi>eutim.
Se. rcdu< torea. Per mais de urna ve a 11... ..
impream ten. erguido indignada sna toa ptenle
contra o chefe da repartirlo do sello por saber de
suas violencias, e arbitra.icla.le cominellM.i com
os seus subordinados, aa nao lambem com aeaellet
que procuran) a negocio do seo inlcreme aquella re-
parlicao, e luJavia esse Sr. surdo as censuras da tas-
prensa e aos clamares los ..iT-iiJI I... canlinua ain
seu proceder repeehen-ivel.e iutull indo de un malo
inqualihcav-l a quem Ihe parece, sempre que calen-
de dever fazer corar a quem por ti, ne-ndad e tab-
iiii'.ao nao |ioile uu nao deve repelli-lo.
Nu da 21; de marco mam IMemur.h.. de um era-
ses mmenlos em que o Sr. a limni-trador da aelli.
esquecendo ee da hon-tljdade que leve gu.rdar .-
tre harnean bem elurados.deu u mais In-I esprct.-
cun que pote dar um desasisai..qua..do he acn.u.-
metlidu da mal sem duvida algum, parecida can a
bydropliol.ia. mas que se cura na. rriane;a. iorMrti-
giveis cum palmaluadas ; querrmiw Litar do nal da
nialcreacan |
Foi o cato ;
dn sello as
tendo o Sr. T. J. C. ido a repartir.,..
11 horas do (lia, a uettihiii de eu nter*.-
e pedio ao guarda que runtenlisse-lhe entrar alim
de fallar cem o Sr. Joaquim Maria de Carvalho.iui-
ra qu cle indigilase a quem deveria dirigir-.e, e
o fin d receber us pasta- niiuindo o guarda, a Sr. I. J. t;. dirigio-se ao ir,
de pnrlns infectado! de epidemia, e Certelhe para o dilo lim, c bem uo tinha ainda rx-
ahi obriga-los a urna quareutciia tal que isente a ci- P*t* o qne pretenda quando o Sr. a imiui.li a.lor
dale do mal que te recea as crites calamitosas julgando estar entre meninos *< eaaaul a quem en-
por que lem pastado crande parte do Brasil. laste, ralhatt, e baletse com o pe, despen.ii urna
Do lado opposto vi':-te o alegre morro da Catinga, caldeirada de impmiienus.e llrai. inau.lit
raleada frente a' langa cotia do Roco, onde aqu e ~" ""Ira o >. Larvalhu cumu an Sr. T. J. L
all apparecem casa dupereai.
A pona da Lroz formada por nina linha de lage
tqmre, e larceden urna vez em um dos tril.unaes
uperiore*. nao se permillir alellora deum af/idatit
porque o Irirristcr nelle denominado au eia Hala-
do por sifttirc.
Itepnis deu-se o lilulo de n/nire aos homens de
leltras,
HkUtngtjOO no exercieio correntc para a grande obra
do melhoramento deste porto.
Em virlude dos seus rendimer.ln, esla provincia
he considerada romo a wgnnda do imperio ; mas se
que se prolonga para o mar, Icin lambem seus en-
| canto, c d'ahi a culada de Paranagua' offerer- urna
lia na fregoeria de S. Jote, um prelo rogo de ; perspccliva aerad ,vel. e comquanlu oi*o clima s-ia
mbus olhos e ..,. ,1,. urna enhora moradora recoulien.iamenlo in-alubre. todava ella ella' iil'ua-
nusrn-ta ser vicluna de | da ua parle mais elrxal,, daqu.l.a localidad* como
Htdo
romplel.uiiei.le de-apontailo. xiremVnenTe *T
vergoohado. recama ata a grade, e l.tnh.de en la-
"jt"'""-L._.,*1 ;, |iiimeir..s leltras, qu Inn
.1 ine-jr.. eanoia imprudenie, que r.r
.....denria paan na aldea |M?la m .-
dos menino., e teMeoBaa do*
erevelneal
ma fren!--
^i! dfsatiai
re In, ho .'
e.lr-s.
S l',.se,S.-. teda
iiuslra
ilnt
Terra
A INGLATERRA COMPARADA A' FRAN..A.
Etn rcl.ico dn suu or<>ttnitacao ctMislit.t-
(-ional, legal, jinidicti, rcliijiosa, cnii-
mcrcial, imliisli i.il, iiicul, scaSi(i<
material etc.
Seecjo 3."
Dos l'roctors.
Os "Proclori sSo os uallouejsn dos Iribunacs pc-
rliatlicus.
razem o arlos juiiicisirios, e oa exlra-judiciarios ;
representan, as parle e preparam or brichu, (tara
os obarri.tem dolores com direilo cannico. .'. ~~
Como a inslrucrtln se faz por oafliilavilt.o enn,
o numero dai leteinuului quasi sempre be coanda
as pessi as que vivem de seus rciidimeulos, o governo olliar para ella, rom ,1 aiteneao a
aos banqneiioi e negociante*, c finalmente a tortas
as pessoai, que se cliamam a geiilrg. ou alia bar-
guezia.
Hnje he uto quai.dosa dirige nina caria a qaal-
quer pes-oa de certa ordem nlo por antes dn seu
a palatra inoi/rr f senliur ma pir o seu primme
antes de neme, apiolan.In s'/oirr depois do uume ;
p 1 exemplo o John maslerman squirt.
II. !e considerada a quabiicacao iegenlUman,
inferior de aaiiire. Nao sel porque.
12 I injummi he po-siiulor de urna piopriedade
que rende 2 libias esterlinas.
13) Chama-** atados os negociantes tradesmen,
e deilgna-ae ada um pelo seo negocio; ilu depois
de um dicto de llenrique V.
I'i A dcnnminac* de arfi/tee, coinprehcnde
lodos os artilles*.
(15) Por labuser designa-se om jornalciro, ho-
mem do Irabalho.
direilo, e segunda esperamos, he muilo p.ovavel
que, dentro em punco, ella rivalisnr com a metro- i *''"" q"e 'olicismo ecivilisacle sao 0111.1 palatra!
<"" -...... --.. e ci-1 ixrarssx^ttat\Trl
igua para pagar a ua tenhora 2111 diario*, a testir-
t.oatro,. Iiarlia.t.laile que su encontrara exemplo claramente re-alla.....ccuinle Irecho de orna intar-
int costnme* pagaos da an liga Roma, onde se ma- ; macan interes-aule que a cmara municipal dese
lavam tu.l.tt us cscravos cujos1 aenhorea morriam de lugar paston a' naos do Sr. cooaelheiro Zacaras de
repente, ond um ecravo enfermo era repellidu por. f,e. e \aseonello, primen,, presdeme da pro-
tinelo, e elle Iranscrete no relalorio com que abri m um paasa, m,. ua
a primeira sesiao da aemlilea le;i-l..'na provincial nao sabem naldicoando a hora
TSa -opograpMra desla eidade e sua e,- ^ 5.' ttSZZCZ re tSS^SZ.
mar,cm do no 1 libere, diz a cmara mu- rha' d- _
en senhor, al que a mnde lito v. 'tae, e com ella
de novo o ealiveno. Ileje pnrem que na meslra do
eno (toma lornou-te a diseipola da terdade ; a buje
que oealholictmo lem plantado entre os homens
a igu ilidade e a fraleriiidadr, nlo he pnivel que
'- poto calimben c civilisadn por conseguiule,
primeira ver qu a >..
nininitlradnr live-te......liado a quem aiilMaiia
.'.' .""."""I1".'.' r,'-,;,a""'",o de ua 1 lian I 1
qo* all ata que
qu I foram, lal
ucaclo
ucacao. iicir.ein do1 rio llilierc.diz a cmara mu- r/.r d-n.,v.;expee,e que honl-m hoielrmen-
nic.pil P.ranagu; taz rom que ella se,a cercad, conlra !, qu.-m po, educar,,.. s.,nr, re,i2nd.. im-
"'.'.?;.T.abE^''c,'v,'';r.^n.':::,J,:..1:'..'"i1"-p;'..... >,i,e'/-". mmZ ZZZ,
prognosiicain e-sc destino grandioso,
Em um ilo* nmeros nu Jornal dn Commercio,
Irazido pelo paquete ingle/, encontramos enlre us de-
creto' dn minislrrin da marinhl um deireln de 2li
do passado, que era Ido com salislacra 1 poi luda
as pessoaa que Irabalham pelu engrandedmenta de
Pernambuco, e que se refero
siis-iloii esl as breves coiieiderac,*s ger
Eis aqu o decreto :
a A' presidencia da provincia de Pernambu-
co, determinando, a vista das informac/ies dadas a
se ainda a sua coila, e o que he
menle castigado quando nlo tai lodo islo!! Ooati
o que diz S. Pauto, molher dcsapirdada :ls'ra-
vos,obedecci a vostoa asenhores lemperaei eom
lmur e simplicidad* de curaca >, como servindn a
Dos e nlo ao homens.. E vos,senb"res,__tra-
ta! do mesmo modo a toteas Otcravos,lembrando-
lerra, onde, patsado u laboleiro liime em que esta'
11 de. o terreno he baito, corren por longo lempo
as aguas pluviaes, que cre-cem giandenieule cun a
mai ter severa- I que prodoiem as brrie* e inoito. regatos, que, cm
' luda, as dirorcoe-, rnrlain i s lenos na eilensflo
de mais de legua, A ci'ir iie*las agua he amnrellada
por e-larein impregnadas de Mil..lancias vcgelacs,
uu pela qualidade do lerreno. 1
illa encontr quem l!,e
nina bofetada.
una moed.i em
I qu
Irnrn ue
<< mi-tre anata.
:-^..:;!ciica> aapcDtDv.
Secrelaila da policia de Pernambuco 27 d marra
se assim nao fura, corlo eslou ile que ot prtmenus de 1857.
habilanles de
anderui.riilo de ........1 ......... ........-c-^a.is,leinnran 10- naiiiiane. de.se tildar, nlu ohslautc a distancia da
ante, i,.,,o,le ,,, que leudes no eco un, >ehnr. que o he vo.so e fonle de agu.....lave,, preferiran, a C0.te.ra ,.,.
ampio que nos d ollea. e que para ell no ha d-.llnccio de pe*soa..a Roclo, iriam edificando os predios ao longo da
[eraes. .>a rexta lena 1, u: individuo, ciemos qoe cotia, por se, e.ta a sllaaeJIo mais bella e natural.
chainailo lMiia.aliihanu, ,ieu em um rapasi-, lloj-, porm, que a eidade augmenta a olhot vit-
1,110 uuas lanadas de que este hcou gravemente en- lo, as ra. te esleniiem para a cusa, e com algu-
lermo. u tacto dea-se na freguezia de S. Jos as o i mas providencias que deve-sa eiperar do zelo e 10-
horas da noite, e na moima hora houve lambem d8I licitad* da cmara municipal, ler-mos em breve nos
lllm. -i A.coto a receprao do seo oflicio rf,-.la
dala, r inteirado da p.rlicp.r.,,,, l|Ul. mr (rr rt.fc..
ver feilo entrega de lu.tn quanlo e.iava a se* carga,
ao ollicial externo eucarregadn da visita dn p"r,o,
cumpie-me que lirvio, r cooperno para o bnm d*enpenho da*
diligencias de qoe foi incumbido desde que exerro
o cargo de chefe de polica.
MUTILADO


