Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06668


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Full Text
7
\ .
I*
'
AHINA XXXIII M. (17,
Por/ 3 mezes adiantados 4JOO0.
Po- 3 mezes vencidos 4500.
SEI,L\DV FEIRA 2. DE 111(0 DE 1857
Por anno adiantado 15^000.
Porte flanco para o subscriptor.
k
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCA'O NO NORTE
Parahiha o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joa-
uim I. Parara Jnior; Aracaty,o Sr. A. da Lemos Braca ;
ear, o Sr. J. Jos da Olivaira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
ea Rodrigue! : Piauhr. o 8r. Domingos Herculano A. Pesaos
Garense : Para', oSr. Juilino J. Hamo; Amazonas, o ir. 'Jero-
njrno da Coala.
OlinK
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s. .\l
S. Un
cir*. Fio
PARTIDA DOS CORREIOS.
imUs oa dlaa,4* 0e aaala le
dlaa.a .amia horasriodla.
a, tioiaaaa e P.....hifaa : aaa se*.....las < sesias-fetras,
1, lleu-rrus. Ronjln, C........ \IimiI,., >Gu>llinC n.. lorj.i-l.-ii.i.
neo Po-d tilo.. Kaiarcla, 1.mi..11. i:(.|,. iv..|ii.-r.,, laga-
IAii 11.1. .|ii.rli.-|.ii.i4.
.. ri la-IMIa, Boa-Vi
11.0..., I|..;i.i 1. ^.-ii'ii it Uia-rormi-o, 1 111.
pmi'nt''ir.n f N-oal : **i*ta*-f*rae.
(Todos os correit.- parn-m ,s 10 le.ris da maltti.
Iji
Agua-Pl
AUDIENCIAS DOS THIMIXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio .- segundas a quinlaa.
Relacao ; terras-feiras e aabbados.
Fazenda quarlaa e aabbados as 10 horaa.
Juio do commereio: segundas as 10 horas e quimas ao melo-dii.
Juno de orplmoa : aegundaa e quinlaa as 10 horas.
i'rimein vara do cirel segundaa e senas ao meio-dia.
Vgunda van do civel: quartas aabbados ao meio-dia.
EPHEHERIDES Do miz Di: MARCO.
3 Quarto creacenle as 2 horas e 11 minutos da larde.
10 La chcia 1 hora e H minulusda nrdc.
18 Quarto minguanle as ti horas c 41 minuto da manbaa.
2o La nota ai 8 horase 9 minutos da larde.
. m PREAHAB DE MOJE.
rnmeira aseoras e<> minutos da larde.
Segunda as horas e 30 minutos da tuanhaa.
DAS IIA.SKMANA.
23 Segunda. Si. Victorino. Frumenrio. t'cls c Domi'io Jim.
24 I rrcs x,gapilo m. I s. Latino b.
3."i Quina. : Aiiunciacn de N. S. ; s. licinen b. m.
2fi Quima. Ss. langero e Uranio ab.
27 Sexta. S. Roberto b. s. Piloto e Ljdia Uro.
8 Sbado. S-. Trisen. Mal c Pastor
2!l Domingos. UcrloldoS.Jou.is, Bararhmo e Pastor Min.
ENCABRECAINM DA ITTM MU* a MI.
Alagoaa.o Sr. Cl.udino Flelo Iliaa ; Babia, Br. n ,...
Rio de Janeiro,o Sr.JoaoPereiriMir.ini. ^
E.M i'I.I.\\iii:i< o.
O proprietario do DIARIO Manoel Kigueiroa da tul aa Ha
hvraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
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'

