Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06669


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANN0XXXI1! H. 8,
..;
Por 5 mezes adiantados 4,$000.
Por 3 mczcs vencidos ..,500.
TKRC* FEIBA 24 DE SURCO DE mi
Por anuo adiantado .5$OO0.
Porte fcanco para o subscriptor.

\*
i:\CAHULi.A!o> DA Si;i0IUi>CA'O NO I\OU i;.
Pirahibt o Sr. Ji-m Kodolpio Gomes: Natal, o Sr. Joa-
uiin 1. Pareira Jnior; Aracalv.n Sr. A. da Lem os llnua ;
e-rt, o Sr. J. Jos da Oliveira ; MaranhSo o Sr. Joaqun. M-ir-
nw Rodrigues ; fiauhy. o 8r. otuiagot llerculano A- fresioa
Oareose ; Para', o.-r. Justino J. llamo. ; Amaionas, o fr. Jero-
nyroo da Costa.
PAHTIDA UOS GOAAEIOS.
Olinda: la>ds os dlas.df 0 0 Mil
| a. '. i.iiiii.i .. Parafciba : (i
S. Aoi.....i:.-........ Knniln, Carian
-.. |. ..,,.,... -I \l..... N.i-..r-i
... | i..r,... l.r.,-1:. Ha, Roa-Vi
,Cabo, Ipojana, Sjarlahaenl, Riu-Fi
Pim.-ni."!: i* Natal : quii...- li-tr...
;T.>.I<> o eorrelo* parleta ... 10 km la da nanhaa.
I...r.. dn.....
. ...i.|.,s -u,-l,-ir..s.
, M.nil,., i.......Iin.r-: ti* terca-reira
.............'i-,-. I'.-.,...-..., la
I......n B l.x.l .... .pitrl..--!.-...!.
I.,
...o, l .... Ilart
AUDIENCIAS DOS TBJBONABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .^nnL.. e quintas.
Relacao ; lercas-feiras e sabbados.
Fazenda .- quartas e jabeados t 10 horai.
Juizo do commercio : segndalas 10 hora a quintal ao mtln-dia.
Juizo d orphoi: lea,unda e quintal as 10 horas.
irimeira vara do civel : segundas e mUi ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartai a ubbadoiao meio-dia.
BPIIEMEKIDES D<> HEZ DE UARCU.
3 Quarto crcscente ai 2 horas e 11 minutnsda larde.
10 La cheia a 1 hora r. 58 minutos da farde.
18 uarlo mingiianle as (i horas e 41 minuto da manha.
23 La nova as S horase 9 minuloi da larde.
l'lti-: \l.\l; DB IKi.lb.
Primeira as 2 llorase 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da maullas.
das da semana.
2.1 Segunda.Ss. Victorino. Frumeneio. Fcli e aomicie Mm.
24 rvrca S. apila m. : s. Latino h.
3.' Quarta, : Anunciaran de P. 5. ; > lieineo b. ni.
21 Quinta. Ss. Ldicro e Uranio ab.
27 Sexta. S. Roberto b. s. Pileta e l.ydi.i Mm.
2s Sbado. Ss. Priaeo Maleo e Fastoi
29 Domingos. RerwldoS. Jouas, Barachizio e Pasloi Mm.
I.M.Altlir.i..titos DA SI I.m.II-i .\i M st I.
Alagnas.o Sr. Claudino Falca Mal; Baha, o Se. D. Ihincu
Bio de Janeiro,u Sr. J0.10 l'rreira Martini.
EM pr.ii\AMiti<:o.
0 proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria. > M.
n ra i.i. prata da Independencia ns. 6 e .
PARTE OFFICiAL
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel gaaeral do commando daa arma* da
Fernambaco ai cidada do Recite, m -- de
Marfo da 1857.
ORDEM DO DIA N. 141.
O general commandante das armas faz eerto, para
ennhecirnenlo da nuarnic,ao, que o governo de S.
M. o Imperador houve por bem determinar, por
aviso do roinislerio dos negocio* da guerra de 2i do.
taverer ollimo, (que Sr. capilla Leopoldina da
Silva e Azevedo regressasse ao servido do balalhao 9.
de iufanlaria. a que pertence, visto nao poder con-
tinuar no empregodeajurianledt ordena doExm.Sr.
lente Raneral inspeciur do 'i. dislriclo militar de
infantera, o que eonstou do ofleio abaiio transcrip-
to, em o qual se declara a maneira porque o referi-
do Sr. capilao servio emelhanle empreg.
OFFICIO.
lllm. Em. Sr.Em virlude io disposlo no
aviso, por copia aqoi adjunto, pela secretaria de
estado dos negocios- da guerra me fui dirigido,
inaudei apresenlar-se ao 9. balalhao de infanlaria
o captIAo Loupoldinu da Silva e Azevedn ; e para
que convenientemente conste, declaro, que duran-
te o lempo emquaolo este utlicial exerceu as func-
tes de meu ajudantc de ordeos por sobre liem
desempenhar semelbanle commiss^o do servido mi-
litar, se huove em dito perio.l cum a intelligencia
que Iba lie inlierenle, encadeada a zeloe disni-
dade.
Utos guarde a V. E*c. (,) pectora do lercciro Oiilriclu militar de inlanlaria
na cidada do KeciTe de i'ernamliuco, 21 de inarc
de 1857.lllm. o Exm. Sr. lenle general Jos
Joaqunn Coelho, commandante Jas almas desta pro-
vincia.Antonio Conos Ceara.
'Jos Joaqun Coelhn.
23
ORDEM UU DA N. m.
O gtneral commandante dasarm.s em compri-
meoto das ordens em vigor, e das que Ihe foram
espedidas pelo presidencia, com o fin de solemm-
sar o anniversario no jurainenlo da constiluiiao do
imperio, determina, que s 11 horas da inaulila do
da ) do conenle urna divisio emposta de daos
brisadas ao mando do Sr. coinnel Domingos Affon-
so NeryFerreira esleja formada em liaba na ra da
Concordia.
A primeira bridada se compora' do I* esquadrlo
de cavallaria da goar.la nacinnal, do I. de artilha-
ria, a do I'de infanlaria .la roxiin suanla, e da
coropanhia de arlince^, guarnecendo um p..rque.de
arlilbaria deqaalro bocas de fogo : a segunda bri-
gada dos rulalliftps 2. e 3" da r-uar.la nacional ; eila
sera' commandsda pelo Sr. lente coronel Thumaz
Jos da Silva Gusman, e aquella pelo Si. leiieulc-
coronel Rodolpho Joau Barala de Almei.la.
Ao raeio dia em poni a divisu eslara' formada
em linha no largo do palacio da presi Inicia.
OsSrj. ciiiiiiii.Hii.iiii.- de divisSo c brigada* es-
collierao d'enlre os ol!i:ia sens commandados,
quelles que mais aptos forem para os respectivos
empregos.
O commandante das armas convida aos Sis. ofli-
ciaas do esercito a coinp.irecercm n refer lo pa-
lacio, afim de assistirein ao cortejo qnc st lem de
fater i efligie da S. M. o Imperador.
Af msicas dos corpos do linha tocarlo .ni pala-
ci a alvorada no dia 2, no acto do corlej e o re-
colher dense mesmo dia.
Jtitc Joaqun Coelk)
jui/o especial do cominercin desta ridade em que
silo :
Assravanle, Juaquim da Silva Mnuro -,
Acuravado. Joa Das da Silva c sua inulher.
K nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a aassXO as 2 horas.
nome mudou no de Douranis, Ihe pernilliram es- Sbali-Sliondja, cujo reino foi reconquistado por um I pellindo-os, para niio deixa-los penetrar na India Insislimos sobre este capitulo" de DOUI histeria
SXTERIQB.
TIC-TKf B.X. "2 aeM1%s7.>CZQ.
SBSSAli IDMGIARU E51 23 DK IUKiJO PE I 85"
Presidencia do E.rnt. .Sr. ilc sonsa.
Ao meio ilia, acliaado-se praaentes osSr*.' desen
bargadores Villares, Gitirana c lluimarae, .
senbores depul.ido^ Reuo, Basto, \. .nos, nhoi
prasidento bro a sessao, i ud.i a ida da ultima, be
approvada. ,
Juliamentn*.
Entrando emjulganie.ntu a appeajiio commcreial
desta cidade em que sflo :
Appellante, Tlsso iV Irmla ;
Appellados, a viuva Forno i\ l'illio e o curador
geral.
Foi cuii.irm i l.i a senlenca appellada.
.Vpres..iii.ni i pelo Sr. desembargaJor liilitana, pa-
ra jnlgamento, a appellaco coinniercijl desta ci-
dade em que 3o :
Appellante, Jos Antonio Lopes;
Appellado, Joaquini da Silva Lopes.
Sorteados os Sis. deputados Reg e Uaslo e pro-
posta a causa.
Fot julcado uullo lodo o processo por ser a accao
iucompetenle.
Apresenlada pelo Sr. doembargador Villares, pa-
ra julgamenlo, a appellacao coininerrial desla cida-
da em que sao :
Appedanles, JoAo Pinto de Leinns ,\ Fillio ;
Appellados. Antonio Ignacio do Kego Me tetros,
por si, e como administrador de seu lillio e o de-
embargadorcurador geral.
N3o pode ser jaleada por falta de joi/.es, em con-
, sequencia Ja sospensao dos Srs. depulados l.einos
e Medeiros Reg.
Paatagem.
Do Sr. desembargado!" (Kirana ao Sr. desemb.ir-
gador Villares, a appellacao commercial delta cida-
de em que sio :
Anpellanle, Antonio Ooncalves dos Sanios ;
Appellado, Firmiano Joso Kodcigues Ferreira.
^ Do Sr. desembar^ador tiilirana ao Sr. desemhar-
gador Guimarea a revista commercial do Kio tic
Janeiro em que sao :
Recurrente, Antonio Pinto Ferreira ;
Recorrido, Jos Gomes Itibeiro.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desemhar-
ga.lor Gitirana a appellacao comm.rcial desla cida-
de em.que.iao :
O nomero da Heme d'lidimbourg que acaba de
apparerer, coutem um artigo sobre os negocios da
l'ersia, sobre as causas da guerra que a Inglaterra
acaba de declarar ao Shah Nassr-Eddiu, qoe Ira-
fii/nMm... por inlero, se podessemos dispor do es-
paco necesario. Reproduziremos todava a parta
mais inlcressaiile desle Iraballin anonvmo, confor-
me as usancas da imprensa ingleza, mas cujo aulor
parece-nos ter intervido nos ncontecimeutos, que
refere, c 1er lido a sua dUposc.3o meios de infor-
DMfM bebidos em fonles cicepcionaes. S esla cir-
ciimslancia baslaria para llar a esle arligo mu ata-
rease de curiosidade real. O que niio o reconiinen-
da menos, he que, hem que seja naturalmente es-
coplo sob o aspeclo in^lez, elle faz-se nolavel por
urna granilc mndcracAo as ideas, e por urna rara
imparcialidade na e\psic,ao dos fados.
Propriameule fallando, nao be mesmo senao urna
ejposicao muito simples e inuilo lucida das circums-
latrcias que produzir^in a situaco actual, e por lo-
tos estes ttulos mercee a attencAo dos leloros do
contincnle com a do pubiieo inglez.
Todava para tornar esle arligo mais facilmeule
inlulligivel, parece-nos necessario recordar alguns
fados, dar sobre alguna ner-onagen", cujos noines
vao-sc offerecer ans;olhos ilo leitor, algaran indica
ees suinmarias, que lixarao todas as duvida* e dis-
siparilo todas as obscuridades.
A l'ersia, onde ora reina a influencia da Rtissia,
e o Aflaghnislio, onde domina a iiillueucia ingleza,
san hoje dous paizes separados ; mas na historia,
elles forain pelo contrario inuitas vezes reunidos
sol o mesmo governo, qner tenliain sido ambo* suli-
mellidos pelos meninos eoaejaialadafef eslrancciros,
qufr a Parala teulia reduzi.lo o ArTghnilUn. Foi o
caio mais ordinario, e assim era no ineiado do nl-
limo seculo, quando na marte de Nadir-Scbali
IT7 os dous paizes te separavatn ilelinjliva-
menle. Na Persia, ilepois de horriveis guerras ci-
vs, -. lu.o (iirroinana dos Kadjars apn lerou-se do
governo. au chafe, A^a-Mohainiiied-Khan, subi
ao llirono em \71lT, e seu lerreiro successor, Nassir-
Eddin-Sbah, he o principe hoje reinanle. Me una
grande forlana para os Kadjars lereni-se elevado a
csio grao c!e grandeza, e nao poderam cerlamenlc
chesar ,i esle poni sena com o auxilio de tlenlos
reaea ; porom, por ouiro lado, he preciso reronhe-
cer que :eiilium delles moslrou as qualidades lie -
ruicas dos conquistadores. Foi pouco a pooco e pas-
mu a paase que elles lizeram sea camnUo. desenvol-
voiidocm sua eondaeta mas haUlidade que gran-
deza. Demail o lampo paitOU, ir>e>rao na Asia, on-
!e barlriru: tahldos de um deaerlo podein fun-l-.r
ootleroso. : .' V illilu.vria ropeu ah ;, no uorte, quer m io-dia,
que oidelenl leade o principio pelas superiorrSj-
d*s dea racursos, i. dinheiro, da ^ciencia, daa ar-
m da organi acln .ttililar, que os lolhe em seu
v '. com < '. nstru Denlos lerrivcis pira Oh bar-
. qn ii i os Iralados e a diploTaacia,
:..' a ralva-guarda eilleai doapuvos civilizados, he
amina b rbaiv, que nao abara observares
trillados, e qoe ignorara que a violacil de um com-
promisso interaaclenal he coiisidarado p i i- naraei
esclaiccidas como um insulto de qual niio lie per-
millido ileivar ae lomar sali-fasao.
Des.ie 1800 os Kadjars cstavam pre-ud) nos lago*
da iiiplomacia ioglcza e russa ; linhant conquistado
a maior parle da Persia propriamenle dlo, e le os
deiansetn obrar ja soriam ha anuos senbores do Afl-
ghnislan.Porem a consequencia deenaa relatoescom
os europeiis devia apor-lliM limites, e de relo
Ibes ruslou d'um lado a Georgia, a Armenia persa
o (ihilan. ele, em quanlo que do nutro od delem
ha vinle annos peranle llera!, peranle urna ri laile
que cin sua qn.ilidade de herdeiros da roroa da
Persia, dpvem encarar cent) ama propriedade le-
gitima, porque ller.il he eapilal d'iima provincia
persa, o Kliorassan oriental, porque a matan da pj-
pular,5o ah he persa de origem e sheile de religlao.
Ileral he para elles o que seria em Franca para
urna nova dymnaslia de Inglaterra Mrasbourg ca-
bida as maos do eslrangeiro.
Para os Allghans a morle de Nadir Shah pareceu
dever ser o ponto de partida de urna nova era de
gloria e presperidade.
Na vespera da morle desle ccinqui-lador, c na
mesma imile da bslalha que se deu entre us Persas
de um lado, os L'sberk e os ArTglian de nolro, um
dos rhefes desles allimos, um do* mais diltinctol of-
liciaes de Nadir-Shah, bem que eiilao lve-se ape-
nas 21 anuos, Ahmed-Ahd'li. sabia de Meched a
freule de :),0il0 cavallos, dirigia- tabelecer-sc sem diflicuhladcs ; i sua morle em
1773, elle poda considerar-se como o fundador de
um grande imperio adquirido por iunomeraveis
victorias, e que se e-ten la do norte an sul desde
0 Oas al o Ocano ludio, do esle a olc desde o
grande deserto da Persia ale as fronlciras do Tliihrl.
No norte elle havia conquistado Ileral, o Khindous,
o paiz de Kalk ; no oeste o Keloulchistan, no sul
Cachemira, o Pendjab, o MoulUn, o Lea, o Siod,
possua de fado todo o curso do Indus. Porem os
principes seguem-se, mas nao se asemelham. Sob
o imperio de seus implacaveis descendentes, lodas
as suas conquistas foram successivamenle perdidas
para ns Affghans ; e em IS'J seu nelo, Shah-Sbo-
naja-oul-Moulk, tendo perdido a balalha de Nimia
era expulso do AITghaiiisian. Ilo-pede do rei dos
Se.khs, o celebre Raodjil-Singli, era por elle trata-
do do modo mais cruel e dava-se por muilo feliz
em poder escapar principalmente de Labore para ir
pedir um as\lo aos [Bolean. E-le principe lao fra-
c quanlo infeliz, descontentara Indo inundo circum-
vizinlin e particularmente a numerosa familia dos
llarakzis, perlenrenle como a casa real, a tribu dos
Douranis. Senbores da situaco, os IMrakzii anda
nao ousaram tomar aberlamenle o poder, e conleu-
laram-se de fazer proclamar um irmao de Shah-
Shondja,o indolenle c ellcminado Mahmoud a quein
excrcilo ingle/., commandado por lord Reah. Canda- ingleza. plomalica, porque, oelo que roapeila a Persia, o
bar abandonado por seus principes que (agirn pa- [ .. Afilia os Allghans e os Persas linliam mudado momelo era por si in-smo muid iaportaate e por-
Persa, ibro suas portas sem resistencia ; cnmpleUmen'.e suas posi^es respectivas vis-ii-vis' qoe se deve considora-lo como i oeeaatlo d; que
Ghazna foi roubada por um golpe vigoroso, e o emir
Dosl-Mohamme!, vencido na balalha do Parawon
Dereh, foi obrigado a consliluir-se prisioneiro as
maos dos Ingle/is que o enviaran. ..ira Calcutla,
em quanlo seu lilho Akibas-Khan refugiava-se para
as momanlias onde o inimigo nao peiisou em perse-
gui-lo. Sabemos o reslo. Depois do mais de um
armo de infructferos esforcos para reorganisar o im-
perio do Shah-Shondja, arre'*-, ion urna formidavel
insurrricao cunlra os eslrangeiros na cidade de Ca-
boul, durante o inveruo.de 1811 i 181,2 o o exercito
de lord Elphioslone perece lodo inlero uas neves do
AITghonistan. Si um liomom escapou o doo'or Br\-
dou. Esle desaslro a que Shah-S londja, apenas so-
breviven alguinns semanas, foivigado na prima-
vera scgunle pelas lerriveis execncoes que li'.er.im
sollrer cm lodas as cidades do Caluul, as Iropas de
sir George Pollock e de sr \V. Ni II. Porem enlao
a poltica ingleza havia mudarlo desyslcma ; em vez
de procurar eslahelecerse directamente nu Au"gbo-
bistan, o que exigira enormes esfsrcos e icnlicios
lauto mais consideraveis, t-irque lOlftO nao se pos-
sua nem o Pendjab, nem o Moulhn, nem o Sind,
a Inglaterra lomara o partido de ieliar os AlTgans,
impozerain o chele de sua familia, lelli-Klinn para enlregues a si proprios, esperandi a< circunis|an-
visir. Esle senhor real do poder servio-se .t. II- pa-
ra fazer a fortuna dos seos ; linha 18 innaos p di-
vidi colre elles lodas as grandes pracas do Estado.
.Mahmoud, adormecido nos prazeres, deixava passar
lodo ; mas seo (lho o principe Khamran linha ciu-
me do poder dos Barakzis.e persuadi a seu pai pa-
ra mandar assassinar o visir. Com a noticia deste
erime, levanlam-se armados lodos os innaos de Felh
Khan, e Malunolid' em craprchender resislir-lhes
fugio para llera! cujo governo p-rteneia a seu (lho
K irnran. Ah he que elle morreu em 1829, deixan-
do esle pequeo, mais importante principado a K-
hanran-Shah que o enn-ervon ale 1812, onde foi
por sua vez assassinado e substituido no poder por
sea visir Yar-Mohammed de quem muilas vezes te-
mos do tratar.
AppelUule, Manoel Antonio dos Santos Fonles ; ., oripn|al, anoderava-se de Ileral e fazia-se pro-
Appellado-. Antonio Joaqunn da Silva Castro. Jo-1 .. ., .
s de Oliveira Campos o Joo Keller i\ Cumpa- i c,ama' Pm Candahar soberano do Anglianislan. Sua
uhia. *
O Sr. prcsidenle negeo provimento ao aggravn do
gloria pessoal e sua qualida.le de chefe da familia
dos Saddojis e da poderosa Irib dos Abdatis, cujo
Depois da fgida de .Mahmoud, os llarakzis lenla-
ram, mas em balde, enllocar no poder Shali-Sh'jiid-
ja, depois poaeram no trono um phaulasma de prin-
cipe, Cyoub, oulro irmao de Shah-Shondja, que,
d'culro em pouco horrorisadn pelos aclos de violen-
cia que os Barakzis, que disputavam o poder, com-
melliam al Uo interior de seo palacio, fugio em um
bdlo dia para Labore, onde morreu, ha poucos an-
uos, na mais profunda obscuridade. Este acoutec-
mento desfechnu a guerra civil sobre o Allglianislan ;
e, depois de muitos cmbales eulrc os llarakzis, es-
ta guerra produzo a divisao do paiz. Um dos irmaos
o mais capaz, pelo que parece, o emir Dott-Mohtm-
med,eslabeleceu-;e\in Cabool, onde anda hoje rei-
na, se bem que sua existencia lenha sido alravp.sada
or vicissiludes exlraordinariae. (luir, Cliilh )il-
Kban oulro ebjuqado Mobammcd Khan, fez oulro
lauta em Paeaaver, dividindo-aa q resto des innaos
de Peta-Khan entre Caloul, Pecl^ver e Candahar,
segundo suas atleirSas, segundo o acaso da guerra, e
das intrigas qo; nao dexaram do entrel.r mis con-
tra os oulros, batanle poderosos para ae perjudica-
ren) -emp e c mullo fraco? para que iicuhuui d'ellea
pdeme impor aos oulro* sua aalnridade. O mais
feliz he Dosl-Moliammed, que conservou Ciboul,
Ghazna, DyeDaJH I, o que segundo diztm icab.i de
tomar Candahar, o mais de-gratado foi o pnucipc de
Pechaver, que desde 182, era obrigada a pagar tr-
bulo a Kandjit-Sngh de Labore e que acahou por
ser despojado de seu principado cm 1839, quando
os Inglezes, querendo assegurar- Sikhs e da passagem alraveV, de seu territorio para ir
levar a gnerra ao Affghonistan, permllirem ao rei
de l.ahnre annexar Pechaver a seu reino do qual
herdaram boje.
Esle eslado de perlurbaccs e de de explica como os principes de llera! e de Candahar
licaram quasi perpetuamente em inlrigas reguladas
com a Persia que sempre reclama direitos desuzera-
nin sobre o AlVghanistan, esle eslado anda dnrava
quando em 1839 os lnglezes, leudo embalde leula-
do dar queda na publica ru-.a na Persia, e nao !en-
do mais po ido enlender-se com os principes do Ca-
bool, emprehenderam para coulrabalanrar a influen-
cia de seos rivaes do norte eslabelecer-se no Aflgha-
nslan. A presenca de numerosos agentes russos ha-
via sido assignalada as pequeas corles situadas no
oeste do Indus, e me silio de llera!, bem que se fosse obrigado a levnta-
lo e chora firlemenle em toda a Asia Central, a es-
trella ingleza cmpalldecia, lord Auckland e sir W.
M. Naghefl jalgaram resliluir-lhe sen brilho, fa-
tende.....i demonslraclo no meio desles paiz.p.. Re-
cusando seguir os consellins de sir A. Borne*, que
qaizera que se eniendesse leparadamenta com os
emires do Caboul, inaliliram, na Mperanea de dar
mais forca ao paiz,para que fo'so eunstilnido sob urn
governo unitario ; e nao pudendo consegui-io, visto
que era impossivel a conc.bacilo entro esles irmiios
inimigot, liraram de sou longo exilio, o desgranado
do governo da India ingleza. data a queda da inllueucia nglezi na corle de le-
" Em 1806, colligavamo-nns com os Persas e con- "eran. Embora ludo quanlo no* possaciislar.be
Ira o Affghans ; em 18(19 rom os Affghans cunlra mi'ler reconhecer que a Persia linha inultos direilos
os Persas ; e emqnanto assim enlravamos em rea- a encarar a Itiglalerra como um alliada de que dc-
coes hoslis com a Persia, de ou (ro lado e ao mesm' via *perar pelo menos alguma assislencia na hora
lempo ronlratavamos rcltices amigaveis com ella, i''" necessidade. Quciiamos que a Persia nos consi-
Assim por um tratado especial os Persas emppnha- ''erasse como seus amigos, e fallavamos ao dever da
ram-se no caso qoe os Estados de S. II. brltanoi- i am,Zi"le. Qodo eslavamos em urna posicao dillicil.
c fo.sem atacados ou envaddos pelos Affghans ou quando apprehei.Jiamos algom petifo, fomos pedir
por oalra qaalqaer poleneia, para empregar suas! asf',"t" fore.as para a defeza dos ditos Estados, e mitro r- i ,,p !'ros,ar "'! ol" ""s"" alliado, alramn-nos a. sub-
ligo do mesmo tratado especifica, que i no caso em I li,nm c rte l',cln 'Hamod as nos-as obngacops. Nao
que a guerra arreheala*n entre S. M. persa c os! ""s '"Prendamos pois,e desde u tratada da Tourk-
AOghana, S. M. o rei da Grla-Brataalia ato toma- manleh"i a '"gla""'" '"i considerada na corto da
ria psrle nella, a manea qao COMO Chamado pelo IPer,i" COm ^"MQ f"V0C e com "1"iU desennfianra ;
damjo das duas partea a offerecer toa medltrao. | a Rossia prkto faaaw-ae tomar na Ptala, a Inglatotta
A mais justa reciprocidale nao resuliava iIp-Ips do-
cumentos. Se um dos dous, Persas 00 A Heliana, nos
ararasse, o oulro nos devia defender ; m.isse um
alaras desgracada sorte. Parece lalvcz hbil, diplomalica-
n.lo p le inspirar nem confianza nem lemor.
" Em 18JI1, a niissSo ingleza, enllocada ha alguns
anuos sob a dircreao do ministeo dos negocios es-
lrangeiros, M posta as nrilcns d(. governo da ludia.
A' alguna respeilos, era urna mu latida que se poda
menle fallando, obler iguaes resaltado*. Persuad- | juslilicar, mas na realidada hav.a pmicas vanlagens
mo-nos eulrclanlo de 'que semelbanle eondaeta, a esperar de urna mi-dida tom.i.ta mb a inspiraran
VISil V BOS.V-
Lembrancas das margens do
Bosphoro.
POR PAULO DE MOLENES.
II
( ConlinoacSo.,
Assim fez Slrezza, e preenchida etsa foriiiali.lade,
Mugues arlinu-sejiinlo da liuuri. Ja disseinos no co-
meen de.ia historia, que cssa Imnri era ehriatSa ; lie
preciso agora dizer em poucas palavraa de que ma-
neira lio.... reilgiau Dzera e-sa bella conquista. Hu-
raa ama de suas estala em Franca, (Jaman pa-
cha conlieeeri urna velba Irlaodeza muilo mais rica
por si s. do que melado de spus"cninpa|i :ulas reu-
nidos. Lady ('Pemi\ se atleicoara muilo a Ais la,
cuja mai havia fallecido, e que linha enlao cinc ou
seis anuos. Ella rogou a (Jsimnque ib abandonas
queremos. As palavraa asnas vagas, quede quando
em .|n.iii 11 escapavam de seus lindos labias eram
barmoaiotas e como impregnadas de ana belleza.
Claresford seulia-se pouco i pouco embriagado.
Uando deizou-a, estava por ventura enamorada '.
Nao, de cerlo ; mas eslava encantado, e passeiava
pensativo em jardini invisivcis.
O veiiio Otinan com verdadeire fomisia de ha-
rhich pereebeu esae eslado, c veio assenlare junto
deile. Traynu- iiho; peisj dissmos que as babtlacos de Mugues
saines europeus mais cheios de ezeenlricidadN : ma-
eslri celebres,antigs bellezas, p sabios velhes, Infe-
Na mesma imite os dous amigos enlraram no sala liz.nenle :icoir>eceu que Lady O'Penny, a qu^l como
da mu.'her do hauqueiro. Havia ah una dessas rcu- verdadera admiradora de Ostiaa, g.slava de andar
ninas xlraorilinarias como (podem achar-se miiit envolvida em araras, qneimoa de por acaso ama noi-
inenos l.mge do que em Constinliuopla, vi.lo que a le em que achav-sc sii em sea sabio junio da clin -
lal respailo etse povo tem-se afasia,lo das vas orlho- mine, depois da retirada de seas hospedes habituar*.
doxaa ; eia um desses ront que parecem, pela di- Quando correram em eu soccorro, ja era larde, a
versi.lade a-.s elementos que reunern, episodios do pobre mulber perlen-ia a um miiu lomellior, ou icl
joizu final. Cm general polaco, orna prince/.a arme-. menos a oulro mundo; havia drixado c.(e la ines-
na, oro marcador jud>, um diplmala frsiirez es- peradamenle qu neiihuina de suas ventados prova-
lavam reunidos junio da senhora Kr.izz.ini. Clares- veis p le ser salisfeila. Aisha qu^ enl.ln linha n-
tor.l, qt'O nHo gold moito de obaervar. bem que mu-, '" anuos, irlade em que as miillierps orienlaes j san
las pesio.ss digam-lis incessanlemenle n En ah um : frutos doura.los pelos ralos ra mneidade, foi obriga-
objoclo curioso para um eacriplor como vossa senlm-1 da vnllar para a companhia do pai, e, devo confe-
ra. Claresford aeiuja ja um enfado formidavel, I aa-lo, qua-i Torca comodantes, lievardada, porem,
quando enl.'ou Oiman Pacha com sua filha Aisha i que havia recebido o nome de Rosa, no da em que
Rosa.
Nenhuma molher deise livr.i maravillio-.i, lano
pslda seus conloa des,lumbra delicadezas seci-elas do coraran, ..enluimi hcroini das
Mil e lima yoiex mo-(rou jiuais, levanlatid.. o veo,
lana perfeicao eom> nesii nole moslrav Ai-hi lio-
sa atravessando de roslo de-coberl o sal.ii la s':uho-
es,a menina, duendo que sena sua filha. O philoso- e do pacha cram contiguas
plio oiioinauo rea pouca reaislencia, o a pequea Tur-1 O senhor lem um potada maravilhoso, disse o
marquez ao pacha.
um ara.lemieo celebre, que llie servir de padrnlio,
renunciara por ella a Salanaz, as suas pompas e as
suas obras; e que depois linhim-lbe enstnado um
pone de franeez. A isso llmitavara se lorias as mu-
.l.iiieis pio.luzidas uella. O co a linha felo por01-
rellenri i mulber do scrralho. Ess.is .las innps lao
eslreilamenle unidas entre si, a preguira a vol
P-
ra Frazzini. Sna lez alva e rozada, aluminada por tiiosidade, pareciam guiar-lbo Indus os passos, assan-
uma dandi te de estrellas faziamni a---melli ir sea lar-se a -ens pe quando ella
um apparicao vio.la de um mundo occull-< e espen- quando dorma. II que sabia de franeez servia-Ihe
dido. Assim poda naressa alta e poderosa senhora, para exprimir um pequeo Homero de ideas pri-
qoe conhecemoidebaixo do nome da Im, quai-'lnc ,i. inrliva-, i,.....o e frac" perfume de-,i rosa ; porem
L'ma viagem ao Eg\plo forca-me a deixa-lo
por oin inez, respondeu o Turco ; se vossa cxcelleti-
ci.i qner, en Ih'o dcixarci dorante esse icinpo me-
danle...
AjaiHiima era lao enorme, que Claresford filan um
olhaT espantado sobre seu mlerloculor, o qual sorna
(um finura.
Porem, (ornou homem politice, rom grande
pozar meu alo posso levar nimba Silla. Deixo
Aisha, o que segundo crcio. mi impedir o nosso
negocio.
Vollando para a casa com Slrezza Claresford
dizia :
Aquiri urna Turca, por um me/., pelo precu de
quas um anuo de minhas rendas. Cerlamenle n.io
lenho remors"S pecuniarios, pis a avarera, como diz
um poela, nunca pplicoo-me seus labios lvidos so-
bre o coracio ; porem agora que ato cstoii mua jun-
io da mulber que fez-me pensar, seulir e obrar como
vcrriatleirn pers.niagem das Mil e l'ma Noilet, le-
nho cprla huinilhaeao, e rnuila Instala; Por ventu-
ra ja esiou redando a esse amor, que para enterne-
cer as bellas, derrama urna chova de nuio em vez
de lagrimas .' Alem disto, cm certa., malcras icnho
ria ouli'ora sobre a relva ein busca de seu paslor. : graras a casas poucas pnlavras de urna Img
ESI ei ii" *'''' ~ : : "riente adquirir um i
Na verdade, di te apresen
iiprosonli 11
I 'ja, a ddi
.. .le nos.
nlar-uie eu
nina rreatura e&traordinaria, c ser-
pst ece-me l.'to axtravagaula como -.
urna flor, a om dinnan a uina g.
dro, ei.ofim a qn ilquer c iusa dif! re:
nho voi.'ia.lc de ir limplesieeole a
lado sem dizer-llie nada.
Oh n 9" faca lu cou'.a, respond "i Slre/ : -
sas maneira, ">' valem nada pura com ns Orientan
do lempo, an pal, aos quaea quem quer g.....a loa
sem demora, dv ve tratar ,. mais p issivel pe .s rq idoi
civiliaadu*. Voi" opresentar lord llegues Claresford
a Osrnan Pacha, e depois a Aisha Res.
.....ida orna mocidadesingulai : nao goslo de por iu-
r-poosava, embala-la ; tairameoto parle miaba alma.
Oh responden Strc/./a, sin alma he muitn n-
sipida e louca -j- nao rieleil ir-se piulo da mulber, de
quo'vofs ha de ser senhoi amaohfta.
Alem disto... lornou muja lord Claresford,
Mas oto acahou.
II!
lie aqu que comeea a parle delicada e inlercs-
saule de minln irirracilo. Claresford pensun em
urna mulber que cbamarei a marqoeza Olimpia.
Indus jurariam que ella h- Mespiiinnl.. .' lolavia
cha ne urna anima eonsideravol, he l'ranceza, pois a Franca lem a privilegio de re-
nellida a om a,. lersonagem d.. Es) n ... Era prduzir com todo o seu vigor, e toda a sua dislinc-
'.:;/. o qi.. .. r i sabia.luis que li i.reslord ; ., io os I > pos i! I-idos oa paizes, OI>mpia lem
pceo.
ionbecon nan resoiveu re,ervnr :ia grarai
o a e.lur...;., liili .- moam recorso loprem para
ijualquei gran i circum. taacia.
rtaviap1' ha ;ue essa circiimstaona te apro-
