Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06672


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Full Text

AMNO XXXIII N. 71.
Por 3 mezes adiantados 4i>800.
Por 3 mezes vencidos 4$500.

SAMADO 28 llt MARCO DE 1857
Por auno atlianlado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
ENC.VRREGAOOS DA SllBSCIUPr.A'O NO NORTE.
Parahib o 8r. Joo Rodolpho Gomes i Natal, o Sr. Joa-
uira I. Pereira Jnior ; Aracalv, o Sr. A. da Lemol Braga ;
cari, o Sr. J. Joa de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaqun) Mar-
nee Rodrigue! : Pauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Peuoa
Cearenaa : Para', o Sr. Justino J. Ramos: Amazona!, o Ir. Jero-
njmo da CoiU.
PARTIDA DOSCOItliElOS.
OltnHi: todvs 09 Hia.aii !e me i* boni do ili.t.
iKlMr-SU, tlnijIHU l'.ttjliilu 1 IU* -U^llinlj-. i- -i'\t.l4-(.Mi
9. A lio, Resern**, lloail*.. Caar, Alu.it..> .- Gdruaaa:
s. I.....reaeu i'-.-.i tu,.., Naurelh, Ui......ir... Iti. ... I*
M.r, Flores, Villa-Bella, Boa-Virta, Orieurj < Bu m
Cabo, laojnt, SriobieM, Ki.i-FurnioM>, una. Barreirot
PlaMateJraj c LN*iul aiaUe-fafn*.
(Todo* ca MrrajfiM partera a* 10 koM h taifa-reira.
inaru-relra.
A-'n.i-I'rfl.i,
AUDIENCIAS DOS TMIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio aegunda e quintal.
Relleno ; terras-feirai e tabbados.
Fazenda : quarlaa e sabbadoi ai 10 horaa.
Juizo do commereio: aegundaaa 10horai e quinlaa ao meto-dia.
Juizo de orphoi: tegunda e quinlaa as 10 horas.
''rimeira vara do eivel legundaa e aextai ao meio-dia.
Segunda rara do eivel: quarua aabbadoaao meio-dia.
EIMIEMEHIDES DO HEZ DE MARCO.
3 Quarto erescente ai 2 horas e 11 minutos da tarde.
10 La cheia a 1 hora e 5H mioutos da farde.
18 Quarto minguante asti horas e 44 minuto da man dia.
25 La nova as 8 horase 0 minutos da Urde.
I>REAMAR DE BOJE.
I rimeira as ti horas e 6 minutos da manilas.
Segunda as B horas e 10 minutos da tarde.
das da semana.
23 Scgund.i.Ss. Victorino. Frumcnrio. Fcli c Domicio Mm.
24 Tvrc-a S. Agapito m. : s. Latino b.
33 y na na. : Aiiiiiiciot-o de .V S. : s. Iieineo b. m.
26 Quinta. Ss. Ludgero I llraulo nb.
27 Ncvla.S. Robeito b. s. Fileto c Lydia Mm.
25 Sbado. Ss. Prisco, .Main e l'a.-im
2) Domingo S. Itertoklo S. Jouas, liar.o hiri e Fastor Mm.
ENCARREGADOS DA Slii.vHlp.An no mi.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcio Das; Baha, Sr. D. IHore
Rio de Janeiro,o Sr. Jooo Pereira Martina.
EM PERNAMIIICO
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria. ca tua
hvraria. pr.ca da Independencia ni. 6*8.
PARTE OfFICIAL
i contrariaran de nenhoma forma a accilo dos facul- I visla, ainda scientifleo, o rgimen sanitario do cx-
lativos em Indo o que puder influir sobre a sande ereito.
doi soldados. Se, porem, por qualquer molivo oc-
MIMSTEKIO DA CIERRA. correrem pnrticularidades a esse respeilo, manifes-
Decreto n. 1,900 de 7 de marro de 1K.. t.menle contrarias aos principios coroesiuhos da hv-
Approva o novo regulamenlo do corpo d e jene e lralamen(o dos enferraoSi a auloridade dis-
ciplinar e administrativa, se conhecer que o facnl-
do exercito.
Ilei por bem, em virlude da auton-acio conce-
pida pelo jS- do arl. 5" da lei n.S62 de :)0 deju-
llio de 1836, approvar o regulameolo, que com esle
baia, assignado pelo marquez de Cavias, do meu
contedlo, presidente do conselho de minislros, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da guerra,
qoe assim o tenha entendido faca eiecolar com
os despachos necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de marco de
1857, 3(v da independencia e do imperio.Impera-
dor.Marquez de Canias.
Regulameuto do corpo de saude do
exercito.
TITILO 1.
Or^JDisaoH do corpo de saude, soa disciplina, e
servico geral.
CAPITULO I.
Da organisarao.
Arl. 1. O servico de saude do exercilo sera' feilo
por doulores em medicina, pfctlflCMllHl appro-
vados, e enfermeiros convenientemente habilitados,
constiloindo tim corpo, cujo quadro sera'o se-
cuinte :
l'm cirurgiao-mor do ejercito com patente de co-
ronel chefe do corpo.
Ouatro cirurgioes-mres da divisao com patente
di tcneute coronel.
Oito cirorgies-rares da brigada com patente de
major.
Trinla e dons primeiros eirurgiois com patente
de capitn.
SeiseMa e qualro segundos cirurgies com paten-
te de leneuie.
Ojio pharmaceuticos com patentes de alferes.
Urna companhia de enfermeiros compoata de um
primeiro sargento, qaalro segundos sargentos, nilo
cabos de esquadra, e eenlo e ntmenla soldados, dos
quaes cem serao enferraeiros-mres, e enfermeiros,
eineoola ajodanles de enfermeiros.
Art. 2. Ot officiaes do corpo de saode do eiercilo
gozarlo 'de todas at honras, privilegios, liberdades,
isenres e franquezas que pelas leis do imperio
coropeUrem ios ofliciies combalenles de postos
igtiae.
Pereeberao a sold correspondente a seus pollos ;
e as diversas circomstancias de sea servico espe-
cial, at vantagens qoe vo designadas na tabella jun
ta ao prsenle rcgalimeulo. No (pleno gozo das
mencionadas regalas, preceitos e coudirfies da dis-
ciplina militar qoe se eonliverem as leis, dispnsi-
rfiei, ordens, e regulamenlos gerats do eier-
cilo.
Arl. 3. Os offlciaes do corpo do saude do eierci-
lo sero nomcados por decreto do goerno, sob in-
fonnacao do cirorgiao-mnr do eiercilo.
Arl. 4. Qiiando em qualqoer provincia lionver.
falla absoluta de eirnrcian militar para o seivim de
sande da forra que nella se aehar, o respectivo pre-
sidente podera' engajar cirurgies civis para esse
aervico, cum as vantagens de secundo cirurgii
que o governo resolta dormitivamente, conforme a
eircoroslincia de haver ou nao no quadro do corpo
de saode ofliciaes dispun veis para o mencionado ser-
vido.
Arl. 5. Ningaero poder' ser admillido no quadro
dos facnltativos do corpo de sande do eiercilo se-
n.io no pestu de segundo cirurgiao-lenentc, e -uli a>
condirftes leguinlea :
1.a Sr doolor em medicina pelas facilidades do
imperio, ou por ellas Irgalmente habilitado ;
2. Ser cidadao brasileiro, e estar no gozo de
seus direitos civis e polticos ;
3.a Ser bem morigerado ;
4.a Ter a conveniente robustez o saude para o
servico da prolisss, na paz e na guerra.
Art. 6. Podera", porm, ser admitido no po>to
de primeiro cirurgiAo o medico que, estando as
cond$)es elididas de habiiilacao srienlitn-a. e ido-
neidade individual, tiver mais de doze annos de cl-
nica, e honver servido pele menos doos annos em
ligan eorpo do eiercilo ero eampanha, no qual de-
sempeohasse ulisfactorlimeirie os deveres de sua
prollaaao.____- i
Art. 7. Para a admitan dos pharmaceuticos, s3o
necemria as mesmas eoodicoes de idoneidade do
arl. 5-im reluci i' artes a' individualdade do
pretendente.
Arl. 8. A promocao dot eirnrgiOes do eiercilo se
tara' segundo ot principio! eslabelecidos na le ti.
jbo de fi da Miembro de INVi, e no regulamentu
para soa eiecuran. approvado por decreto n. 772 de
31 da marco de 18.51, na parte que for applicavel a'
especiilidade da profissao. As coudi;es conslilu-
livas do merecimenln serao as mesmas indicadas
uaqoelte regulamenlo, substiluindo-se ovalor
pelaerasen) no deiempenho das funccOei no cam-
po de bilalhae a crescenlaudo-se aquellas con-
dic&et dehumanidade no Iralamenlo dos eu-
fermoi.
Arl. 9. Os pharmaceuticos alferes poderao ser
promovidos ao posto de lenle.depois de dez anjios
de eiercicin de sua arte como pharmaceulico mili-
tar, e ao de capitao depois de dez annos de l-
enle.
Arl. 10. O quadro dos ofliciaes e pracas do corpo
de saude do eiercilo podeta' ter augmentado, se
assim o reclamaren! circumstaoeias eiliaordinarias,
devidamente apreciadas pelo governo.
Art. 11. A secretaria do corpo de siiude do eier-
cilo ter' doua amanuenses para a escripturacan do
respectivo eipadiente, accnmulando um delles as
funeces de porleiro, e o outro as de aichivisla e
conservador da bihliotlieca do corpo,
Arl. 12. Na secretaria llavera' am livro-meslre
para registro do assenlamcnlo dos ofliciaes do cor-
po, e mais os que forcm necessarios, para regulan-
dade e clareza da administracao. Os ullimos serao
estatuidos pelo ajunanlegeneral do eiercilo, e\-oll-
cio, ou tob proposisao do rirurgiao-mr chefe do
corpo
Arl. 13. O instrumento* cirurgicos^deslinados ao
corpo de saude do eiercilo aeran manados com as
ioieiaet do titulo deite. Os cirorgie, militares que
os racebeiem serao por elles responsaveis, no raso
de extravio ou deterioracao por motivo de negli-
gencia em sua guarda e conservado.
CAPITULO II.
Da disciplina.
rl. 11. O crorgiao-mr do'eiercilo eierrera'
i auloridade disciplinar sobre os ofliciaes dn enr-
* e esia aoloridade ou dimanara' dn ajudante ge-
ral do eiercilo, ou sera' privativa da jurisdirran
uliar que ronferiicm an mesmo cirurgiao moras
cus geraes da adinini'lraro militar.
' rl. 15. Os principio de preredenca, priorida-
sobordinacao entre os ofliciaes do eorpo de
e, em acto de servico meramente disciplinar >
ilustrativo, serao os mesmoi que dirigen) lafs
lei entre os ofliciaes cnmbaleule* dn eiercilo ;
<"dirigr,1n lambem entre estes e aquellos em pm-
cuidade, alvo o caso de maor auloridadr pro
nienle do eiercicio difuncees especiaes do em.
reg que a conferir.
/ Arl. 16. Os ofliciaes combalenles, nos limites de
sua auloridade disciplinar c administrativa, nao
tativo aulorisa-as ou permille-as, dar' logo parle
deltas an superior competente para este providenciar
convenientemente.
Arl. 17. Os chefes de servico militar de saude
nao tinpiir.io a seus subalternos, empregados nesse
Art. 30. Em cada provincia havera' um delega-
do do cirurgian-mr do eiercilo. Para esse empre-
go o mesmo cirurgao-mr propora' a approvacSo
do governo os eiruraies do corpo de saude que li-
verem a convenienle aptiJAo para u etercico das
funcees do referido emprago.
Arl. 31. Ao cirurgio-mr do eiercilo na corle,
e aos seus delegados oas provincias, competir' a
(tuoorfin, inspeccan e fisealisaQo de ludo o servico
militar de taude not hospitaes e enfermariai reg-
ramo de servirlo, tyslemai ou doulrnas medicas, menlaes de curpo, cstabelecmenlos militares.
iirm dirigirao o Iratamento de um ou outro doente
em particular, quando este estiver incluido na ge-
neralidade dos que se acharen) confiados aos cuida-
dos dos diloi subalternos : compre-Ibes snmente au-
liliar a estes rom mas lu/es e eiperieucia.
Art. 18. Se occorrer porm a intervenr"m ou a
unp i-io.'io prevenidas nos dous rligos auteccilenles,
e o ollicial de saude em quem ella recahir entender
que nessa conjunctura fica compromellida a vida ou
a saude dos enfermos, representara' ao competente
chefe superior para este resolver a fnal ou (azer
chegar o facto ao conhecmento do governo se o
julgar necessario.
CAPITULO III.
Dos deveres dos offlciaes do corpo de sade em
geral.
Arl. 19. Os ofliciaes do corpo de saude, alen dos
devertsinherentei ao tralamenlo dos militares en-
fermos, terao lambem a sen cargo a altencao e cui-
dados que- demandaren) os preceitos da hygiene mi-
litar.
Arl. 20. Ouando se manifestar qualquer epide-
mia ein alguma prara ou districto militar, ou hon-
ver razoes bemTundadat para acreditar-seno seu ap-
parecimenlo, o delegado do eirurgiao-nxir do eier-
cilo na localidade reunir' sob sua presidencia ot
cirurgiOcs militares que estiverem debaixo de sua
jurisdieco, para'coucordarem as medidas hvgieoi-
cas reclamadas petas circunstancias ; e depois de
asseuladas estas por maioria de volqs, serao levadas
ao conhecimen'.o da superior auloridade local com-
petente, afim de serem postas em pratica sob a fis-
calisacao, vigilancia e rcsponsabilidade do mesmo
delegado.
Arl. 21. Oscirurgits do exercito serao obrigados
a visitar diariamente os militares que se estiverem
ir,ii.unto nos hospitaes civis, e a Irala-los lambem,
se assun for convemjiouado' pelas competentes auto-
ridades superiores do lugar. Darao parle ao cirur-
giao-mr do exercito na curte, e aos seus delegados
as provincias, das irregularidadei e inconvenien-
cias que encontraren) no qne disser respeilo ao Ira-
lamento dos enfermes ; e a' auloridade militar ad-
ministrativa do que for relativo aos preceitos mera-
mente disciplinares, para em qualquer dos casos
providenciar-ee como for convenienle.
Art. 22. Sern tninhem obrigados os cirursiftt*
militares, em sua visita diaria aos corpos, a revistar
os prises c outros compartimentos ilo quarM des-
tinados a' uiilidadc commum das l^flfeh
cuiihecerem se sao ol> cus. Do resultado de su revista darao logo parle
verbal) e depois por escriplo, ao commandanle do
o 11 ; aconipaubada das observaees que jul^arem
convcnieiilcs ; e.da-la-liao somenlo por escripto ao
cirurgUo-mr do ejercito na corle, e ao seus dele-
gados nas provincias, quando encontraren! algum
inconveniente, para cuja remucho forem necessarias
providencias das autoridades administrativas supe-
riores. O cirurgiao-mr do eiercilo organisara' e
f.ir.i' distribuir pelos ofliciaes do corpo de saude,
depois de vistas pelo ajudante-gcneral do eiercilo,
as iii-triii-ces necessarias para efl"ectuar-se a revista
indicada.
Art. 23. Os cirurgies militares tratarao em anal
molestias, lora do hospital, os ofliciaes do eiercilo,
suas moflieres c filhos que com elles morarem nos
quarleis e acampamentos ; e assim tamben) aquel-
le--viendo direilo a ca-as nn quarlcl, morarem
fiira nelle por nao have-las alii para soa' resiilencia
e de sua familia legitima, 't'ratarao do mesmo mo-
do, e sob as mesmas condices, os empregados da
administracao, suas familias t todas as mais pessoat
a quem o Estado prestar Iratamento gratuito.
Art. 21. Os cirurgies militares lerAo ohriitados a
receilar sempre segundo os formularios legalmenle
admitilos na repartirn de saude do eiercilo ; po-
rcm nos casos eicepcionaes, emquese a presentaren)
indicaees especiaes, poderao prescrever formulas
ou comhinaces suas, dando immediatamente cunta
dellas, e do resultado de sua applicaco, ao cirur-
giao-mr do eiercilo, pelos tramite legaes. aflm de
que, no caso de proficnidade, possam ser adoptadas
us mai e^tabeleciinenlos militares de saude.
Arl. 25. Para a in-lruceao theorica dos cirorgies
militares, inslituir-se-ha urna bililiolhcca que se-
ra collocada no lugar maia conveniente junto se-
cretaria do corpo de saude, a qul se compor de
publcame- que leuham reanlo immediada com os
principios da medicina, cirurgia e hygiene militar,
e com a administradlo especial do servico sanitario
dos eiercilos.
Art. 26. Na corte e un provincias onde liouver
tres ou mais cirurgies do eiercilo, lodos os que se
acharem presentes reonir-se-liio pelo .menos una
vez por me, alirn de conferenciaren!, c resolveren)
sobre as medidas relativas ao servico militar de rau-
do em geral ; sobre ns progressos da cirurgia, me-
dicina e seus accessorios, feilos em oulros paizes,
e que possam ter applicaco so llrasil, particular-
mente a' moldada dos individuos que se dedican)
ao temen das armas. Na corte estas reonies se-
rao convocadas, presididas e dirigidas pelo ciror-
nio-ni'ir do eiercilo, e nas provincias pelos'seas
delegados. Soas decies serao lomadas por mala-
ria de votos ; e de suas ses-'its se lavranlo actas
que serao escripias pelo secretario do corpo de sau-
de na corte, c pelo memhro da reunin menos gra-
duado, e mais moderno nas provincias, onde o de-
legados nao liverem assislentes, pnis que a este
competira' esse trahalho. As actas das reuniesdas
provincias serao remanidas ao cirurgiao-mr do er-
ercilo.'e archivadas na secretaria do corpo de sau-
de ; fleando copia dellas na provincia d'ondc parli-
rcm. Se a decisao concordada pelo facultalivos
militares reclamar atguma providencia impcrlanle,
o cirurgiao-mr do eiercilo a solicitar do governo
imperial, por intermedio do ajudanle-general.
TITULO II.
Do servico individual.
CAPITULO IV.
Do cirorgiao-mr do eiercilo.
Arl. 27. O cirursiao-mr do ejercito, como che-
fe do corpo de saude, sera' o primeiro respoti'avel
pela disciplina deste corpo, e pela boa direcrao e
andamento do servim da reparticao militar da
i'aucle.
Compelir-lhes-ha lambem n detalhe dot ofliciaes
para n servico de saude no districlo de sua i inmedia-
ta jurisdieco, astim como a nomeacao dos que Ihts
forem requisitados pelas autoridades militares e ci-
vis, que mais apltd.io liverem para o f>om desem-
penbo da commissao de que bouverem de ser eo-
carregados.
Arl. 32. Os ofliciaes do corpo de saude do eierci-
lo receberao as ordens coiicernenles ao servico da
curte, directamente do cirurgiao-mr do eiercilo
e nas provincias, por intermedio dos delegados des-
te, segundo ns tramites eslabelecidos pelas ordens
geraes do eiercilo.
Arl. 33. Por esses mesmos tramites o cirurgio-
mr do eiercilo informara' o governo tobre todas
as pretencei dos cirurgies militaras, e daquclles
que pretenderen! ser admltlidos ao corpo de saude.
Arl. 34. At ao mez de marm de cada anno o
cirurgiao-mr do eiercilo remetiera' a' secretaria de
estado dos negocios da guerra, por intermedio do
ajudante-general, um manpa estalislico dos doeu-
tes tratados em todos os hospitaes e enfrmanos mi-
litares no anno anterior, contendo todas as consi-
deraees de ioleresse medico geral, taes como a
^onslituicAo medica, e as molestias qoe se obser-
varan! mais frequenlemente ; os fados particulares
que apresenlaram grande inleresse para a sciencia ;
a designacao das molestias que terminaran) de mo-
do fatal ; e Analmente os detalhes das operaces da
alta cirurgia que liverem sido pralicadas.
Art. 3.5. Nos mezes de Janeiro, abril, julho e
oulubro de cada annn remetiera' o cirurgiao-mr
do eiercilo ao ajudaule-geueral um mappa estalis-
lico semelhante ao do artigo antecedente, porem
snmente dos doentes tratados no hospital e enferma-
ras militares da corte dorante o trimestre findo.
Este mappa sera' acompanh.ido de urna relae.lo
nominal doi doenlea a que se referir, leudo cada
um as observaees que Ihe forem relativas.
Art. 30. Remetiera' tambem nos mezes de Janei-
ro e julho de cada anne ao ajudante general do ei-
ercilo infrmame de conducta e servicot dos ofli-
ciaes do corpo de saude, conforme o modelo que
Ihei for dado, referindo-se ao semestre lindo.
Art. 37. O cirurgiao-mr do eiercito, como guar-
da da disciplina entre 1 -lliciaes do corpo de saude,
o como vigilaute do ze. ^manidade com que el-
>cs desempeuliam os. .-veres no servico de sua
praJjjs'So, mantera' aqi la disciplina segando o
ttifrtjr principio! estatelecidos i is regulamenlos garaes do
eiereito.XfTpIlimover.'i' ounellior desempenho do aer-
vico prnt ssiimal por meio' de inlrurme< que ei-
pedira' depois de dar dellas conhcciineulo ao oju-
dante g< neral do exercito. Estas insf
dirigidas aos seus delgalos oas .......,.-.,...
tramites eslabelecidos.
Art. 38. O cirorgiao-mi to eteicilo no eiercicio
de soas allribuires discipliiia>rs podera' prender
qualquer oflicial de corpo 'durante oito dias, no
maiimo, em algum uuarlel" ou hospital ; e repre-
hende lo verbalment, por oflicio ou em ordem do
cotpo. Podera' lambem licencear al qualro dias
qualquer dos ditos ofliciaes.
Art. 39. O cirurgiao-mr do eiercilo lera' um of-
ficial do corpo de saude para secretario e outro pa-
ra asiistente, assim como urna ordenanca para con-
dcelo de sua correspondencia oflicial.
CAPITULO V.
Dos cirurgies-mures de divisao.
Art. 10. Dos cirurgies-mres de divisao dous se-
rao destinados, para o servico de 1. cirurgiao e 1.
medico do hospital militar da guarnirlo da corle,
c u oulros dous para serem delegados do cirurgiao
mor do eiercilo nat provincias onde liouver grande
accumularao de forra militar, e chefes do servico
de saude nos corpos de eiercilo, efe operarles ou
de ohservacao.
Arl. II. Km qualquer das posiees cima men-
cionadas os cirurgies mores de divisao cumprirao
restrictamente os deveres que Ihes forem impnslns
no presente regulamenlo, e aquelles que dimana-
ren) das iiislrucmes que forem eipedidas pelo cirur-
giao mor do eiercilo e pelas autoridades adminis-
trativas superiores dabais*) de cujas ordens servi-
rem.
CAPITULO VI.
Dos cirurgies-mores de brigada.
Arl. 12 Dous cirnrgies-inores de brigada serio
empreados no hospital militar da guamirao da
corle como 2. medico e 2." cirurgiao, e os oulros
ferie convenientemente distribuidos pelat provincias
onde as necessidades da forca armada e a adminis-
tracao do respectivo servico de saude o exigirem.
Nessas provincias eiercer,lo as funcees de delega-
dos do ciri-rgio-mr do exercito, caso nao baja ahi
algum cirurciao-mr de divisao.
Arl. 13. Os rirurgics-mores do brigad serao
tambem empregados como cheles do servico de saude
de forras deoperamrs correspondentes ao teu posto,
e nas brigadas dos corpos de exercito sob as ordens
do chefe da reparto.,n militar de saude ilesles.
Art. 11. As obrig-ces dos cirurzies-mores de
brigada, sao as que vao definidas no presente regu-
lameuto para os delegados do cirurgiao-mr em
geral, e aquellas que forem inherentes as suas di-
versas posiees c dimanarem do mesmo regulamenlo
e das instrucees c ordens que forem eipedidas pelo
referido cirorgiao-mr do eiercilo e pelas autori.
dada administrativas superiores competentes.
CAPITULO Vil.
Das juntas militares de saude.
Art. 15. Na corle e nas provincias, onde estive-
rem servindo tres ou mais cirurgies do eiercilo, cs-
lahelecer-se-hao juntas militares de saude.
Arl. l(i, A junla militar de saude da corle se
compor da cirurgiao-mr do eiercilo como presi-
dente, e do l. medico e 1." cirurgiao do hospital
mililar da goarnirao como vogtes.
Arl. 17. Esta Junta celebrar suas sesroes na te.
cretaria do corpo de saude do eiercilo, una vez por
semana, c sempre que as necessidades do servico o
reclamaren)
Art. s. A junta mililar de saude da corte ter
por lim :
I. A aprcciarao dos fados mdicos, a dos princi-
pios da sciencia e i de suas appliear/iea pratica*.
2." A organisaeao do regulamenlo indicativo das
Arl. 88. I-ara siili-liluir o cirurgiao mor do eier- molestias que isentam do servico mililar, e do for-
nlo em sua falla ou impedimento, o gnveinono-
nieara previamente um dos cirurt ies do corpo de
saude de patente superior, ouvindp o partcer da-
quelle elrorgiao-mr a respeilo da cscolba.
Art. 29. A reidenria do cirurgiao-mr do exer-
cito era' na capital do imperio. Corresponder-se-
ha rom o ajudante general do exercito sobre lodo
que disser respeilo a* admini-liacao, disciplina e
conveniencias da reparticao militar de saude ; e
por intermedio dasla auloridade rara' chegar ao co-
nhecimento do governo toda e qualquer correspon-
dencia que inlertssar dehaiio de algum ponto de
miliario pelo qual ilevem ser felas todas as pee*-
enpees de remedios nos hospitaes e enfermaras mi-
litares.
9.a Examinar o formulario no principio de cada
anuo, afim de ver se conven) ser corrigdo ou aug-
mentado de formulas novas prnpnndn ao governo a
impressao Je nova ediro, se for necessario.
1."'Examinar as obras, moaagraphiai e memorias
que forem composlas pelos ofliciaes do corpo, emil-
lindo cm relalorio ao governo o seu juizo sobre o
mrito deltas, e se convem que sejam impretsas ou
propor ao ,mesmo governo, sempre que o requerer
o cirurgiao autor das obras, mouograpbias ou memo-
rial, que sejam averiada nos asseiilameutos delle
o respectivo livro-meslre, olas concisas e cleras
do objecto a que taes composimes se referirem, e de
tua utilidide para a sciencia em geral, e para a ei-
peciaiidade de profissao em particular.
5. Tratar de todas as questes geraes de hygiene
relativas conservado da saude dos militares, tanto
em lempo de paz como de guerra.
6." Propor ao governo, nos casos de epidemia, ou
de probabilidade de apparecimenlo della, todos os
meios convenientes para suspender seu prngresso, ou
evitar seu apparecimenlo, formulando instrucees
para etse fim que devero ser executadas pelos ofli-
ciaes do corpo, nas quaes serao autorisadns a desvi-
ar-se dos preceitos impostos, sob sua responsabilida-
de, se a molestia que constiluir a epidemia apresen-
tar sy .ptomat inslitos, ou for modificada em sua
natureza e gravidade pelas localidades, de modo im-
previsto nas ditas instrucees.
7. Propor ao governo o material necessario para
oso dos doentes, c prepararao dos medicamentos e
alimentos, assim como a qualidade e quantidade des-
tes que devem formar a ilielas.
8." Inspeccionar os ofliciaes e pracas de pret do
exercito, qoe para esse fim forem indicados p,elo aju-
dante-gcneral.
9." Inspeccionar Irimensilmente as boticas perten-
ceules aos cslabelecimenlos militares de saude, loa-
1111r-.-tu lo os medicamentos que encontrar deteri-
orados.
Art. 49. As juntas militares de taude das provin-
cias serao presididas pelos delegados do cirurgiao-mor
do eiercilo e compostas destes e de mais dous mem-
hros, que serio os cirurgies militares mais gradoa-
dos, ou mais antigos na ine-ma graduacao que nel-
las se acharem.
Arl, .50. As juntas militares de saude das provin-
cias terao por allribuires as qoe vao designadas no
S8do artigo antecedente, com referencia aos com-
mandenlas desarmas e aos assislentes do ajudaule-
geueral das mesmas provincias.
Art. .51. As actas das sessOes das juntas militare-
do saude serao lavradas na corle pelo secretario do
corpo de saude, e nas provincias pelos assislentes
dos delegados do cirurgiao-mr do eiercilo que os
liverem, ou pelo memhro menos graduado ou mais
moderno da junta.
Arl. .52 Do resultado da inspeceao dos ofliciaes e
pracas de pret, as juntas remllenlo um extracto cir-
cunstanciado i auloridade que mandou inspeccina-
los ; e das mais rtsoluee darao conta auloridade
superior competente, pelos tramites eslabelecidos,
fim de se lomaren) a "-'videncias que o objecto
reclamar.
Arl. 53, As juntas ilutares de saude da corte e
