Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06671


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Full Text
i
ANNO XXXIII R. 70,
Por 3 imxes adiantados 4$000.
Por 5 raezes vencidos 4500.
SEXTA FEIIU 27 DE MARCO DE 1857
Por anno adianlado 15M00.
Porte franco para o subscriptor.
l'.XCWtllr'.i.Alms DA SBSCIUPCA'O NO NORTE.
Ptrthiba o 8r. Joo Rodolpho Gomes ; Naul, o Sr. Joa-
uim I. Paran Jnior; Aracatv,o Sr. A. da Leraos Braga ;
cara, o Sr. J. Josa de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaqun) Mar-
net Rodrigue* ; Pauhv, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Crense; Para', o Sr. Justino J. Hamos; Amazonas, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
Oiin.U : 1...I.'
PARTIDA
os .h
DOS CORREIOS.
la buril .i.. itM.
I|uru,
S. A.II.....I1.
S. l.oirenC'
,..,... l loro,
uto. I|.....
HawHiciru
[To.l..
ercn-rr
lili.i : n n ^-tin.l.i- i" CVU4 .......
erro*, l......... Cariiarii, Vlunl.....IUi inha*: 11
l'....-.l'tlli... Kaiarrta, Lin.....ir.i, llccjo. I'-1...-
V,:1., i: I.,. Iloa Vi.m. (Mear", t li.......|n..,i.,.-1-
iea, >.'iiii"ra. i;i.>-t'nii ..o, r..... Ilarrairus, Agua-lv
N..UI : ijiiini.i l-ira.
corrru.- pJirU'fn a, 10 ni
11 .1.1
iilliVi.
AUDIENCIAS ROS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- sesundas e quintas.
Relaco lerr.as-feiras e sabbados.
Paremia ; qurtas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundases 10 horas e quintas ao melo-dia.
Juizo de orpbaoi : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira ara do eivel.- segundea e senas ao meio-dia.
Segunda rara do eivei: queras e sabbsdoseo meio-dia.
BPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO-
3 Quarlo crescente as 2 horas e 11 minutos da tarde.
1 La ebeia l hora e 5S minutos da farde.
ltt Quarlo minguante as (i horas e 41 minuto da manhai.
23 La nova as 8 horase !) minutos da tarde.
. I'RKAMAR RE llo.lt.;.
Primeira as 3 horas e 18 minutos da uianhaa.
Segunda as horas e 12 mmulos da tarde.
das daIseuana.
23 Segunda. S(. Victorino. Friimrnrio. Fclx e Domino J|ni,
21 Tvrfa S. ARapito m. : >. Latino b.
3.'i Quera. '.- Anunrac.in de Y S. ; s. lieinco b. ni.
2i Minuta. S*. Ludgero e Braula ab.
2T sexta. S. Roberto b. s. Fillo c Lvdia Mal.
28 Sbado. Ss. Prisco, Male, e Patioi
2!l Domingos. Bcrtoldo S. Joua-, Barachizio Pastor Mu.
i:\<;\i;i;l(.\l)..s n.\ si itx iiiii \h ta> Mi.
Alagoat.o Sr. Claudino Faleio Das ; Baha, o Sr. D. Dviotai
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pcreira Martina.
EM PERNAMM CO
O proprictario do DIAItIO Manoel Figueiroa de Feria, na ana
Uarla, praca da lodependenna ns. 6 e 8.
PARTE 0FFGAL
MINISTERIO DA GUERRA.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
r.i, ero 'Ji de fevereiro de 1S">7.
h'oi prsenle a S.M. o Imperador o sen ollicio n.
tOI de 1( do corrente, em que Vmc. aprsenla dex
llovidas sobre as novissimas tabellas, ltimamente
publicada"; e o saesmo aoguslo senhor manda de-
clarar-lhe :
Ouanlo i 1.a : Que ao cninmand.inte do rnrpo de
engeoheros e aos do estado roaior de 1.a 2." rleise
deve-se abonar a gralificacAo de 80? mensaes de
rom mando, e as eUpes que corresponden) s paten-
tes qoe teero.
Pelo que diz respeilo i 2.a : Que ao cirurgiao-
mor do exercilo deve-se tambem alionar a citada
gratificarlo de 80$ rs. mensaes, correspondente a
commando de corpo especial, alera das que per-
cebe.
Kelalivamente 3." : ac os olliciaes do corpo de
sande do exercito, qac pela croacAo do mesmn corpo
teem dirito s vantasens de cnsenheiros, devem
continuar a ser contemplados com os mesmos venc -
mentos, qae se acbam marcados'na labell.i respec-
tiva para os oflieiaes do corpo de eitgenheiro",
em cnmmissAo activa ou He ressideucia, ale que s
publique o novo regulamenln para o mosmn cor-
po de sanie, que Ibes marca vencimentos espe-
ciase.
Ouanln .i 4." : Qoe aos lenlecoronis e majo.
res de engenheiros, qoandn em servico de com mi -san
acliva, deve se abonar doos cavallos.
Acerca da 5.a : Que os oIRciaes do' balalho de
ensenheiros o os da escola deapplicacto deven) per-
ceber as mesmas vantagens concedidas na tabella ac-
tual aos olliciaes de engenheiros quando em servico
de eoiuenissa activa, e por conseqneneia forrasen*
para cavallos de pessoa.
Sobre a 6.": Que aos oflieiaes de ongenheros em-
pregadus como aldanles do ohservalorio astron-
mico deve-se mandar abonar a sralifieacao do resi-
dencia.
Pelo que diz respeilo 7.a : Que o aclual direc-
tor das obras militares da corte lem direilo gratifi-
caran de 30$ mensaes, como chele de commissAo de
engenhjria.
Qaoto a 8." : Que o comiiiandaiite do asyl'o de
invlidos tem direilo 4 gralilicacio de commando de
companhia.
Kelativamenla i 9.* : Que ao director c vire-di-
rector do arsenal de gaerra d corle, e de oulros es-
labeleciineiilus, cujos exercicios nflo esta mencio-
nados ni respccliva nnvissima lahclla, deve couti-
noar a mandir abonar .etapes correspondentes a's
suas patentes, como al agora so tem pr'alicado.
E finalmente, quanlo a 10.' : Que o aitn do
quanlitativo marcado para compra de cavallos de
pessoa so deve ser fcilo quelles ofli-iaes que forein
Humeados para empresos duravcis, (aes como c.oin-
in.iii Ins de corpos, aju liles d'or.len e oulros do
semelhaule ualiiieza.
o que lu.l'i .-uiuinupiro Vine, para seo conheci-
rnnto overuo.
Dos guarde a Vmc.Mrquez de Caxias.Sr.
' inspector da pa-adoria das tropas da corte.
OVEBWO DA PROVINCIA.
Dfipach'i* do da 23.
Antonio All\inso Viaiiua, major coiiimandinle da
liirlaleza de Tamandarc, rcquisttanJu aieile e lio de
algoda.Mandnuse fornecer.
Escolstica l-'ranci.ca de Albuquerque, quer que
teja admiltido no num;rn los apreudizes do arsenal
de marinha seu afilhado denome francisco.Man-
dou-se apresenlar o menor ao inspector do arsenal
da marinha.
Francisco Xavier Cirneiro da Cunlia.M.inlou-
sevollaro requerimenlo a' directora gcral da ins-
trneco publica.
Jos Ponciaoo (iomes de Mello, quer embarcar pa-
ra seu engeiiho 12 taboas de amirello.Despachou-
se Favoravelmenle.
JoAo lh pililo de Meira Lima, arrematante da
conservarlo da estrada da Victoria, requereudo que
se marqae o logar para tirar areia para a obra da
estrada.A informar a rene/tirio das obras pu-
blicas.
Oficio da cmara municipal de Oiinda, dizendo
que a repartirlo das obras publicas duvida fazer en-
trega do lijlo do arco do Varadouro.A informar
aodireclor das obras publicas.
Dito do primeiiu suppleute do subdelegado do
primeiro ilislricto de Igaarassu', pedindo dispensa
do menciooado lugar.A informar ao doulor chele
de polica.
Dito do Exm. commandante das armas, apresen-
laudo o requerimento do leneute-quarlel-ineslre
Caelano \ivier de Oliveira.A informar ao ins-
pector da Ihesouraria de fazenda.
i p. lindo.....I3&0009000
Reeeila de I a 21 do cor. 3
-------------------t:u:(MMr?00O
Despen dem........ j
Saldo
136:0009000
Caita do ejercicio de 18jt> a 18j".
Saldo em 2S de feverero
p. lindo.....>2C.:18'.?781
Reeeila de 1 a 21 do cor. (i:i:2252ti2
------------------292:71251)1(1
Despeza dem.........7l:!i:l752.>8
Saldo........220:77 >7K8
Cana de depsitos.
Saldo em 28 de favereiro
p. ndo.....176:3139335
Keccla de 1 a 21 do cor. 8,
Despeza dem.
Saldo.
17(i:3l3j33-
5
17(:.ll3rir
Nao havendo mais nada a Iralar, o Sr. presidente
encerrou a lajalo ao meio-dia.
SSSAO JUDICIAItlA F.M 2(1 DE MARCO DE 1857.
Presidencia do Usan, Sr. ieiembargaior
.Souza.
Ao roeio dia, achando.se prsenles os Sr*. desem-
barcadores Villares, e (litirana e os senhorrs depu-
lados llego, Baslo, Lemas, o Sr. presidente abri
a sessao, c lida a ida da ultima, be appruvada.
Julgamentot.
A presentada pelo Sr. dcstmhargador Villares, pa-
ra julgamento, a appellaco commercial desta ei-
dade em querDo :
Appellantes, Crablree Kennworlh) jj CorepaahU;
A lipidiado, John Donelly.
Kicoo adiada n deciso a pedido do Sr. depila-
do Kamos e Silva.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao a 1 hora.
EXTERIOR.
Ciiixa especial dncalcametilo das res desla cidade.
Sabio em 28 de feverero
p. fin.lo..... l:fi.05(l!)l
Reeeila de I a 21 do cor. 455000
----------------1^959694
Despeza dem........ 5
que o proprlo governo persa promulsou o textoras I mente seguida da occiipacJo de Abstraliad pela fin-1 pelos successos dos alliados de desposar abertamenie 1 .. A conducta do enverno persa nesla oreurrencia
prometttS conlrahida. Na realidade, elle nunca tilha russa do mar Caspio. A llussia ambiciona ha |a causa de peniou em invocar urna e-cusa desle genero sean mnilo lempo esla posiesafo, e devia, segundo toda a Ksles successos, cu anles o graude successo da I mas nao fui a causa da euerra. Alguns dias depois
quando a Persa julgou op|>orlono procurar om j verosimillinica, lomar o primeiro pretexto de apo- | lomada de Sebaslopol, fez voltar o soverno persa do \ da partida de Mr. Marra] de Tehern, em despee
do coverno iuslez, seria urna causa de embarazo. | goerra a ser transportado para a Turqua Asitica e
pretexto para a sin falla de f. j derar-se della. | lado da allianea ingleza, na esperanza de oblcr de
o Que um governo lao poucu escrupuloso como o | a Era bem qoe a l'ersi a pensasse nesta evenlua-1 nos algama promessa seria de proterto, e de asss-
do Shah licasse liel ao espirito das promessas qne 1 lidade, mas todo aviso a este respeilo, que proviesse loncia. ludo pareca fazer crer qu o thealro da
baria conlraliido, he o que nao se podera um mo-
mento siquer esperar ; mas ctrlamenle he o que
nao podiam esperar os que sesoiam com altenrfto a
marcha dos acontecimentos. O Shah no poda des-
viar de lleral olharcs de ambicio, eSeid-Moliam-
rned, fraco, irresoluto, incapaz, pensava mais em
soa seguranca pessoal, do que na independencia de
seu principado. I'icou virloalmenle o vassallo da
Persia, e al em urna carta mulo oUensiva dirisida
por elle ao encarregado dos negocios inslezes, de-
claren aberlameiile que os Aflsbans eram os suh-
Saldo
I .-6959094
Caixa especial da riin-lruce.io da ponte do Kecife.
Sabio en 28 de fevereiro
p. lindo.....1:021I80
Reeeila de 1 a 21 do cor. 9
Despeza idem.........
Saldo........
Caixa especial das loteras.
Saldo em 28 de feverero
p. lido.....8:795-5884
lleeeila de 1 a 21 do cor. 8O5IHKI
1:021-5180
O5OOO
6219180
Despeza idem .
Saldo.
8:875388}
9099036
8:6065828
Era impossivel as crenmstancias de eolia dar
Persia um cnnselho de qne podesse resultar nina
vanlagem qualquer, sem desperlar a ambicio desle
governo, sem suscitar a' seus ministre! sonhos pro-
digiosos de mmenlas compensaees pecuniarias. Ad-
vertidos pela experiencia do paitado, nae lenhamo
que a Persia eslaria em posicao tle preslar reacs ser-
vicos dos alliados. E-la perspectiva favoreca as
prelenees do governo do Shah, que ludo poz em
acerm para tirar partido della, e renovnu soas soli-
eitaroes de promefeas e de cumpromissos da parle
do ministerio inglez ; porcm ao mesrne lempo se-
sos ; nao queramos d.ir-lhe oulru assumpto de con-
leiilanienl.i do que ser convencido que o melhnr
servico que de nos poderla esperar, era a aclividade
dilos o os servidores do governo persa,e eu snbreludo, de nossas opcracfies no mar ^egro.
lilm. o Exm. Sr. Tenho a honra de remelter a
V. Ele. aa inclusas demonslrac,oes dos saldos exis-
tentes as diflerentes c.iixas a cargo do Ihesuureiro
desla Ihesouraria 110 dia 21 do corrente.
COMMANDO DAS ARMAS.
taarte! general do commando das armas d
Pernambaco na cidade do Recite, em 2i dr
m .reo de 1857.
OKDE.M DO DIA N. 113
O eneral commandante das armas faz rerld^ia-
ri os filis convenientes, qoe a presidencia foi ser-
vida por portara datada de lionlem nomear o Sr.
major do corpo de estado-maior dd 2 classe, Se-
liii.li.io Antonio do lleno Itarros, para servir de
memora do conselho admiuistrallvo para forneci-
menlo do arsenal de guerra, em liifiar do Sr. coro-
nel Antonio (lomes Leal, cando sem eITcilo a por-
tara de 12 desle mez, pela qual foi designado psra
semelhante cominissao o Sr. coronel Trajano Osar
Iturlamaque, visiu ler sido este nomeado assistcnte
do ajudante general na provincia das Alasoas.
O mesmo General declara, que no dia 21 do cor-
rente o Sr. teneiile-quarlel-meslre do 5. balalh.io
deiiifantana, Manoel Jacinlho l'rreira, foi por de
liberadlo do respectivo commando superior subs-
tituido 110 aquarlelamenlo pebt Sr. alteres do mes-
ino corpo, Joao Francisco Saraiva de Meneze*.
Josr J'iii>/u/m <'orlli'>,
96
OKDEM lili DIA IS. lia,
O general commandante das arma faz publico,
para scienea da gaarnicfle e devido eITcilo. que so-
bre requisicilo do Exm. Sr. trrenlo general inspec-
tor do terreiro dielriclo mitilar le infanlaria, e de-
liberaran da pres.delicia coniinuoicad.i em Oflicio
dalado d" 2'i do corrente, passa a exercer as fiuir-
(ccs de ajud.iule de ordens do referido Sr. inspec-
tor, o Sr. alferes do 10. balalho de infantana Jos
Cselano ila Silva.
O mesmo general convida em nonio do Exm. Sr.
coiisclheiro presidenle da provincia aos Srs. olliciaes
do exercilo e do balallnlo da guarda nacional em
aqiiarlelaineiito, a comparecerem hoje. pelas 6 horas
da tarde, na igreja matriz lo Corpo Sinlo, alim de
acompiiuharem o Senhor lom Jess dos Passos em
sua trasladadlo para a igreja matriz da Boa-Villa,
e a 111 'Hu 1.1 as 4 horas lamliem fia larde) arompa-
nliarein em procissAo o mesmo Senhor llotn Jesu*,
desla para aquella matriz.
Os inferiores dos corposx compelenlemenle auna-
dos c ilirigidos pelos respectivos Srs. ajadanles, se
dorarle acfcar boje, as S horas da larde, na matriz do
Corpo Santo, am de guarneccrem o pallio, como he
costume.
Jos Joaquim Coflko.
TRIBUNA!, DO COMMERCIO.
Sessao administrativa em 26 de MARCO de i 857
/'residencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia horas da man'nia, presentes os se-
nliores depulados llego, Baslo, l.emos, esupplenle
llamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
sendo lida a arla da nllima, foi approvada.
Nao houve expedieule.
DESPACHOS.
Um requerimenlo de Loureneo Luiz das Neves,
informado pelo Sr. desembargador fiscal, pedindo
matricular se.lMprido.
Oulro ile Joaquiui Alves Moreira, commandante
do vapor apersioun^a. informado pelo Sr. desein-
bargador Bacal, pedindo a carta de registro de mes-
mo vapor.Mandou-se registrar, prestando antes o
juramento e asslgnado o termo de obryar^ao de que
trata o or. 463 do cdigo rom a respecliva mulla no
caso de r.inlr.n .'iu(.i.i.
Oulro do Julio Sawvage ^ Companhia, pedindo
registrar o contrato de sua sociedade.Com visla ao
SK desembargador fiscal.
O11lro.de Samuel Monsdale Mellors, rom 12an-
no) de idade, WjHiarn* .-oiiih.l. co:n S anuo- de
NExiOCIOS DA PERSIA.
(GoBBlasflo.l
O compr.-misso proposlo ao governo do Shah e
aceito pelo coronel Sheil, e a convenco i>, como
m pouco ambiciosamente se a chama, he dalado de
25 ile Janeiro de 1853, e por esle documento a Per-
sia prometi nao dirigir (ropas para lleral, salvo o
caso de invaso eslrangcira, e anda nesta oreur-
rencia obriga-*e a relirar eslas Iropas, sem as fazer
entrar na cidade. logo que os estrangeiros houverem
evacuado o terrilorio do principado. He esla o pri-
meiro c o mais importante arlicn do insimlenlo
A Persia promedia anda nao intervir por nenliiim
modo nos negocios de liara! mais do que hara lej-
a em vida de Var-Mnhamined-Klian (I, abando-
nar loda a protenrao a que a moeda fosse carrila-
da em seu nnme, a que o nome de Shah fosse pro-
nunciado na supplicas publicas, de lomar a cha-
mar nos qualro mezes seu agento a lleral, de nao
ler mais ah representante, e de por em liberdade
'em condiees todos os nolaveis de Ilerat, que es-
lavara retidos na Persia. O governo persa promedia
anda dirigir Seid-Mohammed, em sua qualida-
de de principe de Ilerat, orna carta qoe conlivesse
a substancia deslas enndirOes, e que devesse ser le-
vada a seu de.lino por ursa pessoa licada missao
ingleze.
Em (im, estipnlava-se que sea Inglaterra inler-
viesse nos negocios de lleral, a Persia readquiri-
ria sua liberdade, e que se nm poder eslranceiro, os
Allghans, por exemplo, se ineerisse no principado
e se apoderasse da capital ou do soas dependencias,
o ministro ingler. deveria, g reqoisieao do governo
persa, empregar os meins amicaves para abrigar os
invasores a relirar-se e a deixar lleral em seo
amigo estado de independencia.
Em consequencia desle compromiso, c para fa-
ttr-lhe produzir seus fruclos, dirigiram-se carias a
Seid-Mohammed pelo primeiro ministro persa e pe-
lo representante iuslez em Tehern, para faz-T-llie
eonhacer as obrigaeea contratadas pelo Shah. Em
*ua carta, o ta&razam afllrmava dislinclamenle a
mi l-Mohainmcd une .1 l'ersia nonra livera e nun-
ca tena lnten{ao de apoderir-se de lloiat ; qUa
nao pretendia nem soberaaia do pas ncm ao ;o-
vcinodo territorio e da populacgo de lleral, eque
eiulim nunca se ine-rlaria em seus negocios interio-
res. Demais, o Shah em pessoa diriga a Seid-Mo-
hammed um firnam para confirmar lhe a sua e\ac-
tidao de ludo quanlo lhe escrevia o tartaam e
acresrenl.iva terminando, que esperara segnro que
Seid-Mohammed resulasse por elle soa conduela,
NAo se (rala, pots, de saber se o lovcrno den seo
pleno elleito a esle eompromifo, se o proprlo Shah
acqoiesceu a elle, e se por couser;uiiile he val la a
peca.
.< Persia responde que o docomenlo niio foi
notificado pelo governo inelez ; i te verdadeiro, mas que importa A Inglaterra nao
tinha que ractilicar um comprnmisso aceito pela
Persia. Nao era urna convenco bilateral: Tolas
as obrigaees qoe este documentoimpunlia, rer.ibi.ini
sobre a Pea a. De faci, era urna peca que para
ser valida sil neeessilava a assignatura de una par-
le. A Inglaterra a nada se empenhava. As pro-
messas da Persia repousavam, be verdade, sobre a
candiese que a Inglaterra 11A0 inlcrviriaem lleral,
mas urna condcAo nAo implica orna obrigacAo po-
sitiva, e como n 10 hara ohrigacAo coutrahida de
nossa parte, nao tinha lugar a ratiliracAo.
A queslAo que ha a resolver, he pos a de saber
se foi rumprnla a condicao. A Persia pretende qoe
o coronel Sheil poi-ae em relacoes com Seid-Mo-
hammed, mas eslas relaees nunca liveram o ra-
rarler que constlaa a intervenro ilelinida pelo ar-
liso condicional do compromissn. O coronel Sheil
baria declarado cxpressameule que nao se obriglTJ
a ab-ler- "o de Ilerat, e o governo persa julgava aile IAo
pouco que esla declararlo o relevassc de seus em-
peos, que s posleriormente a esla declarado foi
acresreulava elle, que sou de sansue persa, que
nAo vivo seno pelo favor do Shah, que a outra
cousa nao posso pretender que nAo a ebedecer-lhe
e a submetler-me a sua anloridade. Mea coverno
e miuha vida eslao em suas mAos.
Todava e durante a prinicira parte do anno de
de 1853, os aclos de inlervencao aherla da parle do
Shah 11A0 foram de natureza a provocar a seu lor-
no .1 ulervenc,Ao ngleza ; porem antes do lim desle
anno apresenlou-se urna cireomslaiieia, que poz
IMHSO encarregado de negocios na necessidade de
suspender as relaees diplomtica) com a crle da
Persia.
tm grave insulto foi fcilo i missao inglesa na*
seguiules ciicumslancias: l'm dos innumeraveis
principes persas apos*era-se de orna casa perlenccn-
le a um ceno Abdool-Kerim-Khan, naloralisado
subdito inglez, e recnsava pagar ilugueis e evacuar
os lugares. M. Thompson, suc-essor Interino do
coronel Sheil, 11A0 podendo obter satisfacao algama
do governo persa, emp'ehendeu fazer por si mesmo
juslica, e den ordem a algom dos servidores da niis-
sAo para irem i casa, remetiereis para ahi urna car-
la por elle dirigida ao principe e apoderar-se do
tusar com o menor ruido que lhe fosse possvcl. Todo
blo se participou ao sadrazaine este, em proMnea de
mu'las pessoas, eutre outras de -nuilos olliciaes da
missAn turca, ordenou ao rhee ds polica, que en-
viasse alguns dos seus agentes paia os mencinnados
lugares, e no caso que ahi aehasrsm es servidores
da missao insiera de bate-Ios e mali-ljs e co-
brir com elles os tomillos de seus pas
Porem o insulto foi peior anda, porque quan-
do os servidores da mislo rhegaraii casa,objec-
lo da disputa,os oflieiaes persas iinasinaram con-
vocar dosharons viznbos um certo numero de mu-
Iheres, que maltralassem c repellissem os emprega-
dos ingle/es. Se elles se voltissem contra as assal-
lanles, os Persas pretextaran) esle fado paraataca-
lleos guarde a V. Exr. Tliesooraria provincial de ia<|e, inslezes, residentes em Liverpool, e eslabrle
Pernambucn 23 de marco de 1857. Illm. e Exm.
Sr. eonselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presiden-
te da provincia.O primeiro escriplurario servindo
de inspector, Francisco Antonio Cavalcanli Coui-
ss'ir o.
Demonstraco do saldo existente na caixa especial
das apolices em 21 de marico de 1857.
Saldo em 28 de fevereiro
,\
FOLHSTII.
-----r~o.--.mi a -
VISil [ KIISV.
Lembrancas das margeos do
Bosphoro.
TOR PALLO DE MOLENES.
ndos rom casas de negoeios nesta cidade c na da Ha-
ba, sol a firma de Soulhal Mellors & Companhia,
declarando leiem adinitti.ln em soa sociedade Jlo
l.illy, com 20 anuos de idade, inste!, e residenle
nesla cidade, como consta do contrato social que
untara, pedindo registrar o mesmo coniraio e ma-
Irl-ular a sua firma.Com vista 10 Sr. desembarga-
dor fiscal.
r
rv
IV
(Juem urna hora somenln levno los labios a laca
divioa, qoe o rei de Thul arrojou ao mar, qoem
hebeu nesse vaso consagrado pela pressao de urna so
bocea o phillro do nico amor, rejeilaria com trisle-
n anda mesmo a ambrosia que a propria llebe Ib
viesse offerecer. Depois de haver experiineula'lu
por alcuns dia, lodos os prazeres tumultuosos dos
sentidos, Claresford conbeccu que nao escapara
hospede silencioso de seo corarAo ; perlenna mais
do que nunca marqueza Oiympia. Aisba Rosa,
forense'he eonfessa-lo, apenas lhe olfcrecia recursos
mu limitados: nao podia dar uala inlelliucuria
de Husoes.senAo o prazer solitario a que seciilregam
as vezes afgana espirites de enxerlar urna crearan hu-
mana em 111111 obra divina, de animar um ente vivo
com a existencia que dan.un a urna tela ou a um pe-
dae de marmore, Semelhante prazer be trabalbo-
so, e lorna-se logo enfadoiiho. IJenlro de pouri,
lempo Claresford conheceu e eegnlou lodas as eum-
enos de espirito qae poda tirar de Aisba llosa.
um dia ella o Hiera meditar o sorrir, eontando-
ihe ingenuamente que a inulber por quem fora cria-
da ia lodas as noiles 10 ceiniterin, e assenlava-se .-
mesa no da- segainte com semblante paludo mos-
trando aversAo a lodos os manjares. Esta super-ln.io
oriental qne escapara arcAo de sua residencia 111
Tranca, tinha urna espacie de perfume Iliterario qu
Claresford saboreou. Mas esse perfume disstpoo-M
logo, IluEoes achiiu de novo jnii|inrlavelinenle
lonuo u lempo qoe pas.ava em companhia de son
Tarca.
Vede. eitores, que cousa extraordinaria vou di-
zer-vos islo para nAo oceultar-vos nada : o sentimen-
(Vid. Diario n. 68)
Comludo, 110 correr do ,11111o tornou-se cada
vez mais provavcl que a llussia, irritada di excusa
da l'ersia de empenhar-se na suerra cm favor da
Turqua, ou na esperance de dislrahir a alteneao da
Inglaterra, meditasse algum acto Ja aggressAo oa
Igumas iutrisas anda mais pengosas, e cujo elleito
sobre a iutesrdade do imperio nena seria serio e
dnravel. Entretanto anda nesle caso nAo se pen-
sou em renovar os antisosNubsdios, ro?s tambem
deveu-se interrogar, se em face de um periso real
11A0 seria til concorrer para a defe/.a da Persia por
meio de urna rontrihuicao linauccira exprcssamenle
limitada as eonjnoclarai do momenln. O inleresse
do soverninslezoem salvara independenciajila Persia
justificara sem duvida orna medida desle se-
ero.
o No mez de novembro de I.S51, M. Morral
foi enviado na qualidade de ministro plenipo-
tenciario a'corle de Tehern. IXesta poca, nos-
sas rolarnos rom a l'ersia parecan) eslar em om
p mais satisfactorio do que durante os ilous oulros
precedentes annos. O Shah pareca ler abandonada
seus lonsns sanhin de conquista do AUfehanlllan.
Elle maulivera, enlre a Russia e 05 alliados a poli-
lica de iicutralidade que lhe fra recommendada ;
seguia, ao menos em apparencia, urna conduela, que
lhe devia merecer nossa confianza e nessos bous
ollicio.. Exisliam entretanto 110 interior do paii
causas de embanco, e de perigos, que nAo podia se-
nlo inspirar-nos serias inquielaces. A adminislra-
cao as mAos de pessoas incapazes, sob um principe
irresoluto, e-lava em um estado lamenlavel de dosnr-
ganisacAo. A condicao do puvo era miseravcl e por
consequencia o thesouro estava empobrecido, (er-
mem de dissolocAo appareciam por todo o imperio
e hastava urna ligeira pressao do exterior para pre-
cipitar soa ruina.
Era o que o governo inglez desejava sobreludo
evitar, c aeonselhava
........ -....... prudenlcnieiilc a' Persia que
los e oppnmi-los. De lodii negocio resulten pois pCrrnane
ama dupla dessraca. c a missao insiera foi volada
ao ridiculo de um a oulro eilremo de Tehern.
" Natnralmente soliel'*M"M) o promelteu repara-
,|ue 1'*
se po>sivfi
ran ai^,.,m
* antiga e eterna comedia h... ...l..-
fugios, das suppresses de patarras, ilas explicbaos
falsas, das fallazes promes-as, ele. etc.
M.Thompson acaben bem por declarar a sus-
pensAo de suas relacoes .-mil a rinW da Persia, e ca-
so este meio de indemnisaeao uo prodo/isse seu
effeilo, dever-se-hia pr.iniptamcule ler recorrido
urna demonstraco no (iolpho prsico.
I'.ola via o governo de Shah nao queria levar
as cousas at urna rolora, c anles do lim de novem-
hio acnil.ivain comludo excusas por elle feilas de m;i
vonlade.
o Nao obslanlc a cnnclusao desle nesocio, o co-
meco do anno de 1855 achou
fl] Para comprehender esla passagem nao nos
devenios esquecer de que Var-.Mohammed, em
quem a prudencia da serpenle se alliava a' cora-
sem do lelo, nunca despretara, nem no lempo do
"hall K irur.i 1. nem em seu proprio reinado, pres-
tar sempre certas homeuasens a' coma da Persia
mu vasas para conferir a esle direilo sobre lleral,
e entretanto bem claros para celebrar enlre a l'er-
sia e elle urna alliane, que elle oppiinha seus
vixinhos r. mmicos oa H1r.1k7.ls de Cabool e de
(..iiidahar. Estes ltimos f.iziam oulro lano por
seu lado c polas mesmas raines.
lo de enfado que Claresford expcrimenlava junto da
habitante do Bosphoro nao era o qoe|laticav^.-o com
mais forra aos ps da imasem vicinos.! de Olyinpia.
Sabis em que momento elle senta a necessidade de
licar ajoelbado diaute dessa eflisie invisivel. com lo-
da a pailita mysttea de urna rerlusa '! Era uslamen-
le as horas em que Aisba acabara de abnr-lhc os
uniros Ihesoorns que nossnia.
No meio da embriaguez dos prazeres profanes elle
ruidava anda m.iis forlemenle em seu amor sasra-
do. Dos lem felo maisde umassim, prinripalmenle
mais de nina, e na verdade 11A0 le-ibo muia rallo
para admirar-mc. Descouliai da mulher que espalda
os cabellos sobre vossos ps ; as lagrimas mais ideaos
lem as vezesorisens extraordinarias. Emlim a pobre
Turca nAo liaba de que accilsar-se, ella lora prodiga
de seus atractivos, assim como a primavera de soas
flore", no mesmo instante em que Claresford lomou
a lesolucan de escrever outra vez a marqueza
Otympia.