ilara. i- ..nenie e! vado a dignidades.
Tal he o plano de conducta queannuociava lord
Ellemhurough, viudo [amar o gnvtrno da ludia, em
sua | roelamae.in dalada em Simia, no l" de oulubro
de 1812 ; e foi seguido. Os principes de Candahar
eutraram em seu pequeo reino, o emir Doal-Mo-
hommed, resliluido liberdade, loiiiou a lumar sem
lifliculdades eir. Caboul o poder qic Ihe linha con-
quistad e fielmente guardado seu (lho Akhhar-Kau,
morio depois. As cousa<, a partir desta poca, co-
mecaram a seguir seu ramiuho dllala, de guerra ci-
vil, de iulrigas, assim como se vai ver pelos extractos,
qoe vamos fazer da Revue d'Ediiabourg ; acres-
centaremos somenle, que nos ullinos annos ?s re-
laces lornaram-se mailo amigaveii enlre o emir de
Caboul e os lnglezes, e que nesle mesino momeulc
um corpo de exercito commandado pelo general
Cbamberlain, opera no Allghunistan, de accordo
com Dosl-.Moliammed. A Ingacerra be arraslada
por urna correte Irresistivel a entrar ueste paiz,
onde nada ha qoe lomar, e, omle ha muilo que
gastar.
Embora Os eslorcnsqoe (i/.emos para lomar sim-
ples e fcil de rnmprebcnder esla cxpnsieao da si-
tuaco n'Asia cenlral, ve-se quanlo a publica esla
ncslas regies einmaranhada a conlus.i. lie o que
necessilou esle longo preliminar, spiu o qual o lei-
tor, que ato esla preparado por astados a'nlerieres
para penetrar neslas Irevas, arrisear-se-hla a nao
se reconhecer.
Eis agora o arligo da llevar d'Edimh urg
o N'o'sas relaees diplomticas com a corte de
""i".....''.....'.......;.,. y,.-.,...-. ,i.........o-
henses do governo geral ci.; India, que lenii.. eolio
orna invado dos Aflgan*.' Era enlo de nossa po-
lilic.i animar o que dopoia la^l noa esforr-omos por
conjurar : um ataque dos Persas contra o Aflghani-
(an. Empregavamn-nos em excitar o Shah da Per-
sia contra Ileral, am de que a necessidade de fa-
zer f=re a um pens prsenle em iifnn certa direc-
cao desviasse as Agliaiis de seus projectos de con-
quinlas para oulro ponte. Todava a rrvnlla iulerior
preslou-uos oservieo. que queramos pedir an ata-
que exterior ; porque ante que aoaso enviado che-
gasse a Tehern, Ze.nan-Sliah havia sido redolido
impotencia pela rebelliao de sen propno minear
Eolio, como depo-s nossa publica linha um carota'
lodo definitivo, os inimiso* que n- Icniiamos, eram
os Allghans, e pedamos a Persia defender-se por
opporlunas diverses labre a fronleira occidental do
Atrghaiiistan.
o Porem estes projectos de defeza deveram d'en-
lre em ponco mular cumplelamrnle de direceio.
Os Francezas siibsliluirain-se aos ADghans como os
inimigos, cunlra os quaes parecen prudente procu-
rar proteger pela diplomarii nossa fronleira india-
na do nordeste.
l'eu-ou-sc eolio em rnnsliluir i Persia,o AITg-
liauiataii, o Sin!, o Pendjab em urna grande alli.ui-
ca defensiva.
O anno de 1809 veio com effelo asaignar om
Iralado separad cun cada um desles Estadas. Com
o Pendjab, ni raziamos rninpromissos positivos,
niio se tratava senao de urna allianca cm geral. O
Iralado com o Sind ato dizia mailo mais, tent que
os emit empenbavarn-se em alo pennittir ein sen
paiz u esl.ilielecimcut a da liibu dos Franrezes. i>
Com o C.boul, ns obrignees eram muilo mais cla-
ramente definidas.
O arl. 1. do Iralado rezava, que : Como ns
Francezes e os Persas alliaram-se contra o Caboul,
os servidores do Ibroiio celc-te impunham-sp, caso o
minino qnizesse passar pelos Estados di rei, para
impelir esta passagem c enipreg.ir-sc, emquanln f.'.r
pus-ivel, fazeudu guerra contra os invasores n re-
por vaiilajosa que poasa ser em um momento dado,
deve revorter coolra os qoe a leaoam, Assim da-ae
ao menos com a palluca de lisias curias. Lila faz
oascersobra aosia boa fususpeilas que nao s3o nrm
injustas, nem desarrazsada, faz-nos ser considerado,
como una nicle e:n que se nao pode depositar con-
fianca, faz crer, que de noasa alHanea s se pode
tir.irn hora do perig uma Enlrcianlo, foi hem que o governo inglez de-
dinaam assim lodi inlerveneio as dispalas dos Per-
sas e dos Affghans, fez compromisos pesitivaM no
caso que qualqu-T potencia europea dirigisse algom
alaque conlr o territorio da Pirsia. Em troca da
prompssa falla pelo rei da Persia ale nis permillir
a nenhum exercito alravcssar a Persia, diiign lo-se
para a India ou para lgame de suas dependencia, i.
S. M. brilanniea empenhon-se, caao tropas euro-
peas invadiaspm o territorio da Persia, n a f.irnecer
um corpo auxiliar oa cm subslituieao .leste corpo,
un sub-iilio e mouicea do guerra, taescomoea-
nluies, mosqueles, ele. e ofliciaes em lal numero que
podp-.p convir as duas parles p ira oliler a expulsio
los invasores, u Estes compromissos foram con fir-
mados no Iralado rionilivu concluido cm I8|i por
M. .M. Morer e Klli-, e o subsidio foi filado em
2lli).(H,l) o tomaos quasi 10 milboM de francos
por auno, todava tambera II linha estipulado, que
o subsidio iro seria cxequivcl no caso que a a guer-
ra fo'se prodn/.ida por uma aggrcssao da Perita con-
tra seus v/.inlios. o Ao mesmo lempo a Gra-lt-e-
lanlia promallia, no cas que a Persia eslivenc em
guerra Com al^um de llussol allado', empregar
'olas os apns esforcos para conciliar em relaees ami-
expressivas ; sen. olhos sao ora profundos e lerri-
veis, ora fagueiros ; sombros como a noile elles lem
seu suslo e -uas delicias ; seu snrriso he daquelles
que permitiera a S. Pedro perder as rhaves : abre
uceo a vonlade. Eis ah quanlo a sua ligara; quan-
lo ao seu ente invillvel .. S Dos n cnnliece, di-
rn alguern... Cre que l-nnbom ennhecu-u un
pouco. B.in que lodos lenh.im visto seu marido, o
qual falleceu al mu receotemsnle em ceaiequen-
cia de nm jantar diplomtico, Olimpia nasceu viu-
va. Sabio viuva das roto* d Creador assim corno
Celimene do cerebrn dv Mullere. Ningoem crea
que zumbo ; ah tenho no curaca, urna cousa mu
iiill'ereule da irona. Sua nica scmelhiiiea com
Celimene he que ella vivo rodeada de adoracOes, e
que em sua vida elrgaiile e ruidosa leve sempre a
arle de couservar-se um tanto Miada c independen-
le. Mu curiosa o ssnsivd a lodo, as homenagens,
a' arle, a' poesa, guarda'ra em si uma regiio, i.a
qual ninguem jmala penetrara. Foi esse Edn que
ella enlr^gou um .lia a Cliaresford. E par ventura
he para admirar que lodos ns mais lugares pareeam
inspidos a esse infeliz ? Quando vliam-se uasceu
enlre elles um desses amniea que arrancan! a arvu-
re da vida lodos os stus l'riiclos mais myslerioso e
mais embriagadores, porem contra os quaes luda
conspira. As meainas relac.'es de sua nalure/.a eram
lerriveU obstculos enlre elles. Donjun, lal qual
lem sido reprpsenlad ein nossos das, essa eanecie
de archaujo infernal que lem atormentado lanas
imaginar/es do seculo, (anto be padroeiro das nm
iheies eiiin i dos homeiis. E le liaba bara coma seu
amante es*a sele leircslre do irlal que loma se-
inelhanle a nina g..|(a de agu o amor rpie a primei-
ra vi-la parecia inai. profundo e vaslo como o fjcea-
uo. Alem dista poii sen forcado a recoubecer-llia
um deleito nto era estranha a ease senlirneiilo das
almas iiiaguili,-as e enlrislrri las, a idolalria pesso.il.
Todo lem-lhe servid de espelho, .1 qual rila tein-
das ideas que iirigiam a publica de Mr. Canning,
na Aia.
,< Primeire que lado, Mr. Canning quera despm-
baracar-se da Persia, e venceo n:>le poni. Huanle
Iguna annns a inglaleria parecei nao ter que oceu-
par-se com o lian. Eotretatjase uma mssto da
segunda ordpm na corle '\ pestOM qoe a ompunham linha po lido dar-lbe in-
lluenna e BUloridadO, nao ha duvida que as hnu-
vesse obtido; mas desprovida de lodo bruno exterior,
de lodo laeo directa com a realeza, rito linha forca
para obrar sobre o espirito dos Persas. lCxislia, era
ludo quanlo se podia dizer. Cor a pouea impoilan-
ei i que Ihe ligava muso governo, nao era raioaval
esperar que a Persia fosse mais Ijnge do que nos n
juizo que parecamos fazer a sen rcspeilo. Nos n
linhamoa podido fazer-aoa tenicr do Schah ; eatrea
baviam ensillado a desconfiar de nossos designios.
He provavel que sn porque a miisto ingleza era pus-
la sub a direceao do governo da companhia, se aug-
meiilassem lauto as de-conlianeas da corle da Per-ia.
So o nonio do commercio na boici de nossos agen-
tes parecia alerra-lo. A Ruaiia havia fundad. es-
labclccimenlos consulares na l'ersia e na Armenia ;
o governo do Schah Icmi.i no ros s ,i 11 o ionio ver-nos
seguir esle esemplo ; nao se o podia pcrsuidir que
uosmis consulados contrabalancnram o perig qde
pura elle podia resultar dos eslab.slecimenlua russus.
Sir John Campbell nisto gastn toda -^ua eloqucncia.
Pcssoas haviamque ineesMOtemsate reeerdavam aos
estadistas persas osle fa-tn ligaillcalivo que o com-
mercio ingle/. |/,cr.i da India nnn provincia nglcza.
o Em 1833,a missio da Perfil foi de novo posta
gneis a l'orsia e qiiaiqa.'r que filare a potencia en- : so'1 a direccie .i-i iniaialerin les neg ici -s *fi ingei-
r inca. ) ;
Duran*.
presidir a ei
alguns e. nos, a lincerblade que podra
les recprocos compromissos nao fi pro-
vade. De um lado, a Franca ato era mus para le-
mcr na Asia ; do nutro, Iralado He Gallalan acal-
moa por algom lempo o hu.ro.- aggressiv. ria Rossia.
Porm tonda em .-'-j a'rrebonlado de novo a Roer- i robre o mal Caspio. Acabamos re sabm qoe exista
ra mire a Persia c a Rossia, elevoo-se a quealio de l,ma .r.iea importante do nome .: Mangooshli
n., e >.'r. '. '.'. | d dado m ,'.,.or :, lehn
1.1 'iibc!'. As nrcamstaiicias lom vara-sec iiicas.
Comeriavamos a ter alguma di da ooes lidadodt
s?r aaclereei loi sobra o que se pa-siva ni Asia ce-
ir.:! e sobra os projectos .ios Ru ros desle I. la. i'i-
nhanios descoberlo qaal era a aetividade dos liusso!
sibajj, ae a Inglaterra devia nu pagar o subsidiopra-
mellido palo tratado da 1814, oa interpor-se entre
as duas partes. L'm exarae imp.irrial das cirruina-
laneiea a oploilo exprimida lelas mais alias aulo
lida.lc. do dia, quasi qoa na perniillem duvi lar
que o governo inglez na aliandoiiou seu ciliado na
hora do perigo. A quesillo do subsidio versa exclu-
sivamente sobre o faclu da aggressao. Era a Ratita
ou a Prussia que era o aggicssnr".' Sabemos, por
urna correspondencia que acaba de publicar Mr.
Kaye na o Vida de sir John Malelo), a que duque
de Wellniglnn, depois de Icr pesado maduramente
os termos dn Iralado e eatodado as circunstancia,
em que a guerra se prodaiira, julgava que se a
primeira provocajao era de fjelo do imperador da
0 Reata, o qual havia lomado em lempo de pal as
k provincias de Gnkchah e de llalilklou, que ccrla-
ii menle pertonciam Persia, era entretanlo a esta
ultima que so devia allribuir a causa da> hoslib-
1 dados, o Mas elle acreseontava que, bem que
em sua qualida.le de aggreisor, u rei da Persia
ir niio houvesse direito laltaBCil e ao ipoio da
Inglaterra, todava consrvala o direilo dcarecle-
mar a nterpn-iea) da Inglaterra em seu favor.
Sir J. Malcolm esereveo ao duque a este rcspeilo :
a leudes ecrlaiiipnte razio,e existe um direito cerro
ira Raaaa mediacan. .. Doulro lado, Mr. Canning
cateo ministro doa negocios eslrangeiros, ptmha em
iii.h .mus calcula lo a distancia qoe separa esta piaca
de Mnva. L'm nflicial da iii.rinha indiana, Tr.
vVj borg, havia sido expedido pi r ir John Campbell,
poucos dias anles da ebegada de ,Mr. Ellis, para in-
lagar e referir todas as noticia., que pode-sein lau-
car algoma tu/, sobre oa inovimeulos e os designios
dos Ruases e pailicularmenle sobre os deposilos com
que guarnecan! a- cosas do mar Csspin. Depois
nunca mais se suuba desle aventaren otlicial 5 en-
Irelanlo soubptnos a proposito o que era mister pen-
sar da actitldada doa Russos sobre as cosas orien-
laes do mar Caspio e da extrema importancia que
era misicr ligar-Ule.
Demail, esle mesmo puno de 1833 forneceu ou-
Irs assuinplos de inquietaran c de meditarlo a nos-
sis diplmalas, l'm dos prneiins despachos dirigi-
dos por Mr. Milis ao ministerio dos negocios ealrau-
geiros linha por objeclo rommuiiicai-lhe qaea Per-
sa forma projectos mu extensos de cinqusla do
" lado do Allglianislan, e, de ae.cordo neste ponto
11 com a uaniuii.lnde de seus subditos, jolga-se boje
n invalida dos direilos desobirania sobre Ileral e
sobre Candahar, lilo rertos como 11 lempo do-
.( Soplus. a N anuo precedente os d.reitoa afiir-
tna.los e reclamados pela Persia eram alada mais
extenso! ; o ministro dos negocios eslrangeiros na
l'ersia diera a sir John C.imp icll que ic o AILtha-
ni-lai!, ao menos al um pouln .una lo alem dn
duvida e-le direito. ir Dtr-se-ha qoe, pergunlava I Caboal, razia parte do impe o da Persia. a Jr.a
elle ao duque de Welliuglob, n artigo que define 1 crle de Thran suspeitava r,s iosguios dos iogle-
o cusid fiederlx como ama aggresito coaira a Per-1 zea. Os e-fireia de Shah-Shondlja, por vaos que
sia niio limita o elfeilo de lodo Iralado c a cxle:!-
stlo do arligo II que empeuba nossa me.liacao ?
Somos nos obngados a tornarmo-nos media.lores
11 mesmo em uma qoeslio em que a Persia f..i o
o aggressor ? ti
fissein, aroqoanlo nao era secundada por nossos tro-
pas p por nosso dinheiro para reconquistar o Ihruuo
de Caboul, nao (inli.tro deixado de prodezlf grande
iiiquiclacio cm Tehern; e o minilro persa dis.era
bem franeamenle que, se beta que alo tomara nem
[tanta fallava de urna maneira uncliinsa e austera
desses develes da vida social que l liba deaprezado
mofilo) alagar uovamenle seu enmarle na Opera c
reapparerer em lodas as lalas obrigatoriS, bailes,
piulares, couceitns msicos, d -s quites Miera a levi-
aodade ale privar-se. Antea desse tmprego conscieB'
era que iiuiic.i se julgara perfelo; mas qu? senta- cilo do proiim invern cm Paria ella deixava a
a Claresford que n amor lambem morria. Elle res-
londpra que elle era qoe poda raurrer, obre ludo
quando passeava as trin.dieiras, mas que s^u amor
era 11111110r1.il. A m.irqueza Ihe aaeravera depois qne
elle uno iiniia nenhuma rstto para julgar-se perfe-
lo, que linia urna alma iraca e egosta. Elle respon-
so com forca p.r.i inurrer, e para amar, erum de-
ili.'.aeao para sollrer illjaslasaecusae .ea. Emlim fora-
Ihe aonaociado que seu reinado eslava lindo,que ou-
lro reinado comee.iva, e que ella era chamada pe
esposo glouoso. A lato elle quizera resfionder que o
casamento e a gloria eram para elle causas lao for-
nii.laveis e desC'iihpri las, que nada linha a oppor-
Ihrs ; porem seu espinlo nunca foi inclinad a..*
chistes ilc Voltaico, e seu cureeto receticra na ver-
il ik> urna riessa feridas que i'echam a horca por
algum lempo. NAo respndea uada. Eis o pon em
que se aehava.
I'iauea, na qual quena luinar a VOI (ua-lo mala lar-
de fosse possivel aqucllc a quem liiora a fr.iqtieza
de amar. Aeompaohava ? 1'lorpnra a veneravel cun-
't"a Scaberi, essa Egeria dos Numas morios qu- a
llora Ce meia n.nle pasaa ^inda om rpvisla atraz de
sea mesa da che amexereilo de espectros com gr-
valas brancas, do qual lem permarreci lo soberana,
n Aileos di/.ia a uiirqup/a Ola ir pa terminando sua
epstola. Se algum riiu eiiconlraino-iios nao evoca-
remos lemliranea. que ludo roii.lemua ; espero que
viis- lera uas unleai relaees, que i.-ni exi.iir
anda enlre mis, urna ahna submii-a, purificada, go-
F; lolavia allirm que amiva-a. Ella dominara- remada unicameule peina penMinealoa a qnedeija
Ihe lodos ns pensamentos* Praseras, dores, esperan-
cas, inediUe.ies, I mi o que passava lh* pela alma
era eoiisl.mi.Hlenle referido a ella. Assim ni he
para eslranbar que sua imagem apparecesse entre
elle e essa 11.la de esquecnneuln sensual, pasa a
qual o impeda nease momelo mais a inquietadlo
do ipie a voliipluosi,adc. Muand depois de lor-.e
separado de Slrezza elle achou-se ad ein casi, leve
volitad,' de desfilar o negocio, renunciar a li'ittri pro-
medida, e deixar iinmc.liatamenle o Bosphoro alnn
de ir estander novamenta as majas para as eadoaa
que lauto adorara. Sun eram casas as resoluciics que
tarde a dircceu de minlia vida.i
l;'ii entan 'que Claresford vollr-u-se com trans-
porta para a pequea Tarea. Mai-, ah devo confes-
sar que choren, sim churuu seu amor eslendido nessa
Ira morlalba. Esteve ale prestes a reveltar-ee, tuiz
re-po:idcr, escroveodez carias, as quacsrompeu.Para
aMiviarsaa cabeca abrazada almo uina das irinumc-
ravei janellas donde deseobria o Baspboro, Esaa
vida soorenaloral que debaixo de om bello oeo, no
meio de uina rica paizagem a nalurez.i Idormecidl
n >s aprsenla, qnaado noasa ilms aas boros noetor-
elle frmate, quando f, -Ihe enlresue om. de.".,s""' )"" ''<"V*-I* f""i a ividez curiosa de
___... -..;. i.._ ...a......;. i.-.,......,. r.., i svclic eoiil carias ; cuja letira anda boje basta cara faze-lo ein-
pallidecer. Qoereii, leitores, que eu \o* diga que
e:sa carta coiilioha, ou queris o proprio lexlo '.' Eu
a s. i de c r. Vs me dispensaea : nao aceito essa d 5
pansa, e reclamo vossa altenr,io mais .1 que nuora.
Ella c.omeeava fallan lo lamenta e .le tristeza. Perder a mli ans quinte
annos, Deosounca Ihe conceder filhos. OjiiiIo a
cu ae.1 de uma embriaguez sobila a fnrlp. ^n ver-
dade siii que se lile anlolhava ni irria podido
arrancar da propria alma de Werther o nome de
Kl ip*toeli ; o nome que saliio-lbe luvoluntarainente
da iiocca foi : Ail|a Rosa.
se contemplado : anla.houlem a alta socieilade, hon- lamento e .le tristeza. Perder a mii as quinte Na manilla egainte elle sonbe pan um mensa :-
lem o amor, lii" a religo... E que imagem mais aun-. Dees nunca Ihe conceder Othos. u lano a..' ro I.' Osan 111 Pacha que de larde depois de |ki
admlravel do que a sua podia allralur-lba a al- i mando .cita nom me-mo dignava-se de filiar .. seo I-ul, poderla lomar pos>e su ni va habilacilo. Ca-
tencto Irespeilu. Emfirn ouronirari um homem, a qual resford aguardo!) .-..,-> impaciencia instante em
Por nfelicidadc de Claresford, acontecen qtrajquezera amai apaixonadamenle. Agora descohria quesegondo a expraasaio rabe nflo pdele .; Itu-
1 ;v... Conversai lorom Aisha, elle aaetiarn ado-
ravel ; o que ella dizia-lhe, ou autr. u que ntodi-
z 1 -Iba na destrua ueohuma de suas illusd *. I^lla
tiiiba desses sorriso que parecem eompreheoder lu- !
pois
a le/, de uina ileseeu,lente dos Aben, er.io.es : parece
ler naseido de alguma Infidelidad! d O I em Lu-
menc. Sua estatura delg ra e e.vella he sustentada
dooi pos pequeuoa ar lentes r. alinea que x(i|.
(Vid. Otario n. 6V'J
do, e ileasei olharos temelhaotes .ios dezenhos capri- j cara melhnr I oaloreza de uina mulber do qur lodas
diosos Jo lar dumeilico, no qaal vemos ludo o que I as palavraa do inundo. Suas fecoes sao dclicada e
quando ello esleve tange della pareceo-lhe imo
um pspelha piutiacadn p cheio de defeilos desagra'la
veis. Nes-o pobre homem urna parle inleinda -.oa
estava parada. A gn-rra trata Pin nos certas ternu-
ras assim como as fidaa IraUrara a bella dermindo
110 hoaqae ; licitadas em um canta .le nossa alma
meas praciosaiaffeicdeseoaservam toda asna fres-
cura debaixo do vea benfico de am somoo encin-
tado. Enlrelanlo suai companbeiras, que deviamca-
minhar cm ei.,s nraie nti.ii.l i ai lornir par.......-o,
inquietam-se, definham, edep pii, de qu? salamos cheios, qu: 11 lo o vento da m irle
nos faz cahir. Curta! grada laa com nina arle lauto
quem era esse homun. c .1 de-cohona eslava bem auir um I. atiendo um fia p Ch .,;., ,.Sse
long .e lisonjear o amor proprio da Clarestar I. instante dn para ai :, ,ici no qaal p 1 iva
Nunca foi mais ilrsapicdadamenie quebrado o scipl 1 | .. I>ri.....lho 1.' te.! ;r. u ,, :'.. '.n',
.1 :auna, que asmolberesnos di,qaandonos decl 1. qu o reclb o .le 1 rio re \.' -., lineal
ram seas soberanos. Nlo realava a e <<< mismo a dignidade do infortunio, lilla n.'iu um paleta ror de azeilona, coi u abimn re lor-
coraprehenUa qno arrSn podera jaman ex rcer seu baate, calcas ... goslo no. Torcos moderu. a.
euracto orna salnreza rlicia de mizerias, romanliea : 11 reitas ale | uno de cor wmelhanle 1 ; 1 linv .
sem rer Ideal devorada por appsiile r:-..er.s .. ,;. -. : ir,, p recem trales do guarda r u a de
por 'lea, cilindricas, rena o amor todo nesse amn- algum nosso cmico. Esse ente assim venido cha-
le flasellado. Com mais fervor talrez do que raoles- inava-se Messojid, e -,lii.i om poseo da franeez,
lia declarara que decididamanle so Den. era digno c nm Visha Roa. Osm.m Pacha o trooxera coraaiao
I eila
. porem segando ns usna o. eostamei .11 pleda- j oulr'ora a Paria, onde Ihe servir de mordom. Era i
mais lerrivel, pirque nao fora premedta.|.i. porque I do man tan* nflo quera rclarr.es malta exclasivaa nm servo intelligenle, sem preoneellos, capaz,,
era obra dos luvenciveis desliuos, liuhain decalrado 'com o omnipotaata, objaclo de seus ardores. Ja i.i' segundo a phaulasia ou inlenssa do amo, de faier o'
os Allghans nem Itaudjil-Sing. nem os emire ,;o
Sind. embora ludo se oasssgasaaaB, reconhecia entre-
tanlo que a Penia 11A0 pansa re-islir aos Allghans
sustentados pelos Ingle/es.
Tomar sua medidas par prevenir o perigo ; lie
muilas VVSM crea-la. Nao be impossivel qee estas
previses d'uma allanea provavel enlre .. governo
inglez e us principes Sad.luzs do Allglianistan lar-
a-sem mais arrime o desrjo que nutria Moham-
med-Shali Je apoderar-.e de Ileral. Era um lolig"
projert qoe, oulr'ora rielid pela mora de leu pai.
linha revivid pouco lempo depon de tu 1 aseoslo
o Ihrono e que agagf havia arraigado lio proluudas
raizes em leu e-pinln que nada poda rxlirpa-las.
Desde a primavera de IBM o plino da campauha
estava eil.idadoc resolv lo. Enlrelanlo pa.auo se rtle,
como mor parta do seguinle, sem nenhum coma.ro e
execuco ; f ii somenle 110 nulo no 18:17 qoe as
Irnpai persas se pozeram em mnvimento. Vnles do
llm de novembru a exercito de jlohammed-Sh.ih, e
t lilla felo .1 silio peranle Moral.
I A li.-l'.ri 1 desle mernoravel mIo he bem co-
nhecida ; durou desde 23 da n ivpiul.ro di 18:17 ale
'.I de srlcmliro de 18IIS ; e segundo o le-ternmihn ale
\ar-Muhaiameri que cooci.rren d'uma inaucira bri-
Ihaiile para a defeca, o assallo lentado pelos l'eraas
deve ser ellrihuido principalmenla a discordia! e
Iraicao de-eus chefea. Enlrelanlo nao se deve bem
duvidar que a expedicao dirigida pela Inglaterra
sobre o Gulpho prsico, lio pouco considcravel coro
loi, nao tenha contribuido em bol parle para o le-
vantamciiln do cerco. A Instara aprsenla. 1,1 la-
deiramenle poucos cxemplos d'una diverslo lao uln
feila ein lia prqaein escita.
n O sitio de Ileral Ma causa primeira da reun-
dn exciclt inglez chamado do lutaose da marrha
desie exercito sobre l.andahar. Aqaelles mesrrws que
coaderaaail eosaa Impolilica a campanha do Ail.i.a-
uislau, que p .i; un que depois de -u.pendido cer-
co, aos devenam-is parar us*a< oparacries, que OaOJaal
que em lienliuina Ir. pal he-e eri pnideeta quem
re-taurar Shah-Shonaja sobre o Ihrono, admitiera
enlrelanlo quasi lodos que o governo inglez achava-
se na imperiosa necessidade de obrar vigorosametils
d'um ou ri oulro lata para fazer retirar os Persas da
frenlc rio Ileral. aliga sei, escrevia o duque de VYil-
lingloii a M. Sa-.nl-George Turker em dezemhr
de 1838, nai sci que nulri cooia, possa fszer
I loverno da India se nlo preparar-se para a da-
II feza, einqii.ini durar o sitio de Ileral. prinrip.il-
.1 menta quanlo elle he feit.a cara o auxilio de K-
1 caes e solriajos Beoaaa, emb.irj representados co-
.c rao desertares. 11 A' menos que lenha algum par-
tido decidida, nenhum escrdlor negara a importan-
cia ri'llei'.il 11 como porta da ludia 1, bem ra>mn I
necessidade de ler porJarevm portairn ...ilres
que na falsos amigos ou inimigos declarados. Nin-
guem ouaar.i sustentar que em Mol lenhamais pa-
lido fazer alguma coua.i. i la adversarios >la i.'.lilira
que fui leeaida declaram sem-iite que dispoze-
mo-OM m il para e tmhal ; o narr: quando eiilra-
UOs UO .. -haHi o '< > oaa rawl.,1.- Ii.aaan-. au.^1.
- en. ija -..hre o Ihraae.
Mu era pai 1 leanr 1 'i o exr.iio persa rrap-
parec r peranle llera!, p.oqoanlo lucieres nmi-
p.ivam u Affgli.ini-laii. Haef entan Var-SIohamo
uieal MtaVl MBnej.irij-i 1 eaai .1 l'.'r-u c rmqnani-
llrava 'u .1 lado groas minas das lnglezes, de-
clrala de 1.111ro qjo seu coraea 1 sempre e-lav.ici.m
0 Shah. todava nao se poaleria ligir gran le im-
porlancia 1 estas declarac.:-. O visir, coja lulnliti-
de era das inaiores e cu|a perfidia era alas mais ie-
quiuTadas, julgara que o ministro inglez pagana saa
amiza.la por um preco tanta mais elevado qoanlo
paracease haicr mais probabilidades de per.le-ta.
.Mas embora nos fea.se perli ta.liciva fiel 101 AIT-
ghaua. D'tcirlia ousariatnente a cansa narional e
depois que evacuamos o Afiglianislan, sudenloa-a
a seu mod > .1 s-mi.aiaeaiido-se de seo seubnr Shah-
hanirau, a quem o amor rio viuho arra-lava lenta
maule ao minuto, e c ol .can lose I rente rio enver-
no. Lu xi.anta rraucet, M. terrier, que. refer
por um modo muilo iiileressants suas rnlr*vi-las
eem o sir.lar e cuj livr .-lle ?c os mais n'.is s-
clarcciinciilos ,1 lodos os que desejam saber onde
esla' c o qa- he Ileral. diz que : a Desde o mata ho-
rii 11 le rustico at ao mais elevado fune-iunaria, lo- "
Jos eram fcilmente bem rccel 1, por \dr-Mv-
hammed. Elle consagra seis horas por dia para ou-
vir as quenas, para ojvir as peliriies e lo los faz
uma jualica prompla e severa. As pcssoas de IIp. .1
qiie nunca g.izaram di UM profunda ieguranr-1 pira
suas vidas proprio ladea, dmgein ao eco I ri.ro-
sas supplicas para quo se cxlenda por muilo lempo o
seu reinado. >.
o Desgracadaraenle elle morrea em 18Vi, e tasas
nasceram da citi'ciliria.le de sen li'ho, >i !-M --
hammed, 'leiigns que oi se cxperimMitaiam Maa a
vignros, adnitiiisiraclj de seo pai. Os penaos que a-
meacam sua pusicito fiteram-lhe procurar o soccer-
ros rio e-Iraiigeiru. Kmqoaiilo elle era amearidn da-
revoltas intern is, os principes de Cindahar pe-avam
sobre elle do exterior ; nao se julgoa bstanle f<*rt
em uma si'uae.to l.io entra, para resistir por i s
aos ataquea dos llarakzis ; por ronseqaencia pe.lio
papel de rorrelor 1111 oulro iuteiramenlc opt,osl.
Lile saudoii a Ctare.for.l corp o sorna 1 discreto de
qu-in (pieria des'obiir Inda, as ioslrurriies <|ue rece*-
llera. Fcz-.'Iip alraves-ai um jardiin obscor, cow
fundo era ilHiuuuad'i pur uina faclnda residaodes-
seate. Pareca haver grande festa nesaa casa rhcia
lp Int. Totas as rimaras abe-las a Clare-lord e--
tavaui adornadas de llores e illuiniuadas pot (aulas
as machines que pealaos substituir a loa ou as es-
trellas, alampadas, candelabros, vidrus de Indas as
cores e ric lidas as furii.a-. Putein reioava aema
cmaras tarnrswsks uma Mhdlo completa. Ctarc.f.inl
senda a delicia imslurada de agradavel s.i i que
110. ollerecn cerlos muiIids hjs sob o dominio de
leinbracas do ron'.i.s de tada. i.lu-m nlo lem xi-
gaeado dorante e aaeann cm vasus salas maaniirj-
menle adornadas que parecem aguardar hospedes
iunumeraveis, e que n san alravissadas |r iien-
huma liguia hurn.n.i"! Enlao .:,..lerae de nossa
lima um sj-io, do qual n.u quereiiamus ser livres,
pnis he misturado de uina e-peranea arrenle e-
crela. (Juera vai animar e-ses Ing'ares -iranh ,. J
quem anchar mm lolidto mgica ? I .le uma
chara defaota, a herona desaparecida de al.-un
aninrea loiigiiH|iis que-essobraram aaHMMfc Ei-ta
com eli.,!... he a sombra, c nossa tanva senls um
heij'i que debable prciirahainns em nosuts labios
vin.s. Claresford segnindn sea guia linha ajeases pm-
samenlua alias memis irieaes-,
Clicgou a uina vasta sala, rujis pardas ,-lai.im
forradas de marinnrc, e rujas abobadas rrr nusasam
petar da probibteaa da Alearla sobre esla mas devi-
das ao cinzd ilescunhecido ric algum arlia.a italiano.
Ne*e sallo eslava uma mesa rarrrgada de in.n.j.i-
re-, liileira-nenic desguarnecida i'c um lado, e unida
pe oulro a nm -ota que pareca a;uarlar dnus
an .lites. Ah Mfj, u I inclineu-e, i; rie-aparccrii
itraada am repasoeirl bacOaao. Ci-.-..-|..| iicamla,
-o senli'i I 1 o -e no Ion de -na alma uma m-
sica qee, como .li/ StoLspaare, paowia |n.r ranirn
de xiaii-i.-. ai !! -i acradavel c-t.i ,1.-. .
iall.Mli- a q icr 1.- 1 itirrn :;, |..,., eMBaaal
I dio di .1 .liiianirnlp |...
I' ..... M 's.|. ,; |.
'ni 1 i p 1. qae Cntico m
.. uli liando ligua -andar. \i ha llosa adi-
:ii i ivo esplenaM 4m ader-
iriMitar*. A h ada pa .: pranlas. brl-
i". a i .;-.-.. da C re, .: .... .-na moMItol da ci r
1 ro ni-- rm ten vealaarii-. Ouanin i P icraaiacarn aaadesrM, nskaa vivo
le ama alma voluptuosa. Uaiesford diriio-ir a ella
sem dizor-the ama pataxra, *a fez as'intar-se no
^ota. S.....1 le Olimpia lie querida : uma vida
aova pareca coni', ar ra Clare r.ird. Entrelarflo
porquedarfoa lie pouco essa nda lie o resta-me
dizer.
f oM*r-re-Aa.i