das provincias, terao tamben*) a seu careo a fisralisa-
30 e o eiame da moralid.ide das coritas relativas s
Hspezas fallar, nos hospitaes e enfermarlas militares
' districlo de soa inspeceao, dando t.ohre esas enn-
t, >seu parecer por enripio, ^ja^fciuai ellas nid
se ao pagas nas rep.rtiee .caes corepelentes.
CAPITULO VIII.
vi delegados do cirurgiao-mr do eiercilo.
51. Os efllciaesdo corpo de sande do eierci-
a forma do artigo 30 cap. I, til. 2 forem nas
,acias delegados do cirursiao-mr do exercito,
exereerao as allribuires qoe Ibes s.lo conferidas no
presente regulamenlo, c eiecularao as ordens que
Ibes forero Iransmitlidas pelo dito eirurgiao-mr na
parle relativa ao servico de saode ; c pelas compe-
tentes autoridades militares administrativas superio-
res no que disser respeilo i administracao e i disci-
plina propriamentc. militare-.
Arl. j. Os delegados do cirurgiao-mr do eierci-
lo correspoo ler-ae-hle com os commandantes das
armas, e assislentes do ajudante-general das pro-
vincias sobre ludo o que fr relativo s eiigencias do
servico militar ; e, por intermedio desles, com o
presidentes das provincias a respeilo de objeclos que
depender de resoluces ou providencia delles| como
primeira auloridade, e essa resolucao ou pfoviden.
cia disser respeito a qualquer medida a tomar por
bem do servico de saude em geral.
Arl. 5t. Aos delegados do cirorgiao-mr do eier-
cilo competir* mais, no territorio de sua juri-diree:
I." \omo.ir os olliciaet de saude que Ihes forem
reqoisitados pelas autoridades civis e militares, pa-
ra qualquer servico especial da profissao cou forme o
artigo 31.
2." Iii.-pecciun.ir. scalisar e verificar o servico
mililar de saode, como esta indicado no arl. 31.
3.0 Inspeccionar una vez por mez os hospitaes,
enfermaras militares, quarleis e suas dependencias.
." Eiamiraar o Iratamento que empregam os ci-
rurgies militare nos doenles confiados a seus cui-
dados, o zelo que elles lomam pelos mesmos doenles;
eiactidao de suas visilas ; ot meios que empre-
gam para previnirem o apparccimeuto, a commuuni-
caSo e o progresso das molestias; e finalmente ins-
peccionar com muita altencao a esrriplurarao e a
mi-r.iltda.le das conlas ; liando parte a auloridade
superior competente das irregularidades que cncon-
Irarcm, e exigirem providencias que nao estiverem
em suas allrihuicc*.
5. Hemeller ao cirurgiao-mr do exercito pelos
tramites eslabelecidos, depois que inspeccionaren) us
hospitaes, enfermaras militares e quarleis, um rela-
lorio circumslauciado de sua inspeceao, contendo
observaees sobre ludoqoanto disser respailo ao ser-
vico de saude do eiercilo e hygiene militar.
(. Hemeller nu principio de cada auno aocirgiao-
mr do eiercilo, pelos cauaes cumpeleutes, um map-
pa estatislico elementar, semelhaute em ludo ao de
qoe se trata no art. 32 tiara com os dados delle se
organisaresle, e a rclacao a que u mesmo artigse
refere.
7.- Remoller semeslralinctite cdo mesmo modo ao
dito cirurgiao-mr, iuinim ico da conduela e ser-
vicos <1js cirurgies militares que servirem sol suas
ordens; e meusalmeute orna paite das allcraccs
que se derem a respeito delles, e que na forma- das
ordens geraes devem ser averbadas no respectivo li-
vro-meslre.
Art. .57. Os delegados do ciruogi.lo-nmr do eier-
cilo que forem cirurgies-mores de divisao ou de
brigada lerilo para assitente um cirurgiao mililar,
qoe lambem servir de secretario da delegacia, e
tanto elles como os oulros delegados terao um ama-
nuense para a necessaria escripluracAo, e una orde-
nanca para entrega do expediente.
Arl. .58. Cada delegado do cirur^io-niur do eier-
cilo lera um litro para revi.lro das ordeus que re-
ceber e oulros para o -los cilicios que dirigir:
CAPITULO l\.
Dn secrelarin c assislentes.
Arl. .59. O secretario du corpo de laude do der-
rito lera a seu cargo o expediente, revistos c MMB-
tamenlns do corpo ; o arranjo do respectivo archivo,
a classificacao dos livros ila bildiollieca e lailoi u,-
mais objeclos ceocer-ieoles ao bo;n andamento do
servico da secretaria, e eipedirao das ordens ne-
cessarias para a fiel execucao do presente resula-
mento.
Arl. 60. O assislenle dn cirurgiao-mr do eierci-
lo ser enc.-irreizado d traiismi'sao das ordens desle
verbalment e por escripto, nli mi asignatura, aos
cirurgies militares na cute < an-, lilegadusda mes-
mo cirurgiao-n.nr lias provincias, tobre o que disser
respeilo a objeclos de servico. Acompanhar o ci-
rurgiao-mor do exercilo naquelles .icios de servico
eola todas a's ordens que elle lhe der tendentes ao
cumprimento dos deveres especiaes de chefe da re-
particao militar de saude.
Arl. 01. Os assislentes dos delegados do cirorgiao-
mr do eiercito terao a seu cargo os deveres impos-
tos ao secretario do corpo de saude, e ao assistente
chivadas na bibliolhec do corpo. Dever lambem t em que este julgar neeessatia sua presenca ; e eie-
Arl. 85. Os hospitaes serao eslabelecidos, um ni
corle e oulros nns lugares onde estacionaren] forcas
consideraveis, e as enfermabas, naqoelles em que a
forca estacionada fr pequea.
Arl. 86. Ai raixas ;de ambolancia serSo de-tina-
da, : |, para os destacamentos que forem para lo-
do cirorgiao-mur do eiercilo tanto quanlo, compor- gares onde n5o liouver enfermar as militares ; 2%
tam as nhrigacesde que sao incumbidos os mesmos, para acompanharem os corpos em marcha ; 3-, para
delegados.
Art. (12. Os secretarios e assislentes serao nomea-
dos pelo governo, sob proposta do cirorgio-mr do
eiercilo na corlee de seus delegados nas provinciaa,
feila pelos tramites estabelecidos.
CAPITULO X.
Dos primeiros e segundos cirurgies.
Ar. 63. Os primeiros e segundos cirurgies serAo
destinados ao servico dos corpos em marcha, nos
quarleis, e a dos hospitaes e enfermaiias militares
na corte 8 uasTirovincias ; sendo naqoella por es-
cala do cirurgiao-mr do eiercito, e neslas pela dos
respectivos delegados ; lendo-te sempre em vista a
capacidade e aptido dos ditos cirurgies para o ser-
viro que te liouver dealtribiiir-lhes.
A'l. <>. Os primeiros e segundos cirorgies lam-
bem poderao ser delegados do cirurgiao-mr do
eiercilo nas provincias, qoando estiverem nas cir-
comstancias do arl. 30.
Arl. 65. 0> primeiros e segondos cirurgies,
quando em servico nos corpos, fafSo aos eoinman-
dantes (odas as observaees cunvenieuler t higiene
em relacao ao estado das respectivas pracas, e dos
diversos compartimentos do quartel, na forma esla-
belecida no arl. 22.
Art. 66. A's grandes revislas, paradas e eierci-
cios de fogo assi-tir i um ou mais cirorgies mili-
tares gcompanhados de nma caia de ambolancia,
afim de acudirem a quatqaer sinislro.
Art. 67. Os cirurgies militares que servirem nos
corpes trarao sempre no estojo de sua canana, duns
lncelas, um histori-ponteagudo e oulro de botao,
um tenaculo, urna tesoura, urna pinca de dissecar,
um estilete, urna lenta cnula, seis agulhas curvas e
linha encerada.
.Art. 68 Todos os dias s 7 horas da manh.la.do
I* de abril a :10 de selembro, e s 6 huras, do I* de
oulubro a 31 de marro, n cirurgiao militar a quem
fr destinado o servico de um corpo, revistara' os sol-
dados, queem virlupe de ordem do respectivo com-
mandanle lhe forem apresentados come doenles, e
depois dos eiames necessarios passara' baia para o
hospital aos qoe estiverem no caso de precisar Ira-
lamento.
Art. 69. Se fallecer repentinamente alguma pra-
ca de om corpo, o cirurgiao mililar que estiver de
servico ueste corpo, o segundo e o terceiro mdicos
do hospital farao a autopsia cadavrica 2i horas de-
pois do falleciroento, e um relalorio asas delalhado
e preciso sobre as alterncocs que encontraran) ;
eiiiiiiiii lo sen juizo a respeito das causas da inorle.
Este relalorio sera' fcito segonlo a formula dos re-
latnos judiciarios ; asignados pelos tres roedi-
dicos, qoe ii/.er.iin a autopsia, e remedido ao eirur-
-: o -nioi do exercito pelo mais graduado ou m.-ti.
autigo detles.
Arl. 70. De quinze em quinze dias um offirial
do corpo ile saude revistara' todas as pracas do cor-
po que lhe for designado, afim de separar as que
e Arl. 71.-Se liouver maior numero de sypliililicos
'lo que ordinariamente em qualquer eorpo ou coin-
panhia, ai revistas geraes serao repetidas diariamen-
te aloque desapparere a moleslia reinante.
Arl. 72. Para as revistas mencionadas no artigo
anlecedeulc, os cirurgies militares se entendern
com os commandantes dos corpos, afim de que elles
marquen) o da e a hora em que devem ser feilas, e
para que esteja presente a ellas o respectivo major ou
fiscal.
Art-f 73. As pracas accommellidas de molestias
contagiosas serao inmediatamente separadas das
nutras, nlim de serem convenientemente tratadas ;
e suas rnupas tero logo desinfectadas.
Arl. 71. Logo qoe voltarem pracas aos corpos de-
pois de ausencia prolngala, o cirorgiao de servico
as revistara', alim de verificar o sen estado de saode,
nu de molestia. Emqaanto nao lorem submetlidas
a tal revista, essas piara nao se deitaro nos leitos
Cummuns s nutra.
Arl. 7.5. O cirurgiao de servico lera' cuidadn de
eiaminar e investigar se as pracas do corpo, e as que
para elle entrarem, etUM ou nao vaccioadas, e tra-
anlo inmediatamente de vaccinar as qoe n3o o li-
verem 'ido.
Art. 76. Sempre que liouver de ser applicado
castigo eorporal a alguma prara. o cirurgiao militar
de servico no corpo sera' chamado para assislir a
elle ; c enlao eiamira', se n estado physico ou pa-
Ihologico do individuo adinitte o castigo, que lem
le se lhe infligir, sem ficar compromellida grave-
mente sua s tigo fr incompalivel com o estado physico ou palho-
logieo do individoo, o cirurgiao do servico emillira
esse juizo por escriplo, molivando-o.
Art. 77. O cirurgio-mililar que emiltir om juizo
manifeslamente falso em relac-lo a castigos corpo-
raes, sera' par elles reponsabdisado conforme o dis-
t^oto no arl. 2* dos de guerra do regulamenlo mi-
lilar de 1763. ou esse juizo leuda a sublralnr o
criminoso a um castigo compativcl com seu estado,
oo a que se lhe applique esse castigo de modo qoe
sua vida perigue no presente ou no futuro.
Art. 78, 0 cirurgiao de servico na visita que pas-
sar ao corpo, revistara' tambem o quartel e suat de-
pendencias para verificar o estado de limpeza ; eia-
minac o modo por que se preparan) o alimento, e
a qualidade e quanlidi.de desles ; e a respeilo das
fallas que encontrar, proceder na forma do art. 22.
escrevendo em um livro, que existir' na secretaria
ilo filo corpo, as observarnos que liouver feilo, e as
providencias que indicar.
Arl. 79. Se a falta for de grande importancia,
proceder' o cirorgiao de servico na forma indicada
no artigo citado arl. 22, e o fara' do mesmo modo,
se as irregularidades que enrontrar forem repelidas
mais de duas vezes.
Art. 80. Convimlo qoe os soldados nao se bariem
no mar, nem nos rios individualmente, mas sim pnr
grupos, serao neste caso aeompanhados do cirurgiao
de servico, munido dos meios necessarios para soc-
corros os asphyi.idos por sobmersao.
Arl. 81. No livro a que se refere o art. 78, o ci-
rurgiao de servico registrara' lambem as ordens e
inslriiccc que receber a respeilo do icrvirn de
saode, fisgado responsavel pela regularidade e
boa esrripluracao desle livro na parle qoe lhe
tocar.
servirem nos casos previstos no presente regulamen-
lo arl. 66), e nos mais qoe at necessidades do seriic0
fizerem apparecer.
Arl. 87. Os hospitaes, enfermaras militares e
ambulancias serao destinados ao Iratamento dos mi-
litares enfermos, e dos nnlivi.lun qoe Ihes forem
asseroethados no eiercilo.
Art. 88. O pess-oal do servico dos hospitaes com-
prehendera' os ofliciaes-de administracao, capelles-
partcanlcs de medicina e de pharmacia ; enfermei-
ros. militares, cozinbeiros e serventes.
Art. 89. Em cada hospital mililar havera' orna
pliarmacia e um deposito de drogas de prepararles
pharmaceolicas nllicinaes, e mais objeclos de cura-
tivo para o provimeulo dos mesmos hospitaes, das
enfermaras militares, e das ambulancias estable-
cidas nas provincias mais prolimas.
Art. 911 As dictas eenlo designadas por" urna la-
bella coulcccionada pela junta de saude e approva-
da pelo governo.
Arl. 91. A natureza e a quanlidade dos movis,
utensilios e roopa para cada hospital, serao deter-
minadas pelo governo, proporcionalmeole au Home-
ro de lucillo- que se Iralarem ; e as dos medica-
mentos, pelo clue da reparticao mililar de saude.
e pelos teus delegados nas provincias, na razao da
importancia do eslabelecimenlo, das molestias rai-
nanles e das lucalidades ; seguiodo-se o qoe se aeha
dispoito no j 7- do arl. 18.
Arl. 92. Eslabelecer-se-han em logares conve-
nientes deposilos de convalescentes, para onde lenio
remedidos os militares, que saturnio curados dos
hospilaes, nao poderem todava entrar em servico
activo, e necessitarem de algum repouso e cuidado-
higinicos.
Art. 93. Os cnnimandanles dos corpoi visitar-! e
mandaran visitar os seus doenles nos hospilaes e de-
positas de convaleicentes ; e no caio de encontra-
ren) faltas importanles, darao parle a auloridade
militar compelente.
Art. 9S. O oflicial superiur de da a' guarnicao
visitara' os hospitaes com altencao e cuidado ; o em- cer.
um livro que para iiso se eiUbelecera' na porla
mencionara' a hora da visita o as novidades e faltas
que encontrar, datando e assignando 1 declararlo
que lizer, embora neutioma novdade encontr Na
tua parj^ diaria ao chefe militar da guarnicao fara' a
mesina declaracao que tiver laucado no livro.
Arl. 95. Eslas visitas serao feitas a qualquer ho-
ra, e poderao ser repetidas no mesmo da : nellas
o ollicial visitante observara' o asscio e limpeza das
enfermaras e mais compartimentos du hospital, do
leilo e vestuario dot enfermos, a qualidade dos ge
iierui das dietas, e mu- objertot de Iralamenlo, on-
vmdo e indagando dos doenles as observaees e re-
clamace que elles quizerem fazer.
Arl. 9(i. A derlarac.io no livro da portara e a
parte que o oflicial visitante der de todas aquella'
particularidades, servirao de basa para as requisi-
C;s das providencias convenieutes a respeilo dos
objeclos de que ellas Iralarem.
CAPITULO Mi.
Doi hospitaes militares.
Art.-.17. llavera' no .hospital militar da goar-
nirao da corle'um primeiro tmedico e um p.i-
meiro cirurgiao, cirurgies-mores de divisao ;
um segundo medico e om segundo cirorgiao, ciror-
gies-mores de brigada ; e os terceiros mdicos e
(eictiroscirurgies;iiradot da ciaste dos primeiros
e segoudos cirurgies do corpo da s?ude do eiercilo
na proporrao de doos roedieos para 150 doenles de
medicina no maiimo, e doui cirurgies para 300
doenles de cirurgia no mesmo caso.
Arl. 98. Esta proporcao sera' guardada nos casos
ordinarios ; nos extraordinarios porem tera' chama-
do para o sen ico do hospital o numero de faculta-
tivos que .-turgencia das circumstancias reclamar.
Arl. 99. Os mdicos c cirurzioes civis com gra-
duacao militar, empregados no hospital mililar da
guarnicao da corte, qoerendo continuar no serviru
de saode do eiercilo, sero admillidos no quadro do
respectivo corpo, nas vagas que liouver dos poslos
correspondentes a suas gradOaces ; ficandu compre-
hen lulos em todas as disposices dh arl. 20.
Arl. 100. Os mdicos e cirorgies civis emprega-
dos no hospital da cr'.e, qoe nao liverem graduacao
mililar, su poderao continuar na commissao em que
se achao, entrando para o quadro do eorpo de sau-
de do eiercito, na forma dos arls. .5- c 6*
Art. 101. O primeiro medico e o primeiro cirur-
giao dividirlo os doenles eulre si e seus subalternos,
de modo que os primeiros se encarreguem do Irata-
mento dos doentes accommeltidos de molestias deno-
minadas medicas, e os segundos das qoe pertence-
rem i pathologia cirorgica.
Arl. 102. O primeiro medico e o primeiro cirur-
giao evamiiiar.i-i todo o servico dos seus subalternos;
verificaio se os medicamentos sao bem preparados,
so ha pruinplid.il em sua applicaco, te os gneros
de que se compOem as dietas sao de boa qualidade,
se eslas sao bem preparada, se ha asseio nas camas,
limpeza e venlilacao nas enfermarlas, c em lodas
as mais partes do edificio, que devem achar-se em
constante estado de .Infinitado.
Arl. 103. Quando liverem de por em pralica al-
guma medida a respeilo dos coi dados higinicos, oo
do Iralamenlo curativo dos doenles, que depender
da acc-jo do director do hospital, dirigir-sc-hao a os-
le por escriplo, para qoe mande inane lulamente
eiccala-la.
Art. lili. O primeiro medico eo primeiro cirur-
giao rcmetlero Iriineusalmeulc ao cirurgiao-mor do
exercilo um mappa palholugico, em ludo semclhanle
an que este deve remeller ao ajudante-general no
mesmo periodo, o qual ser lambem acompanhado
da exigida relaco nominal.
Art. 105. I.emettcrao semeslralmcnle ao mesmo
cirurgiao-mor informarlo de conduela dos alumnos
pensionislas, compelmdo os de pharmacia ao pri-
meiro medico, e os de cirurgia e medicina aa pri-
meiro cirurgiao. Essas informer/ies versanlo sobre a
io-lrucco dos mesmos alumnos, sun aptido para o
ervico piolfi-iun il, roo I urta civi', humanidad! e
zelo no Iralamenlo dos anfermos.
Art. 106. O primeiro medico ter o fiscal de todo
o servico medico de pharmacia o de deposito de me-
dicamentos.
Arl. 107. O primeiro cirurgiao ser o fiscal de
lodo o servico de suaespecialidade, u da prepararao
casos
dicacao n.io for elara e positiva, reunir* em confe-
rencia todos os oulros facultativos do hospital, e so-
licitara a atsiitencia do cirargio-mor do exercito.
o qaal nanea negara o concurso de suat luzet e ex-
periencia.
Arl. III. O (acollalivos do hospital reonir-se-
hao tambem em conferencia sempre que te ar**>-
tarem a' toa observaclo molestias do dominio da
medicina propriamente dita, oo do da pathologia ei-
lerna, revettidas de carcter grave que ponda em
perigo eminente a vida do enfermo.
Art. 112. Keuuir-se-bo igualmente lodas as ve-
zes que para o hospital entrarem doenles em nume-
ro eoosideravel, e com symptoinat qoe facam recetar
0 desenvolvimento de algoma molestia epidmica
ou contagiosa era (oda a guarnicao, ou em algum de
seus corpos.
Arl. 113. No caso do artigo antecedente a confe-
rencia sera' reqoisitada pelo clnico eocarregado da
enfermara que receber o* doenles que te presentir
acbarem-se accommettidoi da molestia tutpeita ou
contagiosa.
Art. 111. Em lodos os casos mencionados nos ar-
ligui antecedentes o primeiro medico e. o primeara
cirorgiao muidaro ot terceiros recolher ai obter-
vacei ou historias completas doi lacloi clinicos. de-
vendo ser particular a historia oo observaees de
lodas as operaces importantes, e das molestias es-
pordica e geral, a das molestias epidmicas.
Arl. 115. Todas ai dbservares teta o regiilra
das em livro proprio, qoe deve ter o hospital, e
depois clatiificadat legando ai molestias e archi-
vadas.
Arl. 116. 0 primeiro medico e o primeiro ciror-
giao cm seos impedimentot terao substituidos pelos
respectivos segondos no eiercicio de tuas funcees.
Os doentes porem serlo divididos entre este e
1 erceiros.
Art. 117. O segando e lerceiro cirurgiei visita-
rlo o doentes das enfermarlas que Ihes destinar
primeiro cirorgiao : farao os curativos complicad*!
e mandaro fazer ot oulros pelos peosionittas, se-
gundo sen adiamntenlo, mas sob isa direcrao
instrucees.
Arl. 118. i .loando liverem de pratiear algama
operacao grave, seguirn o ditposto na art. 110. ata-
viado sempre a opiniafe do primeiro cirorgiao, e pra-
licando a operacao em toa presenca, quaade nao
li-iuvcr impedimento da parte deale para compare-
Ai t. 82. indas as mais particularidades quo ff.r
necessario cstabelerer para bem da regularidade c dos apparelhos de curativo para lodos
bom andamento do servico diario de escala dos pri- : della.
meirose segundos cirurgies do eiercilo, serao pie-i Art. 108. De oito cm nilo dias o primeiro cirur-
venilas na instrucees do cirurgiao-mr do cierci- S'So inspecciuiiaia o arienal cirurgico du hospital,
lo, a que se refere o arl. 37. alim de verifica! o estado dos instrumentes, e appa-
Arl. 83. Os ofliciaes dn corpo de sau.le dn eiercito relhos, e quando alguns cslivereui iiiutilisados pelo
usarlo dos uniformes constantes do plano descripii- oso, far lavrar termo do consumo, que tasigllara
vo, qoe val junto ao prsenle regulamenlo, com o com o segundo c terceiro cirurgies ; e depois re-
l'uurino a que o mesmo plaoo se refere. qoisilaia oulros instrumentos ou iiiparelbos para
lili LO III.
los hospitaes.
CAPITULO NI. -
Do servio,-) medico dos hospilaes em lempo de par.
A'l. Si. Em lempo de paz havera' hospitaes
e enfermarlas permanentes, e caxas de amfiu-
'ancia.
substituir os inulilis.id.os.
Art. 109. o arsenal cirorgica estar a rargo do
-i'guiiilo cirorgiao, o qo-sl lera uin enfermeiro a
sua disposicln para limpar, sob suas vistas, os ins-
trumentos, sempre que isso for neces ario.
Arl. 110. Hilando n primeiro cirurgilo tiver de
prelicar galuma operacao da olla cirurgia, cuja in-
Art. 119. Os segondos a terceiros mdicos visi-
tarlo os doentes de qoe forem ei carregados pelo
primeiro medico, e consultarlo a estes em le-
dos os casos, em que a moleslia nlc. for ciar e sim-
ple. ,
Art. 120. As visitas diarias dos doente* ter]* or-
dinariamente a'sH horas da mauhla do 1." de abril
a 30 de selembro, e at 7 do 1.- de oulubro a 31 de
marco. Atm disso, os doenles graves e os de epi-
demia constituida por molestia grave terao se-
gunda vez diariamente visita Jes a's 6 Iteras da
Urde.
Art. 121. O medico ou cirargil > que alo rampa-
rece.- para a visita um quarlo de hora depoit das
horas cima designadas commctlerao urna falta, em-
bora rompare;a depois, o perderlo por isso a grali-
tii-acu correspondente au dia, alcm de soffrer a pena
ein quo incurre pela dita falta.
Arl. 122. Os i iciiiiaiivos escreverlo na papeleta
de cada doente as suas preteripees em portuguez e
por eiteoso, e para maior clareza farao sempre mea-
rlo da formula e do nome do autor. Ouando po-
rm no oso dos remedios, principalmente internas,
jolgarem conveniente desviar-ie dea regras preaerip-
tai no formular:-!, escraverlo igualmente per ex-
leuso o iiomern de vezes e o modo como deveoa a-
quelle ser applieadoi.
Arl. 133. Um alumno pensionilta de pharmacia
ou de oirargiae medicina acompaohara* ttmpre os
mdicos e cirurgies em tuas visitas, e emqaanto es-
tes escreverem nas ppetelas repelindo eta voi alta
o que forem escrevendo. aquelles escreverlo em ata
caderno a mesraa formula, precedida da indicar,**
do numero do leilo.
Art. 121. Terminada a visita, o alumno lera' o
qoe tiver escriplo no caderoo, para o medico verifi-
car pela papeleta se esta' conforme com o qne elle
escreveu. Se esliver eiaeto o receitoario de cader-
no, o medico o asiignara', afim de rtmelter-se para
a pharmacia.
Art. 125. Nas respectivas visitas os facultativos
escreyerlo o numero,das dietas, declarando ao mes-
mo lempo em vot'alla o qoe escreveram, afim de
que os enfermeiroi qoe os acompanharem as escre-
vam lambem cm om caderno, para se faterem por
esles os mappas das mesmas dieta-, os quae sa-
cio igualmente assignados pelos respectivas m-
dicos.
Art. 126. As prescripees pharmaceoticas e die-
tticas escripias nas papeletas pelos mdicos serlo
fielmente executadas pelos^seus subalternos ; e nin-
gera, qualquer que seja soa auloridade, podera'
altera-las acede nos casos previstos no artigo st-
guinle.
Art. 127. Quando entrar alguna doenle tora das
horas da visita ; quando sobrevier algum accidente
oo peierir o estado dos que ja exisliam no hospital,
o cirurgiao de dia prestara' todos os seccorros qoe
jolgar cnuvenienle.
Art. 128. Na nccaiilo da visita os mdicos darlo
alia a's pracas que jt estiverem boa, notando ata
papeleta o dia em que essa alta for dada. Nos casos
de lerminac.io fatal cscrevero lanihem a hora e n
dia em que o p issamcnto liver lugar ; a-ignando
as papeletas lauto em um como em outro caso para
depois serem archivadas.
Arl. 129. Se o doenle que liver de sabir da hos-
pilal necesitar de alguns dias de convalescenca, o
medico respectivo notara' na papeleta o numero da
dias que precisar para o seo restabelcrimcnto ; e a
auloridade competente o enviara' para o deposito de
convalescentes. Se porcm for jolgada necessaria ama
ouvalesrenra penivcl qoe exija repooso prolongado
e iiiudanra de clima, o medico atsiner,te convcala'
ma conferencia ; e st o voto desta t'or de aecordn,
se participara' a' primeira auloridade militar com-
petente.
Art. 130. Depois de bem examinados os doentes
entrados para o hospital, e formado o diagnostico da
molestia pelo respectivo medico ou cirurgilo, este o
escrevera' na papeleta, e ira' notand > nella os acci-
dentes que sobrevierem e as part.calaridades mais
notaveis que \ molestia aprese-alar dorante a toa
marcha. Se porm a rr.oleslir, for grave, o medico
cirurgiao escrevera' o diagnostica cm um livro per-
(icularquo para iett havera'em cada eoferanaria,
precedendo essa -.iiagnoslie de nm numero indica-
tivo que sera' escripto na papeleta.
Art. 131. Sea moiestia nao for clara esimples;
se for 4c Miaran insidiosa c os seai symplomas
obscuros, e medie, peier Btporat que a tua marcha
o lerminacao o etcl.irev.am, para enlao formar e es-
crever na papeleta o sea diagnostico.
Art. 132. Se o medico nu cirurgiao jolgar que
I :uma proej da sua enfermara toffre molestia i-
curayel, depoit de essolados lodos os nv-ios aeon-
seUiados pela sciencia, r.uvira' em roijlerenria a
opillo de seus rollegas.c empreara' ai .ida os meios
por elles leinbr.do Se por.m no im, ,-,, um i*n>p
r ./.nivel nao coiiseL-uir a cura, nfliriar a' an chele da
repartirlo militar de taude narrand c-lhe o tact i
com lodas ai cirrumslanciat, para el te o levar ao
conhecimculo das autoridades comp >ieates.