PARTE OPPICIAL
OOVEHSiO DA PROVINCIA.
Expediente do da IR do marco.
Oflieio Ao Exm. presdeme do Cear. O ca-
pillo do palaclio nacional .< Laura, i> Anlonio Gomes
l'ereira. conduz a seu bordo para osa provincia,
cora deslino lo respectivo meio balathlo, os artigo*
de rardaroeulo mencionados no conhecimenlo e ter-
mo do entrega junios por copia.
Fazendo esta comrnunicaclo a V. Etc., lenho a
rogar-lhe a expedirlo ilaa convenienles onlens para
que seja pago neasa provincia n frelo de seracllianle
tonducrlo.Declarou-se loto ao director do arsenal
de guerra.
Dito Ao Eim. commandanle superior da guarda
nacional do municipio do Recife, recommendando
que mande postar em frente da igreja do Senhor
Bom Jess dos Marlycins, as .'. horas da larde do dia
O do crrante, urna guarda de honra, lirada de um
dos corpos da guarda nacional desta cidade, pura
acompanhar a procisslo do mesmo Senhor, devendo
l mosteado corpo de polici marchar eom a referida
. guarda, para o que se expedem as necessarias or-
dena.Ofliciou-se nesle seotidu ao commandanle de
polica.
Dilo A' lltesonraria de fazenda, iuteirando-a
de ler o coronel Antonio (lomes Leal tomado cotila
do commando do presidio de Fernando no dia 11 do
correle.
Dilo A' mesla, transmitiendo por copia, para
que haja de providenciarcomoentender conveniente,
o ollicio do coronel commandanle do presi lio de
Fernando, participando que enlre o dinlitiro exis-
tente no cofre do almosarifado daquelle presidio fo-
ram encontradas -11 raoedas de ouro de ^l.*} do cu-
ndo aoligo, as quaes n.io eram aceitas all por sup-
por-se ii.iii aerem verdadeiras, e enviando-lhe com
o presente nfficio om iuvoltorio conlendo as mencio-
nadla moedas.
Dito Ao ilirector das obras publicas. Ten fu,
de conformidad! com a -na informarn de 1:1 do
correte n. 7i, nlo ni concedido por despacho de
hojo a prorogario de I mezs que pedio o arrema-
tante da obra do acude do Ituique, mas tambem re"
comnjfiidando ao inspeclor da thesouraria provin-
cial qne convide ao referido arrematante, nu a seo
* procurador nenia cidade, para que depuis de fela a
necessaria alteraran no respectivo contrato, se en-
rarregue da execui-lo do accrescimn de qoe precisa o
roesroo acune afim de Bear como he de mister ; as-
sira o Commuoicn a Vine, para sen conhecimenlo e
direccao, coraprindo que declare ao mencionado
inspeclor a maneira pela qoal lem de ser augmen-
tado o squde. Otliciou-.e a risp.eilo i thesouraria
provincial.
DiloAo director das obras militares,.approvan-
do a medida que toroou Smc. de elevar a 15 diarios
o jornal dos serventes empregados as obras a seu
cargo.
DiloAo orninaUr publico do Kecifr. pnw.Mxto
coro copla do oflieio do commandcnlc do pracidin de
Fernando de i docorreule, a guia que aeumpanhou
o sentenciado Graciano Jos de Freilas para o raes
rao preTidio, bein como a cerlidoque Ihe den o es-
rrivao ilas execu^es, declarando le/ passado alvara
de soltura em favor do mesmo sentenciado.
Dilo Ao juiz municipal da la vara desta cidade.
declarando qoe o commandanle do presidio de Fer-
nando partieipoo que do sentenciados mencionados
no seo oflieio de i~ do patsado, s chegarara all 12,
faltando n de nome Manoel JoAu Cabral.
Dilo Ao patrimonio dos orphflos, dan 1 -ili,,
aciencia de ler laucado nn requerimenloem que loa
quii Arsenio Cintra pede a admissao das orphas
su as aobrlnhas Maiianna e Ai colina nn respeclivo
colegio, o seguiote despocbo : Hirija-se ao pre-
tidenle do eonselho adinioislralivo do patrimonio de
orphAos, aquem c eipedein as ..-unveniente- ordms.
Portara Ao agente dos vapores para dar urna
paisagem de estado para a corle, no primeiro vapor
- qoe para alli seguir, ao hachare! Jernimo Salgado
de Castro Accioli.
Dita Ao me-mo, para mandar Iranspoitar para
a corle, por conla do governo, o desertor do corpo
de imperiaes marinheiros, Candido l'ereira do Es-
pirito Santo, que sera enviado para bordo pelo rom-
mauvjiiileda esl.irao naval.Communicou-se a esle.
Dita Esonerando aj hacharel Francisco llcr-
nardo de Carvalho do cargo de delegado desla capi-
tal, por assim o haver pedido, e Horneando para
aquelle cargo ao. bacharel Joaquim Avres de Al-
roeida Freita*.Coinmuuicou-seao chele de polica.
Dila Exonerando os actuaos supplente* do sub-
delegado do primeiro distrirlo da Victoria, e no-
meando para emes lugares, hem como para o d*
ftubdelegAdo do mesmo dislricto, aos eidadaos abaixo
mencionados :
Para subdelegada, Heraldo de Hiero- Coelho.
Sapotate*.
I', Alexandre Jos de i 1 < lian la Cavalranle.
' 2*, Anlonio Teixeira Machado.
3", Jos Marcelino de Mello.
4", Jos Anlonio da Silva l.vra.
5a, Francisco Jos Alvcs.
6*, Francisco Anlonio de Sobral.
Commuuicoa-se ao chefe de polica.
Dita Designando o delegado desla cidade para
presidir a extraern de lodos as loteras de-la pro-
vincia, qae houverem de correr d'ora em diante.
Commuuicoa-se ao thesourelro das loteras o. ao
oomeado.
Detpachos do dia 19.
Belarmino dos Santos BuIcSo, esrrivao do crime e
civel da eidade da Victoria, requerendo qoe sejaen-
cnminliado ao governo imperial o seu requerimento.
A informar ao juiz municipal do termo da Sanio
AMao.
Domingos Francisco Kamalho, requerendo o pa-l Vendn-sc nesla cidade o processo verbal do roo licadas nos arls. 28 e 2S do citado regulamenlo :
Sanenlo rio 122 bonetes que venden ao arsenal de i lenle do '.! batalhao de infantaria Jos AntODin de
suerra. A informar a thesouraria de fazenda. i Lima, aulo de corpo de delicio, leslemunlios sobre
Doulor Jos Sergio Fcrreira, encarresado do los- i elle pergaaladna e no con-ellio de invesligarno, in-
pital regimcntal, requisitando assucareiros e bacias I (errogalorio do reo. sua ilefeza, testtmunhas qoe
de rame. Mandoo-se fornecer. produzio, c mail pecas deste processo, o ronselhn de
Barharel em letras Joaquim Jos de Carvalho Si- cuerra decidi por unanimiikide, que nao tendo
queira Varejao, ofTerecendo-se para leccionar gra- resullado do eonsclho de investir-arfio pronuncia
iiilainenlc as materias de geometra e mecnica contra o acensado, visto como a msioria de votos
applicada as artes, aos educandos do arsenal de
guerra. Accilou-se o oircrecimcnlo, devendo
elle confirmar-se com as iiislrucres do director da-
quelle arsenal.
Joaquim Antonio Rodrisoes, pedindo hecnea para
cortar oas matas'desla provincia, madeja de ama-
relio e sicupira. A inlormar ao capitao do porto.
Joaquim Lacio Monlciro da Franca', qoer corlar
as matas desta proviocia madeiras de construceao.
F'oi negado..
Jos de V.isconccllos, amanuense interprete do
tribunal do commereio, pede o pagamento de seus
ordenados que se Ihe esl a dever. Manduu-se
vollar a thesouraria de fazenda.
Coronel l.oiz Jos Ferrcira, commandaodanle do
cn-liUi7nio- haionetas e mais^jirerisos para o dito balalhlo.
Mandou-se fornecer.
Manoel Rodrigues do PaotO, guarda da bihliollieca
publica, pede 2 mezes de lieaoca para Iralar de sua
saude. Maudou-se passar porlaria.
Onicio do doulor chefe de polica, dizendo que se
mande concertar o sobrado da quina dolluvdor per-
tenrentoao estabeleciment'o de caridade, mandndo-
se avallar a renda, afim de servir para a repartirn
da polica. A informar a adniiiiislraro dos esla-
belecimenlos de caridade.
. Serc.10. Palacio do governo de l'ernambu-
co, em 17 de marro de IN.YT.
Exm. Kvm. Sr. O Sr. John Bavle", adminis-
trador dos trabalhns da estrada de ferro desla pro-
vincia, remeileu-me com o ollicio junio por copia,
a quanlia de um cont de res para ser entregue a
V. Exc. romo ama dadiva feila pelo empreileiro da
estrada de ferro, o Sr. George Furness, a qual ser
renovada annoalmenle, em quanlo Bao forem con-
cluidos os (rahalhos da mesma estrada.
Accedcndo, pois, ao pedido do Sr. Juhn Baylets,
praaw as mos de V. Exc. a referirla goaula para ter
aapplicae.o cnnvenienle.
Dos guarde a V. Exc. ;xm.e Kvm. Sr_ Uhpo
diocesano. Sergio Teixeira de Maeodo.
Estrada de ferro rio Rsc fe a S. Fraaejico. Per-
.nainhuco 1(i de marro de IS".
Illm. e Exm. Sr. V. Exc. pode saber qoe nao
he fora dn commam para empreilciros inglezes,
quando execulando qoaesquer Irabalhos de impor-
tancia, tomar mo rnente nm nteres.e no lien* es-
lar temporal dos muitos empregados que tcm, poreni
lambem para ajodar o clero em promover o bein
eslar espiritual dos niesrnos. Em quanlo faro quan-
lo posso para segurar -aia pastoral para os men-
Irabalhadores nrolesianlen, nao '. a
que a maiorla dose Irabalhadoras perteiiesni a una
religifo de dlOereola ileoommario. Retervando
para mim liberdado deoploilo acerca de materias
religiosas ; eu livre conscieuciosamenle accordo
a iiio-ina lil.errlade rio npinin aos mais, e eu
nao reapeito os li'.mens menos porque as suas opi-
nifies religiosas diflerem alguma eoosa das mullas.
Cheio desses senlimenlo, nao posso priver os Ira-
balbadores naciuuaes, que perleneem a i-reja nacio-
nal desse paz, os beneficios que proeuro dar aos
trabajadores do meu ; por lano, pero para por
meio re V. Exc. mandar a S. Exc. Kvm. o hispo
desta provincia a quanlia inclusa de 1:00H3>0(> rs.
coran dadiva rio Sr. Furness para csse auno ser em-
pregado per S. Etc. Rvm. como jalgar melhor ;.a
para informar a S. Exe. Kvm. que urna quaulia
igual ser posta a sua dispnsirlo lodos os annos d-
rame a construceao desses Irabalhos. Alem lessa
conlrihuiro annual, S. Ble. Rvm. pode contar-rom
a sincera cooperar-ao do Sr. Furness em qnalqucr
projeclo para avaorar o hem-eslar dns Irabalhado-
rei nacionacs. Em presumir de assim fazer a V.
Exc. o mdium dessa commuiiicaro, eu s quera
dar a recunberer a uniforme henignirlnde e ntwnt-
sidarle de V. Exc. e imito* habitantes dessa provin-
cia em dar-ine a assislenria que me lem dado para
a cnnslrucrao dos Irabalhos.
Dos guarde a V. Exc. Ao Illm. e Exm. Sr.
Sergio Teixeira de Macedo, dignis.imn presidente
da provincia de Peinamhuco. 'John llaijless.
i." SecrSo. Palacio do governo de l'ernamhuro,
em 17 de marro de 1857.
Accuso a recepeo do ollicio qoe \ me. me dirigi
com a qoaulia de um conlo de ris, para ser entre-
ga* ao Exm. hispo diocesano.
lando ja Irantraillldo essa quanlia ao mesmo pre-
lado, para que esle Ihe de a convenienle applicarao,
re-la-me agora pedir a Vmr. que se sirva de mani-
featar.ao Si. PUnau o meu pritjo a essa prova de
iiileresc, que elle acaba ds dar cm favor dos Iraba-
Ihadores eii.presados na estrada de ferro.
Dos guarde a Vmr. SerTo Tei.ieira de Ma-
cedo, S'. John Baytees, admioitlrador da estrada de
fero. ^_-^-
T
ORIGINAL '0 DIARIO OE PERNAMBUCO
^
22 DEMARCO DE 1857.
Ocoliegio tat orphaas. Arepethao da litan-
deira. A nota Ca'tro.
O Sr. Joo Caelano dos Santos rledicou urna re-
cita a ssas infelizes, a essas ionocentes a quein o ero.
em seos altos designios, roubou a primeira e a mais
santa da-.i ventaras terrestres, roubarrdo-lhes o amor
e carinhus paternos!
Esmola para as ornh.i !...
Eis a p hrase singela, que na imite de Ki de marro,
sahia dos labios da cinco sonlioras da mais dislincla
soeiedade pernambucana, visitando ns camarotes do
theatro d.s Sania Isabel.
Eram as excellonlissirnas senhoras baroue/a da
Boa-Vista, baroneza da lleberilie, I). Maria Bernar-
dina de Gusmo Coelho, I). Gleioeiilin de Moraes
Sarment, e D. Evelioa Mariiona Teixeira de Ma-
cedo.
De que masesladec religto evang-liea se n.io re-
veste o oaraejlo hornann, quando deil'arla o animan
voz da beneficencia e da prolecc,o em favor dos des-
validos !
Alienroailos na Ierra pelo rr sa\i os que eslendem phSaa.
ni "i.i i-.in l.a aos eqoecidos ila sorle, aos desherda-i Deque amor n3o enriqueca ocio o coraees
do dos bens Inrreilres. dessa aenhoras que se colloearara frente re Ijo iiiil,
Infeiizes os qoe na aurora da vida, na infancia da de lo reniosa e benelirenle obra !
existencia se acham n'urn mundo, privados do doce j Se as mullieres sao sempre eheiai de enranios,
affago, do sinto amor de inai, que s Has o -enlem, | se silo ellas que cobren! quasi sempre as ainarsuras e
e qne oos'ro no I. a oa trra qoe exceda os espinhos da vida com as llores das suas graras c
COMMAM) DAS ARMAS.
Qaartel seera! do comoaaado dai armas dr
Fernambaco na cidade do Recife, em II) de
m .reo de 1857.
OKDE.M DO DIA R, lis
O general commandanle das armas d publirida-
de, para rnnhecimenlo da guarniro e devido ellei-
le, as senleneas defioitivas proferidas nos processos
verhaes dos reo* militares ahaixo mencionados.
II* balalhode infantaria.
Tenante, Jns Antonio de Unta.No eoBMlho
de guerra leve senlcnra, qne so segu :
Lomo devera ser triste a eondiro deesas eraalraa
que a harmona socal riscou do seo rol, se lulo lof-
sem os euraresuencrosose prolcrloresrlaqusiles qm
enronlrararn om lugar escolhidu no feslim da vida.
IJue futuro, que sorle mais punj-enle e disna 'le
l.islirna do que a dos infelizes, que em vez da luz
da familia, loparam com as trovas rio abandono '..
Infelizes os que, ao arlirularern as primeiras
avilabas das primeiras palavras, nao dizem l'ai,
Mi, porque longe dellc- estn os que deveram
oh p oleran, ensinar-lh'as !
Oh como a vida he deserta para o- que nascem
no berro do de-amor criminoso, ou da nrphaiidade
innocente !...
Oh! que prazer delicioso e indefendo nao he e
de ensogar as lagrimas do orphao !
nuanlo he nobre, elevado e relia oso o senlimenlo
da caridade, qu'a faz com que aquellos que miin
erirnnirarani.reparUm rom os que nada possuem !...
. No prndigalsar a esmola as rlasses desvalidas be
que a humilll iade ascende ao mais sublime arar, de
perfeico moral, lie ah que a alma e o rorarno
deivam ver il- quanlas llores lieos os enriquecen !...
Oatra vez, poit. abeneoados aquellos qoa olliai
para os que nao lem p.n, romo s fossem seus llhos.
Mil homeiiagens de gratidao, mil Inbulo- de res-
peiln a essas uobres damas qoe, pondo rio parte a^
vai lades round mas, -o envolver un na homildade
dn pcdinle, pira aliviar as dores de ili-s propnrriiiiiar os meioa de "duraran, para Ibes
fazer asqaaeei i|uo o loclnoso maulo da orphandade
as cobria, quando a Inz d.i vida as illuininoo.
Nobra e sania inililoicao han do r<0|egla das or-
uesse conselho cm favor do aecusado, moslra, que
alli daeahio a impulaeao, qoe deu caosa a reunan
do referido conselho, segue-se, qne o acensado fra
desprontineiado, e que sera pronuncia, ou sem ba-
se, nao devia o aecosarlo ser sujeilo ao conselho de
guerra, e soll'rer as privac/ies consequenles de urna
prnnuncia, que mo existid, visto como assim dispe
a lecdigo do processo criminal, arl. 155, 3-, e
art. 5 da lei de 96 de maio de 1835 e airar de 4
de dezembro de 1765.
Apezar dastas considerares, que se nao podem
recusar, obedeceu o conselho a aulnridade, qbe o
cnvocou, e lomando cooherimenlo das arguiees
feilas ao acensado pelo majar commandanle interi-
no do halalho nono, e csmerilhando lodos os'do-
cumentos e pro-ras testemunliaes que abuudam nes-
le processo, convenceu-se, que o crime de que o
mencionado reo he argido, nao se acha provado, e
nem o acensado delle convencido ; porquanlo, loria
a prova destes amos mostra evidentemente, que es-
sas palavras ditas pelo aecusado ao seu comman-
danle, de ler o sea eommaudjnte llodido a boa fe
do Sr. general, e de asuardar um conselho de guer-
ra para alleuar e provar os excessos dn seu com-
mandanle, no envolver desacato, falla de respeilo,
nem nsoborclinar-So, e ao contrario esl provado,
que o aecusado, apezar'de ler sido insultado com as
palavras injuriosas de falta de lirio e mal criado,
conservou-se sempre eom moderar.lo e respeito com
que sempre se tem distinguido, n que bem conven-
ce, que a parle dada pelo referido major nSo he
verdadeira em nenhum de seus pontea. Paranlo,
e pelo mais que dos aulos cansa, ahsolvem ooecu-
sado, e appellam. Recife 17 de dezembro de 1856.
Bernardo Machado da Cosa Doria, auditor de
guerra.Pedro Nicolao Fecuerstein, major presi-
dente. JoiTo de Suiiza Teixeira, capitao interro-
gante.Leopoldo Augusto Ferreira, eapilao vosal.
Trajann Alipio de Carvalho Mendnnra, capitao
vogal.Francisco ilenrjques de Noronha, lenente
vogal.Nicacio Alvares de Sooza, lenle vogal.
Confirmam a Malenca do conselho de guerra.
Rio 38 de fevereiro de 1857.Alvm.Brrelo.
Moreira.Calado.Vasconcellos.Brilo. Carva-
lho.Bel legarde.Bel moniBraga.Siinf.es da
Silva.Mascare n Ins.
t.timpra-se. Ouarlel general cr'irte, 5 de marro de 1856.O lente general, ba-
rio de Sornliy, ajundanle general do exercilo. '
10 halnlhno de infantaria.
Soldado da pi.Jeira Companhin, Jos Basilio de
PariasSentenciado no conselho de guerra como
iiirarcn nn ftrl ') lilnln '. a*a mm.Uh j___.
simples, e no artigo iinieo do mesmo lilulo, das
deserrOeaagaravndaspor circamstaoeias dn ordeoan-
f.i re "J de abril de 1805, a pena do perdimenlo do
lempo anteriormente servido, e a quatro mezes de
pristo, fazendo o servir que Ihe perlenrer.
Confirmaran) a senlenri do conselho desaina.
Kio II de fevereiro de IS>7.Alvim.Birrelo.
Moraira.Calado.Vasconeellos.Brito.__Carva-
lho. Bellegardc.Belmonl.Braga. Simoe- da
Silva. Mascarenhas.
Campra-se. Quallel general do exercilo na
rrle, 2(i re fevereiro de f837.--0 lente general
barao de Suruhy. ajudante general do eiercito.
Soldado da quarla companhia, Jos Ferreira Fran-
coSentenciado no conselho de guerra, como i t-
em so no arl. 1- dotilal* das primeiras deserroes
simples, e no rugo nico do mesmo lilulo das de-
serres aegravadas por circumstancias da orde-
nanra de !> de abril de 1805, I pena do perdimcsnlo
do lempo anteriormente servido, e a um anuo de
pristo no calabnuro, o'ondc ira a esquadra do en-
sillo tres d as de manbaa e de tarde em cada sema-
na, fazendo nos antros a limpeza dos quarleis, pra-
ca, ou relmenlo.
Confirmam a senlcnra do conselho de guerra.
Kio 18 de feveieiro de IS7.AlvimBrrelo.
Moreira.Calado.Vasroncello-.Brilo.Carva-
lho.Bellesarde.Belmonl.Braga. Simes da
Silva.Mascarenhas.
Cuinpra-se. Ouarlel oneral do exercilo na cor-
le, :t de marro de 1857.O lente general barao
de Suruhy, ajudante general do exerrilo.
Soldado ra quinta companhia, lo>e Antonio de
Huir CesarSenlenciado no conselho de guerra,
como incorso no arl. I'do litlo | das deserroes
simples da ardenanei de 9*de abril re 1805, a pena
do i -r lmenla dn lempo anleriormenlc servido, e
a seis mezes de pristo no calabouro, d'on.le ir a
esquadra do ensino Ires dias de manbaa e de larde,
em cada semana, fazendo Bol oulrns a limpeza dos
qoarleis, prarja, ou resimenlo.
Confirmam a senlenri do conselho de guerra.
Rio l re fevereiro de 18,7.Alvim.Berrelo.
Moreira.Calado.Vasronrellns.Brilo. Carva-
lho.BellegardcBelmonl.Braga. Simes da
S.lva.Mascarenhas.
Compra-se. Ouarlel general do exercilo na
corle, 2li de fevereiro de 1857.O lenle general
barao de Suruhy, ajudante general do exercilo.
Jofv Joa'/uim Coel/i'j.
- SO -
OltDEM DO DIA N. i.T.I.
. O general commandanle das armas, em execucao
do resulamenlo de :l de marro de 1851, nomeia as
commisses, qne lem de examinar os Sis. olliciaes,
cadetes c inferiores dos corpas dn exercilo aqoi exis-
tentes, e das nnj.niiln.i'. Iia, as materias classi-
Mcndes Calmarles, lente coronel do exercilo; I Belforl, Kavmandn Eduardo Kiniro, j--,i Horcnli
e n A mi imis-an de negocios de ra
guinle :
Para a arma de (avallarla.
Os Srs. :
Tsenle coronel Sebastian Lopes Goimaracs.
Major Sebasliao Anlonio do llego Barros.
Capilo Leopoldo Aoguslo Ferreira.
Para arma de ai Miliaria.
O Srs. :
Coronel Jos Maria Ildefonso.
Tencnle-coronel Ihgino JoaiCotlbo.
Major Carlos Filippe da Silva Moniz Abreu.
Para arma re infantaria.
Os Srs. :
Coronel l.oiz Jos Ferreira.
Tenente-coroml Joaquim Rodrgaos Coelho Kellv.
ir Jos aa Silva tloimarAes.
As commisses serao presididas pelos mais gra-
duados, e ellas scrAo presentes os individuo-, qoe
prelendercm ser examinados, inclusive os Srs. olli-
ciaes, cadetes e sargentos viudos para esle fin de
oolras provincias.
Os Srs. cnmmandanles de corpos e companhias
lisas remllela quanlo antes as respectivas rmri-
misses urna relario nominal dos examinandos, afim
de que ellas possam funecionar, c com brevidade
concluir os seus Irabalhos.
Jote Joai/uim Coelho.
ORDEN DO DIAN. O.
O general eommandantedas armas'declara, para
os lins Convenientes, que no dia 1N do corrente se
Ihe apresenlaram no quarlel general, os senhnrcs,
lenle Antonio Piulo de S Brrelo, vindo da pro-
vincia da liahia, c alteres Joao Caelano dos Sanios,
das Alagoas, os quaes licarao reunidos ao batalhao S
de infantaria a que .crtencem ; que boje se ap-e-
senlou o Setnenle do 9. de infamara, Manoe|
Carneirn Machado Freir viudo do presidio ele Fer-
nando; e finalmente que no dia l'.lseguio para a pro-
vincia do Para com deslino de leunir-se ao corpo da
guarnirlo da do Anuoaas o Sr. alferes Joo Ma-
noel Dias, e nesla dala para Macei o Sr. lenle
do 2. de infantaria loto Maria 'Piltra de Bi-
lancnurt.
O mesmo general, atienden lo as considerares
que por parle dn senhor delegado do cirurgian-mr
do exercilo, Ihe foram bitas em oflieio n. 51, de la
rio correnle dalado, pilfia consequente recommendar
aos Madores eoarmsndantes de corpos, agora que a
febre amarilla .i principio [imitada as Iripolacei dos
navios surlos ui porlo, tcm alacado cm Ierra tanlo
i estrangeiros como a nacionacs, que o rancho seja o
mais possivel composlo de subslanrias frescas, evi-
lando-se que se d seguidamente ,-is praras, car-
nes ou peix's silgados, e quando se nao possaahso-
lulamenle prescisdir re laes carnes ou peixes, que
essa alimentario seja dada em dias alternados.
O Sr. tenenie do meo batalhao doCeara, Joto
Carlos de l.'cio c Almeida, que porordem rio go-
verno communicada em aviso de 16 de ontubrn oi,
tuno, se arireseseniou para se examinado lisa ma-
terias classiliadas no artigo >'.) do regulamenlo de
.'II de marro de 1851,Acar ajdidoan balallito 10 de
vrador e propriclario ; Fernando Vieira de Souza
bacharel promoior publico do ltapucar ; Dr. Ce-
sar Augusto Marques, medico : Augusto Jos Mar-
que*, ph.irmaceuticn ; Jos Antonio da Silva Coi-
maraes, major e negociante ; Jos llomingues do
Conlo, major dn exercilo ; Joaquim Jos Aires J-
nior, major e negociante ; Carlos Olivio Dankwardt,
lenle do exercilo e ajudanlo de nrdens ; Augusto
Cesar dos Iteis Kaiol, oflioial maior da secretaria do
governo ; Thomaz Costa Ferreira Santo, bacharel,
rhefc da Btelo da secretaria do governo ; Jos da
Molla de Azcvcdo Correa, bacharel chefe da scete
ra sccreleria do governo ; Thom remandes Ma'dei-
ra de t'.aslrn, juiz municipal e de orphaos de Casias ;
Marcellino de Azevedo Perdigan, major da gualda
nacional, cuele de secrAo da secretaria do governo :
quein
lino Cerqueira, Eslevan Pereir? Kibeiro, Jos lien- \ foram prsenles os dous oflieio. ionios, .amrt
lo l.uiz da Molla Jnior, Caelano Joaquim da lio- i pide a cmara de I Unida aalorisaclo para m-w,,
cha. Jos Raxmando Pereira Saldaohl, Joao Con- der a quanlia de 227;VW rs. eom o [..ganae..-. do
calves da Cruz, empregado prtblic i ; Ouinlmo An- I alguns limpregados cojos ordenados eahiram
Ionio Pereira, artista
Jos Riheiro do Amaral, le-
nente da guarda nacional e proprietario ; Joao Jos
Pereira de Faria, empregado publico ; Job Jos,-
Charlton, proprietario ; Antonio Trhdada de Aso-
rodo, artists e eleitor ; Alexan lrino de Sena Pe-
reira, empregarlo publico ; Jns Flix de Asolado,
artista e proprietario ; Dr. l.niz Fernanda Farrea-
ra ; Dr. It. A. Friboarg, medico; Marcolino Jos
Brandao, lavrador, major da C. N.; Pedro Alexan-
nriiio do Lago ; Kernando Kihcirn do Amaral;
Francisco de Assis Kibeiro do Amaral, empregado
publico : Anlonio Teixeira Berford Koxo ; Ray-
rniindo Teixeira lierford Koxo ; llenediclo Jos Ar-
le Azevedo Perdigao, lenle da ; liaga ; Joao 'lavares da Silva, negociante : Anlo-
Marcellino
G. N., ollicial da secretaria ; Joo Kaymunlo de Mi- \ "'" Salles de Azevedo, arlisla ; Anlonio Jos Hor-
ran.la Machado, alferes da guarrla nacional, em-
pregado publico ; Rastrando da Cusa Vellnzo, em-
pregado publico : Jos M.noel Braga, major do
exercilo hachare! Augusto Cesar da Silva Rosa,
advocado; Antonio Carneirn llomem de Soulo
ftbioV, bacharel, lenle e advogado ; Dionizio Alvcs
do Csrvalho, ollir.ial-maior da reparlicai> das Ierras;
padre Josliniano Sabino Cid, beneficiado da Calhe-
dral ; Joao Baptisla rio Almeida Couceiro. secreta-
rio da instrnecto publica ; Francisco Xavier de
Miranda Machado, feilor da alfandega ; Antonio
Jos Pereira Maia. director ros educandos ; Jo'
Comes de Sousa GeiOSO, lavrador ; Antonio loso
Ouim, vereador ; Pedro Camella Pessoa, juiz mn-
nidpal da I. vara ; Francisco Raymundo Faria de
Mallos, secretario do tbesouro provincial ; Fernan-
do alendes de Almeida, proprietarin re Ivpographia :
Alexandre Jos de Almeida, negociante c verea-
dor ; Jos Nunes de Sooza Belforl, lente coro-
ronel e proprietario ; Jos Baptisla da Sil-
va, clisfe de secco do Ihesoaro provincial ; Anto-
nio Joaquim Uescoso Salgado, juiz de paz e pro-
prietario ; Jos Silvestre dos Res Comes, cjrur-
giao e vereador; Joaquim Kawnundo Nonas llel-
fort, major c proprietario ; Francisco CaelanoSna-
re-, capihlo '^iln exerrilo Antonio Pedro Co-
mes de Castro, alferes do exercilo; Ras mundo
dos Sanios Lima, lenle Jo exercilo ; joaquim
Francisco (iiilhnn, capilo de polica ; Miguel .lose
de Azevedo Freso, capitao de policio ; Miguel
Francisco Comes de Faria Bangnim, alferes de po-
lica ; Pedro .Miguel I.amaigner Barradas, lenle de
polica ; Joao Maximino Pereira da Cuuha, la-
vrador ; Jos Gregorio dos Res, empregado publi-
co ; Fabio Jnstiniano dos Reis, alferes da guirda
nacional ; Antonio Joso dos Keis, 1- escriturario da
thesouraria ; Joaquim Marcolino de Lemos, pro-
priclario ; Joao Baptisla de Mondones, cadete ;
enriqne Oun, primeiro escriplurario do llic-
souro P. ; Jo' Cirios re Mello Alvim, lavrador
Cessr Alisaste
,.ai i-..
Band-ir
a,
Francisco Sabino Freilasdns Keis, neg-cianle : L-
zaro Anlonio Vieira, protessor pnhlico ; Miguel
infantaria im quinto se demorar nesla provincia ;I Archanjo de Lima, capillo da G. S. proprietario
assim como e senhor alteres xlo halalbao 11 da mes-
ma arma, Jos Manoel Eduaido re Paiva, qus non-
lera de-embarrou por docnlo. e foi rccolhido ao hos-
pital regimcntal para ser convenientemente tratado.
Jote Joaquim Coelho.
XITBRIQR,
com o mimo dos seus enramo-, se por nal me/a a
sua organisarao moral be mais perfeila rio que a do
bomem. porque os senlimenlns de amor e generosi-
dad, as aspirarnos do hem e da caridade sao o ra-
rarlerisco no sen delicado sexo ; como deixariam de
ser ellas as protectoras de nro eollegio do arantes t
Qnanlos pasaos gigantescos a horaanidade Una nao
devi na marcha progressivada cjvilisarSo 1
Olanlas flores a rivilisarao arlnal niln possae, que
ldillss riimaiMn, "e que o co fez brotar de seus
cnrars. porque foram ellas as escolhidas de Dos
para Bosta peregrinaran ra virla mostrar de quanla
li.iii Iaile be susceplivel a sua creatura !
Anjos ras formas e as bellezas pbisras. as mu-
Ihere* sao nias quando Ibes vibrtil na alma e no pei-
(o as curdas ra cari Iade e da beneficencia.
I'arabens aos lillios de l'eruambuco, por esle do-
cumenlo solemne e eloquenti de progresso e civili-
sarao.
Moderna, como he,1.1o generosa iusliluiro, spr;, a
fonte de muilas obras condignas, i re lio importan-
te nldidade.
lie a segunda vez que a portas do theatro de San-
ia Isabel se abrem cm beneficio rio eollegio das
orplitM.
A sala eslava ebria, e ns camarotes brilhanlemen-
le adornados de sonhoras eleganlai.
(I beneficio produzio urna sorama soffrivel ; o
nem se devera esperar oolra coasa.
Na religiao dos uossos pal- lia lanl i grandeza, lana
riqueza de moral e rlesenlimenlos hurr.auilarios, que
o-sens diclames rheios de philosophia, as suas nres-
eripcOia repassadas de bou iade. parecen) qoe aug-
i'ienl un em nos os Isapulsoa Ito uatu i- do bem e
da prolecco.
Assim, nao admira quo a colheta fosse rica.
I.ouvaremns igailmonle ao Sr. Joaquim Francisco
Duarle, bomem qoe mallo Irahalhnu para n bom
resullado da imite de lli, e que nao tem poupado es-
forros para promover a prospiridade do eslabtleci-
MAUAMTAO".
PROSPECTO.
Os abaixo assignadas, revollados com o procedi-
meiiro. inqualifiravel le algumas folhas desla pro-
vincia, que se pronunciaran! em opposirao a admi-
nisirarao cminentemenle honesta e mora I isa la do
Exm. Sr. presidente Amonio Candido da Cruz Ma-
chado, cntendem de rigoroso dever de honra, e em
abono do bom senso, c desaffronla dos bros da pro-
vincia do Maranhao, protestar peranle o paiz con-
Ira a maneira inslita, com que, por meio de ca-
lumnias e injurias se lem pretendido denegrir a re-
putariio do mesmo do mesmo Exm. presidente, no
seu carcter de homcn publico e particular. Ma-
ranhao 16 de feverciio de IS.YT.
Baria do Coroati, vire-presidenie da provincia ;
conselhciro Joaqmm Vieira da Silva e Souza, pre- drigues, empregado da thesouraria ; Jo' Francisca
Francisco de Assis Rocha, capitao da C. J. pro-
prietario ; Feliciano Anlonio Nunes Belforl,len-
la reformado do taaicito e lenle da (i. N. ; Eduar-
do Americo de Moraes ileco, empregado .publico e
al reres da G. nacional; Theodoro FranrUco Pereira
a Sonsa,empregado publico Manoel Pereira Ramos
Jnior, lenle de 2. linha ; Antonio Tellcs de
Borrado, empregado poblieo l.uiz Anlonio Gen-
caifas Kibeiro, empregado publico ; Malhers Joa-
qnim Kibeiro. alferes da C. N. ; Francisco Jos; de
Souza Alvcs, alferes reformarlo do exerrilo ; l.a-
percio Francisco da Sorra Martina, alferes reformado
e proprietario ; Manoel Rodrgaos de Olivcira Cam-
pos, professor publico ; Amonio Marcelino de Cam-
pos Costa, I- escriptlirarii do tbesouro ; Mariano
Jos de Campos Costa, protessor publico ; Candido
Osar da Silva llosa, negociante Joaquim Jos Gon-
calves de Goovea, fiscal ; Ras mundo Eduardo
Nunes Belforl, Joaquim Jos Caslanheira, proprie-
tario ; Antonio Washington Jansen Lima, empre-
gado publico ; Jeito Francisco Leal, empregado la
thesouraria ; Virialo Anguslo Riheiro, empregado
da Ihesouraria Joao Nrpomnrcno de Moraes Re-
g, empregado pablico ; Jos Alexandre Rodrigues,
empregado da Ibesonrsria : Alexandre Maguo llo-
sidente da rilaran ; Tihurcio Valeriano da ,-ulva la- i de Almeida, empregado da
vares, rlesemhargador ; Joan Paulo de Miranda, des-
cmhai gador ; Bazilio Ouare-ma Trrete Jnior, des-
emliargador: Manuel Jernimo Cuedcs Alcanforado,
desembargador ; Antonio Marcellino Nunes Concal-
ves, chefe do pulira ; Francisco Sergio de Olivcira,
marechal de campo ; Jos Joaquim Teixeira Vieira
Birford, deputado eleito e propriclsrio ; Virialo
Bandeira Duarle, juiz de direilo, deputado eleito;
Sebasliao Jos da Silva Braga, juiz de direilo ; Jo3o
Vito Vieira da Silva, major de eugenheiros ; Rgi-
mundo Alexandre Valle de Carvalho, juiz de or-
phaos ; l-'rederico Jos Correa, procurador fiscal do
tbesouro provincial ; Ras mundo Brilo Comes de
Souza, tcnenlc coronel e proprielario ; Filippe Joa-
quim 0. de Macedo, bacharel e proprielario ; Anto-
nio de Brilo Soozatiaiozo,promoior publico da capi-
tal; Dr. Lola Amonio Vieira da Silva, serrelario da
pro- vincia ; l.oiz Jos Jnsquim Korlrrgues Lopes,
proprielario e lente do Isceu ; Dr. Carlos Winkler,
missionario; llernardino Jos Pereira de Castro, ma-
jor e administrador das obras publicas ; Filippe da
Molla d'Azevedo Correa, lenle do Ivceu ; Filippe
de Barros e Vasconeellos, lavrador ; Jos Miguel
Pereira Cardoso, medico, presidente da commiss.lo
do hygienc ; Raymundo Cirios l'ereira. major e
tbesoiireiro do (hesouro provincial ; Manoel Moreira
Cuerra, inspeclor da inslrurrao publica ; Joaquid
thesouraria : Dionizio
de Araujo Canlauhede, alferes da guarda nacional e
2" aaeriptnrario da (hesonrario; Jos Nepomueeno
I raz.ln, lente da guarda nacional c lerreini es-
criplurario da thesourarii Anlonio Gonealvesd'A-
bren, empregado publico ; lieuriqae di Costa Je-
nior, em prega lo publico ; Jos Vieira de Souza, ca-
dele : Candido Maria Altes, clele ; Anlonio Igne
rin re Carvalho, cadete ; Manoel Lopes' Sunp-ioa
IgnacioToleiilnio.loso Frazao. empregado publicoa
Jos Beiiediclnda Serra Martin*, empregado pobli-
eo Antonio Jos da Croa, alferes da C N. e lypo-
-arapho -Joto Franeisee Belforl, empregado publico ;
Fiancisco Xavier Bekman, 1- eaeriplorario do tha-
souro provincial : Coriolnno Cesar Ferreira Rosa,
empregado publico ; Anlonio Jos Baptisla da Sil-
va, 2' escriplurario do (hoouro provincial : Anlo-
nio Jos Vctor de Medelros, > escriplurario do
Ihesoaro provincial ; Marcellino Diogo Compeli
2- escriplurario rio tbesouro ; Jos Antonio Rodri-
gues, empregado' publico ; Joan Jos de Almeida
Jnior,.!' osrripturario do tbesouro publico ; Tlioniaz
Duarle dt Mello, einpngado publico: Joaquim Ma-
ria Serra Jonior, empregado publico ; Ras mundo
Nonato Nunes, empregado publico; Pacifico Pendra
Lapa, empregarlo publico j Manoel de Armljo Lima,
negocame ; Candido Jos Rosa, Jos Demetrio Pi-
nlieiro, Fructuoso Comes, Jos Candido Nunes
ges; Virialo Mximo Pereira Ritmos, propriela-
rio ; Jas Vas da Roeha, empregado publico ; Jos
Flix da Silva, negociante ; Urbano Jos Fer-
reira de Maura ; Fernando l.uiz Ferreira, lenen-
te raroncl de engiabeiros ; Dr. Joo Climacn Lo-
bato, lente do seminario v aivngado ; l-aac
Manoel Castello Branco, fiscal; Dr. Jos Coelho
Moreira de Sonsa, medico ; Ksymondo da Molla de
Azevedo Correa, empregado publico ; Leandro Cor-
rea do Lago, lenle do exercilo ; Joo llsplisti
Freir, alferes rio exercilo ; Ras mundo Nonnalo No-
nes Berford. Joaquim Simpliciano Nunes Lisboa, em-
pregado publico ; Manoel Jo.icuim Ferreira, lavra-
dor, ofci.il da guarda nacional : Raymundo G. G
de P. Bangoim, eapilao "da guarda nacional ; Jos
Candido Lean, lenle da gualda nacional ; Romu-
aldo Anlonio da Silva, capitao da guarda nacional ;
Jos Fernando Antones, Jos Pedro Kibeiro da Sil-
va, jais de paz eleitor ; Joao Pelro de Merieiros
l'ereira. proprielario, procurador da cmara ; Igna-
cio Jos Ferreira, capitao da guarda nacional, pro-
prielario ; Miguel Comes de Azevedo, alferes refor-
mado do exerrilo e proprielario ; Honorio Pereira
de Burgos Jonior, proprielario ; Jos liuilherme de
Almeida, lenle do corpo de polica ; Jos Theo-
pbilo de Caslro, empregado publico ; Virialo Car-
doso Pires de Olivcira, alferes do corpo de polica ;
Mximo Fernandos Uoateire alfer-s do corpo de
polica ; Anlonio Jos Nogueira, Manoel Jas da
Silva Nogueira, ourives, alferes de segunda liaba e
proprietario ; Anlonio Carlos Pulgao, empregado
publico ; Joao l.uiz lavares, alteres dn exercilo ;
Alexandre Jos Rodrigues, piofcsor publico ; Vi-
ente Ferreira Rodrigues, empregado publico; lien
rique Pereira Coqoeira, lavrador o proprietario ;
Anlonio Raymundo Ferreira, lavrador o presidinle
ra cmara municipal da villa rio Paco ; Pedro Car-
los Ferreira. lavrador e cleiloi ; Manoel Csprianno
da Valga, arlisla ; Joaquim Pedro da Silva Verde.
commercian'e ; Joao Mareeli 10 de Aragio, lavra-
dor ; Jote .Marros de Aragio, lavrador ; !".- uri-c .
lavrador; Antonio Vi dorio da Costa, lavrador;
Joto Jos Martina da Carvalho, lavrador; Jote
Mntins de Carvalho. lavradoi ; Severiano Aogast"
Marques, lavrador ; Cyriaeo Antonio da ltame"
Ca> Filbo, lavrador ; Jos Joao Ferreira, lavrador .
Virissimo Jos Ferreira, luvradnr; Manicio Cenin'
Ferreira, lavrador ; Mauricio Antonio da Cosa, la-
vrador ; Filippe Tiago Ferreira, lavrador ; Francis-
co Kaymondo Ferreira, lavador ; padro Manoel
Marlinsde Azevedo. Jas Leal Ferreira, lavrador ;
Jos Leal Ferreira Jnior, lavrador ; Anlonio Jos
de Souza, empregado publico ; Alexandre Avelino
C.irdoso, professor poblieo ; Joao Rasmondo Bru-
zaca, lavrador ; padre Jalo Riheiro Cyrillo, vigario
da freguezia do Paro ; Joilo Ignacio Riheiro, lavra.
lor, major da guarda nacional ; Joao Francisco
Triadade, lavrador ; Domingos Baplist. da Silva,
proprielario; Ras mundo Nrmalo Vieira Marlins,
editor, empregado publico ; Dr. Luiz .Moniz Br-
relo, medico ; l.uiz Miguel Ouadros, inspector do
Tbesouro; Francisco Ras mundo Qoadros, lente do
Ijru ; Ras mundo Jos de Moraes, alteres do exer-
kilo ; l.uiz de O.ieiroz Coiilinbo, dem dem ; Ri-
cardo Pe eir de Faria, primeiro escripluraiio ds
alfandega ; Jos de Carvalho Estrella, ollicial maior
da secretaria da assembll provincial ; l.oiz Canuto
re Limos, capitao da goards nacional ; Joao Rpa-
lo do Amaral, nnlonio Jos da Silva Parcellos; An-
gelo Custodio lliniz ; Antonio Siines da Fouseca,
Carlos Cerqaeira Lima, escriplurario da alfandega ;
Manoel Joaquim Suches LaLii, empregado da al-
fandega ; Marcolino Severiano ra Silva, chefe de
sereno aposentado; Manuel Joaquim B lio, lenle
4o exercilo ; Jet Feliciano Nunes lleniiqurs, le-
en! da guarda nacional ; Riymondo dosPrateret
Itncba P.icova, escrrvte rio co nmcrcii.
Sao r-las as assignatura-, que esislem no pro-
testo al o mmenlo cm qm o publicamos, publica-
remos denois as que accre-ccrem.
i fipoem.)
o quil be
mente, maniendo e procurando augmentar o respec" ja imperador, comprara a fidalguia puritana, aaa
..'L""!?!""1".'"0' !'or m"iu.'las s""s diligenrias c de odiava, aparenlando-a cora os seus soldados da ves-
uma mui louvavel ec
A pera eseolhida pelo principe dn paleo brasiloi-
ro [lara este aclo de plnlaulrnpia, fui una das me-
Ihores, se nao a mi-lbor do seu repertorio.
Dizemos a melhor, porque n.io ni o drama he urna
bella obra Iliteraria, mas o papel dn vellio general
ceg he comnrebeudiilo e escculado com urna per-
foran e um talento admirareis.
Marianna, ou a Vivandeira be nm drama enler-
tecillo de mullos transes, nos quaes snhre-ahom em
relevo sentimenlos diversos, e paixSes contrarias, >" porque depoii
pera.
Como oulros moilos ds roesma natureza, o casa-
mento do conde foi infeliz, c aquellas cais, que aa
balase es horrores dos combates respaitaram, qoe
guardaram em si mil fallos heroicos, aquella-riias
Dio foram respailadas pela herdeira de nina biblie
theca de pergamiohos...
qoe n poeta com inuila fclicidade sooba desen-
volver.
A acc.3o prende desde o .principio a curiosidad!
do espectador, cuja imaginaran se perde em ron-
jecluras sobre u desenvulviineulo progressivo do
drama.
N'onlra occasito lizemos o snromarioda pera, por
isso boje apenas locaremos de passagim un algn-
dos pontos principaes.
O vallo saliente do drama, carcter pcrfeilamen-
le Iracado, p miravilbosamenle eomprebendido, be
o general ronde de S. Andr.
Militar desde os nriroeiros ponlos, tem n corarlo
cheio deese nobre bri.i que se infiltra na alma de
quera mil vezas expoe corajosamente o paito as ba-
las inimigas, em de reza das bandeiras que jurou.
ferdida a vista em um ros rombales, s-se o ge-
ne"al velho, o guerreiro distindo SoflVor essa amar-
gura mimen., ,a eegueira rom ums re-ig'iarao mo-
ral de qu. so
dislincla.
Mas liivi., na vita do anligo sargento Bernardo
um epiSO lio amoroso que o tornara pal.
Marimini, a Vivandeira era a mi do titilo de
Bernardo. O general lem em seu poder esse lilbo, c
re longs a multas pesqnlzss julgs
mora aquella que devil ler sido sua esposa, be que
elle se rasara com Helena de lieaulTerraut.
Assim, a familia do general se rompe de Ires Des-
loas : elle, o filho e a madrasta deste.
Aqui comer o primeiro aclo do drama.
Ou.iuilo menos se espera, appareee Marianna.
O general mte eni.'ni revver-lhe no peito, como
nm volcan, o franco e sincero amor que sempre con-
sagrara mili de seu lillio, i eseolhida do seu co-
r.n". >.
Bnlto, por um lado preso aa respeilo que tribua i
sua Bspoaa,e por oatro,senlindo junto a ala luaqoeri
i-i .' I n nina, a mu do -u lillio, >\\i seu \ irlor ; ron -
Irangido pela torra imperiosa das conveniencias so-
r'iai- a consentir qne Marianna, que nao lem toreas
para -a separar d sen lilbo, que a nao reconhece,
seja una .las criadas da condesa, obrign lo ainda
mais ocenttar a seu
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Sessao ordinaria em 2 de marco de 1857.
Pniiitua do Sr. liaran de Camaragibe.
Conelusgo.)
Sao lidos e approvado- os angainlos pareceres :
que o incluso oflieio da cmara do Coianna, cm que
pede que pelos cofres provincias se Ihe empreste a
quantia de dos contos de reis para a obra do cemi-
terio publico, que principiou a fazer n'aquella ci-
dade 0 anuo pssiado, s-ja encaminhado a commis-
sao de nrramenlo provincial.
n Sala das commisses 20 de marco de 1S57__
Olveira.Pereira de Brilo.Reg Barros, a
da acena.e Ihe imprimirn o nome Immorlal nos au-
nis da serna brasileira.
Esse rosto que a eegueira Irrnou quasi fri, quasi
sem viia ; es-c roslo privado de olhos, be o rever-
bero ilas mil commoerJts violentas que Ihe tervem
a'alina.
A voz Ihe sal* do p*j|o romo fin echo do que
nellc se patea ora commovida, ora rlreia de es|ic-
ranra, nra rapassida da noble indignaro que Ihe
abraza a alma sempre virgen) de baisezas.
Ouem ao nlhar para o senil lanle do aMiaelo ac-
tor, quein ao nuvir-iiie a brsndora suave eom que
por vezas ello vibra as palavras, quando he -uave o
senlimenlo que as anima, e ostras vezes o cslremo-
rer nervoso de que rejiassa as phrases, quando o
corarlo -e sent despedagar, nao rnmprehcnJe re
siilnlo o que naqoella alma se passa '.'
Ouaiido a arle dramtica le ti por interprete um
laleol e urna alma d.-stas, p.ide eolio admirar-se
quanlo nella hade sublime e le quasi ideal.
ile Desle supremos esforcos ra inlelligrnria e do
i eludo, que revelam oa grandes artistas un toda
a magestada da arle que os Inspira.
lie enlto que ellesse lomam reis, o a coros que
llir. orna a fronte iie eminaTfnef^el, r torna-os para
sempre contem oraneofuiM seculos viDdouro-.
' montos liouveraaj em que a platea, romo sem-
pre que i ouv? e idnjra, acoutKe sentir-se arreba-
ladi por um i ^ies'ospontaneoa enthusiasmoa a ap-
plauir pliieneticamenle i grande aili-ta.
E sao essas ai srUU comas, oh seu. melhores Iri- .
pli is. so/e, es ftrttMi, sabidos com esplosto re
rim;...... mwbsqs uracos, saniuos com exi.
litio, que (ao perlo del:: esl lautos peilot, qUe gravan lo-sc ;m Irlras indeleveiS !
aquella qu. |n ,|ra a exKlencii ; mas larde eslre- no r r iril
sin eapssea ai almai de urna lempira ntoeando na na digni Iade offen Itdi pelo
iii-niri da su., esposa ; sentindo a sua boni
exercicios liados, propoe a crearlo de imposte* so-
bre os romos de queimar cal branca e peela o Mtbra
curris e janeadas de (-escaria do litoral do moni-
cipio ; enlende qoe taes objeclos devem de ser snb-
racltidos a considerarlo da commissao de orrimenU
manicipal.
Sala ras commisssies em 20 de mirrn de IH",7.
OliveilaR, Barros.Pereira de Brilo. a .
Foi lido, jugado ohjeclo di deliherarin o manda-
do imprimir o seguinle parecer e projeclo :
A asaaaaUas legislativa provincial de Pernam-
brico, resolse :
a Art. I nico. Para se abrir casa de dragas uim
he preciso ler caria de pharmarii, romo exige o
art. 1- lilulo 2 das posturas de 1(1 deranho de 1HC.
que nesla parle, lica revogado.
Sala das commissr.e, da a provincial de l'eruambuco j\ ue marcrj de 1857.
Olivcira.Pereira de Brilo.
OKDEM DO DA.
Entran-, em segunda discosslo e sao apprevadas
sem deba c as emendas ollerecida- ao proioelo n. 2
deste anuo que concede varias loteras,
tambem approvado.
He tambem approvado sem debate son terceira
discussao o projeclo n. 21 do anno pastado, aa*
rlesmembiaa rreguezia do Salgueiro do leraan a*
Ouricory.
Teiceiri diseusso do projeclo n. -JS do anno pa-
sado, que iguala o ordenado do professor di ladra
de S. Josn ao dos professores da mesma discipliBa ao
Gj mna-i...
Vio a mea e sao apoiadas as segsinles emendas I
Em lugar deordenadodigi-seas saesnus
vaulagn-.Ragas liarros. >
Os proressores de lalim de Ciiaona, Vicloria,
Iguarassii, Limoeiro c Nazarelh, terlo da ordenado
rtOfts r.._lioncalves Coimailes. *
OSr. s'.j' l'ereira :O nobre collega apresentao
una emenda, pedindo que os prafeasores te lahra
de Coianna, Victoria, Iguarassii, l.imooir* o Naza-
relb, lenham de ordenado Stlttjrs. En pedi a pa-
lavra para me pronunciar conln essa emenda, na*
porque julgue que os professons dessis localidades
ostejam bem pagos com o ridiculo ordenado qoe lem
anualmente, mas por eslar hem Informad* de que
ictualm-nle muitn pouco be a instroerlo qoe te
procura nenies lugares, c que as petsoas que qaeren
fazer os seos cursos, ou que qaerem enlregir-se aos
eslmlos superoies, procunm logo a capital listado
acham maior deseuvolvimenlo irlo ai no lalim, co-
mo em o jiros estudos.
Exislemais, Sr. presi lenle, ama disposlrlo legis-
lativa para que essas radeiras sejam pprlnndj- ;
ora as* nao fai mala porque mu pequen* be o aa*
mero d. liscipulos que a|>pires-em neswes lugairs.
nhuin e que em taratanas e oulros ligares i* pat-
- ira de oila ou nove.
O Ni\ .s'/lri'o :Creioque em Iguarassii eiisleai.
0 Sr. Sri Pereira : Muilo poaros.
Assim, Sr. presidente, re essas cadeiras le-rm d-
sersoppriuiidas.s* a concurrencia das eslodanlr.
nao al dr I mi como de oulras sriencias, lie paa a
rapilal, deque serve augmentar o ordenado ds-aaoa
professoies? Por lano eu voto contra a emenda.
O Sr. (ionralret Cuimaret:E o qoe diz da
emenda -|oe manda dar ao professor de S. Jos* nm
conlo e i uinlienio. mil reis t
O .Sr. S l'ereira :Esse projeclo lem a miaba
assignatura, eu eoucordei que tanto mercera pr*-T
tessor rleS. Jos am emito do reis.raino os d* Cvna-
nasio ; mas n.io com a gratificarlo q*e lem os pro~
fessnres dn Cymnasio.
Vai a' mesa e apaia-se o seguinle arliso sabsti-
lutivo :
o O professor de S. Jos, lera o ordenad., de om
conlo re reis.|. de liarros.A. Lelo.
O Sr. (onralres Huimariies :Sr. presidale, o
que lea me apresenlar a emenda aagmmlantto a
ordena :i. dos proressores de lalim do mal, f*i
reconheccr a iusufliciencia de seas ordenadas ; a
ver sobre a mesa urna emenda que da' ao prelessor
de S. Jos o ordenado de 1:5fKr>rs. Vele em pri-
meira e segunda discos.lo por esse project* e sem-
pre que iu.lagav dos meus Ilustres rol legas acerca
delle, se me dizia qoe a opinan da casa ni* era en-
tra senli dar um conlo de reis ao professor d* S.
Joso, poique esse era o ordenarlo dos prolessores de
Cymnasio, qoe com quanlo livessem mais 5Mt*> r*.
era de gralifirarao, porein vendo a emenda que dir,
que o pedessor de S. Jos ten' as mismas tanlagen.
esla' dato qoe couiprchende a gratificaran.
Nlo me oppouho ao augmento di om conl* e
quinhcnlos mil reis, porqae a idea que a iis* leva
o nobre depula lo foi sera divida o allender a' dil-
ficuldade de viver n'uma cidide como a dn Recite
onde ludn he caro ; porem, Si. presidente, se esic
razio he sollicienle pan idoplir-se ama medida qo*
da' um conlo i quindenios ao professor do Recite.
que ensina grammalici lalim, pireee-me qne na*
be demasiado o ordenado di sus** pan os profess*-
res do milo, que ensinam a mesmi lingaa.
Sabemos que o professor de Coianna lem BOT*} rs..
o da Iguarassii tem .Vm c os mais lem lia, addi-
cionaurlr-sc-ihes mais "iii- rs. para alacuil .le casas.
(I Sr. Sn l'ereira :lie iojoslira.
O Sr. Con;fl/cf .'riiuirires Ea roavenrido
pois de que he dem.isiadmenle pequeo o ordena-
do dos professores de lalim, aprsenlo urna emenda
lando II es SOtrj.o que sempre faz algama dilterea-
r;a de I:'i00>, lodavja os pe em inelharo mndi-
atas.
Vea agora ver se posso responder a ama parta do
Plata que seu papel seja de pouea imporlaacia.
com ludo o sea Ulento deu-lhi proporri*. grandio-
sa-, e ro,irilini.i para o brilhantismn *da snlemm-
dade.
No lu, I do drama foi rhamatlo a seen* n aili-la
lllastre, o cavalleiro dislincln, e cenerosn qu<- m
prestara baaaMas uma insiituirn iao pintava, o
enlre milbarisde .midauso- loi recebido, como devia
cf,foi caberlo de llores.
Agora digamos algomas palavras sobre a trage-
dia Vora Ca-h-'i. que (em sido lvida dns eses
a secua.
Onem nao eouhecc es.a poilira e trgica pagina
da historia portugueza, que in-piroo a lanas ma-a>
nacion.ie- e eslrangeiras, e que den a Camoes o ..-
sarnplo pira um dos mus bellos episodio* do sea
immorlal poema .'
A Nova Caslro he produ/ida, segundo o.premios
la escoli clas.,ra. escripia rra atan mai harmonm-
sos, e a mais regular qne -e encentra na litleralara
portngnez*.
\ Irage.ha |r u i -al:-t./ as neerssidades drama-
,irasdi enoea, mas -.aspre aera' earrida ron. ****-
racto o respailo, cama ama trala n 111 ansia li u. :
-a.|.r, qoe altanara ..' posleridnde m erseaas, as iai-
\ i; ... virlurles ros ininciiij..
Nasdu-s ocrasir.-s <: ,,., .c ,, ^^
,.er., o >r. Joao Caelano e a Sra. CahrseHa ac eleva.
rama uira altura qua-i im.mprebensivel, escode
ram a es|,ee|aliva.
Rico de dinbeiro, de honra e di
, ni-nm na loa esposa ; senltndo a mi
slincces, o anti- raos ps por aquella que ello tornara
almi cap/ de
\ digna actriz miUrlB que. se nao disps* de
y.....'"*" a" T"* n rlevam a al- grande riqurra de rala pira exprimii grandes #-
proced- lun a qu poneos tem che.; .dr, -lo -., recompensa ,i,..r..-, srall,|^ ,|s ,pm
i raleada -ulli .ei aoS>esta I H e Irabalhos rom que os gran-- [ cniii.reliriub las r senli-las.
.a com lio geno-1 das tal ennobrerem sempre o caminho de suas; Estse rill/aule .lo lernnn a. ,i.. i,.
go sareeulo do :12 da a uma dama aristocrtica, mas ro-a cmliaiira a d-p.,silaria della ; he enlao, di- glori I r1 v.,,, "0.'ern"^, "e inleress*. Pao
de algiheiras phlvsicas, o nome de sua esposa, a -1 zemos nos, que o filustre artista natenlea iiuo im- A imI',i,,;.m, a~.~, .-,. ,ihiI.i,'ii.L. r "," """"'"'"'o inlrrprrle* man
.... dei ad.it. de S. Andr mensos sa,, ,!ee os recursos co,Pque ilntaC?., p,p\ de UmS^ittfZJStt m-mk'*" "* ** ""......." '
I-o um desses mnitos consorcios com que Napolelo, l o corarao e o esludo o elevarania altura do um genio I os ai.piauios da sala. ^6dalaA-I-Kra
wncsD"

i
ILEGIVEL
.