Eis aqu pouco mais 00 menos o que dizla-lhe :
Eu nao quena responder-llie, oslara resolvido a ap-
pellai para o lempo contra o meu amor ; lana
ciueldade, friera e iniqoidadc baria em sua ollima
caria Mas era um projeclo loueo. Como livrar-me
de sen poder ? Oeea-me. I'iz um.i desroberla ex-
traordinaria : sei que vossr lie venladeirameele mi-
nlii alma. Si*n, esta palavra lio trivial na bocea dos
amante, posa, devo darigir-lh'a, dando lhe um sen-
tido ao mesmo iemp mysterioso e certo, como as
revelaees da l. Este ente mltiplo que chamo cu
cuinpfie-e de mullas existencias residas por um pe-
drr soberano rollocadn fora de meu corpo, e esse
poder, he vosse mesma qne o possae Olx mpia. Por
is passo urna vida sinanlar, o o ronlo mr.is phan-
lastieo nao lem nada que seja eiimpararol aos fados
diarios de qde imnb.i nalorexa l- ihealrn. Sempre
n meio de la !.is as se lu.-ees que as eousaa bnma-
11 -:s podem offerecer, receben!., em todos os meus
cutidos as raricias das irvores, das flores, do sol
deseas estalu is \ ivas que sao as malherea 1..... amor'
i,. >,y. e pnlero lona* lo paiz qoe habita meu en-
vollorio mortal. Olsnima, nAo me acni.i. de I..uni-
r. Tu la isio he simples. .. .li/.,e em nmi palavra
amo-a. Quando vos-r- irata-me com rieor, quando
julsa-me com>e\eridade commette a maior injosti-
ea, Eu poderia dizer-lbe como a crealura a Dens
Son aquillo que qui/esle, que queres queeu seja ;
lira-me os defeitos que le olTendem, disiipa-me as
luz, qae eu me tor-
Irev.is, ronduz-me para a la
narei o rule que procuras.
Elle acrescenlava mullas nulr.is musas, e senta
ludo o que escrevia. Edava nesse momento possuido
pelo seu amor; como nenliuma crealura nesle mun-
do esleve jamis por nenhuin poder divino 011 ter-
restre. Esrrevera a caria en um sali que deixava
entrar pelas analtas 1 Maridado rermelha do sol da
larde. Eslava alegre ou triste".' NAo sei. Expe-
rimentara essa embriasuez julgada com lana in-
veja por aquelles que uo ronbecen) a gran.'e vi -
deira, cujos ramos penden) por toda a paite e sAo
iircessjvcis a tao poucos. Itepenlinameule Aisba
entrn, e como elle feehava a caria, poz-sc a hnnrar
com urna medallia que Irazia anspansa ao pesroeo.
Nunca c*sa filha do Oneule fora IAo bella. Era lim
capricho de Claresford ou do de.lino, que dava an-
da mais realce as suas grabas } Seu olbar liniia urna
expresso inslita ; a volaptuosidade em vez de
mostrar-sa ahi com nma camlura um pouco faligan-
le, parecia apresenlar-se com todo o esmero que
pode nusmerlar-lhe os atlrarlivos. Por um movi-
inento do curosiTade graeioaa e qoe parcela in-
quieta, ella abri a mola da med.dlia que rabia sobre
o peilo de llusues. Essa mcdalha conlinlia um re-
trato devido ao pinrel de um pinlor que nAo exisle
mais. Desconfi qoe esse artisla motfeu na liaba,
ha poucos mezes, em consequencia de urna afl'cccao
nervosa por ler adorado a Olimpia, Somonte o
pincel de um liomem enamorado podia crear essa
obra 111.sica. Era preciso ler meditado minias nui-
les paia reproducir, como fe/, o autor des-a pintura,
essa fronte, na qual semelhante as fad.11 das flores-
la* alle aes, o nensamento deixim o sen vn, esa
borra que podo diier lanas eousas, o e -abe ludo. Clar.-lord nnuea pode contemplar essa
iinsem sem eiuocAo. Quando vio-a as unios de
\1-I1a, ficnu pollito. Eram os contrastes da soa vi-
da presente que se lhe offereciam de mu maneira
sensivl : de um lado ,1 creatora de sangue c de car-
ne ipie o deslino lli^ fnnfiara, e do ootro, o ente
id .il a que o linliam sobmettido os leis iie -na nato-
reta. Aisba parereu um Inslanla experimenlnr um
flelirnenln de ctoine. Deixe-me destruir te feilico,
di.se o||a : eis o que Inrna-n -*s vezes tri.|<*, quando
eslou a seus pe'. E ja linha-se alinderado do re-
trato, o qual dispunba se a quebrar. Claresford
arraucou-lhe e>se thesouro das mAos, repellindo-a
quasi com violencia. Pela primeira vez nma lasri-
ma que n.o parecia de colera deslisoo-se por esse
inveja algoma de conlralar semelhantes compromis-i suia seu duplo joso e enviava um embaixador a
San-Pelersburso sob o pretexto de romprimeutaro
czar a respeilo de sua rhegada, e este emhaixadur
Irahia suas proprias inelinaees, e provavelmenle
tambem as de seu senhor, desviando-c de sua der-
rota para ir visitar o sencral Moura.siefl em seu
quarM seneral perante kars.
Tal era a siluar.lo no lim de 1855, q.iando
apresenlou-se um successo que poz em luz os sen-
timenlos de hostilidade, nao mamfesla los al ahi,do
soverno persa Arrehenlou em lleral urna inenr-
reic.Ao ; Seid-Mohammed foi morlo, e um membro
da aoga'familia real, um Subrinho do Shah Kam-
ran, Sausouf han foi chamado a dirircAo dos nc-
socios.
o Apparenlemente nada ahi havia a' principio,
qne nos devesse cansar nlgoma inqnietnego. Ilem
se dizia na India que a revolucAo fon feila pelos
Persas ; mas era alsuma cousa IAo ordinaria na his-
toria dos Affshars, era IAo natural ve: malar pela
populaeao um personasen tal como Scid-Mo!iamed,
e era lao verosmil que em semelhaule oceurrenria
os habitantes de Ilerat se vultassem para nm des-
cendente de eu antigo senhor, Shah-.Mahmund, que
nao parecia haver raigo que nos pode;e fazer con-
siderar esta mudanca de ilvnastia romo um successo
de urna importancia mais qne ordinaria. O princi-
pe Saddozi devia seaundo loda appirencia.Je convir
lauto a nussa polilica, romo o Sirdar-Alekozi, e
para nos era lao difliril, tanto impossivel, encontrar
nm chore de governo mais incapaz, ou nm pnlilicn
mais prfido que ochefe, que. aeahava de ser asaas-
sjnado.
k Entretanlo aconleceu que na mema poca, e
depois da morle de Kohan-Dil-Kban, Dosl-Mobam-
med apoderon-se de Candahar. .loigava-se que,
prosegnindo seus successo., caminharil para lleral.
Se assim fose, a evenlualidade prevista pelos com-
promisos diplomtico) se icria apresentado, a qual
dara ao Shah da Persia o direilo de enviar tropas
para Ilerat, c se elle assim hoiivesse obrado somen-
le para rcpellir a invaso de Dos! lojainroed, e se
depois de o hay^r feito relirasse snas tropas,/) so-
verno inglez nada cria que dzer. Ern semelhante
caso dereriamos inlerpor nossos bous cilicios para
salvar a independencia de lleral. Porem as con-
quistas do emir do Cabool delireram-ea em Canda-
har, e elle nao for neceo aos Persas nenliom ore-
lexla legitimo Be ataear Ilerat. Entretanto fizeram
'....."""'"'........ nv.... p,
mavera do ultimo anno enviaran cr okH p-,r
silia-lo.
nodos acontecimentos desle sitio que jiresen-
teniente nos vamos oceupar. Antes qu; elles fostent
ronsunimados, o gorerun iuslez luilia perdido loda
inlluenria na corte de Tehern. A (ucrra eslava
acabada e linha-se terminado por umi virtjri.i da
llussia na Torquia Asitica.
o NAo havia mais prohabilidade para a l'ersia de
)endcr caramente sua allianea a Inglaterra. Osa-
drazan, que tuina sem duvida esperado farer rom-
prar pelos Inslezes seu concurso por om bella sivm-
ma, deveu reconhecer que asora tinha perdido suas
probabilidades, Havia urna inimizade pessoal con-
Ira H. Mnrray, e, alentado pela eonSanea que a
mediado do ministro de Tranca ebesaria sempre
em ultima analyse a previnir lodas as conqiiencias
perigosas, nao delton escapar nenliuma 'occosio de
insultar admralo insleza.
o NAo he sem duvida necessario que exponhamo
exicnsamenle o dessrar;ado negocio que he hoje co-
iihceiiln sob a desisnarao de o negocio de madama
II shem >i Nao era esla a primeira ocrasiAo em
que a conduela desadrazainfazia pensar a M.
Mnrray, que lhe seria misler levar "eu pavilhao. Ja
exisliam numerosos objeclos da discuss.u antes que
o governo persa levas se as coosas a Js Inarao Bal
crilica por om insulto que era impossivel despre-
zar. Mirza-Hashim-hhan, o marido da dama, er
um empregado da missAo ingleza que M. Murrav
quera immeiar agente inglez em Shiraz. Osadr-
/am nppo/.-se a esla.nomeaeao, declarando que se
elle partiste para Shiraz, o mandara prender no ra-
minho. NAo contente com islo, oosou mandar roubar
< mulher de Mirza.que cnlrelanlnera de sancue real
e quando M. Murrav inlerveio para que ella fosse
restituida a seu marido, osadrazampropasou so-
bre a mulher boatos os mais escandalosos, e que
comprometliam M. Murray e seu predeceswr. O
Shah fe/-se cchu destes boatos repelindo-os em urna
caria Insultante que dirigi a M. Murrav. NAo ha-
via meio de ohler nina repararlo; proinelteram-na,
he verdade, mas, como sempre, fallou-se a promes-
sa ; ale que por fim M. Murray.bem convicio de que
por sua louganifltidade nlo aleanearia outra cousa
ciiAn allrabir n descrdito sobre sen governo, con-
dii/.o seu pavilhao e, mi mez de dezemhro de 1835,
po/.-se em caminho para a Turqua.
pnrmaneresse na mais estrela neulralidade, cum-
pnr esctimulosamnle Indas as suas obrigaees para
rom as potencias cslr.mseiras ; a respeilo da.ltus i.i,
dizia-se-llie obrar honrada e fielmente, cadverliam-
iinirT'sovei'r :??M>.. cra^'.^::
una causa jusla. Insislia-se muilo p'erticolarmentc
sobro a necessidade de cumprir todos os seus rnm-
promitsea diplomticos rom a llussia, e como con.
i'icAo de. sustentculo da Inglaterra, e como o me-
Ihor meio de assesurar a sesuranca c a estabilidade
do imperio.
o A Persia licou pos ueulra, mas 3 seu modo.
Era urna neulValidade de dupla face. Ella segua
com perplexidalc n desenvolvjmeiilo dos successos,
fazia todos os seus esforces para lenlar persuadir,
ora ao ministro da llussia e ora ao ministro de In-
glaterra, qae todas as sympathiat do Shah eslavam
""." rom o paiz que cada um represenlava. Ja cnnles-
rorlc daTersia em urna siloaeAo bem precaria.
. 1 Apresenlaram-se muilas eventualidades sual-
mcnle ameacadoras ; podia-se lemrr, por exemplo,
urna nova inlervenco nos Eslados do AITshanslan
ou urna disposieao para tomar partido, pela llussia
na suerra que esla potencia fazia a Torquia, e islo
nos (eria poslo na necessidade de enviar orna expe-
drAo ao Colpho prsico.
Demais, a primavera Irouxe um successo. que
veio dar novo aspecto a nossas relacoes com a Per-
sia : a Inglaleru declarou a" llussia, e esla cirrums-
tancia elerou muilo a importancia da Persia na
escala das aacsjat, por causa de sua posico de poder
limilrophe dos imperios russi c ollomano.
Seria inleressanle expor qoaes foram nesla
poca as relacoes da l'eisia com esles dous imperios,
mas islo nos levara muilo longe. O soverno in-
glez nAo desennhecia que dorante a guerra o sover-
no persa poderia causar .1 urna 011 .1 oulra das par-
les embaraeos moiln mais serios do que perteuce ao
poder positivo da l'ersia.
o Todvia nlo entrara cnlAo em nosssa poli-
lica procurar a asistencia acliva da corle de Te-
hern.
" O que niis desejavamo", era assesurar a neu-
tralidade da l'ersia, e n.io eradifihil obter pelo me-
nos u semblante da cousa.
" De um lado o temor da ItussU e de oulro lado
o da Inglaterra bastaran) para parahsa-lo.
Ella bem se tinha convencido de que ao pri-
meiro sigoal de hostilidade nosso governo enviara
urna expedirn ao Ijolpho prsico, e se apoderara
dos portos meridioiiaes do Imperio. De seu lado o
ministre russo em Tehern li/era ver, que toda ma-
nfeslaeAo hostil ao governo dnezar seria immedia-
semblanle, em que nlo Multa anda appareeido urna,
expresso verdadeiraineule enternecida. Os Icilo-
res sabem que alliviu experimenla-se quando 11,n
co trrnamente luminoso tolda-sede repente, edeixa
clur algumas golas de;cbuva. Ilnsnes nlo pode dei-
xar de sentir alguma cou-a semelhanlca tssp;depoii
disse a si mesmo com urna especie de lernn': Meu
Dos 1 se ella tivesse urna alma E por um mo-
mento'rtiidou que comefleilo a tinha, mas esse mo- .
menlo foi lao fugitivo que panarci em silencio o que um olbar '.' A felicidadc e o tormento de certas al-
elle pode experimentar. O certo he qoe enviou sua mas he amor sem medida e sem tregua, e o amor
levelmcnte ella jugara dous jnsos, bem resolula a
nao se coinpromelter irrevcgavelmenle de nenhum
lado, mos sempre prnmpla a tirar vanlagem das
rirriimstancias da guerra, para procurar por sua
alHanej no mais alto preco e excitar os lances dos
competidores.
He provavcl que nao illbamol al onde foi sua
du[dicidade ; o que be certo, he que a medida que
o lempo passava em 1855, a l'ersia pareca cada vez
mais oceupada em assegnrar se contra ludo periso
que podesse provir da llussia, no caso que hoovesse
tomado parlido pela Inslalcrra, islo he, no caso'em
qne os alliados sshissem victoriosos. Ella procura-
va obter de Buf una garanta nao s no caso em que
ella se unisse a grande allianea, mas lambem para
o caso emque sua neulralidade chama-.e a vingan-
ea da liu-sia.
o Entretanto uo be certo que 110 momento em
que ella solicilava esla saranlia, nlo linba assigna-
do nm tratado rom a llussia, e ludo quanlo lhe f.u
respondido, era que o melhnr meio para ella de
iibler a prolecAo da Inglaterra sera' porlar-sc hon-
rosamente duranle a soerra, alias bem rerla de que
queramos manler a inlegridade da l'ersia, e que
nAo podamos encarar com indilTerenca as invasoes
da llussia, sua vizinha.
o Nesou-se a saranlia pedida, e quando cm visla
de nesociaees pela paz, a l'ersia quiz ser represen-
tada na conferencia enlre llussia e seos alijados,
leve em rospotta que a proposicao era inadmissivel
masque seus iuleresses nao seriam olvidados as ne-
sociaees que iam-se abrir. Julgava-se enlAo que
a llussia lhe fizera esperar algum demembrainenln
do terrilorio torco, e niio havia sido impedida songo
anda ataaltam-ihe o espirito em cortos instantes.
Ab '. Slrezza, respondeu Claresford suspiran-
do, VOttO nunca anin...
"nlan que lenhn felo'.' exrlamou o Valaquin
impetuosamenle o olbar de urna mulher lem mais
arro sobre inim do que o sol sobre a nev.
Sim. um olbar lalvez, mas a lembranea de
caria a Olxmpia.
Todava cliegoa um dia que parecen, que a Turra
Irinmphara. Algumas semanas liuham-se pastado,
edljmpia nao havia respondido. Claresford jolga-
va-se iiiteramente abandonado. Osm.n I'aclia es-
crevera do Esyplo para prolonsar o alusuel de sua
casa. Pitera-te novo conlralo por dous mezes com
condiees um pouco menos onerosas do que as do
primeiro. I ma sexla fera iln mez de aso-loas
cinco horas llusues eslava assenlado oblea relva
entre sua amante c Slrezza, porquanto o Valaquio
fizera de sua parle novo contrata rom a vida, (ira-
ras ao ardor do reo do Oriente, linha-se reanimado
um pouco a rhamma myaleriota destinada a exlin-
suir-sc breverhenlo nesse corpo sensual. Slrezza
eslava alesie, e Claresford acbavt saa existencia
menos pesada que de cosium". O certo he que sua
Mliiac.10 lena parecido deliciosa .1 qualquer bniiiem
cojo coracilo nfo lireste eidu airases-.n!o pela espa-
da Invisivel de urna eraude paitln. Tinha a pon-
terrestre, tem qne seja pouco casqnilha, todava
anles qoero nao ve-lo. Ooero somenle que vos.i'
aiba, qu nao foi desprezado. lia urna creatina
cheia de seu peusamcnlo, a qual por issn mesmo que
nlo quer ser mais para voss sean urna sombra,
acha um novo prazer e lelcidade etn exprimir-llir
seu amor, o
Amanbaa, exrlamou Claresford exlendendo os-
sa carta a Slrezza, amanhaa vnllo para a Franca
Tornarei a ve-la cunlra sua vonlade.
Contra sua vonlade disse o Valaquio depoi
de urna leilura rpida. Nao v, que ella o chama*
Essa encarnacAn do orsnlho, da ronosidade e do
capricho quer tentar sobre voss urna das experien-
cias que Ao o nico interesse de sua vida...
do inaccessivel e do invisivel, dn que deixa por nni-
rn veslisio nma esppcic de eslremecimenlo agrada-
vel c doloroso em nosso curacAo.
Oh Inrnou o Valaquio rom risonht) deslen-
lo, ja a sombra vem assalta-lo novainenle.
Ab meu amigo, exclamou Claresford, aquel-
la a quem eu leria podido dizer como o poela ara-
be : o Se eu le e.querer. Dos me esqueja essa
relirou-se de mim. Nao fallemos mais a seu res-
peilo. Ouero adorar Aisba. Emlim cese amor hei'">'i que cu alo tinha li lo :
a tanedoria, como o rei SalomAu comprelieii.1eu-a 1 .
Assim fallava Claresford, quando de repenle essa A r,""l<'"'' >calicri que havi) e vir pa'sar
rou-a poderosa, rheia de OZtraonlinariat delicias e|'l<'ize das comiso, nao se atrever anta de algn"
e perlurbacoes secretas, essa cona que lorna o ver-
Ah meu amiso, vos calumnia Olympit.
Demais, anda que livesse razao, pouco me impor-
tara. Tildo nidia asrada-me, al essr posl 'Crip-
ta de um rompromisso aolemoe, 1 despeilo de nns-
cnnselhos lanas vezes repelidos, a Persia envia-
va um exercito para Ilerat ; e como para tornar este
aclo lao hostil i.,i insultante qoanto fosse possi-
vel a respeilo do soverno inglez, o commando da,
tropas foi confiada a um liomem que em orna reu-
nan publica grosseiramenle insultara o nome de
noisa rainh.i.
Nlo he fcil dar urna revisto euctissima dat
crcumslancias qoe se sesuiram entrada do exer-
cilo persa no territorio de Ilerat. Aterrado pelo pro-
jeclo de urna invaso attriboida aos xllsbans, amel-
lo de urna sedicAo no interior de sua capital,
Vousouf-khan snhcilou proeavelmenie na hora do
periso a inlervencAn dos Persas. Elle leria qoeride
que ludo se limilasso a urna demonslrarao do Shah ;
mas, depois de haver chamado o eslrangeiro pira
lerrilorio da seu principado, achou-se los qoe a
capital esta va ota periso. O exercito persa, aanat
m.i.idado pelo principe Soll.io Mourad. pozera-se
cm marcha no comeco dj anno, e vond loso qee
nlo era para leincr nem empreza dos Aflghans, nem
opposicAo cm lleral, o principe conlenlara-se em
fazer occupai a cidade em nome do Shah por um
pequeo destacamento. Mas quaesquei que fossem
os desejos secretos de Vousool Khan, e lodo leva a
rer que estava completamente entregue Persia, os
principaes dea hahilinles c a srande niassa do |kivu
eram hoslis a occupacAo pelns Persas, por modo qoe
resolveram-se a resi.lir-lhes. O destacamento .le
SiillAn-Miurad foi por consrguinla eipulso de
Ilerat, arvoroo-se o pavilhao inslez, e Yoesou-
Knan foi reduzijo a declarar-sc o servidor de nosso
soverno. Escrcveu a Dost-Mohammed eesrreveo ao
sovernador seral dt India insleza. Elle represen-
lava que a genle de Ilerat de-ejava muilo expulsar
os l'eisas de seu lerrilorio ; que os AITshans, em sua
qualidade de sumil.is orlhudoxos, nunca te subnict-
leriam aos Persas herticos e schtes, appellava para
Doit-Mohamined afim de ohler a assisleneia de go-
verno ingles, e lhe supplicava que viesst em seu
auxilio.
1 A esles entremenlcs, o exercilo persa eslalielecia
o sitio em frente de Ilerat eanoderava-se de (orian;
O mesmo (empo chesaram-lha reforcos de Tehe-
rn, e denlro em pouco eslava suflicienlemeute nu-
meroso para investir Ilerat e para assolar o paiz.
Entretanlo, depois de maritata assallos, elle naop.. de
lienctrar na praca ; dizem qae enlao ha que Isa-
Khan, o ministro do principe, davidando da since-
ridade de sen senhor e querendn lomar conla ibis
negocios, mandou prender Vousouf-khan e a en-
\iou prisionciro para o campo dos Persas com ama
carta em que dizia que para nada elle servia em
lleral. Apro.veilando-se da rircomstaneit, o gover-
no persa mandn olfererer a Isa-khan confirma-I*
no soverno de Ilerat e qaltotlt enlie^ar a ridadf
sia ; mal a popul ico a ueulioma deslas proposaret
quiz aliendcr, c rcsolveu contiuu.ir a tusteatar a
11 P 11 -ni durante e-le lempo o que se passava a*
Affghanislau '.'
A invaso dj lleral pelo exercito persa e o a-
cnmmellimento da praca, em violario formal das
condiees do trtalo de 1853, haviam relevado n
governo inslez de lodas as obrisares que para elle
podiam decnrrrjr desle acto. Oolra conduela nos n 10
reslava a -esuir senAo a que mais nlil jolsastemos a
nossos intercisc". Vousouf-kan e Dosl-ilohammed
haviam ambos solicitado e mu vivamente a assis-
leneia do soverno iuslez. l'm dirigira-sc ao governo
g,cral da India para ohler vieenrros qae lhe pennil-
lissem repellira invaslu dos Persas; o oulro linha
persunlado qual era a conducta que a Inslalerra de-
sejava que elle sesuisse em lleral. Do seu lado,
governo seral linha respondido que a direccao rfo"
negocios da Persia perlencia ao soverno da rainlia.
Todava era de parecer que era misler animar D>st-
Mohammed a tomar a offensiva como contrapeso
assressAo dos Persas, c o soverno da rainha era de-.-
Ic parecer. Tambem o sovernador ceral foi entori-
lado a fornecer armas edinheirn a liosi-Mohammed,
a expedir oflieiaes para ajo lar a defeza de lleral, a
enlrar em seral em loda commnnieacao com o emir
do Caboul ou com o senhor real de lleral que lhe
parceesse ul;l, e a ajodar, emlim, quem qeer que
lhe parecesse bstanle forte para conservar Ilerat
contra os Persas.
o tCmquanln eslas instrurees eram expedidas na
ludia, o miuistru dos nesocios estrangeiros escrevia
ao sadrazan para recordar-lha as promessas
subscriptas por seu soverno no lusar de lleral. o
moslrar-lbe que esjas promessas haviam sido viola-
ladas, lord Clarendoii declrala que em sua opinia*
a conduela do soverno per hostilidade aherla contra a Inslalerra, e qoe a me-
nos que se nao lizessem sufliricules repararos, a
menos que o cerro de Ilerat nAo fosse immediala-
inenle suspendido, a Inglaterra reservava-se para
adoptar as medidas qae julsa- e convenientes para
sua honra e para seus iuleresses. Ao mesmn lempo
os cnsules inslezes em Tehern e em l'anris rece-
biam ordem de deixar o lerrilorio persa, e pelo pri-
meiro rorreio que parta para a India o soverno de
Bornbaj era advenido de preparar no (iolpho pr-
sico urna expelico que devia estar prnmpla para
pailir 110 mesmo momenln.
daileiro repones impossivel mesmo as extremida-
des do mundo, nina rarta emlim lhe (ni enhegue ;
elle recouheeen a letra. Eis-aqui o que Olvinpia
lhe annunciava.
NAo eslava 11.1 Itilia, mas na frange, em urna
ros p8sos de si a Bosphoro, que hanhtva-lhe o jar- c'~' ulada enlre cm ribriro e monlanhas, cujo n -
ililll,
hila visla vasa\a sobre is innumeraveis na-
vios que atravestem essa via luminosa. O sol anda
briihanle, perem tornado |a rlemenle pela aprn-
ximacAo da noile, dava a lo los os objeclos core, vi-
vas e suaves. Aisba nfleron;.. aos dous amisos eim-
feilns, que preparara rom as proprias m.los. Apezar
de sua eilucacAo chritlla, o mais positivo de .cus
tlenlos era esse pequeo tlenlo de torralho, o
qual alias nao queru censurar. O" rnnfeilns de
Ai*ha eram axcellenles, e Slrezza dizia ahorcau-
do-os:
Confe,se. meu charo llosues, que e^le mondo
anda he urna habitadlo mu agradavel. Se eu li-
vesse. romo voss, o supremo bem, a saode, nada
me fallara. Os drases, as harpas, as chimeras,
Indos os moustros da antiguil.ide me parecan) me-
annos a aprotimar-se de miuha pes.na. Crea a|
que estamot um tanto desavindas, porque livr a des-
sraca .le di/cr, que sua varcina ja devia ier perdi-
do a eflicari.i, vi^lu que a miuha e-,(|r mais nova
-o portara lo mal. Aquella quv repelio-lhe obse-
quiosamente es,e dilo, seo any.jro, .Mximo do Men-
de, 111 lignnn lodas as aliv.a sensiveis pela maneira
porque tomnu a mor'.e dessa pobre madama d'F.r-
tillj. Caiii." aluda ap lixonadainenle.as melodia
i- "rl'.,.,iieri. Allirma.se, qoe ha poucos das elle
.iizi.i com f.in-ol.sria : A mes le I: :na amisa,
qu 11' a liberdade...
Vroe ri, disse Chari I 'r-l iiilerrnmpendo-t*,
esb-a corlo re qu- n.io me eompreliende. Ilcixo a
Hall 11.1l lodas a- urca-.!', mundo, il que amo be
a mollier .1" meu lempo, de mlnha sociedade, de
minharivilisacii coma1 lrvesurasde meu espiri.
corara-.. Sim, Olxmpia,
icia. leu ,.,,.' rriplom
me nio me im preciso declarar, Nesse asvlo que ,-
tonina a llusues lanas lembranea- ella linha pa.
'e-i.lo cruelmenle. Dahi nroriuha reu tilencio,
\ doen{a qu- no secul" pastado os rom.inci-la ni_
pregavam tempre para punir no Om '!c seus livros
as vaidadei e desvos da m.ileria, a. bexigat li-
lil m.-na alocado. Sobre seo Icilo de dor ella rece-
bara a caria de Claresford esta voz loneinqna qne
oovira em orna lima de isolamonlo, a cominovera.
Ella nao ili/ia mais a lusu-- que rollaste, poreni
diril-lhe) qne ainava-o.' Afllrmava, que perder to.eas doencas do meo
loiin o allraclivo viilxel, que de um sallo c.ihira na adoro ab- a loa maledice
maior profundezt dos annos. -. Ei-abi, ,,,, an.i- rom soas 1.....cias be o resaluda ma ,1,. n,,r ,.
so, ama ella com essa disposieao de espirito im oa olor apaianadodg Oelphina ; elle enlrnre-me,
perada, eis-alu lalvez e maior de meos ei,canlo, seria capaz de fazerme chorar. \deo. One.....
eis o que ollerece-me a melhor occasiAo po.sivel de adeos, bnuris ; quero vollar para junio da mulher,
consasrar-me iiileii.iinenle a Dos. Entretantotin-lqaame falla, que me atormenta, que be feila nAo
minba alma, que recreia-me como um episramma,
que commeve-ine como urna elesia. Ouern tornar
a ver Olvuipia ; eslou cerlo de que anda he bella.
N.io ha paiz atque o sol nao d mil aspearlos arrou-
badores nao ha semblante que com a intelligencia
n.io leuha mil aipcoataai deliciosas !
Sisa seus soalo, e seus deslinos, disse enl.io
Slrezza. Pela minba parle, meu clnro llognei.von
fazer o mesmo. Estamos em asoslo. anda nnsw
aleonlubro fazer -ollrivel fisura tala vida. Kscve-,
verei a Ounan Parha que liro cm seu palacio. 'ieraJ
urna cnu-a muilo indillerenle a esse velho Qttstjw
.1 nossa amisa,Aisha llosa, ha de tna'/jij'ji mZm
eireamttaaca assas lurra para nl> odiar-roe ~is
eblislla para perdoar-lhe.
.ls doos amisos fizer.,,,, 0 ,,, |l:,v;a>rl dj(0. s,,,,.
za ja be morlo. I.".,,,,,.;, em 1Im hpin rem.,PI, ,
especio muilo v.iais inuulm.ino do que rhrlo .te-
baixo de ip..,;i pjdra branca ao pe de urna ro.eira.
Antes<%) morrer elle rasou Aihi Rosa com um
principo sreso. Ouanlo a Clare-lord, esla junio de
,f|\mpia. Para elle a marqueza nio p.-r leu nada ;
polo contrario aria que sua belleza lomou cert ar
vaso e luvslerinsn qUe d.,'novo alimento ao amor.
."n um liomem eonheee verdadeiromenle a sraca de
Ulna mulher, he aquello que aaasa a vida a con'lem-
pla-la. Esse pere.be mantee mus, de que os un-
iros nlo possuem o esredo. Tem revetaisoea inesp<..
radas, apparires divinas, e de repente' exclama:
" Eis aqu aquella que eu prorurata. aquella que
adoro o Ai-ln 11 i-a. I / llusues, rom lula a rea-
lidaoe do suas srao 1, mi val mu 1 >o d is
I !. 11:1 :1 me do.
is visoe que
I.: lo 1--0 pro a, r-sp-i|P ., pe*!**: a
eram dilas essat c rases, a poler soberano da
qeem
ideal.
nos fabulosos do qoe os peusamentos Instes, que lo mais do quo uuuca u corae.Ao cheiu de lernuras 1 ue minha carne, porem da parlo mais delicada de I
Mas iso nlo prova nada eUa a -insular e fatal
------: I de que expprm ni a....... em rerlas horas ik
,11 ranear dat profunde.:- de 110-.1 aJma, pata os
manifestar pentamentetqne podenam dlear aquelle.
iieqoemdimaii.ini. como Untes rre.itar.s .. Heos !
1 Para qne not tiraste de lagar cu que repoosa-
vamos '!
UM.

ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FEIRA 27 DE MARQO DE 1851
,
u Mas aiilc* que so podessc rereber fin Londres
uroa respotla do ministro persa, ehegava dtCMK-
linlinopla uma caria deslc personagem dirisula a
lord Strafford da Redclifie, que, depois da retirada
de Mr. Murray, era encarregailo da nii luri.i tos
iicgorios coro a l'ersia. O sadrazan promedien
que as tropas do Sh.-.h rvaoiiariam o territorio de
llerat. so de rcu lado Dost-Mohammed se relima*
de Candahar e (leixasse o governo desla cidade a un
lillin de Rohan-l)il-*Khan.
Sii para o fim desetomhro 011 nos primearos das
de ouluhro lie quo ein repo*ta t su.i nda, lord Cla-
reudon foi informado pelo ladrazan persa, de
que Ferouck-Khan, um personagem de disliurrAn
fura iiomeailu ombaixador da l'ersia em l'aris, que
eslava ein caminho para MadetliM, e que passanrio
por Constanlinopla so deteria alii para discutir os
Sgorios pendentes com lord StrelTatd de Redcliffe.
a Islo nao poda sstisfazer o governo inglez. TJo
vasas aflirmare" nao linliam sentido algum, sobro-
lodo depois de novos insultos dirigidos i Inelalerra,
Cora elleito, depois da partida de Mr. Morra;, a
conducta do governo persa fura extremamente of-
fentiva. No lempo da retirada da miMlo de Tulleran,
u sadrazan ordenara quo no caso de Mirza lla-liini
tentar acompanliar Mr. Murray, seria atirado do
ra vallo abaixo e feilo prisiouriro,' tenlaliva que cer-
tamenle pruduziria uma calamidado geral. Mais
lardeo governo persa liavia iulerdirto I seis subdi-
tos lula a rclarao com os luglezes; recusara punir
um individuo que aasallra com mao armada um
dos criados do cnsul de Inglaterra ; nao quizera
reennhecer os direitos de propriedade do governo
inglez sobre a rtsidencia consalar ; publicara em
seu jornal nllicial uma strie de falsidadcs e de ca-
lumnias sobre a conducta do governo inglez ; offe-
recera i polica martima do linlpho prsico, que
pelos traladoa perlencc a Inglaterra, em primeiro
lugar a Franca e depois a America ; depois, e como
liara lomar nuil manifeslos seus senliinentos de
hoslilulade a respeilo da Inglaterra, tomara o (exlo
do lirmau, pelo que o aullan entenda os direi-
tos e aa liberdadcs de seus subditos chrislo para
advertir os Estados d'Asia central do perigo que re-
sultara para u islamismo de una alianca com o
governo inglez.
O ministro dos negocios eslrangciro, a qnem
nao podia salisfazer o annuncio da viagem de Pe
rouck-hdian, escreveu anda urna vez para pedir a
ea/.n de todos os insiilles de que nos tinliamos de
queixar. Elle exiga a evacuarlo do territorio de
llerat e uma. indemuisacau para as aolaoies que
abi se haviam eommctlido ; elle exiga a eonclosao
de um tratado pelo qual a l'ersia se interdiria para
o futuro loda especie de inrervencAu nos negocios de
llerat e do Aflghanislan ; reclamava um novo Ira-
lado de commercio e o pagamento de loda. as divi-
das conlriibtdas para com subditos ingle/.es; queira
um novo regolamento para o porto de Bender-.Yb-
bas e emlm a desliluieAn 'loeadrazam.Ao mes-
mu lempo lazia saber ao governo do Shah que se
preparava orna expediciin em destino da Persia e
que a responsahihdade dos excessns luturos pesara
M. a eommeltor tantos insulto e injastieal para
"cuma GrAa-Brelanlia, a violar as obrigaroes so-
lemnes de um conlralo internacional.
Keronck-khan chegou a Constanlinopla no mez
de ootobro e enlroa em negociacAo com lord Slraf-
ford e Kedclille. Eslreou por fazer grande! pro-
mesas em nomo de seu governo, empenhou-se sob
palavra a procorar a evacuar.o do lenitorio de lle-
rat pelu cxercilo persa c a obler lodas as reparantes
para os insultos fcitos. a missao ingleza ; mas logo se
suspeitou que elle r procurava eolreler-nose ganhar
tempe. Seria alias intil eslendermo-nos obre es-
tas iicgociaroes que licaram sem resultado. Ellas
conlinuavam enlrelanlo quando de repente, mudou
a liuguagem de Feruack-klian. O desejo que elle
a principio mostrara de procurar por conc-ssoes de
seu governo uma reconciliarn entre as duas poten-
lencias dcvaneceu-se, e quando chegou a noticia da
declaradlo de gnerra, denunciada pelo govrrriador
geral da ludia, nao se tinha convindo liem para em-
pedi-la, porque era muito larde, mas para leva-la a
uma imiuediala cnnchuAo. Enlao l'erouck-hlian
embarcoo-se para a Franca, tendo sem duvida fei-
lo em Constanlinopla fudo qoanlo se linlia proposlo
a Eid quanlo por este modo se negociava embalde
em Couslaiiiiuopla, o governo inglez receheu a no-
ticia do assallo de llerat pelos Tersas. Era um fac-
i reajisado a 2j ue oulubro. A guarnido aflghane
fura redunda pula lome a capitular.
" Quasi ao mesmn lempo se rerehia oulra noticia
nao monos importante : a expedeau destinada ao
olpho prsico, partir de liombay a 11 de novem-
bro; no primeiro desle mez, o governador geral, em
virlude das instru.-e.-. do governo metropolitano,
publicara uma proclamaran em que v'nham exposaas
as ia/'i"- que liiriiavain necessario o recurso para as
armas ; ella declarava expressaiueitlc que ocasos
belliresullava da violceo da convencao subscrip-
la pela Tenia em Janeiro de 18">:l; demonslrava co-
mo esla convengo nao fura invalidada por falla ift
ratifieacAo de nossa parte nem pelas aggrose, que
Dost-Moliammed A" commcllera.
Ensaiamos mostrar por Onia exposirao leal dos
factos que lie a sera de provocantes de que a Persia
se fez culpada a respeilo da Inglaterra, como a guer
ra tornou-se uma necessidade e que he o terreno le-
gal sobre que se fonda a denuncia das hostilidades.
As provocnces da parle doa Beras mulliplicaram-se
por anuos. Ellas silo representadas pela violarn
repetida diversas vezes de um compromisso solemne
por aclos raileradoa de insulto e de ultraje a respei-
lo dos ministros de S. M. na Persia. Rcnovavam-
se asoflensas de que nos tiubamos de queixar a des-
pert das nossas inais serias demonslrac/ies, de nossos
maia solemnes compromisos. Pedio-se e foi dene-
gada a repararo.- Se alguma cousa ha a exprobar a
nosso governo ou a seus representantes, uo he tai-
vez seno um excesso de longanimidade : sua pacien-
cia foi levada ao extremo. A falsidade e a insolen-
cia do governo do Shah Iciiain, a nilo ser a nossa
moderarlo pro luzido a guerra Ira muilo lempo : o
excrcito persa fazia o cerco de llerat, nossa niaao
era insoleulemeule expulsa de Tcliran, que anda
siesitavamos cm lomar. Deu-se ao governo persa
lodo o lempo para rellectir sobro sua conducta pal-
iada e sobre a* consequeurias que podiam resultar
de sua cegueira.
As coocessiies que sollicilavamm em troca de lo-
dos estos desvarios nao sao desarrazoadas. A propria
Hussia as reconheccu como moderados. Sobre quem
pois pc?a a reiponubilidade da guerra ? Si as suas
cousequencias sao mais serias para a l'ersia, cmnn
lalvez ato podemos imaginado, a quem senao a ella
se deve allribuir a talla '.' Itaras vezes a conducta de
un governo a respeilo de oulrn, fui inais perlido c
mais insolente de que o foi a con lucia da l'ersia a
respailo da Inglaterra depois da chegada de Maho-
med-Schali.
Journal d: Dehal
pagar o ordenado na razao de ((XljIHHI annuae,
vislo que por concursa foi prvido na cadeira de
m truri;:Hi prima-ia do Bagando grao daquella villa
em marro de IS.Vi, de rnnfortnidaae com oidisposlo
no regiilanienlo le 1-2 de maio de 1851, adiando al-
lendiveis e jurdicas as razei apresenladas palo su;*-
plieante em na pelirao, he de parecer ce llie
man le pagar ns *eus ordenadu* na razo de u 1,1 "iiii
lesile o ilia em i|ne Inmoii posee da eadoirn.Sala
d.i* e>iinniis> valcauti de Alliuqnerque, .loaquim Tires Machado
l'ortella, t;. de Si Tercira.
OHDiiM l>'> l>IA.
Segunda discttaala do projecto numero 1. deste
anuo, que crea rnals um lugar de a mauuen'C na se-
cretaria iin governo.
Yin a mesa e epoia-se o >rguinle arliirn addiliv :
A-I. ail-ii|vii.--S"r sunpriinido na dita aeeralaria
o lugar de I11<~ir>I em dieponibilidade, quando o
menina vagar.i*. K.Sania Larrallio.
O Sr. I. C'tuth-imti :Sr. presidente, eu nilo
domo eomprohen l'*r a vautacem na inclua proposta
pi'ln noire ilepiil'dn na emenda qui' ful ltimamente
offerecida. Se o prnjecn raconhtcaa nepaatidada de
de uma obra do Sr. l)r. Diniz Itibeiro da Canda,
queja he bem mohecido pelo seu volume de poesas,
Canlos e Traillo". O Sr. Ribeiro da t'.onha faz
um serviro rr-al ao paiz, reunindo as mais bellas
poesa braiileiras ein um livro que elle rliammi
O /lra*il Potico* la anda urna raz.10 que
augmenta 11 rneriin do [Miela a uncios "olhns, lie a
ollera que elle fez ao Miite-l'io-.trtid'iiiisa, do
lacra que resaltar de eoldade, anda a leiuhrari.;a do pastado a liga seus
anligns eollegas.
lia Km morador do paleo de S. Pedro qile, 011
nunca cliegoU jauella, ou .lo contrario na dulin-
gae praia de roa. e principalmente de pati-o de um
templo Com elleito, quem faz o que elle faz, nAu
vt> nhwooque os ontroa veem. lie urna aeclo in-
nocente, nao'! PoiiMiba que he um desrrspeitai
momlidade publica, ao templo que Me Dea defronle,
emlm, he o qoe nan o faz ninguem que se preza.
t.)uni lio que morando ahi e leudo porlilo para a ra
de Hurla, faz tanta lama nesla rua que iucninmoda
a seus moradora* ?
Onarla-feira -J." d jurami-iiio a consliluirn do im|ieno. salvaran!
inais um empregado-na secretarla do governo, noces [fortalezas o navio de guerra sorloa no porto, de
sida le que foi recenhecida pe" presidente da pro-1 manha, a urna ors e as seis da larde, a tropa for-
vinna, quando niriieiiu um adilido c a commiaMa
projie para que esse empregado se lorne ell'eclivn,
eu nSo sci como fie trata do suppreasaQ ao mesmo
teiirpu; he uma idea contradictoria. Se a secretaria
precis.. de mais um empreguln,alem dos que exis em
actnnluiente, se o empregado ein disponibllidade que
Irabalha comos--deve suppor, he lamban preciso,
nilo sei corno priipor-se a Boppreasao de seu lugar.
Nio me pporei por elemplo idea da substllui-
muii em grande parada e fez as cvolures do costu-
ine, htiiive C'irlej-. que fui muitn concurrido ; a Dalle
O Iheatfo enrheu se de gente luzida, e por
ocraailode apparecer o basto de S. M. I., S. Ku.
o Sr. presdeme den vivas a ConstiloicSo, a S. M. 1
e sua Augusta i-'amiliae a UniAu de Inilos os Brasilei-
rn, que roram respondidos cun enUiasiastno ; e o
Sr. Ilr. chere de polica den vivas a S. Exc. o Sr.
presidente, que foram coi respondidos com igna! en
'Vi'i da categora do empregado em disponibllidade, Ihusiasnio ; sendo para nolar ipie a platea superior
que em lugar da ollicial seja amanueuce ; mas me
oppoobo ein -I.'.'. o caso suppressAo do lugar.
Quando a commi*iloque formulen o parecer, e de
que s u menibru relator, propor. o augmento de seus
empregados, l'oi pirque reeonhecen esa necessidade.
Se alem dos i'lllcias chefes.de sereno exilie esse
ollicial em dispouihilidade, e es3e a Idido que ora
se prope pasa a amanuense, esli c|;iro"qoe he por
serein ees emiiregados neressarios e propondn se
a lappreasao de um Ingai, neceasariameiite trara isso
como eonseqiienria a falla de pessoal da secretaria.
Essa idea contraria a do projeclo e quo a commis-
sao nio pode admiltir, levon-me por is-o |iettir a
palavra afim 'le pedir ao nohre autor da emenda
que me di} algumas explicacoes a respeilo d'ella.
Oftr. Soaz* Carralhn, da' as explicaces exi-
gidas.
Yai a mesa e apoia-se o seguinle :
Artigo addilivo.
l'ica exliii-to quabdo vagar o lugar de ollicial
dispOnivel e creado em suhsliluicilo um aiuanuense.
S. 11.A. Ca^alcanli.
t) Sr, Souzt Ciirral/m, pronuncia se contra o ar-
tigo ltimamente eflorecido,
" Sr. A. Catnlcanli:Sr. presidente, cada vez
mais me convdnco eje que deve volar contra a
emenq., do nohre deputailo, que iilliniamente fal-
ln, e de que a iila da oommrssao junlnmei.te com
o artigo auditivo pur mim apreaenta l'em sido reeonhecido conm en dsse em nina das
sesfea ptssadaa, que a secretaria do governo alem
dos empreijadoa.qae Irabalbam ordinariamente, ne-
cessila niais nm ; es^a necessidade foi reconhecida
pelo presidente, quaudn creou 0111 empfe*edo addi-
do com o ordenado igual ao dos amanuenses, e fa-
zendo o mesino servico que elles : ese addido foi
creado, Sr. presidente, nina* mesrne existinihi esse
empregailo em disponibllidade, que Irabalha na so-
cietaria como os oulros ;ja v pois a caa, que a
sappreoaao desse empregado tras a aiminuieiio do
pessoal, e a croariln do amanuense asim uo satis-
faz, exiiucto o addido...
O Sr. .Sow.a Caraillio :Nao Iraz dimiooico
alguma.
O Sr. A. CacaleanU :Tratt necassariamente.
O nohre depalado que se asaaota a miiilia direita, e
que f..i secretario do gover..... lie primeiro que
afirma, que o peaaoal da secretaria he pequeo, e o
presnlente no sen relalorio reclama contra e*a in-
sufllciencia de empregados. Quando cm uma das
ses-es paaradas prceurei mostrara ensaque a crea-
cHo de um amanuense em substituirn ao addulo
qoe ora existe, era necessario, algans ilos nobres
depotadoaapoiaram a niinha idea, e concordaram
que esa nece-.i lade de einpiegados exista, que se
daxa essa insulliciencia. ,
o Sr Souza Carvalhn :Todos tabem qje em
cenas lloras do da, os empregados da secrelana na-
da fa/.em.
O Sr. A. Cataleanli :lis empregados da se-
crelana Irabalbam mais do que os das nutras repar-
lic, Iraballinm 7 h na consecutivas minias vezes.
O Sr. Machado l'trltlli :Nol domingos e a
noile.
ti Sr. Soitza Ciirrnllio : Eslo na rejiarticao,
mas nao Irabalbam..
O.s'r. .1. Caeatcani : A dea aprcs-nlada no
projeclo reconlu.* a nece>sii!aile de um empreado,
sulisliliie o que huje existe como addido,e|a suppres-
1A0 do odieial em uispombili lade qde Irabalha co-
mo os oulros, Irai como consequencia a msullicien-
cia do pessoal dahi s^seguir.i por esse servieo que
tic boje Yeito por elle, lera de er acrumuladn pelos
de mais empregados, cujo nunifro he insuftcienle.
lie pois necessario,110 rneu entender, que o serviqo
''" "ii emprcgailu era dertonihilida por alguem, emiiora se llie d oulra denominajo ae
aecurduen------------.........."""" "'......eVolfJs------"i
presidente, me I \a:n a vular pelo |irojecto, pelo
mea nrugo aodltivo, e eonlra o do nohre depulalo.
NAu se (rala de augmento d,e despeza, louvo mui-
lo as idea econmicas aprcseiiladaspelo nohredepu-
lado ; eusno um ilaqnelle-, que mai exigentes san
uestes negocios, son daqucllcs que mais vezes leem
velado contra us augmentes .le ordenado, mas nao
pnsso levar es'e seiilimeulo de economa a poni de
desconneetr as necesidades mab palpitantes e de
fazer padecer o servido publico, soiuenlc para nAu
aoaineiitar um empregado.
lie verdade que llevemos ser muilo telosos, e esla
assambloa be muilo zeloia na disIribuicAudosdinbei-
ros piibliros; mis esse zelo (em seus limites, here-
gulad.i pelas neccssidadts do serviro publico nAn se
devem augmentar lodo dia os ordenados, mas de-
Vf-se augmentar lodas as veze,que for necessario o
numero dos empregados. Disse o nohre diputado que
os empregado. devem ser poucos e bem pagos, mas
eu enlendo,que devem ser bastantes pra qne o ser-
vico nAo pddeea.
O Sr. S. ^Carvalho : O nobre dcpulado lem i-
do a secretaria ?
O Sr. A. Cazatcanli : Tenlio ido umitas ve-
zes.
OSr. S. Carcullio : E n.lo v por muilas ho-
ras os empregados sem leiem que fazer?
O Sr. .1. Caialcanli : U que vejo he que l
se Irabalha mais do que ein oulra rcpaitic,au pu-
blica.
O Sr. S. Carvullto : Mais horas pela irregula-
ridade do serviro.
O Sr. .1. Catalcanti: Nao apoiado. O qne ve-
jo, como disse, he que se Irabalha muilo, he que a
asaemMea Ja recinueeaa a necessidade de mais dou
enipregsdos.creando dona amanuenses para o archi-
vo e esse dous empregados sao juslamenle aquelle,
que faliam c que sn suppndos pela efflcial .111 dis-
ponibllidade e pelo addido; assim adoptando-so a
iniulia idea lira cssf mal sanado, porque Os dous em-
pregados qne propiinho sao justamente os dons ama-
nuenses que faliam no qaadro,
O Sr. II. de Ijictrda : Enlao he desnecessario
crear ,le uuvo.
OSr A. Cacalcatlti: lie necessario por isso,
qu a dispoirau qoe exilia nAo be muilo terini-
nanle,
ll,i um aparte .
Mas eu desejo, que as leis nao dc;m lugar a duvi-
das, tratando-so deaoppresso do addido c do ullirial
ein disponibilida.le, cu proponno a crearAo de dou
amanaensw, que san joslainen|e os necessarios para
preencher o quadro e para os quaes se deve marcar
quista.
.(Continnar-tc ha.)
continba grande uiiineio de alumnos da Thruldade
de Direito de dilfirentes provincias, que mullo se
enlhusiasmaraiq na nrcasiAn dos vivas.
arremalanle das cazinbas dn mercado do pcixe da
freguezia deS. Jos, aulorisandn-se o procuradora
mandar proceder no* reparos indispensaveis em ditas
rasas, cuja depeza Ble exceda de lOOftMIO.Passoa
que os pareceres das commissei fossem sempre por
esrriplo, e 11A0 verbaes.
A' requerimenlo do Sr. Ilarros llarrrlo, resolveo-
se que o cngenlieiro cordiador apresenlasse a planta
c oreamentn de mu mercado publico regular, em
siibstiluieAo ao da frecnezia de S. Jo*, para ser
con*lruido e.n no mesmo logar d'.-iquelle, quando
offereca Capacidade para um estahflerimenlo de^la
naliire/a, ou um onlro, que o engeiilieiro adiar con-
veniente, com lano que lique 110 ponto mais* cen-
tral enlre aquella freguezia c a de Sanio Antonio.
A' requerimenlo do Sr. Barata, maifdnu-se que o
engenheirii cordiador se dirigisse .-10 logar dos Aflir.
los, e verlHcame da edlneaelo existente ao lado es-
quer.lo, rpial dos niveis lio mais conveniente que
prrmaneea para por elle se regularem as dlncacOes.
A' requeriineulo do Sr. Mello, resolveu-se que o
lisral da Qla-Villa examinasse seas rasas que se
eslao consiruindo ao lado esquerd.i da estrada dos
Alllictos ein frenta da casa do Saporili, guardan) as
disposires municipaes ; assim como que examinasse
lamben) o eslado do muro o canudas cxislenles na
eslrada da Tonle de Uchoa, que parecem estar arruj-
!il#> e procedesse na forma das postura, se com
elleito liverem ruina.
Kesolveu-se que se supprimissc o ordenado do
contador, rio mez passado, e maudou-se reformar a
f.i/.em inlervir o lempo da durar,Ao do conlralo, ou 011 lomar qualquer dellca a eilrada por sua cenia.
jaVinda qoando na fosie expresa ms condicres,
com que o governo couceileu o previlegio da eslrada
de ferro, s estipularan de uma inspeccAo pAr sua
parle sobre a execurAn da obra a suas despezai, po-
nera alguem negar-Ule este direilo, quando se traa
de um capital, cujo inleresse deve pagar de seui cu-
fres .' E lude a obra continuar a bel-prazer
do empreileiro, quando fallas I; o essenciae aere
velam a prima icie Niugoeni i dir'. Estamos
eertos que o Exm. Sr. presidenle, de cujo lino ad-
ministrativo, alia inlelligfiicis, e inleresse pela nos-
sa provincia, temos li 10 eiahtranles provas, se ser-
vira' por ana pralica ns disposin* dos arts. 12 e 14
lo der. 11. I lo de 1:1 .le ool. de" IK.VI.ae por v-nlurt
ja as 11A0 liver poslo em axeeafflo, S. Exc. n.lo dei-
v ira' de coinprehender-no, e isto nos hasta.
Por ora Acareles uqui ale ontrs occasio. em que
trataremos especialmente da conveniencia de conser-
var, ou de construir nas (juco Ponas a eats(9o ler-
minal dn Uecife, n,1o ni parque tal fura o pensamen-
lo do governo nas alterarles a noe ae tefere o decrc-
11. I6S9 de II de agoslo de ISVi, eoino porque a-
Tor cartas- de (iaranhuos soubemos que as be- folba ueste sentido.
iig.s lem desaiiparecid ., e que o jury principio!! a
fuiccionar no da II do crrenle, ludo ia em paz
na comiera.
lima roa lito eslreila com lana agua, pode oc-
caonar urna iiiiin-i.irao. Yalba-nos a Scnhnra
do flotarlo. A' nolta abrem nellas das rasas e diiranle quasi loda ella a agua
rulo deixa de eahir. Se nAn bouver providencia, po-
de haver um diluvio cuino o anlign, mas de agua
suja e de inao cheiro. A Senhora do Itosario que
preserve a sua rua, por mais exlreila que sja.
No .lia 25, durante a parada, um soldado de
cavaliaria por pooco que vara um sargento da guar-
da nacional, cheguu porem rasgar-lhe a farda e
arraqha-lo. Conste-nos que anda esta sollo o sol-
dado.
Infiirmam-nes que no lugar da Baixa-Verde,
011 rain lidio da Soledade para o Hospicio, exislem
milita lhas de Jerus^lem, a cala das quaes andam
a noile miiiios embocados, e como eiiatem nerlo
dous fs(ab dala ; rogamos ao Sr. subdelegado queira lomar es-
pecialmente a seu cuidado aquelle dislrrlo, assim
cuino exigir que se tape.-n os moros da Faculdade de
Direilo a estabelacimenlos militares, para qoe niio
baja cominunicaeAo entre elle, que minio mal pode
causai.
lie chegado o Se. Scappini, basso profundo da
compaiiliia lyrica da Babia, que todos abem, foi di-
/iuiada pela f-l:re amarrlla : o insigne Sr. Scappini
aeha-se rsidlndooo hotel l-rancisco, c laneona de-
roorar-si' nesla prora.
Hoiitem pelas ele horas e mcia da noile, foi
levada em proctssao snlemne da igreja dn Corpo San-
to, para a mairiz da Boa-Viola, a intagom do Senbor
.los l'assos ; o acto e-leve solemoissimo, e foi um
do mais brilbanles qne temos lido.
U vapor brasileo ..Terseiiuiigai., leudo sa-
bido para Marei e porto Intermedios, condoli a
sen burdo os aoaointea pasaagelroa i E. Chantre o
esrravo, Lean im Cavalcanti da Sdva liiiimarAes,
Dr. Uaapar de Henoies Vaaconcelloa de lirummoud,
llr. Antonio llurges Leal, teneiile-cnronel Thomaz
Cavalcantl da Silveira l.ius, M nuil-i Buarque de
Mace.lo, Dr. Ouinlin.i Jo de .Miranda, 1 criado e
I esrravo, Manuel Jns de Alenla Nuues, cadete
Jos Alves da (iraca, soldado Merenciano (jOncalves
le Snuza, Adnlpbo de Barros Cavalcantl, enriqoe
de Barros Cavalcanli, Jos Mauricib da lincha, le-
nenle Manuel Josc de Meuezes e sua farailia, Jua-
quim Mauricio da Bocha Wanderley.
llosplal de caridade, dia !1, 77 dnenles.
.'' amiinhia.
Mandou-e remeller rommissao de edifi-
cares a pelii;Ao de IJos Francisco Tereira da
Silva, requerendn para fazer na parle posto*
rior de sen sobrado da rua da Cadea desla fre-
guezia de Sanio Antonio, as obras, qne lhe lera sido
negadas, por irem de encontr a planta da ridade.
Despacharni-se as petiees de Antonio Francisco
Tereira, Anna Maa de S. Tedro, Angosto Fer-
reira. Antonio Jos da Costa Kiheirn, Antonio Mo-
rena de Mendoiic,a, Cloiindo Ferreira CatAo, F'ran-
cisco de Barros Correa, Joaquim l-'rancisco de Taula
releves, Clemente Joaquim do Rosario (iuimarAes
Machado, Joc Felieiano Tortells, Joaquim Tereira
Arantes, Joo l.uiz Ferreira Itibeiro, Jos Rodri-
gues de Araojo Torio, J0A0 Chrisostomo Fernandre
Viabna, Joaquim Mendes da Cuaba Azevedo, J0A0
Soare da Pancoea Yellozo. Dr. Joaquim Nepomu-
ceno Uias Fernandes, Julio l-'ernandinu da Silva
Millo, Manoel (lomes \'icgas, Mauoel Joaquim Fer-
nandes de Azevedo. Maiiod Domingues Jaiiuarin.
Manoel Isidoro de Olivtira l.obn, e Tedro Antonio
Texir.i (iuimaraese levanlou-se a seaslo.
En Manoel Ferreira Aceioli, secretario a snh-
crevillego Alhitqiirrqw, presidenle.Itarrot /r-
i/o.Barras llorrrto.l-'ranra.l'ianna.narro,
ra.Mello.llarata de .tlmeida.llego.
CMARA Ml'XiCIPALDO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA EM i DEMARCO
DE 1857.
Presidencia do Sr. /lego e Albiii/ucrque.
Trcsenles os Srs. Yianna, Reg, Barata, Barros
Brrelo, Barroca, Barros Reg, e Mello, fallando
sem causa participada o Sr. l-'ranca, abrio-sc a ses-
sAo e foi lida e approvada a acia da anlece-
dentc.
Foi lido o seguinte
AS8BH8LEA LEOtSLA'IIVA TT.iiYI.NClAI. HE
PER.-iAMBrCO.
Scssao' ordinaria em -i da m.ircjo da 1857.
l'resld-ni'iado Sr. liar00 de (ainuragilie.
Ao meio dia fana a chaaaada, prsenlesUi senho-
res depntados, abre-sa a aessaD.
I.ida a acia anlennr t.c appruva la.
O Sr. Primeiro Secretarte da conla do seguinle :
EM'EIMEME.
Uma pelicao de Rento Francisco dis Fari is Torres,
pediudo se lhe mande pagar a quanlia .le 13881)00
reis, de rusias de procesaos deeahidos, que n) .1 ve
a ramara de Nazareth.j' cominissAn de orramon-
to provincial.
Uoni de Jos Francisco T. reir da Silva, proprie-
lario de una casa de :' indares na rua a Cadea .lo
Santo Antonio, pedin.lu providencias ronlra a in-
injusliea que ruin elle praticara a rain.ira iniinir-
pal, iieuegando-lhe a lireiie.i para edilicar dentro do
seu quintal e sub o as paredes da casnha 111:1 le ra-
ro rercado de gradarla de Trro, a pretexto de tn
conlr.ina a planta da ridade.A' couiinissAu de ne-
gocios de cunaras.
ERRATA.
.Na sesjin de -_':', do correnle, onde diz A rom-
missAo de pclirn. s para dar o seu parecer etc.__
oeresreiitec que po lem ser considerados empre-
gados pblicos.
PAGINA WUL&H.
luform-iu-uos que ein um dos nossoa saines se
d.'ia o par, :" dirigi para .1111 lugar ein que dnas mocas se
senlavam juntas, l'uia, bella eoino a H6r dsi ma-
drugada, adradla lodas as wslas, o sua mao |i,ira
urna contradanza ra ambicionada comu uma felici-
1' 1 le, era a roiiiha do baile. A nutra, nem dell
ninecem se lembrava, lao feia era, e IBo feia pa-
ren,, i luado contraste. O cavalleiro, vai a qne era
Delta e llio [ ?..e uma rooiradaiira ; sinto que me
na seja pnssivelj benhor, lenlio par para luda. >i
I, sap.nl.nlu, o IDkncebo vull.-.e para carranrn,
e faz-lhe o mesnla pedido. ., Eu n.lo dance ".
fu-, -u. respoala. E relirava-se elle, quando pode
.linda ouvir c--m palavra*. Tensa .1 Sr. B. que eu
sirvo de remend.... '. Nilo minha Senhora, e nem
eu ratia de V. Exc. remend, porque nao notoria
u-:i remend de e lopa na msis bella seda, a One
amarga deeepcRo i So bellas, mas a., mesmo lem-
po bem pnganles esses jru.r it'rsprit. eman-
dam orna promptdo de inlclligrncia, nm talento
especial, ruja ans ur;.-, ..i-ixa a- \zes 1 m Irislissima
posirlo, A quem o niio lem.
Citen- ., lo .uno somos no proKrosao inscllee-
lual e moral de n s. Ierra, nlto podemos deixar de
applaudir qualquer. pao dado para .Mrlude 011 pi-
ra a venia le. /.luando -, cultiva a inteligencia
a vanea-se naordem inlellertuai, quando se educa a
venia e para o bem, camraha-se na mdim mural.
EM'EDIE.MB.
L'm ollicio do Exm. presidente da provincia, di-
zendo que -en un apreseuladns a' assembla legisla-
tiva provincial o balance da receila e despeza .lesla
- -...- 1 .. u w.........,,-,.IU- 1 esiiee|i\os, que acornpa-
nliaram ao oflicio da mesma cmara, de 1 de de-
zembro ultimo.luteirada.
Onlro do mesmo, maulando quo a cmara fizesse
preparar a igreja malnz do Cnrpo Sanio, afim de
nella ler lugar no da l. do c 1 re ule, a missa yo-
Uva do.Espirito Sanio, por occasiao da abcitura da
assembla provincial. Inteira la. por assim ja se
ler feito.
Oulro do advogado, indicando a Joaquim Fran-
cisco d'AlboqiieYque Santiago, Jos Coelhn da Silva
Araujn, e Miguel Jos d'Almeida Ternambaro, para
que d'enlre elles nnmeasse a cmara o seu solicita-
dor.Passando-se logo a fzer a nomea;ao, sabio
nomeado o seguirlo indicada com ele votos, oblen-
do um o lerceiro.Maniou-se ollciar ao nomeado
para enlrar em exeicicn.