.


MUTTLSDCT


" .


DIARIO DE PEBNAMBUCQ SABBAPO 28 DE MAHQO DE 857
Al. II'. Os mdicos a eirursins fariii autopsia
no cadveres de seas doenles depois de passnd as
J huras marcadas no ari. 69, sempre que o 4iacuo-
licu liver sida duvidoso ; quando a molestia livor
aprtseutado symptomas extraordinarios, e quando
ella constituir urna epidemia, sempre que o pri-
meiro medico cu primeiro cirurgo o jacarera ii>
dispensavel.
Arl. 131. As autopsias serio feilas polos retpec-
livos facultativos, ajudadus pelos alumnos peneonie-
las de cirurgia e de medicina. As dos cadveres de
(lenles que liverem perlencido ao primeiro medico
e primeiro cirurgtan serao feilas pelos lerceiros, au-
liliados pelo* alumnos pensinnitlas de cirurgia e me-
dicina, na presenta daquelles, e sosuudo mis ins-
Irucroe*.
Arl. 135. llavera' nos hospir.es nm tiflin ,l d
mos a doutrina de nosso meslre, applicanilo-vos
similia simiUbut.
Dr. l/ells Moraes.
llio de Janeiro 21 de agosta de 1856.
[Comi Mercantil.)
DE
ASSEMBLA LEi.lSI Aii\ A PROVINCIA!
l'EUNAMIU CO.
Sesteo'ordinaria em 2i de margo de Iej.)7.
'residenciada Sr. Bario de Camtiragitie.
Coiielnta.0.)
O Sr. Barro de Utetria : Sr. presidente, ei
pela' oiscuss.vi, s.iu DbrigMo valar contra o pro
Arl. Id... llavera nos .espilles oin olcial de jedecu,r.i todas as emendas : contra o Malelo,
saude de di.que estar, uniforma o para cacabee o. ,), be crear ,wd,S
e administrar-Ibes os medic.meiilos indicados pelo
seu estado.
Arl. 136. O medico de dia, nos latervallos das
vhilas. prestar.' os soccorros a iodos os doenles do
hospital a qaeiu sobrevirrem accidentes, e observa-
ra aqoelles que llie forein rccouiinendudus pelos fa-
cultativos assislenles, aoa quaes dar parta no dia
seguiile de ludo oque liver occorndo.
Arl. 137. O medico dt dia n-si.lira' a' distribui-
cAo das dietas, couferiu.lo-as coin os uiapp.s parciaes
de cada enfermara; vcnlicando so os remedios
sao administrados conforme as preschprtes, e dan-
do aoi enfermeiros os necessarios escl.recunenlos
a tal respeilo ludas as vetes que estes liverein du-
vidas.
Art. 138. Quando fallecer algum duanle nos lios-
pitaes, o medico de da verificara' o Tacto da morte,
e f.ra' transportar o cadver para a sala mor-
laaria.
Arl. 139. O servico de dia se fara' p>r escala en-
tre os tereeiros mdicos, os terceirus cirurgies e os
segundos cirorgies do corpo de saude disponiveis
na goarnicao, em harmonia corr o d isposlo no arl.
63. Esse servico com erara' no principio da visita, e
terminar.' no oulro rtiadepois dellt. O facallaluo
de dia sera' ioseparavel do hospital.
(Continuar-te-ha.)
IITERIGR.
RIO DE JANEIRO.
PENA DE TALIAO.
Similia, similibut.
(iialmeman.i
Ao Sr. Agrippa.
Aquelle que nao ha sentido a
sua Iraqueza, nem a violencia
de suas palxes, aiuda lulo he
sabio, porque ainda se nao eo-
nheceu, e nem sabe desconfiar
de si. (Fenelon.)
O sabio nao he spero nem
mordaz senao comsigo, para os
mais he dcil e complceme.
(Plutarco.)
Caber-vos-ha bigamo parte daquella sentencia que
n n ll,-\.V, nos letnbrou para barreledessa nossa carta
de lije, Sr. Agrippa'. Bom no-lo dissestes vos em
urna das vosias IMntipicat, nao vivermos .em Ierras
do Kolocudos. Con lempo c relie, i., em I'eruam-
boco escrevesles, cornsisles e emendattes os arligos
qoe aqoi tendea publicado sob o titulo deCritica
l.illcraria.ou antes descomposturas pessoaes, ante-
vendo que iambem aqui o nosso amigo l'iulo de
Campos vulgarisaria suas lr.iduccf.es. Persuadisles-
vos que elle, como orpt.Ao em Ierra eslranha, nao
adiarla quem tomasse a si, enjoado de vossos do-
estos, a sua defeza de tal modo, que llie drsse uin
Iriompho completo. Achou em nos nm amigo riel,
dedicado para comparlilhac de seus revezes ; achou
#em nos o hornero que aiuda nao recuou ante as di-
fliculdades. porque sabe, como bem disse o poeta,
ser a conslauci. a pnmeira virlude do homein.
Apezar de pouco lempo que temos para nos dar ao
trabalho de cortejador, com ludo a vossa ultima
critica nos desperlou a runosidadede passar osolhos
pelo prefacio das mulheres do Evngclho do padre
Ventura ; e pelo som que anida couservavainos no*
ouvidos das vossas palavras, encontramos- miserrvel-
menle erara as mesinas do padre Ventora, porem
Ido eslropiadas, adulteradas e lao mal traduzidas,
que at pena de vos livemos ; porem, como sois im-
placavel inimgn, convem que antes que digamos
quem seja o critico, se antes a compuixflo nos nilo
sutliver, mostr ao puhlicu as vossas miserias, vos
de o valor que merecis.
Transcrevemosa passagem do originalfrancc/e a
Ir.ducco nu err-broglio que fizestes : a Depuis lios-
suel don! les serraons ne sonl que la coutinuation
de la predicalion des Prcres en langue valgalre,
derares eiceplions pismeme parinl reux qui en un
l'oblig.liou ou esplique mal l'Evaogile, ou on ne
l'explique pas da luul. n
O Sr. Agrippa Iraduzo : tt Desde Busuel, diz o
s.bio Ventura, cujos termoet s3o a continuaran da
predica dos padres, explica-*e mal o evangellio ou
absolutamente se o nao explica, salvo raras excep-
coei. d
Independentcmente do qoe ha de defeituoso nesta
Iraducrao, quinto a pureza da linguagem e o gali-
cismo iololeravel, ttse o nao explica, tradcelo da
phrase on ne l'explique oceurre que es.e senhor
omiltio as seguales p.lavras francezas : o en langue
vulgairc meme panni ceux qui onl i'obiisaliou II. _
Em 13o curto periodo, quanios golpes sufl'reu o padre
Ventura !
(I Sr. Agrippa, sallando por Ires linhas, que se-
guramente I lie n3o agradaran), paraphraseou vergo-
uosamente a seguinte passageru : d'aulres se con-
tenten d'en lire en langue vulgaire ou d'en raconler
les fails, el, ne l'eimsagent qu'aox sens immediat
ou lilleral, lis en tireul quelques rellexiuns morales
des plus fades ou des plus banales ; el voila lout.
O Sr. Agrippa iraduz : a l.eram a passagem do E-
vangelho em lingua vulgar, narrar o faci encaran-
do-o s no sentido litter.l e immedialo, e eslrahir
delle alcnmas rellexoei moraes das ruis iusipidas e
banaes eis ladO'Oque aciualmenLeazeni os padres.
As palavras d'autres se conten! orain anigolidaa
pelo fiel critico e bom traductor da iiugaa ranetxa,
que nao s nao soube traduzir, como euxertou o o-
riginal com as palavras actualmente lazan] os pa-
dres, que nao existen] no original francez com o liui
de deprimir os padres na pessoa do nosso cslimavel
amigo.
Em seguida o Sr. Agrippa, truncando o sentido
do origiual, saltn por ir linhas que tambera llie
lo agradaran), e paraphraseou anda mais vergo-
' tinosamente o que se segu C'esl une predicalion
de coulume fail pour les classes les moins intelli-
genles da penple : r'est une chanson monoloue, lan-
guissant, froide, sans interel, nal clevaliou, ou ou
na Irouve ren qui eclaire, ren qui inslruise, ren
que louche, rien qoi edifie ; c'esl un enlrclieii qu'un
petit nombre de bornes femines .suil, ti donl uer-
sonne ne tire aucun jirn.it. O Sr. Agrippa tradu-
zio. Dislo que razoavelinente todos chamam coasa
inspida e enfadonha, ningoem lira proveilo ; sao
declamarle* munotoua-, fras, lnguidas, sera inie-
resse, sem elevarlo, anda nada ha que esclftreca,
nada que inslrua. nada que edifique, sao conversas
nuvidas por un pequeo numero de mull ie-. O
leitor que leu o lexio francez deve comnosco per-
gunlar ao Sr. Agrippa que lim deu as palavras do
original francez c'esl une prdicalion de coulume
fail pour lea classes les monis iritelligeul's du peu-
ple. N3o sabemos u que vem o adverbio razoa-
velmenle nao s por que nao corresponde a pala\ra
algama do original, como porque o sentido do ines-
mo original nao o exige ds modo alsum ; porlanto
foi urna lacuna que o Sr. Agrippa achou em seu
meslre ; porem lato ainda nao lio ludo, como vera o
leilor o Ains l'Evangile reste lia" livre cachete aui
sceaux ignore du rommun des ebretiens, et de la le
fail dont on la implicil de s'clonuer que mme
parmi ceux qui frequenient les culise-', on Irouve
lanl d'iguorauce en maliere de religin. O Sr.
Agrippa Iraduz : O Evangalho permanece nm li-
vra sellado com sete sellos e daqui a profunda ig-
norancia ern materia de rellgUM, mesuio da paile
daquelles que frequentam as igrejas.
Aqui temos pois o Sr. agrippa, censor dos ou-
Iros, commellcndo fallas impeiduaveis como a sun-
pre-sa i do adverbio ainti e as segoin'.es palavras
do original porque a-, acboo r du coinraum des chreliens ; el de l:i le fail dont
on a la sinii'licitc de t'etonner que ele. lia cooaa
melhor ainda para o Sr. Agrippa, addiciunar ao
epilogo, que pretende fater ao nosso estimavel ami-
go o conego Pinto de Campos, e vem a ser a bella
evolucio que pralicou da pagina nona do prefacio
do padre Ventura, completamente estroplado por
seu discpulo; voliou a pagina stima e la' com-
melleu com a duriudana na rnao uovos estragos.
Acompanhemo; o homem. l.es Peres de l'Eghse,
aux quels Dieux a donn une lamiere, une srace
parliculiere poor expliquer ses oracles l'iinitalion
des Apotres et parliculierement de Saint Paul, se
sonl appllqucs, dans leurs sublimes predlcations, a
developper les fails de 1'Escnture Saint parliculie-
reinenl de l'Evangile .laus ses quatre sens en ipnme
temps. a O Sr. Agrippa iraduzo : os Sanios Pa-
dres, a quem Dos coucedeu por grac,. particular a
explicaran dos seus orculos, desenvolvan! ein suas
ublimes,|iredicas, a unitario dos Apostlos e espe-
pecialmenle S. Paulo, osfaclosda Escriplura San-
ta, particularmente os do Evaugellio em seus qua-
iro sentidas. Aqui lez ponto linal o padre Ventu-
ra ; mas o Sr. Agrippa, esqueeendo-se da mxima
do Evaog.lho non esl discpulos supra niagis-
Irum, la' fui deslocar do cometo da liie-lm pasma
relorcendo por cuna de mais de trmla linhas as se-
grate* palavras : o immcdialo ou lateral ; o tropo-
louico ou moral.; o auagogico ou relativo; 0 vida
ludir ; o allegorteo ou esjiirilual. Aqu temos o
homem que se aprsenla com o maior eatrondo nes-
lagrande cdade do Rio de Janeiro, criticando as
Iraiucces mu apreciaveis do nosso amigo, s cora
" lili] Jo o o.sinoiali-ar e cravar llie ua alma o ea-
ijiIi i -1.1 ni-i' voolade. Ja o Corvato da Tarde
iil um artigo que paiilicini sexla feia pafjpd. >
nioslrou Sr. afarfppd,que nada poreebeis dos la.t- s
da isrija pela coniusau <|oe fizeaUs entre ilnagu
rnaiur e m-inor, as.nn comu vos moslroo o vergo-
nhoso pleonasmo da vossa celebre phrase, erain pre-
visoes atlaa ilc futuro.
dos, que nao leem sido prvidos, porque a assem-
blea ndo (em maceado qnida para isso.
I m Sr. Depulado Mas esse sao propriame'.-
te do archivo.
O Sr. II. de l.acerda : Isso nao he qoestflo ,
porque dirigiodo-me eu ao nohre depolado que fui
secrelalio, elle me disse, qoe o secretario he quem
desicnava o serviro, que poJia indicar este ou aquel-
le trabalho par ser fallo pelos amanuenses, emuora
a desiguarao do reeulami-uto.
( O Sr. .1,'. Portella : d um aparte. )
O Sr. /;. de Ijirerda : Bem ; nem a' asseni-
bla compele indagar a maneira porque se f.iz o ser-
vito internamente, isso perlenceao1 secretario.
Enleiidem os nobres depatados que devo haver
mais nir amanuense ; o remedio consiste apenas em
marcar quota, porqae j.i existe a crearlo de duus
amanuenses ; creandu-se mais um, como indica o
projecto, eniac serao I-es.
(1 Sr. A. Cacalranti: Nao, porque nao eshlo
prvidos.
O Sr. R. de Laceria : Nem este vai ser prvi-
do, porqae o projecto alo designa quota Eu en-
taurio que nao he preciso o projecto, qoe nao he pre-
ciso senao marrar-se a quola. porque se o nobre de-
pulado cuten le que o lugar de ad ii lo he escusado,
tanto que prope a sua oppresaSa, marcaiulo-se a
quola para os amanuenses, o presidente lera o cui-
dado de os nomear. e extinguir' o lugar de addido.
O Sr. A. Cacaicanli : Mas he inelhor assun.
O Sr. II. de l.acerda : BllUa o projecto deve-
ra ser oulro, porem se DOS queremos dar execurao ao
regolameulo, marcada a quola, esta' elle execu-
tado.
I'm Sr. Depulado :Sara a disposicao de que lica
supprimid.i o lugar le ad lulo, Deamea na nie.ms.
O Sr, B. de l.acerda : Nao lia tal, porque o la-
gar de addido nunca fot aotoiisado pela assembla ;
o presidcnlc vendo que o pessoal era pequeo, que
havia necessidade de mais um amanuense e nao po-
dando crea-lo por nao ler quola marcada'para isso,
creou um addido, maulaulo-o pagar pelas eveiitu-
aes ; _mas este lugar e'la' exliucio por sua natureza,
Indas as vezes que o servicn o permtllir, quer poique
elle diminua.quer porque o pessoal seja augmentado,
esta' acabado pso facto, para me servir da exprselo
do projei;!..
O tal ofiicial o que me parece he que he nm dipl-
mala em disponibilidade, he um homem cujos ser-
vicos ja' forain aproveilado-, mas que esta' invalido
e que nao sei porque, por certas alinenos, ainda cou-
serva o sen lugar.
(lia um aparte.)
Mas pergunto, de que se eucirrega esse ofiicial,
qual he o servico delle.
t Sr. I'orlella : |-'az n que os oolros fazem.
O ,S'r. B. de l.acerda : Pois se faz o servico do
ofiicial, a emenda do nobre depulado que quer que
esse empregado seja substituido por um amanuense,
nao deve ser approvad.i, porque um amanuense nao
deve fazer o servico d um ofiicial.
O Sr. Al. Portella :Faz lodo e qualquer servi-
co, a excepcilo de ser chefe de secc3o.
O Sr. B. de l.acerda : Faz servico de amanu-
ense '.'
OSr, A7. Porlrllaa' un apae.
O Sr. II. de l.acerda : Hat faz sempre al
servico que nao pode fazer um amanense7
Pois bem, o presidente tera' a discrieio necessa-
riiU' ira au nomear um homem para esse lugar.
i) Sr. A. Cacaicanli: Se nao crannos agora
fiea sopprimido o logar.
O Sr. B. de Lacerda :O que cu cnlendo he que
nm ofiicial nao pode ser subsiitaido por uin amanu-
ense, por consequeucia a emonda do nobre depulado
que traa de ub-liluir esse lugar por mora do ex-
tranumerario, nao pode salisfazer as necessidades do
servico jiublico.
(lia um ,-;' 11.-
Enteudo que tu.lo o que se lem proposlo he escu-
sado, porque ja' cxisleui creados doos lugares de
amanuenses e baila marcar-se quola pan qoo elle*
sejam prvidos. Assim, devo votar contra o projee-
(o e contra q emenda.
Encerrada a discussao, he o projecto aflprovado
com a emenda do Sr. Carvalho c regeilada a do Sr,
A. Cavalcanli.
O Sr. A. de Oliceira : Prope urgencia para
ser lito um projecto de commiasSo de or-ienados.
Consultada a casa, apprnva a urgencia e em se-
guida he lido e mandado imprimir o seguinte pro-
jecto :
A assembla legislativa provincial de Pernambn-
co, decrcla :
Arl. I. t)s empregados da Ihasoararla provincial,
e da directora das obras poblieaa, excluidos os en-
genheiros, ptrceberao, a ltalo de graliHfarAo, nm
augmento d^ vale por ceuto sobre os veuc'iineutos
que actualmente lem
Arl. -2. O engenheiros das obras publicas, e seus
ajudaules percebereo para cavalgaduras una gralifi
cajSo annual de qualrocenios mil rcis.
Art. :t. O-' amanuenses la secretaria do goverm
perceberao mais cem mil ris .de ordenado.
Arl. 4. Os venciineulos das professoras Dublicas
que se habilitaren! na forma da lei.regulamcutar de
IS de maio de 185.1 serao equiparados aos dos pro-
fessoros pblicos.
Arl. 5. Ficam revogada ludas as dispnsiroes rin
contrario.
Sala das commisses da assembla legislabva |iro-
vinci.il de Prrnambuco ^:t de marco de 1817.Au-
gusto Fredcrico de Olivera.Siqueira Cavalcanli.
I.onc.ilves GuinearMe, rom reslrici;es.
A' requerimenlo do Sr. Eo-.minondas.Jispens^-sc
o inlerslicin do projecto 6.
Segunda discussao do projecto n. 7 desle auno qae
fixa a forra policial.
Arl. 1. A forea policial para o auno financeiro
de 1857 a 1858 conslara' de quatruceutas pracas,
com a organitajSo proscripta pelo legulamenlo de -2
di dezembro de 18-53 ; pnJendo, em circumstancias
exlraordin.irias, ser elvala a seissentas.
He approvado sem discu-sao.
Arl. 2 Cada urna das oraras de pret lera'mais
cenlo e quareuta res diarios solire o sold, que ac-
tualmente vencem.
O Sr. B, de l.acerda :Sr. presidenle, en vejo
que as quasies mais importantes esldn paseando
aqui quasi d'sapercebidamente. (NlO apoiadus.) Vgo
passaudo sem qoe se diga urna palavra pro ou contra;
os nobres membroi dis commissis eslenlem. que
so se acham obligados a fallar quando seus sprojerlos
solfrtm impugnacilo ; anteado lamben) que a nobre
CommiesSa de orcameulo nao devia ser e-lranhe
este projecto, entretanto os honrados memhros ficam
callados, de forra, que me parece ser necessariu lin-
{ar algtuna melralha in asa para os despertar : eu
serei d'eata ver. o artilheiro.
Trala-sede u:n ausmenlu muilo gran Je, lalvez de
l'J oo 2il cotilos de res ; parece que as Deesas reodas
v.io muilo bem, mas nos nada abemos, nao leiiins os
li i lauros, nao temos dado neiihum porque uos rega-
lemos para decretar augmento desla naloreza. A
illu'tre commissao d'^ orfamento parece que na seo
trabalho repelle tcitamente a idea de qualquer aug-
mento, pelo menos aaaim o devenios aoppor, visto
que um Jos siembros tl casa o digno Inapeclor da
lhesnuraria,que devo estar a par dos DOaHM negocios
aprsenla um ornamento igual ao do anuo paseado :
assim, eoode vamos bascar dtnbeiro para esse aog-
menlo de despeza de 20 cotilos, tanto mais quanlo a
tendencia de casa lir para aucmenlar o salario a lo-
dos os emprestaos, esorle que as despeza sa tor-
narse nvultadissiiiins Nos nao recelamos um dfi-
cit, pelo menos aiuda nao fui lemhrado esie anuo,
nem o nobre OS| ector da tltesouraria, que sempre
lem tanto raedo do dficit, n'elle fallou : mas un |C
vamos n buscar ditiheiro'.'das nossns rondas, po-
rem o orcanaento he o que nos vemos, a eommiaslo
de "remenlo he a quem compele dizer-nos *e po-
demos contar com mais algama recoila ou nao, e ella
nada nos disse. Nos temo, tantos m-Mioramentos a
(ezer, temos lanas cousas necessarias e importantes,
que para pdennos ornar alguma deliberado seria
ucrestarto que a co nmi-sao res|iecliva nos habtli-
Uasa de alguma forma.
Creie que a casa ojo repelle a ideia des>e aug-
mento ao corpo de polica, a Ilustre coinraiss.ionada
disse a resp-ito, eonle vamos ver o dinbeiro para
esse augmento?
: lia um aparte.,
A receiti c deapeza atU' oreada como a do auno
paseado...
O Sr. ./. de larris :Enlan
nio sobre esse augmento '.'
" Sr. II. da t.a'crda :
se i.pi ue a esse aui,tnento.
<> Sr../w.- Petra :A commissao nao foi cons ul-
tade.
o i O Sr. Sonsa Cartalho, faz breves considerarte*
sobre n projeclo.
O Sr. Theodoro da Silca :Os nobres depulados
devem eomprehendet que a rainha poaicio nao he
da* uielhores, lendn de apreciar a argumenlacao que
o uobre depulado. Inspector da Ihaaoararla, ha pouco
deseiivolvoit, tanto mais porque me fallara os dados
precisos t* os documentos necessarios, os relalorios e
balancetes parolaos, aliiu de que bem possa avalia-lo.
Aprovetlo a eoseja pira la-limar, como lastimo, que
alo boje iienhun deases documentes, iianlium dease
liados nos lenlia sido foroecido : o re3ulla lo sera', a
tr.cu ver, que osla discussao c a do oteamento pro-
vincial nao srtao feilas lalvez cora a iliuslracao qoe
de hr. presidenle, reeoobeeo q-ie o estado Onaneeiro
da provincia nao he lAo lis.niseiro carao en deseja-
va ; mas alo qoe nonio serao fundados os recelos do
nobre depulado'.' Nao posea bem aprecia-lo, porque
me fallara os preciosos esclarecimcnlos ; mas avallan*
do apenas esses .?us receins pelo relatarlo do Bim.
presidenle do provincia, vejo que nao sao lio graves,
como o nobre depulado luculcou que o erara, ti
Esjn. presidente disse que o eslado financeiro da pro-
vincia era prospero, porqae a sua receita ia em pro-
jies-iio ascendente ; entretanto o nobre depulado
alunita o contrario ; mas apexar ihsso e dos seus re-
celos, o nobre depnta-in ch'goo a conlessar me'smo
que era poosirel qoe boovesse alsum augmento de
rendas lio anuo vindouro, de modo qu, aalisfsiUM
todas as aeeessidades da provincia, supponha ainda
possivel mclhorar-se a surte dos empregados pbli-
cos, augmenlando-se os seos vencuneiitos.
Ora. se o nobre deputa lo rerunbece seniellianle
posaibilidnda, me narece fura de duvida que algom
sagmenlo de receita deve haver, e que esta excede a
quantia era que tai lixatla a despeza. Aloi disso, que
o nobre tleputado era sens clculos nao adeuden que
muilas verbas sao consignadas no oretmento para
certas obras, as quaes todava na i midas. .
O Sr. Jote Pedro d
particular ; he de parecer que sobre o objecto da
prelunrao,J*ejam ouvnlai a junln de hygleiie publi-
ca e a cmara municipal respectiva. Sala das com-
nt-ssdes 26 dt marco de 1857. A. Cavalcanli.
Aiciio Cavalcanli,Carnelro Monieiro.
OHDEM DO DIA.
Di-cussao do parecei adiado da commissao de ins-
iruccao publica, que considera cora diieilo ao orde-
nado de IOS rs. prolesaor publico de
letlras de l'.i
Vasconcellos, desde o da era que loinou posse da
mesma cadeira.
O Sr. I.uiz Filtppe : Sr. presidenle, eu linha
pedido a palavra nicamente pata impugnar a forma
do parecer e ndo a sin materia, a que liao liona oh-
jeceno alguma a fazer ; mas como o parecer c-la' con-
cebido de I,I forma ,p,,. nada mais he do que a o
molecal,^ ponto de se cstarera reproduzindo quasi
dtariameule attenlados ta ortlein desse que leve lu-
gar na qiiuil i-eira, na ra Nova. A polica deve
ser a mais vigilante possivel e uin pcrulitlir por qual
quer principio une seja, que as bandas de msicas
sejam at'oiiipauhadas por negros captivos. Sera'
inexcqiiivel esta providencia '.' A principio parece,
Itera como paree.-u quan lo baixuti a pnrlaria para
que ellos nao Iransilaseem depoia das t hora* d. noi-
1-Albo Francisco Manuel Beserra de j le. e asam logo que mala duza dclles forem casti-
gados, as bandas militares passeiarao livres, e a po-
pularan nao presenciara' lanos disturbios, como os
qoe lem havido ha alguns lempos tiesta parle, por
causa de partidos de musir confiamos, linalinenle,
na prudencia e energa do Sr. Dr. chefe de polica,
lembraudo-se S. S. que ressaiao o* disturbios occa-
louados pelos negros depois ta* 9 hora* da noile,
_ opi-
ni.tu c asaemhlca Bem forma legislativa, por isso pre- j por cansa'da ua uiui arenada medida,prohibndo-o
ten lia mandar tuna emenda, mas Inora vejo sobre a le sahirem a noile sera bilheles de seos seoborea.
mesa urna, une a nobre commissao olferece. que sana CoosU-nos que em Olinda hoiivcram pancadas,
o'nconveuienle que acabo de aprontar,e previnein-1 e erando tomullo entre o* partidarios da pequen,
teiramenle oque eu pretenda fazer, eu voto por [banda de msica da guarda na
alia. ........."- '"
A emenda he esla : l
\ ai a' mesa e apoa-se a seguinte emenda ao pa-
recer :
tt A assembla legislativa provincial resolva :
Arl. I. t professor pablico de primeiraa letras
da villa de Pao.t'Allio Itancisco Manoel lie/erra
de \asroncellos. lem dirella ao ordenado de IMK),
desde o dia em que tomou poete da .lita eadeira.
Art.j. Picam reogadas, ele. Sa' Pereira.J.
P. .Machado i'orlella.
Approvado o parecer com a emenda, minda-se
imprimir
acional e a do quarlo
batalh.lo.
Na ra da Concordia, estando ha di ts alguns
prelos em orna palestra, um individuo, all bem co-
ndecido, armado le um tdrmidavel ccele, sera mais
Cerimonla, foi os mimo.eando de maneira i Bear
um ilelles bem doen'.e, segando nos cunsla.
Os mnrphe.iros e leprosos estilo sendo encon-
trados pelas noseas rua, sem que baja a menor pro-
videncia a respeito. Nem lodos creen-, que laes en-
fcrinidades n3o sejam contagiosas...
Lina decisao tiedireilo ecrlesiaslico.Pergun-
lando-se a um individuo, alias que iit> he nenlium
. lolo. se o ponlifice eslabclercsse um aclama na igreja
tnira em lerceira dUcoaslo e he approvado sem > qoe se deveria fazer '.' Responden moilo ancho :
dehate o projecto n. (i, que crea,mais um lugar de ; Ao governo compela dimilli-lo sera parda de
amanuense na secretaria do governo. j lempo !Eis-aqni una eslupidcz bem espirituosa,
do projeclo n. I dele auno, e tanto mais espirituosa quanlo disse por convic-
qao
ura aparte..,
_ (i Sr. Thcodoro da Silva :Disso resallara' que
alcumas dessas verbas, que nao se consomem lodas,
serao applicatlas a' otilras necessidades. Tamos par
rnnseguinle augmento de receita e sobras impre-
vistas.
NiO sei, senhores, al qu poni deva prestar res-
peito a's observaces do nobre depulado ; niio sei tile
que grao sga funlados o seus receios ; mas se, alem
de obras, elle coa fosea que alstirn diuheiro disponi-
vel deve haver para melli.irar-se a sorle dos empre-
gados publico', parece-me que seria doloroso ex-
cluir-se da parlllha o corpo de polica, que coucorre,
como os demais fuuccioiiarios, para salt'facao das
necessidades puldicas. Assim, o que se deve fazer he
proceder com economa ; dar a lodosalcuma cousa ;
mas nao excluir a' uns em proveilo rife oulros.
teitas estas consderartes, culrarei na apreciaban
do artigo que se discute.
O,nobre depntadu mesrao foi o propro que josli-
lieou a necessidade do augmento de sold a's pracas
de polica ; e creio que na casa niuguera llavera' que
posa conlraria-lo.
lie sabido que os salarl is de di:; em dia vao aug-
mentando. A falla de braco., ja' pela cessac.ao do
trafico negreiro, ja' pelos estragos que occasionnu o
cliolera-inorbus; a falta de braC0S,Ique se torna mais
sensivel pela sua procura para os misleres de nosa
Indoslria, em consequeucia da eleyejlo de preci dos
productos tiesta ; a falla de bracos, "que aiuda' mais
se lem enlido cun o mercado que ao salario abri a
estrada de ferro, ua qual se empresa uina p- rrn ex-
traordinaria de traballiadores por preces elevados;
a falla tle bracets, lem como consequeuria produzido
a alia dos salario": Ja' v paranlo a casa que se esse
fado se da' e he incoiitestavel, mis a querermos cora
sinreridade c .rpo de polica, necessanamenle deve-
nios augmentar o roldo as suas pracas de prel, que
sao individuos qoe, em vez de solitos niesqninhos.
acharao em qualquer industria salarios elevados. O
anuo passatlo por essas causas augmenlou-se o suido ;
mas alem da exiquidade do augirienln, que foi de tiO
r., ellas se ascrav rain, lauto que, apezar dn aug-
mento, apenas lanos individuos no corpo de policia ; entretanto
que em 185, quamlo nlo eram lao elevados os sala-
ros, o engijaroenlo foi de KM) pessoas. Dahi se con-
cine que se nao ausmenlarinos alguma coosa ainda
aos vencimenlos das pracas de polica, nao as le-
remoa.
Reconheco que o corpo n.lo esla' coiivenieutemen-
te orsanisadrt; que na i se presta a salisfazer as ne-
cessidades a' que he destinado ; e que bem impro-
ductiva he a despeza qu cora elle latamos, entre-
unto que seria mais ventajoso que applicas-emos os
noss'js recursos a' oulros objeclos, como melhnramen-
los inaleriaes ; mas, senhor-s, o que tambera he car-
io he que a BOmmissSa filiara o seu dever, Iludira
a ranfunra que nell.l depositen a casa, se tendn de
fizar a torea de palela, reconhecesse a mal e Ihe nao
appliras.p o remedio. Es-e remedio nao pode Bppli-
car-se enao augmentandn-je alguma cousa o sold
as pracas de palicia. t) augmento proposlo importa
em tl conloa o lanos mil ris; he avollado ; e por
isso declaro a'c.isi, como membro da commissao, que
aceito a emenda de que fallou o nobre depolado. O
augmento, repilo, he avallado ; importa, como di-se.
em O conlos e lanos rail ris ; e como talvez tenha-
mos de eorceder oulros augmentos de tlespezas, nao
desojo que se roinnroraellam os cofres provinciae*.
I.ivrern i-nns, senhores, deles embar.icos : o mein
maia razoavel he o que lembra o nobre depulado,
ioapeetor da Ihesoararia, islo he, augmentar o nido
a's pracas do corpo de policia, mas reduzir a ItlKI a
sna forra eflecliva. Vejo que nao he possivel olfcre-
rer se acora essa emenda, porque o artigo, em que
ella linha cabimento, ja' foi approvado ; mas na ler-
ceira discussao eontpromelto me a' apresenta-la. Por
essa forma salisfaz-se a necessidat'e de augmenlar-se
o sold a's pracas de policia, e ao mcsmo'lempo nao
se rompromeitem os interesses fuianceiros da pro-
ylneie.
Se esla risa quer ler corpo de pdira, nao pode
deixar da aucmenlar o sold a's suas pracas. Aceito
paren) a lembranea to nobre depulado.
I Sr. Ignacio de lluro*:O nobre depulado, se-
snn to secretario, Sr. presidente, ainda ha b-m pou-
co alirou a luvi nesta casa a' commissao a que lenho
a honra de perteucer, ou de algama maneira provo-
ctitt-nosa' diseoMito ; enllo eu disse, que quando li-
vesse de emillir o nieu vol, fallara.
O nobre depulado ja' ouvio aos merobros da-com-
misa i. o Sr. commendador Jos Pedro e o Sr. Dr.
Souia Cirvalho, resta asura 1.1o smente onvir indiana membro da commissao de orcamenlo. (Nao
apoiados..
Sr. presidente, voto contra Dio o arliso, como
contra lodo este projecto qae eia' em discass] i : vo-
l contra, Sr. pesidenie, porque ja'no anuo pasca-
do, quando aventoii-se na casa a qaaslgo vfriente.se
me nao ensao, prove, qus na era liquido ser da
competencia da assembla provincial organisar a tor-
ca publica, asim como paga-la. Ollereii eulgo urna
indicarao para que se pedisse a' assembla ceral um
estl.reeimento a re bre tal malcra. Depus de alguma demora da com-
missao de consiiniico e poderes appareceo am pa-
recer que eisle atcltiva lo ou na mesa ; o cerlo he
que elle firou adiado al boje
luso que voto c'onlra o projecto em discussao, por-
que naos, ndo bastantemente lquido que ndi plasa-
mos organisar e pagar a forja policial, como iremos
cada vez mais onerar os cifres pblicos com esse
ac-resrimo de despera era mcu entender indebila 1
Eu au ped a palavra, logo que se pz em disent-
a o 1".artigo do projeclo, porque eslava como es
ou inteiratnenle convencido de que minlias palavras
nao passarao de roces clamant in dcerlo, cslou
inleirameiile convencido dislo, e eis porque nlo pe li
loto a palavra, m.s coiiiii o nobie depulado segundo
secretario provocou a que cada uin de nos emdlisse
sua opinilb, por isso a meu turno digo tambera o
motivo poique voto conlra.
( S. /(. de l.acerda : Sarao! estas ss suas res-
Irirc/ies ?
O Sr. /. de Barro*:le jucamente ama dellas.
>r. presidente, aebo escusado proseguir, porque a
casa esld csallenia, nao lisa iuteresse alsum .toque
se 1i7;aqui, nao apoiado vede, a ala esta' deserta.
O Sr. Epaminoniai : Eueslou aqui. Escreva,
Sr. lachigrapho.
t Sr. I. de llarrns : Na venta.de nSo sei o que
quer Islo dizer .' he um inqualtlicavel indifferenlls-
mo que lem reinado quasi sempre nesta sesalo !
Um Sr. Depulado : O nobre depulado trata de
elerlrisar a casa.
OSr. /. de
lano.
O Sr. Jos Pedro ainda faz alguma) obs-rvares
em soslenlarao de sua opinia,).
Dada a hora lica a materia adiada.
O Sr. PreiUeatl designa a ordem do dia e levan-
la a sesudo.
Terceira diteusaio
qoe impe Stl por ceoto sobre'os bilheles das lolerias
d'uolras provincias vendidos nesta.
i) sr. Sonsa Carcauo (Nao devolveu seu dia-
corto.
Vai a mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Em vez de bilheles de oulras provincias, diga-se,
Moje lem de haver espectculo no Iheatro de
Apollo, por isso lemhramos a autoridade policial
que all presidir, queira prohibir Turnar-se dentro rio
edificio.
*" Fez "n nCom o seu trajelo da matriz da Boa-
iitietes de loteras concedidas pelas assemhioas pro- I Vista para a de S. Frei Pedro (oncalves, a precie-
Soazu Carvalho.
he lidn c approvado o seguinte pa-
Barrm : -- Nao tenho forets para
quer a nussa opi-
Pergonlose a commissao
o Sr.B. de l.ir,rda:\ commissao
mular o orcainent" oto poda prescindir
lar essas tlespezas, que se pretender crear, e dar a
sos iipiuiau.
Um Sr. Depulado :Acorara
o ..eu dever.
sao lem ciimpriJo
O Sr. M. de fjtcirda :Nao he
eommiaslo de ore atiento nao pula
projeclo sem os batneos necessarios
balances nao apar ceram a:t
ca leve de depositar confianza am quan p-dia mi-
nistrar infirmaci', isiu b, n iligno inspector da
lll curara que fez parle da Cointni-s.ii; masa
toinnii-ao vendo Iambem que esses augnicnlos
de ordenado -,n boje urna necessidade, den
alguma cousa
a respailo,devia iniciar alguma idea, iiistracao dajualica
Muila gente, Sr. Agrippa, por aiii campa tle ll- '\"e "" regulase: por sao diguqoe a c......m-sj,, ngo j ',
icr.nosem o ser, porque se llmilara ,io* prefacios "mprio muilo brm o seu dever, devi., pelo menos
dos iivruse eniao, aijii'au in o eco a aterra cem I "'r gueno ti esiranha-a r-.-a idea de aug.
o-uoinesde Homero, lie-iodo, DeiiMsilicn s, Jjs_ i metilos, devia apt esentar aignina providencia para
chene-, Cicero, Horacio, Virgilio e quanlo* la" ealia j'l!'-f'|icr ''as novaa depezas,
na pagina da bituario, nio leniein vir a' publicida- Eu.pni* ped palavra,porqoe qaerover as ques-
de, a rravar.o punli.l da maledicencia na. reputa- | loes bem elurr,!;. i,,- mormrnla esla p rqu s treta
cu-salheias. Desle modo leoda nos salva.lo u nos., de um augmenta le vinle conlos de ris
muilo eslimado amigo, o iilu.iratlo Sr.*onego Pinto O Sr. Jote Pedro, emtlle sua opiniao sobro o pro-
ue campos, vos mostramos qae bem compreliende- 'jecto. '
Scss'o' ordinario em ti de marco de :,S .7.
Presidencia dn Sr. ,/o*e Pedro da Silca.
Ao meio dia, fella a cliamada e actiando-se iiii-
inern legal, abre-se a ttalo. '
L-se e approva- <> Sr. Primeiro Secretario aprsenla o scgoinle
EXPEDIENTE.
I in alucio do secretaria do governo, remetiendo
para sere.n distribuid* pelas memhros desla ..ssem-
bba os ex-niplaies da cullcrc/io tos actos |.....n til
gados por esta assembla na BUS sessSn do anuo pas-
sarlo.A' dblribair.
(lulro il. msalo Sr., lranmillindo copia do pfii-
cio coin qoe a adiuiuistracao geral dos estabeleci-
ni. olo do caridali, pede que a aasembla consigne
p3ra for- I "'' 'c' ''" orS'menlo a quola suflicicule para saliifa-
de ralcu-i',*r "" "l)n- '""* t!eclarada no contrato, que o
Etro. minislro em Pars celebrcu com o superior a
geral da ordem de Sin Vicente de Pauto, acerca das