,-



U1AK1U DE I'EHNAAlliliUU MAjLADA PEliiA 20 l' ftlAltl/J III!. OTI
que diste unobie depuiado quo fallou contra a mi-i Imperial o Intuito dos viajante! a pe, a cavalloou
uha emendi c;!rt0' 1UCuniesen! ouentrasem) pura a eidade ; :l
llisse o oobr depuiado que alo aproveilamasca-
deirss do malo.
>.u> aproveilaro h"j", nas ja aprovcilaram, e a
culpa lie cerlarneute nossa.
Nao he possivel.meui senhores, que un empresa-
do publico te maoleulia com -lOO? rs., um liomeni
que leni un tal ordenado ,n5o pode dedicarse ex-
clusivamente ao sea empreo, lano mais quanlu
as autoridades a quero compele in-peciona-loj nao
lomam o devido inleres-ejielu ioltrncrJJo.
Um professor qoe lem HKI^ rs. v-se obrigado.
dcsviando-se de suas ohrigaroes, a procurar oalra
meio de vida, porque naio le com (pie possa ios-
lenlar a sua diguidade e manlcr a SU familia.
(f poiadoij
O nobre depuiado a quem respondo, trooxc para
a discussaO a cadtlra de Iguarassii-, qae nao lem dis-
cpulos.
Meus senhores, lie preciso que eu me remonto
ui i punco sobre a cadeira de Iguarassii para poder
responder ao nobre depuiado. A cadeira de isua-
rasi era regida pelo professor Manuel Alves Pcrei-
ra, foi suppriinido creio que em I8'.) oa antes, e
fo o professor removido para o l.imociro : o que se
se ;uio d'ahi ? foi que o professor removido contra
sua tratada, leudo cu commodoi, leudo familia
em Iguarassii, nao era pussivel que se roodane
p;ra o Limoeiro deiando sua familia e commodos
en Iguarassii; Mglio-npeii que estalielcoendo-se
all o professor, malricularam-se 15 esludanlcs, mas
u professor passava parte do lempo no Liroolero
o parle em Iguarass, porque precisava ce procurar
os eommndos para si e sua familia, e lOOfOOO rs. nao
eiam suflicienles. 11 que vimos depoia J uina lei de
l :l ou 4 anuos vestabeleceu a cadeira de Ifioarassi
e leu-lhe por protessor um homem, creio que o Rvd.
Luis Cirios; logo ja' nao dala de muilo longenes-
taarlecimetiln da cadeira de Iguarassii, c o- legisla-
dores que o lieram. deviam tef'-em vista que al!
n3o havia alumnos, e ha pouro foi para la' n profes-
sor Jos Niracio, por eoMagniola ou a inslrucefio
p iblira esta' io abandono, o que nao admiti, ou
ei lao nao be certn oque disse o nobre depuiado,
pirque ainda ha pouco foi creada es-a eidade, o foi
pira la' um professordaqui do Recife, creio que para
cnsinar latim.
Assim, pois, cutendo que deve pasear a emenda
q le da', 8009 rs. a cada professor, lano mais quanlo
lu da opiniao da commissao de ordeiiados.de que fu-
S i parle-, o augmentar o ordenado de algunas repar-
t toes.
Um Sr. Depuiado :E cssa be nina dellas 1
Outro Sr. Depuiado :As aulas de ltiro, no ma-
lo nao aprovellam.
O Se. G. (uimaraes : lie porque o professor
nao prtenlo passar com 400000 rs., desvia-se dos
suus deveres.
l'nl Sr. Depuiado :Porque nao lem presentad*
a -oin projeclo.
O Sr. (.'. '.'uimarc.s: Dcmore-se, ainda be
cedo.
. Assim creio que lenho dito algutnn cousa em abo-
no de minha emenda, e enleudn que a rasa deve vo-
tar por ella, porque essa classe devo.mcrccer-nos al-
guna alleneo.
Vai a' mesa a seguintc emenda substitutiva do
Sr. Iluimaraes :
Os professores de GoUnoa, Victoria, l.imoeirn,
e Narareih leraoGOO.~jde ordenvdo.l.uiz Filippe.n
O Sr.mI. de Barros requereu retirar a -sua emoli-
rla o qoe Ihe foi permitilo
Encerrada a diseussfto, foi approvalo o projeclo c
reseitadis as emendas.
Enlrou em dis-usso e foi approvailo sem debate
o artigo addilivo oflerecido pelo Sr. Jote l'edro no
projeclo n. .'16 do anno passado, qu recula a apo-
sentadoria do colleclor Francisco das Chagas Sal-
i oeiro,
Sao approvados sem debate era lerceira discutan
os projectos ns. 30 e 3*2 do anuo passado.approvan-
do os compromissos.das irmandadei de S. Francisco
de Paula da capella do Cichanga', e N. S. da Cou-
i envo da Colonia de l'imcnlc'.ras.
liada a hora levanta-sa a teiflo, lendo o Sr. pre-
sidente designado previamente a ordem do da.
rain
i a nopalarjo um mal maior a Ululo de evilarem
outro multo menor,
obstruira ainda mais o rio, queja' n.lo 1- m lveo .Nada lia mal ridiculo e que mais deponlia eon-
suilicienlo para o fcil e regular eseosmeoto Jai Ira a nossa civilisac/ao, qui renos coilamea qu sao
aguas ; i. tir.liin, seria prejudicial as tran-arroe- anda alrazoi noisos no caininhodo progresso. Quero
eammerciaes, porque es pontos mais commodoi para vir qualqoor hora do dia es^es preios e pretaa que
o embarque e desembarque das mercadorias so se enearrasam tin limpeza das rusas ., gritaren :
acham naturalmente eollocadoi nos bairros de San a menina j ehesnei n; arreda (no......
Jos, S. Antonio e ecife. e eso em VOZ forte, fara bem triste idea de nos.
N'utua palavra, ueste nova projeclo 'e direrrjo s Suppoe-se que ,-ua, porque be -le lodos, be lugar
vemoaeonUaenapar. o mpr.iieiro.quepode eeono- para todas aa aeenna. Todo o mundo sala que he
misar algunas decenas decunlus, alterando o .llano e-la urna das cousM que se ligo pode deiiar de fa-
pnmitivo para nao facer um aterro um pouco des- zer.Tnas o quo pedinos RgO be que so nao faca, mas
pendise. .sim que nao hija nmoralidlde n>* modo de fa/er.
Mas di/eni que esta pretalicaTo lem um fim or*- | Meibor nao seria que a noile'rom >uaa Irevas occul-
culio : segundo o nllino relatorio.do consriho delusse > noiiaa vistea e< s arios? Nao sena nelher
i.irecrao em Londres, a primeira aecc-to !.i estrada meano qne earrocas fechadas lossem o valenlo de
deveria ser tranqueada ao Iru-il" publb-u no lin- coudncrao para as imilioildiciar, em Vez das cabera-
cipio de junbo [muio; mas. em coiise<|oencia doldoa praloa 1
trazo em qoe sUo os Iraball, a insugurac.no nao I (ib! Como esta enraizado o aboso dos gara-
poder*' ter lugar no periodo previaio. Enlao, aai-1 pBes.! Nao lia nada que abale, n.:da que soja capaz
lando-so esla duvida, pmcraslina-e o lempo, de-1 de eonter oa aeo agentes. E qoerem que nfio ron-
pois aasigna-se este proledo, romo o motivo que l'nueir.o; a fail.r : mas s- \ mes. couliiiuaui a ven-
mpedio a abertura da primeira seceso, e el aalva | der..., Diremos junios, se querem que paremo
feilos, e mal prestadios ; as rotarnos das culturas
poucu variadas; a< lementcs mal apuradas, o nado
niaeravelmente tratado, entregue s iiilemieric< do
lempo que ionio eslragam-no,
lia um systona que infelizmenic ainda vigora na
nossa i:;i cultura, o svsleini do descanso da Ierra,
ou dos peuslos,
A pralica mostra que nm tal ayataOM ha perni-
eiosissimo : porque, alm de facer perder o Iralia-
llio do ugricultor, forra-o u repelidas derrabas, A
Ierra nao r..n-a ; as suaa forcas productoras podem
ser reparadas cunveuienteineule.
c suas relaeje
Ai (5 HIvA IT.VTvSuE
RETROSPECTO SE1l\?iVL
' A*i nolici.is recehidas do nnrlc c do val ilo impe-
rio 3 afactorids sb a relarjo do socegO piihco,
nas em alcum (Tontos a Faliibririare h >ido illerada
pela febre amarclla e por palrai molcflias da carc-
ter endmicu. Todava os males cau-aJos sdo em i -
fjurn.i encala.
Pelo ultimo paqaele chenado da corte, rr>reb"u-se
neiU cidaite a dewaradavel noticia, dt- que a con-
panhia lusu-brasileira, de nave^arao a vapor, fura
djssolvida, em consequencia* de um cran.le dpncit e
ne ootras congas itnpjrl ii:l.'-, que ja' Ihe no per-
mittiam conlinarir as suns opera^es.
Temos diaote dos olbos um numero do Jornal do
. QCommercC} de 3 do crrenle, e que ira' puMic.idu
i em oulro nmero, onde vrm estampado o rehloiio
do respectivo presidente, na qtial depois (! fazer a
hfstoha da situac.no cril.ca da emnre/,a, cooclue pro-
clamando a respectiva disoiuco.
Secundo a confssao da directora novnmentc es-
labelecida na capital do Kc> de'JaneTo, prlo oi^An
do seu presidente, ella fe/, qoant eslava ao seu al-
cance para salvar a companhia. mas ludo oi em vAo.
Declara o presidente que a divida da COfDpanbia
era em3() de julbo prximo pastado de 160:35^18!)
fortes; esla divida foi calculara pela C0lDmit4fto
permanente oo seu relatoriu de *2I de oulubro pro-
imo oassadn, em-O):(MHi^ fortes; prefeDlemeotfl
^sla divida esta' nimio maior, e paga jaros avallados, i
i responssbilidade persulo o consejho director em
Londres. Como quer que sej, nflo e pode nem
deve aperar o lerminofl da estrada nesla eidade,
porque, ainda repetimos, islo s tr.iria inconve-
nitni?- para ni, e vanlagcm para o ompreileiro.
No Enginccr, jornal ioftlaz de 30 de Janeiro do
corren!.- anuo Ir-so o s< cuir.te : uI>yranlo estas ut-
tinu semanas a Hn^sia irm mandado mollas ordene
para algames ca^-as fraoezas, ancommendando mal-
los (dijectos para caininlio-^ motivas, etc. \ : i 'ni foram eucoromeodadas ma-
china* para fabricar *ssucar de belerraba e grande
qnantidade de machinas riislillaloria*. as ofilcinas
deMM.Derozne o Callona Pars, 3*000 humen-se
reliara occupadot rom grande actividade em eviar
someute encommiida para a Rasslaj.
lie um aviso que deve deleitar os nossos agri-
cultores do lethareu em que ja/.ein, para abando-
narem a retina n.e ainda hoje segoem no fabrico
do assucar, admiliudo um lystema mais econmico
e aperieiroado, que Ihes proporcione mais largas
vacaseos.
A leitoradestai poucas linhas do conecUoado jor-
nal iii^l*.'. ne* Miu^eri'i alpuias re!lj\ ven) -i-r lomadas em considerbalo pelos nosos la-
vradores.
l'm grande concarrenle se prepara pera abastecer
de asstiear os mercados europeos.
Com etleilu, com os grandes capitaes qm1 evisiem
no imperio dos czares, com a abortara tas vas de
rortifii'inicar. e de oulres melhoramcnlO' projecta-
ilos pelo imperador Allexandre II, c queja* \>'->
sendo inaugura ios, c con a I vire navc:;:i l.dtico e do Mar Neg, concedida a lo tas ai nae.rtes
do niuii lo, |o minio provavel que a Rosta ven ha a
reptementar ii'um prximo futuro um papel moito
importante nos. diP,'crent?s mercados da Europa cen-
tral e occidental.
Segundo a caria leosraplitca de I'Muardo Slol,
ccleiire chimicn le i.'rlim, mais ile melad*1 da -u-
perfieie da Earcpa, onde prodoz a beterraba. p*r-
tence a Rossia, e lea astado al o presente quaai in-
culta.
Ora, se o< Ircs mil operarios que estilo embrega-
dos na cata dos Srs. Derozne e Cail em construir
apparelhos para o f;il)ric do assncar na Russia,scr-
vtodo-sc das poderosas machinas de que dispe estes
celebresconstrocloro, pudendo de mais a mais fazei
cada um o trabadlo que cem homons eseculam por
si s e manualmenle ; qui* quaolidade tic appare-
lhos nao poderlo fa/er ; p estes apparelbos, sendo
applirados sobre urna tona (o vasta, como a des-
crtpta por Eduardo Stol, qoantos milhoej de arro-
bas de sssucar nflo hflo de *prodazir ? E ne-le c?so,
he forn de ddvida que o nosso lia dcsoTicr una zort-
ra desabrida*
Para occorrer a semelbantc Inconvicntc, compre
aocmcnlar a producrfio entre n:', e de ama manei-
ra mais econmica. Assim, be de erante urgencia
que vs noss) s agricnltores s- preparein quanlo antes
para sustentar a lula para que r. Russia so esta1 pre-
parando, a quid necesariamente Ihe sera* mais til
e ventajosa do que f..i a da Crimea. Compre que
Iratem de Introdozir apparelhos aperfeicoados, ou
Cada nm de per si, ou por meo da asfociecSo Jos
capitaes. este elemento prodigioso da grande rique-
za e prosperidade de varies nacOes Iraosaltan-
ticao.
Emim, admira qu a Babia t* a pequea provin-
cia de Macei ]i tenham dado alaTuns passo odiante
de nos, introdazindo apparelhos mais perfeilos, e
que I'ernamlmro ainda sic! ;is pruadas dos nossos
avs, na esphera da agricultura.
Agora fallemoi sobre nm a^umpio daDalareza
diversa.
A historia de lodos es novo* cathlicns 'err.onstra
o maenifico procresso qne tcm feilo a reliciflu do
Crucificado, e quanln lem influido no destino da Eo-
ciedade a palavra dos ministros do evangelho. Nao
lie ne,cjssario recorrer as cas remolar do ehristlanis-
mo para provar esta asserrfln. Km nossos 'lir.s o en-
tra nos tres religiosos eapurhinho, que esistem no
hospicio de Nossa Senhora da Penha, prc*tam todo;
os annos serviros Iflo impo(lantAs ^' relgiflo e a
sorir(ade. que eapanlanh
I'or vezei lerooi narrado os Iriomphos desloa ano*-
j lolos da palavra divina, e eada oia a Iqolreaa ci;'s
, mais djre jtot i nrayi.tjjpa c jpnfimcitti ...^.t
Fr. Ca :tano, fazendo predicas, e smenle com a pa-
I lavra de Dos, eaia1 levantando um reeothimento
para 2ti0 rphalas, o qual tem dentro dos sebe mu-
ros acommodacOes como as melhorea ronhecdas.
ltimamente reeolhen-se n reverendsimo Fr.
Sealim, une andava em urna excarao apostlica no
norte.
Em Sinta Rila, perlencenle a provincia da Para-
hilia, missionou dia 2r, eoneorren Jo sempre um povo immenlo. Km
0 dias fe/construir o gaveto da aachristla, qu? se
acliava muitodeteriorado. Bmpr^henden-eea grande
obra de um cemiterio re (H) palmos em quadro,
nivelnu-se o terreno, que tlnba mudas elevaees,
e lodo este Irablbo oi ezeeolado eaponlaneamenle
pelo pvo, que nunca se popou a fadiajai de qual-
quer geaero.
Em Lucelia nvs'innmi desde o dia 10 li o dia *2\
de dezembro. Ahi apenas pode cerrar < eemiterio,
que eslava em um campo aborto, e rclchroa muitos
casamontos.
Em Mamansoape a mi*s8o foi muilo brilhar.te.
Dutou ll dia- e "mprp asslsttda por grande con-
euraa tie povo. Tambera deu principio a edificando
d om eemiterio, em eofo trabalbo se eropregarara
a porfa-todas as pessuasdo lugar. Foi um esplen-
dido triumpho pura as doulrinas Fallecern dorante a semana ;> pessoaa; sen.lo,
16 homens, 10 mulhcres, e tti prvulos, livres ; 1
humen), -J mulheres c 1 prvulo, escravos.
A cabo m con asc neeocio, em v*rdade puoeo lu
n:is i. e que lamanho* prejoizos c tusara, e nem mais
mu lellra.sahira1 de nossa peona a' esse rcspeiio.
'i cmouaulo soe!.emos que em San-Jos elle he
l'-'o em uran.it' r*;a!a, t*-iiiu:::> paciencia, ICremos
i n ex ora veis.
Ilontein s do correte), cheaou no vapor/'a-
ramif o Sr. Beraldo Joaquim Corro, que sabendo
eomprehender as lirOesque rocebeu do distinti ar-
tista drama tico o Sr. Joo Caetanu dos Santos, por
alumas vezes que aqol esleve, se dignan honrar-
nu< e m a'utim s representarnos no Ihe.tlro particu-
lar da ra d Praia. Folcnuius muilo que < sse dis-
tinelo moco se nche hoje enticns, e desejsriamos
qne ainda mitra vez nos quizes-e dar o prazer de
apreciannos o s*u genio dramtico.
( vapor cflmperalrisAj sabido para os pnrlos
do eul, conduzio os se au i ules passaaeiros : Dr.
SebastiSo tionclves da Silva e li escravos, U=u inun-
do ("arli' l.eile e '1 esrravos. Simao de Smpalo l. le e 2 escravos, I>. Igoez de Castro Soma l.ima e 1
criada, Dr. l.ui/ Francico da Silva, sus senhora, 1
lilho p ii ecraviis, .loan Francisco ISiheiro, Timofeo
Korceno, Francisco F^riiandes dosSant s. o tenon-
le Joio Maria Pelra Bitancourl, s-i senhora, 2 ti-
Ihos monures e i cmara da, o desertor Candido Pe-
reir de mu Tiaga p. ':. e^ pracsj9 FilipnedeSan
Tiaao Jorge e sua irmln, 1 eseravo de Joaquim Ui-
beifo Pontee, Billazar Rodrigue* de Oliveira e es-
eravo, Jo> Casimiro da Silva Machad'*| Gregoriu
P.ies do Amaral, Manoel Rilieiro Brrelo ce Mene-
aos, Ileni.eneu'ldo Alves Can 'ido, Francisco Coe-
|ho di Costa M illa, Joaquim Jos Ferreira da Cos
Rebimbas, Jos tjonealves da Silva, Eustaqoo Gor-
no, llionizio Rodrigues de .M-llo Castro, IleDriqoe
Duarle Rodrigues, Manoel Antonio Surpardo, Ma-
riana Janota c ^ lilhos, Julio Caslarrbale < t lilho
menor, Silvino Severino Mlveira Silva. Joo Fran-
**i-co i'.opomuceno liis, .loan I'iuto Dmaso Jnior.
Marta Joaquina da Porciuncula c Clara Mara da
Anuunciari.
.//' an.aitJitia.
A natureza lie sempre nJRi '"'l lenipo nenhumlNflo ; ile certo
ella Foi madrasta, o nones o -cm.
Sysl 'tna tica men le, a Ierra bem preparada, con-
serva a'sua prodigiosa fecundidade, guardadas as
devidas appticac5es.
S-, pois, a boa razSo nos moslra o espcclamlu
bem triste que representa a agricultura antro im, o
Roverno, visto como os partiruliresos pro prieta-
rosnao teem reunido as suas forras para melho-
rar a sorle 'la aerieoltora que cou*titue urna das
fontes de rlqorza rm todo pas, o governo, di
Ziamos no*, tinte de coa ljuva-1.:, de sua parte, ja
pruiiiovaiido as*ocitc,Oea aarioolis, ja prorooveu-
do encolas ruraes com n InstrncrSo primaria, on-
Analysemos pois, Laranietraa
eommerciaes, interiormente.
A rid.tdo de Laranjeiraa he de tanta importancia,
que independenlemente do coocurso de nutras loea-
li lades, el 1. nos pode abastecer de Indo nanlo pre-
cisamos, com bem peqjenas reatricc^es. A uran e-
za relativa de sea eommercio, a riqueza de todo seu
municipio, a ferttlidade de sen terreno que lantss o
Iflo variadas pro luecSes oflerece|lie o testemonho mais
esoressSO do que levamos dito.
C por ventura Laranj*irsa he destinada somonte
-fe eommercio, em que ella so ach circo inscripta ?
Crea! prr todas as p.irts eslradas, meio de com-
rouuicac^te, per trrra e por a^oa, de maneira que
deera o mais re lu poasivel f-iccis entradas a Campo
de Unto, Itabaiana, Simo Dias, com lodos oa sen*
derredores, ele. ele, e vos veris Laranjeiraa dupli-
car no seu valor de importancia.
Como sp puje explicar essa feira, alia* ifio concor-
n la, em Lar-.nueir.is, de S a S de das pessimas vias do coromonica^oes, qoe se d>o
ni directo eidade, assim como em lo la provincia,
shecedendo desta sorte que lodos os concurrentes es-
paeem o leo o, e poupando assim as forra-, a pe- i
qu iransportain os seus gneros '.' RSo vemos que ou-
dos pin luda comarca, sempre que o destacamento, era cedo para desamparar a medicina: receitei,
volante lera de movsf-se de um para outro ponto, fclizmenle.o doenlo ruelliorou de mudo, qoe'conse-
A humanidade pedia que taca Infelizea rossesn loeo &oio andar.
julgados para aaberen dos seas destinos; pnrem Cltimamente um irmr.n desle doente foi sccom-
quem preside aos jurados n.lo da' cavaeo, esta* de netlido de uros m>eliU.# I-oram dirigidas c*tn>l-
residencia li\a na pas-a^cm do Joazeiro, e faca Dos las aos Srs. Drs. Sarment. Carolina e a mina. Uuaa-
bom lempo :nesta vdla ao menos o jui?. municipal do no Nalal eslive no en^euho, pediram-aac pora
snpplente vui desprononclando a todos os proressus examinar o doeuti ; fui, e julguei prudente e til
ainda meamo os dos crlraes mais horrorosos ; so he recummendar-lhe, que se viesse tratar no Reeife.
nornaora corapaixgo, ou par outra cousa que elle j Meu coiielho fji seguido; e quaudo n doculo
faz islo, nao sei, purcm em Cabrob, oine Ua preso* rheuou, cunvocau para urna runferencia os Srs. Des.
pronunciados ha Ires e mais anuos, causj dur de co- Sarmciilo, Aqoiuo, Carmn, a V. S. e a rr.im. |bs-
rae^o alo ao faxcr Irabalhar all o jury, Kazem tres f pon da cx>nfssfaneia fui V. s. escolhido para ser
ancos que .'.(lucia povoacjlo he villa, e nada de ju-' assistenle.
r los. Solio a polica d.sle municipio IimiIio muilo Onde esla aqui o dnenle de V. S. de que eu (o
qoe Ihe dizer, porem guardo para outra unssiva, na mei cunta, e que depuis voltou sjesj seus coitfados !
qual Ihe eonlarei cousas bem eatranliaa. o petnaeiro iloeuic deste c*m, a nu timava ro-
Adeos. Acredita qne Ihe desejo asado, dioheiroe mediu de \ S. nem de outro mediro, quandveu
ar de espirito, porque sou seu liel ami::o
O H w klano.
de os meninos poasam receber os primeiroa rud
melos theoricos pr^tico* de urna industria i:u he ira sej i a causa. Afaatai estas difllceldades, depe-
i.io importante e acommoddda c> circumstsneias da daca iodos o* obstculos, diminu a exlensfio do ea-
mnho, i.Mi-lini urna ponte no lugar do Vasa Bsrris
onde rom as endientes s? torna qua-i impossivel a
passagem de Smnio Dias, elc.e o eommercio de La-
raugeiras sera* diariamente asaz concorrido. A im-
porta rao interior da eidade sera'om glande ecala.e a
pr* viucia.
Esta medida ja foi lembradu na Tranca, ond o
guvemo com a k-i orqanici de I "> tornoo obrisaturio o ciisino das nocOei elementares
ile agricultura as esrolas primarias.
Avanzamos, cima, urna proposi^So que I al vez exportado tera' a mesma sorte.
qualiflquem-na de errouea : p'-r tanto convra e\- Os negoeiantea da eidade de Larangelraf, serao
plica-la. mais salisfeitos, vendo o consumo diario dos ieos ge-
Disseraos que se devia estahelecer escolas roracs, eros em alto v lor. Os po-teres provineiaes devem
onde us meninos podessem receber os primeiros ru- concorrer para esto fim .o faci he de erando al-
dtmentos theoricose pralicos, ele. cauce, mo so p;ira a eidade, como pira a p
Como, pergnntar-noa-bal, so pode ensnar aos cia ; e o pala muito lucra, sempre que urna
meninos as escolas rudintentos praticos da acricul- ira df suas provincias vi loman lo *>randia^as pro-
tura ? porcOes.
E nos respondemos, qoe he possivel e ulil.A Soja como (Ar, nos prevenimos as vas do coromn-
theoria consiste na etpHeaQflo racional da pratioa : nicac/o para Laranaeiras, devem sir feitas e nao
Sr rr-tortures.Confiado na benc.olencia de
Sme, para comigo, vou rogarIhes o especial favor
de poblicar no seoconceiluado Diario a carta.que aos
benemritos membroi ii assemblea provincial diri-
ge o vnsso assienanle c constante leitor.
Franrhco Cordeiro Catalcanti.
Engenho Cumstv H dr marco de :S">7.
Illnis. e Exiih. rtrs. diputados da saseinWl le^i--
laliv.i provincial de Pernambuco,<>oa ido u Cicero
brasileiro o ronselheiro Dr. Sanio Teixetra de .Mu
celo na abertura da presente legislatura vos c*poz ;is
necebsidades oa provincia, qu- illu-tradjinenle ire-
snle, d*;
80 e-queeeu,
tratando sobre o* eemiterio
verdadeira InformacSo dos
os que foram creados por can
como era de seu dever, e
nao vos pode dar urna
Ihe receitei ; o segundo foi meu doente, ante de
ser le V. S.
Ora, Sr. Dr. Ner>, V. S. Isla pensoa muilo qu.si-
do ciluu este faci ; e de proposito roufumjio m
dona irn;oi. ptra *e poder utilisar d lesaboDo. M engansaa-ae ; 0 a^ora V. S. nao tesn
qoe ineTi'ptitai.
O proced ment de V. S. referindo-sc a estea den
I caaos moslra bem a itrnvel crie em que V. S. >v
lacha entre o desejo de -p ilvar de minha justa oc-
ru-ar.io, e a imp.i-Mbilidddc em que esta de o -
seguir*
Sua postlo lie gal a do naufrago a' que o de-
sejo ds se salvar leva a ter i>| r.-n^i de qoe urna
dbil taboa o posan condesar oeeleesjo a* alguma
prats. lie qual a possc^hi do muriltuudo, qe ins-
\ timado pelo SRMr da e\is1cnM, auimado pela eipe-
i riencia de vivcr, que Ihe pefSBMJUO um Surriso aiud.i
,,;:: os qoe foram creados por causa do cliolera-morhnv "' ,|av Jn ""', u'" /-"*.
nrov'n" I- r ihe fallaren, os nados, que I., muilo rtqohitoa : r,no dS 'M^ai.as do naufrago e d
," das competente, autoridades. Vos disse mai,!o pre- **1 "c"'fe V" rui'rrtlll!l '" *'
.a "J" claro presideutefqoo conliuoava dar ardeos paroslo \9vMo "loJa.'j po.q..ei: taboa .
pratic.i conaiala na expliciir.'tu raciooal ta lUen-
ria.
Qaando cu digo nue he nerr^sario para a cultura
H<- caria, porro da Ierra lazar lanas o lanlai lavr.n
eom lanos e lanloa c*Aim<(ros da nrofuqdidad., o
frquonlea aradsdoraa al q.a llque cmplelo bei-
lorroanipiilo tUt olo ; qoaodb, por o\cmnui, iIil-"
que he preciso enterrar lanliae lano* nado, aobl
larda. Por noasa parle, diisemoa pie qaand os po-
deres provini'iaes a' ii le
esperar, os interaliados derera molter mos a'obra.
A passado lio a piona garanta do tuturo.
Km nutro lempo quando S Chriatovao era a si-ile
do jovorno prnvinrial. d? muilo lioa menlp confeasa*
mos quo npulium rereio linliamos te sua inflaencia
II II.V DE KERNANDO.
t.-iKirtel do comtnanoda prB*idio ile ''Tinado de
Soronha. \'\de murro le ISjT.
OHDEM lid lll.\ N. I.
t) governo de>. 51. o Imperador, lio.v por hem
por aviso io Si lie jiiciro ti 111 ru conTerir-iB. u
rommando desle presidio, no (u.l acabo >lr- sor em-
poaiad. Pela lercira vea me arho nesla Iba, aeo-
cerlo a larefa ilc .iirisir os hometis, mximo n:is eon-
di(&es om qii" ss aclum aquello de quo e compOe
a maioria diw babitanle desle poni. Eiforearnic-
hci por manlcr malleravel o pai c Iranquillida le da
presidio, c no desempenho desle dever, cont com
a recoohecida lidelidade e suli rdlnacSo da tropa, e
com a lealdade dosdlveno. empreevdos. Paral qoo
a iimilii adminiatrafilo so faca sentir por fados de
joslira v liumnuidade.
Nflo me imporlard eom o pasudo de cada um, o
oli.ervarei n eomportamenlo de lodos, e por cll
paolarei o meu procedimenlo. Aos senlnciadoa
recommendo qoe se compenelrem bem da poairao
em quea adversa aorta os collocou, e lembro-lliea
qu.- he somenle pela rcsi^nacfio e obediencia, que
P'Mierfio alcancar a benevolencia dos superiores, c
Suavidad, de ^eu malc-.
Em ciiinprimeulo ;is orrfens do K\m. Sr. tenle
general e commandanle dai armas, exarada na ur-
dem do si i n. il e 2! do me pretrito, oaenhor
capiUo dn ilcriir.u baialhao Candido Leal Penetra
pana neata data a lomar ocommando dode>taea
nrelo, Carneiro Uarhado l'reirc, com lorias as rormalidades
(e silo do csl\ lo, e a ser emnr?^^iio no meamo des-
i.H menlo o leiihoi alferea o oilavo, ambos ile 11-
anlarl., Manoel da Coala da Poneeca, em locar do
aonhor tenlo Carneiro, qoe tem aervico arma de inl'anlaria Aulonio .Mana de Castro Del-
gado, lomar o caminando da fortaleza aos lleine-
dios, recebendo-o do Sr. alferea reformado Joaquim
dos Sanios Revea, qoe ir commandar o reducto da
ConcricAo.
O servieo conlinoari a ser feilo de conformidad
ilE Jue ai circomalancias e experiencia indiquem .
ii. ceesidade deaeram alteradas uu revocadas. .<;/-
ionio (funes irnl, coronel commsndaale, Con
forme, Coureurtt Jos fontUo, ajudante.
tntee)tm4
eos de estrainc, etc., tenboamplesmenle en-inado a commerclal, que sempre foi inferior >' de l.aranaei-
rai. Hoje porom que a capilat da provincia se acha
em om ponto einiiienl^meule cninmcrcial pea sua
posirao, eonfe*samoa lainti?m de boa mtm^, que a
nao liaver uina providencia Bobr. o svstema ile niin-
miinicarao entre as villas, c mais limares, que cou-
corsem ao eommTeio de Laranaeiras, leinfio vira,
e nao sera lonae, que Arae.tjii attrahir as ahundau-
cias ile Larangeiras, e esuoiara' o seu caimnercio.
O remedio pnrtnnlo est na allura do mal.
Kstas mesmaa obtarvacops, com pe<|ueua< limi-
laces, applicamii a .Maroim e Batnela, cidad. po-
P ilusa, frtil, e de delicias. Maruim allrahindo cu-
riosamaele os eaurangeiros, que para la' eoneorren,
prometle (anihein ao futuro grandea resultados em
seu e-mmerrio; o nue prova muilo hem, a hnpur-
taneia do logar.
Paearooa anda aohre Laraogeiraa urna seria oh-
seivaeao, e he que sendo ella o nico poni rnm-
mercial da Providencia, que pode acudir de nromp-
lo e melhor as neressidades da nossa novi*sima ca-
pital, sita a margemldo Cotingoiba, no Amcajii
pralica. Qu.indo ilou a raiSl de tudo isso, tenho en-
alnado a iheoiia. '
Porlanto o oso da enxada. dos apparelhos arato-
rios, nao conslilue senao a parle mecnica da in-
dastria rural.
Perdoe-nas o leitor esla nossi pequea e homilde
cxdicacao.
Fallamoi da cal como rorreclivo, n he nicamen-
te de.lo que nos oceupamos com 181108848 rcllexocs.
O Sr. I.irardin com umi eariosidede louvavel pro-
cura mostrar os helios resultados na applicacau dfsle
pruceaso. Oslerrenoa arcilo-sihciosus, por esemplo,
que nao leem aoflicieole qoantidada de combinaQOes
calcreas, e lamhem os arenosos, bomldos e grsni-
tieos ; assim como aqurllcs, onde a mlure/.a he fr-
til, nos junco?, estivas, fetos etc., todos csses terre-
nos precisan! de urna tal applieaco. Nunca devem
porem er alagadieoa. Vejamos os proeessoa como
mais feralmente o-"idns, de que trata Mr. (iirardin,
os quacs sao dous.Consiste o pnmeiro em coltocar,
' iguacs dulanciaa, pequeos montes de cal sobre
verdadeira InformacSo dos estados em'que i. acham J^f ,'""U' ''"P<"'". "s prome.,. do roe-
cbolera-morbiis, Irt,ro- q"C ,a %" '"' c da.er. Ma. a.-.m
- domoribund.
s de V. S.
,....- que V. S. m
aerem os claveles sepultados uas rejas, >im nos ll"'-n"- lie 'V*":"';ei"e baca para o M|var
camiterioa. fciscomo v >. soMraMi-M ao lerceiro ponto dr
He sobra este ponto que penalisada o meu cora- ID.nl'1 "??**' ,.
co da mais viva do., vos endereco eall pelicio rio l,""sle ^ "" "* 1u* fo' ,a^'",a "* '<""'
caridad. chriaHa, para qne marquis ni lei do or- ""'.* , cemento urna quola para rondarlo do crmilerio ea- Y" S; r'" lur"l|'ltl labelecido no patrimonio de \. Sr.....o Pilar, da fre-1 f"'"1' '", 'Bu"" l,cm- '"" ""*>" V1"'
goezia de N. Sra. da Coneeirau d Iumaraea', por Ie'- I"1" fo'ponto digia.
va do lerrivel sanees. Cajo remilerio se acha como I du,,,le '"" } 1ac J ciiisado de
pa'to de animaea, causando per essa Talla de relenlo I so"rer ;,"'*' "'" '"*"' '" 10e ,lnhl lo t0"-
os mais senlidos pranloi. a quem all ve, e vera -e- j ''^'/avelmenle eom o liatamenlu por iiiiin preacrip-
gondo as ordena do Rxm. Sr. presidcntr enlreuoc so
o terreno, es quaes se vo e-palhamlo com iaualda- j goveroo deve quanlo antes, melhoraodo as estradas,
de, quando se acham pulverizados pela accio do ar : I facilitar 18communicacoes de una a' outia eidade,
osegondo differodo primiro: cobre-saos montes| visto como a necessioade de*ie succes.o he urgente.
poder do devorador lempo os resloa mortaea dos
niiiis charos dbjectoa.^ao he preciso dizar mais sobre
essa necesaidade,poi quanlo vejo un cada um de vos
um vcriladeirn chriilo lilho de Jess-t.hrislo.
Siulo nao conliecei-v-i-, Srs. illustres deputados,
apenas conheco o film. Sr. Dr. Silvino Cavalcanti de
Alhuquerque, a quem cousasro cordial estima :
queira poli este digno membro da assen.hla piovin-
cial ergoera toa cloquenle voz sobre o a.sumplo de
minha peCfO, que como ori;an dos meus coinpa-
rorhianos vos imploro.
Srs. represenlanles,da vessa aabedoria espera o!miis
favoravel acolhimento o vosso palrici.i e humilde
servo.
Francisco Cordeiro dn-alranli.
Knsenho umalv i(i de marco de IS7.
ao

