Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06667


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Full Text
ANNO/XXXIIl N. < Por 3 mezes adiantados 4000,
Por 5 mezes vencidos 4,$500.
SAIIBVO \ DE MARIO DE 1851
Por anuo adiantado 15,$000.
Porte franco para o subscriptor.
\

KNCARRKGADOS DA SIIBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pinhiba o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joa-
ulm I. Partir Jnior; Aracaiy, o Sr. A. da Lentos han ;
eara, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Mar-
nea Rodrigues : Piauhy. o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Cearania : Para', o Sr. Justino J. Ramos: Amaionas, o Ir. Jer-
nimo da Costa.
i
I
PARTIDA DOSCORREIOS.
xf ,.-1..
mu-: n,i ieraa-frii
Olin-U: i"io!< o-di-.^fompia hura* do ....
!**, Cuaauo Parahiba : ... --uit.l.ia -
S. Anlo, i:.-/.Tr... hoii<>, I Untara, Vil i nao -> ...
S. l.-mn-iiro l'.-i-.l'.ido. Naiarfta, l. icira. Floral, Vii.'-i-IMi... Boa-Vida, (h-cur* Kxa imu i|aarU Cabo, Ipojaca, StrinfcaMi, .tio-Fonoo**, L'm. Harrnr.M, Atf*-|reui
Pirm-nl.-ir-t e .Viul : finU-fcin*.
(Todo oa corren- parlera a* 10 kan i. nviuiTi.i,
AUDIENCIAS IIOS TRIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio i segundas a quintas.
Relaco ; terras-feiras e sabbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao malo-da.
Juio de orphioi: segunda! e quintas as 10 horas.
t'rimeira vara do eivel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMKItlIil.S DO MI/. DE MARCO.
3 Quartn crescente as 2 horas e 11 minutos da tarde.
10 La cheia a 1 hora e 58 minutos da r.irde.
1K Quarto minguante asli horas e 41 minuto da manilas.
23 La nova as 8 llorase!" minutos da tarde.
_ preamar im; iio.ie.
Primein. lie :io minutos da tarde.
Segunda 0 e 84 minutos da uianhaa.
OAS DAESEUANA.
l(i Segunda Ss. Cyriaeoe Taeiano llm, : Ahrahaui crmia.
17 Serca S. Patricio b. a|i. da Irlanda.
18 Quarfa. S. Karciso are, ni. s. Eduardo re.
19 Quinta Ss. Cosme e Damin. S. Jos esposo Je N. S.
20 Sexta S. Maltinbo r*bnui'iire are.
21 Sbado S. lenlo ab s. Birillo b.
22 Domingo. da ijuaresma. S. Baiilissa e Calcosina Mili.
EKCARRECAD08 DA M ltSCi:ll-<:Aft NO MI.
Alagoas.o Sr. Claudino Falrio Das ; Baln, o Sr. p, LHiwei
Rio de Janeiro,o Sr. Joao l'ereira Martins.
BU iei:\.\y.iu cu.
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiroa de rain, na ana
livraria. praca da Independencia ns. 6 e 0.
PARTE OFFICIAL
OOVEHNO DA PROVINCIA.
Expedienta de da El da marqo.
OllicioAo Em. commandantasoperior da suar-
da nacional do Recif-, inleirando-o de haver-se
aulorisado Ihesouraria do fazenda a abrir os assen-
tameulo* de praca dos tambores de que fallou S.
Exc. em ollicio de honlem n. 31.
DitoAo mesmo, scientilicandn-o de haver-se
mandado pagar pela thesoorara de fazenda, urna
vez que eslejam legaes, a talha e prcl, que vieram
annexas ao ollicio de S. Etc. n. 2!i.
HiloAo Dr. chele de polieia, Iraosmiltindo-lhe,
paaa ciencia sua e eiecncjlo na parte que Ihe loca,
copia do ollicio do carador doi Afiieanos livret, pe-
dindo esclarecimentos acerca dos que se acham ao
servido de cada ama das estates publicas.Iguaes
a Ihesouraria de fazenda, ao joiz dos feilos da fa-
zenda, ao inspector do arsenal de marinba e ao di-
rector do de guerra.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda,
commu meando ter o majur M a noel Ignacio Bricio
tomado emita da direce.io do arsenal de guerra no
da 6 do correnta, entrando igualmente na mesma
data no exereicio do'empregoj de ajadante daquella
directora, o raajor Jos Antonio llarbosa. .
DitaAo mesmo, dando-lhe sciencia de ter o
hachare! Francisco Antonio Pessoa de Barros entra-
do do dia 1' do eorrenle do exereicio do cargo de
promotor publico do termo de Saolo Anin, para o
qual fre nomeado.Iguaes eomrounicacoes se fize-
ram Ihesouraria provincial e eo presidente da re-
laxif.
DiloAo mesmo, eommuoicandb-lhe achar-se o
hacharel Francisco Comes Velloso de Albuquerqne
I.-ns no axsrcicio da primeira vara municipal desla
ridade, Da quahla le: lo i- sahslitnlo.em razAo de ler
o respeclivo proprietario hacharel Silvino Cavalcan-
tt de Albuquerque tomado assento na assembla
provincial.--Igual ao presidente da relajan.
Dito-Ao conselli > qua lficador da guarda nacio-
nal de Nazarelb, derlarando-lhe licar inteiradode
haver aquella cormibo ultimado os trabadlos da MI
segunda reuniao, e enviado ao conselho de revista
lodos os requerimeolos de reclaraarAo, que por es-e
cooselho forain indeferidos.
DitoA' thS'Ouraria provincial, para aiianlar ao
thesoureiro pasador das obras publicas mais -.01103,
.nao s para pagamento de 0I1-5, que se eslao a de-
ver ao ampreiteiro' dos reparos do ac^udede Bezer -
roa, como larubem para os concerlos de diversas
obras, devendo semelhante quanlia ser levada a
verbareparos.
Dita-V mesma, declarando que o individttn
nomeado ullimaner.te para o lugar de primriro
escriplurario das obras pnblicas, chama-se Thoinaz
Antonio Ramos Zany.
PortaraN'oraeandn ao hacharel Ayres de Albu-
guardas quali|icadus depois da creae.lo e organisa- respectiva responsahilidade.Mandou-se fa?or as
QSo dos corpos das respectivas freguezias, e os que | neressarias annolaees requeridas.
excerterem a forra legal das companhias, devem li-! Oulro do mesmo Joaquihi .loso Silvtira, emre-
car addidos ou aggregndos ncllas, al ser alterada
por es*e inolivo a dila organisacao.
Dito \o presidente da junta revisora de S. Jo-
gando Umbem o registro do paladn (iConliaiira.ii
por te-lo vendido a l.ouroiieo Marlin ., para se fa-
zerem as annolares, alim de ser dconerado da res-
molhados, em grosso e a retalho, pedindo matricu-
lar-se.Com vista ao Sr. desembarga lor fiscal.
Oulro de Salgado & Irmao, sociedade eominercia!
/
i
Com vista ao Sr. desemhargador fiscal.
Nao havendo mais nada a tratar, o Sr. presidenta
encerrou a aenlo ao meio-dia.
s do lie. ile. aecusando o recebimenlo da lista sup- ponsabilidade.Como requer.
plcmenlar conlendo os nomes dos individuos, cojas
reclamaccs foram atleudidas pelajunla.
Dito Ao director do arsenal de guerra, envi-
ando, para os convenientes exaroes, e execucSo na
parle que Ihe loca, copia do aviso da guerra de -''
de fevereiro ultimo, e bem assim as primeiras vas
dos conbecimentos de ,000 cortes de cronhas para
espingardas, e de 6 reparos a Onofre, e .120 libras
de plvora grossa enviados pelos Irrieiial de guerra
da corte, para csl provincia, comprio''^ qw Smc.
pronmva a remessa para a Pararnos, 'o peiten-
cerem aquella provincia.
/:.ipcdienle do secretario da prorincia.
Ollicio A' Ihesouraria da fazenda, enviando
a ordem do thesouro nacional sob n. 33,
Igual, envianjo as de ns. -l a 36.
Detpmchot do din 18.
Anlonio Jos lie/erra, soldado dn i. hatalho de
artilbaria, requerendo que se Ihe mande pagar a
gratificara de voluntario.I'o negado vista da
ini'M mae.io do Exm. general oommandante das ar-
mas.
Escolstica Francisca de Albuquerque, requeren-
do que seja admitirlo na companbia de aprendi-
zes do arsenal de m innli.i o menor Francisco. A
informar ao inspector do arsenal de mariuha.
Francisco Aotonio Cordeiro, requerendo trenla
para embarcar para o Rio tirande do Norte seis la-
boas de amarello.A informar ao capilao do porto.
Padre Florencio Xavier Das capelliO, do reco-
lliimcnto de Iguarass pedindo que se mande cor-
rer ama lotera das cunee li las a beneficio das obras
do mencionado recolhimenln.A informar ao |he-
oureira das loleiias.
Ilraz Jos dos Ileis, segundo lenle da armada.
requerendo por adianlamenlo a quanlia de 2QII-; rs.
Fui negada a' visla da informarao.
Joaquim Jos de Sant'Anna, preso,requerendo ser
posto ero liberdade.Foi negado a' vista da dcclara-
ra.o que parante o Exm. coramaodaule das armas
fez o supplicanle.
Joaqnim Anlonio Itodrigues, e Joaquim Jos da
Costa, mestres carpiuteiros, pedem que se Ibes con-
ceda o terreno de mariuha,que for preciso para seu
eslaleiros.A informar a adiiiini-lraeao dos g-lah -
lecimenlos de ca idade.
Jos Jernimo de Souza l.imoeiro, lani-ador da
receliedoria de rendas internas, pede tres mezes de
licenea. \ informar ao inspector da thesouraiia
de fazenda.
Jos Mara genbeiro, quer ser nomeado engenhriro para a re-
partirlo das obras publicas. A informar aodi-
cnuliece, dalla, o exrelleulissimo tachigrapbo, e o i
Marcos. K crea, sob a palavra do mesmo director, 1
que nao bamais que estes propagadoies ; porque!
elle ja disse que n noseo dislinclo orador psrla- i
mentar, o Sr. Rodrigues nao he o autor dos arligos
eonira a cmara municipal ; que o Sr. Portugal-
' velho desquilou-se da a Miscellanea a, seus amores !
deludas as pocas ; e que oSr. Dr. Aisla uao es-
creve a a Syiitagina Semanal : lambcm excluir o I
oulro de ,\llnno Jos da Silva, satisfazenrlo o des-, Sr. Dr. Castro, nao sei re que, nem porque... mas
pacho do tribunal de Ib' do eorrenle.Mandou-se : parece-me que be porque o Sr. Dr. Castro disse
matricular. eterno adeus polilica, e agora se oceupa com a
A.,i~n i, i -, -i- ,- i puldieaeao rio Koteiro corograpbico da viagem,
a OnlrndeJoa, lavares Cordero, por.ugue,, de ^, ^^ma fazer da cidade d IWem ,1o (f.aa-
i 'S annus de idade, negocame de gneros seceos e |'ara a" Villa Bella de Malo-l'.-'o, tirado do ln-
lilica do gnverno. lcou bem s dicnle, e as tranqui- ilisse-lhe que ram lisongeiras as noticias de Maman-
hermas (raparas elciloraes podein sar couliecidas uape relalivamenle ao cholera, Iurioso de-erlor do
lianges : boje purein querendo cnnliuar nnnlia- l;.-
refa, lenbo de di/.er o conlrarin, O medico manda-
do para aquella cidade, o Sr. Dr. ViMI de Oliveira,
nroanhecea boje oesla, leu lo partida liontem daquel-
la mesma rulado re M unanguape. e referi a des-
a_-rad i\.'t milicia ra inorle do Sr. Dr. Monle-llaso,
juiz munir-ipal e delegado do lermo. Foi o Sr. Dr.
do iioal se esporam Monla-Raso, fulminantemente >la:adn, e cin menos
re 12 horas passou desla prsenle vida para a eler-
seui a menor sombra de din i la.
Collierain-se, segundo sou informado, dados mni-
lo iinporlanles soiire as eleice* rio dislriclo de lla-
lurilr'. o Sobral, que sao as que mais lein estado em
ordem do dia, em consequcncia das duplcalas, em
que andam envolvidas.
Foi inaugurado no da lodo correle com II me-
ninos o coltcgio de educan los,
os mais lisongeiro. resaltados.
rio astronmico, que ao rio ^^rt'-'ea fizeram os o-
liciaes eugeiibeiros e doutoii mathemnticos man-
dados, etc., seguido de pulios e tbeoricos, ele,
descoberto pelo sen zelo e diigencia na secretaria
estabelecida na cidade da Fortaleza do Ceara-, com- i da cmara de Villa-Bella, ollerecido por feliz, lem-
posia re Manoel Jos Salgado Couto, com 'i-J anuos I branca delle ao Inslituto Histrico que sem davina
de idade e Francisco Lata Salgado, com 32 anuos de I sabera aprecia-lo. e que um amigo e admirador do
idade, porluguezes, pedindo matricular a sua firma.
SESSAO JUDICIAIA EM 1'J DE MeAC-O PE 1857.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
Souza.
A meia hora da tarde,! prsenles os Srs. desem-
hargadores Villares e Cilirana, e. deputados Kego,
Basto, l.emos e supplenle Ramos e Silva, u Sr.
presidente abri a sessao, e lida a. acta da ultima, he
approvada.
I.en-se um ollicio do Exm. conslheiro presidente
do Inbuual da reanlo, datado de 1S do correle,
commouicando ler desigoado na mesma dala, o Sr.
rleseinhargauor Manoel da Silva iiuiin.ir.les para ser-
vir de juiz revisor na causa de revista, que lem de
ser decidida ueste tribunal.
Apresenlada para julgamenlo a appellaeao entre
partes :
Appellante, Tasso & Irmao ;
Appellados, a viuva Forno 4 Filho.
Sorteados os Srs. depulados Finio de l.emos e Me-
deros Reg.
Ficou addiado o julgamenfo a pedido desle.
I'assagem.
Do Sr. desembargador Cilirana ao Sr. desembar-
gador Villares, a appellaeao enlre partes :
Appellanles, Crablree Kenunorlh & Companbia ;
Appellado, John Doneilv.
IITERIQR,
querqee Farnandes (ama, para o cargo de prorrio- I redor das obras publicas.
lor
cMsariajconiiiinnicaO-s. nomeado para o batalhalp ". 30 re gua. la i.acioi.al,
Ha--Maudando admittir ao -ervco do exercilo, i pedindo patenta. Mandou-se pawar patento.
corno velantario, por espara de ti anuos, ao paisano
Julino Jos l'ereira, abooando-lbe o premio de
30OJ.0O0
1 goal acerca du paisano Evari lo Machado Cima.
Fes-se a rospelo o expediente do eslylo.
Diloao agente dos vapores, para dar passagem
Marcelino Goncalvcs da Silva, interpondo recur-
so da decisSo da Ihesouraria de fazenda. -- A infor-
formar I tbesnurarie de fazenda.
Miguel Jos da Silva Molla, requerendo Ifeenca
para 'ensnar primeiras Mina particular.
I'anl.ile.io Jos de Sania, requerendo a nagainen-
por conta do governn, para as Alagoas, ao lente' j [0 l)e rrele de sua iiareaea que esleve no servico pu-
JoSo Mara Petra da Bitancourt e sua familia, e bem
assim ao soldado seu impedido, Claudino Rodn -
gues de AnJrade.Deu-se -ciencia an commaodan-
le das armas.
Expediente do tecrelario dn provincia.
OllicioAo Exm. general commandanle das ar-
mas, ihteirando-o de ltver sido indeferido o re-
qoerimenlo do guarda do J- balalbAo de artilbaria
desle municipio Joao Alves de Oliveira, a que se
refere o ollicio deS. Exc. n. 212.
DiloAo, mesmo, dizendo ter o F\m. presidente
da provincia mandado indemnisar o li' balalhao le
infantaria da quanlia de que trata o aflicio de S.
Eic. de liunlem n. 213.
14
OllicioAo Exm. prelado dioce!ano, enviando o
comproioisso da irmandade de Santa Cruz dos pre-
sea canoeiros, alim da que S. Exc. se sirva de dar
sobre elle o parecer, conforme o exige a assembla
provincial.
DiloAo Exro. presidente da Babia, acensando
a recepcao dos c iiihecimenlos dos arligos de farJa-
meuto e fazendas, que em conseqoeticia de ordem
do -averno imperial envin para aqu o director do
arsenal de guerra daouella provincia.Reme(leu-se
ao director do arsenal de guerra. ,
DitoAo Gxm. general commandanle das armas,
apresentando-lbe, para recrula do exercilo, o paisa-
no Joaquim Jernimo de Oliveira.Communicou-
se ao juiz de direilo interino de Sanio .\uiao.
DiloAo mesmo, transmttlindo por copia o avi-
so da guerra da I de fevereiro ultuno, do qual se
vi, que fra reformado, na forma da lei, o capilao
bliro em I8.V1. A informar ao chefe de polica.
Serafn l'ereira da Silva Mouleirn, professor de
primeiras ledras da povoar,ao dos A fugados, reque-
rendo pagamento da gratificaran por contar mais
de 12 annos de exereicio. Maudou-se ationar a
gratificaran pedida.
Viclurino Antouio Marlins, pedindo licenca para
ensnar particular primeiras ledras.Concedeu-se.
ADVERTENCIA.
No exppdienle do secrelario da provincia, publi-
cade 00 Diario n. 63 de 18 do eorrenle, pag. U
col. I', linhas 35 em vez demuevola-secon
nexo.
Ma mesma pagina e columna, liobas ."i, em lu-
gar dea' vista da imperial resolueao, lica enten-
didola-selica entendido, a' vista da imperial
resolurau.
Na liaba 60 em vez decommissaola-se
commiiuicdeao.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quarte! ajemaral do eommando d Pernambaco na cidade do Reclfe, coa 18 de
marfo de 1857.
ORDEM DO DIA I. 437.
O general commandanle das armas declara, para
os fin convenienles, que esla dala ronlraliiram novo
engajamenlo por mais sei- afinos, dos termos do re-
glamento de lidedezembro de tcV>2, precedetido
iospecrao de saude, o Sr. 1.- cadete Francisco Maria
de Almeida Seixas, com a clausula de ir servir em
uir.a das ciimpanhia de cavallaria do corpo da guar-
nieao lixa da provincia da Babia, c o !. sargento
Aulonio Manoel de Oliveira Bolas.Igual Ibesou- j Joaquim Amenco da Silva, esle da segunda compa-
rara de fazenda.
DiloAo mesmo, para recommendar ao coronel
Trajano Cesar Burlamaque o pagamento da impor-
tancia dos emolumentos que esta elle a dever a re-
partirao da guerra, por sua nomear^o de assisterrta.
do ajudanle general do exercilo na provincia das
Alagoas, para onda compre, que parla quaulo
antes.
DiloAo mesmo, para por em liberdade o re-
crula Jos Francisco Idrges, visto ler sido julgado
incapaz do ser vico em iinpeceo de saude.
DitaAo presidente do tribunal do commercio,
communicando-lhe lei-se concedido ao escriplurario
daqaelle tribunal Manoel Anlonio Marlins Pereira,
quatro mexts de licenra com vencimentos.Com-
inuiiicou-se Ihesouraria de fazend?.
DH07-A0 chefa de polica, dizendo qae foi Irans-
mitlida Ihesouraria provincial, cora ordem de pa-
ga-la, estando nos termos legaes, a conta das despe-
zas feilas com o sustento dos presos pobres da radein
do Brejo no mez passado.
Igual, commjinicando, que le'maudno pagar o
aluguel da casa, que serve de cadeia em Barreiros,
vencido al iiovembro ultimo.
DitoA' Ihesouraria de fazenda, devolvendo os
papis relativos ao aforamento do terrefio de mari-
nha devolulo no Forlo do Malos, em frenle de nina
ubi, e aquelle da quinta, ambos Je, 10.' balalhao
de inlantaria. os quaes peiceherialVem dos venri-
menlos que por le Ihes coropetiren, o premio de
40O1KK) rs-, pago segundo o art. 3 Jo decreto 11. i "l
da DI .li juulio de !*.",. e linde engajemenle nina
dala de Ierras de 22,500 braca! quadrad ... Se de-
ser'.arem.perrlerao as vanlagen do premio, e aquel-
las a que tiverem direilo. serao considerados como
se fos.em recrutaJos, descontainlo-lhes no lempo do
engajaiiiento o de prisao em virlude de senlenra,
averbando-se esle descoulo, e a parda das vanlagens
nos respectivos ttulos, como esta por lei determi-
nado.
Josc Joai/uim Coellto.
tribunal do commercio.
Sessao administrativa em i de marco de i857
t'rnidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 e meia horas da mauhaa, prsenles os se-
Bhorea deSvjlados Keco-i Baslo, l.emos, e supplenle
llamse Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
sendo lida a acta Ha ultima, foi approvada.
i.eu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
I.eu-se um oflicin do secretario do Iribonal do
felizmente o grande numero de orphaos ile-vali- na : apetar dos cuidados incessanles que o Sr. Dr.
dos, que vagavain por ah sem destino, e sem lulo- Vital empregou para seu reslabelecimeuto.
ro r?rlo, entregues a exploraran d)i mais lugares.1 I ma lagrima sobre a campado Sr. Dr. Monte
encontrn urna proteecilo segara e valiosa junto rio Raso.
governo. Eaa iasti sevaranles do Sr. Paaa Brrelo, ha de deixnr seu no- ment. mais algomas nutra-, peaaoas, c continua a
me perpetuado na memoria da provine! i. api lemia em sua recrudescencia b ib-ia e cruel, ro-
As orphSas nao merecen) menos os cuidados e au- roo aempra costoma ser ; todava u numero das vicli-
xilio do thesouro provincial. Dos quena, qu as mas ainda nao be rerlo.
easa que foi do finado Antonio da Silva & C, e re- commercio da capilal do imperio, dalado de 16 do
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBCCO.
PARA'.
Belem i de marro de 1857.
A siluar.io artual desla provincia, faz-me crema
volla do feliz reinado de Saturno a idade de ouro.
A saude pnblira vai melbor ; o commercio Ihiresce ;
os melhoramenios roaieriaea eoalinuara ; a sub-cripr:
e.io para a eoinnaiihia de ill'iminae 10 pesca rresce
le dia em dia ; o mercado publico esta arrematada;
is obras da municipalidad! fo adlanie ; as ienrii-
Cea publicas Irabaltsaai reguiar.ud*, ; e a po-
itica parece encaminhar-se para a ccnciliariio : ao
denos os ataques sao mais espadados, e nipnos vio-
lento! De lodo cnnclun que o Exm. Sr. Ilenrique
de Beaurepaire Roan he perfeilo administrador. O
songue fro, com que elle ouvia .-s irnprudenri is da
opposicAo; a segaraoea com que elle desc-rregava
os golpes, quando a juslira o exiga ; o arerlo de suss
medidas muilo pensa las e rrlleclidas o que para os
sofregos pareca fronsidSo, a habilidada coa que
sabia esperar e aproveilar as occasies ; a maneira
nobre e o cavalleirismo. com que elle recebia em pa-
lacio os seus inimigns os mais eiicarnirados e peque-
unos, deviam produzr esle resudado, a nao ser que
lieos livesse retiradodeUM lodo ojnizo.
Disse na nimba correspondencia passada, e repilo
agora : espero ver recoudazidos ao uom camiuho os
desvairados.
Nada se demorou aqui o Exm. Sr. Amoral : no
dia inmediato a ebegada do Imjieratriz, parlio para
o Rio Negro.
O nosso dinn chefe de polica o illuslrado Dr. Joao
Baplista tioncalves Campo', julgou i w. racdenle a
quena do cnsul brilanmco coulra os guardas da
alandega, pelos aconlecimeiilos na escuna iugleza
Kark.
O Sr. Samuel Vines nao deve conlintiar a ser con-
sol inglez noj Pai. J nao tem iurfja moral, nem
enlre os Ingina* que aqui resideen. Oulro da, fez
um convite ao commercio : um s cominerciaule,
uem anda inglez, rompareceu Era urna samuela-
da o que elle pretenda.
Ilorrorisou-mc o Verger!
Trem !.... Mas ao mesmo lempo levanlei as
maos para o ceo, e agradec a lieos o lavor que lem
concedido a esle pobre rlero brasileiro, que apezar
de 11 unmoral a poni de se querer um mino I*
brouie enlre elle e o novo clero, anda nao produ-
zio um regicida o Ciernen!, nem assassinos de seus
bispos Onde eslara o pobre clero brasileiro. se a
iinmoralidade ajotilaase a malvadeza. o homicidio
premeditado com lant. antecedencia '.' As malvade-
zas desle grao correm o mundo, chegaiu at nos ;
as de menor quilate, e as iinmuralidadrs, ou antes
as fraquezas, o mundo as ignora, porque la' lia mi-
nislros da coroa meaos injostos e mais patriotas.
Acho melbor corrigir os defeilns, que denuncia-Ios
ao publico, ao mun m, e entretanto llcar-te donnindo
a respeito de melhorameotos. He par estaratSa
que eu, anda que nao siga as ideas polticas do Sr.
Euzebio, luuvo o ministro que conheceu o de que
precisa va O acaso, clero para melhorar-se, e Iralou
de realisar suas ideas. Nao descampo! o clero de
sua patria.
Ja que estou voltario para o clero, aproveilo a oc-
cssiao para continuar um pouco por esse caininho.
Estao era concurso um canonicato, e o curato da
| S. L'm concurso, he crise, como as eleires : he
j a poca das cartas anouv mas deixadas sobre as me-
sas dn prelado, ou innocentemente entregues por al-
guia menino. As virtudes dos candidatos sao o ob-
jecto dellss. Esse modo de aecusar, se.na be vil e
rontrano a' caridade, que manda nao revelar fra-
quezas de oulrem, be enlmente intil: que ere-
dito qner merecedora anonyrno "' Pode ser verdade
o que elle diz, mas pode tambera ser calumnia.
Cbame-se o acensado; elle negara'.- Oual dos dous
menlo ".' Cbamem- nao as determina ; estebelaeer ama dev..ssa, levar
o dominio do publico verdades ou menlirj. occul-
las, saria escndalo. Creio mais acertado, que,
quando o zelo pela rellgiio e pela moral li/.er, que
se d esse passo ; denuncense o criminoso, assig-
nando-se o denunciaute ; li crdito a' sua denun-
cia, e facilita a de-caberla da verdade e a punieao
do crinie.
O descredilo em que: eslo boje os annnv mos, he
mais urna rallo da niililidade dalles. Pela minha
liarle, quando nlgoin padre me ollender, cumprirei
o o corripe eum inlra le et psumsolum ; si te non
audieril, die EecleaiaE, Se liver deleitos occullos;
e que me nao oll'endain, nao me erigirei em promo-
tor noblico : o oll'endido pidee deve queixar-*e e
se o crime for publico, cnlo anda ti mais escu-
sada a minba denuncia anonvma. E alem disso, a
orcasiilo em que apparecem taes denuncias, nao
moslra que sejam lilbas do zelo pela moral.
O a Diario do Grao Para' de boje diz, que Ihe
consta, e com certeza, que o Sr. Taques vem admi-
nistrar esla provincia ; antros dizem, e tambera com
dilo seiriior nos diz, pelo Giao-Para a, qoe elle
maudou imprimir a sua rusta, e pretende distribuir
gralis pelo interior, pelo que louva o cuidado e rles-
iuleresse do dilo senhor.
_ Porlanlo, nenlium destCS he propagador de luzes.
Escondem-se porque diz o evangelbo : a Ignore a
la nafta esquerda os beneficios que a direila der-
rama a ; e elle- cuinprem a risca o Evangelbo.
O E. P. R. esl perdido incorreu no desagrado
do Peona e sobnnbo doutor !... Ora em que dao
os brihquedos Andaram jomando cnlrudo : e co-
mo as cabaciuhas do E. p. B.., com quanio menos
ferinas que as delle-, os ensopassem mais... zauga-
ram-se e amaaram-sa !... I.ogo desamaam.
MARANIIA'O.
1 de mareo de 1857.
Conclu a ininlia ultima missiva carreras, dan-
do-lhe conta do eipharque de S. Exc. o Sr. Cruz
Machado para a corle.
Pelo miiliv i de assim escrever. deixei de narrar*
Ihe, miudameule, loda essa. occurrencia de auleiuao
preparada.
O concurso das pessoas que se acbvara em pa-
lacio, era immenso, assim romo immensa a getite,
que na praca esperava o Exm. presidente, para le-
va-lo'alc a rampa.
Nunca Maranbao presenciou lamanho concorso,
que, como em despedida, vinha prestar upa verda-
deira ovaeao ao presidente, qu Iba legou immen-
ses beneficios, avullandu entre elles, a crea-
e o da coinpanliia Ail, o contrato ra navegacao
lluvial a vapor, o cometo das obras da .ugem-tiran-
de, da Estica, e a quasi conclusgo do ranal do .ra-
papaliy. Alm desses beneficies, para assim dizer
maleriaes, nao se pode prescindir de mencionar O
beneficio inmenso de haver S. Exc. moralisado as
nossas eleirdes, fazendo rrua guerrs ao. fsbriranles
de aclafi falsas, alim de que a verdade usse a nica
expressilo ca vonla le popular.
As gazelas estandarte, e Diario, depois do
descauso, qne poi suas propriaa maos,procuravain no
tal caarapeblo do rerutameir.n dos lypograpbos, re-
appareceram.
Pela leituia de alguns jornaes do sul.vi que o car-
naval do recrulainento dos Ivpographos (ez mais ba-
riillni. do que o do horaem d.,s bolas.
I.ouvo muilo.quc ,uma c as*e nobre,como a dos Iv-
pographos, lora; a peilo a causa de um companlieiro
propnamenle tal. peraagnirZo ; mas queio tambera,
que elles. antes de obraron, lenhara conhecimeulo
da causa, indagando, comi negocio se passou : do
contrario torio esse zelo n.io penar de urna vaa os-
tentarlo, toda .viciosa em seu extremo, que nao po
de deisar de provocar-nos o riso, (; j n venus
-Tal-a ri.lirnlj ',a>. m,r\ quO lod is.> assoilla. ---1|'
um monstruoso rnriapet.V,amo ;i Ufe oecawlo te
Ih'o dizer em nina das minbas ulliiuas missivas.
A esla hora, porem, creio, que lodos ah deven de
couhecera ciloda, cm que caluram. 0 Maranbao, io-
felizmeulu sempre foi a Ierra classica dos inaraulides,
como Ihe chamara o padre'Vieira.
Teniam, pois, daqui avante raais caul'la com os
alarmas daquellea boinens, atini de nao mais acredi-
taren! na sull" cacJQ jiroleslada da inpronsa,p?la sim
pies prisao de um distribuidor, e ne um aprendiz de
Ivpographia, arabos alias, as circunstancias de se-
ren recrutadus, porque, alm de bous vadlos, sao
pessimos remendes do olliio.
A opposirao acaba por seus proprios orgaosdese
Plirismar a opposicao foguete.
l-to rlieira a urna espacie de aineae.i ao presiden-
le, que liver de substituir ao Exm. Sr. Cruz. Ma-
chado.
S. Exc. n Sr. barao de ('.unala continua perfeita-
meiile bem na sua inleira adininislracao.e obedecen-
do a lei geral, ja vai sendo desabr lamente alacaao
pela opposao fdguele.
Para provar-lbe al aonde chega o dscomedimen-
lo da tmprensa liberal, liaste dizer-lbe, que quasi
lodos us humen, os mais grados e sensatos- da uossa
capilal, em una verdad-ira indigoafle, acabara de
fazer um protesto, on le suberanamenle se^arnrlcri-
n aqaallaoppoai{ae, e s defende a honesta e mura-
lisada IO)iBltra(a do Exm. Sr. Ooz Machado.
lie lalvez esle o excraplo nico de una populaeao,
por assim dizer,iiileiraerguer-sa em rlefeza da hon-
ra e repulacao de un presidente.
Transcrevo-lhe as poucas linhas do mesmo pro-
testo, que foi aasignado alea hora de sua publicac.io
por raais de duzeutas pessoas, Indas da primeira plai-
na da sociedade. Ei-ln :
Oaabaixe assignados, revollidee com o procedi-
raenlo inqualilicavel de algnmas tullais desla provin-
cia.que sepronniiciaram era opposicao a administra-
Co emiuenleiii-nlc honesta einuralisada do Exm.Sr.
presidente Antonio Candido da Cruz Machado, ni-
lendern.ile rigoroso de ver da honra, e em abono dr,
b om sensn, e desallronla dos |,rio< j I. provincia de
|M iranliao proleslar peraule o paiz. contra a manei-
ra iusolila.com que, por meto de calumnias e nju-
rias.se lem pretendido dencsrir a repulacao do mes-
mo Exm. presidente, uo seu carcter de homein pu-
blico e parilcular.
o Maraiih.iu i de fevereiro de 1857.
As cmaras inunicipaes de lodo a provincia acabara
igualmente de dirigir urna pelicao a S. M. I., em
que ilelenle.ni a illuslra la adiniiiislraeao de S. Exc.
e pedem por conseguinle a sua conservacao na geren-
cia dos negocios pblicos desla provincia.
A pelicao da cmara da capital, acaba de ser pu-
blicada, e eu.lhe euvio um exemplar, rogando-lhe
que o Iranscrera no sen importante jornal, ileella
una pera digna de leilur.i dos seus inmensos subs-
criptores.
rendas publicas permutan em breve completar a
institmrao cora um collegio de meninas desvali-
das.
fiosse bello Brasil a nao he a Ierra da nronissao!
lia poneos illas bouve um conflicto enlre Calislo
Jos de llendonca e um moco de conduela regular,
As arremalaeesjlos dizimos de gados no eorrenle I resulluu sabir aquelle comum f-rimenlo leve na
anuo, produzram 7'.l cantos ; no auno passado pro- j face. Aein desle acnnlecimenlo, nenbnir, oolro de
du/.irain lil ; liiuive portanln um excesso de 18 con-
los. Flspera-se que a renda provincial no exereicio
vigente, seja superior a 3UO eolitos.
Mr. Robert. o arlisla, r.c que Ihe del nolicia em
idntica natureza tem occorrido.
A Ihesouraria de fazenda, e coneio, sao as repar-
tienes publicas, onde melbor e mais promplamenle
anda o expedienle. lsto nao importa censara as ou-
minha precedente epstola, lem dado ja duas repre- Iras eslares do servico publico.
senlarfiss, e sempre cora encheule extraordinaria. I A segunda comarca! que romprcbeinle os lermos
lem lulo iuressanlenienle maior numero de pessoas, i de Campia. Inga' e Pilar esla' acephala propria-
do qae comporta o ihealro. I menta a' Ma de um juiz lellrado uella. Examen
Essa concurrencia porem esla' bem longe du pro- os lugares de juu.es inlerinainente hoinens um lamo
var o menlo do artista, que no entender da melliur pouro ronlicredores da lei. Se for possivel.pet-a Vine,
gente vai per.lrndo muilo de sua agilidade anliga. ao Sr Dr. Alhuqiieique de l.acerda, tiliiniamenle
madamniselle Josepliina, una das mais importantes despachado para juiz inuniripal dn Pilar
personagens de sua companbia, he quem ansenla
essa cchenle, de dia em dia mais crescenle. Os
rapases goslaia de ver um bello colhuruo. e mada-
uioisellc, he apreciada sob esle pona de visla.
Consla-ine, que ella boje dallara' sobre a roda,
em cujea exercicios deve ser bstanle appliiudida,
Inga'
que reside nessa cidade, que venha quanln antea to-
mar posse de 'en emprege-, e do exereicio de juiz de
direilo da comarca interinamente.
A secrao de ronlencioso da Ihesouraria geral lem
cumprido evaclamenle com suas .hngares, fazendo'
entrar para o cufre una cousideravel somina, resul-
lal be a predispusicao em que se achara os espirites lado de dividas .mugas, que ha muiu eslavara no es-
em seu favor.
A companbia de canlo, que aqui eslava, relirou-se !
para o Maranbao no atiaanabaraa. Era Maranbao
dar ella alguinas repreaentacdes, ou cone.ertos ;
depeia seguir'para (lew-York, e dallt para Lon-
dres.
Com b retirarla des*a roinpanbia, |ierdcu a capi-
tal un dos seus mollinees passatempos.
O invern tem continuado cora regularidade. To-
dos os ridad.los ar.bani-se amulados com esle fado,
que para esla provincia, mais do que para qualquer
uulra, he urna queslAo de vida c mosle.
Cam a reforma na reparticio de polica, encon-
Iram-se por lodo a parle candidatos aos lugares das
mesillas, enlre ns quaes alguns com as habililares
precisas. O |)r. Abilio, que acert u> esculla "dos
seus servenluartos.
Nada mais.
quecimenlo.
O recrtitameuln nesla proviacia .era sido feilo cora
a uiainr moderaeAo e unparcialide. lo.
lia poneos di.is um innocente, que goslava de apa-
nliar ns ravallns sem dono, tai remedida para bordo
do hiale de guerra nacional I'arali.bano, quando
aqui esteve refrescando em nosso anenradouro.
V febre amarella continua a bordo dos navios ,o-
glezes ; mas rom pooca inlensidare.
Aden, saude, dinheiro e quanli he bom, Ihe de-
sojo.
PAR AII IBA.
17 de marco.
Prezodo amigoN'., dia 5 do andante Ihe man lei
noticia, miiihas, pens, que Ihe leria ido as maos
a Competenteeojstola. que fielmente foi remellida |sado, que eleva .i categora de villa a pevaerjtode
\gua- Prela.
ASSEMBLA I.El.ISI.AlTVA PROVINO AL DE
PEKNAMBI CO.
Sessao ordinaria em ls de marco de 1857.
'residencia lo Sr. linrilo de Camaragibe.
[Conclaso.)
ORDEM DO DIA.
Seguud i discusso do projeclo n. 211 do anuo pas-
pis reparlicao do correio. segundo me asseverou o
Amaro, aqun enearreguei tu cudalo de remlle-
la na mala, salvando-a da interipcao na relacjlo no-
minal.
Suppomlo pois, que Vine, lenha na forran de seu
antigo rmluine estampado miabas garaluges na' cn-
!umnas-du s.-u apiario, na forma lambem de raen
velho coslume eis-me eum u pena em panho diico-
Jo-I he o que por aqui sa vai i tusan lo
oolro Cos.. de rholera, o qa leos nao permit..
EmMamangaape meimnaappiima>se)ter o mal ca-
mmhado em perreita decluideao ; e isto afllrmam
pessoas viudas de la'.
C niinu.i porem a careslia dos gneros alimenticios
e im o ha esperantas da.h lil i.
Comecei eu naquella minha mis-iva de5adizer-
Ihe alguraa cousa aceica do vapor purera ileixou-me
no uieio iios gustos, e, corlando o lio da oraran, fui
Obrigado a parar com minha narrativa ; c bem nao
sel oade flqoei. Lenbra-me haver-lhe fallado das
coosa a respeito dos peridicos, que aqui se achara
em campo, os quaes sfio apenas tres visir, que
Vai a mesa, be lido c apoiado o seguinle requeii-
mento:
P.eqnermos que sobre o projee o em tscussao se
pecam informares ao Exm. pres denle da provin-
cia. It. de i.acerda.The don. Suva. /
O Sr. Ijtis Felppe: Ooando se li.lon deste
I neniadla m ntiroaira diacussu. i u., re je>r ~
ci nano .tve a mesma lembranra qne acabo de olfe-
recer a eoasidera{3o da casa ; ello fez um reqoeri-
I menlo para que toase ouvido o E'm. presidente da
! provincia sobc o projeclo qae ros eoeapa in.je, e a
cmara de liarreiros. A cesa reprovou esse requeri-
menlo do nohre dcpulado, e nlo sei se o nobre dr-
pulado obrara muito regularmente reproduzndn-o
agora na segunda discussao ; mas fdmilto que assim
seja, lenbo porem de me oppor agora, como me
oppui daquella vez, e as razes que enliin apresen-
lei e que parecern! calar no espirito da casa, vi-I
e vou
contra u Exm. senhor Cusa I'inlo ; e na carencia "'
de farlospara fundamentar suas asserees anda u "obre dcpulado, nao sei se sale que j era 1833,
dando por pa'ase por pedras, e fazendo de qual '. sobre urna petirao dos Agua-pretano' forara ouvi-
qTen,lul,ff7,,e^aV?e'r.0- M' Kxra. presdeme da provincia, e a cmara
Aentiuui frnclu lem lirado a opiipsirao, que pelas I .-,
verdadeiras e legtimos Infloeneias do partido da I """"c'na|. q '" assembla mandara
ordem lera sido alcanhado de desjieilos ; e na ver-
dade be assim o logro de alguns prelendenles a elei-
quarlo so se orcupa rom sua. mercancas. Continua I que regeitou o requerimejito, silo as inesmas qu
ii peridico Imprensaa era ana desabrida opposicloIapreaeatar acora.
11 e.-a oppnsi^ao
aqu tem sido
cojo peus imen-
uiiicameiite a a-
rao lol que origin
la, e cojo (im al
preci icio do procesao eleiloral na provincia.
NSu duvilo, que se ulmpreiisa,.. como ja disse
jo ..Conservador,.! iivj.se apparecidu antes das elei-
i rf.es algn resudad > lalvez llra-sem aquelles que
! vejar em sua perdaeleiloral o ebyamo da pilria.
| alas agora, c depois de estallado o'galo, be sem du-
]ue sobre essa perao dsse nformares o presi-
dente .' Essas inforniacoas porem nao existen na
casa, a pclir.'io anda n3o vollou.v
O Sr. H. de Laceria ; Isso he era apoio do re-
queriinenln.
o Sr. I.itii Fetippt: O rerln he que a pelillo
nao vollou al boje, e parece que oolro nao seria a
causa -en 'o a falla de reunan da cmara, porque
r segunda vez o, mez de reve...ro"pro,imo passado. acompanhando | ^ffL JJ ^jj -h^'ceMe^" t'a^ce'.iiiel
Certeza do Diario >i quer dizer, desejo de que-
herdeiros do me-uio Silva A,- C. para que em um I a relaro dos coinmercianles molriculados naquelle
prazo razoavel salisfacam exigencia Jessa Ihesou- | tribunal nos meze- de novembro e dezemhro do an-
raria, conlida na rea informacajo n. *li de 21 de I no passado, e Janeiro do crrante auno.Mandou-
jolho altimo, cumprindo desse modo o despacho se archivar a aecusar a receprno.
desle governn daquelle mez, exarado no requerimen- Oulro do sCurelariu do mesmo Iriininal, dalado de
lo de Manoel Jacque da Silva, qne se aprsenla eo- [ -1 do crrente mez, BCompauhando oulra rclaeo dos
mo herdero do dito Silva. \ "ommercianlea matrn-ulados duraute o me
Dito Ao juiz de direilo dn BoniCtr, commaoi- vereiro prximo pastado.Archive-se e aecusc-se a
| vida um erro imper.loavel, visio que desla r.pposie.ui S. Exc. nao podenJo dar o seu parerer sem ser fun-
irrelleclida nada mais, alem de odios e intrigas pode dameiilann, remellen o rerruerimeiilu inuclla cama-
sugir. ,i '
i..|j.._______ i ra para Ihe llar inforinaeiies minuciosas; masque
<> parinio saqurema aqu romo geralmenle se si- I H
be. he coinposlo do um psxaoal naior de gente grada I Mu '"'^ "ma" Bo lera reunido, be laclo cons-
do qae o partido Insta, d'on le atea urna ineeiito- ,,1,l,e: ora, nao estando a cmara reunida, nao po-
lavel vanlagein para aquelle, e perda para esle ; mas I rilara chegar ao conliecimenlo de S. Exc. as olor-
Osla vanlageni desappareeera' iuevil ivelmeule
por ventura lulo bou
cando Ihe ter prorogado por mais tres mezes o pra-
"^ zo concedido a Jo.lo Comes da Silva, para a apre-
senlac.io da -iia carta da serventa vitalicia dosofl-
cios de segundo labelliAo e escrivau do crime e ci-
receprao.
DESPACHOS,
lira rcquerimenlo de Manoel AntonioUonteire dos
Ssnlos e Francisca Jos Lopes, informado pelo Sr.
vel daqaelle termo. Commanicou-se lambem ao desembargador fiscal, pedindo registrar o contrato
presidente da reJacSe e ao joiz municipal raspee- deeociedade qne fizeram soh a firma de Monleiro
tivo. |i\- Sanios.Defirio-se na forma du parecer fiscal.
Crcolar Aos commandanles superiores da guar- Oulro de Joaquim Jos Silveira, entregando o re-
da nacional da provincia, rommunicando-lbes para gislro do hiale Amelia, por te-lo vendidn a l.uiz
a r'onveniente execu^ao, a dclermnarAo conlida enj Jos Almeida e Manoel dos Sanios Costa, para faze-
avii'o da juslira de 20 da fevereiro ultimo, de que os I rcui-so as aunoluce-, alim de ser descuerado da
rer.....
O nosso vslho n Providencia esla' remorado, j -".j
nao s no material interior,comu no trabadlo arts-
tico ; quero dizer, que ja se pode ir ao Providencia
ver a .. Ignez de Castro, a l.ighi, o Pedro-cera, a
I, rgalfiada, ele. u O Sr. Cermea lie o autor des-
le lo- *'' mclainorphoee e progresso ii". no so. actores.
Anda nao faliei de oulra novidade, e queja bo-
je he velha, o ^rector (ga/ela lie > registro das
iocutuares de urna sociedade propagadora dos co-
uheximeiitos alis. Nao (era partido, un nao segu
os eegas a nenham partido, he ccleclico-politica :.
nao mexe na vida privada de ningnem ; trata o
seo collega do Diario do Cummemn por illuslre
collega ; nao qoer qne ns collegas adundara nos
seu jornaes annoneioi que lembrem aos devedores
os seus deveres ; lem lauto desoja de aonanciar os
rendimeulos das reparlices, que se quena de que
os cheles Ihe OSO mandara a nota dos ron lmenlos,
le. etr. E nflo obataole e-sas bondades e vanla-
gens todas, a sociedade propagadora conservu-se
envidia uo seu veo de modestia, a o paLlico apenas
CEARA'.
Eorlaleza, II. de marro.
O Dr. chefe de pulira araba de chegar de sua com
miarla do foleriorda provincia.
As gazelas nao se prouunciaram coulra o seu pro-
cedimenlo nos proressos. que foi instaurar, e dos
qoaes Ihe lenbo fallado. Apenas em uina correspon-
dencia de Sobral, puhlirada no oC-arcnseo, peridi-
ca da opposirao, fazein-se-lhealguraasrensuras mui-
lo leves, e sedeas. No meu entender esse silenrio
da imprensa,he uina prova irresistivel, de qoe o Dr,
Abllio porlou-se como magistrado inleiro, no deseni-
peuhn da sua commissao.
Em Sobral tarara pronunciados Diogo Comes, or
crime de ferimenlos ; Vicente Cmese Ignacio tjo-
nies, romo autores das nortes do dia 3. Estes Co-
mes perlencem ao partido caranguejo.
Domingos Patriolino, perleurenle rio partido libe-
ral, lambem foi pronunciado por ferimenlos graves
na pessoa de Diogo Comes.
O chee de polica nao prnnoaeioo a raais ninguem
em Sobral; nem de oulra maneira tlevia rile proce-
der, a nao querer envolver no processo toda a popu-
laran, que coucorreu para as .desurden* do da com
ojoso de pedradas, c oulros projectis.
Era Sani'Anna, foram prnoooeiados8 individuos;
um fulano contiendo por Chico Doce, e um tal Luiz
llandeiro por rrime de homicidio; um lal Carneiro
por complica do mesmo crime, e uso de armas. Es-
tes individuos e mais tres, que foram pronunciarlos
era crime de ferinienlos, ou uso de armas, perlencem
ao partido caranguejo. Capin, que segu as ideas
! lbenles, foi pronunciado em tentativa de homicidio ;
man pronunciado um lal Luiz de P.nhu, igual-
mente peitenceiilc ao partido liberal.
Depois deste, laclo, u chele da palicia, dirigio-se
[.ara a comarca da iinperalrir., onde nao fez proces-
so algn por adiar a juh.dircao prevena.
Os depilados preparara se para seguiaxp.ira a rr-
le no aliuaoabara, r|ue he aqui esperado no dia 1
do correle. Nesle vapoi seguir' lambem o Eviu.
Sr. Dr. Paes brrelo, a quera a pruviucia deve os
matares beneficios.
S. Exc. vai prepararlo paro ver disculir rom van-
tagem a sua administraba rom relaeao do pleito elei-
loral, que leve lugar na provincia.
Alm dos domnenlas importantes, que ja linha,
e qua lia de por era relevo a sua imparcialidad,', e
reclidao no ineio dos laclo,, que aqui se deram,
Sr. Paes brrelo, man Ion abnrum vasta inquerito
em lodos os dislrielos, diin da seren melbor apre-
ciadas as eleices di provincia.
Essa idea de sua excedencia leve n melbor clleilo.
0 procelmenlo das autoridades cora relarao a po-
esa van! i, desappareeera' iiieviKveimei.ie se macoes. Se, pois, se ,bi esle fado, se o presidente
-ver um paradeiro aos desmn- i.., .,.,, .
los dos peridicos quede da a dia e de momento a ; "1" l'"de ohler essas iiifarmaci.es sobre o requeri-
raomnilo v.in perdend > de sua. dignidade. e impor-
tancia ; e esl perd ou dizer em que rabir o orgao
das opinines publicas neersariameote reverter' em
prejuizo d,s mesma, opinies ; e cm resultado s-
mente o 'ere.iro.se como o lobo matreiio souher es-
perar ganhara'. fazeudo de um e de oulro lado as
pre/.as que poder.
O raaior mal e o maior inirago do partido bala
ou saquareaaa aqu he a falla de um chefe, que .fi-
nja seus inleresses, e promeva cora sincero e verda-
leiro afinco a ajniao de ludos os seus memhros ; e
boje sera' mais iieeessario, que se reivindique um
grande e cousideravel numero, que anda disperso
em parle, em parle desellado, e em um pequeo
qudiililativo renegado ; esles anida n5o fizeram,
nem rarao falla, porque (eraos lido una cousidera-
vel compoiisar.o, leudo de mais a mais a vanlagem
denos pi'.rmo, acobertoa de inimigos verdadeiros, e
qoe souberara-sodisfarrar no carador de amigos.
A lula que prrsenlenieiile se acha Iravada' cutre
memhros da mesma familia, islo he, entre mem-
bros dislinrlos e imporUnles do partido da ordem,
ou saquarema ; se e lera limitado a ditcaatio de
principios, e mesmo a apontar algnni desvos admi-
nislralivoa, quando estes por ventura se livesaem
dado na arlualdade eduiante as crises momenlosas
ment de enUo ; boje que o mesmo fado se repro-
duz, parece que S. Exc. encontrara a mema daIIi
curiarle em nos mandar as informares que o nobre
depiilado pede.
Ha nutras ronsidrares ainda.
Eu considero de necessidade absoluta a elevarao
ia povnarao de Agua-Prela o categora de villa, e
sendo a-sim, nao peoso combinar com a irla de adia-
meiilo que o nobre depulado quer dar ao projeclo,
pedindo sobre o mesmo informares que nos veem
muilo tardamente, pelo qne'seremos forrados a es-
perar anda para a sess.io futura.
O Sr. B. de tjieerda : E nao podem vir agora ".'
(' Sr. I."'-. FeMppt: Nao be asloral, seria
mesmo impotsivel, eulrelanlo que lirain privados os
Agoa-prelanos da boa admiiiislraeao da juslira e de
lodos os comraodos que multaran da crearau da
villa.
Perora lie a impugnarao que l'a^u ao rcquerimen-
lo: sa a casa quzer ser coherente com o que ja vo-
lou na primeira discus-o, me fo.'iiccern .iccasiAo
porque patMmoi ern o anuo passado, lalvez que "para na disCassSo do projeclo dar as deinais raines
irouxesse emscu resultido algum beneliciu para 0 com que pretendo suslenla-lo.
rae,nio partido.
Se inesmii, desde que rorneraram es resenlimen- O Sr. II. ie Lutria: Sr. presidente, a casa
I tas de algons, a queisas de muilo* e as redamantes I sa Ta de leiubrar que na primeira di,euss,lo de,le
de oulro.. se crea-s um jornal conciliador, ainda pjecta eu aprsente, um requerimenlo pedindo
quando los,e inspirado pela aulondadc, lalvtz que j ...
boje nSo llonvessemos de lamentar as conseqoencias 11uc_lo,!e "v" ""ara de Barrcirus e Exm.
de nlgonai imprudencias. I'odavia, eu nao quero I pre-denle da provincia. O nobre depulado soppon-
prevaleeer-ne da occasiao para impor, apenas vou Ido enlao, como eu lamben suppnnha.quc o piojeclo
dizendo alguma cousa como simples individuo, que | ,-, e-lava em discosio, que linli. alienas logar
sou, e nnllidade perleila im nr lera das colisas li ,, .
ticas. Amo a juslica, e mi goslo de ver as ques-! "'",Ue"c mome"1" -"' apre-enlacuo, oppoz-se ao
tiies pailicularcs e resenliracnlos de cada umeuvol- requerimenlo por mira apreseulado, e disse que na
I'.....' negocios pblicos, que devera ser odalos discussao compleme dara os c-clarcriinenlos...
com mais circomspeccilo. ,sr. /Miz Ftl- E ,. |u[|o a oa.|os
Aliiliiaineiilc peletaui com for-as iguaes rlous pn- ,, .... ,,,,,. ,, ,
de.o-os inimigos em defeza da mesma causa e sus- '" de '"'r"i i -M o nobre depulado
leiilac.lo da mesma relignlo, que ambos professam ; eatava illudido, como eu lambem, e nenhuma oulra
e querendo a mesma cousa, lulam desabridamente, i orc.i-iao era mais propiia do que a primeira discus-
o.nenie porque umnio entende o idioma do oulro. lifioidoprojecto; nesse engao rreio que amboana
lie assun qoe eu cousi tero a queslAo, ou antes esta I ,'______,.. ,
transitoria divisa, do partido da ordem. laboramos, lauta ..honrado memoro romo eu, sup-
Eu bem poda aqui Iranserever-lhe o apanharaen- pu'lbamos que o projeclo linha sido apenas apresen-
to lo : promedien o nobre depulado na nceasiSo coni-
pi t, uto d ;r os escl ircrn.lentos necessarios...
t> sr. /.ni: /!;.;,: E CSIOU promplo.
n Sr. H. n I. cerda 'Has a occasifl i ara a-
| qu' la.
vi pois ac o que o engao qu I ,c lagar enlre
, mis, lambem esta o partllh u, porque regeitou o re-
querlm nlo, snppondo que na primeira discuu .o se
daran u, esclarecimeutas e entSo se aovara a uti-
> Sr. Ma- lidade .!.. projeclo; mas o resudado do engao tai
nuel t.lemeiilino, lonvoii a bem disse a sua uoiiina .__i__________ ., ...
r.in, mas a Impresa n,,o reparn, que rom ia ma- ''ue ";"",u ^"'cHo C'" l'nme.ra d.scus-ao -em ...
nita-liic.m a e-le respeito luuvon ao Sr. Cus.-. Pinto, esclarenmentos.que o nobre depulado nnsdevi.i dar.
O fr. Luiz Felxppr Doo-os ag. i .
O ir. B. de i.acerda I'o* bem, se o uohre
lepulido confessa que houve e.se engae, creio que
a casa nada lera de incoherente conletaande lani-
era este engao, c que por elle voloi contra o re-
ta de algumas contradiecOes da Impreiua, curiosa-
mente colligidas pelo conservador ; mas ara me u.in
oceuparcon indina velhaejdisentida,detxo den
fazer, todava uo deixarei de meneioaar-llie a se-
guinle. que bem mu-ira o vasio das aci usagoes as-
sacadas contra Sr. C la Pinto.
l-'oi nemeadoparaologar.de segunda vicc-pre>i-
denb desla provincia n digno Sr. Dr. chele de poli-
ca Manoel Clemenlinn Carneiro da Cunda, islo em
virtude de proposta doSr, Cosa Piulo.
Foi mudo acertada e-ta esculla. A Imprenta, que
lesde seu naseinenlo vola considerato
bemol,s a sus acertada proposta. Os loovores da
fmpreiwt, dirigidos ao Sr. Clementiao, sao por con-
eipieuria necassaria Inhulados ao Sr. Costa Pinto,
s.'io,por assim di/er.n proleslo solemne da sem ra/an
das anteriores accoia^Oes.
IS
lloiilciri, quando comecei com minliusjeteuiiaiias, I qucrimeuiu.
t) Sr. /.. I rli/'pe : Ouid nde
n Sr. I!, de l.fcrda : Ouid nde.' be que cm,
raznes na ii vam senao a lazer, que a casa poreve
boje u requerimentc que deixou de approvar eatao,
e isto he lgico. Sa naquella occasiao a casa ni i Hp-
pruvou o requerimenlo por eslar em engao ssiru
como nos...
" Sr. I ,,: lelippc : i o oulra a npi non da
casa.
t) Sr. li. ,1c l.a.-erda : QstaJ M .'
II Sr. /.aj lilippe : Kecciou a demora dn pio-
jeclo.
O Sr. iif alies (iaiinares : N'ctse scalidn
volci eo.
O Sr. II- de Lutria .E o nohre depelado coos-
lilue-sc orgao da casa ; ire adiatile.
Passou o projecto em primeira discussao sem e>-
claiecimenlos alguns, protestando o uohre depulado
dar-nos ,lepo s ; eo que vi qae o projecto pastas a
desapercibidamente, projeclo que salda] ler. romo
de certa lera, niuila importancia, apresenlei de novo
um requerimenlo assignado por ama pessoa que OM
deve merecer algum raucedo, como lodos os oulros
honrados memhros nos inerecem, mas ainJa mais
|iela posic.io que oceupa ; funecionando num lagar
muilo provino de Agua-Prela. parece que es eacls-
recimenlos pedidos por elle sao de maior importan-
cia do que podem ler os pedidos por mira sei.
O nobre depulado primriro secretario, que apna-
rece como i atron desse projecto, apresen!a-se de
novo oppondo-se ao reqoeiimenlo, a enlo di.se
qae em 1833 se apresenlou na casa ama petir.o dos
Agiia-pretanns, que enlao se pediram iiiformar.Vet a
|.resideiile, e que he natural que o presidente se in-
formasse da cmara de Barreiros, romo quer qne
essa cmara, ha lempo, se nao ruine. he.ewa a ra-
zao por qoe nao lias leein sido Iransmillidas as iu-
fonnaces ; qae os r.iolivos que enlo se .lavam ain-
da hoje persisltm : logo, he cscasado |>edir infor-
maeoes.
.Me parece que esla razio ha moilo fraca quando
se trata de pedir i ni armarnos e csclarecimenlos que
nos devem levar a votar nesle ou naquella sentido.
O Sr. Lui r'Mppr : Deslrua a difficoldade da
viuda das intarmardas.
O Sr. H. te l.ttcerda : Nao he preciso, porque
o qVie o nuble depulado aprsenla nao tai mais qoe
im rastello no ar ; fez um bonita edificio, porem
lodo tantas jen. Diz o nobre depulado : lie natu-
ral que o presidenta pedisse inlorinacoe- a cmara ;
OTa, a cmara nao se tem reunido, logo nao teein
sido rladis as informarnos, e be natural que pedida-
hoje lambem nao venham, poique ha muilo que a
cmara se nao renne.
Sr. I.ui: l-etippe da um aparte.
OSr. />'. de Ijicerda : O que i.ao he natural he
pedir-se informires a um corpo extiacte, porqae
nunra se rene...
(' Sr. Ijriz Felppe : Existenla de direilo.
O Sr. /.'. de I nerrdn : L'm rorpo qoe se nao
rene. O qua be natural be que o presidente nio
peca inlorniari.es a urna corporaeao que nao eiisle.
<1r /..i- Kelmnr. "-- ama ". -
rena. #
O Sr. /;. de ji'-craa : Eatao he lazo de mu- ;
se o nobre dejiulado confessa islo, confessa a sim
cO|i|radiCrao.
O Sr. /.'ti; l'eltppe : Mas ns e-lorcus do presi-
dente teem sido ate boje improlicu.s.
II Sr. I!, ilc /.irerdw. Eu creio qoe me leuho
feilo romprehender, lenho moslrado que se nao era
natural que ns pedisseroos informares a essa re-
mara, porque nao exisle.lambeni nAo he natural qar
o presidente as pera. Mas eo prescindo disso. pora
o presidente informares a quem qiiizer, pora-as
cmara, ao Jai* municipal, aos juizes de paz. ao de
direilo, ou ao vigario : o que eu digo he que n..s
nao podemos prescindir desses esclarecimentos. pelo
menos eu.
O nobre depulado. que se diz l.io forte nelles e
que apparece como patrono desse projerlo, entran-
do na sua justificarao, tratan lo da sua ulilidadr.
disie : Senhnres, cu entralo nicas palavras que
apresenlou; eu enlendo que Agua-Prela lem neces-
sidade de ser elevada a villa...
OSr. Luiz l'elxppt : Eu ainda nao cnliei na
discussao do projerlo.
O Sr. A", de /.aeerda : Foi o que o nohre de-
pulado disse, e cu appello para as olas tachisra-
pbicas.
O nobre depulado nito poda por forma algum4
combater O meu requerimenlo sem dizer es-
ch-recimeutas eslao na casa, ou eu os don : asas*
nobre depula lo nao disse islo, nAo aprsenlo* cs-
clarecimenlo., e se nAo, qoaes i orara elles ?
O Sr. /.wi: l'elippe : Pac* a palavra.
O Sr. II. de l.nrcrdw : Sr. presidente, eu [.ele
pouca pratiCB que lenho de haver sido juiz de ler-
mos reulraes. vejo que nos I .muramos n um erro
loda a vez que suppomos que as rreacnes de villa
sAo uina vanligem, que o ler o juiz perto da no-,a
porta he urna grande vanlagein, he um engano: ha
mais vanlagem em ser juiz de um termo exlens, do
que ser joiz de dous nu tres termos unidos,aonde ba-
jan) juizes supplrnlcs... He mais vanlajoso ler iu>-
(ira tange e n ais ceita. do que perto e sempre in-
certa -
O Sr. Tlteoioro Silva : Apoiado.
" Sr. II. dt l.accrdj:lie verdade qoe os jui-
zes -ii| (lente- n.iu teem ampias allriboiroes, ma os
ateree*es movate s por t.l maneira, laes cousas se
arranjam, que, por mais activo que seja ojqiz lel-
lrado, nao pode evilar certas inconvenientes, por-
que o juiz nAo pule acbar-se ao mesmo tempn em
lodos os termos, mesmo lem de sabir deltas e enlao
temos a joslica sempre mal disinhuiJa. Isla he re-
gra geral. por lata nAo vejo vanlagem por este
lado.
He mais conveniente scrcm extensos os lemos
leudo um juiz lellrado, ,1o que divididos, lendo jui-
zes leigos. NAo quero aqui defender a rlassc dns
collegas, mas elles inspjram mais rnnfianra do que
os juizes suppleutes que fazein ou deixaru de lazer o
que he de sua rbrigaeao, sem receto da rc|ion,alii-
lidade mesmo mural ; o juiz supplenle que livor de
dar nina senle ra o favor de um amigo, na* lem aa-
rmpulu, porque |.nsaque he um fado iniignil.cau-
le, que o nao mancha. E-lnu pra, convencido d>
que, nenhuina vanlagein lem os habitantes da \-
gua-Pela, em lerein um taro, i|ue natiiralnieule
uAo pule ler por juiz um tediado, mas sim um
supplenle, porque he quasi sempre uina falalida-
de, que pesa sobre a Banal lunnisIracAo da jds-
lia.
Responiendo assim a nica OBacrvacasi que o no-
bre depulado apresenlou, combtanlo a necessidade
dos etclarectmeolos, cu appella alada i>aia o nobre
depulado qua contigo asssitaaei Hienda, que he
luiz d'um dus termos viiinhus eo.te \.ua prela, V
creio que a cas......i po lera prescind: dos e,i luc-
imiento-, lauto in.il,, quauda eu que ,.i lu aulur de
um requcrioieulo i^ual, el va rquivncado. ssaaaMO)-
do que o rojecto a|.eua- se api sajante quaud pt
,i.ii em | i.mena discussao.
r Sr. luiz Ftlippt: Sr. prrsi lei.le, i.au he com
,i precisa lber di de que entro na d.srussAo desla |-ro-
Jeclo; pievejo que vuu ler pui antagonista o oe-
hre depulado que he juiz municipal de Barre--
ros.
OSr. S. Ilraga :He o qae ha de menos impor-
tancia.
O Sr. Lu: Mippt;--... a quem voto amizade.
e e-la considerar au me coage, Unto mais quinle me

MUTILADO
ILEGIVEL




parece que o oobro deputado k estii un, punco pre-
venido, vislo coin, lugo ao entrar nesta s h. ouvi
que meia voz dizia que era ama sorpreza que se
Ihe faza, e que o proieclo nilo liulia sido dado para
ordero do dia.
O Sr. S. Braga:ls(o poda nrnnlc-er por enga-
do, nilo inrrepei ao nobre deputado.
O Sr. Theodoro : l'"oi dado para orJem do
dia.
O Sr. Lm: FlppeKt palacras do ncbre de-
pulado encerram urna impolacan de dcslealdade que
eu nao me oceupo de derruir : julgue-me como
quizer.
Posea :Den-s. para ordem do dia. O nobre
depotado era incapaz disto.
O Sr, S. Ilraga :I-'uro-ll.e justica.
O Sr. Luiz Filippe :lie sabido de todos, Sr.
presidente, que no termo de Barreirus de, lia bas-
tante lempo se lem dado un trnca.lilho de sede ;
ora he esta naquella povoaoao, ora na de Agun-
l'rol. Os Aguii-I'rclano* se lein jolgldo fehrios em
eo amor proprio a legilimos interesses, e os Bar-
reirenses suppein gozar de nina VaotogSm a que
lenvjdireita. Todo lem sido lilbo das exigencias das
inlluencias locaes...
0 Sr. lioncalve- llnimarit* : E da poli-
tica.
I> Sr. Luiz Filippe:llalli se lem originado
desavenase rivalidades profundas, que anda boje
exislcm, cada vez m.iis se exacerbara, e que so
lem Irazido cm resultado a ilillieuldade para atina
administrara.i di jusltca naquelle termo. O factu
que por vezes tenlio Iraiido ao vosso conhecimen-
|o, da falta de reunan da cmara ipanleipal, que
nunca fqneeionou, he a prova inis evidente q'u e
posso pnidozir. Nilo sabis quid lem sido a causa
delle ".' Kssjs rivalidades, es-es odios de quo laliei,
poique os Asua-Prctanos. de quem se compunha a
cmara declararam que nunca viriam esler-r func-
coes |iublicas em Barreiros ; e ate bojea nova i-ama-
ra nao esta ampossada.
1 m Sr. deputado: llevemos sancrionar cse
fado !
0 Sr. Lm: Filippe:Abstenlio-me de emillir o
mcu juizo critico sobre elle : oque quero be reme-
diar essas dilllculdades, em ordem a que os inleree-
es pblicos no -miran., e os particulares sejam me-
Iluir alten lulos.
Sera' couvenitule qae continiiem duaa importan-
lea trege/.,as do mesmo termo como cnimigos pos-
tado*, um em frente do oulro '.'
Alem dcstas raides, Sr. presidente, que rhamarei
de conveniencia poltica, lia as de commodidade dos
povos, que devem ser multe pesadas e conside-
radas.
lie principio de adminislracao, que nao soflre
conlestacao, que a justica deve ser levada, o mais
perlo pnssivel, a cada cidadita : as vantagens que
dahi resultan], abttenho-me de presentar, porque
lodos vos conbeceis. Azora .illendei a que a povoa-
cao de Agua-Preta esta' situada a dea legan de dis-
tancia da villa de Barreiros, c que da povflarao a'
comarca do Honito, com que limita, sao mais 7
ou S. t.
1 ni Sr. Depuladn :Enlo mude-sca sede.
O Sr. l.uiz Filippe :mil,-,-1,i,',., os mrsmos in-
convenientes, em relacao a Barreiros....
Necessilam, portaoto, as paites que mnrain no
extremo do termo, de andar l(i e 1S leguas para
DIARIO DE FEBNAMBUCO SADlUD t DEtARgODK 18 iyj

O Sr. Barrode Lmeerim : Mormenle ueste ter-
reno.
O Sr, /.ni: Filippe :Ainda nao vi o nobre de-
putado coiife-sar-se vencido.
Julgo ter dito, Sr. presidente, quaiito lie s.iliicicn-
le para por patente a Justina da causa que advo-
co : entreunta se forcm abaladas as nton que del
emsua sa*teotsc,Ao, voltarel a'dlacnsao.
O Sr. Theodoro Sitia: Sr. presidente, V. lv.e. j
e a casi estarao lembradea de que, na primeira dis-
cussao darte projecto, tandee obre.secretario olta-
dido eonaideraego da casa un roqiii'rimenio, em
que pedia que o projeela que se disrule losso adiad0
at que o Exm. presidente da provincia e a cmara
de Barreiros foscera ouvidos a respeilo delle, o hon-
rado 1." secretaiio Impognoo es uuicauemc porque.,-iixergava nelle proposito de
procraslinar-se u andamento do priijeclo em consc-
qa.nein de jojgar mpoasivcl a audiencia da cmara
de Barreiros. Reeordo-me porem, que nena neco-
si o il,se o nobre primeiro secrelario que nenhoma
duvida linha em votar pelo requerimenlo do Sr. 2."
secretario, -e uesse requerimciilojiiiio a* pedias lam-
bem a audiencia da cmara...
(I Sr. l.uiz FiWippe da um aparle.
o Sr. Theodoro Sica Porque reconliecii ha- ,
ver necenidade de que sobre malcra que concerne
a inlcresses diversose importantes qoal a do'projerlo,
nao deviaa lateoiblea deliberar sem previa audiencia !
do presidente da provincia. Sorprendeo-me, pois, I
que o nobre secretario, que Miim petuava na pri-
meira discossau, se levntame agora contra o reque-
rimenlo que eu e o nobre segando secretario olTere-
cemes a eoiuidencao da casa, no qual, dispensando
a audiencia da cmara de Barreiros, pedamos ta-
llar que roe evitan presideale acerca da ul'li- :
dade do projecto,
Sr. presdanle, nao he muilo rommuin e insigni-
ficaiile em si a materia do projetto ; an contrario re-
pulo-a importante, por quc; como ja disse, enlen !e
com mais de nm inlrresse da naloreza diversa. Por
nm lado o iirojecto anecta a inlereases mnnicipaea ;
por outro diz respailo i interesses overnamenlaes,
a interesses pecuniarios, acerca dos dos quaes. o uo-
Terno deve ser ouvido.
Nos sabemos i|ue a creacao do una villa de uri
termo. Ira/, comsign implcitamente o augmento de
despejas; sabemos, alem disso, quejsemellianles eren-
(Oes jagam sampre mais ou menos directamente com
inle'esss niunicipaes e mesmo rom interesses poli-
|leos. Prescindir, pois, da audiencia ao menos do
governo, a quem est confiada a nspeccao dos cifres
publico', e a rogalarisafgo do algons detsea interes-
res, he em duvida atgoaaa maraar com posea
ordem.
I'm Sr. Reputado:Em que se augmenta a
despeza.
O Sr. Thendoro Sttra : No projerlo cra-se
una villa, um lermo : temos perianto a creacao e
nomcatau do um joiz municipal efectivo ; e por
eonsesuiile despezai com o seu ordenado, alem iie
oulras mais.
Por tanlo nao parece cesolar que se prescinda da
audiencia do goveruo. Ease foi o motivo, senbores,
por que resolv-me 8 prestar a minba assignatora ao
requerimenlo queso discute, no qual pero que seja
ouvdo o presidente da provincia.
<)u.npre-mc enmbaleras raides com que o nobre
depuladn o mpognan. Elle nao tcnile atprocrasti-
ii Sr, l.uiz l-'itippe
razao secundarle.
) Sr. Thendoro a Silva
u apresante! isto romo
( nobre depolado
apresciilon diversas razSes e ennmerog lambein e-la.
(I Sr. LviilFiltope:l'ois bem, lome-a romo tal. I
H ''....,!.. .Ir. L*., .n _
OSr. Theodoro da Slea
adoptar o proieclo nesse cas
que
abr
A casa nao deve
Se lie por es-e motiva
depuia lo entende,qoe se deve creai
promoverem seus interesses. Besulla dahi que os nar iiideliiiiduincnle o andamento do projecto
pobres, a quem a lei deve prestar mais vigilante pro-
leagls, porque 8.1o falhos de meios dj faz-r Valer
ns'sens direilos, s.To muta veie< prejudicados nel-
ls, porque faltam-llies recursos para st IraospOfJhV
rein a' sede do l;rmn, por caminbas piuco seguidos,
quasi sempre lamosos, alienta s densidade das mal-
tas naquelle lugar.
. O Sr. liarros de /.acerda :Veja que, pelo fac-
i di creacao da villa nu lica creado o foro ; a crea-
O Sr. Lu: Fi\ippe\: Se ei! patear, o nobre de-
patado lica emprende para depoia conversar sobre
isiocomign particularmente.
" Sr, Theodoro Slha : Por que o governo, ze-
loso como deve ser, tratar certamenle de dar com
brevidade ?s informarnos que se Ihe pe lirem,
Receia |iorcm o u bre deputado que se demore
a nformarao p,.r que o presidente teuba de ouvir a
camarade Birrrriros ; entretanto que nao se reu-
;o do foro perlenre ao governo gerat ; por come- : nindo esta, romo lia muilo I mpo n,lo se rene, hc-
guinte lodo o seu argumento bsa-se n'um falso rs ese negocio procraslinada, como ja aconleceu
supposlo. Jcom am requerimenlo qae diversas peaioaade Agua
O Sr, Luts. Filippe :-Bston tratando de uceas-1 Prala dirlgiram a cata asssmble cm 1833, oqnal
sidadea rene ; se o governo quizer, allenda-as, e se
nao quizer, nao.as atienda ; nao temos nada com is-
so, compramos nosso devrr, que em relacao ao ne-
gocio de que traamos, be facilitar aos BOVoS a al-
mnistrarao da ju'lica, creando um termo indepen-
denle na freguezia de Agua-1'reta.
<>Sr. llanos de Lacerda:Tambam be um oulro
BnSjpnv '" "-. -w|iuu... ,..'..%n ,.,xv m iinnnvi
por se lerl juis an pe da prla.
O Sr. I.ui: Fipp :Para mim isto be acon-
Itslavel.
O Sr. Barros de Lacerda :Para que esta' argu-
mentando s com Ibeorias '.'
<> Sr. l.uiz Filippe:A Iheoria he muilo saa,
e us factos que todos os das vemos, a conlirmam.
Se disse que os juizes loppleule.s as vezes, -nu
quas sempre, alo um llagrllo par os termos, e que
por sso nao deviamos elevar Agua-Pela a tal ca-
legria. Nao procele semelhante argumento. Em
primeiro lugar nao vejo qne ncnliiiin dos nobres
deputados tenha certeza de que o governo nao d a
Agua-Preta um juiz elTactivu. Mis concedido isto
vejo, em segundo lugar, que o argumento he dos
loes qae provam de mais, porque s serve para com-
bater e fazer revogar o reguLimento do ISi:l, que
i-reou os juizes stipplenles em Icrnion aoneos, o
que nao podemos fazer.
Muilas vezes vemos juizes suppentes administra-
ren! justica lila bem romo oelIcclivo...
OSr. Barros de Lacerda :Bes non verbau.
t'.S'r. Luiz Filippe-Bllea as vezes tem tanta
ronscieiiCH de sU, responsabilidarte, de sua dignl-
dade, como os proprielanos ; e ao governo, que faz
as nomeacocs, mi he estrnate a neeeasidade de e*-
colhor, por amor mesmo da especialidade desse-
termos, as pessoas mais conceiluarias ilellts.
Q nobre collega, o Sr. I)r. Theodoro, qun lano
,|M I ni lio n Ilustre segundo secretario, quando ser-
vio.se rieste argumento, e que en lenho por escel-
lenie magistrado, nos dir' se, quando Scrinbaem e
lo Fonnoso eram dous termos reunidos sob a sua
jurisdicr/io, a justica alli padeca. Nanea oovi qoei-
\as nesle senlitlo, eacreililo que nunca bouvessem,
aliento n zelo do nobre deputado. Porem lenlio-me
estendido sobre esle ponto mais do que elle mere-
ca, porque nciihum dos nobres depulados lem cer-
teza deque Agua-Preta vai ter juizes suppentes, e
ii.'n ellcrlivi:-.
O Sr. liarros de Lcenla :O que disse, be que
a.creacaode villa bao importa a nomeero dejan
municipal.
l Sr. Luiz- Filippe :E eu a reipoodi a isto.
Existe as pastas da serrclaria urna pclicSo assig-
nada por eento e tntos habitantes d'Agus-Preta,
reclamando a reparacao ,1a iiijustira que se fez a'
aquella fregnezia, privando-a do foro de villa. Per
ella podis ver quanlo be jnsli asna prelenc.lo. e
foinos enderecada em ttv>:l, se nao edou encana-
do, poca em que Dgo eslava a fresuezia lao adian-
lada em progresso ionio se acfca lioje. Ilrnii boas ra-
zes nao se pode, Sr.' presidente, negar o beneficio
qae pedem os Agaa-Pretanos. Agna-Prela be urna
freguezia bastante extensa cm territorio, que he
considerado o mais fertl da provincia, e a" etc
respeitu rimetto-vos para o relalorio ao Exm. Sr.
presidente : tem cm seu seta slenla e lanos engo-
lillas de assswar, que muilo concorrem para o.abas-
lecimenlo do nosso mercado : tem qoalifleadua ju-
rados centoe tantos do- eus habitantes, e mil e tan-
los qualilieadns vetantes. A enliga villa lie.siiuaila
n'uma bella planicie que conts mais de SOrenla ca-
sas de tellias, e muilas oulras i.o palba, e a edifice-
ra.) promelte continuar. A feira qu slli se estaba-
lecou, he urna das a hndanles da provincia, almen-
lada pela produceao da frei:uezi*,e por grande parle
de seeros vindos do Bonito, Um rio haslante cau-
daloso e que pode ser aproveitado para a na-
vegaran, passa quasi |cln Interior da povoarao...
O Sr. Barros de Lacerda :Lembre-se de estra-
da de. ferro.
O Sr. Luiz Filippe :O no!ue depntedodlz mal* ser approva
leudo ido aa presidenta para informar, nao leve al
boje informacaj, nein deferimenlo slgum.
O \ in|d-i de que se servio o nobre depula lo, me
perece JJuo n.iolie valioso ; porque se esse requeri-
menlo dirigido a sasemblea nao taveinformecRo nem
drferimeuta, a causa disso n.lo ioi o que apuntou o
nobre >epula-du, porem outra mui especial.
O Si: i.ui: filippe : Eu nao aflirniri.
O Sr. Theodoro Sllod : Em \H'r2, so me nao
engao, foi creado .. termo de Barreiros, islo be, ii
sede do termo f>i transferida de Agua-Preta para
Barreiros. Os Agua-pretunos, despeilaos com islo
e por mera rerelo, dirigem logo depuis am reque-
rimenlo a assemblea pedio.'o (|ue se loruas.em as
co.isas ao seu anillo estado, ou que ao menos re
creasse novo termo em Agua-Preta, dislriclodc Bar-
reiros. l-'oi urna n accSo ; e era bem natural que,
sendo-o, os podere proviuciaes, a assemblea e o
presidente, se nao preslaovm a satisfaze-la. Eis a
razan por lano, por que es,c requerimenlo ficou
adiado e sepultado no olvide...
O Sr. Luiz Filippe : .Mas o governo podia dar
informaelo.
O Sr. Theodoro Sitia ; Mas que papel faria o
governo se a de.se '. E a essemblea que papel faria,
se removendo de um para oulro lugar a sede de um
termo, no anuo seceiole, em vista apenas de um
requerimenlo ou gente despcila a, pozetse as eousas
em seu enligo catada -.' Ah c-H pois a razao, a ex-
plicaco de noler lida ainda Infrmense, nem de-
rerimenle elgum o raqaerimente que apereeeuei
1833.
Has quero conceder qnecssa demora fosse devida
a causa ajque atlrtboio i> nobre depolado, .o nao ter
bavido reunan da camina de Barreiros a quem o
presidente mandn ouvir sobre o requerimenlo e
quem limbem oiivir, segundo penas o nobre depo-
lado, se a elle for o projaclo para informar. Reco-
nlieco como um faci, que a cmara de Barreiros lem
sido renitente as ordena que se ihe lem dado para
se reunir, maso que tambern he ventado lie que
presentemente o governo tem ordenado com vigor
que ella SO rena. Nova camaia alem di.-so foi
uimameiile eleila. No he provavel, peis, que esse
estado de cousj continu ; porque o presidente
man Ion al rcspou-a:>:l.sar os veri-adobes que reeal-
cHraasem, Sel disso, porque estando intirinemenle
na vira de direilo do Kiu-Formoso, vi mala c.c um
oflicio dirigido eo juiz dcdireito, mandando res-
pousabilisar a cmara, depois das indagares neces
sarins. Ja v, por bulto, o|Dobre depurado, que n
receio que lem de que a cantara s? nao rcuna, nao
lem milito fandsraenlo.Seo presidente tiver deman-
dar ouvir a Cmara i respeito do projecto, lude rspe
rar qae seja cem vigoi exigida a lnformeelo,de mo-
do que uo baja piolel ira. Ainda, porem, que a
cmara continua na toa recaleilracSo, entendo que o
presidente \\3o e> impossibil lado de dar-nos in-
form ircs veidadeir;is em breve lempo, por que lem
mais de um meio oficial a' que pode recorrer para
emillir seu jui/.o. Recorrer as auloridades da co-
marca.
O que nao aclio regular he que, quando se trata
de crear mu termo, negocio queeuleude enm mos
de um interesse, se [trescinda de informacos do go-
verno, entretanto que quando secru.i rama fregue-
zia be indispinsavel a audiencia do prelado. Vii-
e eonfronlei, senlnre, e-tes eus casos : n'um
mais insignificante, nSo aa deve prescindir da ni
formeetto da auloridade respectiva ; ii'outru mais
Imprtanle, nao se nevo ouvi-la....
O se. I.iir. Filippe : lie porque cceacSo de
fregu zia eiiteiiilecuino ecclesiastico.
il Sr. Theodoro Silra : Sim, Sr. presidente, he
pnr essa ra/.ao. nao o ignoro : mas a creacao de
uli, lermo eiiieudo ou na i com jnleresses governa-
menlaea'.' So naquelle caso oove-ae e nem se po *
deilai de ouvir o piolado paro a crearn re urna fre-
guc/.ia, nao i; lemb m razoavel que se uo prescin-
da da audiencia -it governo para a creacao de ter-
mo-1 Bis a raxgo, porqoe efo a coiifrontac3o.
Portan! mepaiere que o (reqoeriinenta qae
o'ereci a consideraego da casa, de combinadlo com
o honrado Sr. sem udu secelarioesU.' m, caso de
le
termo, entendo lembem qne a casa nao deve apuro
var o projerlo, porque un. lio vimos legisler para
sati-l'o/r despeiios eodioslnhos riebdiilanlcs de orna
para rom os de oplra rrrguezia. Se algum motivo
exisie, que nao esse ; se esse oulro unitivo he pon-
deroso ; ehlSo er-se o lermo, mande-se nm uiz
para all; mas s he smente porque ns habitantes
de Auna Prole e-i o despeitados, manten, profun-
dos odios contra os de Barreiros, perdoe-me o nobre
deputado, que u nflo acompanharei. A segnnda ra-
/..lo que apreaenloi......ibre deputado, rol as dis-
tancies.
" Sr. l.uiz Ulippe : T.-.mbfin nao |irocede.
O Sr. Theodoro da Silra : Eu nao o disse.
E-so araiimeiilo do nobre depuladn seria valioso,
se porem Agua Pela nao fos-e um iitssi-s luga.-e-,
em que a popularan he mu penco den-a. All rom
eUciM be grande i distancie de um a oulro estremo
da freguezia ; ella be extensa ; mas lie preciso al-
tender lambam a que eaaa freguezia lio mu pomo
populosa.
OSr. l.uiz Filippe : Tem mil c lanos qoaliii-
ca ios.
O Sr. Theodoro da Silra: Oh! ineu charo
ciillega, se formos a levar-nos por estes dados, va-
mos mal.
( Sr. l.uiz Filippe : Sao eftletee*.
o Sr. Theodoro da Silva: Mas. ainda nsslir. ;
mil e lanlua individuos qoalilicados be purveutura
popularan bstanle para se exigir urna villa, crear-
se um termo i dar-ee-lhe juiz. municipal".' estes da-
dos, pois, jurtiGcam o que lenho dito.
O Sr. I.ui: Filippe da' um aparle.
OSr. Theodoro da Sitia : Sao opinies ; di-
vergimos, he n que se segu ; porm o nobre oepu-
tado n.io [ludia previamente dizer que o argumento
nao prevaleca sem onvir-me. Dizia eu que, se com
elTeito be alguina couse extensa a freguezia de Agua
Prel i, a sua populacho todava be pouco densa ; por
que liinguem ignora que Agua Prela he um lugar
coberlu de mata. E devoremos, senbores, em all-n-
cai, as distancias tmente, e sem Indagtrrooa se ex-
iste populacho densa e compacta, crear itrmos em
qqalqoer parle'.' EnlSq vamos crea-Ios em pequeas
distancias, por lodn o centro da provincial porque
os existentes sgo muilo extensos, emboni pouco po-
voados ; creemo-loa de palmo em palmo. Se proee-
razao, vamos ndianle; vamos asCoiisequeocet.
f.'sw Sr. Depuladn : Nem tanto, nem lao pouco.
O Sr. T/ieodoro da SUra : Eu.Sr. presidente,
son pouco amigo da reonigo de termossdb a jurisdic-
lo de um s juiz municipal ; e anteven lo que o re-
solledo da crearan da villa de Agua l'rela sera'a
reunio do (erino desse lime ao de Barreiros, ainda
mais um inoliv lenho para nao votar pelo projeclo.
<> regolamento de J de marco de 1813, que re-
gula a junsd crao dos juizes monicipaes de termes
reunidos, he, a mcu ver. um dos petaresregnlamen-
los que temos em a n^ssa legislaran. Esse regola-
memo, dando importancia ile meia aos juizes sup-
pentes, equiparou-oe quasi que inteiramenta aos
juizes letradas, que lem responsebllidade inmediata.
" Sr. Lu: Filippe : E o snpnleiite mo tem
re.ponaebilidadet
(' Sr. Theodoro ia Silea : Dizia eu que o rc-
gulamento de 'i de marro de IKil be nm los peo-
res que possuinio-, porque pceala-se a que os termos
que silo reunidos a oulro, sollruin mais nu menos na
administracBo da justica. Para es se nomea juizes miinicipaes ese Ibrs di altribuiroes,
lentas qaanun ao juiz municipal letrado; e entre-
tanto a experiencia tem mostrado que disso resul-
tan! males innumeroe.
O Sr. Hpaminondai : Na i be pelo fado de se-
ren suppentes.
(' Sr, Theodoro da Silva : A caus i nao be' mi-
tra, miu cullcga ; porque o juiz que nao lem a fa-
zer nina carreire, e que a ella nao prende o seu tu-
luro, nao lem meti de errar e nem l,u pouco o es-
timulo de acedar.
Um Sr. Deputado : E porque i
O Sr. Theodoro da Silva : Porque nao se im-
porta com a reaponsabilidade moral, e nem sempre
com a, legal, que muilas ve/es vem tria e lardia, se
h que vem.
Porlanlo,parecendo-me que ovsultado ou creacao
do lermo na fregoeua rt'Agua Prels, sera' a renmo
delle ao de Barreiros, desde ja' vou alemorisando-
me com semelhsnte creajio, porqus a experiencia
n.o lem mostrado, bem como a lodos que bao sido
juizes de dons termos, que na i ha nada petar, nada
mais inconveniente, que a admlojslrafio da justica
foila por leigos.
Ja v, pois, o nobre d.-potadn, que esse foi'o mo-
tivo porque eu apoiei o honrado Sr. segundo secre-
tario, quando produzio esse argumento de que acabo
de servir-me. Snlo ter de tallar de mim, mas stiu
Toreado a faze-lo pelo que disse o nobre deputado.
Keeaaheco que debis sSo os meios na adminislracao
da juslna ; recuiiheru mesmo a iniulia fraque na
uisiribuicao della ; mas reeonheep lambein que por
mais consientes que fossem os meus eafoi^os, como
joiz municipal de dous termos; por mais activa que
losse a minba vigilancia, sei-me-hia absolutamente
impnssivel i/ir eoui aue iij-nbus muri-lmuM r...,.,lar.
iiiniie ne neceui-tade o juiz deve estar em um dos
termos, porque nlo lem o dom da obiqoidade ; o*
sua ausencia, por -m. os juizes suppentes lem tanta
jurisdiccau que Ibes b fcil pralicar quautos erres,
quaujjM abasos se possain imaginar. [Apelados.
" Sr. /,,/,.- Filipoe : Tambern mo lie a-snn.
O Sr. Thendoro da Silca : Ja' v.-m, paranlo,
os nonres deputados que. segundo pens, as razes
em que baseou o nobre deputado a ulili tade do
projecto nao san procedentes. Agora observare ain-
d i casa, em duas palavras, que um inconveniente
resulla de sua adopcio.
A comarca do Rio I-ormino tem quasi que a mes-
ma exieiisao, que muilas oulras da provincia. Naza-
relli, (.malina, ele. |t, g0lsl ,nesma eJ,ie,,6i-lu qu,
a do liio l-ormoso; mas esla lem actualmente tres
termos, entretanto que aquellas apenas lem um.
Lrear-sa netla mais um, dar-se-llie oualro ter-
mos be...
Um Sr. Deputado : E isso he Inconveniente?
(' .Sr. Theodoro da Sitia : Me porque o juiz
(I- direito uno pode por mudo algum cuinpriros seus
deveiea. Sendo qoatro lermos, nao be possivel que
um id iiiz de direilo, por mais zeloso, por mais Cum-
plidor de deveres que soja, cumpra-os. porque cada
um dos termos i-ni de am ir animalmente o jurv
lem de fazer correiros. Como pudera' elle .ieCta
forma percorrer a tonga extensilo de urna comarca
que Icnlia qualro termos-.' |e muilo para que a us-
ci seja b m administrada; e appello para o nobre
depoledo, que se asienta nesta bancada, e que foi
juiz de direilo no Rio l-ormoso. Cree-se um lermo
00 ine-mo urna comarca em Agua Prela, alterndo-
se a tlivisao da do Rio l-ormoso, quando per la pas-
sar a estrada de eiro ; lambein seja issu nercssaiio
mas por ora, com a divisan aciual da Comarca do
Km lormoso, nao descubro essa necessidade. Voto,
porlento contra o projecto, caso niio si-ja approvado
o meu requeriinenlu.
O Sr. Silca Braga: Nao devolved seu discurro:
encerrada a discussao, bu o requerimeuto annro-
vado. '
Sernnda discuso do projeclo n. S do anuo passa-
do, qnedesllga na rreguezia de Bezerros a capella
de San Auna da povoarao de liravala' e a crea fre-
guezia.
He approvado sem discossao.
Tercira discossao do projaclo n. -.' de-lo anuo,
que ronceita diversrs loterias.
Vas"* mesa e apoiam >e as seguintes emendas :
,s- 'ill< "ina lotera de cem contos de res
para os reparos da matriz do Boro Jardim. Jos
Pedro.
N. iFicam concedidas mais quatro loteras de
IsWcuntos de res cada una, para a conclusiVi dos
concerios ya igreja e convenio de Nussa Senhora
Carino tiesta ridaile.O.iveira.
W.:'..l'icinn igualmente concedidas sele loteri
de n-m cantas de ris ra-la una, para -erun reps
lulas entre as matrices oe Tacaratu', Faienda Grs
de.Lxu, Ouricury, Salgueiro, Cebrol
r. Carlos Brauuuo.
:N-,'''......lolf"a de |gll:in:b para a matriz
cidade de N..z n-tb.Benio Costa.
K. '.Ima nterin de Un conten de rdia pera a
grrja deAossa Senhora da Boa Viag-ni.A. Cavel-
Coull.Ri gn liarros.
f>. ti.' ica.n concedidas duas loterias de lt;il-IK)0-
para a capella mi n vai eouelruir na passseem
Magdalena.N. Portelle.
N. 7..\!.-.i duas loleries de l-ill-OOOS) cada u
pira a niainz da Iat|iiiirilinga. Gonralves ('
maraes.
A vilac.io (ira adiada na taima do regiment.
Italia a hora, levantase a sw.au, tendo ido p
Viaincntc de-ignada a nrdcni do (lia.
i e Boa \ sta.
: da
i d.
lo bem, bem. A estrada de ierre, que he um pode,
raso vehiculn da eivilisarfle e do progresso, nos ron-
vi :a a dar i aqoejia povoeco lodo-e impulso, alim
de au dcixarmos s a g^, melhoramenlo material
a inissio de civiIhiii e engrandecer aqoelle logar.
quotalvezparaofularotverca grande inlluencia nos
de linos da provincia.
Sr. presidente, se as raines qu- lenho apresenlado
lian s3o suflicienles para prever o joslic com que
os liai'ilanlcs de Aaua-!'rela pedem a leintegracfio
do beneficio de que-foram despojados.
O Sr. Barros de Lacerda:ls-o be pena-
'ca'.
OSr. Lu; Filippe :Ora, o nobre depolado be
lao pertinaz em sua- optoioee, q.ie eu quando M--
cutu rom elle,ja lenho ctrleza de qne mino conven-
esiei. ...
i'pi
N.o s ii juiz muii'cipsl de Rarreiro?, nunca fui
a ABue-Prcla : n.n ni iibecu aquella locati lude. Nao
nosso portanlo, dar infafina^uesa seu rsspeilo; mes
alguina con-1 icnno onvido sobre ella ; e pelo que
sei de tal furma quesvu forrado a volar contra o
pr j no.
I mi dasraiu-s rpai< lories "presentada* i .
bre deputado que propugnou p le Btkipco do pro-
jecto, tai porque, luvendo des|ioilo, rivalidades e
odio, profundas entre i s habitantes da Agoa-Preig
ede Sar.ciK.s, ,. 0iav ,, ... BqBe|| .,.,,, ,.,
seusproprios mtart-.ses, somenle para no lerem
eeeasigode irsequir a Baireros. Dabi deduxia o
nobre deputado que era preciso que uasalisfiesse-
mos as ncc-ssidiini- do- Aguo-pretane, que tanto
sol.it-in por causa e seu despeilo.
Peigonl", parm, eo nobre iepnleda, se sen.' isso
moliv.i pura a creacao ti nina vi la, 'am termo"'
Pe., seiihores, -otemos oi aqai para legrtar em
satisf.icao ao despeno e odio de habitantes de urna
fieguciia para com is de oolra'.'
Scssao' ordinaria em ^'dem.rgo de 1857.
Presidencia do Sr. Barrio de Camaregibe.
Ao incio-di,-,. leu. ,. chamada, prsenles '.sen!
res (lpatelo-, abre-se u -e-sao.
i!e lida e appr ovada a acta anterior.
OSr. I." Secretario da' ct.nls do lecuinle
EXPEDIENTE.
I molTiciodo secretariado governo, remetiendo
de ordem des. Exc. o Sr. presidente da provincia
parnse submetlidaa deliberaran di as>emblea le-
laiive provincial as postaras de camera munici-
pal do !'.-file, proluhindo o trafico de lor.-uras den-
Irodesla ciuade.A commisiftu cmara.
dem lio mesmoeninmnnicando, qee S. Exc re-
-ol-.eu jai i lu por uriana de 9 le setembeo do a'noo
passaduao proies-ni publico de primeira* letlras di
vil i di Boa-Vala, padreJo5oJos deAraojo.A
'inmis!.....; orrameuta provincial.
1 m req ii rlmenl i da ordem lereeira de S. r-n-
r o do convento d Nossa Senhora das Neves da <-
I mentas a-- seus .i infloi as catacomba da mesma nr-
'..;.,,. ron...._ ...mi ,....< ., ,:,1;.ilc pllr|icd,a,
| A C'[iun;s .i-i c .tic.,,-.
1'mareprcsenli.raodoshabilantas dos riachos do
Revine Sao Brax freaaciis de Keienda rende,
lermoe comarca de Tacaratu, pedin.lo para seren
encorporados ao dito termo ,te Tacaratu a qne sem-
pre perlencerem; sendo a divisan civil regulada pela
ewlloalieo.iuoerad'itee, (ior ser. a freguezia
de f alenda Cande parle do termo de Tacaratu.
A commissjto de c.st-t(.ca,
L'ma pelico de Joaquun Pires Cerneire Mon-
leiro, pedio io prorvgac m por do os anuos da licsnca
concedida pur csla a-semble.A' c-oiiniisao de p-
licues.
Outra de Paulo Octano de Alburquerqoe, pro-
nrletario do engenbe Penendnba apreseniaudo a esla
issemblca a lantenca que obleve no tribunal da re.
la^ilo u no supremo tribunal de juslie i contra a fa-
cenda provincial, pelo debito de 12:000900.A'
commisrao de unjenda e or{amenlo.
Outra dos desenhistas i\i reparticilo das obras p-
blicos, pcdinrio a revogafiodo 5 7 da lei numero Mti
de 17 de rooiode 1851, na |iarte que di] respeilo aos
peticionarios, sendo substituirla por nma riispasieita,
que Ihes restaheleca a ertegorie qne anligamenle ti-
nham naquella reiarliciui e do que gnzanim seus
enleerssoiesA' eomutissio de p,lines.
I ni requerimenlo da mese i gednra da irmandade
do Santissimo Sacramenta da lieguezia de S. I.mi-
renco da .Mata, pedindo a approvaejlo ao seu cum-
proinisso.A* commisslo de neencles ecclesiastiros,
'"'inliiiuar-se-lia.
J?; jv,- '^ ": P
Parees-nos j soperfluo lecer encomios eoar-
liate-rei. Parece-nos ja superfluo, uo poique bas-
te (pianlo se tem dito, ma- porque nada mais se po-
de dizer, que Iraduzoease sentimenln indelinivel de
admiraclo e enlliosiasmo, que alma inspira o ge-
nio e que se revela e se desala em lagrimas que hu-
medcelo os oihos, no tremor convulsivo que obela
0 systema nervoso, no balar precipitado do coracin.
Entretanto o senilmente, que au se define, nao se
po le conter, nao pode deuar de o expandir, e
quando nao vai at a fazer um poela, at crear um
novo genio, at desdobrar-se em sublimes harmo-
nas, que-r ser romprehciiditta, quer ser tiuvido.
Eis-alu porque lautas vezes nao lomos podido snf-
focar a voz qne nos sabe a'almi c deiiar de prestar
homeuagem ao rei do proscenio, ao artista inspira-
do, ao genio do Brasil. O nenio easa-se com a vir-
lude. Ambos de Dees procedem e raro he que se
nao lliein. () genio he uina mspiracao. A virlu-
de, que transporta o liomein para o seio de lieos.
qoasi sempre tlesce ao alto i abrajar-se com ello
em .implexo eslreilo e harmnico, lia entre am-
bos relaees intimas, myatertesea, porque ambo*
v em de Dos. O sr. Joan Caelallo dos Santos pare-
ce ser um destse mixtos felizes. Espalda man-
eheias a beneficencias c, por onde passa, tleixa ves-
ligios de soa irol.-n-ia d'alma. Est bem lonae de
ser um desses artistasgenhedoree, que s fazem re-
vertir em seu favor a sublimidade de seu talento....
O beneficio qoa acaba de cnuceder u una de n a-
mais piaslnstiiuic s o comprora forinalinenle. I.on-
vnres, pola, ae Sr. Juao Caelano, e mil egredeci-
menlos em nossa neme, em noine das pobres or-
pliaas, em nomo do governo e da patria, por essa
accSo generosa e sublime como o seu tlenlo.
Polgamos por ver romo lia noile de 17, di.i da
beneficio em favor do collegio das orphas, aigumas
-enb.iras da nossa primeira carnada social saltaran!
por cima de ignobeis prejuizos e futeis preepncei.
tes, prestando se u recebes pelos camarotes as es-
portuliis, que deviam ser applica las a estas pobres
desval las. t) eterno recoiiln-cimenlo aera a pelma
de sua dediracfln.
<> estabelorimenlo de pianos da Europa, to Sr.
Jlo Pedro Vogelev, fundado na ra Nova n. "J7, be
digno de ser visita 10. As seohoraa ah vilo procurar
disIraecRe e esta magnifica concurrencia convida os
amntese es admiradores d'aile.
(,'ue tal Iamos sendo victimas tle boa calami-
dade. I'alvez boje nflo comesemos pao se no da
IS nao bouvessem chepado iltlt) barricas de familia
de trino do Rio de Janeiro.
ISo pesado capote em imite tao calida! Pois
n3o sabe e Sr. que assim inette medo gente Ou
sera grsca '.'
. I Tenha
.a polica nao
despejo
Antonio Peieira Vinagre, Maimel odorico l'.aval-
canli de Allniqoer((ie, I desertor de nariuha, e I
escrava do Dr. Jos Sergio de llliveira.
Seguem para o sul : o desembargader Antonio
.Manuel lernandes Jnior, sua familia e i escravos,
o airares ijcero Francklln de Alencar, Jos Ignacio
de Oliveira, o teueiile coionel Angusln Francisco
l.nldas c I escravo, David Seraf, lleuiique B-nlo
da rost, Jo.-iqiiim Francisco Guilbom eeserevos,
n altares Jos Manuel Eduardo Paiva. o I Ir. Theo-
doro A ilion] i de Oliveira, Joan l.uiz Rodrigues,
Constantino Jos da Silva, :>n reralas para o exer-
cito, I cito de mantilla, J-J escravos a entregar,
Ale inuuha.
COMARCA DA VICTORIA.
IK do matro.
Baldo de noticias nleressentei para dar-ves, nao
quereudn todava portier o rsteme, principiarci pur
dizerVOS t|ne o calor por ce" lem sido excessivo, oc-
casionendo lelvoz aigumas tabres, que nos lem vifi-
lado.
Kei nm sutaidio levo ao conheeiment. JoSo.cri-
nulo de i anuos, escravo de Pedro Antonio dos
Sanios, or d .r na fazen la Lagos da- Anlaadis-
lante desla ciuade qualm leguas aborrecido da exis-
tencia desperan sobre o lado direilo abaixo das cns-
''......ia arma de fogo. mandandii-se lego mudar
desle mundo.
A pi.....ia proredeu vesloria no cadver, e verili-
cou-se pelos indicios, que o preln su suicidare.
(lucro lambein, que lenhnes roiiliecimenlo de um
novo melbodo de pagar dividas.
Corlo sujeito morador na freguezia da Escada de-
ve doas conloe e lentos mil res a nutre morador na
tle Santo Anlo, aconleceu, que por l'elicidade do
credor urna eserava rom cria, e nm m ilecole do de-
vednr viessein ler n casa" daqnclle para os comprar. I
elle iinmedialamente os eulregou a juslica embar- (
gendo-os : o devedor porem aproveilaodo-se deste !
ensejo, engendroo um precesso rnme contra o ere-!
dur por sedcelo de escrevoa,tendo o despejo de Ihe
mandar dizer que desistira da proceoo, se por ven- !
lora |:ie entregas* a lelr< do seu debito. Qne
tal a descobert.i .' (Ira dada mesma a hypolhese da
sedcelo, |iarece-nos, que mo ha criminalidarie,
tuna vez que o credor fez immediale entrega dos
escravos a justica, requeremlo o embargo sobre elles
para depois tentar a sua cnbranca por aceita compe-
tente. Estamos porem convencidas, que as jnstiC'S
crim nace da villa da Escada nao apotargo um tal
procedimenle, e faro baquear esse iniquo pruresso.
I ma providencia me orrorre sobre u abesleei-
inenlo d'agtia polavvl nesle cidade.
A nns.a essemblea legislativa provincial, eujos dig-
nos memoro* nao ignorem a penuria d'ague, que
scitrre esla cidade pelo venta euique o ita.'tapaeure,
d'ontle mis servimos, so loma quasi seco, pedera
na prsenle seeiao razer-nm algum beneficio, mar-
ceado urna quola lelo menos do qualro eolitos de
res parajse nielhorar r.le mal com a ranalisacan de
algum riacho, que de certa existe para o Tapicera,
porque arnim a eamaratmunieipal se ammaris a pro-
mover lao grande lien!, o qual por siso mo pode
fa/.er pela deficiencia de su.is rendas. Seria porcer-
lo ni.favor, qne ceria impreteo na memoria tos
vielnnenses.
Contiiinam 'conservar os mesnns precos os gene-
ro* alimenticios.
v ieram ao mercado ^7-i bois, que se vendetam to-
dos calculando se a carne a 7-slHlt) rci. por arroba.
v ale.0 Vieleriense.
Assim he que a estrada de tarro cm andamento, e Souza ........
o melhoramenlo do nosso pon... devem ser cornal Idea, idees' d'e'victeVisw Jeei de'soexa
uuas alavaiicas lumadas sobre um so punto de apoto ; Travasso
para mover, e acelerar as relaces cnmmerciaes mais \ Id.in, idem'di'i i)r'. asjiele JeeVel 'Cosie*.
SLi?!i*ei ",a"' ura,|our;". O" que quemas tem dem. dem d corone fiancuco Jos da
tiavtdo ale In je entre a cinco parles do mundo. Costa .
Corno temes de ttalar de um e oulro projeclo, re- dem, idcm'de i.tanio'-josc'.l'e Siqoelr
seiva.emn, para nltin.,, logar o do inelhora.neiilo do dem, dem de Maimel Peles Jacomo ,).
porto, e trataremos por ore de estrada de rorro, por (ima______
aerele otas a que oflerece mais fiagranle iuleresse. dem, dem de Costa Ribei'ro .".""'"
acere" d" trahd "...... "" "f* '""' UM* '"">'> 'dBln' ld"n d" r""" "P'"la *
acerca il.slrali.iHio da compaulna di estrada de ferro. jneida.......
Km novembro, ou dexembre d. anuo prximo dem, dem de Meigulha'o.....
pa.sado as acedes da compshla eram procoradas, e dem, idea dn Joa.. B.ptist, ,| So*. '
ninguem as quena vender elgamas, que se vende- dem, dem de Jee Jwoe i,.-ai,e. '
ram. li'eramdO por cenlo de premie sobre e capi- i dem, dem de Augu-ta de tal/
.al recetad... tiiijaiie.ro desle a,,,,,, quas, repenU- leem, dem do Dr. Manuel I i, de
mente, es aceces eehirem em descrdito, e soceos- Miranda
sivamentechegaram ao ponte de que .....guem as dem,.....m'de jvriicio'd. Aih'av'de '. '.
quera comprar com menor premio. Todos os co,- i,ie,, ,,,,., de bem de Kigueir.do
rectores tu.hain eecft.* para vender, e i,a acliavam I lem, ,., de Manoel Ignar,,. e o,,-"
compradores, o que denolava urna certa descoman-; voira lobo
;a, um certa descrdito, na da obra era si, masda dem, idem de eees* "* '
directora .... saperia......lencie, em lim de todo esse dem, idem ,t, UercnlaM l've. ih Sil'va
apralo I tsrinaule de em pregados ne ledas a calbe- Idem, dem do llr Vduli.ho de Hairos
gories, absorvendo em seus ordenedes annualm.nl. Idem, idem d. A.leeie Das l,des'
minares de libras Merlinas; a.....sso que leioava I dem, idea de Jeaode |V|,
entre elles a discordia, .. iles.-onlianca, e ciume, romo Idem, dem de l.abluio I" de '---'-'
signal immndesto ,l desprezo reciproco. I celtas
Este eslilo .la couses vejo nimia a,;gravar-se rom ] Idem, Idem'de Manel ,| f,V,' Soari."
ohrilhanteretaloriodoExm.Sr. coaealheiro Sergio dem, dem de Antonio TVinTeei d.
leixeuade .Macetlo, no primeiro to enrenle. S. I Almeida Pitssos
Exc. que lautos esforcos linha feilo para crear a '
compa..hia em Londres, que tantos servicos prestou
nessa nrcasiilo a nossa provincia, que tanta interesse
tomn por Pernambiico, e de que Ule devenios ser
eternamente agradecidos, nao foi tao minucioso e
tao claro como devia ser o Inspector nato da estrada
de ferro lo Recita ao Rio de S. Francisco, e para
cojo desampenho se aena Infellsmenle hypolhecada
a qoarla parle da renda :U provincia. E "porque nao
foi Sr. cooselheiro Haced* mais explicito '.' (1 seu
zelo pela prnsperi lad- da provincia anida se nao
desmenlo ism m instanlenta, nem a sua probidade
Ihe permiltia ler romo presidente menos interesse
por ella, do que leve romo ministro cm Londres;
por lento havia elgumn, cousa que Ihe lolhia a p.i-
Isvra, que i, penalisavs, e que Inlvez nao podsec
revelar, sm rompiomeller a sitnacao melindroza
desle negccio.
Vejamos se eomprehendeme* bem a posicao deli-
cada de S. Exc..para o que citaremos a parte do seu
importante relatario,que reve||a..|e no-so ensaii.cn-
lo ; ei-lo : o Una estro la ja esta' em va de exe-
curao, romo sabis, demandando i, Rm de S. Fran-
cisco. He sabido que as condiaees, com que nelle se
pecede. na a,, conformes com as miabas ideas.
Rcpnsna-me a exeruca,. de laes obras por compa-
nhias esirantciras residentes fnra do imperiu, e se
nao imped que se Ihe garpnlisse um 13o grande joro,
como 7 por cen... he porque n.lo pude. Nao se trata
porem de minhas opiniOes.
i. o.lra ia como esta' a obra, eutendi qtia devia
Mtnaal
luian
10^ ai
Mfsaasl
|*Ujs*n
lexsejn
|II.NNI
lia-jta'
.ijtaai
atan
.'i^aa
-sl
.'.^1
.'.^aai
jK
iajtm
ajim
".suiai
asjejH
^taai
"-flisi
IsjjssatM
Ah Sr. morador da ra do Q.
dos pobres viandantes c de sua bolsa.
quer que sua bella ra seja lugar de
OSr. nao dorte Dizem-nos que certa caixei-
ro leva a* noile*todasem cerlo ponto, e que s
dahi ae safa por til: inn Fazem-no- mal as suas vi-
gilias e sq Ihe avisamos, be porque se o patrao viese
as iniciaes.....
. Sr. fiscal do Reeife De nma volla pela ra la
duia, examine cerlus pesos de libra, tlobre a esqui-
na lance as suas vistas para esse beeee que vai dar
ra da Cruz, qus eu Ihe piamello que io perde-
r viag.m.
Con la-nos tpip o Sr......, dono tle cerla eslri-
baria, nao preenrhe, cuno fra para desejar, os seus
deveres municipaes. lima visita, Sr. fiscal... ein
pude ser que nao seja v.rdade, mas eiiilim, sempre
lie boro i ntar.
Sao inulels semelhantes avisos, Sr. J. I". A.
A.,Pagina nao se cnnlia em meras inlnrmaces, se
nao quando ellas procedeip de fonle inoilo pura.
Alem de que, o Sr. nos parece escrever sob a influ-
encia da paixao, r.rresce que nao estamos em paz
Wlveg.m, em qu- nao baja auloridade para repri-
mir semelhantes fallas. Aprsenle B00S queixas no
competente juizo e sera servid, se houver razao.
II? oro ver ladeiro martyrie nma vlagem no
mnibus para Olinda. A estrado, em slgoni p, nlos
arenu-a, cm oulrns be semen la do herriveis bura-
cos, que iiicomminlain- excessivainente aos pobres
passaaeiros. E como nao ha de ser -assim, se entre
nos quasi que vni pa-sando em regralama da di-
rtila, lomada esquerda, estrada folla.
Porque nao ee mandara lipitr esees l.mttpAas de
Junde Ja que a nio acemlem, mellior lie que -e
os guinde, alvo se he para entalle.
Acabain -te ser publicadas as primeiras
paginas de urna ntida editan dos Elemen-
tos de Direilo Publico eral, peta lllm. Sr.
eonselheiro 1'elmAulran da Malta AlbunuiT-
que, angmenlailas e correctas pelo autor. OSr.
I'r. Aulran, o decano da Facoldade de Direilo e
actual director uterino, he um tlessos lit.meiis, cuja
vid., inleira he um continuo sacrificio n mocida.l.
de sua patria. Os ((Elementos sao ama das suas
melhnras obras, e as suas ideas sao as dos mais aba-
lisados publicistas contemporneos.
i ambem lia pouco tai publicado n pri-
meiro volume da segunda ed.ran das Instilen-
Cees de Direilo Civil Rrasilciro, pelo lllm. Sr. Dr.
Loorenco Trigo de Looreire, digno lente de Direilo
Civil na Facoldade. O Sr. Dr. I.ourelro distinge-
se pela ma forca de lgica e por seu laborioso osla-
do. A sua obra he urna verdadeira preciosidade pa-
ra o .(Direilo Civil Patrio. Approvado pela con-
gregaran, he o compendio da segunda Cadeira do ter-
ceiro anuo.
Consta-nos que o Sr. Dr. Jcronymo Villela
abrir o su curso de -Direilo Ecclesiaslico, por
om ma o :;.., extenso discurso, que leu, e em que
expos sob um ponto do vista geral os principios car-
dines da sciencia do ttDireito Ecclcs.astico.-
Temos ouvdo elgumaequeixas contra o svs|e-
ma de rrliaer assucar com o sangue de boi. l-m
razao quem faz semelnantas queixas, porque, alem
das impurezas e tn.i cheiro que se communica ao
asso-ar, ha um principio prejudicial saude. tluem
quizer eoiiv.ncer-sedas i.nmuntticias e asquerosida-
des que exislem as relioarlos que usam desle mo-
llmilo, procure inlroduzir-se m urna deltas, c lica
ra' convencido da verdade. Esperemos que a muni-
cipabla.le eejnnta de hjgiene publica anda lan-
ce suas vistas sobre tal objeelo.
Sera' de iinmensa ulilidade, alos Derao^ptis
de familia, como para a mnralitlade publica, que o
digno Sr. subdelegado do Puco dn Panella, vi-He
por vezes a ca*a de nm cerlo N......10 Montano ;
consent- que em SUS casa joguem diversos lilbos fa-
milias, defraudando os pobres pais. para alimenta-
ren] um vicio lao horroroso como he o da jogalina,
mo obstante os mullos e reiterados pedidos que al-
guns pas das victimas Ihe tem feilo ; ao quo esle
excelleule moralista tem sido urdo,a tan juslo pedi-
do ; p i I ni,., Sr. subdelegado, contas com elle, e
eorreicga no caso.
Inl'ormain-nos que nao existe no consulado
soi-sn ilurumeiito algom, que prove peilencer a essa
naC/1o oeslrangeiro de quem fallara js vagar pelas
ras tiesta cidade; portanlo, rogamos ao Sr. subde-
legado ta polica, quena examinar queni he esle
vagabundo, e dar-lne um de-linoi para nao pertur-
bar a.,s tranquillos moradores.
:. o.: in a' (arde nrcorreu as mas desla cida-
de, asprceieso do Senhor dos Marlvnos, e bem que
nn estivesse pomposa, eslava llmpa e edificante.
O vapor brasdeiro l'oraiui. cbegalo dos porlos
dn sul, t- induxio para os dn norte os seguintes pus-a
geiros :
Joaqun] de .Mello Axedo, e sen escravo Sabino ;
Agoatinho di Hucha ; l.uiz de Franca l'.nncdves ;
alteres Jos m ., ua, e sua senhora ; Pelrovit" ;
Dr. Antonio da Crol Cordeiro. -na irmila e im es-
erevu ; Francisco Ferreira Novaos; Dr. Jos Fran-
cisco Arroda Caman.....a senhora, I lilbo do 7 an-
uos e 2 escravos Joaquina Pabia; Dr. Jt.ao Vi-
cente Pereira Dulra; llenriqoe Oliveira Mam;
Ilinmaz l'.nmes da Suva ; Prencisco Jos Gq/nes ;
Joaquim Soa.es Raposo Cmara ; Dr. Jos de Aran-
jo lioso Danln, sua senhora, 2 filies menores e \
esclavo. FelisbcUe, fgoex, Samuel e Looren^ai
Robcilo Cerol; Joaqaim Pereira Rabello Braga;
criminoso ,le murle M inoe] l.uiz de Areoje e :'. pr ,-
c.-.s polica ; Franri-co JovitajCavalcanil d'.Vlbu-
qo. ; l'rancitco Jos Macario Silvlno Aunes R.......s ;
Jaciiiilu. Jos Medcirui Corris "desertares Ma-
noel Un. re de Sooxa e Manoel (,. Sacramenl .
Uonlem teni.iuou sua rnrreira mais um em-
pregadu honrado t! Dr. Benlu .i ,-i d. Souz.s na-
lural leste cidade, lert.lo recetado o graode bacha-
rel pela ara lemia de Olinda, foi desp ichado promo-
l..r publico de Saxarelh, pa-ini pura o Brejn, B-ni
10 e Rio Pormoso, exercendo ili pesa lo Cargo coa
honradez poi deroito annos,. ullimamenle foi des-
pechado juiz de .lucilo da comarca dalmp ralriz
n C ar.', p ,e euja c.iu-a re'.irou se para est n.lu "
com s ia familia, iilim de seguir seu destino. Nadie
11 eo crreme perdea om de seus filho6 de i.;, le de
I5ann s de febre ainsrelta, e nesse mesma :, ro
atacado desle lerrivel flagello, saccumbi'i a W do
Corren! e honlem pelas ."i huras da larde, seos i s-
i..-i i'oitaee foram condnz. los co campo ia r ".s,i-
c r. Deixou pubre e inc .nsolavel cus inulier e Iros
lilli -. ,jiie s^i djgnes da prolcc^Ao do govcruii im-
per.al.
norte, (rouxe a seu bordo, os seguintes pBsaaceiro* :
Dr. Pilippa in Mota Aiere lo Coullntm o um
escravo, Anionin Jod Pinheiro e am eriade, tiu,-
Ihernie llenriqoe D., (Ignacio lavares i Silva,
Candida &lo Pedro Das Carnero e um escravo, Francisco Das
Cari,;... e um iscravo. J-aquini Jos Ferreira de
Costa, u lente J.i5o Crios de Loeio Almnda, a
secunde radele Demetrio lleymundo Mnreira de
Oliveira, Joanna VI na da C~ur icgo, JoSo Bp-
l.-la da tCroz, Mauoel do Nascimenlo Marques,
Primo Pacheco B^es, Jos Gonralves de Al ideira
Furlado, l.uiz Aatonio Meoleire da Franca, Jos
Carla l'nrlicu\ar. )
KEPAKTICAO DA POLICA
Occurrencias do dia l'l de marco.
Foram presos : pela sul.delegara da freguezia dos
! Afogados, Lino Jos de Paula, por ser encontrado
. com armas deleoos, Joao Roberto, por insultos, Ma-
: noel Jos Boherlo e .lose Cavalcanti de All.uquer-
que. pura reerulai.
E pela sobdetegacia da freguezia da Muribeca, o
. nardo Thmnai Francisco dos Anjee, por ernne de
i feriim-nlos.
Na delegacia do termo de l'aearet se dea o fac-
i de ter-ido ,imisiinada no tugar Sorra de liman
da freguezia de 1'azenJa Grande, Anua Perpetua
por Cirio* Antones da, Silveira, que conseguo eva-
dir-se. Fieava o respeeiive subdelegado na diligen-
cie de capturar o criminoso eootra o qoal se csla'
procc.leinto nos '.-rmos ta lei.
^o lermo de Santa Anta. ,!eu-e tambern o fado
de se ler suicidado com um Uro desparado contra si,
no dia !> do correlo, o prelo criolita Joilo, matar,
de i!) anuos, escravo de Pedio Antonio dos Santos i
morador no logar denominada! Lagos Dantas, ti1
delegado proceden a corpa de ueliclo e licava tra-
tando de conhecei dn verdade dn mesmo faci.
PROVEDORIA DA SAUDE DO PORTO.
I(> de .n:' i j.
.Nao se den orcurrencia algiima a bardo dos na-
vios surtos no porto.
Foi desinfectad i o brigae ingles sElisabelh.a
luudeou no Lameirie pelas i horas da larde a
barca Trancexa Harachois com bendeira a meio-
po, por terem morrido de Mira amarella o eepillo
-o-inocn'cm sua viagem da Babia para esle porto.
Desliifeelou-fee referida barca antes do entrar
para o aticoradooro de franqua.
IH
Nao lioiive ocrurrcn-i .,u.,,j
Hacer.
Pelo que pagan an incslre da msica, Je-
so l-ranrisco Ferteira d,.cunalo o. |)
Idem a llulit ......,... a PoSkBoen. ,
dem a Manoet Aogaato de Meiieies
Costa (documenta n. .1........
Idem an padre nseotre l.iii do Mont
Carmellu locuinenlo n i......
Idem ao patlre-nieslre Fr Jo.quim di.
Espirito Santa documento o. .
Idem ao armador Miguel Mutullo vd.ni-
raento ii. 6..........
Idem da previste para a exposinta dn
Sandsimo Sacramenta dee. a. 7). .
Idem Jnao Paul dos Sanios per ."> ar-
robas necea doc. n. 8^........
Idem ao vibrio pelas novena* e as Ir*
feataa documenlo u. y ......
Idem ao mc-ire da m.i-ica Pedro liairi-
do documento n. III..........
Idem a Antonio Pinto d- Bessea aja
caiacilo e pintura di.cnnienlo n. II .
Idem dn aluguet de um rarrn para cu-
dunr a cantora documenta n. 12'.
Idem a Joo da Silva l.oureiro, por mri
arroba de carnauba loruinenlon. 1:1,
Idem o .Manuel M.irinbo de Soasa l'i-
incnlel por Ir baldes .docum. n. 1.1)
era a Pedro Ignac
das Ires bandeiras domnenlo"n. .
Idem a Joaquim Antonio Per-ira, pelo
aliigurl dos gioh s locumenlo n. 16 .
Idem com as duas c-tas ana msicos mar-
ciaes .documento u. 17 ......
Esmolas nao recebidas anda, oque.,
seu producto urna vez real nado ra'
applicadn para a enes lose d* d*a> pav-
a* na capella, e algum* roupa que r-
reila a mesma i ap.-i;.,.
Pelas villana de carros com m condoc-
cocs dos mesiuos ratageeooo e pregado-
res des tres festas .
Ao carapina que Irabalboo ." das.
Peta comida ,la msica marcial n. tres
dias..............
I'm carrelo...........
Por olio viigeu de canoa que eoiidoxi-
ram as msicas e os objeelo* da igreja.
t H ^v'--
X assemblf.i provincial oceupou-se hoiilem com a
segonda discossao das emendas offerecidasao projec-
lo que concede diversas lotera., sendo todas appi o-
vadas.
^ Approvou em lereeira o projeclo que desmembra a
.rcgtiezia do Salgueiro, do lermo de Ourirorv, e li-
ga-a ao de Cabro!....
Approvou tambern em lereeira discossao o projeclo
que igiialh i u ordenado do professor tle lalim de S.
Jos, aos to professores da mesma disciplina nu
livmnasio, regeilando diversas emendas ao mesmo
ollerecidas, depois de orar.m osSrs. Sa' Pereira e(.
(jtiunaraes.
Tambern foi aprevada a monda otlererida em ler-
eeira discussita do projeclo que regula a aposrntado-
na do conectar de Olinda Francisca das Chsgas Sal
gueiro.
Foram ainda approvados em lereeira discossa os
compromissns da Imperial Capella tle S. Francisco
de aula da freguezia da Vanea, c da capella tle N.
-s. da Coiiceicao da eolooia de Pim.nleiras.
A ordem do dia he a lereeira dieensMo do nrojee.
ta n. de 1S...5, e primeiro dos de ns. 3, i, ... (i e
, deatc .iri-iii.
Rrjeebenioa joman do Amazonas cujas dates che-
S,m..*" d? P**,d0 <- -'' Si do nlarenhlo a
III. do Ceara a I i, e da Paraliiba a 17 do eorrenle.
l-.ste lado do imperio goza de paz e Iranquillidade.
Ja lluvia ebegadn ai, Amazonas o sen novo presi-
dente, que cm breve devia lomar pasee.
Desla provincia s.i enc.mlranios na Fstrelta do
itmasonai o Eaeto sesuinte :
.No Cralo. povoaclo do Alta Madeiru, tal a' 2
do mez tle de/.embru ultimo as-assinado pelas !1 ho-
ras da manhai com um Uro por um sol talo de li-
nlia. de sui guara. oeapiUa Diogo ,l0 Barro, Car-
noso, que om Miembro do anuo lindo sa havia reti-
rado desla cidade cora numerosa familia para ir para
am estanelecer-ee. Recoiihecendn.se niorlalmenle
lerido, urilenou immrtlialamrnle an oulrns eam ira-
das a inorle de seu aggressor, e recusando estes obe-
tlecerem-no.foi sua ordem execulada por uro de seus
esciavos. a quem se uiz que passara a carta de Muer-
dad.. St.l.reviveiido tos horas ao mortal ferimeulo
de que foi victima, leve antes de morrer o corajosa
militar tle ouvir a milicia de queja' n.li exista o
assassjno., que alternara contra soa existencia
J* -'ara' grossas chaval rnnliniiain a regar cnnli-
nnadamenle. A saude pablica vai um p.uico alte-
rada, s. Exc. o Sr. Resurepatre continua a gnzar da
sympathia e acolhimento nao s da populadlo, como
tambern da imprensa d'alli.
lalieceu, no Maranho, o desembargador da rela-
cao do districio, o Dr. Manuel Bernardina de Sania
J Pigueiredo. Segundo os jornaes d'alli, -mamarle
tai bastante sentido, porqoe alem de cr um integro
magistrado, era bom cidadgo e bstanle estimad,,.
I o inaugurado no da tirio crranle, m, Ceara"
0 c illegio de educandos, orpboa desvalidos. A al.er-
lur.. tez se com bastante pumpa, reanindo-oe um
concluso mmeilSO de pessoss gradas .la capital
Unzo dMes infelixea foram recolhidos sol, o tecla da
candeda publica. Era urna das necessidade* mais
urgentes daquella provincia ; S. Exc. o ar. Dr. Paos
Brrelo, fui, lando um tal estabeleclraento, loruosj-ce
mol* qne digno da estima dos Cearenses.
Minvena all continu com regulan,lade ; oque
da bastante aiiuiiacilo a lavnora, cojo un, o ar.im .
he a ebuva.
Na ra, iia! ,1a Paraliiba neiilium cas,, ,|o chalara se
havia repel lo desde ,, a .-, ,| eorrenle.
Mamanaaape, Bananeiraa e Babia da Trairioune
pelas ultimas uoliciea,eonslava rramacontado*tarle-
mente por este viajante, creram, pur algons momen-
tos, que se havia elle ausentado, qoaudo ullimamen-
le de nova appareceu em grande escale, taxendobas-
tante* victimas, lie, i .,- meme de.ses nossoi irmau.
que por tal forma se vcem coscados.
------ ----- ..., .......,-,, ( ...... ...b...^i |.... ,.. i, .i,,.-- iiiruin. n. i ;
prestar as seos emprehend.,!,res, e .-secutares Indo ; Idem a Pedru Ignacio Ba'plisla, pela cera
o apio, e adjulorii, do governo. i'culio, pois, alten
dido a lo las as suas reclamac6es, e facilitado a sua
aceflo.
,( De cc-rlo lempo jotra ca' parece que o andamen-
to da nhras tino he lao rpido rimo /orfi de dese-
jar, e como se me antalh'ou, quando visiiei os Ira-
balho em lius ,le agosto.
E porqoe de c.rt len.po para ra' o andamento das
obias nao he lao repido como tara de desejar U
presidenle da provincia, pelo art. lado decreto u. ies.ua a mesma ca|ielli
1-2'.") de |:| de otitiibro^ta 1H5:t, modificando atan-1 O* religioso- Fr. Jorge e Jos Cicilm'a-
mas des cootlirces do decrelo n. lo:MI de 7 de agos-1 da rereheram
lo de 1S")-. pelo qual f.,i roiieedido a Eduardo e Al-
fredo de Mornav. privilegio exclusivo para a rous-
IruccJIo da estrada de ferro da cidade do Recite a
pavonean d'Agua Prela,he o inspector da referida
estrada de ferra, por parle do gov.ruo geral. lode-
pendenle de nomeacJIe particular para este litn ; e
exerce essa insperrai no lisralisarao da inane.ra se-
guinte : Para o exame das despezas taitas com a
coiistruccao, e cm geral de quaesqoer cotilas, das
quaes passa resultar anos maior no quautilalivo .lo
juro garantido, o inspector podera' nomear um de-
logado, que sera' um einprcgadu da lliesourana ge-
ral de fazeuda, escolhido d'eulre os de maior callie-
gona. Se porem se Iralar do exame de machinas oa
da ex-.re,, do plano da obra, o delega !o,ou dele-
gados sera,, engenhelros dos mais Idneos.
Sabe o Exm. Sr. iospector da estrada de ferro,
como se tem feita resal despeza*, como vio essa cun-
tas, como se lem execulada o plano da obra, cuino
sao tallos os Iratialhns, rom que garantas de segu-
ranca e de permanencia '.' Siibepurque o audamenta
das obras nlo be li'.o rpido como ora de desejar '.'
Deve saiie-lo, e assim nos inclinemos a crer, apegar
da nos/a Ignorancia completa ..cerca dos delegados
de lazenda e d- engetliaria, c Jo que bajara talle,
ou observado. O certa, porem, be que u publico ig-
nora lauto rom., mis ; e a sua tta mais fundada qoaulo que os s"us fundamentos nao
I.m sido desmentidos; e pelo contrario foram con
firmados pelo Diario de Pernambueo, cijo proprie-
lano, e redactores al boje lem mostrado um cata
loda a prova aprol dos interesses maleriaes do pala.
A reserva do Sr. rnnselheiro Sergio devia ser lili.,,
da sitosle penosa em qu. se acba a administrar,!"
da estrada de ferro,por esse loxoespanloso deempre-
- 'os de diversas calhegorias, creando embaraco* a
.,'-;..(.'.. na aoreocta, e na li r..][-.,r.i.) da obra f
P-.r essas faberaes opposlas de enpreileiros e de di-
rectores, siiiieriiitenjpiites, engenheiros cm ehefe,
ele. sem correctivo, sem um exame ou inspecen
inmediata, vislo que
sassxajaaj
lM.-i
llIN.
UrgtMMI
'"isi.l
1'JltgsitJi
137.-I0
|tei-ti
MtJKSIl
I.Vr-<-.i
'iS-l-JI!
I I-",
75t
Jlai
npai
sasjaTJJB
-1l-te'.l
lasMM
9
9
3
9
I :-": -s'-H-l
Recita, .'> de marro de IR.V7.
Intoiiw Jote linmes do Correim.
\' pniiiiiltna morlcdo joven .Malinas de
Ai.lujo Hiirios, oIIciltiIo ao Ktt lio, c
meu migo Jos Torqnalo de Araujn
liarros.
Parece lei da sarta,
t.tae os Iriamphos te in*et>, o aetareu,
.No qu* ge,.i- iiK-lhor cJl. redas asosle!...
Casltlaa, ira dan. I
n.ie lie do virusa re.tavo que se etevava da uta
llorido ti peina : ... Oue he do* per.ar,, ,.
lon.lava.n iobre es*a calieca de Ireae aorwo, jo-
ven anda, e lao promeltedor* de talan, (tac ne
do luanle applicado e amavl qu'ind* a pone, cai-
livava a attencita dn* qne o onii.cum I...
I) anjo da raorte oproo-lhe ni f^e. ., ,ru .p,,,
elido o renal,, lornou-se mirrhado __a rtor-
riris se esvaeceram, e o menino Inrauo-se eed-
Deus o havia dotado d; inlrdl,concia, r sos r.;.-,
laucado pr lieos em soaj alma, era malta lorie, nao
pona ser coudo em lao frgil pn*ao. O crp., r
i um examu ou inspeccun ;.'.z cadver, e o espi.ilo tornado l.vrc. se lanera na
.. direcco principal este em I *mPlldle do esparoJpsra reunir-se m coro d<
Londres, ludo lato he penoso, e S. pxc. deve sen | ""jos .
lir grande pez.lr. vendo quiisi malogrados o* sens | Com elle haixou a campa as nperanr do am
generoso* esforcos mus nao (era ludo islo remedio 1 i Pa, de quem era os desvelo*, e a patria quem sabe
Nilo culpamos a S. Bxc, e sena al una piierilnta- 'alvez perde-se n.lta ara desses caracteres nebre.
de,se oqoiresseaio* tornar responssvel por.omofal- desses espirito* saperioie* que, da vez em qaaodoi
'lile previo, mas nao poude re-, apparerein para protestar contra a degradar;!* da e^
m he ontro. e anenas estbele- pecie ...
Joven anida, linha a rcllevao q-.e empele a oolra
idatta, aos taleuins que mostrara, ioalave a arenli-
cacm e n go'to peta eslndo.
.Menino anida,e ja protava servir* a se*. *ei*te-
Ihanles. ,e..,||o preceptor de seo. mano* ... qoe
nao faria elle inai r ...
.Mas nao o clmremos Dens qoe Ih* dea a vida
sen dovidn Ihe qoiz dar i talind.de chamando-e as-s
ecos, 1a. .lie nao ntTrera a Irihntarne*, o- pecares
as lujusltras e marlyrio*. que seriara sua |,.rl,lku na
ierra, c*landv cm conla*cto com os hmeos! i*, vite
vera a face da verdade, e mundo sao vas a*retentes
dnulias. enlosra' o hvmnode lio-ana qoe reboa na*
alturas !
No cn, soa alma rogar.' por aauelle* qae o ama-
lan. : seja a Ierra l.ve a seu- despojo* !
17 de levereiro IM57.
*. C.
la, que elle saname....
mediar. O nosso lira lie oulro, e apena* estable-
cemos estes factos como premiases, para o qoe pre-
tendemos ilnde dizer a c-le respeilo.
I mu coincidencia fatal, que velo anda mais aug-
mentar as desconliancas do publico, tal, qoe no mes-
mo Diario de Pernambueo de 2 de marco, em que
vem publicada a primen..p,re do relatan dn Kxm.
Sr. Sergio, o Relrnspeclo Semaoal. que he artigo
de fundo, se exprimi acerca da estrada de ferro pe
modo seguinte :
* lia moilo que mos otando fazer censora* a
mane.ra porque se esta coustruindo a estrada de fer-
ro. Dizem, que ti aterros sin fritas com muilo pno-
ca solidez, que a< bombea n.iu lera a capaenlade ne-
cessaria para n eeeoemenlo das aguas plaviaee. Tai-
ves sejam lafflcieotes pira Inglaterra, e oulros pai-
zes, ooda as churas nao so ordinariamente lo
a hndanles cnino enlre mis : la, ellas cabera com cer-
ta rrgolandade, e ir. pequea quaiilidade ; mas
aqu, he o contrario : lentos v.slochover tres e qua-
lro dias, os rios se acharcni iinmedialamente chelos,
e dotoriorarem estrada*, puntes, ole. Nao sab.mo
de qu* ponto sao verdadeiras estas censura
KRRATA.
cu.- ". pocsia an Sr. Joa tUelano. improsa note
Se as Diario, ne dia III do eorrenle. nrioieira Maneta.
ale que ponto sno verdadeiras estas censura--. Se as Ifrio, no da III do eorrenle, primeira eticara.
tratemos boje ao dominio da ptiblicidatle, he para egundo vrrso. em lugar d. t mal, lefor no meu
que, emqiianlo he tempn, se previna algum damuo Renn. cri lea-se K mai. aesore rea Mala
liiluro, no caso de seren verdaleira*. I'or parte ,1 cri como s. acba no segundo verso de nltiosa a
nosao governo ha um engenheiro encanegadn de rer- tancia.
la ingerencia sobre os Irabidhos dn caminbu de fer------------------------------------____________________________
- -.---- -". c^cni.in.o i-iii.uii:i.n ue cer-
la ingerencia sobre os Irabi.lhos do caminho de fer-
ro, e f,',ra justa e conveniente, que este engenheiro
exam.nasse se a obra, que se acba feila, esla tle ron-
fonnida.ta com as regras da setnela, e segundo as
necesidades peculiares a esle paiz. l'ode ser que as
argu15r.es, que tainos ouvdo f izer aos Irabalhos exe-
culados. sejam infiin ludas, e filli. da ignorancia,
mas o que be cerlo he, qu andam em muilas hue-
cas, e era lodo o cato ser conveniente 11111 exame
por parte da provincia, que lio igualmente inleres-
eede.a
A parle do Relrosperto do Diuriode Pernambueo,
que acabamos de copiar, c a do imporianle rotatoria
do Exm. Sr. presidente -obre a estrada d? tairn.pro-
dtiziram no animo de Idiosos accionistas i)e pernam-
bueo nma dolorosa mpresMo : e anda mais, quando
snuberam da ajvergencia escandalosa pnlr? diversos
''."P'eBadesfcaaniranbia, senta mislei recorrer a
directora eosjjjS^prcs p,,r qualquer desarar lo, que
passa haVer dWelle-, ou poi qualquer medida ur-
gente, que reclame a interferencia da mesma diree-
loria a lao larga disbiuria. O crio he que o receio
do Kxm. Sr. Macelo esta', plenamente |nst:ficad**Vo
que sera'conveniente lomar 11,111 esoliio.ln qunlqurr
a este respeilo, .oh pena de v rmos malogratloa tan-
Ios extorco* e s.-icritieios. \ -. mu 1 .te S mi! libra*
Merlinas, garantida como jaro pelo governo geral e
provincial, na be lita mesquinha que nao teca a
pena de sena alinelo 110 presente e no futura. ()
qoe se tem feilo a esle respeilo .' Como se fazem es-
sa. desbezas de conslrnco, orno >o execula o plano
da obra eprovedl pelo governo Eis ah 0 que ig-
noramos completamente.
Par hore pararemos, aqui para ma faligar os nos-
sos leilores, e brevemente culinuarenins a. uossas
rellexes era nina serie de artigos, alqua nbttnhe-
mos tima garanta ellicaz para a provincia, e pina as
nostas aecues.
' m accionista.
4.!^??i'.''."i'.i;:/i .:
t *:: 1 v;r .,
A ESTRADA DE FERRO DE I'ER.NAMUI r.tl
I.
Para dar provincia de Pernambueo lodo o en-
grandecimeiito, progresso, riqueza, a prosperidode,
de que ella he merecedora, bastara doas prntec-
ls cluolmeule cm exerueo ; isto he; 1 estrada de
ferro do R-cife an no de S. Franciaco, c o malbnra-
ment do nosso porto. Infelizmente porem ambos os
projeclo* va a instru-.....parvee... antes desuados
a prover, que a nasa* of-iocia, eomo nm povo ,1
recente dala, ainda se prolongara' por mudos annos,
ate que a Divina Providencia se digne ,le emanci-
par-nos, dando-nos 3 forra de ntelligencia suflicen-
lc para comprehendermos toda* as ventageris, com
que ella enriquecen este aheneoatln paiz.
Com effeita, a estrada de tarro vai abrir-nts a
grue arteria do Rio I S, Franci.co, e olleieeer
at. trebalho e a ... Usina q-ialmcaiilas leguas de suas
margeus, aiuta quasi iuciilla', de um terreno fera-
ci simo e proprio para lorio o genero de cuitara id-
terlropieol. (1 melhoremenlo do pnrl abrir' as por-
las ,| 1 nn.sa b-lla ctate a todas as batid.iras to
mando, rerebenda e abrigan.!,, em sea seio u com-
mercio, a industria, e ns capitaes de ledo* csses po-
vos, qu. era sua paregrinacie procurara o centro
de ailo da nuiie familia humana.
JOS' COMES Dt) CORREIO. EM
FRTAS
stm-auno
llHI^KIII
"jXBOOO
73*1100
>s--7(lil
ANTONIO
'"'Nv'"A HRRENTE COM AS PISTAS IK)
,..-,,.'i:llt"' N"s D,AS -- -:t 2* I,K IEX '-
RhIRt) DE IS",7.
Dere.
Pela qne receben ti, juiz de fcsla He S.
PantaleSe...............
jdemda juila da mesma testa......
I ,em de esmolafl entregues pelo procu-
rador Jo-,- Camello do Rgo liarros .
Idem, idem do procurador l'olvcarpo
los l.avme .............
Esmolas da salva nos Ires das das |e*to ,
I-I ni do llr Alvaro Rarbalho t'rhda
Cavaleanli...............
Idem de Nicolao Machado Freir ,
ldm lo Dr. Miranda ll-ltn. .
I lem de .l".'> Mina ,1c Alboqoeraa
Oliveira..... .-.....'..
Id i., do vigariu Francisco Lua de Car-
vtlhe..........
Idem de Antonia Francisco Pereira. !
I lem e Manoel l.uiz Gunrjalves
Idcmrie Francisco Alve* Ouimaraes '.
Idem do proluclo de venda ,1- tochas de
cera a Pedro Ignacio Baptisla.....
Idm, itlem a J, a.. Pacheco de (jaeiroga
dem, idem do aluguel de terrenos para
barraca* ..............
Idem de etmola do Dr. Th-ndor Macha-
do Freir Pereira da Silva.......
dem, idem dejse Pires de Marees,
Idem, dem d Joaquim Antonio pereira
dem, Idem de Luiz Jos Rodrigues de
,

cvuniiis.
Sol-re Londres, -27 :l|i a I d.e 27 7iH a DO 4
J'aris, 330 r. |wr Ir.
* Lisboa, !l."> por J de premio.
Rio.de Janeiro, 2 por (l|o da detconl.
Arenes d.. Banco, 10 a i.", de premio.
,' companhia de Beberba .'41000.
,. a rompaabia l'ernambucana ao por.
' Llilidade Pablica, .10 p.sr cenlo de sojoaaW
110 lem i, i-a,lio a. 9) ideal.
e de estrada de ferro per Opj de premio
Discanto de letlra*. de; a 10.
Dita do banco8a 10."
(juro.tincas despalilllas. .
Mnedas de 69100 velhaa
fifiOO uovas
a a ejOOl. .
Pula.('alacies brasileiros. .
Pesos cnliimnari-s. .
"^"^ a mexicanos. .- ,
28. JKfMn
. ihattio
. ItaOfU
. sanm
. 29000
'40DO
1J860
Al.l'AMiKl.A.
Rondimento dodia I a 19.
Idom do dia 20. .
l .:7*>trl
II:
I27:I473|.V.
Otscarrieam boje >\dtmm
Barca mgleaConhealhnierraderio*'
Barra ingieraCambria-aeorae a Uixas.
Barca ingieraLinda--mercaderas.
Barre frauceaI Un, 1amercadarias
Brigue inctaxMelinabacalhnn
lale |.rlogez-S. Manuel I Jdivatsa, mera.
azene' SU"~ '" ~ ^"W^T.
Hiata americanoKlyng Balefann*, biaba c
Barca taas.l.ire-Amelia-tari,,!,, tttit3.
IMPOUTACAO"..
Ilarea,;j nacional ,.Maii, Amelia, viole do Are-
guir.ta '' CO,"'Sn,, X-ncia, ra..ifnri.a ^
1112 sarco, rom ItKarrobas d. cera de raroaal.
I ti meios sota, 7 raolho c*m 70 cn.jr.nbo. corti-
dos: a .1. r. Vrente Vianna.
...Seoiiro. s.lgados. 1.1 harnea, rom 77 arrobas
re ceno, ca.xa. com 1,11 arrobas e 17 libra* de ve-
la-.le cera de rernaub*. :l canas rom 8R9 pare* do
-natos, i sacros com :t dqu-ire- ele soauna. 19 00-
llio* rorr 7."i esleirs. iai alqoeires do al ; a .r-tam.
1- ,.., "r'ao" porl.,g,iez al.aia Illa, .,nlo de I.kImw
...-II consignad a l-rnnea, Severian Rabell. ,\ Filno,,
-i-'KHl. iiiauife.|ou o.-guite
lili I
en
Tfnm
awioii
IHNKI
2-IKIII
71-';imi
HiNNai
l-'gJOtlO
llr* a
lii-taN
10-000
t pipa- e 1211 harria Viub .. H) .illas e .1 p.pas vi-
nagre, ". caliles bolacha ; a liY.maz .la Vooin-
Fonr.ee \ Flkjae*.
100 Larri- vinho, I dito presan!*, 1 diUlan, 1-
nh ,, 211 -arcos farelo ; a An.olim A. Irmi .
tal harria lour.nl,n. 2 diio* vlnh, lm caixa* veta.
de cera, :(| pina* vastas. |ihl I ,g-s i, podra, K *acros
erva-doce : aos consignatario..
1,1 harria clioancos, .1 ditasvinbo, "> dito* areil., i
ditos vinagre ; a F. brian Jo; I.on.es.
2!il pipa, r |S metas dita* vastes ; a Novan o -
2111 b-.rris peixe ; a Manuel Joaqo.m R. Sv*.
i barr* loocinho, .Vi aero* eilao : a Jas Mar-
celino ,la Rosa.
.'itl barra leaaiaae, 30 ditos rhooriess; a l.oii
! Jos da Cele Aninrim.
jt) barr* vn.ho, 800 mnlhes cbelas, lo)eaoastras
i balala ; 1 ordem.
/
/
V
WTE/ATJtT
ILEGIVEL




DIARIO |}g PERNAMHiOO, NABBAOO I DEMARCO DE 188-7.
inpii
arroba

alqueire.
CEAttA' 1i DE MARCO.
Aguntenle, caiara. .
Algudao en) pla. .
em caiocc. .
Arroz, pila.!.....
a case*.....
Aseito d,i Garrapato,
Avurar braaco om ruma .
refluido. .
mascara io .
Borracha 'rula mi {omina
elasllea itnfnmada
Cabello* da bei mi cavallo.
Cafe pillado l. sorie .
Carrapalo......
Carne crea nu saleada. .
Cera ile abellia ....
carnauba .
Cocos para esroer .
Cauros ile bol Migado. .
caroeirooo cabra
corlidoi
Dore de qualquer quali-
da.lc.......
Parinhade osandioea .
l''eijao.......
lioimna .le mandioca .
ararola
lo
" Alees, jaca, e ra-
bug.....
Coraran do negro.
Talajuba. .
" Vilele .
" Pao d'arco em linli.
" Cedro era cha proas,
Mel de engenta .
a furo ....
.Mdlio.......
(acijes. .
Sal.......
Sebo derretido .
em rama .
Sola on Taquera r.m meio.
Tnuciiilio .
Duro.-
1 eai\.in (palos de Iram;a de la i ; a M.,nivl de
Aievedo Audrade.
* caisas agua mgie/a, 1 dita rape Prioceza ; a An-
lonia Pedro dai Nev, s
1 barril ehouriros ; a Jote Jacotne T. Jnior.
1 caixole stpalos, 2 ancorlas vinlio ; a Anlonio
Casemiro Gontea.
1 barril vinbo ; a Anlonio Alves Bulbosa.
1 caixa cadeiras, t dila baiiquiutia de costura, I
dila bracos de balanra ; a l.uiz de Oliveira Lima.
2o pip u abatidas ; a J i > Maeeilo do A m u .1.
2 lian i- vinho ;'a l.uiz Anlunio de Siqurir.
fiO barrh lardintia ; a Jos Antonio Bastos.
2 barris azeite ; a J-au l'.-rlo'Cocino da Silva.
130 barril ajrdtohas, ll ditos asalte, 1 eaiiole
mereariori is ; a Angosto C. de Abreu.
I caim essenca de aniz, 3 dilat drogas, 2 barril
verde inglez. I caita alvaiad>, 2fardo* retalhos da
pellica'; a Vicente Jos de Brito.
I caixa magnesia, 3 ditas brochas, I dita iinguenln
mercurial, drogas, etc.; a t. Francisco de Son-a.
1 caixa essencia de ziiobrj, ditas brochas, t bar-
ril sil amargu. 90barrisiohuf cliouriras ; a Anlonio
l.uiz de Olivcira Azevedo.
10 caitas cera em reas ; a Lino -'erreira Piulo.
1 eaitoie candinros de litan, .VI amarrado lava-
torios de ferro, 3 ditos camas de dito, I caiao iou-
;a ; a Kenlel Pinto & C. \
1 caitnle chocolate, i ditos, marmelada ; 1 dila
toces ; ao capillo.
1 caitole sapa tos de tranciulia ; a Jos Joaquim
da Costa Maia.
21)0 barris sardintias ; a Tasto & Irmiio.
30barris manleiga franceza ; a Joso Baptisla da
Konseca J iininr.
2 pipas vinagre, K) barris azeite ; a Joao da Coa- I Madeiras-angico'"g'm'eal'-
ta l.oelho.
1 caitute bracos de batanea ; a Francisco Antonio
Marlins de Miranda.
Brigoe inglez nMelina, vindo de Terra Nova.
consignado a Saunder llrotbers & C., manifealou o
eguinle :
2,:!% barricas hacalbao, i tinas pcite em lalmpu-
ra ; aos mesmos.
Vapor sardo Comte Cavour, vindo deCenova,
consignado a agenncia, rnanifestnu o legoinle :
100 caitas, 100 meias dilas 2 eatsulea maclas ;
a Almeida o\ domes.
20 batas papel ; a Lentos Jnior v Leal tteis.
.1 caltas roana'; a Bastos & I.emos.
2 barricas cintas ; a Feidol Pinto & C,
I eaitt tedas ; a J. Keller & C.
Hiale americano uliyiog Eagle. vindo de New
York, consignado Saun icrs Brothers A. C, mani-
feslou o seguinte :
1:500 barricas farinha de trigo, lo dilas bolacha,
ion ditas bolacbina, jo.i harria breu, 20 ditos graixa,
100 ditos manleiga de porco, lili caitas e 50 meias
dit< cha, 50 saceos prcenla, 10 dilos arras, 2 cai-
xas cannella ; aos mesmos.
Brigue porloguez ~ Bom Suceesso.u vindo de Lis-
boa, consignado a Tboin ;/. de Aquino Fonceca i\
I'lirios, mnnifeslou o segoin'e :
2t pipas e 70 barris violto, tinto, l) dilos dito
(tranco, 20 ditos azeit- de oliveira, fiO ditos lourinli.is
15 barricas cera em crome, :I33 tages ruin ISO varas,
aos consignatarios.
100 barricas sardinhas ; Jos Farriande* Fer-
reira..
150 barris vinho tinto, 25 ditos e.houticos, 10 nitesj
toueinho, 10 dilos paios, 10 caitas rap princeza, a
Amorim Irmau.
100 barricas sardinhas ; Tasso \ Irmio.
20 pipas, 25 barris e I ancorela vinho tinto, 25
barris e I ancorela dito branco, 1 dita vinagre ;
Manocl Joaquim Kamos e Silva.
1 cana livros impressos ; a Jos Vallozo Soaret.
50 barris loucinho, .50 ditos ehouriros ; > JoSo da
Silva. Regadas.
1 caita livros Impressos ;a Simao .Sampaio l.eile.
10 caitas cera un velas, | caitole perfumadores e
candieiros de tallo, 1 dito calungas de barro e ca-
misas ; a Lino Ferreira Pinto.
I caitole livros impressos ; a Bastos St Limos.
40 barricas sardinhas. I fardo peneiras de rame ;
E luar.lo Frederico Banks.
20 barris azeite de oliveira ; F. S. Rahello &
Filho.
1 barril vinho, I dito vinagre, 2 foguea de ferro ;
a reidel Pinto & C.
12 saceos fareMo ; i S. P. Jalinslnn.
i caitole baldas, esleirs, 1 fogSo e 1 hacia ; i
Eduardo II. Wvall.
30 ClMte cera m velas; a Vicente Alves de Souza
Carvalho & C.
53 barricas sardinhas ; a' Luiz Jos da Cosa
Amorun <5 C.
I caitole sapalos de [ranciaba ; a' Joaqoiin llo-
drigues Duarle.
Vapor nacional Imperalriz,D vindo do nnrle ma-
niTeilou o seguinte :
I molde de pao ; a' Francisco Radical.
1 emhrulho ; a' Oliveira Marques.
30 caitas; a' Nuvaes v C.
5 dilas ; a' Anlonio de Almeida Gomes.
2 dilas ; a' J. Falque.
1 volumc ; a' Jos CaelMio de Ahreu.
1 dito ; a' Joaquiro Lopes Ferreira.
I sacco ; ao dezernbargador Anlonio .Manocl Fer-
uaodes Jnior.
I encapado e I frasqaeira ; ao l)r. Jos Sergio de
Oliieira.
I UOMSliLiAHO (iBitAL.
Rendimanlo do dial a 10. 7t:24K*,~>02 peilO/a apnsu
Idera do da 20...... l:003#268
79:1499770
osde rjOOO a 2JI00, porquaolo ltimamente se. As malas que Icm de condnzir o va
conforme sua qualidade. &m*39W> cipwm-se a lechar hoje as 2 t]2 huras da
, Diario J Maranhr.o.' la^lJe c ,,,'P0'S d'ss" hora al as 8, reeebem-
<' 'II "Il
arroba
1)09000
59800
Iriso
I96OO
..NKMI
2-SilKI
53OOO
(9000
JtKHI 2ri(Kl
se correspondencias com o porte duplo. Os
seguros sero feitos at 1 hora.
TRIBUNAL l)U COMMKKCIO.
Pela secretaria do tribunal do commercio seque
dade, por ter parle da carga prompta, o br- ,
gue portuguez Laia til ; quem nelle quizer
VOTO DE CHATI1MO.
Fallara ao mais sagrado dever, que me impi
carregar ou ir de passagem. para o que tem 1" r,,''l3"i se esquere.se de patentear ao [llm. Sr.
escolenles co. modos, trata-se com os seus *. Antonio de \asconcello Menezes de l)rom-
consi"iiilTrin< t'rincisrri everi-mn Iiulialln '"ond. o cierno aradecimenlo que Ihe Iribnln pela
consignatarios 1 ran< isco Neven.mo Itahello mJn,lri urbaM e rr,inr;) ,., que se slou ,ie
cv l'illio, ou com o capitSo na pra^a,
l'AP.A O ASSIJ'
1., segu m presento semana o hiato Exhala-
mira nr?n, 'z,,l'l,ll,' que ,,:' ">U So, para o resto da carga, trata-se cotr
"ira, lora matriculado no mesmo trihunal Caclanu Cvriac 1 da Cosa Uorcira.ua ra di
na qualidadi! de commerciante de grusso e Cadeia do' P.ceife 11. 2.
alqueire
arroba
a retal no, o Sr. Jos Marcelino da Rosa, hra-
sileiro.
ccnlo
arroba
teuln
arroba
alqueire
titira
arroh,
mu
duzia
1,111,1 fi
deidade de 40 anuos, domiciliado
tiesta praca, com casa de commercio do g-
neros do estiva, sita na ra do Vigario 11. 1S
Secretaria do trihunal do commercio, 20'
do marco de 1857.Dina marico Augusto do
Reg angel, no impedimento do ollicial-
maior.
Por orJem do Exm. Sr. director interi-
no, conselheiro tu. Podro Autran da Malla
Mbuquerque, so i.iz publico que n i da 21
_ do crrante, lea logar, das II horas ao meio
7rnondia, x prelccQio do> concorrenles, a substi-
S320I lui?So vaga da Faculdado Je Direito desla ci-
2.0OIK) 30.10001 dade.
Secretaria da Faculdado de Dimito 10 de
marco de 1857. O secretario, Dr. Joaquim
Antonio Carneiro da Cuaba Miranda.
De ordpm do lllm. Sr. inspector di aist.ial de
marinlia.faco pablicoqa 110 da 23 do con el t a.z,
as 11 boros da maiibaa, ,e ellecluara' a ou.pra de
/luco em leueocs crandes, para proTimeolo do al-
moxarilado, em vista de propostas npresenladaa at
a 111 hc.ida hora, as quaes aomenla se deve declarar
o menor prefo, porque se pretenda vender esse ob-
&3800
7-!'l)0
S.MKKI
(ivOOO
53000
.1
59200
'.NKIil
"afjoo
h^mhi
59500
83000
91000
ro
-Jim
200
.00 ;
C-OO I
25 Ti KIII
360
-l-'O JL'c,l-
LIGO lnPMS*> ll0 arsenal de marmita de Pernaml.uco.
IO-IMIII ?,"' "'''""srcit de 1857.O secretario, Alexandre
itWKIO I Ko*r'Su" dos Alijos.
9180 u t-rocurador da cmara municipal desla
.,,,,, oidade, declara aos senliorcs donos de esta-
aiqucire
libra
alqueire
arroba
neio. 11 m
arroba
-l/cftir.-'.
Incas liu-pnnholas
Modas de loiuo velhas
de 6N00 novas
de t-OIHI
Piala.Patacn braiileiroa
Pesos coluaiiiai ios
u mexicanos
29800
4.>50
tiJsMHI
-5(KI
IgSOO
6-3000
33200
55000
2115200
163000
MigOOO
990O
29UO0
23000
isoo
Cmiimerciiil.'i
l>2>i
V
~-:
0.
Navios entrados no da 20.
Para e polios intermedios19 dial e 10 horas, va-
por brasileiro ilmperatrizo, commandante o ca-
piHo-tennle Antonio Joaquim de Santa Barbara.
Aracalj pelo Aaa'12 diai, hiale brasileiro iCapi-
bariben, d#30 toneladas, metlre Trajano Antones
da Cosa, equipagern 5, carga sal e palba ; a Lu/.
Ilorges de CerqoHra. Pertence a Peni ,mbuco.
Rio brando do NorteOdias, lancha brasileira
!" ln das Ouia-.i, de 2 loneladas, meslre Ber-
iiardo Jos da Cisli, equipag>m 3. carga atracar
e mais gneros ; a Joao da Cunha Magalhacs.
Pasiageiro*, Antonia JossS Pereira de Sampaio,
Kraarisro Lopes de Macado Triphomo, l.uiz lire-
gorio Kumeiro, Pedro Jos .la Cosa llego, fran-
cisco .10 Paulo Barbosa, Cleinenlino Jos de Ma-
eeilo, Mana Engenta Alves Cavalcanli e 2 lilhos
menores.
Liverpool33 dits. barca ingle/a Eleannr, de i 10
lonelida, eapiao W. II. Taw, equipagem 15.
carga petrerlios pira a estrada de ferro ; a Kolhe
Bldoalac. Perlencxa Liverpool. Passasciros. lio
her b.. Minrlu, John f.ullen, Alian E B-nje-nan lliUbeock, llichard A. Minckin, Wil-
liam Wlber. jThomu llelsby, Joba Pryen.
Da eoinmi.sm-Jungue de guerra brasileiro i.Cea-
rense, ci mei.inlanle o I.- teucnte Mamede si-
llines da Silva.
N vio. taliid.09 no mesmn dia.
Canal pelo Hilo Grande do .Nnrle Barca Ingle
aNelerlon, iapilSoThomaz Balea, em lastro.
P i
belecimentos sugeitos ao imposto annual de
9e i- rs.f que no ultimo do corroiile me/,
liuda-se o prazo, para o pagamento do mes-
moimposto ; incorrendo na pena o disposi-
Coes do arl. 32 do legiilamenlo n. 360 de 15
uejunhode 18U, aquellos que deixarcm do
satislazer seus dehilos at a data supra ; as-
sim como que devem os mesmos senliorcs a-
presentarein o conhecimonto do imposto gc-
ral, sobre lujase casasjde discontos, relati-
vuinonio ao primeiro semestre de 1856 a 1857
sem o qual nao peder ser recehidoo impos-
to mu niel pal.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
tazenda .iesla provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumpriment do determinado
em ordem do tribunal do Ihesouio nacional,
tem de ser arrematado do um a lies anoos,
que comecavam a correr do i- de juiho pr-
ximo futuro, o servico dacapatazia da,al-
landega .esta mesma provincia, a quem por
menos Gzer ; maiores ou meluores vanU-
gens otrerecer em lavor da fazanda, c que
nos termos do art. tii do regulaiiienlo de 22
de junho de 183, o referido contrato anda-
r em [iraca por 30 das consecutivos conta-
dos uo I.' deahnl prximo (uluro em dian-
te, e sera arrematado no dia 30 do uno mez
de abril, a I hora da tarde, perante a Ihe-
sourai ia. Os pretendemos cotnparegam com
seus liailores legaltrente habilitados no lu-
gar do costume.
Secrclaria da thesouraria de fazeeda de
Periiamliuco 2 de margo de 1857.-0 ollicial
niaier, Emilio Xavier oooreira de Mello.
Avisa-so aos devedoros doimpolode
dcimas do bairro de santo Antonio, no
qual se coioprelrende tambero a freguezia
de s Jos, relativamente aos anuos de W33
a 1852, que a relac.no de suas dividas ja veio
reraelllda para juizo, mas que, antes do
qualquer- procedimento judicial dase-lhes
prazo de 30 das para pagamento espoula-
............ '"i1"" inoinai r.aies, cni aslro. neo i e spiu ,Uho. ___. i .. i
.rae pocos imennedios-Vapor brt.ileiro |>a- "h, *.'LU* Uel" ^Vm 'I .peil..cnc i de no-
rana, coinidandanle Francisco ferreira Bor-es "lul"d "peza de cusas, para oque podc-
Tendo sahidoi bonlrm das 10 horas da noiti para ri' P^'u^r as guias em casado abalxoaa-
1!s II. signado, na na .Nova n l. secunidn andar
u
"i
reodo esll repartrfSo, em consequeneia de au-
lorisac.odo |.,M, Sr. pre-idenle da provincia, de
fazer a en lomienda e compra de a 5,000 barrica-
de ioiii ceinentta viudas da Europa, para as oi.ras do
melliorame:i<> rio porto, entregues 2,o00 al
de junho proziR
que cunt iic:, i
a quem | ossa i
o lili,
I carta fecha
signado, na ra Aova n. 4i, segundo andar,
das 9 horas da m.anliaa as 3 horas da tardo.
RdCife II de marco de 1857. Cypriauu Ke-
nelon C. Alcoforado, procurador liscdlda
lliesouraria provincial.
--- 'feudo o conselho de Administrarlo
Naval no da 21 do corrento mez, pelas II
lloras da mauhiia, uo so de Contratar o or-
nea monto de carne Verde, pao, bolacha, a-
c^viTo'gurjss:sss^mz *rde ,Lh"*' r"\r
imr mncoiilraloa semelhan res-' ti V V '"'ore' carne secca, baialliao
. i neala secretaria a sua proposla em '..'.):'!]..,' ,lia"Jlota, feijao, sal, tnucitilio,
IMVEILSAS PKOVINCIAs.
ti udiinenio do dia 1 a 10. .
dem do du 20. .
5:570j72fi
I77j353
5:748079
DKSPaCIIOS E expoktacao PElA mksa
110 CONSI1HDO DESTA CIDADR NO DIA
20 DE MARCO UE IS57.
PortoBirca portogoeza Bracharensen, Thomaz
de Aquino Fonseca S Kilhns, 1.50 saceos assucar
branco.
LisboaBrigue porluguer. Viajante, Thomaz de
Aquino ronseca & Filho, 10 saceos assucar mas-
cavado.
BarcalloniPolaca hespauhola oTherezina, Ara-
oaga & Bryan, 669 cooros salgados e seceos.
LiverpoolBsrea iogleza Lancastria, V. A. de
> ni/1 Csrvatho, 110 saceos assucar mtseavado.
LiverpoolBrigue ingle .spray, Gibsos, l.SHO
saceos assucar rtiascavado.
Nevr-Yort. Patacho inglez tioldenn, Saunders
Brothers A; Companhia, 1,500 saceos assucar mas-
cavado.
PortoBrigue brasileiro Despique de Beiriza, Fer-
reira & Lonreiro, 33 cascos mel.
KCEBEDUKIA DE iiKKDAS INTERNAS (,E-
KAIS DE l'l'.IIN A.Mlll i.i ..
Rendimenlo do dia I a 19.
dem do dia 20.
.Iii:iii:.!ini
l:02438l
31:1399116
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dia I a 19.
Ideado dia 20.....
50:(MUi;ii2
3:2lln2i5
538*687
n. 76, em
depositario.Ba-
MARANIIAO' f. E MARCO.
Jleca cummercial.
Exportado.
AlgodSo. A ullimas vendas se rlTeetuararn. o d
machina a KaKOO e o bom febra eomprida) a 79200,
podendo-se considerar nao haver deposito, porque a
propon-So qoe vem cheg.udo he logo vendido,pesa-
do e embarcado, e algumas pequeas poreOea qu-
se loin guarda lo pertenceules a lavradores, prelert-
dem estes especular com os actuaes prejos ; e se
atlendermos a grande animarlo que este genero
lem ti io tus dillereni's praess ua Europa, ate as
ultimas noticias e a pequea colheila que h .uve
nos Bita lea Unidos da America, ludo nos (, crer
que ain la este ramo di aua lavoura lera' mais de
sabir de que os actuaos precos.
Arroe em casca.As ultima* vendas tem regula-
do de 2*900 a 2J600 o alqueire, conforme o seu
rendimenlo e quahdade.
Arroz descascado.Nao tem bavido compradores,
e algans cairegamentos que tem sabido tem sido
fados por cotila dos fabricantes pira darem algama
sabida aos depsitos qoe existrm as fabricas, como
agora acontec enm o carregamento do hiale brasi-
leiro Linio Paquetea que se ach prestes a Seguir
em direitura para o llm de Janeiro, no enlamo al-
gninas pequenss porees quB e tem srendijo para a
ierra tem regulado ao de vapor 29700 e 2sSO0 e o
socado ero fabrica 2S*O0 a 29600, mas oota-se o
mercado frouio.
Assucar.Esle artigo de primeira qualidade lem
de 30S0 a 4500O. Naste genero musir u mrcadj
muila apalhia, e nenbuma venda por junto se iein
feild ; apenas os precos que notamos sao o- que da-
riamente se alcincam n>s leilJes a relall.o nao
permitlindo por emquanto sub la, eui consequeneia
de haver em ..eposilo no Para' perlo de 3.IHH) h,rn-
quiihas. e ser aquella provincia a que niuitn con-
sumo da' a este genero. Em Peniamliuco ac|ia.se n
seguir para o Para' com escala por este porto, o bri-
gue escuna aGradosa.ti a qual ja lioha a bordo s>. de
om carregador 900 volums com assucar e com des-
tino aquella parlo. *
Agurdenle.Agurdenle reslilo de 2 graos, as
nltima- vendas que se elfecluarain fui por 1103500
elllOOO apipa, a cachara -d lOOS a 102^900 r*.
A relalho lern-se vendido, aquelle ile l-^a l!i>,
esta de 10i5 a 1069)00, e estes prerui promettein
ser frmese he procorada para ezpurtac,Ao.
Cooros seceos..\s ul nn,s vendas s.i lem foilo
por 310 a libra e coulmiam a ser mullo proiu-
rados.
A aquetas.() uMnnn eirregaineiilo foi vendido
de-19600 a:i9 t apezar de ler-se embarcado algumas porcies para
Pernambocn e Para'.
Espera-se um c.irregamenlo do Ceara' pela euler
Mundahii.
r.is .!;, iimiiIi.; .,, ,n que ellecluar-se-ha o mesmo con-
Irato.
Inapeecnodo arsenal de marlnha de Peraamboeo,
om II demarco de 1S57.-0 secretario, Alexandre
Kodrigues dos Anjcs.
O Dr. Joaquim Francisco IHiarte, supplente do jui/.o
de orpiaos e au-cnles, nesta cidade do llecife e
seo le me, por S. Al. I. e C que en.Euarde ele.
face saber ana qoe o presente edital virun, qu-
em ruaca publica .leste jui/.o no dia 21 do correle,
ni casa do consolado pnriiiauez, se proceder a
arrematarle doi. bem inventariados por lalleeiineu-
to do padre Joto da Silva Lobo, cujo escripto se
Cha em poder do respectivo porteiro. E para que
ebegue ao culi cimento de todos, se passou o pre-
sente, que ser,.' publeado e aflixado no luar do
coslume. Dado e pasudo neala cidade do llecife de
Pernamboee, s..h o sisnal e sello desle jaizo, em 16
de marco de \> 57. Eu Galdino Temislocles t;abral
de \ aseoncello-, o escrevi. N. B. a arrematado be
ao meio lia, na roa do Encantamento
casa do Sr. Anlonio Kamos, caiitit
charet Joaquim Francisco Duarle.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador da
imperial ocdeVn da Rosa, joiz de itireilo especial
do Cflini.icrridde provincia de Pernamhuro e sen termo por S. Ai.
I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde etc.
laco saber aok que a prsenle caria virem que
Antonio Duarle de Oliveira Reg me fez a pellejo
do ibeor seiiiiiuie :
lllm. Exm. Sr. Dr. juiz de direito do com
ciDiz Antonio Duarle de Oliveira
send .-Ihe dev.dur .loso Ebas de .Mello
de 1KI5 e o-, jur
vencida, e pan evitar a prescripcao da mesma
quer o sitpplicante a V. Exc. ,r sirva admilli'-|o a
fazer seu protesto contra o soppliead t.para ser inti-
mado ao dito seu devedor por edilos, sendo justifica-
da previamenie a ensnela'dalle na forma da lei
pele a V. Exc. asaim delira.E II. Al.-Antonia
lluerle de Oliveira It-go.
Nada mais se etintinha em dita pelicao aqui trans-
cripta, a qual senda me aposentada, nella dei o
despacho do tlienr s guinte :
Distribuida. t-ni" se por termo o protesto do
supplicanle, que u-lilicar.i a amencia de seu deve-
dor. ecifcOde naroo ee 1857.A. F. Peretti.
Nada mais le ronlinha em dito meu despache qu
transcripto, em virtude do qu I leve a dislribair.lo
ni -r-
Regu, que
da quanua
s vencidosem urna letra ja ha muito
mais. ne-
salazlo conselho do administrar-no naval
de Pernambuco 12 de 1857.u secretario.
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
De ordem do lllm. Sr. director do arse-
nal de guerra desla provincia, se faz publi-
co, que se ausentou lionlein, leudo sabido
com liconca, o africano Itvre denome Jorco
do theor" seguinte.A. Bandeira,Oliveira.
Nada mais se cpnlinlu em diu^abliibuican e
HE
ica i i ni
vroo o termo
virtudeila qual olrespeciive esc
de protesto do Ibieor seguinte
Aos i) de marco de IS57 ncsla ^Mde "io R-cife
de Pernamburn em meo esrnptorlo veio o sonnli-
caiu Antonio Duarle de Oliveira llego, e parante
a*testeiim:ili.i. inTra asignadas! disse.qae prolrslasa
neto conleudo na petieflo retro e de com a-un o
dissa e prole-loo, | o pr sent no qU;,| 0 firmou
com s mesma ; le-temoiibas. Eu Francisco Ignacio
do I rres Bandeira, eicnvao o escrevi. Anlonio
Duarle de Oliveira llegol.uiz Antonio dos Sanl.-.
Nada mai- >e conliulia em dito termo defproletto
e leudo o supplleanle prodoziilo suas tastemunhas
respectivo e-crivsi preparando os aatos, fez-me o-
mesm is cdiftiiso^, nelles ilci a miuha sentenca da
Iheor segointa : [
Atlenileii lo a jiis'iliraclu de fnlhts oigo prvi-
da a ausencia de Jote Elias de .Mello em lugar nu.
sahido, pelo que liando para a iiiiiinarjaii do protes-
to requerido na piiielo de f dbas 2 se paste carta
de edilos com o prazu de 3n lias e rustas.
llecife II de ni rc> u- 1857.Anselmo Francisco
Peretti.
Nada mus se OBiitinlia em dila sen("nca aqu
transcripta, o-n viflu le da qual o esenvao q'ue es|a
rizos de golpes pio-
pnos da ierra ; assim como em ambos OS
pedos, osla veslido ue calca de algodSoazul
presa por urna correta a cintura, e camisa d-
algodaoznho branco americano com colla-
rn lio de ganga escarate, guarnecido de
uuas ordena de lita branca, da largura de
qoalro tubas cada orna, e s ac de pelo no-
mo de /-azo : lloga-se porUllto a tudas auto-
ruados policiaes, e a qualquer pessoa, a
captura no mencionado africano, entrega
Oelle no releno arsenal, onde sera gratlfl-
i Arsenal de guerra do Pernambuc. 19 de
marco de I8&7.-0 escrtpturario iuler.no,
Antonio Francisco de Siiuza Magalnaes.
rao
SAIflADO, 21 DEMARCO
.Nona renta da assignalnra.
Represenlar-se-lii o drama de grande
em i icios
peelacolo
OS SUTE iiFAITES D
sjltscrsveu inanloi
a parle de
passar a presente caria de edi-
e seu llicor ne
le por intimado ao aoppliei lo
una declarado, por loto o con-
lnno do protesto acim i Ir
los com o prnzn ,1 30 dias.p 11 qual
chama e ntima e
devednr ausente a
Joao Caelano f.n..
cieada c eternlada.
Dar' lim ao .liverliinivdo
I arlo
Gonzalo, por ella
cracio.,1 comedia em
leudo i\a p dic*1
eriplo.
Pe i;j< [oda e qualquer pessoa, prenle ou ami-
gos .lo lito.upolicado o palera' faier cenle do
qoe cima lica ezposto, a o porteiro do jalao afiliara:
a prseme n-.s logares do coslume, e sera' publicad-
pela imprensa.
Dadae pastada nula-cidade do Recite capital da
provincia de Pernambaeo .ios 17 de marro de |85".
Ku francisco Ignieio de Torres lladdeira, eserivaa
o u/ escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
:: .0 CHAPEO W) RELUJO = I0
D- hilheti s .lo platea e qu rl venda no dia do especial uto, theatro. t urdio nu esc oslar ptorio
Principiara' as8 horas.
%,.
Uorr- i) ge**.,!,
Relarja l das artas seguras, vindas.lo norte
pelo va;.,ir i nperat.riz,
ait.'i/.o declarados :
Antonio Martines da Silva.
['ara os senhores
Azeite de carrapaloEirerluarain-se as ullimasl Antonio Rangal de Torres l'.atideira
vendas por MO rs. o quarid o e o merca lo (ruino, Cari is Fredoi co da Silva Pinto
um pequeo carregamento que ha da- enlrou oio ; c,,,!.,,... (vr;J ,ia ,-..., .. '
tem podido obter este preco que cima notamos, I -?" \"T ,, S?" Mreira-
M,lho.-Te,n entrad,, de toda a parle da provincia i ''''"''-' '* e Paula,
em abuudancia, e as ullimas vendas regularan! de *""," xuiau e AVCllos Annes de Blito ln-
19 a lalO.
Familia secca.A demora da alguna barros do in-
terior tem failo com que este genero sustente os pre-
DOllXI.O, i,M; MARCO.
D'Cim i recitada asstgnatara.
RepreaenUr se-ha o drama de grande especia-
cola em ."i autos
OS SETEIIFAHTES BE LRA.
Joao Caelano fara' a parle de onralo. por elle
creada.
Terminara' o aspecUculo a jocosa come 'ia cm 1
acta
A DAMA DOS CHAVOS RUANCOS.
Os billietes de platea e quera ordem estarlo a
venda no da do especta-ulo, no escriptorio do
theatro.
Principiara' as S liaras.
glez.
Rabe Schniel eau.
Iheodura Joa juina da Silva Braga.
tiA$9%
Para Lisboa sahira com toda a brevi-
MUTILADO
para o resto da carga e escravos a l'rcte, para
os quae.s lem excellontos commndos, traa-
se com os consignatarios Novaes A; Compa-
nhia, ra do Trapiche u 34.
ai-;, o ro Grnele Ssii
Sahe com brevidade o hriguc Melampo, pnr
ter parte da carga prompta: quem quizer
carregar q resto entenda-so com o capilSo
do mesmo, Joso Monleiro de Almcida, ou
com o seu consignatario .Manocl Alvos Guer-
ra, na ra do Trapiche n. 14.
I'l
promp-
io. e escravos a hete, para os quaes tem ex-
clicnteacomino 'o-, trata-se com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Azeve-
do, ra da Cruz n. 1.
de
vapores fYitcezes to
[avre.
me
-
Kspera-se da Kuropa o vapor franrez BARCEL-
I.ONA, CapitSo l.emiri, n qual, depois do peque-
a demora, saguii pan o Kio. com escala pela
llahia : para fete c passageiios, na ra do Trapiche
u. 11-
i
de p?i-
vapur.
!{,: I cumpanliia
queo i.i^li-z s a
. ,:. : .
;
"i"* v'
^ da 1 desle mez cspera-'C do sul ,i vapor
MEDWAV, commandante Parkafi, n qoal depois
da demora dos coslume seguir' fara Soothampt.....
Incalido nos porins de San'-Virea'.r, Teiterifl, Ma-
deira e Lisboa : para pissagens, ele. trala-se com
; Adamaon Oowie v\ C, ra do Trapiche
Miipanitsa
ernami
-.

a.

na 83 do corrale, petas h \w-''.e,lc ue carrapalo, vellas siiariuas, editas
de carnauba, para os navios da armada, bar-
ca de excavado, enfermara ue marinha,
iracas do arsenal de marinha, e africanos
livros, ubi existentes, mas Umbem de fazer
a compra de la bonetes com chapa, 136 ditos
sem ellas, 38 calcas de panno azul, 34dilas
de hnm branco, 5( caigas de algpdfio azul,
19 camisas de briui branco, 'l ditas de algo-1
dao azul, 11 cobertores do la, 11 capoles de I
panno, 178 lencos de seda preta para grava-
las, 38 lardas de panno azul, 13 dilas de
hnm branco, U nioxilas, dV pares de polai-
nas, e 123 duos de sapalos, ludo compondo
fardamento das pracas embarcadas nos refe-
ridos navios ; manda convidar a quem con-
venha aijuelle Contrato, hein como a venda
destes ohjecios, o apreseoura ba proposla
no indicado da, no .jual se devera fazer
mencao nicamente do menor prego, porque
se pretenda fornecer ou vender o genero.
sondo que depois do passa;ia a hora, igual-
mente mdicada, au sera recebida
nhuma.
que se preslnu a m
.''""i'*' i pedido aihiiganilii a miuha cans era rootelho de
I guerra a que fui submelli'o : fui ahsolvito, e a ver-
il i presente semana o hiato Exbala-1 dade extremada da meolira, grabas a Providencia a
ao reconliorijo talento do mesmo Sr. Iir., que -em
o menor conhecimenlo de niiiiha pessoa, gratoila-
in-iiie defendeu-me de urna ealumnia airo/.
'.lucir, pois, o Sr. Dr. Iiruinniond aceitar romo
indemnisaciln do meu proceder, punco politico, os
recniliecidos agradecimeulos lo
Tenante /ose Anlonio ie l.inm.
Iembra-se ao Sr Joio Caetano a trans-
ferencia da recita anniinciada para domin-
go, para nutrodia quenSo soja santificado,
latnbem se Ihe pede o favor de substituir
I por oui ras, algumas larcas que ltimamente
_?!"?-f'!,m. Vl Poti",|,0.Tamega ; icm apresenUdo em siena, que tanto ofren-
den) o decoro das familias pernambucanas.
Km poder do abaixo assignado, existe
um bilhete inteiro n. 3031, da 31." lotera
ajHMiiMicio das obras da casa da correicu
ido Riode Janeiro, que por esquecimenlo
i dt'ivou |i Mr o Sr. Joaquim Pereira Rabello
Rraga, qiainlo em sua viagom para as pro-
vincias do norte, visitou nesta cidade o mes-
mo ahaixo assignado. llecife 20 de marco
de 1857.- -Miguel Jos Rodrigues da Costa.
besappareceu no dia -0 do crtente,
pcias 5 horas da larde, o mnlnquo crioulo da
N Rio (le Janeiro nome Romoaldo de (dade de lannos, bas-
0 patacho brasileiro Esperance si"uc para Unlc l"v,l) c ll(",i,,,< mdo vestido de canti-
o Rio de Jan iro oestes 8 das ; tein'promp- i sa '' calcl t" cnila l"'t!li, : 1"Pm PBrs '
to doiis tercos de seu carregamento uromu- TO"a rua\'!i** 'Ja n *i que se gratilicai
com generostdade.
INSTRUCCVO.
Um professor, eslabelecido com aula iie.sU
cidade, se propOe a tlar ligoes por casas par-
ticulares de primelras ellras, lingua nacio-
nal, etc.: na rua da Guia n. U se achara com
quem tratar.
O ahaixo assignado, morador na rua
do Rosario da Boa-Vista n. 51, ruga as pes-
soasque tem penhores em seu poder, dos
lirar, ate o ultimo do cjirente mez, do con-
trario serSo vendidos para seu pagamento,
do principal o juros, eos donos obrigadosa
pagarem o que fallar. -Antonio Corroa dos
Santos.
Acha-se .fgido desde o da 15 do cor-
rele, o prel de nome Theodoro, crioulo,
vulgarmente conhecido por Carioca, idade
i!0 anuos pouco tn.iisou menos, traja caiga
branca eTcamisa, chapeo de lell.ro pardo,
lem o modo d andar acapadocia, consta que
icm andado na Passagem da Uadaglena, on-
de lem sido visio : roga-se a pessoa que del-
lc livor noticia, o mande pegar, e levar a seu
senhor, na rua Nova n. 33, "que se Ihe gra-
tificara,
Eu, resposta aoaonunciodosSrs. l'ran-
ciscoJoS Alvos da silva tiuimarfiea eJosc Al-
vesi.uimaraos.no Diario de Pernambuco u.Gj
de 20 lo corrcnte,declara o abaix i assignado
aos llovedores das extintas urinas, Cruz &
Bastos, Cruz & Gomes, aos quaes jamis se
dirigir depois do sua lallencia, que reputa
os -rs. Cuimaries legtimos orodores de. taes
dehilos; c a estes senhores lemlirs que nao
Ihes assenla bom augmentar alilcgao ao af-
ilelo, itnputando-lne um laclo indigno, que
uao praticara.
Jos Lourengo da Cruz.
--- A pessoa que receben na cidade da
Babia, do Sr. Antonio Carlos Pereira Burgos'
Poncede l.eou.uin exemplardos estatutos da
ordem terceira de S. Pranciscu,quetra enlre-
ga-lo ao Sr. JoSo l.aelano de Abren, mora-
dor na rua da praia n. 40, segundo andar.
i'e.ie-se ao Sr. thosoureiro, ou qual-
qner vendedor de bilhetes, que nao pague
o que por surte sabir no bilhete inteiro n.-
I57i, da quarta piulo, da .-clima lotera, con-
cedida a favor da matriz da lioa-Vista, semo
ao abaixo assignatlo por ter perdido.-.Ma-
nocl Antonio dos Sanios l'oiilos.
- A praca do sobrado da rua do Collegio,
n. 10, avahada em U:000.?<)00 rs., annuncia-
da para n dia -jtl, (icuu transferida para o dia
24, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz de,
orphos, as 11 horas da manha, na sal das
audiencias.
- Precisa-se de -J. trabalhadores da mi-
sada para limpar um sitio perlo da pr, ca,
a jornal ou de cnipreitada, bem como par.,
alimpar os arvoredos de dito sitio : quem
esliver neslas circumslancias, ouse propu-
zer a islo, queira a presentar-se. no primeiro
sitio, na estrada dos Allliotos, lado direito,
que all achara a nessoa com quem dov
tratar.
SITIO PARA ALGAR.
Aluga-se um sitio muito perlo da praca,
(no principio da estrada do Joao de Barros,
defronte to bom conhecido sitio da Cscala ,
com boa casa de vivenda; que tem i salas e
Gquartos, t estribara' e quarto para coclici-
ra, 1 pequen,, baila do capim para o susten-
to de tim cavallo, c militas arvores fructfe-
ras, bem como excellentes larangeiras, sa-
potiseiros, jaqueiras, mangueiraa, ele, etc.:
a tratar na praga da Independencia, toja
n. 4.
Marcelino Jos de Brito, subdito brasi-
leiro, va i a Europa traanle sua siude.
I'recisa-se de um mogo para caixeiro,
que tenha muila |iraliea do taberna : na rua
uo Pilar n. 143, ou parede meia.
I'recisa-se alugar urna escrava que
saibacngommar : na rua do Hospicio n. 9.
leite que nao
na na .Nova
ama
primeira
ATERRO DA BOA-VISTA \. 8, DEFRONTE
DA bo\e:a.
He Chegado figos das comadres, amcixas
rrancezas dos compadres, bolacbinhas ame-
ricanas, linas, proprias para cha, passas, pe-
ras seccis, salame cm conserva, e muitos
outrosgeneros de superior qualidade, per
proco mais barato do que em outia parte.
Um 'rapa/ rom bastante ortica do cn-
I genho, se Offerece para caixeiro, o qual da
fiador asna conducta a tratar na rua Nova
I n. '..
AMA DE LEITE
Precisa-se de urna ama d
icnba lilhos, paga-se bem-
n. 4.
A mesa regedora da irmandade do Se-
nitor Rom Jess dos Martyrios dos Pobres,
ICIldodeCXpor vista dos licis devotos, cm
solemne prociss.m, a sacrosanta inagem do
Senhor Bom Jess, n domingo >> de mar-
go do corrente as 2 horas da tarde em pon-
I to. roga a CorporagSo o digna ailtoridade, c
mais pessoas, que leudo de enneorrer para
o lirillianlismo ue lo religioso acto, o obse-
quio de eomparecerem na igreja de N. s. do
Rosario as horas indicadas. Esperamos tam-
hem a concurrenc a dos nossos charissimos
irmaos.a sua coadjuvagiio 0 de lodos os liis.
N. B. A procissAo correr as rajas do cos-
ame, evat a rua do Rangel-e Aguas-ver-
des. Joaquim da Silva Lima, provedor.
Oabaixo assignado declara ao editor
do Liberal l'eniambucano, oSr JoaodeFrei-
tas Barbosa, que nunca Ihe mandou por in-
terposta pessoa, o de lettra eslranha, annun-
cto elgum ou correspondencia, que Iratasse
nflo su da capaUzia da alfaudega desU cida-
de como acerca de qualquer nutro objcctn,
e se ao contraria presume, ou alguem em
meu nome Ihe entrguu alguma para ser pu-
blicada, pode francamente declarar o no-
me para ser competentemente desmentido
quem tal praticar.
Nanoel da Fonseca Silfa.
JOilN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES CO&UIERUABS,
n. -20, rua do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
praca uo Corpa Sanio
RECIPE.
GABINETE PORTGEZ
DE
i carga para
pai a onde *a-
du crrenle :
proporcin ailo-Ibes
ate ao
io cx-
O vapor PERSINl'NUA, iclia-se
remandare, llura Grande ilacei,
bira' a's :! boras da larde de -'i
recebe larobem pasiagelrua, prnpo
ptimos c.nnmotos; a carga tere' recebida
meio dia antecedente, e ao da amida fecbado
pediente.
Para o [lio de
aneiro
Segu em poneos das o hriguc nacional
Lefio, capilao Paria, para d resto da carga e
frete, trata-se com os consignatarios Isaac
Cuno A Compauia, rua da-.Cruz n. 49, pri-
meiro andar.
.Para
falla.
Pretende sabir uestes oitndias oveleiroc
bem c.innecido palhab&U nacional Dous A-
migos, tem prompto dous tercos de seu car-
regamento, para o restante, tiata-secomo
Seu consignatario Autonii Luiz de Oliveira
Azevedo, rua da Cruz n. |.
Segu uestes das o palhnbolc Piedades-
inda recebe carga, passageiros e escravos a
[rete: a tratar com Caetano Cyriaro da C.
U na rua da Cadeia do llecife ll. 2,
A dtrecloria do gabinete portuguez de
leitura tiesta cidade, attendendo ao pedido
de grande numero de senhores accionistas,
resolv- que nos domingos e dias santifica-
dos se conserve aborto o estahelecimenlo
ato as 2 horas, e chegadas de vapor at as 3
da noilo, o que faz corto para intelligencia
dos senhores associados do Gabinete, lieci-
,le t8dc margo de 1837. 01. secretario,
Uarle das Noves.
Fugtratn honlem i larneiros da praga
da Boa-Vista, a pessoa que os encontrn ou
osachou, querendo entrega-Ios, os podera
levar a praga da Boa-Vista n. SS, lercetro a-
ilar.
PURLICAgAOLITTERARIA.
Acha-so a venda na loja do livros do Sr.
Noguoira, junto ao are de Santo Anlonio,
oxem -lares da traducco do direito publico
ecc,csias:ico, Cinenio." que serve de compen-
dio no segundo auno da faculdado de direi-
to, pelo prego do 2-, cada exernplar.
BILHETES Di LO EEIi DO
RIO DE MEI&O.
Aos 20,000,9, ?0,000?',
i.OOd.s- 2.000.S.
Fui vendido na pragt da Independencia,
ioja n. 4), a surte do 10:0 H)/om meio bilhe-
te n. 872 da lotera terceira do Cabo Fro,
nlom dcotilrus mu i tos de 400?, S009e 100?.
Na dita loa aeham-se a venda os novos bl-
Ihetes da lotera 3t da casa da correoeflo da
curte, que devia correr a 1( do presente :
as listas esperamos pelo vapor inglez Me-
dway, que devia partir daqucllo pono a 17,
o que deve aqui chegar na segunda-lelra, -J:t
do corrento. Os premios sero iuimediala-
monte pagos de conformidade aos nossos an-
DUtlCios na mesma loja cima.
A pessoa <|ue precisa de um caixeiro
que saiha 0 ingle., querendo um que o tra-
duz bem, e guarda livros de urna casa, apr-
sente as vantageiis que offerece, em carta
lechada, com o subscripto a J. I'., que a dei-
lar na loja de livros do Sr. Figueitoa.
Richard Winder relira-se par,. Ingla-
terra.
Para
si.
II]
o
all!
A velcira o bem eonieei.la barca nacional
Amelia, pretende seguir uestes oito dias,
lem prompto metade de seu carregamento,
pata o resto o escravos a l'rele, para os quaea
tem excellentes com nodos; trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo, rua da Cruz n. 1.
Arto, i I SO.
Preoisa-SQ de urna ama forra ou captiva :
na rua do Aterro n. 34, primeiro andar.
[Iin piemontez deseja entrar no servigo
interior de alguma casa estrangeira : quem
precisar, queira annunciar, ou dirigr-se a
na do Trapiche n. 19, das 10 da manhSa as
3 da larde.
Fazem-se capas, batinas, samarras e
capas viatorias: ua rita da Seu/.ala Nova
ti. 36.
I.ottrcnro Guedes Alcoforado ruga ao
Sr. Jacintho Paes deMendonca, escudante do
segundo anuo, que uestes l'es dias Ihe man-
de iisgar a > iiantia de 5'40 rs senSo do
coniraiio.-- a seu nome'publicado lodosos
dias por esta folha.
--- Compra-se urna purgan de cascas de
angico (nao precisa milita : na rua da Cruz
u 57, segundo au lar. ,
Com ra-se nina barcaga de carga de
0 a r. caisas com assucar, sendo nova u
que estoja em muito bom estado : na rua da
Cadeia du Recife, loja de loOo ta Cunba Ua-
galhaes n 51.
Compa-se um sitio margeni do<;a-
pibaribe,sendo da passagem ate a Torre,
mesmo sem ter casa : a tralar nos Coelhos
cun tntonio Carnei.o da t'.uulia.
ri'j.
O agente Oliveira fara leilSo, por ordem
dt>s Srs. .1. Keller & i.., por cotila c risco
de quem perlencer, eem prsenos do Sr
cnsul hauoveriano ou de seu chanceller,
de t.CCPn. ti, H5citxascora velas de com-
posigito, avanadas abordo do navio batiibur-
guez, G-ihanue, capiuo J Von Bostel, na
sua rcenle viagem do HaiDburgo para esle
porto : sabbado 21 do corrento, ao meio dia
em ponto, no arniazem dos ms. Guimarfies
c\ Alcoforado, rua du .vniuriin.
- (I ag.'.ilo pestaa fara leilo por COnta
e risco de quem perlencer, delocaixasdc
volas de'ciimpuMciiii com tuque deavaria, dc-
sembarcadas ullunento do navio joiiamm
as quaes serio vendidas em lotes, a volitado
dos compradores ': S-gunda-feira 23 do cor-
rente as tt oras da manhSa, ua pona da al-
tandega.
Jos Soaros de Azevedo, professor de
lingua e liUeratura nacional no Gymnasio
desti ci lade, mu Ion a sua residencia para a
praga da Boa-Vista 11. ->, esquina da rua do
Hospicio, e ahi tem aborto um curso de Plll-
I.OSOPlIlAcoutro de LINGUA FlUNCEZA: as
pessoas que desejarem seguir urna ou outra
dcstas disciplinas, podem dirigir-se a indi-
cada residenci i, de manhSa ate as 8 horas,
e de tarde a qualquer hora.
Societiade ele Ensato Frence?.
11 primeiro secretario fa* tjente a indos
ma
B.34-
J-icinllio Lu/, tiiierreir.t roga a I
seos amigos o ob-eqiiio de assutircm.
da-feira -Si do eorrente, a' s huras
nliaaa una misaa, n,ue se ha de
la reponso elirnn ra sua pre/ada
sesen-
ta ma-
celebrar pe-
pos 1 Ger-
Irodes i Ion-bella Guerreirn, fallecida n
2\ de fevereirn [iroMino paseadla,
Jatieirc. por cuja obsequia desde j
teradecdo
lia
in> llm de
se eonfeaaa
Compra
nao se olbamo
qoe hoja 21 de maree, llavera' sesslo"a"i'j bssrai
em ponto, na roa ds Aguas-Verdes a. 64,
meiro andar.
|in-
Precisa-se de dous amassadores : na
rua da Senzala Nova, padaria de Domingos
Jos da Cunta Lopes.
urna morada de casa terrea,
a ser do ponto baln e pe
quena, poroin que tenha bom quintal o soja
i. is seguinles mas : Gloria, s. Goncalo, Ro-
snrioe Velba : quem a livor e quizer ven-
der, dinja-sea mu da (.lona n. 24, das ho-
ras da tardo as '. ila manhSa.
Coustando-mn que o capataz da alfau-
dega desta cidade, Jos Thomaz de Campos
Quarestiia, lem feito espalhar por toda a par-
to, o mesmo na repartirlo, que eu havia ral-
lado ao si'ivi u da mesma, pira me apresen-
lar na audiencia dn Sr. juiz do paz da fre-
giieza de S. Jos, afim de jurar, em acto de
conciiiagio, contra elle, a favor do Ig lacio
Jos de Paula, e que nesta occasiSo muito o
niivia desabonado, e desacreditado a capata-
zia, oque nao deveria ter praticado, por ter
emprestado dinheirosa meugenro, em pre-
gado na secretaria do governj l assim
como que tamben) era autor, nao s dos an-
riuu ios contra ello publicados no Libera!
I'urnambucano, como das que.les judi-
ciaes, que Ihe lem movido o mencionado
Joso Paula ; de-de ja o convido a prnvar.por
qualquer maneira que Ihe convier, tudo
quatiio a meu respeito lem asseverado, do
contrario passara porum despre/.ive! menti-
roso, o infame calumniador.
Ua noel da Ponseca ilv
l Ja so aprosciitou na mesma ropartigao,
c declarou.que nao era este o Castro a quem
ludia empresta lo dinbeiros, porem a u..tro
mili om,negado, e que eslava prompto a
dar-lho lo.la e qualquer salisfacao, com a
maior publicidade.
,N"ota do autor.)
.Madama Rosa llardy reccheu-um grande
sortimenl'i de chapaos de<4da para senhor-,
lira neos, cor de rosa, smarellos, pretos, com
lita e llores encarnadas, ricos enfeitcs de ca-
beca para senhora, grasdenaplea furia-co-
res, pretos c amarcllos para vestidos, corles
do seda preta e de cores, curtes de seda para
noiva, inania de blondo, capella e luvas,
mantas prctas de fil e de garca a imtago
de blondo, ricas caixas de costara ptira se-
nhora, franjas de todas ss cores e sortidas
do largura, e tranca de seda, chapeos de
montara, llores, lila, rhalcs ricos de tou-
quim, lita, bic.i, chapeos c vestidos de bap-
tizado, Cliapeos.de seda e de palha para me-
ninos ale a idade de 7 annos, e militas ou-
tras fazendas que se vendem muito em
conta.
AVISO IMPORTANTE.
Constando aos abaixo assignados, arre-
matantes das dividas ,-tas fallidas liruiaS de
Cruz a. Qpmes e Cruz & Bastos, que o Sr. Jo-
s Lourenco da Cruz, ex-sociodas referidas
firmas, retido na casa de detengto desta -
dado, tem-se dirigido i diversos devodores
das. exmelas firmas, alim de que estes nao
satisfagan) seus dbitos, mas stm a elle, al-
legando nao sermos nos os legtimos credo-
res, declaramos que, leudo sido arrematadas
em hasta publica, por nos, as dividas desta
casa, somos os nicos que tomos direito a
havo las dos competentes devedoros, protes-
tando contra o Sr Jos Lourenco da i.ruz
por querer o que nao Ihe pertence; ehcm
assim avisamos aos devudorea que ii.io sa
deixem Iludir por osle senhor, sol pena de
terem o desgasto de pagar duas vezes a
mesma quantia. Approvcitamos esta occa-
siSo para rogirinos aos senhoresdevedores
a satisfagan ilo seus dbitos ja ha muito retar
ci ios : e para este lim poico dirigir-se a
ruado Cabug,-na loja do Josi- Alvos da Sil-
va Cuimaries, ou na rua do (jucimado, ua
de Francisco Jos Alves da silva Cuima-
ries.Jos Alvo.- da Silva Guimares, Fran-
cisco Jos,. Alves Guimaraes.
^ Pede-se as autorida les poliriaes, capi-
tnes de campo, ou pessoas do povo, que pe-
guern o escravo Jolo poralcunha mlatinbo,
he pe ireiio, ca'ador e calqador de ras, tra-
balhaya com o meslre Mageri63o, no beigo
superior, dehaixO dos ca ellos, tem nos can-
tos, dous signaos grandes, de um lado bas-
cando o queixo lem outro, raBelloH earapi-
nhados, pos chatos ; o qual fugio a 7 do cor-
rente : quem o pegar levo-11 a Soledade 11.
4_', que se recompensar ; protesta-se con-
tra quem Ihe der agosalbo.
Precisa-se do urna ama pira tra'ar de
um menino que tem mais do auno; no pa-
teo do I erco n .
Antonio las de Brito rctira-sn para fu-
ra do imperio
Precisa-se de dous refinadores, e pa-
ga-so. bem : na rua Imperial, defronte da
fabrica de salan u. 17:!
Precisa sede tuna ama del cite: na
rua do Crespo n. 9, deposito develas.
--- C.iia pessoa habilitada se presta a ensi-
llar em alg ,m engenho primeiras lellrase
algans preparatorios : ni rua da Madre de
lieos, botica do ,->r Bravo, so dir quem he
Pedro Antonio de Carvalho Baiauo, re-
ttra-se para lra da provincia ; a tratar de
negocios que Ihe dizem respeito.


ILEGIVEL
Lotera da pro-
vincia.
Corre niprctcrivcliueu-
te terca:feit-ii *1\ do .-or-
rente.
!* Liymi:
I'recisa-sn dn um moleque activo, para
0 servigo de urna Ikmilia inglcza na rua do
1 rapiche Novo n. lx.
- Aiham-so nrsla cidade dn Reir, pro-
vincia de Pernambuco. dous pardinbos me
ores, v tidos da Parahiba. como escravos.
um doiome Antonio delga f annos dr
idade, o o outra de nome Manoel. de la a 1 i
aiinn ; os quaes tem carta de h!. idade na
provincia da Parahiba, onde coire litigio sua
liherdade. Ningucm os compre, pois arris-
ca-sea perder o dinheiro, quem a lizer, vis-
to que a carta he resular e legitima.
Dcseja-se alugar um sitio perlo da pra
ca,que tonnaa* seguinles commodidades :
casa de vivenda boa, prclenndo-se sobrado.
baixa para capim, para um a dous cavallo,
Cocheira, arvores de ructo : quem o tivcr
com eslas ctrcumslancias.annuncie para ser
procurado.
Precsa-se de urna ama para casa do
pouca fomilte : na rua do Uucimado n. a,
segundo andar.
I ~d 1<-'r=",,ll"se '"Htenles da irmanda-
'rL.i, ''' Juse Ja ASO"ia, se appareceu o
trontal slln,ld0j e ,, ,.. Jc Ilealjw m
0 responsavelipor semolhanle eslravio i <
vinia.
Lotera
DA
provincia.
Corre rer^-feira 24 manyo.
O abaixo assignado anda tem um resto de
seus leh/os bilhetes da quarla parle da sti-
ma lotera da matriz da Boa-Vista, as loias
1 o coslume; o? quaes nao estao suieilos ao
descont dos 8 por <-r-nt. da lei. Por Salus-
tiano de Aquino Ferreira, Jos Fortunato
dos Santos Porto.
Precisa-se para tima casa eslrangeira,
de Douea lamilia, de urna roulher .juc en-
gommc com .icrfeigao, pagote bem, agra-
dando : a tralar na rua do Jorres 11. 38, se-
gundo andar.
\ pessoa dotada de verdaderos sei.ti-
mentos religiosos, que quizer possuir tres
ricas imagens de podras, Nossa Senhora, Mi-
no Dos o -an Jos, queira apparecer na rua
do Crespo n. )6 B, que ah as achara.
- Precisa-se de 600s a premio, lazndo-
se hypolheca em um sitio com casa de pedra
ecal no lugar dos Bemedios.e lamben ;c
raz negocio por venda ou ren la : quem prca-
tender dinja-sc ao mesmo sitio para tralar.
Trocam-se as chaves de urna lio,, casa
torreana /ua das Aguas-) crdcs.e que seu a-
luguel 11*10 he muito csro, poroulra, 011
um sohradiuh de um andar.que seu alugucl
nao exceda de dez a doze mil res, as tuas
seguntes : rua de lorias, de Santa Therc-
z.i. Lambe*do Carmo, rua das Larangeiras,
las Cruzes, paleo do Hospital, e rua da to-
da, a vcrle-se que s se troca por casa que
Bao esieja moitoporca.ou eslragada : quem
quizer b.zer esla troca, Jirija-se ou a ruado
l.ivramento n. 3-2, ou a rua do Padre 1 Un .1
no 11. | segundo andar.
--- > abaixo assignado, Taz publico que
acattou com a sua taberna qiic liiiha na es-
trada do Arraial, freguezia do Pogo da Pa.-
Oella, desde o tia 5 de Janeiro de 1857, leudo
pago lodos os direilos que incurra a dila ta-
berna, cm dezembro ue 1856, como privo
com o conhecimenlo da dilfercule rcparli-
gao. Joao Joso do KCgo.
f oliilitia.
PARA 1857.
Acbara-se a venda as bem couhei idas lo-
Ihinhas mpressas nesta typographia, da>
Seguinles qualidadcs :
DI! A SIMPLES, contcndoalm dos iiieszc.
a I-i dos crculos e varias tabellas de im-
posto* geraes, provinciaes e municipaes;
preo.................240
DITA DK POItTA, a qual alm dos mezes,
tem explicagoes das indulgencias e ex-
communboes. etc.; prego......160
DITA DE Al.M\N\K, a qual alm dos mezes,
conlm o altnanak civil, administrativo,
commercial e industrial da provincia,
por..................50,,
Todas estas folhinhas sao impressas em
bom papel e excellente tvpo, e vendem-se
em porgan e a reUlho : na"livraria da praga
da Independencia ns. 6 e 8.
.i. at]nfrrconii>o.
5 SYSTEMA NOKTE-A.MKIUCANO. .
Vtrro da Boa-Vista n. \,
a, .p,r r.i/,i'), iiinir,-. n )Mia,j-,),., adb> ear-
reapoadWs au reclamo]qu<. de vs eiii, einjcompri-
meiiio ,|i wssa srdemue promrwa, d> qo. na. 4ei-
ainpara.ripu a nimba empreza. na publicaran o
DESPERTADOR COMMEKCIAL Imi NtiRTE ?
Hoja ja tem Ida gerelaaanH aclind.. pri. m,.,
taerii-i.-.i .aniuB accrescimn qoe llir. peit pa--
ra p'iler reahuf a : iiIi: .11-., jo meu referido dia-
rir. ; rato em ,,!,,., ,0 |||m. Sr. j|anoel Pafaat-
rna de lana, pruprietarm du Daarta dr /'rn.n*ai-
o. e a aluumas distincias pessoa. que se Icm pres-
tado e prnmellem na,i desaniparar-roe. .lientos h
minlns cirrunutannas, pwso .Oirmar-.. que ja
leudu .ibodn perlo de mil assi-nanle l-ii i. i -
pnr Irimcsire. tonda tres prelos o soperabondanles
t> P s distribuidos, w re.la qoe me acreditis, qoe
nao doiiaroj de rumprir os meus deverea, aaahkaaea
il-iis a que entao vos d^yer, e qoe pnr i-., r.-
vem de aoeaa parle : primeirn, que rj.i a-.-i.lNi.
uns Irabalboj ; sesundu, que devei. manter a har-
mona ij.j cecessaria entre tolos i .mmeaadn. ac
laes estabf.leciincnt.is, e /aaoaoaaata i\|ijr.piW.
intelligeolaa e prtica.0 meo diario nao puiler.' rn.
iinuar sem inlerrupraa. Cunvem mais que vos al-
lirmt, que drp.n. ,|, pu|,|irario do referida diario,
veris a dillerenra que hovera' no meu eriaheleri-
'ilerito, poisqoe prelcndo mnda-lo para a raa da
I raa, aode se manifciara' em srande escala, o
BUS requmUran o? Iraballins e lercis completa a-
ranlia e melhorcs Vanlaxens
Luvas de vmi srjnaliflad t
Vendem-se ricas luvas de seda do todas a.-,
res, cohordadas e com holotas a j o para
ditas sem ser bordadas brancas c ainarefl>
para hoineus c seuhoras a I.;, lyjon c IfMoal
ditas do lio da Kscoria brancas c decoros
para h unens e senhora-. a :ii>n, 4110, .vi ,
600, ditas brancas e decoros, de algodao)
; proprias para motilara a MI e 3jt> a Sajlas
qualidades mnis que se vente ua rua dn
iiiicima.lo na bem conhecida toja de amule
zas da toa fama 11. 33.
artas para jotr.
Vcndem-se baralhes do "arias Iraaeaoa
muito I.naso de bom papel a .VIO rs. o hara-
iho, ditas portuguesas muttl (nasa 32" r?.:
na rua do QeeimadO na oja de miude/as da
I boa fama ti. 33.
'it'iu! : supt!;oi: .
Ka lunlic.m de C. Slarr Companhn, eni
I-sanio a man., acham-se pala vender mo.-ti-
das do canna todas de l.-rr ., de um modollo a
COnslrt rgao muito superiores.
ciiIcn e iunetas t:> (jualidades.
Vciidom-sosuperiorcsnculosrom armagSo
de tartaruga de tudas as graduacOW a afafai
dilos muito bom com armagoes douradas a
t-^oo, ditos ditos com armagoes prateada,
13, ditos ditos comarmagao de ago a Wv e
l, lunetas com. armagilo de tartaruga 19
ditas redundas oquadradas de baleia a 50
rs., dilas de dous vid ros armagSo de baleia
a 150011, o uniros ocoles mais que se vender
por prego barato na loja ila boa fama na rua
Jo 'Jtieimado 11. 33.
Compra-sc olfeelivaiiioiite brome, la-
tao e cobre velho : no deposito da lundigio
da Aurora, na rua do llruui, iogo na entra-
da n. 28, e ua mesma luudigao, cm Santo
Amaro.



UIAKIODE PEKNAMBUO, SAWMllO -21 E MAKCO i)E 1857.
J l.KItllAS 1'IU.l: >SAS.
? &
! Aderecoi do brilhantes, *
t diamante a parolas, pul- 3
f eir.is. rmeles, brincos jjj
* e rozetas, bolese aunis '<;
J de diflereoles sostos e de' ^
' diversas podras de valor, i
i Comprara, vondem nu *
JJ Irocmi prata. ouro, bri- g?
Ilhanles.diamanlcsepero- >;
las, e < J joiasde valor, a dinheiro *
* ou por obras. *
I0REIRA & OBARTL
LIJA i oiiRim
Rua do Cabuga' n. 7
r-ieceliem por to-
dos os vaporea da Bu
ropa s obras do mais
moderno roslo, tan-
to re Franca como
j 0&i i
fi X'' *? tH SHOW 9
- OUROKPKV1A. 5;
* Aderemos completos de +-
v ouro.meiosdilos.pulcei- .'
$ ras, alunles, brinros e 8
rocelas, conloes, tranre-
v lins, niedallias.corroiile i
e cnfeiles para relonio, c *
5 oulro>muilo objeclos do ^
~ onrn. 3fc"
*j Apparclhos completes, *
jj de prata, para cha. han- |
5 dejas, salvas, easliraes ;?.
a collieresdesopa ederha, .?
* e mnitos oulros objeclos ^
c- de prata. *
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commdo como costuuiam.
C0ISOLT0R10 RDIEOPiTHICO
DO
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintura romo
cm glbulo, e preparados com o maior escrpulo e por procos bastante commodos :
PKEQOS FI\OS.
Botica de12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 153000
Dita de 36 u .... 909000
Dita de 48 ... 259000
Hita de 60 ... 3oj?oo0
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de Unturrademeia onga. 2st)oo
Manual de medicina homeocalhica de l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do l>r. llenry........
l'iatamento do cholera morbus.........
Repertorio do Dr. Mello Moraes
09000
10f000
2/000
6/000
SEGURO CONTRA FOtiO.
Compaohia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em margo da 124.
Capital cinco Tuilhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tero a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quera mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
tlha e igualmentasobre os objeclos quecontiverem
os meamos edificios quer consista em mobilia ou
ara fazendas de qualquer qualidade.
Itepartigfo da vaccina.
U coinmissario vaccinador vaccina as!
quintas e domingos de todas as semanas, no
torread da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
' 7 as horas da manna.
I'recisa-se alugar ura preto possante,
.erabora seja bruto, para traballiar mensal-j
mente tiesta typographia, dandon o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praga da In-
dependencia.
| DENTISTA FRAHCEZ.
W Paulo (j.iignoux dentista, ra Nova n. 41 :
ESTHAD DE FERRO
Na ra da Soledade n. 70, aluga-se
tima cozinheira, forra ou captiva.
asas: -e$
% O l>r. Ignacio Firmo Xavier jai publico, S
09 que* mtidou sua residencia para o seu sitio, 9
,3 na l'afsacem da Magdalena, que Pica ao uur-
f3 te da airada entte a ponte grande e a do
Chora-Menino;, o abi tem preparado urna i
$0 casa de saoile, com todos os cun.nudos, para $9
35 o tratamento de escravos, cujos senhores re- %
.59 lidam tiira da prora, ou que nao os possam v"v
SO curar *m suas proprias casas : quem para is- m
5 to quirer se ulilisar dos mu servidos med- 9
eos, que serilo desempeuhados com o maior ij)
m lelo, dirija-sei ao paleo do Carmo n. 9, pri-fjB
# meiro andar, 'nu no relarido sitio da Magda- tt
lena. &
NMifl @ M m
Grande sor ti-
ment de ia/eiulas pretas
proprias para a qua-
resina.
Ricas maulas de blood pretas e brancas.
YENDEffl-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 < 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa fj /,ia
n.133.
Boa lama.
Veode se sup eriores macas para condu-
cho doniupascm vi.iRem, pelo barato pre<-o
de'>, (i, 7 e 89 cada urna, galheti'iras com
todos 1 s vidros necessarios a 2f, ricas car-
tenas de Jacaranda e moj-no para se cscrc-
ver o guardar todos os perlences, proprios
para viagein a 8, 10, e 13 cada una, costu-
reiras riqoiasimas de Jacaranda com os rc-
partimcntos forrados de seda e com muilo
goslo a 4, 5, 6, 7 e 89, petates milito linos pa-
ra alisar,proprios para crianzas 011 para suis-
por '40 rs. o covado.
Vctulc-se chita Trance/a larga c fina, com
pei|ueni> toque de avaria : na ra do ('.re spo,
luja do Campos & Lima.
Sao mu 11 o lindos para po-
lillos.
Vondeni-sc nitiito bonitos botfies para pn
r.hos pelo barato preco a 500 c 8H0 rs. cada
abotoadora : na rua do^ueimado na loja de
miudezas da boa tama n. 33.
fl
n.Mio n
QUEi
'1 A.
-9<'.IH1
2a4O0
292011
:19o; III
79000
S-IKHI
lijuoo
15000
00
Grande estabele-
\

Nova In 27. esquina
1 CambpH do Carino
P. Vogeley tem a honra de partici-
RU4
d
j.
par ao respeilavef publico, que teraaberlo
o seu deposito de pianos terc,a-feira. 17 do
correte em diante, onde se podera encon-
trar os mais bellos e solidos pianos, os me-
Ihores apparecidos ueste increado de magni-
ficas vozes, construccao a mais moderna, e
apropriada para este clima, sendo todos os
instrumentos fabricados por encommenda,
dos melhores autores ati' liojeconhecidos na
Europa, cotnd Carlos Scheeb, W. Sassinhaff,
l.niz Sanee e outros muilos por precos ra-
zoaveis. No mesmo deposito se encontraro
lindas pecas de msica para piano, de afa-
mado compositores. O estahelccimento es-
tar aberto at as 8 horas da noite para com-
modidade das familias que qoizerem expe-
rimentar, e escoiher os instrumentos,
rio Ht'ctfe a S. Francisco : -' pfecsa-se de om ponuguez, dos lti-
mos chegados, que tenha ue idade 14 a 16
l.s de I111I10 grandes e pequeos,
tjrusdenapte preto de lainauem, covado. .
Hito dito liso multo eiiriirp^do. covado .
Sarja prcta verdadira hes[isnlioU, covado.
Selnn prelo macao para veslidu, covado .
Panno |ireto lino prova de liinao, covado
de 39000 a .........
'. iM'iini .i prela slim elstica, corte .
Curtes de colletes de velludo prto e de cor.
Corlts de coiletes deguiguro de seda de
varios padres a........ :1900o
l'upelina de seda com llores malisadas, co-
vailo.............
t^halv de quadros de cores u covado
Meias cruas supeiiores para meninos 3
Lencos de selnn pelos e de gorgurfio paia
grvala........... 9
(ravaiinlias de selim prclu de urna volta e
de dua............ 9
Chalas de merino bordado a velludo. 183*100
Ditos da dito bardados a teda..... 9000
Hilos de dito com hslra de seda .... O90OO
Uitos da dito com barra inatisada 5000
Chales de merino cora franjas de laa.' 13JOO
Unos de 1.1a adamascados prelus e de ciir. 3JU00
Ricos corles de laa de ramageui ruatisada
com Ij covados........ ."19OOO
lirosdenaple decores para vestidos, covado. :i;iUO
Mauritana de seda cun vara de largura,
covado........... 19IK)
Chai) da seda com llores malisadas, covado IjOOO
I rsuliua de seda com lislras malisadas, co-
vado............ I90OO
vedas de quadros de aoves padres,covado. 19OU0
l'roudelina de seda de quadros, covado. 900
lluqueza de seda de rainagem, covtdo 800
Ricas Lu* para vestidas de senliora, covado 720
.Mussuima de cores mu lindas, covado. 30
Cintasfranessas linas, ....... 280
Cassas franeczas de cores lixas, vara 00
Pablos de alpaca prela fina e de cor. '19OO
ondulas de alpaca prela c de cor. .' ".-".....
'-'" frente do becro da Congregarlo, pass-ada a
bolica, a seauida loja de ftUBdaa,
CO^SLLTORIO HOMEOPTICO
DO .
Dr. Mello Moraes,
DO
RIO DE JANEIRO.
. NICO
deposito em Pernaicbuco, na ruadoQuei-
madon. 27, aimazem
de fazendas de Joo Jos de
(iouveia.
Neste estabelccimento se cncontta semprc
um completo sorlimento de carleiras homco-
pathicas de 12 ate 124 glbulos, bem como
carteiras com tinturas de 12 at 60 frascos,
sendo lodos os medicamentos da melhor
prepararlo, e se vendem por precos muito
mais baisos doque os preparados aqu.
Tambcm se vendem neste estabclecimenlo
o repertorio do medico homeopalhico a
63 rs., e novas praticas elementares a 40 rs.,
publicadas no Rio pelo mesn.o autor.
\ endem-'f as scgimilcs fa/.enda<, muilo em ron-
sas a 320 rs., pulciras do melbor goslo que'la: Rrosdeaapla prelo, covado i^sdii, 29 > 2.921KI.
-'iin. lavrado dilo, covado a lyDOO, 2c e 2910U, Al-
bancta prela com mais de vara de lai^ura, fassnda
propna para manlos, laiaa, hbitos, ele, a 19 o co-
vado, sarja prela fina a -J9, cliali de llores solas,
lindos gostos a SOO is., corles de laa de quadros a
39, cambalas france/as muilo linas a 80e640s
vara.selim prelo macao a 23, 39 f 9 ocovudo, se-
das de quadrinhos niiudos, lindos gostos a 19 o co-
vado, duquesa de quadros acliamalotada a 00 rs. ;
do-se as amostras com pautar.
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhas para lembrancas, gorias
para homem, as mais moilernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as lettras do
abeedario, sinetes proprios para namorados,
] ricos frascos para cima de mesa eoutras
I muitissimas galantarias, tudo muito fino e
de muilo bous gostos, asseverando-se a
quem yier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste estabelecimento, nao deixa-
ra de ler em que empregue muilissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa la-
ma 11 33.
Yoidc-se o deposito da ruadellortas
n. 16 por preco m*" rasoavel : a tratar no
mesmo'
l\a loja das seis
portas
Km frente do Livrameoto
Vende-se riscado francez de corea escuras,
a 160 o covado, chitas de todas as cores a 120
c 160 o covado, corles do cassa com 6 varas
e meia a 11280. lencos brancos com barra de
cores a l20ca.ia um.
AOSSENORES.ESTliDAMTES DO PRIMEIRO
ANISO.
Na rua do l.ivramenton. 18 vendem-se deui com-
pendios novo* d Direilo Romano, .por Waldcrk, a
1*500 cada um.
Arniu.zein de ayendas ba-
joao Jos de
le
ratas na rua do Qtteinia*
do .S7,iit
ouveia.
dcTouqiiim bordados supc-
prela finos com
30/000
59300
10*000
360
1-800

1/600
2-5011
3*000
3/800
29400
600
29000
;
illa (lo Queimado
UUi!i!;i ioia II. iS
se-
VENDE-SE :
Panno fino prelo prova de lim8o,0 mais su-
perior que ha, casemlra a mais lina, colletes
de casemira bordados de lloros sollas.e linos,
colletes de velludo de corcs,lcin;os e grava tas
de superior setim preto,setime gurgurao pre-
to para colletes,grosdenaple prelo,sarja prcta
lisaelavrada para vestidos, meias pretas e
brancas de seda, chales ricos de toquim bor-
dados, dilos de merino lisos e bordados, pie-
tos e decores, cambria de 1111 lio linissimo ;
e oulras muilas fazendas por presos com-
modos.
Bonecf* raneezas
Vendem-se bonecas franeczas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 19900,
19600 e 29. na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.

*M
^V;.
LIMITADO.
9 lid iTii i'iiiitiDji.
O directores da Companhia da Estrada de b'erro
do Recifsao San-Francisco, limitado, tem feilo a
u.iri.i chamada de doas libras slArlin.s, oa rcis
19777, sobre cada acedo, na dilacompauhia, a qual
develser paga lo o da 9 de abiil do correte auno
do8">7, na Baha, #m casa dos Srs. S. S. Daven-
port I)., na corle, em casa dos Srs. Mau, Mac.
(iregor & C, e em Pernambuco, no escriplorio da
Companhia.
O accionista que mo realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder perder todo direito
M acroes.sobre as qaaes o dito pagamento nao se
tiver eOectuado, e om lodo caso lera de pagar juros
na ratao de 5 por conlo ao anno, e de nao receber
(uros oa dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer entre o da indicado para o pagamento e a
sua realisac,ao.
Nenlium auto da transferencia pode ser registrado
depois do dia 9 do correle, antes do pagamento da
chamada.
Por or.lem dos directores.S. P.
Iliesooreiro.
Recife 3 de marco de 1857.
Na rua larga do Rosario,' esquina do !
beceo do Peixe Frito, no segundo andar do
obrado n. 9, continu'a-se a dar comida para
lora com todo o aceio, e por preco' muito]
em conta.
$0tttpW$*
anuos, e que saiba ler e escrever, para ser
caixeiro de urna taberna : procure no Reci-
fe, rua do Codorniz u. 5.
Aluga-se urna escrava p'ara o servico
diario de urna casa : quem a tiver e quizer
alugar, uirija-se a rua da Cruz, sobrado n.
23, que achara com quem tratar.
Na rua da Cadea de Sanio Antonio,
n. 7, alugam-se dous caixoes edificados na
mesma rua junto a ponte Nova, para cochet-
ras, ou estribaras, para cavallos, e tambcm
se vende urna porcao de pedras de cantara.
Vecessila-se de um homeiuisczudo desapeucio-
nado de familia, para lomar conta de um estabeleci-
mento fora da piovincia e qae sua conducta seja
abonada : na rua da Crui n. 35 2.' andar.
Previdencia.
Companhia de seguro con-
vEREKER,,ra amortalidade dos es-
clavos, estabelecida no
RIO D JANEIRO.
CAP1TAL~2.000:000.000.
-O abaixoassignado declara aos deve- Agencia lilal em Pernamhuco, ruado
Crespo n. 1 3.
Os seguros So roalisados no escriptorio da com-
panhia ou mesmo !<, sob proposlas dos propnela-
rios dos escravos, lodos os das uleis. as participa-
C>s de fallecimeulos e as propostas, podem ser re-
mellulas a companhia lodos Os das, alo as eiuto ho-
ras da larde.
As condices impressaspodero ser procuradas nu
escnplorio da companhia.
Dar-se-ha consultas gratis aos escravos seguros das
9 para lOborascia inaiihria.'no escnplorio da comp.
l'KODKXO ES LITIEKaRIaS
DO
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Pliysiologa das paixes, 3 volumes
Educador da mocidade brasileira, 1
volume ......
Eusaios coiographicos, 1 volume..
Memorias diarias da guerra do
Brasil, i volume......
Tambem se recehem as assignaturas f
a sua ultima producto Iliteraria -Us Por-
tuguezes parante o mundo2 volumes 69000
rs., avulso IOjOOO.
Billietesde visita.
dores ae Aureliano < Andrade, que nao pa-
guem seus dbitos senao ao abaixoassigna-
do, do contrario tcro de pagar segunda
vez. Recife 13 de l'everero de 1857.
Manoel Jos I.eite.
Retinara de
Kego & Barreto, no Mon-
teiro.
No deposito desta refinaria, na rua da Ca-
dea do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como era torroes c em pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parle.
Precisa-se de tima ama de leile para
criar a urna menina de 3 mozos : na rua do
Collegio n. 21, lercero andar. Paga-se bem.
Prccisa-sc de una ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e quo
faga compras : na rua da Cruz ti. 50, depo-
sito de charutos.
No dia 16 do correte, do sitio dasRo-
seiras, do lente coronel Joaquim Elias do
Moura, fugiram 3 carnciros, sendo dous em
grao, e urna ovelha preta com urna malha
branca, mocha, e com um cabrtnho.os car-
ueiros, um da mesma cor da ovelha e outro
hranco, ambos cpm chifre : quem os pegar,
tetilla a bondade de aniiuuciar por este Dia-
rio, ou mandar ao dito sito,que sera recom-
pensado.
- Quem precisar de urna ama para casa
deMiomem soltciro: dirija-se a boa-Vista,
rua do Aragilo n. 20.
Na rua da Ponte-Velha, junto a serra-
ra (casa do lampeoi precisa-se de urna ama
e de urna engominadeira.
Hotel Inglez.
ROADOmPICHE.
Tendo sido contratado para o mesmo ho-
tel um perfeilo cozinheiro francez, Izaucoise
Pauppeirlle,convula-se aos senhores amado-
res dos bous peliscos.a visitar o diloeslabe-
lecimento. yuaesquer ordens para jantares,
pstesete, serao allendidas com prompti-
dao e aceio. Admiltcm-se alguna escravos
moco, como aprendizes.
Lotera da pro-
vincia.
Compram-se4 escravos, sendo 1 prela
moga queengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
mogos pegas pa>a scrvign de campo : na rua
da i adeia do Recife, loja n. 5o delimite da
rua da Madre de Dos.
Comp- a-se um relogio de ouro patente ingles :
na roa da Cruz. n. 35 2." andar.
Compra-s urna escrava mo^a, que
cosa bem, engomme e cozinhc : a tratar na
rua do Trapiche n. 1*, ptimeiro andar.
Jj Compra-seo Diario de Pernambuco de .-".
S W de dembro de 1853, e lamban! as col- ,','.'
r tt "a ,l,a do Collegio n. 15, primeiro andar. Ti
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as l'reguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trala-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-seefTeclivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
conioacges das diversas campanillas auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
uos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Uias Fernandos, rua da Cadeia do Re-
cife.
:\o dia 34, as 11 horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se ha de arrematar o terreno sito
na rua Imperial, perteiiccute a herangaja-
cenledo finado Ant mo da Trindade, com o
abate da sexta parte do valor ultimo, e divi-
Cbales
rior qunlidade a
Dilos de casemira
franja de retroi a
Veos de linho hranco muilo finos a
Colletes de gurgorSo de seda muito
linos, bonitos padresa *900e 6#000
Ditos do casemira preta, bordados 79 e 8/000
Chitas l'rancezas muito finas, imitan-
do mussulinan covado a
Lencos da seda di India muito linos
Dilos de cores pnprios para senho-
ras a
Meias de seda pre.as de peso o par a
Brreles de seda >reta, proprio para
padres a
Cuardanapos de linho boa fazenda
duzia a
Ditos de algodac alcoboado a
Toalhas de linho para rosto tima
Chapeos de palhi americanos a
Bonetes de panno fino e de casemira
de cores a 99 e 29600
e oulras militas fazeudas que se vendem por
deminulo prego.
Vcndem-se2cavallos de sella bons an-
dadores : na cochura do Sr. Cuedcs, rua do
Cano, a tratar como mesmo.
Vendem-se i caixoes grandes, pro-
prios para nadarla ou refinacSo : nos quatro
cantos da Boa-Vista n. 95.
Vende-se um sitio na Ponte de Uchoa e
um sobrado no alerroda Boa-Vista : na rua
do Crespo n. 9, dii-se-ha quem vende.
Vende-se un escravo de meia idade,
forte e proprio paa qualquer servico, sem
molestia alguma : a tratar na rua daSenzala
Velha n. 9b.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSoulhall Mellor < C., rua do
Torres n. 38.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
XMEIRO DAVID W.BOWMAX. ,vA
REA 1)0 RRUM, PASSANDO O oflA-
FARIZ,
lia sempreaumsrandcsoriimeii(o dosseuuinles ob-
jeclos de merhanismos proprios paraenkenbos,a sa-
ber : moendase meias moendas, da mais moderna
conslrurrao ; laixasde ferro fundido c batido, de
superior qualidade e de lodosos tamanbos ; rodas
dentadas para aua ou animaes, de todas as propor-
c,es ; crivose bocas de fornalba e resislros de bo-
eiro, aguilhocs, bron/.es,pararusos e cavillioes.moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se exceulam lodasas'eiicommeudas con' a superio-
ridade ja eoohecidl com a devida piestcza ecom-
modidade em preQO.
VTNHO DO PORTO CENLINO.
Vende-se ptimo vinho Ho Porto cm barriada
quarto e oitavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
dtia do Recife n. 13, escriplorio de Rallar &'Oli-
veia.
CEA-KA' E ACARACU'
sesuc no dia 25 do correle o palhabole cSobralen-
se. para o reslo da carga e passageiros, trala-se
rom Gaelano Cyriaeo da C. II., na rua da Cadeia do
Recife 11. >.
Vinho do Porto.
Na rua da Madre de Dos, loja n. 3i, ven-
de-se vinho do Porto, hranco e Unto, de to-
das as qualidades, p das marcas mais acre-
ditadas que vem a esle mercado, em barra
e engarrafado.
CHAPEOS PRANCEZES.
Vndese na rua Direila n. 61, chapeos
francezes muilo superiores, chegados lti-
mamente de Paris, muilo baratos, a 79500,
89000 e 89500. -
\o barato.
Vinho do Porto
do 1857.
No arma/cm de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, Jjecco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, cm caixas de
umae duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rap princesa d.i fabri-
"ea de li. Gaise, no Rit>
de aneiro.
Vende-se a prego compiodo rape fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vaporS. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 9.
Vendem-se terrenos para edificarlo na
estrada do Manguinniho, do do Recite, lado
esquerdo, junto as casas do Sr.
reir Tcixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer '. a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Itaplista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vendc-sc a verdadira graxa inglcza n.
97, dos afamados l'abricantes--liay c Mar-
de 15 duzias de potes:
Crabtree A Companhia,
Vendem-se 2 escravos, sendo"! negro e
1 negra : na rua da Cruz n. 63
]\alojadaboaf
vende-se tao barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
llrimbranco Irangado de puro li-
nho, vara
Dilo pardo liso de puro linho, vara
Rnm de quadrinhos, de padrocs
muito bonitos, covado
Canga amarada franceza, muilo li-
na, covado
rilo.de linho liso muito lino, vaia
''1I0 dito con llores, dito, vara
Cambraias Irancezas de lindos pa-
drOes, covado
Chiias rrancezai muito finas, de pa-
novos, covado
lin, em barricas
cm casa de James
rua da C ruz n. 42.
dret
el p"e- Carn'sas de riscado muilo bem fe
las e muito bonitas
Palitos pelos muilo bem feitos
Camisas de meia muilo finas
Ricos lencos de lilet
bordada a matiz
Ditos dilos decambraia
com hito de linho
l.uvas de seda de lindas cores, rom
ricas bullas, o par
Ditas de dita de luid
dadas e enTeitadas
Dilas pretM dcloigal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
coberlos e dcscoberlos, pequeos e grandes,
de ouro patento iiglez, para homem ese-
.nhora de um dos melhores fabricantes de
didoem lotes menores, como consta (loes- Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
lez : cm casa deSouthall M.llor &C.*, rua
D<>c de arae a >00 rei-.
(^Iiegou a rua d Collegio n. 5. o superior
docedearaga, fahiicado no eugenho Cuerra
a 500 rs. cada caixao.
a loja das seis
portas
Em frente do Livraiuento
Vende-se pecas de algodSo trangado com
"q ue de avaria a cinco patacas a pega, dito
iso a quatro patacas e meia.
Reioirios
O CUARDA-I.IVROS BRASJLEIRO, ou arte
da escripturacSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. -J-2. Prego 81000.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidio:
vendem-seaprerorazoavel,em casa de
AugustoC. de Abrcu, narua da Cadeia
do Kccifc.arma/.em n. 56.
Veiidc-'se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
dira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Momhos de vento
combombas derepuiopara regarhortaseba-
ia lecapim : na (undicaode D. W. Bowman
na rua do Brnm ns.6.8el0.
FA INHA
De Trieste.
Vende-se em rasa de Saonders Brothers & C. n
prara do Corpo Santo n. II, a muito superior e hem
condecida farinlia de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechicada em 9 do rorrete na escuna
Pfeil.em porcoessrandes e pequeas.conforme e
vonladedo comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ba fundicao de ferro de D. W. BowmanD u>
rua ds Brum, passando o ch.ifariz, contina ha-
ver|umcompleto sortimertc de taixes de ferro fun
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaaes
aeaam-se a venda.por epreco commodo com
promptido: embarcam-s oucarragaa-sa amcar
ro semdospeza ao comprador.
- Emcasa de Saunders Brothers C prag
do Corpo Santn. 11,ka para vender o se uiou
Ferro inglez.
Pineda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo7.opara saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha
E uo> completo sortimento de fazendas proprio
para aste mercado : ludo por prego commodo.
com palma
muito lina
Jas cores, bor-
lo
sjaj
32
1CJS
3
:iao
1l5 ? KIOO
U
51000
iiasw
1I9M
2il0
INWO
t
210
SJJSJ
too
Cravatinhas de cassa, de padrocs
muilo bonitos
Lencos brancos de cambraia
Ditos d.los de dita com barra de cor
Kilos do linho proprios para rape
XAROPE
DO
bronchite, dorna sarEanla, e lodaiaTLlr
dosorgaos pulmonares. aawai
Tachas de ierro.
Na fundicao da Aurora em Santo Araaro-
e tambem no deposito na roa do Brum. Io~o
na entrada, e deironle do arsenal de man-
tilla ha sempre um grande sortimento de
lachas, lano de fabnc. nacicnl como e*!
trangc.ra, batidas, Tundidas, grande,, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, hvres de despaza. Os preco*
sao os ma is commodos.
'*r r !> Mtrfct*!)*)
Na aala de barbeiroda rua da Cru/. n. 51,
primeiro andar, vendem-se as mais moder-
nas bichas de llamburgo, tanto aos centos
como a rclalho, e alugam-se mais barato
do que cm outra parte.
Planta
da
I0J000
2.3OOO
23000
4)000
liravam-sr e imprimeiu-se com perfoic,ao liilhetes
de Titila, lellrai de commercio < lodosos objeclos dn
arle eallgraphica, realroa, vinhclasc quaesquor de-
senhos. Abrem-se lirn.as, sineles, lano a talbe lo-
co como em relevo, ornamentos com objeclos de ouro
e prata. l'a/.em-se riscos lindos e ohgjnaea para
bordados de labvriulbo. Admille-se a recusa de
quaeaquer desles objeclos no caso de nao licarem a
conteulo das pessoas que os encoiiimen larem : quem
pretender dirija-se a qualquer desles lucres : no
bairro do Recife, rua da Madre de Dees n. 32, pri-
meiro andar ; em Sanio Antonio, Da livraria Cinica
do pateo do Collegio n. 2 ; as Cinco Poulas, sobra-
cripio em |ioder do porleiro do jui/.o ; vai a ;
praga a ruqucrim-iito do Dr. procurador lis-
cal da fazenda nacional, assim como 114 pos |
de conuciros com o mesmo abate.
Cia pessoa competentemente habili-
tada para eusinar as linguas portugueza c
franceza,geographia, philosophia e rhelori-
ca, se prope a leccionar em algum collegio
desta cidade : incumbe-se outri^iim de fazer
traducgOes de francez : quem v^tendei
de annunciar.
Jos Alves Barbosa embarca para Cora
do imperio seu lillio Jos de menor idade
po-
SCl45e0-
\0
mmsaxmu
PUBLICO. 1
\m JNo armazem de fazendas_ baratas, rua do E
\jjt Collegio n." 2,
}^ vende-se um completo sortimento de fa-
S zendas finas a grossas, por mais barato
H pregos do que em outra qualquer parle,
S lardo era porges como a rutalho, alEan-
?^ gando-se sos compradores um s prego
jji: para iodos: esie estabelecimento abrio-se
-g de combiiiagao com a maior parte das ca-
sas commerciaes nglezas, france/.as, alle-
A
Rape ile Lisboa
Vendc-se rap fresco, chegado agora de
Lisboa : na praga da Independencia, u. 3,
loja.
Venilc-sc um sitio muito perto desta
cidade, com inuita Ierra, ludo proprio, mul-
la l'ructi, e com exielleutes commodidades,
o que da-sa barassimo sendo a moeda :
quem o pretender aiinuneie.
Vende-se um negro bom marinheiro
de governu, muilo sadio e robusto ; para
ver e tratar, cm Sanio Amaro, passando a
fundicao, sobradinhoao p do palacete.
Vendem-se castanhas peladas em arro-
bas c libras : ni rua da Cadeia D. 28, defrou-
le da rclagao.
Proprios. de urna escola.
Vendem-se os seguintes objeclos: sclas-
ses de madeira, <> baucos,cabides, ele, ludo
pordimmulo prego : no becco Largo n. 1,
loja de ourives. se dir quem vende.
PARA QUEM TIVER BiM COSTO.
Vende-se um bom silio com perto de 500
palmos de frente e 1,500 de fundo, cheio de
umitas fructeiras de diversas qualidades,
com duas grandes balsas para eapim, terre-
no encllenle |iara plantago de legumes c
hortaliga, cominodidades para se fazerem 2
vivciios por ler camba d'agua salgada no
fundo, casa solirivei para morada, murado
na frente ede um lado, agua de beber, ele,
do Torres n. 38.
Btalas novas c sahao de massa.
Estes dous artigas vendem-se somcnlc no
armazem de Barros Silva.
Veiidei-se u escriptorio
das iii velas estearinas superiores, para carro e pa-
ra sala, por prego commodo.
Meias
cidade do Re-
cife
Vcndc-sc a planta da cidade do. Recife c
seus arrabaldes, f'eita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livrariajn. ( e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so O mappa das distancias
das diflerentes villas da cidade entre si,
relacSo a capital da mesma, a mil reis.
Os melhores rclonios de ouro, patente in-
glez, vendem-se no escriptorio do agente
Oliveira, rua da Cadeia do Recife n. t; V, pri-
meiro andar.
Potassa rcinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n 12, recebeu agora una porciio.de po-
tasas refinada de superior qualidade, em la-
tas de (> libras, que se vende por preco ra
zoavel
ilho bom e ba-
rato.
E HGtitf
de todas as qttaJis
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
tas o brancas para senhoras pelo barato pre-
go de 2/50U,ditasde laia para padres a 13800,
ditas de fio de escocia pintadas para homem
pelo baralissimo prego de 400 e 500, ditas
brancas c cruas para homem a 200, 240 e
280 rs., dilas pioladas e brancas para meni-
nos a 240 c :>00,'s., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 3)0 e 400 rs., ditas pelas de i
algodSo para padres a 600 rs., e oulras mais
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
i eciiinclia parn os alfaia*
te-..
Na rua do Crespo, esquina que volla para
B rua da Cadeia, existe urna porgao dealgo-
dfio Irangado muilo eucorpaoo. proprio de
entretelas, polo baralissimo preco de 120 e
jarda.
peixe.
Vende-se na rua Direila n. 27, peixe cha-
mado herno, vindodailha de S. Miguel, a
libra 160 e 200 rs., cavalinhaa a rclalho 60
rs., em barris de 200 avalinflas 8000, la-
vas viudas da mesma ilha, a cuia 5to, man-
(teiga inglesa a800 rs. a libra, dita franceza
I a 800 rs., e queijos novos a 1/700 e 2J000,
!cheados no ullinio navio de Lisboa, doce
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
ledade, vendem-se saccas grandes com mi-
llio novo, pur prego commodo.
Sellins.
Os mais bemacahados sellins de pa-
lela inglez queexislem no mtreado;
a venda no armazrro de Roslron
Rooker A C, esquina do larco do
Corpo Santo n. i8.
jila p -r-i vestidos,
Vemlem-se curtes de laa para vestido, de
muilo bonitos padres, c com 15 covados
cada corle, pelo baralissimo prego de SSjOOO:
na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
A!>o<
Pianos.
Em casa de Rabe Schmettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Reosnos
de ouro, de patente inglez ; vendem-se no
armazem de Roslron Rooker & Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo n. 48.
W. O. Biebcr & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem:
Lonas da Russia. '
dem inglezas.
BrnzSo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar.
dn Baha
lao
lie
eli
pe-

maos e suissas, para vender fazendas mais Slealm de todas estas bondades, quem ni-1,* ^'*,D" Cl" 'aixoes de5 libras a 13000, di-
por isto M i *** nndr lazer urna morada de ca.-a com- los lfe^ueB0S a.8UU rs c ,it.-
em conla do que se tem vendido, .
ollcrece elle maiores vantagens doque B moda, ? '* Ja lum
tf liem leiloalireico para isso.
um formidavel e
com 10 palmos

mazem da rua do Collegio n. 2, de-
lonio Luiz dos Saniosa: RoIm. '
-An-
:,;
O Sr. thesourciro manda Tazer publico
que se acham a venda neste escriptorio, rua
da Aurora n. 2t>, primeiro andar, grande
porgan de biiheles, meios e quarlos da
quarla parte da stima lotera da matriz da
Boa-Vista, cujas rodas andam no dia 24do
c,??rTVncz- ,Sr-tliesou,r"ir "nda de- &K^mm^wMmmmm
clarar aos senhores jugadores, que exis- .Seott Wilson o Companhia, COUSIgna-
tem uumeracoes sorlidas, como tambcm tai ios do hr-igue dinaroarquez Danamark,
os bilbetes vendidos ueste escriptorio nes-,capitao R. Hansen, rogam a todas as pessoas
sas ultimas loteras tem sido muito al'orlu- que tiverem cotilas com o dito navio ou ca-
ados, por isso espera que ellos concorrero 1'iliio, de apresenla-las no seu escriplorio,
para que continuadamente nao liquem ta-'na rua do Trapiche n. 4, al o dia 21 do cor-
manbas porgues de biiheles por vender, co- rente ao meio dia ; alias nao so iuigarSo
rao sempre lem ficado. "
tenas 14 de margo
Vendem-se duas inoradas de casas
terreas na rua Augusta, grandes e moder-
i'ZTJ ? ProPriel,r" desl8 "n" 1 de frente e 110 de fundo, guarnecido1 com 2 ""'' ?"m 8''inele. 2 salas, coz.....a lora e 4
* portante estabelecimento convida a todos g purl0es Um de cada lado; e lie perto da nra- 'llla,los ; a Halar na rua do Railgel n. 50.
os seus patricios, e ao publico em gcral, SSU, por ser logo ao sabir do Manguiiho para
para que venham (a bem dos seus inte- Sflos AllliclOS : quem o pretender e quizer ve-
resses) comprar fazendas baratas: no ar- j| lo, enlciida-se com o propiietario Jos Sa-
porili, morador na casa aiinexa ao dito si-
tio, de nianlifia ale as 8 horas, e de tarde
das 5 em diante; e no decurso de dia no
Recilo, escriplorio dos Srs. Basto c Lemos,
rua do Trapiche n. 17.
Vende-se urna porgao do estopa : na
rua da malriz da Boa-Vista n. 26.
nicas
Cal > odo.
Vende-se caf moidosem mistura, do me
manas de lil pretas : na rua do Crespo loja
ii. 16 esquina da rua das Cruzes.
Ricas fitas linas e inoder
as dos melhores gostos
que se pOvie encontrar
monstro,
inclia.
Vende-se algodSo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas o
lengoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa f, rua do Queimado'
ii. 22.
GiSTANH&S ASSADAS
Na rua esreilado Rosario u. 11, vende-se
a toda a hora do dia castanhas assadas c
cruas.
Azi'itc refinado muito superior, pro-
prio para candieiros de todas as qualidades:
vende-se por prego commodo, na rua do
Trapiche b. 16.
Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara A Companhia, vendem-se ellccti-
vameole caixoes vasios nbos
Alii'odaozinho
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. Riebcr Compr.nhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garlos de ca-
bo de marfim do boa qualidade a 10?, ditas
ditos de cabo de balango muito finas a 6/,
ditas ditos cabo roligo (i oitavado a 39, du-
zias de colheres de metal principo a 35 e 69:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 19400,
e oulras muilas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
maitos pelo barato prego de 1/5O0, 2.--.">oo,
33500 e 4? : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEODES FINOS.
Vendem-se lequcs muilo finos com rii
! pinturas, espelho e plumas a 21, 39500 e
na rua do Queimado loja de miudezas]
boa fama n. 33*
Potassa e cal ',
virgem. ^
No anligo c ja bem con lecido deposito da
rua da Cadeia do Recife, escriptorio n. 12,
ha para vender muilo superior potassa da
Russia, dila do Rio de Jai.eiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudr a pregos muito fa-
voraveis, com os quacs f carao os compra-
dores satisfeitos.
Para quem estiver de luto.
Pug;o de bordo do vapor lauarassu n
escravo pardal de nome Amaro, idade ato'*,
annos, altura regular, e foi canoeirodo por-
to da rua Nova : quem o apprehender levan-
d-i-o a seu senhor Jos Francisco da Cotia
na rua do Trapiche n. 14, primeiro andar!
sera generosamente recompensado.
Attencao.
Fugio no dia 16 do corrate mez o preto
Just.no, crioulo, com os signaos seguinir,
altura regular, cheo do corpo, sem barta
com falta de denles na frente, calvo de c?/-
regar peso na cabca. muilo reciu hr
bemeonhecido por andar enlregaildo a'ssu-
ear pelas tabernas, lem sido encontrado or
diversas pessoas conlireidas, e diz a ellas
que anda cm servigo de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar? ama
o maudem prender e levar a ma DireiU n. Ta-
que serao generosamente recompensadas.
--- No dia 27 de fevereiro prximo pasaa-
do rugu. o escravo pardo, de nomo Jeronv-
m;CC"" '. de ''" M ",nos' Poco ""oa
enos. de estatura baixa, secco do corpo,
bem parecido, barbado conserva ai
tem oflicio de carapina e tambem de marc
ne.ro o qual fo. escravo do r. Il.ooell.y-
llo anderley.rendei.o.do engenhe R-
bim, na freguez.a de Serinhaem : quem o
apprehender, leve-o no Recife a rua das Flo-
res a entregar ao Sr. J,WquiB Franeisco
lorres Galludo, ou no engeubo llrenos a
seu proprielario Antonio de Souza Leo que
rcconiDensara com cem mil res
Ro da 4 de feve.eiro do correite anno,
desappareceu um negro de nacSo, m-s qu
parece crioulo, por ler vindo muito peauc-
no.a.nda mamando, o qual repreaenu ler
de Mi 32 annos oe idade, de nome Matbias,
cozinheiro, estatura ordinaria, magro. ro-.l
compndo, fK.uc. barba, ola*. gr.odeVao-
brancelbas fechadas, nariz chato e pontodo.
heigos grossos, bocc regular e com denle
lem una pequea cicatriz era urna daa fa-
ees, e outra em urna orelha, pela parla de
baixo, de um talho que levou, bem como
outra no pescogo, que por muilo leve, lalvcz
soja ihjuco visivel ; loi encentrado em Santo
Anlao, seguindo a estrada, com um bauzi-
nho de (landres novo na cabega, e um (alio
no hragn, s. mo muilo dado a brisa deale
aniraes ; eMe escravo per lenca a GusUvu
Jos do Reg, no Recie, rua da Aurora
quem o apprehender ser bem gratificado
.No dia 2 do corrrule met, Saianiiai,iq|m 4,
ansenh.1 l.aMiu na fregania da EaCMla, i caiijaw
de imr.i.i Angola, que parKem cnoalo, aaaaoja ata
arreiroH, um da nomo Joao que rrprnwt> lar :li
auaos di: idade, pouca nu aa aacaai, baita mata
bameiru dn corpo, falla meia gaga, pea bom fot-
loo : o cairo de nome Amonio, alia, graaw cara
larga, nariz cbalo, rar preto, peo bem feloi, 'man.
[rlielnnco, repreaenla ler r> onuon, pooco moto aa
menot; cnns.a terem subido pora oerlo, om eaaa-
panbia 'le alguem: nao lem sisaae. da cortan- a ra
pegar, leveo, n-l praga a BeriuidiM Fe-o-
le de A vedo Campan, na roa daa Trincneifo. .
yeu ao aao senhor Jote Camilla Cavalcael, aa
metmo enganho, quesera (currosamrole rrrompen-
Nc dia 6 do correte, s escravos, Isido-
rio, crilo, que represenU ler 30 annos. ca-
talura alta, corpo regular, pernas grosaas
pes gri.ndes,pouca ou uenhnma barba, Josc
poieui o verdadeiro nome he Malhcus cata'
tura alta, reprsenla ler 50 annos taso m
pes cheios de era vos, que precisa andar Je
aplcalas, quebrado de orna varilha, ambos
saturara oom a roupa do servico que senJk
sabe de que usam, todoa dous salnram ar-
mados a clavinote roga-se as autoridades
policiaca, .pilaos decampo, que os pren-
da m ou facan. prender, lV..|08 SU1 J,0_
ra. vinva slsSabasUao Anlonjo f Barrete no
Agencia
da fundirao
rua (if Senata
ii. 42.
a
No
va
W .. .---------' 'ejo**' r. n* 11 trujt no
Vende-se na rua do Queimado, na bem co e"geniio Rodizio, fregnezia de S. I ourcaco
nhecida loja de miudezas da boa lama n. 33, ""sla praga, rua da Cadea n 28, que aa>
' vollas pretas linas e ordinarias, ricos alhnc-1 r3 generosamente recompensados.
iles, ricas pulciras, e ricas rozetas, tudo do Continu'a a estar fgido o escravo
i melhor goslo que se pode encontrar e por An'onio, Cassange, de idade 36 annas, pou-
preco que nao dcixara de agradar aos se co mais ou menos, rom os signaos seguin-
nliores compradores. ls altura regular, cangueiro no andar, cor
CERA DB CARRAL'BA. | Prula. rs' redondo, sem barba, costas lim-
Veudc-se cera de carn luba de boa quali- | Pas, cheio do corpo, conversa pouco, foi ea-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loja cri,vo do finado t.aelano Goncal**! da Cn-
n. 50. "''i c fugio no mez de julho do anno pr-
ximo passado, >upp.ie-e achar agasalhado
por alguem, para as parles do sul desta pro-
vincia: a pessoa que o apprehender, sera
gratificada com lOOrOno, que os letebea na
occasiSo da entrega do dilo escravo, noen-
gcnhoCurgalii da comarca de Pao d'Alho,
ou no Lee i le, na rua da Guia n. 64, segundo
andar; tambem se gratificar a qaasa der
noticia do mesmo escravo com SOtOOO.
Fugio de bordo ao brgno brasileiro.
Mclampo, na noile Escovas de todas asquali*
da (i es
Vendem-se ricas escevas inglezas para
roupa, 0 melhor t|ue pode haver o de nova
invengan a 39, dilas Irancezas muilo boas
a 19, 19500 e 2--00O, ditas para cbelo ingle-
, ,. izase Irancezas a 1>200 e 2c, dilas para den-
L0\V- . ...'. ,' moendas para engenho, ma
nIfS ".?,'ja da ba f8ma "a.rUU dh tis de rorro batido e 1
- I Qneimado n. 33 e por pregos que nao de.xam I l8m,nnos para dlto.
a.;o-t"eSnUrara-daSl0" reit,0,1,savc's Pel Pgmenlo das mesmas. I lhor possivel, a 280.s. a libra, em porgao e de agradar aos compradores, porque real-
de 18o,.-Oescnvao. Jos.-Joaquim dos autos, subdito por- aretalho ; na rua-Direila n 95. Quem qui- taente so vende barato e ha milito onde es-
Jos Januaro Alves da Maia. tuguez, retira-se para Portugal.
zer saber da verdade, apparega que saber. 'colher.
ditas para unlias dita dila a 240, 500 e i, e
ouirasqualidades mais baratas, que tudo se "egro de nome Marcelino, nagSo Cabioda,
vende na rua do Queimado na bem conheci- altura regular, secco do corpo, rosto cosa-
da loja de miudezas da l ja fama n. 33. prido, barba serrada e cria suisaa, com falta
mi o ni mi nnn de dcn,es na fm,lp> e ""ta andar vestido
IAO i V JjLUUU. 'C",m Pale|0> r"'v"o : quemo pegar leve-o
Vendem-se bus de veh,do prela.; e de co- a b;df ,d" d,l navl0' unto ,0 r"8 do.P"-
res.eslreitas e largas, lisas e abcrlas de mu"- f *' ?u a C,M de seu ""tario
casadVii^r.Rru,,.,* Co.npa.-hia, na lo bons gostos, peio ba.ato prego de 160, ^ul se a bem r^comoen-do ^ "
rua da Cruz n. 10, vende-secagnacemcaiiinhai de I 320, 400, 500 e 600 rs., narua do Queimado I '*' ''Ue 5er* Dem compensado.__________
dnata. 'ua loja de miudezas da bea fama n. 33' PH>. : TY.P DE M. F. I)E FARIA 1857
Veste estabelccimento coulinu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
achinas de vapor
coado de lodosos
P
Em
\
MUTILADO


-


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