irtn'.as de randado, que clirgaram a ella provincia
oo ultimo paquete procedente da Europa.A' cotn-
imssg.i de urcament proviueial.
t.'utra iiu aaramo Sr., remetiendo o offlcia do cha-
fe de polina, aeompaohado de aotro lia delegada
para isso, e os | de luarasu', relativos aoa eonllicloi qoe frequen-
gtra, por eonsequen- lemenio se dao enire as a'aloridadea Iguarass e
Nazaielh, por ., nao sellar bom definida |a divisa >
enlre aqoelles dous termos: o que demonstra a ne-
cessidade lo ser cntiveiiieulem ule delcrininada a l-
nlia divisoria cui.c os referidos lermos, afim < res-
rcm laes eonllictiH, quemailo preladieam a admi-
cumuiissao de est ilistica.
i iici em qoe Jalo Jos Piulo Dr. em uie-
dinn.i e professor Oo ande ilo collegio dos orphl is,
pede que seu ordenada seja augmentado.A' com-
mis-ao de ordenadoa.
lie lido, jolgado objecto tle deliberaran e man-
da'lo imprimir o projeclo n. 12 com sen parecer.
He Iambem lido s approvado o seguinte parecer :
.t AeemmitsSo de petic.6ei para poder deferir o
requerimenlo d. ordem lerceira de San Francisco
de Olluda, que pede a coucessao de am cemilerio
vinciaes de oulras provincia*
Ignacio de Barros.
0 Sr. Jote Pedro combale as iduas do precedente
orador e astenia se votando a favor to proicrlo.
(I ;r. Sonsa Canalho( Nao reslituio o sen dis-
corso.
Dada a hora,
OSr. PreMiente ada a discussao para a sessao
seguinle, temi marcado a ordem do dia levanta a
ttelo.
Sessao ordinaria em 27 de narco de 1857.
Presidencia do Sr. llamo de Camaragibe.
Ao meio-dia, leil. ,, chamada, e havendo numere
legal, abre-se a sessao.
I.-se e approva-se a arla ta aulerior.
OSr, I.- Secretario da' Cunta do seguinle
EXPEDIENTE.
Ima policio da Silvano Thomaz tle Sou/a Uaga-
Ihaes, professor publico de iiHlrnrciio primaria pe-
dindo que Ihe mande faur efleclivo o pagamento ta
gralilicacao correspondeule a quarla parle do seu or-
denado, .es |,. |,1|10 que cmplelou \2 anuos
de servicoA'Ommiaila de in-lrucra publica.
1 luir tle l-ilippe.io Nascimenlo de Paria, eserivlo
pnvalivo do jory do termo de Olinda. pedin lo que
na lei do orcameulo municipal se marque quola p.ra
pagamenlo da quantia de I llljSKl, que Ihe he de]e-
dora aquella cinara. A' r.......u-ji de nrcamenlo
municipal.
He lida e appruvada a redacelO do projeclo n. (>
desle auno.
He lamoem sido o seguinle parecer :
A commissao da constituirlo e poderes examinan-
do o diploma do illusire depolado o Sr. Dr. Fran-
cisco de Paula Btplista, o achara conforme com a
acia da apuracaa geral ; pelo que he de parecer que
o mesrao Sr. preste juramento c turne as*ento.
Sala tas commisses 21 de marco de 1857.An-
tonio Cavalcanli. Augusto de Souza l.eilo. I.uiz
rihpiK.
Sendu o parecer approvado, he em seguida n il-
lusire depulado introduzido na sala enm as formili-
dades do eslylo, e prestando o juramento tomou as-
sento.
Tambem
recer :
\ commissao de negocios de cmaras, para poder
emillir o eu joo acerca do requeriraentu de varios
propietarios de padarat, existentes no centro da
cida.le. pedindo a re-ogacilu da postura de 1:1 da
junlio de 1855, que. rnanda remove-las para oalres
losares, ptecisa que a cmara municipal, leudo em
vista o dipolo no arl. 3.|da resolut-ao .la assembla
geral legislativa de 2', de outubro d'e 1831, informe
sobre a prelencao do. supplicantes, remetiendo com
a sua tnfurmar.lo o pliuioc y ella adoptado para os
fuios de laes fabricas, e^r .areceres que deram as
corporales medicas, a resi lio do objecto de que se
trata. '
Sala das commisses da aseembla legislativa pro-
vincial de l'crnambuco (i de marro de 1857.Oli-
vera.Reg Barros,
(Conlinuar-se-lia.)
PAkS.svrA 4.VULSA.
isi"-'sn^2
AS IRM.'US DE CARIDADE ENTRE >
Quando colsideramos o papel da mulhei
no da buinanidade, que ella foi em Eva J.
sua queda, e em Mana Sautissima a de sua rege...-
racao ; quando ua historia vemos cada eculo firma-
do sempre cora o sello de mais de um acto ds heros-
mo, filho de seu grande poder, nos lomamos de gran-
de admira;!,! por esse ente 1,1o fraco e lio forte ao
mesmo lempo ; de quem a impied.de pode fazer a
crealura mais abjerla, e o calholicismo o Ivpo da
viilude.
A irmla de caridade nos lempos modernos, c*sa
planta exclusivamente calimbe!, vem reviveressa
glora antiga da mulher. Depois.dessas mulheres qae
junio ao Calvario derramavam lagrimas pelo Christo,
emquanlo que os humens derramavam seu precioso
sangoe, depoia deesas oulras que nos primeiros secu-
los do christiansrao numerara marlvresda relignlo,
e que nao queriam salvar sua vida a troco de urna
palavra, a historia nao consigna um fado que lano
avalle, que prove lano de que he capaz a mulher
calbolica, cuino essa Intlltoietle que S. Vicente de
Paulo tirtniu sobre esas bases : a Ellas nao birlo
nutro nema alem do de. servas dos pobres, e terao
gloria em Iraze-lo. Servindo aos doenles s dever.1i
ter Dos ante os olhos ; nao consitlerarao os louvnras
qoe lhc derera sanio como injurias ; esquecerao
aquellcs. e agradecerao estas para honrar os oppro-
bnos feilos ao filho de Dos na cruz, por aquelles
meamos que tantos favores e grabas delle receheram.
(Rcgrasdas Irmaas de caridade, Abcllv, livro 2.",
c. 3.a ) .
Nada ha mais bello do que estes preceto*, e nata
tamben) mais penoso de cumprir. Ser irm,1a de ea-
rid.de. por eooseguinle, nlo he ser virtuosa, he ser
herona, he sur uiurljr. Clonar-se com o norne de
ferca dot pobre', esquecer o elogio e agradecer a
injuria, ludo islo he 1,1o dificil de realisar, que nos
parece urna das mais gloriosa, conquistas do chrislia-
nisino solire a hatnanidade. uina das mais bell-s vic-
torias do espirito sobre a materia. Nunca o protes-
tantismo coma sua mundana phllaiilrupia ser capaz
de prodozir es lo absoluto tle si mesrao, e que s pode ser obra da
candada calholica. Na da em que urna reliuitu qual-
quer, que nao a calholica, hze*se nina Irmla de ca-
ridade, dinamos em temor de errar : essa religiao
he a verdadeira. Nao o poJe a relignlo gre-a ein
qae lauto se Bou o czar que para junio de seu\xer -
cilo enviuu as Irmaas de Caridade ta Polonia calho-
lica, nao o pode o protestantismo mglez, que foi
obrigado ped-las emprestadas ao calhulicisinn, o
que den lugar a que os ministros anglleanot srilas-
sem chelos de colera, qae os n.lo poz-sem em con-
tado com os toldados, porque os pediera allrahii ao
papismo. E esse temor nlo he sera fuudaraeiilo.
Permuta Dos que s tl entre nos o que elle* te-
miam que enlre elles se deste.Permilla Dos que e*sa
(e'.ir. iiHliluicao, nascida cm um cauto da Franca, es-
palhe-se por lodo o mundo e s0 euraize em" nossa
Ierra. Talvez a essas mulheres exlraordinarias esle-
ja reservado conqui-lar o mundo para o calhol-
cisino.
Decididamenle he inlransilavel o becco do Ro-
sario ; de claro, de limpo, c de largo. Se a cmara
qoizcssealtender ao reclamo da populadlo, tifia ues-
se lugar o que fez no anligo becco da Camboa do
Ciriiiu.
No dia 22, ura rarneciiro ,la Boa-Vista fez una
esperteza, que bem caro Ihe cuitara : um prelo Ihe
comprara um peso decana de lli libras, quando
bem Ihe fallava par isso. Alm de vender carne
ma.carne cara, mais eie nnvo meio de defraudar o
pobre povo. Por acaso o prelo mandou em unir
pane veiihcaro peso e coulieceu-se enllo o ensao.
O facto foi preseuciado por nimias posteas e pelos
guardas liscaes, que delle loma rain nula, afim de o
levoreui ao coiihecimcnlu do respectivo fiscal, para
que urna mulla, especie do lalilo nes-e raso, faca
sentir ao carniceiru o mesmo que rile lzaos oulros.
Roulrio 1,0 peso por ainbirao tle ilinheiro ; p i. bem,
a milita iiram)o-lhe mais do qooganha elle coin is*o,
ha de por conseguinle lirar-lbe o go-lo de vender I i
libras por lli.
Dobrado marcha. Para onde varaos l.
sabereis. E rietfilava a palrolha por essa* ras que
levara a ra Imperal, e fot I. parar em lienta de
s,lo do Senhor Bom Jess tos Pastas). Foi ella, como
sempre, pomposa e solemne. Um acoinpanhamen-
to minenso ornou as tluas alas, sob as insignias das
diversas irmaiidadcs desla cidade. S.Exc. o Sr. pre-
sidente, caminan.lauto das armas, inspector das tro-
pi, coiniiiaudante operinr da guarda nacional,
grande numere de olliciaesdo etercito, da armada e
Suarda nacional, corpo de sau le militar e algumai
pessoas gradas da capital acompanharan o prestito
i ma brigada de guarda nacional fez as honras do es
Ixlo. O andor eslava ticamente ornado.
At amanhoa.
riscos de incendio pela sua natureza ircorabuslivel.
Nlo oa de oculos e nem veste de prele ; i.refere
vcrmelhu.
Afora estes grandes inconvenientes, que smenle
di/ein respeilo a sua vida publica, ti ocriplor revo-
lucionario, o verdadeiro, no Irado intimo he qaaji
sempre urna pamba sem fel. Para eibocar esl. re|.
Cilo da sua existencia bastara' cte imples trico ;
pole->e-lhe tirar o retrato em corpo inteiro, >cni
faier subir a cor ao ruslo, antes perde-la, a mais es-
pantadiza ra-liiiade.
Esle amor do procrelo perseaoe-o em ludo. Ali-
inenia-se tle opparos manjares, por lereni tumos de
cjasse, e escreve asaenledo em rica poli roa a' Vol-
laire, que adquiri a cusa de alguns pequeas in-
signilicanles scrifielos.
O eu vt-sitiariti he rico. Cuidadoso era ailigosde
moda, se alguma vez falla na sua solneca.a^a sera'
para iralar do feili.....unc da eareilll do panno, o
que podo Irazer a pello a dscusslo de alsum artigo
da coaatilahjgd repol licana. Nao reprnva n uso das
luvas nos ministros ta coroa. Verdadelrot pillos do
eslado, porque al boje, nlo consta que aquelles nb-
j?clos de lote alo esllvessem no guarda rouna de
Condolec, qoe como sen mestre amava os commo-
tlos da boa soejedade.
Finalinenle, e o escriplnr revolucionario lem
Iraca vista para aualysar o aconleciioenlos. o seu
ouvido he dolado de prodigioa finota. Anida bem
o guio de guerra a' soeiedado nao se levanta na
llungria ou na llalia, logo o senle
pendencia e do imperio do Brasil. Subscrevi. Eu An-
tonio l'iulieiro da Palma,tabelliau, a assignei em pu-
blico e razo de que usu.
{Eslava reconhecido).
@0<>! lff;.-*
citACA DOUCn V DK MAKCOAS
.1 HORAS DA TARDE.
Cotate* ofilciaes.
Assucar maseavailo escollada njjg t 3a",o p,,,
arrob. coin sacco. _
rreterico n-billiari, presidenta
/'. r,,,re|arl,
CAMRIOS.
Sobre Londres, 27 !|1 a ti d. e 27 7i8 a ,i
jrta, 330 ,,, fr.
Lisboa, :r, |,r j de premio.
o Ido ite Janeiro, 1 por Uin de descont.
Accoes do B.nco. W ,ie r\.mio,
" "panhia de ileherilie siautJO.
a compa|lu rri,.,mburani, ,_
a Hlidadc Pablic, :) pr cen(o u. prM1
e o Indemnisadora. j-> ,,|e ,
a ti. estrada .te ferro _., "r 0|n d.
Diseonlo de letlras. de.s 1u. porU|0' ,,,em'B
Dito do bancoK a 10'
S)w?U) $ tytvnmwueo.
A assembla orcopoo-se hontem com a discussao
do projecto sobre lotera, a qual ficou adiada, poia de orarera os senhores Paula Baplisla, Jos
Pedro e Ignacio de Barros.
A ordem da da de boje he a mesma de honlera.
l
>iM'C)ilDi^.
ESBOCO PHISIOI.OCICO DO ESCRIPTOR BE-
VOU'CIONARi.
Appresamo-nos a publicar urna quasi copia oo
imiucao lilleral do concctluoso folhelira da Cititi-
torCto n. SOI, parecen.lo-nns desla maneira qoe
o Irantcrevemos menos nebuloso do que apparecera
na I .a a iie.o tle obra ISo prima, pela singularidade.
Sena por lauto crueldade privarmot nossos leilores
desle espcimen da nossa lilteratura jorualistica.
t) pseado liberalismo de que se traa nada lem de
c' iiiinum cora nasa coherencia de piincipios, que ne-
v ser norma indeclinavel do jornolMa coiiscien-
coso. Esla nobilita o apostolado de qualquer idea
til e grandiosa ; aquelle anlepc ao raciocinio o dog-
ma ab-urdo do tlireito revolucionario. Separa-os a
disl.ncia que vai do corpo i sombra, da religin ao
fanatismo, do modelo a caricatura.
'.lun,I" o espirito de destruirlo, por mysleriosa
Irainubstaticiar.lo, loma carne e se faz hornera, ap-
parece o escriplnr revolucionario sobre a sceiia do
mundo, para desempeuhar os lernveis papis, que
o elenco da Providencia hnuve por bem dislnbair-
Ihc na grando comedia social. A nao ser elle, quim
se prestarla a estudar a fundo
A qtiesllo magna do ovo e da galinua '.'
ou passar a vida lazendi,
Eterna gloria 80 lexio de urna linha "!
Se alsum leilor do llei e Ordem esiranhar o era-
prego da rima, pedir Ihc-hei licenca primcirameiile
para Ihe notar, que lodas as folhas nevera ler corto,
depois para Ihe pedir a resposta das interrogares
que acabo da fa/.er-lhe. O seu boro senso me "ga-
rante que della se dedozira qae a esislencia do es-
criplor revoluc, nano he lio uccessaha ao relevo da
poltica, como a gradoacjlo dos lons a' execurao da
pintura. Qual seria, cora -ITeito, o matiz da '.o le-
ale, se, no meio tos so* ios quadros onde a po-
lanlo assim, a
formular o seu
lizer
lilira anda M escuras,
ro o systemas de gox
revolucionario pretende
dioso da nossa rehalnlit
Oaecri(itor revnhiriut
inem singular. lunolTensIvo na pratica e revolu-
cionario em Ihenria, ou loeoricameule detnocralicoe
pralicamenle reaccionario, pasa os melhores dia* da
vida afiagaudo tima chintera. A somma de energa
^-jj^_m elle a natureza, gasla-rr) as lulas
>^*M^^^k\lo goisitio conlra a evidencia dos
fados, ou quebra-a, e-encontr a essa immensa
Torca d inercia, que lr\, i allributo mais caracterisli-
co tle qualquer Idea lyr tnicamente absurda.
Aeeredilara' no>or da patria, no desinleresse e
na virtude, mas a iva crenca meis arreigada ser
sempre a da propria iufaUibilidade. Se a iniciati-
va popalar se atrever a passar nm diploma de bene-
mrito, sem que a chancella do eocriptor revolucio-
nario rubrique a sen lenca lavrada cm nome -ta opi-
niao publica, licai cerlos de que o escriplor revolu-
cionario declinara' a competencia do juizo, ao passo
que e*lranhara' que o pata nao coree de louros os
eandldaloi apresentados por elle a's honras do Ca-
pitolio. Regra geral, para elle he mao ludo qaauto
*Ojex ; ptimo ludo quanlo se rtoditi fazer,
liste exclusivismo acta sobie a sui convicro.
Quiz esludar esta ultima em suas cansas, lopei logo
com a lelraa ; qoiz avalia-la pelos cHeilos, dei de
rol> eum o egosmo.
Vejamos,
A conviejao do escriplor revolncionario lem dif-
iranles origens. Nasce de orna Iradircao de fami-
lia ; he o fruclo da leilura de algum aulor favorilo,
ou resulta simplesmenle das inspiracrs do inslinclo.
Einbor., porem, se rorrompesse a Iradicrao, o livro
menlisse, o o inslinclo enganasne, o escriplor revo-
lucionario, como o discpulo de Pwhagoras, acredi-
tara' sempre lias palavras dn mestre, e aqui temos a
leima, oo cerrara' os albos a' evidencia, para nao
dar um documento da sua appreciacao ; e aqu te-
mos o egosmo. Puncas vezes, muilo poucas, a con-
vicio tle que faz pedestal he o resultado das Turcas
combinadas do senlimento c do raciocinio, e, aiuda
as-im, nesle ullmn cao, vae-*e ronstiluindo, pouco
a pouco, era perpeloo eslado de btrra, romo o mi-
nislerio actual, por cito mezes, em eslado de dicta-
dura, sem dar por isso.
Com o andar dos lempos, esta conviccao asime o
aspecto de urna venladeira monomana.*, Pobre en-
Uo do escriplor revolucionario Amarrado a'* an-
cas desle corsel furioso para me servir da arrojada
imagein tle ara grande poela ) o novo Mazzeppa
galopa no perigOSO alalho qae separa o sublime do
ridiculo, e onde, perdido e allribulado, corre, va,
cabe e se levanta doido varrido, ou hroe em-
poeiraoo.
Cliegada a ole pnnln, a conviccao he o solador
mais enrgico que pode imaginar--"..-. Collocada en-
lre os olhos e o Doraeaa do escriplor revolucionario,
desviara' delle a rellexao, qoe o allribulo mais pre-
cioso da humana arganitaclo. De p, sobre as rui-
na, como o genio da (lcslroc;ao, o escriplor revolu-
cionat"t asislira', ao mais vilenlo cataclismo, sem
que a tempestades polticas, que se desalam a' roda
delle ein violentos redeniuinltns, desfraiizam as ru-
gas ferozes daqoella estatua niedutha.
Tal he a existencia do tigre sobre as areias do de-
serto.
O escriplor revolucionario t-tn a simplicidade de
acreditar qoe achou em sua penna a f.unn.a alavan-
ca de Arcbimedes, e, mais feliz que o gemetra tle
Sirarosa, anconira na vaidade um ululo ponto de
apoto. Innocente illusao, que lite proMelte a queda
tle um ministerio, apenas os lucos omiiipnlentes da-
qaelli tremendo artefacto espiriart-m'uina senlenca
de morte contra a uns robusta adminitlraela !
A sua Itlleratura lem um sello especial. Ouautlo
a escripia to nosso revolucionario apparece estam-
pada ama folha de papel, diris que n anliaiunio
do- lypos Ihe Iraosmillio, junlameule coin a frm,
as qualidades resultantes do peso e ta cor. Esma-
sa o espirito c ennegrece e enluca o enlhusiasmu.
Chama elle a islo ser espamivo, mas eu nao po*so
admittir semelhante etpantao.
t)s revulurionanus ta cottvenr;ao frauceza *,lo os
nicos modelos que pretende copiar. Nao seria cora
efl-ilo mais til, para elle e para mis. que, em lu-
gar de qaeimar pestaas para -.dqutrir o atrojo tle
Robetpierre, a tirolencia de Maral e a energa de
llaiilon, se contentaste com estu lar as verdades fun-
dainenlaes ila tscola de Chateaubriand? Olanlo
mais que o commercio quotidiaoo dos escriplores da
revolucao Ihe faz commeiler enormes disparales, co-
urna cata. Ue aqu 1 Sm. Alguma pri- mu o de citar De-moolins a proposito de leinperan-
ao mu. Mas cs
mesnio. Mas porque o prendera '.' Porque es- I neucia.
a barbaramenl
PHANTASIA DIABLICA.
I.aiiilnh.mo una noile pelas ras oesta cidade,
que se chama cidade de Vigo, viraas a' luz de om
candeeirn, que aeab.iva Je lineal son ultimo re-
llexo, um hi-niem de perlo de cincuenta anuos, que
iiemnii.trata por sua atlilude nm grande senti-
mentn.
Movidos pela curiosdade aproximamo-nos del-
le, o qol ao divisar-no! exclamou com voz do-
rida :
-toem quer qae tejan), senao queris enlriste
cer vosso raminho com o espectculo de minha mi-
seria, passai aoianle.
O silencio da noile c o lom com qr.e pronunciou
estas palavras, rtespertaram em no-so animo urna
pungente conosidade. Por oulro lado, ha ja lempo,
que estamos acosturaadus a passar as nciles em cla-
ro e os das escuras, e para nao perder o nosso ha-
bitual cosime, decidimo-nos a desetbrir o segredo
das dores daquclle homem.
Bom amigo, Ihe dissemos, vossas pena* e os mu-
dos que apreaenlaii n'atM noile fngidissima, com-
muveram-tios sobre maneira : lende a lo la le de
uos referir quanlo vos acontece, e licai.cerlo, qoe,
se ["lennos alliviar vossas dores, o farcino- com
smalo gosto.
Anda nao haviamos bem pronunciado eslas pa-
lavras, quando, dirisindo-se para nos o myslerioso
personagera e dando um grande pou:ap n'tiia cao
em que nao haviamos reparado, nos convidou a
montar sobre seu dorso.
Confessanaos, que apezar de toda a nossa curios-
dade e amor as aventuras rara, livenios medo ; nao
podamos p:rm ja retroceder c montamos as an-
cas do cao, soguraudo-nos as alias do casaco do uos-
so incgnito.
Apenas arraojuios, o animal emp elieti leu urna
carreira verdadeiramenle furiosa, e no couduzo,
alravessando ras desennhecidas para mis, porque,'
ao percorre-las, o funesto cao apaga va com a cauda
os candeeiros, que as nllumiavam, a urna caa de -
pedo anligo, ante a qual paruu, dando um latido
lastimoso.
O meu companheiro de viagein abri as pernas, e
o tremendo caotarrac desappareceu como por en-
canlo, l.neaiidu-me o chapeo ao chao cora a ua pel-
luda cauda.
Segai-me, disse o mystrToso personagem ; e
obedecendo maclnnalmente .'s suas ordens, comee.i-
raus a ambir.
Alr-vessamos mis poucos de corredores, e depuis
tle subir mullas escadarias, o meu conductor deu
Ires p.nca i,,, n'uma porta meia desconjunlada, e
poneos momentos depois nos achamos n'uina estrel-
la habilacao, onde e-tava urna joven, cujo rosto ma-
cilento denotav. urna vida passada na insuinnia e
paixoes.
O meu conductor, saudou-a, e disse:Apresen-
lo-te esle amigo, qae deve ser joni.lisla, segundo
colligi da sua curiosdade.
A joven olhou-me com uns olhos onde brilhava
qrn r.pcor- q^e ma ter. estrsmibcer. e depois de rae
iimtiari, s
mexicanos.
(>uro.OtjeM hespaiihol.s.
en Portugal, guan- ao sexto seulido d. quea"lrata """"" de SS, "l,,HS
Brillal-Savarin, tera'melbor alo fallirmaa nltao. (Vmk i""'15
Assim vive o escriplor revolucionario al que I Fala raliiilni ^^^* '
morte o sorprenda ., meio eaminhe di salvacle da "^a?.-"-1*^1-
palria. Ilescancara' entao no campo do eterno re-
pouso, guardando-llie ascinzas eslalua do Mau-
zoslo, e seriiido-lhe de urna funeraria aquello ce-
lebre copo deque falla urna decima do padre Ma-
cado.
I.er-se-ha sobre a lapide a segaiule insrripro :
Aqui jaz K foi bom pal, bom irmiio, liom amigo,
D.-lhe, caminhaute, a esmola de urna orac,o.
E acrescenlando as quali lades do defuncto a da
o petaimo poltico o seguirs avante caminheiro, por
que delle he ja (pela contriccao qoe leve a hora ex-
trema) o reino do co !
A.
.Bei e Ordem.)
8 -JK-mti
. In>aaj
. I6^aaj
. 9*M
.-.LHANI'E'iA.
Rendimenlo do dia I a dfi. .
dem do dia 2~.....,
1JBW
JI2:Jair.V,t
;>-">.Tr:i5iiiiH
lTi^i-u,,,
Detcarrcsam hofe SU, de marro : ~*~
Bares americana J. Wilshfariuba "a fazendas.
Barca ingleznOberonbac.lhan.
Barca inglezaLindaIrilho de ferro.
Brigue suecoEmilferiaba de trino.'
Patacho brasileirullennqoe__iaem.
Brigue porlugueaBom Succetsoazeite. |-,w..
cera. "w"Tr
Brigue porluguezl.oia IIIdiversos seeros
Brigue harabuigoezAmazonasmerr.dorias
Barca fraucezaOlindacarnelo e aatjtfjjajj.
I alacho araericaoo Korslerf.rinba e bolarh
..'I.Nol I.AIIU I,ERAL
Retidimento do da I a 26. ,
dem do da 27. .... ,
i bolachmha.
asassem aeinpre em da-
lia, rom qoa o escriplor
uminar o painel carun-
to social '.'
h -e.ii.-.-n.e am lio" rTiifar >MKs-io desprezador, disse-me
Eu
on a poltica
Confesso que o golpe foi direito ao curaron, e qae
aquella phrase me causn mais impresslo, que a car-
reira satnica do cao. Cravei meu* olhos atlunilos
no seu semblante, e nelle vi marcados ledos os ves-
tigios das mas paixes ; iralei de sahir daquelle sillo,
e o hometfJmysterioso, que ale entao linha eslado
calado, me diz
.1 -o-noli.ia "nao sahirn emquanlo n3o contem-
plares bema deidade a quem lodosos morlaesrendem
cullos debaixo de dilfereutes pilases.
E qoem s lu ? pergunlei eu tierra.lo, filando
minlias vistas vacillanles no seu rosto, que me pere-
cea horrivelmenle sinislro.
Eu sou, me responden, o que se recreia cm
buscar aduladores, que quimem lsense em honra
desla prostitua ; eu sou o qoe fa^o, que aquelles,
que se abracaran! amigos, se a*ssssiiiem com a peo-
na ; eu sou a nuvem da poltica to mundo ; eu soo,
emlim, o diabo.
lim Iremor convulsivo se apoderou de todo o meu
ser : fiz o signa I da cruz e calii desmelado.
Depois sent que me levanlaram, e, entre Ji-lbu-
ciante e convulso atrevi-me a pergeniar :,sjbs que
de boa f usleutam as melhores doatriaa^el ir,n"
cipios mais benficos para a.sociedade, o tnreilos
do homem, as mximas da moralidade com o exem-
plo e com a prdica, que os espera '!O mcu inler-
luctor respondeu-me, soltando um sorriso verdadei-
ramenle satnico :
tt A calumnia, se he honrado econseqoenle.
A nota de eslopido, se he generoso ; e por ul-
timo cahira' apupado e escarnecido. *
Parli tlalli sem drspedir-me ; lancci-me na ra, e
a frialdad- da noile despertoo-me e fez-rae coiihe-
cer, que nao linha sahido da cama,, e que havia es-
tado a sonhar.
ESTATISTIC.x DE LONDRES.
Pnblicou-se a eslalislica de Londres, lelaliva ao
anuo de 1836. t> nasciraenlos roonlaiam a f&JBSt
ohilos 57,768. ,\ populacao tolal de Londres era
no meio do anuo de 3,616,248 pessoas. Do* naci-
menlos sao-fi.lo'J vares, e i2,,)7i feraeas. A po-
pulacao cuinpte-se de l,22.'i>4G varoes, e 2,:iK),702
l-iin-a-. O numero dos ohilos foi menor que em
cada um dos aunos anteriores de I8.1. Contando
os eslratigeiro* e mililare* que lollaram da guerra
do Oriente, ha actualmente em Londres (H).0()0 ha-
bilanles inai-que nu Is.V,. Dos oliilos, 10,:I8I fo-
rarn nos lili estabelecitnenlos de caridade que con-
lem a melmpole ingleza. Eulre as causa da mar-
tes .1 de maior algarismo he phlysica, qoe figura po-
7,1% casos, e as molestias nervosas por <,(>88 ca-
so*8 de fri12 por ensenen amen (ti(ti por abu-
so* de bebidas alcoolicas 112 por ferituentose 81)
por dillerenlrs actos de violencia.
(I.ei e Ordem.)
Y
ftnbcacao ap&ibo.
Nao se adiando provado pelos documcnlos tle fo-
lhas cinco a folhas qoarloze, coufrunladas com os
depoiineulos das teslemunh.s e a denuncia de fulhas
setenta e cinco, a folhas nilenla e quatro, haver o
denunciado Antonia dos Santos Vital, profes'tir pu-
blico de inslruccao primaria desla cidaiie, largado
ainda qne lempnrariamenle u txerticiu a seu magis-
terio, sem pretia licenca do legilim) superior, e nem
Iambem que *e baja portado com desidia habitual
no desempenho das suas respectivas funerdet, cons-
tando antes pelo conlrariudus autos pelos'docuraen-
los a fulhas vinle, e folln trinta a cinco a folhas
quarenla e seis, haver elle comprid 1 cora os deveres
que dizem respeilo ao seu magisterio, sendo que se
em ililterenles misleres se lia por vezo* orcop.do,
sem que dellcs faca profissao habitual, tem sido as
horas vagas, tora diquellas cm que he obrt..a.-o a ao aativgt) desle juico I i.incisco'lg'i,
MrJjattj|E;N
!r9:*t77
IVERSAS PROVINt;iAS.~"
Reiidimenlo do da I a 20. 7-tKi-i
dem do di, 27....... x5Bm
7:577j7:i
DESPACHOS DE EXPORTACAO PuiTa MBSV
New-iorkItiate americano Fling Esle, d|*ersas
carregadore., '.I98 urcas asurar.
Porio Brigue portuauez oS. Manoel la, diversas
cu if--adore-, ju accos assarar, 88 caira
PodoBarca portugueza Bracharensea, diver**.
carreg.dorss, 26U saceos e 2 barricas estocar 7
cascas mal. *
Lisboa-Brigne porlagoez -Viajante., diversos car-
regadores, !) cascos mel, 7t couros, 80 ceas n.
anear.
PorloBrigue brasileo tt Despique-le Reiriza, di-
versos carregadore*, :Kt carus mel.
MarselhaPatacho francez lieorge.., diversos car.
regadores, 200 saceos assoear.
Buenos-A}resBarca ingleza Conbealhe, diversa*
carregadores, O pipas agurdenle.
xpor!acao .
Paralaba do norteLancha nacional Canetelo
Mor da* \ 1 rindes, condozio seguinle : 107 Tlamo
gneros eslrangeiros. 20 meins sola, 5 molhnt M
pellas de cabra. I cana., pares de tpalos Uamen-
cos, 2 canas 200 libras de r.p, 1 pacota r dorias
desapalosde couro de lustra, bu esleirs de carna-
uba.
Paco de CamaragibeII iata nacional Santa Ln-
7.1 ', enn lu/10 o eguii.ie : -i'.t vt.lurnrs generanea-
Irangeiros, :, barricas bolachas, 10 arrobas rente
secca, 3 bahusde tulla. 2 laixas de cobre. 16 pal-
mos de dito, I chapa de fuc.10, 3 aallins com pertea-
ces, I sacca cirio.
Rio 1,ronde do sulBrtgoe nacional Bem Jesua
conduzo o seguinte : 7:Ui barricas a.socar branca
130 dita dito mascavado, 100 sarcos dito branc
New-YorkPatacho uglez -tiold-nag, rao .la-
zo, o segoiote : 1.800 saceos com 9,000 arrobas de
assucar mascavado.
KCKBEOOK1A IIK RENDAS INTBKNAS tiE-
RAES DE I'ER.NAMIIUCO.
Itendimenio do dia I a 26.
dem do dia 27. .
. 39.-fOi-V.2S
TNBJrVi
:t'l:82li790
CONSliLADty provincial!
Rend.mento do da I a 23. cr,:7IW0K
dem do di. 21........ UtSm
&o*imuutP sc? pot p.
navios eulrados no da 27.
Montevideo30das, polaca hespaubsla latela
de 202 toneladas, rapilo Maleo l'rurk, eqnipa-
gem LI. carga 2 bOH arrobas de carne secra ; a
Ifalilur e Olivera. l'erleucea Barcelona. Segu -
p3ra llavana.
Liverpool30 das, barca ingina aupas**, dr
37.] tonelada*, capiao I. S. Orr, eqninaajttn lli
carga faz-nas e in.n, gneros ; a Asile) A. C.
Perlence a Liverpool.
Bio de Janeiro a Babia12 das, e ds ultimo perlo
3 das, vapor ingles Normano, de 116 taaelao.,
commandanle Jaime Vallnl, eqoipagam M, carga
rafe e maisgeiietos ; a Aslley & C. Perlence a
Liverpool.
Philadelpliia-------35 das, patacho americano aFais-
ler de 1 "1 toneladas, capillo A. Croweil, eqsn-
pagem 7. carga 1.100 barricas com fannha de
trigo ; a llenry Forster & C. Perlence a Bo-lrm
Navios sahidos no mesrao dit.
Rio de JaneiroPatacho braailairo Esateraataa.
capitn Francisco dos-Saatos Jomar, carga asan-
car e agurdenle.
LondresBarca ingleza oLondona, afilie William
Shereum. carga a mesnrk-qne Irona.
Liverpool pelo Ceara'Barca ntfiea Laacastria,
ciiuia.. John Flooe, carga asaocar.
&tu<*.
O Dr. Anselmo Francisco PeralU, camrnendadar 4a
imperial ordem da Besa o juiz da direilo especial
do comraercio, nesta cidade to Recite, provincia
de Pernambuco, por S. M. o Imperador qae Beta
guarde, ele.
Face saber aos que a prsenle caria de editea vi-
rem, e della nolicia tiverem, em coma Uarte Bar-
ga* da Silva me dirigi a pelirao do Ihoor tegniale :
lllm. e Exm. Sr. Dr. joiz de direilo dot
lecinnar, supradilos dorameutos de folhas Imita
a cinco a fulhas quarenla e seis, e citado* dcpoimeu-
Itis de lolhas denla e cinco a follias oilenla e qua-
tro, o que parece nao Ihe ser vedaro.allrnl. a dis-
posicao da lei provincial numero 369, de 11 de malo
de IN.Vi, art. I7, .- primeiro ; asslin romo que se por
ci.Diz Duarte Borges da Silva, morador 1___
dade, commercianle, com luja de fazendas, qae An-
tonio Jacmlho do Coole Saarat se cha lera della
sem que se pusa determinadamente fizar a termo
011 comarca deila provincia em qae elle reside, e Ihe
he devedor da quantia de I:072?270 rs., de om.
le Ira aceita pelo suppbcado, a qual se vencen em ti
de? Janeiro de 1854, de caja data icm decorrido o tu-
ro estiplalo na mesma, e P'-rqoe o saprdicada Ihe
nSo lem paso, reqoer o Sopplicanle a V. se. srva-
se de mandar notificar pera na pnmeira aadwncta,
depois de ellrclo.da a citaro, ver assignar es 10 din
da lei, dentro dos quaes devet.' o upphr.do allegar
os eus metes de defeza, sob pena de ser eondem-
nado 110 principal, juros e cosas, sendo o sopplican-
le .dimitido a justificar a ausencia Jo uppliceda,
marcando V. fcxc. em sua senlenc. qae jolgar a 11.-
tificaro, um prazo razoavel para afliiac,ao e paali-
racito dos ethio nos lerm da art. ; 1 .in recu-
la m en i o n. 737 de _:"> de noteinbro de IH.O, per,a de
retalia. Pede a V. Exc. defcnmeolo.E B. Me__
Nunes.
E mai< se n.lo conltnha em dila pelirjo aqoi trans-
cripta, a qual sendo-me aprasenlada, profer o atea
despacho .10 Iheor secutle :
Distribuida justifique. Recite 17 de marco de le-YT
A. r. Perelli.
E mais a nao coiilinha nn meu de.pacho aqu co-
pia,lu. em trade do qual bu a pellejo dislnhoida
iacie de Torres
llautleira ; e n Mipplic.nte produ/10 at suas I___
mnita-, que justificaran! a ausencia do tuppliradn
em hjgir na sabido : e sobin.lo os aulas a' mtb,,
ronclusao, profer uelles a minha sealenra do lne.er
sesuiuie
\l temiendo
a niquii :c.i,i de folhas i. jolga nst>
ainarell 1, e que eonlinna a inorar senle uell. ; cha-
mamos para ralo a .itlenraa ,1a polica.
Essa historia de partidos demtisic.it hei-
panba e policia em quanlo nao acairelar alsum
sii--re--n funesto, nao terminara' Na qninla-feira
a noile, na ra Nova, um opposicionista as aleas
da polica, algom m -loque tleslimido hrad-uimor-
ra a hespanha .-m eccasio que passava a ban-
da ti
foi I
irabalhar em rheio Ora, na verdade, o espirito
de partido em nossa Ierra lem al invadido a ciarte
quando cerlos luinislrot que nao fio ta no sen. ou
que nao ihe agradam fazein dcclarat;oes d'amor a
juslira e a legalidad*.
Nesle ultim ca-o he ferroso reconliecer nnei so o 1
escnpl, r revolucionario na" pralira a cor e/ii L V" :,rU:"""'-,,U "? "sP"vo> amos que ficam
lo minos sabe cemprehende-la. i fm meu l""1r ""'U' a' +?. m< r'i"""n- e
,. ta vai na verdatlesem cousa que diiM.la fac,por mim
Fica pois claro como agua, qoe a musa que Ihe escrivAo. ahaixo, subscripta e astiguada 'conferida e
asaopra Inspirarlo agua as nulos o barrete phn- concertada un oofiicial Iambem altaiao na forma do
- il,l.r l.n.slrM.ilt.lit-......,|; cu. e apetla a entura o .venial rorrespondenle. rt.1i. ettylo, nesU cidade do Rio Fortros- comarca de
malis.no, toda pregada e bem composta, e que eroa das do mez de fev.reiro do anno do nascimenlo de
ptcilicamenie ao ctnlo do foga. segura conlra 01 Notto Senhor Jetas Chriito, de 1837, :I6- da iode-
tenlura everceu nettt cidade, sem previa autor.,.- v.d. a ausencia de Anl.nia lacinia de Coala So.re.
r.10 do director sera empregos administrativo d. |em lagar i.a.t sabido : pelo que mando qne aria ci-
nomeacao provincial, enlendendo-se pore*les os de lado o mesmo Soares por edila, pasando-se r.^
ajudante do procurador ftscal.e snb lelegido supplcn- pecliva carta cm o praan de :I0 das ; linda gu.l a
te.levc isto luSar,ssundo ve-se dot auios, aulerior- havendo se por citado o ausente, se Ihe Horneara t
ente a citada lei, que o exise, sendo que c depois rador, para rom este correr o feilo r seos de-
termos ; g pasar .1 ju-nlirante a castas. Ilrru
de marro de IS ,7.Anselmo Francisco Perelli
E mais se mo rontinha na minha enlet.c.
copiada, ein t trade d. qual o referida esemaa
patear a prsenle carta dr e-lilns, com o pr.ro .-,
das, pelo Iheet ta qual chamo, rilo, r hei |mr r
to au suppbcado Atibuno la. iiiIIhi de Coulo Sta
para que dentro do refetidu prazo comprela n
ju.zo par. allcsar a ua defeza por todo a-cooi
n. pelinlo acuna lratiscr.pl., ,,,1, p,n de pro-
a causa seos lermos a su. reved. ; par I- nlo I.
Sualquer pe.-o., prenle, amigo, nn Cunbeci.
fer.do supplicadn pudera' fazer nenie o um
ma lica dito. ^
E para qoe rhegue a noticia da ledos ni
pasar edilaea, que aataw afiixados nos lustres ,1.
luuie. e pubbra.io p la imprensa.
Dada a pesiada nesta rajada do Recite am 11
marco tle |87. Eu Ir.inc,.,-,, Igt,,,,,, d -." '
Bandeira. escrivao do joizo especial do comntrr'ctl
tubscievi. ^oarnercia
jane.ro He IN 11,.Manoel tote Ja silva Neivas
E mais so nao conlii.li.i em dila senlenca de dos-
pronuncia, que eu escrivao abaito asaignado, bem e
lieltneiil- liz exlralur a presente e a propria orisinal
Anselmo Friocis*. p.,,,,.
MUllD*I5t7
ILEGIVEL