Oolro do procurador, apresenlando o balanccle da
receila e dospeta municipal do mez de fevereiro ul-
timo.A' commissao ilc p.dcia.
Oulro do fisc.il Manoel Joaqoim da Silva Itibeiro,
rnmmunican.-to ter lomado conta da fisc.-iliiarSo da
freguezia de S. Josc, 110 dia >'> de fevereiro ultimo,
e nAo poder ainda com 13o poneos das de exercicio
expor o eslado em que a recebcu, e mencionar as
suas necesidades.luteirada.
Oolro do fiscal do Recife, dando parle do que oc-
correra na sua freguezia na semana linda ; e dizen-
l.i ser de necessidade o calcamcnlo da roa da Cruz,
travessa dn Bom Jess, Chafariz, Apollo," Corpo
Sinlo, Seiizallu-Vclha etc.A' eommissto de po-
lica.
Oulro d.. fiscal de Sanio Antonio, pedindo man-
dasse a cmara examinar por oulro fiscal a casa que
esta' edificando na rua da Paz o seu runbadn Jos
Tires de atoraos, por o nao querer ello fazer, em
ennseqoencia do parentesco.Qoe o fiscal da Boa-
Vista examinasse.
Oulro do mesmo, dizendo ler entrado na fiscalisa-
cAVo da freguezia, 110 dia 27 de fevereiro ollimo, e
nio ter occorrido nada digno de mcnrAo daquelle
dia para ca.Inteirada.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, cummunicando o
que litera dorante a semana ultima. luleirada.
Oulro do juiz de orphAos, participando ter passa-
do o exercicio do dito lugar ao lerceiro supplcnle.
luteirada.
Oolro do fiscal do Poce, declarando que nada oc-
coirera da freguezia na semana linda.Ao ar-
chivo.
Oulro do Bacal dos Afosados, no mesmo sentido.
Igual.deslino.
OSr. Barros llego fez o seguinle requerimenlo:
11 Reqoeiro que se mande por a disposicilo do re-
verendo coadjutor Jos Zacaras Ribeiro a quanlia
de um cnnlo de reis, para a eootinaaro da obra do
cemilerio da fregaexia de S. I.oacenro da Alalia.
Barros Reco.a
T..>to em di-cussAo, o Sr. Reg oppe-se 1 que se
desse o ilinbeiro, srm que primeiro nonvesse plauta
c nreanicnlo da obra, e ueste sentido he approvado
o mesmo t-querimenln, assim rumo o que verbal-
imnle fez o Sr. Barros Brrelo, paia que o enge-
nheito cordiador, ligo *' levanlassc rom urgrncia a
planta, e confeccionassa os nrcamenlos dos cemita.
riisda mencionada freguezia, e do Poco, como das
oulra freguezias de fura da cidade, onde a salobri-
dade puldira exige que se facam iguaes obra, es-
eolhendo e estodindo as localidades prnprias a e-le
fim. O mesmo veria nr pedio cseii^^ da commissao
de qne clava encarregado de escnlher Ierren.1 na
fregooiil do Toro para cemilerio. Nesta occasiSo
BALAKCO DA RECEI1A E DESPEZA DA C-
MARA MLMCIPAI. DO KECIFE EM O MEZ
DE DEZEREIfcO DE 1836.
Receila.
Exe-ccio de |K."ifi a I Sol
Imposto de J~ sobre mscales, n. 1.
dem de cordeacoes e licencas. ns. .Via
idfindcaferieofs.li. 1......
dem de SO rs. por carga de familia .
Foros e laudomios n. i......
Mollas pelo fiscal da freguezia do Reci-
fe, ns. _>S a :t >.........
dem pelo fiscal da freguezia de San
Jos, n. 8 a I)........
dem pelo fiscal 0a freguezia da Roa Vis-
la, ns. i a it.........
Aloguel da prara da ribeira de San Jos
11. I. ... .......
dem da prara di ribeira da Roa Vi-la,
n. I............
Taino dos ar,nucues, n. 2 a 9
Imposto de 500n. por calieca de gado
vaceum, n. 1.........
dem de 200 rs. por cabera de gado sui-
do, n. 2...........
dem de 100 rs. por cabeca de gado ove-
Ibum, n. 1..........
Dizimo do capim de planta, n. 1. .
Imposto de 150* por licenca para soltar
foKo, ns. -JO a :........
dem sobre carros de nasseio, 11. IJO. .
dem sobre carrosas, as. 57 a 58. .
dem sobre oulros vehxulos, ns. 15 a M
Aluguel da ca-.- da rua ia Florcnlna, 111
fcxercieiode 1855 a 1850.
Imposto sobie eslahelcrimenlos da fre-
guezia do Recife, ni :)|,-,. .
dem s,nbr'-'"'-l"'1ec"neiilos da bnawtla
da Boa Viia. n. 1,!.......
dem sonrecstalieleriinenlosd. fieguczia
do Tor;o, n. 13.........
Mullas no duplo do imposta sobre estalle-
lecimentos, ns. 102 a 105.....
Exercicio de I85'r a 1855.
Imposto sobre eslabelecimentoa da fre-
guezia do Rerife, ns. 385 a 3:lr. .
dem sobre eslabelecimenlos da fregue-
zia do Pojo, 11. 7.......
Mullas no duplo do imposto sobre eslabe-
lecimenlos, ns. 285 a 28'.l.....
Exercicio de 1853 a 185*.
Imposto sobre eslabelecimenlos da fre-
guezia do Recife, n. il'Mi.....
Mullas no duplo do irnposlo sobre esla-
belecimenlos. n. 7li......
Exercicio de 1852 a 185:',
Imposto sobre eslabelecimenlos da fre-
guezia do Recife, n. 395.....
Mullas 110 doplu do imposto sobre esta-
balecimenlos, n. 8iS......
639825
1 iOjillK)
3:87.5800(1
x^OfOOO
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569000
I2rri>(ni
lii-^aio
3269250
280JOO0
1:97*5275
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119000
7>S00
3169000
2>(IOI)
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12.^XKI
189000
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H2000
j^iiim
2?IKH1
20>IH)II
1
IXHHI
29000
lli^KO
4?OIH)
IODO
Despeza.'
Dficit em 31 de novembro p. passado
Com o aluguel do paco, d. 1. .
Com o expediente e impressoes, 11. 3.
7%?29!>
3759000
323000
Com as folbas dos ordenados, ns fi a 8. 1:3759975
Com o jury e eleic.es, ns. 23 a 28. 1713260
Com azeile [iara as presos, ns. 1 a"7. 1fjs>i'.l80
Com o calcanienlo e limpeza das ras,
ns. 17 a 95.......... 6359810
Com evenluaes ns. 18 a 23 ... 18 Com cuitas de piocessos, 11. 2, 2O-;0O0
Com o maladnuro publico, ns. 10 a 14. hU'iiO
3:771>0(i4
Com o iiipprimenlo do cemilerio publi-
co, ti. 3. .. 4:3575009
Saldo em 31 dedezembro de 1856.
8:1319073
3:425)72
11:5569045
Cmara municipal do Rerifa, ", de Janeiro de 1857
O procurador, Jorge l'irlor Ferreira l.opei.
de
de-
BEPABTigAO DA POZsXCIA.
Occurrenciaa do dia 23 de marru.
I'oram presos : pela subdelegara da freguezia
Recife, o mendigo Manuel Jos de l.i.-ua, por
sonlem.
E pela subdelegada da freguezia re Sanln Anto-
nio, o porluguez Antonio Josc Esteves GoiinarArs,
ea prela eacrava Yictoria, arabos por desobediencia,
e o prelo escravo Salustiano, pur crime de lurln.
PROVENDRA DA SAl'DE DO PORTO.
20 de mar^o.
NAo sedea oceurrencia alguma.
leve alia dn hospital do Pina um tripolaulc do
bngue portuguez Despique de Bciriz.
Falleeeram no hospital ittripolantes, nm do br.i-
goe hespanhol nReslauradur, oulro do brigue in-
glez Etysabeth, e oulru da barca da mesma nacao
oStelU.
iDaati. t>* '"fytitmmbun).
do |irvilpi;io.
Neslc raso o* con-.lniclores tinlintn de cniiM iHiii'- do LndOf em <]iie terreno <1eviam e\ecu1 .eus lrilialho sol ;ih condiroes anletiores; e nilo po-
dia r'c.i]'r-Mn' a i'ti;.i (le li\ar ns li t-c-, nti principio li^na da cttinpanliia, e (pial era a nalunva do lerreno sobre qoe lintum ile
Irabalhar, qnal o clima, qual o delito, e qual a du-
ra rilo do pntileiio : e enlAo veriatn que o lerreno
he* quasi todo de alloviao, elinvi eu-cssivamenl
qncnle, e hmido, cju'saquri-.i toda pesada t? vtilnmo-
ll4 e (empo do ilurrJ.n quasi um MCiilo, ou ir* ce-
rares, dando Irinta aiiuos para a vida media de
rada eraijao enlre n...
A exceprilo do raminho de ferro do Panam, cre-
ni'' que uenham oulrn anda *e fe/, em um clima
como o nno, islo he. lio cheaado ao Kqnador ; por
ronvequeucia a cou^lruccio da nossa oiira devia er
Inda excopciunal, i^to he, coofnrrne co;n ai noMas
pecoliare circum l) que li/erain, porem, este m-us -enhores d'alm
mar ? Asspularain de f.i/.er un Irilhn, ri:n-> se (os-
se para sicoma mini de carv.lo de pedra, e nao se
impnrlaram COTO as rearan mai* coine-inhas sobre se-
meihanles conslroci;oe-\ Ajunlaram nma posea de
Ierra soila, ou area, e li/eram nm aterro <"o.*n I > ou
1(1 palmos de laraura Da uperlicie, e \H a 21 na
hasp^nrnum laia L'rait* : e Bein que este aterro ollre-'-fi depreslu con-
venienle, eausada ppb seu proprm peso, ou pelas
cliuvas, aseniaram sobre elle o dormenles sem ne-
nhiim nutro apoto, e sobre estes os (nidos. Islo pa-
ree incrivel, mas he a pura verdade. Todo o aterro
foi lirado do lado da rua Imperial, por comequen-
cia fermou-se um laso nasescavare*, que mina conis-
lantementp n msmu alerro.
Anda h'-r.iui mais : enrreram nma especio de
baldo, ou lapamenlo entre a ponle dos Afosados, e
a nova ponte destinada para o caminho de ferro :
de sorle qoe, com o caminho do maludonro, fecha-
r.im completamente o parallelosraino formado pe*
rua Imperial de um lado, e a eslrada de ferro de
oulro, pelo c-tminho do maladnuro, e alerro da pun-
te dos Afosados : oo por nutr-, li/.eram nm venla-
deiro laso ou arude, sem orna bomba em nenhnin
dos lados longiluninaes, sem o menoi esputo, oo dts-
vios d.is Bcu-ts asstm eslasnadas.
Ora, meia dozia de dias de boas e eopimas ebuvas
basiai pira formar ao lado dn rua Imperial om no-
vo Tra-ymeint, qne no* recordar ao menos os mo
dial da Koma repubheana. Onde ira parar enlao a
entrada de Ierro '? As cliuvas de Janeiro, e feverei-
ro l 'i.'in sullicientes para desmoronar en muilas
partes o lal aterro, desorle que muilas caberas dos
dormenles j se acham su'pensas, e sem apoio, jus-
ta medite ni parle em qoe assenlam os Irilhos. NAo
he inister ser sr.mde enseutieiro para saber, que se-
melhanle lerreno on alerro exifia imperiosamente
um apoid mais solido para os dormenles, i.[o li-,
nina estaca (pitotts) era cada cabera los dormenles,
que, alaves-iando lodo o aterro, fo-se pender-se no
terreno sti|d>. Neslc case, ainda fallando, ou ds-
moroiiantltt-st* o Hierro, li -ariam os dormenles sus-
pon-itis pnlas estacas, e por i-on suros o* Irilhos e conservando o mesmo nivel.
Setive^seinosesloanuo uma cheia corana de IS.Vt,
qi|p ualsou a rua Imperial, pndeinova-.seveiar que
nem ve ras. Quando, porem, islo n.io aconleca, qual a so-
lidez, qual a sei'uranra, qual a permanencia de se-
nielbanle obra '.' Necesitando osrdormeole* do um
apnio solido, para poderem re*islir .10 peso, vcloci-
dade e lrac(fui dos combo\s, ou carros, e motores,
bala que 0111 oq oulro c la por falla de apoto, por
desmoronamenlo do leito, para que se faoa em pe-
ilacos o Inllio, e os carros sallem fura.
iH Irilhos, anda que s-jam perleilamenlc dos co-
nheeidos com a deunmiiui;,lo de d'nibtx traii*, e
leudo Hll libras por jarda, necesilam de pontos de
apnio na mesma propongo de sen peso e medidas,
faltando eles nilo ha Irilho que resista, e dahi os si-
nlslros, as oes^r-ras e enormes prejuios.
iSs fariainos anda mais, se fossetnos encarrepa-
dos iia consirucc.lo da estrada. Alem das estacas para
apoiar, e sustentar os dormenles, nos as segurara-
mos por meio de Iravessas na direceo loogelodioal
da estrada, o assim tirara o aterro coulnlo em par-
te, por es*a hnha de estacas Usadas entre si em to-
dos os sentidos. Nos terrenos alasan\>s, ou de areia
prenderamos o alerro por meio de fachina,que a te-
mos excellenle : de mancue na cosa ; e de embe-
riba no interior. A f-china lem a propriedade de
ligar, e consolidar o aterro, viudo a ser por este
modo ti abalimento, ou deprewaSo meno* sensivel.
l*orqueal asora nao revesliram anda o< taludes
da eslrada '.' Talvez esperara pelo invern, para qne
Ibes disam enuln : depois do asno rr.orlo ele. etc.
Estes trahalhos nilo se podetn fazer aqui como se fa-
zem fura do* trpicos. Na Europa, por exemplo,
rorrem as obras de*te seero mais periso m inver-
n, porque a asua se inliltra, selando, ausraenla de
volume, e faz radiar o aterro, mas nilo o destrne,
nem desmorom : ao passo que aqu, cahindo uma
masa d'agoa protlisio*a, basta o pe^o, e a forca la
correnle, para arraslar com siso toda a trra, que
nao liver um cerlo apoio, ou leainenlo.
Nao ha um s dos uossos homens pralieos nesses
aterres, que nilo saiba ludo quanlo acabamos de
Hi/t'i. As nossas estradas acluaes lem muilo mais
solidez, quo a lal otra :a de ferro ; e nos convida-
mos ao Srs. encenheiros insieres para irem ver
ei<>sas obras mais perreilas nesse
ciiero, isiu he, adestrada un alerro do acude dos
Apiparos, desde a ca va d'ajioa do I'iata ate o en-
i;enho Dous Irmaos. liavia lusar, cuja profundidade
era de HI palmos ; e sem embarco, nao he posMvel
mais solidez, nem permanencia na obra, que ja
leva 1 anuos de feila sem o menor ahalimento.
Todo esse lauco lie de uma pereic.o admiravel.
Nos terrenos solidos nilo ha mister da estacas;
mas nos frouxos. e nos de alluvio, nlase pode pres-
cindir dellas para apoiar os dormenles ;"em todo o
caso he necessario al^mn apoin dos declives por
causa das enxurradas. us lasares palanosos be
coslnme fazer-se um enrocharatnlo de pedra sola,
para servir de base ao leilo da eslrada, como obser-
vamos nos planos de alsumas eslradas da Allema-
nha, e da Kussia, principalmente na que vai de S.
Pelersbnrso a Moscow. Nao nos cansaremos de re-
petir a estes seuhores, que esludem o nosso clima, e
suas variaees, se querein fazer umn obra solida e
permanente, enroo sito obrieados pelos decrelos c
regulamentos do governo, e pelo sea contrato com a
comparfhia.
Nao no caosoa menos espaiilo, ou lastima, o ver
a maneira como se faz o Irabalho da escavar^Ao e
alerro. (J'i.'.'iuer hnmem pralico sabe calcular per-
feilamenie quanla^ brabas, varas ou melros cbicos
de Ierra sito necessarios para um cerlo lan^o de ater-
ro ; assim como o epaco d'onde os ha de tirar : por-
tento comer a escavacao do lado mais distante do
luear do alerro, com o fm de aproveilar o terreno
solido para a conduccSo.
Oque fazem. porem, esses senhores ? Comeram a
escavar ao po do alerro, e a propon;ilu que se vilo
ahincando, enehe-se d'agua n espaco cavado, e eis
ahi os (rab .Ihadores atravesando era urnas taha, de
pinho estrellas e nexiveif, com a morosidade neces-
saria para 080 cahirem de semelhantes pinguella*.
As vezes e^lil* esperando ons que oulros passein,
para pasarem por sua vez, perdenlo-se com istoum
lempo precioso.
O povo que menos consistencia da as suas obras he
o dos Eslados-Tiiido*, porque ludo se faz all a
prensa, e por um curto p.-riodn. Sem embarco vimos
olrabalho de un. caminho de ferro de Albanv a L>-
baunn no Estado de Nova York, e po-lemo* aseve-
rar que alli ludo era mil vezes superior ao que aqu
se lera feilo. A estr.ida provisoria, para a rmiiurno
dos materiaes, (inda tuda a forma e algasela da os-
tra la permanente : aqu pelo contrario ludo he
mesquinho e mal feilo. Ide ver eses Irilhos provi-
sorios ahieonUdos, e notareis urna dcsisualdade es-
pantosa nas dislanrias dos dormenles: enlre al^uns
~i palmos, entre oulros deIUe12 ScnAo he uma
imperlei^o, porque a obra nao he a que ha de fiear,
he pelo meno* um erro, porqu*, como j.i dissemos,
por mais forres que sejara os Irilhos, nt-cessilam de
pontos de apoio ua mesma proporco de seu pezo e
medida. Se pelos dominaos tirarn.us os dias santos,
eremos que a eslrada permanente nilo sera' muito
melhor que a provisoria.
Desla arle nao nos fi a oulrn recuno senrto erar-
mos ni/ti ei'/:l-ffei, ou appellar-mos para o Eim.
Sr. insperlor, pediudo-H>e que f.u;a valer todas as
suas allributrops, porque na realidade por esla ma-
neira, nunca leremos estrada de ferro, que mereja
esle nome. Por ora, podemos asseverar que nflo ha
solidez nem permanencia no que exisle feitn.
Varece a priraeira visla insisnifcante a imi
construcrilo da eslrada por falla de solidez, e por
coiincqueucia de durarao, sUmente era detrimento
da compaohia, nica obrisada a re para-la em sen
prnprio inleresse : ma 11A0 he assim : De seren ir.nl
feila*is obras, era consistencia, solte/ e perma-
nencia, resulla era primeiro losar falla de aegQ-
r-inc.a para os passase.ros, porqtie podera dar-e si-
ni-lros, que quasi sempr- OOslam muilas vidas. |)e-
I
lim o retlaina o iuteres-e do coininercio, e da no>sa
capital.
1 foram
ade r*s re
condu/i.los aa cemileri* pabliro
Igoa-
Hontem
desla cidade As restos morlaes do asajor Ja
co Soaret de Macedo.
1 eiiiln -nio a -omiiiellido de orna moleslia cratia-
sima, querm yaJ procuran combaler, veio hinlniri.
le a aoccombir aula-hontem, depois de aoe longo
soirrinidito, nao obstante n> aaidaos cuidados e dn-
selo de sua iuconsolatel lamilia, a sea mig da in-
fancia, o Sr. Silvino t.oillierme de liaras, qne nem
um so linimento deixou de ca morir as deaeres de
orna ver.ld'leira amuade.
Cidadao probo, empregado publico dialincU. dea-
Telado chafe de familia, o ma|or Saaros da Mart.ln.
luilia quatidades apreeiaoeis, que lhe haviam adqui-
rido a e-luna e a cuuaideracau da aja* gnrava.
A Ierra lhe seis leve.
^orrfi'ponbcncitt.
COMARCA DB S. AMTAO.
Victoria '> de inarr;o de IKS7.
Sis. redicin*
t nosso lente delecado d pocis sai lacen4o
suas aortid'S raU'liulio para sorprender o- erimiBM-
soa ai-nitailos em errtos e-condrijva. Com este eapr-
lenle mu 1 1 |.i,-i.,remo : porque oa o crime be p-
ASSl'CAR REFINADO. nido com a eaftara dos dclinquenles, oo rales n-
Kila industria dea um paaso enlre nos com o esta- .appirecem do naaaa termo ; e a-rnm fieamos bares de
liel^cimeulo ila relinaiia do Moiileiro. j >emelbanle Balate. ,
lie verda le que oa anligo in'eresses pessoac, of- I Portanlo h. prudencia ; qnem liver desertares, as-
fendidos rom a concurrencia qus esla mellioramenlo sassmos e oulros criiniiio. .s em sua conspanhias oa
Ihes causa, e os preconceilos lilhos do alrazo e da ig-
raucia, lulo espalbado boatos eslnpiJos c inlerea-
seiros. para desacreditar o assucar puncado na fa-
ir euiolanilo. cerlo de qne a p.dina oa cedo, oa lar-
de, la' ira' ler ; vi.lo como o Sr. lente Kabiicm,
nos-o digno delegado, so ama j virlad. e aborreea o
lrica dos Srs. Hegu & Brrelo ; para este lim. ate | vicio, e nAo se puupa a qualquer sacrineia, fae lesi-
chegou a dizer, que ndo he refinado, porque nao he
redu/.iilo a po siibtil, meio empregado pelo systema
amigo para dar melhor cor ao assoer ordinario, que
sem tal processo dara apenas urna pessima rapa-
dura.
Semelbanle proredimento nao deve sorprender a
da ao grande fimmoralisar o paitno be indatM-
tavel, que todo uoaso mal parle ds imm-ralidade.
\ fio-un. re|>eiilinamenle a lembrarn.a. Srs. rodee-
!ore-,uma.....\njr,i,i,qne sepaaaou enlre doos rapa-
/ I un n Paula. 1110 : enlio Paulo.que tal o tstenle
delegado '.' l'auln neo amigo. *o h ana ndo ha? <
ninguem. Kra natural qua a concurrencia creada | que se esperava ; nAo serve pare levarme ao tim os
pelos Srs. Reg rS| Barrate despertasse os ciumes da
antiga industria do assucar refinado.
Segundo o alto pre^o porque boje se vende esle ge-
nero, os refinadon-s rolineirns nao podem dar assu-
ear tao alvo, lao puro e lao barato como o da fabrica
do Monleiro, que se vende no depooio da rua da
t'.a.leia do Kecife n. 30.
Arresceque o yalema geralmente empregado he
muilo imperfeito, e usado com inuita ignorancia, re-
sultanib) daln cerlo cheiro nauseaban lo e ootras im-
mundicias, prejudicial-, a' saadr. O que acabamos
dedizer uo he nm invento de imaginaran, he um
tacto alie.lado pelo clamor contra o assucar reliuado.
segundo o anligo processo, clamor que nAn s anda
em todas as bocas, se nao lambn ja' se vai manifes-
tando pe i imprema.
Entretanto, o proce*so empregado no estabeleci-
m Mil,i do Monleiro be a man perfeilo qoe ejisle na
Europa, e segundo os conseHto da h\giene. O chei-
ro he natural, porque o eleme lio que entra na pu-
rificacao he o maia simples e mais innocente que a
sciencia alo boje ha descoberlo. Por tanto, os qoe
clamam contra o mao assocar que ae vende por ah,
lem ern suas mans om inein fcil de evitar seme-
Ihanle inconveniente, isiu be, recorrercm.ao deposito
da rua da Cadeia do Kecife n. 30.
lis Srs. h>gu j\ Brrelo Imbalham com operarios
iins.ui intentos, lie perspicaz, ha activo, he aesas po-
silivo, e nao assi^na de croa.
Safa, diz Tilo : e elle tem eornsign lado qoanlo
arahaes de dizer ? tira se tem, responden Paaha, o
lem ainda muilo mais ; appHea-se bastante a testara
da nossa lecislacio com desejo de acertar. Tana : ru-
lan, amigo l'aolo. o homem ha digno de aer esliosa-
do, e por nos respelado: na* he aasim Pab : asni-
eo Tilo, o qne n.lo n-m remedio, remrtiadi. osla'.
Tilo n.i i ns he ii-rjilio. amigo Panto, ao se Iraba-
llion com Inda as broas pela desbonerafaO de rtm-
nel liliurhii. do cargo de delegad*, lalvez s.ppnn-
do-se qoe o surcederia algum da nossa grei. O
guio-se ese desidertum, devide snaeMe a ia
palihilidadc dos cargo, da cllrctnr
-'!'. e a nan ae dar essa rirrumslanria, anda bate
elle nerupana esle cargo ; porque leona sciencia de
que nao seria eihonerado, na su por aer de lonlian-
ca, e ter mnilns servidos, romo pela ssw ho*>rar ;
pois com quanlo a mveja fiqoe rato entra m- Mar
toaba eseaeade masella, que ella nao as lesa, m -
que assim era preciso, todava a aea Iriampho tem
sido completo j porque o vicio sempre seta' ateta, a a
virloda sera' empre virlude. I' ulo : he verdade.
meu charo Tilo, tu lo quanlo leudes dito ; e osn adi-
tamento acrescentarei, qne afinal ficamas enforqui-
Ihados. >i|o appareceu cerlo soeeile, o dea so o
expedentes e eiilendidos ; nao tem poupado esforros dialogo pur lindo.
nem fadigas para elevarem o jslabelecimenlo ao es-I t) Sr. llr. prom-lor Francisco Antonia Pessoa de
lado de perfeicAo a que so pode altingir, para que | Barros, cujas maneias silo agrailavei, saceedeo o
publico seja servido cun '.elo e proinptidAo. e para i Sr. Dr. l.uiz Correa le i.lueiroz Barra*, e ola" m
este fim acaham dd abrir nm depo-tto no lugar em
que cima fallamos, onde os consumidores encontra-
ran sempre assucar mu alvo c punssimo, em pAes,
em p, e por mais barato preco do que ero outra
qualquer parle.
I ir,i industria lAo ulil. nnvamcule inlroduzida no
paiz, e que lem rusta lo lanas fadiga aos empreza-
rios, deve ser animada e protegida peto concurso de
lodos os nacumacs e eslrangeiros manes do pan.
A assembla approvou linnlcm em (erceira discus-
sAo o projeclo o. b, que crea in.iisum logar de ama-
nuense na secrelana do governo.
Continunu a terceira discnssAo dn projeclo n. 1,1 pois aorfld necessirios muilos e repelidos coiieerlos
que uiipe sobre os btlhetes de loteras de oulra pro-1 e reparos na eslrada, e nos carros de ferro, e toda a
aineias vendidos nesla e depois dn orarem os Sta S. receila oo pro lucio das passagens e frates, se eecoara
Tina pelicio da irnaandade do l.ivramenlo da fre- | i'or isso animamos sempre
guezia de S. Lourenco d* Hala, pedimlo a apprc-1 suciaees lillcrarias, esaas
vacan de seu compromisso.A' coiimis.ao de nego-
cios eccle*iaslicos.
(liitra de Auna Joaquina Osar, viuva ilo ollicial -
da joatica do termo de Olin ia llroardo Cesar da
Mello, padindo que ni le do orcamenlo municipal
se marque qyo'.a para ser i suppiiraiile paga da
qo.iniia de 63$3O do qoe a cmara de Olinda era
devedora a seu finado iuarido.\' couimtssAo de or-
c.imenlo municipal.
lie lido c adiado, por pedir a palavra o Sr. l.uiz
rilippe, o eegainte parecer.
A coininiss.i d- instraecXo porriiee, ten In pr-
senle o requerimenlo em que o profewor de inslruc-
... ... ... ..;. '^ ..li. .( K%a .r in.. l-_
spul.-iii'aiiienl"
icio dad
t.arvalho e Jos Pedro, firou a discussAo ,t I :.
A ni i- in do da da de boje be aprimeira discus.Ao
dos projeclos n. 9, lo e II deste anno e H doanno
pasado.
c>7's?i n i it i it i c n l> o"?
A ESTRADA DE FERRO DK PERNAMBCO.
III
Conlinnemosa imssa tarefa com todo o aanene fri
em gastes de conservacAo e por consequencia nen-
huma renda sobrara' para o juro, que deve sabir dn
producto liquido, em cujo caso sem' o governo ohri-
gado a paga-ln em sua l.italidade at o maiimo (le
7 por cento. E o que acabamos de expender acerca
da necessidade de boa coiuimcrAo da eslrada ja' o
fui liinliem em Is'iti pelo Eam. Sr. conselheiro
Micedo em um dos seus arllgoa sobre a eslrada de
fern di Babia, publicados no jornal do Commercio
do Rio da Janeiro. A ma' cousIruccAn, lortanlo, da
estrada, oxi^ndo depoi mullos COHCdrloa o despe-
resulveu-se que se fumeosse ao eo;enheiro cordia- ',,n 1"" forillos capazos, porque nao queremos nfleo-
dor os meios da cnni-ncAo sempre qne elle, cum-
plimento de doveres, hooaer de sabir para foia da
ridade.
Enlra em discoaso o parecer da coramissla de
lder. ncn molesta
coni^ir aquolles,
te nos dirigirnos.
a nlllguem, senao admoe.sta-
quem directa, on indirtetamen-
brneficcnles,) pelires, nui se eppondii a cnncesso riue nedirain
P ir isso sempro saodanios nm autor, qoando.cm nos- '
o fraco enlcn l-r, a sua obra concurro para a ele-
-.i'cA-i do edificio de nova rulara grandeza, l'm..
revista bibl icraphiea ajodar a reslisarfld de ik.sso
pensamenlo. >'.i no prelo um livro le litterate-
r.i pelo Sr. Manuel Peroira de Horaea Phtheiroi
ni (mis rninaiires, pensamos nos, e alaous cont.
popal ir, de uci genero novo, ina que o .-nitor co-
mer a cultivar com vaulagem. O gos-o dieididodo
b>. Horaea pela lingos porlugueza e o eeiu lo que
delta ten. frito, o estyl deparado e bello que as-im
vai adqoiriudo. recommend im a leitura c toa obra;
alem de que n.lo falla poueo dn seu laVor essa
cAo primaria da villa de Pao d'.Vlho Francisco Ma-; plica(lo lilleraluii que mais do que o direilo ab-
uoel Beierra de Vascoucrllos, pede que se mande' sorve o leu lempo. Tambemit espera a publicaran
os moradores do lugar da Santo Amaro, para cena.
Iruirem ah casas de z palmo com oiies sngalos,
nos raaos da postara addicional de'.i da oulubro (|u
anuo passado : os scnbore Barata c Barros Brrelo
oppOem-se .. semelbanld prelenjAo, e os seuhores
presidente, Mello, Barroca,' faliam a favor d'ella, e
Ue eooformldade com o parecer verbal da com-
missao de edificarjes, defirio-se o requetimrnlo do
de con-orvarao, acarralara* graadeepre|aiaoa aosi us.
i i ."ni allam fcil domum suam
qurerit ruinam.n
Prov. 17.16.
Em das de maio do anuo de IS-li, antes mesmo
de ler chegado a osla provincia o dec. n. 13*7 do I
do dito mez, tinha eu concluido as ligeiras annota-
coes ao cdigo cominercial, que boje rorrem com o
meu nmiie. E como, logo depois chegasse aquelle
lecTelo. alterando em varios ponlos a Jec.islac,Ao vi-
gente, vi-me na necessidade de retocar es-e Iraba-
Iho, o que Ha anda rpais ligeiran.fole por ler cnlAo
de consagrar lodo o meo lempo a cousas mais serias
fi] Feilo islo, pasaoi as manada reverendissimo Sr.