DIARIO B PERNAMmiCO SEGUNDA PEHtA 30 DE MACO DE 1857
Daos miar I a V. S. Illni. Sr. lenle J0I0 de
Siqueira Campello.
Dr. Polycarpo /.opa de Uau.
AO
publ
ICO.
Vacilei so devia soffrer em silencio a pi-
carda que me jogou a Faculdade de Direi-
to ; previ que dohraria as mesmos di|lkiil-
dades no intuito, qm> nfto abandono, de con-
quistar um lugar na mesma faculdade, fa-
zendo o que posso fazer ; mas, uro dever de
diznidade honra, a guarda de inhiba repu-
tado litteraria. lemovcram-me ; declina-
ra do juizo ultiniamcntc proferido a meu
respeito pela Faculdadc de DlreitO do Reci-
fe. Vou relatar ao Brasil inleiro o que se
passou comigo naquelle sancluano da Justi-
na, com a energa e accento de convicco,
que so partItia iln quein se sent soccorri-
do de razo ; darei a cada um o que he sen.
N3o he a paixilo que me leva. Tenho bastan
te consciencia do que |z perante essa Facul-
dade, para nao licar afrontado com o seu
juizo. Leva-me o justo resentiiiienio do hu-
meo, qiiove na sua pessoa.calcadas as lois
da Justina. Tcrei bastante calma, mas niio
me Tallar lodo o arrojo merecido por a-'
quellcs quo me offereceram em holocausto
nas azas da adulacHo, da vil intriga, do sr-
dido patronato. O publico illustraiio, os sa-
bios do lia i z, os que me conheccm, e os que
conhecevn os roeus julgadores.'decidirSo en-
tre mim e a Faculdade de Diretlo do Recife.
28 de marco de 1857 r. Aprigio Gui-
ma riles.
I&ommu:, -i
. itACA 1)0 8ECIFE 28 l)E MARCO AS
3 MOKAS DA TARDE.
Colac,0es ulliciacs.
Descont de Inlras8 *, ao aono.
I''ele pira I.iierpoola \yl por alzodiio.
Cambio sobre o ttio de Janeiro2 1|2 de descont
r'reierico /tobilliara, presdeme
/'. Borget, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 34 a 60 d. e i7 7,8 a !I0 d.
a Pars, 350 rs. ;>or fr.
a Lisboa, 95 por % de premio.
ltio.de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
Accoes do Banco, 40 a 45 de premio.
i companhia de Beberibe 549000.
a a companhia Pertuimbucana ao par.
u Ulihdade Publica, 30 poreeutodt premio,
c t Indemuisadora. 5-2 ide.i.
< a da estrada de forro 20 por 0|0 de premio
HisGonlo de leltras, de,s a 10.
Dito do banco8 a 10.
Quro.(Incas hespanhulas. .
Mnedas de 6040(1 velhas .
6*100 novas .
49000. .
Prata.Palacoes brasileiros. .
Pesos coluiDOari.s .
a meiicanos. .
Entraran) : 3 navios com farinha de Irigo, 1 culi
hundas Europeas, 3 em lastro, i, da cabotagem, e
I para acabar ile carresar.
Sahiram : 5 com assucar o oulros i;eneros para
porlos eslrancciros, 12 de eaholaem e em laslro.
I'ir un no porto51 embarcarse*, a saber : la-
mericanas, 16 brasileas, 3 franceas. 1 hambnr-
Riieza, 1 hannveriaia, 3 hespanholas, 1 hollandeza,
13 inzlezas, 7 portuguezas, e 2 suecas.
PAITA
dos preens enerentes do OMNeair, afqodilo, e ma.
genero* 0 produeres naei 1 hmi na nieta do eonsutado de l'ernamh'ti-o,
na semana de \ a 28 de marro de 1857.
Assucar hranro. .
naacavado. ,
i refinado .
Aleadlo em pluma
;i
sor le
le I.
ii 2.* ii
ii 3.' ii ii
cm caroca.........
Aguas rdanle*ilcool, on espirito
d'aBoardfinle. eanada
do cachaca ....... i
do caima....... n
dislllada e do reino. n
............ ranada
>............Indi),i
............ eanada
arrala
Gencbrn
Licor .
eanada
nina
ii tn
milheiro
arroba
288 28*500
. 1fi?O0
. I63OOO
. 5000
. 5000
. 29000
15860
ALKANDEdA.
Hondirneiilo do dia 1 a 27. .
Idora do da 28.....~
517:9038069
37:1953175
585:1889814
Dete.arre.qam hnje 30 de mareo :
Brizos porlusnezCaa 111 livers os eneros.
Brizne porluguezBum Siiecetsodem.
Bngue mecoEmilfarinha de Iriso.
Barca americana.!. Wlshfariiiha de trigo c bo-
lachiuhs.
Patacho americaunForslerdem.
Brigae liamburpuc/. Amazonascaixinli.is de
velas.
Bngue hrasileiroVelozmnendas.
importa(.:ao'.
Patacho nacional a Hennque i-, vindo do Rio de
Janeiro, cousienado i ,Mauoel da Silva Sanim,
inamfestou o sagninle :
UH barricas farioha de trigo ; a ordem.
Barca americana J. Wil-h viuda de l'hila-
delpbia, cousignada a Malbeus Aaslin c C, maui-
fc-lnii o segoinle :
1,680 barricas farinka de iric, (30 ditas bola-
cha, 50 ditas pregos, 20 dilai raa, 142caa coa,
20 dilas canella, 3 dilas salsa parrlha, 22 ditas re-
logios e perlences, 15 dilos panno de algjdao azul,
40 rollos esleirs ; aos meamos.
Brigue sueco Emil", vinrlo de Trieale, consig-
nado a Saouders Brolhers g C, manifestnu o se-
guinie :
2010 barrica* farinha de trigo. 80 cudeles aee, W
birns e I caiinha aieilo da aliveira ; aos m-spins.
Hrigucs nacional Velo, viudo da Rabia, enn-ig
naao n .loaiprim de Axevedo Fernaiides, inanifeslau
o seguinle :
6 i'.ii'i- crnii 41200 cliarntos ; a Antonio Luiz de
Oliveita Azevedn.
2 caliles com 22700 ditos ; a Jos Antonio da
Cunda fi Irmo.
5 toneis azeile de palma, 1 mai-bina de engenho,
."i(i l'ifrdos,3ii3 arrobas fumo, 3 harneas, 16 dilas colla,
5'J raixinhas e 20 caixoes com 266,300 charuljs ; a
ordem.
UON8ULADQ UERAL.
Kendimenlo do da I a 27. 90:5309077
dem do di a 28....... 1:5129600
101:0115286
lVERSAS PROVINCIAS.
Itendinieiilo do dii I a 27. .
dem do dil 28.......
7:9775973
57J20I
8:0359171
cenlo
ii
n
cenlo
si
ii
. o
lm
un
nina
ia/
n
t
Arroz pilado...........
ii pm casca.........
Azeile de mamulla ......
ii ii mendoliiiii e de coco.
n ii de peixe......
Axes araras ;.......
i papagaios.......
Periquitos.......... .
Bolachas............
Biscoilos............
Cacau .............
Cacdimbos...........
Caf bom............
em grao rcslollio .
n rom casca.........
inoido...........
Carne secca ........ .
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Charutos bous .'.....
o ordinarios......
regala e primor .
Cocos seceos..........
Couros do boi salgados.....
n verdes..........
seceos ou espitados. .
de onra ........
ii cabra corlidos .
ii ii Carneiro.......
Doce de calda.........
n guiaba........
ii secco /........
ii jalea...........
Espanadores grandes......
pequeos.....
Esleirs de prepen.......
Estopa nacional........
eslrangeira, mo' d'obra
Farinha de aramia.......
i ii iiullio.......
mandioca......
Feijiio.............
Fumo em rolo bom .....
n ordinario ........
ii em folha bom......
a ordinario.....
reslolbo......
(ioimibre...........
(omina............
Ipecaeuanha..........
Leuda de achas grandes ....
ii ii pequeas.....
ii ii loros....... n
Pranelioes de aniarello de 2 coslados u.n
ii ii louro......... i
Coslado de aniarellodc35a40p. de
c. e 2 ', a 3 de I.....
n de dito usuacs....... a
Costadinbo de dilo........
Soallio de diti............
Forro de dito...........
Cosladu de louro......... u
Cosladinho de dito........ ii
Soalho de dilo ......... i i
Forro de dilo j......
cedro ./tmBaita ....
Toros de litajiba .
Varal de pereira .
i i) agoilhadaa
ii ii quiris .
Em obras rodas de sicupira para c. |>ar
ic ei\os u ii u
Mol.........
Milho......,
'Cira de amolar .
ii librar .
ii ii re bol iis .
Piassava em moihoi
Ponas de boi .
Saliao^,^, ,
SrTsa parriba T^
Sebo em rama .
Sola un vaqueta ,
Tapioca.....,
Lidias de boi ,
Vinagre .....
13i0
:!-ilil(l
59120
"9600
7-21III
980(1
19900
9850
>-|i,u
96 MI
9800
5800
^2(I
9800
92O
\mo futuro, o servico da canatazia da aU
l'andega desta mesma provinciana qnem por
menos lizer; matares ou melnores vanta-
gens offereccr em favor da fazanda, n que
nos termos do art. 6V do regulamento de 33
de junho de 1836, o referido contrato andar
r em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos do !. de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no da 30 do dito moz
de abril, albora da tarde, peraule a iho-
soura'ia. Os preleadenlea comparecam com
seus lialores legalmente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da tbesouraria d> fazenda do
Pernambuoo 3 de marco de 1857.0 ollicial
mainr, Emilio Xavier SODreira do Mello.
DIRECTORA ERALDAINSTRI C( \(>l'lTILI-
CA Da PHOVIMClA.
Pela respectiva secretaria se t2 saber a
quom convier e interessar, que se ocha ma
cado o prazo de 60 dias a contar da data des
topara inscripefio, e habilitado dos candi-1 SU09 ou Ierren
datos,que se queiram oppor a pi inieira cadei- ] 0 ,|
ra de instrucc.ao primaria do segundo
do bairro da Boa-Vista desta ciclado e que
por delibcracao do conselho director, em
sesso do 30 de Janeiro ultimo, com a-ipro-
vaco do Bxm. Sr. presidenta da provincia,
la cinzenta, arrobas 2, oleo de linhaga, ga-
I oes 4
Quom quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fecheda. na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 3 de abril prxi-
mo futuro.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para l'ornocimento do arsenal de guerra,
27 de marco de 1857 Manocl Ignacio Bricio,
inajor presidente interino. -Bernardo Perei-
ra do Carino Junior.vogal e secretario.
Joaijiiim Correia Lima Wandorlej, fis-
cal da capella filial da povoaco de Beberi-
be do termo de Olinda, pela cmara munici-
pal do mesnio termo etc.
Faco saber a lodos os propricUriosde (li-
la povoari9 que lera sitios ou terrenos que
limilam-se com as estradas publicas, tanto
varia, vindas de llamburgo, a bardo do na-
vio (iustavo : segunda-feira 30 do corrpnlc
as II horas da inaiiha, na porla da alfan-
dega.
:) <*&

cod.
CORREIO DK GOIANNA.
Desejando al^uns lialnlanlcs da comarca de (ini-
aiina, ricelieroni milicias diarias desla capital, cou-
rordaram roiii o propriclario deste Mario dividi-
r. m a desptza, para levar a eirailo seus de^pjus; por
ino o mismo lorri'iii oniceara' boje a luucunar,
p-rliudo as ', doras da ni a.minada, o devendo alli
ebegar ao meio-dia, o que roniinuara' com recula-
ridada d'ota em diente. Nesia lypographia rece-
lior-se-liao as corrrspondencial al ai 9 horas da
unte.
Compram se 3 pares de lanlernas de.
vidrn e 2 consolos do amarello : quem liverl
ditos objectos, annuncie ou dirija-se a ra
daSenzala Velha n. 3.
Compram-se pataedes brasiloiros el
hespanhoes a 2/010 : lia ra da Cadcia do 1
P.ecife, loja de cambio n. 38.
Vende-sc urna bonita c prendada ne-
grinba de 12 a 13 annoa : na ra do Cabug '
II- 11, loja.
Precisa-se de un linrncni pira entregar este
Diario losassignanUa : na praca da Independencia,
j hvraria n. (1 es,
Compra-te am eserava cnoiilo de idade reg- coso deste excedente remedio. Kstas'uilu-
|lar proprio para servico de arauzem, be como las impedem as molestias contagiosas, m
REMEDiO DOMESTICO.
Pilulas depura-
tivas, nii-beliosa.s, lo
Dr. Alian.
liecommendamos ao publico este smI-
lente remoli, uitroduzid no ltra IS6. "vio ha molestia a niais obstinadajame
aeja, que poasa resistir aoiralamento judi-
Aluga-
e um sitio margem do rio
arroba 3-200 tarara designadas as materias, sobre que lem
alqueire 39000 de versar o concurso a mesma cadeira, as
19130 ;
1*2X0 .
19600
quaes sao, lm das que constituem o ens
no do primeiro grao, as mesillas comprehen-
() didaa na segunda parte do art. 47 da le pro-
39000 v'nrial n- 360 de Ti do mata de IS55, menos
13000 agrimensura,principios de sci ni:ias phisicas
59120 apphcaveis aos usos da vida, nocOeS de mu-
99000 sica, esercicio de canto, e gymnastica.
E para constar, se mahdou facer pela im-
prensa a presente publicacSo
Secretaria da directora geral da instrucclo
publica em 27 de niar^o de IS57,O secre-
tario, Francisco Pereira Preire.
CONSELHO ADMINISTRATIVO'
Ocmiselbo adminislractivo lem iie contra-
a ilas boladas como a do Olinda, que no pra- j t'.apibaribe por lodo o u/ de abril : quem
"- j zo de 30 dias, contados da data deste, deve- | o pretender, dirija-se ao ai maeeiii da rua do
?" i ro mandar linipar todas as testadas de .seus i Itrum u. 2.
" sitios ou terrenos, de sorle que fique livre --- n cirtorio dos feilos da la/.enda na-
iuei-ie desempedldo todo o transito publico, dan- cio:ial tai mud ido para a rua do Queimado
^ ido-lirs a largura estipulada nas posturas da t n. 2, rimeiro andar.
mesma cmara, sob as penas comniinadas ] F.u abaixo assignado declaro, que nes-
nas mencionadas posturas ; e para que che- ta dita tenho constituido por meu bastante
gue ao conhecimcnio de todos, e se llfio I procurador, para pagar, recebar, comprar,
chamein ao engano, mandei passar o pre-1 veuuei o tr..tar de lodos os meus u gocios
sent, no qual me ussigno, e o liz alxarja mea liiho .loso Caclnio de Albuquerquc ;
nos lugares mais pblicos da mesma povoa- e que tenho por derogada e de neiihiim ef-
uma ncara .noca qu--t,a ber.i c^.re enaomina, |,r0 ludo a* de I.aloreza svulllliticas Sao
na loja de Mqncra & PereIr, .. ,ra' com quem se^ igualllleni) lm; ,,,,,., m^; t^
<.'J din;iti.-a, Bpoplexia, asllrna c as mais af-
feccoes dopeilo, eonslipacAes, as molestias
39300
19000
19800
":fcjiiO0
93O0
100000
59000
cao, e publicar pela imprensa Povoariio de
Beberibe 23 de marco de 1857.
Joaquim correia Lima lKandcrley
- Pela subdelegada da freguezia de s.
Fr. Ped iiCimcalves do Hccife foi apprehen-
dido um cavallo rur;o pedrez, com cangalha:
quem direito tiver ao mesmo, apresente-se,
que provando pertencer-lhe, Ihe sera entre-
gue.
TRIBUNAL DO GOHMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do commerrio
se faz pulgjco, que nesta dala se matricula-
ra como negociante de grosso trato e a re-
139000 lar para o furnec.mento dos gneros abaixo|U.Hi,,0f Ja*^WHr?i.S'J^SuSSl
19700 declarados, para o rancho da companhia dos
9800 aprendices menores, durante os mezesdea-
-^-:ni ')r''' ma' e Jun'' "1" correle anuo :
jj? As-ucar somenos retinado, caf em grao,
130 c''i, ''5-son' pes de-i on^as, manteiga fran-
9310 ceza' arr07-< bacalhao, carne secca, oita ver-
1590001 936O Cinho de Santos, ho.achas, a/.eito doce, vina-
9360 gre, e lenha
,-ooi Quem quizer fazerdito fornecimento.apre-
Isent :s suas proposias em carta fechada,na
secretaria do consol ho as 10 horas do da 31
:de marco do conenle.
Sala das sesses do conselho administra-
9200 ,ivo l'ilra I'ornecimenlo do arsenal de guerra
I9G00 27 de marco de 1857.------Jlanocl Ignacio
I9OOO "
9330
98OO
5'O,
29000
IgOOO!
tuguez, com 13 annos de idade, residente
nesta cidade, c nella estabeleeido com ar-
mazein de seneps e molhados, gneros es-
Irangeiros e do paiz, na Iravessa da Madre
de Dos, arm izem 11. i. Secretaria do Tri-
bunal do commercio de l'ernambuco 27 de
niarc) de 1857. Dinaincrico Augusto do
liego Rangel, 110 impedimento do ollicial
matar.
CORREIO.
0 vaporIguarassu' recebe smalas pira
os portos do .No te, boje (30) as i horas da
tarde.
- Pela uisp-crao do arsenal do marinha
faz-se publico que feitos. cm cumpriuicnto
Alqueire
alqueire
alq.
coi. 1 o

aaiotal
duzia
eanada
alqueire
um.1
, um
cenlo

sV
meio
cenlo
pipa
3.JO0
2-500
2j5(K)
79OOO
10XK)
(i-OOO
I39UJ0
S.50OO
7-^MHI
23OOO
:i^KK)
325(KK)
2j(K)0
1-2000
II5OOO
2i000
I03OUO
303000
lisooo
5000
79000
JOOO
S-5O00
69OO
5s000
29500
3;O0O
?280
19600
19930
19380
2fi?lK>0
IHfOOO
?320
2^100
9(110
('2000
jkoii
9300
49300