-
'


O cidadao Joilo Francisco I! istos, jniz de pai do se-
gando dislriclo da freguetia do S. S. Sacrimeolo
do bairro de Sanio Antonio dacidade do Kecife de
Pernambuco ele.
Fajo saber ao. que a presente carta de editos v-
ii' i), dell noticia liverem, qoe Jnaqaim Fihppe
da Costa e Vicente Ferreira da Coala, me dirigiram
a pelico da nianeiri seRuinle :
_ Joaqun) Filippe da Cosa e Viceute Ferreira da
Costa, querem chamar conciliario desle uiiiu a
Manoel Jos Freir de Andrade, para conciliatoria-
mente Ihes pagar a quimiia de 517811:1 r'.. prove-
niente, de dous prazos vencidos de urna liypotiieca
que lem sobre toa escrava Francira, requerem a V.
S. dignease do u mandar citar con, a pena de liaver-
se por nilo Mnettiadoino caso de sen nao compareci-
mento, dainlo o escrivao a cerlid.lo do resultado. E
rorque ueste mesmo jui/o ja so Icnba justificado a
ausencia do supplicado, e a incerteza do lugar em
que elle se aclia, requerem inais os supplirautes que
a cita cito seja por eitos eom o prazo de quinza das,
visto como ja o tein sido a requerimenlo de oulros
credures, como pruva rj:n o documento junto.
Federa a V. S., Illin. Sr. juiz de paz do secundo
dislricto, assim Ibes delira. E 11. M. Domneos
Jo' Marques.
E mais ailo ronlinha e nem nutra alpuma cou-
sa se declarava em dita peticAo.a qual scndoine apre-
aentada, dei o meu despacho da forma scgoinic : Ci-
le-se por edilos na forma requerido. Segundo dis-
lriclo da freguezia do Sacramento do Itecife, Ji de
Miarlo de 1857.Bastos.
E mais se nao nao condal, e nem outra alguma
cousa se decUrau em dito meu despacho aqui fiel-
mente IranscriploTem virlude do qual oescrivAo des-
le junu passou a presente carta de edito com o pra-
zo reqoeridu de 15 olas, pelo I''*'' d" 1ual chamo,
cito, e hei por cilado ao supplicado Maiicel Jos
Freir de Andrade, para que dentro do prazo ueste
marcado comparen-a na primeln audiencia desto jui-
zo afim de se conciliar com o supplicanle sobre lodo
o allegado em a mesma petizo cima transcripta com
a pena de se proceder a coiicilhic,ao a sua revelia :
pelo que a toda e qualquer pessoa,parenU.amigo,, ou
condecido do supplicado pee o faja setenio do pr-
senle edital.
E para que cliesue a noticia de todos,mandei (Ma-
n editaes que ser.lu aflixados pelo porleiro dos u-
ditorios desta cidadj^no lugar do coslume, e sera'
publicado pela impreosa.
Dada e passada neste secundo dislricto da fregu-
lia do S. S. Sacramento do bairro de Santo Antonio
dacidade do Kecife, aos U% de iiiairn de 1857.Eu
Innocencio da Cunha (joianna, escrivao o escrevi.
Jujo Fraucisco I5.i-.ln>.
DIARIO DE PERNAMIJUCO, SABBAOO 28 DE MAltgO DE 1857.
\

\-
I
i
Nfio lendo-se effectuado a cncommen-
da e compre, annunciadas para hoje, de 4
a 5 mil barricas de botn cemento,necessarias
as obras do mclhoramenlo do porlo, visto
como smente foram entregues duas propos-
tas, unta dcixando de declarar o preco liso,
nao podendo assim entrar em competencia
com a outra, o que alias era de mister em
beneficio dos interesses da fazenda, manda
olllm. Sr. inspeclur fazer publico pois que
tica isso transiendo para o dia 31 do crren-
te mez, pelas II horas da manhSa, a vista de
ptopostas apresentadas. nao oilereceudo o
citado inconveniente.
Inspeccao do arsenal de marinha de Per-
nambuco, em 23 demarco de .857.O se-
cretarlo, Alexandre Itudrigues dos Anjos.
O lllm. Sr. regeJor do Cymnasio man-
da convidar ans pas orreocrespoadentes dos
alumnos do'mesmo Gymnaso7~"p"*a^ailtra-
rem com a peuso correspondente ao quar-
tel que lem de principiar etn abril prximo
viudouro. Secretaria do Gymnasio provin-
cial de Pernambuco -21 de marco de 1857.
secretario, Antonio de Assumpc.no Cabial.
O procurador da-camara municipal desta
cidade, declara aos senhores douos de esta-
belecimentos sugeilos ao imposto anuual de
2je 4i rs., que no ultimo do crrante mez,
liuda-se o prazo, para o pagamento do mes-
mo imposto ; incorrendo na pena edisposi-
ces do art. 32 do regulameuto n. 300 de 15
dejunnode 1844, aquelles que deixarem de
sattsl'azer seus dbitos at a data supra ; as-
sim como que devem os uiesmos senhores a-
presentarem o conheciment do imposto ge-
ral, sobre lojas e casasldc discontos, relati-
vamente ao primeiro semestre de 1856 a 1857
sem o qual nao poder ser recebido o impos-
to municipal.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Olllm. Sr. inspector da tbesourarta de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de un a tres airaos,-!
que comecavam a corier do i.- de julho pr-
ximo futuro, o servido da capalazia da al-
fandega cesta mesma provincia,ja quem por
menos lizer ; matores ou meluores vauU-
gens o'erecer em favur da fazauda, e que
nos termos do art. l>4 du regulamenlo de 22
de juoho de 1836, o referido cuntrato andar
r em praca por 30 das consecutivos conta-
dos do 1.* de abril prximo (uluro em dian-
le, e sera arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a 1 hora da tardo, peanle ihe-
suura la. Us prelendeules comparis ni com
seus fiadores legalmento habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesourarja de fuzonda du
l'ornambuco 2 de marco do 1857.O ollicial
maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
D1RECTOUIA CBRaL DA INST1UCCAOPUBLI-
CA DA PROV1NCU.
Pela respectiva secretaria, se faz saber a
quem convter, e interessar, que se acha mar-
cado o prazo de 6l>dias a contar na data des-
to para inscripcilo, e habilitado dpscandi-
datos que se queiram oppor primeira cadei-
ra de inslrucgo primaria, do segundo grao
do bairro da Boa-Vista desta cidade, e que
por deliberacilo do conselho director, cm
sesso de 30 dejan o ultimo, com appfo-
vacSo do Exm. Sr. pt -idela da provincia,
foram designadas as n erias, sobre que tem
de versar oJIuicurso mesma cadena, as
quaes sSo, itsi chisque consliluein o ensi-
llo do primeiro grao, as tnesmas comprehen-
didas na segunda parte do art. 47 da lci pro-
vincial n. 369 de 14 de maio de 1855, meuos
agrimensura, pria*pi0 de scioncias phisicas
applicaveis aus usos da vida, nocoes de m-
sica, exercicio de canto, e gymuasiica.
E para constar, se mandou fazer pela im-
prenss, a presente publica^o
Secretaria da di notoria geral da nstrncco
publica em 27 de marco de 1857, secre-
tario, Francisco Pereira Freir.
RelacSo das cartas seguras, existentes
nesta adminislracSo, para os senhores abaixo
declarados :
Antonio ConQilves Ferreira.
Anna Joaquina Pires Ferreira.
Caetano de Castro.
Francisco das Chagas czerra Alvares.
Francisco Igna io dosSaqtos.
Justina Lins Machado.
Joaquim Al ves rreitas.
Joaquim Augusto Sigucira Lima.
Joaquim da Silva Pereira.
Joo Antonio da Piedade.
Josepha Joaquina de Vasconcelos.
Jos da Costa. Teixeira.
Jos Ribeiro de Vasconccllos Jnior.
Lino Jos de Castro Araujo. ,
Matcelino de Souza Lima ().
Manoel Candido de Araujo Lima.
Manoel Jcsltibciro Bavaicanli Lima.
Sehastiao Arruda de Miranda,
i)Sr. Antonio Lopes Rodrigues, queira di-
ngir-se a adminis raqio do correio para re-
ceber urna carta viuda da Parahilia.
CONSELU'.) ADM1MSTRATIVO-
conselho adminislractivo tem de contra-
lar para o fornectment'i dos gneros abaixo
declarados, para o rancho da enmpanhia dos
aprcudi/es menores, durante os mc/esdu a-
hTJI, maio e jurtho do correle anuo :
^s-ucar smenos retinado, caf em grSo,
cha pywn, pfles de i.oncas, manteiga fan -
ceiii, arroz, bacalhao, carne secca, uila ver-
do, farinha de mandioca, l'eijo prelo, ItiUCl-
cinlfo de Santos, bo achas, azeite doce, vina-
gre! elenha.
(Juem quizer fazer dito fornecimcnlo.aprc-
p|ikc as sitas propostas etn carta fechada,na
-Vetara do conscllio as 10 huras do da 3i
Aunarcu do crtente.
,(1(3ala das sessdes do conselho admimstra-
para fornecunent" do arsenal de guerra
n de marco de 1857.....Manoel Ignacio
"'Icio, major presidcnLo interino.Bernardo
r^'feira do Carmo Jnior, vogal o secretario.
0", CONSELHO ADMINISTRATIVO.
* conselho administrativo tem de comprar
de e.guuitb :
sa.id Para a obra do qtiarlel da Soledadc.
aijirfaboas de iouro de assoalho, duzias 3,
relaos frniicezcs, libras.10.
Obra do hospital regimeotal,
propostas cm carta fccheJa. na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 3 de abril prxi-
mo futuro.
Sala das sessdes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
27 de marco de 1857 Manoel Ignacio Bricio,
major presidente interino. Bernardo Perei-
ra do Carmo Jnior,vogal o secretario.
Pela adminislrac,Si> da mesa do consulado dea-
la cidade se taz publico que, cm observancia ao dis-
pnslo noarl. Jlll do leulameiilo de 22 dejunho de
1836, se bao ils arratnaiar em hasta publica, por ser
seero sujeilo a deteriorar;!,, un da 31 do correte,
a 1 hora da tarde em ponto, e a porta da mesma re-
parlicao, 80 barrilinhos, conlendfl KK) libras de do-
re de calda, vahadas em 10NKMI, us quaes edando
a embarcar na escadiuha do Collegio, aera o compe-
tente despacho para bordo do briju- nacional a Rom
Jess, foram apprehendidm pelo guarda da mesma
repartiese', Francisco Eg>diu de Luna Freir, sendo
a arrematarlo subjeita aos direiloa de exportaran.
Mesj do consolado de Pernamboeo, 27 de marj de
1857.O administrador,
Jofio Xavier Canieiro da Cunha.
RIO tendn comparecido no dia 26 do rorrete
numero sufl'n-iente de pewoai do rommerrio para
rontralar-so o forurcimeuto dos gneros alimenticios
pravas arranchadas 1I0 balalhflo no trimestre a de-
rnrrer de abril a junho do presente anno, o con*e-
Iho econmico do nono batalhla de infantaria, man-
da declarar licar espacada a poca da concurrencia |
ale 28. as me-mas horas declaradas em os annuncios
que sobre um lal lim salii'am.
0"arlel na Solsdade, 26 de marro de 1S57.O l-
enle secretario,
Jos Francisco de Moiaes e Vasconcellos.
em 3 actos, ornado com a banda de muzica marcial,
e tropa,
0 NOY DESERTOR FRNCEZ
Joo Caetano (ara' a parte do capitn Valrour.
Rematara' o espectculo a mu graciosa comedia
em I arto
s Costureiras
As pessoas que encommendaram camarotes e ca-
deirs, queiram ir batea-Ios at aabbado as 10 ho-
ras do da.
Principiara' as hora do cosime.
THEATRO
DE
THEATRO
DE
santa Isabel
Recita livre d'assignatura.
DOMI.NT.O, 29 E MARCO.
Itepreseular-st-lia o drama de randa espectculo
SAIIADO, 28 DEMARCO.
lERKriGM
Concedido pelo couimenador Jo.lo C.ietano dos
Santus, a favur do
REAL HOSPITAL
PORTOGOEZ DE BENEFICENCIA.
Kepresenlar-se-ha a insigne tragedia em 5 actos
A NOVA CAST10.
Seguindo-se o acln da CUKOACAO.
Joao Caetano fara' a parte de I). Pedro.
Rematara' o epcclaculn a nava e craciosa co-
media em 1 acto
OSTRAS GENIOS FOMZOS-
Principiar as horas do costume.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
TERCA-FEIRA, 7,1 DE MARCO DE 1S^7. *1:
Recila extraordinaria em beneficio do cabillcnio do mismo !*
theatto, Fttderico dos Res. |
Depois que te eieculor urna brilhanle ouverlura pela orcbeslra, subir- a icena a Sjg*
insigne tragediaem 5 aclos ^"
WOW. CAST&O
* JJ ,
Desempenliaiido o papel de 1). Pedro-o Sr. Joao Octano. **
Fi-la a tragedia, cm obsequio ao benefjciado, o Sr. Thcolouio Jm de Souia esc- '$'
cutara' urna bella ~?B'
VARIACAO DE CLARINETA
Seguir-se-ha.1 jocoso dneto, por obsequio ao beneficiado,
HElUNnO E A POBRE
Pela Senhora Isabel Mara e Santa Rosa.
Terminara' o espectculo com a nova comedia em um arlo
OS TRES GENIOS FOGOZOS
-3K-
pareado meias de seda.
ditos Illancos.
porfo de botos de seda para balina.
oaixinha com mate.
par de ligas com livela de prala.
chascos de sol velhos, sendo u:n de seda.
moinho para caf
par de (velas de prala.
s samar ras.
sacco com fumo.
poreo de illorentes pecas do roupa, e
iiiiiidrzas.
400^000 de (;i'.sinc.\c\o.
Pogiram do engenho S. Jos, da freguezia
de Nossa Senhora da Luz, no dia 6 de no-
vembro do 1856, os dous cscravos seguin-
tes : Calharina, idade potico mais ou menos
35 anuos, de Angola, mas parece croiula por
ter viudo de menor idade, cara enmprid,
cabellos do cantos, niiri/ chato, heiQos gros-
sos, denles na frente perfeitos, orclhas rura-
das, pos grandes, com urna marca de ferida
ja vclha as costas da man dircita, e lem de
altura, 7 palmos o Ires dedos. Manoel,crioi
Attcnco
ras, consisliudo em uina grande qoaolidnda do
obras de mareiaeiria, novas cus na-, de difleren-
tes qoalidadea, vasos e mais enfeitei de porcellana
para sala, ditas de nisaimo marinore, riquis.unos
cortes de seda para veslidoa, encllenles looeadoa,
ptimos quadros de moldara doarada com lindas es-
tampas, candelaluus, lanternas, randieiras ile varios
modelo*, diversa* quiuquilhaiias, uina caixa rom
miudc/.as nuvas e de aosto, de varias qoalidadea, e
oolrai inuitos olijeclos, etc., que se echarlo palen-
lei no da do leilao no referido armaiem.
Recite 26domarlo de1857.Bernardino
de Senna Dias,procurador do consulado por-1 tura reguar, cara redonda, olhos fundos,
luguez. l de meio corpo, barbado, mas nao milito su-
(I agent Borja Iransferin o leilao, que devia : issaJo, tem os ps muito canillados, c os cal-
ler lugar no di. 6, era eeu arraa/.eu. na ra do Col-, canhares meios afovciradoS do I) chos, na I i/.
do crreme a li ho- chato, cor proU, pionas linas, hecarreiro;
a escrava Calharina fui dos Munizes do Alli-
nho, no anuo de 1855 foi presa no Kuiquo
em casa de um porluguez, c estove escondi-
da um auno em urna podra dQtraz de casa do
mesmo porluguez com um reo de polica, o
era su parida por unta tal Leonor. Assevero
; que ou le r>liver a escrava Calharina se acha
1 11 elo Manoel, que he inseparnvel dola ; a
ilit.-i i-.-,- .1 va lisso ai,s parceiros e a gentu do
povo, que voltava para a sua pedia, inicia
'slaria luda a sua vida, pois linda quem Ihe
desse de comer, e nuigiicm a descobriria ;
aviso que dita podra iica entre S. Bento, Pa-
"igaio e Buique, c que dessos tres lugares
111 a escrava grande coiihecitneulo : rogo
autoridades pollciaes, capitaes de cam-
ou qoalquer pessoa do povo, de appre-
itenderem os ditos escravos e trazo-Ios ao
estiio engenho quesegraticar com 200?,