a Nao devemos, senhores accionistas, diz elle. I
deitarmos os nosios capitaes lerem delapidados nes- '
sa liquidaban, quesera' feita pola directora, deten- i
daino-los palmo a palmo ; e para iso eu aronselha-1
ria de mandar a Porlupal um procurador activo, ou
nomea-lo all mesmo ; os nossos vapores vendidos
em hasta publica, sem haver nuci de perlo exami-
ne este nesocio, scrfid vendidos por dez res de niel
coado...n
Entendc que a directora que linha a sua sede no
Porto, he a nica respnn-avel por todo o daino que
acompanhia sollreii.como se prova por muila-rezes:
entre outras, a creaco de nina deletiacno em Litboa
sem estar autorisada auirmeiHou as despezaa la ad-
minislracAo hiirrivclmente ; na construccrio dos dous
vapores, os accionistas foram ensaados e pacaram
muilo mais do que deviam ; os enpregadoa rc,po!i-
saves foram noroeados ssm llanca, c sem seren so-
cios da compauliia, e cujos dainos a rompanhia ha
de pagar ; os accionistas foram redondamente enca-
nados pela directora, dlsendo no seu relalorio de
JO-de asoslo de 1835 que havia um .beneficio liqui-
do de 3i:05:l7>5t)! fortes, e em principio de novem-
bro do mesmo annS, declara um alcance de mais de
80:11(103 fortes, sih haver orna razo queojustinque;
a directora nito linha livroa em ordem, nem um
guarda livros habilitado, ele. ele.
Desgraciadamente este resultado nao era duvidoso.
Quando vin--a que, sendo brasileiros a maior parte
iln>capi(ars enanregados na emprezi. Sahindo os
vapores de Lisboa e residindo oconselho de direccao
no Porto, necessariamenie havia de aconteeer n qne
hoja esta realisado ; mas costa a crer que uina em-
preza csiahelccida sob l.in bous auspicios, e que li-
nha en seu favor as syiupalhias de dous povoa e o
seu concurso poderoso, lvesse tilo infeliz sorle, ac- | pode fazer m
bando como acabou.
Vi.to termos locado ueste asiompto, n.lo sera fura
de proposito dizer algumas pavura* sobre o nos.o
caininhode ferro acerca da cujo futuro ja pairam
alsdmas nuvciis um pouco tristes.
Saudanias e sempre temos applaadido com grande
: *h-laran os esforcos etnpregadas para dolar a nis-
sa provincia com este nselbornioento de um alcance
incalculavel para a riqueza e civlisacao do nosso
paiz. O nosso eiitliuii^suio mo tcm sido modificado
a este respeilo ; ma um clamor que se Irm levan-
tado, depon de cerlo lempo paradlf relativamente
a execuc.tj daonra, nos ha inspirado algumas d:s-
comianc.is aoarca do futuro.
Entretanto igan anrge, ama nova complicacio
acerca do ponto em qne deve ser estabule ido o ites-
emhareadouro da estrada neita eidade.
t) lugar das Qneo-Ponlas fai ponto primitiva.
mente designado, e emboca o empraiteiro, ou quem
qner que fosse, abandonasae a primeira direcr'io qu<-
linha de passar pela liba i'o Nogoelra, e depof tu-
rnarse a oulra por traz da Ra Imperial, rom Indo a
estacan t-rminal nunca foi alterada. E com clleito.
nao poda se-lo.
J.'m doi arllgos do contrato perinille mudar a ,|-
recc.'io d estrada primitivameoU trabada al a dis-
tancia da urna milhapara a direila ou para a esqoer-
da : mas declara que olermimu, una vez determi-
nado, ja nflo poderla ser alterado. Oaelo qne ite-
cretou a garanta para a eonslruegao da estrada de
ferro do Itecife a S.Prancisco, considcrou o lugar das
tunco Ponas, como o nonio de partida para toda
linha ; porlanto, he clara que t-te punto nao pode
ter andado.
Con um aterro, um muco ilifiicr-iinso, que lie i qnasi
ilefronte lo viveiro du Monis, pn leode agora eollo-
car o d<'serab.ircad nosso rooeelo, aeroellianle prelenejhi ni lem por lir.i
a -aii.faca de imbicAcs pcsaoaw, qu ha a d i ser
enrgicamente repellidas petos poderes compii|cnles.
Esla nova directo que sa menla dara-*ilrada de Enterrados, a medida seria com
ferro nesla eidade, lena mullos inron ementes para 80 rio, romo n < consta que -ao
1. Iraaatornaria a [>i >ula da cloade, relalhan- eme i me o snelo, t > > :
Urna enganhosa eapeeolacSu surgi actualmen-
te eolio n., poicn: com Infelicidad., por qoe o Sr.
suhdelcsado de Sanio Antonio ja poz a mflo era qua-
iro de seus mais activos agente-. Enlra por una
casa a* denlro um individuo c di/. :tonhoaqoide
contrabando essa. pecas -e rsgoiao, vendo-as minio
baralo, niaa pelo amor de leos nao modescuhra
que i:.e perde. I);str modo desparta a compaixjlu
e arma o lac^o em que poucos sao c>. qne cao leem
cabido. Esaminadodepoia o esgoiflo he niadapolao,
finissimo sim, masque nlo vale a metade do que
por elle recebe u especulador. Pelizmeole j i esta"
do couhecimenlo da pollcie, felizineile a qoa i nin-
goem ignora os legrados desia enpraeada especu-
lacflo.
Um dos devores do Bttaia para com os subdi-
tos e um ilo* deveres que melhor compre o noss.
gove no, h o de auxiliar os cidadSoa na consec'j<-.io
doa seus fjns justos ; um desses lins oa necessidadea
he a intlroe^fln ou a edncac^lo da intelligencia : ir*
esla urna das con-s em (pie mus allende o m so
soveruo, e ah eslo para prova lo e sas acadomiaa
esa collegios, essas escolas e essas bibliolhecas, quo
I nila de-pe/a Me costain c lano cuidado Ihe mere-
Ceal, Agradecen lo ao governo ersea lervicos lauto
nanlo em na cjhe. desejaramoa tflo somenle que
losse um pouco modifjcailoo rcjulamenlo das bihlio-
tliecas. DMejaramos que por mais lempo fosse flan-
queada ao poblico. Nem sempre urna eonaolta se
uas horas, c nem MIU| e se vai all
para consultar ; mas lea Como for, a r,ora, dada se
lia de quebrar olio das idea, para se reatar s no
oulro da. feni verdade liso nao saliafai e o prova
a quasi iienliunia concurrencia que al ha, entre
tanto que peto sen recolaroeuto o gabinete porto-
goei lem um numero incalculavel de leilore; esta
ipia.i lodo o dia e grande parle da uoile abcrlu e
permute a Batuda dos livr, s o a. noasaa blbliolhecas
onde os cslalulofl nao eonieDlcn que laiam os livros
ii pode ser viailada em urna pequea par" do dia ;
fiea, pois, necessariamenie sem leitura essa rica li-
vraria cinica porlogoeza.e ea.a immensidartede
livros imporlanlPS de que se c-nipe a bibnlhcca.
Esa modificac-.o traxendu mais Irabalho, devia poi
Comegoinle Irtizer o augmento do ordenado .ns em-
presa 'os, cuja delicadeza o actividade em nada sao
causa i!o mil que aponamos. He urna lernbranrs
que humildemente aderecemos,
lio inqualificavel a audacia desdnos e fre-
quentadores ..' i cas,: de labolasero do boceo do Sara-
palel! 1 r.i i noile casas a pol.cia os snrprcudeu
ein flagraole, e toinou lies mesa, copos e dados, e
aa-eguram-n'osque no oa segarais j. ul.i se iogou
furteinenl I.- um verdadeiro ultrajen polica,
be orna iflronl i que .. antoridade n.lo pode i ilerar.
Ao principio qpaiulo um case dessi se dava mu la-
vara .: caaa, i am |ioi algora lampo o jugo
c.'ir.i mostravam que lemiam t prncoravam (ilu-
dir vigilan do policja, mas aaora eucaram >:
fn le e parece qoa i urna resi len u. r..i- ..;,,..;.,
lalv /. o Sr. sub l. Icg i nsar .: un ., ,.i..is forte
'' iv i proc '.':".: j d o .
Mulla vh a necessidade nos forra : fazer um
mal mensir pira evitar oulro fnaior, e m le caso o
pnmcuru sendo um mal em si, fi1 converle em um
: livt. 1 :,i i! ti r ,.' a i rtandade
qt.e se cosiuma faz-T que s> tem foil i
caes j cau ec i- ., .: mi pi ejuiM ,;' tono ,
mas para por a pipulac.au a salvo da l;vdr., Iiobia,
Ale ahi vamos li ., ,,... .D ,.v,,:.
i. t '.' Enl rram e oa sac d m-seS, no
SERGIPE.
Nenhiim meio ha que mal raulllpliqoe as forcas
do linmcn do que a aisociaeao : consegninteineiite
nflo ha iiislrnineiilo moi. poderoso, nem mais (e-
niivpl para o bem, ou para o mal. He assim, por
exemplo, que todos os governoa sao investidos da
rotea Deeeiearil para fazer exeeular as leis, que un-
ir cou-a n:o o senao a expressao legal da vonlade
do corpo poltico.
Por todas as parles, e dehaixo de todas as formas
de governo, ns governantea se a-sociam para o pxer-
c co da poder. Assim o drcilo individual de as.n-
ciarao deve ser reeonbecido, nao de nina maneira
absoluta, porqoe entilo Valeria o mesmo qun for-
mar-se associafOei que se esl'orcariain por destruir o
poder organisado, e seriam outras lames maehinaa
hnsris que niiilliplicariam sua' Torcas contra o Esta-
do. Islo posto, aeria o mal, e nanea o bem o resul-
tado da associardio.
Entretanto pode muilo hem afastar-so o receio
daslp nial, e pude esquecer-sp qualquer perigo,
senipro que na. assoeiaee. humanas preceoer, ou
antes, -e verificar a ronciliaciio anlre o direilo in-
i'.ividnale o direila social.
1) direila individual i propriedad. apparecen em
eonaeqa'encfa do dircito social exclusivo, e elle he
orna prova hem indicativa do progresso da marcha
das sociedades humanas.
Limitados um pelo oulro, o direilo social cresce e
aogmi uta a custa do direila iinlivi lual, e vice-
versa.
.". experiencia universal do lodos o. lempos, c de
t do-, os povoa prova a veraeldado desloa prapo-
aicOes.
lie urna verdade* c nioguom podera contestar,
nue quando um grande numero de individuos se
associam para qualquer emprczo, a responaabilida-
I" se enfraquere, e he militas vezes quasi ne
nhuma. #
Por esta, alm de nutras fazbes, lictn se pode di-
zer. e eu o creioque o progresan dos humen, reu-
nidos em sociedade resolta nicamente do dcenvol-
vimenlo parallelo dosdireiloi individual-, adoi dl-
reiios sociaes.
Quando s minorlal Prancklin descohria a pro;
priedade dos part-raioa, e alirava aos ares o papa-
g.iio de papel dos hrinquedos dos meninos para re-
ceber a falsea eleelrica das uuvens, nao esperariam
lalvez os sabios, e muilo menos a cegoeira do vul-
gacho, que muilos lempos depots, e recebido lila* applieares, na electricidad-, como
temos visto. Por luja as parles lodo altala o pro-
gresso que he a obra e a lendeucia do dia.
O espirito de ass. eiarao para as cuiprezas, a luta
valenle no dominio das"arles e d.-fs sciencias.a car-
reira apreassda dos nconlcclmenloa, o avalemos, os
principio, i ppostos, lodo- teses laclo, sao o mais sig-
nihcativo tr-t munho do progresso que nos apresen-
la a historia da moderna elvilisacAo.
Os difiranles contrastes, evsc calaclviinai que se
obi rvam na ordem moral, poltica e*physira das
cousa., ludo i-so iie eondirdlo indlspensavel, para que
a humanidade caminhe segura efirme ao seu des-
tino.
lie debaixo desle ponto d vista que fizamos a
nosso mesquiiilu ensaio, como preludio as ohserva-
es que vamos aprcsenlnr relativamente i plovin-
ca de Sergipe, pela qual viva eaideutemeute uua
interessamo*.
o queposio, consideremo-la debaixo do ponto de
vista *' sua ni lustria agrcola.
^^ h esta reta^o, aprmenla Sergipe nm Bipecloas-
saz lisongeirn. A producrao da caima conslilue i sua
maior riqueza: he peni que os seus proprietarios,
ao menos urna tersa parte, nao tenham feilo deseo-
rolve na provincia o uso ii:s machinas que lano
'valera na prodaccao do assncar.
Paia psle li :-. m illo c invina nma associa^ i, onde
cinta qu entrando c":n um eapllal propurrional,
mandease vir da Allemanha machinas e instra-
para o engrandecimenlo da agri-
cnltura.
I.einhmm :< a Allemanha, porque alai melhor d.
quena Inglaterra e na Franca, e preparum laea
apparelhos ajo mais seguros ; t lato ns loma mais
osameiile preferivi;-.
. na igualmeole muilo conveniente que ns rro-
; i 'oi.i'i -, da | o-, ir.ra to.i:.i-.<;n ei:: :. ia cou-iilera-
rilo al.-,uns eorroclivos ministrado, pela acioncia, e
acoiiselhadci pela experiencia, applicateia aos Ier-
ren .
A provincia -Sergipe, que conslilue urna parla
' lil a i., tirria ;,, inipcrio da S u;la t.r.i, n.lo
podi.1 di ix r de seguir a roudi;an du seu lodo : ella
.e einincnlem na frtil.
Coiiiliido, u movimenio agrario nao delta de ser
Ui.lio. Entici
com urna ramada de ierra equivalente a 5 ou ti ve
zes o volume de cal, mislurando-se ludo mnito Iipiii ;
no prazo do 15 das, e eapalbando-M a mistura po: j
igual a' superficie do terreno. A Utilidad* da cal |
consisle em ser carbonatada. As dnses em que con-
vm emprcga-la devem ser mais fracis no* terre-
nos ligeirus e arenosos, c mais fortes nos terrenos ar-
glosos.
Nflo queremos ser mais minucioso sobre este
ponto.
Em ultimo lugnr observamos com o mesTO esenp-
lor, que para airar o proveilo pnssivel do emprego
da cal. he preci-o qoe Cala substancia nflo saja applt-
cada aos lerieuus demasiadamente hornillos ; que
soja espalkada na Ierra, ein lempo aeceo, e enterra-
da sm ter rerebido chtiva, e por modo que fique
hem no meio da canuda aravel.
Na Franca, |ll'sica, Flandre, na Inglaterra, c
em quasi luda a Alhmanlin se lem notado que o m-
Hiurainenlo commonfeado Ierra por esle pieio quasi
qne doplica as colbeilas do trigo, e lem ebesado
triplicar as de centcio.
Assim, pais, seria hom qu? os IHUSOI proprielarios
adoplassem es',? corroiitivo, ao renos como ama ten-
tativa de experiencia, llnj que exislem entre Ham-
htirso c n lrasil hoas vial de rel(;ao pelos vapore.,
que il'alli parteni para os nossos parios, nao spria
lao diflicil mandar vir quaesqupr utensilios para a
fhricacilo tU assucar, e distillaco de agurdenle,
rumo hem machinas (! vapor. I.embramos sos
nossos comprovincianos o Or. Sclmisl, que reside
nacidade de Harabnrgo, e enearrega-ee dcssss cn-
omniendas ; elle quo por alsuns anuos ja residi Do
iojj f .hrica^io 'io assucar, se
metiendo prompta e salislaclnria execucao qual-
quer encommenda que se Ihe faca.
Passenio. ao seu coinniei co.
De dia em dia vai .presentando4 mais lisong.ira
aspecto este ramo de ttidusliia da provincia: elle
se acha a lodos os rcspeitas em urna quadra anima-
dora. Segundo a tabella de exporlac.o do aasoer
da provincia apresentada pelo piesideule, o Dr. Be-
Devides, em seu relatorio a assemblea provincial,
pode-se bem asseverar que a produceflo desle artigo
o as.ocar anda nao tem sido influenciada pela
aiielicflo do infame trafico de Africanos, visto como
o augmento, ou deerescimenlu parece Icr dependido
de circunstancial locaes.
Em I855, quaudo nada se esperava da safra, em
consequeiicia dos e-lragos occasionado; pelo llagelld
do cholera, a exporlaclo da provincia por diversos
porto, estrangeiros e do Imperio foi de 11,563 Ogixas
o lermo medio das airohas de cada caixa he ii ar-
rollas) 100 feixos, ti5i saceos, e 2:1,008 barricas con-
tendn 631,993 arrobas a 15 libras de assucar branca,
c 8,605 calvas, 10 fcixos, itiS siccos, e 15,237 barri-
cas contendo ItiK.OO:! arrohas e 27 libras d assucar
mascavado no valor tolal de rcis 2,362:0913-188.A'
eta receita accresco mais a deil8:iW?77Tda
expoitacao de outros generes. Esle resultado DnsJI-
epiro excepcional, como foi, prova um augmento
correspondente na produceflo da provincia.
O esiaiio prospero da agricultura que se vai desen-
volvendo, he por lauto dopltcadainentc salisfalorio,
e ainda mais porque ha lisongciras c-peraucs acerca
da sua continnaeso e permanencia. Lamentamos po-
rem que os puteros provineiaes nflo tenham procif-
rado afastar alguna males que, primeiro^que o.lros,
deveriam ser sanados.
A franqueza rom que nos vamos decidir be niel-
rameute lillia de nossai profundas cotivicces.F,
pois,asim expliqucmo-iios.
Exist.ro doas contpanhias de vapor na provincia :
a as.ociacao Sergipense, e a intitulada Santa Croz.
A primeira be da provinela, e a segunda he, per-
Sao, pois. e-las as necessidades primarias, quo re-
clama o material da provincia.
Para esle fim, he neces.ario nm grandealgarlsroo,
p cuino a provincia he pequea, e nao p de dispor
de grandesaomeaas, foi por esta mema ra/.ao que
di-semos a cuna,que o desvio de doga conloa de res
annoaas, com que tie sulivcuconada a cninpanliia
S. Ouz.se oppe a que se poivlia em exercicio a ae-
ran do goveroo,pelo menos actualmente, neslas eni-
prezas.
Concloimos, promelletulo voltar a questao, seal-
suem houver, que contrare as uossas a.-crcoes.
/.. F. Vtortje*.
Kecife 12 de marco de 1857.
<$oztt&p0nbcncia$.
(.OMAKCA DA BOA-VISTA.
25 de Janeiro de 1857.
Meu charo amigo.Vou dar-lli, noticias niinhas.
e o occorrido ne-la Ierra, para que me lenha sem-
pre em lembraifca, p nao duvnle da estima que Ihe1
con.agro, liozo saude, e a falta mais sensivel que
aoflfro he a de dinheiro, porm conaolo-mo, porque
presumo que mesmi......-a. fiorescente e rica capital
hci de anednirar companheiros que sofiram do mes-
iiio mal. Tratando p Tlicularc.enlp lio estado deala
Ierra, devo dizer-llie, que nclla se verifica un phe-
nomenu singular, e vem a ser que i par da secca,
existe nella tal ahumiaiicia d'. sando grande su'lo aos hahilantes desta villa e das
eircumvizinhancaa.
t'.uia etfeito, anula nao tivemos chuvas que afian-
...... mu uma elle saja man. e que oscriadoies tenham de soflrer
consideiaveis perdas, mas ao passo que islo acontece
o rio de S. Francisco, a cuja niargeni direila nos a-
cliamos, vai apresentando um aspecto ameacador ;
principiou nellc i eheii annoal, e eom lal furor tem
ella se desenvolvido uestes ltimos dias, que parc.-e
um diluvio ; todas as estradas j se acham tomadas,
e o povo principia a iiienmmodar-a*, enlrelanlo
que o rio, sem dar cavaco, vai continuando a eneber
10 um mulo v-r ladetramcnlo asaosUdor. Vmc. hem
pode fazer Idea de uma balalha dada pelas aguas,
porque emhora se ache no centro do prazer, o go-
zando dos encantos da Vanesa Americana, lamhem
Dio denaria de ter as suas clicas, ha dous annos,
quando n velho Capibaribe eucrespou-se, e quiz
mostrar o seu poder.
A nica difleronca qu^ pode haver na coinpara-
cilo he, que o Capibaribe, se nao aealmaase a sua ira
teria de engolir bellos palacios e edilicios snberbni,
e deixar por muilo lempo a. bellezas sem os lindos
saines para hailarom, c verem os requebros dos cu-
pidos, entretanto que o S. Francisco s lera de tragar
caas de fazen tas, chocas, vasantes, rocas c cousas
somelhanles, mas em fim, meu amigo, o rico penie
C'ino rico, e o pobre soflre anda mais, quando he
forrado a perder a misalha ijue poseoe. Tinha-me
estendido do mais sobre e.le a^sumplu, e o liz por-
que sei que Vine, nflo imita aos corle-os que [muco
ou nada se importara cora inconimudos dos sertanc-
jos ^ passarei pois a oulro punto.
O faci mais nulavel e digno de meneflo que por
aqu lem occorrido, foi o da eleicflo e aporaeflo dos
volas para o nosso depuiado, e allianco-lhe, meu a-
migo, que nunca esla villa vio lano*regosijo, min-
ea reinoa nclla (auto prazer ; o rico, o podre, o ha-
bitante das roargeni do rio, p o morador das catin-
gas, todos manifestaran! urna alegna sera igual, (pian-
do viram que era o llr. iirando o nosso represen-
tante.
As proprias familias desenvolveram um vivo in-
lereas. por esaa eleieao : liberaea c saquarcma., ho-
iiiiila-se-iio. dizer .mprestada, cuja existeucia perio": mensqae ha muiloi anuos aaachavam divergentes,
Sra. redaelorenDo leilo de dor, en que me a-
elio, (^'sde oolubro da auno passado, dinji-me a
Vmcs. para por meio de seu eslimavel Diarit, a-
gradecer ao conspicuo tribunal da relai/ao do Mar-'
nhao, os arcoidflns, que Aliiiuamenle proferio a meu
favor, na diinanda, que mov ao Sr. Femado Jos
da Silva, vico-eonanl porlugnei n'eala rnlade.
Comprommeltido na revnlucflo de I8i.". e deporl.i-
do para a ha de Fernando, onde pTinaneci dez
annos, com minha innocente familia,su lri lodos hor-
rores da miseria, lindo denado n'esta provincia, en-
tregueao dilo Sr., na qualidadc de meu procurador
uma fortona eonsideravel, e legilunamenle adquiri-
da por parte de minha inullier. Era decr meu, co-
mo marido e como pai tomar cuntas ao meu procu-
rador,quando me vi em liberdade : jfi-lo pelos meios
compeleules, mas a de-graca, que enl lo me perse-
gua, iuipedto que a evidencia do meu direilo me
Caranlissc o necessari triumpho no lugar, em que
nieu adversarioexercia pennriosa inllupncia.
Appellei para a rel.icm .le Maranhla da spilenca,
que me jiilguu carecedor de arcan contra o relerido
meu procurador, e.spguindo os auto, o conveniente
destino, dous accordflo- espeilaveis Clil breve mos-
Iraram ao met poderoso adversario, que se nao re-
duz impiinemenle a mierias una familia, onde as
Itis garatotn os direilos individuas e os magis-
trados se estiman) bastante para Ihes dar inteira exe-
cucao.
ccilcni prjis os dignos desembargad ires, que in-
lervieram neaia jnlgameolo nolavel, a sincera e<-
pressilo do m-u eterno reconhecimento. Oualqucr que
seja o resultado do met pleito, nos outros triliiiu.e.,
8 que (eolio de ser leva.lo pelo Sr. I'ernandojose da
Silla, jamis esqoeceroi o que devo a iflo nobrea jai-
zes, qoe soaberain desprezar os empenboae liaoa-
aciras promesaaa do forte para altendcr unicamont'
ao direilo do fraco, realitaindo-ma o que me fura
iiiiquamente usurpado DOS luctuosos das do infor-
luni-i.
Son, Srs. redactores, de Vmcs. mulo aliento, ve-
Par:
iduardo Francisca Sogucira Angelim.
10 de fevereir.i de l57.
lo .
(Mi V S. que cu Ihe piule um quadra do estad.
em que vi .. lenle *?
Ileil..lo em runa .OM inarqiier.a.sem poder vestir
semillas,porque luida as pernal enb*rl<* de utrera.,
como timbea lio 11 y reaU c as huma, sendo pre-
ciso firmal-W nos iuuubios de .las p'cxoas para dar
alguns pasas* ; com uma ulcera no alono do olla*
com uma cephalaigia intensa, qne Ihe na prrmitiie
ler uma hora de rcpau.o.
Ouer que eu ihe lembrc o estado em qae V. S.
rereheu, para que V. S. o compsre rom o anli-
ior '.'
O .lenle caminhava lao hem, que dava Iodcm*
passeio, e dansava schoirho e valsa, nvda tinba nos
oliios, n:1o linha dor em parle algiima. e apenas Ihe
restavam puncas -rida nos pos c as oaos, qm li-
lil.mi sido mais rebeldes ao lralamei,lo, porq*. o
doente scnliodo-se melhor, commcllia alg.ns abasa.
contra as miu'm. recoinmendacoes. ,
Esta verdade li do ronbecimeiito dos pranles .
amigos do doenic. iiingucn t atrever' a MSJar-
m'a.
V. S. fez notar ao doente cisas melhoras?
NA/. Vio qua-i curado, di-sc o qoe quiz, porque
e-peando reslobelece-lo em pouc dias conlsva ba-
nr-sede loaros, e a uiim de verguuha.
.Mas seu calcnhi salno-lhe um pouco errad, por-
que no da 20 do crrenle fez um mez que V. S.
reretlou pela primeira vez ao doenle.e ello esta' na
mesma, pas muguein se nao V. S. Ihe conheco mr-
lliuras. Logo nAo tem V. S. feilo msis do que eu
fiz : c oxala' qoe V. S. nao lenta de ron-emir para
terminar o resto do curativo um lempo ignal ao qae
en empreguei para o levar desde a romero ale
quasi au fin.
Eis o deseuvclvimcutn que julgo dever dar ao
lerceiro punto, que m.rqoei para objeelo de nossa
diseara., e de que V. S. se escapolio, orzando
cousa. que disse, e rompomlo e adulterando a tan
bel-prazer oa faclos mais incontcstaveis.
Pelo segn,to routo, paran qual chainei a allen-
eo de V. S para me ajaatraf a differpiira que ha,
entre o xarops lodora-lo de Iticord, e o xaiope de
salsa parrilha cuno iulorclo de polaislo, V. S.
P issoii como galo por brasa, pois nem ao menos a.
uisuou referi-to.
E o que havia de diZer V. S. a esle respeilo ?
Negar ? Nao : porque as receilas exi'lem na balsea;
logo restava-llie conservar-sc mudu.
Assim acerca destes dous punios conlin.arei firme
no que anteriormente peasava; e nao passo ja a ana-
Ivsar o primciro para Ihe expor minha opsai. ; pw-
que hem longe ja se vai seguir, por lauto aguarde V. S. a Miranda
parle de (alaba respula. que comprebandera s-
menlo a refutar o Oo t'atameulo em qoe V. S. poz
o doenle, c um juizo do que V. S. disse acerca da
mercurio.
.Sun de V. S. atiento collega.
Voo da Silco /tamo.
Kecife, de 21 marro de 1857
dla
lira
do os quarleires da eidade do um mudo irregular, o
que nao s aeria preju licial nu prrseule, como u'uiii
ida
: mas
'. i
i
a p
i m ;
lirados
icr a
'obla,
qoal
un
-,-------------------r.-,-----....... r---------, >..... ,. ,,e peiur, o anelo ou o emenda'.' l'ediinoj un
futuro mu prximo ; 2. inleiromperta sobra a ra i que deixem o souetu sem emenda, ou que ntV fa-
t un n, Cumpro remediar este
Em geral, a falta '. conheeiraento dos nossos a-
gricnllores que carecem da precisa iuslructfla nos
dica, mediante urna Bnbven(lo amina do goverm
provincia!, poucas vantagena Irar. provincia,
atientas outras necessdadoa mais peculiares, sobre
qoe primeira se deveria lee providenciado. Oue a
associacao Sergipense he de um maravilhoso e ex-
Iriordinario alcance, e aprsenla um duplo valor
econmico romo uma garanta e importancia eom-
merciaes em prol da provincia, he um fado que nflo
se demonstra, mas que se inoslra. conseguinleinenle,
seria enfadoiiho enamorar ai suas vantagens.
Fazemoi votos pela aua cun.ervacflo, e pedimos
eos seu. accionistas que auginenteni pssa vanlajos.
eompanhia, Moito confiamos no Sr. harflo de la-
roim, cojo cele patritico o lem animado grande
emprezas, como presidente dessa assormeflo ; assim
como nos dmala socios.
E po leremos fazer os niPsmos raciocinios, avaliar
sol o mesmo prisma, e descubrir a. mesmas vanta-
gpns na eompanbiaSanta Cruz '.' Por certo que
nao. Nflo sao izrosscirus prejui/.os, nem desregradas
paixora que nos levan a calas conelnibes; he a vr-
dade, h" a nossa ntima, sincera cunvi'-cao, sobre
ludo, e nao o capricho, quem falla.Expliqumo-
nos.
lodos sabemos, e be una verdade, que nma vez
.Zocoladas as vas de couiirninioacao que a naluiez.i
oOerece, a transito irompanha as aguas.
A constituirn livdrngraphica p corographica da
noasa provincia, bem como as suas lin uea -. exigeni
medidas mais econmicas, qup nao se oppoubaiu aos
seus inleres-.es, conseguiiileinenie tamheni aos dos
particulares. eerlo emprecado. Nao nrotendemoa censurar, sim a
emboan de nossa spinilio espontanea e llvremenle
dada acerca da questaa sugeil.
Fm grande p fcil recurso de lo^as as commoni-
caen", ila p'ovmcia entre si, he a mais verdadeira
neeeswdad. da provincia ; be o ponto [tara onde
devem convergir (odas as vistas dos poderes pro-
vineiaes,
O tarto da eanaliactto do Japaraloha ao Pomon-
ga, entregan par om contrato ao zelo dn Sr. rom-
mendador Travassos, foi ja um passo hem vanlajoi i
PiSq i* esle o nico canal que ofiereee a provin-
cia : ha ooiros maitoi rios que ofierecem mrrrien-
: i resirlladoi na sua caualisacSo ; e i provincia
muil aprov ilaria issn*
Mas, perguntar-nos-ho, e a provincia pode sub-
rarregar-se d* lautai despezaa ? E n< reap :, Te -
riamos ri mp(amenle-*-pdc, e nflo'pode.
I'o'p. porque |^ ella mc id irle, | ira ancmentar a ina grandeza e im-
porlancia nafuracs : o nflo pode, jorque o desvio de
doze cnnlos d res .intua"-.rotn que ella subvencio-
na a mencionada eompanhia Sania t'.r:iz, se nppc a
a a !: r -u!: ido. A provincia he pobre, e bem se
v que o desvio das-e algarhuno a a subearrega, i
Bubcarrega tanto mais qnanlo, segundo enlendemos,
essa eompanhia presentemanle serve mais de sulqus ir
o sea ro mercio ao eommercio da lialiia e seo monu-
poAj do que expo-la concurrencia doa e*1range-
ros ,y<.r procorando os spos parios.v?nham ah deixar
as su; s merr.-iciorias, c levar as da provinela.
lodos reunirn! o- seus e-forros para que fosse o dilo
llr. o depuiado deste circulo. E na verdade. amigo,
coof sso-lhe qna ella be merecedor da svm|Mlua
qu" esto povo Ihe consagra, porque alem co sa ler
portado como homem de honra, e verdadeiro brasi-
leiro na cmara dos depolados, conduzia-se aqui de
la! maneira que lem de licar na Ivuibranra de lodos.
Eu mesmo, meu amigo, que nflo ronhecia o Dr.
Brandan, se nflo de uoiiic, son ho|e uma das pessoas
que por elle acule amais viva afloicao e estima, por-
que vi o sea porlc digno, a sua aO'bilidade, porqoe
observo! que he hiincm sem Impo-tura, que a lodos
acolhe e Irala bem. Alm disto, o que mais rapli-
vou-me foi, ver que eilo ampenhava todas as suas
forras p.na acabar cora cerina riebas e desgoslos, que
aqu existan] entre pessoas de cousideraroe o caso
he que fez moito, e que lodo* ficaram com elle sa-
tisfeloi, consta-a. qup a. me-mas svmpalhias elle
ileixou em i //e:i:a Grande, Cabrobo, Ouricuiy e
ale no Joazeiro, para onde fez. uma viageni. Porem
aiq.la Ihe nao dei noticia da festividade que houve
por occ.is.Vj da apuraran, e principiare! dizrndo-lhc
que a esse aclo concorreram mala da dozenlaa pes-
soas.
.Na noile do da J. que foi o da aparacdlo, hoove
oma finieran de cosmoram8a dirigida pelo italiano
Planori, e aliaiico-lbe que para o lugar esleve mag-
nifica : na da il leve lugar um pomp so e bem ser-
vido p'iilar de cera lallicres, ao qual assisliram nflo
sii as influencias politices de todas os partidos desle
inu.iirr. lo. como 0 juiz municipal, o, homens mais
distincloa .la villa llahiaua du CapiaDsroiso, que
' di-ta dr.la cinco leguas ; na noile de-sa dia houve
: uma representafad dramalica ptimamente oosem-
penhada, sondo a peca que se repre-entoutf vulo
j das cem sirgeos. Eltimou-se o leatim no dia por
! uui Arante baile que durou ate a manlia do dia 5,
I aunde as belleas desla villa e da Capimgroaso os-
lentaram o mais delicada hom gosto no traiar e nas
maneiraa verdadetram.nta encantadoras, Meu ami-
go, co'ihci pela primeira vez a (brea desta verdade,
que o enihuiiaimo faz milagrea, porqoe contra o
que pr -otnia, vi aqai dansar-se a quadrilha, o solo
e nutras damas, rumo se fora na corte, Admrei-me
(listo, e tenho andado eom a rabera a rula, poique
na i -i quem insinoa a esta -.ente lar- deticadezaa.
lie verdade qna o serlao nao esta lao alrazado como
lalvez por la' se pense, porque ca' lamben] rvisic
quem -abe apreciar,a que be hom, e de ve/, cm
quan !n sempre no- (oca alsum rain da luz eivili-
adora. On nenrso qoe.asslslio a lodos estes feste-
Illm. Sr. Dr Ignacio Nery da Fon-eca.licccbi
a caria de V. S. de 17 du crrenle, e achaado nella
alguna Ionices, (ue nao posio entregar ao desnraza,
ppro Iicenca par a suhmelter a' nina ana!vse al-
go m lauto minucias..
Considerando a caria de V. S. na sua totalidade,
lenho a dizer, que ella nflo be oulra cousa mais que
um pedaro de papel e-cripio, que V. S. arromes.ou
ao publico, para que esle nflo diga que V. S. nao
aceilou u du. llu. para o qual o provoque! ; porque
nella s encontr lacios improvisados e adulterarlos,
o nomerosas cilaces, quo nada influein para u caso
em queslao.
Na minha spguuda carta simpliliqcei, quanto era
possivel, ns pontos sobre que devia versar nussa rtis-
cus-ao : empreguei uma linfuagom clara, para que
as pessoas alheias a' scicocia me pod?sscm eompre-
hender : V. S. fugio d >s punios designados, envol-
vcu a queslao de lal nh.curidadc, e a cercou de
taqtas citares, que parece de propnsiU nflo querer
der coroprehendido, paia que aliiial niugucui e--
teja habilitado a julgar da juslica de mulla aecu-
saelo.
Ouem livor compreheiididu nossa queslao, lera'
feilo idea da lerrivel posirao em qae V. S. se acha
pela publicacao, que liz deseu prereJimenlo ; e le-
ra' por corlo pensado cumigo que V. S. s se pode-
ra' salvar neguido os faclos, uu alastando-se da es-
eencia da questno.
Seu procedimeiito tem confirmado esta pravilSo,
como ru pass.irei a dcmoti-lra-lo.
V. S. nega o que disse ao doente acerca do Irala-
menlo, emque e-lava por prescripr.io minha. Tomo
(oi pois que elle, rpi ate a' visita de V. S., havia
tomado o merrurio -em rereio de consequencias fu-
e das ; me disse depois que V. S. o vi-ilou, que li-
nha mudado para um remedio, que nao llie cansa-
rla os males, que alsum da lena de sentir por cau-
sa dn mercurio ?
Interrogado por miin se esto receio Ihe havia sido
infundido por V. S. ", nada me responden, e se as-
sim nflo fosse, elle o despulpara, ptrqoe au queit-
na ver sen salv-.dor falsamente acensado.
Ouviudo mais alsumas pessoas, live a iufelicida-
de d ohlcr a cerlcta da q"- V. s>. l'allou em meu
desabono:
V. S. nega, porque sabe que nestes casos nflo he
pos-ivel ohfer documento' mais valiosos, porque
nem todos tem a eoragem de escrever o que dizcm.
Mas posso alltrmar que clu'guei a' este couhecimen-
lo por pessoas c. mpep ules e fidedignas ; e se boje
me raslaaae aigoma duvida a este respeilo, ella lica-
ria dissipa la com o que V. S. diz er.isua carta acer-
ca do mercurio.
Assim pois se ve que V. S. nao podendo defen-
der-so da justa e hem mere ida acrusaeflo que Ihe
taco, evadio-se negando o fado.
Vou cisura fallar nos dous casos dos doentes de
sua clnica, de que pu toinei conta.
Sr. Dr. Nerv, como Ihe nao treman a nio ao es-
crever un f.co ebrio de falsidade, e oolro adolte-
ra-lo ; e como se nflo receiou V. S. de ouvir uma
refutaran cabal, a' que V. S. nada leria que respou
der '.'
Pode V S. em suas conversaces pelas lujas con
linnar a narrar as cousas falsamente, como lem
feilo, dizendo em mollas partes quo o doente nao
lomara um so banho, nem corlara o cabello, duran-
te o lampo en: que o Ualoi, quiiidu o proprio dm li-
te Ihe deve ler dito que lomava banhos um da sim
oulro nao, e que cortara o cabello duas vozna, por
qoe nestes casos V. S. pude negar o que tiver dilo
para se salvar. Mas quando e-crever, revista-e de
mais rellexao e gravidade, porque as palavra! errip-
tai no sflo arra-lada- pelo vento, permanecen! un
pupel em que foram trocadas, e entilo V. S. nflo
podera' cvadir-se por utn modo igual.
Eu vou dizer o que se don us Juus casos citados
par V. S.
Eslou prumplo a ouvir o desmentido de V. S.
ou das pessoas cot quem clles se (leram.
NAo peco Indulgencia, so me ala-lar da vertale,
denomlnem-roe mentiroso.
Assim cr-luni.-i Hilar qu-in tora sua conscieoda
tranquilla.
(I medico do partido do Sr. Oieiroz Fonseca be
o ii eu eslimavel en llega o Dr. ('."elano de linio.
Quando a logra do Sr Queiros 4bi aceoromeltida
de urn lerceiro ataque de apoplexia, o Sr. I'r. lin-
io i lava Iralandde eu cunhado, a Sr. Dr. (ios.
Senhortt rala-lore*. Iluizera po-soir ".eora a
cloqueucia ilo nm I jeero, na um llemosllieiip., para
de-sa allura nrehor pmter louva o aclo mais imn-
lorio c de mais s ihlimada r pa hoioam lade, do
beneficio de tanta ulilidi I-, quer encarad, pela la-
do do interese publico nuer do particular, qae nai
ministro de esla lo da reparlirAo da guerra poda li-
zer eos pus irmiiu- de armas.
Fallo, senhores redaclores, dos decretos de .l de
Janeiro desl- anuo, e das tabellas q.e Ibes sis rela-
tivas, decretos que libertando da penarla em q..
jaziam os otliciaes do cxercilu brasileiro, prineipal-
menle os de pasto subalterno, por causa dos ms
mesquinhos veucimenlos, os collocou em ama pasi-
eflu mais li.ong irs para si r para os seus am la ha
pouco taiiiinlo- filho.
a paternidad- i essts decretos, se nAo Overa ja es-
cripto o seu feliz e illnslre nome com letras de fina
e esmaltado ouio naspairinas da nossa historia mo-
derna, por tantos f-ilos brilhanles, li i-l.r am-lhe as
deciclos a que mu retiro, pira Ihe dar direilo a'
isso.
C.onhereudo multo de perla a alma magnnima e
o paternal rora;flo do po e xirl.oso mouarchi qoe a
Pltt)\'lDENC! %, para nosso bem nos donu, e na.
se esqueceiido de altender muilo para a econamia
do Ibsouro publico, elle Confe-cionou easedecretas,
padroes de sua immnrtal .lona oe-a parte das seas
feilo., com lal sabedoria e prudencia, qae .agera
o faria melhor !
Honra, pois, e veneraran sejam por lodo exer-
Cilo brasileiro, e por Indo o homem de bem tributa-
dos ao digno ministra do meibor dos soberanos, a
quem igual parle compela uessa bella e nobre ac-
o.
Ctame, emhnra, senhores' redaclores, qaom qoi-
zer liiengeira ao pobre aulor lalas Masas Haba-,,
que elle drsransaiidn sob a pureas de moa mten-
c's, ruga a Vmc. le digne dar em sea prrsslim.i
Diario poblieidade as mesmai. por caja lavar Iba
sera' grato, ennfessando ser de Vmcs. patricia smiiln
venerador e ohrigado servo,
l'm o I'final tmkulUrno.
Peroamboro, 21 de marro de 1857.
:.;.;.H'iicacqq apeMbo.