(5000
3380(1
3-32011
?300
309000
>9l#A&WSQ &0 P0ti.
DKSPaCIIOS DE EXPORTACAO PBbA MESA
DO CONSULADO UESI'A CIIIADK NO DIA
28 DE MAKCO DE 1857.
Portolirigue hrasileiro Despique de Beirizn,
Ferreira & Loureiro, (i cascos mel ; Knrha Lima
4 barricas assaci>r.
Buenos-AyresBarca ingleza Caiiheallin, Isaac,
Cario 1S1 Companhia, 200 barricas assucar.
kansoBrigue aoeco Juno, N. O. Ilieber rk Com-
panhia, 925 couros salgados.
xportacao .
Liverpool, brigoe inglez -Spray, de 3'i5 sonela-
i!a. condoli o seguinle :1,600 saceos com 23,000
arrobas de assucar, 107 saccas algodo, 1,151 cou-
ios salgados.
Kio dfJVaueiro, patacho brasileirn Tame^a, de
147 Ipneladan, condumio o seguinle : 1,700 saceos
com 8,500 arrobas de assucar, 517 meios de sola.
Liverpool pelo Ceara, barca ingina Lencastriao,
ele 5:14 toneladas, condoli o sesuinte :3,230 sac-
eos e 100 barricas comlli,071 arrobas e 3 libras de
asacar, 94 saces algodo.
KCKBEDORIA DK HUNDAS INTERNAS GB-
RAES DE PEHNAMBI'CO.
Randimanlo do dia 1 a 27. 39:8319790
dem do dia 28........8039839
Bricio, majo'r presdeme interio^BeTnrdo I ^JF^X !2**jPtS eCnl "
Pereira do Carmo Junior.vogal o secretario. 13ii 'lo dc ,BvhorR,r" e.85*. os esames
" ino casco, nachina, caldeiras, pparellio,
(''K''?0 ADMI,ISTRATIVO. I mastreac,ao, veame, amarras, eanchoras du
O conselho administrativo lem de comprar.1 vapor Iguarassu' da companhia Pernambii-
0 seguinte : I callll j,. navegacHo cosleira, achou a respec-
l'ara a obra do quarlcl da Soledadc. j tiva commisso tudo isto em bom estado,
Taboas de louro de assoaiho, dozias 3, sendo conseguinlemente de pirecer unni-
me, que poda fazer vagein, para a qual
ora se destina.
Inspecco do arsenal de marinha de l'er-
nambuco 28domirco de 1837.0 inspec-
tor, Elisisrio .Vnlonio dos santos
pregos rrancezes, libras 10.
Obra do hospital regimcntal.
Tijolosdealvenana, milheiros 2, ditos de
ladnlho, compridos, 'milheiros 6, cal preta
alqueires200, dita branca, alqueires 12, lin-

1 i V '. fr a

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THEATRG DE SANTA ISABEL.
tek(;a-fi:ii.\, r,i de .mak(,:o de 1837.
Recita extraordinaria em beneficio do cabllcreio do mismo
thcatio.Fredeiico dos Res.
hepnis <|tie se e\eru(.ir ami brlhaiile uuvcrlyr.i pel;i orc'ie 'r;., subir1 a BCOIM
.T07A CAS"
reas,

|02I4M9
CONSULADO PROVINCIAL
Heiidlmento do dia I a 27. .
ldomdodia28.......
07 '39985115
2:075;(i(i(i
69:4751171
navios entrados no dia 28.
Barcellona e Mdl.igajI dias, do ultimo porlo 25,
patacho hespanhol kSapbn, de 108 tone idaf,
rapiUoJoSo Arimoil, rquipagcm II, carga vinho
e mais gneros ; a Arauaga & Bryan. Perlenra a
Barcellona. Saaio para o Rio .te Janeiro.
IlhadeSsndi.wek:) mezs e 28 dias, alea ame-
ricana oMelconii, de 300 tonelada", Capilao I. II.
Voudbridgc. eqnipagem 28, carua 1,110 barns
com azeile de peixe ; ao capilao. Veio refre.car
e segu para New-Bedford. Perlence a Ne-
Bedford.
Terra Nova30 dias, patacho inglezal. II. C, Josl,
de 125 toneladas, capilao James Price, equipa-
eem 8, carsa 1,780 barricas com bacalhao; a
Scbramm Wlnlerj i\ Companhia. Pertenre a
Torra Nova. Seguio ara a Bahia.
Mareiii:t dias. Ute* tigleza Snowdonu, de 271
toneladas, capilAo R ibson, equipagem 15. carga
assucar e llgoitla ; a James (irabtree A; Campa-
nhia. Perlence a l.i rerpool. Veio receber ordens
e stgue para Livcroool.
Babia8 dias, brigue Iporlugiici Kncanladorn, de
207 lanciadas, eapilto Bernardo Augu?to Lopes,
equipasen) II, orslt 100 toneladas de rea ; a
'Ihnmazde Aquino fonseea Cv l'ilbos. Pertenre a
Figueira.
Navios sanijlos no mesmo dia.
SouthamploiiVapor ngle irNonnaoB, com a mes-
ma carua que IrouieL Suspendeu do lameirao.
GenovaPotara sarda .'Mana Ehzaii, capil.i Jos
(iggero, carga assucar. Passageiros, Marcbese
Andrea e na sonbora.
Rio de JaneiroBarca brasileira oSorten, capilao
Jos Manuel p'crreira, carua assucar e agurdenle.
Pasugeirn, Josc Ferreira da Cosa,
demPaladn b.nsileiro Firmeza, capilao Ma-
nool dos Sanio Pereira, carga assucar e mais g-
neros.
Rio Grande do NorteI,ancha brasileira Mi das
Ondas, Bestra Berpardn Jos da Cosa, carca
assucar. Passageiros, padre Leonardo Joao (ire-
go, padre heruardinji do Sena l'erreira Lu-lusa.
Ilelaimino Pereira Je llliveira, Clemenlinn Jos
e Uacedo, Anliinio|Josc Pereira Sampaio, Kian-
ciscode Paula Barbbu, Luiz llregorio Raineiru,
Francisco Lopes Ma^i-do l'iipbolkio.
* A' "
* 1*o,.

Uesempcnhando o papel de D. PW.e^o Sr. Joao Caelane.
Linda a Iragedia. em obsequio ao beneficiad", o Sr. TImoIouio Jgse de Souta ee-
culara" urna bell
VAEMACO DE CLARNETA.
Srguir-se-ha o joobm duelo, por obsequio ao btiieficiado,

-Si
i
t:
~- .i,
: -
..
s :
'r^H'
a*
)\i\m\\i) E A rOBE
PKACA DO RECIFE, 28 DE MARCO DE
1837, AS 3 HORAS DA t'AKDE.
licesta semanal.
Cambios A semana foi ntui parea de tran-
sacees, quer de cambios, qoer (eneros op imporlar^ao e exporla-
cAii, e apenas um ou outro saque
se negociou sobre Londre*. que
niio pode servir de base. Sobre
Lisboa oOtrece se do 9'i a 93 por
cenl'i de prfmio, e sobro o Rio de
Janeiro a 2 1|2 de descont.
Assiicir Enlraiain 36,000 saceos: e as pon-
tas vendas rflaclaadaa regularam
da 19600 a 5?1(KI por arroba do
branc.i ; de 39330 a 3#300 pelo
mascavado snprior e'iamado Lis-
boa, .'INI.VI a 3910a pelo dilo Ame-
rica, e 23900 a 25950 pelo deno-
minado Canal.
Algodo----------- Entraran] 657 saccas. eosprecis
oaleaUraniHW de 7>500 a 79Kl
por arroba.
Aguldente-----Conlmnou proeorada e obteve de
06 a tllh;,,r pipa.
\ iMid.'r.un M a lito rs. por libra.
dem de 'itKIKI a 5 o cenlo.
("olircis--------
Cbitre------------ -
lia" dli.io Tivemos dou.
m
r'i'
Pala Senhora Isabel Haril Sania Rosa.
terminara' o espectculo com a nova comedia em um arlo
OS TRES GENIOS KH.O/IIS
He esleo divertiineuto qu o benclfriado tema honra de apresentarao Ilustre
publico pernainliucano, de quem espera sua benigna e costaniida priileccao, e, denle ja
rende os seos agradecimenlos.
O rallo dos bilhetesVham-se a venda por especial obsequio, cm casa do Sr. Braga
n rua -la Cadoia do Rerife 11. 10, e no dia do espectculo noescrlplorie do Ihealro.
" ;
: Oh "

I
sg -
rl:

. f|)^ v .. o -, _, e i v l i v 9 r, 1 j
<&0$
1 t,}:j.
Para Lisboa satura
dade
com toira a brevi-
dade, por ter parte da carga prompta. o M^8r\TW-T
gueportuguez Laialll; quem nellequizer TM' ruaaaCruz "'
(ira o ro
conhecido palhabolo nacional Dous xmigos;
lem prompio dous tercos de sencarrega-
mento : pina o resto, trata-se com oseo
consignatario Antonio Luiz de Oli?eira Aze-
1
carregar ou ir de passagem, para o que lem
excellentes commodos, trata-se com os seus
consignatarios Francisco Severiano liabello
& Filho, ou com o capilao na praca.
Par.i o --\\i Gr..!(!
tu;
(lo
btClXO.i
Nao tendn-se jffectuado a encommen-
da e compra, aiinnciadas para hoje, de 4
a 5 mil barricas de bom cemenlo,necessKrias
as obras do melhoramenlo do porto, visto
como somente foram entregues duai propos-
tas, una deixando de declarar o pre^o lixo,
nao podendo assim entrar em competencia
com a outra, o que alias era de mister em
beneficio'dos intere tes davbzenda, manda
o III111. Sr. inspelot faer publico pois que
lica isso transferido bara o dia 31 do crten-
le me/, pelas II h ris da DianbS, a vista de
piopostas apresenladas. nao ullerecendo o
citado inconveniente. .
InspeccSo do arsenal dc marinha de Per-
naoibtico, em 23 demarco de857.Ose- P.dor'nho m~'i' i !
crelano, Alexandre Rodrigues dos Alijos.
O lllm. Sr. regeor do Gymnasio man-
da convidar aos paislou correspondentes dos
alumnos do mesmo jiymnasio, para enlia-
rem com a puiisaocanespoiidente ao quar-
lel que tem de principiar em abril prximo
til
Sabe com brevidade o brigue Melampo, por
ter parte da carga prompta: quem quizer
carregar o resto entenda-se com o capitSo
do mesmo, Jos Monteiro de %lmeida, ou
com o sen consignatario Manocl Alves Guer-
ra, na ruado Trapiche n. 11.
ara o Rio de
Janeiro
Segu cm poneos dias o brigue nacional
Lefio, capitao Paria, para o resto da carga c
fele, trata-se com os consignatarios Isaac
Curio ct Companhia, rua da Cruz. 11. W, pri-
meiro andar.
para o ino de Janeiro
va i sabir o palbabote Tigre, por ter parle do
sen carregamento prompto para o que fal-
ta, trata-se com na seus consignatarios V. A.
le Son/a Carvalho v Companhia, largo do
iOinpuiilii^
i>ernaiiibucana
vindouro. Secretaria
earri'gamrnlo, qne
seguir;!in para o (ni. Existen) em
ser HUMO barras, lendo-M ra-
Itlhado de II9 a 1:1?.
(iarne secca Mui pouras radas so fi?ram, cm
cuu-equencia da abubdanria do
bacalbo, e anda nlo abri o car-
rcBamealo do Rio da Prala, que
Im duas semanas temos no poiin.
Farinhade Iriuo- R^cpliemos dous caires^menlns
los Estados Unidos com 2.780bai-
rces, e ti o do Rio de Janeiro de
SliO dilas, os quaes unidos ao de.
Trieale, caceado a semaaa para-
da, dilo una ulileneia de "i?oo
barricas. Relalliou-se a 21? a de
Ballimore, a 36 a de Pbiladelphia
e de New (Irleans, a 28- a de
Riebmond, e a '.'.O? ido Tiiesle.
Doiconlo----------- Reb-leam-sa leiias de 7 a 8 por
por cenlo ao anno.
I'rtles ---------Elfecluou-fe |iara Liverpool a l|2
d. por libra de alciido.
Toeiran no porto duranlea emana : dous carre-
gamentos de azeile de peiie, 2 d* bacalhao, I com
vinhna de Barcelona, 1 com carne do Rio da Prala e
3 vapores.
do Cvmuasio
O secretario, Anioiu
O nrocoradur da c
2,--e \s rs., que no u
Bnda-se <> prazo, pai
mo imposto ; incorr
Qes do art. 32 do re
de junho de 18tt, aq
salisfazer seus debiii
pioviu-
1857. !
cial de Pcriiainbui'u |2I de marceo d
> de Assunipc/io Cabial, i
miara municipal desta
cnlade, declara aos a Minores douos de esta-
beleeimentes sugeiti s ao imposto onnual de
timo do corrento me/,
i o pagameulo do mes-
Mido na pena i disposi-
;ulamenlo n. 360 de 15
lelles que deixarem de
s al a dala supra ; as-
sim como que deveirj os mesmos senhores a-
pre-eiilarein o conhi cimento do imposto ge-
is|de disconios, relali-
seineslie de 185H a 1857
a ser recebido o impos-
ral, sobre lujase cas
vame.nte ao primeiro
sem o qual uo pode
to municipal
Jorge Vi
O lllra. Sr. ins
tor Ferreira Lopes.
co, que, era cumpr
em ordeat do Inbun
teo de ser arreinati
aja.
O vapor IGUARASSU', sahe para os porlos da es-
eal. du norte no da ;I0 do crrente, as 5 lunas da
tai de. A carga recebe-se alo as 3 do dia 2S.
Para o zraeatv
S"gue com brevidade o hiaie Correio do Nor-
icctor da tbesouraria de le recebe efega : a tratar com Cae tao Cy-
azenda desla provi. ca, manda fazer publt-iriaco da C. Motpira, na rua da Cadeia do
ment uo determinado Hccife ti. 2. \
I ilo thesouio nacional, \ -. i
do de um a tres anuos, | rara si* iiiJliii
que comegavam a cener do 1.- de julho pro- j pretendesahir nestets 8 dias o veleiro e bem
aueiru,
o brigue nacional Veloz, pretende seguir
eoin muila brevida le ; lem prompto tnetade
de sen carregamento : para o reslo e escra-
vosafrete, para os quaes lem excellentes
commodos, irala-se com o sen consignata-
rio Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, rua
da Cruz u. 1.
Pari o liio do. Janeiro,
a veleira e be;n conbeeida barca nacional
Amelia, pretendo seguir uestes 8 dias ; tem
prompto metade de sen carregamento : para
o resto e esclavos a fele, para os quaes tem
excellentes coturno los, trata-se com seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua da Cruz n.1.
lieicotup itiiia<'e paque-
te
ing^iezesa vapor.
:^ '
No dia 31 dlo max espera-so da Europa um dos
vapores da Real Coiiipanlua, o quai depoi da de-
mora do cn-iuiue secuir.i' para o tal : par.-, pas-agoi-
ros Irala-se ciun os igenlti Adatmon Uuwie A C,
na roa do Tr.i|iicbe-novo n. 12.
ara o mo
loito a procura(;iio que passe ao Sr Do
mingos Anlunes Villaca, para o mesmo fiai.
Kecife 27 de marco de 1837.
Paulo i.aciano dc Alhuquerque.
Ouerecem-Se duas amas para casa es-
lrangeira : a tratar na rua da Cadeia de San-
io Antonio, imiti a re, ai io de polica*
-----Dcseja-se fallar ao r. Antonio Carlos
da Franca Benevides a negocio de sen inte-
icsse : na rua ila Cadeia dbanlo Antonio,
sobrado n. 10, lereeirn andar.
Aluga-sc o segundo andar do s.,brado da rua e
treila do Rosario n. 31, os prelendenles dirijan-*
au irania mini-lro da ordem tercena ite S. FranciMo,
morador no larso oo Carma n. 16.
Qlieal precisar de una ama Ierra para o servi-
0 interno do urna casa dc punca familia, ou de ho-
marn sopeiro : dirija-se rua das llores u. 17, primei-
ro andar.
Jos Antonio Pinto, faz Kcnte a quem c
vier, para que ndo so chame a en.'ano ; que do.ile
1833 niiive accao polo juio cuinmorcial do Cabo
coilr.i Antonio Mana de Yascuueellos Bouiliuu,
pela f|uaulia de 45 ContOl de ris, por cuja execueaii
fura adjudicado o engentan Diamante, no valor de 2i
coutos, sendo que 0 eieeulado se ausentoii para Se-
riuliaem com MeBcravoa, nao s hj potbecados, cuino
oulros que possue, e os tem vendido a diversas pes- | Ciarmda dc tal, lillia Je Jo.sepba de tal, cuja
soas que do sciencia certa sahein da eiecueilo, con- I n>5l he casada com um I', de tal TeiXeira,
(ra cujas vendas protesta o annunciaiiio. pti seren a.-sim como se existe Mafalda do tal lilha da
tolas nudas nos termos do decreto u. 737 de 35 da parda^lonica, estas diiss meninas lm a re-
noveinlirn do 1850, finais disuiisiefus a resnedt-, I eehor em li..r.....i._________ ,____ ,
nel dc in-
das scnlio, as e.n geral, toda a qualida.....hj
lebre, henoirhoidas, moles'las dores de cabera, molestias de pello, renten-
cao das cuntas, a mitras njoleetiM "las vas
oiirtnarias. Lineo deposito em Pernamhiini.
no escriplono de Vicente Ferreira da Costa,
largo da Assembla n. 9, a mil res o vidri-
nho.dez mil res duzia.O. Palmer -Ido rio
Janeiro, deposito geral, rua dos Ounve
u 81.
AVISO PARA O PARA .
_ De.seja-sc saber se existo nessa prnviiin.i
Terebro do 1830, e|mais dispiKeo.s a rwpallir,! ceber em Pernambueo uiu Mil a I
'tuque... escravos, noe iiis.ue o eiecu'ado, nao ,|lx..)a ....i,. r-.||i,i i "
leeam pira,.....e., de todo o debito. r,, f,,, 1 ten. tite-.orone.
ec sa-se de urna ama que seiba cozi- ; ,a ,Ur a J** Aluur"' ">'' Cl lllllli,
ara urna casa de familia : na rua da "" -U"/neiinias, ou pesaua hab.l.l.d. por
Age |
ic.a dc
foiiu
aporte e
v, irrkla.
{).!>
che
Prec
tillar, p
Cadeia do Itccife
vai seguir com muila brevidade, por ter
parte da carga prompta, O patacho llcni-,
que, capitn joaquim AntonioConcalves dos! hl'?s
"autos : para o resto, passageiros e OSCravoS | """',**',
a lete, trata-se com Caelano Cyriaco da C.
M na rua da Cadeia do Recite n. 2.
LEILA'ODF, VELAS.
M nioel Joaquim Ramos e Silva, tara ei-
18o por conta c risco dc (|uem pertencer, e
por intervencao do agente Pestaa, de 1001 Carlos a'so'.": n"a r^rdaCadeadoPecife!
caixas com velas estearinas com toque de a-1 loja de cambio n. 3
Rua da Praia, primeiro andar n. 13.
Clan lino do Reg Lima, despichante pela
repartirn da polica, tira passaporte para
dentro e fora do imperio, e folha corrida,
[ior proco cominodo c com presteza.
i>recis-se de liiciacs
de saj>Htero, na \<\\ i ifa ni
dos (uarfeis n.20, paira-sc
li'ii^ j) *r iraii obru,do (jue
era quilquer outra parte,
porm, eoiti a candi a > le
nao s pd^arodrj ad unta-
do, mas sha ella-prompta,
(lnliero vista : quem es-
tiver nestas ercuiiistan-
eias, dirija-se a oiesoia
Desgarraram do porto de dclraz do
Thealro, ires paos de travejament, dous
35 palmos, de camajn, e um de louro, com
15 : quem os apanhar, dirija se a prar;a da
I independencia Hvraria n. 6 o 8, que so gra-
lilicaia.
Continua a estar fgido o prelo escra-
VO Theodoro, mas conhecido por Carioca,
crioulo, idade 20 annos pnu 'O mais ou me-
nos, altura regular, cheio do corpa, tem sido
encontrado por pessoas quo o conhecein, di-
zendo-lbe elle que seus senhores o vende-
rn!, e que esta pagando semana, tem sido
visto nos aeompanhatnentos de msica : ro-
ga-se as pessoas que o conhocereni, e raes-
moas autoridades p iliciaes, que o prendara
e leve-o casa de seu senhor, na rua Nova
n. 33.
No dia 2(1 do cciirente.desapaicceu da ca-
sa do lianoel Antonio deJesis,um seu cscravo
por lime Ignacio Catle, do gento de An-
gola, de mais de i5 anuos, quebrado de am-
bas as veri Ibas, leudo o dedo polegar do p
esquerdo torio para dentro, cara redonda,
um poueo feioso, e bebe milito, este preto
foi canociro no pono da rua Nova, muitos
anuos e he bem conhecido por Calle : re-
commendo a todas as autoridades policiaca
e pessoas particulares, por quem possa &'.r
encoi-.lra.la-se, qvie o inau.eiu pegar c entre-
gar na rua larga do Rosario u 18. padaria,
que se recompensara com generosidade.
Precisa-s de urna ama quesaiba co/.i-
nhar, e fazer todo ornis servico de casa : no
patea do Terco n. 12, segundo anda .
A pessoa que vendeu a escrava Archan-
ja, e quu tornou a rccebe-la eujeitada, desde
odia 10 de fevereiro, queira restituir seu
importe, que assim evitar despezas judi-
ciaes, e a ileclaracSo do seu uonie.o V.
a mesa regedora da irmaodade de N.
S. do Ter?0, tend) de expra vista dos liis
em solemne prociss'io.no dia 3 de abril (sex-
ta-feira de Triumpho), pelas 3 horas da lar-
de, as sacrosantas imagens uo Senhor Com
Jess dos desampara los, e de Hara Sant-
sima a Senhora da Soledade, e tendo de per-
correr ao sabir as mas, Dneita, gueiiuado,
pateo c rua do Collegio, S. Francisco, tra-
vessa doOuvidor, Cruzes, Uueimado, Iraves-
sa e rua larga do Rosario, Cahuga, Nova,
porto das Canoas, Flores.Camhoa e pateo do
Carmo,Dorias,Martvrios Augusta,al o vivei-
ro.Cinco Ponas,a recolher. Rosa a .-obre lita
mesa regedora.aos moradores das mencioua-
dasruas.o obsequio de fazerem litnpar as (es-
tadas de suas casas, para o fcil transito da
proeissao Itoga tambe.m as ilustres corpo-
rales religiosas autoridades c mais convi-
dados, o favor de a hora indicada, api osen-
larem-se na igr.-ja.
Ojuiz da iiuiiindadedo SS. Sacraneti-
to da freguezia do S. Jos do Recife, convi-
da a todos os seus carissimos Irntos para
c.imparecerein no da 3 de abril soxla-eira
de Triumpho pelas 2 1|3 horas da larde, na
igreja que serve de matriz, alim doencor-
porados, acorapanbarem a procissSo do Se-
nhor Bum Jess dos Desamparados, que a ir-
mand.-de de N. S. do l'erc,o lem de expr a
dos liis
faga-se bem.
Precisa-se do ulliclacs de alfalate para
toda a obra, e juntamente costureiras para
as d'l s : ua rua da Cadeia do Recife n 40,
primeiro andar
--- O coronel Irajano Cesar l'.urlamaque
nao podendo pela rapidez de sua Viagtra,
despedir-se pess lalmente de lodos os seus
amigos, e mais pessois con quem lema
honra de manter lelaQfies nesta culadc, o faz
pelo presente annuncio, ollerecendo Ibes,
como sempre seu dtminuloprestimo na pro-
vincia das Alano is, para onde parle
Pica transferida para o dia 30 d.1 cor-
rente, a arremalacSodos gneros alimenti-
cios, para o 10 balalhilo de infantera.
No dia 31, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. jniz de
ausentes, se ha de arrematar o reslo do ter-
reno da rua Imperial, pertencente a heran^a
jacenle de Antonio da I rindade, por n.'iu se
ter concluido na passada.
Lm moco portuguez, que esta arru-
mado, mas deseja sabir, offerece-se para cai-
xeiro de taberna, tomando conta por bataneo
ou sem elle, o qua tem bastante pratica,
saliendo bem ler, escrever e contar : quem
se quizer utilisar do seu prest mo, annuncie
para ser procurado.
Pergunta-se aos cncarregados dos ne-
gocios de Manocl Joaquim de Olivctra, quan-
do fazern tencha de fazer o rateio que loca a
cada credor do rnesrno, pois parece que o ja
deviain ter leil, porquanlo o dinheiro esta
ha inuito tempoapurado, e nao sasabeem
poder de quem; isto deseja saber
Um credor.
0 abaixo assignado avisa ao publico
e particularmente aos seus freguezes, que
recobeu pelo ultimo navio de Franca un,
grande e variado sortimeulo de relogios de
tolas as qualidades e tamaitos, lano de:
paredecomo doalg boira, assim como ricos
reoslos com esmalte de diamantes, para se-
oulros Objectos que a '.isla dos,
compradores se Ihe aprsentelo.
Francisco Jos Germano.
Joao Francisco l'aredes Porto deixou 1
de ser caixeiro do Sr. Jlo l'erreira Ramos
desde o dia 38 do corrente, e vai por meio
desle agradecer ao mr-smo senbor o bom
tratamento que receben durante tres annos
i.' -s^-is mezes que estove em sua casa.
Compram-se patacoes hespanhoes de
loja 11. 45.
Culdeiro.
En Urente da roalriada Boa-Vista a. su, amola-
se loda e qualquer (erramenl-i, assim como se bulare
envido em espingarda e limpare-sn espadas.
'^.cOO- \.O\Ki-OOO
:-j
.-
Especficos
V..-
para de de otes.
V' '"*" Anacalo, continua a sancrar e tirar
-. bem denles, iliiimba denles finados, separa
';. bem os da frente, e appica ventosas sarja-
; das. Pn.te -er proenrado a qualquer hora
_.- nos seis das da semana, 0a roa na Cambo!
'_'* do Carmo 11. 20 ; veode-ae espeeiflcoi odon- W
3b' laluicos, re.....dios mlalliveis e molla pro- ^
1 'i pros para aplacar e detira ir as dures do fanj
2 denlw pela cana, por 1^ e 31000 is. o fias- *
<*r qiinbo com folbelo, assim como pus denll- zxr
Zjjf ''icios e Inico para conserval e liaipar per- M
;;j feilainenle os denles sem alterara mirmore
*~ Blido, furUlece as sengivas -as ajr* de '-."
3 um bello rosado e delta na bocea urna fres- j
gfib cura e lialilo mui agradavel e urevine o mc '-^.
':'\ proarataa e dores de denles. Por 29OOO rs. *$?
Alaga-M urna escrava, que sabe eugomour
perfeilamenle, veslc bem urea seuliora, eme e be
bel : quem qjizer dirija-se a roa Diralla 11. 32.
duslave II. Priegor, em consequei.cia da ra-
pidez de sua viagom, nao pii.le despeair-se petfOal-
inenle de seus aiiiLo?, do que pede deseulpa.
Uuein aiinuuciou precisar do 1:2005 rs., dan-
do por garanta 3 escravos, dinja-w a ru.i das Kloroi
n. 371 primeiro au lar, que adiara' cure quem Iraiar.
No dia 2(i do encent, ause:iluu-se Ou arma-
em de assucar Ua ru^ do Apollo 11. (i A, o pelo
escravo oe mime Manuel, de jaslalura regalar, com
calcas e camisa de algodio, de idade pouco ajan ou
menos de 2b a 30 anuos, sem deleito iieubum, lem
os beii;os reuito arossos e o eosiuir e de auda atrai
das msicas : quem o pegar e lavar ao ilito arrea-
tein, reeeber.i' a devida aralile.icflo.
Antonio (lomes je Araujo, lelira-se para Por
tuaal a tratar de sua sonde, e deia por *ens procu-
radores ua-tantes uiSri. Aiilonlo l'ernaiides Lima,
J'i-i .Mauoel de Siqueira e Bnlo Juse Pereira ;
quem livor coalas ou letras astitnadas or rile a-
presente-se no praio de S das, a contar da dala
deste. Kecife, 28 de mareo de 1857.
Um moco que tem aiguma pratica,para
administrador de engenho, oTcrere-su para
quem precisar annunciar para ser p.ocu-
rado.
No dia 21 do correte mez, fugio o
preto crioulo de nome Cnotre, idade. de 23
anuos pouco mais ou menos, cornos signaos
seguidles : cor fula, estatura regular, refor-
jado do corpo, bem parecido., ar alegre, lem
os denles perfeiio* o bonitos, nao tara bar-
ba neiibuma, foi scravo do Sr Antao Jos
da -ilva, morador no riaxao do .imiza em
Panellas de.Muanda, para onde foi : roga-se
1 lodas as autoridades policiaes ecapitSes
decampo, a sua apprebensito, eentrega-lo
em Panellas ao .-sr. .Manuel ue.-ion/.a .iilva
.Serodio, no /llliiiho ao Rvd. Sr. vigario A-
gosliiiuo de Godois Vasconcellos, e no lieci-
le a Jos Jernimo da Silva, na rua Direita
n, 2 que se gratificara.
ui 1 m -