I!. C. Vates k C.ompanhia: BStabeleeidos
no lo de Janeiro, t^a ra do los,.icio n. 40,
vendo um annuncio publicado cm ornadas
ralbas de Pemambuco polo Sr. Bartholomeo
F. do Souza, preveomdo ao publico que o
verdadeiro xarone do bosque s elle be
..........,>.., 1- .quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
lo. idade pnuco mais ou monos 25 anuos, al-l 1ue DOSSO larope he re ncllido do llio de
Jrnciro pelos cima proprettrios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacla do Sr.
Precisa-se do um hoincm pira entregar e-le
Diario aosasiiunaiiles : na preceda Indcpeiideueia,
iivraria n. 6 e S.
Compra-te um escravo erionlu de idade regu-
lar proprlo para servir de arraa/cm, liem como
urna negra inora que s.oba bem eoter e enuummar ;
na luja de Slqueira l l'etcira se dir' cora quem se
trata.
' Aluca-se o segundo andar do sobrado da ra es-
Ireila do Rosario n. :i, os pretndeme! dirljam-ee
80 irmao minislro da ordera loreeire de S. Francisco
morador lio largo ao Carino 11. 16.
(Juera precisar de uina ama forra para o servi-
co interno de urna casa do poaea familia, ou de lio-
ineni solteiro : dinja-scrua das Flores n. :I7, primei-
ru andar.
Jote Antonio Pinto, tu sciente a quem con-
vier, para que nao se chame a engao ; que desde
1V,~, ilion- aecao pelo juno commerrial do Cabo
contra Antonio Maria de Vasconcellos llourhon,
pela quanlia de 5 eonlot de res, por cuja execuiao
fra adjudicado o engenho Diamante, 110 valor de 21
contos, sendo qoe o eiecolado se auseutou para Se-
rinhaem com os ateravoi, nao s h\ |iolhecados, como
oulros que possue, e os Um veudo a diversas pes-
soas que de srieucia rrta saheui da execurilo. con-
tra cujas vendas prolael
todas utas nos iernios
novemliro de 1850, efmawj dispun;es a reipeito,
valo que us ecravo, que postas o cieculailj, nao
chegam para solurao de lodo o debito.
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar, para urna casa de familia : na ra da
Cadeia do Recre, loja n 45
Culileiro.
Em frente da yalrizda Boa-Villa n. S6, amola-
se toda e qualquer fcrrameiila, assim como se botara
nnvido em Mpinsarda e limpam-se espadas.
por cala um. EngenhoS. Jos, 05 de fv-
reiro do 1857.-Francisco Joaquim da lloclla
Falco.
N. l. Advirliudo que ambos os cscravos
corlam lingua que nem negros novos.
No da 21 do correnta mez, fugio o
prelo crioulo de nomo Cnofre, idade de 23
anuos pouco mais 00 menos, cornos signaos
seguintes : cor filia, estatura regular, refor-
cado do corpo, bem parecido, ar alegre, lem
os deutes perfeitos o bonitos, nSo tem bar-
ba neuhuma, fot escravo doSr Antito Jos-
da siWa, morador no riaxSo do Souza em
l'attellas doMitanda, para onde foi : roga-se
a todas as autoridades policiaes ecapilaes
decampo, a sua appr-hensao, e enlrcga-lo
em Panellas ao sr. Manoel de Souza silva
.doni'Vde^x ^t"0' r'"1;"1";"0 Rvd,.Sr- vi*,rioA-
lm.il dispoocoes r.sJei.'! P"*!"?de isodo.sVasconcellos. e no Itcci-
le a Joso Jernimo da Silva, na ra Dircita
n, SI quesegraticar.
liarlholoineo Francisco dq Souza, leu
do o annuncio dos Srs. l. C. Vates g Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser so-
monte verdadeiro o Xarope de bosque que
se vende tiesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Sanios, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que rocebeu dclles
propietarios, declara ao publico, que nao
dunda seja falso o sarape do bosque que
tambera vende ein sua botica, mas assovora
que elle he comprado aos mesinos Srs. K.
c Vates i Companhta, do nio de Janeiro,
como provain os documentos abat&o :
KIO DE JANEIKO H DE AGOSTO DE 1856,
O r. r.artli iiomeo Francisco do .Souza
comprou a H. C. Vates i& Compailtlil :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54$obo....... 2163000
6 duzias de t|2 garrafas com sa-
rope Jo bosque a 27^000......
Especficos I
5 para dp de tientes, h
:u Jos Anacalo, continua a sangrar e tirar Sj
j bem denles, chumba denles furados, separa ,-;
*;. bem os da Irente, e oppbca ventosas sarja- M?
-; ; das. Pode er procurado a qualqoer hora t.U
& nos seis das da semana, na ra na Cdinhoa 2,
g do Carmo 11. SO ; vende-se especificos odon- W
. lvicos, remedios infalliveis e muito pro- ^
'A P'io para aplacar e destruir as dores de (7\
denles pela caria, por la e JUDO rs. o fras- *
^^esle o diverlimenlo que o beneficiad^
publico p*rr(4rnhacano, de quem eje_raua benrr^f
rende os seos agradecimentos.
O resto dos bilheles acbam-te a venda por especi
na ra da Cadei do Becife n. 10, e no dia do aspee1

honra de ap, vilar
/5i,
:W
liluslr'-
eidi
i

n*>teo$
^S^
'V.
Para Lisboa so lua com toda a brevi-
dade, por 1er parte da carga prompla, o hri-
gue porluguez l.aia III; quem nclle quizer
carregar ou ir de passagem, para o que tem
cscellentcs com modos, trata-se cora os seus
consignatarios Francisco Severiano Rabello
6 Filho, ou com o capito na praca.
Para o Rio Grande do Sul
Sahe.com brevidade o briguc Mclampo, por
ter parte da carga prompla: quem quizer
carregar o resto entenda-so com o capilao
do mestno, Jos Monteiro de Almeida, ou
eom o scu consignatario Manoel Alves Guor-
ra, na ruado Trapiche n. 14.
Para o Rio de
Janeiro
Segn cm poucos dias o briguc nacional
Loio, capitSu Faria, para o resto da carga c
frete, Irata-se com os consignatarios Isaac
Gurioi Companbia,ra da Cruz n. 49, pri-
meiro andar.
RIO
de Janeiro.
Segu ncslcs dias o palhahole Piedade, a-
ioda recebe carga, passageiros e cscravosa
frete : a tratar com Caetano Cyriaco da C.
M., na ra da Cadeia do Recifc n. 2.
p,m:a o itio de Janeiro
vai sabir o palbabote Tigre, por ter parte do
scu carregamenlo prompto : para o que fal-
ta, trata-se com os seus consignatarios V. A.
de Souza Carvalho & Companbia, largo do
Pelourinho ns. 5 e 7.
Companhia
pernambucana.
conhecido palhboto naci
tem prompto dous toreo
ment para o resto, tr
consignatario Antonio l.ui
vedi-, ruada Cruz 11. 1.
I Dous -migos;
de seu cirrega-
.a-so com o scu
de Oliveira Aze-
Para o /*o d Janeiro,
o brigue nacional Veloz, Brctonde seguir
com muila brevidade; lem prompto melado
de scu carregamenlo : para o reslo e cscra-
vos a frete, para os quaes tem escolenles
commodos, irata-se con o sou consignata-
rio Antonio Lttiz de Oliveira Azorado, ra
da Cruz n. 1. '
Para o Rio de Janeiro,
aveleira e bera conhecida barca nacional
Amelia, pretende seguir nests 8 dias ; tora
prompto inetade de scu carregamenlo : pata
o resto c esclavos a frete, para os quaes tem
exccllentes commodos, trata-se com seu
constgnataiio Antonio l.uiz do Oliveira Azc-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Companhia
brasilea de paquetes de
vapor,
O paquete Guauabara, commaudanta o !.
lenle A Correia de llrito, espera-se dos
portes do nortea 31 do corrcnlc, devendo
seguir para Macen., Haba e Rio, depois da
demora do costume : agencia, na do Trapi-
che n 40, primeiro andar.
N. B. os escravns c volumes deenconi-
mcnila ou ca-ga sao engajados no dia da
Cnegada do paquete.
*^"
mi Tijolos de alvcn.rta, tnilheiros 2, ditos de
diilho, rompridos, milheiros 6, cal preta
*?lqueires200f dita branca, alqueires 12, tin-
l'a cinzenta, arrobas 2, oleo de linhac
Oes 4
O vapor 1GUARASSU', sabe para o portes da es-
cla du norte no dia 30 do correnle, as horas da
larde. A carga recebe-ae al as 3 do dia 28.
Uealcomp tnliiade paque-
tes ingiezesa vapor.
- ,:
1 *.
-'-"
- '
No dia 31 deste mea espera-se da Europa om dos
vapores da Real Companhia, o qoal depois da de-
mora do costume sccuira' para o sul : para passagei-
ros Irata-se com os agente! Adamson llowie e> C,
na na do Trapiche-novo 11. 12.
Para a Baha
Quem quizer vender, aprsente as suas .prelendesahir nestes 8 dias oveleiroebem 2 barretes.
ga-
g quinho cora fulhelo, assim como pos denli- r?
3 ,M e |UI"C" paraeonierva ehmpar par- V/S
^ feilaraenle os denles sem alterar marraore "
w polido, fortalece as sengivas e as cora de r<."
Qg ura bedo rosado e deisa na bocea urna fre<- i".
f . j- '.. P'usresko e drea de denles. Por 2J0OO rs. ^
.*i* V;v a raixa. t
Aluea-se ama escrava, que sabe enommar
perfeilanienle, vale bem urna senhora, ro/.e e he
bel : quem quier din rse a ra Direita n. .12.
Cnslave II. l'raei er, em roiisequeucia da ra-
pidez de sua viacem, 11 'o pJe despeuir-se pessoal-
in-nle de seus ano. os, duque pede desculpa.
(Jiiem precisar de um'caiseiro que da' fiador a
sua conduela, dinja-se a ra do Encantamento nu-
lero /b.
Vende-se fej.lo mulaliiiho com loque de fu-
>. por barato preco : na ra do Encantamento
rvndeni-se 2 boas vareas de lefi? : e tratar na
uta casa do lado direilo da ra da Uoiie.
Veude-se uina vareada inlalriata de pon
om 24 e meio palmosde coinprimeiilo : na ra da
Cruz. n. 3a, primeiro andar.
'" n annunciou precisar de i:2i)j rs., dan-
arantia 3 escravos, dinja-se a ra das Flores
o. .(,j primeiro andar, que amara" com quera tratar.
.No dia 2(i do correnle, au-eiitou-se do arma-
lem de aesuear da ra du Apollo 11. ti A, o prelo
escravo de nomo Manoel, de estatura regular, com
calen e camisa dealgodao, de idade pouco m*is ou
menos de 26 a30 anuos, sera defeito neulium, lem
os beicos muito gromos e o cnslume de andar airar,
das msicas : quera o pegar e levar un dilo ariua-
zein, recebera' a devida gralificacBo.
Jos Moreira da Costa Maiasulidilo porlaegei
val a Portugal, a traa, de sua saude, o iulga nada
devera pessoa ligan ; se por acaso llgoem se jal-
Itar seu credor, aprsenle sua ronla na ra do |.i-
vramemo n. que sera' promplainenle pego.
Urna pe>soa com ai precisas habililaroes s*
nflerere para fazer a e-criplurac/io de qualquer es-
tabclecimento commercial, por partidas .1. br.nl 1-
duraiiieaj lardes : na ra ireila n. lili e na ra do
Queimado 11. 20.
ttto.
LEILA'O DE VELAS.
Manoel Joaqun, Itan.os e Silva, Tara lei-
lao por tonta e risco de quem pertencer. e
por Intervengo do agente Pestaa, de 100
catxas com velas estearinas com toque do a-
var..i. viudas de llamburgo, a bardo do na
v.ocuslavo : seguoda-feira 30 do correnle
as 11 oras da manbaa, na porta daalfan-
dega.
O leilo dos bens do fallecido portu-
guez. padre Joiio da Silva Lobo, annunciado
para o dia 21 do coi rente, licou transferido
para o da 28 do mesmo mez, as 11 horas, na
na do Encantamento n. 10, casa do Sr. ill
Ionio llamos, como depusitario, junto a ra
da Cacimba, cujos heos sao os seguintes .-
1 relogio do caixa de piala, e despertador.
1 dito decaixa de prala.
1 caixade prala para rape.
I dita de tartaruga para rape.
I eslolla rica de selira brauc bordada do
ouio
1 dtla rosa.
I dita encamada.
1 cravo de msica.
163 livros de varias obras ecdesiaslicas,e
sermes.
100 folhelosdc diOerentcs obras.
1 despertador.
2 murcas de setim.
1 roiiueli's superiores.
2 dilos ordinarios.
1 poreo do impresos.
5 loalhas de labyrinlho superiores.
ditas ordinarias.
2 guarda apos.
II lencos braucos.
2 dito de seda preta.
20 ditos para labaeo.
I par de luvas brancas.
1 1 ron has.
2 voltas de pescoco.
3 paninlios para as mesmas.
3 coilas.
3 | 1 chapeo de tres bicos.
I LKJOES DE PIANO
^y ron I FURTAD0 C0LH0.
r.lethodo especial de cnsino
Pode ser procurado no hotel iaglet, Je I
i lior.is da larde.
i
e

!oi
s.