SONETO,
Ollerecdo a lllma. Sra. D. Anna
.l'i;it|it.ii,i da Silva Lima, por oo-
r.-isi,'io ilc celebrar-so na Ordem
Terceira do Carmo um offino
lunebre, por alma de xua prezada
I). Francisca Eugenia de
Freitas.
Kio roce os labio meus. na moii rita
Meu terno coraran, ralai Modada!
flocage. I
Como vejo, man Dos'. especio humana
O rigor aupnorlar da morta impa ?
'.'e a inroceacii. a virluae. 'rampa fra,
Di-pena, sem ceise.r, lia vid) Ivranna !
S* a divina clemencia he snh-rana,
l'.ou tuda qne ere, neila confia :
Porque assim nas entrega a' Iviannia
De lao cruenta fra deshumana !
i:um,,uiij,i-vos, Snhor, ver desmatado, a
Sobre a Luisa que cobre a sepultura ;
Olerni.-imo esposo malfadade !
f. os filhos e netinbas, qu* a trillara
O prai.lo Ihes arruaca. n'um s brado
Da mi, il'avii, : .mentem desventara !
- Barreiro*.
IseanSa^BBaBaBaBaBaaBnaaaBzl
lis.
.HACA DO RECIFB 21 lK II ARCO AS
:!-.(>RAS DA TARDE.
objaclos do sua nobre
e lalvez nniea dt -
as livos da -
1 foi sem duvida O maior qu- lem \i-lo -l s mar- rae, que Tal be a verdade. ile que senao pode di v; ler, a
idiulria, lio a causa primaria, j menos que o capricho c a prevencao o pretendan).
lelhanle mal. Muitos -aa. Conlinoi
acia, das quacs um he a; Entro* os diOeranlea logare* da provincia, onde o
ra naloral, porque olio su os prenles do
l'r. ISrandSo, qua gozam de grande influencia, lem
numrelosamisns laiubem inllnenlc-,- os quaes se
i.lo- rain pelo seu Irinmpho. como igualmente
c:a : primeira vez 'fue arte pnvo via cm sen ein
um candidato viu lo des-a capital, rodeado de aym-
pailiia. pelo -u patriotismo
liilonniriiii-me que no Ouricurv lainhni bou-
ve.-.' ii-n o.p!. ii lulo j ::it.:r, p >r oc. usi.'to da el i.;a:i,
ma di* le n ida ronl i, porque nao assisii a elle. Em
conelusio Ihe dirci ijue houveram aqui bellas pra-
d .' poticas, das quae nAo Ihe remello una
copi i, poique nfto pude adqnirir. Passo. a outra ma-
lcra.
De mnilas necessidades que senie esta comarca
lem que se ocropar o nosso repreaenlante, romo
rms delle esperamos; urna dellas refere-se a admi-
l'.olarf.fj ofliriaes.
ambin sobre Londres .it| (o ,.v
ur..r do Canal bom rjrjtno por
Han i
A
sacro
por arreba com
rederiro RaUttimH, presidente.
.". Horaet, .ecretarir.
ji-ier reentrela.I ni cunhada do Sr. Qeeiroz vwo
proeorar-me, informon-me do orcurrido, e en sem
hesitar o acompanhei.
Como he. pois, que V. S. di', que essa doente '
Cs| ". i confiada ao- seus coidadoi ; Qne analoga
ha entre este meu pracedimenta e o de V. S., dei
que o aCCpso '.'
F.is o r.iciu que denominei de improvisado, paaso Sobra l.ondn-., ~ :i( a laa d 7,s a
a narrar o adulterado. Pnwn, :;.vi rs. na* fr. ""
i.ni.in lo ehesnei do Portugal, c -\ae fui pasear uns L,xVoa, 95 pr dr' pTtmit,
da- rom men pal, .adu visitar meus prenle- do en- pll0 .,,. j;,,.,.; ., ,. ,,; or .
no, enonlre um pumo meu quasi sem Are,,,, du Hunco, 10 a 15 de premio
CAMitlOS.
M\*.
eommercio tem tomado um deaenvalviinenlo rpido i lustrarlo dajustira.
. JTl^l V" 1! V r'"U|"-' '"'' '"!ricu.lldo''. e lisongeiro. se aprasenlam em frente Larangeiras, I He uina miseria o qna se v por aqui, nao axislem
e pessiawmeute adulados; os inrutuentos ituper- I Amorim e Estancia. | cadeias, e os desgrarados presus audatn icorrenla-
piuler an lar por cansa do rheuiiiati-mo gotlOSO. E
le doenle liuhi s1| tratado por S.S., que Miando
nu engenho, foi chamado, e por alguna medieae
da eidade por meio de consultas eseriplae. Nflo
oblen lu purera mellioraa algumis, desamparau a
medicina, esperando do lempo ou da algum remedio I Disconts da lettras, de 8 a "lo,
casetro o curativo. Fai consullai o acerca de seus I Dito do banc.__Hato.
ncommudo. ; vi todo o receiluario, e Uiise-llie que I ouro.Unjas lieipanbuias.
eompanhia de Baberinn 54WNXI.
rompanliAl Prrr..uriliurana ao par.
bdade Publica. :tti p.,rcentoda nramin.
!ii lonnisadora. 7y i.|e
Irada e ierro A) pM Opjd. pYrnno
i8'.a50Q
>
MUTnjDvJ
ILEGIVEL


DIARIO DE PfcKINAMlHJC O, SEGUNDA fEIRA 23 MiMAKCO DE 1857.
i
Uocdu de 63MX) vainas >. 169000
c c ftftiOO novas .... 1HNKK)
c 49000....... 9OIH)
Piala.Palacoei brasileiros...... 29WJ0
Pmo> eolumnarios.
. > maiiotoos. .
ALKANIIKUA.
Hund manto do iiilaii.
Idtm do da I......
2&0O0
HMO
7:127i55
3l:000j)920
n
158:128s,'>75
Oescarregam hoje 23 de marro :
Biirea InRlezaLindatrro e caivau.
lli jue loglezM el i lid1> ic.il h.m.
Burea inglesaOberondem.
B- rr.i ingleCambria ferro.
Barca franeenOlndamercaduras,
ffiale porlugucitS. Manuel 1diversos ^eneros.
Brigoe porluguez Laia III lardinhas, queijos
e farinha.
II.al- americano Flync, Eaalebren.
Biigue hambuigoezAmazonasmercadorias.
Biigue urdo Maris ElisaUgedo.
Bngue suecoEmilvfarinha de trigo.
A>NSUI.AI><) liKKAL.
Rcndimenlo do dia I a 20. 7!):H9J770
dem do dia 21....... 2:7008*70

alo.. ,
ceno
8I:8502*0
llVKKSAS IMlOVINllAS.
Kmdiiueuto do da I a 20. 5:748)079
dem do dia 21....... is->
5:7969903
i
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*
1
m
r
<

DIISPaCHOS DE FAI'OKTALAO l'Kl.A MESA
1)0 CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
21 DE MAKCO DE 1857.
Liverpool Barca ingiera Lancastria, John.ton
Patee iS Cimpauhia, 1, > I i sarcos assucar mases-
vado.
KamoBriguc sueco Juno, N. O. Bieber & Com-
panlua, 300 saceos assucsr brinco.
PerloBrigue brasileiro Despique de Beiriz, Fer-
reira S Loureiro, 18 cteos rael.
PorloBarca porlugaeza aKracharonte, divarsos
carregadores, 0(> cascos mel.
xoortacao .
lito Grande do Sul. bnguc brasiloiro Cain.i-
etass, de 165 toneladas, cooduzio o seguiute :
1,050 barrica*, 100 barriquinhas o 200 saceos com
9,881 arrobas 29 libras de assucar.
Bio do Janeiro, brisue brasileiro Elvira, de
1M toneladas, coudnzio o stiguinle : l,3i2 sac-
eos com 7.710 arrullas deassucar, 101 saetas milho,
'i pipas agurdente, 10 ditas espritu, 'i saceos co-
r. decoruaubi, 120 duias de cocos de beber agua.
Liverpool pela Parabiba, brigue ingle/. Albiou,
dn 235 looeladas, couduzo o seguiute:'1,200
srecos com 6,000 arrobas de sacar.
Macei, escuna brasileira Linda, de 153 tone-
ladas, conuuzio o seguinte : 32 arrobas de carne
' secca de Buenos-Ayros, 137 volumes diversas mer-
endonas, 12 pos de farro, 22 .volumen differenles
gMiero*. 933 1|2 alqneire., de sal parle da cargo
cmn que entrou.
liibraltar, brigne dinamarquez Danmark, de
i:l7 toneladas, couduzo u seguinte : 5,300 sac-
eos eom 26,500 arrobas de estocar.
JCBB&0OIUA DE slE.NDAs IJITEIISAS UE-
KAES DE PKRNAMlllICO.
*

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Fumo em rolo bom ....
ordinario .......
o em follia bom.....
a a ordinario ....
a restollio .....
(jengibre...........
lioinma...........
Ipcracuanba .........
Lenlia de adas grandes .
os pcqueuas.....
a i> o loros....... a
Pranclioes de amaiello de 2 costados un
louro.........
Costado de amarello-.lc35ai0|i. de
c e 9 % a 3 de I......i
de dito usuaes....... u
Costadinlio de dito.......\
Soallio de ililo..........\
Forro de dito........t
Costado de louru......
Cosladinho de dilu......
Soalho de dilo......... '.
Forro de dilo......."!.'!!
b b cedro.......
Toros de talajub......
Varas de pereira......
o o aguilbadas.....
b quiris.......... b
E:n obras rod.is de lieapira pita c. par
cixos B B B o o
lii-iKM em praca publica desle juizo no dia 21 do crranle
ti000 e na casa du consulado porlueuez, so proceder a
I2get)0 arremataran dos heos inventariadas por lallerimen-
1*30001 lo do padre Joan da Silva Lobo, cujo escripia se
7>000: aclis em pode do respectivo porteiro. E para que
quintal
duzia
Mel.
Milho........
l'edra de amolar .
b a filtrar .
roblos .
I'iassava em mollios.
Ponas de bol .
Salino........
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola oii vaqueta .
Tapioca.......
Tubas de bni .
Vinagre .......
. caada
. alqueire
. urna
B
B
. um
. rento
. %
(
. . lliein
B
. ceulo
. pipa
9)000
:nkiii
32^1 KKI
25000
I5OOO
1150011
23">0I>
163IIOO
309000
113000
.3111H1
790O0
lOtHKI
S^IKKI
BJOU
59OOO
. 29500
39000
19280
1.J6IMI
19920
1.32SII
2651)01)
IS-rotm
9320
23000
9610
63000
5S(H)
S200
32IHI
31211
I63OO
6.3OOO
39800
39200
.-300
:5a7O0O
ehegae ao conlieeimenlo de lodos, se pasin o pre-
sente, que sera' pub codo e aflixadu nu logar do
coluiuc. Dado c paseada nesla eidade dn Itec'ife de
Pernambiieo, sol o sisnal c sello deste juizo, em 1t>
de inar^n de 1857. En Ualdino Temislocles Caliral
de Vasconnellos, o escrevi. N. B. a arremalarAo he
ao meio da, na roa do EncaiiUmciilo d. 76, em
casa de Sr. Antonio llamos, cuino depusitario. Ifa-
charel Joaqoim Francisco ijuarlc.
\ .'. ?
Avisa-so a iiucm itilfrcssar, que pela
subdelegada do sanio Antonia desle oidade,
l'oi apprehendido, o aoha-se un deposito ge-
ral, um panlinlio do 0 a 7 anuos d
l'AKA' DE MARCO DE 1837.
Hendimento do dia I a 20.
|.lm do dia 21.....
31:1395116
I:00ij993
32:111010;)
CONSULADO PROVINCIAL.
1 endimaiilo do dia 1 a 20. 53 282J6H7
Mam do dia 21........ 2:293*222
55^5759909
PRACA DO I1ECIFE, 21 DE MAKCO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Hccista semanal,
Cambios "- Os saques vanaram da 27 1[2 a 60
e 90 dias, eS77r9 a !)0 dias visto,
fechandn-se as ultimas transacees
a '1 3|1 d. a 60 da.' sobre Lon-
dres, c sobre Hamburgo a 655 rs.
oor marco banco.
Algjdan-----------Vieram ao mercado 737 sacras
que foram vendidas de 79500 a
75600 por arroba deprimeira snrle.
Assacar ---------Entraram 2:5.000 saceos: os pre-
Siis sustentaram-se de 1-5 a 53 por
arroba do bronco e de 99O0 a
3930(1 pelo mascavaoo, ha vendo
pouco deposito.
Agurdenle-----IVica tem appareeido, por cujn
* motivo sabio de 10(15 a IO63 por
pipa.
Gouros-----------Venderam-se de 312 l|2 a 310 rs.
por libra dos s*ccns salgados.
Meios da sola Idemde 3J500 a 358OO o meio.
Uiifre-------------dem de 15KK) a 4960 o cen.
Arroz- -----------dem de 3500 a 39700 por arro-
ba do pilado a vapor.
Agurdente de CBOua
foilc .
Anizela.......
Azeitouas......
Aiefle doce.....
Albos........
Ajo..........
Armas lazarinas .
b hollandrz.is. .
Assucar.......
Balalas........
Baca I ha os......
Bezerroi .......
Chapeos de Chile. .
Cerveja........
Cevadinha ......
(1 tniinio .......
Chouricos......
Carne secca .....
Cera em velas. .
Cha hysnn......
Chumbo de muir.
Cabo de 1111 !-.....
Caf pilarlo......
o cora casca. .
Cobre........
Erva-doc ......
Figos seceos.....
Folln de Flandres. .
Ferro.........
Farinha de trigo. .
Ceifebra em t .
V b 1......
b r......
Licor.........
Lonas........
Massas........
Mantciga insten. .
o franreza.
Oleo de linhara .
Pite
pipas
. garraf.
B
, ancor!.
barril
, ruannea
. quintal
uina
B
. arroja
B
. barrica
.
  • um
    dil/.ia
    , arroba
    . libra
    B
    . quintal
    B
    . arroba
    B
    . libra
    . arroba
    B
    . caita
    . quintal
    . barrica
    . carraf.
    . bolijaf
    . pipa
    . dotia
    . pera
    . caixa
    , libra
    B
    . frasco,
    barril
    a
    Papel pardo.......resm
    Presunto......
    Paios........
    I'imenta da India .
    I'assas .....'..
    Plvora inglesa .
    amerra""! .
    Ooeijos flamengog .
    Sal portme/. .
    o do MaranMo. .
    Sol.........
    Spermaeele ....
    Sabfln de Maranho .
    'i'boia..........miiheir.
    \
    arroba
    du/.ia
    libra
    caita
    libra
    B
    um
    alqueire

    meio
    libra
    120:00(1
    8:500
    i:O 1:200
    10:000
    :600
    . 20:000
    1:500
    :S!M)
    3:000
    000
    20:000
    6:000
    3:000
    3:000
    10:0011
    20:000
    i:O00
    1:150
    23:000
    32:000
    5:600
    7:300
    :80O
    7:000
    3:200
    22:000
    12:000
    1:500
    :il()
    l2."i:(H)0
    i:300
    22:(HI()
    7: :600
    :i.V.l
    1:600
    9:000
    :900
    i:000
    14
    ToBciabn.
    laxos de sobre. .
    V111I10 branc .
    lint.....
    * B .
    n francez. .
    b hrspanliol
    I Vinagre.....
    [AlgodSo.....
    As-uear brnlo .
    Aceita-doce- O de Portugal ven leo-se d 23700
    , a 29800 o salto, e o do .Mediter-
    rneo a 29600.
    Bacalhao- -'Entraran) dous carregamentos
    com os quacs o deposiio anda por
    l*.003:barricas, conlinuando a re-
    lalhar-se de l.- a I i?.
    Carue secca A do Rio Grande vendeu-se de
    59500 a 59800 por arroba, ficando
    em ser 2,000 arrobas, e anda e>
    la' em ser o carregamcnln que
    entrou do Rio da Prata na semana
    antecedente, a espera de melhor
    preco.
    Chumbo- O era barra obteve de 183 a 209
    por quintal.
    Erva-doce--------Vudeo-se de 7S0 a 800 ra. por
    libra.
    Fariohade trigo-Tivemos oda semana dous carre-
    gainenlus coro 2,400 barrica.,
    sendo 1,300 de Richmond, 600 de
    New-Orleans e .>00 de Ballimore,
    e a'maiqr parle fui relalhada de
    269 a 309. e boje ebecou um car
    regamenlo de Trieste com 2,000
    barricas, que eslo em ser.
    Foijao- Vendeu-se le 85 a ti9asacca,
    conforme a qualidade.
    Manteiga -. A ingleza regulou de 700 a 720
    rs. por libra, e a fraueeza de.'ilH)
    . a 580 rs.
    Pasea- ---------Venderam-se de 79 a 99 a caita.
    Descoulo Rebaleram-sa letras de 7 a 8 por
    1. i:ti ao anuo.
    Frelcs lvl.i pouco animados e -rnenle
    consta se ellectuara um fretamen-
    lo para o Rio da Prata a I l|i por
    barrica.
    Tocaram no porlo 3 vapores na semana linda.
    Entraran) : 2 vapores. lv navio arribado, 2 de
    guerra, 2 de bicalbao, 4 com gneros europeos, 2
    com farinha < Saturan) : 5 em laslro, 5 de cabolauem e 2 com
    gener >s do paiz para porlos cslranceiros.
    Ficaram no porlo 57 embarcares, a saber : 1 a-
    meiicana. 21 hrasileiras, 1 dinamarqoeza, 3 france-
    sas, 1 hainborgueza, I hanoveriana, 5 hespan holas,
    t hnllandeta, 15 tngle/.as, 5 porluguezas, | sarda e
    2 laicas.
    PAUTA
    iot precot correntia do turnear, algodao, t mai-
    gneros e proucrdes naeionaei que se despa-
    rham na mesa i consulado de Pernamburo.
    na semana de 23 a 2Sd marro de\K>~.
    Assucar- branco. .;...". (jfc
    a masravado.......... >
    a areOnado........ n
    ' Algodao em pluma de 1.a sorte 11
    B n b b 2.a b n
    su 3." o *
    b em caroro. ......... 9
    Aguas ardeutesalcool,' ou espirito
    d'aguardenle. caada
    -de cachaca .......
    de canoa....... a
    dlitilada e do reino.
    Arroz de vai>--r.
    em casca
    Borracha lin
    entrefina.
    grossa .
    Cac>o .......
    CraVO.......
    Castauba. ..'...
    Cun.ni......
    Couros db Misal. .
    S seceos .
    Ver les .
    Familia d'aejna .
    Gomma peitc.. .
    Guaran......
    Oleo de cupabiba .
    Piaenba em rama .
    I'utiry.......
    Salaa parrilba .
    urocu em massa. .
    b em grao. .
    Tapiuca......
    arroba
    libro
    brl d'5
    a
    pipa
    barril
    arroba
    alqueire
    arroba
    :300
    7:(MMI
    :(iOU
    : BOO
    1:200
    1:300
    :800
    :960
    :W0
    10:000
    830
    00:1)00
    fiO:000
    900:000
    240:000
    2"i!i:t)l)tl
    32:000
    li.-tKM)
    2:000
    2:400
    2:000
    11:060
    10:0110
    5:000
    4:800
    125:000
    9:000
    3:000
    1:400
    10:000
    2O0O
    5:000
    6:Ot.O
    300
    23:000
    45:000
    16:000
    5:500
    1:0011
    12:000
    21:000
    1:300
    1:200
    1:600
    24:001)
    40:000
    6:100
    8:000
    8:000
    25.1)00
    13:000
    22.-OO0
    5:000
    :120
    130:0110
    5:000
    24:000
    7:500
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    :.".(K)
    1:800
    10:000
    15:000
    4:000
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    7:300
    :6'.0
    1:300
    :800
    4:000
    1:000
    :II0
    liOOO
    I 000
    :880
    65:000
    70:000
    310:00;)
    250:0110
    280:000
    33:000
    3:01/0
    14:300
    10:500
    8:000
    5:000
    . alqueire
    . libra
    um
    . libra
    B
    . alqueire
    . libra
    B
    . 30 libras
    . arroba
    . libra
    . arroba
    B
    . paneiro
    . alqueire
    15:000
    :600
    7:200
    :270
    :190
    1:000
    :8l)t)
    :800
    13:000
    I-.-i
    :600
    16:000
    6:000
    4:000
    6:000
    :2S0
    :(K)
    1:000
    22:(KH)
    7:0'J0
    (::>00
    PKECOS DOS METAES.
    OuroPeca........ 16:000
    b Soberanos...... Ueeda de ?. . 8:500 8:800 N3o ha
    9:000
    Once* hespauhnlas. . :10:()00
    " meticanas. . 29:000
    aguias de 20 pesos . 36:000
    I'ralaPatacas heapaiih. . 1:960 Nao h;
    " meticanas . 1:850 Nao ha
    " S francezas.ifi 1:600 Nao ha
    CAMBIOS. iff""|fes27 1|2a nominal Lisboa Hit.....1
    ..... (rraiir. 340 a llamburgo.
    AGtO(Acroesdolt. I2i: Desronlode leras I l|20|(i
    O senle, Antonio Jos de Carvalho. ,
    : tr .0 \]
    "
    49430
    Saino
    5? 120
    7-3600
    75020
    09H)
    19SO0
    a