ILADO
ILEGIVEL

' --'


DIARIO DE PEUNAMBUCO TERCA FEIRA 24 DE MARCO DE 1857
soccniro e Ittilleeetl Ptrtll, e cou-enlio eni lor-
nar-se o vas.,.11 de Shah.
a A' medida qiia se adiantava o anno il IS52, o
ascendente da Ptsia eui Herat turnava-se cada vez,
nais manifest ao oll.oa do minilro inglez, que por
diversat'occas.es cliamou sobre esle ponto a allen-
rao do gabinete de que lord Dirbji era chefe. I)e-
pois de muilos subterfugios e equvocos, de ricnega-
res posiliva e da adirinares geraes de deiinterc-
e da parle da Parta, repelida! eo mesmo lempo
pelo raioiilro do Shah cm Tehern e pelo enearre-
gado dos negocios da Persia em Londres, o governo
persa, atirando mascara, annuneiuu tormalinenl'
que d'entao em diante ilerat devia ser considerado
como ama dependencia da monarrbia persa e que
os recursos militares da Persia atrito) empregados
contra todo principe AlTghan que lenlasse iiitervir
nesla nova possetio.
ii O Sliah tinha dirigido um corpode e\ercilo so-
bre Ilerat, mas somente sol. o pretexto oflieial de
pacificar as perturbantes interna* que soffiia uin
vmnhii desgranado. Esta inlervenrao, l>em que des-
agradavel ao governo Inglez, n.1o linha entretanto
motivado nenbutn protesto serio. Mas quando me-
ttii succedeu urna asurparao aherlne mnnifesta,
quando o exercilo que havia sido enviado ;1 Ileral
para ajudar a pulicia-lo, a para restahelercr a urdem
no seio de ura estado amigo tornnu-sa um exercilo
de occupaeao, quando um principado iudependcnle
foi declarado ser um dos annexos da monatchia per-
sa, a Inglaterra achou-st na uecessidade de lomar
medidas decisivas para impedir a consumjrao de ac-
tos tAo contraais ,, seus inleresses.l>>sejos,omquaii-
lo ii.io estavain esgotados todos o meios de levar a
l'srsis ao senlimenln di> dever, de nao romper enm
este gnvernn, lord Malmeshury deu urdem a nosso
ministra para fazer conhecer ao goveruo do Sbali, e
nos termos mais enrgicos, os senlimentos que sua
conducta iuspirava e inlimar-lhc que se as tropas
persas nao evacuassem completamente o lerrilorio
de Ileral, se esle principado ^fao fosse libirlaito da
iloininar.i > persa e al de toda inlervenrao da Persia
em seus negocio polticos com a corte de Saint-
James.
tez-te ao tneiuio lempo urna communicaca no
mesrao sentido ao ministro da Persia em Londres, e
nosso [representante em Tahea ntttaet por ns-
Irtirr.'io nao cnlrelcr com o governo do Shth seno
as relaroea mais fras ate o mntente em queobdves-
semos satisfazlo.
O uegocio da limitacao d.is fronteiras tarca e
persa, que anda eslava pendente, impeda romper
completamente as reluces diplomticas ; o coronel
Sheil limitou-se, quanto lite fui poisivel, a nao obrar
senao como mediador entre os dous estados limilro-
phes; quanto ao mais, devia sbs(er-se. Ao mesmo
lempo insinuou-se ao governo persa, que nao podia
ler esquecido os acontecimeulos dos ultimes anuos,
que no momento da necesidade a Inglatena podia
fcilmente fazer sentir seu poder de um modo que
all'ectaria teiisivelmente os interesses do paz, que o
goveruoingler.se allligianlrtvnamenlc por ler recor-
rido sementantes meios, mas que eslava entretan-
to delermiuado nao sollrer ataque algum contra a
indapeudeucia dos principados aliaban* nein nei.hu-
ma tentativa para mudar o estado poltico dospaizes
situados entre as fronteras da Persia e as de Bttna
|H>ssesses ioriiauas. ,
Estes conselbos prnriaziram efloilo sobre o gover-
no persa, que se iuquietou muitou com elles. Feila
a allusAo em termos mui vagos, mas que dissipavam
lo la a dsivida, a pottibilidadt de outra demonstrara..
no Golplio prsico, lornuu os tsttdiilai de Tebe-
lau mais rtzoavala, e o coronel Sbeil nao sentio gran
des dilTiculdabe* para arrancar, por meto du temor,
um contrato pelo qual o governo do Shth reconbe-
cia a independencia de Ileral e renunciava a occu-
par militarmente esle paiz. l'urem, logo que passou
a cnse, o ministerio pena, rom a variedade de hu-
mor e a deslealdade que n caraclerisam, comerou a
mostrar a inlenrao de fallar .1 sua palavra ou a dtr-
lhe urna inleipreiacf.n lfn> limitada, lia complicada
de roudires secundarias que pelo felo chegav a
analla-lo completamente.
Estabeleceu-se anule una correspondencia que
durou as tres prtmeiras semanas de Janeiro da 1833
enlre o coronel Shel e t primeiro ministro persa ; o
mesmo Sr-h.il> intervein por urna carta autogiapba
dirigida ao coronal. O ponto esseucial, obre que
ciava a toda intervengan nos negocios da Ileral, a
Inglaterra, deveria lainbeni por sua parle empenhar-
se em sustentar a mesma conducta. Elle pretenda
que nos tratados negociados por sir II. James, sir
llore Ouseley e M. Ellis, (inlia-se estipulado estas
condires e que ellas linliam sido aceitas successiva-
mente por inuitos soberanos. Porque, dizia elle,
nao renova-los '! Porque se recusara o governo in-
glez a contratar urna obrigarao qoe quera imp.'.r a
seu alliadu ? A respostaa esta argumentacao c.a la-
cil. A conduela .ggressiva da Persia tornara impe-
riosamente necessario obler della o compromiso que
a allitude passiva do governo inglez em relncao a
Heral tornava-se soperlloo. A Per-ia'linha tentado e
no mesmo momento em queso negociava, ella tenia-
va apoderar-se de Ileral, emquanto que, depois de
mais de 1(1 anno, a Inglaterra se tiuba abslido de re-
presentar papel algum nos negocios desle princi-
pado.
O me/, adiaulava-se, e o mini-tro persa innstra-
va sempre a mesma tendencia para indagar os meios
de escapar as protnessas que bavia feilo aob a pres<3,.
da iulimidar.lo. Elle pretenda que estes compro-
missos deviam ser considerados como urna negnria-
eflocondicional enlre os ilousininislrnsque tiuba nc-
cessidad da ratificarlo do Shah para ser validado,
ao mesmo tempo que proleslava seu desejo de ser
agradavel ao governo inglez.
um novo projecto de convencao foi submillido
ao coronel Sheil a 18 dt Janeiro, mas conlinha a clau-
sala prohibitiva da inlervenrao ingiera nos negocios
de Ileral, e ao mesmo lempo omitlia certas eslipula-
r-.es que nosso minslro considerava como necessarias
I elltcacidade do documento, e finalmenle era redi-
gido em termos (o ambiguos, que seria urna das
cousas mais facis sophislira-lo a polticos nirnos
versados do que os estadistas persas. I'oi pois repel-
lido e revertido, com a inlimarao que se apartava
muilo do projecto original,para que podeise ser sub-
mettido ao governo inglez.
A lugnagem (3o firme do coronel Sheil eierceu
grande influencia sobre os conselhos da Persia ; e
antes do lim do mez urna nova convenidlo conforme
ao projecto primitivo era redigida, sanecionada pelo
Shah, obmellida ao ministro inglez e por elle acei-
ta ; he datada de 5 de Janeiro de 18:.
Esta convenrao he qoe forneceu o terreno legal
sobre que se basea a declaraba dirigida !no mez de
novembro nl'.imo pela Inglaterra a Persia.
{Continuar te ha.)
lito?, fia- i atrilfire
aerei ; qoe erain precisos qualrocenlus eolitos fia- ailrilTtiires da uttmbltl do Km de Janeiro
eos para a compra de um Itretiro vapor, e costea- cato eitao os arlos seguinles: ilnni--.io do >r. lioi-
nienlos das primeiras vageus ; e para pagamento da maraes de rommaudaulc to /). Mara II : do Sr.
divida rouii.ili. pela pe>-sima geieucia de urna di- Viegtl do O" .le eomintndinlc do l>. I'vitrn II :
rectora dcpolira, eri.ni precisos uniros qualrcceu-1hypolhtea do nosso vaporea ios anlltoi ertdorat
tus eonlos fracos. Itttloiidoa os vellios e novos ac- 1 ec. I:!.-, a falla de regulardade no
este 1 que n mal pode penetrar na familia impunemente, I djiu.lo pagamento da qaaUlit de 3819640 que des-
XKTSR!
RIO, 5 DE -MARCO DE IS.Y7.
aiMPAMUA LUSO'-BBASILEIRA.
Aof Sr$. aerioniita, u presidente.
Na sessao da atstnibla geral de 1-J de Janeiro
fioMino passado, leudo agradecido os serviros pres-
tados pela rommiss.i > permanente. eleges"i(.s vns,
Srs. accionistas, misa da atatmbla geral; vo-s-
.scnlba csponuiiea ntedeua honra da er collorado
na presidencia, boma i. que lodo a mmlia vida serei
grato ; !giia|menle furan.' noniea s para fietjtresi-
dente o I* secretario, r para o tillo, os rotos dous
honrados amigos os Srs. Bernardo Ribtiro dtCar-
tinta Joan Jote dos Ra*. A mesa presidencial
fe* publicar um iiinmicio Mnl jorotes dtsla corte,
'< esfio 15 lid ^1 do mesmu me.:, no qual couvidava
os Srt. arriuni-l's :i f,:/erein si.as entradas ; e se
nesie prazo mo astiresse raonid qeanti nafllcien-
lc, entiin o presidente com seus r\-r itltgti da rrin-
missao parataotala lo.titriain as medidas ttnvtnitn-
les pata toe as quaulias em deposita .'ossein entre-
gues a seus danta.
II.
Giegido esle momciilii f tal, reeonlieevxi a man
que a quanlia arraeadtda nao era sallir.i't.'te ; n s-
las circiiinslanr:as, os Irea ir- diliras da mes.1. leva-
dos pelos senliiiienlos una.....is de ato eoiteJO. lan-
i.aram inao do ulum re;ur-o, fazendb n sacrificio
de ireni lodo- em torno a' casa dos Srs. ittiomtltt
conislas no mesmo p de icualdade, pnrquanlo as
aerfles ve Ibas perdiam cada una stasania mil iris
fiaros, vejamos o resultado de DOMO) esferros.
IV.
A primrira chamad das novas acues linha pro-
dllidt cerra de i coulo : sendo 10 as rbainadas,
leamos 4(K) cunlos pan a compra do quinlo vapor ;
prottdtodo-M porm a' tgunda chamada, eia ao
deu -:t cotilos : fallam pois 17 eonlos dos noves ac-
cionistas que leruarain ; dcl'arle su leremus 110 fin
de 1(1 chamadas -J4S cotilos : e porlanlo faliam I5
conlta para a compra do Itretiro vapor ; sem elle a
coinpaiibia inacliaria snnpre mal, e por fim rain
na. A prtrneiri chamada das accdti pastadas nu
Kio devia produzir cerca de "7 eonlos, attttt
H ; esta dillerelira aipliea-tt iialuralmenle ; mullos
arcionislas etlaa ausentes, e n.lo ei^ar.im ordem
alguma a seus correspondentes uetla corle sobre a
nossa etmptnhia ; oolroi estao minios, e suas vul-
vas e orphaos nalo podrm tnlrtr sem lieenca di> joizo
dos urplnlos ; einlim alguns nao podem faaer suas
entradas por falta de meios.
V.
'Algunaaccionistas nimiamente patriotas eslavam
promplos a d/.cr um cinpreslnno sem juro, ou rom
.um modiro, ale o lim rio anno para salvar a rompa-
nhla ; pentel madurainenle rom meus collegas este
lopteo, e si que se igora salvassemts a compaulua.
a sua murte era terta para o futuro, como abano se
Ten', e etnsegoinlementa nosso esforco ca balda-
da ; foi pois este plt.no aliandona.li> para nao sacri-
ficar honier.s de bcni e patriotas.
VI.
Ainda a esperanra de Salvar a companbia me nao
ti tha abandonado; ancioso esperata a chegadado
vapor inglez oTamar que me devia tra/er o desen-
gao. A directora do Pinto n'uin de seus lacnni-
rns t.flicios diz-nos 11 que val mandar amanar uo
Tejo c 11 U. Pedro II, e alo n'uma qoadia oplima;
os accionistas uas pracaa da Babia, Ptroamboeo,
l.'Sboa e Porto, nein toitiaran novas arres, nein fi-
i rain a pnmeira prestara das antigs : assim todo
o peso da rcsliurarao da rompanliia rtcaliuia sobri-
os accionistas do Rio. A prlmtira chtosadi das ve-
llias acrcs iteu aqui S eolitos, que inulliplirados
por ll dao i eonlos, i-to he menos de melado da'
quanlia necessana para resgalar a coinpaiilna. Se
dous trros, ou pelo menos mais de metade das ve-
Ibas acroes livesse feilo sua primeira entrada, r>
resto mais redo, ou ir.ais larde entraiia, ou leria de
ver suas acres em commisso ; mas estando a DJlitl
parle dos velbos ttcitOltUs fira do ltio, e nao fa-
zendn suas eniradas, a mincria lica sem forra mo-
ral para appltcar as delerminares dosesliilulos
VII.
A direcloria do Porlo diz em seu ollicio de 1 de
jamuro proximu pasado, que ipprotl as resi>luir>es
lomadas nos as&emblas desla piara ; mas que na
pratica Iba parece iiiesaquivel a pretltcao das ve-
llias icriles ; por isso tic-s acou-ellia de convocar a
assemblea geral, e fazer passar a idea de que o di-
nheiro das velhas e novas acres fosse lodo applica-
do a pagar a divida ; e que depois se comprara um
terceiro vapor ; aeresrentando que o diubeiro das
velhas accoes nao chega para pagar a divida, e que
alum dissvseria cobrado cun grandes intervallos, c
que os credores lulo queriam esprrar. Ela medi-
da he injusta, centra a fe promellid', a mo allinse
o fim para o que foi propusta ; pois que a expe-
riencia ja moslrou que a compaulua mo se pode
sustentar rom dous vapores ; mil vezes anles ver
morrer a companhia do que acunsclhar nina iu-
juslira.
VIII.
A divida da companbia era era :)() de julho pro-1
xiinn t assado. fi 1((l::i:>!l~;s!i fres; esta divida
foi calculada, pela eommlssto permantnte no seu
reialorio lie I de tiulubro protimo passado, em
200:0009 fortas ; boje porm esta divida be muilo
maior. Nt pagtmtt joros avolltdos ; ignoro po-
rm a laxa desle jares, porque a direcloria rom a
sua coslninad.. reserva diz-nos somenle ipie os joros
tram elevados. E com elleilo urna snmma tilo cou-
siderarel pagando juros ha mai de um auno, deve
estar ja limito augmentada. Por imlra parte o ca-
pital da companhia esta' ja muiln diminuido ; o car-
van de .'. Vrenle esta' lodo gasto, o dos outros
|,poiitos quai lodo ; u vapor D. Mtril II deve es-
l I). Pedro ll.udepoisde uiuaou duat vilgtot, pre-
cisa _r I Londres. He urna prle lemos a divida
muilo augmentada, e deoutra o nosso capital esta"
muilo diminuido.
IX.
Ilesla aipnsican franca se ron-lue, que baldados
foi.1111 notaos esforrosde !."> mezospara alvar a emn-
panhia ; e que a sua liquidaran se segu inmedia-
tamente. Nos uao llevemos, Srs. accionistas, dei-
xar os uossos capilar- serrn dilapidados nes-a liqui-
d.rao. que sel a' feria pela directora ; defeodamo-
los palmo a palmo; e para issn eu aronselliaria de
inainlar a Portugal um procarador activo, ou noniPa-
.lo >lli mesmo ; os notios vapores vendidos em jiaala
publica, sem haver quem examine de perlu e>se
negocio, serfio vendidos por dez res do mel coadu ;
a desprta frita com o pr.cura.ior sera' produeliva ;
-..i. ,.,! [.: npur .._ ... rtipil., f|.,o Mm m ollil !
gara aos acciouislas do Km.
X.
O deposito sagrad confiado a' nossa tonta, ora
asistente no banco Mina' Mac Gregor c C, sera'
restituido a seus dimos. Do dia'.l'de marro em
diante us Sr. accionistas antigos c modernos podem
mandar os eus recibos ao dito banco recebar 11 seu
dinheiro. A despena feila pela commistio perma-
nei.le em Portugal, e nesli corle, e aoinrisada pela
assetablca geral. sera' linda dos juros; se bouver
rtinancsccnle sera' restituido pro-rala a seus rinos ;
e houver falla sera' paga a' rusta da commissao
permauenle ; um novo annuncio explicara' eslt
tpico.
xi.
lalvez que algum Sr. accioui-ta possa apre'cnt.,r
alsuma idea nova, que t! nova directo a" eompt-
nbia, 011 quequeira alcuina explietrjto, ou einlim
que se forme alguma associacao para a compra dos
nussostres vapores, e lobra elles lormar una nova
compmina ; os Srs. accionistas tem-me todo a'sua
dispotic,ao ntsta residencia, indos os das, do meio
dia at as : horas da tarde, desde hoje ale i) de mar-
ro pra deliberar a respeito de uin negocio tan
grandioso.
XII.
A idea da continuaran oa compinbil l.uso-Hiasi-
leira. ou da formar.o de una nova- sobre os icslos
da primeira. Uo .he plianlasmasoriea. A nossa r 111-
panbia linha todas as condic,0es de vitalidtde, che-
gou p.-rm a um estado desgractdo ; podia levantar-
a dtsltatildo '.' por certo que sim.; obslou a islo a
dlreelorit, e o iodiflerentisroo do< accionislas, que
prefrnram perder ludo a perder urna parle de smu.
rapilacs. exi epliiau :n os aruinuistas do Km de Ja-
neiro. Eiuquanli. os bracos porluguezcs nao furi-in
dirigidos paia arrolear a Alemlejo, depois de ex-
mela a inroortl prega do morgadismo, e para cul-
tivar a> iio.s.s trras da frica, estes bracos livres
bao de vir empresar-se 110 Brasil, nao podendo ser
impedidos dirrclamenle por um governt liberal ; c
0 que nao diremos quan lo a estrada de ferro c 1111-
municar Lisboa cun a Europa central'!
XIII.
A respeito do Brasil, anda sao mais evidentes ns
netessitades que favoreciam a nossa empresa. A o-
cravatura por honra da religiao, da philosopbit e da
hnmani.lade, IClboo-se : a colonisarao Itvre forco-
samenle ha de vir ; Portugal ni lem popularan
sullicienle para as necessiirades do Brasil, mas por
ora lie quem lera valido .- no anno de 1856 entraran]
nos portas do Brasil cima de i,000 Poitoguezei
dos dous sexos, sem cuslar um real ao governo geral;
se nao f.,se esle coulingente, por que preco nao es-
tara lio.ie o strvieo bracal oesla corlt, onde o ser-
viro do escravo lem IriplieadO em IJ anuos'.' Se a
nossa rumpanliia livesse sido rcslaurada, eu linha
ja o plano de reqoerer ao governo geral da Brasil a
sua prulecrao, que mesmo sendo indirecla, muito
valiosa no seria. Hilo islo, lica claro que nunca
ser reputado visionario o bomcni pratico que anto-
llia um brillante futuro i companhia.
XIV.
A companhia com tantos alimentos de prosperida-
de chegou s urna crUa ; de quem he a culpa ,1,1
directora, lloluro.o Ir- aecusir lionieus que nunca
vi, que nunca me olfenderam come ntrlicolarea :
mas romo tioinem publicu enmpro um dever sasta-
1 do, mostrando ao procediineulo de urna corporafo
trotis relares com a nossa companhia, nao en-
trando no foro parliealar, que ha sagrado, a direc-
toria be : nica responsavel por ludo o daino que
acompanliis s"ffreu, co^io se prova pelas razffes so-
gniuies : l. no principio dtviam-ee passar a acms
neressari.n para a rompra ric tres vapores para urna
linha regular; a avides do publico recebia-ai todas:
%.' na roustrui-rm dos nostoi dous vaporas lomos
ensaados e pagamos multo mais do que deviamos ;
:>. noaage da guerra da Crimea comprou-te rnr-
y.iopor preco excessvo aera grande quanlldade ;
i. a cre r;Vu de urna delecac.1o em Lisboa sen, e._
ler auioiis-da tagmaulou as deapezis da administra-
rao harrhelmcnlt : .">. empregados responsaveii fo-
ram nom idos sem Hinca, ou seni serem socios da
eomponhia, e rojos .:,..... s a copanhj ha da pa-
sar ; 6." a directora nao convocon a assemblea ;;e-
r#l, quando er- ohriffada pe > estatuto ;:.- os accio-
nlslas fnr:.,-n redondamonle engaados pela ilirrcto-
ria. dizando no seu reltlorio de21) de ag sin de sv>
qne li ivia um ln neficio liquido da :-:-;'"'-' >, 1 rtis
00 por cada acc.1o .""./tl'i, r em piincpioide novem-
bro dn un -ni > anuo -clan 1 ;- alcance de 111 is d
s-ic'nse.ii f,irt .,..,, |v nm, r,,, ,,,.......,,_
nique ; 8.*, a din .Ion 1 n'.o liuln livroa era ordem
nein um guarda-livros habililtdt, e quando foi com-
ptllida a -lar conlt|.M enlflo cumprioeila ubrii ac-.v.-
1 directora demiilio do servir di companhia 01
ofliciaes da uiariiiha real l'om|
trvlno e de om
regulamenlo rapaz pera ti sorviro dos vapores : 11.,
o peora esriupulo rom que a direrlaria pretende re-' Ballolie boa 3 m
nao quebrara' ; su
ceber os seus honorario de 2:3808053," quando us
sorios peedtm quasi lodo o stu capital ; l.">., a falla
de eumprimenlo do atinlo, tflo fateado sabir ara
comniisso um grande numero de acres, que nao li-
serira lodasai enlrtda, e qae illagalmenla (gura-
rain mis tssambltls do Porto e em uulros actos
VV.
I.iinge de miin o penstmeatt de dizer que a direc-
oria luriou, alo ; masdaiioa delapidar aosso eipi-
lal. A diieclnna foi alnolvidt pela assemblea do
I orlo, ln,.< ha respnu ijvel por lodos os seus acto-
depois dossa dala. Coufviril chama-la a barra .le
11111 tribunal .' nao ; temos poiem um tribunal mais
furlc que o toluvtl a parcial Iribuual civil ; os re-
morsos que perseguem a consciencia do criminoso
ale di-baivo do Inmolo, o ferrete da opima publica,
esla raiulia du mondo que sempre a por Inda a parle
perseguir a directora, primando entre seo, gritos
.....nprecaces das vinvas e orphaos queficaram na
miseria ; e emliin a juslica eleina de lleus, que alo
pode ser comprada pelal aristocracia, ncm pela de-
moc-acis.
XVI.
Para terminar, Srs. accionistas, devo publicar as
acries dignas .:e elogio, e que hoje perlenrem ao
publico; grata farefi be esta. Os accionistas do
RO de Janeiro, antigos e modernos, que cun seu di-
nheiro sis anreaenlaraoi pan salvar o tuluro da com-
piBllia. s.lo dignos ric el< gin ; us accionistas que fo-
ram miniliro- grtloltoa de commfssOes, e que oblive-
lam resultados em favor da compaulua ; os que que-
ran! eulrar n'om Pinprerlimo gratuito, e os que es-
creveram em prol da companhia ; os meas collesa
da rommi-sao de iaquerito, da commissao perma
nenie e da mesa presidencial o nosso digno e 111-
caotavel procurador, u Sr. ronselbeiro Lousada, a
quem a assemblea geral vi,Ion por varios vezes agra-
decimentos unnimes ; o Sr. lenle Th. I e S
Andrea, eommandanle do vapor l>. redro II ; o Sr
viscoude de Sa da llandeira, ministro da niarinlia,
pelo apoio franco que quera prestar IIOMI compa-
ubia ; o Sr. marque/, de l.uul primeiro ministro,
por ler lavrado o decreto da approvacjo do novos
estatutos; e, emlim, pelo inleresse que moslrou pela
uossa compadlua, mandando lavrar o decreto de soa
approvaran, e dignando-se asigna-lo ; mis, Sr. ac-
cionistas, devenios piofundo reconbecimenlo a el-rci
1). Pedio V.
VXII.
'onclwhuii
I-' A companhia Luso-Brailleira deve ser liqui-
dada iiiimcdialamrnle
.1 lleve ser nomcado um procurador, munido
das eompeleiiles procurt;iles, par assi-lir a liquula-
co em nrme dos accionistas do II
'!.' O dinheiro proveniente da I. a >. chamada,
das ac{es novas e da I.- das velhas deve ser enlre-
ur a seus dorios do dia '.I de marju em dianle.
S." A despe/.i feila pela commissao permauenle, c
delerininada pela assemblea geral, sen lirada do
juros; o restante raleado pelos socios, a falla paga
pela commis-an permanente, se os acciouislas nao
delerminarem de outra mancira.
>.' I ma cotila crreme da despeza e dos jums se-
r publicada pelos jornaes para coiihecimenlo dos ac-
cionistas.
6. Os acciouislas que al o dia !) de marco n.lo
li/.erem suas declararas em casa do pres'idcute,
adherem ao preteule manifest.
Collegio Vtclorio, no Kio de Janeiro. I." de mar-
co de i.->7. l)r. Adolpho Mannel Victoria 1 Ma, presidenle da companhia l.uso-Brasileirs.
Jornal do Conunorcio do Km. )
porque censura-lo be mclter as unios alo us cntovelos
na vida privada.
He melliur, ra;u mojo, mudar o lialcao para a
|imla, porque o Sr. ou ha de 11......ou ha de ven-
der, lia pona nao ven le, do balean nao 11....., nao
la remedio, balco na porta, pira vender e 1,......
a dea '.' So assm >eu patrio
iim se coiicili.ir.ii) us delle u os
seus interesses.
Na loreo do esli ludo be cnxulo, menos a calrada
da urna taberna da jTrcmpe, onde se rosiuma "dar
garapa a ravallos. Em toda a parle ube-se a calca-
da para ntnir pelo melbor lugar, all desce-sc para
evitar o ptior. Ofi | que limpeza. E porque ha de
o dono dessi rasa arrtnjar as tinas e os cavalllos de
inaneira, que nem a ra pude ser Iransilada J Na-
da, nada, ineu senbor, reinova esse seu negado para
oulra parle ; a Ierra he sua, lilas he dos outros
lambem ; veja urna casa que tenba quintal, se essa
sua nao lem, e la lenlin csses ravallos eessa gtrtpa,
e essas linas, e es-a aorcartt e esse negocio. ad,
nada, meo Biabar. *
(tuvimos tanta gente quexar-se deque os vi
veres tslAa carlasimos, mas mi he verdade. Xa Ier-
ra un que om pinto cusa 10 rs., os vveres uao es-
tao caros, fin pinto que depois he um frangu e de-
pois um gallo, por {II rs., he baratissimo; pois nao
lia venda quas, en) que se mi d um pinto por -2
vintens. Compre-se urna dozia He ovos e parta-se,
que se nao tiver urna duzia de pintos, eu nao quero
ser fiscal.
Aquillo ja he como a vapor*!Nao, he um m-
nibus da caneira de Apipucus.E aquella fuma
peudeu com o auJ.iiiienlo das causas judtciars da
muiiicipaliria'le, niaudnu-c nuvir ao advocado, re
uielleudo-se-lhe a coula aprestnl ni pelo solicitador.
Entra em diseoMt 1 cooservacjlo ou nao conser-
vadlo ilos empregados da casa, e estando sobre a me-
sa os ttulos de suas uomeaces, proce-le-se a vota-
Cao por ca.la empreado, no sentido de ser conser-
vado, e u furain lodos, a eiceprilo do cordeador An-
loniu l*'eliciano Kodrigues Selle, votando contra a
conservaro do contador o senhor vercador presiden-
te, em cou*equeiicia de sua molestia prolongada o
ter ausente da repartilo, pela primen vez, vinte
mtzes e pela segunda, aova mezas.
0 Sr. Ilarros Brrala, arompanlia na Biieosda ao
Sr. presidente, fa/.endo alginiias coiisideraces a res-
peito do empregadn duenle. l'eilo islo, o Sr. Bar-
roca maula a mesa o seguidle requerimenlo, que
depois de breve diseussao, o das raides apreseolada
pelo seu autor, fui approvado. "
Propooho que os Srs. fiscaes approvados sejam
conservados as freguezias em que csUlo strvinde, a
exceprao do Sr. aforatt, que paliara' a servir na
fiegue/.ia de Sanio Autoaio, passandj n Sr. Kibeiro
para a de S. Jote, Silva Ksrroca. .
Acbando-se sobre a mesa diversas peliriies, reque-
rendo o logar vago de fi.ral da freguezia da lloa-
/'iii romprehende o ponto d* parlid naridade do
Iterife, ,1 ifuat decerti ser fixo e ptrmanente.
Por e-l.r,ii.p,we,, > nflo poda o ernpreileiro mudar
a estarao terminal, que no plano api ovado pelo gt-
verno fofa marcada as trineo Pona ; nem pude
consent-!,! o preiiienle da provine a, porque esta
Ima de suas-.itinhuii;es ; a sii u guveruo geral o po
deria fazer ; mas lio Minente de accordo com a com-
panhia, ui.ii-a que a esle resucito pude solicitar du
mesmo governo .1 abrogarjjlo do citado artigo (i. Lo-
mo, pon, propnz o anno passado o empreiieiro mu-
dar a eslaran terminal dasClOCO Punta para o largo
do Colleaio '.' E romo esle anno lem a pielenr.lo,
anida mais absurda, de muda-a pira .1 ponle* da
Boa-Vistt'?
Comeea'am por pedir a desapropriai;ao graluila
do forle das Cinto Ponas, e diztm que tambera |ie-
foi em hieve riemiiiilrada, a que sendo vergonham
relraclerem-aa rio rfue haviam dilo do mercurio, -e
viram os lli ,,-e Lu,,- obligado a buscar um un
tspeeifieo contra a ivphili.
Foi ueita ep >-ln I>jbtr1, que Condet aununciou a
propiedades rndenles e resolalivas de iodo ,- t e
iodo f... iprevailada para .ubsliiu.r o mercurio, por-
que |a HlUIn) Kirl.....J Derhu recommen-
da-lo nos l,,l, e blenorrb.gu, t loco depois
proclamado cuino aulisgpliiluico
Razei d.vena. levaram o. praticos 1 Iralarem de
comliiiiar esta.inelalloide
com oulio corpo*. Bu-
le dos charutos.Ali .' bem dissemot qoe ja "ha- ; Vista, fez-se a leitora de cala urna della, e pa'san-
via lieenca para fumar-se nos mnibus. Ilein enlen-
ilido. 1-omar lie um vicio como os outros, e pouco
importa que Incoramode, que cause nauseas a'quem
nao fuma, o que se quer he o prazer de cada um, e
viva o charuto, c viva a libcrdade de fumar nos m-
nibus.
No dia 2u a' I hora.da tarde, o Sr. subdelegado
de Sanio Antonio foi de novo a'celebre casa do
berro do Sarapalcl, acompanhado de urna forja do
corpo de polica. Jocava-se fortcinenle na forma do
coslume. He a secunda vez em meros iie oilo das
lo-se depois a proceder a nomrarao do empresario,
foi nomeado t supplcnte de fiscal da mema fregue-
zia Anlnnio Moreira de Men Innri. com cinco votos,
oblando dous Julio iernaiulino da Silva Mello, e um
l.uiz Aiitoni o Kodrigues de Almeida.
O Sr. Barata, fez n secuinle requerimento, que
foi unanicacnle approvado. a Nio podendo a cma-
ra estar sem um engenheiru cor le.uliir para occorrer
pie a pulira vai a' essa casa e encontra 1020, mas I ecculide do servicn, proponho para cordeador
ao 1101 sorprenden isso, porque sabemos que todos "r- Filippe Xerv ColllSO, que rene as qualida-
AS9EMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL UE
PERXAUBUCO.
Sessao' ordinaria em ; de margo de 1857.
I'retiaenau do Sr. Bardo de Camaragibe.
Ao inci,.-dia. leil. ., chamada, e havendo numero
legal, abre-st a sessBa.
ile lida e apiirovada a acia .nilrinr.
Sr. |. Secretario da' cunta do segrale
EXPEDIENTE.
l'm ofllcio do secie-ariu do governo, declarando
que se ha reconmieiuiado a mai'ur arlividade na ini-
preatAo do relatoiin e mais peras que poresla assem-
blea e a lequeriineiilo do Sr. Barros de Lcenla, fu-
ra pedida a S. E\r. loteirtda.
Oulra do mesmo Sr., declarando que se acaba de
exisir com luda a urgencia as inf ;rmar>cs pedida
por esta assemblea sobre o projeclo n. "!l do auno
passado, elevando a.eategoria de villa a puvoanlo de
Agua Prela. lattirada.
Outro du mesma Sr., reinctlendi as sontas de re-
ceila edespeza, e balance da cmara municipal de
l.imoeiro. X rummissan de orraineutu municipal.
I ma pelirao de Manoel Elias de Moura, piopne-
lario rio eagenho Conceirdo de Keberibe pedindo a
esta asscisblea a permissa, para .furar a cmara de
"'"'' '- J-----' -eu< nuoiaMiun
a exlensao de s.-u eugenl.o. A' commissao de pe-
lres.
Outra da irmandado de Nossa Senhora do O' da
freguezia de fpojoea, pedindo a approvarao de seu
compronusso. A' commissao de negocios cclesi-
(icns.
Outra, de I-rancisco Manntl Bezerra de Vascon-
celos, profersur publico do ensino primario da villa
de Pao d'Alhu, pedindo pagamento, de scujorde-
aado na razao de tXNIftIOO por exercer o entono du
1." grao, segando dispoe o regulamenlo de 12 de
inaio e n.lo o de .iO*IHI> que ora percebe relativo ao
I." grao. A' commissao de nislrucrao publica.
Oulra, de Francisco Alfonso de Mello, prupriela-
rio e resllenle em seu euueubo Santa Cruz em Btr-
reiros. pedindo que porum acto legislativo desla as-
semblea delibere que esl sujeilo 1 juriidici-ao civil
e ecclesiasuca desla provincia, para ntlo ser* coagido
a cumprir deveres c obugares, como tem sdo.para
rom a jusllra civil e ecees:aslica da provincia das
Alagoas. A' cniiimis.au de e-latislica.
Oolia, de .Manuel l.uiz da Veiga, por si e como
procurador de seus irniitsrilhotehardeiroadaHinoel
l.uiz da \eiga. pedindo que do fixado na'Jei du arca-
Bienio municipal, se marque quola necessaaia para
pasamento da qnnnlis 21:6021488, que|lbe deveaca-
mara municipal da eidadfl de Oliuda, cojo paga-
mento, sendo lugo realisado, peticionario rteeber
sonieiilcaqtianlia ile IVOIIO/IKII), com a qual seda
por salisTeilu. A' commissao de or-tinento mu-
nicipal.
lie lulo e approvado o seguinle parecer :
A commissao de pelirao para dar seu parecer so-
brea prelenraodo-deseiibutasda repaitirao das obras
os dias ah se joga c que se a polica reptUttt mu-
las vezes a visita, rrutas vezes encontrarla o que ja
por duas enconlrou. Nao sao entretanto homens da
plebe os que desrespelam assim a aulondade, os
quezombam desl'arle das fcis do paiz sao doulores,
empregados pblicos ele. emlim que por sua posi-
rao dever.lo ser os primeiros a dar o exemplo 10
povn de sua obed enca aos poderes consliluidns. Ou
a lei e a aatoridarie Oto significam colisa alguma,
ou esse facto deve ler una severa poniejo.O cri-
nie lutar cera a le, alfronlar a arcilo*legitima da
aulondade lie o ue nao lera' lugar quando lemos a'
frente da pulicia um magistrado jallo e severo, e a'
frente da adrninidrarao um tiomein bafil e energ -
ce. Em falta de ama satlsftcSJo a' lei ultrajada, res-
la ao Sr. subdelegado a cousrieucia de haver com-
prldo seu dever. e a gloria de saber o Brasil inleiro
que V. S. lulo sub-cieve 1' essa immoralidade, e que
e em sua fragatiia se viola a lei. he apezar seu.
Mas esperamos qae o governo olhara' para isio c po-
ra' a'disposicaode V. S. os meios precitos para fa-
zer rom qoe a ln nio seja lellra murta.
Sr. fiscal, como Vmc. esta' ou parece ce-
g, d'-n.e ca sua nio, o me acorapaohe por
onde eu vou. Caminbe, ande, vimos itc o pa-
leo do Carmo. Onde eu vou leva-lo uao precisa
ler vista para cothecer, que ha violarao a's posloras
da cmara ; basa Ifaclo c laclo.lie aqu ; suba
esse degrau; olh*, naorieixe-mea mao,qoele*nmuita
pedra no caminko. .Sabe onde eslamos '.' Na coebei-
ra do....... Aspire o ebeiro, ja temi em sua vida
maior podrida .' Venha ca, mais para .> fundo, lo-
me para a esqiiTds, que no meio da risa lem urna
cacimba. Esla' eom medu da lama"! Isso be nada,
venha, venha nwis para ca ; agora digt-ma por on-
de Iba bate ella'.' Se nao Ihc cobre o pe, di mais
dous pistos e Ib- patsan"et joelbos. Kesponda-me.
Sr. fiscal, romo pede morar gente nesse inferno;
como ha possivel que Vmc. anda nao descobrisse
isto '.' e auoil dga-me lbor liseal do qae Vmc.".'
Por caria do presidio de Fernando, cnnsla-nns
que coolinua all gozarse Iranquillidade, c seus
babilanles acham-se salsfeitos com a administraran