_ ingle : a venda mi armaz-in
%m ,t"slr"n Itonker (\- Companhia, es
, quina do laruo do Corpo Santo nu-
^T mero 'its.
O
ATTENCAO*.
A.irmanda le do Senlior lioni Jess da Cruz, cree
la na iareja do lio-ario da Boa-Villa, participa ao
publico que lem designado as ras esuintes para
o aulam-nlo da proeiao do da 29 do correle :
llua do Rosario em legoimenlo a ra do Sebo,
l'rempe, Mndelo, Cotovello, Cloria, Ponle Velha,
alerro da II a \ i.la, Aurora, Cimarao, Hospicio,
Iravefa do Vero .ma Valha, Aragioe Conceitiio :
por lano regl-ia ans moradores dai olas ras o as-
seio das mesillas, para mais a-^rilhaiilaineiilo de un
acto lio pieO escrivao,
Joao l!plisla Lopes.
Coraprem-M dous boia, minsos, para carrera:
na ra da Cadeia do Itecife 11. 07.
Vende-te ora envallo nropiio para posar carra
de rarrenar fazeudas na roa da Cidea do Itecife
n. 57.
A pessoa que annuncioo querer 1:2008000 r>.
oh h\pothfra em Ires escravos, dirija-se a praca da
Independencia, luja n. 3.
.Na ru.i la Cadeia do Itecife n. II, primeiro
andar. MCriplorio de t.nr::~l Irmao*. ha para vender
cera de carnauba, nomina de mandioca, sola, fejao
mulalinlio, esleirs e chapeos de pallia ; estes i;eiie-
ros, eujo preco nao desanimara' 109 compradores.
rhegaram ltimamente do Araeaty, enlode mulo
boa quididade.
TIMI KEIRO.
No c-rriplorio de Ciurgel tramos, na roa di Ca-
deia do llecifa 11. ||, primeiro andar, deSeja-M fal-
lar ao Sr. Ferreira, Unloreirn ni S dedada,
Antonio (lomes ae Araujo, retira-se para l'or-
tnsal a tratar,le SOS Buude, n dixa por seus procu-
rad..re* baslanlea oa Srs. Antonio Fernn ls Mmn.
Ji .11 Manoel de Sqneira e liento Jos Pereira ;
quem liver romas ou letras auignidas ior elle a-
presenle- deste. Kecife, 28 de merco de 16V>7.
Ven le-se nm escravo. pruprio para pagem
por ser pardo, de i la.le de 17 pai '
nia Ogora, eui o m-nnr ilefeilo, muito viva e in-
lelligenie, rozo bem de alfaiale, l- e escreve algoma
ota c habitalo 10 seivico da can: na ra du
Crispo, lja de I izendas n. 3, se dir*' quem vende.
Compra-se una casa lenca com capa-
cidado para render de/, ou doze mil teis
mensaes ; na ra da Cadeia do Itcci fe n 32.
L'm moco que tem alguma pratica,para
administrador de engenho, olTerece-so para
quem precisar annuncar para ser procu-
rado.
Precisa-sc de urna ama que cozinhc,
para casa de pequea familia ; paga-sc bem:
na ra da Aurora n. 60, primeiro andar.
pa|
le
asi
po,
1 ti 20000
P.S. 378*000
Ilcccbi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho lo de Janeiro
8 de agosto do 183b. Por li. C. Vates &
CompanhiaJos Paulino BaplisU.
icconhego verdadeiro o Slgnal supra. Ke-
cife 8 ile agosto do 1836.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Fcrriio.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVEltFlIt DE
1S7.
<>s Srs. Constantino Comes do Faria & Fer-
reira compraran! a I!. C. Vates & Compan-
hia :
* duzias de garrafas com xarope
do bosque .1 53000.........2I6#000
6 duzias do 1(2 garrafas com xa-
rope do bosque 8 279000......1G2/000
lis. 3787000
Hcccbemos <> importe. Por ;. C Vales *
Companhia\V. C Cerwarll.
Sos abaixo assigtiados declaramos que
compramos o xarope cima para o Sr. Bar-
tholomeo Francisco do Souza, de Pcrnara-
buco, cm Virlude de sua ordem de 3 do cor-
renle. Rio de Janeiro 18 de feveretro de
1857.Constantino Couius de Faria & Fer-
reira.
Reconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomas de Paria v Ferreira.
Rio 18 de l'cver iro do 1837.
F.m fe :u verdade.
Pedro Jos de Castro.
OEMEDiO DOMESTICO.
Josda Cruz Santos, na ra Xova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
QOSSO verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha periodos
annos os rotlos collados tas garrafas sao
assignados por llenry Prins, romo procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
- Pogiram na noile de 23 do correle,
do poder de sua senhora abaixo assignada
dous cscravos, ha pouco comprados ao Sr!
Jos Itaymundo Corroa, da villa das Lavras,
que os comprara no Cxu'; um rtelles lem os
signaes seguintes : charaa-se Torquato, ca-
bra negro, idado de S\ a 30 anius, estatura
regular, bem parecido, cabellos carapinha-
do-, fiesta larga e espacosa, santos mui-
to grandes, olhos pretos, barba toda fecha-
da, e as vezes tras toda tapada, falla de al-
guits denles na frente, uina cicatriz tas cos-
tas da uiao, o falla muito mansa, levou ves-
tida, calca e camisa de algodoo azul, e cha-
peo de couro.e com sigo, urna cal^a c camisa
de algodSoazul, um lencl do algodo blan-
co e urna faca de trincliar.com cabo de osso
polido, esle escravo lora de Manoel Floren-
cio de Menear ; o outra por nomo Albino,
idade de 18 a 2i) anuos, pardo clan, cabel- r,
los carapinhados, olhos pretos, denles li-
mados, alto e reforcado, pestaneja quando
ollia, lOvou vestida, caiga e camisa azul.uma
dita de riscado, e qma baca encamada, e
jaqueta de cuino 1 consta que fugtram am-
bos reunidos, por seren amigos e proce-
dentes dos serios : quem os p-gar sera ge-
nerosamente recompensado, alom da com-
peii.vu;,",,) dss despezas que os meamos lize-
rem, podeudo dirigir-se ncsla cidade do Ite-
cile, a sua senhora, moradora na ra do Hos-
picio n. 15, na Parahiba, villa do Pombal,
_.-j ^. .....,,,. ., ( 111,1 MW 'lili, Ml|, -------- ~ ** *.". ,-....! ,#, lltU lili III 11'
casa do lllm. sr. delegado Joao Dantas de "ados^no acto do parlamento, C. Gen IV
IMiVCra. (Ill Un Crmoln iln \'n-ln a**. .1,, CaD. 87. (innsnlailo dril ..,,,,,-,, .,.,. Immm
1 %,'
5
apura-
tivas, anti-beliosas, do
Dr4 Alian.
Recommendamos no publico esto escol-
ente remedio, tutroduzido no Brasil em
18*6. .\.lo ha molestia a mais obstinada que
seja, que possa resistir ao iralamento judi-
cioso deste cxcelleul- remedio Estas pilu-
las impedem as molestias contagiosas, so-
bre ludo as do naturoza syphiiiticas. silo
igualmenifl boas para indigesiao, cuino para
a diarrbea, apoplexia, astlnna o as mais af-
IccQoes do peito, conslipacOes, as molestias
das senhorasem gem, toda a qualidade do
febre, heinorrhoidas, molestias ibis olhos,
dores de cabera, molestias de pello, renten-
co das ourinas, o unirs molestias das vas
ounnarias. nico deposito cm Pernambuco,
oo escriptoriu de Vicente Ferreira da Costa,
largo da Assembla u. 0.. a mil rcis o vidri-
nho.dcz mil res duz. o. Palmer -Rio de
Janeiro, deposito geral, ra os Ourives
n 81.
AVISO PARA ( PARA-.
Deseja-se saber se existo nessa provincia
.. V. ^ *> pilante Clarinda de Ul, iba deJosephade tal, cuja
" mili he casada com um F do tal Teixeira,
assim como se existe Malalda de tal, Giba da
parda Maria, oslas duas meninas tin a rece
ber cm Pernambuco uina deixa, a qual foi
deixada pelo fallecido tcnenle-coronel de
infantaria Alberto Teixeira Cavalcanli, estas
duas mciiinas.ou pessua habilitada por ellas,
podem-se dirigir a esta provincia, a ruado
Collegio ii. 5; uotando-se que os annuncios
que tem sabido nos diarios ns. 26, 61, tem
bavdo equivoco nos nomes,assim o que re-
gola be o annuncio cima.
AVISO IMPORTANTE AOSG0 IPRADORBS DE
KiCIt a VOS.
O abaixo assignado avisa a quem por ven-
tura necessite de comprar es ravos, que nao
compre escravo algum docaial de Jernimo
Rodrigues Campello, o Vicencia Mana do J
sus, visto como se esta trat.u
dedo inventario do-, bens do
e assim, avisa-so .
ao comprador, e esle depois
ao engao Jo> Huberto di Espirito Santo
aiiaz porluguez
de outra qual
menlo chega-
n. 3.
i .t 500 ti .
n. 5, superior
nseuiio Guerra.
yuem precisar do um i
para eiXeiro de taberna, ot
quer esUbelecimenlo, ultin
do : trata-so na ra da Praia
Di>Ci:
Jo da nullida-
dilo Camnello:
nao se chamar
Cbegou a roa do Collegio
| doce dearaca, fabrica 'o no <
a 500 rs. cada caixiio, assim como de goiab
a 640 res.
Precisa-se lomar l:2O0f 100 rci<, a prc
mi, e pelo tem po que se epnvencionar, e
da-se por garante 3 escravos' crioulos lodos
Isadios, sem vicios opeis, e sem o menor
Oliveira, no P.io Orando do ;\"o.-lc serra do
Martms, cidado da Imperalriz kj Sr Fran-
cisco Roberto de Oliveira. Recita 26 de mar-
co de 1857.Joscpha Francisca Pinto Ite-
gueira Ramos.
O Sr. I)r. Pi Aducci, tem urna carta
no escriptoriu de Manoel Ignacio de Oliveira,
praca do Corpo Santo n. 6.
SITIO PARA ALUGAR.
Aluga-sc um sitio muito perto da praca,
(no principio da estrada do JoSo de Barros,
defronle do bem conhecido silio da Cscala ,
com boa casa do vivonda, que tem 4 salas e
6 quartos, I estribara e quarto para cochei-
ra, 1 pequea baixa de capim para o susten-
to de um c-ivallo, c muilas arvo-es fructfe-
ras, bem como excelleulos laraogciras, sa-
potiseiros, jaqueiras, mangueiraS, etc., etc.:
a tratar na praca da Independencia, loja
u. 4.
Precisa-se de um monino para caixei-
ro de taberna : cm Fura de Portas, ra do
Pilar n. 90.
Lotera do lio
de Janeiro.
AOS 20:0JO;000, 10:000?000 E 4HJOOfO0.
Na prac,a da Independencia n. 40 achat-
se a venda os novus bilheles da lotera 2 do
thcalro de .Niclhcroy, quo devia correr de
23 a 84 do crrente. s listas vem pelos bra-
sileiro ou sardo, quo aqui devem ch-gar ale
2 do futuro abril, e logj quo cstejamos de
posse das mesmas listas se lara o prompto
pagamento de cooformidade aos nossos an-
nuncios, em a mesma loja cima
- Precisi-se e um rapaz portuguez. de
14 a 16 anuos, para taberna : na ra da
1 rompe n. 5.
I.NSTHUCijA- PARTICULAR.
\ff Cm proleesor, competentemente habilita- f'
W du para ell5i"ar ?raramalica porluguea, L:
gp doulrina e arillinieiica, se offertce para lee- S
<2 ciu"ar e',i" materias por casas particulares -
% ou em algum coIIcro : lamlicm ni.ina e- '3
A paraJihncntc qailquer una dalUH
^ lal couvier ; assim como
X* pessoa que queira faier eppotieio em c'on-
a quem
habilita ualq
em
iuer ?*f
r'.'.7
curso a qualquer urna ca.leira de iuslrurrilo "s"^
V*r primaria, no primeiro grao, por i,so que kS
W ja' tem muila pralica di.so, Ouem quizer Q
V. uiij^ear-sc do seu presumo, deixein seu en- Q
fl d-reco a' praca da ludepeudencia, bvraria .'.'A
SS ns-8- a
- Paga-so at 20#00t) de aluguel meusal,
por urna escrava quo COZnhe o engomnie, e
trate do serviCO interno de urna casa de pe-
quea familia na na Imperial, sobrado Ic-
Iroiito do vivciro do Muniz n. 67, segundo
andar.
ENSAIO PIIILOSOPIIICO
Os Srs. socios sao convidados i compare-
cerera na sala das sessOes no primeiro de a-
bnl, s 4 horas da tarde, na casa do cos-
tume.
MONTE PI ACADMICO.
A commissao direcloia, convida aos Srs.
socios para a' reunido quo lera lugar no sab-
liado [98 do correnle no atorro da Roa-vista
casa n 10, alim do procedei-so a otelcao da
nova commissao, quo tem dedirigi-la no
correnle anuo.o secretario, Ovidio da Ca-
ma Lobo.
Caspar Antonio Vieira Cuimariic, sub-
dito do s. U. F., vai a Europa,de xaudopor
seus procuradores a Francisco da silva Fon-
seca e Jos Joaquim Pereira de Mendonea.
No da 2N uo correle depois da audiencia do
ur.ju/. municipal ritaegunda vara.vao a praca ,loas
liarles e 2 casas, tfVa pa rua fl0 .s,-l, e nutra na
ua do Rosario daf Boa-Visla, a requrriiiicnlu de
Jaime K,||e Dainye* JoSo Jos da Cotia lerreiraie
sua inulher.
Precsa-se de.aaia arna forra ou captiva, qu
se nresle a linio o fttiir,
milla : na ra aj Ni
andar.
- \. l.dos Sanios Caminlia desculpa-se a imigOf por nao ter po.lldo sr Precisa-se .le um caneiro |iara talicrna, dando
naor a sua conduela : na ra da Aurora n. 2M.
Hall, c pilan do brigue ue'o Emil, faz publi-
co que nao reepoOMbilisa-M por qualqu'r con,a que
os niannlieirus do dito liriijue coulraliirem.
Joaquim a Costa Caldas, relira-*e para Por
logel.
Aluga-ee urna liaia muito fresca para planta-
cao de capim ou para vacr-.s ae leitc, a qual lem
proporc,oes para amlias aa cousas; por sempre verde em lojas as eslaro;s do auno, c com
moa para o gado beber: a rallar na tstra.ia .le Jote
da
ni
......i,, ,,,duu t,i}iiita, q(
cu Se nina oDui de pouca ti
a do ;; i:.; i >i.,;,, sjgum
de .irros no prime ro silb a esquerda. depoli
patalivral- deembaracos "*" """ m Iraida, que adiar,' cun que
Ti/V.'1""'" !'U! G?nS*lve> Ferreira relira-se pa-
lolhiiikias
Piii mi.
Acharr,-sc a venda as bem conbecidas fo-
Ibinhas impressas nesta tvpograplua, das
seguintes quahdades :
DIl'A SIMPLES, contcndoalm dos aaaac,
a li i dos circuios c varias tabellas de im-
postor, goraes, proviuciaes c municipaee;
preco.................2K(
DITA DI. pORT\, aqual'a'le'm" dos'nir/i:>,
lem explieacoes das iiuiulgcnrtas ex-
communbOes,etc.; prceo......no
DITA Di: ALMANaK, a qual alera dos mczrs,
contera o almanak civil, administrativo,
commercial c industrial da provincia,
Pr;.................5<0
Todas estas folhinhas sao impressas cm
bom papel o cxcclleute tvpo, c vendem-so
em porcao ea retalho na Mvraria da praca
da Independencia ns. 6 c 8.
Manoel de Souza Marlius, retira-se para a Eu-
ropa a tratar de sua saude.
COMPANHIA PREVIDENCIA
A^'cucia lilial Ue i'ernainliuro. ua ruado Crespa
numero l.'l.
leudo a directora da Companbia l'revidetiiia,
Mlabeleeida no Rio de Janeiro, deliberado en tto
de 11 do crreme, eUinsuir ale o da 31 do cef-
renle as agencias liliaes .ie Perniiubueo e Babia, em
consequencia da pouca afluencia que tem.ppirccid.,.
u ahaixo dssi-oado na qualidade de cerenle de 4a-
qui, Ui. sciente ao publico e particularmente ao-
teguradoj, que, liater unaounulade de parlo >
iodos in aonular o contrato da compatible para con
elles, esta a agencia prorupta a restituir o imperte
do premio que delles recebeu ; no caso coolrarie,
porem, rouiinuara' a mesma a garanlu-lbe
l-r
a pre-
ledlde Bagara ale se completar o praio marrado
as apolires, ficando para ten e actual crrenle re-
etido de Lulos os poderes.Pernambuco. 2h" de
arco de 1857 Antonio de Paula Feroandes Ei-
is, sereule.
Precisa-se de um menino de 12 a I :t anuos de
idade, para estar era companhia de outrn em nina
taberna, prefere-se dos cliesados ltimamente la
I orlo : a tratar no pateo do Terco u. :I2.
Da-se dinheiro a premio sob peuhore-
de ouro ou piala, ou hypothcca em alburas
propriedade .' ua ra de Aguas-Verdes, casa
n. 82, cujo numero esta apagado. *
Consulado britnico em Pernambuco.
Tera lugar quinta-feira,2 Je abril vindou
ro, ueste consulado, urna rcuniao publiea
Jos subditos britnicos para os lins nicucio-
cap. 87. Consulado britnico cm Pernam-
buco 26 de marc.0 de 1857. A. Augustus
Cooper, cnsul.
Precisa-se de bons pedreiros para c
rem empregados na estrada de Trro : quem
estiver neslas circuraslancias, dinja-se ao
escriplorio das Cinco Pontas.
LICOES DE PIANO
por Furtado v-oelho. methodo especial de.
ensillo : pode ser procurado no hotel ingle*
de 1 as 4 horas da Urde.
Prccisa-se de um csixeiro que abone
sua capaedade, e que tenha pralica de ne-
gocio, para a padaria no pateo da Santa
Cruz n. 55, com a entrada pela ra do Ro-
sario.
Acaba de chegar do rito de Janeiro
esta cidade urna enanca de 4 annos de ida-
de, que canta e dansa perreitatenle Cba-
ma-se Luiz Kresciani, be italiano de nascen-
qa o viaja em companhia de seu pai. Cons-
ta-nos que este phenomeno artstico, que
fot apresentado a SS. MM II., em cuja prc-
senca executou algumas pecas de operan
modernas, c dansou varios passos, cauo
na corle admirarlo goral.
Desapparecerain desta cidade. no dia
10 do corrente, os cscravos segrales : Apri-
gio.pardo, de 34 annos de idade, baixo, sec-
co, cor alaranjada, cabellos crespos, olhos
tristes, lem pouca barba, c he ollicial de sa-
nateiro. Mananna.parda ciara, mulher do
dito, bons cabellos e denles, estatura regu-
lar, coznha, cnzuordinariaueiile. Vicente,
crilo, d. 4t anuos de idade, estatura ordi-
nal ia, mal felto de pes, oponas, fe ir Os
grosseiras, de servico de c -ipo. Victorino,
crtoula, de irinta airaos de idade, alia sec-
ca, nariz,, e bocea grandes, de servico de
campo. Jernimo, crioulo fulo, de 55 annos
de Idade, he pal da dita, baixo, incslrc de as-
sucar," e do servido de campo : estes escra-
vosper teuceui aos orphos.lilhosda Imada D.
Anna Coutinbo Jarreto de Borba.e pelas noti-
cias obiidas, se dirigiram para o engenho
Almececa, termo de berreiros, donde vieram
em outubro do anno prximo passado : ro-
ga-se as autoridades policiaes, aos capilar
do campo, e a quem delles liver noticia, o
faca ni capturar, a ren.etler para esta cidade,
ao r. Antonio Jorge Cuerra, morador na ra
y larga do Rosario, que pagara as despezas, a
trabalho, ou na ciuade de Nazareth, era ca.*
Jo annuiiciaulc, o qual em qualidade de Mt-
lor dos OrabSue, seus uolos, piolesla cuu-
tra qualquer pessoa que maliciosamente con
servar era seu poderos dilos escravosA
maro Joso Lopes Coulinho.
EaTABELECIMENTO
PHQTQGRAPHICO.
IUA .\OVAPi. 21.
iletratos de lodos os lamanhos lirados se-
gundo os ltimos c mais apcrfeicoados pro-
cessos,retocados a oleo, aquarclla ou a liium
Lspecialidadc de retratos para alunle-.,
escoletas e outras obras de miniatura colori-
dos com toda a perfcicao.
Retratos para cartas a 143000, a me i a ato-
lla!) aparelho sempre prompto para tirar
retratos de pessoas Tallecidas.
Kcproducco em ponto maior de retratos a
daguerreotypo como lambem copia de qual-
quer obra arllfAira.
'Vistas da cidaTOo seus arrabal lo, sillos,
tmulos e oulros mcmuineulos.
Crande sorlunenlo do molduras, para pes
lona e caixnhas do ultimo gosto.
Esterescopos e |vistas estereoscpicas:
pequeas e portateis cosmoramas espressa-
uiCiile leitos para recreio dos sales o reu-
nios familiares, coiilcudo una mulo vai la-
da eaeolba de vistas de Paris,l.ondres, Vcne-
U, suissa etc., como lambem visUs mima-
das".
L'm esterescopo com li vistas, tudoar-
rumado cm un elegante col'rczinhn com fe-
chadura ao mdico pracjO de 205000 .'
. ~ Augusto Slahl, tetn a silisfaQo de par-
ticipar aos seus amigos c freguezes, que no
ultimo paquete vindo da Europa, chegou o
segundo pintor que elle hava mandado cu-
gajar para o scu eslabelecimento. Com a
CquisicSo deste artista que acaba de sabir de
11 nu das pnmeiras ollicinas de pbotngraphia
cm Paria, elle so acha actualmente habilita-
do p.ira diranda mais andamento c raamta-
ndade a eXOCOCSo de todos os trabalhos do
sua prolissao. Assim agradneendo ao pu-
_ Mico, cuja conlianca espera merecer sem-
pre, o acolhiraculo favoravel coai que ale a-
gora o lem honrado, roga as pessoas que
deaejam possuir o scu rcirato nu o de algum
praenle, ou amigo, que se aproa w em aaaa-
do-lo lirar, nao so porque precisa algum
lempo para que ura retrato seja cuidadosa-
mente colorido ; como lambem porque o
innuneiante pretende em breve relirar-se
pa. para outra provincia do imperio ; e por isso
ar.. to-ir^r^reir:: \ srtx^ursmz^t
vedo \ lUerooco e o comra. ndador /oa., Uoncalvea 3z!r23E u B"1"'8. e suhretudo
vedo N Ularoucu *, o comm, ndinior ioa, t.i^a)Z ^ZZIST "* ^"^ "'"**.
da Silva. u<1!' senhoras ; o proprietarto desie cstalwlo-
Tenlio justo e contraliilo vender i- sitio sr.iii.le ;"nu'i,tl-'> propoe-so sbri-lo,conipclenlcmcii-
e casa 11. 80, na roa do Mondege, por prueurarao Ito 'Iluminado, rus imites de la. c desd-
ido facilitar aindamis eocanhcimci
ublico os irabaluos d;, photolfaaphia
Previdencia.
embaraco, pagando-s mnsrllmente o pre-
mio, ou dando o servieo dedra delles, poi
- paga do mesmo premio: a quem couvier,
paia 1S annos, de lio- ,,ara s,;r procurado.
lili n 11 1.. .-!.. n n_ I *
AV1-.
No polco do Hospital do Paraizo, n. 13 preci-
sa se de alugar tima preta captiva, para o
servieo diario de urna casa de pequea fami-
lia, preferindo-se a que enleoda.de engom-l
niado liso.
Na obra da ra Direita. 8-2, lem ca-
uca para quera quizer mandar carregar.
Previne-so que ninguem Sirt negocio
algum esm o escravo Fausto, aclualmenie
ao servieo do esludanto Joaquim Jos! Mar-
ques, sem so entender com GuimarSes i
Vllenle, na ra da Madre de Dos 11. 20.
-- .., por pro-.... ----- i.,,..
que para inolenho dos .enhore hcrdeuus do fula-: '0"o facilitar ainda mais to cwhccimpnt
do Caelano Carvalho Kap.sa. se alsuma pesoa jul- do publico o trabalhos da DhotSISnhta
jar-te prejudirada com melhante vende.qoeire en- -- pl""-
noneier por lela folba, no prazo de tres as, ruidos
os quaes sr pasvir.,' a reepeclivi cscriptura.
Kecife, 2 ul- marco de 1857.
-Precsa-se do un, T'eque^ ^\ anuos CompUUfliU de SC/JUM COIl-
tra a uwrtalidade dos es-
pira o eervico inlerno de uina caa Mlranseira, de
lie< pessoas de familia : quem os liver pera aluear
po leu.lo ali.i-irar os >eus Coslumes, quena dirigirle
a ra do Vigaris n. 5, primeiro au lar.
A pewea que ^.....uuch 11 prensar de 6003000
rs. dan lo por garanta orna molalinlia de 11 inooi
pode dirigir-te a ra da Cruz, do Recifc n. 35, so'
goado andar. Na malina casa ros sol penhores, de bas urinas, em pequciia e A6enc
gran es qoanlias,
O ibaixo assignado declara, que desda o pri-
cravos, cstabclccida no
IflO b JANEIRO.
CAPTaL-2.00:OOC.OOO.
rita do
meiro de marco do correnle 11110, cessou o arreoda-
nientn que o mesmo ha^ia rallo ao lenlior l.uii An-
tonio Ro irisucs de Alinepla, por tres aniiot, de urna
dis parle da propriedade de coqueins de Mana
Farinha, e por MM lodos os rndenos dos siln.s da
mesilla propiiedada, s paganlo ao aluno tadinado,
lili 10 ,an wir .'iira t. r 11 li ^ l i f>>4..4^ *-. 1
ilial em Peniambtico.
Crespo n. 1.1.
Os sesu'os s,lo realisados M escriplorio da eoic-
Canloa ou mesmo Un, eab piopotas dos propn.la-
*J aae eaeravoa, Un >s os dias uleis. a* parlicipa-
rioes de fallecimentoa e as proposlai, podem ser re-
melllas a companhia todos os dias, ate as cinco do-
ras da larde.
As condicoes impressaspocierao ser procuradas ne
I I .1 .... mm .!
------------o------- .= luiiini ui' ,11,111 tsson i
ii ao seu procurador nesla cidade o S". Joaquim escriplorio da companhia.
Mouletro da Cru, daquellepreso em diaale. uar-se-lia consultas ralis ,os escravos seguros da.
Joao Carlos Lucio Almeida. 9 para lOlioras da mauhai.'no escriplorio da comp.
MUTICSDCT
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUO, SABHADO 28 DE MARCO DE 1S.Y7.
s\.
I IhmKMhmi>|
8 MlllH \s preciosas- I
$ Adarecoa de brilhantef, *
ti diamantes e perolaa, pul- |
* -eir, alfineles. brincos *
I roletas, boloei e anueis jjj
de differenlc aoslos e de $
diversa pedra'ide valor. *
~ i
i Compram, venden ou *
* Irocam prala, ouro, bri- ^
Uiantes.diamanleseparo- $
MOREIRA 1 DARTE.
L9JA 1 911IUVRE
Ra do Cabuga' n 7.
ieeelieiu [><>r tO-
doS OS V.'|)<;!'fiSlli Su-
ropa as obras domis
fc ai, e oulraa quaesquer ,u m!('I'II fffWtO, t.UIl-
i ioiai de valor, a dinlieiro
* u por obra*. J0 (|,j. FrailCtt *'>><:
S8BB88aiaB8SS *??>?.<
* OURO EPRATA- J
5 88
6 Ad/rejos completo de *
aj ouro, meiosditos,polcei- *
* ras, allineles, brincos e gj
3 roietas, conloes, trance- !?:
| lins, meilalhas,correnle *
e entalles para reloeio, e -
3 outrosmuilosobjectosde |t|
c- ooro. *
i pparelhos completos, E

4j de prala, para cha, lian-
.>; dejas, salvas, calic,aes,
.*! colheresdesopaedecbii, *
J emoilos onlrus ol.jeclos j
4,' de prala. .?
de Lisboa, asquaes se vendeni por
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ESTRADA DE FERRO
203000
10/000
2/000
61000
Riia Nova
REMEDIO IHCOMPARAVEL.
UNGENTO HOI.LOYVAY.
Milhares de individuos de todas as nacOcs
podein testemunbar as virtudes dcste reme-
dio, incooiparavel, e piovar em caso necessa-
rio, que, pelo usoquodolle lizeram, teni seu
corpo e membros inleiramenle silos, depois
de haver empregado intilmente outros ira-
tametitos. Cada pessoa poder-se-oa conven-
cer dessas curas maravilhosas pula leilura
dos peridicos que Ib'as relaUm todos os
dias ha mullos anuos ; e a maior parle dl-
as sao to sorprendentes que admiram os,
meuicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobraratu com este soberano remedio o uso
de auu bragos o peinas, depois ue ler per-
manecido longo lempo nos bospilacs, onda
deviam suffrer a amputante l Dellas lia mul-
las, que avendo deixado esses asylos de pa-
deciujento, para se mo submetterem a essa
operacao uolorosa, foram curadas completa-
mente,, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas, na cluaao
de seu reconbecimento, declararan! estes re-
sultados benelicos dianie do lord correge-
dor.e outros magistrados, aiim de mais au-
tenticaren! sua allirmaliva.
Siogueiu desesperara do gestado de sua
saude se livesse bastante conlianga para en-
satar osle remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tratameiilo que necessi-
lasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconleslavelmeaie: Que ludo cura.
u ungento he mi, mat particularmente
hoi seguinttt cusus.
Inllaumacfto da ma-
H. 34
Madama Rosa Hardy recebeu ttm grande
sortimcntodcchapaos'dc seda para senhora,
;'_; braneos, cor de rosa, amarellos, pretos, com
te lita e llores encarnadas, ricos enfeites de ca-
Paulo uaignoax deolula, ruaP.ovan.il : *> bega para senhora, grosdenaples furta-co-
nai^^i.mapu.ep^i..ir,l1e.. r(.9> pretos e amarellos para vestidos, cortes
uyvHV^fiJur de seda prela ede cores, cortes de seda para
noiva, manta de blonde. capella e luvas,
mantas pretas de lil e de garga a imitacSu
de blonde, ricas caisas de costura para se
nbora, franjas de lodas as cores e sortidas
de largura, c tranca de seda, chapeos de
montara, llores, lila, chales ricos de tou-
quim, lita, bico, chapeos c vestidos de bap-
tizado, chapeos de seda e de palha para me-
ninos at a idade de 7 annos, e multas ou-
tras lazendas que se vendem muito em
conta.
AVISO IMPORTANTE.
Constando aos abaixo assignados, arre-
matantes das dividas das fallidas firmas de
Cruz Bt Comes e Cruz A Bastos, que o Sr. Jo-
s Lourcnco da Cruz, ex-socio das referidas
Armas, retido na casa de detencao desta ci-
dade, tem-se dirigido diversos devedores
do ItcciJ'e S. Francisco:
LIMITADO.
^IHUi'H lHUmibiT.
O directores da Cumpanhia da Estrada de Ferro
do IWilV ao San-Francisco, limitado, lem felo a
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores decabega.
das cosas.
dos membros.
Enl'cruiidadcs da cu-
lis cm geral.
Eufcrinidades doanus
trupges escorbticas
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor uas extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivusescaldadas..
IncliagOes.
Iiillammago doligado
da hexisa.
irtz.
Lepra.
Males das pumas,
dos pellos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
l'ulmoes.
yueimadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tiulia,, em qualqunr
parle que seja.
Tremor ue ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculagocs.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
Arados de. ierro.
Na fundigo de C. Starr & Compnnhia, cm
Santo Amaro, acham-sc para vender arados
de ferro de un modcllo e conslrucgao muilo
superiores.
iHoend-is supe; ores.
Na fqndigo do C. Starr Ov Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender inocu-
las de caima todas de ferro, de um modcllo e
construccSo multo superiores.
Veiidc-se mu cavallo ensillado para
carraca: no sitio do Manguitiho Nque foi de
Ceorg- Konwortli.
Vende-se um tianselim grosso para
relogio, de gosto moderno : na ra do Pa-
dre l'loriaiio n. 21, segundo andar.
Attcngao
Vende-se um escravo : na ra da Cruz n.
2, segundo andar. t
He barato que admira.
Vende-so mermelada cm caixas de 2 libras
por l?280, assitn como caixas pei|uenas de
libra por 610, tamben) so vendem as bellas
uvas de llamarse*, pelo prego de sOfl rs. a
libra : na rua estreita do Rosario n. 11.
PBCHINCHA.
Vendem-se vela do espermacele a TV rs.a libra:
no aterro da Hoa Vista, taberna u. 12, esquina do
becco dos Fecreiros.
:j-i PARA SEIIORAS. *%,{
idade.
da lojs do Sr.
Roa-Vista, com vi-
a quem convier,
loja do relojoeiro C.
Compa libia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder perder lodo direilo
as acedes sobre as quaes o duo pasamento nao se
tiver effectuado, e em lodo caso tera de pagar juros
na ra/.u) de 5 por cento ao auno, e de nao receber
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indi.'adu para o pagamento e a
sua realisac,3o.
Nenhum auto de transferencia pode ser registrado
depois do dia '.> do crrente, antes do pagamento da
chumada.
Por orden dos directores.S
Ihetoorciro.
Recite :t de marro de 1857.
casa, somos os nicos que temos direitoa
havc-las dos competentes devedores, protes-
tando contra o Sr. Jos Lonrengo da Cruz
pon querer oque n"io| Ihe perlence ; ebem
assim avisamos aos devedores que nao se
derxem illudir por este senhor, sob pena de
terem%o desgosto de pagar duas vezes a
raesma quantia. Approvcitamos esta occa-
iSo para rogarmos aos sonhores devedores
a salisfagno de seus dbitos j ha muilo ven-
,cidos : e para este fim podein dirigir-se
. P. VEREKER, ruado Cbuga, na loja de Jos AlvesdaSil-
jvaGuimaraes, ou na na do Queimado, na
de Francisco Jos Alves da Silva Quima-
Fran-
Vcude'se este ungento noeslabelecimcn-
lo geral de Londres n. 244, uSirand, cna
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana c llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha,conten
umajinstruccao eui pbriuguez para explicar
o modo de fazer usodeslc ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pcrnambuco.
Lotera
1.4
provincia.
Oiiartfi parte da stima da
Boa-Vista.
O abaixo assignado vendeu as seg ni tiles
-lie chegado a loja do Lccomto, no aterro ] rSes.Jos Alves da Silva Cuima
da Boa-Vista n. 70, o cxccllcntc Icitc virgi- cisco Jos Alves Cuimaraes
nal de rosa branca, para refrescar a pello, ti-1 precisa-sa do um molcque activo, para
rar pariuos, sardas e espinhas, igualmente o ; o servigo de urna familia ingleza : na rua do
afamado oleo babosa para limpar c fazer Trapiche Novo n. 18.
sor-
M
- Fazem-so capas, batinas, amarras e
capas viatorias: na rua da Senzala Nova
n. 36.
Pede-se ao Sr. Joao Caclano dos Santos, que
leve a scena a (rara de Ueos, far.endo S. S. a parte
de eommendador, com o que muilo salisfam' aos a-
preciadores deslc drama.
, Precisa-sc alugar urna casa terrea, ou
un primeiro andar, que seja em boa rua,
e que nao exceda de tez a doze mil reis, pa-
gando-se um aune adiantado : quem a tiver
dirija-sc a rua da Carimba n. 2. ,
Precisa-se por aluguel de nmxjjirnla
escraya para fazer o scjvigo de urna casa deJ
familia, que seja liel i quem a tiver, dirija-
sc ao sobrado da rua de S. Francisco, como
quem vi para a rua Bella n. 8, ou annuncie
para ser procurado. Paga-se betii.
A pessoa que annuncioii ter para ven-
der um sitio perto desta cidade, declare sua
morada, ou dirija-se a livraria da praga da
Indepeneencia n. 6 e 8, com as lettrasP. F.
A cidade de
crescer os cabellos, assim como po un par-
cial de lirio de Florenga para brotoejas e as-
pridades da pelle, conserva a frescura e o
;i velluda Jo da primavera da vida.
SEGURO CONTRA FOO.
Companbia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em margo de 1324.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saimders Brothers & C, tcm a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tllia e igualmenl*sobre os objecios queconliverem
os mesaios edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
Rcpartigo da vaccina.'
U coramissario vaccinador vaccina]'nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreflo da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manbTia. 1
Preeisa-sc alugar um preto possa'te,
embora seja bruto, para traballiar mi.Misal-
mente nesta typogra|ihia, danlo-se o sus-
tento : na livraria ns. 6 e^grpraga da, l-
dependencia. .^^'- ^7|
O abaixo assigmffio declara aos deve-
dores ae Aureliano & Andrade, quenopa-
guemtseus dbitos seno ao abaixo assigna-
do, do contrario terao de pagar segunda
vez. Recife 13 do fevereiro de 1857.
Mauoel Jos Leite.
Refinaria de
Reg & Barreto, 110 Mon-
teiro.
No deposito desta reGnaria, na rua da-Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torros c em pues, por prego mais
commodo de que em oulra qualquer parle.
Precisa-se do nma ana de leite para
criar a urna menina de 3 mozes : na rita do
Collegio n. 21, terceiro andar. Paga-se bem.
. Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
faga compras : na rua da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
O llr Ignacio Firmo Xavier faz publico, < | Ifliei tire'ISa P l' I
9 que mudou sua residencia paran seu sitio, 9i X**^'" (pVWni IIC IIIII
9,jia Passasem da Magdaleoa, (que tica ao or- % l)a lf'Ao trv* IlJf <-> t\t (> fi
m le da estrada entre a ponte grande e a do "tdU "IdHUe. t- (IO Mili II-
1570 5:0008000 bilhete
lili 5003000 2 n'ieios
1 2005000 2 quartos
352S 1003O0O billicte
2845 1009000 2 meios
1075 1 OOjsODO 2 quarlos
271.1 509000 2 ditos
2744 509000 2 ditos
1978 50-5000 2 ditos
1545 50^000 bilhete
#\ J. Lnimt