    (encina
    Licor .............
    b..............
    Arroz pilado...........
    b en caaes.........
    A/rile de mamona ......
    b a mendobiro e do coco.
    a de peiie ......
    Aves raras 1.......
    papagoios ........
    Periquito!............
    Bolachas............
    Biscoitos............
    Cirau.............
    Cachimbos. ..........
    Caf bom............
    b ein grao reslolho .
    com casca.........
    Carne secca......_. .
    Cera de carnauba em pao. .
    em velas.........
    Cl: trillos bous.........
    b ordinarios ... .
    o regala e primor .
    Coros eccos...........
    Couros de boi salgados ......
    b \cTdes..........
    seceos ou espitados. .
    .* de onra ........
    b b cabra rorlidos .
    /> # b caroeiro.......
    Doce de calda.........
    b i> goiaba........
    o secco ..........
    jalea ,......
    Espadadores grandes......
    b pequeos.....
    Esleirs de preperi.......
    Estopa nacional r.......
    a eslrangeira, mito d'obra
    Fariulia da ararula.......
    a milito .....
    a o mandioca.......
    Feijao......... o .
    s
    caada
    botija
    caada
    garrafa
    arroba
    850
    9550
    9640
    9800
    9800
    9240
    9800
    9210
    3>2on
    alqueire 2.31110
    canalla I3I20
    a
    nina
    1 um
    . milheiro
    . arroba
    cenlo
    1 B
    B
    cenlo
    . S
    B
    . a
    Um
    . navios entrados no dia 21.
    lnesle32 das, brigne suero EiiiIb, de 262 lone-
    ladai..cpirao Jos.pl-, equipagem II, Caria 2010
    barricas rom farinha de trigo; a Sendera Brolbers
    i\ C. Prtenee a (iilemburg.
    n...i u. *N"V'.05 aallirfos no mesfno dia.
    tara ,iIm Brigne escuna de guerra fuetes tSpv.a
    comnitn isnle Lurkr.ift
    F*S!nh Pel?1,'nLr*l"b' ~ B:<" '"?le'a Panope.
    Ilf .i' ""''""'laslro.
    Babia Hiale brasileiro Novo Olin la, mcslre
    <.ust,.li Js0 Vianna, carga fazendas c milb 1.
    assageiros. I.narcnr,, ornato na Silva Sania Bar-
    bera, Hr. Lu/, do Espirito Sanio.
    to..le JaneiroBriune brasileiro Elviras, capilo
    Belmiro BaptisU de Sonsa, carga faz~ndas e mi-
    mo. 1 assageiros, Antonio ,1a Molla e Silva e 2
    escra)os budian Araujj Ferreira Jacobina e 2
    escravo*.
    Barbadfie. Hriauo ,n5icl! Elizabelh, eapiUo
    Charles Alian, en lastro.
    Hlode Janairo c porlos intermediosVapor brasi-
    1 lairo (dmprralrizB, comman.lanle Sania IIirbara.
    idaiie,
    111 vtrtudede se suspeitar que lie livru, o
    seu nomo ha Gongala, e perloacenle pro-
    vincia da l'aiainUa do Norte.
    Sulnielenucia des. Aniotiio do Recite, 21
    le marco de 1857.Dr. Paria, subdelegado.
    Di ordetu Jo Extn. Sr. director inlr-ri-,
    uo, se faz publico por cata secretaria, que
    no dia 23 do correte, pelas 9 horas da ma-
    nhiia, deve ter lugar a leitura das composi-
    (desdoa concurrentes a substituir;3o vaga
    Secretaria da taculdnde de direito do Re-
    cil'e, 21 de margo de 1857.O secretario, Ur,
    Joaquim Antonio Caroeiro da Cumia Mi-
    randa.
    Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
    fazenda desla provincia, mana fazer publi-
    co, pata conliecimento dos herdeiros do fi-
    nado Antonio da silva ce C, que em virtn-
    dedeordem do Ksm. Sr. presidente desla
    uicstna provincia, de 14 do correlo, llies
    Rea marcado o prazo ile 30 dias, contados
    desta dala, para salisiaxerem a exif.incia
    desla thesouraria couda em Informaron.
    414 de 24 de julhn do atu.o prximo passado
    acerca do al'orainenio que pretendem do ter-
    reno de mantilla que se aclia dcvoluto no
    Forte do Maltas, n,n trente de urna casa que
    foi do mesmo fallecido Silva 6; C.% isto he,
    que para poderem ter os referidos herdeiros
    direil a esse a lora fien to, derem ptovar que
    a proprindado ilt se trata, anda hoje Ibes
    pertenee, e que precisa de livre e franco em-
    barque, como lie expresso as ordena que
    reunan; laes preferencias.
    Secretaria da thesouraria do fazenda de
    Pernambuco e otOicial-maior. Kmilio Xavier Sobreira de
    Mello.
    O lllm. Sr. regedor do Gvmnasio man-
    da convidar aos pas ou correspondentes dos
    aldinnos do mesmo Gymnasio, para entra-
    rean com a pensSo correspondente ao quar-
    tel que tem de ptiocipiar em abril prximo
    vindouro. Secretaria do Gymnasio provin-
    cial de Pernambuco 21 de mateo de 1857.
    O secretario, Antonio deASSumpcaO Cabial.
    ' O Sr. captl.i do porto, cuinpriti lu a ordem do
    E\m. Sr. presidenta da provincia, dolada de 3 do
    correle, referinde-se a comida n'o aviso imperial
    de 17 de fevereiro ultimo, manda dar publicidade a
    Iraducrcs de avitot, aniiuncinndo aos navegantes a
    estabelrrimcnlo de pharoea na Europa e nos Eda-
    des Cados da America.'
    Capitana do porlo do Pernambuco em i de mar-
    ro de 1855.O secretario, Alcsandre Uodrigues dos
    Alijos.
    TRADUCCAO'.
    AVISO dU4 II.IM.'gdlllC^.
    N.-26.
    lisiados Unidos da America.
    A directora oaeemaslsslo de pharoes nos Estudos-
    Unidos, acaba de publicar o sagniutei avisos :
    l'baro) de San Croil Maine.
    L'm pliarol de mateira (branca ira' enllocado
    durante a presente eilacao na Ilha Grande, no rio
    .I Ssn Croix, alias chamada Ilha Keotral e liba San
    Croix; c a torre sera'sobro o cuma da casad
    guarda.
    A luz apresentada sera' livn, de cor n.doral, c o
    maehinibio tllumiuador tera' do alcance de Fresnal
    quinta clatse.
    O'c-nlro da luz eslar.i causa de 40 ps cima do
    nivel dn amias viva, e visivel na distancia aproxi-
    mada do II miman nuticas.
    D.ir-se-ha aviso da sua latilude e loogilnde, mtrs
    que a lu principie a looccionar. A luz appareceri
    psla primira ve/, no nolis do segando dia de feve-
    reiro de 1857, eonlinesra' a estar acesa em lodos
    as segeinles noltei.
    Luz nos estreitos na itah- de Boston.
    Lina casa de pharol de acaba :c ier e.ii-
    Bcada no Sj.it em trente, i. Ireilosa na Babia
    de Bolln : a csi he um ediOcfo hxaeonal, pinta-
    da nc ama cor parda escura : esta' elevado sobre solo
    pilares de ferro, e surmonla la com urna lanterna
    le ferro.
    A luz be desuad:.....imi ama pera 'afar do Spiln
    aquellas ambarea{Oes, que pasiem por entre u c.iual
    du meio.
    Na noite do I- de agosto este m) depnis foi il-
    lamina ta com urna luz d foros de istia ordem, ele-
    vada a :!~> pea cima da marca de mares vivas.
    Luz (jay Mead uo Sunda de Maithus Vinevard.
    Construio-se urna nova c:isa de pharol sobra osy
    Il.'ad na entrada do Sonda ((Martlius Vineyard.a
    A torre lie edilicada de lijlo, tem 35 pea de altu-
    ra. As casos do guarda lambam sao de lijlo, eo
    centro da torre tem 12 ps em freirte ao centro das
    casas; a cor iie da cor natural de lijlo.
    Altura focal da l.iz he de l'.M pos cima do nivel
    do mar, e a distancia em que sera' visivel de convs
    de urna embarcaran. 15 pos anma do nivel do mar,
    equando menos a 20 niilhas nuticas. O apparelho
    illuminador he de uina luz de Frssoel, revolvenle,
    da prlmeira ordem, spreseutando um fuzil claro ca-
    da dez segundes.
    Esla luz ser aprsenla la p do sol no I.- de dezembro de 1856, e de cuja dala
    em dianle o pliarol revolvenle que presnteme ule
    existe em ..Cay Mead deixara' de continuar.
    Einlnrcaro pharol. Sonda CallibogOS.
    _ Im.i embarcarlo pharol foi collocada no Sunda
    Calibgue ^cm i 1|2 bracas d'agua em m re balsa)
    en'.re os h.ixos Grenadier c ss pedral de lote em
    frente a ponte de SE. da pnnie lldlon. Tem arran-
    cio do escuna, com o lercer maslro para a lanter-
    na, casco pinta lo de encarnado, e apresinls umi
    luz branca e clara em uina elevacfu de 30 pl cima
    do mar.
    Luz I > be demora S. 3|4 0. Pona Braddoek de-
    mora -N. 1 E.
    Balisa Tybe demoraS. Pona SE. de llillon Pon-
    la demora ENE.
    A luz foi apresentada pela primeira vez na noilc
    do I* da agoste.
    (Todas as demarcar/es lo magntica'.
    Por ordem de Ss. senliorias. Assignado, Joha
    Washington, hvdrographo.
    Keparlicjto liydrograt hita do almirantado. Lon-
    dres 20 da agoilo da 1856.
    Esle aviso ollera os seguintes mappai do olmiran-
    lado : ii. 268 America do Norte Costa de Leste 5 '
    foi ha ; n. 270 America do Norte. Coda de Leste fo-
    Iha 7; e lista de pharoes p. S e 28.
    TKADCCAO.
    Aviso nos navegantes,
    N. lo.
    CANAL Di) PRINCIPE.
    Entrada para o Thnr.c-, luz addieional.
    Trinily lloosc, Londres 27 de letembro de ISO.
    Pelo prsenle se faz publico, que na coifoi mida-
    de da niteiir.io declarada no snnuneio feilo por esla
    ca-a, d?tadn a 5 de junbo lindo, ama embarcaron
    pliarol com as palavras Canal do Principo piula-
    das nos lados, ie ocha fndenla 1a"'parle do uoi'e
    canal em : l|2 bracas nos mareo balsas das
    co, que, em cumplimento do determinado
    em ordem do tribunal do tliesouto nacional,
    leui de ser arrematado de um a Ires annos,
    que i.....ir;, ,-aiu a corier do I." de julbo pr-
    ximo l'uluro, o servifjo du capalazia da al-
    fandega desla mesma provincia, a quem por
    menos ji/.er ; maiores ou melliores vanta-
    gens offerecer em fav.ir da fazanda, c que
    nos termos do arl. 64 do rcgulanionto de 22
    de junlni de 1836, o referido contrato andar
    r em prac,a por 30 dias consecutivos conta-
    Jos do I." de abril prximo futuro em dian-
    te, e sera arrematado no dia 30 do dito mez
    de abril, albora da larde, peanle a Ihe-
    sourai ia. Os pretendemos comparecem com
    seos fiadores legalcente habilitados no lu-
    gar do coslume.
    Secretaria da Uic-sotirafia de fazenda de|hj"ra'
    Pernambuco 2 de tnarqo de 1857.O ollicial
    maior. Emilio Xavier booreira de Mello.
    --- 'leuda o coiiseiho de AdminisiraQfio
    Naval no dia24 do corrento mez, pelas 11
    horas da mandila, uo so do contratar o for-
    necimonto de carne verde, pao, bolacha, a-
    guardente, azeite doce de Lisboa, cale, as.
    sucar, airo/, vinagre, carne secca, bacalbao
    farinha de mandioca, letjo, sal, loucinli ,
    azeite de carrapato, vellas atiarinas, editus
    de carnauba, para os navios da armada, bat-
    ea d-j excavaco, enfermara uo marinba,
    pracas do arsenal de marinha, e africanos
    ivres abi existentes, mas lambeni de [azor
    a compra de 13 bonetes com chapa, 136 ditos
    Coiiipairfia
    uaiii
    as
    ana.
    O vapor PERSINCXli.V, arha-sa a' cora paro
    remandar. Barra-tirando) e Uarci, para onde -a-
    3 lioras do laade de 21 do corrente :
    recebo tambera pas-aceiros, pronorcionando-lhes
    ptimos etimmodos; a carga srra' recebida ale ao
    meio dia antecedente, e ao da sabida fechado no es-
    pediente.

    ira o Rio de
    laneiro
    sem elhs, 38 Calcas de panno azul, 234 dilas
    de hrim hranco, 56 calcas de algodao azul,!
    219 camisas do bnm branco, 9 ditas de algo-
    dao azul, II cobertores do laa, II capoles de
    panno, 178 lencos de soda preta para grava-
    tas, 38 lardas de panno azul, 13 dilas de
    hrim hianco, II moxilas, 24 pares depolai-
    nas, c 123 ditos Je sapatos, tuJo coinpondo
    l'ardamenlo das pracas embarcadas nos rete-]
    ridos navios ; manda convidar a quem con-
    venha aquello contrato, bem como aveOda
    lestes olijpcios, o apresen tara sua proposta
    no indicado da, no qual se devera fazer
    Segu ein poneos dias o briguo nacional
    Lefio, capitSo Paria, para o resto da carga c
    frele, lrata-se com os consignatarios Isaac
    Curio Ai Companniaj ra da Cruz n 49, pri-
    meiro andar.

    ra
    -.

    ai
    '';.
    Pretende sabir nestes ol idias oveleiroe
    bem oonhecido palliabole nacional Dous A-
    tnigos, tem promplo dous lerdos de sen car-
    regamento, pira o restante, trata-se com o
    seu consignatario Antonio l.uiz de Olivcira
    Azevado, ra da Cruz n. I.
    Lotera da pro-
    vincia.
    Corre aateiibeU 24 de
    ni i;o. Por Solustiuiic
    de Aquino Ferreira. os
    F.ii'lo lili ri.i .. v.rto.
    loso I .,((|u,do ne Via.ij.. |tm ru^a ., basaa |
    o -eu aneos e eollagaa, n obsequio d ania-
    uh.ia, lerra-fcira 21 do corteis, a's i l|2 ho-
    r is da mai.liia, irem asistir o umi mii-a, que
    'i.i .I- .i;:.'l r. r i... ...:.. n. ,1 li.rmo. pelo
    repooau cierno le -eu prez-do nianabo Malinas
    de Araoj arios.
    lera lena 21 do corrale, a*i boros da
    mantilla, se dir', na i)reja do lirj.. Sanio,
    nina misos por dina do fundo esrriso do *r-
    mada Antonio Jaea* Meirelles Lisboa, cen\i-
    dando-se pelo | cente, a lo.ias s Manas
    iluiroiem onvir.
    que
    l'erdeu-sc meio bilhete n. 3162 da 31 lu-
    teria a beneficio das obras da casa de correr-
    (,'fio da corte, eslava assiznaJo as cosUs
    l&sbJ
    ntiuma.
    Sala do conselho d- administraeSb naval
    le Poruambueo 12 de 1857.O secretario.
    Alejandre Uodrigues dos Aojos.
    I)e ordem do lllm. Sr. director do arse-
    nal de guerra desla provincia, se la/, publi-
    co, que se auseniou honlem, leudo sabido
    com licenca, o africano livre de nome Jorge,
    cue seachava aoservico do mesmo arsenal ;
    o referido africano, tem os seguintes sig-
    naes : cor pela, idade 17 para 18 annos, as
    laces tem diversas cicatrizes de golpes pro-
    prioa da tetra ; assim cmo em ambos os
    pcilos, esla vestido de cal?a do algodSo azul
    presa por uma crrela a cintura, s camisa dn.
    algodOozinbo hranco americano com colla-
    rnilio de ganga escarate, guarnecido de
    duas ordens de lila branca, da largura de
    quatro linhas cada una, e s acode pelo no-
    mo de /-azo : Roga-se portanto a todas auto-
    ridades policiaes, o a qualquer pessoa, a
    captura uo mencionado africano, e entrega
    ilello no rele ido arsenal, onde sera gratifi-
    cado.
    Arsenal de guerra de Pcinambuco 19 de
    marr;o de 1837. O eseripturario interino,
    Antonio Francisco de Suuza Magalhaes.

    Segu uestes dias < palhabotc l'icdadc, a-
    inda recebe carga, passageiros e escravosa
    frele : a tratar com Caolann Cyriaro da C.
    M., na ra da C.adcia do llecife 11. 2.
    i
    "ara o Ro de
    Janeiro
    A veleira n bemeonhecida barca nacional
    Amelia, pretende .seguir uestes oito dias,
    tem pnmipto melado de scu, carregamento,
    para o resto e CSCravoS a Irele, para os quaes
    tem excellnntes coni'iiodos ; trata se, com
    O seu consignatario Antonio l.uiz de Olivci-
    ra Azcvcdo, ra da Cruz n. 1.
    Compaoliia
    pernambueaoa,
    HOJE 23 [)E MAKCO.
    l(|r recita da assienalara.
    Bepresenlar se-ha o drama em 5 actos, intitulado
    D. CESia DE BAZAN
    Joan Caetano tara' a parle de D. Cesar por elle
    creada.
    Rennlara' o especenlo a jocosa comedia em 1
    acto
    laf A *rPTr* CW A
    i.:;4r,..>.-fs:^c.'-c0. OSEFSTOSDAEOCClO.
    PAFi 1857.
    Acham-sc a venda as bem conhocidas fo-
    Ihinhas impressas nesta lypogrjphia, das
    seguintes qualidadcs :
    DITA SIMPLF.S, contendo alm dos mesze,
    a lei dos circuios e varias tabellas de im-
    posto* geraes, provinci.ies e ti.unicipaes;
    preco................ 210
    HITA liK PORTA, a qual alcm dos mrzes,
    tem cxplicaces das indulgencias e cx-
    communboea,etc.; uceo......ico
    DITA DE &LMAN\K, a qual alm dos mezes,
    conten o almanak civil, administrativo,
    commercial industrial da provincia,
    por..................500
    Todas estas foltlinhas s."io impressas em
    bom papel e excellonle i.ypo, c vendem-se
    em porcoea retallio : na livraria da praca
    da Independencia ns. o c 8.
    - i'ede-se ao Sr. tbesoureiro, ou qual-
    quer vendedor de bilhetes, que uo pague
    o que por surte sabir no bilhete inicuo u.
    157, da (litarla pfute, da .-elima lotera, con-
    cedida a favor da malriz.de Boa-Vista, seno
    ao ahaixo assignado por ter perdido.Ma-
    noel Antonio dos Sanios l'ontcs.
    A praca do sobrado da ra do Collegio,; jnlonio da -ilva liamos e Joaquim Francisco
    n. 10, avallada em lt:0003000 rs., annuncia-1dos -Sanios, os mesuins rogam ais sen llores
    da para o dia 20, ficou transferida i ara o da cautelistas. no caso que saia premiad.', nao
    2oJ, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz de P3oU<--m seno ios mestnos cima,
    orphf.os, as ti horas da iKanhfta, na sal das Na ra da Aurora cusa nova junto a do
    audiencias. Sr. Gustavo Joso do Reg, deseja-se entregar
    l'recisa-se de 2 trabalbadores de en- '8r: Antonio Jos Pinto, uma earta viuda
    xada para limpar um sitio pcrlo da praca, "0 "l0 ll Janeiro.
    aj-irnal ou de emureitada, bem como para ~ 'J,!Cm aniiunciou vender um sitio |;ci-
    alinipar os arvoredos de dito sitio : qu m *_ 6?^a.c,,dao*! dir.ja-se ao berro da Vira
    esliver neslas circumslancias, ou se propu-
    zer a isto, qeeira apresentar-se no primeiro
    sitio, na estrada dos Aliltctos, lado direito,
    que all achara a pessoa com quem deve
    tratar.
    SITIO TAHA LUGAR.
    Aluga-sc um sitio muito perlo da pr.n;a,
    no principio da estrada do Joo de Dorios,
    defrontedo bem COuhecidO sitio da Cscala ,
    com boa casa de vivuida, que tem t salas e
    (quartos, t estribara e quario para cochei-
    ra, 1 pequea baixa ue capiui para o susten-
    to do um cavallo, e muitasarvoresfructfe-
    ras, bem coma excellenles utrangeiras, sa-
    puliseiros, jaqueiras, mangoeiras, etc..etc.':
    a tratar na praca da Independencia, loia
    n. 1.
    -- Marcelino Jos de rito, subdito brasi-
    leiro, vai Europa tratar de sua saude.
    --- l'recisa-se aiugar uma cscrava (jue
    . saiba etigoinuiar : na ra do Hospicio o 'J.
    AtteiiLu.
    Precisa-se de una ama forra OU captiva :
    na ra do Aterro n. 3V, primeiro andar.
    Un picmoniez desoja entrar no se vico
    interior de alguma casa otraug ira : quem
    precisar, queira annuuciar, ou dirigir-se a
    ruado Trapiche n. 10,-das 10 da tnauh.ia as
    3 da larde.
    Fazem-se capas, batinas, samarras e
    capas viatorias : na ra da Vnzala .Nova
    ti. 36.
    . ''/> ;.jT
    O vapor PERSIM'NIIA, eomoiandante Joaquim
    Alve Moreira, aebl-se a1 raras para os purloa da
    e-rala dosul, para ondesahira' n" lia 2i do cor-
    rente : recebe pswsgeirns para us quses lena pti-
    mo) comiuodos.
    O
    "
    a
    O vapor IGUARASSL"
    Jnior, aclin- e s' raras pa
    nurle, para onde sabir*1 uu
    , cnn:m,iiidaniR Uaclel
    ra o purtos dt esrrla do
    da 30 do corronte.

    Os llilbeles
    venda no da
    lliealro.
    I'rio oin.ir...' as8 horas.
    i platea e (noria,orden) estars
    do especlaculo, un escriploriu
    tis

    Pira Lisboa sahir com toda a brevi-
    dade, por ter parte da carga prompla, o bri-
    gueportuguez Laiailt; quem ndle quizer
    carregar ou ir de passagem, para o que tem
    cxcclientes co nmodos, trata-sc com os seus
    consignatarios Francisco Severiano Rabcllo
    & Filho, ou com o CapitSo na prar^a.
    PARA O ASSU'
    segu na presente semana obiate Exhala-do"correte, pelas 11 horas-da manhSa.
    - O agente Pesian fara leilSn por cotila
    e risco de quem perlenrcr, de 10 calzas de
    i velas de coniposicao com tuque de avaria. de-
    sembarcadas ultmente do novio Johamm,
    as quacs serfio vendidas em lotes, i volitado
    dos compradores : sgunda-feira 23 do cor-
    rete as ti horas da mandan, na porta da al-
    fandega.
    0 agento Pestaa tari Ieil9d de grande
    porc.no de mobilia nova e usada, de amarcl-
    lo e de Jacaranda, consistindn em cadeiras,
    mesas redondas o quadradas, consolos, so-
    las, matquezas, camas do armactln c france-
    zas, espelhos, touesdores, carteiras para
    viagem, vidros, porcelanas, pianos,l.e outros
    muitns objeclos que seria impossivcl enu-
    mera -los, e que se arham patentes ao exa-
    me dos compradores ; asim como vender
    no mesmo leilo urna negra de nacao, boni-
    ta figura, sem achaque algum, boa quitan-
    deira, de 3(1 annos, pouco mais ou menos,
    e urna negrinha 1* 5 annos de idade, milito
    esperlinha e muito linda : quinta-feira, 26
    Cao para o resto da carga, trata-se com
    Caetano Cyriaco da Costa Moreira, na ra da
    Cadeia do Uecio n. 2.
    Pasa
    o suo
    e.
    '- ;
    &
    O Dr. Anselmo Fnmcisco Perelti. commen-
    dador da imperial ordem da Rosa, e-juiz
    de direito especial do commercio or S.
    M. I. e C. etc.
    19280-
    I 1600
    10*000
    35 t>000
    .5512*1
    9J0O0
    59500
    1-5000
    1.3800
    3(600
    13500
    laOO
    5:5311
    lO.Vtlil.l
    129000
    13700
    3800
    25.500 suhscrevi.
    29560
    53l2i, _|endo
    faco saber em como diatB do corrente, se
    lia-de arrematar por venda a quem mais der,
    depois da audiencia, r na sala dos auditorios
    a casa terrea n. 27, cita na ra Dircita da
    povoacno dos Togados, avaliada em 1:5005,
    a qual vai a praca por cxecuQao de. Miguel
    Joaquim da i osla A; (, contra Jos Joaquim
    Pereira de Mello, intonio Annes Jacoroe Pi-
    res e oulro.
    Epara que.chegue ao conbecimento de
    luios, mandei passaredilaes que serSo pu-
    blicados pela imprensa, e alfixados noslu- iniit>i> nofa, ns qoaei someute se deve declarar
    gsres designados no cod. commercial l:":'' 'r p""'-'" Poraoe se pretenda vender esse ol>-
    Uado
    Eu Maxiuiiano Francisco
    deslo
    asnas vivas, com os segainlas sisnaei e demarcacSaa,
    a saber: Dslira Monklon, quasi a meio ramnilio
    entre a e-larao prevenliva de SI. Nicols, porm
    mais prxima para o que esla' njsil ao O. S. 1| ().
    mais ,to o, O moiulio Minsier oeste seu spparenU
    comprimenlo para leste de Powell's Itrll'rv. S. I (2 E.
    1I..I/ Slunules 1C. .a ft. ||-J s.
    Ernl.arrar.no lu/. TOOSUS SE. %.' E. I: E.
    lima Tongne K. E. SE. 3|l E.
    Boia do baiso Nartli Pan O.
    I'.inh.irracfio lu/. Iliidier O |c >'. 3;J '.
    Uma lu revolvenle encarna a apresenlando com
    lotervallo de 20 seROlidus um fosd, -ora' roPocada
    nesls einharcaro lo los os nuiles do por al ao nas-
    cer do sol, a principiar do .lia primeiro de ontubro
    prximo.
    ADVERTENCIA.Os narecantes devem ter rui
    dadu que neiiliuui i embarcarSo nave ;e para o or
    le (testa cniliarC.rAo pliarol. "
    Por ordem.
    Assignado).P. li. Berihun, secrelarin.
    lie ordem do lllm. sr. Inspector di usual de
    marinhatface poblieo*qne nodia 2: do r(irtf: i .)r/t
    as If horas da maldita, se efleeluara'a i.i..,ira de
    zinro em lencoei grandes, para pravimeotn do al-
    mosarifad .. era vi.-ia de propostaa aprsenla laa tl
    Segu com brevidaJe o palacho Tamega ;
    para o resto da carga e esersvos a frele, para
    os quaes tem excellenles comiuodos, traa-
    se cem os consignatarios Novaos & Compa-
    nliia, na do Trapichen 3*.
    'aiao P.< Grude >l. ul
    Sube com brevidade o brigne Melampo, por
    ter parte da carga prompia: qoem quizer
    carregar o resto entenda-so com o capjlo
    do mesmo, Jos Uonteiro de slmeida, ou
    com o seu consigualarioMauocl Alvcs <;uer-
    ra, na ra do Trapii lie n. 14.
    e passado aos 20 de marco de 1857. J
    Duarle. escrivo
    Anselmo Francisco Pcrctti.
    9360
    9360
    JWOO
    5320
    fHOO
    9610
    aooo
    19000
    5200
    19600
    19000
    (t 43000
    a 250
    Alqueire iVnn
    alqueire 7a000
    lr:,t, ~ ." ^I" "Panirao. em conseqnencia de au-
    ... t.risar.o do Esm. Sr. presidenta da provincia, de
    WIO faser a ancomm ,, 0 c l|(. . - ,' """ '""' cemento vwd,, ,hl Eor0 M ,,
    51. me horamen... dn ,,, fh|| > ,. ..
    mu
    uma
    a,
    liisper-nn do arsenal de marinha de Pernamboco,
    em I6de mareo de 1857.0 secretario, Alesaadre
    Rodi igues dos Anjo.
    O procurador da enmara municipal desta
    cidade, declara aos senhores donos de esta-
    belecimentos sageitos ao imposto annual de
    29e *3 rs., que no ultimo do correte me/.,
    Qnda-se o prazo, para o pagamento do mes-
    mo imposto ; incorrendo na pena edisposi-
    in.||,orne.o do ,^12.500 ale o lu
    dejniiho prximo e o restan.....entro dio Snoehas,
    que concuciou.,r-se, eoMlda nim Sr iasneclor I ?"CS ?2 ,!" rogulamonto ii. 3(10 de 15
    a qoem possa consir um eoolrslo a sraeihanle res- do Ju"l, d '8**. aquellos que deixarem do
    peilo o presentar aesla secreiarm a SUa preposta en. satishizcr seus dbitos ale a dala supra ; as-
    earia ncha-a ato o da 21 do corrente. pelas 11 lio- I 8m como que devem os mesmos senhores a-
    rda maul.aa,e,n que Ilecluar-se-ha o mesmo ron- presenlarein o cinlieciu.enlo do imposto ge-
    Inspeeeaods arsenal de marinha da Pwn.mhn., ra1, S\'rC ,0J !<' discoolos, relati-
    em 11 demarro de 1337.-0 serrelrio M^Z'' wraei,le "? Pr">-iro semestre de 1656 a 1857
    Rodrigues dos Aojas. *""Mna sem o qual nao podera ser ,-ecehidoo impos-
    O Dr. Jo.ir|iiim Francisco Duarte, supplenle do juico !to municipal.
    de orplios e auenies, nesla cidade do Keeife e i Jorge Vctor Ferreira Lopes,
    seu leimo, por S. M. I. e C que Oeosgoardeeic. O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
    Fajo saber aos que o prsenle ediial virsm, qae i fazenda desla provincia, manda fazer publi-
    i Esperase da Eoropa ..vapor franeei BARCEL-
    i.o.yx. capilao Lemori, o qual, depois de peqne-
    na demora, sagoir para o Ifio, rom escala pelo
    para Irele e passageiros, na roa do Trapiche
    Bal
    n. II.
    ATERRO D\ BOA-VISTA .\. 8, DEFRO.NTE
    DA BUMECA.
    He chegado figos das comadres, ameixas
    francezas dos compadres, bolachinhas ame-
    ricanas, linas, proprias para chi, passas, pe-
    ras seccas, salame em conserva, e minios
    outros gneros de superior qualidade, por
    prcc.o mais barato t!o que em outia parte.
    Um rapaz com bastante pralica de rn-
    geniio, seoSiece para caixeiro, o qual da
    fiador a sua conducta : a tratar na ra "ova
    n. i.
    AMA DE LE1TE.
    Precisa-se de urna ama de
    tenha lilhos, paga-sc bem :
    u. i.
    JUIIM UATIS,
    corretor coral
    E AEISTE DE IJilLO'ES COHMERUAES,
    n. 20, rua do torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praca do Corpo Santo
    GABINETE PRTOGEZ
    Dli
    leile que nao
    na Illa Nova
    UI\i
    C,iio, luja de nircmeiro
    -~ Diz o lllm. Sr. redactor da Pagina A-
    vulsa, no Diario de Pernambuco de la do cor-
    rente :
    Ja sabio a mz o cdigo commercial do
    Brasil, aunotado pelo li|,. Sr. Dr. Kraz Flo-
    rencio llenrique de Son/a iiemn impoi-
    UnUssiino trabalho, c de grande cslorc be
    mais um servteo que o lllm. sr. |n. Braz
    presta a mndale, e as lettras da provinca*
    e do paiz. n
    Parece que o lllm. Sr. re iaclor quiz altri-
    huir ao lllm. ir. Dr. Braz, ser este o primei-
    ro que em Pernambuco se p-e-Knia tal m-
    porUnlissimo trabalho talvez que S .3. psvr
    nao estar na provincia em 183S,ou por oulro *
    qualquer motivo, ignore que em rele ido an-
    uo, logo depois do dcc. n. 15!t7, li/una tal
    publicarlo ; mas o lllm. Sr Dr Braz, s em
    1856, loi que lez su publicarlo ; visivel be
    que sendo mii.ha annotseo puolicada um
    atino antes daquella do lllm. Dr. Braz, im-
    possivcl era servir-mc do seu traballro. OIT-
    reco ao lllm, Sr. redactor, um exemplar da
    anuotaca que iiz publicar, c entrego outro
    exampiar aolllm Sr. Figueira, para ser
    examinado pelas pessoas etendidas.te enlo
    que decidam qual foi o primeiro que em Per-
    nambuco se deu a esse importantissiino tra-
    ballm, c qual o primeiro que assim prestou
    a nocid de, e as lettras da provincia, e do
    paiz, sen servico. Recite 21 de. margo de
    1857.
    Jos Antonio Comes Jnior.
    - No deposito do largo da Ribeira de N
    Jos 11. 15, vende-se superior do:: de goia-
    l'.i, queijos londnnos c do reino, superior
    cha, cafe e manteiga, massas linas de toda
    as qualidades, tanto da Ierra como de tora,
    e oulras rauital aniadezu por mais barato
    preco. do quecm oul.a qualquer parte, a
    elles fregoezesantea que se acabem.
    Jos Gontas Loureiro, retiis-sc para
    Portugal, a tratar de sua saude, c deixa por
    seu bastante procurador, em primeiro lugar
    Manuel Gomes Loureiro, cm segundo lugar
    Jos Fernandes Ferreira.
    Precisa-sc aiugar 2 pretos possanlcs
    pera servico interno : na resillarlo da praia
    de Santa Hila.
    Quem snnunciou querer vender um
    si'io perlo da ridade, quedit ser haratis-
    simo, dirija-se a n-slilacao da praia de San
    la Rita, que achara qpm quem tralar.
    fiuilher.ne .Soares Botcibo, cilsdi.i
    brasileiro, vai a Kurooa tralar de sua saude.
    l'm mnoo dnriilamonii) habilitado, co-
    nio o provara, oflerece-se para dar ticc.> cas
    liaguan poriugaeza, lalM rra-iceza, asa)
    algum collegio ou cm casas parlicularo- .
    quem quizar utilisar-sada seu presumo, ss>
    uiincie por esla Diario,
    Aluga-se urna cscrava moga para <
    servico interior de uma casa de ramilla :
    quem pretender, dirija-se a rua DiroiU n.
    32, das 7 ale as lOhoras da tnanliaa.
    AVISO
    Barroca Castro farfio leilo por con-
    t de quem pertancer, e por inlerveiico do
    agente Pestaa, do 75 ca i xas com veas es-
    tearinas com toque de avaria, desembarca-
    das ltimamente do nav?o Jolian : segunda-
    reir, 23 do earrente, pelas 11 horas da ma-
    nhSa, a porta da alfandega.
    - O agente Borja, em seu arma/.cm, na
    rua do Collegio n. 15, tara leilil., de tima
    grande quanlidade de obras de mareinata,
    novas c usadas, de diflerentas qualidades,
    vasos e mais enfeites de porcelana para sa-
    la, ditos de unissimo marmore, riquissimos
    crteS de seda pira vestidos, excellenles
    10:1ro Jus. oplinaasquadros de moldura don-
    radas com lindas esla tupas, candi labros,
    lanternas, candieiros de varios modelos, va-
    rias quinquilleras, urna grande porco de
    miudezas diversas e outros minios objeclos,
    ele., que se acitaras} patentes 110 dia do lei-
    lao no supradilo armazetn : quinta-feira.^G
    do crrente, as 1t horas cm ponto.
    tfit^O Vt&.
    ReaJ
    q les
    cu '
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    pani.i de
    pa-



    2 s ;i

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    uS.'?..21 it,tB m"1 aspofa-aa dn sul .> v,,,,r
    AIkl)Vt A\, coiiimandanle l'arkers, o qual d-pois
    da demora dos costme lezuira" para Sonthsmpon.
    locando nos porto! de San-Vicente, Teuerill, Ma.
    rteira e Lisboa : pora possaseus, etc., trata-so com
    os agoDles Adamson Itowia & C, rua do Trapiche
    Novo 11. 12. K
    Para o ^racatv
    V
    segu no fin da presente semana o bem co-
    ndecido hiato Capibaribe; para o resto da
    carga, trata-so na rua do Vigario n. 5.
    SERVENTES FORROS Ol CAPTIVOS.
    Precisarse de serventes pora obra de
    perlreiro, o paga-te a mil res poi- dia: Na
    livraria ds. (i 8 da prara da Independen-
    cia.
    Jos Soares de Azcvcdo, professor de
    lingua e lili ralura nocional no Cymuasio
    (Jesta cidade, mudou a sita residencia para a
    praca da Boa-Vista II. 2, esquina da rua do
    Hospicio, e ahi tem aberto um curso de Plll-
    LOSOPHIAeoutro de I.IM;i"\ FRANCEZA as
    pessoas que desejarem seguir uma ou outra
    dcstas disciplinas, potlem dingir-se a indi-
    cada residencia, de manhSa ate as 8 horas,
    e de lardo a qualquer hora.
    Precisa-se de dous aiuassadores : na
    rua da Senzala Nova, padaria de Domingos
    Jos, da Cuha Lopes.
    i;\STiit;cc \'0.
    I!m professor, estabeloeido com aula nesta
    cidade, se propOe a dar lines por casas par-
    ticulares de prime!ras etlras, lingua nacio-
    nal, ele.: na rua da Guia ti. 12 se acitara eom
    quem tratar.
    O abaixo assignado, morador na rua
    do RosalHO da Boa-Vista n. 51, roga as pes-
    soasquetem panhores em seu poder, dos
    lirar, al O ullimn do crrenle mez, do con-
    trario seio vendidos para seu pagamento
    do principal e juros, eos donos obligados a
    pagaren) o que faltarAntonio Correia dos
    Santos.
    Eu, resposta aoannunciodosSrs. Fran-
    cisco Jos Alyes da silva Guimariies eJosc Al-
    A directora do gabinete porluguez de
    leitura nesla cidade, atlendendo ao pedido
    de grande numero de senhores accionistas,
    resolve que nos domingos e dias santifica-
    rlos se conserve aberto o estabelecimento
    at as fi horas, echegadas da noite, o que faz cerlo para inlelligeiicia
    dos senhores associados do Gabinete, iicci-
    w 18 de marco de 1857.01. secretario,
    Duarle das .\cves.
    BILHETES ik LOTERl i)
    RIO BE JIEIRO.
    Aos 20,000^, 10.000S,
    .OOO.s c 2,000.?.
    Foi vendido na prac da Independencia,
    loja n. ii), a sorte de iO:OUo/em meio bilhe-
    te 11. 72 da lotera lerceira do Cabo Fro,
    alm de outros muitos de 4O09, S0U9e 100-;.
    Na dila Iota acham-se a venda os novos bi-
    lhetes da lotera 3i da casa da correceftoda
    '.(irte, que devia correr .a 1< do presente :
    as listas esperamos pelo vapbr inglez Me-
    dway, que dcvia partir daqucllu porto a 17,
    e que deve aqu chegar na segunda-feira, 33
    do corrente. Os premios-serlo iminediala-
    mente pagos de conformidade aos nossos an-
    nuncios na mesma loja cima.
    Para conliecimento do publico o cabal
    reposta aos anuncios publicados tiesto Diario
    em os ns. 63 e 64 de 18 e 1!) do corente, ce
    faz a publicarjao da certidao que sesegoe: o
    publico sensato que aprecie s veja quem he
    o drvedor
    Uaximiaga Francisco Dosrte .-ivallciro da rrdem dr
    Lhri-lo, ninjor rpformndo do lercriro bslsllilo de
    guarda nacional deste*moolcipia do llecilc, e e>-
    cru.io vitalicio do julio especial do coinmerriu
    desla eidade do ll.eiie capital da provincia de
    Pernambuco e seu termo por .-. M. imperial e
    constitucional, oSr. 1). Pedro II, que Dos Mar-
    de rlr.
    Lenifico, a vi?ia dos anlos de execocae senlcnra
    em que he cvcqueoies Miguel Joaqoim da Costa A
    Compinhia, e eseeotadoi Joc .! >. uinn Pereira de
    Mello e outros, ser o theor da lellra pedido por cer-
    tidao da forma, modo e m n ura >esomie :
    l'ernainhuco It do abril de 1x55. Rs.*33lKI0O.
    Aos ires meses precisos pag.ra' vossa merc por esla
    miaba unir., via de letra, a ir.ini oai a minha ordem
    a quantia 3259 em moeda legal, valor de mmi 1 ere-
    hilo em ceblas, eu 1 dia do vaadmenlo rara' como
    costuma prompts pagamsDIo onda llic r c-ia
    apresentada, enS o tazando psgirs'ojuro .le um
    e meio por cenlo an mes, ale que en qaeira espe-
    rar. \o Sr. JosO Joaqoim Pereira da atollo.Loia
    Anesu inionin Jaeome..\c ilo, Joajaiqora Pe-
    reira de Mello.Auloniu Annrs Jaeome Pues.__
    Eslava o sello da- armas imperiaei com a verba do
    11.....r segoiale : N. 73.Pagon 200 r-. Keeife
    li ne abril de 1855.Carvslho.Limoeiro.-o>E
    mais so nao inlinha em d la lettra, aiiui bem e (i-l-
    inenle copiada da proprio original, ao qual me re-
    porio' e s nresentr vn na ver ia la s?m cooza .|.....lu
    vida fac, por mm dito no principio desla fdeciarado
    subserila eassignada, confeiil.r. iwneeiada ns form
    da ds MlHo.
    Cidade do Reelre, Capital de Peroamb-rd, aos 19
    lias do me/, de rnarcu do auno ,1 1 osssimenlo de
    Nosso senhor J vos Curilo de 857. Irigeeino isilo
    da Independe' ria do Inperio do raril [ub.crcv: e
    ass|cnei,Doorie
    Em re ie v -r l.i.'e.Mariinien
    As pessos que liverem penhon-s na rua
    Nova n. 6, bajan de os vir tirar ale o lim do
    corrente mez, do contrario serao vendido -
    para paga metilo de seus dbitos.
    l'recisa-sc de urna ama livre nu eaaWeV-
    va, dando Banca a sua conducta, c que seja
    iulelligente. paga-sc bem : na rua .Nova
    n. 61.
    O hachare! Sebastiiio Concalves da Sil-
    va, leudo de re ira.--so para a corle do lio
    de Janeiro, c nao podendo, pela rapidez de
    sua viagem, despedir-sc pessoalmcnle de
    todos os seus alfeicoados e amigos, fa-lo pe!
    presente, olTercccndoalli^cu limitado pres-
    timo.
    He dicgado loja do Lcc.omlo, no aterro
    da Roa-Vista n. 7", o excedente cite virgi-
    nal de rosa branca, para refrescara pede, li-
    rar pannos, sardas e espiuhas, igualmente o
    afamado oleo babosa para limpar c lazci
    crescer os cabellos, assim como p iinpar-
    cial de lirio de Flor.-nca para brotorjas v as-
    peridudes da pcllc, conserva a frescura c o
    avelludado da primavera da vida.
    lina pessea chegada de fra, Icndn de
    embarcar pura a Bnropa no pioM.no vapor,
    a tralar de sua saude, precisa vender 7 c- -
    cravos, 1 negro com O anuos de idade, p-
    timo p:ra sitio, engcnbo, ou mesmo irma-
    cm ; 1 calinda de 28 anuos, cscrnvn peca ;
    I mulato de 2S anuos, tamheui para todo
    servido ; 1 oulro de 16 anuos, bonita figura,
    lodos bous cano iros ; e 1 mulata com duas
    crias, urna com 5 anuos c outra com 6 me-
    zcs, mullo boa leiteira, engomnia u cuzinha,
    e lano ella como as duas lilbas tera as mais
    inlercssantes liguras : quesn pretender, di-
    rija-se a Fra de Portas, casa n 33, que ah
    tera as necesarias iuformacoes.
    O abiixo assignado faz scienlc ao pu-
    blico e parlicularmeiite as pessoas com
    quem tem contas na sua padaria, na rua das
    l.arangeiras n. 28, que Antonio Pinto So tres
    dexoii de ser seu caixeiro c administrador
    desde o dia 18 do curente, c por isso previ-
    ne a todas as pailOan* que devem a mesma
    cata cima s pagela ao abaixo assignado,
    lo contrario lerao de pagar duas vezes. Ra>
    Cife 20 dn itianoi de 1857
    Joo Antonio (.(.cun.
    ^maMsmati-y^x.Ss.Ka
    m

    o advo
    Francisco Duarle.
    Antonio de Vasconcellos
    .i (ti.nifrieoinji-
    SVSTEM NOKTIC-AMLKICANO. *
    Aterro da !5o.i-Vsla n. 1,
    UnSLLTOttIO IOHhll\li(i>
    IXI
    Dr. Mello Moraes.
    DI)
    r.IO DE JANEIRO.
    NICO
    deposito em PernaiaKico, m m.k!oOhi-
    maaio n. 27, armaiiem
    de la/codas de Jote loa da
    Gouveia.
    Naste estabeleciment se enooatra sempre
    um completo sortimcnlo de carteiras homco-
    palhicas de tS at 124 glbulos, bem como
    carteiras com tinturas do 12 at 60 fras.-o,
    sendo todos os niedicomcnlos Ibes asseniH bem augmentar ^QIcqo' ao af-
    ilelo, imputando-ihe um Cacto indigno, que
    ufio praticara.
    Jos Loorenco da Cruz.
    Precisa-se uo uma atna para tratar de
    um menino que tem mais deannp; no pa-
    teo do terco 11 i.
    cobre vclbo
    -lefmlo, sendo ollical m&^Spm** rrum;.'!*" C
    da Praia, armazem de car-; J^ e "a mcsraa ru,"J,^'' cm
    no deposito da Inn.iu;;'o
    tn.ra-
    8anto
    Compra-se um escravo de mcia dada
    inda com algum deh '
    sapateiro na rua
    nen. 13.
    Um rapaz brasileiro de boas qualida-
    SXSfTZSSZZ?9 f r.Ua' ''"^ n tmiW dc c- SUrr"" Compela,taa
    uJ^ISIS^SS^' ',uem doseu l>r-, Santo Amaro, acham-se psr. yender moen-
    Moeiid.
    s s :ni'cs.
    ra
    -Antonio 0M de Brito retira-se para fo- timo quizer-se uli.isaV,' B W= IS de c^^^^ZZ*
    'procuiauo- iconslruccao muilo superiores.
    MUTILADO
    ILEGIVEL


    m.U.iw ni'. 1'n.HNAIUDLU, StilM}\ rCIHA 20 ilt. HlftlH.ll Itf. 1MI.



    J bEDRAS PRECIOSAS-
    J Aliercrn de brilhantet, *
    J diamante e perolas, pul- V.
    S\eira, alfineles, brincos *;
    a rozelas, holoe* e anneis $
    $ de difTerentes cosise de y
    M diversas podras de valor. '
    a*
    T $
    Compram. vcndem ou *
    Irocam prala, ouro, bri- J
    Ihanles.diamanles opero- $
    Us, e oulras quaesqaer '*
    joias de valor, a dinheiru *
    n pr obras.
    10REIRA k BARTE.
    LIJA HR 9URIVK?
    Ra do Caburra' n.
    7.
    Hecel)ni poj to-
    d os os y pores da E; i-
    ropa s obras io tois
    moderno gusto, tan-
    to de Franca cojuo
    -3
    ;:se -a ****-.
    i ?
    * OCROF. PR.YTA.
    m __ '*
    9 Adercros completos de ^
    i ouro.meosdilos, pnlcei- '?
    * ras, allinctes, brincos e ?
    rozelas, cordes,trance-
    '& lins, meilallias,rorrenles :
    e cnfeiles para reloaio, e f
    oulrosmuilosolijeclosde
    ouro.
    Apparclhos completo
    de prala, para cha. ban-
    dejas, salvas, castigaos
    colheresdesopacdech.i,
    e niuilns oulro objeclus &
    de praff. .?
    :
    de Lisboa, asquaes se vendem por
    pre$o eommodo como costuuiam.
    C0ISLT0R10 HOHOPATHICO
    no
    Oale se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto cm tinturas como
    em glbulos, e preparados cora o maiOr escrpulo e por procos bastante commodos :
    HUECOS FI\OS.
    Botica dla tubos grandes. 10/000
    Uila de 24 d ... '159000
    ita de 36 u ... 209000
    Dita de 48 d ... 25i>000
    Dita de 60 ... 30*000
    Tubos avulsos a....... I9000
    Frascos de tinlurrsdemeia onca. 29000
    Manual le medicina homcopatbica do Dr. Jahr com o dic-
    cionario dos tornos de medicina......... 209000
    Medicina domestica do Dr. Ilenry......... lOf/OOO
    Trata ment do citolera morbus.......... 2/000
    Repertorio do Dr. Mello Moraes .......'. 6#000
    all
    ga-se
    - Na ra ila Soledaoe n. 70,
    urna cozinheira, forra 011 captiva.

    SEGURO CONTRA FOGO.
    Compaohia Alliauce.
    Establecida cm Londres, em marco de 1824.
    Capital cince milhoes de libras esterlinas. O lir. Ignacio Firmo Xavier i publico,
    Saundms Brothers & C, tcm a honra de in- i 8 STlWaa!1'S Su "!!"" P/"" r Mu MU>'
    c 39 a I dssacem da Magdalena, 'qoe fica ao nor-
    formaraosrs. negociantes, propneunos de casas, c- le da estrada entre a ponte grande a do
    a liiem mais convier que estao plenamente au- Clior.i-Me.nino), e abi lem preparado urna
    torisados pela dita rompanhia para effecluar segu-1 9 Cils''lle *"a<>e< com lodos os commodos, para ,3
    ros sobre edicios de t.jolo e pedra, cobertos de 2 ?ia'mam,r 'dVr.T*.^ ca>0'st"h"">* r- J
    .... ,. r < siuam lora da praca, mi que nao os pOStam
    lelha e igualnicnW sobre os objeclos quecontiverem, curar em sas propriai casas: quem para is- .
    os mesmos edificios quer consista em rnobilia ou 'o qui?er se utiiisar dmseai servico- medi- @
    fazendas He qualquer qualidade. I c"'' 1ue.s"n desempenhados com o maior
    Itcoartic-m da varciii 5 4,rM,-'c ao l"'l' no tarmo 11. 9, pri-
    itiparuvsio ua vaccuia. 1 meiro andar, ou no referido sitio da Ala-da- 5
    O couimissano vacemador vaccina as;J lena. amagaa *j
    quintas e domingos de todas as semanas, no ^-993^
    Vende-se urna porco de estopa
    ra da matriz da Boa-Vista 11. 26.
    Caf
    <-iuo.
    trrelo da Alfandega, e as lercas-feiras na
    casa de sua residencia, primeiro andar do
    sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
    7 as 9 horas da maohSa.
    Precisa-se alugar um preto possante,
    embora seja bruto, para trabalhar mensal-
    mentc nesta typographia, dando-se o su's-;|IU:-
    lento : na livraria ns. 6e8 da pratja da In-
    dependencia.
    vv;}--;
    m
    DENTISTA FRANGEZ.
    Paulo (jjignoui dentista, ra Nova n. i I
    na mesma casa tem agua pos denlrifice.
    ESTRADA DE FERRO

    Grande eslabele-
    CI1ESW I)E PA IOS.
    Nova 11. 27. esquina
    da Caiuboa do Carino
    J. P. Vogcley tem a honra de partici-
    par ao respeitavel publico, que tcraberto
    o seu deposito de pianos terga-feira, 17 do
    corrente cm diante, onde se poder encon-
    trar os mais bellos e solidos pianos, os me-
    Ihores apparecidos neste mercado de magni-
    ficas vozes, construcciio a mais moderna, c
    lapropriada para este clima, sendo todos os
    instrumentos fabricados por encommenda,
    dos mclhorcs autores at boje conhecidos na
    Europa, como Carlos Scheeb, W. Sassinhatt,
    l.uiz Sani.e e outros muitns por precos ra-
    zoaveis. No mesmo deposito se cncontrarno
    lindas pecaa de msica para piano, de afa-
    mados compositores. O estabelccimento es-
    tar aberto at as 8 horas da noite para com-
    modidadedas familias que quizerem expe-
    rimentar, e escoiher os instrumentos,.
    Precisa-se de um porluguez, dos lti-
    mos chegados, que lenha de idade 14 a 16
    anuos, oque saiba ler e escrever, para ser
    caixeiro de urna taberna : procure no Reci-
    fe, ra do Codorniz n. 5.
    Aluga-sc urna cscrava para o servico
    diario de urna rasa quem a livpr n qimer
    alugar, dirija-so a ra da Cruz, sobrado n.
    23, que achara com quem tratar.
    Na ra da Cadeia de Santo Antonio,
    n. 7, alugam-se dous caixoes edificados na
    mesma ra junto a ponte Nova, para cochci-
    ras, ou estribaras, para cavallos, e lanibcm
    se vende urna porcao d pedras de canlaria.
    ROB LAFFECIEOB.
    O nico autorisado por deci.siio do.consctho real,
    decreto imperio.
    Os mdicos dos hospitaes recommendam o
    arrobe de Lafl'ecteur, como sendo o nico
    Nenhum"au!ode transferencia pode ser reaistrado j"t?nSa(,10 pel Sverno e pela real socieda-
    depois do dia 'J do corrente, antes do pagamento da de de med,c'na. Este medicamento de um
    do RcciJ'e &. Francisco:
    LIMITADO.
    IStimttn liiiiijii'Dii,
    Os directores da tiompanhia da Estrada de Ferro
    do Kecifeao San-Francisco, limitado, lem feilo a
    qJJI_liamd 173777, sobre cada acf3o, na dila companhia, a qnal
    deve|ser paga al o dia !t de abril do correnle auno
    de iX, na Babia, em casa dos Srs. S. S. Daven-
    porl & C. na corle, em casa dos Srs. Mau, Mac.
    dreaor A,- C, e em Peruambuco, no escriplorio da
    Coinpauliia.
    O acionisla que nao realisar o pasamento den-
    tro do termo indicado, poder perder lodo direilo
    as aecoes sobre as quaes o dito pagamento nao se
    tiver eOei-luado, e em lodo caso lera de pagar juros
    na ra/.,io de "> por cenlo ao anno, e de nao receber
    juros ou dividendo di Companbia, pelo lempo que
    decorrer enlre o dia indicado para o pagamento e a
    "" re.di-ar.io.
    Trocam-se as chaves de una boa casa
    terrea nau-ua das Aguas-Verdes.c que seu a-
    luguel no lie muilo caro, por outra, ou
    um sobradiubo de um andar.que seu alugucl
    tifio exceda de dez a doze mil reis, as ras
    seguintes : ra de lorias, de Santa There-
    za, Camboa do Carino, ra das Larangeiras,
    jas Cruzes, pateo do Hospital, e ra da Ro-
    da, adverte-se que so so troca por casa que
    nao csleja moito porca, ou estragada : quem
    quizer fazeretta troca, dirija-se ou a ruado
    Livramento n. 32, ou a ra do Padre Floria-
    110 n. 21 segundo andar.
    Precisa-se de urna ama de lcite : na
    ra do Crespo n. !, deposito develas.
    Pedro Antonio de CarvallioJBaiano, rc-
    tira-se para lora da provincia : a tratar de
    negocios que Iho dizero rcspciio
    AVISO IMPOUTANTE.
    Constando aos abaixo assignados, arre-
    naiantes das dividas das fallidas firmas de
    Cruz & (.ornes e Cruz & Bastos, que o Sr. Jo-
    s l.ourenco da Cruz, ex-socio das"referidas
    lirmas, retido na casa de detcncSo dcsta ci-
    dade, tcm-se dirigido a diversos devedores
    das exlmctas firmas, alim de que estes nao
    satisfacam scus dbitos, mas sim a elle, al-
    legando uo sermos us os legtimos credo-
    res, declaramos que, leudo sido arrematadas
    em basta publica, por nos, as dividas dcsta
    casa, somos os nicos que temos dircitoa
    bave-las dos competentes devedores, protes-
    tando contra o Sr Jos l.ourcnco da Cruz
    por querer oque niio, Ihc pcrlcnce ; c bcui
    assim avisamos aos devodores que nJo se
    deixem illudir por este senhor, sob pena de
    lerein o desgosto de pagar duns vezes a
    mesma quantia. Approvcitamos esta occa-
    siiio para rogarmos aos senneres devedores
    a salisfacao de seus dbitos j ha muito ven-
    cidos : c para este lim podem dirigir-se a
    ruado Cabuga, na loja de Jos Alves da Sil-
    va Cumiarnos, ou na ra do Queimado, na
    de Francisco Jos Alves da Silva Cuima-
    rues. Jos Alves da Silva Cuimanles, Fran-
    cisco Jos,; Alvos GuimarSes.
    ana l\ova
    H.34
    Madama Rosa llardy receben um granito
    sorlimento de chapaos de seda para senhora,
    brancos, cor de rosa, amarellos, pelos, com <|ucm .Vler ver o neo sortimento, que sem-
    lita e llores encarnadas, ricos enfeites de ca- Pf8,61.1816 rcsle cslabelccimcnlo, nao deixa-
    Vcnde-se caf moidosem mistura, do me-
    Ihor possivel, a 280 rs. a libra, em por;3o e
    a retalho ; na ra Direita 11 95. Oiiem qui-
    zer saber da verdade, appareca que saliera.
    I'roprios de una escola.
    Veodem-se os seguintes objectos : V cla<-
    ses de inadeira, 6 bancos.cabides, etc., ludo
    por diminuto pre^o : n< becco Largo n.'l,
    loja de ourives, se dir quem vende.
    Vende-se um sitio muito perio desta
    cidade, com moita trra, ludo proprio, mili-
    ta l'ruet!, e com exccllentes commodidades,
    o que d-sn baratissimo sendo a moetla :
    quem o prelender annuiieie.
    Vende-so um negro bom marinheiro
    de governo, muito sadio c robusto ; para
    ver tratar, em Santo Amaro, passando a
    fundicSo, sobradinhoao pe do palacete.
    Vcndcm-se castanhas peladas cm arro-
    bas c libras : na ra da Cadeia ti. 28, derron-
    te da rclaco.
    VENDEM-SE CAPACHOS
    pintados, compridos e redondos a 700 e 800
    rs ; na ra do Queimado loja da boa f 1 /ia
    n.133.
    Boa fama.
    Vende se sup criores macas para condu-
    cho do roupas em viagem, pelo barato proco
    ile 5, 6, 7e8? cada urna, galhoteiras com
    lodos < s vidros necessarios a 2?, ricas car-
    teijas do Jacaranda e mogno para se escre-
    ver c guardar todos os perlences, proprios
    para viagem a 8, 10, c 12; cada urna, eostu-
    reiras riquissimas de Jacaranda com os re-
    partimentos forrados de seda c com muilo
    gosto a 4, 5,6, 7 e a?, penlcs muito linos pa-
    ra alisar.proprios para criancasou para suis-
    sas a 320 rs., puleciras do meihor gosto que
    se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
    nalina, carleirinhas para lembrancas, gorras
    para hornero, IS mais modernas que se pode
    encontrar, siteles com todas as lettras do
    abeedano, siteles proprios para namorado*
    ricos Irascos para cima de mesa contras
    muitisstmasgalanlarias, ludo muito lino e
    de muito bons gostos, asseverando-sc
    bec,a para senhora, grosdenaples furia-co-
    res, prctos c amarellos para vestidos, cortes
    de seda prcla o de cores, cortes de seda para
    noiva, mana de blondo, capella e luvas,
    mantas prctas de fil e de garfa a imilacao
    de blondc, ricas caixas de costura para se-
    nhora, franjas de todas as cores e sortidas
    de largura, e tranca de soda, chapeos de
    montara, llores, fita, chales ricos de tou-!
    quim, lita, bico, chapeos e vestidos de bap-
    lisado, chapeos de seda e de palha para me-
    ninos al a idade de 7 annos, e nimias ou-
    tras fazendas que se vendem muito em
    conta.
    a de ter em que empreguemuitfssimo bem
    o seu dinliciro : na ra do Queimado ...
    bem condecida loja de miudezas da boa la-
    ma n 33.
    Vcndc-se o deposito da ra dallortas
    n. 16 por preco niui rasoavel : a tratar no
    mesmo.
    Batatas novas c sabiio de massa,
    F.stes dous artigos venderu-se sement no
    &rma/.em de Barros ck Silva.
    >."IOS
    cobertos e descohertos, pequeos c grandes,
    de ouro patente inglez, para homem ese-
    nhora de um dos molhores fabricantes de
    Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
    glez : cm casa de SOulhall Mellor \C.<, ra
    do Torres n. 38.
    por {i4<) ts. o novado.
    Vende-se chita franceza larga o fina, com
    pequeo toque de avaria : na ra do Gre spo,
    loja de Campos c< Lima.
    Sao mimo lindos para pu-
    n ios.
    Vondem-se muito bonitos botos para pu
    nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
    .abotoadura : na ra do Queimado na loja de
    miudezas da boa fama 11. 33.
    RA DO QUEI-
    matlo n. '21 A.
    Veiidem-se as Mgalnle fazenda, muilo em ron-
    la : urosdmaple prclo, covadoa l.^s(K), 2; e 2.%1KI.
    pin lavrado dito, cuvado a Ij'.KHi, 2" e 2>|IKI, Al-
    baneza prela coro mais de vara de largara, fa/.euda
    propria para mantos, salas, banitos, etc., a Ir? o co-
    vado, sarja prela lina a -;, rbali de llores solas,
    lindo costos a SIMI rs., curtes de laa de quadros a
    39, cambraias francezas muilo finas a iHOelilOa
    vara.selun prala inac.io a 3$, 3-5 c i; n cavado, se-
    das de quadrinlios miado*, lindos goslos a |Sj o co-
    tado, duquesa de quadrus arliamalolada a '.MH) rs.
    daose as amostras com penlior.
    finida
    sOmtor 0,
    chamada.
    Por ordem dos directores.8.
    thesourciro.
    ltecife 3 de marco de1S.Y7.
    gosto agradavel e fcil a tomar em socrcto,
    P. VEKEKEK, esla e,n uso "a marinha real desde mais de
    60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
    po com pouca despeza, sem mercurio, as'af.
    gens, as consequen-
    eras c os accidenles dos
    e da acrimonia be-
    c por preco muilo .redilaria dos hnmores; convm aos calar-
    rhos, a bexiga, as contraccoes e a fraqueza
    dos orgSos, procedida do abuso das injec-
    ccs ou de sondas. Como anti-svphililicos
    o arrobe cura em pouco tempo os lluxos re-
    centes ou rebeldes, que volvem inceseanlas
    cm consequencia do emprego da copahibe,
    da cubeba ou das injeccoes que rcpresenlem
    o viru^sein neutralisa-lo. Oarrobe Laffec-
    teur he especialmente recommendado con-
    ira as.docncas inveteradas ou rebeldes ao
    mercurio eaoiodoreto de potassio.--Lisboa.
    Vende-se na botica de Barral e de Antonio
    Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
    dro n. 88, onde acaba de ebegar urna gran-
    de porco de garrafas grandes e pequeas
    vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
    Boyveau-Laiecteur I2,rua itichelieu Paris.
    formularios dao-sc gralis cm casado a-
    Na ra larga do Kosario, esquina do fecqoes da pelle, impinn
    beceo do Pctxe Frito, 110 segundo andar do cias das sarnas, ulceras
    sobrado n. 9, conlinu'a-sc a dar comida para I partos, da idade critica
    fora com lodo o accio
    em conta.
    O abaixo assignado declara aos deve-
    dores ac Aureliano & Andradc, que nao pa-
    guem seus dbitos senio ao abaixo assigna-
    do, do contrario terfo de pagar segunda
    vez. ltecife 13 de feverciro de 1857.
    Manuel Jos Leite.
    Retinara de
    Rcgo & Barreto, uo M<>-
    te.iro.
    No deposito dosta relinaria, na ra la Ca-
    deia do ltecife 11. 30, lia semprc assucar re-
    finado de superior qualidade, tanto cm p
    como era torros e em pSes, por preco mais 1
    eommodo de que cm outra qualquer parte. '
    Compram-sc 4 escravos, sendo 1 preta
    moga qticcngommo bem e cosa, 1 dita de
    meia idade, que saiba cozinhar, e_2 escravosl
    moCOS )iei;as para servico de campo : na ra
    da Cadeia do Piccife, loja 11. 50 del'ronlc da
    ra da Madre de lieos.
    Compia-se um reloqio ilt ouro patente inglez :
    na ra da Cruz n. 35 2.- andar.
    Compra-se urna escrava moca, que
    cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
    rita do Trapiche n. 14, primeiro andar.
    ;'% Compra-seo Diario de Peraamlmro de ;'-.
    ^'.. l'J d dezembro de 1833, e lamb.m as col- S
    '... lecees das lels brasileiras de 1839 a 1849: W
    y. na ra do Collegin n. 15, primeiro andar. J
    C.ompra-sc urna casa trra com com-
    modos para familia, as freguezias de Santo
    Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
    ra Augusta n. 17,
    -- Compram-sc cITeclivamente na rua d's
    Floros n. 37, primeiro andar, apolices da (,i-
    vtda publica e da divida provincial, assim
    como acyOea das diversas coiiipaiihias auto-
    risadas pelo governo.
    Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
    nos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
    qun! Dias Fernandos, ra da Cadeia do Re-
    cito.
    Compra-se urna porcao de cascas dn
    angico (nio precisa muita : na ra da Cruz
    n. 57, segundo andar.
    Compra-se tima barraca de cargs de
    20 a 25 caixas com assucar, sendo nova ou
    que esteja em muito bom estado : na ra da
    Cadeia do ltecife, loja de Joo da Cutiba Ma-
    galhiles n. 51.
    Compra-sc um sitio margom do Ca-
    piharibe, sendo da passagem al a Torre,
    mesmo sem ler casa : a tratar nos Coclhos
    com Antonio Carneiro da Cunta.
    Compra-se una morada de casa terrea,
    nao se olhando a ser de ponto baixo e pe-
    quena, porm que lenha bom quintal c seja
    as seguintes ras : Gloria, S. Goncalo, Bo-
    sariucVelha: quem a tiver c quizer ven-
    der, dinja-sc ra da ('.loria n. 22, das 4 ho-
    ras da tarde as 9 da manliaa.
    Na loja das seis
    portas
    Em frente do Livrament
    Vcndc-se riscado francez de cores escuras,
    a 160 o covado, chitas do. lodasas coros a 120
    e 160 o covado, cortes do cassa com (i varas
    e meia a 1/280. lencos brancos com barra de
    cores a 120 cada um.
    AOSSEMIUKES.ESTI HANTES DO PRIMEIRO
    v ANNO.
    Na ra do l.ivramenlon. IS vendem-se dous com-
    pendios iiiivos de Direilo Itomano, .por Walderk, a
    i-SOOcada um.
    Ai iiutzein de fazendas bit-
    ratas na rtia do Queima-
    do ii. 27, de i. ao.Jos de
    Conveia.
    Chals dcTouquim bordados supc-
    t rila do Queimado so-
    lo |m n. 18
    VENDE-SE :
    Panno lino preto prova de limo.o mais su-
    perior que ha, casemira a mais lina, col leles
    de casemira bordados de lloros solas,c linos,
    colleles de velludo de corcs.lcncos e grvalas
    de superior setim preto.selimcgurgunio pre-
    to para colletcs.srosdcnaple preto.sarja prcta
    lisa c lavrada para vestidos, meias prctas c
    brancas de seda, chales ricos de oquini bor-
    dados, ditos de merino lisos e bordados, pro-
    tos c decores, cambria de linho linissimo ;
    na e oulras umitas fazendas por presos com-
    modos.
    Bonecaa francezas.
    Vendem-se lioneras francezas ricamente
    vestidas c de varias qualidades a 19300,
    19600 c 2-, na ra do Queimado loja de miu-
    dezas da boa fama n. 33.
    Vinho do Porto Para escriifroscrto
    ros.
    de 1857.
    -Noarmazem de Jos Joaquim fliasFernan-
    dcs, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
    Vendem-se resmas de papel de pego do
    meihor que he possivel haver a dito iD.
    Tenor poucalcousa a 3s e SJ5O0, dito paque-
    te muitissimo lino a 45500 e dito almaco
    Brevee marfim ia aii.!*?' '=?:. ._*
    .-,.., .....v^.,. .,,i uo i.cus o. i, .cnuo-ac "siiiuiiissimo tino a 4C500 e Ce diln ,im,
    superior vinho velbo do Porto, em caixas de Breve e marfim a 4!, dilo .ImVco mmtiVS
    una e duas duz.as, por prcQo eommodo. bom a 3r2t>0. dito de coros m mK
    hanilL ft^ 700 rs., Bror.s das vertade'r^De!
    Deposito r.-nTirde ** **i SS?S
    nos a 3 rs i"."*" de */* I -
    nos a J rs., ditos proprios nara rir.r li-
    vros a 800 rs., caota, de oss to,n",Xs paV
    pennas de ac a 120 rs fii,i.,i..r
    5o una a q.a.ro I ,,hVs VX\ ffS
    trasoais cousas que sc vcndo lirao na
    roa do gucimado na bem con herida lol. dr
    miudezas da boa fama n. 33, '
    de rape" princesa ila fabri
    ea de E. (iasse, no Rio
    de'-'aneiro.
    Vcndc-se a preco eommodo rap lino,
    grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
    cima,* Chegado pelo vapor S. Salvador ; na
    ra da Cruz n. 49.
    Vendem-se terrenos para edificarn na
    estrada do Manguinniho, do do Recito, lado
    esquerdo, junto as casas do Sr. Manocl Pe
    reir Teixcira, com 250 palmos de fundo e
    do frente os que o comprador quizer : a tra-
    tar ta ra da Cadeia do llecifo n. a, ou com
    Jos Itaplista Ribciro de Faria, no seu sitio
    da Estancia.
    Vende-se a verdadeira praxa inglcza n.
    97, dos afamados fabricantesHay Mar-
    tin, cm barricas de 15 diizias de potes:
    cm casa de James Crabtree A Companhia,
    ra da Cruz n. 42.
    ischiisi; fiit m
    rior qualidade a
    Ditos de casemira prela finos com
    franja do. rel.roz a
    Veos de linho branc muito linos a.
    Colleles de gurgurao de seda muito
    finos, bonitos padroes a 4>000 e 6^000
    Ditos de casemira pret, bordados 79 e 8000
    Chitas francezas muito linas, imitan-
    do mussulina o covado a
    Lencos da seda da India muito linos
    Dilos de cores proprios para senho-
    ras a
    Meias de seda nretas de peso o par a
    Barretes de seda preta, proprio para
    padres a
    Guardanapos de linho boa fazenda
    duzia a
    Ditos de algodo alcohoado a
    Toalhas de linho para rosto urna
    Chapeos de palha americanos a
    Bonetes de panno fino c de casemira
    enfras.
    Precisa-se do, nma ama de lcite para genlc Sllva> "a P'aca de I). Pedro n. 82
    5: na rita do1'01"10' 'qoi Araujo ; Babia, l.ima criar a urna menina de 3 mezes
    Collegio n. 21, lerceiro andar. Paga-so bom.
    Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para casa de pouca familia, e que
    laca compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
    sito de charutos.
    Na ra da.ponlc-Vclha, junto a serra-
    ra (casa do lampean precisa-se de urna ama
    e de urna cugommadeira.
    li-
    maos; Peruambuco, Soum; lo de Janeiro;
    Rocha iFilbos; e Moreira, loja de drogas ;
    Villa Nova, Joo Percira de Magates Uile ,
    Rio tirando, Francisco de Paula Couto & C.
    O conselho econmico do nono bata-
    Ibo da inrantaria contrata para o trimestre
    a decorrer do primeiro de abril a 30 de ju-
    nho, o fornccimenlo dos gneros alimenti-
    cios as procos arranchadas do mesmo ba-
    talhiio constando csscfornecimenlo dos g-
    neros seguintes : pues de 6 oncas, dito de 4
    oncas, caf cm carolo, assucar branco,
    manteiga, carne verde, dita secca, bacalhao,
    toucinho de Lisboa, farinha da Ierra, leijo
    faceto ou mulatinho, arroz pilado, azeile
    doce, vinagre, sal, lenha em achas vinho e
    agoardenlodc canna : gueru pois se quizer
    propor ao dito fornecimenlo de genero de
    boa qualidade, comparece a secretaria do
    mesmo batalllO, da Soledadc, no dia 26 do
    corrento marco pelas 10 horas da maullan,
    com suas pronoslas em carta fechada. Jos
    Francisco de Moraes e Vascouccllos, lente
    secretario.
    BOYAL HOTEL'LONDON.
    26, ncwbridgo. stect Blackfriars
    Monsieur Polydore de Keyser a "honneiir
    d'infoTmcr messicurs les voyageurs qo'il vi-
    ent de repreudre l'hotel Boyal a Londres,
    lenu avec tant do suecos pendaiil 15 an*
    par son pre, mr. C. de Keyser. L'holel vi-
    ctit d'Otrc enlierement remeubl' elle uou-
    voau proprictairc s'efforccra, laul par l'cxac-
    tiludc du servici, que par la modicil du
    prix, de meriter la confiance de messicurs
    les vovageurs. Londres, le 1er. jauvner
    1857.
    Lotera da pro-
    vine! .
    Corre nipreterivelmen-
    diencas, depois de linda a do Sr. Dr. juiz do ((j ter<'a-eir ausentes, se ha de arrematar o terreno silo *
    n:i ra Imperial, pcrlenccnte a heranra ja- \ leilte .
    rente do finado Antonio da Triudade, com o, n _-
    abate da sexla parte do valor ultimo, edivi- 1. t? jL'/l?lC.
    dido em lotos menores como consta do es- procisa.so de lim mo,eque activo, para
    cr.pto em poder do porteiro do ju,zo ; val a I serv,co de urna familia ingleza : na ra do
    prar;a a requerinnnto do Dr. procurador lis- Trapiche Novo n 18
    cal da fazenda nacional, assim como lHps:
    de coqueiros com o mesmo abate. i Precisa-se para urna casa cstrangeira,
    Necessila-e de um liomem|sezudo desapencio- i l'e bouca lamilia, de urna mullier que en-
    nado de familia, para tomar cotila de um eslabeleci- i gomme com perfeirjo, paya-se bem, agra-
    provincia ; e qoe sua conduca seja .dando : a tratar na ra do torres n. 38, se-
    gundo andar.
    Hotel Inglez.
    RUADO TRAPICHE.
    Tendo sido contratado para o mesmo ho-
    tel um perfeito coznheiro francez, Izaucoise
    Pauppeirlle,convida-se aos senhores amado-
    res dos bons petiscos.a visitar o dito estabe-
    lccimento. Quaesquer ordens para jantares,
    pstesete, scro atlendidas com prompti-
    doeaceio. Admittcm-se alguns escravos
    moco, como aprendizes.
    Lotera da pro-
    vincia.
    O Sr. IhcsoHreiro manda fazer publico
    que sc acham a venda ueste escriptorio, ra
    poreSo do hilhct?s, mcios c quarlus da
    quarta parte da stima lotera da matriz da
    Boa-Vista, cujas rodas andam no dia 24 do
    corrento mcz. O sr. thesourciro manda de-
    clarar aos senhores jogadoes, que exis-
    tetn numcraooes sortidas, como tambem
    os bilbetes vendidos ueste escriptorio nes-
    sas ultimas loteras tem sido muito afortu-
    nados, por isso espera que elles concorrero i
    para que continuadamente nao (quem ta-
    maitas porgues de bilbetes por vender, co-
    mo semprc tem (icado. Thcsouraria das lo-
    teras 14 de marco de 1857. Oescrivao,
    Jos Januaro Alves da Maia.
    mriilo fora da
    abonada : Da roa da Cruz n. 35 2.' andar.
    Ka pede Lisbo,.
    Vende-se rap fresco, chegado agora de
    Lisboa: na praca da Independencia, n. 3,
    loja.
    PARA QUEM TJVER BOM COSTO.
    Vende-se um bom sitio com perto de 500
    palmos de frente e 1,500 de fundo, cheio de
    mu|tas fruclciras de divorsas qualidades,
    com duas grandes baixas para capini, terre-
    no escolenle para plantaco de legumes r
    hortaliza, commodidailes para se fazerem 2
    vivciros por ler camba d'agua salgada no
    fundo, casa soHrivel para morada, murado
    na frente e de um lado, agua de beber, etc.,
    e alem de todas estas bondades, quem qui-
    zer mandar fazer uina morada de casa coin-
    moda e acolada, ja tem um formidavel e
    bem feito alicerce para isso, com 40 palmos
    de frente e 110 de fundo, guarnecido com 2
    porles um de cada lado ; e lio perto da pra-
    ca por ser logo ao sabir do Manguind para
    os Afilelos : quem o pretender e quizer ve-
    lo, culonda-se com o proprietario Jos Sa-
    poriti, morador na casa annexa ao dito si-
    tio, do manliaa al as 8 horas, e de tarde
    das 5 em diaute; e no docurso de dia no
    P.ecife, escriptorio dos Srs. Basto & Lomos,
    ra do Trapiche n. 17.
    Attenca<
    Vende-se na travessa da ra daa Cruzes,
    taberna n. 14, o superior peixc congro : as
    pessoas que forem apaixouudas dcllc, che-
    guem, pois esta se acabando.
    ATTLNCur.
    Vende-se urna prela de 18 annos, bonita
    liguia, com principio de habilidades: na
    ra do Aragio n. 18
    Vondem-se tres moradas de casas ter-
    reas na cidade de (Unida, sitas duas uo lu-
    gar denominado Ponto, quasi dolioule da
    i-ioja do Amparo, Coilas ha poneos anuos,
    o a outra na ra uo Bomliin, todas do pedia
    c cal, chaos proprios, e eslo em muito bom
    ao ultimo gosto.
    Rl A DA CADEIA DO RECIFE N. 18, LOJA
    DE OUATRO PORTAS, DE
    Narciso Mara Carneiro, acaba de rcccbcr
    pelo ultimo paquete da Ecropa, um comple-
    to c variado sorlimetilo de roupas follas ao
    tillimo gosto de Paris, como sejam, casaras
    pretas, palitos de casemira c de alpaca, col-
    lotes do gorgurao preto c de cores com de-
    sodlos mui delicados, verdadeiras capas de
    borracha e seda de duas faces, os nicos
    impreiuiaveis, palitos inglezes de casemira
    a prova d'agua. exccllentes perneiras de bur-
    raeha, do todos os lamanhos, c outras mui-
    tas fazendas de seda preta, proprias para a
    quaresma, que se vendem por monos do que
    cm outra qualquer pa,rle.
    estado : quem as pretender, dirija-se a mes-
    ma cidade, na ra da Itibeira, casa em que
    mora o padre Ignacio Antonio Lobo.
    Velas
    a 12*100
    31^000
    59500
    10^1100
    3tl>
    18600
    i/Eoa
    29500
    3*000
    9/800
    29400
    600
    2MM0
    de cores a
    2? e 29600
    c outras multas fazendas que se vendem"por
    dcmiuuto pree,o.
    Vendem-se 2 cavallos de sella bons an-
    dadores : na cocheira do Sr. Cuedes, ra do
    Cano, a tratar com o mesmo.
    Vendem-se 5 caixoes grandes, pro-
    prios para pndaria ou rofinacSo : nos qualro
    cantos da Itoa-Vsta n. 95.
    Vcndc-se um sitio na Ponte de choa e
    um sobrado no aterro da Boa-Vista : na ra
    do Crespo n. 9, dir-se-ba quem vende.
    Vndense um escravo de meia dado,
    lurte o proprio para qualquer servico, sem
    molestia algutna : a tratar na ra da Scnzla
    Vclha n. 9.
    Vende-se superior linbas de algodo
    brancas, o de cores, cm novcllo, para costu-
    ra, em casa de Soutball Mellor & C.a, rUa do
    Torres n. 38.
    Doce (
    Cbegou a
    le
    arac a 500 re-;.
    ra do Collegio i. 5. o superior
    dneedearaga, fabricado no engenho Cucrra
    a .)00 rs. cada caixio.
    i\a loja das seis
    portas
    Em frente do Livraniento
    Vende-so pocas de algodo trancado com
    oque de avaria a cinco patacas a peca, dito
    iso a qualro patacas c meia.
    Vendeiii-st
    das Ii
    XAFUNDigAO DE PERRO DO ENGE-
    NIIEIR0 DAVID W.ROWMAN, ,*A
    RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
    FA R1Z,
    ha tempre um srande nHimente dossefiainlea ob-
    jectos ilemcrhauismosproprios paraeiikenbos.a sa-
    ber : uiocndase meias moendas, da mais moderna
    construrrao ; laivasde ferro fundillo e batid*, de
    superior qualidade e de lodosos tamanlius ; nulas
    dentadas para amia ou aiiimaes, de todas as propor.
    {Bes ; criyosc bocas de furnallia e reuislros de bo-
    eiro, igoilbSet, liron/.cs.parafu-os c cavillies.moi-
    nhos de mandioca, etc. etc.
    NA MESMA FUXDICA O.
    se exceulam lelas as enronimeiidas com a superio-
    ridade )i conhecida com a devida presteui ecom-
    modidade cm prec^.
    VIMIO DO PORTO GENUINO.
    Vende-se ptimo vinho do Porto cm barris d
    qiiarloe oilavo, por preco razoavel: na ruada Ca-
    dia do Recite n. 13, escriplorio de Hallar veira.
    CEARA' E ACARACC
    sesuc no dia 25 do crrenle o palhabote uSoJiralm-
    se, para o reslo da carja e pHMageiro*. Uala-M
    com Caelano Cyriara da i;. M., na ra da Cadeia .lo
    Recite n. 2. ^a>
    Vinho do Porto
    Na ra da Madre de Dos, loja n. 31, ven-
    de-se vinho do PorU), branco e linto, de to-
    das as qualidades, odas marcas mais acre-
    ditadas que vem a este mercado, em barris
    e engarrafado.
    Ao barato.
    Na aala de barbeiroda ra da Cruz h. 51,
    primeiro andar, vendem-se as mais moder-
    nas bichas de llamburgo, tanto aos ceios
    como a rclalho, e alugam-sc mais barato
    do quo cm outra parte.
    Pin ota da cidade t\o Itc-
    rife
    Vcndc-se a planta da cidade do Recite e
    seus arrabaldes, feita pelo Sr. Ilr. Josc Ma-
    mede Alves Ferreira, por de/ mil reis: na
    livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
    .Happa das distancias da
    provincia.
    Na livraria-n. 6e 8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-so o mappa das distancias
    das difiranles villas da cidade entre si, c
    relajo a capital da mesma, a mil reis.
    tiUM l.\G.,EZ
    Os mclliores reosnos do ouro, patente in-
    gle/., vendem-se no escriplorio do agento
    Oliveira, ra da Cadeia do Recite n. 64, pri-
    meiro andar.
    Polassa refinada om lalas de seis
    libras.
    O anligo deposito da ra da Cadeia do Re-
    cite n 12, rocebcu agora urna porcao de po-
    tassa r. liuda de superior qualidade, cm la-
    las de G libras, que se vende por prcc,o ra
    zoavel
    Scllius.
    j\alojadahoar
    vende-se lao barato ua
    admira
    Ricos pannos para mesa pelo dimi-
    nuto prego de
    Riimlbramo trancado de ruro li-
    nho, vara
    Dito pardo liso de puro linho, vara
    Rnm de quadr.nhos, de p.drOes
    nimio bonitos, covado
    Canga amarella francez, muito li-
    na, covado
    FihVdo linho liso muito lioo, vara
    -ilo dito coa llores, dito, vara
    Cambraias francezas de lindes na-
    drOcs, covado
    Chitas francezas muilo finas, de na-
    droes novos, covado
    Camisas de riscado muilo bem fei-
    lai e muito bonitas
    'Milis pretos muito bem foitos
    Camisas de meia muito linas
    li'cos lencos de lilet com palma
    bordada a matiz
    Ditos dilos de ramhraia muilo fina
    rom luco e linho
    l-iivas de seda de lindas cores, com
    ricas bolotas, o par
    Oitas de dila de lindas cores, bor-
    dadas c cnfeitadas
    hitas prctas de torzal
    Chales lisos de merino, de' lindas
    (iravatmbas de cassa, de padres
    muito bonitos,
    .cucos brancos de cambraia
    . os ditos de dita com barra d cor
    filos de linho proprios para rap
    H
    mto
    MO
    200
    320'
    OTO
    I92M
    320
    320
    19500
    4KWII
    ywo
    1920
    thm
    2/non
    15000
    45500
    240
    400
    as
    qialii
    : t) escriptorio
    Vas de otunibs
    velas estearinas superiores, para carro e pa-
    ra sala, por preco eommodo.
    Meias de todas
    da des.
    Vendem-se muito boas meias de seda pro
    tas e brancas para senboras pelo barato pre-
    co de 2/500,dilas de laia para padres a 15800,
    ditas de lio de Escocia pintadas para homem
    pelo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
    brancas e croas para homem a 200, 240 e
    280 rs., ditas pintadas c brancas para meni-
    "os a 21U e 300 rs., ditas brancas, finas para
    meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
    nhoras a 240, 300 c 400 rs., ditas prctas de
    algodao paia padres a 600 rs., e outras mais
    qualidades que se vendem barato na ra do
    Queimado, na bem conhecida loja de miu-
    dezas da boa lama n. 33.
    ! ecliiiiclia para os alfaiV
    te-.
    Na ra do Crespo, esquina que volta para
    a ra da Cadeia, existo una porco de algo-
    dao trancado muito encorpado, proprio do
    enlrntelas, pelo baratissimo preco de 1->D e
    jarda. ^
    Vendem-se duas moradas do casas
    terreas na ra Augusta, grandes c mo ler-
    nas, com gabinete, 2 salas, cozinha lora c
    quarlos : a tratar na ra do P.angol n. 56.
    O CUARDA-MVROS BRASILEIRO, 011 arte
    da eseripluracSo mercantil apropriada ao
    commercio do Brasil : vende-se na rna da
    Cadeia Vclha 11. 22. Preco8/000.
    elogios de patenta
    nglezesdeouro, desabnete edevidro:
    vendem-sca preco ra/.oavt'l ,em casa du
    AugustoC. de Abren, na ra da Cadeia
    do Reifc,armazem n. Ti.
    A3$500
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
    Ijada, assim como polassa da Russia verda-
    deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
    Momhos de vento
    romhomhas derepuiopara resar hortasaba-
    a decapim : na tondicode 0. W..Bowman
    na roa dn Brum ns. 6, 8 e 10.
    ,n(.NTii\
    We Trieste.
    Vende-se em rasa de Saonders Rrolbers y C. n
    praca do Corpo Santo n. II, a mnilo superior ebem
    conhecida farinlia de Trieste, da marcaprimeira
    qualidadeclieRada em 9 do crranlo na escun
    Pfeil, em porrescrandcs e pequeas,conforme
    vontadedo comprador.
    TAIXAS PARA ENGENHO.
    Ri fundipo de ferro de D. W. Bowmannu .
    raida Brum passando o chafam, contina ha- toST^clSSSll *"? **
    ver|umcorapletosortimoptodtaixBsdeferrofun uarrafa, 59500, -,',]"" ?"'***
    dido e batido de 3 8 palmos.de bocea, as quaes "I""* q niofor T.ndid^ei,V -V-Jlr
    cham-seavenda.porepreto eommodo com S?I* "pr*'""' promptido: einliaream-s oucarrtgast-s* mear 1 I Vil' DIDl aamauM
    ro semrtospe7. ao comprador.
    Em casa de Saunders Brothers C. prac
    do Corpo Santn. 11,ka para vandoro so uintt
    Ferro inglez.
    i'ixe da Suecia.
    Alcatrao de carvo,
    Konas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao liso para sacras.
    Ditoentrancado igual ao Ha Babia
    E um completo sortimento de fazendas proprio
    para ste mercado tudo por preco eommodo
    e assim outras muiUs fazendas que vendem
    XAROPF
    DO
    Piaoos.
    Em casa de liabe Schmcttau & Companhia,
    ra da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
    pianos do afamado fabricante Traumann de
    llamburgo.
    IOS
    de ouro, de patente inglez ; veudem-sc 110
    armazem de Roslron Rooker & Companhia,
    esquinado largo do Corpo Sanio 11 48.
    i\ Companhia, ra da
    de carnauba
    pura
    a arroba, vindas do Aracaly, cm
    caixas de 40 a 50 libras : na ra do queima-
    do n. 69, loja de ferragens.
    icas
    maulas de fil pretas : na ra do Crespo loja
    n. 16 esquina da ra das Cruzes.
    iiicas litas linas e model-
    os mais bemacabados scllins de pa-
    lele inglez queeii-lem nu mercado;
    a venda no arma/.rm de Roslron
    Rooker o C., esquina do largo do
    Corpo Sanio n. 58.
    -/fia para vestidos.
    Vendem-so cortes de ISa para vestido, do
    muilo bonitos padroes, o com 15 covados
    cada corte, pelo baratissimo proco de 53000:
    na ra do Oueimado 11. 22, na bem conheci-
    da loja ila boa fe.
    AJgoi
    lao 10 o ns tro, lie pe-
    chiiicha
    Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
    de largura, muilo proptio para toalhas e
    lencoes, pelo diminuto preco de 600rs. a
    vara: 110 loja da boa fe, ra do Queimado
    11. 22.
    G STANHAS ASSADAS
    Na ra eslreila do Rosario 11. 11, vende-sc
    a loda a hora do dia castanhas assadas c
    cruas.
    Azeitc refinado muilo superior, pro-
    prio para candieiros de todas as qualidades:
    vende-se por prcc,o eommodo, na ra do
    Trapiche, n. 16.
    Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
    ta Barbara A Companhia, vendem-se cITecli-
    vamente caixoes vasios de todos os lama-
    nhos.
    Agencia
    da fundicao Low-AIooi,
    ra da .Semala Nova
    11. 4U.
    Neste eslabeleci ment continu'a a haver
    proco que nao deixara de agradar aos se.
    nitores compradores.
    CERA DE CARNAUBA.
    IMPRTAME PARA OPUUCO
    Para curad. ph.)slc cm^od^oM."^!,!;;
    dosorgao>pu|moliarJsr-E",a' "" !
    Tachas de ferro,
    Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
    e tambem no deposito na rna do Brum lo~o
    na entrada, o derontc do arsen.l dc'm.n-
    nha ha sempra um grande sortimento de
    achas, tanto de fabrica nacional como es-
    Irangeira, batidas, fundidas, grande*, pe-
    quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
    gares existom guindastes para carrecar
    noas ou carros, Iivres de despeze. Os 1
    sao os ma is commodos.
    ... Fugio de bordo do vapor Igturissu o
    escravo pardo de nomc Amaro, idade de 23
    annos, altura regular, e lo, canocirodo por-
    to da ra Nova : quem o apprehender levan-
    Uo-o a seu senhor Jos francisco da Costa
    Znl' d Tr,"ichc *. primeiro audar'.
    sera generosamente recompensado.
    Aittnc/io.
    1 ugio no dia 16 do corrente mez o prclo
    Justino, cnoulo, com os signaos seguintes
    altura regular, cheio do corpo, sem barba
    com falta de dente na Trente, hVdV'r:
    regar peso na cabeca, muit0 regrisU, he
    bem conherido +or andar enlrcg.ndo assu-
    qar pelas tabernas, tm sido encontrado por
    diversas pessoas conhecidas, c diz sC
    que anda cm servico de seu senhor ; por is-
    so roga-sc as pessoas que o encontrar, amo
    o niandcm prender e levar roa llireiu n 76
    que scrao generosamenle recompensadas.
    --- No dia 27 de fevereiro prximo piw.
    do.fugio o escravo pardo, de nome Jeronv-
    mo, com idade de 38 annos, pouco maisou
    menos, de estatura baixa, secco ^ ,_<,
    bem parecido, barbado e conserva suissTs
    tcm olhcio de carapina e tambem de marci-
    neiro, o qual foi escravo do Sr. W a noel i v.
    nlio WandtTley, rendeiro do engenho Ry-
    bim, 11a freguiziarHle Serinhaem quem o
    apprehender, leve-o no Recifo a ra das Flo-
    res a entregar i0 Sr. t^quim rrencisco
    Torres (.alindo, ou no engenho Morenos a
    seu proprietario Antonio de Souza Leo oue
    recomnensara com cem mil res.
    - No dia ? de reve.eiro do correile annn.
    dcsapparcccu um negro de nacSo. masqu
    parece cnoulo, por ler vindo muito peqie-
    no. aind. mamando o qual represenV ter
    de 20 a 32 annos de idade, de nome llaihi.
    coznheiro, estatura ordinaria, magro, rosto
    a-1'0" barba, olhos graldcsTTo!
    brancelhas lechadas, nariz chato e ponudo
    beicos grossos, bocc rqgular e comdei.ies'
    tem urna pequea dcalrii em urna d;is fe
    ees, e outra em urna orelba, pela parte de
    baixo, de umlalho que levoo, bem com*
    outra no pepcoco, que por muito leve, talvez
    se,, pouco^sivel ; foi encontrado em Santo
    XXao, seguindo a estrada, com um luz.-
    nho de (landres novo na cabeca, e um callo
    no braco, sendo muito dado a briga oestes
    an.iraes ; este escravo perlencc a Gustavo
    Jos doKego no Recile, ru. da AurwT
    qum o apprehender ser bem gratificado.'
    -- Acha-se rugido desde o dia 15 do cor-
    rente, o preto de nome Theodoro, eriouln
    vulgarmente conhecido por Carioca, idade
    20 annos pouco mais ou menos, traa caira
    branca e camisa .chapeo de reltro pardo,
    cm o modo de andar acapadocla, consta qu
    ten. andado na Passagem da aladaglcna, on-
    de lem sidojajplo : rog.-se a pesso. que dal-
    le l ver notioit, o mande peg.r, e levar ,
    senhor, na ra Nova n. 33, que se Ihc gra-
    tificara.
    Conlinu'a a estar fgido o escravo
    N. O. Bieber
    Cruz n. 4, vendem :
    Lonas da Russia.
    dem ingleses.
    BrjnzSO.
    Brins da Russia.
    Vinho de Msdcira.
    Algodao para saceos de assucar.
    Algod&ozinho da Baha
    para saceos de assucar: vende-se cm casa
    de N. O. Bieber ci Companhia, ra da Cruz
    n. I.
    He muito barao.
    Vendem-se duzias de facas c garfos de ca-
    bo de marfim de boa qualidade a 10o, ditas
    ditos de cabo de bataneo muito finas a 6/,
    ditas ditos cabo roli^o eoitavadoa 3?, du-
    zias do eolheres de metal principo a 3 e 6:
    ditas de metal mais ordinario a 800 e IM00,
    e oulras nimias cousas que se vende barato,
    na ra do Queimado na bem conhecida loja
    de miudezas da boa lama 11. 33.
    BANDEJAS FINAS E BARA-
    TAS.
    Vendem-se bandejas linas e de varios la-
    manhos pelo barato preco de 1/500, 2.-.1OO,
    39500 c 45 : na ra do* Queimado loja de
    miudezas da boa fama n. 33.
    LEQUES FINOS.
    Vendem-se Icqucs muito linos com ricas
    pinturas, espelhec plumas a 2/, 3c5<>0e 4/ :
    na ra do Queimado loja de miudezas da
    boa fama n. 33'
    Potassa e cal
    virgem
    No anligo c j bcen conhecido deposito da
    ra da Cadeia do Recile, escriptorio ti. 19,
    ha para vender muito superior potassa da
    Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
    de Lisboa cm pedra, ludo a precos muito fa-
    voraveis, com os quaes ficaro os compra-
    dores satisfeitos.
    Para quem eistiver de luto.
    Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
    nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
    voltas prctas linas e ordinarias, ricos allinc-
    tes, ricas pulceiras, c ricas rozclas, tudo do
    meihor gosto que sc pode encontrar e por Anlon!. cassangc, de idade 36 annos. pou-
    .!.. co mais ou menos, com os signaes seguin-
    tes : altura regular, cangueiro no andar, cor
    preta, rosto redondo, sem barba, costas lim-
    Vendc-se cera de carnauba de boa quali-
    na
    ra da Cadeia do Recite, loja
    dado
    n. 50.
    Escovas de todas asquali
    da ;es
    nasdos melliores gostos
    QUe Se OOde enCOUtrar "m '-oml,lelo:'orl"nento de moendas e meias
    dO a.Trailap un* rnmnraiInrAe ........... ,n.l .. '
    do agradar aos compradores, porqoe real-
    mente se vende barato e ha muito onde es-
    oolher.
    Em casa de Huir, lirunn & Companhia, na
    ra da Cruz n. 10, vende-secognacem caixinlias de
    duzia.
    Vendem-se ricas cscovas inglezas para
    roupa, 0 meihor que pode haver c de nova
    invencBo a 3, ditas francezas muilo boas
    a1>, 19500ei "
    zas e franceza ..
    les inglezas e frauoezi s a 400, 500*e 600 rs
    ditas para unbas dita dila a 240, 500 e 15, e
    outrasqualidades mais baratas, que tudo se
    vende na ra do Queimado na bem conheci-
    da loja ile miudezas da boa fama n. 33.
    FITAS DE YELDO.
    Vendem-se fitas de vellido pretas e de co-
    res,estrellas elargas, lisas e aberiasde mui-
    lo bons gestos, pelo barato preco de 160,
    1320, 400, 500 e 600 rs., na ra do Queimado
    ua lo ia de miudezas d i boa fama n. 33'
    ',--. j---,.-, iui 11 Hi-
    pas, dicto do corpo, conversa pouco, foi e-
    IT.'lVd lili llIlvHrt t .I... *'._____. .
    cravo do finado CaeUno Gon^alves' d
    nlis, c legio no mez de julho do anno pr-
    ximo passado, suppde-se acbar agasalhado
    por alguem, para as partes do sul dcsta pro-
    vincia: a pessoa que o apprehender, sera
    gratificada com 100:000, q0e os recebert na
    occasiSo da entrega do dilo escravo, no en-
    genho Curcahi da comarca de Pao d'Alho,
    mas irancezas minio boas 1ou "" Becife, na ra da Guia a. 64, segundo
    2c000, ditas para cbelo ingle- anoar ; tambem sc gratificar a quera der
    as a 19200 e 2c, ditas para den- noticia do mesmo escravo com 50,-000.
    rannnrsa inn znn**Mt~. -- fugio de bordo do brigue braileuo
    -Mclimpo, na noite .:o dia 8 do corrente, um
    negro de nome Marcelino, nacao Cabinda,
    altura regular, secco do corpo, roslo ron-
    prido, barba serrada e cria suissa, coa falta
    de denles na frente, e consta andar vestido
    rom paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
    a burdo do dito navio, junto ao rars do Pas-
    seio Publico, ou a casa de seu consignatario
    Manoel Alves Gueria, na ra do Trapiche n
    14, que sera bem recompensado.
    l'KR.Y : TY.l' DE al. F. DE FARIA 1857
    ILEGIVEL
    .
    .
    >.


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