Foi Iransfei ido o deposito lesle tarope.'para a bo
dea de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova 11. 53'
aarrafaj 55500, e m.-i.- ,-iiiui. sendo falso lodo
aquellc que nofor vendido nesle deposite,palo
quesefaz opresenteaviso.
IjffftBTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para carada phlysicaem lodoiosleusdilleren
esgrOi, qncrniitivada por coiislipaeies, losse
astlima, pleuriz. escarns desanaue, dordacM-
ladose poilo, palpilaro no curaeo,coqueluche
lironelile, dorna saraanla, e lo'das asreolestia
dosortaos pulmonares.
Ilarlholoinuo Francisco de Souza, leu-
do o aununcio dos Srs. K. C. Vales \ Com-
panhia no Diario n. 17, em quu ijiz ser s
mente verdadeiro o Xarope de bosque que
se vendo nesta cidade na pbarmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
m. Manoei Alves Guerra, que recebeu delle
propietarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xaropo de bosque que
lambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos meamos Srs. It.
C. Yates Ai Companhia, du itlo de Janeiro,
como provam os documentos abaixo :
Klll DE JANE1KO S DE AGOSTO DE IS"(,
O .Sr. Ilariholomeo Francisco du Souza
coinprau a R. C. Yates Companhia :
i duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54900o. ....... 3i6*>ooo
6 duzias de l|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 273000.
102:000
Its.
378*000
do Sr. Antonio
lito de Janeiro
llecebi o importe cima,
Joaquim Vietra de Carvalho
8 de agosto de 1856. ~ Por i!. C. Yates &
I CompanhiaJos Paulino Baplista
iteconheQo verdadeiro o signal supra. Re-
cire 8 de agoslo de I85B.
tni l' de verdade.
Manoel Hilario Pi'es Kerro.
Rio DE JANEIRO is DE FEVERFIKO DE
1857.
Os Srs. Constantino (.ornes de Fari i & Fer-
reira comi>raraui a It. c. Yates & Compan-
hia :
* duzias de, garrafas com sirope
do bosque a ijOOO.........216/000
t duzias de 1|2 garrafas com xa- .
rope do bosquo a 379000......162/000
lis. 3789000
Recebemos o importe. Por 11. C. Yates &
CompanhiaW. c. Cerwartt.
>os abaixo assiguados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomoo Francisco de souta, de Pernam-
bueo, em virtude de -,i ordem de 3 do cor-
rele. Itio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino (.ornes de Paria j Fer-
reira.
Keconheco ser verdadeiro o aignal supra
de Constantino Gomes de Paria iV Ferreira.
P.io 18 de l'i.'ve iro do 1857.
Km fe u verdade.
Pedro Jos de Castro.
Lotera do i
ellas, |pudem-se dirigir a esta provincia,
rua do Collegio n. 5 : notandu-sp que os a-
il uncios que tem saludo nos diarios ns. as,
61, tem liavido equivoco* nos nomcs.assim o
(|ue regula he o annuncio cima.
*iVISO IMPORTAHTB AOSCOMPUADURKS DE
ESCRaVOS.
O abaixo assignado avisa a quem |mr ven-
tura uecessilc de comprar escravos, que n.io
compre escravo algmn do casal dc Jernimo
Itodrigues Campello, o Yicenria Mana de Je-
su-, visto como se esta tratando da nullida-
de do inventario dos Beata do dito Campello ;
c assim, avisa-se pasa livrar de embaracos
ao comprador, oeste depois nao se chamar
ao engao Josc Huberto do Espirito Santo
Ujuen precisar dc um rapaz poiluguc/.
para oaxeiro de taberna, ou de nutro qual
quer estabeleciroento, ltimamente chega-
do : trala-se na rua da Praia n. 3.
Une. (c arar a 500 fajn.
Cbcgou a rua do Collegio n. 5, Mipenor
doce de araca, fabrica Jo no engenho t.uerra,
a 500 rs. cada caste, assim como de guiaba
a 6Wreis.
Attenco
II. C. Yates Companhia: estabeleridos
no Itio de Janeiro, na rua do los, icio n. V*,
vendo um annuncio publicauo em orna das
Tullas de Pernambueo pelo Sr. Karlholomeo
F. de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque ao elle he
quem vende.prevenimos ao in-smo publico,
que o nosso xarope he re'ieliido do Kio ie
Jrneiro pelos acuna proprielarios ao Sr.
lianoel Alves Guerra, e este senhor fez "o de-
posito para ser vendido na pharmaria-do Sr.
Jos da Cruz Santos, na rua .Nova n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e* mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
annos os rotlos collados nas garrafas sao
essigoados por llcnry Prins, como procuia-
dores dos acuna propietarios, lo dc Janei-
ro 13 de Janeiro dc 1857.
[NSTKCtJAO' PAUTICULAII. v?
; t'm protestar, coinpeleuteiiieuie b lohu- .."i
C? ''" 'lara el"'"ar urareinatica porli goeu,
MA doolrina e arilhmeiica, se oltereca para lec-
;;, Clonar estas maleuas por casas parlieolare
. .4 ou em al^nm collegio : lambem tnsina se-
;* paradaiueute qualquer nina deltas a quem
tal coaviar ; anua romo aahtaaa qoaiquer
*' pessoa que queira laaer ajajMaajaa em con-
Vf curso a qualquer urna cadeira de insiini-eu*
'...' jirimana. no primeiro cr.io, |ir i-so que
Vi? ja' lem nimia pralira duio. Qo-m qii/.r B
i ulilisar-se do seu prestimo, deuem sen en- >
- dereeo a' praea da Indepeodeoca, liviana .' ".
^ns.6 0 8. fa
- -.> ..--..',. ^,-vv, tir.j .j:J:-..;Jc.J:.:..
O Sr. Dr. Po Adueci, tem urna carta
no escriplorio dc Manocl Ignacio de Oliveira,
|)raQ.a do Corpo Sanio n. 6.
Precisa-se de orna ama forra oo captiva, que.
se nresle a lo lo o ervieo oe rima casa de paos la-
milla : na rui da Praia du Kaugel n. 35, hrihii
andar.
V. T. dos Santos Cammba ilcsrulpa-st a tn*
amigos por n io lr podido se despedir rtolln.
Precisa-se de um raueiro para laueraa, ilandu
fiador a sua conducta : na rua da Aarora n. 2K.


I
BE PIANO <*
FURTAD0 C0ELH0.
Mcihodo especial de cnsino

i_
uL Hetbodo especial de cnsino
Z Pode ser proenrado no b del mide, le 1 j **
V; boros da larde. '0
Jos .Morena da Costa Mala subdito poin^ue/.
vai a Porlaaal, a tratar de sua saude, r. \\-t iwda
Severa poaaai alaoma ; se por aras alzorm se il-
gar seu credor, apn-enl- sua conla na roa do l.i-
vramenlo n. 5, que sera' proioplamenlo paco.
I.ma pessoa Com a. precisas li..lnlilee,
nllereer paia Iaer a e-eriptuiae.io de qualquer e-
lalielecimenlo comniereial, pur" partida, .lebrada-,
duramen tardes : aa rua Direita n. dte na rua d
IJueiiiMilo u. 20.
Fugiram na noite de 25 do rnrreule,
do poder dr> sua senhora abaixo assignada,
dous escravos, ha pouco comprados ao Sr.
los l'.aymundo Correia, da villa ilasLavras,
que os comprara no Kxu' ; um dclles lem os
signaos seguinies : chama-se l'orquato, r>-
bra negro, idade de 3t a 3I anuos, estatua
regular, bem parecido, cabellos carapinlu-
do-, "lesta larga e espa^osa, cantos mul-
to grandes, olhos prctos, barba loda fecha-
da, e as vezes tras toda rapada, falla de al-
gUfta denles na frenle, urna cicatriz nas coi-
las da man, c falla muilo mansa, levou ves-
tida, calca e camisa de algodo a/ul, e cha-
peo de couro.e consigo, urna ealea e camisa
de algodo azul, um lenrVil de alzodao bran-
c i, e urna faca de lnnclknr,com cabo dr osso
pulido, este escravo fora de Manuel I lorcn
ci.i de .Menear ; o outro ponime Albino,
idade de 18 a 20 anuos, pardo clart, cabel-
los carapmliados, olhos pretos, denles li-
mados, alio e reforjado, pestaneja qu m ,
ollia, levou vestida, calca ecami.-sa azul,un,a
dita de riscado, e uma baela encmala, o
jaquel., de couro : consta que fugirain am-
bos reunidos, por seren amigos e proce-
dentes dos serlocs : quem os pegar sira ge-
nerosamente recompensado, alem da com-
pciisaco das despezas que os mesmos lize-
rem, podendo dirigir-se nesta cidade do Hc-
cife, a sua senhora, moradora na rua do Hos-
picio o. 15, na l'.iraiiiba, villa doPnmbal,
casa do lllm. Sr. delegado Jo3n llantas ,i"
Oliveira, no ISio Grande do Virie serrado
Martina, cidade da Imperalriz ao Sr- Kran
cisco Koberto de Oliveira. Recua *6 de mar-
co de 1857.Josepha francisca Pililo" H-
gucira Hamos.
CGMPAilHIA PKEYIDEHC1A
Aue.icia blial e Pernainhueo. ua ruado l,ie-t-o :
iiuiner.i 1.1.
feudo a directora da C"iiipaiihu Prevulenaai
'-'au leerla no Kio de Janeiro, deliberado em -e.. i
de Itdo conenle, rtUatalf ale o .lia 31 do .... I
renle as auciiei n lihaes ue Peraaaiburo e K.ilna, em
queBcia da poucaaCoeiic.i que Iraappaieado.
uo assijnado na qualidade da uerrnie da da-
fax scienle ao pjblieo e pallinrlariucnle aos
que, a aaver onaiiimidade da porta do
aunalar o ci.ulr.ilo da companhia pora com
la' a agencia pruinpla a resliloir o inqwile
o que delles recebeu : no ca* contrallo,
conminara' a mesma a uarinlir-lhe a a-
ade segura ale -e compUta* o praio mair.ni..
lces, licando para io o actual erreule re-
de lodos os po taras.l'ernambuco, \X So
marco de 1857 Antonio dc lauta t r mandes El-
de Jaiieiro.
AOS 2O:O0OM)!)0, tO:O:i-7i)IIO i; i:00 Na praca da Independencia n. io acham-
se a venda os novus bilbetes da lotera 35 do
thealro de Niclheroy, que devia correr de
21 a Jt do conecte. \s lalas vem pelos bra- ir"' ente.
sileiro ou sardo, que aq ai devem chegar at Precisa-se de um mema dc 12 i 13 aau> > de
- pira est.-r em companhia da airo em aa
prefere-se dos (liana los allireaaieat do
iraiar uo paleo dn Ter^o n. 32.
Joaquim da Coila Caldas, rlin-c para l?or-
loga'
1
MUT1CSDD"
ILEGIVEL




DIARIO DE PEBNAMBUO, SEGUNDA fElRA 50 DE MARCO DE 1857.
n
J H lili \N PRECIOSAS
9 Aderecoi de brill.anles,
n diamntese perola, pul-
Si veiras, alfinetes, brinco
S e rozetas, bolee eanneis
jj de'differeuie goslos e de
* diversa pedra de valor.
- |
* Comprara, vendem ou *
bri-
.-.
8 trocam prala, ouro.
* Ihaules.diamanlesepero-
B las, e oalra quae*quer *
J joiasde valor, a dinlieiro *
* ou por obra.
?****?< .?????'?:?.?:*
I0RERA l DARTE.
LIJA di 9UR.VB8
Ra do Gabuga' n 7.
keceiiera por to-
dos os vapores da Su-
rapa as obras do mais
m >derno fosto, tan-
to de Franca como
OURO E I'RATA-
' Adarecos completos de *
: ouro, metoditos, pulcei- J
j ras, alliiietes, brinco e *
S rojetas, cordoes,trance- y
.. lin, nie>lallias,correules .?
' e enfe.les para relogio, e i*
Jj oulrosinuilosobjeclosde j
i ouro.
;: Apparclhos completos, *
3 de prala, para cha, lian-
->; deja, salvas, caslicacs, j*
* colheresdesopaedech, ja
* e muilns outros objeclos 8j
de prala. -
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de Lisboa, as quaes se vendem por
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CONSULTORIO HOMEOPATHICO
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Tratamento do cholera morbus
Uouertorio do Dr. Mello Moraes
JOIIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE l-EII.O'ES COMMEUC1AES,
n. 20, ra do Torres,
I'rllMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo .
RECIFE.

DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gjignoui dentista, ra Nova n. 11 :
ua tnesma rata tein h-j.ua c pos denlhlice.
ESTRADs DE FERRO
20:000
looo
2/000
i/0011
Ra l\ova
H.34
Madama Uosa Hardy reccbfcu um grande
sortimento de chapaos de seda para senhora,
%j brancos, cor de rosa, amarellos, prelos, com
$f lita e llores encarnadas, ricos enfeites de ca-
ga bega para senhora, grosdenapMes furta-co-
"^ re8' prel*s c aQlf,rcl|os para vestidos, cortes
'<%8 |noiva, manta de blonde. capella e luvas,
mantas pretas de lij e de garga a imitagao
do ReciJ'e &.
LIMITADO.
de blonde, ricas caixasde costura para se
nhora, franjas de todas as cores c sortidas
de largura, e tranca de seda, chapeos de
1 montara, llores, lila, chales ricos de tou-
Iquim, lita, bico, chapeos e vestidos de bap-
: Usado, chapeos de seda c de palha para me-
; nios al a idade de 7 annos, c militas ou-
tras fazendas que so vendem muito em
conla.
, Precisa-so de um molcque activo, para
l1 railCISCO '. servido de urna familia ingleza : na ra do
Trapiche Novo n. 18.
2Q600
-2-100
2-200
39000
73000
Otio
113000
:ijtHHi
19OOO
'.100
t
1Ks 'IJtl(K)
69500
:1500o
95O0
:ibouo
58000
25400
15000
150011
I90O0
19000
900
800
720
320
2S0
ilHI
19400
5>j00
tC-urm ciicmuibiu
A eidade de
Rua, do Crespo n. 4.
Os directores da Cumpanhia da Estrada de Ferro
do Recita ao San-Hrancisco, limitado, lem feilo a
quarla chamada de duas libra esterlinas, ou rois I
175/11, sobre cada ac;ao, ua dita compatihia, a qual.
dcve|ser paga al o dia 1> de abril do correle auno
de 1857, na Babia, em casa dos Srs. S. S. Daveu-
porl & C, na corle, em casa dos Srs. .Maui, Mac.
regor C, e em l'ernambuco, no escriptorio da
Companhia.
O accionista que nao realisar o pagamenlo den- Recebeu pelo navio Oliiida um completo sorl
tro do termo indicado, podera perder todo direito ment de fazendas, como seiam !
as actoes sobre as quaes o dito pagamento nao se .asacas pretas superiores,
liver eflectuado, e em todo raso lera de pagar juros Cairas ditas dita,
ua ratio de 5 por canto ao anno, e de nao receber Coleles ditos ditos e de velludo.
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo qne Sobrecaacas de panno lino,
decorrer entre o dia indicado para o pagamenlo e a Paulos de panno e casemira.
su realisacao.
Nenhum aulo de transferencia pode ser registrado
depoi do dia 0 do crrente, antes do pagamento da
chamada.
l'or ordem dos directores.S. 1'. VEREKER,
Ihesoareiro.
Recita 3 de marro de1S->7.
He chegado a loja do Lccomte, no aterro Sapa lo de borracha,
da Boa-Vista n. 70, o esccllcntc leile virgi- l'ernciras de dila.
nal do rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannus, sardas e espinlias, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Florenca para broloejas c as-
peritlades da pelle, conserva a frescura e o__
avclludado da primavera da vida.
SEGURO COJNTRA FOtlO.
Companhia Alliauce.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tcm a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas, j tGlTO,
a quera mais convier que estao plenamente au-i ^t.,! .1" i
lorisados pela dita companhia para efTectuar segu-it MaUO OINja-Sea ra (IOS
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobcrios da Qllit I'k' S lo ,t i. 14 QU6 a-
llha e igualmenta sobra os objectos que contiverem i '
os mesnios edificiosquer consista era raobilia aai|ClM4Vrl COIH (|IIt'lll tl*at lT.
n (alendas de qualquer qualidade.
Hi'jiai Ui;,m) da vaccina.
O coimissario vacciuador vaccina|[nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
torrean da Alfandega, e as tercas-feiras ua
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 0 horas da manba.
Hreeisa-so alugar um preto possantc,
embora soja bruto, para trabalhar mensal-
mente ncslM typographia, daudo-se o sus-
tento : na livraria us. 6c8 da praca da In-
dependencia.
O abaixo assignado declara aos deve-
dores de aureliano c; Audrade, que uo pa^
Dito de diverros feihos.
Ditos de alpaca de todas a qualidade.
Ditos de casemira de cores com golas de velludo c
ootros.
Superiores chapos prelos para horaem.
Sobretodo de panno, proprio para u (rio.
Chapeo de castor hranco com pello e sem elle.
Sobrcludo de dila.
Malas de vigem lano para liomein como liara se-
nhoras.
Saceos para viagm, de todas as qualidades.
Tudas estas fatenilas se veudem mais barato que
'. .n oulra qualquer pai le.
Que peehineha!
Quena precisar de um
baico grande, e de uiu -
iiko em muito bom
S'tado
Grande sorti-
mUto de fazendas pretas
proprias para a qua-
resma.
Ricas mantas de bloud prelas e brancas.
Los de liuho grande e pequeos.
lirosdenaple prelo de lainaucm, covado. .
Dito dilo liso mallo enrorpadn, covado .
Sarja prela verdadeira despalillla, covado.
Selnn prelo maco para vestido, covado .
Panno prelo lino prora de liraao, covado
de 39000 a .........
Casemira prela slim elstica, corte .
Corles de cohetes de velludo prelo e de cor.
Cortes decolletes degurgurao de seda de
vatios padroes a........
Popelina de seda coir. llores malisadas, co-
vado.............
Cbalv de quadtos de cores o covado .
Meias cruas supeiiores para meninos .
Lentos de setuu prelos e de gorgurao para
grvala...........
tiravaliudas de selim prelo da urna volla e
de duas.......
Chala de merino bordado a velludo'. '. '.
Dilos de dilo bordados a eda.....
Ditos de dilo com listra de seda ....
Dilo* de dito com barra matisada .
Chales de raenu com franjas da la. .
Ditos de laa adamascados prelos e de cor.
Ricos corles de laa de ramagem malisada
com lo covados.....,
(rosdenaple decores para vestido, covado'.
Mauritana de seda com vara de largura,
covado ........
Chai] de seda com llores malisadas, covado
Lrsoliua de seda com lislras malisadas, co-
vado............
Sedas de quadros de novos padroes,covado.
Froudelma de seda de quadros. covado. '.
Duqueza de seda de ramagem, covado .
Ricas laaa para veslidos de senhora, covado
Mussuliua de cores mui lindas, covado.
Chitas fraucezas liuas. .
Cassas fraucezas de cores li\as, vara ',
Pablos de alpaca prela lina e de cor. .
(ondulas de alpaca prela c de cor.
Em (reme do becco da Congregadto, paaHadV
bolica, a segunda luja de fazendas.
I-ICOES DE PIANO
por Furtado coelho. melliodo especial do
ensino : pode ser procurado no hotel loglez
de 1 as 4 huras da tarde.
Prccisa-se de um caixeiro que abone
sua capacidade, e que Icuha pralica de ne-
gocio, para a padaria no pateo da Santa
Cruz n. 55, com a entrada pela ra do Ro-
sario.
-se dinheiro a premio sob penhores
de ouro ou prala, ou hvpotheca em alguma
propriedade na ra de Aguas-Verdes, casa
n. 82,cujo numero esta apagado.
Consulado britnico em l'ernambuco.
1 era lugar quinta-feira, 2 de abril vindou-
ro, neste consulado, utna reunio publica
dos subditos britnicos para os lins mencio-
nados no acto do parlamento, C. Geo IV,
cap. 87. Consulado britnico em Pernam-
buco 26 de marco de 1857. A. Augustus
Looper, cnsul.
Precisa-so de bons podre i ros para sc-
rem empregados na estrada de ferro : quein
estiver nestas circunstancias, dinja-se ao
escriptorio das Cinco Pontas.
O abaiio assignado declara, que desde o pri-
meiro de margo do correle anuo, cessou o arreuda-
niculo que o inesrao bavia feilo ao seuhor l.uiz An-
tonio Rodrigues de Almcida, por tres annos, de urna
das partes da propriedade de coqueiros de Maria
l'arinha, e por isso todus os rendeiros dos sillos da
mesma propriedade, s pagarao ao abaixo assignado,
ou ao eu procurador ne-la eidade o Sr. Joaquun
Monleiro da Cruz, daquelle prazo em diante.
Joio Carlos Lotio Almeida.
l'recisa-se de um moleque de 12 a I i ;.....os
de idade, para o tnico externo, ;e de urna escrava
para o serviro inleriio de 010.1 casa estrangeira, de
fe. peanaa de familia : quem 01 tiver para alusar
pudendo aGaacar osseus costume, queira dirigir-se
a ra do Vigario 11. 5, primeiro andar.
A peana que anoondoa precisar de liuo^mo
rs. dando por garanda urna mulaliiiha de 14 annos,
pude dirigir-se a ra da Cruz do Recite n. 35, se-
cundo andar. Na mesma casa se da'dinheiro a ju-
ros sob penhores, de boas firmas, em pequeas e
grandes qoanlias.
Anlunio l.uiz Gonc.alves Terreira relira-se pa-
ra a Europa a tratar de sua saude, leviodo em sua
companhia sau fillio Joo Lniz (ODCalvea Perro ira.
deixando por seus procuradores sua mulher D. An-
ua JoaquinaGonralves Ferreira, 'Antonio de Asa-
rodo Villarouco e o commendutlor Jo,io (oncalves
da Silva.
Ocnlos e lmelas de toda
as qualidades
Vendem-sesuperioresoculoscom armacSo
de tartaruga de todas as graduac,oes a 3-000,
dilos muito bous com armagor-s douradas a
15200, dilos ditos com armaces prateada,
10, ditos dilos comarmaco de ac a soo <
l, lunetas com armacHo de tartaruga a 18
ditas redondas o quadradas de baleia a 500
rsditas de dous vidros armaeo de baleia
a lcOOO, e outros oculos mais que se veudem
por preco barato na loja da boa fama na ra
do Queiinado n. 33.
Veiide-se fejao mulaliuho com loque de fo-
rado, por barato proco : na roa do Euianlamenlo
11. 7(i.
Vendem-se 2 boas varea de leile : ,1 Iralar na
quinta rasa 1I0 lado direi) da ra da Inio.
Vendc-se urna varanda inleirissa de ferro'
rom 2 e meio palmos de comprimeiilo : na ra di
Croz n. 35, 1 1 i'i.eiro andar.
e
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesourciro manda fazer publico
que se acliam venda ueste escriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcilo de bilhetes, mcios c quarlos da
quinta parte da segunda lotera do conven-
to de N. S. do Carato, cujas rodas andam no
dia 4 de abril futuro.
O Sr. thesoureiro manda declarar aos ge-
nitores jogadores, que exislem numera-
guemtseus dbitos senaoao abaixo assigna- ces sortidas ; como tambem os bilhetes
do, do contrario le rao de pagar segunda!
vez. Recite 13 de fevereirode 1857.
Mauoel Jos Leite.
Refiuaria de
iLiego & Brrelo, no Aftou*
teiro.
- "No deposito desta relinaria, na ra da Ca-
ileia do P.ecifc n. 30, ha sempre assucar re-
hilado de superior qualidade, lanto em po
como em torroes c em piies, por preQO mais
commodo
Precisa-so do tima ama de leite pa
criar a urna menina de 3 inozes : na rita do
Collgio n. 21, lerceiro andar. Paga-se bem.
Precisa-so do uma ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
faga compras : na ra da Cruz 11. 50, depo-
sito de charutos.
Selns
relogios.
SEI.LI.YS e REI.OG10S de palele
inglez : a venda no armazem de
Roslron Rooker & Compandia, es- i
quina do largo do Corpo Santo nu- !
mero **.
\.....le-.? om cavallo proprio para posar carro
de earregar fazendas na ra da Cadea do Recife
n. o.
Iacarando, *
Antonio l.uiz de Oliveira Azevcdo, tem
para vender superior Jacaranda : trala-se na
ra da Cruzo. 1.
Co(,a da Baha.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azcvtlo,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Vendem-se na ra do Livramento D.9,
sapatos de burruchade lu=lre para hotriem a
3;500.
Vende-sc um cavallo ensinado para
carrosa: 110 sitio do Manguintio que foi de
(eorge kcuworth.
Vende-se um transelim grosso para
relogio, de gosto moderno : ua ra do Pa-
dre Floriano n. 21. segundo andar.
PECHINCIIA.
\endem-se velas ue oaperroacele a 7.>0 rs. a libra:
no aterro da lloa Visla, taberna u. S2, esquina do
becco dos Ferreiros.
* &&9
PARA SEUOKAS. J^
A loja da rna Nova 11. 4, receben pelo 2
ultimo navio francez, ricos anfailes, touca- V
_ dos, chapos pata senboras c para ineuinas O
.- de I a S aunos e meninos de I a 5 auno, e ja
*' vende-se mais barato do qne em oulra 9
'..? qualquer parle. .';
VAQUETAS PARA CARRO.
\cndem-e em rasa de S. P. Jolinslon c\ C. cPe-
gadas ullimameule, assim como bons sellins inglezes,
lio de tela, candieiros e casliraes brouzeados, lodo
dor preros commodo.
SACCOS VASIOS.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, escrip-
torio de Joao Fernaudes Prente Vianna,
vendem-se superiores saceos do estopa, por
prego commodo.
SAPaTOS DO ARACATV.
Vendom-se superiores sapatos ltima-
mente chegados do Aracaty : na ra da Ca-
deia do Recife n. 57, escriptorio de Joo
Femandes Prente Vianna.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se na ra da Cadeia de Recife n.
57, muilo superior cera de carnauba, em
saceos, ltimamente enejada do Aracaty.
GOMMA DE MANDIOCA.
Na roa da Cadeia do Recife n. 57, escrip-
torio de Joao Fernandas Prente Vianna,
vendem-se saccas com superior gomma ul-
limameule el "ada do Aracatv.
.ES DE CABRA.
Vendem-sc .penares pelles de cabra '.
na ra da Ca .01a do Recife n. 57.
Vcndc-se um terreno 110 lugar do Lu\
ca ao p da cslrada nova : a tratar na ra <,'d
Cadeia do Recife n. 57, escriptorio.
BONS QL'EUOS.
Na ra Direila n. 8, vendem-se bons quei-
jns pelo barato prc^ode 1:440 cada um.
Velas de carnauba
ao ultimo rosto.
RA DA CADEIA DO RECIPE N. 1K, LOJA
DE QlAIRO PORTAS. DE
Narciso Maria Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e variado sortimento de roupas feitas ao
Ultimo gosto de Pars, como sejam, casacas
prelas, palitos de casemira e de alpaca, col-
letesde gorgurao pelo e de cores eom de-
senbos mui delicados, verdadeirss capas de
burraclla e seda de duas faces, os nicos
impremiaveis, palitos inglezes de casemira las de fc libras, que
a prova d'agtia, excellcnles perneiras de bur- zoavel
racha, de todos os lamanhos, o outras mui-
tas fazendas de seda prela, proprias para a
quaresma, que se vendem por menos do que
cm oulra qualquer parle.
lie barato que admira.
Vende-so mariuelada cm caixas de 2 libras
por 19380, assim como raixas pequeas de
libra por I0, tambem se vendem as bellas
uvas de llamarac, pelo preco de 800 rs. a
libra : na ra estrella do Rosario tk 11-
Vende-sc a armac;ao da loja do Sr.