Ignacio Francisco dos Santos o autographo das dilas
aitiiolar^oes, ecom elle oulro fuiendo a epigraphe
das leis, dec, Av. cuja inlegra devia formar o
appeiidire que se echa reunido ao sobredito cdigo
annolado.
Por clrciim-taiiri.i. inleiramenle contrarias a mi-
nha vontade foi demorada a publicaran d'aquelle Ira-
ballto, de sorle que s em jaiba de 1856 foi que se
pode completar a impressHo do cod. e do reg. n.
737 e 738 de -J."i de novembro de 1850, o que foi an-
uunciado no Diario de l'erniiiibuco n. lii'J de 18
do referido me/., declarando-se nesse annuncio de
que coostaria a segunda parle da publicar A Fi-
nalmente em dezembro do mesmo atino de ."Hi con-
cluio-se toda a impressA-i, c a obra foi declarada a
vtrila por .iiiliiinrio. n s lil>,r.'3 .lo til, III rtc. lid
sobredito mez a efleclivamenle ia tendo soa ctlrac-
fAo.
Nislo eslava, quando no rlia 1!) do correnle li na
fagina AruUa (leste Diario uma noticia acerca do
cdigo por mim annolado, concebida em termos mui
vantajosos, mas evidenleuie:ite exagerados, alenla a
pequea importancia da obra. Caosou-me islo sur-
presa, e al, para fallar franeimeulc, um cerlo enfa-
do, porque, oslando poueo que se falle de mim, e
leudo concebido avereto a imprensa peridica do
meu paiz ftanla que abandouei a posirao alia'a hon-
rosa que u'ella oceupava, ) lic logo ota secreto pre-
senlimenlode que aquella milicia faria do meu l,a-
co Irabalbo um sigas! de contradiccAo.
Esse prcscnlimer.lo realisuu-se* de cerlo modo,
poique no dia -23 do correnle li neste Diario ainda
com maior serpreza) uma estiecie de embargos, pos-
(os pelo Sr. Jos .\nluiiin Gomes Jnior ao illuslre
redactor da Pagina Aiuha, por ler dilo qoe com o
meu Irabalbo bivia eu |xe.slada um servirlo a moci-
dade e as leltras do paizoquandn foca elle taOOBea
quem primeiro liavia presta in esse servijo em I8i">,
sudo-lhc impossivel servire do meu Irabalbo pu-
blicado posleriormeule ( o contrario parece qoe se
podio ler dado ...)
Kilo lendoeu porem nenliuma resposla a dar ao
Sr. Jos Antunio Ounies Jnior, a quem nao l-ubo
a honra de conhecer, assim como nunca conheci
lambem o seu cdigo cominercial annolado (S), jol-
guci todava dever aproveilar a occasio para cordi-
almenle agradecer ao Sr. redactor da Pagina Acui-
ta a espoutaoeidade da sua lembranra, e a boa iu-
lenoAo com que formulou aquella sua" noticia, embo-
ra de uma maneira demasiadamente honrosa para
mim ; sem que lodavia lhe perdoe o Irabalho que as-
sim me deu de ler agora de ntreter o publico com
esta breve e*.posic,Ao,eomprovada com os documentos
siguinles para que d'ella se lirem as devidas couclu-
soes.
Kecil", -l't de marro de I8.77.
llr. B. F. 11 cumplo de Snuza.
lllm Sr. lente Manuel Joaquim de Miranda e
Souza.Bogo a V. S. o obsquiu de,por aqior da ver-
dade, declarar ao pe desla, em que lempo punen
mais ou menos recebeu de minba inAo para eulre-
gar au reverendissimo Sr.lguacio Francisco dos San-
ios, as aunnlacoes qos fiz ao cod. coinmercia!
Espero qoe salisfazemlo a este meu pedido, me
aolorisara' a fazer de -na respoala o uso que me con-
vier.
De V. S. atlante venerador,Dr.B.F.IIenrique de
Souza.
S. C. -Ji de marco, de I8")7.
lllm. Sr.Ern resposta a declararlo que V. S.
elige de mim tcnbo a responder que em das do mez
de jiinlio do anuo de 1855 me foram por V. S. da-
dos os aulographos das olas felas au cdigo com-
mercial acuna mencionado para serem entregues
por meo intermedio ao reverendissimo Sr. Ignacio
Francisco dos Santos.
Idilio a honra de aer de V. S., .liento venerador
criado obrigadu.Mauoel Joaquim fle Miranda e
Souza.
S. C. > de marco, de 1837.
lllm. e reverendo Sr. Ignacio Francisco dos San-
ios. Bogo a X. S. o obsequio de, por amor da
verdade, declarar ao p dcsta em que lempo, poa-
co mais on menos, receben o aulographo das mitihai
anuo!.ico, en coligo roiiiirrrrlal para di las a es-
tampa, e quatl os motivos por que foi retardada essa
publicarlo.
Espero que V. S., aunuindo a este meu pedido,
me aulorsara' ao mesmo lempo tazar de sua res-
posta o uso que rae convier.
De V. S., atiento venerador.Dr.' B.-J-'. Ilenri-
que de Souza.
Becife, it de marco de 18.77.
Nao me lenibro precisamente do mez cm qoe no
anuo de 1835 reculo de V. S. os aategtsnboa das
suai notas para a impressAu do cdigo commercial,
cuja piiblicacao foi demorada pela falla bem noto-
ria de olliciae Ivpograpliico.
Pode V. S. fazer desla inin
lhe convier.
Sou de V. S., alenlo veorador,Ignacio Frau>-
cisco dos Sanloa,
l.e-sc un cdigo commercial annolado, impressn
na Ivpographia de Sanios \ t;. o seguinle :
u Consi1erar-se-bao conlraleilos, e como loteasav-
geitos as penas do ai I. 261 do col. cnm. os volmnis
ota rubricados pelo autor. Becife, 1 de jolliu de
exercicio do .en cargo, ao qnal rea** de catrador
geral dos urnhgaa, qu< era servido pelo Sr. Dr. Joa..
Francisco t.oelho BHanuiutl, q/a*l acloatssvrale
erce o de juiz moniripal, como quarl* Mip(.lem-
na ausencia do lerceiro o Sr. JoSo de Barras Pi-
meulfl.
Consta nos porem que o be. capillo Feln Pereira
de Morar., rendeiro do enzenhn Ronda, egan.W
supplenle, joramentou-se, e entrara' brava no eser-
cicio desse cargo.
A ssttihriilade publica vai sena aaalar alteraete,
apezar de algumas febres qoe lea aprasrecd*, lalvea
devidas ao escesaivn calor.
Os genero, alimenticios conservan! os mesan* pee
coa mencionados nas,antenore* misaava*.
Viera m ao mercado 480 ea becas de cado. ajoo t*-
ram vendidas, caleolindo-se a arroba de carao a r.
591)00 : licaram por vender iiK.
^itt'cttctto apfdDo.
.*>; i** .-"j. ;->,>"
S
o
-'.

SONETO.
0. II- c
Ea. -.
Em formar-le esmerou-se a oaloreza,
Fez-le bella, gentil, melga, eagracada,
Fez qu'em li fosse ella admirada,
(Juiz assim parlilbar la belleza
Oanlo fallas, tens tanta siagaleaa
o-ie me lomas a alma estassada ;
Ksqiiern-mn de mim, o mando he aada.
He s; por li qae aiao, lem certeza.
He por li que meu pello o respira.
Ten, em meu coracau lodo poder,
Por li -rneme arranco ons da Ivra.
Anjn o ten amor me faz viver,
. A laca de desprezo ma delira...
Mas nao '. tu es fiel, eu deva crer.
*;. s. j. 7.
I
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,'.. ,.1)\ ,->, y
.- .-">- <*> -'*- T>, *> *
o*
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:*<* i' r
CaoBaaoMaV
Sobre Londres, J7 i\i a Ul d. e 27 7iS a 'Ni d
Paras, .Val rs. por fr.
Lisboa, 95 por de premio.
Rio-de Janeiro, i por ote da i__
Arenes do Banco, 40 a 45 da premia.
o companhia de Beberiba 54*0UU.
a si companhia l'eru nnbucana ao par.
a I tu- lade Publica, :KI porcenl* da
I ndeinnisadora. idea.
a a da eslrada do ferro JO por.ljan do pream*
Disconlo de leltras, de%8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
()oro.t>nr;as iiespenhelas. Jg> a t.V)
Moedas de BaHH) velhas .... ItisMa)
6*HO0 nova* .... IhsasW)
a 49000. .
Prala.Pataedea brasileiros. .
Pesos columnarws. .
a meiicaoo*. .
Win
-!*"J
-.I.KAMiKt.A.
Baiidimenlo do da 1 a 21. .
dem do dia 2b. .
193*2 Us-n
19:19H972s.
liba reiposla o uso que
mires publico, e podetn os mal iiitenciniiado al-
lribuir es.as fallas a ma' fe, a idea de defraudar ao
governo pela cert-za que ha do aro, poupando-se na
Promrllcnina no artiga anlerinr provar, que ludo con-IrucrAn o capital, que a prem o mais moderado
quanlo se ha feilo al agora, acerca da ciiiulniccAn poderla le-lo ha trido o mesmo governo, e feilo ueste
da nosa eslrada de ferro, era de nma mediorridade caso a e-Irada por sta conla.
ioeoncebivel ; vamos poiseamprir a nossa palavra.
Nao he mister posaair grandes couheciineolos sobre
a ;ir- ira das coii-lrucces dos cainuibos de Ierro,
muilo menos longa ortica desasa coaatracefirs, para
poder avahar os Irab.lhos ja feilos no curio espaco
de urna millo, poueo mais ou menos, onde se seJwin
aMcntados algons trilhoa : bala pata isto o simples
senso romniun, o alguma leitura. Todo o mundo
mncehe que para semelbanles ronslrucces nlu po-
d'P. ia de alguma di-cussAo, lica, mpienmenlo do ae h,fe, orJ frmola geral. nem mesmo regraa ab-
Sr. barroca, a I lia.lo o parecer. sollas : os principios da sciencia em laes casos, so
Compaiereii o rordiadnr nomeado. |r. Filippe j modificados p"la cililirAn dos lerrenos, em que se
Ner\ Gillaroepre-louiurametilodoeslvlo Irabalha, rio clima, il.s msbriaea empregados, do
proprio destino do ramiiiho de ferro, isto he, se para
paasag(iroi,e viclualbas,se para mercadorias de gran-
de peso, c volume ; e os Americanos do Norte ale
e nao estamos equivocados, parece-nos, que o Sr.
conselheiro Macedo em um dos arligos da sua defe-
za, quaiiilo leve da responder as accusacocs que lhe
liier.un por occasio do conlralo da estrada de ferro
da Haba, dissera que ;e opposera a coneessAo do ju-
ro de sele por cento, porque o goveino po leria ha-1
ver na Inglaterra o n.eamo capital, creio que a qua-1
tro e meio : tal era o crdito que enlAo linliamos na }
prara de Londres, devido em grande parle ao lino, e
Pag. anlerinr a do froulespicio :
N. i!. Eslava pre-tes a enlrar no prelo a presen
le edirAo du cdigo do commercio, quando fu pu-
blicado o nnvissiinn rrgulamenlo u. I,.V.)7 do de
maio de 1855 : fallando-nos enlAo o lempo par*
mais, linniainn-iins a mollificar o nosso Iraballm li-
geiramente, coulurme as innovare. mais imp .ran-
les traaidoajtor esse regubmenlo. *
laaaaamaaVaml
Detearregam koje T, demarra :
Barca ingieraObernnItacalha.
Barra francesa(Huidamanteaga.
Barra inglezaLindaIrilhos de forro.
Barca inglezaEleanordem.
Barca americana -J. Wilabarinha, boUrhmhs
e cha.
Brigue hamburgaezAmazonasmercadorias
Brigue suecoEotilfarinh.i de Inao.
'alacho brasileiraHaariqaedem.
IMPORTCAll.
Barca ingleza Anne BaMwin. > viada de litar.
pool, consignada a Jame* Rtdcr & C, aSMilaatao
0 seguinle :
101) eaisas eerveja, 48 ditas e 188 fardos faietada*
de algodAo, .1 ditos, 1 cana o 1 vatua* dota ski Ua -
aos consignatarios.
50 gigos e 1 caixa louce, 8 fardos fazeadas c'e sl-
godAo ; a Fox Uro! Itera
1 it tagala das de caraj, 3 fardos hienda rio at-
gorian, S banrta a/eite de palma ; a Kaatr.a Rookor
51 cana* a"i fardos fazendas de aleada*, I. dato*
lecidos, | eaiza miodezas, 2 ditas chapos do *l de
algodao, 1 barrica biuc. ; a lleaiy (.ibsaat
21 lazas de ferr, 28 feiiea do farro aa barra ; a
S. f. Johnston. "
, *? ""* ""*> M i" e 29 fard fareoda
il* algodAo, 1 ea.ia abjeetm da rtsaot,, 1 ,hi.
ellins ; a Adamsn ||oit> A C
2 eaiaas om,, de lastro, a Meaeol Jh..i. aja-
mos e Silva. aaaaaaa Jaeojoam Ra-
511 barr, manteiga, 45eaia.s falla de Fl.ndr...
ca .a^.r*- 2"": "i** u"-" 53k
1 cana cha ; a wanrler. Brothers & C
l. fardo, f.zlndas de al.^a* ; J. Bssdisla da
I ......c.i Jnnior asapaiasa a
o.'Ii'.'i'r" f'Va" e ""8*- "IOS. dO d. .1-
godao e lata, I dita tapetes ches lores I dtU rk.
peas de sol d. da ; Tj. KelteT* C
Pilo"*"". fl"nda d' "sod* *"m **
fasdaa fazend. de algodao. I ddo. dita de .U-
dAo e la... t dito tarles. :l ca.aa. br.m de hah. ; a
James l.ralilree ,( C
50 bairis manteiga ; a Rastm j | aaaa*.
. caiaa* razenda de algo o. 4 dita, core de los-
Iro I dtla lerragem ; a Raba Sclianaeflsn & C.
1 barr, manteiga; a laac Caria A G
& IMas? ,,*," '"e"d" ; "
IS barricas fe.ragen., |n HH|S njajasjjW 7n dila
chumbo de muir A... | ,|,5 ,|)lrM% ,0 n>ut M
rliumbo. .. I.arr.c., de dn.. cm barra, 5 tesaras
21 molhos de pos ; J. ||,t|,d.v A- C.
I fardo fazenda de algodao ; ," A. C de Abara.
12 tonelada, de forro em bruto ; c. Star C
i app. pag. 6 I 21 fardos e 11 caitas fazendas "de aliada* : a -
He o que se prova eiuarraiilemenre pela simples J. A-lle\. 'moas ue alisase*
lospeccaa doj aulographos existentes na mao do im-
pres-or.
II. S.
lellig.liria do conselheiro Macedo.
Seja. porem, cmo for, prore.laiu com boa f o
que acreditamos o que he eerlo, o que he evidente
a loda a prova, he que, se os Irabalhus de couslruc-
clo conlin.tarem, cuino vAo, se a obra continuar no
pe em que vai, os governus ger.il e provincial tero
de pegar integralmente o juro dsele por canto, de-se vr.....
I ti dec. n. 1597 foi publicado da corle no Jor-
' nal do Commercio a de 12 de nasio.e s cm fim des-
! se mez chegou a esla provincia.
(2 t) que no illa 21 me apres'iilou o Sr. Figuei-
roa, he um felbeto de Ki paginas, constando rm
sua maior parle de taima, rheias ds algarismos, caja
svtteina pareceu-me da milis cutlosa decifraclto. Po-
I rana e 2 fardos fazenda da liabais J
Palor A, C.
K-. cana, falbado I landre ; a Barrera A <>re.
2IS canas fazendas de a.tedde : a T. M. A Vunaaa.
I barrica rotatoria ; a E. II. Wv.ll.
I accos amostras ; a diversos.
liaste nacional oSe.gipann.a vind* de Calingtsi-
lia ; consignado a Bastos -"oilinle : i
472 saces com 2,:KS0 arra-bas da smese teetts-*.,
22S dito com I, til) ditas de dita oaascovado ; a ot-
dem.
Brigue Dicioaal eFeliz Ursliso ;s vina)* o Ai-


ILEGIVEL




DIARIO D PERNAMBUCO, SEMA fEIRA 2" DEMARCO DE 1837.
%'
a', consigna lo a Manuel ongalves di Silva, m.i-
nifeslou o itfuinte:
801 ilqneire**sal, 1,000 molhot de pallia de car-
nauba ; a ordem.
uONSULADU ERAL.
Rendimenlo do dii 1 a 21. 90:83,">8!K):>
Mein do da 26,...... b:0645ri7
\r
%:90007!l
DIVERSAS PROVINCIAS.
Ilendiinenlo do du I ,i _' .
Ideiu do dii 2fi.......
G:S79l(i
7:W6#07I
DESPACHOS DE BXPORTACAO l'r.i.A MESA
l"> CO.NSULUK) DESTA CIDADE NO DA
26 DE MARCO DE IS.Y7.
Bafcellnnal'olaca hetpanhula uTIierczina, Ara-
nasa llry.n, I6S sueca* ligedlo.
PortoBarca pnrlujucza Brieliarense, Tliomua
de Aquinn Fonseca A; Filhos, 161 saceos assucar
' branco, 19 .-,-,-.,- niel ; Carvalho Irinoe 353 sac-
eoj asincit branco mascavado.
Porto Brizne |iorluguet S. Manoel I, Manoel
Joaquim Hamos c Silva, 103 cascos niel.
LisboaBrigue portugue/. Viajante, diversos car-
regadores, 8~> saceos assucar mascavado.
Riionos-AvresBarca nstela eCoutiealh, Isaac,
Curio v\ C>mp.inhia. -VI!) barricas avocar branco.
New-Yorklliatc americano Fhng Egle. Saon-
ders lrolhers al Compahhia e outros, 2,002 cac-
eos assucar mascavado.
KansoBrigue sueco Juno, N. O. Bicber c* Com-
panhia, LIJO couros aligados.
MarselbaPatacho franco/. iGeorgee, N. O. Bicbcr
iS Campanhia, 2(KI saceos assucar ma E( UISIHHtlA lK HUNDAS INTERNAS IsB-
KAES ItE PKUNAMBUCO.
Kendimento do da 1 1 21. 35:653|!lul
Idero do Mto'xiii so
:I9:0)3>28
pone.
ftictartt 5e$.
- NSo tendo-se effecluado a cncommen-
da c compre, annunciadas para hoje, de 4
a 5 mil barricas de hom cemento,necessarias
as obras do mclhoramento do porto, visto
como somente foram entregues duas propos-
tas, urna deixand i de declarar o prego lixo,
n"io podendo assim entrar cm competencia
com a oulra, o que alias era de mister cm
benelicio dos interesses da l'azeuda, manda
0 lllm. Sr. inspector fazer publico pois que
lica isso transiendo para o da 31 do corren-
te mez, pelas II huras da mantilla, a vista de
piouosias apresenladas. no offereceudoo
rilado inconveniente.
Inspecguo do arsenal de marinha de l'cr-
nambuco, ein 23 de marco de iS57.O se-
cretarlo, Alexnndra Rodrigues dos Aojos.
0 lllm. Sr. regedor do Cymnasio man-
da convidar ios pas ou correspondentes dos
alumnos do mesmo Cymnasio, para cnlra-
rcm com a pensio correspondente ao quar-
lel que lem de principiar cm abril prximo
vindouro. Secretaria do C.ymnasio provin-
cial ile l'ernambuco 21 de margo de 18S7.
O secretario, Antonio de Assumpgao Cal.ral.
O procurador da cmara municipal dcsta
cid.ule, declara aos senliorcs donos de esta-
bclecilientos sugcitos ao imposto animal de
25 e 43 rs., que no ultimo do crrante mez,
linda-se o prazo, para o pagamento do mes-
mo imposto ; lucorrendo lia pena odisposi-
ConipaiUiia
periiamhucana
(I vapor IUUARASSU', sabe para os parir* da es.
cala du norle no da :!() do corrcnle, as ."> botas ra
larde. A carea recebe-se alo as :i do da 28.
Kel coiripaiihiadi; paque-
tes ing-lezesa vapor.
No dia 31 desle mea espera se da Europa
>avtbs enlrarlos no da 2">.
l'hili.dalpbia31 ilias, burea americana i. Welshn,
do l'Jt toneladas, capililo Thomaz^S.-Slee!. equi-
pagem 10, carga 1,680 barricas "com farinlia de
trigo e mais gneros; a Matheus Aoslin ^ Com-
panhia. Perlence a l'biladelphia. '
Rio de Janeiro23 dial, palaclio hrasileiro llenri-
que, de 142 toneladas, capitn Joaquim Antonio
(ioncalves dos Santos, equipa&em 9, caiga Stil
barricas com larinlu de trigo ; a Mauoel da Silva
Santos. Perlence ao Kio de Janeiro. I'assageiro,
Antonio Jos Cidade.
Navios sabidos no mesmo dia.
Maceloe porlo* intermediosVapor brasilciro nl'dr-
senuuga, cornmandanle o (eneute Joaqun! Alves
Moreira.
Camaragibelliale brasileiro "Santa Lata, me-
Ire EslavAo Riboiro, 'ama bacalimo e mais gne-
ros. Passageirns, Antonio Joaqoim l.emcnhe,
Jsiso Hermanle I,ir. Antonio Vicente, Jos
Joaquim Pimenlel.
Barcellona pela Paraliih.illrigne hespanhol eRes-
taoradoro, capullo Jos E-lape, ein lastro, l'as-
sageiros, Antonio Ru tugues Marlins b'erreira,
Francisco Chnstianu ("rama
Navios entrados no dia 26.
Parabiba2 dias, liiale Flor do Brasil, de 28 to-
neladas, meslre Jo^Duarie de Souza, equipagem
I, carga loros de mangue ; a Justino da Silva
Bovisla. Perlence a Pernambuco. Passageiros,
Manoel Joaquim de Sanl'Anna, l/.idoro Brrelo
ile Mello, Manoel Kodrigoes de Mello.
Baha por Maeeio28 dias, do ollimo porto, '18 ho-
ras, brigue brasileiro uVelluz, de 201 toneladas,
capita"o Francisco (lomes, eiuipagem II. carga
charutos e mais gneros ; a Antonio l.tnz de Ol-
veira Atevedo. Perlence a Baha. I'assageiro,
Anlouio de Azevedo Fernando Jnior.
Parahiha21 horas, hrigue escana de guerra ingle
aSpy, eommaiidaule l.uekrall. *
Navio sabido no mesmo dia.
LiverpoolBrigoe inglez nSpraj, capilao II. lio-
per, carga assucar e mais genero..
New-York Patacho ingle lioldenhagen. carga
assucar.
Para o Ro de
Janeiro
A voleira e bem Condecida barca nacional
Amelia, pretende seguir uestes oilo dias,
tein promplo metade de scu carregamento,
um dos
v.innres da Kea! Compnnhia, o qual depois da de-
mora do cosime seguir" para o sul : para passagei-
I ros Irala-se com os agentes A'l.unson llowie A (' ,
coes do arl. 39 lo regula me oto n. 360 do 15 ,., r do Trapiche-aow ... 2. '
de junl.o de 1844, aquellos que deixarcm do
satislazer seus dbitos ale a data supra ; as-
sim como que devem os mesnios senliores a- '
presenlarem o conhecinienlo do imposto ge-
ral, sobre lojas e casasldc discontos, relati-
vamente ao primeiro semestre de 1836 a 1857
sem o qual nao poder ser recebidoo impos-1
lo municipal.
Jorge Vctor Fcrrcira Lopes.
f.v7n?."!m;.r; nS|ieclor da ^OU'" Para'o resto o escravos ,. frde, para os quaea
fazeoda desta provincia, manda fazer pubh- lem cxcellentes com modos trata-se com
1' 1-hJ- f.TP."m!i!l" d .dtarmioido | o seu consignatario Antonio Luiz de Olivci-
Oni
tem
que
ximo Lilni o, o servigo da capalazia da al-
Taadega dc>la mesilla provinciana quem por I
menos lizer ; maiores ou inclliores vanta- j jj{-;
gens offerecer era favor da lazanda, equej
nos termos do arl. 64 do regulamenlo de 22 I
de jni.lio de 1836, o referido contrato audar .
ra em prar;a por 30 dias consecutivos cunta-
dos do I.' deabul [iroximo futuro em dian-|
te, c sera arrematado no dia 30 do dito mez
deabril, al bora da Urde, peraule a lu-
ia.eoua uoai. provincia, manuaiazer pui.lt- lem encllenle* commo.los : trata
, que, em cumprimeulo do determinado 0 consignatario Antonio Luiz.
m ordem do tribuna do ihesouro nacional, ra kteve0 rua aa Crul n. ,.
:m de ser arrematado oe um a tres annos,
ue comegavam a corier du I de julbo pro- ^rfillllk'kll&f'l
icvileira de {juijuctv s
vapor.
de
&M--fc*T0
paquete Guanabara, commandanta o i
lenle A Concia de Brilo, espera-se 40S
portos do norte a 31 do correle, devendo
seguir para Macei, Babia e Rio, depois da
demora do costume : agencia, i na do frapi-
soura.ia. Os pretendemos comparecam com "emo" roslu"'c CWCW, r
seusliadoros legalirenle habilitados no lu.' che n4, primeiroandar.
cae .Ir, -nslum,. *. B. (IS CSCraVnS O VOluClC
O cidadAo Joan Francisco Bastos, jiu/ de paz do sc-
goudo dislricto da frrguezia du S. S. Sacramento
do bairrode Santo Antonio dacidade do llecifode
Pernambueo ele.
Fac.0 saber aos que a prsenle caria de edilos vi-
rem.. e della noticia literem. que Joo llennenegil-
po Borges Diiii/. me dirigi a peliero da manelra >e-
guinte :
Jotlo Hermenegildo Borges^Diniz, senhnr c possui-
dor.da casa numero 53 da roa D.reila, qiiT chamar
a conciliar'!', desle jui/o a Mauoel J..sc Freir de
Audrade, inqailino da'uiesma casa paia quo imiga-
veli.ienle lite pague a qaaolia de lOOjj, imporiancia
de seis mezes de alugoer, venciihis no eorrc.ile mez,
e dasp^e-a. Keqner a V. S. digoe-sc dp mandar
eilar csyn a pena de haver-se por n;lo coWiliao.n.'"
caso de seu nao coroparecimeolo. dando o escrivao
a cerlidao do resultado.
E porque ueste mesmo jaizoja se linlia justificado
a ausencia do snpplicado, e a inceileza lo logar,
em que elle se acha, requer mais o' supplie.anle que
a eilaf lo leja por edito*, com o prazo de dez das
vislo como ja o tem sido a requer.mento de uulro,
redores, cerno prova o dorumi-nlo Junio.
Pede a V. S., lllm. Sr. juiz de paz do secundo
dislriclo, assim delira.E R. M.Fonseca.
E mais se na<> coiitlnha e iiem oulra alguma coli-
sa se declara em dita peliclo, a qual senilo-me aprc-
seutada, dei o meu despacho da forma segunde : O.i-
le-se na forma requerido. Segundo dislricto da l're-
(iiezni do Sarramcnlo do Itecife 21 de mareo de
1857.Bastos.
E mais se nao nio contiuha, e nem oulra algnma
ennsa se declarava em dito meu despacho aqu fiel-
mente transeripio, em vitiude do qual eeserivlo des-
le juizo paasuu a prestnle carta de ediles en.no pra-
/.o.requin.lo de de: din, pelo ll.eor da qual chamo,
ci(o, e hei por citado ao supplieado Mauoel Jus
Freir de Andrade, para que deulro do prazo ueste
mareado comprela na pnmeiri audiencia desle jui-
zo afin de se conciliar com o supplicante sobre lodo
o allegado em a roesma pelieo acuna Irauscripla com
a pena de se proceder a conciliario asua revelia :
pelo que a loda e qualquer pessoa,parenle,amige, ou
ronhecido do supplieado peco o fac,a scienle do pre-
sente ed'lal.
E para que chegue a nolicii de lodos.mandei pa<-
sir edilaes qoe serlo Hitados pelo porleiro dos n-
dilorios desla cidade no lugar do costume, e sera
publicado pela imprepsa.
Ilida e pisuda ueste segundo dislriclo da fregu-
ala do S. S. Sacramento du bairrn de Santo Antonio
di eidirie do Bec.fe ao 2:1 de m;irrn de 18-77, Eu
Innocencio da Cimba lioiauna, esrrivlo o escrevi.
Jlo Frineisco Bastos.
O llr. Anselmo Francisco Perelli, rommendador da
imperial ordem da Rosa e juiz'ie direilo especial
do commercio, nesta c'ntude do Rccife, provincia
de Pernambuco, por S. M. o Imperador que Dos
guarde, ele.
Faso saber ios que i presente carta de edilos vi-
rem. e della noticia tiverem, em como lluaile Bor-
ges di Silva me dirigi a petrc,ao do theor seguidle :
lllm. e Eim. Sr. I)r. jo de direito do cummer-
eio.Oii uarle Borges da Silva, morador nesla ci-
dade, eommerciante, com loja de fazendas, que An-
tonio Jacinlho do Coulo Soares se acha Tora delu
sem que se po un comarca deita provincia em que elle resido, e lite
he devedor da qu.mlia de 1:0725270 rs., de orna
lellra aceita pelo snpplicado, a qual se veneeu em 6
de Janeiro de 1854, de coja dala lem decorrido o ju-
ro estipulado na mesma, e porqoe o sopnlicado Ihe
nlo tem pago, requer o supplicante a V. Esc. sirva-
se de mandar notificar para na pr.meira audiencia,
depois de elleclaada a cilaclo, ver lasignar os 10 dias
da le, dentro dos quaes deven' oopplicado allegar
o seos meics de delezi, tea pena de ser condem-
nido no principal, juros e cestas, sendo o supplicau-
le admillidn a juitilicar a asMencia Jo supplieado,
marcando V. H\c. em sua sent.i^a que jolgar a jus-
lificaclo, oro prisco razoavel para allitar.in e pobli-
caran dos edilos nos termos do arl. 15, $ 3 du regu-
lameulo n. 737 de 25 de noveml.ru de 1S50, per.a de
revelia. Pede a V. Etc. deferinienlo.E R. Me
Nones.
E mais se oflo cuntinha cm dila peticlo aqu Irans-
eripla, a qual seudo-me aprsenla.la, proleri o meo
despacho do theor segumlo :
D.siribmdi joslilique. Recife 17 do marru de 1857.
A. Y. Perelli. "
E man piado, em virlude do qual (\.i a peljcs(1 distribuida
o eterivio dette Jaita Francisco Ignacio de Torres
liandeira ; eo tupplicanle prodozo as suas leste-
monhas, qoe jUsliliearam a ausencia do supplieado
em logar nlo sabido : e subindo os autos a' miuha
r.inrluso. proleri nelles a miuha senteiica du Iheor
segoiiile :
A l ten leudo a inqoiriclo de folhas 4. jolgo pro-
vada aosencia de Antonio Jacinto de Coolu Seires
em lugar aso sabido : pelo que mando que teja ci-
tado o mesmo Soares por edilos, passando-se a res-
pectiva carta com o prazo de 30 das; lindo o qual c
havendo se por citado o ausente, se Ihe nomeara cu-
rador,* para com este correr o feilo ... eus llovidos
termos: e pague o justificante ... cu.las. Recite l>S
de marco de 1857.Anselmo Francisco Peielti.
E mais se nao conlinlia na .ui.ih.i seiiieura aqu
copiada, em virlude da qual o reledo escnvn lez
passar presento caria de edilos, com o prazo de 30
dias, pelo theor da qual chamo, cilo, e hei por cita-
do ao supplieado Aulonin Jacinlho de Coulo Soares,
para que denlro do referido prazo com|>are.;a ueste
joizo para allegar sua defeza por lodo o conleudo
na petic.no cima transcripta, snb pena de proseguir
a causa seos termos a sua revelia ; por ntc loda e
qo*slquer pessoa, prenle, amigo, ou condecido do
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazeoda do
Pernambuco 2 de marco de 1857.O ollicial
maior, Emilio Xavier Sooreira de .Mello.