m
Rua do Crespo u. 4.
Kerebeu pelo navio Olinda um completo sorli-
mento de lazendas, como sejam :
(asacas pretas superiores.
Calcas ditas ditas.
Cohetes ditos ditos e de velludo.
Sobrecasacas de panno lino.
Palitos de panno e rasemira.
Ditos de diveros feilios.
Unos de alpaca de lodas as qualidade.-.
ilos de easemira de curas tkm golas de velludo e
oulros. ', "Si
Superiores cbapcos pretos (tarafiomem.
Sobretodo de panno, propre rlira o fro.
Cbapcos de castor branco cohi.ello e sera elle.
Sapatos de bonacka. \7x
Pemciras de 0\-.\. un
Sobretudoaedia. -\
Malas djviagem tanto para bomcni como para e-
nboras.
Saceos para viagem, de lodas as qualidades.
Todas estas hunda* se vendem mais baralo que
em oulra qualquer paite.
Que peehincha!
Quem
pon
Cbora-Menino), e ah' tem preparado
$0 casa de saude, com lodos os commodos,
SU o Iratameoto de escravos, cujos aenhores' re
j> sidam tora da prac,a, ou que nao ns possam
9t curar em Mal p'roprias casas: quem para is- 0
C-iO loquizer se ulilisar dos seus servidos med- S.
.'3 eos, que serlo deseinpenbados como maior t
m zelo, dirija-se ao pateo do Carino n. 9, pri- a I
0 meiro andar, ou no referido sitio da .Magda- a
lena. A,
Gr^pde estabele-
;) !)E PAOS.
esquina
Rua Nova 11 27.
da < amhoa J. P. VoRoley lem a honra
Carino
para|teil'' tl,(, eill IUUtO I>UII1
estado : dirija-se a rua dos
Quarteis loja t. 14, que a-
ehar com quem tratar.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesourciro manda fazer publico
que se acham a venda ueste cscriptorio, rua
dL--I0ria ','.r6! primeiro andar, grande
quarlos da
porgo do bilhetss, meios e
quinta parle da segunda lotera do conven-
to de N. S. do Carino, cujas rodas andam no
de partici- da de abril futuro,
par ao respeitavol publico, que lera aborto I OSr. thesoureiro manda declarar aos se-
osen deposito de pianos lerga-fcira, 17 do'nhorcs jogadores, que exislem numeia-
corrente cm diante, onde sepodera encon- roes sortidas ; como tambem os bilheles
trar os mais belloscsolidos pianos, os me- vendidos ueste escriplono Dessas ultimas
Iboresapprecidosncste mercado de magni- loteras tcm sido muito afortunados, por
ficas vozes. construegao a mais moderna, ej isso espera que ellos concorrerao para que
apropriada para esto clima, sendo todos os continuadamente nfo liquen) taman'as
instrumentos fabricados por cncommenda, porgOcs de bilhetes por vender, como sem-
Loeriu
D\
Provincia.
O abaixo assignado vendeu as se
sorlcs :
1 meio numero 2517 2005
1 quarto t 2005
1 dito D 1075 1005
1 meio 4141 100*
t quarlo 1) 1978 503
1 dito 273 503
1 dito 3744 501
runle:
O mesmo tcm exposto venda os seus fc-
lizes bilheles, meios e quartos da quinta
parte da segunda lotera do convento de N
S. do Carmo, as lojas do costume, os quaes
nilo estilo sujeitos ao descont dos oito por
cento da le.
Por Saluslano de Aqutno Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
A pessoa que annuncioii querer venJcr
um sitio perto desta praga, em trras pro-
prias, com algumas commodidades, queira
appareccr na praga da Roa-Vista n. 32, ler-
ceiro andar, que ahi se dir quem quer fa-
zer esto negocio.
Precisa-se de orna ama para cozinbar e en-
gommar : ns rua da Litigela n. i, segundo andar.
Com**.
dos melhorcs autores ate boje conhecidos na
Europa, como Carlos Schecb, W. Sassnhaff,
prc tem fcado.
Thesouraria das loteras 21 de marco de
Luiz San.! e o.'itros muitos por progos ra- 1857.O escrivio,
zoaveis. No mesmo deposito se enconlrarSoj Jos Januario Alves da Maia.
lindas pegas de msica para piano, de ala- Arrenda-sc um cxcellcnle sitio, cm O-
mados compositores. O estabelecimento es-, linda, defronle do Carino, com muito boa
tara aberto at as 8 horas da noite para com-| casa, e mais arranjos : quem o prelender,di-
modidadedas famili.is que quizerem expe-j rija-se aos Coelhos, defronte do hospital de
nmentar, e escolber os instrumentos, j caridade n. 5.
Compram-set escravos, sendo 1 prela
moga quocngomme bem e cosa, 1 dila de
meia idade, que saiba cozinliar, e 2 escravos
mogos pegas para servigo de campo : na rua
da Cadeia do Recife, loja n. 50 defronte da
rua da Madre de Dos.
Compra-se urna cscrava moca,'; que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tralar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
*5 Compra-seo Otario de I'ernamfiuco de gft
Je 19 de dezembro de \H\.\, e lamben, as col- J
*<$ lecc,6es das leis brasileiras de ls:i) a ISt'J : S9
' na rua do (iollegio n. r, primeiro andar. .' -
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguc/.ias de Santo
Antonio, S. Jos o Boa-Vista : trata-sc na
rua Augusta n. 17,
Compram-seefTeclivamenle na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como acgOcs das diversas cumpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 9 escravos do 14 a 1G an-
nos: a tratar no cscriptorio; de Jos Joa-
quim Dias remandes, rua da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se um escravo de meia idado,
inda com algum defeilo, sendo ollicial do
sapateiro : na rua da Praia, armazem de car-
ne ti. 13.
- Compram-se alguna bicos de linho,fei-
tos na Ierra, que sejam bem linos, proprios
para longos de labyi inilio de cambraia de li-
nho : no aterro da Boa-Vista n. 18, loja, se
dir quem compia.
A loja da rua INova n. receben pelo 2
ollimo navio fraocez, ricos enff iles, tonca- QB j
'.? ''"* c,,aPc(" Para senlioras c para meninas '".
tt de I a S anuos e meninos de I Jr vende-se mais barato do que cm outra 5f
>S? qualquer parle. f. ;
MS&&@ @$@
VAQUETAS PARA CAKKO.
Vendem-sc em casa de S. P. Jnhmton & C, che-
sadas ltimamente, assim como bous sellins ioulezes,
fio de vela, candieiros e caslicaes bronzeados, ludo
dor precos eomrfiodos.
Vcnde-se um bonito molecio crioulo,
de 18 annos, c urna mulatinha de 11 anuos*
com principio de costura e bonita ligura
na rua das Trinrheiras junto ao nicho.
SCCOS VASIOS.
Na rua da Cadeia do liecife n. 57, escrip-
torio de Joao Fcrnandes Prente Vianna,
vendem-se superiores saceos do estopa, por
prego commodo.
SAPATOS 1)0 AKACATY.
Vendem-se superiores sapatos ultima-
mente chegados do Aracaly : na rua da ('.-
deia do Kecife n. 57, escriplorio de Joao
l'ernandes Prenle Vianna.
CEI1A DE CARNAUBA.
Vende-se na rua da Cadeia de Itccife u.
57, muito superior cera de carnauba, em
saceos, ltimamente ebegada do Aracaly.
GOIUIA UE MANIlfcCA.
Na rua da Cadeia do Recife n. 57, cscrip-
torio de Joao Fernandes Prente Vianna,
vendem-se saccas com superior gomma l-
timamente chegada do Aracatv.
PELEES DE CABIIA.
Vendem-se superieres pellcs de cabra :
na rua da Cadeia do liecife n. 57.
Vende-se um terreno no lugar do L-
ea ao p da estrada nova : a tratar na rua da
Cadeia do itecife D. 57, cscriptorio.
liONS QUEIJOS.
Na rua Direila n. 8, vendem-se bonsquei-
jos pelo baralo prego de 1:440 cada um.
Vende-se um mulaliubo de idade de 7
annos, bonita ligura ; vende-se por precisas
e prego commodo : na rua do Ilangel, ta-
berna n. 50.
Vendem-se na na/do Livramento n. 9,
sapalos de borracha de |ustre para honiem a
3500.
Na rua da Praia 1. 46, vende-se cal do
Lisboa de superior qua idac
Vende-se a armigo
Pommaleau, no atorro i
dragas e mais pcrlenc
dirija-se defronte, na
Waler n. -21.
Vende-se umsplliin e mais arreios para
um cavallo;na rua de Apollo, taberna.n. 19.
Mi*iio eaj sat-cas.
Na taberna grande lao lado da igreja da
Soledade, ciilinua'-se| a vender milho em
saccas.
JiuadoQueiiiKa-
do, segunda! loja n. 18.
Uussulina branca muito fina a 5110 rs. o co-
vado, chapeos fraucozes os mais modernos,
ricos cuales de toiiquin bordados.collctcsde
sctim bordados a velludo a 4?000 O corte.
l\a loja das seis
porlas
Km frente do Livramento da
Moinhos de vento
comhombas derepuiopara regar borlas e ba-
za de capim : na tundirao de I). W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8e10.
Btalas novas c sabiio de massa.
Estes dous artigos vendem-se smenle no
armazem do Barros & Silva.
Polassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia doli
13, rercheii agora urna porgo de po- noas ou carros, livres de despeza. Os precos
Lili.t.nl.. .1.. ......__:._ ___.I..I..I ..... K. ...*.. _. __ _..______i..
cife
tassa.refinada de superior qualidade, em
tas de6 libras, que se vende por prego
zoavel.
La; p.r.i vestidos.
Vendem-se curies de 13a pan vestido, de
muilo bonitos padroes, c com 15 covados
cada corte, pelo baralissimo prego de 59000:
na rua do Oueimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa f.
Algodo monstro, lie pe-
ehincha
Vende-se algodSo monstro, com s palmos
de largura, muilo proprio para toalbas e
lencoes, pelo diminuto prego de 600 ts. a
vara : no loja da boa fe, rua do Queimado
ti. 2-2.
TacliHS de ferro.
Na fundigao da Aurora em Santo Amarn-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de raari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacioDal como es-
traugeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; o cm ambos os In-
ores exislem guindastes para carregar ca-
a- sao os mais commodos.
" Na lojMia boa f
ven-lf-.se < mais }>;,
rato
& .faca randa,
Antonio Luiz de Olivcira Azevcdo, tcm
para vender superior Jacaranda : trata-so na
rua da Cruzn. I.
Uolrt dn Baha.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu cscriptorio na rua da Cruz n. 1.
ao ultimo gosto.
REA DA CADEIA DO RECIFE N. 18, LOJA
DE QUATRO PORTAS, DE
Narciso Hara Carneiro, acaba de recejier
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e variado sorlimenlo de toupas follas ao
ultimo gosto de Pars, como sejam, casacas
pretas, palitos do casep*ra c de alpaca, col-
letes de gorgurao prelo e de cores com de-
senhos mui delicados, verdadeiras capas do
burracha e seda de _d*ia.s faces, os nicos
impremiavcis, palitos inglezes de easemira
a prova d'a^ua, excellenles perneiras de bur
racha, de todos os lamanhos, e oulras mu
tas fazendas de seda prela, proprias par^
quaresma, qu- se vendem por menos do
em oulra qgalqder parle.
Velas de Carnauba [mi
a 129000 a arroba, viudas do Aracaly, en
caixas de 40 a 50 libres : na rua do yueima-
do n. 69, loja de forragons ^^^
Vendem-se 400 barricas vasias^^S.
seus proprios fundos, 1 brago de balanga
grande il'iomflo; corn conchas de pao c cabos
de linho, usado, proprio para cugenho, mui-
lo cm conla : na padaria do pateo da Santa
Cruz, a entrada na rua do Rosario n. 55.
Vende-se um carrinho inglez de -2 ro-
das, com coterla de tirar-so e pr-se quan-
do se quer, molas muito seguras e movi-
menio brando, pintado e forrado de novo,
com todos os arreios em bom estado, c o
competente cavallo manso, gordo e bem
ameslrado, ludo por prego muito commodo:
a ver e tratar, na rua Rea!, sobrado n. t.
PALITO'S FRANCEZES.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no fino, forrados de seda a SSfOOO, ditos de
easemira de cores com gola de velludo a
251000, casacas de panno lino forradas de
seda a 28(000, palitos e sobrecasacos de al-
paca a 7, 8, 10 e 129000, ditos de bi im a 3?,
camisas franeczas a 24 e 28-9 a duzia, aber-
turas de linho a 6000 a duzia, c collarinhos
a 2J000 : na rua Nova n. 4.
Peixe.
Vende-se na rua Dircita n. 27, peisc cha-
mado cherno a 200 rs. e 160 a libra, sendo
da 1 lia deS. Miguel, barrilinhoscom 200 ca-
valinhasa 8/000, a retalha 60 rs., favasvin-
das do mesmo a cuia 560. manteiga a libra
600, 640 800 c 960, dita francezaSOO rs., di-
ta 720, caixoes de doce de goiaba a 1^000,
ditos a 640, queijosa 19700, ditos a 2.9OOO,
c outros muitos generos|que se venderiio por
o-arato prego.
PARA QUEM TIVER BOM COSTO.
Vende-se um bom silio com perto de 500
palmos de frente e 1,500 de fundo, cheiodo
inuilas frucleiras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para capim, terre-
no cxcellcnle para planlagao de legumes c
hortaliga, commodidades para se fazercm 2
viveiros por ter camba d'agua salgada 110
fundo, casa sotfrivcl para morada, murado
na frente e de um lado, agua de beber, etc.,
e alm de todas estas bondades, quem qui-
zar mandar fazer urna morada de casa com-
moda e acciada, j tem um formidavcl e
bem feitoalicerec para isso, com 40 palmos
de frente e HO de fundo, guarnecido com 2
portos um de cada lado ; e be perto da pra-
la por ser logo ao sabir do Manguinho para
os Alllictos : quem o pretender e quizer ve-
go, cntonda-sc com o proprictario Jos Sa-
porili, morador na casa annoxa ao dito si-
tio, de manhSaat as 8 horas, ede tarde
das 5 em diante; e no decurso de dia no
Piecife.'escriptorio dos Srs. Basto e Lcmos,
rua do Trapiche n. 17.
Armvizeiu de fazendas ba-
ratas na rua do Qtieitua*
do n. 27, de Joao Jos de
t'Oiiveia.
Chales dcTouquim bordados supe-
rior qualidade a 30/000
Ditos de rasemira prela linos com
franja lo relroz a 59500
Veos de linho branco muito linos a lolouo
Cohetes do gurgurSo de seda muito
finos, bonitos padroes a 4-tOoo c 6JO0O
Ditos de easemira prcta, bordados 79 e 8^000
Chitas Iraucezas muilo linas, 1111 lian-
do mussulinao covado a 3t0
Lencos da seda da ludia muilo finos 19800
Ditos de cores proprios para senho-
ra s a 1. i.iin
Mcias do serla pelas do peso o par a 2--500
Barretes de seda prcta, proprio para
padres a 3000
Cuardanapos de linho boa fazenda
duzia a 2|800
Ditos de algodo alrohoado a 2H00
Toalbas de linho para rosto urna 600
Chapeos de palha americanos a 2"H)00
Bonetes de panno fino e de easemira
do cores a 29 e 29600
e outras muitas fazendas que se vendem por
deminuto prego.
Vende-se riscado Craneal de cores escuras,
a 160 o covado, chitas de. todas as cores a 120
o 160 o covado, corles do cassa com 6 varas
c meia a 1^280. longos braneos com barra de
coros a 120 cada um.
- Vende-se superior linbas de algodao
brancas, e de cores, em novollo, para costu-
ra, em casa deSouthall Mcllor i C, rua do
Torres n. 38.
por 240 rs. o covado.
Vende-se chita franceza larga c fina, com
pequeo loque de avaria : na rua do Ore spo,
loja do Campos A Lima.
-Sao muno lin-los para pu-
l los.
Vcndcni-sc muito bonitos boies para pu
nhos pelo baralo prego a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n.33.
RUA DO QUEf-
mado n. 21 A.
\eudem-se as seauinles fazeiulas, muilo em emi-
ta : srosdenaple prelo, rovailoa I98OO, 9 e 29200,
setim lavrado ililo. covado a ly.lOO, 29 e 29400, Al-
baneza prela coro man de vara de largura, fazeuda
propria para mantos, saia, babilos, ele, a I9 co-
vado, sarja prela lina a 29, chal de llores solas,
bndoi costos a SIMI rs., cortes de laa de quidros a
.'9, caiubraias fraucezas muilo linas a 180 e 610 a
vara, sellen prela macoo a 28. te 9 o covado, se-
das de quadrinbos miudos, lindos guitas a 1-9 o co-
vado, duqueza de quadros achamalotada a '.I00 ri. ;
dao-se as amoitras corn penbor.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vcndc-se a plaa da cidade do Recife c
seus arrabaldcs, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria 11. 6 c8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias.da
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praga da Indepen
dencia, vende-se o mappa
das dillerenles villas da cidade entre si,
relagiio a capital da mesma, a muris.
Agencia
rundir o
Low-Mooi
rua da Vnzala i:ova
11. 42.
^este estabelecimento conlinu'a a haver
um completo sorlimenlo de moendas e meias
moondas para engenho, machinas de vapor
e taixas de Ierro batido e coado de lodosos
lamanhos para dito.
Em casa de Huir, llrunn Companbia, na
rua da Cruz 11.10, vende-secognacemcaitinhai de
duzia.
BECHAIJSIG ?m llS-
110.
NAFUNDICAO DE FERRO OENGE-
NIIEIRO DAVID W.BOWMAN. *A
RUA O BRUM, PASSANDO O clIA-
FARIZ,
lia sempre u m grande soriimento dos seguidles ob-
jectos demerbanisniosproprios pai aeiiLenbos.a sa-
ber : moendase meias moendas, na mais moderna
conslruccao ; laixasde ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodos os lamanlios ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de lodas as propor-
roes ; cr.vose boca de lornalba e registra! de bo-
eiro, aguilbOcs, bronzes,parafusos e cavilhoet.atoi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDIQA O.
se etecutam todas as encommendas com a superio-
ndade ja conhecida com a devida presteza ecom-
modidade em prer...
VINIK lio PORTO GEMINO.
\enHe-se ptimo viubo do Pollo em
MW
'..O.
pWO
3/000
l/OOO
29000
I/1HK)
5< 0
1,111111
1/600
000
|H>IIIII1
800
129000
10| IIIM)
7/0OO
Os melhores relogios de ouro, patento in-
glez, vendem-se no escriptorio do agente
Oliveira, rua da Cadeia do Itecife n. 61, pri-
meiro andar.
Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-
la Barbara iV Companhia, vendem-se elVecti-
vamcnle caixoes vasios de todos os tama-
quarloeoilavo, por precorazoavel: na rua da Ci-
dtia do Itecife n. 11, escriptorio de Rallar & Oli-
veira. "
CEARA- EACARACL'
segu no da 2.i do correnle o palbabote Sbralen-
seo, para oveslo da carga panageirw, Iraia-se
con. Cielano Cyriac da C. M., na rua da Cadeia do
Recife ti. 2.
fe elogios
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomom ese-
. .... ...v,H^..- nhora de um dos melhorcs fabricantes do
das distancias Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mtllor do Torres n. 38.
Meias de todas
os.
CERA
-se c
ia r
|i'"
:arnauba.
suba de bi
ali-
ua&H
ife,
CAS
vende-se
adas e
Vnli do k rto
o 1857.
No armazem dt fos Joaquim rias Fernan-
des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho yolho do Porto, cm caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosso c meio" grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
Vendem-se terrenos para cdillcagaona
estrada do.Manguinniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas, do Sr. Manoel Pe-
rcira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 9, 011 com
Jos llaptista Ribeiro de Feria, no seu sitio
da Estancia.
-- Vende-se a verdadeira grasa ingleza n
go de 2/500, ditas de laia para padres a 19800,
ditas de fio de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo proco de 400 o 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200. 2*0 e
280 rs., ditas pintadas e bra -
nos a 240 e 300 rs., ditas bi
meninas a 240 rs., ditas bi-..
laia. jt'^rww_24H. 300 e 400 rs., ditas pretas ue
algodSo para padres a 600 rs., e oulras mais
qualidades que se vendem barato na rua do
Oueimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33-
Peehincha para os alfai.i
te*.
Na rua do Crespo, esquina que volta para
a rua da Cadeia, existe "urna porgSo de algo-
do trancado muilo eucorpado, proprio de
entretelas, pelo baratissimo prego de 120 a
jarda.
Ricas fitas finas e moder
n- a r. a 11 -----.* .. '"", armazem de ilosiron KooKer o, compa
97. dos afamado lahricantes-l.ay Mar- esquinado largo do Corpo Santo n. 48.
Un, cm barricas de 15 duzias de notes: '.__.. '
tin, cm barricas de 15 duzias de potes,
em casa de James Crablree & Companhia
rua da Cruz n. 42.
as
(lM
vs.
poKsivrl :
Grosdenaples preto muilo bom, o
covado
Cantio preto muilo fino, proprio
para lulo,ocovado
CorgurSo prelo muilo linorom sal-
picos, proprio para rolletes, o
covado
Casemira prola lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Longos pretos de seda para grva-
la, meio lengo
Meias prela de seda muilo ulte-
riores, o par *^
Casemira de qnadnnhos pretos
muito lina, o covado
Cortes de colletes de fustn
Ditos de ditos de dito fino
Oitosdedilos muilo superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Corles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
Mantas pretas de Ri bordadas de
seda
Veos relos de lil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortioados, pegas de 20 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
drees, o covado
e alm disto ha um completo sorlimenlo de
razendas linas e grossas. que vendem-se por
precos lao commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito finos, que se vendem por me-
nos que cm onira parte : na rua do Queima
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f- '
XAROPfc
DO
fcOSQI-i,
loi iran.ferido o deposito desle tarap un i bn
licarlejnsc da Crui Sanios, na rua Nova a. 53<
garrara, j550O, e meia,39000, sende fals. 1.a.
"isd auUee,e?.,q!lerA0.f0.r'endd-0ne,le *a*Saterf*
r. 1 ue,er*1 opreienleaviao.
IMPORTTE PARA 0 PIBLICII.
ira curade phljsira rm lodotatseut di ere.
esgr.os, quermolivadaporconslipacoea, lem
aslhma.pleuriz.escarros desangue, drdee-
adose peo, palpilaraono coradlo, co.ael.rbe
broncl.ile, dorna garganta, e ldat aiRMlaali.
dosorgao pulmonares.
Boa Tama.
Vende se superiores macas para condu-
c3oi de roupas em viagem, pelo barato preco
de j, 6, 7e8o cada urna, galheteiras rom
todos < s vidros necessarios a 2, ricas car-
tciras de Jacaranda e mogno para seescre-
ver c guardar todos os pcrlcnces, proprios
para viagem a 8, 10, e MI rada urna, cortn-
rciras nquissimas de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda e com muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e ft?, pentes muito neos pa-
ra alisar.propnospara mangas ou para su.s-
sa0 r^ nn i*.,.,...... j____.il__ r
qnalic
.-, _____, "".P'opnosparacriangasou para 8Uis-
Vendem-se muito boas meias de seda pre | sas a 320 rs., puleciras do melhor costo que
tas e brancas para senhoras pelo barato pre- se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de ro -
o 111' -'i.'iOO.ditas ile. la.:, niin nnlr j i -id jin,, o.,i:.:-u
e
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
se vendem na laja da boa fama na rua do
Queimado n. 33eporpregos que naodeixaro
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde cs-
colher.
Pianos.
Em casadeRabeSchmettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Relogios
de ouro, de patente inglez ; vendem-se no
armazem de llostron Rooker v\ Companhia,
. --------------_. _jrt lv,., ^, ult3 ut: ,iM-
nalina, carteirinhas para lembrancas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com lodas as lettras do
alicedano, sineles proprios para na morados,
ricos irascos para cima de mesa eoulras
muitissimasgalaularias, todo muito fino e
de muito bons gostos, asseverando-sc a
quem vier ver o rico sorlimenlo, que sem-
pre existe neste estabelecimento, nAodcixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma ii 33.
VENDEI-SE CAPACHOS
pintados, compridos redondos a 700 e xiK
rs ; na rua do Queimado loja da boafiaia
n. Oii*
lioneras fiancezas
Vcndem-so bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias qualidade* a 1a900,
13600 e a>. na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
<*T0 J. |)p3 *tfcfja>d>
OGUARDA.-LIVROS BRASILBIRO, miarte
da escripturacSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velba n. 22. Prego8^000.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-sen precorazoavel ,cm casa de
AugnsioC. de Abreu, naraa da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como polassa da llussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
FAalNHA
He Trieste.
Vende-se em rasa de Saunders llrotliers C. n
pra
conhecida familia de Trente, da marraprimeira
qoalldadcchegada em 9 do correnta ..a escuna
ctPfeil, em porres grandes e pequeas,coufor..ie e
vontadedo co.n|ira.lor.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Sa fundifo de ferro de D. W. Bowmann u
rua ds Brum, passando o chafariz, conlina ha-
dar um completo sorlimepiods la i x es de ferro f un
.idoe balido de '! a 8 palmos de bocea, as quaes
achni-se a vanda.por epreco commodo t cora
promptidio: embarcara-soucarragam-ta mear
ro seindospeza ao comprador.
Em casa da Saunders Brothers C. ,
do Corpo Santn. 11,ka para Vendar o se
Ferro inglez.
I'ixeda Suena.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo I izo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Baha
E uui completo soriimento de fazendas proprio
para asta mercado : tudo por preso commodo.
.\. O. Bieber [A Companhia, rua da
Cruz n. *, vendem :
Lonas da llussia.
dem ingleza.-.
BrinzSo,
Brins da Rnssia.
Vinho de Madcira.
Algodo para saceos de assucar.
Ai^ociozinho da Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. Bieber 6 Companhia, rua da Cruz
n. t.
He milito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marlim do boa qualidade a 10?, ditas
ditos de cabo de balango muito finas a 6/,
ditas ditos cabo roligo eoitavadoa 3-?, du-
zias de colhcres de metal principe a 3- e 65:
ditas de metal mais ordinario a 800 c 1:400,
e oulras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vcnderfl-se bandejas Anas e de varios la-
manhos pelo baralo prego de 1/500, 2500,
3:500 e is : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQES FINOS.
Vendem-se loques muito finos com ritas
pinturas, espclho e plumas a 2/, 3:500 e 4/ :
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33'
Potass^ e cal
virgen
.No antigo e j bem conhecido deposito da
I rna da Cadeia do Kecife, cscriptorio 11.12
ha para vender muilo superior polassa da
praga {llussia, dita do llio de Janeiro, e.cal virgem
uinla i de Lisboa cm pedra, ludo a pregos muilo fa-
|voraveis, com os quaes ficarao os compra-
dores salisfeilos.
Para quera estiver de luto.
Vende-se na rua nhecida loja de miudezas da hoa fama n. :i:t,
voltas pretas linas c ordinarias, ricos alliue-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozlas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
prego que no dcixara de agradar aos se-
nhores compradores.
Fugo de bordo do vapor lauaraasu', o
escravo pardo de nome Amaro, idade de 2
annos, altura regular, e foi canoeirodo por-
to da rua Nova : quem o apprehender levan-
do-o a seu senhor Jos Francisco da Coala,
na rua do Trapiche n. H, primeiro andar.
sera generosamente r compenaado.
Atte Fugio no dia 16 correte mes o prelo
Justino, crioulo, cem os signaos seguinte* -
allura regular, chcio do corpo, sem barba
com falta de denles na Trente, calvo de ref-
regar peso na cabeca, muito recrala, he
bem conhecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encoltrado por
diversas pessoas con heridas, e diz a ellas
que anda cm servigo de seu senhor : por isl
so roga-se as pessoas que o cncontar que
o mandem prender elevar a rua Direila n 76
que serao generosamente recompensadas '
- No da 4 de revoelro do correite auno
desappareccu um negro de.nagflo. m.sou
parece crioulo, por ter vindo muito peaue-
no, anda mamando, o qual represen!? ter
de 2fi a 32 annos de idade, de nome Maihias
cozinhe.ro, estatura ordinaria, magro, rosto
comprido, pouca harba, olhos grandes so-
branceras fechadas, nariz chato e poniido
beicos grossos, bocc regular e com denles'
lem urna pequea cicatriz cm nma das Tai
tes, e outra em una orelha, pela parte de
bailo, de um talho que levou, bem como
oulra 110 pescoco, que por muito leve. Ulvcz
soja pouco v.sivel ; foi encontrado em S,i.to
Antao, scgu.ndo a estrada, com um lieuzi-
nliode landres novo na cabega, e un sallo
no braco, sendo muito dado a brige. deates
nicaes; esto escravo perlence a Gustavo
ose do liego, no Recife, rua da Aurora
quem o apprehender sera bem gratificado'
rugi no da 24 do correnle a escrava
Mana, de nago Caseaqge, de idade de 40
anuos, com os signaos seguiites : altura re-
cular, roslo redondo, o.ihos bstente verme-
Ihos. nariz chato, Ccigos e mitos llllili.
com um defeilo r.odedo grande da mo di-
reila proven.en'.e de um pauaricio, ps gros-
sos e apa he ados_, fo, vestid, de iaUazu! c
c.il,ec..o ta azu! com listras encarnadas, quando an-
da codicia de urna perna, he de suppr q.jc
eslcja occulla ; portento protesta-se cooin
quem a tiver occulla, para pagar das do ser.
Vico eo mais que a le permittir : pede-sc
as autoridades foliciaes e capitr.es de rampo
a liajam do apprehender c levar a s,eu senhor
na rua bireita n. 78.
Ke da SI de marro deste anno, faci haeSa
Mana, de narao .nala, e lem o, ..gnaei ae.iiSle.
panea cr.oula, ron. ltala anno," de .d., .".
mais i.u nidiii., chela do corpo, honila fizara le.
'lid., de cima aial.aaaaa da Cotia aawSaaJa 1 m\
falla de mu denle i,,, frenle ola e,,a ful .
irada a Pedro inaa,* qu.l prela dia elle Icr ,m
piMaeaaerUa: roKa-,e a aetorieeaei palaakaW,
eapiae. de campo a ipanhietta da aif-n, eL,,
leva-la a >co aentar DoniioRot Joar da lonlu, !
ae, ua rua da Semala Nova a. 30, qae er.- .-,a Sg-
- I ligio de bordo uo brigue brasi |eiro
Melampo, na noite do dia 8 do conentc .
negro de nome Marcelino, nagSo Cab.'nda
altura regular, secco do corpo, rosto cx,m'
pndo, barba serrada c cria suissa, cora ra Ka
de denles na Trente, e conste andar vesi.do
. ..m paleto, e calga.lo : quem 1. pegar lev.--,,
a bordo do dito navio, junto ao eaeS 0o i-aa-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
.Manoel A Ivs Guerra, na rua do liapuh,. ,,
14, que sera bem recompensado.

l'EKN.: TVP. DE U F. DET^tA~ii7
MTIESDIT
EGIVE

"


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