do arloal rnmmanlaute o Sr. coronel Leal. O re-
des precisa
Kecife, 2"i de fevereiro de 18")7.Barata.Man-
dou-se commiinirar ao nomcado. convidando-o a
prestar juramento no dia de marro, prximo fu-
loro.
Uespacharam-se as petieOes di Antonio Joaquim
deSinl'Annt, Antonio C.arneiro da Cunta, Antonio
de Medeiros, Anna Mara de S. Pedro, Ctettni
Mara KagdileDI, Gloriada Ferrera Clao, Eslevan
Chantre, Eduardo I-rcderico Banks, Francisco Jos
da Costa, hachar! Francisco de Souza Cirne Lima,
Jlo Baptista e oulro, loat Jos Pacheco, Jayme
Eneas Gomes da Silva, J. E. Roberlo, Joaquim Jo-
s de Olivrira, fttanoel Antonio de Jess Maxima-
110 Jos Bezerra, Manoel da Cosa Kabello, Pedro
Jos de Fanas, c levantou-se a sessao.
Eu Manoel Ferrera Accioli, sccrelarin a suhs-
crevillego ./fi/ii/uer/jue, presidente.Barro lle-
no.Barros Brrelo.Barroca. r'ran<-a. Bara-
ta. Mello.llego.
chaan o ruiuhinoo rom o unido ; e eni ,.>(i' "
lace maiigurou o loior.to depolusio como meio ht-
roico contra 1 yplnlis. ,u
O exeinjilo d.ne pratico fi ,r,Uido em Ir,,Cj
por Cullener a Ricor.l a olios, qaeeipeniu.i,|irim
a elogiaram o lodorelo de polnno. ee >rle
eu direilo, e lie pena qua mo Ihet-dMtMi qualquer Ctotta enlbusiaimo. mu que nao rhegou a piu, '
du duas cousas, uu ambas ao meneo lempo, lie jau de antearlo. ''"
piovavel que nio podesteiu obler alguma ou ambas Os aicidc.iile da svphilis foram reparlido 1-1
ellas, a eul.io ptusiram em mudar a estarlo lerm- nierrunu e pelo ioaoralt de pol.nsio. v
nal para t larga da Collegio : mal esla uiudanra in- | He esie. Sr. I)r. Xerv, o etlado ariml da enr
porltva em i"> rail libras slerliuas e recuaram. Ago- ma- louva um de>let atetei cura exclusa deoot,!1,'
ra he outro o plano, Uo ridiculo e absurdo, qae pa- he duulnna que a pralira aat> lanecmiia, a f s'
rece antes um epicraiuma feitu a nossa illu-lrara,
do que u resultad de uin e-ludn seno sobre a plaa
di ridade e suas re.11 o- ruuiuicrciaos.
\ ejamns olqoe pedem tgiri paia a eslar.io ter-
minal du Kecife : pe.lem nada niel us qoe nina fa- 1 que a aerao du ludrel
os mdicos rlimros, devein coa-
la.
bem cumu (udus
': rii.tr esla VICOS
Mas \ S. qn> inuiliK veres lera dado o merco
ecom proveilo eqae amia ., lia de rertilar, por-
le polasstt D.iu ha inialli-
clia de terreno, com :HI palmus di largura, come-i vel, quarendo -u.lenliro ,p,. |hh rfl|0 ao rjaeule
jando ai> lado da casa do Sr. Antonio da Silva (,u-- acarea do mercurio, leruou-ae um riarm apauo-
mau, na ra Imperial, a pastando obre o viveiro nade aa Broaasiis erenea que nuiud Ma eunheci e
chamada da Manit, segaindo pordllni dama da que nem mesma te oeda aadanr de seu reeeilaario
uro, tt putar pelo lado oriental da easa de deten-1 qaelidiina porque nos tterinea ao Brou.-n a
Ciiu, c chegir ao rio ; e dabi ludo o terreno desnecu- de -ua escola, aacenlrea dlMtea ,1 ,, \\,, a -iidrim
pad.. ai,- a ponte di Boa Vista, atravessando por I para a qaetttt actual.
cooseqoencia diagonalmenle varios qairleiroM mar-1 E o qu tignifictai astit detrarcoes <
cados ns planta da cidade. o terreno, pois, para o i HfrTTiri* olrfuaaj mull satiad titL_^j_l_i_
terminus, uu a primeira eslar.io he o cumprebeiidido dellas, e que tetilla recebilu unnimes loavur'ei
na parle di puente da roa di (..incordia, que ain la I Nao avaha V. S. a qaanlo |, arra.lar um ba-
an esta' edificada, islo lie, o chamado porto dat Ca- mem a cegucira por um nataatt, e o deseto da
notl ; terreno que a cmara ii.ij pode conceder, por j lelo id ir '.'
que esla' destinado para lograrinuro publico. V. S. labe qae, se eu aotattar, poda eiirher ai-
Tudo isto nos parece uin sonlio; mas vimos a plan- libas carita cun imineii-ss silioisa a favor do atar-
la feila pelo engenbeiro em ebefe o Sr. I'enistoii, 1 curio ; mas qual o re.,illa u, que teamos a obiei '
e ja' nao podemos duvidar. He, pois, uessa aesgll Eu ua elogiei o mercurio uem drpreciei a iodo-
de Ierra, entre a casa de deleor.lo e a ponte da Boa reto de polassio, lauro esto de um ou de oulro en
\ isla, onde se pretende collocar oslarlo lermuial furme us raso, a 1 ambos com 1
de Kecife; ubra que demanda espa;o nao |s-j para
commodilade, como para elegancia do edificio.
Ilizem que por ora foram contalll das acerca diste
novo projeclo a cmara municipal e a as.ociaran
commercial: felizmenle imbaa estas corporares pos-
suein boment de inlelligen- la. e de bastante.palnu-
lisino para repcllirem til imane semillante, projeclo,
inexequivel por inuii.i- ra/es. Qie vaulagens pi>-
de elle ullerecer para mcrcadonai, qae Km de ir
desla cidade para o interior, sendo obligado seui
donos a li.insporla-l.-is desde o Recife ale a ponte da
ju-lira lerai da fazer
eloeio. No nosso doealo cornecei pelo iodarelo de
pulaisio, e corro me nao des-e resultado, mudei para
o mercurio, e sou-lbe agradecido, parqoa lima o
duoute do estado deploravrl em que eslava, e o le-
vo a um estado mu -ai,.tactor-,,.
Conv.dei- ara me pruvar em como marearlo
era nocivo n :. Cin que.tAo; V. S. copioa altaos
ptdtcos de obras que deprimen o mercurio, >eat sa
referir an caso, designado. Setu lalvez para ma di-
zer que o mercurio lem lido detractores I E qual a
medicamedlo oh a doulrina medies qua otn4s ten
Boa \ isla, quando as Cinco Ponas po.liara desem- \i o quadro laslimeso dos males oue a a>err.,w,
barrar no c es, ou o trapiche da eslaglu (> m.s- pode produzir e em resposla so lelil a persanlar
mo succcdc rom os producios da uossa lavoura, a-- I be .. que faz o medico a' cabereira d duenle I
sacar e llgodao, que devein ir pan os depn,iius do Xa lem elle meios para obstar, qua o marcan..
HEFARTIQAO DA POLICA.
Occurrencia do dia -JO de marco.
Cumprc-me levar ao coiihecimenlo de V.
Exc.
R ----------------- ...v.w. ,'.. n i.,..,,,, UUO
ecite, e puliam embarcar na estacan das Cinc .faja esse eilrsgos '.' E se 01 mee olntir
Ponas : ao passo que na ponle da Boa Villa sera' veaccosar anles o medico que o medien
misler um novo carrete jior Ierra alo o Kecife, ou
faze-liis passar por baixo das tres puntes.
N.io pude prevalecer a idea de fazer-se oulra sla-
Ciio na ra Imperial para Carga, tirando a da ponte
da Boa Vista nicamente para pasiaseiros : porque,
neiihuin inleresse ha, em que as estaciies se dividas
por esla mancira, seodu inditlerenli aus passascirus
este ou aquello lugar, comanle qu'seja lio recinto
iia cidade ; porlanlo n.lo
uto ie de-
medicamtala ?
?upponha que no romero de nm ptvalisia mei-
eunal, o medico nao Iralou da combeler esle mcam-
modo, e quo comineando a dar o mesmo nsedsu-
menlo.o doenta veio a soflrtr o males mhicoaial. -
a esla pralica errad. Dtve algaea------*iiiL
desle acunlecimenlu reprovar o mercurio, ea reart-
liender o medie por dislrshido 1
aOaaee a \ s. que ata e daici o mercurio mm
.,,> r,i 1, ,,,,.. 1 .......... 1 i oasiana o iranil.iriio oa p an a 1I.1 cidade, nia-
fc h" S quanel ,1o corpo de ,i esle corle in.urme. alravessand. diaaonalmenle
polica, a nimba otriem, Mauoel Izidro Comes de
Carvallos, para reciula.
, _------- ..... .,uc .,.. ^ udiri u merca
haveria nesla caso senao 1 medo de queme appareta o .piad, h.rriv! o
tutu de despeza. Ma, qaanlos inruuvenienles uan 5. .1, a.., .,, ih.,i..........,\
resullariam de semeibanle projeclo .'
Bastara o 11 ans nu da pltnla di cidade, basla-
llas dillerentes parliriparns recebidas nesla re-
partican cantil o seguinle :
Fnram presni :pela subdelegada da freguezia do
Recife, Jr.- Francisco ri Silveira, por brga, e os
prelus Ji,a e Manuel, por desobediencia.
E fela subdelegada da freguezia de S. Jos, o
inglezuuillicriiielienc.au, 1 requntelo do director
da estrada de ferro, a a pela etcriVI Maria, por
/egida.
O delegado dn termo de Ctraaru refere em nfli-
rio de 17 do cQirenlc. que em a imite de IN de fe-
vereiro lindo, diiigindc-se Melena Mara do Espli-
que po
expiar seas desva'iot.
Todos os oflirises c empregados se conservain em
harmona, rump-em Masut deveres, e mo.iran de-
dicaran ao seu 1 ovo comuiandanle, por quem tflo
retribuidos.
Temos DOtieiai da colonia militar de Pimcnlci-
ras de 17 do crrenle, que d;lo aquello lugar em
paz e mistante animado.
Dominga 22 do correnle houveram duas pro-
cisses, ambas do Senbor Bom Jess dos Marlv nos,
urna sabida da igreja do Ros,rio de Santo Antonio,
e outra da Santa Ciuz. da Boa Vista, as quaes e ram decente.
-4'-' amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSOEXIRAOKDINAKIAEMiiEFEVREl-
RO DE 187.
'residencia do Sr. Bego e Mbitquergue.
Prsenles os Srs. Barros Brrelo, Franca, Barros
Reg, Reg, Barata, Barroca e Mello, tallan lo com
causa participada o Sr. Vitnnt, abrio-se a sessao
e foi lida e appruvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle expediente :
Urna peticao vinda da presidencia para a cmara
informar, do desembargador Jernimo Marliniaiin
J'igucira de Mello, e Francisco de Paula Correa de
Adujo, cnlisLMili.ire. da casa da ra do Hospicio, em
que funcciona a Faculdadi di llireiln, pedindo o
eumprimenlo do contrato cnlra elle e a Ibesouraria
da untada celebrado, pelo qual he a mesma fazenda
obligada a Tazer por sua cuita os maros da parle rio
mcente que liverem de dividir o quintal da caa
arrendada dos futuros quintaes da nova ra de S-
Goncalo, em continuarao ale o Pombal. Sobre islo
mandou S. Ele. mformasse a cmara quanto somen-
te cnuveuiencia de ibrir-te ja a referida ra, e a
I cmara resolveu se respondesse a S. Exc. que. a nao
ser o augmento da edificarlo, qoe lalvez possa Ira,
zar a abertura da ra e por couseguiute q accresci-
mo de rendas publicas, outra conveniencia n,lo des-
aquellas mailleras munidas de lices em braza mal-
Irataram sua viciuna horrivelroente, queimaiidn-
Ihc u baixo venlre e coixas, e deixando-a em estado
de firar aleijida.
_ l)s rrjiniiiosos, apenas foi prese Helena Maria do
Espirito Santo, e pudendo os oulros eva nrem se,
sobre o fado vai ser instaurado o competente pro-
ce-so, tirando o delegado na dligenria de capturar
us ileliquenles que 11 nao foram.
21 e 22
For.-.in presos : pela delegada dn secundo dislrir-
lo desle termo. Manoel Joaquim de Barros, Judo
Francisco da liunlTa, Jos Alexandre Muuiz, Pedro
Jos Pereira, -lose Rufino de Souza e Manoel Roli-
lin ,lo Sa',. ludo por dos Prazcres, por insullos, Flix Costndio dos Keii,
por furto de cav Nos, Joan Jos Muniz, l.oarenru
Jusliuiaiio de Barros, c Anlunio Murena di Lima,
por usu tle armas defetaa.
Pela subdelegada da freguezia de Santa Amo-
nio, Juveucio Anastaeio Ferrera, pur ler casa de
labolagem, e Marlinbo Jus da Hora, por snspcilo
de ser escravo.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, Jos
Joaqoim da Silveira, por desobediencia.
E pela subdelegada da fregoezia dos Afogados,
Ruinan Rodrigues de Menduiica, Jote Borges Ma-
cario, Jos Virissimo Pereira, Antonio de Lima J-
nior, Josc Francisco de Lima, Antonio Ignacio, Ja-
neado Jase, e Vicente Ferrera dt Nascunenlo. lo-
dos por jogos prohibidos, Joaqoim Jos de Sant'An-
01, por uto dearmai defesa<, e os escravos Roberto,
Izidoru e Aolenio, por atpaucamento.
>. se deu ao Irabalbo de piular sem menor provci-
i"tlenrrao '**" "" '"""" v"* 1ue u *> >at
Permitta-me V. S. que eu lermiue eiU 1./ -n.lo
aigumis con., irrare. a' dous paragraphot de aa
Nu primeiro diz V. S. Alaun. medien per can-
sa da accau eslimalaale du mercuria em grao tati
do. Ihe alliibuam uina virluJe e-necilira o ii.i,
menludtsvphilti. '*"
lle-ejava saber quaes sa os mdicos que tvaara-
rau ama propusirao tan errnea, t muilo rae adaVirn
que \ ,. ie los.e ali.l.r entra alies, aat eeabecamlo
erro que elle riniliam.
Poii quem podara coniiJerar o mercario latae
aniisjpbti.occ. por elle ser estimulanle en grao so-
nrdo .
Sendo assim tomos levados a r-.ocluir com lado
rondao. Eis-ah. a causa provaval do aovo projeclo rigor de ama boa argumenlarao.aue quaal mai. .
de estabelecer a eslar.io ua ponte da Boa Villa, isl limulanlcs fuera taluhslaiiriat mait
he, pastar |>or terreno ja' preparado, em qoe apenas *
sera' misler de algum pequeo aterro.
E purera pelos factos sat-'rios, por essa veleulade
constme, e por essas mudencas e sitrteles Iflo ab-
surdas unas cumu as uulras, pndem>s tambem dedu-
i,lillas quarleires, ja om parle ediicadus, afeiaudo
e de-iruindo loda a harinoiiia da edilicacilo romera-
da para repellir semelbaiile projecto.
N,1o admiltimus Indo quanlu se diz a esle respeito,
porque fogimos sempre de acredilir no que ntata
marear a honra de pessoa alguma ; porlanlo argu-
mentaremos com os factos sabidos, < ddxaremus ludo
mais aus curioso,, ou aquelles que em falta de du-
euraenius, goslam de appellar par as leslemuuhas.
lie faci sabido, porque se v, que o irabalbo da
estrada de ferro comecou em lern 110 solido, e que
daquelle poni al as Cinco Ponas tena o ernprei-
leiro de aterrar grande exlensao d alagado, dude
mar, passaudo por um lugar profoud chamado
anhsvphiliii-
ca concln-a alsurda que a sciencia uao "pote a>
modo algum abrarai.
No segundo paragrapho l-se :
1 Se 11 meiciino f*.e um especifico para asta.
plulis, dizein elle., nao seriara nec-nari. e
/.ir unir coniequenea, e beque o era|>reiieiro pre- eambiaaeoei raullipliradas. en. variedade de fttnsaT
leuda fizerjus a. ibler, lalvez, pro.ogacilo de lem, o la com que abundara., pharmacpc., o oee aus
em urna das rondirues do seu eoBtrieto. Elle he 1 faz cre que nada lem de Unarilict a
"brigado a dar a lialu d Recife ao Cabo, completa Qae a.g.itn^nio tilo levian par. comatlrr a vir
ate lim do correnle anuo, cumqoi......su ,,-jam ex.- | loda etaetlCea d merr,,. (;n, '.V,\"'
aulas pelo poverno as puntes. ..lerros e escavaee. ; be de up.n.a dese, medir.,., nue cmlt,m Va?"
e cumu isla paree, quas, impossivel pela raantira pecliridade de ..... mtdieame.i.. porque n.m-.n"
com que es o Itabalhand, e pela incuria, que lem eos .. r.caila.n deb.ixo de himm^TTZSSL
moslrado algons dos seus engeaheires; e porquo pu- i vanadas wminatroe
t^TZEfLyZlXr^rZ^riL^LS* l^^!--*i a c.mbin.r.-. rea,
&i!m'> s> %tttiwnmts>.
Iiublicas, revogando-se para esse liiri o S 7 da le n. C0',riil a camara 'm ella ji aherl., poiq.iaul0
386 t i, d.-11, ,110 de 1851, precisa que pelos canaet: aclualmenle au lia neceisidade de transito por all,
complenles se parara iiiform3r..es ao director da ee-l nem esle lem sido reclamado; dizendo-se mais a
. il'l:: 'i. tt on -
Sala das commis'es. 23 de marco de 1S57. 1.
lavatcanli. Mello Caralcanli. Cameiro Mon-
ta ro.
Sao lidot, julgulos objeclo de deliberaraoe man-
dailos imprimir, os teguiaUl projictcs :
A assemblea legisla!.va (irovincial de IVrnambttco,
decieta :
Os veurimentos dos prufessores e subslilalos do
(vninasio, lerflt pcicebda. debaixo das mesmas re-
gias e ci.iiriici.es ulabelacidal no regul.nie.nlo da
1 acul.lade da Oireil, para os seus respectivos len-
tes e substitutos.
Sala das commisses da assemblea legislativa pro-
vincial de Pernambneo, 2:1 Je marco de 1837../
lomo de Olieeira------Ignacio de Barros.
O eornpromiiso da irnundade do Saulissimo Sa-
cramenl da freguezii de Sao Lourenco da Mala,
approvado na parlo leligiosa pelo Exm. prelado
diocesano, he merecedor da approvaQao desla irsem-
hlea ; p ,r iiso a commissao dos negocios ecclcsiasli-
cos. he de parecer que se adopte a resolurao se-
guinle :
A asseml lea legislativa provincial de Pernam-
bneo, re-olve :
Artigo une. Fica approvado o compromisso da
irmai.dade d Saulissimo Sacramento da freguezia
de Sao l.nurenro da Mala, e revotados as disposi-
rnei en. cinlraiio.
Paro da asseml,iea lecislsliva provincial de Per-
nambuco, 2:! de marco de lx.77. _/>,/,,. .laical.
Pinlo dt Campos. Goucaltei Gvimardet.'
Sa.> lidia e opiirovidii ai redaccOei dos pmteclos
ns. 2!, 28,30,33 e lili, du anuo panado, o dous
ueste auuu.
Conliiiwir-H-lin. )
PASiNA AVULSA..
-ujCamur^a noi olhos.Conversavam dous indi-
viduos sobre papel de Bernardo detempenhade
pelo Sr. Jiil-> Cuelan. .'va > a Imiro a' aqurlle lac-
letr, dizii ora, iquclli.s maneiras une nunca desmon-
te, i, u cea; aqueab'orva toda1 ranina admra-
la- ;aohe o esforco com que tila occulla o predi dos
i- 1 olhot.... ,1 11 Pois olhe, he >i coma que eu menos
adn 11 ; e 1 -..- toubetsi que eu tei,nj|a admira-
rla lainlieii. ; aquillo brinco que appareca lio c.....ur-
ca, qu- elli bol I era cima dn. oll.o-.,, Ca'. ca', ca',
c.,', humen, ci lanrca -,i,re us olhot!!! j. uSira.sim,
,, au iii^ isso diante de geale, mea Ber-
S. Exc. que quando livesse de alten ler aos pelicio-
nariot, fosse de modo que o cofre municipal nao
carregasie com algum onus.
L'i ollicio do tdvogado, respondando ao da-la
cmara do 1 de dezembro ultimo, que o processo
relativo ao embargo feilo na estrada do cemitario
lera lid regular andamento e esla nos Icrmos de
ser decidido; que requerera a caucan par podar
continuar a obra logo que leve aulorisa(ao para o
'fazer e foi concedida, mas que nao se havia elec
A assemblea appn.vuu hnntem em primeira dis-
easso os projeetos de orcameuto provincial, o qoe
crea mais um luaar de amanuense ua secretaria do
ovtrno, e o que lixa 'a forca policial para o auno
saga inte.
Approvou em lerreira disentsfla urna emenda 00
Sr. Pinto de Campos ao projeclo que erige a capella
da Sanl'Anaa de Gravita em matriz, desligando-a
de Bezerr.. Approvou lambem un teguiida discus-
sa o 1 lojeclo que manda pagar a Simplicio Jos de
Mello 2008 pelo excesso das obras da cades de Ga-
ranhuus de que foi arrematante.
Entrando era distante as posturas addicionaes da
enmara do Recife, e leudo dado a hura, ficaram
adiadas.
A ordem do dia de boje comprehende a lerreira
discussao dos orejelos n. ili do inn pastado e n. 1
do presente ; sesumla riiscussao dos prujectus ns. i,
(i e 7 desle auno, e coulicuacilo da de honleoi.
t&ommunkbo*
A ESTRADA l)E
trra com lodo esse Irabalhn feilo aui agora, procura
um pretexto em novas prelences incxequiveis, e al
lerares depende..les da vun.nd. ri ftuve.i.u, aAas
'e pedir depois urna mod.ficacao no lempo a que se
irigoo no seu contrato
- mb.narl.es
relias com .. hm de os tornar mai. gradavei. ..
>'. te mais voluve. uieims eilunuUales ele.
em que Ihe seja allerada sa virtud- tsptri-
elr
tica
1, I livaTer;r lZrTuZZ?r',latZ"-
Coneloo, Sr. I)r. Nerv. tei.dn s Jo m.,, 3%, d
que detejava. Mas V. S. na ebriga 1 ,., ,,
apostar desde ja' que islo vira' a acuniccer com
grande prejuizo da provincia, e notavel descrdito
da companhia. (Jue ludo quanlo te ha feilo al
agora he de urna medioendade inconcebivcl mis o
provaremos no seguinle arligo ; a aulla convidare-
mos aos incrdulos para que v.io desengaiiar-se pe-
ds seus proprios ollios.
l'm iccinnista.
Conlh.uar-sc lia.'
ottt$p0nbtnci*&.
Illm. Sr. Ilr. Ignacio Nerv da Fomeca.Passaudo
a coutinuacau da resposla que j lgei coi.veniente
dar a carta de V. S., rumpre hoje, como promelli
.11 minia aulecedenie, refutar o Iralameulo em que
V. S. poz o duenle, e apre-cnlar meo jaita acerca
do que V. disse do mercurio.
Eu podara dalia/ de analysar esla parle de sua
cuta por vir fura de proposito, porque eo o convi-
dei a mostrar-ine em romo o mere jno era nocivo no
caso em disctssSo, e V. S. encarou a quesiao em
geral ; BUS Coma nidia encomio algomas cousas dig-
nas de an.lvse. ulgo nao deixar passa-las desaper-
ce Indas.
V. S. diz que, vendo que o Iratamcnlo er
loge do. pontos, que Ihe marque, par a no.
mealteto ; adultera o. factos attbu me a*,,;,
t lungas explicaroe, a' que de bom grade me po-
Tenho-me esnrc.do p..r ser claro, lenho pintad
nido com a vardade que reve.Uo .,. facto -V I
abscuroee a ques.. cmnoc aeontecimesii,, a sais
cluir""'' "l" "" 'e,a ""'* 'N",w" r"-
P01 lauta, seria favor, se V. S. raudasse da pr.ee-
dinianlo. a se tprassmtot a combater eom loe. a
lealdide pos-ivel. Son de V. S. alenlo ealleaa
Joo da Si Ira famo:
>r, Redactores.Aecusal.. por li. iaf.Bd,-
dos de ler cncorrido para a ruhljracae da earres-
pondencia desla cidade, asignadaI. A___venan
rogar a Vrurs. te riicnem declarar em ico .Ihari.
se rom elfeitu lenli alguma parla em tal pibii-
Com a ver lade que Vmc-. proferirla, niuile grato
Ihea sera Joaqu.m Jote da O-i. Jsaior
Coianninba. (i de mairo do 18.17.
que mtnciesM e Sr. Joaqa.m
A ro. respunrirnr. 1
^itt'iicaca) aprdibo.
Iratamcnlo era Indo Jo da t'.osta Janior ni......r a a ..
merrur.al combinado com o opio, que jolg... pro- nem pur U LZZ, ,Z'.JZM
denle reenlar-ihe 0 larope lodorado de Ricord, a
conlinuacao cum nitrato de prata, o cerolo, as -an-
gunogss na circunferencia das ulcera-', us hanbos,
o corle dos loncos cabellos, e seguir por ultimo o
tral lliu-lliu antiphlogislieo.
Emitido estamos conformes, poique todos os rocos
por V. S. indicados foram por mim lambem prei-
criplos ; leudo eu apena, sido me ios fel.z a respailo
das ,-auler.sar's. porque o dueiilii a alias se recu-
suu tame.idu as dores. Purcm na cunvanho na ap-
plicarao das sangue.suga
v
Illm. Sr. director interino da facaldida dt tllrai-
lo.Havendo o secretario deau ficolri.de declara t
no ver... da cria de .lauto, da abata awJtaada.-ree
elle havia ..do .,., ,r.,v.,i rom qnilro espheri.
branca, e ires pretal em regando escruliaia, abai-
xo as.ignado, para que n.v. liaue abarla .ura
..carao oai tanguesugas. que, a meu ver, sao uoci- hv polhese. mano, d.gnas. quer wr. elTI tjutTSari
ERRO HE PEKNAMBLCO
11
I'rasigamns 110 empenliu conlrahidu com o pobli- | 6M, coopur.ailas, cuberas de carnes esponjosas, que
^ co, partindo dos dados, que eslabelecemos no artigo i \- S., assim carao eu, julgou conveniente cauerisa.-.
" I amerior, onde Ira mere vemos a parte mais inters- N'1 entenlo o que liRniQct ueste casu a combina-
luado, porque havendo ordenado ao solicitador qua | sanie do reialorio do Exm. Sr. conselheiru Sergio & da sanana h.cal cora a eauteri.arilo ; na., alcan-
Esta apnl.cario he por mim considerada absurda, jdeclare na raesni. earta, qual o reso"llida'aa"i-
porque nao pnssn comprehende., nem vejo como I meir.. escrul.n.o e qual o
\ -. me pudera' rjruvar a ulilidade de bichas era rita o segundo,
vclla de ulceras, nao cercadas da inllammaca, aloni-
ex.gisse saber que 018(80 prclendia a cmara dar,
elle responder que nenhuma -hIiu-. havia a res-
peito; c finalmente dizi. o advogadu que, logo que
Ihe fus.e indicada a caucho, feria levntala o em-
bargo. Mandn.i-se responder que a cauc3o fo-se em
rendas dos predios muuicipaes, aquelles que o pro-
curador indicasse.
Oulro do bichare! Francisco Comes Velloso de
Alboquerqoc Lim, participando que astumirr. no
dia 21 rio crrenle o exerc.cin da 1- vara inunirip.l
desle termo, na qaalidldi de lappleole, por ler en-
trada nu exercicio da I vara de direilo o juz mu-
nicipal elleclivo.Inteirada.
Oulro (parles seminaes dos fiscaet do Kecife,San"
t Antonio, S. Joai, S. Lourei.ro e Afog.1d.1s.A'
c.un.n.ssa de polica as duas primeiras somenle, por
nada contaren) as oulras.
Oul.o do fiscal iipplenle em exercicio da fregue-
zia da Boa-Vista, comniunicando que no da 2(1 do
correnle preceden 1 exame na rasa n. 21 da ma da
tiloria, perlencenle a Auna Maria de S. Pedro, sen-
dn 1. retallado da viilorii o que oonsttva de tormo
que ren.ellia. Ou fosse o termo Iraminillid 1 ao
procurador pan dar-Ib* o desliu conveniente.
Outro do fiscal d Paca, pediud aulii-ar.in par
iperfeicoar .1 estrada daquella fracuc/ia', na par;,
em que adlficoo lleurique Ginsen, alniilnd para
esse lim s trab.ill.ad.iies precisos, alera dos que lem
ncrupados ara uulros raelhoramcntos.Adiado.
Oulro do fiscal de S. Jas, pedindo pagamento da
quantia de 79680 que despendan coro .. enterramn-
Teiieira de Macedu, acerca da nossjt estrada de fer-
ro ; e o que disse tambera u Mario de l'crnamliu-
ca de 2 dn crrenle a esle rcspeil.
Para provarmos como marchara us negocios da es-
trada de ferro, basla a vele.dado com que lera pru-
cedi.lo o empreiieiro c seus engealicirus uo Iracado
do plano primitivo appruvado pelo govrrno su-
premo.
Ouein liver vislu o piano primilivo, em virludedo
qoal roiictdeu o governo 1 privilegia, e todas as ga-
ranta, para esla empreza. sabe que a estarao termi-
nal devia ser as Cinco Puntas, e d'alli parliud a
passar pela .11... do Nuu.ie.ra em direcrao qua.i rec-
ia l a ponte dos Carvalhot. Bala faci e-ta' sobe-
jamente piovalo pela rollocaran da primeira pedra
naqaelll liba, 1.0 da 7 de teteinbio de 1855, i.cbai.-
do-se visivel 0 plano em um quadro expuslu lio pa-
V'lia destinad., a' reunuio dos convidados. As van-
lagans pira eslt cidade de lemelhinie dirceca >, sal-
tara a' visla de lodos, para que tenlamos necessida-
de de prnva-las.
Eulrelanln u que acontecen '.' Parlindo das Cinco
Ponas era misler alrave-sar u alaga.ln, que se 111-
terpe cutre este lagar e a .11.a de Nngueira : e co-
ra,. Inri., este trajelo deinandava uin. lim .1 ponle,
011 alerrns ettensos e pri.fu.id.is, en. que se gastarla
multo raa.s do que liabalbanriu em terrenu solido,
julgartm mais pru.leul-- e ecuu.tni.-n aderar o pla-
na p.imilivo, e ru.nerar os trabad.ns, onde apenas
liul.air. de cavar e imonlotr trel ,i ierra sola.
A d.rerri.' a estrada, desde as Cinco Punas, pas-
s.in to pe i!!)., do Nogaeire, eslivi perle.lamenle
de accoidu como plan de inelliur.i.nentu dn pollo,
porque n mesmo ensenlieire, qoe havia Iracado o
c o fim que V. S leve em visla obter con. o eni-
preg das bitas.
Mandan lo deilar as bichas, da V. S. a entender
que quiz diminuir o estimulo all existente ; hunde
as rauterisar&es, mostra querer e desfez ;lirou e deu estimulo.
Com esta argumenlarao firmada na phisiulogia e
na tl.erapeulica, jnlgo haver alnfacinriamente de-
roiinslrado qae i rumbinacao qut V. S. fez da cau-
lerisacao cora a emprego das bul a he absurda.
Na vejo tambem como seja an.iphlogislico o tra-
lamenlo em que o doenta tila, quando .1 meil.ra-
mento interno he da aalureza dos atinantes. Lija-
ra V. S. mais importancia aus rr.eu.s externos que
prtscreve.i, e [n a-nl-i. concluir que loram elles
que ciiraram o .lenle ".' Enfilo o joe vai al fazer 1
odortlo de potasslo era sua Vlrtude aderante ?
U lando sirio a nossa Iherapeulira igual em ludo,
mcuns no medicamento interno, V. S. deve tambera
dizer, que a mmlia
arl.to le lei, qae aala-
E R. M.
Ilr. Aprigio Jusliniano di Silva IbIuuiJa.
Recife 21 de marro de I857.
ERRATA.
No sonata publicad., hnuiem era lagar de disaeu-
aleia-tadtspaaha.
^-aWJjTI*.t*.
' CAMBIOS.
Pars, 3->0 rs. per fr.
' ';*' 5 par $ H rxttnie.
" x Kto.de Janeiro. 9 pw Om da eVaronlo.
Ai-rues do Banco, O e 45 dt premio.
11 cn.-npanhia de Beherioo ,>t>n00.
i b rorapanhia l'ersamhurana ae par.
Ulilidade Publica, M por canto dt premie.
a Indemnisodora. 5j ideas.
1, ". a* ?i."'a d* ,t" P" de premi-
Disconlode luirs, de'8 1 10.
Dito do binco8 a 10,"
inriieaajao era anliphlogistica. I Ouro-Oncas hespaulas.
Ma> .n he que assim nao pauso
[xao ignoro que be de prreeilo rerommen.l.ir f
preparadlo dnsdoanlet pelos ai. iphlogislirns anles
de eatrarem no aso dottllertntes, quando o duenle
he de um tempera.nenio sang.iiu.-n, de uina rnnsli-
luic.io ferie,! prediposlu ainlla.n.nacftes, p n,ue enl.io
mesmo deve hitar tal 0.1 qual coml.ii.acao enlre
esles dous metas Mal ninguem dir' que e.irs ca-
sos n trata.nrnl ha autiplil.i.sli,:n. Estes meios sao
empregidns para (.reparar us individuos, e obstar aa
eomplicacors ; e nunca ao contilaradoa enrttivoa :
bem tonto os tnicos as ciicum.iaucias oppustat
tambem o nao silo.
Moedat de RI00 velhas
a i>f|oo novas
< a IKKKI. .
Prala.Palaces brasileiros. .
I'csot cnl.imain s. .
mexic
-a
000
ljtfl
ajan.
2KHI
llBaM
'iLFANIIEliA.
Hendimenlo do .lia 1 a j|.
Idaai do da n. .
okfmtcai
fH:7(l-|3t(iK
l/f^eM"!
D-srarreoam hojr -J| demarr >
II.
Sr-.
que anida n.io lindara feilo tuii enln.das, pedia >.'-
Uin que as li/essem. Por leda 1 pirtt I, bem nca-le Vigaa do o', irmeommuaicar 'tocididea
Iluda 1 met : os acelonilaa que por varias elrcums- pi 1 que o feila, iiifligindu a liomens de honra o.ia
uaeiat ato lioham feilo suas eulrada, 00 n flze-1 icaa sera ter convencida a opiniao pabllca do bom
rain de pru.nplo, uu prnmollerara deas fazer a I d.'reilo qu. Ihe as.istia ; com ol
cu vi ........... ....... -,,.,,,,,-,,,, mung meo iser- ,
nardo, porque pod m dizer quevorhe quem tom V "l";ous "'alluvrue apparcerram morios us dias
camorra nos albos, por ver.. une ninguem v, ou
por nao ver o que I.los veera. >.
i.:.ianl> locamot era certas co'usas que se nao
go la, dizem qu mellemos a< raaos al os eotoveloi
na -.. !. priva la dos oulro. Porque nos far.i lama-
m, uimarSel llbl lujostira '.' .Nunca rensuiamos om arta sena
quando cihi no terreno da publicidad! vai aisim
ofTeudei a mural publica. Nesse caso o que se chima
vida [invada nao pode servir de prolecrau ao mal.
Comb dar o mal onde quer que e,leji, leude se
2< e2i, na rita Impeiial.Uindou-te passar man-
dad...
Oulro dn lisral tos Afligidos, propondn a rrmora
paia ali-in da "[..inte de Molocolomb, das Casas i-v.s-
lenles no povoado daqaella freguezia, onde se ven-
dem ganpit para os cavados dos viandantes, visto
que cura samellianle trafico ralo se pude conservar
a-seio ua ra e pos p>ticios.Adiada.
A-simV. S. fe/. .1111.1 Iherapeulira mivla.
|.!.,.,, da e-Irada, tamben, -e havia UCcnptdo da- prebendar .1 resultado de t,l romlunar,,, hgou me- I Barca ingieraLindamerrad"..',.V.'
quella melboramc.....: por eooieqaeneii eslava no nos importancia ao madieamenl. que' reprsenla o Barra ......----------------.--~
provincia fater parasr | papel de base em sea pratenpea. | Barca franreza '
II.' isiim, Sr. |lr
inleresse ria oumpaulna o da
azer n.i.sr papel de base era -ua ..resrripr. i Barra rranre/aOlindamercadarif
a eslrada la longo da baria Daclnaati, cuno Fncen- He assim. :,r. ||r Ver,, que en coslamo aggre-lir, Barca franr.,,E.n.lfa.inha da ..
I.vo para aterrar, c eJtticsr-se lodo este Iromensa a- ,ei eambatol are, rom arca, e nunca Iraroeirament 1 Bngae porluguezI a.a lll_a,.l,
lattdt : pois que a poaicao nan poda ser melhor como V. S. eotlumi azer. Br.goe r ambaigaet \.na,,..i
para embarque e deseml.a.que, e alo para o, gran- Vou atora 10 que V. S. diz em geral do mercurio. Ulule bra-.leiruBebe, be -,
des depsitos do gneros .1 p.t/., a.iorria, (.r a^-iin V. S. pula dizer ; ,, mercurio em mi.das naos
diz. r, do mar e da Ierra. A mudanca, porlanlo, pa- nunca den 1. is,i;i,| que mu.la genle tom tore-
ra o lado opposto u.atuu o inleresse da ediQcarao, elgoado,e l.< mediros qoe o considrela um medici-
cautoo-nai um mal irreparavel. Sem embargo, nio I menta prejojinal, norcm hi mili os, o em maidr nu-
be aitso unicamoiile que consista a veleidade do^em-1 mero, e d'entre os quaes se eirinlram iioiiks o
prelteiro, ou dos .eus engenheiros : a mirar.;...; ,|s mait risptlttvtit. que n considertm um meio prove-
! decirlos e rejulamenlos que regeraesla cuiprezi, loso, us .110,venientes qu.m.lj dado Com 'a'devnla I Misas, runlend,.
tobl 111 de ponto .... prelenu.da allerarju, nu mudan- railela e prudencia. -_' pa... ||.,
ra da estarao terminal.
Pudera' d./.ei empreiieiro, que elle se aclia au-
l.ris ido pelo srlito :!." das alleiares ipprovtdss
pelo .lcrelo uumero I.IUO de l de agosto de 18.75]
pin .... cnnsl.urrio da estrada peder de-viar esla
da planta ja approvtda, urna m.lba inglesa para
cad lado : porm lia justamente estas me*ma- al-
toraofies, que pruliibsmi menor mudenca do pon
ri.i partida, u da eslaejio terminal, fiis-all .... sua
alegra .. irl. t> das citadas ilteriroei que he como
segu :
.. Art. (i. A faculdade, que se > ;l,,r_a a' ronipa-
nllia pelo arduo :!.- n. I de.las alterares, para pa-
mete dona.
Jenaros do pan.
lMI'UKI.\t.;.\0'.
ingiera Emanar, viroto de l.ixrrniwl.
curato': Ko"'e & n","u'"e- ""'
- raldeira., 2
I! .rra
Un
|.arle
-nu
t i pares de roda, ts
le das cal.lc.r a lomnmlivaa
s, -'.- barias para fi.ee. T". -'
V.S deve labar que os seriarlos de Brooa.ait
fura... us medies qu- mai. proclamaran! coulra ..
mercurio, quere.id.. reduz.r, c.ntf.rae Ibes exiga
seu s%tierna, o Iralameulo da svpbil.s ao inl.phlo-
ll.ale ..ariun.l ollebe.il,,,, vioo> <0 Ar.ritv
r.ns,,ada ra*. Borges de S.qu lr.. maa.tat^
o .euuinle: "
desviar a eilrada urna raillia para cada lado, gitlicoi. Deve saber que a ine'llicacia de-te, meios
;.'i rniiros saleados ;
Mello 6. C.
Antonio launa Prrein
MUTILADO
ILEGIVEL