De ordem do lllm. Sr. director do arse-
nal de guerra desla provincia, se faz publi-
co, que se ausentou hontem, leudo sabido
eom licenca, o africano livre de nomo Jorge,
.ue seachava ao servido do mesmo arsenal ;
o referido africano, lem osseguinles sig-
naos : cor prela, idade 17 pura 18 anuos, as
faces tem diversas cicatri/.es de golpes pro-
prios da Ierra ; assim como em ambos os
pellos, esla vestido de caiga do algodiio azul
presa por urna crrela a cintura, e camisa d<'
algodaozinho branco americano com colla-
rinbo de ganga escarate, guarnecido de
duas ordeus de lila branca, da largura de
qiialn. hullas cada urna, e so acode pelo li-
me de Zazo : lioga-se portento a todas auto-
ridades policiaes, e a qualquer pessoa, a
captura do mencionado africano, o entrega
delle no refeiido arsenal, onde sera gralili-
cado.
Arsenal de guerra de l'ernambuco 19 de
margo de 1857. O escriplurai 10 interino,
Anloni i Francisco de Souza Magalbiics.
es de cncom-
menda ou caiga sao engajados no da da
chegada do paquete.
*iUH3.
SAMADO, S DK MARCO.
i:\ef ICIO
Concedido pelo roinnieiidador Joilo C.ielano dos
Santos, a favor do
REAL HOSPITAL
POKTUGUEZ PE BENEFICENCIA.
Rcpresenlar-se-ba a insigne tragedia em aclos
A'M0?A CASTROa
Seguindo-se o arlo da COROACAO.
Joao Caelano fara' a paite de I). Pedro.
Rematara' o espectculo a nava e graciosa co-
media em 1 acto
OS TRES GENIOS FOfiOZOS.
Principiar as hora do ro-hnn?.
THEATRO
DE
santa Lsafee
Recita livre d'assignatura.
DOMINGO, i!l DE MARCO.
Itepresenlar-se-ha o drama de grandt espectculo
em 3 aelrs, ornado com i banda de maziea marcial,
e tropa,
0 NOY DESERTOR FRANCEZ
Joo Caelano fara' a parle do capilla Valrour.
Rematara' o espectculo a mui graciosa com-dia
em I aclo
As Costureiras
Ai pessoas que eucinimendaram ramarnl?< c ca-
deiriis, queiran ir husc.i-los itc Siibbado as III hu-
ras du d.a.
Principiara' as boros do crtame.
O agente Oliy.-ia fara leil0O,por ordem
do lllm. Sr. cnsul da Pranca nesla cidade, e
em presenta Je seu cbanceller, de lodos os
livros, em um so lote, constitutivos da loja,
sita na rua do aterro da l'.oa-vista, perlen-
ceulcs a liqtiidaqfio da massa do Ruado Se-
miond Jeau Francois, subdito l'rancez ; em
segundo lole, a bellissima armac9o da mes-
ma loja, construida de ama re lo ; e em ter-
ceiro loto, lodo o espolio de dito tinado :
sexta-leira, -27 do crreme, asilborasda
inanba, na indicada loja.
I.I-.ILAODE BATATAS, SEM MUITE.
O agente Vieira da Silva, fara Irilao por
QOnla o risco de quem perltmer de 30 cai-
xas de batatas do superior qualidade, na
porla da alfaudega sexta-reir -1 do cor-
ao meto dia em poni.
O leilfio >los bens do fallecido porlu -
guez, padre JoSo da Silva Lobo, anniinciado
para o dia 24 do crranle, ficou Iransferido
para o dia 28 do mesmo mez, as 11 huras, na
rua do Encantamento n. 10, casa doar. An
Ionio liamos, como depositario, junto a rua
da Cacidiba, cujos bous sao o.-i srgumtes :
1 relogio do caisa de prala, o despertador.
1 dito ilecaixa de prala.
1 caixa de pr .la para rape.
I dita do tartaruga para rape.
I estol la rica de setiill branco bordada de
ouro.
i dita rdxa.
1 dita encamada.
1 erara do msica.'
163 livros de varias obras ecclosiaslicas, c
sormoes.
100 folbelos de dilTeronlcs obras.
1 despertador.
2 murgas de selirh.
* roquetes superiores.
2 ditos ordinarios.
1 poroso de impresos.
5 loalbas de labyriu'.ho superiores.
(i dilas ordinarias.
2 guardauapos
11 lencos braucos.
1 dilo de seda preta.
20 ditos para tabaco.
1 par de luvas brancas.
2 froahas.
2 vollas de pescoco.
33 paninbos para as mesillas.
2 coilas.
3 pannos de barba.
1 chapeo de Iros bicos.
2 brreles.
3 pares de mcias de seda.
8 ditos brancos.
l porgan de baldea de seda para batina.
1 Caixinba com mate.
1 par de ligas com rala de prala.
2 chapeos de sol ralbas, sendo um de seda.
1 monillo para cafe
1 par de tralas de prata.
8 samarras.
1 sacco com fumo.
1 porco de dilforciites pocas !'' roupa, c
miud. zas.
Itecife !6de margo de 1857.Bernardino
de Senua Dias,procurador do consulado por-
tuguez.
O agente Itorja Iransferio o leililo. quedevia
ler logar no dia 2(>, em sen arinazcui na la do Col-
egio II. 15, pafa Sabbado 2S do rotrente as II hu-
ras, cunsistiudo em nina grande quanlidadi de
obras de inarcineinli, novas e usadas, de diHeicn-
tes qualidades, vasos e mais enfeile- de pcreellana
para sala, ditas de linissimo marmuri'. riquissimus
curies do seda para vestidos, e\cellentcs toucados.
ptimos quadro. de moldura dourarta com lindos es-
tampas, candelabros, lanternae, candteiros oe varios
modelos, diversas quini|u:lliaiiiis, urna caita com
ininde/.n novas e de gaita, de vanas dualidades, e
i.ul.oi muil.is ohjec'.os, etc., que s- aeharao (alen-
tes no dia do leil.'io u-i referido armazem.
No dia 2S do correle ilepois da audiencia do'
Dr.jaii municipal da segunda vara,vilo a praca duas
liarles de 2 casas, una na rua do Sebo e nutra na
rua do Rosario du Bol-Vb.il, a tequerimeiilo de
.linine Ralle Damye.e Jalo Jal lerreira da Cu-la e
sus mulber.
Precisa-se de tima ama orra ou captiva, quo
se nresle a lodo o aervice de moa casa de jiouca fa- ;
milla : na rua da Praia do Itaugel ... 35, f>gundo
andar.
J V. T. dos Santos Caminba ileseulpa-se a MUS
amigos por nao ler podido se despedir riellea.
I'rerisa-se de um caixeiro i.ira taberna, dando
Hadar a na conduela : na rua da Aurora n. 28.
Hall, capililn do hriuue suero l'.nnl, (a/, puhli-
eo que mi re*ponsabilisa-se porqbalqoer coat que
i.s marinliairos do .lito hriuue coiiirahireiu.
Roca-te a queni perda ama chnruteira de
iii.irroquim Cun '.ni val dentro da iiiesma : dirija-M
a roa Nova loja de fi-rra^em n. 35,
Joaquim da Costa Caldas, relira-se para Por-
Ingal.
Aluca-se urna blixa muilo (resra para planla-
e.io de e.ipun ou para vaceas .le leil-', a qual lem
propnrc.'ies para ambos s colisas ; pof jsso que esla
seinpre verde em todas as estaees do auno, e com
auna para o gado beber: a fallar na estrada do Jo>.
de Barros no pnmo.ro sio a esquer.la. depon da
nava bomba all construid i. que achara' Com quem
tratar.
.111 PEDIDO.
Pedimos no ll.m. .-sr. cuinmendador Joao C-ielaii..
dos Sanios, rol do paleo brasileiro, que d-nos .
go.to de \o-lo represeolar em algumas das legaiiilaa
|iceas:A (iraca de Dos, 01 Dous Renegados, o
AlfiQeme de Saularem, o Captivo de Fe/. fl*Fa\el
assim o csperan
Os seus apreciadores.
Antonia Lnll GoneaWei Fcrrcira rel.rs-se pa-
ra a Barop a tratar ilc sua saude, levando em sua
companhia seu lillio Joao l."i* (luneslves l'erreira.
deivamlo por seus prucura .ores sua mulher D. Au-
na Joaquina (iomah es lerreira, Vnlonio de Ar.e-
vedo Ydlaroiic.) e o cominendador Joilo lioncalves
da Silva.
Tenho juslo e ronlnlado vender o sitio crande
e cosa n. 8(1, na roa do Mondeeo, por procuradlo
que para isso tenho dos senliores herdeiros do fina-
do Caelano C.irvalho Rapase, va alsmna [essoa jul-
ar-se prejudiratla rom semelhanle venda,queira an-
uunciar por esla foliia, no presa de tres dias, (indos
os quaes se pateara' a respectiva eseriplura.
Itecife, 21 de atareo de 1857.
Manoel Riheirn Bastos.
Precisa-se de um mleque de Fia \\ anuos
de idade. para o servico externo, e de urna ascrava
para u servieo interno de uina cusa rstrangeira, de
Iros pessoas de familia : quem os liver para alucar
po leudo aCancar os seus costme*, queira dirigir-se
i rua do Vjcario n. 5, primeiro andar.
No dia 2fi alaria, de aaeilo Ansola, e lem os rignaei seuinles :
parece crioula, eom Iriul.i anuos de idade pituco jq jn crirrr;n
mais nu menos, chela do corpo, hoiula Rgura, levnu
vestido de ehila azul,panno da Cosa abainliadn, lem
falla de um dente na frente ; esla escrava foi com-
prada a Pedro (iiisa.a quid prela disse elle ler com-
prado no serta : roga-se as autoridades policiaes e
capilaes de campo a apprehentSo da mesma escrava,
e lava-la a seu senhor Domingos Jos da Cnuha l.a-
qes. na rua da Senzili Nova n. 30, que sera' gialili-
cailo.
A paatoa que annancioa precisar de (ion-ono
rs. dando por garanta urna mulalinha de 1 i anuos,
pode dirigirte a rua da Crul do Itecife n. 35, se
gundo andar. Na mesma casa se da* dinheiro a ju-
ros sob penhnres, de boas firmas, ein pequeas e
cron.les quaulias.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro a
esta cidade urna Criancl de 4 annos de ida-
de, que cania e dansa perfeitameole Cha-
tna-se |,uZ Brasciani, be italiano de nascen-
?a c viaja em companhia de seu pai. Cons-
ta-nos que este plcnomciio arlislico, jno
l'oi apreseotado a ss. MM. || om cuja pre-
senga CXeCUtOU algumas poras de '.peras
modernas, c dansou varios pasaos, call^oll
na corle ailmiraciio peral.
lltMA.M.ADK DAS Al MAS HA FREUI EZIA DO
RECIPE.
( escrjvSo da irmandade das almas, orce
Lotera do i
de Janeiro.
so
la na matriz de S. Frei Pedro Gongalves do 2 do futuro abril, e h
AOS 20:0l)0?o;)l), 10:0009000 E *:I.UI>#000.
Na praca da Independencia n. 4o acham-
ra a venda os doviis bilhetes da lotera 25 do
thealro de Nictheray, que devia correr do
23 a 24 do correte. As listas vem pelos bra-
sileiro ou sardo, que aqui devem chesai ale
Recife, .'ni nomo d mesa regodora, convida
a todos os seus,irmos, mira nunsexta-feira
2" do corrcnle, comparrgam na mesma ma-
triz, as 2 lunas c meia om ponto, para in-
corporados acompanharem a procissfo do
Senbor Bom Jess dos l'assos, por convito
da mesma irmandade.
que- estojamos de
posse das mesmas lisias se rara o promplo
pagamento de canforaiidade tos uossos an-
nuucios, ein mesma loja acuna.
Piccis i-Se de um rano/ porluguez, de
14 a lii annos, para taberna : na rua da
Trompe n. 5.
'-'.","*-"v'-'._. '- "' ''"' '
*" --'si'........... -......,.- ... ..............
: imstri cc.au" partculas. Q
~f Fu. proieator, rempeienleroeatehabdiu- -;'_;
'"a du para entinar gr amina tica porlu^ae, r''
;" doulrina e arilhnieiici, seollerere pira lee- ;'-;
.' :, Clonar estas material por casas narlicularcs S
r.
Que pechincha!
Quem preeiawr de um
balcaogrHnde. e li- mili-.
tCl'u, tlllio (III li.llild IXMII
tSUiUi: ti i rija-sea rn ilos
Qu'si-icis lu** -s 14, ijiio ae-
char eom (jiitin ir i i.
\ cidade de
llonlem loi um anuo qn se abri una se-
| puilura pai a rereher em seus ab\ sinos ii eada-
i Ver de urna virtuoso mAi de fainilia : hi om
Jaiin.i que leu capelo e seus liihos coberlos da
lulo eiirpem irreparavel peni, da mais pre-
| cima joia qoe poMnlam ea na Ierra, e que
1 n'um instante viram desippireeer para iem-
g pro do s.'ils olhns
S A Fjvm." Sr." D. Francisca vi., mi de
g Frcil.ts, nasci'u nodu27de dexembru de I7HS.
descendente da pas oobrea por suas virtudes,
j ella cim o MnROe qoe seus maiores lii iran-
K mliram, r'-ceheu os otan puros sentirneulos e
i' liefles d- virloile, que toaba aproveitar para
W as i,Miisir.illir depois a seus fllhol. Chegada a
idade do conanrcio n nhtid.i o consentlmeolo de
sea mano mais velbn porque >eot paise.am
| ja filleei los) ella despusou sem o menor oons-
IranEimento o Sr. J..s da Silva Saraiva, no dia
II) <\c maiu de 1821, julsou ver nesle consor-
cio (e nao se illudio um falnro brilhanle,
orna vida de innocentes preseras. Filha liio
obediente, como respeilosa, ella foi a mais
amaine das espinas, a mais c.rinh.isa dan milis.
,"so espiro de innoi que viven unida a seu es-
poso, nunca *? otrrin sur em saus labios >.
menor queixume: pelo enulrario a mais doce
e completa sali-facao se diviioa sempre em
sen semblante radiante de praser. Enlrelanlu
lodas eslas illu-es da Ierra se esvaeceram !
este soiihn a que rhamamos vida se ditaipoi
n'uui momenlo para ella : no livro fatal dos
destinos humanos estavam contados us seos
dias e esuolail i o nuinern ileiles! no grande
relogio da elernidade sunu a sua hora derra-
deira, e a mono deaearregaa o tenebroso gol-
pe qoe Iht faehaa os olhns para nunca mais
abri-lot I a sua sima vonucomo mu exhalaeilo
aave a'nAntao deajoaloa, oode foi receber o
premio de suas virtudes. Possa este pens,;-
ment consolador entogar ai lagrimal de sau-
dade, que anida boje se derr.iunim sobre a sua
campa !
IRMANDADE Dil SENHOR lli\l JESS DOS
I'ASSIIS.
Em n me da mesa regadora da irmandade
do s -. i i. i- Hom Jess dos l'assos, erecta na
matriz, i s i'rei Pedro (iongalras do Redife,
convida a todos os irmioa da mesma irman-
dade, para comparecerem sexta-fe i ra 27 do
orrente pelas 2 horas e meia em poni, na
matriz do SS. Sacramento da Boa-Vista, rom
as suas upas, para encorporados acompa-
ubarem a procissSO do Senhor Bom Jess
dos l'assos, que devera sabir da-referida ma-
triz, as 3 horas cm ponto a mesma mes
regedor a manda rogar encarecidamente a
lodosos reverendos sonhores sacerdotes, o
especial obsequio de comparecerem para-
mentados de seus roquetes para igualmente
acompauliarcn a referida procissiiu, alim de
a tornar mais brilhanle.O escrivao, Do-
mingos Jos da Costa GuimarSes.
IRMANDADE DO SEMIOH BOU JESS DAS
PORTAS.
Por ileliberacilo da mesa regedora da ir-
mandadedo Senhor l'.nni Jess das Portas,
erecta na igreja da Madre de Dos, convido
a lodos os irmSas da mesma irmandade,
para que sexta-leira 27 do crranle pelas 2
horas e meia cm ponto, comparecam na igre-
ja da Madre de lieos, p.ra encorporados a-
eompanharcm a procissfio do Senhor liom
lesos dos l'ossos 0 escrivao, Jos da Silva
Lopes.
--- Resappareceram dista cidade. no dia
os escravos seguimos : Aprj-
gio,pardo, de 31 anuos de idade, baixo, sec-
co. coralaranjada, cabellos crespos, olhos
tristes, tem pouca barba, e he ollicial de sa-
pateiro. Uarianna.parda clara, mulher do
dito, bous cabellos e denles, estatura regu-
lar, coz i n ha, coze ordinariamente. Vicent
crilo, de til anuos de idade, estatura ordi-
nal ia, mal feito de ps, c peinas, feigoes
grosseiras, de servigoada campo. Victorias,
crioula, de nula anuos de idade, alta sec-
ca, nariz, e bocea grandes, de servico de
campo. Jernimo, crioulo fulo, de 55 annos
de idade, he pai da dita, baixo, mestre de as-
sucar, e de servico de campo : otes escra-
vosper lencem aos orplios.filhosda Gnada l).
Anua Coutinho Brrelo de Borba,e arlas noi i-
cias otidas, se dirigiram para o engenho
Almececa, termo de Harreiros, donde vieran
cm outubro do auno prximo passado : ro-
ga-se as autoridades policiaes, aos capilSes
do campo, o a quem dellcs liver noticia, os
fiicam capturar, e remoller para esta cidade,
ao sr. Antonio Jorge uerra, morador na rua
largado osario, que pagara as despezas, e
trabalho, ou na cidade de Aazaiclh, em casa
do annuuciaiilc, o qual em qualidade de ni-
tor dos orplios, seus netos piolesta con-
I ira qualquer pesso que maliciosamenle con-
servar em seu poder os ditos escravosA-
DiaroJos Lopes Coutinho.
AViso IMPORTASTE AOS COMPRADORES DE
.ESCUWOS.
O abaixo assignado avisa a quem por ven-
tura necessite de emprar esclavos, que nflo
compre eacravo algum do casal de Jernimo |servido diario de urna
Rodrigues Campello, o Vicencia Mara ue Je-
ss, visto como se esla tratando da nullida-
dedo inventario dos bens do dilo Campello;
e assim, avisa-se pata livrar deembaragos
.ao comprador, cesto depois nao se chamar
ao engao -Jos Roberto do Espirito Santo.
(Juem precisar de um rapaz porluguez
paro caxeiro de taberna, ou de nutro qual
quer estabeleciineulo, ltimamente chega-
trata-se na rua da l'raia n. 3.
r
ua
FALQUE
Crenpi
4
..'v ou ein algara COllegio: (au.b>:m
_.', paradamenle qualquer urna dellas a quem ,
'.'; tal Coaviar ; a-sim como habilita qualquer .
t* pessoa que queira l,uer oppi sirio'.ni con- w
yy curso a qualquer urna cadeira de inslruc.iu ':J
'-." primaria, jio primeiro cr.io, por isso que \
'.' ja' (em multa priliea di-so, (uem qui/er $
^ uiilisar-se do tea prfstinio.deiv.em seu en- -^.; Sobreludo de panno, propr.u para o Irio.
J dereci. a' praca da Independencia, Imaria i': '':ll'peos de ca.ior brinco eom pello c tem elle.
& ns Kan :k ^'P*'0' de borracha.
%?n>'l",S" l'e.neiras de dila.
. ;;> -. ::^.:-.:-\...: -.^.r-.y-.-^.-'A Sobreludo de dita
^ Paga-sc at 2ftf00l) de aluguel meusal,! nhoras.
por urna escrava que coziuhe
l'.eeehcu pelo navio Oliiida om OHiplel* l-
menlo de laienda*. eoino sejam :
(.asacas pelas supcnoce.
Caleal ditas duas.
Colleles ditos dilut e de velludo.
Sdireeasacas de panno lino.
Pililos ,le jianno e casemira.
Ditos de aavaciaa feilios.
Dilos de alpact de (odis as qualidade-.
Ditos de easemira decores com B'das de vellado a
oolros.
Superiores rliapeos prelos pan hnntm.
lauto para homem como pira se-
e engoinme, e
trate do servico interno de urna c.isa de pe-
quea familia na rua Imperial, sobrado de-
fronte do viveiro do MuDiz n. G7, segundo
andar.
F.NSAIO PHILOSOPIIICO
Os Srs. socios sao convidados a compare-
cerem na sala das sessocs no primeiro de a-
bril, as 4 horas da tarde, na casa do COS-
I ii ine.
Mii.MF PI ACADMICO.
A commissao directora, convida aos Srs.
socios para a' reuuio que lera lugar no sab-
bado ,28 do crlente no aterro da lioa-\ isla
casa u 10; alim de proceder-so a eleicflo da
nova commiss&O, que lem dilirigi-la no
corrcnle auno.- 0secretario, Ovidio da (la-
ma Lobo.
Gaspar Antonio Vieira Cuimariies, sub-
dito do s. SI. i'., vai a Europa,deixandopor
seus procuradores a Francisco da Silva Fon-
seca e Jos Joaquim l'ercira de kleudonce.
-\a rua do Amonio n. 17, ha elTe'ctiva-
menle charutos de dez reis em magos de 30,
e tem agora SO milbeiros :. venda, mullo
bous.
Arrcnda-se um cxccllcnte sitio, cm 0-
linda, del'ronte do Uarmo, com muilo boa
casa, e mais airanjos : quem o pretender,di-
nja-se aos CoelhOS, del'ronte do hospital de
caridadu n. 5.
Precisa-se tomar 1:20(1(000 reis, a prc
mi, c pelo lempo que se convencional", e
da-se por garante 3 escravos crioulos lodos
sao ios, sem vicios e pecas, o sem o menor
embarago, pagando-so mensalmente o pre-
mio, ou daudo o servigo o um delles, por
paga do mesmo premio : a quem couvier,
para ser procurado.
ti abaixo assignado, seguil.do no pr-
ximo vapor para a Kuropa, e nao Ihe sendo
possivel despedirse pessoalmente de lodos
os seu* amigos, a faz pelo presente, assim
como oflerece seu presti.no erh qualquer
parto que naquella se ache.Francisco Jos,
Lopes.
AVIsO.
No poleo do Hospital do Panizo, n. 13 preci-
sa se de alucar urna preta captiva, para o
casa de |eq'ir;na fami-
lia, prcl'.Tindo-so a que eiiLenda de engotn-
mado liso.
--- Na obra da rua Direitan. 82, lem ca-
uca para quem quizrr mandar earregar
TV
,s
'&&& &VT&0&.
~ l'ara Lisboa sahira com toda a bievi-
dade, por ler parte da carga prompl.i, o bri-
gue porluguez l.aia III ; quem nelle quizer
earregar ou ir de passagem, para o que lem
escolenles com modos, Irata-se com os seus
consignatarios Francisco Scveri-ano l'.abello
*: Filho, ou com o capito ua praga.
Paii o Rio Grande do Su-1
Sjafc com brevidadeo brigue Melampo, por!
lar parte da carga prompla: quem'quizer
earregar o resto entenda-se com o capilaol
do mesmo, Jos Monteiro do Almeida, ou
com o seu consignatario Mauoel Alves Guer-
ra, na rua do Trapiche n. 14.
Para o [^io de
Janeiro
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nliar, para urna casa de familia : na rua da
' minia do liecifc, loja 11 l
Jote ...i Oliva S.11 iva, cm ...aliu-iii.. ,i_ -:,l,.i ,-
. a lodas as peesoas qoe se di^uaram as^is'ir aos
4 sulfrauos que niandou celebrar 11-1 nrdam lei-
J ceira do ('.armo, pelo rep .uso eterno de sua
suspirada espo le carmelitas e cm particular a> Kvm. Sr.
provincial da meima oidem. pelo pie loso zelo-
qne lom iran -no desempenho de loo lonvavel
como eaniloso aclo, por cuja benevolencia se
contesta siiinmameule auiadecido.
Culileiru.
Km frente da mstruidi llo.i-Vista n. Sli. amola-
se loda e qualquer ferramenla, assim como se bolam
onvido em espingarda c limpam-ie espadas.
-. .r^:'\r.ft*SS:g : :'tigh.,-:Ji '...'^'i.-'-.
&
kT u ir ^' v ur "ti& ^*> -. -.. -** Especficos
O aballo amanado declara, que desde o pri-
meiro de marco do cnrrenle auno, eessou o rreuda-
inciiln que u mesmo batia feilo ao senhor Luiz An-
tonio RolriRocs de Almeida, por (res annos, de una
das partes da propriedade de coqoeire de Mana
Parlaba, c por iss0 lodos os rndenos dos sitios da
mesma propriedada, s piRarfle ao abiivo assignado
011 ao seu procurador nesla cidade o Sr. Joaqdira
Monleiru da Cruz, daquelle prazo ein diaule.
Joilo Carlos Lacio Almeida.
Manoel de Souza Mirlini, relira-se |.ara a Eu-
ropa a tratar de sua saude.
COMPANHIA PREVIDENCIA
.\.enca lilil de Pernambuco. na ruado Crespo
numero 13.
leudo a direclnria da Companhia Previdencia,
establecida no Kio de Janeiro, deliberado em ses-iio
de I i do crreme, extinguir ale o da 31 do cnr-
renle as auencias Maos de l'einamhucu e Rabia, em
conseqiiencia da poucaafluencii que (emapparecido.
o abaixo awixaado na qualidade de arenle da da-
qui, faz scienle ao pulilieo e p ulicularmenle aos
eiiurados. que, a b.iver unani.nidade da parle de
lodos em annular o contrato da companhia para com
elles, esla' a agenda prompla a restituir o importe
do premio que delle' rerebeu ; no caso contrario,
porem, continuara' a mesma a Kiiranlir-lhl a pro-
priedade segura alo se completar o prazo marcado
uasapolices, licando para ine o actual grenle re-
vestido de lod.....s poderes.Pernambuco, 36 de
mareo de IS"",, Antonio de Paula Fernandas Ei-
ras, serente.
Moje 17, na saladas audiencia', as II l.ora,
depois de nuda a do Sr. r. juiz de auzenles, se lia
de arrematar o resto do terreno da rua Imperial,
perlenrente a lieranc,a jacenlc do linado Antonio da
Irindode. e val a praca a rquerimento do Dr. pro-
curador fiscal.
I'reeisa-se de um menino de 12 a 13 anuos de
idade. p;lra oslar em companhia de oulro em tima
laherna, prefere-se dot cliesidos ollimamenle do
lorio : a iralar no paleo do Terco n. 32.
Fugio no dia 21 do coi rente a escrava
Hara, de tjac.no i.assange, de idade de 10
annos, com os signaosseguintes : altura re-
gular, rosto "redondo, olhos bastante verme-
Ihos. cariz chato, beicos e mos grossos,
com um defeito no dedo grande da mo di-
reita proveniente de um panaricio, ps gros-
sos c apaliietados, l'oi vestida ,de saia azul e
cabecSo dealgodao branco, e panno da Cos-
ta azul com hstras encarnadas, quando an-
da cucheja de uma peina, be de suptor que
esteja occulta ; portanlo prolcsta-se cootral
quem a liver occulta, para pagar das de ser- l
vico eo mais une a lei pcrmiltir : pede-se |
do
I'recisa-se sacar sobre Lisboa, o saca-
se a cambio de 93: a tratar co ;. Valemja An-
tones, ha rua de Apollo n, 13.
Docf de tjrac t OOroi-.
Chcgou a rua do Collegio u. 3, superior
doce deara.cn., fabrica io no engenho (lucir,
a 500 rs. cada caix.'io, assim como de guiaba,
a 6*t) reis.
- Fugram na noile de 25 do correte,
do poder desua senhora abaixo assigaada,
dous escravos, lia pouco comprados ao Sr.
Jos liaymundo Correia, da villa das L.vras,
que os comprara no Bxu'; um delles tem os
signaes seguintes : ehama-se Torquato, ca-
bra negro, idade de 3* a 36 anuos, estatura
regular, bem parecido, cabellos carapinha-
do>,-testa larga eespacosa, cautos mul-
to grandes, olhos pretos, barba toda fecha-
da, e as vezes tras loda rapada, falta de ai-
guus dentes na frente, urna cicatriz lias cos-
tas da uiao, c falla muito mansa, levou ves-
t Ja, calca e camisa de algodiio azul, e cha-
peo de couro.e Comiigo, urna caiga e camisa
de algodiio azul, um loncl de algodiio blan-
co,,e urna faca de trinchar, com cabo de a$o
pulido, esle eacravo fora de Manoel Floren-
cio do Alencar ; ooutro por nomo Albino,
idade de 2* a 2S anuos, pardo clan cabel-,
los carapinhados, olhos pretos, dentes li-
mados, alto e retorcido, pestaneja quando
olha, lOvou vestida, caiga a camisa azul,urna
dila de riscado, cuma hacia encamada, e
jaqucla do curo : COUSla que fugiram am-
bos reunidos, por seren amigos o proce-
dentes dos BerlOos : quem os pegar sera ge-
nerosamente -recompensado, aleui da com-
pcnsacSo dis despezas que os mesmos lize-
ram, podendo dirigir-se nesla cidade do l!e-
cile, a sua senhora, moradora na rua do lio
(icio ii. 15, naJParahiba, villa doPombal,
casa do lllm. Sr. delegado JoSo Huillas de
Oliveira, no Rio Grande do Norte sena do
Martina, cidade da Imperalriz ao Sr Fran-
cisco Roberto de Oliveira. Itecife 26 de mar-
go do Ie57.~Josephu Francisca Pinto l!e-
gueira llamos.
O Sr. Dr. Pi Aducci, lem uma caria
no escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira,
praca do Corpo Santo n. 6.
Precisa-se de urna ama de Icilo sem li-
ihos, quem es ti ver nesla circuinstancia,
queira dirigir-se- a rua da Cruz do Recife;
casaamarella n 21, primeiro andar, que a-
chara com quem Iralar
LA
i
U
PABA 1857.
eria
vuicia.
pro-
" Sr. Ihcsotirciro manda faier publico
quo se acham venda nesleescriptorio, rua
da Aurora n 26, primeiro andar, grande
porgo de bilhetes, meios c quartos da
quinta parle da segunda lotera do conven-
to de ,\. 8, .lo i armo, cujas rodas andan no
da de abril futuro.
0 Sr. thesonrairo manda declarar aos sc-
nhores jogadores, que cxistem numera-
coes surtidas ; como tamben O bilhetes
vendidos nesle escriptorio nessas ultimas
loteras tem sido muilo afortunados, por
i.-so espera que elles concorreriio para que
continuadamente nito liquem tamanbas
porgues de bilhetes por vender, como sem-
prc tem Picado.
Thesouraria das loteras 24 de margo de
t857, 0 escrivao,
Jos Januario Alves da Uaia,
I'rocisa-se de uma ama que cozinbe,
para casa de pequea familia ; paga-se bem:
na rua da Aurora u. id), primeiro andar.
AtiCllCsO

I!. (1. Vates Companhia: cstabclccidos
no Kio de Janeiro, na rua do los .icio n. 40,
vendo um annunciu publicado em uma das
folhas de Pernambuco pelo Sr. liarlholnmeo
F. de Souza, prcvenindo ao publico que o
verdadeiro xarope du bosque s elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o niiSSO xarope ue remellido do l'.io de
Jrnciro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, o este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pbarmaria do Sr.