Pommaleau, no aterro da Roa-Vista, com vi-
dragas e mais per ten ees : a quem convier,
dirija-sc defronte, na loja do rclojoeiro C.
Waler n. 27.
Vende-se um sellim o mais arreios para
um cava lio; na ra de Anollo, taberna.11.19.
Mil lio em saccas.
Ma taberna grande ao lado da igreja da
Soledade, conlinua-se a vender milito em
saccas.
Vende-se superior lindas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de.Soulhall Mellor A. C., ra do
Torres n. 38.
Momhosde vento
comhomhas de repuxo para regar hortasoba-
aa decapim : na (undiciode D. W. Bowman
I na roa do llrum ns. ti. 8 e 10.
Potasas [refinada om latas de seis
libras.
Oantigo deposito da ra da Cadeia do P.c- 1 superiores
ile n. ij, recebeu agora uma porcao de po-
tasas refinada de superior qualidade, em la-
se vende per preco ra
Ra do Queiina-
do, segunda loja n. 18.
Mussulina branca muito lina a 500 rs. o co-
vado, chapeos francezes os inais modernos,
ricos chales de louquim bordados.colletesde
setim bordados u velludo a 49QOO o corte.
Por 1140 rs o covado-
Vende-se chita francesa larga c fina, com
pequeo toque de a varia : na ra do ('.re spo,
loja de Campos X Lima.
.Sao
muiio lindos para pu
&
Rap de Lisboa.
Vende-se rap.- fresco, chegado ,Ror, de
Lisboa : na praca da Independencia V
loja. ''
Arados de ferro.
Na undicSo de C. SUrr Companhia, cm
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello c conslruccao muilo
" :rorcs.
Moendas siiperioren
Na fundieCo de C. Starr ,V Companhia, em
Santo Amaro, arham-se para vender mo-n
das de carina todas de ferro, de um inodell 1 e
conslruccao muito superiores.
Taclias de ferro.
Na fundiQfio da Aurora cm Sanio Aman -
e tambem no deposito na ra do Brum. In- ,
na entrada, c defronte do arsenal de nian-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, lano de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, Tundidas, grandes pe-
queas, rasas e fundas ; c cm ambos os I11-
. gares esistem guindastes para earregar ca-
cle largura, muito proprio para toalhas c. noas ou carros, livres de despeza. Os precos
Laa para vestidos.
Vendem -se cortes de laa para vestido, de
muito bonitos padroes, e com 15 covados
cada corte, pelo baralissimo preco de 5-000:
na ra doQucimado n. 22, na bem condeci-
da loja da'boa t.
Algodao ministro, lie pt>,-
chiucha.
Vende-sc algodao monslro, com 8 palmos
Icncoes, pelo diminuto preQo de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, ra do Queimado
11. 22.
Agencia
da fundir o Low-Moor,
ra da Senzala ^ova
11. 4.
Neste cslabelecimcnto continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
mo Midas para cugenlio, machinas de vapty
e taixas de ferro batido e coado de lodos os
lamanhos para dito.
aUCHiiisio nu mi
unos
Vendem-sc muilo bonitos botos para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
aboloadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RA DO QUEI-
mado n, 21 A.
Vendem-se as Kgaintea fazendas. muilo em con-
la : arosdenaple prelo, covado a l>SO0, -2? e 25200,
selim la-.rado dito, covado a 1)900, > e AtOl), Al-
liaueza prela com mais Je vara de largura, fasanda
propria para mallos, Miaa, dabilos, ele, a Ijo co-
vado, sarja prela lina a 9 ol.li de llores solas,
liudoi gustos a HlKIrs., curtes de la de quadros a
'-. ramlir.na- fraucezas muilo tinas a Mlel'.lOa
vara, setim nrelo macao a 28, 39 r ; o covado, so-
das de quadrindos miuilos, lindos Roslos a 15 o co-
vado, duqueza de quadros acdamalolada a 900 rs.;
dao-se as amostras com pendor.
Planta da eidade do Re-
cife
Vende-sc a planta da eidade do Recife e
seus arrabaldes, feila pelo .--r. Dr. Jos Ala-
meda Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praija da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. lie 8 da prac.a da Indepen-
dencia, vende-su o mappa das1 distancias
das (Hcrcntcs villas da eidade entre si, c
relacao a capital da mesma, a mil reis.
N'AFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
MIKIRO DAVID W.BOWMAN, ,^A
RA 1)0 BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
lia sempre um grande sormenlo dos sezuioles oli-
joclos demeclianismosproprios paraeu^endos.a sa-
ber : moendasc meias moendas, da mais moderna
conslruccao ; laiasde ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodos os tamandoa; rodas
dentadas para asua ou animaes. de todas as propor-
riies ; crivos e bocal de fomallia e registros de bo-
eiro, aguildocs, bronzes.parafusos e cavilhdes.moi-
nhus de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execulam lodas as encommendas com a superio-
ridade j condecida com a devida presteza ecom-
modidade em prero.
VINHO l)() POKTO GENljINO.
Vende-se ptimo viudo do Porlo em barril da
quarloeoilavo, por prero razoavel: na ruada Ca-
deia do Recite n. 1:1, escriplorio de Bailar 4 Oli-
veira.
Car til s para joar.
Vendem-se baralhos de "carias franeczas
muito finase de bom papel a 500 rs. o bara-
lho, ditas portuguezas muito finas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
sao os mais rommodos.
Nalojadaboaf
vende-se o mais barato
possivel
jfteio:
fflOS
n
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomem c se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
gles: em casa de So "'.ellor & C., ra
do Torres n. 38.
Meias de todas as
da des.
Vendem-sc muito boas meias de seda pre
las e brancas para senhoras pelo baralo pre-
co de 2/500,ditas de laia para padres a 18800,
qualis
Os melhores relogios de ouro, pateiilc in- ^''as 4'e 'l0 de Escocia pintadas para homem
oz, vendem-se no escriptorio do agente Pe' baratissimo preco de 400 e 500, ditas
#tM(o
%0
*y
3/000
OIHXI
89000
tafJaM
500
IjOMII
l/h)0
21000
18W0
800
ISOOO
lOftMHI
7AW0
200
vendidos ueste escriptorio nessas ultimas
loteras tem sido mui'.o afortunados, por
isso espera que elles concorrerao para que
continuadamente nilo liquem tamanhas
porces de bilhetes por vender, como sem-
pre tem licado.
Tbesouraria das loteras 84 de marco de
1857,0 escrivao,
Jos Januario Alves da Maia.
l'recisa-s de uma ama para colindar e en-
sommar : ua ra da langucia n. i, segundo audar.
ISiliietes de visita.
liravam-sc e imprimcm-se com perfeirao bildles
iIp ma ..ni ilnn.T n-irio Ue que un oulra qualquer I'arlc. |ar(ecali |lic reglsIroa.viDbeUiequaciboerde-
sa-SO de nma ama de leite para Sehos. Al'rem-se lim.as,'sies, lano a lall" do-
ce como em relevo, oruameuloscom objarlosdeouro
e prala. lazem-se riscus lindos e oripinaes para
bordados de labviinllio. Ailmille-se a recusa de
quaesquer desles objeclos no caso de nao lirarem o
conteni das pessoas que os encomiuendarem : quera
pretender dirija-ao a qualquer desles luu.res : 110
bairro do Hccife, ra da Aladre de Dees 11. :12, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, na livraria dnica
do^pateo do Collgio 11. 2 ; as Cinco Pomas,sobra-
lio da quina ooiilronle a matriz nova.
40 O Dr. Iguaci lirmo Xavier faz publico, 25
9 que imidou sua residencia para o scu silio, (aS
9 na l'assagem da Magdaleua, (que iica ao uor- @
29 te da estrada entre a ponte grande e a do
j Chora-Menino e alu tem preparado urna
9 casa de saode, com lodos os commodos, para ?
C& o Iralamenlo de escravos, cujos seuliures re- V
9 sidam fnra da prara, ou que nao os possam vj
aj) curar em suas proprias casas: quem para ls- aa
5 loquizer se utilisar dos seus servido- med- fet
SI eos, que serlo detempenhados com o inaiur SJ)
as telo, dirija-se ao paleo do Carino a. '!, pri- ^
9 meiro andar, ou uu refarido sitio da Magda- y
lena.
Pade-se ao 3T. Joao Caelauo dos Santos, que *
leve a scena a tirara de Deo<, lazeudo S. S. a parle 3
de cornmendador, com o que muilo satisfara' aos a-1 J
F'reciadores deslc drama.
frocisa-se alugar urna casa terrea, ou I
^m primeiro andar, que seja cm boa ra, I
1 que nao exceda de de/, a doze mil reis, pa-[j
)4ando-se um auno .-diaulado : quem a tiver
vdfrjja-se a ra ua Cacimba ti. 2. >-;
l'recisa-se por aluguel de uma preta t ?
escrava para fazer o sorvico de uma'casa de i j
familia, que seja Ucl: quem a tiver, dirija-i|
so ao sobrado da roa de S. Francisco, como I:
quem vai para a na Helia n. 8, ou aununcie
par sacr procurado, l'aga-se liem.
Arrenda-sc um cxcellenle sitio, emO-
linda, defronte do (.armo, com muilo boa
casa, e mais arranjos : quem o prelouder.di-
rij.t-se aos Coellos, defronte do hospital de
can dade r. 5.
Tonda justo e contratado vender o sitio grande
e casa n. 80, na ra do Alondego, por procurarao
que para isso lando dos sendores derdeiros do fina-
do Caelano Carvaldo Raplo, se alguma pessoa jaal-
2ar-se prejudirada com semeldanle veoda.queira an-
nunciar por esla lolha, no prazo de tres dias, (indos
os quaes s. passara' a respectiva escriptura.
Itecife, i de marro de 1857.
Alanoel Itibeiro Bastos.
Aluga-se uma baisa muilo frasca para planta-
ran da capim ou para vaeeal de leile, a qual lem
proporres para ambas as cousas; por is-o que esla
sempre verde em lodas as estacoes do auno, c com
agoa para o gado beber: a fallar na estrada de Joan
a Barro* no primeiro sitio a esquerda, depoi* da
nova bomba all construida, que achara' com quem
Iralar.
Hall, capitn do brigue sueco Eitiil, faz publi-
co que nao rasponsabilisa-se por qualquer conla que
os marinbeiroi do dito brigue conlralnrem.
Paga-sc ate 20/000 de aluguel mcnsal,
or uma escrava que cozinhe eengomme, e
trate to servido interno de uma casa de pe-
quea familia, na ra Imperial, sobrado de-
fronte ilo viveiro do Aluniz a. 67, segundo
andar.
Mmmuawam wmnmm
| .10 PUBLICO.
g No armazem de fazendas baratas, ra do %
S Collgio n." 2,
S vende-se um completo sortimento de fa- 3|
35S zendas finas a jrossas, por nais barato &
g precos do que em outra qualquer parte, $
ffi tanto em porr6es como a retaba, aflian-
^ cando-se aos compradores um s preco S
j| para todos: esta eslabelecimonte abrio-sa w
aa da combinaran com a maior parte das ca-
i sas commcrciaes inglczas, francezas, alie- J
H mos e suissas, para vender fazendas mais ftS.
jj em conta do que se tem vendido, e por isto M
p oilerecen elle maiores vantagens do que M
| outro qualquer; o proprietario des le i m- ||
* portante estabclecimenio convida lodos ||
os seus patricios, e ao publico em geral, |
para que ven ha m (a liem dos seus inte- |i
S resses) comprar fazendas baratas: no ar- 3$
)l mazem da rua do Collgio n. 2, deAn- 'l
jal ionio Luiz dos Santos & RoI'im.
- Acaba de chegar do Rio de Janeiro i
esta eidade urna enanca de V annos de ida-
de, que caula e dausa perfeilamenle. Cha-
ro a-se l.uiz Bresciani, he italiano de nxscen-
fja e viaja em companhia do seu pai. Cons-
ta-nos que esta ph-iiomeno artislico, que
foi apresenlado a SS. MU. II., em cuja pre-
senca executou algumas peinas de operas
modernas, e dansou varios passos, causou
na curte admira^o geral.
Manoel de Souza Martius, relira-se para a Eu-
ropa a Iralar de sua saode.
- Compra-sc uma casa terrea rom capa-
cidade para render de/, ou doze mil leis
mensacs ; ua ra da Cadeia do Itecife n. 32.
Compraai-SS doos bois, mansos, para carraca :
Da iua da Cadeia do lenle n. 57.
Comprain-se i escravos, sendo 1 preta
moca queengommc bem e cosa, i dita de
neia idade, que saina cozinhar, c 2 escravos
mofos peqas para servico de campo : na ra
da Cadeia do Itecife, loja n. 50 defronte da
roa da Madre de Dos.
Compra-se uma escrava mo^a, quo
cosa bem, engmate e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. H, primeiro andar.
a Compra-te o Piano de l'ernambuco de jj
/L 11 W lecces das lus braiiloirai de IS:i!)a Isla : ^
[.i na ra do Collgio n. I">, primeiro andar. 3
ji.'^V ..-.-. :':::. i.&i .i."-..-'i-,>.,-. '"
.. ^^-.r,.- ~ Compra-sc urna casa ierra com com-
modos para familia, as lieguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta ti. 17,
Compram-seeflectiv.irncnte na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como acfoes das diversas companhias aulo-
risadas pelo governo.
Conipram-.se 2 escravos do 11 a 1< an-
nos: a tratar no escriptorio"de JosJoa-
quim Dias Fernandos, ra Ja Cadeia do lc-
cii'a.
Com'pra-se um cscravo de rucia idade,
inda com algum deleito, sendo ollicial de
sapateiro : ni ra da l'raia, armazem de car-
ne n. 13.
>ura
al2500 a arroba, viudas do Aracaty, em
caixas de 40 a 5 libras : na ra do Queima-
do n. 69, loja de ferragens.
Veude-se um carnudo inglez de 2 ro-
das, com coLerla de tirar-so e pr-se quan-
do se quer, molas muito seguras e movi-
mento brando, pintado e forrado de novo,
com lodos os arreios em bom estado, c o
competente cavallo manso, gordo e bem
ameslrado, ludo por prego muito commodo:
a ver e Iralar, na ra Rea!, sobrado n. 6.
PALITOS FltA.NCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino, forrados de seda a 29)000, ditos de
casemira de cores com gola de velludo a
255OOO, casacas de panno lino forradas de
seda a 389000, palitos e sobrecasacos de al-
paca a 7, 8, 10 o 12^)00, ditos de brim a 3?,
camisas francezas a 2* e 28-? a duzia, aber-
Oliveira, roa da Cadeia do Recife n. oCpri- brancas e cruas para homem a 200, 2*0 e
meiro andar. 280 rs., ditas pioladas e brancas para menl-
Na ra Ua Cruz 1 50, irmasea de San- nos 2* e 300 rs., ditas brancas, unas para
' Barbara A Companhia, vendem-se effecti-
. mente caixes Tasos de todos os lama-
nhos. ,
CEHA DE CARKABA.
I Vendc-se cera de arnauba de boa quali-
d-le : na ra da 'ca do Recife, loja
.*-a_flJJ> *_, pailas iMaMteas para-r-
nhoras a 2*0, 300 o 400 rs., dilas prelas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se veudem barato na ra do
Queimado, na bem condecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pecliincha para os alfaa
tes.
Na ra do Crespo, esquina que volta paxa
a ra da Cadeia, existe una porcao do algo-
dao trancado muito encorpado, proprio de
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernn- entretelas, pelo baralissimo prego de 120 e
des, becco da Madre de leos n. 12, vende-se jarda,
superior vinho velho do Porto, em caixas de
una e duas duzias, por prego commodo.
Vinho do Porto
de 1857.
Deposito
de rapeprinceza da *.bii-
ca de E. Gasse, no Rio
de. Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosso c meio grosso, da acreditada fabrica
turas de liaho a 0/000 a duzia, ccoll'ariudos cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
a 2*000 : na ra Nova n. 4. rua da Cr"z *.
Vendem-se terrenos para edillcagao na
estrada do Manguinniho, do do Itecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vauoel Pe
reir Teixeira, com 250 palmos de fundo e
Peixe.
,. ., ._ _.. ,,., de frente os que o comprador quizer: a tra
Vende-sena roa Direila n. 87, peixe cha- Ur na raa di Cadeia do Recife d. o, ou coi
Ido Cherno,300 rs. c 160 a libra, sendo JoS( UsU Kil)cjr0l,c ,,aria 'seusilj
ilha de S. Miguel, barrilinhos com 200 ca- ja Estancia.
inad
da
valindas a 8/000, a retalha 60 rs-, favas viu-
das do menino a cuia 560, manteiga a libra
COO, OJO SOO e 000, dita france/a 800 rs., di-
ta 720, caixoes de doce de goiaba a 1/000,
ditos a UiO, queijos a 11700, dilos a 29000,
e outros muilos gneros que se venderao por
barato prego.
PARA QUEU TIVER ROM COSTO.
Vende-se um bom sitio com perto de 500
palmos de frente e 1,500 de fundo, cheiode
muitas fructeiras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para capim, terre-
no excellente para plantagao de legumes c
horlaliga, commodidades para se fazorem 2
viveiros por ter camboa d'agua salgada no
fundo, casa sollrivcl para morada, murado
na frente c do um lado, agua do beber, ele,
e alem de lodas estas bondades, quem qui-
zer mandar fazer uma morada de casa com-
nioda e acetada, ja tem um formidavel e
com
tio
Vende-sc a verdadeira grasa ingleza 11.
97,-dos afamados fabricantesay & Mar-
do 15 duzias de potes:
Crabtree v Companhia,
tin, em barricas
em casa de James
rua da Cruz n 42.
P.ASILEIRO, nu arle
O C1JARDA-LIVR08
da escripluracSo mercantil apropriada ao Al" 0 commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
'-ionios de patenta
ntjlezesdeouro, desabnete edevidro:
feltdtf9
Em casa de llenr. llrunn fV Compandia, na
rua da Cruz u. 10, veiide-secognacetncaiiiubas do
duzia.
. Vende-se uma morada de casa terrea,
a din.s mei-aguas, todas em chaos proprios,
a muito bom estado, boa rua e desembara-
cadas ; lambciiise vende em separada qual-
quer urna : queiu pretender anuuncie para
ser procurado.
Veude-se um sitio com casa de pedia
e cal, leudo a dila casa ba-tanle commodos
para grande familia, cozniha lora, e uma
grande baixa de capim, a bastantes arvore-
dos de Inicios, no lugar de l'arnaineirim :
quem o pretender, dirija-se a ti atar no l'as-
seio Publico, loja u. 7.
Vende-se a verdadeira grasa ingleza
n. 97. dos afamados fabricantes lia \ & Mar-
tin, cm barricas de 15 duzias de potes : em
casa de James Crabtree & Compandia, rua
da Cruz n. 42.
vendem-sc piecora/.oavel ,em casa de
bem feitoalicore para isso, com 40 palmos AnjjnsloC. de Alit-eu, narua da Cadeia
de frente ello de fundo, guarnecido com 2
portesum de cada lado ; c he perto da pra-
la por ser logo ao sabir do Manguind para
os Alllictos : quem o pretender e quizer ve-
go, enlenda-se com o proprietario Jos Sa-
poriti, morador na casa annexa ao dito si-
tio, de mandaa at as 8 doras, e de tarde
das 5 em diants; e no decurso de dia no
Recife, escriptorio dos Srs. Basto l.emos,
rua do Trapiche n. 17.
fazendas ba-
Armuzcm de
ratas na rua o Queima*
do n.(7, de Joao Jos de
1a ou vea.
Chales de louquim bordados supe-
rior qualidade a 80/000
Dilos de casemira preta linos com
franja de reroz a 59500
Veos de linho hranco muilo linos a lOfOOO
Colleles degurgurao de seda muilo
do Recife, armazem n. 56.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chc-
gada, ssim como potasas da Itussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
FAalNHA '
II Trieste.
Vende-se em casa de Saondn lirollicr- ev C. u
prara d.i Corpo Sanio n. 11, a muilo superior elim
condecida feriaba de Trioale, da marcaprimeira
ipialidadecliacada em II do correnla na escuna
.|'fnil".em porr.iesgrandes e pequenas,conforme c
voulade lo comprador.
TAIXAS PAHA ENGENHO.
la fundieae de ferro de D. W. Bowmann u
rna do rum, passando o ehafaris, contgia ha-
linos, bonitos padroes a 16000 e lifOOO \ ?\ "Bocmpleio sorlimenio de taixtC de ferro f un
Ditos de casemira prela, bordados 7>e 800ii, vwo e laudo de a 8 palmos de bocea, as quaes
Chitas francezas muito linas, imitan
do mussulina o covado a
lencos da seda da India muito linos
Ditos de cores proprios para senho-
ras a
Meias de seda prelas de peso o par a
Barretes de seda preta, proprio para
padres a
Guardanapos de linho boa fazenda
duzia a
Ditos de algodao alcohoado a
Toalhas do linho para roslo uma
Chapeos de palha americanos a
Bonetes de panno lino e de casemira
de cores a 25 e 2>600
c outras muitas fazendas que se vendem por
deminuto prego.
i ar.liam-se a venda,por apret commodo o com
360 proiiijilido; einliarcam-s oucarragaB-sa ornear
1-soii ,0 seindcspeza ao comprador.
praga
uinta
1/600 Em casa da Saundors Brothers C. ,
2.-500 .do Curpo Santn. 11,ka para vender o sa
Ferro inglez.
3)000 |l>ixe da Suecia. "--^
I Alcatrao de carvao,
-*f! Eonas de lindo.
2-400!c
600 Esponjas.
8600o|?,f,,1.
Algodao liza para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia
E um completo soriimento de fazendas proprio
para su mercado : tudo por prego commodo.
Ricas utas finas e inuder
lisdos inclliiircs roslos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33eporpregos que nSodcixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente so vende baralo e ha muilo onde cs-
colher.
Pianos,
Km casa de Itabe Schmeltau v Compandia,
rua da Cadeia n. 37, veudom-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Relogios
de ouro, de patente inglez ; vendem-sc no
armazem de Kostron llooker & Compandia,
esquinado largo do Corpo Sanio n. 48.
- N. O. Bieber [& Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da llussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Itrios da Itussia.
Vinho de Madeira.
Algudao para saceos de assucar.
da Bliia
para saceos de assucar .' vende-se em casa
de N. O. Iliebor < Companhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vcndcm-so duzias de facas e garfos de ca-
bo de marlim de boa qualidade a 109, ditas
ditos de cabo de balango muito linas a (i/,
ditas ditos cabo religo e oilavado a 3.3, du-
zias de colheres de metal principe a 3? c 62:
ditas de metal mais ordinario a 800 e l?400,
e oulras muitastousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa famt n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-sc bandejas linas e de varios la-
manhos pelo barato prego do 1/500, 2$500,
35500 e 4? : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se loques muito linos com ricas
pinturas, espelhoe plumas a iS, SKOtfl 4/:
na rua do Queimado loja de miudezas da
doa fama n. 33*
Potassa e cal
virgem.
No enligo e j bem condecirlo deposito da
la da Cadeia do Recife, escriptorio 11, \-,
ha para vender muito superior potassa da
Itussia, dila do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, ludo a pregos muilo fa-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores satisfeilos.
Paraqueio estiver de lulo.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama o. 33
voltas pretas linas e ordinarias, ricos flme-
les, ricas pulceiras, o ricas rozlas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
prego que n5o deixara do agradar aos sc-
nhores compradores.
Crosdenaples prelo muito bom, o
covado
Canto prelo muilo fino, proprio
para lulo, o covado' a
Corgurao preto muito lino com sal- s
picos, proprio para colleles, o
covado
Casemira preta lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Longos pretos de seda para Brava-
ta, meio lengo
Meias preta* de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinhos pretos
muito fina, o covado
Cortes de rolletes ale fuatato
Ditos de dilos da dito firio
Ditos de ditos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Corles de vestidos de fazenda de
seda muilo lida
Setins liso* de cores, o covado
Mantas prelas de fil bordadas de
seda
Veos prelos de fil bordados de soda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
droes, o covado
hlnl d'(t0 ha um cmpleto sortimento de
fazendas bnas e grossas, que vendem-se por
precos tao commodos, que ninguem deiia-
n,in!m,0,?prrr; Mim ~"o chapeos do
Chille muilo finos, que se vendem por me-
nos que cm ontra parte: na rua do Queima.
do n. 22, na bem condecida loja da boa T-
FITAS DE YELDO.
Vendem-se lilas de veludo prelas e de co-
res estrenas e largas, lisas e abertas de mni-
oln .^6!.os' P*'0 b,rto Prco de 160
320 100 500 e 600 rs., rua doQneim.do
na loja de mmdezas da boa fama n/33
Eseovas de todas as quali-
dades
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
inveng3oa3*, ditas francezas muito boas
l>, 19500 e 25000, ditas para cbelo inclc-
zase rrancezasa 18200 e 2, dilas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e 00 rs.,
dilas para unhas dita dita a 240, 500 e 19. c
ouirasqualidades mais baratas, que todo se
vende na rua do Queimado na bem condeci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Boa fama.
Vende se superiores macas para condu-
M\ l TPoS em ,viaSem, pelo barato preco
! 'a8-5 C8da um*> eslbateiras com
odos s vidros necessarios a 2|, ricas car-
letras de Jacaranda e mogno para se esrre-
ver c guaruar lodos os perleiices, proprios
para viagem a 8, 10, e 129 cada uma, costa-
reiras riquissimas de Jacaranda com os re-
par imeiitos forrados de seda ecom muilo
gosto a 4, o, 6, 7 c 8, pentes muito linos pa-
ra alisar.propnos para criangasou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor costo que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhaspara lembrangas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com lodas as lellras do
abeedano, sinetes proprios para namorados.
ricos frascos para cima de mesa eoctras
muilissimasgalanlarias, tudo muilo lino e
de muilo bons gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que som-
pre existe neste eslabelecimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
p scu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma o 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 80
rs ; na ruado Queimado loja da boa I lina
Ilaat>3.
lioneras francezas
Vendem-se boecas francezas ricamente
vcs.ulas e de vanas qualidades a 1520",
1>600 e 2, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
^0'iva>i* rt&v'.*tt9
Fug.o de bordo do vapor Iguarassu', o
cscravo pardo de nomc \111aro, idade de *
annos, altura regular, o foi canoeirodo por-
to da rua Nova : quem o apprehender levati-
do-o a seu senhor Jos francisco da Costa
na rua do T.-apicde n. 14, primeiro andar!
sera generosamente recompensado.
Atttny/io.
l'ugio no dia 16 do enrenlo mez o nrelo
Juslmo, crioulo, com os signaes seguintes -
altura regular, edeio do corpo, sera barba
com falla de denles na frente, calvo de car-
regar peso na cabea, muilo regrisla, be
bem conheeido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, lem sido encontrado por
diversas pessoaa condecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de aeu senhor ; por i*l
so roga-se as pessoas que o encontrar, qur.
o mandem prender e levar a rua Direila n 76
que serijo generosamente recompensadas. '
No dia 4 de feveieiro do correile anuo,
ilesappareccu um negro de nagao, m>s que
parece crioulo, por ler viudo muilo peque-
o, anula mamando, o qual representa ter
de 2(i a 32 anuos de .dade, de nomo Malina
cozinbeiro, estatura ordinaria, magro. -J^
comprido, pouca barba, olhos grcdcs so-
brancelhas fechadas, nariz chato c puntudo
beicoa grossos, l>occ regular e com dente'
lem uma pequcua cicatriz cm uma das la-
tcs, e outra em una orclha, pela parte de
banco, de um talho que levou, bem como
outra 110 pescoco, que por muilo leve.'talvcz
seja pouco visivel ; foi encontrado cm Santo
Antilo.segu.ndo a estrada, com um hauz-
nlio de ilaodrcs novo na cabeca, e um callo
110 drago, sendo muilo dado a briga desles
anirraes; este cscravoperlci.ee a CusUvo
Jos do llego, no Kecifc, rua da Aurora
quem o apprehender sera bem gratificado.
.\o da lIi .te marro deale anuo, logia a nrria
Mana, de liarlo .\na.da. e 1. n. .,- aiRnan srcomie.
prate crmula, cun nula anuos dr idade innn,
mau o nenoa, ri,.-,., do o>rr.n, i,iih iiEBIa, |^,
>'do de chila a/ul.pani.o da Coala abaiuhado, i.n,
'lla de un. dciile 11,1 frcle ; esla e*ra*a (o r0m-
prada alV.ln, (jiiiga.aqual prela di,. rile ler rwn-
prado no terlao : roua-e a* aun.ndadn pvliciae.
eapilaaa de eaaaea a iapwf>aaiaVa da metna atara**,
e lea-la a -cu >rnlior Itaaahaaaa .I,,., da Canha 1.a-
Sr>, ua rua da Sen/ala Nova o. :HI, n0e Wra' aialili-
cad<>.
-- I ugio de bordo ao brigue brasiieiro
Molampo, na noile do dia 8 do concille, um
negro de nome Marcelino, naga.. Cabmda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada c cria suissa, cub taita
i de denles na frente, c consta andar vestid"
j rom paleto, e calcado quem o pegar levew
] a bordo do dilo navio, junio ao caes do l'as-
jseio Publico, ou a rasa de sen consignatario
' Manoel Alves Guerra, na rua do trapiche 11
14, que sera bem recompensado.
ilaWi : 1VI'. DE al- F. DK l'AKIA ISjtT

MUT1ESDO"


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