i, too
DIARIO DE PERNAMBUC O, TIIHCA lEIKA 2-i DEMARCO DE 1857.

>

t
.
>
17(j di(os ditos, 1l2mei'.s de sulla, 10 I) saceos ce-
ta ile carnauba ; a (lurgel Irm.los
50 saceos cera de carnauba, 57 roolhos pellea de
cabra, 66 nudos de sola, 12 molhos esleirs, 8 sac-
eos porania ; i Aolunes& Irmo.
18 cutiros sainados ; a I). H. da Andrade & C.
1 barrica loaciohn, t Tardo pennas de emma, 3 di-
go e t caixo com 821) pare de calcado ; a Martina
& I rmao.
Birca uisleca Oberonn, vinda de Terra-Nova,
couognada a James Crablree & C, maniteslou o
teguinle :
2,601) barrica* bacalliao ; aos consignatario'.
lale uaciooal Correio do Nortea, viudo do .'tra-
cal), consignado a C. C. da ('.. Moieira, raanifealuu
o segainle :
trtUulqueires de sil, 8 barrica dilo de espuma,
22 inolhoi com 2O couriulms curtido,, 7 rouros sal-
g i....., :t meios de sola, I sacro ccui I arroba de bu-
o de peixe ; a ordem.
NSULADU lil-'.ll IL.
Reidimeiilo do da I a 21. 81:850*240
dem de dia 23....... 556)04
UlVERSAS PROVINCIAS.
lie Mmenlo do da 1 a 21. .
dem da dii 23.......
5:796*903
"ili2c-1l.
li:3."i99lOK
DSI'aCIKKS DE BXPORTACMl 'ki.a M ESA
I MI CON.MJI. \ l0 OBSTA cidade NO lll \
23 DE 11 ARCO UE 1857.
LiverpoolBrigue ingle .spray, C. J. Aslley, 651
cauros salgados, T i sacras algodo.
l.ierpool Barca ingiera uLaocaairia, Jolinslon
Palor & i ..apanina. 157 accas alsndAo, !M) saceos
asaucar.
LisboaBrigae portuzuez Viajante, Thnmaz de
Antiinu bouseca i\ l-'ilho, 315 saceos atsucar, 2U
couros.
PorloBarca portugueza Rrarharen carregadures, 6 barricas, '.I renos, (00 saceos as-
sticar, 18 couros salgados.
GenovaErigue sueco Mara Elisa, Itaslo & l.e-
mos, 600 sarcos assucar.
PorloBrigue brasileiro uDespique de Beiriz, Fer-
reira o Loureiro, 13 cascos niel.
KansoBngue sueco Juno, N. U. Ilieber & Com-
panlna, 455 couros salgados.
KCKrtKUOIWA DE HU* DAS IMBKNAS GE-
KAES DE t'BRNAMKlinO.
lien.lmenlo do dia t a 21. 32: 1 i i.MH'i
dem do dia 23........ GlOjISt
33.-OS44293
CONSULADO PROVINCIAI
Reucltinenlo do dia I a 21. .
dem do da 23........
55:5755909
2:869s06t
58:4449973
^0t).tf.(t(0 *t> pQtie*
navios entrados no dia 23.
Illia de Saudviick5 mezes, barca americana Can-
lon Packet, de 274 toneladas, cepilAo (i. Borden,
eqoipagrm 23, carga 1,400 barris com aieite de
peiac ; ao capilao. Veio refrescar e segu para
New-Bedford. Perlence a New-Bedrord.
AracalyII lias, hlale brssileiro Beberibc, de
'31 toneladas, mc'lre Jos Francisco de Sooza,
eqoipagem 6, carga cera de carnauba e mais g-
neros; a Loiz Borges de Cerqueira. Pert'nce a
Peroambuco. Passageiros, Manoel Jos Macha-
do, Jos Crios le Medeiros.
Assu'1| das, linio brasileiro Correio do .Norte,
de 37 toneladas, mestre Joilo Anlunes da Sdveira,
equipasen) (i, carga al; a Caetaiio Cyriaco da
Costa Moreira. Perlence a Pernarnbuco. PssM-
Reiroi, Celestino Leocadio da Costa, Francisco
I-1 ni.in.lo. de Soui.i.
Liverpooli(i dia-, barca ingleza Aune Balilwin,
do 280 toneladas, capilao J. Cotliay, equipagem
14, carga tazendas e inais gneros ; a James Ry-
der & Companhia. Perlence a Liverpool.
Rio de Janrir25 das, brigue porluguet ..lesol-
vido. de 2.53 toneladas, capitAn Antonio Penna,
equipagem II, em lastro ; a Hallar A; Olivera.
Perlence a Lisboa.
Assu'10 das, brigue brasileiro Fclit Desuno,
de 207 loneta las, capitn Joaqun Soares Elta-
uisl.io. ci|iiipagi noel Goncnlves da Silva. Perlence a Poriiamliuco.
Navios sabidos no mesmo dia.
Liverpool pela P.irahibaBrigue ingle Aihion.
capilao A. Nance, carga assucar.
Paralubaljale brasileiro Carnes, mestre B'r-
nardino Jos Baulcira. carga bacalliao e mai ge
eros.
Observacio.
No dia 22 nao hooveram entradas ncm sabidas.
nivel das agua vivas, e visivel ua distancia aproxi-
mada de II milbas nuticas.
Dar-ee-ha aviso da sua latiludc c longilude, antes
qoe a luz principie a funecionar. A luz apparecers
pela primaira vez na noile do seRondcajadia de feve-
reiro.de 1857, e continuara' a estar aesa em todas
as seguiules uoites.
Luz nos eslrlilos na Babia de II .-Im.
lina casa de pliarol de parifato acaba de ser edi-
ficada no nSpil em frente, dos .'Eslreilosn na Babia
de Boston : a casa be un edificio hexagonal, pinta-
da de u m.i cr parda escura : esta' elevada sobre sele
pilares de fero. e surmonlada com urna lanlerua
de Ierro.
A luz he destinada romo guia para safar do uSpil
aquellas einbairaeoes, que passem por enlre o caual
do meio.
Saguindo-se t reprsenlas do drama de graude | linternas, eandieiros de varios modelos, va-
rias quinquilharias, nina grande porco de
miudezas diversas e ouiros mu i los objeclos
etc., que se acharSo patentes no lia do lei-
Iflo no supradilo armazem : qulnla-feira, 26
do eorrenle, as 11 horas em poni.
- Isaac, Curio cv C. farSo lcilfio, por'in-
tervenefio do agente Olivera, empresenta
do cnsul do Hamburgo nesla cidade, e por
conla e risco d i quein pertcncer, de 7 fardos
de madapolSo, e i dito dealgodSo mescU-
do, avariados abordo da barca ingleza Co-
nlieatb, na sua recento viagein de Liverpool
para este porlo : quinta-feila, 26 do corren-
te, as 10 horas da manhfia, no sen armazem
espectculo, em 3 acto
0 NOY DESERTOR FRNCEZ
Joan Cielano fara' a parle do capitao Varear, por
ella cieada.
Os billieles vendem-so no escriplorio do thealro.
Principiara' a' cliegada de S. Ene., o Sr. presi-
dente da provincia.
UvQk*
- a

Para Lisboa sahir com toda a brevi-
dade, por ler parte dn carga piompta, o bri-
lumiuada com urna luz do focos de sesla uidem, ele- ,
vada .. 33 p acuna da marca de mares vivas. j Cirrcgar ou ir de passageil., ,
Luz Cay llead no Sonda de M irlbus Vineyard. escellentes commodos, Irala-se com os suus "
slruio-se una nova ca-a de pliarol aobre Ga\ consignatarios Francisco Scvoriano l'.abcllo
Na noile do I- de agosto esle mez e depoi. foi il- guc ,,orluguei! aja ,, ()UJZ(!|., rua ,|a Cruz
llead na entrada do Sonda n.Marlhus Vineyard. o; Filho, 011 rom o capiliio na praca
A lorre he edificada de lijlo, lem 35 pee de altu-
ra. As cass do guarda lambem aSo de lijlo, e o
ce
M
para o que tem (lagcnie Oliy.ii-.i far leil5o,por ordem
lo iiim -r. cnsul da Franca nostacidade, c
m presenta le seu chancellar, de todos os
livros, eui um g lote, constitutivos da leja,
sita na rua do aterro da Uoa-Vista, pcrlen-
.lu tinado Se-
.i.iili-AJIttICWt
vapores friiceZH.s
Havre.
i
>
>:,


-
Espera-se da Europa o vapor francez I1ARCF.L-
I.ONA, capilao Lemaii, n qoal, depuis de peque-
na demora, seguir para o Rio, mro escala pela
lila : para frele e nassaL-eims. na ma H iv.
ii. II.
Real coiiipaiillia
qaetes iiilez-s ;i
(It |)H-
vajxir.