Jos da Crct Santos, na rua .Nova n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderem o
uosso verdadeiro, o ;i ais prevenimos aos
senhoresconsumidores, que ha porto de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietai ios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
A pessoa que annunciou querer ven ler
um sitio perlo uesta praga, em Ierras pro-
prta.s, com algunas Cbnmodidades, queira
apparecer na praca da Boa-Vista n. 32, ler-
ceiro andar, que ah se dir quem quer fa-
zo; esle negocio.
Sarcos |iara viagem, de lodis as qoilidides.
ludas eslas faiendis se vendem mais besito ajee
em oulra qualquer paite.
l'ede-se ao Sr. Joilo Caelano des Sanios, uae
leve sceni i (inca de Deo, farendo S. S. a pirle
de commendadur, com o que muilo -..li-lar.' am i-
preciidores desle drami.
Manoel do ('.nulo liucdes, relira-se para fora
do imperio.
Quem precisar da'quanlia de i.j.i-oiiu a
juros sob pcnbores de ouro e prata, diriji-sc
a rua do Livratnento n. t, segundo andar,
que alii se dir quem da.
O secretario da irmandade de N. S. do
Tergo, convida a seus cari-sunos irmo.-,
para comparecerem cm sua igreja, scxla-fci-
ra 27 do correte, pelas 2 e meia horas da
larde em poni, uniformados de prelo, para
em corporagao acompanharem a procisso
do Senhor liom Jess dos l'assos.
AVISO.
Daseja-se fallar eum o Sr. Miguel Alesan-
drino aa Fonseca Galvo, e Flix Pai da Sil-
va, no I'asseio Publico loja u. 11.
Precisa-se alagar urna casa torrea, ou
um primeiro andar, que seja cm boa rua,
e que nao exceda de dez a doze mil res, pa-
gando-se um anno adiaulado : quem a tiver
dinja-se a rua ua Cacimba n. 2.
Aa padana da rua Liireila n. 2*, preci-
sa-sc de liabalhadores, inda mesmo nao en-
tend.; do servigo, querendo irabalhar om cv-
lindro, paga-se bem.
IRHANUAUB DO SS. SACUAMEMO lA MA-
Till/. DA IKIA-ViSTa.
Tendo sido esta irmandade convidada le-
la irmandade do Senhor bom Jess dos l'as-
sos, para acompauliar a procisso do nicsuin
Senhor na sexta-leira, 27 do crrenle, con-
vido por ordem do Sr juiz a lodosos irm.irts
liara comparecerem no consistorio da mes
niv irmandade as 2 l|2 horas da Urde, alim
de encorporados, acoiiipauhareiii a atcania
procisso ; assim como para que compare
gain un quinla-feira, 26 do crrenle, as 6 l|-_>
horas da tarde, alim de recebernins mes-
mo Senhor que vcni deposilar-sc nesla ma-
triz.
O Sr. piloto do vapor Iguarassu' Un lia
a bondade de apparecer na rua da l'raia, ar-
mazn ii. ^6, que se Ihe deseja fallar.
iTccisB-se por aluguel de uma pri-U
escrava para Tazer o servigo de urna rasa de
familia, i|iie seja liel : quem a liver, dirja-
se ao sobrado da roa de S. Kr.inci.sco, como
quem vai para a rua Helia n. 8, ou anuuncie
para ser prudjrado Paga-se bem.
-?- Precisa-se de um mogo rapaz, i|iie is-
lilla bastante pratica de taberna c que d lia-
dor a sua conducta : a pessoa quo sr Babea
com pren-siio desla aiTumag.ui, dinja-se a
rua liii[nrial, sobrado junto a fabrica de
sabiin.
A quom convicr fornecer Icnba dr fri-
xcs, de boa qualidade, pondo-a na porta,
quo regule 100 l'oixcs por da, procuie a na-
dara do palco da Sania Cruz, a entrada na
rua do Rosario n. 55, para Iralar,
A pessoa que auiiuncioii ler'para ven
der um sillo perlo desta cidade, declare sua
morada, ou dirija-sc a livraria da praga da
ludcpcncencia n. 6 e 8, cun as lettras I'. K.
Quem tiver para trocar uma nnagcm
le N. S. da Conceigao com a estatura de *
palmos o mcio, dirija-sc ao aterro da Ra-
Vista n. 34.
- Quem quizer dar 600?0ti0 a juros com
seguranga em uma escrava mulata .1 i* an-
uos, roslureira e de todo servico, para qual-
quer casa de familia, entregando-sea mes-
ma mulata para ser pago ns joros rom o>
servigos della, c pelo lempo que se ajuslar,
aiinuncic para ser procurado.
*tl
Acham-se a venda as bem conhecidas fo-
Ihinliiis impressas nesla lypograpbia, das
segundes qualidades :
Dli'A slPtiES, conleudo alcni dos mesze,
a lii dos circuios e varias tabellas de un-
posios geraes, provinciaes e municipaes;
l).V
.'SIS
Segu cm poneos dias o brigue nacional
Lcao, capilau Faria, para o resto da carga o
frele, trata-se com OS consignatarios Isaac
Curios Companhia, rua da Cruz n. 49, pri- v' \m os.la freni
mello audar.
O
Vaf^ai
de Ji
;;- para o. tl Jos Anacido, continua a sangrar e tirar ?/%
bem denles, chumba denles fura.los, sopara
ppllCl Vptllosll sarja-
das, l'ode ser procorailo a qualquer hora
.-^ nos seis das da semina, ni rua da Cimhoa
** do (".armo u. ^ii ; vende-se especilims udon-
~.t lalgicot, remedios infalliveis e muilo |iru- v^
C'". prius para aplacar e destruir as diires de
',:' denles pela caria, por l e 29000 is. o fras- ,
t/s | *S qoinho rom folhelo. as.im como pos denli- '&
I I 1 I K3 Iririo. e Inico para cunserva e lunpar per- t
... rellamenle os denles sem alterar o marmore .-.-,
polido, forl.leee as peir^ivas e as e. ra de y*v
conlm o alinanakcivil, administrativo
commcrcial a industrial da provincia,
por..................5110
Todas estas foihinhas silo impressas em
'bom papel e exccllc te typo, o vondom-se
as autoridades joliciaes e capites do campo i prego.................240
a hajam de apprehendcre levar'a seu senhor! DITA lie PORTA, a qual alm dos mezes,
ua rua liireita n. 78. lem explicagoes das indulgencias e ex-
- Di-se dinheiro a premio sob pcnbores i commuubdes, etc.; prego......160
de ouro ou prnia, ou hvpolheea em alguma i WT l)K ALM v.\.\K, a qual alm dos mezes,
propriedade '. na rua de Aguas-Verdes, casa
n. 82, cojo numero est apagado.
Consulado britnico cm Pernambuco.
Tora lugar quinla-feira, 2 le abril vindou-
ro, nesle consulado, urna reuniao publi. a
dos subditos britnicos para os lins mencio- C!" poreflo e a retalho : na liviana da praga
.-. nados no aclo do parlamento, <:. Geo IV, I da Independencia ns. 6e8.
cap. 87. Consulado britnico em Pernam-1 SITIO PaRA ALUCAR.
91 nuco 26 de margo de 18">7. A. August s Aluga-FC um sitio minio porto da praca, i
;_;- Coopcr, cnsul. i(no principio da estrada do Joilo de liarlos, I
l'recisa-so do bous pedreiros para se- i defronte do bem contiendo silio da Cscala ,
boa casa de vivcnda, que lem salas e
. 1 estribara e quariu para cocbci-l
escriptorio das Cinco Ponas. I ra, i pequea baixa de cepim para o susteu-
LICES DE PIaNO I to de um cavado, e muilaa arvores fructife-
por Furtado (oelho, mclhodo especial de ras, bem como excelleutes laraiigi iras, si-
0 abaixo assi ;nado venden as SI
sorlcs :
1 mcio nuinern 2517 S009
i quarto 0 1 200:
1 dilo 1075 1005
1 meio 0 1141 1(10-
1 quarto a 1 78 505
1 dilo . 27*3 507
1 dito o 27U 50-
iuintc:
O mi sino tem exposto a venda os seus fe-
lizes bheles, nietos a quartos da quinta
parle da segunda lotera do convento de Y
S. do Carino, n.is luas do < oslunic, os quaes
uo esliio SlIjeilOS ao descont dra rulo por
ccnlo da le.
i r~"&t. -
Grande sorti-
meitto de fea/endan prottt*
propiias pura ;i |?:;i-
resma.
Iticis mantas .le blond prela- e brancas.
I.'is de Inibo srandes e j.emienos.
(irosdenajite |.reto de lamaueni, envadn. .
Dilo dito liso molto euenrpadn. envide .
Surja prela verdadeira hesptnhole, rovaslo.
Setim |ireto macan para vestido, cevide .
Panno pelo lino (ouva de liman, eado
de 3|000 a .........
Casentira prela selim elstica, corle .
(.urlts de rolletes de velludu preln e de enr.
(burles decodeles decarburan de seda de
vanos partr..es a........
I'., pe na de seda fon: flores nialiwlis, re.-
vado.............
Chale de ijuadros de cores o cesto lo .
Meias cruas sopniorrs'para iiienuiot .
Lencos de elim pretos r de vortrurAn atea
-lav-.u.........
lavalinbas de -elmi prcln de uma olla e
le duas...........
I.hales de mermo bordado a velludo. .
Ditus de dilo bordados a eda
Hilos de dilo com hsln de seda .' ." ." .
Unos do dito com i.arra mal,.da .
.hales de memo, rnm fceefai .le lia. .
D.losde lila adamisralus pretal a de car.
IIicos enres de lila de rimaceni inaliada
com 15 eovados........
i.ro- : i .| ;,. decores para veslilns. rosado.
Uanrilana de seda c un vara de larsura,
cuvadu ...........
Loalv de seda com Mures mal*., las. rosa in
rs'.iina de ~ed.......i li-lras in.ili-a la-, ca-
vada...........
I Seda- de .pa Iro- | l'.ondel.n.i de seda de <|ua.irns. envadn. .
_ 00 vvuu ,-i \i>; i,>.,,,.> | ... .1 i .1 l .. ..
e y-t run} empregados na estrada de ferro : quem \ com boa c
" fii esl'ycr "estas circunstancias, dinja-se ao I 6 quartos,
l'or Salustiano de Aqino i
Jos i oitunalo dos Santos Porto.
A rapalaiia da alfiadesi precisa .le Irabalba-
dores, pasa-se bem.
Pesca-se
refon lo supplieado podera' far.er scienle do pie aci- inda recebe carga, passageiros
ma fice dilo.
E para qoe eheaoe a noticia de lodos, mandei
passar eddies, que serilo aftisados nos lugares du cus-
turne, e publicado p. la imprensa.
Dada 1 passada nesla cidade dot Itecife ais "1 de
margo de 1857. En Francisco Ignacio de Torres
liandeira, escrivSo do juizo especial do commercio o
tubicrevi.
Anielmo Friociico Perelli.
e escravos a
cura e balito moi aeradivel c nrevine o mao
Segu nestes dias n palhaboto l'icdade, a- Q am be?lo rosad,, e d.w"..a beca'ma'fre.- C3'. c,ns" :, K'"1"- se,r l'r^,,raUo ''otel inglez ] potiseiros, jaqueras, manguelras, etc., etc.:
w-| de l as 4 b iras da tarde. ja Iralar na praga da Independencia, loja
Precisa-se ue um caixeiro qucaboneln. 4.
enha pratica de ne-l l'revnc-se que ninguem faga negocio i ~"'preci'ia-e de i
0 paleo da Sania algum com o esclavo Fausto, aclualmeiile u-ommr: na roa da IJngaeta
ada pela rua do Ro- ao aervigo do esludante Joaquim Josi> Alar
ques, sem se entender com Guimarfies &
Valiente, n> rua da Madre de lieos n. 2.
i'recisa-se de um menino para caixei-
ro de taberna : em lora de Portas, rua do
l'ilar D. yo.
fete: a tratar com Caelano Cyriaeo da C HS l'r"-r,"s" e ,l1'"" de denles, por 2rtHJ0 rs. ^ i I recisa-se ue um
U., na rua da Cadeia do Recife ii a W? a caiaa. @[sua .capacidade, e que tei
para o kio i.f jvneiro 999&Q* vai sabir o palhabote Tigre, por ler parlado Aloga-se orna escrava, que sabe ensommir '' JJ' a Clllra'
seu carregamento promplo para oque fal-
ta, irata-se com os seus consignatarios v. a
SlShST e Cmpa"ha' larg d0 K*" nS ^ -"- P-
l eiounnno ns. 5ei, I meI,ie de aens amisos, do que pede detnripa.
rfeiliimenle, ve.le bem nina senhora, cote e he
I : quem qaiief dlnja-M a rua Direill ai 32.
Gustave 11. Praeger, em ronsequencia da ra-
sarlo
.Joaquim Barbosa Lima cnsina as lin-
guas frauceza e ngleza, na rua do Sebo n.
39: quem quizer mal icular-se om sua au-
la, procure das 2 horas da Urde em diante.
cm um dos viveiros do Muniz na scxla-feira
desla semana.
pura cn/inliar e ru-
. i, tetando andar.
O Sr. Joao jos,- Ribeiro (oimirSes lesa urna
caria viuda da cidade do Porto : na rua da Out. n.
21, armarem d" doces.
PreciMi-iie de um bom oleiro para urna nlaiia
em Apipucot, qjs saiba (rabalhar bem em lelha e
ladrillio ele, : procure no mesmo lugar ao major
Maia,
3*m
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lie.
i-W"i
.-.VIO
i rei'ra ,",,!uez;4 ''e leda te ramneta. en\dn .
1 linas lia- para vesiid. s de senluu, eos.do
Uoesol.na de core, mu lu la-, ensadn. .
COlliiIranceras linas......
Castas fraoeeaaa da "res asas, an .
r mos de alpaca prala lina da car. .
(lindla* do alpaca prata a da car. .
Em freme do bases da Coi>zreeito, p?-ada a
I......* a -tanda loja de fa/endas.
Moeudas si iejfe-.
Na lungau de C. SUrr& Companhia. em
Santo Amaro, acham-se para v.-ndrr inopu-
das de caima lodas de f.-rr., de um m< del lo e
ConstruccSo muilo .-upi.ores
Coiupra-se efi'ectivaiiieute bronze, |a-
150*0 cobro velho : no depoMlo Ja Ion ic.'.o
da-Aurora, na rua do Ifrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma lundigao, cm Santo
Amaro.

ILEGIVEL
'-'




DIARIO DE PEKNAMBUO, SEXTA FEIRA 27 DE MARCO DE 1857.
T~
* LEDRAS PRECIOSAS- B
Adere50 de brilhantes, |
Z, diamntese perolas,pul- S
.* eiras, alfiieles, brinco >;
S e rnzelas, bolaa e anneis J.
de dilferentc (ostos e de -j
9 diversas pedrade valor. ^
* Coinpram, vendem no
5 Iroeam praia, 011ro, bri-
ol lhantes,diamanlcsepre-
B las, e outras f|..aequer
joiadc valor, a d.iiboiro
IOREIRA 1 DUARTL
laja ui m\m
Rua do Gabuga' n 7.
* OURO B TRATA- J
, Aderemos complelos de ?
nuro.meiosdilos, puleei- m
* ras, allincles, brincos
S rozetas.cordes, Irance-
i
3)
s**-*;*** ?*??***.?*
V. uo por obras
rteceoom por to-
dofe os vaprs da Eu-
ropa as obras do ruis
moderno roslo, tan-
ro de Franca corito,
.
lins, medalbas,correles '
3 e enfe.les para relosio, e i
j oulrosmuitosobjecloi de ?
oaro.
Apparelhos completos,
Y. da prata, para cha, bao-
>' dejas, salvas, easlicaes,
a colheresdesopaedecba, J-
3 e inuilos oulros objectos ?
i, de prata. *
;*. *.<>'>'a.+^.-W- K* *?;**
Grande sorltmento de molduras, para pess
tous e caixitihss do ultimo goslo.
Esterescopos e vistas estereoscpicas:
pequeas e porlateis cosmoramas espressa-
mente feitos para recreio dos sa|es e reu-
nics familiares, contendo urna muito varia-
da escolha de vistas de Paris,l,ondres, Vene-
za.sui.ssa etc., como tambera vistas anima-
das.
Uin esterescopo com 12 vistas, ludo ar-
rumado utn um elegante colrezinho com l'e-
chadura ao mdico prego de 2?000 .'
de Lisboa, asquaes se vendem por
pwetyo coiiiimhIo como costuiuam.
COHSLTOiWHM^Pmi^^
Unile se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em Unturas como
cm clobulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
b piieqos FIXOS.
Botica deis tubos grandes. ^0/000
Dita de 2* ) n ... 157000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 >. ... 25*000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
raseos de Unturradomcia onca. 29000
Manual de medicina homeopalhica de l)r. Jahr com o dic-
'ciuiiario dos termos de medicina.........
Medicina domestica do Dr. Henry.........
Tratamento do cholera morbus..........
liepertorio do Dr. Mello Nortes
JOIIW GAT1S,
corretor gcral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PIUMEIRO ANDAR,
praia do Corpo Santo
RECIRE.
r@#@
DENTISTA FRANCEZ.
I'aulo (..1
205000
tolooo
2/000
61000
.\a ra da I'ontc-Vclha, Ijunlo a serra-
ra (casa do lampcao precisa-se de uina ama
e de urna cngouimadeira.
una l\ova
n.34
Madama liosa llanly recebcu um grande
Paule (.iikiioiix deiitisl, roa Nova 11. 41 : ^ sortimento de chapaos de soda para senhora
''.a.l"e,*'."?.'.'-!!? 'f."!.f ".a. '.r"'^*.'"'!!1"; .^ brancos, cor de rosa, amarellos, prctos, com
&"3"'-'w*v W'? ^S'trV?!^? i lita e llores encarnadas, ricos enfeites de ea-
PCTDAn^i r>C rtOen |bcgapara seuhora, grosdenaples furia-co-
ba I n. Ut r tnnU res, prelos c amarellos para vestidos, cortes
de seda prcta e de cores, cortos de seda para
noiva, manta de blondo, capella c luvas,
mantas pretas de lil e de garga a imiUcSu
de blonde, ricas caixas de costura para se
nhora, franjas de lodas as cores e sortidas
do largura, c tranca de seda, chapeos de
I montara, llores, lita, chales ricos de tou-
quim, lila, bico, chapos e vestidos de bap-
. Usado, chapeos de seda c de palha para me-
1 I* / f nios ale a idade de 7 anuos, c multas ou-
flO Kectji: a LIMITADO. AVIS0 IMPRTAME.
Constando aos ahaiso assignados, arre-
lldas lirmas de
is, que o Sr. Jo-

IBVarl ??I PWWtW
.Cimrrn cliimiaKi.
nialanlcs das dividas das fa
a Cruz & (lomes c Cruz & Bastd
od rcis s" Lourcngo da Cruz, ex-soc
o das referidas
|;ncao desta ci-
. <)> directores da Cunipaulua da Estrada de l-'erro
do llecife ao Sjn-Eraucisco, limilado, tem
quarla chamada de duas lihrai esterlinas, uu > ----- --
1(9777, sobre cada acc*o, na ditifcompanhia, a qual I hrmas, retido na casa de del
deve|ser paza al n dia 0 de abril 1I0 serrante auno I dude, letn-so dirigido 1 diversos devedores
de 18.Y7, na l'.alua, cm casa dos Srs. S. S. Daven- das exmelas lirmas, alim db que estes nSu
porf&C., na corle, em casa do Srs. Maui, Mae. satisfacam scus dbitos, mas sini a elle, al-
SSrt?- em l er"ambucu- "'Piono da legando nao scr.nos nos os legtimos credo-
O accionla que nao realisar o pasamento den- ".declaramos que, leudo sido arrematadas
tro do lermo in.licado, podera perder lodo direilo el" "asta PUDIlO. por nos, as dividas dcsla
at accoes-sobro as quaes o duu pasamento nao se casa, somos os nicos que temos direilo a
tiver cITectuadi), e em lodo caso lera de pasar juros I have-las dos competentes devedores, protes-
na rao de .") por cenlo ao anuo, e de n;lo receber talido Cojilia o .Sr. Jos Lourcnco da i.ruz
juros ou dividendo da Coinpanliia, pelo lempo que por querer o que niiO| Ihe perlones : c bem
lueaCr,ealis'"aoU ,U*""i'*"Su Va BB"<> lassim avisamos nos devedores que nao se
'"eh'ru^uodelransferencia pode ser resislrado **em illll.dir ')01r cs.l nhor sol) pona de
terem o .esgosto de pagar duas \ezcs a
mc-iiia quantia. Approvcilamos esta occa-
-S.'P. VEREKElt, si5 Para rogarmos aos senh nes devedores
. a salisfagao de seus dehilos j ha muito ven-
cidos : c para eslo lim podqm dirigir-se a
ra do Gabuga, na loja do Joji Alves ds Sil-
va Cuimariics, ou na ra do Queimado, na
depois do dia "J do correte, anles do pasamento da
chamada.
Por ordem dos directores. '
Ihfsourciro.
Recife :l de maree de 1857.
lie chegado a loja do Lccomlo, no aterro
da Boa-Vista n. 70, o escolente leilc virgi-
nal de rosa branca, para refrescara pelle, ti-
rar pannos, sardas o espinhns0igualtncnte o
afamado oleo babosa para limpar c Cazar
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lino de Klorrnca para brotoejas e as-
perdades da pollo, conserva a fecscura e o
avelludado da primavera da vida.
SEGUKO CONTRA FOU0.
Gompanbia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhos de libras esterlinas.
Sannders Brothers & C, tem a bonra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
de Francisco Jos Alvos da Silva Guima-
rfies.Jos Alves da Silva Guimares, Eran-
cisco Jos Alves Guimares.
Precisa-sD de um molcque activo, para
o servico de urna familia ingloza : na ra d
Trapiche Novo n. 18.
Precisa-se |para urna casalcstrangcira,
de nouca familia, de urna mulher que en-
gommc com pcrrcciio,|paga-se bem, agra-
dando : a tratar na rua do Torres n. 38, se-
gundo andar.
Na rua da Gadeia de Santo Antonio,
n. 7. alugam-se dous caixocs edificados na
mesma rua junto a ponte Nova, para cochei-
ea quero mais convier que esto plenamente u- _
tensados pela dita companni. para effectuar segu- "'"df,MatSK.' *?!*
*- lijlo a pedra, caberlos da ^ vc"dcuma Porc-o de podras de cantara.
liMhetesde visita.
Gravam-s< e imprimem-se com perfei^ao bilhates
de visita, Ictlras de commcrcio e lodosos objectos da
arle calic;rapliica, resi^tros, vinhelase quaesquer de-
senhos. Abrem-se lirmas, sineles, tanto a lalho do-
Augusto Stahl,tem a satisfaejto de par-
+ ; ticipar aos seus amigos e freguezes, que no
:?: ultimo paquete viudo da Europa, chegoil o
segundo pintor que elle havra mandado cn-
gajar para o seu cstabelecimento. Gom a
acquisicSo dcslc artista que acaba de sahir de
urna das primeiras ollicioas de photographia
em.Pars, ello se acha actualmente habilita-
do para dar anda mais andamento e regula-
ridade a cxccur5o de todos os liabalhos de
sua profissSo. Assim agradecendo ao pu-
blico, cuja conlianca espera merecer sem-
pre, o acolhimenlo lavoravel com que al a-
gora o tem honrado, roga as pessoas que
desojara possuir o seu retrato ou o de aigum
praente, ou amigo, que so apres*em em man-
do-lo tirar, nao so porque precisa algum
lempo para que um retrato seja cuidadosa-
mente colorido ; como tambera porque o
aununciante pretende cm breve retirar-se
para outra (irovincia do imperio ; e por isso
sera boro que as pessoas que se desejam re-
tratar nao espererr. pelos ltimos momen-
tos. Para maor comodidade das pessoas que
quizerem visitar a sua galera, e sobretudo
das senhoras ; o proprietaro desle estabele-
cimento, propoc-se abri-lo.competenteincn-
te illuminado, as noitcs de la, c desle
modo facilitar aindamis aoconhccimcnto
do publico os trahalhos da photographia.
C0.\SILT0RI0 HOMEOPTICO
DO
Dr. Mello Moraes,
DO
RIO DE JANEIRO
NICO
deposito cm Pernambuco, na rua do Quei-
mado n. 27, armasen)
de fazendas de Joao Jos de
Gotiveia.
Ncslc estahelccimento se cnconlra sempre
um completo sorlimcnlo de carteiras homco-
pathicas de 12 at 12i glbulos, bem como
carteiras com Unturas de 12 ate 60 frascos,
sendo todos os medicamentos da melhor
prepararlo, e se vendem por precos muito
mais baixOS doqtio os preparados aqui.
Tambera se vendem ueste estabclccimeulo
o repertorio do medico homeopathico a
63 rs.j e novas praticas elementares a 45 rs.,
publicadas no Rio pelo" mesmo autor.
PRODUCCO'ES LIIEIIAKIaS
DO
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Pliysioloftia das paixdas, 3 volumcs
Educador da mocidade hrasileira, 1
volumo ........
Ensaios corographicos, 1 volunie..
Memorias diarias da guerra do
Brasil, 1 volume...... 1)000
Tamhem se recchcm as assignaluras para
a sua ultima prodcelo litteraria Os Por-
tugueses parante o mundo -1 volumcs C-000
rs avulso IOjOOO.
I'ede-se a todas as autoridades poli
ciaes c Capitaes de campo se dignem cap-
turar o escrave 'le nomo Joao, o qual de-
sappareceu ha cerca de 4 semanas, teodo
saludo para o servico, o qual escravo foi do
Sr. Paulino hlbeiro Pires, mano do Sr. fran-
cisco Kibeiro Pires, boje, poror, pcrlcncen-
le a Sra. D. Hara Rosad'/lssumpcao. Ossig-
naes que o caraclerisan sao os seguiules :
jiardo, de cor clara, 25 anhos do idade, es-
tatura mediana, secco do corpo, cabellos
grandes, olhns papudos, sobrancelhas ar-
queadas, sem barba alguna, dontes limados,
lera andar vagaroso, o he inteiramcirle alo-
l.miado, usa da vestimenta de calca branca
e ja,pitia prela de panno lino, chapeo de
timb ou de palhinha ; trabalha de podreiro,
sendo ltimamente encontrado 0m urnas
ilas casas que se eslo eilicando no lugar
ilenoiiuuuuo'Cainpo-Verde :'a quem o levar
no aterro da Boa-Visla 11. 47, proir.clic-se
generosamente gratificar. .
precisa-se alugar 2 prelos possanlcs
para servido interno : na restilacao da praia
de Santa Rita.
Pazem-ae capas, batinas, samarras e
capas viatorias: na rua da Senzala Nova
n. 36.
Precisa-se de urna ama livro ou escra-
va, dando lianza a sua conduela, c que seja
inlelligcnte, paga-so bem : na rua Nova
n. 61.
Na ruado Gabuga n. 16, casa do. bo-
rneo) solteiro, .precisa-sede un criado por-
Uigucz, que d liador de sua conduela.
lOfOOO
2^000
23000
Vende-so um bonito molecao crioulo,
de 18 anuos, e urna mulatinha de 11 anuos'
com principio de costura e bonita figura
na rua das li inclieiras junto ao nicho.
SACCOS VASIOS.
Na ruaada Gadeia do liecife 11. 57, escrip:
torio de Joilu Eeinandes Prente Vianna,
vendejn-se superiores saceos de estopa, por
preco k'ommodo.
.SAPATOS l)D A1WGATV.
Vendera-se superiores sapatos ltima-
mente chegados do Aracaty : na rua da Ga-
deia do llecife n. 57, escriptorio de Joao
Fernandos Prente Vianna.
GERa de carnauba.
Vende-se na rua da Gadeia de llecife 11.
57, multo superior cera de carnauba, cm
saceos, ltimamente ebegada do Aracaty.
GOMMA DE MANDIOCA.
Na rua da Gadeia do liecife 11. 57, escrip-
lorio de Joao Fernandos Prente Vianna,
vendem-se saccas c-un superior goniina l-
timamente chegada do Aracaty.
PELLES DE CABRA.
Vendem-se superiores pellos de cabra :
a rua da Gadeia do Recifo n. 57.
. Vcndc-se um terreno no lugar do L-
ea ao p da estrada nova : a.tratar na rua da
Gadeia do Recite n. 57, escnplorio.
Vendem-se saccas com'l'arinha a 395O0
a sacca : no Forte do Mallos rua do Gordo-
niz n. .
150NS QUEIJ05.
Na rua Direila n. 8, vendem-se bonsquei-
jos pelo barato preco de 1:440 cada um.
Vcndc-se um inulaliiiho do idade de 7
annos, bonita figura ; vcndc-se por precisan
e prcr;o com modo : na rua do Itangcl, ta-
berna n. 50.
Na rua da Praia n. 46, vende-se cal de
Lisboa de superior qualidade. -
Vende-se a armacSo da loja do Sr.
I'ommatcati, no aterro da Roa-Vista, com vi-
ilracas c mais pertences : a quem convier,
dirija-sc dcfronie, na loja do relojoeiro G.
Waler n. 27. *"
Vende-se um sellim e mais arreios para
ura cavallo;na ruado Anollo, taberna.11. 19,
\o ultimo goslo.
Rl A DA GADEIA DO KECIFE X. (8, LOJA
DE OATRO PORTAS, DE
Narciso alaria Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, ura comple-
to c variado sortimento de roupas fcitas ao
ultimo goslo de Paris, como sejam, casacas
pelas, palitos de casemira c de alpaca, col-
leles de gorgurfo prctoc de cores cora de-
senlio* mu delicados, verdadeias capas de
burracha e seda de duas faces, os nicos
imprcnnavcis, palitos inglczes de casemira
a prova d'agua, cxcellentes perneiras do bur-
racha, de todos os lamanhos, c outras mili-
tas fazendas de seda prela, proprias paran
quaresma, que se vendem por menos do que
cm outra qualqucr parto.
liaptie Lisboa-
Vende-se rap fresco, chegado agora de
Lisboa : na praca da Independencia, n. 3,
loja.
VcUs
i\a loja das seis
portas
Km frente do Livrmiieuto
Vende-se riscado franeei de corea escuras,
a 160 o covado, chitas de todas as cores a 120
o 160 o covado, corles de cassa com 6 varas
c meia a 1280. longos brancos cora barra de
cores a 120 cada ura.
Vende-se ura sitio na Ponte de l'choae
um sobrado 110 aterro da Roa-Visla : na rua
do Crespo 11. 9, dir-se-ha quem vende.
Vende-se superior Imitas de algodie
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSoulhall Hedor & C.a, rua do
Torres n. 38.
i\a loja ilas seis
portas
Ewi frente do Livraiueiito
Vende-se pegas de algodo trancado com
toque de avaria a cinco patacas a peca, dito
liso a qualro patacas c meia.
por '240 rs. o covado.
Vcndc-se chita franceza larga c fina, cora
pequeo toque do avaria : na rua do Grc spo,
loja do Campos & Lima.
Silo nimio lindos para pil-
nlios.
Vendem-se muito bonitos botOes para pu
nhos pelo barato prego a 500 e 800 rs. cada
abotoadura: na rua do Queimado na loja de1
miudezas da boa fama n. 33.
RUA DO OUEI-
ruado n. !l A.
Vendem-ie as aegninles fazen ta : crosdenaple pretn, eovartoa l-sdn, 2? e 2?2 selim lavrailn dito, covado a 1?'.I0II, 27 e 2?iOO, Al-
liaiif/a prota com 11:11- de vara du largura, fa/enda
propria para mantos, saia, hbitos, ele, a 1? o co-
vado, sarja prela lina a 2?, chal de llores sobas,
lindos Cosos a KIMI rs., corles de laa de qnadros a
:7. cainhraias france/.as muilo finas a 4SII e (10 a
vara.selun relo marao a 2?, :t? c lj o covado, se-
das ile quadrinhoa miados, lindos soslos a 19 o co-
vado, duque/.a de quadros aclianialolada a ',MK) rs. ;
dio-M as amoilraa com penlior.
Planta (Ja cidude do lie-
Moinhos de vento
comhomhas derepaiopara renar hortar aba-
la de eapim : na (undicao de I). W. Bowman
na roa do Brum ns. 6. He 10."
Ilatalas novas e sabfio de massa.
Estes dous artigos vendem-se smente no
arma/.em de Rarros & Silva.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O anligo deposito da rua da Gadeia do lie-
cife II. 12, recebeu agora urna porc9o de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la- Corgurao prclo muito fino com
Na loj a da boa f
?ende-se o mais barato
possivel
Grosdenaples preto muito bom, o
covado
Canlo preto muito fino, proprio
para luto, o covado
sal-
de carnauba p
1
ros sobre edificios de tijolo e pedra, coberlos da
lllia e igualroeala sobre os objectos quacomiverero
os mesmos edificios quer consista aro mobilia 011
a fazandas de qualquer qualidade.
' Repartico da vaccina.
O commissario vaccinador vaccinal|nas
quintas e domingos de lodas as semanas, no
lorreSo da Alfandega, e as tercas-fefras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manha.
-- Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar niensal-
nigute nesta lypographia, dando-se o sus-
tento : na livraria us. 6 c8 da praga da, In-
dependencia.
O abaixo assignado declara aos deve-
dores ae Aureliano c< Andrade, que nao pa-
guem{scus dbitos scufo ao abaixo assigna-
do, do conlnrio terao de pagar segunda
vez. liecife 13olc fevercirode 1857.
Manoel Jos Leile.
Refinaria de
Rego& Bar reto, no k|on*
tei ro.
No deposito desta refinaria, na rua da Ga-
deia do liecife 11.30, ha sempre assucar re-!
finado do superior qualidade, tanto cm p
fcomo cm torros e em pues, por prego mais
commodo de que em oulra qualqucr parte. |
Precisa-se do nina auia de leile para;
criar a una menina de 3 mezes : na rua do I
Gollcgio 11. 21, lerceiro andar. Paga-sc bem. j
Precisa-se de uina ama forra ou cap-
tiva, para casa de pbuca familia, c que
faga compras ; na rua da Cruz n. 50, depo-
sito do charutos.
3aft9r>,i8-8Q>'$>*93SOS3'
aja O Dr. Ignacio firmo Xavier la/, publico, .:3
SSj que mudou sua rcidencia para o seu silio, 9 g 1 m ,
O na Paaiagiaa da Magdalena.g'qoe lica ao or- U L/Olfl/KIHHIU IC Sl'Ut'O COH-
C-;S le da estrada entre a ponte Rraii'te eado|.. / 1 11
filCliora-Meiiino), e ah lem preparado urna lili ti MOVlUlUllUlC llOS C'.S-
5^1 casa de sxode, com lodos os cominodos, para ," / I I
55 o tralamenlo de escravos. cujos eeuhores re- CrUvOS, CStlluClCCUlU UO
J -ilan tura da piara, ou i\.\ nao os possam J \ %* 11 1
aja curar em sua proprias casas: quem pira is- j RIO Ut JANEIRO
. ti lo qui/er se utihsar dos seui servico. medi- a '
3 cs, que serao deiempcnliadus com o maior S)
j zelo, dirija-se ao paleo do Carino n. !, pri- j(
a, me.ro andar, ou no refarido ..lio da atagda- #j Agenda filial cm PcniainlniCO, Illa (lo
fia Iprta. ou I **" '
Crespo n. lo.
ce como em relevo, ornamentos com objectos de oaro
e prata. l-'a/ero-se riscos lindos e originaes para
bordados de labyrinlho. Admi(isa a recusa de
qpaesquer desles objectos no caso da nao ficarem a
conteni das pessoas que os enrommendarem : quem
pretender dirija-se a qualqoer desles lugares : 110
bairro do Itecile, rua da Madre de Dos n. 32, pri-
meiro andar ; em Santo Antonio, nn livraria elassie
do.paleo do Golltgio 11. 2 ; as Cinco Pontas, sobra-
do da quina confronte a matriz nova.
I AO riBLIC?.
jg No arma/.em de fazendas baratas, rua do
m Collegio n.' 2, ]
SI vende-se um completo sortimento da fa-
?S zendas linas a grossas, por mais barato
i* pregos do que em outra qualquer parte, _
9 Wnto em porgos como a reullio, aBan- S
'S gando-?e aos compradores um s prego B
^ para lodos: este estahelccimento abrio-se |8
j* de combinagao com a maior parte das ca- gj
gg sas eommorciaes inglezas, francezas, ale-
la mos e suissas, para vender fazendas mais
em conta do que se tem vendido, e por isto
ollerecera elle maiores vantagens do que
g outro qualquer; o propietario deste im-
S portante estabelccimento convida todos
H os seus patricios, e ao publico em geral,
B P3ra <1"8 vcnliam (a bem dos seus inte- __
gg resses) comprar fazendas baralas: no ar- J|
jg mazem da na do Collegio n. 2,. deAn- }&
'$ ionio Luiz dos Santos' & Koliai. ';
r re videncia.
&omvi*s.
Gomprara-se i escravos, sendo 1 prela
moga queengomme bem c cosa, 1 dila de
meia idade, que sail.a cozinhar, c 2 escravos
mogos pegas para servigo de campo ; na rua
da Gadeia do P>erife, loja n. 50 delimite da
rua da Madre de Dos.
Gompra-sc uina escrava mov-a,| que
cosa bem, engoinme o cozinhc : a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
&
CAPITAL-2.000:000.000.
Grande estabele-
ciBsrrn pa -os.
itirt Nov-t n 27. esquina
di miiiI>(>:> do Citrino
J. P. Vogclcy tem a honra de partici-
par ao rcspeitavel publico, que lera abarlo
oseu deposito de pianos terca-feira, 17 do
crranle cm dianln, onde se poder encon-
trar os mais bellos e,solidos pianos, os rae-
lliores apparecidos ueste mercado de magni-
ficas vosea, constriicgao a mais moderna, c
apropriada para esle clima, sendo lodosos
Os secu-os silo realisados no escriptorio da com
canina ou Me-mu Tora, sob propoclas dos propriela-
dos dos escravos. todos os' das uleis,as participa-
rme* de faitee menlos e as proposlas, podem ser re-
metilas a compauhia lodos os dias, at as cinco ho-
ras da larde.
As condires impressaspoderao ser procuradas no
escriptorio da ron.panliia.
Dare-ha cnsullasaralisaos escravos seguros das
9 para laboras da uianbaa/no cscriplono da comp
ESTABELECIMENTO
PHQTOGRAPHICO.
HIJA NOVA N. Si.
Retratos de todos os lamanhos lirados se-
gundo os ltimos e mais aperfeigoados pro-
cesaos,retocados a oleo, aqnarella ou a fumo.
hspecialidade de retratos para alunles.
cagolelas e oulras obras de miniatura colori-
W lectoes das leis brasileras de IKI'J a 1810 : '3?
j$g na rua do Collegio n. 15, primeiro andar. ?S
Gompra-se urna casa Ierra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e lioa-Vista : trata-sc na
roa Augusta 11. 17,
Gompram-secffcctivamciite na ruadas
Flores n. :17, primeiro andar, apolices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como accOes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
- Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos : a tratar no cscriptorio^de Jos Joa-
quim Dias Fernandos, rua da Gadeia do lie-
cife.
Compra-sc um escravo de meia idade,
inda com algum dcfeito, sendo oluCial de
Sapateiro 1 na rua da Praia, armazem de car-
ne 11. 13.
Compran) se peridicos a 3)520 a arroba : no
paleo do Carme, esquina da rua de Dorias n. 2.
.Compram-se alguus lucos de linho,fei-
los na ierra, que sejam bem linos, proprioa
para longos de labyrinlho de cambraia de li-
nho : no aterro da Boa-Vista n. 18, loja, se
dir quem compia.
>tniw&.
Vende-se um cavallo ensillado para
carraca : 110 sitio do Manguind que foi de
Georga Kenwortli.
Vende-se um Iranselim grosso para
relogio, de gosto moderno : na rua do Pa-
dre Floriano D. 21, segundo andar.
Atteii^tlo
Vende -so um escravo : na rua da Gruz 11.
62, segundo andar.
.No cscnplorio do francisco Scvcriano
Rabelio Si l'ilho, no largo d Assemblca,
vende-sc lagedo de Lisboa.
lie barato que udmira.
Vende-se mermelada em caixas de 2 libras
instrumentos fabricados por cncoinmenda,
dos melhores autores at boje conhecidosnarl dos cora toda a perfeigno.
Europa, como Garlos Scheeb, W. Sassinhalf,! Retratos para cartas a 1 U-000, a meia du-
Luiz Sanio e oulros inultos por precos rsv-lzia !) aparelho sempre proaipto para tirar
zoaveis. No mesmo deposito se cncontraro retratos de pessoas fallecdasl
lindas pegas de msica para piano, de afa-l Leproducgo em ponto maior de retratos a
mailos compositores, o estabeleciment fs- daguerreotypo como lambem copia de qual-
lar modulado das familias que quizerem esp'e- Vistas da cidade e seus arrabaldes, sitios,
rimen'.ar, e escoltier os instrumentos, I tmulos e outros monumentos.
>nra
a 12.MI00 a arroba, viudas do Aracaty, cm
caixas de V0 a 50 libras : na rua do (jucinia-
do 11. 69, loja de ferragens
ATTIONGAO'.
Vendc-se urna prela de 18 anuos, bonita
liguia, com principio de habilidades: na
rua do Aragiio n. 18.
Vendem-se 400 barricas vasias, cora
seus proprios fundos, 1 brago de balance
grande Romo) com conchas de pao e cabo
de Imho, usado, proprio para eiigcnho, mui-
to era cunta : na padaria do pateo da Santa
Gruz, a entrada na rua do liosario n. 55.
Vendem-se na rua do Livramcnto 11. 9,
sapalos do burracha de lustre para hornera a
35500.
Vendo-se um carrinho inglez de 2 ro-
das, com colora de lirar-se. e p.r-sc quan-
do se quer, molas muito seguras e rnovi-
mento brando, pintado c forrado de novo,
com todos os arreios era bom estado, o o
compleme cavallo manso, gordo c licui
amestrado, ludo por prego muilo commodo:
a ver e tratar, na rua Rea!, sobrado n. G.
PALITO'S FKANCEZtS.
Vcndcm-sc palitos e sobrecasacos de pan-
no fino, forrados do seda a 32*000, dilos de
casemira de cores com gola do velludo a
25j000, casacas de panno lino forradas de
seda a SfOOO, palitos o sobiecasacos de al-
paca a 7, 8, 10 e 128000, ditos do brim a 3?,
camisas liancczas a 24 e 285 a duzia, aber-
turas de liuho a (000 a duzia, c collarinhos
a 2*000 : na rua Nova n. 4.
Mi'lio em saccas.
Na taberna grande ao lado da greja da
Soledade, coulinua-sc a vender milho om
saccas.
RnadoQiieiiha-
do, senuda loja n. 18.
Mussulina branca muilo fina a 500 rs. o co-
vado, chapeos franceses os mais modernos,
ricos chales de touquim bordados,collelesde
setim bordados a velludo a 45O00 o corte.
Vende-se a taberna da rua da Guia
com poucos fundos, -propria para principi-
ante, c tem commodos para morar familia ;
quem pretender, dirija-sc a mesma 11. 36.
Peixe.
Vende-se na rua Dircita n. 27, peixe cha-
mado cherno a 200 rs. c 160 a libra, sendo
da ilha deS. Miguel, barrilinhoscom 200 ca-
ralinhasa 8/000, a retalha 60 rs., favas viu-
das do mesmo a cuia 560, manteiga a libra
600, 640 800 o !)60, dita francc/.aSOO rs., di-
ta 72o, caixocs de doce de goialia a 1/000,
dilos a 640, queijosa 15700, ditos- a 29000,
c outros mullos geucros|que se venderao por
ralo prego.
PARA QUEM TIVER BOM GOSTO.
\ ende-se ura bom sitio cora porto de 500
palmos de frente c 1,500 de Rindo, cheiodc
muitas frucleiras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para eapim, terre-
no excellcnte para plantagao de legumese
horlaliga, coinmodidadcs para se fa/crera 2
viveiros por ter camba d'agua salgada no
fundo, casa solfrivcl para morada, murado
na frente c de um lado, agua de beber, ele,
e alm de lodas estas bondades, quem qui-
zcr mandar fazer urna morada de casa eom-
moda c acetada, ja lom um formTdavcl e
bem feito alicoree para isso, com 40 palmos
de frente e 110 de fundo, guarnecido com 2
portos um de cada lado ; e lio perto da pra-
ia por ser logo ao sabir do Manguinho para
os Afilelos : quem o pretender 'o quizer ve-
to, cntenda-so com o proprictario Jos Sa-
porili, morador na casa annexa ao dilo si-
tio, de manliaa ate. as 8 horas, c de tarde
das cm diante ; c no decurso de dia no
llecife, cscripiorio dos Srs. Rasto Lomos,
rua do.Trapiche n. 17.
Ariinizeiii .de fazendas ba-
ratas m;i rua do Queiiua*
do n. 27, re Joao Jos de
Chales de Touquim bordados supe-
rior qualidade a 3!>#000!
Dilos de casemira prela linos com
franja de rel.roz a 55)00
Veos do linho hranro milito finos a 10?<'0o'
Coiletes do gurguro de seda muilo
linos, bonitos padrOesa 4-Ooo e 6?0()0
cida
cffe
Vende-se a planta da cidade do llecife c
seus arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Fcrrcira, por dez mil res: na
livraria n. 6 c 8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias ti.
provincia.
Na livraria 11. (i e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se O mappa das distancias
das (lillercntes villas da cidade entre si, c
rclagao a capital da mesma, a mil rcis.
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-sc no cscnplorio do agente
Oliveira, rua da Gadeia do liecife 11. 64, pri-
meiro andar.
picos, proprio para coiletes, o
covado
Casemira prela fina, o covado
Panno lino azul, o covado
Longos prelos de seda para grva-
la, ineio lenco
tas de 6 libras, que se vende por prego r
zoaVel. *
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de laa para vestido, de
muilo bonitos padres, c com 15 covados
cada corle, pelo baratissiino prego de 5*000:
na rua do Oueimaiio 11. 22, na bem condeci-
da loja da boa f.
Algodo ministro, lie pe-
Vendc-se algodSo mons^ com 8 palmos SrSdnp'taf Tt^Zd
do largura, mullo proprio para toalhas o corcs rnvad(, Sc,la de lin'1
enqoes, pelo diminuto prego do 6 la,
cas pretal de seda muilo supe-
riores, o par
asentir
de qnadrinhos
multo lina, o covado
lories de coiletes de fuslao
Ditos de dilos de dito lino
prelos
las
2/m
9.0
4-0 ssjsjM
3 1/1KW
an
1/rOoe
500
1HMMI
l/iaiO
V-000
vara : 110 loja da boa f, rua do Queimado
11. 22.
da
Agencia
l'i indican
Low-.Hoor,
rua (ia Vnzala i ova
n. 42.
Neste cstabelecimento conlinu'a a haver
um completo sorlimcnlo de moendas c meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado dc lodosos
lamanhos para dito.
Em casa de lleiir. Brunn & Gompanbia, ua
ruada Gruz 11.10, vende-secogDaremcaiiinhaa da
BECHilKIO nu mt
18/TKM1
800
127000
1'1/UOO
XA FUNDIDA O DE FERRO DOENGE-
NIIEIRO DAVID W.BOWMAN. ,nA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
IARIZ,
ha tempre um erando snrmenlo dos NReiate* b-
jeclos demerba...sinos proprios paraei.!.enbos,a sa-
ber : moendas c meias moendas da mais moderna
cnnslrurrao ; taixas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
dentad para asna ou auiniaes, de lodas as propor-
tyes ; criyose bocas de fornalba c registros de bo-
eiro, agailhSea, bronzes.parafusos e cavilbes,moi-
nhos dc mandioca, ele. elr.
NA MESMA EUNDigA'O.
se execulam lodas as encommendas con. a superio-
ridade j couliecida com a devida presteza ecom-
modidade em pre>.
VIMIO DO POKTO GENUINO.
Vende-se ptimo vinbo do Porto em barra da
quarloe oilavo, por prer razoavel: na rua da Ga-
dtia do llecife n. 13, escriptorio de Hallar t\ Oli-
veira.
r.EAK.V E ACARACC
sesuc no da 2". do correle o palhabote .Sobraln-
se, para o resto da carga e p.issaseiros, Irala-se
com Gaelano Gyriaco da G. M., na rua da G.ideia do
llecife 11. 2.
eilns.
Os mais bemacahados sellins de pa-
tente 1 i-U-r. [ 1.' cxi'.lpm no rorreado;
a venda no arniaz.ni de Roflroa
Ituoker v G., esquina do largo do
Gorpo Santo 11. is.
B
logios
coberlos e descobertos, pequeos c grandes,
dc ouro patente inglez, para hornera ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Soulhall Mcllor \ C, rua
do Torres 11. 38.
Meias
as
qualis
.../en.la dc
seda muito linda
Setins liso) de cores, o covado
Manas pretas de filo bordadas de
seda
Veos prelos dc fil bordados de seda
Gambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/00O
Ditas para roberas, de bonitos na-
droes,o covado *--
?12 d'?l ha Um PomP'el> sortimento de
fa/.endas linas o grossas. que vendoa-ae or
precos lao commodos. que ninguem deix.
a de comprar; assim como chapeos do
f.hille limito linos, que se vendem por me-
nos que cm ontra parte: na rua do ueima
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
XAROFE
DO
"i.-.Mlli. t
- n. S3
meia;9OO0. sendo falsa (
Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-
la Barbara & Gompanbia, vendem-se eUccli-
vamcnle caixocs vasios de todos os lama-
nhos.
CEItA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : 11a rua da Gadeia do llecife, loja
" CaSTANHAS assadas
Na rua eslrcita do liosario n. 11, vende-se
a toda a hora do dia caslanbas assadas c
eruas.
Vi 11 lio do Porto
de 1857.
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
dos, becco da Madre dc Dos n. 12, vende-se
superior vinbo vnlhn do Porto, eib caixas de
una e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no L\i<>
de J.aneiro.
Vcndc-se a prego commodo rape fino,
grosso c moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Gruz 11. 49.
Vendem-sc terrenos para cdilicago na
estrada do Manguinniho, do do llecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanocl Po-
reira Teixcira, com 850 palmos de fundo o
de frnicos que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Gadeia do Itecifc n. 9, 011 com
Jos Baplisla Kibeiro dc Faria, no seu sitio
da Estancia.
-- Vcndc-se a verdadeira graxa inglcza ti.
97, dos afamados fabricantesDay Mar-
tin--, cm barricas le 15 duzias de potes:
cm casa de James GrablreC i\ Gompanbia,
rua da Gruz 11. 42.
de todas
d-i des.
Vcndcm-sc muito boas meias dc seda pre
las c brancas para senhoras pelo barato pre-
go dc 2^500,dilas de laifl para padres a 18S00,
ditas de fio de Escocia pintadas para homein
pelo baratissiino prego dc 400 e 500, ditas
brancas e eruas para homem a 200, 240 e
280 rs., ditas piuladas c brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 3 algodilo para padres a 000 rs., e outras mais
qualidades que so vendem barato 11a rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pechincha para osalfaii
tes.
Na rua do Crespo, esquina que volta para
a rua da Gadeia, existe uina porcSo de algo-
dilo trangado muilo encorpado, proprio de
entretelas, pelo baralissimo prego do 120 a
jarda.
Ricas (ilas (inas
garrafas
aquelle que naofor vendidaIncite'Vtoli,'_
quesefaz opreseiileaviso." P.tr
IMPORTAXTE l'ARA OrillICO.
I ara ci.rade phl>caeii. lodo.os.eu,difieren
lesar.os, que rmolivada por eon.liparoet, lne
aslbma, pleuriz.escarros d sane.c. d.'.rde c,.
.ron*,?* .'. P,,l,,,ton. corar!., c,|.rne
Boa fama.
Vende se superiores macas para condu-
cho dc roupas cm viagem, pelo barato pn-co
7C8.3 M(la U|na> pa|hclniras ,,
orlos i s vidros neccasarios a 2|, ricas car-
teiras dc Jacaranda e mogno para se sr re-
ver c guardar todos os pertences, proprios
para viagem a 8, 10, c 12s cada urna, coste-
rciras nquissimas de Jacaranda com os re-
partinicnlos forrados dc seda ecom muilo
goslo a 4, 5, 6, 7 e 8>, penlcs muito finos pa-
ralisar,proprtos para changas ou para suis-
sas a 320 rs., pulcciras do melhor costo que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carleirinhaspara Icml.rangas, gorras
para homem, as mais modernas que se pude
encontrar, siteles com todas as Ictlras do
abeedario, sinetes proprios para na morados,
ricos Irascos para cima dc mesa c oulras
muitissimas galanUrias, ludo muilo fino e
de muilo bous gostos, a asevera ndo-se a
quem vier ver o rico sorlimcnlo, que sem-
pre existe neste eslabelccimenlo, nao deixa-
ra de ter em que empregue muilissimo bem
o seu dmhciro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa ri-
ma 11 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridns e redondos a 700 e 80
rs ; na rua Uo Queimado loja da boa ti M
n. 33.
Ronceas fiancezars '
Vendem-se bonecas francezas ricamentn
vcsiidas c de varias qualidades a laaon,
I9C00 c 3, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
e
DI
&*rt*H>9 :U%iiH6
lilOt
as dos niel llores gosto?
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Queimadon. 33eporprcgos que niiodcixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
Piaiios;
Em casa de HabcSchmcttau <\ Gompanlna,
rua da Gadeia 11. 37, vcudem-sc elegantes
pjanos do afamado fabricante Traumann dc
llatuburgo.
Relogios
do ouro. de patente inglez ; vcndcm-sc no
armazem de llostron liooker A Gompanbia,
esquinado largo do Gorpo Santo 11. 48.
N. O. Biebcr & Gompanbia, rua da
Gruz 11. 4, vendem :
Lonas da Rumia.
dem inglezas.
BrinzSo.
lirias da P.tissia.
Vinbo de Madeira.
Algodao pura saceos
por 19380, assim como caixas pequeas de Dilos de casemira prela, bordados 79e S/oOO
"toa por (lo, lambem so vendem as bellas I chitas francezas muilo linas, imitan
uvas de llamaraca, pelo prego de sol) rs. a
libia : na rua estrella do liosario 11. 11.
PECHINCHA.
Vendem-se velas de espermaccle a 7.'0 rs. a libra:
no aterro da lioa Villa, laberna 11. 12, esquina do
berro dos fcrreiros.
&&$$$ o &MM#
"3 PAKA SEHORAS. f['
f A loja da rua Nova 11. 5, receben pelo K
\y ulluno navio france, ricos enhiles, louca- V?
..J dos. chapeo* para senhoras o para meninas :'
_--^ de I a S amius e meninos de I a 5 annos, e m^
c/i qualquer parle.
V.
VAQUETAS PARA GARRO.
Vendem-se em casa de S. P. .lohnslon i C., che-
nda ullimameule, as-im como bous sellins ionlezes,
lio de vela, candieiros e caslicaej bromeados,'ludo
dor precos commodos.
do mussulina o covado a :ii0
Lencos da soda da ludia muilo linos IS80
Ditos de cores proprios pura senho-
ras a i/(on
Meias de seda pretas do peso o par a 29SO0
Barretes dc seda prela, proprio para
padres a 3*000
Guardanapos de linho boa fazenda
duzia a 2^800
Ditos de algodao alcohoado a 29400
Toalhas de linho para rosto urna 600
Chapeos de palha americanos a 2^000
Bonetes de panno lino c de casemira
dc cores a 2 e 29600
e outras muitas fazendas que se vendem por
deminuto prego.
Vendem-se caixoes com doce lio de
goiaba : no paleo do Garmo, esquina da rua
de Hurlas n. 2.
O C1IARD&-IJVROS ItltASII.RIRO, 011 arlo
da escripturacSo mercantil apropriada ao
commcrcio do Brasil : vendc-se na rna da
Gadeia Vclba 11. 22. Prego 8/000.
elogios de patente
nglczesdeouro, desabnelo edevidro;
vendem-sea piecoia/.oivel,cm casa de
AugustoC.dc Abren, naiua da Cadeia
do llecife,armazem n. oO.
aa ala % pf
r 3
Vendc-se cal de Lisboa ulUniamcnto che-
gada, .-sim como potassa da llussia verda-
dcia : na praga do Corpo Santo 11. 11.
FA&INHA
>e Trieste.
Vende-se em rasa de ganadera Brotbers > C. ,
praca iln Curpo Sanio n. 11, a muilo superior e bem
conhecida farinba de Triesle, da marcaprimeira
qualidadecbeuada em 0 do correnta na escuna
nPfeil", cm porcoesi;raii(les e pequeas,conforme I
yOntadc do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
?ia funipo de ferro de I). W. Bowmann u |
m di lirnm, passando o cliafariz, eontin lia-
di< umcompleto soriimci'tode taixesde ferro fun
.ido 11 balido de 3 a 8 palmas de bocea, aa quaes
(cbaiD-: protnplidio: e:nbarcara-soucarre^aai-se mear
ro serodospeza ao comprador.
Km casa de Saunders Brothers C piaca
do Corpo Sanio o. I l,aa para vender o sa umla
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dilo entraneado igual ao da Babia
E u completo sortimento da fazendas proprio
para asta mercado : ludo por prego commodo.
Algodaozinho
de assucar.
li.i Baltia
para saceos de assucar: vende-se cm casa
de N. O. Bicbcr n. I,
He muito-barato.
Vcndcns-.se duzias de facas e garios dc ca-
bo de marlim dc boa qualidade a Id?, ditas
dilos dc cabo dc balaugo muito linas a 6/,
ditas ditos cabo roligo eoilavadoa 3?, du-
zias de colheres de metal principe a 3? c 8>:
ditas dc mclal mais ordinario a 800 c l?40",
c outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BAS-
TAS. ^
Vcndcm-sc bandejas linas c dc varios la-
manhos pelo barato prego dc 1/500, 2J50O,
39500 e *? : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQES FINOS.
Vendem-se loques muilo finos com rn.a
pinturas, espclho e plumas a S#, 3*50t 6 4/ :
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33*
Potassa e cal
Fuglo de bordo do vapor Iruarassu', o
escravo pardo de nomc Amaro, idade de 22
annos, aliura regular, e oi canoeirodo por-
to da rua Nova : quem o apprehender levin-
do-o a seu senhor Josc Francisco da Costa
na rua do Trapiche n. 14, primeiro andar!
sera generosamente recompensado.
Atttnyo.
Fugio no dia 16 do correle mez o nrcto
Justino, crioulo, com os signaes sccititcs
altura regular,, rhcio do corpo, sem barba'
com Taita de denles na I rente, calvo de car-
regar peso na rabega, muilo rcgrisU, he
bem condecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor : por is-
so roga-sc as pessoas que o encontrar, que
o mande 111 prendere levar u rua Direila a 7*
que serao generosamente recompensadas. '
So da 4 dc ove.riro do corren.; anuo
desapparcecu um negro dc nacSo. masqu
parece crioulo, por ter vindo muilo peque-
no, anida mamando, o qual representa ter
de 26 a 32 anuos e idade, de nomc Maihias
cozmheiro, estatura ordinaria, magro, rosto
rompndo, pouca barba, olhos grandes, ao-
brancelhas fechadas, nariz chalo e pontudo
beicos grossos, bocc regular e com denles'
tem urna pequea cicatriz cm urna das f
res. o outra om una orelha, pcl. parle de
ba.xo, de um lalho que levou, bem- como
outra no peseogo, que por muito leve, Ulvcz
seja pouco visivel ; foi encontrado em Sanio
Aiilao.seguindo estrada, com um bauzi-
uho de flandres novo na cabeca, e um callo
no braco, sendo muito dado a briga desles
aniiraes ; ele escravo perlence a GusUvo
Jos do llego, no Recife, rua da Aurora
que.n o apprehender ser bem gratificado
Dcsapparcceu da casa do abaiso assis-
nado, no dia 16 do crreme, urna escrava de
nome Marciza, rom os signaes seguintes :
cor fula, idade 40 anuos, baiza c bastante
magra, c tem uma cicatriz em cima do olho
direilo proveniente de 11:1 a queda qoe deu ;
a qual levou vestidosazucs um panno lino
preto ; osla escrava foi em algum lempo do
Sr. Joao Itaptisla dos Sanios Lobo da rna da
Praia : quem a pegar e levar casa mencio-
nada na rua .Nova 11 5, sera" gencrosinunle
recompensado. Jos Joaquim da Cunha
Guimarf.es.
No dia 21 do rorrcnlc mez fugio o pre-
to crioulo, do nomo Onolrc, com idade de
23 annosi pouco mais ou menos., ,-om os
signaos seguintes : edr Tula, estatura recu-
lar, reforgado do corpo, bem parecido "ar
alegre, lom os denles perfeilos e bonitos.
nao tem barba nenhuma, foi escravo doSr.
Anio Josc da Silva, morador no harhodn
Souza em Panellas dc Miranda, para onde ae
julga ter ido; quem o apprehender leve-o
a rua Direila, padaria n. 24, que sera crati-
hcado.
De.apparereo nn dia ila-feira 211 dararrae-
le, uma prela que resala 35 annos de Idale, Irn4a
Talla dc nenies na Irenle, um dedo da mi, direila
aleijado, altura reRlar, bem prela. dc non e Mana
recommenda-ie am Srs. capilaea de rampa qa a
apprel.endam e leve a rua larc.a do Roumn. loja de
ounves n. 2li, que aera' bem rerompenudo'.
I i(-.i|i|.arci-i o no da 2:1 de n.anh.'a. am fs-
cravo dr nnu.e Miuuel, crioulo. lula. Irn w m
'pallii-iadn-. h.iili 1 poura, srowo da rwpn, aliara
rreular, levou camisa branca, -ale, de r.iamla 4m
lisia : |icdc-se >s auloridadei puiKian e ramuca d
campo que o pecucm e lccin-n a raa Direila n *
2b, que .e recompensara' l*m.
Fugio de bordo do brigue braaileiro
Melampo, na noite do da 8 do crreme um
negro de nome Marcelino, nagao (abmda
altura regular, secco do corpo, rosto cosa-
prido, barba serrada c cria suissa, coa ralla
dc denles na frente, c consta andar vestido
Vende-se na rua do Queimado. na bem co-1 c"m PleJo,e calcado : quem o pegar leve-o
.,., 1 a bordo do dilo navio, junto ao caes do Pas-
voltas prcas linas e ordinarias, ricos aliine-1 *ei ,,,ul,1c0> "u a Ci,sa e seu consignaUrio
les, ricas pulceiras, ericas rozelas, ludo do' 'anocl Alve:j guerra, na rua do Irapiche n
melhor goslo que se pode encontrar e por : '* ql mpensado.
prego que nao dcixari de agradar aos se-|
nliores compradores.
virgoiri.
No enligo c j bem eonbecido deposito da
rua da Cadeia do Recite, escriptorio 11. 12,
ha para vender muilo superior potassa da
llussia, dila do II10 dc Janeiro, e cal virgen]
de Lisboa em pedra, ludo a precos muilo (a-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores satisreitos.
Para quem estivir de hito.
Vende-se na ruado!
nhecida loja de miudezas da boa fagina n. 33,
l'EKN. : TVP. DE M F. E FARU 1857


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