-\

-sfeS-
No dia ^1 ileslc mez espera-se do tul vapor
MEDWAV, commaodante Parkers, o qoal depoi,
da demora dos rteslonie seguir' para Soulhampton,
(orando nos porlos de San-Vicente, leneril], ala-
deira e Lisboa : para pauageus, etc., trala-se com
os agenles Adamson llowie & C, rua do Trapiene
Nevn. 12.

a
aa
ac
dtlvSat0s
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Km* juiz ae direitu especial
do enmmeri/i.., nesla cirlade do Rccife, provincia
d Pernambuuo, par S. AI. o Imperador que Dos
guarde, etc.
Fac,o saber aos que a presente carta de edilos vi-
i rin. e della noticia tiverem, era como JoAo Jos de
Carvalho Moraes me dirigi a pelicao do Iheor se-
gainle :
Diz JoAo Jos de Carvalho Mnraes, comincrciante
e morador nesta cidade, que quer fazer citar a Ma-
nuel Jos Freir de Andrade, p.ra na pruneira au-
diencia desle juizo ver assignar os 10 das da lei a
sua ledra da quanlia de 1019980 r., vencida c nao
I.i-a, com pena de ser assignados os 10 das a' sua
revelin, sendo condemnado no pedido, juros estipu-
lados e as cusas ; pnrem como o supplicanle nao
pode proceder a eitarAo na pessoa do supplicado por
esle se ler ausentado desla praca paia lugar nAo sa-
bido, por is-n que nAo se ctectuou a cil-.eio do re-
querimenlo jomo, e ja' se ache justificada a ausencia
ilo ine-ino supplicailo por este juizo.escrivAo Uaiidei-
ra, a' requerimento de Manuel Percira Caldas, como
moslra com a cerlidAo junta, por i plicante a V. Etc. se digne mandar que o mesmo
eserivSo, a qoem ja* f"i distribuida a aceAo. passe os
edilos necessarios. para por ellas ser o supplicado ci
lodo, independenle de nova jnslilicacAo, urna vez
que por este mesmo juizo ja' se acha provada a au-
sencia do supplicado. pede a V. Ec. Illm. Sr. Dr.
juiz de direito do commerrio seja servido a*siui o
mandar.E R. Me.O advogado, Brilo Macedo.
E tala se nflo contiuba em dila petizo, que sen
do-me apresentada, profer o meo ocipacho do Iheor
segainle :
Sim, sendo o edilal passado com o prazo de 30
das. Recife 20 de marco de 18.77.A. V, Perelli.
E roais ae n.ia jontinha no meu de-oacho aqui co-
piado, por forYa do qual o escrivAo Francisco Igna-
cio de Torres Ilandeira fez pa edilos, com o praro de 30 dins, pelo Iheor da qual
chamo, cilo, e hei por oilado ao supplicado Mamvl
Jos^ Freir de Andrade, para que dentro do referido
prazo comprela neste juizo para o lim de allegar
ana defeza sobre o eapendido na pelicAo cima trans-
cripta, aob pena de prosecuir a causa seus termos a
ana revelia : pelo que toda e qualquer pessoa, p-
renle, amigo, oa conbecido do referido supplicado
peilera' fazer scianle do que cima lira dito.
E para qoe chegue a noticia de lodos, mande]
pasear editaes, queserAo afiliados nos lugares do cos-
anle, e publicado p la imprensa.
Dada e paasada nesla cidade do Recite aos Si de
mareo de 1857. Eu Franci-co Ignacio de Torre-
liamleira, eterivao do joizo especial do commercio o
tubscrevi.
Anselmo Francisco Paretli.
segu no lim da presente semana o bem co-
nbecido iiiate Capibaribe ; para o resto da
carga, trala-se na rua do Vigario n. 5.
^ouipa Siia
tatHwr

Nflo tendo-se efectuado a encommen-
da c compre, annunciadas para boje, de 4
a 5 mil barricas de hom cemento.necessarias
as obras do melhoramento do porto, visto
como somente Coram entregues duas propos-
las, urna deixando de declarar o preco fixo,
nSo podendo assini entrar em competencia
rom a nutra, o que alias era de mister em
beneficio dos interesses da fazenda, manda
o Illm. Sr. inspector fazer publico pois que
lira isso transiendo para o dia 31 do corren-
te me/, pelas II horas da manhil, a vista de
piopostas apreseniadas. nao oferecendo o
citado inconveniente.
Inspecco do arsenal de marinba de Per-
nambuco, em23 de marc.o de 1857.O se-
cretarlo, Alexandre Rodrigues dos njos.
O Illm. Sr regedor do Gimnasio man-
da convidar aos pais ou correspondentes dos
alumnos do mesmo Gymnasio, para entra-
ren] com a penso correspondente ao quar-
tcl que tem de principiar em abril prximo
vindouro. Secretaria do Gymnasio provin-
cial de Pernambuco 21 de marco de 1857.
O secretario, Antonio de Assumpco Cabial.
O Sr. capitAo do porlo, eompnndo a ordem do
Exin. Sr. presidenta da provincia, rtaia,ia de .1 do
eorrenle, referludo-se a eonlida no aviso imperial
de 17 de fevereiro ultimo, manda dar pnblicidada as
lia laree- de avisos, annunciando aos navegantes o
eslabeleeimeulo de pharoes na Europa nos Esla-
dos Unidos da America.
Capitana do porto de Pernambuco em i de mar-
co de 185)1.O secretario, Alejandre Rodrigues do-
A ujos.
TRAIILCCAO'.
Aviso aos navegantes..
N.- 2(i.
Estados Luidos da America.
A directora oucominissAo de pbaroes nos E-tados-
L'mdos, acaba de publicar os segiiiutcs avisos :
l'harol de San Croil Maine
tiro pliarol de' ma icira branca i sera' rollara.lo
durante a prescn'e eslacao na Illm (rainle, no no
d> San Crol, aliaa chamela liba Neutral e liba San
Croix; e a torre sera' sobre o cuma .da casado
guarda.
A luz apresentada sera' Iha, de cor nalural, e o
machinisino illumiuador sera' do alcance de Fresuel
quiola claise.
O centro da luz estara cousa de 40 pea cima do
laminador he de uma luz de hcsuel, revoltele, Sabe com brevidade o brigue Melampo, por
da pruneira ordem, apresenlaiidu um fuzi caru oa- i,,rMr(. i., ,,. v "
da diz seguimos. Itr parte da caiga prompla : quem qui/.er
Esta luz sera apresentada pela primeira vez ao por car,'eSar < resto cntenda-se com 0 Capito
do sol no I.- de de/.embro de IS.'iti, e de cuja dala mesmo, Jos Monleiro de Almeida, ou
em Oanle o pliarol revolvcnle que preseuiemente com seu consignatario .Manuel AI ves Gucr-
eriste em -Cay lleado donara' de continuar. ra, na rua do Trapiche II. I i.
Emli-rcarAo pliarol, Suma Callibogue,
l'ma enibarcaeao pliarol fui collocada no Sunda
Caliiiogue era I l|2 bracas u'agua em maro baila
entre os bauos Grenadier e as pedras de le-le em
freule a |ionle de SE. da ponte llillon. Tem arma-
cao de escuna, com o tereeirn maslro para a lanler- !
na, cseo pintado de encarnado, e aprsenla um
luz branca e clara em uma aleracao de 30 pea cima
do n.ar.
Luz Ty be demora S.3|i0. Pona BraddocW de-'
mura N. 1 E.
Balisa Tybe demora S. Puna SE. de Hillon Pon-
la demora ENE.
A luz foi api t-enla.l.i pela primeira vez na noile
do 1* de agosto.
(Todas as demarcares sao magnticas.)
Por ordem de Ss. senhorias. Assiguado, John
Washiuglon, hvdrographo.
Reparlirao bydrographica do almiranlado. Lan-
dres 29 de agusio de 1836.
Este aviso ollecla o. seguioles mappai do almiran-
lado : n. 2fis America do Norte Coala de Leste 3."
folha ; n. 270 America do Norle, Costa de Leste fo-
llia 7; e lisia de pbarees p. S e 28.
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
"-______ NjJtfN--
CATrar-no principe.
I-.iilra I,, para o FliaiKe-, luz odduional.
I'n'nily llouse, Londres 27 de selembni de INjti. Baha : para frele e passageiios, na rua do Trapiche
Pelo presente se faz publico, que na conformida-
de da inleurAo declarada'no annuucio feilo por esta
caa, datado a 5 de juiho lindo, uma embrcamelo
pharol com as palavras Canal do Principe piula-
das nos lados, se acha fundeada na parle do norle
desle canal em 3 1|2 nracas as mares baixas das
aguas vivas, com os seguiules signaes e demarcaooes,
a saber: Baliza Monktuii, quasi a meio caminho
enlre a eslacao preventiva de SI. Nicols, porm
mais prxima para o que esta' mais ao O. s. I|i O.
maisaoO. O moinho IImsler oeste tea apparenic
romp menlo para lesle dePonell's Belfn.S. I|2 E.
Baliza Shinales E. i. S. I|2 S. .
Embarcaran luz Tonsue SE. i.1 E. I|2E.
Boia Tengue N. E. SE. 3|i E.
Boia do baito Norlh Pan O.
Kiiibarearao luz (iirdler O N. 3|l N.
tina luz revolvente enearu.iaa apresenlando com
intervallo de JO segundos un fuzl, sera' collocada
nesla embarcaran todas as nuiles do por al ao na
cer do sol, a principiar do dia primeira de oulubru
prximo.
*l)\ l'.RTENCIA.Os navegantes deven ler cui-
dado que iienliuina emharrarao navegue para o nor-
te desla embarcaron pliarol. "
Por orilein.
Ataignado.P. n. Berlhon, ieereuro.
O i-rocurador da cmara municipal dcsta
cidade, declara aos senhores donos de esla-
belecimentos sugeitos ao imposto annual de
2? o \ ra., que no ultimo do correle me/,
linda-se o pra/.o, pura o pagamento do mes-
mo imposto ; incorrendo na pena ddisposi-
c.esdo art. 32 do regulament n. 360 de 15
de junbo de 18*4, aquellos que deixarem de
salisfazer seus dbitos ale a data upra ; as-
sim como que ilevem os mesmos senhores a-
presentarem o couhecimenlo do imposto ge-
ni, sobre lojas e Ctsasl.de discoulos, relati-
vamenle ao primeiro semestre de 1S5G a 1857
sera o qual nao poder ser recebido o impos-
to municipal.
Jorge Vctor Ferrol ra Lupos.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumpiimenlo do determinado
em ordem do tribunal do Ihesouto nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comer-avam a coner do i.- do julho pr-
ximo futuro, o servico dacapatazia da al-
fa 'iduga .jesta mesura provinciana quem por
menos lizer ; maiores ou melDores vanu-
gens offerecer em favor da lazanda, e que
nos termos do art. oi to rcgulamento de 22
de junbo de 1836, o referido contrato andar
ra em praca por 30 das consecutivos conta-
dos do I." de abril prximo futuro em din-
le, e sera arremaiado no da 30 do dilo mez
de abril, al hora da larde, perante a Ihe-
souraria. Os prelendenles comparc?am com
seus lia ores Icgaln-enlc habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de marco de 1857.O official
maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
- leu.i,i o conselho de Adminislrago
Naval no da 24 do eorrenle mez, pelas 11
horas da manha, nao so de contratar o Ibr-
necimcnlo de carne verde, pao, bolacha, a-
guardenle, azeile doce de Lisboa, cafe, as-
sucar, arroz, vinagre, carne secca, hacalhao
larinha de mandioca, l'eijao, sal, toucinho,
azeile de carrapalo, ellas slianuas, e ditas
de carnauba, para os navios da armada, bar-
ca de excavado, enfermara de marmita,
priesa do arsenal de marmita, e africanos
livres ah existentes, mas tainbcm de fazer
a compra de 13 bonetes com chapa, 136 ditos
sem ellas, 38 calcas de panno azul, 234ditas
de brim branco, 56 caigas de algodao azul,
21! camisas do brim branco, 0 ditas de algo-
dSo azul, 11 cobertores do liia, II capoles de
panno, 178 lencos de seda preta para grava-
tas, 38 lardas de panno azul, 13 dilaa de
brim branco, II moxilas, hipares de polai-
nas, e 123 ditos de sapalos, ludo compoudo
fardainenlodas praca embarcadas nos refe-
ridos navios ; manda convidar a quem con-
velida aquello contrato, bem como a venda
destes objeclos, o apresentar a sua proposla
no indicado dia. U0 qual se devera fazer
mencao nicamente se pretenda fornecer ou vender o gcneio,
sendo que depois do passaa a hora, igual-
mente mdicada, nDo sera recebada mais ne-
nliuma.
Sala do conselho de adminislrarao naval
de Pernambuco 12 de 1857. secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
De ordem do I
Peixe.
Vende-se na rua Dircita n. 27, peixe cha-
mado cnerno a 200 rs. e 100 a libra, sendo
da illia deS. Miguel, barrilinlios com 200 ca-
valinhasa 8/000, a retalna i.O rs., f.ivas viu-
das do mesmo a cuia 560, manteiga ingleza
a libra 800 rs dita limito boa 9fi0, dita
frstice/.a 800 rs., dita 720, caixOes de doce
de goiaba a i#ioo, ditos a oto, queijos a
19700, ditos a 2-- .00, c outros muilos gene-
ros que se vendern por barato prego.
O a lia i \. o assiguado capelln alteres da
repartirn ecclesiaslica do ixcrcilo, destaca-
do no presidio de Fernando, penhorado sunt-
mamentc pelo boui acolhimenloque o Illm.
Sr. major Sebaslii Antonio do llego Bar-
ros, so lignou prodigalisar-llte ilutante o
lempo de seu cumulando, faltara
primeira
'iiamiHicaua.
maiihaa, na indicada loja.
IIojo2t de marco.
0 agente Olivera, fara leilSo, por ordem
dos Srs. i. Kellerdi C por cotila e risco de
quem pertencer, e ent presenca do cnsul
da Hamburgo nesla cidade, ou de seu chan-
cellar, do CC ii. 6, I15caixas com velas de
composicSo, variadas abordo do navio ham-
burguez Johanne, capito J. Von llostcl, na
sua rcenle viagemde Hamburgo, paroste
porto: boje, 24 do correte as 10 horas da
uianliaa iinpreleiivelmente, no armazem dos
Srs. GuimarSea rk Alcoforado, rua do Amo-
rim.
LEILVO DE SAI'.D.NIUS.
O agente Pestaa fara Icilao iior conla e
risco de quem pertcncer de 100 barricas com
sardinhas milito frescaes, desembarcadas
sabbado passado, de bordo do brigue llom
Sueeesso : quinta reir 26 do eorrenle pelas
10 horas da manhfia, na porta da alfandega.
.No mesmo dia venoer em seu armazem,! es-
clava de 32 anuos de idade pouco mais ou
menos, boa engoinuiadcira, lio hbil cozi-
uheira, boa figura : as 12 horas da manhaa.
PaSMe .' Vi raW>0
.0 vapor PEIISINL'NCA, aeha-ae
Famandar, Barra-tirande e Maeei,
bira' a's 3 horas da larde de 21
recebe lamben paaaageirua
oplimos comino los; a carg i
a carga para
para onde sa-
llo eorrenle :
proporeionaodo-lhes
cehida al ao
meio dia antecedente, e ao da sabida fecb idn no c-
pcdietile.
Para o Rio de
Janeiro
Segu em poneos dias o brigue nacional
Leflo, capitao Faria, para o resto da carga e
frote, trala-se com os consignatarios Isaac
Curio.* Companhia, rua da Cruz n. 49, pri-
meiro andar.
Achou-se um bolao de onro, na arcada da al-
landeg, quem se jalear sen dono drja-se a rua da
Cadeia \elha n. 60, que dando os sigoaes, lile sera
entregue.
& INSTKMCgAO' PARTICULAR. W
Lm proteaaor, compctenlemeuie hal.ilia- i'j
|J do para eniloar grammalica portugucia, 9i
_. duutrina e anlbmeiica, se ollerece para lee- j'^
aja Clonar estas mateiias por casas parlieulares S
"tf ou emalgum collegio: tambera tosina >e- >f
^ paradamente qualquer uma dolas a quem 2
J* ll convier ; assuu como habilita qualquer -"
w pessoa que queira faier oppusicao em con- '.'
'; curso a qualquer ama ca,ieira de inslrucrau ;.'3
'..- primaria, no primeiro grao, por Isso que v,r
&> ji' lem milita praliea disto, Quem qui/.er t.j
. r atiliaar-se do seu presumo, lannoncie por gb
-'; esle jornal. ,
ATMENEO PERNAMBI CANO.
O Alhee,. Periiambncano reuulr-se-bi quarta-
la-leira 2.) du corrent, a meama casa do sierro da
Boa x uta, onda lem funecionado. O primeiro se-
rrelano, leiislon Cesar llala.naiiue
PECIIINCUA.
\ endem-se velas de espermacele a 750 rs.a libra:
no aterro da I',,,., Vwla, taberna n. t, esquina do
beecodoa Ferreiros.
A capatasla di alfandega ireeisa de Irabalha-
dores, paga-se'bem.
':-""'' .h;O:>v : '::;-:;>:;;:;.;.
VfS He ordem do Sr. director da aMoelaCaO -' -
;-. Popular de Sierros mutuos, convido oa se- '*.''
X niiores socios pora Ot 25 do correle as 10 horas da manhaa,O '')
-r-: primeiro secretario, J.....C, TeMeira. '
'. endem-te em isa de S. P. Johnaton ,\ c., che-
gadu olljmamente, assim como ban< aellms lu-lezes,
lia ria 1, mnitiairin a malican bronxaadae,*ta4o
por preeos connnodos.
; V PAKA SEIIOKAS. .-;
.ps A loja da rua Nova n. 4, receben pelo 3C
; ollimu navi., fraacei, ricos enreites. loura- W
-.,.' das chapeo* paia senheras e para meninas Sk
fe del aK amias e meninos de I a 5 anuos, e -i
^ vende-te mus barato do que em outra 9
'._.: qualquer parle. r'J
M^i^99
yuem annnnciou querer vendar um sitio par-
lo da praca, dirija-so a ru. do Trapiche, armazem
ii. il), que achara com quem tratar.
Precisa-se de uma ama para eoxinbar e en-
gomuiar: na ruada LingaeU n. i, segundo andar.
O Sr. Joo J so Kibeiro liuimaraes tem uma
cari. vind.. da rida le da Porlo : na rua da Cruz, n.
21, armazem de doces.
I iic nao
la .Nova
esle benemrito militar.do aceitar-lhe tan jus
la liomenagem,quemuitoabonou sua sinceri*
dade, o nao ler nunca oabaixo assiguado
recorrido aos prlos, para leccr in lebitos e-
logiosa pessoa alguma. Fernando de Noro-
nba, 13 de mar;o de 1857. -I.ourenco de Al-
buquerque Loynla.
IRMANDADE IMtSEMIOR BOM JESS DAS
POI11 AS.
I'or deliberado da musa regadora da ir-
mandade do Senttor Bom Jess Jas Portas,
rela na igreja da Madre de Heos, convido a
lodos os jrntaos do 'iicsma irmauddc, para
que sexla-feira 27 do correiile pelas 2 horas
e ineia em poni, comparc^iisn na mesilla
igreja da M,i ii de Dos, para encorpotados
acompanharem a procissao do Senhor Hom
Jess das Passos. Oescrivao, Jos da Silva
Lopes.
IRMANDAIIE ilt) SENHOK 11011 JESS DOS
PASSOS.
Em nomq da mesa regedora da irmandade
do Senhor liont Jess dos Passos, erecta na
matriz de S. Fre Pedro Goncalvcs do Rocife,
convida a todos os irinaosda iiiesma irman-
dade, para coinparcceieci sexta-feira 27 do
crrante, pelas 2 horas e ineia em ponto, na
matriz doss. Sacramento da Boh-Vista, com
as suas opas, para encorporados acompanha-
rem a procissSo do Senhor Bom Jess dos
Passos. que devera sabir da referida matriz,
as 3 horas em ponto. A mesoia mesa rege-
dora, manda rogar encarecidamente a indos
os reverendos senhores sacerdotes, o espe-
cial obsequio de comparecerem paramenta-
dos de seus roquetes para igualmente acom-
panharem a referida procissao, afim de a
tornar mais hrillianlc.Oescrivao, Domin-
gos Jos da Costa Cumaraes.
IRMANDADE DAS ALMAS DA 1 liECIK/IA DO
RECIFE.
O escrivo da irmandade das almas, crec-
a na matriz de S. i'ret Pedro oncalves do
Recife, em nomo da mesa rege tora,'c .lvida
a lodosos s"us irniaos, para que sexta-feira
27 do crrante, compareqan 111 mesnia ma-
triz as 2 horas e meia em poni, para encor-
porados, acompanharem a procissiio rio Se-
nhor Hora Jess dos Passos, por convite da
niesma irmandade.n escrivao, Jos d-
Silva Lopes.
u secretario da irmandade do N. S. do
Terco, convida a seus c.rhsiinos roaos,
para comparecerem em sua igreja, sexta-fei-
ra 27 do eorrenle, pelas 2 c meia huras .!a
tante 1111 ponto, uniformados de pr 10, para
em corporacSo acompanharem a
do senhor llom Jess dos Passos.
AVISO.
Dsseja-sc fallar r ,ni o Sr. Miguel Alejan-
drino da Fonseca Gal vilo, e Flix Paz da sil-
va, no Passeio Publico loja n II.
O meio bilhete den 3271, da lotera
que corre boje, he do Sr. Antonio Concalves
Carnciro, doeogeoho Ora, e de Domingos da
Silva Campos, (ica no poder do ultimo.
Pergunta-se ao Sr. \. F. Lisboa, o. pro-
vedor.da K. Hospital Portuguez de Beneficen-
cia, se he airoso cobrar a importancia de bi-
Ibeies antes do beneficio, que se .tem de dar
a favor do mesmo hospital ; aibilraudo-lhes
o pre.-o. Se S S. enlendc que os tomadores
de hilhp.tesnS pagarSo, oi.aoaueOo gnoer.o- | do principal pairos, nos donos litigados a
de J.

Segu uestes dias o palhabnle Piedade, a-
inda recebe carga, passageiros e escravos a
frete : a tratar com Caetann Cyriaco da C.
11., na rua da Cadeia do Recife n. 2.
m. Sr. director do arse-
nal de guerra desta provincia, se faz publi-
co, que se ausenlou botltem, tendo sabido
Com licenca, o africano livre de nomo Jorge,
5ue seacbava ao servico do mesmo arsenal
0 referido africano, tem osseguintes sig-
naes: cor pela, idade 17 para IX annos, as
faces tem diversas cicalrizes de golpes pro-
prios da lena ; assim como em ambos os
peilos, esla vestido de calca dd algodao azul
piesa por urna coi rea a cintura, e camisa d.'
algodiiozinho branco americano com colla-
rn ho de ganga escarale, guarnecido de
ara
J
neiro
A velcira e bem conhecida barca naciona
Amelia, pretende seguir nestes olto dias,
tem prompto metade do seu carregamenlo,
paia o resto e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes commodos; trata-se com
osen consignatario Antonio l.uiz de olive-
ra Azcvedo, rua da Cruz 0. I.
peruaini>ucana.
O vapor PERSIriUNGA, commandanle
Alvea .Moreira, acha-se a' raraa paia os
weala doral, para onde sabira' no da i'i
rente: recebe passageiros paraos quita
inris commodos.
Joaquim
inrles da
do cor-
len, opli-
11
vapor
IGUAKASt'
commandanle Mario
duas ordena de lila branca, da largura del Jnior, arht-ae 'carga para os parios da escala do
quatro hullas rada uma, e s acode pelo li-
me do Zazo : Roga-s*j portento a toda^ auto-
ridades policiaes, e a qualquer pessoa, a
captura do mencionado africano, e entrega
dello 110 rele ido arsenal, onde sera gratifi-
cado.
Arsenal de guerra do Pernambuco 19 de
margo de 1857. O escnplurario interino,
Aiiion:> Fraucisco de Souza MagalhSes.
norte, para onde sabir.i* no dia 30 do relenle.
,- ':'*>*>
O agente Pesian far leilao de grande
porcSo do mobilia nova e usada, de aoiarel-
lo e de Jacaranda, consistindo em cadeiras,
mesas redondos e quadradas, consoles, so-
las, marquesas, camas doarutacao o france-
sas, cspelhos, loucadores, ca'rleiras para
viagein, vidros, porcelanas, pianose oulros
mullos objeclos que serta iinpi isivel enu-
uiet.i los, equeseachain palet -s ao exa-
me dos compradores ; assim y ,o vender
ra de uacao. boni-
IQilO,
O!'ARTA-FEIRA 5 0E1UAKC.
DIA DE GiANDE
.GALA.
Annivcrsario do juramento da Gonsti-
tuicao do Imperio.
II." recita da assignatura.
no mesmo leilo urna nr
ta ligura, sem achaque ai'giini, b.ia quilan-
deira, de 30 annos, pouco mais ou menos,
e urna uegrinha de ;, annos de idade, muilo
espertinha e milito linda .- quinla-feira, 26
do eorrenle, pelas 11 horas da manhaa.
- O agente Borj
rua do Collegio n.
ATERRO DA BOA-VISTA \. 8, DEFRONTE
DA BOXECA.
He chegado figos das comadres, ameixas
liancezas dos compadres, bolachinhaa ame-
ricanas, linas, proprias paia cha, passas, pe-
ras seccas, salame em conserva, c uiuitos
oulros gneros de superior qualidade, por
prego mais barato do que emoutia parle.
Om jrapaz coro bastante pratica de'en-
geuiio, se offerece para caixeiro, o qual da
fiador a sua conducta : a tratar na rua Nova
n. 4.
AMA lli:51 Lili:.
Precisa-se de urna ama do lcil
tenba lillios, paga-se bem : na
n. .
JOHN CATIS,
corretor geral
E AdEM'E DE I.KII.o E.-> I OAIMERCIAES,
n. 20, ra do 'foires,
PRIMEIRO ANDAR,
pra^a do Corno Sanio
RECIFE.
A pessoa que aiintiticiou ler para ven-
der um sitio perlo desta cidade, declare, sua
morada, ou dirija-se a liviana da praca da
Indeponeencia n. ti e s, com as lellrasP. I".
Precisa-se de urna ama para casa de
homem solteiro : na rua dos Prazeres, por
delraz de S. Concalo, junio a uma casa que
se esla coistruindo.
Quem tiver para trocar uma imagem
de N. S. da ConceicSo com a estatura de t
palmos o meio, dirija-se ao alerto da Boa-
Vista n. .Tt.
)uem qui/.er dar 600g000 a juros com
segoranca em urna escrava mulata de ti ni-
o., costureira e de lodo servico, para .|ital-
quer casa de familia, entregando sea mes-
illa muala para ser pago os jures con: os
servicos delta, c pelo lempo que se ajostar,
annuocie para ser procurado.
- Pcdc-se a todas as autoridades poli-
ciaca c captiaes de campo se dignem cap-
turar o escravo de nome Joo, o qual de-
sappareceu ha' cerca de 4 semanas, tendo
sabido para o servico, o qual escravo foi do
Sr. Paulino Ribeiro pires, mano do Sr. Fran-
cisco Ribeiro Piros, boje, porcm, perlencen-
IcaSra. I) Maria liosad'.IssumpQao Ossig-
naes que o caracterisam sHo os seguiotes :
pardo, le cor clara, 25 annos de idade, es-
tatura mediana, seceo do corpo, cabellos
grandes, olhns papudos, sobrancelhas ar-
queadas, sem barba alguma, denles Lualas,
tem andar vagaroso, e he inteiramente n-
leimado, usada vestimenta de calca branca
c jaqucla pela de panno fino, chapeo de
limbo ou de palhinha ; trabalba de pedreiro,
sondo ultima.nenie encontrado em urnas
das casas que se estilo edificando no lugar
denominado Campo-Verde : a qu m o levar
no aterro da Boa-Viste n. 17, prou.cUo-se
generosamente gratificar.
No dia 21 do concille mez fugio o pe-
lo crioulo, de nome Onofre, com idade de
23 anuos.....uco mais ou menos, com os
signaes seg.ihil-s : cor lula, estatura regu-
lar, reforcadd do corpo, bem parecido, ar
alegre, tem os denles perfeilos e bonitos,
nao lem barba nenliuina, foi esc avo doSr.
Autao Jos da Silva, morador no liachao do
Souza em Panel las ae Miranda, para onde se
julga ter ido; quem o appreiiender leve-o
procissao; a rua Diroila, padana n. 24, que sera gtali-
' licsdo.
Precisa-se de dous amassadores: na
rua da Seozala .Nova, padaria de Domingos
Jos da Cuaba Lopes.
l.\.STI',i:Cl,AO.
Um professor, estabelecdo com aula nesta
cidade, se propoe a dar licOeS por casas par-
ticulares de priraejras ettras, Jingua nacio-
nal, etc.: na rua da Guia n. 42 se achara com
quem tratar.
O abaixe assiguado, morador na rua
do Rosario da Boa-Vista n. 51, roga as pes-
soas que lem penhores em seu poder, neos
tirar, al 0 ultimo uo eorrenle mez, do con-
trario serao vendidos para seu pagamento,
SI
r
/na
V-
do Cres,tu n
i'
4
"relien pelo navro nOlinda om completo toril-
ment de rateada*, romo te.iant :
Casacas prelaa superiores. .
ILitea* tillas ditaf.
Collelaa ditos ditos e de velluda.
Sohracasacaa de piano lino.
Pililo, de panno e cisernin.
Dil"s de divarsoa felios.
Ditos ele alpara de todas asqualidadM.
Ditos deca-emira decoras com solas de velludo c
para lioaieni como paia se-
Snparioraa chapeos preloi para l.omein.
Sj brelndo de panno, proprio para o (no.
Chapeos de castor branco rom pello e s-in elle.
Sa|.alos de tiorncha.
Perneiraa de dita.
Sobretodo de Jila.
.Mala> de viagein lanli
nlioras.
Sarcos para viasem, de todas as rpialidadcs.
odas etas la,endas se vendein in.is barato que
em onlra qualquer parte.
Cnmpram-se peridicos i :|;",20 a arroba : no
paleo do Carino, esquina da rua de Dorias n. 2.
Pede-e ao >r. Jola Caelaao dos Sanios, que
leve a seeua a (iraca d" lieos, fa/endo S. S. a parle
le eominendador, eom o que milito satisfar' aos a-
preriadorea desle drama.
Ileiappareceu no da se\la-f,iia 20 do corren-
1, una preta qe rcaula 35 anm.s de idade, tendo
ralla do denles nfrenlo, umdedu da mo dire.la
aleij.do, allura recalar, bem preta, de nome Mara,
recommenda-se a,., Srs. eapilSes de campo que a
appieiiendam e leea na lana do Rosano, loia de
ourive. n. 26, que sera' bem recompensado.
Desapparereo no da 23 de minhla, um n-
crovo de nome .M,_.,.i, crioulo. fula, lem os ps
ap-ltielados, narba pouca, grosso do corpo, aliara
regalar, levoo eamisa branca, -ale. de casecnirade
"",a : I.....-* aoioridades pvlieiaea e eapilaea de
pampo ine o peaoem e leaem-no a rua Direila n.
26, que e recompenura' liem.
Perdeii-se nesta praca de Pernambuco o b Pe-
le inlciro ii. 3!KH n, .i, Ivierln para as obras da ca-
sa de correera,! qum |jvar ;,-,a.|o e quiz-r rtl-
nioj-lo, pode enlrega-lo ao Sr. Franeiaco Radleli.
Kslc bilhcle perlence a Joaqaim P-reira Robello
Hriga, qu-; ja previnio o respetivo Ihesoaretro pa-
ra nao aatiifazer qualquer premio aenio a seu leal-
limo dono.
Precisa-sa de om bom oleiro para urna otaria
m Aoipucos, qoe saiba Irabalbar bem em lelil e
l idnib) ele, : procure no me-mo
Mala.
M ni icl doCjulo tiueJ
do imperio.
Ugar ao m iiar
retira-M para fora
l teria do Jo
ineiro.
10:0009000 E l:00Of00O.
Iloje esperamos do Rio de Janeiro o vapor
inglez Jledway, conductor das listas da lote-
ra 31 da casa .le CorreccSo. Ka praca da In-
dependencia n. *0 anua existem alguna bi-
Ihetes o meios ditos de dita loleria, a ah se
fara o prompto pagamento dos premios de
conformidade aos nos-os annuncios, logo
em.seu armazem, na qoe estejamos de posse das mesmas listas.
fara leilSn de uma! Vende-se a taberna
sos lia sua paga, lie mais civil dencgarilh'os,
do que offender aciulosainente os seus sen-
liineuios de carldade e philantropia.
B. *
Precisa-se alugar uma casa terrea, ou
um primeiro andar, que seja em boa rua,
e que nao exceda de dez a doze mil res, pa-
gando-se um anno adiantado : quem a tiver
dirija-se rua oa Camboa do Carmo n 2.
Na palana da rua Direila n 2i, preci-
sa-sc de Irabaliadore's, inda tnesino no cn-
tendo do servico, querendo trabalhar cm cy-
lin.lro, paga-se liem.
IRMANDADE DO SS. SACRAMENTO DA MA-
TRIZ DA UOA-VISTA.
Tendo sido este'irmandade convidada po-
la irmandade do Senhor hom Jess dos Pas-
sos, para aCOmpanbar a procissao do mesmo
Senhor i:a sexla-feira, 27 do correle, con-
vido por ordem do Sr juiz a todos os irmfios
para comparecerem no consistorio da roes-
inv irmandade as 2 l|3 horas da tarde, alim
do neo porados, acompattharem a mesma
procissao ; assim como tara que compare-
c;ain na quinte-feira, 26 do curenle, as 6 1|2
horas da larde, alim de recbennos mes-
mo Senhor que vetn depositer-se nesla ma-
triz.
O Sr. piloto do vapor Iguarassu' tenha
a liondade de at.parecer na rua da Praia, ar-
mazem n. 6, que se Ihe deseja fallar.
Precisa-se por alugucl de urna preta
escrava para fazer o servico de unta ca^a de
familia, que seja fiel : quem a tiver, dirja-
se ao sobrado da rua de s. Francisco, como
quem vai para a rua Relia 11. S, ou anntincio
para ser procura.lo Paga-se bem.
Olferece-se uma ama part iodo o ser-
vico de portas .1 dentro, da preferencia a ca-
sa de homem solteiro, o a mesma lem um
pequeo para mandados : na rua do Amoriin
n. :i7, lereeiro andar.
Precisa-se alugar urna pela para ven-
der narua: a pessoa que quizar, dirija-se
ao p da Santa Cruz dos Canoeiros, que
aduna com quem tratar. Paga-se bom or-
denado.
vai praca terca-feira, 21 do eorrenle,
na sala das audiencias, urna casa terrea na
Boa-Vista, hecco dos Ferreiros n. 1.
Precisa-se de um mogo capaz, que te-
nha bastante platica de taberna e que de fia-
dor a sua conducta : j pessoa que se adiar
com preciflSo desta arrumace >, dirija-se
rua Imperial, sobrado junto, a fabrica de
Sallfio.
Ilesa parecen da casa do abaixo assig-
uado, no dia 1(i do crreme, urna escrava de
nome Nerciza, com os signaes seguinles :
cor fula, idade 10 anuos, haixa 11 bastante
magra, e lem una cicatriz em cima do olho
ilireito : roveniente de uma queda qundcu ;
a qual levou vestid isazues e um panno fino
preto ; esta escrava foi em atgum lempo do
s Joao Itaptlsla ilos Santos Lob > da rua .la
Praia : quem a pegar e levara casa m.'iicio-
nada na rua .Nova u 5, sera generosamente
recompensado. Jos Joaquim da Cimba
CuimarSes.
Anda continua fugido o escravo Sa-
muel, pardo escuro, nao mal parecido, de
idade de 17 para 18 anuos, corpo regular.
estatura proporcionada a idade, ps e mSos
pequeos o bem retios, andar apressado,
mulo vi-rt), falla desembarazada o intelligi-
vel, le e escreve alguma cousa, e esc sof-
frivelmeiitc da alfaiate Tem sido ene mirti-
llo nesla cidade o na de Minia, aonde sup-
pfie-se estar, nao so por ler all mu tos co-
nhecidos, cuino por ha ver, depois que rugi,
para 'a se mudado ti mu, a piola Germana.
que dantes morav.i na rua do Amonto no
Forte do Mallos, como lorio, sen .o alias es-
cravo. Uuando fugio levou caiga e jaqucla
de metim preto c chapeo pardo de fcltro com
fumo, tuusa, porm, que tem mudado de
trajo e tirado o tumo do chapeo. Foi cria e
escravo da Sa.lt. Lourenca Fonlesdaso-
hredita cidade de oiinda, e lie presentemen-
te do desembargador Rocha Bastos, que gra-
tificara generosamente a quem o pegar e le-
var a casi de sua residencia, na rua da Au-
rora n. 12.
Na rua do Calinga n. H5, casa de bo-
l lena., de uma I euoe-se a taberna da rua da Guia
g-and- quaiiinlade de obras de maicineria, Com i.oucos fuudos. propria para nrineini-
novas c usadas, de difieren tes Dualidades, ote, e tem commodos pan morar familia "'e'n 'soltciro;, l"-ecisa-se de um criado por-
vasos e mais enfeties de porcelana para sa- quem pretender, dirija-se a mesma n S"H col,:"('la
la, ditos de linissimo marmore, riquissimosJ Ouem tuecisard
cotes de seda para vestidos, encllenles uros nh nnnhnra do Z........"," "1"""" a N,'s' "u Doa ''"""' '"'- l,",l!" lla i">rta.
CtaUMe-h. o livmno nacional parante a eOigi., U,UCa los, ptimos uuaiims Z 'JSS,2 a! Ii0!?! 5?b.&.dc 0U.ro e l"a,a. '"J"S-
des. 11.1., raas corn
- a quem convier fotnecer lenha de fci-
la quanlia de 650&000 a xes, de non qualid de, pondo a na porta
pimos quadros de molduVa doul iTra do mmnlo nT ISS^SZ 1S IT^ f '/"'T !""" dw' pr0CU, .tuda, estampas, candelabros,! que ah, so U.ra q^m'da!* b'gUnJ *nd"'< ^ ^ J^ J ^^^^ m
pagarem o que fallar.Antonio Crrela dos
Santos.
E. resposla ao annuucio dos Srs. Fran-
cisco Jos'Alves da silva GuimarSea eJos Al-
vest.utmaraes.uo Diario de Pernambuco 0.65
de 20 Jo corrcnle.declara o abaix ) assiguado
aos devedores das extintas tirinas, Cruz &
Bastos, Cruz & Gomes, aos quaes jamis se
dirigir depuis de sua fallcncia, que icputa
os rs. CuimarSes legtimos credores de t .es
dbitos; o a esles senhores lembru que nilo
Ibes asente bem augmentar alcelo ao af-
ilelo, imputando-l.: um facto indigno, que
nao praticata'.
Jos Lourengo da Cruz.
Prccisa-se de urna ama' para tratar de
um menino que tem mais do anno; no pa-
teo do Ter jo n. 1.
PM 1857.
Acham-se a venda as bem conliecidas fo-
Ihinhas impressas nesta tvpographia, das
seguiules qualidades :
DITa SIMPLES, conlendoalcn dos meszc,
a lei dos circuios e varias tabellas de im-
postas geraes, provmciaes c municipaes;
preco.................o
DITA Di; POHTA, aqual alm dos mc/.cs,
lem explicares das indulgencias e ex-
communbOas, etc.; preco......loo
DITA DE ai.Mv.wk, a qual alm dos mezea,
contm o alinamk civil, administrativo,
commorcial e industrial da provincia,
Por..................no
Todas estas follnnhas sao impressas em
bom papel e exccllcule t\ pn, c vondem-se
em porejloea rclalho : na'liviaria da prac;a
da Independencia na. oes.
A praca do sobrado da rua do Collegio,
n. 10, avahada em 14:0009000 rs., annuocia-
aa para o da 2ii, ficou transferida para o da
24, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz de
orphaos, as 11 horas da manhaa, na sal das
audiencias
SITIO PAKA AI.UCAK.
Aluga-sc um silio muito perlo da praca,
no principio da estrada il Joao de Barios,
deironic do bem conbecido sitio da Cscate ,
com boa casa de viveuda, que lem Isaas e
6 quartos, I estribara e quarto para cocliei-
ra, 1 pequen haixa de capim para o susten-
to de um cavallo, e muites arvores fructfe-
ras, bem como etcellenles larangeiras, sa-
potiseiros, jaqueras, otangueiras, etc.. ele:
a tratar na praca da ludependencia, loja
Marcelino Jos de Brito, subdito brasi-
leiro, vai a Europa tralat de sua saude.
--- Precisa-se alugar una escrava que
saiba engommar : na rua do Hospicio n. a.
Atteiii.au.
Pretisa-so de urna ama forra ou captiva :
na rua do Aterro n. 3, primeiro andar.
Um piemontez deseja entrar no servico
interior de alguma ca*a estrangeira : quem
precisar, queira annunciar, ou dirigir-se a
rua do Trapiche n. 19, das 10 da manhaa as
3 da tarde.
- I'azem-se capas, batinas, samarraa e
capas viatonas: na rua da Seozala .Nova
ti. 36.
Na rua da Aurora casi nova junio a do
Sr. Gustavo Jos do llego, deseja-se entregar
aoSr. Antonio Jos Pinto, una carta viuda
do Rio do Janeiro.
No deposito do largo da Ribcira de S
Jos it. :., vende-se superior do.:.- de goia-
ba, queijos londrinos e do reino, superior
cha, cafe e manteiga, ma-sas linas de todas
as qualidades, tanto da trra orno do lora
e ouiias niuitis miudezas por mais barat
preco, do queem outra qualquer parte, a
ellos lrcgue/es a.iles que se acabetn
Jos i.otnes Loureiro, retira-se para
Portugal, a irater de sua saude, e deixa por
seu bstente procurador, em primeiro lugar
em segundo lugar
.Manuel Comes Loureiro,
Jos remandes Ferreira
alugar 2 prctos possanles
; na restilacSo da praia
Precisa-se
para servico
de Santa Bita.
Um rapaz brasileiro de boas qiulida-
dcs,_nllerece-se para i ixciio de rua, o qual
da fiador a sua conducta ; quem do seu pres-
t mo quizer-se ulilisar, aununcie para ser
procurado.
Lotera da pro-
vincia.
Corre heje 24 flrr
f.o. t'or v^aluxtiaii de
Aquino Ferrein t,s
Portuiiatti lin-; ."trtt.
Para conbccimei,',o do publiro c aaM
reposta aOSaOUOCOa pul!ira.lii. uele Diarn,
om os na. r.:t o t.t de \x ia ,|0 eorrenle, ee
faz a pubcacao ila ceittdaoquc se segu: <
publico sensato que aprecie atada quem he
0 devedor
Mavui.i .00 I ranrisro lio. i la fa\allnro .1, nr.l-m .1*
Cbrtlla, mijof relcruiado do Irireiro lialalliSo de
goardi o... i.mal seatl niunicu n> .1. Kecile, a e^
rn\.,o Vitalicia da jui/o e>pecial .lo roimuerea
ie-ia cidade do Koala caaatal .la BMfaaala d
Periiamliuco e .ni lorin,. pal >. .M. in.|or.al
roiKlilurional, o>r. I). Pcoru II, que Uew uar-
da ele.
Certifico, a vi-ta do* autos ae iverurao aaalmBJ
mi qe he eteejaaaiei Hifawl Jaaafaka) da Co-ia \
'.....ipanlna. e eaeenla.lo J.c Ja,|U |>reira Ue
Mello enulroa, ser .. Ilic.r da I, tira pe.lidu por cer-
ti.loo l'ernaiiiliuco I i ileabiil de l8.Vt.--la. :I2>*KI0.
A"> tres me/es precisos p.^-ra' \os..i merco por esta
miaba unir va Jo loira, a muii M j n,ii,h. nr.lmi
a qoaiitia :I2V? em uMedl l.-aal. alai dc mim rece-
Indo om cbela*, e no dia do venrirneuln lira" can*
costuma promplo |.a-.iueiilo ou le llie Ni e-la
iprearalada, e nao o fattanle pacra' a j.iru da un
e meio Mr remo ao mez, al,- qo M queira eap.--
"''* Sr- Jet Joaquim Prreira de .Mello.__\m\i
AnesAnioiito Jacmiie.Ar.iio. Jaeijeaenaai l'c-
r-ira de Udlo.Antonio Aanei Jaran Pires.
r.-lava o sello das urinas imporiie cm a verba do
Iheo aezuinle : N. -,-.\.P..tf..u 2INI ra. Keeife
ti de abril .le "-- nrilTli Llflill.. 1
mais se nilo eoMiaha ni, ,| i,, Irlira. aqu l.cm c liel-
mcnle copiad., ,1o proprio oiismal, a.< qual me re-
porto- e a presente vtl na veaaaaa s-m eeanS que iu
vola fac, por uundilono nnnripio deala drrUradn
obaerili r aaRaada, coatlarida e >......ciada na anu
da da elilo.
Cidade do Recife, Capital de Pcrnamii-c... aw i!l
i'.- !o mez de arce .....ina ate asaateaeale ^a
>- aenbor Jeioa CariaU de I8T7. trtawia aaata
da Independencia do lupcrio do llra/il Nubsrrevi e
fSIROei.Doane
Km lude var-ladc.Marimino I ranci-co Duarlr.
O advogado Antonio de Vasconosllos
Uenezes'de DrommonJ, pode >er procurad
para o exercicio de sua prolissao cm lodos,
dias litis, das horas da manhaa, ale as i
da tarde, no seu escriplorio, rua do Collegio
n. I", primeiro andar, e em nutras quaes
quer occasioes. om sua residencia, rua do
Hospicio ii. 9.
uilberme Soares Itotclho, ridadao
brasileiro, vai a Euro.ia tratar de sua saudc.
Aluga-sc urna escrava moca para u
.-emeo interior de unta casa de familia :
quem pretender, dirija-se a rua Direila n.
%i, das 7 ale as 10 horas da manhaa.
- Prccisa-se de uma ama livre ou escra-
va, dando Banca a sua conducta, e que seja
i niel I i gen le, paga-se bem : oa rua Nova
n. 61.
Lina pessoa chegada de tora, leudo de
embarcar para a Europa no prximo vapor,
a tratar de sua saudc, precisa vender 7 es-
cravos, 1 negro co n 10 anuos de idade, op-
timo para sitio, engaito, ou mesmo rma-
zem ; I calmita de 2S annos, escravo pera ;
1 mulato de 2S anuos, tamh. m para lodo
servico ; l outro da it unios, bonita figura,
lodos boas canoeiros ; e i mulata com duas
crias, una com 5 annos c onlra com mc-
zes, muito ho;. leiteira, engomase ecuzinha,
e tanto elia como as duas iilhas teai as uiai.
nterossantes figuras: quem pretender, di-
lija-so a lora de Portas, casa n 33, que ah
lera as iteces-arias informac/ies.
lie chegado a loja do 1 ecomle, no aterro
da Boa-Viste u. 70, () excellcnte Me virgi-
nal de tosa branca, para refrescara ptdle, ti-
rar pannos, sardas e espiabas, gealale n
afamado oleo hahosa para iiup.tr e lazci
crescer os cabellos, assim como p impai-
cial de lirio do Florenca para hrolocjas o M-
pendades .a pella, conserva a frescura e o
av. Iluda lo da primavera da vida.
E-TABELECIfflEHTO
PHTOGRAPHiCO.
m;\ cvuvatf. 2i.
Retratos de lodos os tamaitos tirados a i-
gundo os ull.mos e mais aperieacaa ios pro-
cesaos,retocados a oleo, alardia ou a lumo.
Cspectadade de retratos para allinetcs,
caplelas e oulras obras de, mi malura colori-
dos com toda a perfeicfio.
Retratos para cartas -a I V>000, a meia du
zia '', apanino seinpre promplo para tirar
retratos do pe.-soas fallecidas.
I.epr'iduccao em ponto maior de retratos a
dagucrrcotypo como lambem copia de quil-
quer obra arlisiiea.
Vistas da cidade c seus arrabaldes, sitios,
tmulos e outros monumentos.
Grande sortimenln de molduras, passcpai
tona e caixinhss do ultimo gosto.
l-slereoscopos e vistas estereoscpica- .
pequeas o porlalcis cosmoramas csprcss.i -
mente l'eitos para recrcio dos saines e rcu-
niocs familiares, conlendo urna mutlo varia-
da esculla de vistas de Paris.l.otidres, Vruc-
za.Suissa etc., como tainhem vistas anima-
das.
Um esterescopo com 12 vistas, ludo ai-
ruinad., em um elegante cfruzuho com ta-
chadura ao mdico preco ele MVMa)-'
Augusto Sl.ihl, teni a'salislaQao de par-
ticipar aos seus amigos e fragneiea, quei.n
ultimo paquete viudo .la ILurop.i, ciiegou o
segundo pintor que elle havia mandado cn-
gajar para o seu eslabeleeimeulo. Com
acquisicSo desle artista que acaba de sabir de
uma das primeiraa ollicinas de phoiograpbia
e.m Paris, elle se acha actualmente habilita-
do para darainda mais andamenln e regula-
ridade a OXecucSo de lodos os Irabalhos de
sua prolissao. Aaaim agradecende ao pn-
blico, cuja conflanea espera merecer sem-
pre, o acolhimento favoravel ron que at a-
gora o lem honrado, roga as p.ssoas qm.
desejam possuir o seu relalo ou o de aigiiui
praente. ou amigo, que se aprotesn em ma:i-
do-lo lirar, nao so porque precisa alguin
tempo para que um relalo srja cuidadosa-
mente colmillo; como lambem porque o
aununciaute pretende em breve reliiar-se
para outra provincia do imperio ; c por isso
sera bom que as pessoas que c desejam rc-
Iralar nao esperen: pelos ltimos momen-
tos. Para maior comodii'.ade das pessoas quo
quizerem visitar a sua galena, a snbretu.lo
das sciihoras ; o prop'.ieUno desle esta bel o-
cimente, propOe-se aiiii-lo.compcieiiieu.cu-
le illuminado, as nuiles de la, c desle
modo facilitar aindamis uoconbucimenlo
do publico os trabalhos da phoiograpbia.
Lavas de varias qtia lidme
Vendem-se ricas luvaa de seda de toatea a.s
res, cobordadas e com I.ululas a 2t o para
ditas sem ser bordadas brancas e aoaareliaa
part liomcns e senhores a i-, IzcMt |g|tua|
ditas dc lio da Escocia brancas e aneares
para hnmena e aeahoras a >4M, vwt, |an
600, ditas brancas c de cores, dc algii.,,'
proprias para montera a HQ e 32') e eotraa
qualidades mais que se rende na ma do
Quemadona bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
artas (tara jo^-tr.
Vendem-se bsralhos Me cartas frasearas
muito finase de boa papel a .vors. < bsra-
Iho, ditas portURuezas muito linas 32i rs.:
11a rua do Queimado na loja dc miudezas da
boa fama n. 33.
MKLmn iimeopvtm:o
Di i
Dr. BfeHe Moraes,
11:1
RIO DE aTAsVEIatO.
i XICU
deposito em Peinambuco, na ruaaJoQuui-
ni.nlii n. 27, armasen
il(> faxondas de Joao Jote rlf
Gouveia.
Neste r-stabeleeimenta s.- encontrs semprc
um completosortimenlo decaVtelrasaM*sna>
paihicas de 12 ale 12* glbulos, bem como
cartetras com tinturas de 12 ate 60 frases,
sendo iodos os medicamentos da melhor
pieparac.ao,ese ven,lem ;.or presos muito
mais baixos doqne os preparados aqu.
lambem se vendein neste estabeiecimemo
O repertorio do medico homcopathico a
65 rs., e novas praticas elemenUre.s a 49 rs.,
publicadas no l'.to pelo uiesmoaulor.

MUTILADO



DIARIO DE PEKNAMBUO, TKRCA FE1BA 2* DE MAltgo DE 1857.

I
*mt"iWimt- ir**-
| ii:i)as rnEciosAS-1
s
I Aderecoi de brillantes, ?
^ diamantes e parolas, pul- .
*" veirns, allinele?, hrincos V
* e rozeta9, holoes e aunis *
J de cffereDles costos e de aj
>: diversas podras de valor.
ioreira -mm.
R -i*)'*- -*yt
ODRO K PRAT.V
LIJA II UilVS
Ra do Cabuca' n.
7.
*
3 Aderecos completos de .
j ouro. meiosdilos, pulcci
? Compram, vcndem ou &
i trocam prala. ouro, bri- J.
* lhanles,diaininlc-se pero- |
jS las, e oulras quaesqner *
J joia de valor, a ilinheiro *:
if ou por obras.
lieee.iem por to-
dos os vapores da Bu-
ro|a ;ts obras do mais
trienio t^osto, tan-
to I- Fraiic:i como
J ras, allincles, brincos e ,^
3 rozetas, rnrdes, trance- gS
: lins, inedallias.rnrrenles *
* e ciifcites para rcloaio, c *:
5 otilrosmiiilosobjcctosde ^
.' ouro. 5j
Apparelboi completos,
J; de pral.i, para ch;i. han J
dejas, salvas, caslicacs, 4
eolhereidesopaedech, *
t e mnilns outrus nlijcelos
. de prala. .V
de Lisboa, asquaes se venciera por
pre$o comraodo como cosfuma....
CONSULTORIO HHEOPTHICO
wm
Onde se achara sempre os mais acreditados medicamentos, tanlo cm tinturas como
em glbulos, c preparados com o mator escrpulo e por pregos bastante commodos :
PitEOOS FINOS,
liotica dcl2 tubos grandes. lO/OOo
ita de 2* ,, ... 155000
Dita de 36 B ... 209000
Dita de 48 d ... 25j000
Dita de 60 ... 30*000
Tubos avulsos a....... iooo
Frascos de linturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr cun o dic-
cionario dos termos de medicina.........
Medicinaflomeslica do Dr. llenry........
I"i ata ment do cholera morbus ....'.'.
Repertorio do Di. Mello Moraes .....
209000
10000
2/000
6OO0
SEGURO CONTRA FOGO.
Cumpanhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco de 1824.'
Capital cinco railhocs de libras esterlinas.
O Dr. Ii.ii.ii i firmo Xavier lar. publico, j)
que inudou mu residencia para o seu sitio. $$
na PamgMg da Magdalena, (que fica ao or- t
] 5S le da estrada entre a ponte grande e a do
Saunders Brothers & C, tcm a honra da m- Chora-Menino), e ahi n-.n preparado ama 5
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas, @ casa de Moda, com lodos os commodos, para 5S
a quera mais conviar que esto plenamente au- *9 o Iralamoole do cscravos. curo* genitores re- %
tensados pela dita companhia para effecluar segu- 2 S2?.J,' ESTIS "a" V ""*'*m
.....- TU r e. "rar un soa> prounas casas: quem para i- .!
ros sobre edthcios de lijlo e pedra, cobertos de @ i quizer se utilsir do. seu. servico* medi- 8
llha e igualmenltsobre os objectos quecontiverero en, qoeserao desempenbados com o maior j)
os mesaos edificios quer consista em mobili ou' '* zel0' n'r'j*-c ao palco do ('.armo n. y, pri- (j
meiro andar, ou no referido sitio da Magda- t
i* (azendas >le ipialquer qualidade.
Repartic/io da vaccina.
coifimissaro vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torre5o da All'andega, c as tercas-leiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 0 horas da mantiSa.
I'recisa-se alugar um prelo possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente tiesta typograpbla, dando-se o sus-
tento : na livraria us. 6c8 da praca da In-
dependencia.
lena.
-
| DENTISTA MMll. $.
.* I'aulo Gaiguoux dentista, ra Nova n. 41 : '%*
Vi? na mesma caa (em agua c pos denlrilice. ^
ESTRADA DE FERRO
do llecife 8. Francisco:
LIMITADO.
gl&tt n-.iUibU
Os directores da Companhia da Estrada de Ferro'
do KtciraoSan-Fraiicisco, limitado, lem feilo a
Hoarta chamada de duas libras esterlinas, ou rcis
17jjj7, sobre cada acorto, na dita companhia, a qual
deve|ser paca ilc o dia 9 de abril do correle anuo
de 1857, ua Babia, em casa dos Srs. S. S. Daven-
pnrl & (',., na corte, em casa dos Srs. Mau, Mac.
Oregor & C, e em l'cruambucu, no escriptorio da
Companhia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder perder todo direilo
as acroes sobre as qoaes o duo pagamento nao se
tiver cllectdade, e em lodo caso lera de pagtr juros
na razao de ."> por cento ao anno, e de nito receher
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer entre o da indicado para o pagamento e a
sua realisac.a'
randeestabele
ma Nova ii- 27. esquina
(I ( nntboa J. P. Vogdey lem a honra de partici-
par ao re o seu deposito de pianos terca-feira, 17 do
corrente em diante, onde se poder encon-
trar os mais bellos e solidos pianos, os me-
lhores apparecidos nesle mercado de magni-
ficas vozes, construeco a mais moderna, e
apropriada para este clima, sendo lodosos
instrumentos rubricados por encommenda,
dos melhorcs autores at lioje conliecidos na
Europa, como Carlos Sebeeb, W. Sassinhaf,
Luiz Sanie e outros muitos por pregos ra-
zoaveis. No tnesmo deposito se encontraro
lindas pegas de msica para piano, de afa-
mados compositores. O estabelccimento es-
tar aborto ate as 8 horas da noilc para com-
modidadodas familias que quizerem expe-
rimentar, e escoiher os instrumentos,
Precisa-se de um portuguez, dos lti-
mos chegados, que tenha de idade 1* a 16
anuos, e que sai ha Icr e esetever, para ser
caixeiro de utna taberna : procure no Reci-
le, ra do Codorniz n. .
- Aluga-se unta escrava para o servico
diario de nina casa : quera a tiver e quizer
aiugar, irija-fe a ra' da Cruz, sobrado n.
23, que achara com quem tratar.
AVISO IMPORTANTE.
Constando aos abaixo assignados, arre-
matantes das dividas das fallidas firmas de
Cruz e (Jomes e Cruz & Bastos, que o Sr. Jo-
s Loureo'co da Cruz, ex-soeio das referidas
firmas, retido na casa de deteucao desla ci-
dade, lem-se dirigido diversos devedores
das exmelas firmas, alim de que ests no
satisracam seus dbitos, mas sim a elle, al-
legando tiflo sermos ns os legtimos credo-
declaram
rii-
pretas
qna*
Grande soi
mciiio de fi/endas
proprias para a
resma.
Ricas manas de blnud prelas c brancas.
Loa de Indio grandes e |iequenos.
Ijrosdeuaple prelo de lamaucm, covado. 2ft600
Hilo dito liso mullo encornado, covado 2?tlH)
S;.rja prcta verdadeira hapennola, covado. 29200
Setim preto macao para vestido, covado 39000
Panno prelo lino prova de iiinao, covado
de :l?O00 a.......... ->0(K)
(.asemira prela sfliro elstica, corte 89000
Cortt* de colletes de velludo preto e de cor. HgOOO
Curtes de colleles de gurgurio de seda de
varios padriies a........ 35OOO
Pupelina de seda com llores malisadas, co-
vado............. idilio
Chai? de quadrus de cores o covado 900
Meias cruas superiores para meninos 9
Lencos de setun prelos e de gorgorito para
grvala........... 5
Ijravalinhas de selim prelo de ama volta e
de duas.........* 5
Chalts de merino bordad* a velludo. lSsOOO
Hitos de diio bordados a teda..... 9000
Ditos de dito com lislra de seda .... 69300
Oitos de dito com barra matisada 3&000
Chales de merino com franjas de laa. 4&jOO
Ditos de lila adamascados prelos c de cor. 39OOO
Ricos cortes de laa de ramagein matisada
com 13 covados........- 09OOO
Urosdeuaple decores para vestidos, covado. SfiOU
Mauritana de seda com vara de largura,
covado........... 15(100
Chai; de seda com flores malisadas, cavado 1;O00
Ursulina de seda com lstras malisadas, co-
vado............ Isooo
Sedas de quadrus de novos padroes.covado. t$000
Froudelina de seda de quadros, covado. 900
Duqueza de se.la de rauagem, covado 8IKI
Ricas Isas para venidos de seuhora, covado 720
Mussuliua de cores mu luidas, covado. AH
I.lili,.- liMiir.-/.'- Iiii.i-........ ofl(l
Cassas francezas de cores (xas, vara 100
Paliios de alpaca prela lina e de cor. I9M0
(ondulas de alpaca preta c de cor. .",", Em frente do becco da Congregaciio, pausada a
bolica, a segunda loja de fazendas.
PROOUCgO'ES LU ERA RIaS
no
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Physologia das paixoes, 3 volumes
Lducadoi da mocidade brasileira, 1
volume ........
Bastios corographicos, 1 volume..
Memorias diarias da guerra do
Brasil, 1 volume...... 4>00o
Tambem se recebetn as assignaturas para
a sua ultima prodcelo lilteraria Os l'or-
tuguezes pnate o mundo-2 volumes 6c?000
rs., avulso IO5OO,
AVISO
As pessos que tivercm penhores na ra
.Nova n. 6, bajam de os vir tirar al o fim do
corrente mez, do contrario sero vendidos
para pagamento de seus dcbiios.
ao ultimo roslo.
Rl A DA CADE1A DO HECIFE N. 18:
DE 01 ATKO PORTAS, DE
LOJA
dfn) trancado milito eticorpaiio. proprio de
entretelas, pelo haratissimo preqo de 120 e
jarda.
Vendem-se duas moradas de casas
terreas na na Augusta, grandese moder-
nas, com gabinete, 2 salas, cuzioha lora c i
quartos : a tratar na ra do Raagel n. 56.
liicas fitas finas e ritoder
as dos un
echinch^para os alfaia-
tes.
Na ra do Crespo, esquina que volta para
Narciso Mara Cainero,""caVia de receber *.ru;1 da (;adia, existe urna porcito de algo-
pelo tillinto paquetuda Europa, um comple-"*
lo e variado sortimrniu de roupas feitas ao
ultimo go-to de Pars, como sejam, casacas
nielas, palitos de casimira e de alpaca, col-
leles de gorgurio preto e de cores com senhos mui delicados, verdadeiras capas de
burracha e suda de duas faces, os nicos
irrrpromiaveis, palitos inglezes le casera ira
a pn.va d'a,-ua, cxccllentes prroeirasdebur-
racba, de todos os lamanhos, e outras mu-
tas fazendas de seda preta, proprias paran
quaresma, que se vendem por meaos do que
em oulra qualquer parte.
Vendem-se tres moradas de casas ter-
reas ea c.dadc de Olinda, sitas duas no lu-
gar denominado.Ponto, quas derronte da
igrcja do Amparo, letas ha poneos annos.
e a oulra na ra 00 Bomliin, todas de pedra
c cal chaos propros, c cslo cm muito hora
estado : quem as pretender, diriia-se a mes-
ma cidade, na ra da liibeira, casa cm que
mora o padre Ignacio Antonio I obo
PARA QUEM TIVER ROM COSTO
\ende-se um bom sitio com porto de 500
palmos de frente e 1,500 de fundo, chiodc
mullas fructeiras do diversas qualdades
com duas grandes baixas para capim, terre-
no cxccllenie para.plantado de legumes e
hortaltca.commodidadcs para se fa/.ercm 1
viveiros por ter caml.a d'agua salgada 110
fundo, casa sofFrivcl para morada, murado
na rente c de um lado, agua de beber, etc.,
e alcm de todas estas bondades, quem qui-
zer mandar fazer urna morada de casa com-
nioda e acetada, j tcm um formidavcl e
bem fetoalcercepara isso, com 40 palmos
de frente e 110 de fundo, guarnecido com 2
portoesum de cada lado ; c he perto da pra-
la por ser fog,, ao sabir do Manguinho para
os Allliclos : quem o pretender c quizer ve-
co, cntenda-so com o proprictaro Jos Sa-
ponti, morador na casa annexa ao dito si-
tio, de manuSa at as 8 horas, c de tarde
das 5 cm dianta; c no decurso do dia no
Rccife, escriptorio dos Srs. Basto & Lcmos,
ra do Trapiche n. 17.
e i
sores >-('-:'os
que se pole encontrar
se vendem 11a loja da boa faina na ra do
Qneimadon. 33e por precos que nSodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
menlo se vende barato e ha muito onde cs-
oolher.
Raalas novas e sabo de massa.
Estes dous rticos venderc-se smente no
armazem de Barros o; silva.
Attenci
10<000
2^000
25000
t.
Vende-se na Iravcssa da ra daa Cruzes,
taberna n. 14, o superior pcixc consro : as
pessoasqueforem apaixonadas dcllc, che-
guem, pois est se acabando.
Vende-se urna porco de estopa : na
ra da matriz da Boa-Vista n. 26.
Cif odo
Vcndc-sc caf moidosem niisfura.do mc-
Ihorpossivcl, a 280 rs. a libra, cm porciio e
a rctalbo ; na ra Direita n 95. Quem qui-
zer saber da verdade, aptareca que saher.
Propros de urna escola.
Vendoin-seosscguintcs objectos: ?cas-
sea de madeira, o bancos,cabides, etc., todo
por diminuto preco : no becco Largo n. 1,
loja de ourives, se dir quem vende.
- Vende-se um sitio muito perto desla
cidade, com muila Ierra, tudo proprio, mili-
ta Iructa, e com exrellenles commodidades,
oque da-sfl haratissimo sendo a moeda :
quem o pretender annuneie.
Vende-se um negro bom marnhero
de goveriii), muito sadio e robusto ; para
ver e tratar, em Santo Amaro, passando a
fundicfio, sobradinho ao p do palacete.
VENBEffi-SS C4PACH0S
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa Ijaia
n.'33.
cobertos e dcscobcrlos, pequeos c grandes,
de ouro patente ioglez, para bomem e se-
uhora de um dos melliores fabricantes de
Liverpool, vndos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Southall llellor A; C., ra
do Torres n. 38.
por 4t> rs. o covado.
Vende-se chita franceza larga c fina, com
pequeo loque de avaria : na ra do Crespo,
ioja de Campos & Lima.
Sao minio lindos para pu-
l hos.
Vcndeni-sc muito bonitos boloes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Vnho do Porto
% de 1857.
No armazem de Jos Joaquim DasFernan-
des, becco da Madre de DeOs n. 12, vende-se
superior viulio velbo ci Porto, cm caixis de
utna e duas duzias, por preco commodo.
Deposito
de rap prinreza d fnbri-
ca de (jnsse, rio Rio
de aneiro-.
Vende-se a prcc;o commodo rape lino,
groase c mel grosso, da arredilada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
1 ua da Cruz 11. 49.
Vendem-se terrenos para edificarlo na
estrada do Manguinniho, ;lo do Recite, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Mauocl Pe*
reir Tcixcira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da Cadcia do Recife n. 9, 011 com
Jos aptista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
~ Vende-se a verdadeira graxa nglcza n.
97, dos afamados fabricantcs--l)ay Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree c\- Companhia,
ra da C ruz n. 42.
Oculos e lunetas de toda
as qualdades
Vendem-se superiores oculos com armaran
de tartaruga de todas as graduaces a 3O0n
ditos muito bons com armarles doundas
UttOO, ditos ditos cora arma^oes pratcada
l. ditos ditos com armacao de ac a noo
1v lunetas com armacSo de Urtarucaa 19
: ditas redondas equadradas de fialei. a 50"
rs., ditas de dous vidros armario d.- h.lr..
a 15600, eoulrosoculos Xffml3
da boa fama na ra
-
n
ado
11.
QUE!
21 A
m
oa fama.
Vende se sup erores macas para condu-
cjio de roupas cm viagem, pelo barato preco
do 5, 6, 7 0 8-5 cada urna, galheteiras com
todos isvidros necessarios a 21, ricas car-
compram-se4 cscravos, sendo 1 preta leiras de Jacaranda e mocito parasecscrc-
mocaaooengorante bem e cosa, 1 dita de ver e guardar todos os pertences, propros
meta idade, que saiba cozinhar, c 2 escravos j para viagein n 8, 10, c 12? cada tima, coslu-
mocos pecas paia servico de campo : na ra | reiras riquisstnas de Jacaranda rom os re-
da Cadea do Rccife, loja n. 50 defronte da partimentos forrados de seda e com muito
ia da Madre de Dos. gosto a 4, 5, 6,7 e 8>, penlcs muito finos pa-
ra alisar.propriosparacriancasou para suis-
res, declaramos que, leudo sido arrematadas
em hasla publica, por neis, as dividas desla
ISenhum auto da transferencia pode sor resistrado casa, somos os nicos que temos direilo a
chirriada0 ''0 COrre"", a"'eS W""a,u da I bave-las dos competentes devedores, proles-
Por ordem dos direclores.-S. P. VEREKRR. I.??? St f"S. Lourefngo da Cruz
thesoureiro.
directores.S. P.
Recite 3 de marco de 1857.
"""' Pr;querer oque naoi Ihe perience ; e bem
1 assim avisamos aos devudores que nao se
Na ra larga do Rosario, esquina do deixcm Iludir por este senhor, sob pena de
becco do Peixe Frito, no segundo andar do 'lercm desgosto do pagar duas vezes a
sobrado u. 9, coutinu'a-sc a dar comida para1 mesma quanlia. Approvcitamos esta occa-
rnniM.min.inn o--;.. por prego muito *'~'n""""
lora com todo o
em conta.
O abaixo assgnado declara aos deve-
dores ae Aureliano K Andradc, que nao pa-
guem-scus dbitos senoao abaixo assgna-
do, do contrario terio de pagar segunda
vez. Recife 13 de l'evereiro de 1857.
Manoel Jos I.eile.
Retinara de
Rego& Bar reto, no M'_
leiro.
No deposito desta refinaria, na ra ila Ca-
dcia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como cm torros c em piles, por preco mais
commodo de que em oulra qualquer parte. beca para senbora, grosdenaples fui
Precjsa-se do tima ama de Icite para res, prelos c amarellos para vestidos,
criar a urna menina de 3 niezes : na ra do de seda prcta e de cores, cortes de sed
Collego n. 21, lerceiro andar. Paga-se bem.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, pitra casa de pouca familia, e que
laca compras : na rua da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
Na rua da Ponte-Velha, junto a serra-
ra (casa do lampeao) precisa-sc de una ama
e de urna engommadeira.
No dia 24, as 11 horas, na safa das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se ha de arrematar o terreno sito
na rualmporial, pertenecnte a hcrantja ja-
centedo finado Antonio da Trindade, com o
abate da sexta parle do valor ultimo, c divi-
dido em lotes menores, como consta does-
cripto em poder do porleiro do juizo ; vai a
pra(a a requerinienlo do Dr. procurador lis-
ea| da fazenda nacional, assm como 114 ps
de cuqueiros com o mesmo abate.
ftecessita-se de um liomemjsezudn dcsapencio-
nado de familia, para lomar conta de um estaheleci-
ment fura da provincia ; e que sna condocla seja
alionada : na roa da Cruz n. .'15 2.- andar.
Oconsellio econmico da nono bata-
Ihao de infamara contrata para o trimestre
a decorrer do primeiro de abril r 311 de ju-l
siao para rogarmos aos senhores devedores
a saslacSo de seus dbitos ja ha muito ven-
cidos : c para este fim podem dirigr-se
rua do Cabug, na loja de Jos Alvcs da Sil-
va GaimarSes, ou na rua do Queimado, na
de Francisco Jos Alvcs da Silva Cuima-
raes.Jos Alves da Silva Guimaries, Fran-
cisco Jos Alvos Cuiniarcs.
ma Nova
H. 34
Madama Rosa Ilardy rcccbcu um grande
sortimento de chapaos de soda para senhora,
brancos, cor de rosa, amarellos, pretos, com
lita e llores encarnadas, ricos enfeites de ca-
furta-co-
crtes
oda para
noiva, manta de blonde, capella e luvas,
mantas pretas de fil e de garga a imla^io
de blondo, ricas caixas de costura para se-
nhora, franjas de lodas as cores e sortidas
de largura, o tranca de seda, chapeos de
montara, llores, fita, chales ricos de tou-
quim, lila, bico, chapeos c vestidos de bap-
tizado, chapeos do seda c de palha para me-
ninos ate a dado de 7 annos, c multas ou-
tras fazendas que se vendem muito em
conta.
meLwnanwec WBamm
1 \0 PBL10.
jgg No armazem Je fazendas_ baratas, rua do |
Collego n." 2, B
vende-se um completo sortimento de fa- jg
zendas finas grossas, por raas barato S|
rejos do qua em outra qualquer parte, **
tanto em porcoes como a retalho, afilan- S
ijaiido-se aos compradores um s preco ^
para todos: esta eslabelecimento abrio-se S
de combinacao com a maior parte das ca- Jj
sas eommerciaes inglezas, franeczas, alie-
maos e suissas, para vender fazendas mais
Compia-se um relouio do ouro patente inslez :
11a rua Ua Ciu/. n. S5 2." aullar.
.Compra-se urna escrava mn.-n, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
rua do Trapiche 11.14, primeiro andar.
1 Cmpra-e o Diario te l'emambaco de 1 .
j!. 19 de dezcmliro ue 1858, e lamliem as col- J
W lecces das leis hrasileiras de 1839 a 1819 : %?
Vjj na rua do Collego n. 15, primeiro andar. ?!'.
iS.r^.--.^^^^.^.-._.'^.%.'-^.-..'..:-.rsS,
37 -.. ... ...... ... .... ... .::^:...-.,. ... ...
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trala-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-secffectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como accoes das diversas coinpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 cscravos do 14 a 16 an-
nos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Das Fcrnatidcs, rua da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se urna pnrqo de cascas de
angico (uo precisa rauita; : na rua da Cruz
n. 57, segundo andar.
Compra-se una barcaca de carga Je
20 a 25 caixas com assucar, sendo nova ou
que esteja em muito bom estado : na rua da
Cadeia do Kccife, loja de J0S0 da Cunta Ma-
gallides n. 51.
Compra-se um sitio a margem do Ca-
pibaribe, sendo da passagem al a Torre,
mesmo sem Icr casa : a tratar nos Coelhos
com Antonio Carnciro da Cunha.
Compra-se um cscravo de mea idade,
inda com alsum defeito, sendo ollcial de
sapateiro : na rua da Praia, armazem de car-
ne n. 13.
fettd*&
i
libo, o fornecimenlo dos gneros alimeuti-{ em conta do que se tem vendido, e por isto 38
5o constando esse fornecimenlo dos ge-! *
isseguintcs : pSesde 6 oncas, dito de 4 S
cos as pracas arranchadas do mesmo ba-
lalhDo
eros
oncas, caf em caroco, assucar branco, I
manteiga, carne veid, dita secca, bacalbao,,
loucinhode Lisboa, farinha da lena, feijao
faceto ou mulatiiii'io, arroz pilado, azejte
doce, vinagre, sal, lenha em achasi, vinho e
agoardente de caima : quera pois se quizer
piopor ao dito fornecinieuto de gneros de
boa qualidade, comparec a secretaria do
mesmo batalliSo, da Soledadc, no da 26 do
corrente tu
ollerecera elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o propietario des te i tn- H
portante estabeleciment convida todos p
S os seus patricios, e ao publico em geral, f
^ para que venham (a bem dos seus inte- gg
fresses) comprar fazendas baratas: no ar- jjg{
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- ]S
Jg ionio Luiz dor Santos & Roliaa. ;
BiS.ictes cl<: vi-sitt.
reo pelas 10 lloras da tnatihSa,l liravaro-M imprimero-M com ptrfaicjio liillielcs
com suas propostas cm carta lechada..Jos | de visjta, letlras de eommercio e lodosos objeelos da
Kaptle Lisboa.
Vcndc-sc rap fresco, chegado agora de
Lisboa : na praca da Independencia, n. 3,
loja.
Velas rie carnauba pura
a 129000 a arroba, viudas d0 Aracaly, cm
caixas de 10 a 30 lilirns : na rua do uuciraa-
do n. 69, loja c ferragens
ATTENCAO".
Vende-se urna preta do 18 anuos, bonita
figuia, com principio de habilidades: na
rua do Arago n. 18
vendem-se 40o barricas vasias, com
seus propros l'uudos, I brago de balanca
| grande Uomiio) com conchas de pao e cabos
| de hubo, usado, proprio para eugenho, mui-
to em cunta : na padaria do paleo .la Santa
Cruz, a entrada na rua do Rosario n. 55.
Vendem-se na rua do Livramento 9
sapatos de burracha de lustre para homem a
395OO.
Vcnde-sc um carrinho ingle/, de > ro-
das, com coterta de tirar-se e por-se cuan-
do se quer, molas muito seguras e movi-
menlo brando, pintado e forrado de novo,
com todos os arreios em bom estado, e
competente cavallo manso, gordo o bem,
ameslradu, ludo por preco muito commodo- !a ,U rs- ca,lil
a ver tratar, na rua Real, sobrado n. 6.
Vendem-se caixoes com doce lino de
goiaba : no pale do Carmo, esquina da rua
de Hurlas 11. 2.
PLITO'S FRANCEZES.
Vendem-se palitos o sobrecasacos de pan-
no lino, torrados de seda a 22-1100, ditos de
cas?mira do cores com gola de velludo a
25^000, casacas de panno lino forradas de
seda a 28-000, palitos esobrecasacos de al-
paca a 7, 8, 10 o 12-000, ditos de biiui a 37,
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2^, ricas cruzes de cor-
nalina, carleirinhas para lembrancas, gorras
para liomcm, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas aslettrasdo
abeedario/sinetes propros para namorados,
ricos frascos para cima de mesa coutras
muitissimas galanteras, tudo muito fino e
de muito bons gostos, asseverando-se a
quem yier ver o rico sorlimento, que sem-
pre existe nesle. eslabelecimento, no dcixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dnheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
i\a loja das seis
portas
l'>m frente di Livritisieu.to
Vende-se riscado francez de cores escuras,
a 160 o covado, chitas de lodas as cores a 120
e 160 o covado, cortes do cassa com 6 varas
c rucia a 1^280. lencos brancos com barra de
Ores a 120 cada um. ,
Ai iiiuzeiii tie fazendas ba-
ratas na rua do Queima-
do n. 27, de i. ao Jos de
Gouveia.
Chales deTouquim bordados supe-
rior qualidade a r n 000
Oitos de casemra prcta finostom
franja de rel.roz a 55500
Veos de linho branco muito finos a 10/000
Colletes do gurgurao de seda muito
finos, bonitos padrOcs a 4*000 e 6#000
Ditos de casemra prela. bordados 73 e 8*000
Chitas franeczas muito linas, imitan-
do mussulinao covado a 3$0
Lencos da seda di India muito finos 18600
Ditos de cores propros para senho-
ra s a 1/600
Meias de seda pretas do peso o par a 2-500
Barretes de seda prcta, proprio para
padres a 31000
Cuardanapos de linho boa fazenda
duzia a o800
Ditos de algodo alcohoado a 2?400
Toalhas de linho para rosto urna fioo
Chapeos de palha americanos a 2-000
Rouetes do panno fino e de casemra
de cores a 2a e 2;600
e outras militas fazendas que se vendem por
deminuto preco.
- Vpnde-se um sitio na Ponto de L'choa e
um sobrado no aterro da Boa-Vista : na rua
do Crespo n. 9, dir-sc'-ha quem vende.
Vende-se superior liabas de algodo
brancas, e do cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & Ca, rua do
Torres n. 38.
Doce ( a raga a iOOreis.
Chcgou a rua do Collego o. 5. o superior
doce de araca. fabricado no eugenho Cucrra
Veadem-M asseunintes fazenda<. muito em ron-
la : jrosdnaple preln, covado a I38OO, 2* 2J200,
selim lavrailo dilo, covado a 19901), 2- e 2?100, Al-
liane/a prela c.nm ih.h- ilc vara de largura, fazenda
i propria para mallos, taias, lialnlos, ele., a 1? o co-
I vado, sarja prela lina a 2-, Chali de llores solas,
i lindos Rostof a 800 rs.. corlea 39, eambraiM fraoeezas muilo linas a 180 e 640 a
vara, setun nrelo macao a 2-, te < 3 ocovadn, se-
das ile qnadrinlios iniudos, lindos goslos a 1? o co-
vado, duqueza de quadros arliamalolada a 900 rs. ;
diio-se as amostras com pender.
Bonecat francesas
Vendem-se bonecas franeczas ricamente
vestidas e de varias qualdades a 19200,
19600 e 23, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
NAFUNDICAO DE PERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W.BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimento dosseauinlesbh-
jsclosdemerlianismospropros paraenvenhos.a sa-
ber : modulase meias moendas, da mais moderna
construrrao ; tainas de ferro fundido c balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
dentadas para asna ou animaes, de lodas as propor-
ees ; crivosc bocas de fornalha c reeisiros de bo-
eiru, afrailbSes, bronzes.parafiisos c cavillies.moi-
nhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA Fl'N'DICA O.
se executam todas as encommendas com a superio-
ridade pi conhecida com a devida presteza ecom-
modda VINHO DO PORTO GENUINO.
Vendee ptimo vinho do Porto cm barris d*
quarloo oitavo, por prega ra/.oavel: na rua da Ca-
dll do Recife n. 1:1, escriptorio de Hallar (S Oli-
veira.
CBARA' E ACARACU'
e:uc no dia 25 ,1o correle o palbabole Sobralen-
e, para o resto da cana passaReiros. IraU-M
com Caelano Cj riaco da C. M., na roa da Cadera do
Recife n. 2.
33.
lij't<
I IS.
resmas do_,Mpe, de
"'os c r;.ilo
POM. .|
O GUARDA-UVROS BRASILF.IRO, ou arte
da escriplurac3o mercantil apropriada ao
eommercio do Brasil: vende-se na rna da
Cadeia Vclha n. 22. Preco 8/000.
elogios de pal en t
nglezesdeoro, de su bonete edevidio:
vendem-sea pre(;oiazoavcl,cm casa de
AugustoC. de Abrcu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
13*300
Vende-so cal de Lisboa ltimamente chc-
gacla, assim como potassa da Itussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
Moinho de vento
combombas derepuxopara reear borlaseba-
4 de capim : na fundiejode D. W. Bowman
na rua do'Bruro ps. 6.8e10.
F\RlNH He Trieste.
Vende-se em casa de Sannders BrlTNurs & C. n
praca do Corpo Santo n. II, a muilo supelW H?liV
coubecida farinba de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechicada em 9 do corrente na escuna
. I';< 11 .. on 1 poreessrandes e pequeas,conforme c
vonladedo comprador.
TAINAS PARA ENGENHO.
Ra fundipao de ferro da D. W. BowmanB u
rua d Brum, passando o chafariz, contina ha-
ve:|umcompleiosortimeplod8 taixBsdeferrofun
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por eprevo commodo c com
prompiido.- embarcam-s oucarrgaa-s amcar
r,o semdospeza ao comprador.
Km casa de Sannders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,lia para vender o st uintt
Ferro inglez.
Pixe da Suer.ia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara laceas.
Ditoentrancado igual ao da Baha
E um completo sorlimento de fzflndasprnpro
para ste mercado : tudo por preco commodo.
m
por preco barato na loj
do (.lueimado 1
'ara ea<
Vendem-se
meihor que lio possivel li'aver'i'fc. 5" '*"
forior pouca cous, a 3- c 350(, JL* "-
le muitissimo fino a 4;50 e ex dii ^ut
greve e m.rliin a W, dilo .10.^0 SfiS
bom a 3-200, dilo de cores en, SltS
resma a 700 rs., grozas das mC*
as de ac luco de lauca pelo barato MI"
de 1C200 ditas muilo boSsscm ser b,colc
noT. 3 0 rs .7"' dC UPS Sg
nos a 320 rs., ditos propros para riscar li-
vrosa 800 ,s., caetas deosso torneadamn
peonas de ac a 120 rs., caivetes linissimn'
leurnaaquatrolnlbas | T 3, 4, eTC
tras mais cousas que se vende barato- m
]\alojadaboaf
vende-se ao barto que
admira
'tinutr,Prn0S5^an1CSP,o **
nulo pret;o d
Br^v.nra tr'n?,d d Pro "-
Dito pardo liso de nurn *-*
muito bonitos, euvado P
".anga amarell, franceza. i.
na, covado
Vinho do Porto
Na rua da Madre de Dos, loja n. 31, ven-
de-s vinho do Porto, branco e Unto, de to-
das as qualdades, e das marcas mais acre-
ditadas que vem a este mercado, om barris
c engarrafado.
o barato.
Na aala de barbciro'da rua da Cruz n. 51,
primeiro andar, vendem-se as mais moder-
nas bichas de llamburgo, tanlo aos centos
como a retalho, e alugam-so mais barato
do que cm outra parte.
PI tiltil (i cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife c
sous arrabaldcs, feta pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves l'errcira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da pra<;a da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livrariatn. Se S da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das ditcrente. villas da cidade entre si, c
rclacjao capital da mesma, a m rcis.
wmi mm
Os melliores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se no escriptorio do agente
Uliveia.rjada Cadeia do Recife n. 6i, pri-
meiro andar.
Potassa relinada om latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do lie-
cifo n 12, receben agora urna porcSo do po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por precio ra
zoavel
Ib
i\a loja das seis
as
as
Em
Francisco de Moraes e Vasconcellos, lente I 'le ealigraphiea, icui'ir"*, vistelaseqnaeiquer de- camisas franeczas a 24 e 389 a duzia, aber-
secrctario.
I'recisa-sa de um molcque activo, para
o servico de urna familia ingleza ; na rua do
Trapic.be aovo n. is.
precisa-se para uma casalestrangeira,
doDOUCa lamilla, de uma inulher que en-
gomme com perlcic..io,;pa;;,-se bem, agra-
dando : a tratar na rna do Torres n. 3S, se-
gundo andiir.
Precsa-se de uma ama de leilc
111a do Crespo n. 0, deposito develas.
na
senbos. Abrem-sc firmas, siueles, tanto a Idilio do-
ce como em relevo, ornamentos com objectos de ouro
e prata. I'a/em-se riscos lindse oriuinacs para
bordados de lahyriiilho. Admilie-se a recusa de
quaeM]ocr Oestes objeelos no caso de no ficarem a
conteni das DCMoas que o* encommenilarcn : quero
preteiiiler dirija-se a qualquer desles loBarat : no
bairro do llccifc, rna da .Madre de Dos 11. .'12, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, na livraria cinica
! do paleo do Collego 11. 2 ; as Cinco l'onlis,*lolira-
i do da quina '-onfruide a matriz nova.
O baeharel SebasliHo Goncalves da Sil-
ln lo de retirar-se
iva, lento deretirar-se para a coite do lo
P.a rua da i.adcia de Santo Antonio, de Jau.-iro, c n3o nodendo, pela rapidez de
n. 7.alugam-sedouscaix0es edificados na'sua viagem, despedir-se pessoalmente de
mesma rua junio a ponte Nova, para rochei- lodos os seus alfeicoados e amigos, fa-lo pelo
ras, ou estribaras, para cavallos, e tambem presente, otlerccendo all seu limitado pres-
so vende uma porcuo de pedras de cantara. 1 timo.
turas de linho a 6/000 a duzia, o collarinlios
a fOOO : na rua Nova n. 4.
Miiiio einsaccas.
Na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade, conlinua-se a vender nnlho em
saccas.
Rua do Queima-
do, Hegund i ioj-f, 1. i<{,
Mussulina branca muito lina a 500 rs. o co-
vado, chapeos francezes os mais modernos,
ricos chales de touquim borda.ios.collelesde
selim bordados a velludo a 45000 o cfte.
por
frente vio Livraua uto
Vende-se pecas le algodo trancado com
"que de avaria a cinco patacas a peca, dito
iso a quatro patacas c meia.
Mlus te <(ias as qua lis
dades.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
las e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,dilas de laia para padres a l800,
ditas de (o de Escocia pintadas para homem
pelo haratissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas c cruas para numem a 200, 240 e
2KU rs., ditas pintadas c brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 c 400 rs., ditas pelas de
algodo para padres a 600 rs., e outras mais
qualdades que se vendem barato na rua do
yueimado, na bem conhecida loja do miu-
dezas da boa lama n. 33.
cliiiis.
Os mais iipm.ir, |),,iin- sellins de pa-
lele inglet queeiitlctn no mercado;
a venda no armasen de Kosirnn
llooker \ i'.., esquina do largo do
<.orpu Sanio n. f8.
Laa p ira vestidos,
Vendem-se cortes de laa para vestido, de
muito bonitos padrees, u com 15 covados
cada corte, pelo barali'ssiino preco de 5-S)00:
na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa 16.
Aig'odo inonstro, lie pe
chincha
Vende-se algodo monslro, com 8 palmos
de largura, muito propiio para toalhas c
leneoes, pelo diminuto prec;.) de 61)0 rs. a
vara: no loja da boa fe, rua ao Queimado
" CiSTANHAS ASSADAS
llOS,
Km casa de RabcSchmettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
RI de linho liso mu.to fino, wr,
lio 4i|o enm llores, dito, vara
Cambra.as franeczas de I ndosV
drOcs, covado '
Cintas francezas muito (as. de pa-
droes novos, covado P
Camisas de riscado mu.to bem fe,
as c muito bonitas
raaBSA"- ii*-
Luvas de seda de lindas
ricas boloias, o 1
3SO0O
1344U
M
2VV
33
M
cores, com
Ditas prelas de toi cal
cores''50" ^ n'ern' de ?
Cravalinhas de cassa
muilo bonitos
!;?,n?ct,branrosderan'brai.
Ditos ditos dedil
32
390
i5e
4OB
1/0O0
51000
I93t
thm
1:
do padres
4C51M1
34*
'
n.tosde.inhop-;o,?osnpa"r"docr
i*a ridas que ve
o Queimado ''"*?*tn *
340
400
e assim outras rnuita's7^!ira',
XAROPE
,1
n
W)rt
Koilransferidoodepositod.il....__
tica de Jos da (J.mSa!,,-* "'*" N
< vendido .este deposito,p. .
garrafa, SfSt*.
aquello que
quesef.z o presente aviso..
bron
dos
nsepeiton~li.i,. -*, mime r.
-..He, dorP.%';fa,BV, "W- ""H-
nrgospu|tnolllr;an,a' Uda* smale
rKe
lia
IOS
do ouro, de patente inglez ; vendem-se no
armazem de Itostron liooker Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo 11. 48.
N. O. Bicber i Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Itussia.
dem inglezas.
lirinzao.
Drins da liussia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar.,'
Ah>-oda.ozinho da Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. licber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 10?, ditas
ditos de cabo de halando muilo finas a f>/,
ditas ditos cabo rolico eoitavadoa 3s, du-
zias de eolheres de metal principe a 33 e 63:
ditas de metal mais ordinario a 800 e l?400,
e outras umitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Amaro-
Taiiins de fero.
Na fundicSo da Aurora om e tambem no deposito0.'^ iritis,
na entrada, c defronte do arsenal c mi-
S'tatoPr5e,r,,l Br,MlC "rt-iw*.
tacnas, lano de fabrica nacional como m-
trangeira, Latidas, Tundidas, gran T
quenas, rasas c fundas ; e cm atSaaiC
gares existen, guindastes par. SZ? '
noas ou carros, l.vres de dVspeza. Ospreco
sao os ma is commodo. v p'v':0f
&* tH> 4s5iu*
1
BANDEJAS FINAS BARA
TAS.
Vendem-se bandejas finas c de varios la-
manhos pelo barato preco de 1^500, 2S500,
39300 e te : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES F1NGS.
Vendcm-se loques muito finos com ritas,
pinturas, espclho c plumas a 21, 3?500 e 4/j
na rua do Queimado loja de miudezas di
boa fama n. 33'
Potassa e cal
virgem.
No antigo c j bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do Recife, escriptorio n. 12,
ha para vender muilo superior pnlassa da
liussia, dita do Itio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa era pedra, ludo a precos muilo fa-
voraveis, com os quacs ficaro os compra-
dores salisfeitos.
Para quem estiver de luto.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas linas c ordinarias, ricos alune-
tes, ricas puleciras, c ricas rozetas. tudo do
meihor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos se.
nhores compradores.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Kccife, loia
n. 50.
Fugio de bordo do vapor laaaraaau' n
cscravo pardo de nomc Amaro, ttSS'a
anuos, Hura regular, e foi c.nocirodo
lo da rua Nova : quem o appreliendcHevZ-
do-o a seu senhor Jos Francisco *<
s,rar"dTr'PC,,e n" H> Prtei S/
sera generosamente recompensado.
Attenyao.
Fugio no da 16 do corrente mez o preto
Justino, cnoulo, com os sign.es scguinlcs
'Pt'; ebeio do corpo. smK'
com falta de lentes na frenteValvo dVcaT'
regar peso n. cabeca, uito regrisU
bemcohe(.,flo porand,r enlxeg.^do.as
dtvers s" o, n"S le" Sd0 e"^nlr.doTor
diversas pessoas conhecida, e diz a la
que anda cm servico de sen senhor : per ,-
so roga-se as pessoas que o encontrar nJ
o manden, prendere lewr rua Wnnta n l
que serao generosamente rccompeSsd.;7''
- No da 4 de feT#>ciro do corTeaTanno
recffi\,0Um nrd!n'^- S
po, por ter vindo muito neone-
Innos de idade, de nomo Malhias.
'ozinheiro, estatura ordinaria, magro, rosto
coraprido.pocra harba, olhos grandes, so-
VTecliadas, nana chalo e pontudo,
beicos grossos, bocc regular e com denles
tem uma pequea cicatriz em uma das fa.
ees, e outra om uma orelba, pela parte de
barxo, de um talho que levou, bem como
outrefco pescoco, que por muito leve, Ulvcz
soja potreo visvel ; foi encontrado cm Sanio
Anillo, seguindo a estrada, com um Imuzi-
nho de (landres novo na caben-a, e um gallo
110 liraco, sendo muilo dado a hriga destea
a 1111.-aes ; este escravo perience a GusUvo
Jos do liego, no Recife, rna da Aurora
quem o apprehender ser bem gratificado.'
Acha-se fgido desde o dia 15 do cor
rente, o preto de nome Theodoro, crioulo
vulgarmente conhecido por Carioca idade'
20 annos pouco mais ou menos, traa c.Ir
branca e camisa, chapeo de fellro .rrln

Na rua eslreita do Rosario n. II, vende-se
a toda a hora do dia castanhas assadas c
-a rua da'liruzn. 50, armazem de San- EJWOVaS de todas asqiliili
dacies
la KarharaA Companhia, vendem-se elTecti-
vamenlc c Xes vasius ile lodos os lama-
nhos.
Agencia
da fundic&o Low-51oor,
rua,da huala flova
11. 42.
Noste. eslabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas c meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de todos os
lamanhos para dito.
lem o modo de andar acapadc^i'^^Su0'
tem andado na Passagem da li.d.^eoa i
de tem sido visto : rog.-se a pesso. que'd^-
le tver noticia, o mande pegarTc levara
Uhcra'. "a rU" l>'0T M^Ue SZ
Contlnu'a a estar fgido o escravo
Antonio, Cassangc, de idade 36 tunos, pou-
co mais ou menos, com os signaes segua-
les : altura regular, rangueiro no andar, cor
prela, rosto redondo, sem barba, costas lim-
pas, ebeio do corpo, conversa pouco, fui cs-
cravo do tinado tutano Ccncalves da Cu-
nha, e fugio no mez de julho do anuo pr-
ximo passado, suppic-se achar agasalhado
por algueui, para as parles do sul desla pro-
I vinera: a pessoa que o apprehender, sera
gratilicada com lOOHioo, que os recebera na
Vendem-se ricas escovas inglezas para or"''asifto da entrega do dito cscravo, no cn-
rouna, o meihor que pode haver c do nova -6e.nho Curcahi da enmarca de Peo d'Alho,
invucao a 3, ditas Trancezas muilo boas jou "" f-ecfc, na rua da titiia n. 64, segundo
a 1?, 195'KI e -00O, ditas para cbelo ingle- ""dar ; tambem se gralilicar a que* W
zas c Irance/.as a 19200 e 2c, ditas para den- i noticia do mesmo escravo com 509000.
tes inglezase Iranoezas a 400, 500 e 600 rs. I "* Fugio de bordo ao briguo brasileiro
ditas para unhas dita dita a 240, 500 c 19, '"lampo, na noite do dia 8 do crreme, um
ouirasciualladesmaisbaiaias, que tudoselno6ro Je nome "rcelino, tiacao Cabinda,
; vende na rua do Queimado na bem conheci-1 *'-ura regular, seeco do corpo, rosto rosa-
da loja de tniudezas da boa fama n. 33. i prido, barba serrada c cria suissa, com falla
ido denles na freme, e consta andar vestido
com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
uc miuczas da boa fama 11.:
FITAS DE YELUDO.
a bordo do dito navio, junio ao cat-s do l'as-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manncl Alves Guerra, na rua do Trapiche n
Vendem-se lilas de vellido pretas e de co-
res, estreilss e largas, lisas e abertasdo mui-
Em casa de llf nr. Ilronn & Companhia, na to bons gestos, pelo barato pceo de 160, 14 iiue sera bem recomensado"
rua da Coz .10, vende-secognaceuicaiiinhai de 320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado I recompensado.
na loja de miudezas da boa fama n. 33' 1>ERN. : TY.P DE al. F. UE FARIA
duzia.
1057

MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EZUQMCLMO_7P3U7W INGEST_TIME 2013-04-24T18:39:35Z PACKAGE AA00011611_06669
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES