Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06666


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Full Text
UNO WXIII R. (U.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
^ Por 3 mezes vencidos 4#500.
I;: ; te& p,- .,
a are
i>. ;

SEXTA FEIRA 20 DE MAMO DE .857
Por anuo adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
i:\C\IUti-;;, \li>S DA- SIIBSClUPC.Vtt NO NOUTE-
Pirahibi o 8r. Joo Rodolpho Gome : .Natal, o 6r. Joa-
uim l. Pereira Jpnior; Aracaty.a Sr. A. da Lerpoi Brasa ;
eart, o 8r. J. Jos d Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar
nfi Hodrigues : Piauhy, o Sr. Domiagol lien-ulano A. Pessoa
Oarense ; Para', o Sr. Juslrno J. Ramos; Amazona, o Sr. Jero-
njmo da Coila.
PARTIDA DOS CORKEIOS.
Olloda; ta oeataa.aa
lantarasaa, l.....asa a Para
!.....ruii..,
ia horas.....IU,
aaa ---.....las ..'vi i-ari,.,-.
ra, \l ...... e i. iran. m: aa it^.i-l.-ii-i
rltj, I.i.n .'i ,, !.,.,. Iv-r,. r.,. I...'..
iairaf H....... Villa-Helia, Doa-Vttla, Clrpirj .- Ksa a
i:.i.... I|ii|uri. Seriaaaata, lti*t-F"traws*, l"i. Barro
Pitaeatrlraa a Natal : qalataa-relraa-
(ToatoaM eornN parten. 10 boris 4a atala.
.(".irt i-l.-l
-, Agau-Prea
AUDIENCIAS DOS TUlItllNAES DA CAPITAL.
Tribunal do r.ommereio : "vun.],!* a quimas.
Relacao ; lercas-feiras e sabbados.
Fazenda .* quarlas e sabbados a 10 horas.
Juizo do conunercio: segundas.is 10 horas e quinlaa ao mato.da.
Juizo de orphaoa : segundas e quimas as 10 horas,
'rimeira vara do eivel secundas a sextas ao meio-dia.
Segunda rara do civel: quarus e sabbailosao meio-dia.
El'IIEMEaiDES !>(> 11KZ Iiv: MAIM o.
3 Ouarlo crecente as 2 horas e 11 minulosda urde.
10 La cheia a 1 hora e 5S minulosda /arde.
1S 0u"rl mananla as (ii horas e 41 minino da manha.
25 La ora asH hora.se 9 minutos da Urd.
PRE VMAIt DE HO.I k.
Primeiraas II horas e 42 minutos da tuanhaa
Segunda as i 1 hora* e 0 minutos da tarde.
: .. ha :. ;.\;axa.
n Segunda S*. Ciraco* Taciano Um, ; Ahrali.uu ermita.
17 Serca s. Patricio b. ap. da Irlanda.
18 Quara. S. \arn>o are, ni. s. Eduardo re.
19 Quinta Ss. Cosme e li.iun.io. S. Jom'esposo Je -\. S.
2i> Sexta S. Ifattinho omicnce are.
21 Sbado S. Beato abs. Binllu b.
22 Domingo- i. da quoretnta. s. Batiliwa e Calenaina Mu .
E\C\RREGAlMKi
l>.\
TlM.Ri: i..\i f\'i M I.
Alago.-s, o Sr. Claudino Falito Pas ; Baha, o Sr. D. llueca
lio de Janeiro,o Sr. Joau Penan .Martin.
ES! l'i.it.v\:.:i.i;o
O propn.'tario do DIARIO Maaioal irruciroa da Fina, na tu.,
livraria, purea da liidejieiideircia ns. 6 e h.
dos Sanio* dt
PARTE OPPICIAL
OOVESSO DA PROVINCIA
Expedanle do 41* Vi de marco.
Oflicio Ao Exm. presidente il.i Parahiba. Pe-
lo arsenal de marinha, segundo me roinmunicon o
respectivo inspector, em ollicio de honlein, vilo ser
envi.idas para a biirra .uerra Capibarihe as boias que V, Exc. requisilou
em oflicio de tO de fcverejro ullimo, para bali-a-
mento da barra daqueile porto, l-'azendo osla com-
inuoicarAo a V. Exc, julao couveoienle remeller-
Ihe por copia para seu cnuhecimento a couta da dis-J
neta (eita com a acqoisiciui das mesma! boias.
ilo Ao chele de polica, inteiraodo-o de lia-
ver, *etn vista do que espoz o delegado do Brejo,
mandado por em liberdade o recruta Josc Martins
C.avalcanti. Communicoo-se ao sapr.idilo dele-
gado.
Dilo A' lliesouraria de Tazenda, para, em pre-
senta de coita autlieulirail.i pelo director da facul-
daile de direilo, mandar pagar importancia dos
volme da collecijo de leis do imperio, que o
mesmo director hoiiver de mandar comprar para
completar < que existe na referida Tacoldade.
Dilo A' mesma, enviando para os fins conve-
nienles, a conta da despeza feila com a acquisinio
de duas boias, duas coirenles com inanilhas e duas
aucboras requisiladas pelo Exm. presidente da Pa-
rahiba para balisainenlo da barra do Cabedello.
Dile A' cmara municipal de Olinda, eommu-
nicando que, vista do que expo< o arrematante da
barreira da estrada do norte, Anselmo Josc Korrei-
ra, acerca da cobranza do pedagio das pessoasque
transitan) a carro ou a cavallo dos Arrontbados pa-
ra. Oltiida, e vice-versa, declarara por despacito
ij uo o suppticaule se aclta em seu direito proceden-
do a cobranra de semelltaiilu pedagio.
Dito Ao commaudanle do co'rpo de polica, pa-
ra mandar destacar para a Capunga urna forra da-
queile corpo, igual a queja all esleve, sfint de fi-
ear disposic^to do subdeleg.iilo da Itoa-Yisla.
Communicou-se ao ciiefe de polica.
Dilo Ao director da colonia de Pimeuleiras,
commuoicando ter dispensado n cirurgi.lo Simplicio
l.ni/ de Souza Fontes de comparecer nessa colonia
para o fm imlicado no ollicio de Sm<\ de 'Si de fe-
vereiro ultimo. ,
Portara Ao ageule dos vapores, para dar pas-
sagem de esladj para o Ceariao bacharel Josc Vi-
cente Ferreira Dulra.
Dila Nomeando a Joflo Jos Rodrigues para
nrofessor da cadeira de instrucrao eleincular de
Santa Mara da Boa-Visla.Fizer.un-se as precisas
commuoicarocs.
Dita Nomeando para os cargos policiaes do I.
e 2. diatficlos da Tcjocnpapo, perteuceute ao termo
' do Garaohuns, aos ci'ladaos abaixo indicados :
1. dislriclo*.
Subdelegado MajVr Anlooi
Medeiro Raposo;
Snpp^enles.
I. Capilio Antonio de \zcvedo.
1. Joan liibeiro Campos) le Vasroincllos.
:i. Francisco Bezerra de Ftgueiredo.
i. lenle liervasio Soares de Medetros.
5. Alfares Manuel Antonio de Souza.
6. Jos Francisco da Silva. .
- '2. dislriclo.
SubdelegadoMajor Francisco Xavier di AUiu-
querque Mello.
Suppltntes.
I. Caplto Safyro Clcmcnliuo Cnellio CaUnho.
'i. u Joilo Tavares da Itoclra.
3. Manoel Xavier de Aibuquerque Mello.
4. llenrique Ohmpio' "|avat .">. Tenenlc Ernesto Basiliano'da Cnnha L'choa.
6. s Juan llias da Silva 'clioa.
CojnntunicoU'se ao l)r. rlicfe de policio.
Hila Exonerando a Joo Mantillo Civalcanli
de Alboqoerque do lugar del. supplenle do- dis-
lriclo da colonia militar oe Ptinrnleiras. e nomean-
do para o referido lugar o actual subdirector da
mesma colonia ao lenle Joaquim Jos dos Sanios
Araujo Communicou-se ao l)r. ciiefe de polica.
DiloExonerando ao leuenlc coronel Josc da
S de Alhuquerqne Mello (jadellta do cargo de sub-
delegado da fregueti i de Tejucupapo.Communi-
cou-se ao Dr. chefe d : polica. v
Dilo D ividiodo a fregoeza de Tejucupapo em
(aoianoa em dnua dislriclos de subdelegacia, sendo
os limites do I. todo o litoral, desde a barra de (".a-
Inania al a de lioianna, comprelieudeiido todo o
segundo dislriclo de paz da mesma freguezia, c par-
te do primeiro, que abrange a prai denominada
Carne de Vaeca, o povoade da malriz, c o engo-
lillo M'ga de Haixo ioclusive, e sendo os limites
do segando lodo o reslanto da dila.freanr/i
. Dila Nomeando a
Seve para alfcres da 4." conipanlna do Iralalliao n.
I de infamara da guarda nacional da reserva do
municipio do Kecife.
Dila* Nomeando o coronel Trajino Cesar l'.ur-
lamaqui olra servir de memhro do consrllto admi-
nistrativo do arsenal de guerra em lagar do coronel
Antonio (iomas Leal, que foi uomeado cominandanlc
do presidio de Fernando. F.\pc liram-s i res-
pailo as precisas cominonicaroes.
Dila Nomeando a Joao Francisco Regii para o
lugar de secretario da reparltco das obras publicas,
bem assitn a Thomaz Antonio Ramos Zan> para o
de I. escriplurario da mesma repsrlicito. Fiza-
rarorse as aecessarias ceniniunicacM.
K.rpeiunle do secretario da provincia.
Ollicio Ao srcrelario da assemhlca legislaliva
provincial. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda transraitlir a V. S-, para que seja presente a
assernbla legislativa ptoviucial, o incluso" rcqueii-
meulo em que llasiliatto de Magalhiles Caslro', ad-
dido i esla secretaria, pede que lite sejam concedidos
us mesmos veneimenlos e vanlagens que contpelem
aos amanuenses de numero.
Informando sobre esla prelenrao, segundo me or-
dena o mesmo Exm. Sr., cumprc-me declarar V.
S. para o liro convenanle: i. que sao verdadeira
as allegarnos do supplicanle ; 2." que, alem do uu-
mero filado por le, convein conservar na repart
(M mais um empregado que, coadjuvando os traba-
Ibos de cseriplurai.-ao, posta tambem auxiliar o ser-
vido do archivo ; :t. fnalmntc, que escando es-e
empregado sujeilo aos mesmos deveres e condicoes
qu* os oulros empregados de igual categora, he de
juslica qoe os seos veucimetilos sejam equiparados
aos desles.
Dilo Ao mesmo, enviando as posturas das c-
maras muuicipaes do Recite, Olloda e Cabo, as
quaes foram temporariamente approvadiu pr S.
Exc. .
Iii'o A o ir..- ni r, communica.iiil'1 lerS. E\r. o
Sr. presidente i\a provincia concedido boje car,i> de
aposentadoras: com o ordenado por inleiro, ao con-
lador da Ihesonrana provincial JoC Mara da Cruz,
por adiar-se comprelien.lJo no arl. t. da lei u. S2
de i de maio de ISiO ; ao seerelaro da repartalo
das obras publica* Joaquim Francisco de Midi San-
ios, c.tm o ordenado proporcionalta l*> annos, me-
zes o 20 das, nos lermns do arli'jo I jj 1 da le u.
076 de 7 de abril de 1851).
Dilo Ao mesmo, enviandi, para seren distribui-
dos pelo* senhores depalados, algn" exemplare do
relalorio apresentadp a S. Exc. pelo director uteri-
no das oliras publicas.
pmpeko* do din t".
C^iria^Ba. da ailminislracao do corrcio pedem que
seja elevado a l2'i" rs. a diaria que actualmente
peiccbem. A informar BC ailminislrador do cor-
eio.
Irinandade de Nossa Senhora do (iiadelupe da c-
dade de Olinda, requerendo que se mande correr
unta lotera em beneficio das obras da igreja. A
informar ao lltcsoureiro das lotera*.
Jote Antonio da Cosa, 2." lenle do I." balalliao
de arlilharia de guarda nacional, p*de por certidan a
ordem que mandn pasear ao supplicanle gua de
passazeni para a guarda nacional do Rio Grande do
Norte. Mandou-se passar a ccrlidAo.
JoSoGonjalves Rodrigues Ytf*i, escrivao da col-
loriara de Olinda pede 3 mezes AWilieetrrj*. A in-
formar a lliesouraria de fazeuda. t.
Joao Josii Rodrigues, professor pnBrrcode primei-
ras letras estolas cor de purpura, e seguidos dos superiores,
direrlores e alamnos do grande semnariu diocesa-
no, sabio da igreja de Sania Genoveva, e dingin-e
em silencio para Saint F.lieim.
Aos meinbros do claro, que acabamos de mencio-
nar, linha vin.lo reunir- o institu das damas de
Santa (jenoveva.
F:le instilulo, fundado por M. Sibour, e de que
elle era prndenle, be composlodesenlioras, de que
um grande numero perlence as classrs mais eleva-
das da ociedade. O seu lim he orar pela igreja e
pela Franca, c prestar coito a Santa Genoveva, pa-
droeira de Pars e da Franca.
A formula da oraco espiritual he a scuinle :
o Snela Genovena, urb el Isallsae jialrona, ora
pro nobis.
Esla oraran he a ullini i que o arcebispo de Paria
pronunciou.
Urna viva emoco se apoderou do lodos os* cir-
camslaules. quando viram a procisso sabir da igre-
ja de Sania Genovena, e dirigir-so para Saint Et no le Mont, cujas portas e*tn fechadas desde o da'
doassassino do arcebispo de Pars.
As ceremonias da reconciliaras, depois de um
Parce Demine, o o Un l'rofondis. De tarde, alem
deslas oracnes, eaular-se-klo as vesperas dos le
fuios.
Como estas ceremonia nao podeni ler losar ao
dominzo, a novena prolongar-se-ha ale terca- feira
211 de Janeiro pela ordem e^uinte :
Terca-feira. 13. Saint BlienM de mauhaa.e Saint
Nicols des Cliamps ile tarde. ^
Da I i. Saint Jacques dti llaut l'aa de manh.ia,
a Saint Thnniaz d'Aquin de larde.
Dia 15. > mil Margarile de niauli t Saint Bu-
gene de larde.
Da l. Saint l.ouis d'Anliu de majabas, e la M-
deteme de larda.
Ma 17. Saint Roeh de inanha, r San Jean
Saint Francois de larde.
Dia 19. Saint l.aiirent de manilas, e Saiol Seve-
rin de larde.
Dia 21) Saint Sulpice da mnnna, e i'lolro Da-
me Boime Nouvelle de tarde.
sentiroenlo regioaa vive ... ,i-~..tiVolv<- : iieutiuina
alma humana he e~lr.i!ihs a i-lo ; o li .uiriii dn povu
rei|uerendo que se Me mande adiantar a quantia de i crime cominellilo no inlerior do nina Igreja, sao
:t(MI3(HH) rs. A informar ao director interino da
in~iru.rv.in piihlica.
Pedro Escolstico da Silva, requerendo quo seja
posto em liberdade o paisano Custodio Gomes de
Araujo. A informar o dontor ctele "de polica.
Veneravel Ordem l'ercera de Sao Francisco da
cidade de Olinda. pele que se mande correr urna
lotera a favor das obras da'igreja|la mencionada or-
dem. A informar ao Ihesoureiro das loteras.
Ollicio do commandanle das armas, inclus.i'a rc-
preaentacao do delegado do cjrurgiao inr do exer-
cdo, na qual queia-se na Ihesouraria de fazenda
por ler impugnado o pagamento dos veneimenlos dos
ofliciaes do corpo tic saurle do e\erc:|o. A infor-
mar a lliesouraria de fazenda.
Dilo do chefe de polica, dizendo que se maule
pagar as despe/.as que fez o delegndo do termo de
Seriiiltem rom o sustento dos presos da cadeia.
Maudou-se pagar pela lliesouraria provincial.
O mesmo, que se pague as despezas que se tent
feilo com o sustento dos presos da cadeia do termo
de Flore". Mandou-se pagar.
O mesmo com os presos da cadeia do termo de
Nazarelh. Mandou-se pagar.'
Os rnllaboradores deste jornal vencen! excol'entfs i ecssariomenle incompletos, excederam a aspe dativa.
honorarios, e os rcdaclores ordinarios lem ui.i orde- Vonllcoo-M que em miiovaco alguun empreaada,
nado Ro de OU libras Cor....... 12:500 franco, "ueT"*^^^ .^^nt?/".!^.^.?! i '"'^"'V"!? ""?' 'I'"" 'li"' *' ""'"' "" ""*
. que he adoptado para a lelesraphia oidinana, podo r---------*-----------t-t..-----------.T Ml,n Jh
gotaud.t anda de tima pensao de r.'forma dtpoia-de. iranamtllir da costa da Irlanda a larra Nova, tima le posar sobro si ..laida da iTlnailH ll rom-
dez anuos de serviros. No respectivo oserlptorio v'I mensagem de 23 plavraaem Iresminutos. Ornrae-1 ral a o mvslern do dolmo l.umauu. ftaassa Ibe fal-
glindo esla has.', bastara urna hora pira a Iran-mis-1 lara' ne.-.as cousas divina. '.' Srao ao plnlosoplios '
sao alrave do Ocano, de 20 menaaaens, de 20 pa- Os philosoplsos ralean livro.: que importa a., peeai
lavras ca "a orna, e se utilera ein 21 hrai 180 meil- que nao, os pode lr, e quo -o ... Icse. uto s
saceits, isto ne, por .lia li.t-io palavra*. Icontprehendera '.'
'healro. Por oulro lado, lo la a neces.idade uuiver-al da
As dua< ultimas qu.'tzciias dramal-as viram ap- j ualorcza huiuaua euaeuin c-euv.dvimciito reuslar:
parecer puncas obras brilliantes. O O.leon leve um |se esla necasaidads atea abandonada a si pa paita.
drama cm .". actos de M. Arnauld Frenv, que se cha- deprava-so, de-.aira, Suppunhauos o novo mai.
lame, e que lie fundado netas Charlalanis- | esclarecido do niundo, privado de inslilui...t. reli-
mui.do rivilisado, I giosM : ets a parta aben. todas as locuras. -.
SXTSR10R.
CARTA ENCYCI.1CA.
O jornal francez ol.'Uniters iraduzda ((Harmo-
na), a seguiule caria encvclica, que foi dirigida pe-
la sania iuquisirao romana e universal a tod-.s os
bispos por cau-a dos abusos do magnetismo.
Ouarla feira 30 de jiilhn de 1856.
Na rema i Boral da sania iuqui>irao romana e uni-
versal, celebrada no convento de Santa Mara da
Minerva, S. Exc. reveremlis-ima os rarieaes in-
quisidores geraes contra a harem em lodo o,mun-
do chrislao.depois de (erem examinado niaduraineii-
le ludo o que Ihe fot relatado de diversas parles por
honieiis dignos de fe acerca da pralica do niagnelis-
ino, resol vealo dirigir a prsenle eneychra aln.,
os Mapas para fater cenar os irbnsos que o con.-
inellem. /
feli/mcnle raras, c os seus promeuores pouco co-
nhecidns. Por isso juIlmiiios dever referir estas ce-
remonias com individuaeao.
Chegado o rlero .liante da porta principal da i;re-
ja, o celebrante heu/.eii a agua e o sal, e aspergi
com elles as paredes, dizendo ; Asperges me, Do-
mine ate, : depois canlou-se o psalmo SO Mi-
trere mei Deus ele, e cm seguida o celebrante
recitou as seguidles oracoes:
ir Dos lodo poderoso e misericordioso, que dsle
aos vossos sacerdotes, com preferencia aos ostros
liis, urna grsralao extensa, que ludo o que ellas fa-
zem em vosso nome lie de um modo digno e perfcilo,
e como se fosse feilo por vos, us imploramos a vos-
as clemencia infinita, e vos pedimos, quo visitis o
que o-'- vtsilarmos, que abencoeis, o que nos aben-
Coarmos ; cotice.le aos murccnneiitos dos vossos
santos, que a nossa entrada ueste templo ponha em
fgida os demonios ; e d acee.su aos aujus de paz.
Por Jess Chrislo, Nosso Senhor. Amen.
o Afaslat de nns Senhor, todas as lionas iuiquidi-
des, para que nos merecamos entrar com alma, llu-
ras nos limares que vamos purificar para gloriado
vosso sanio nome. Por Jess Chisto, Nosso Senhor.
Amen, o
Esta oracoes foram seguidas do canto das tita-
nias. Depois o celebrante e lodo o clero entraran!
na igreja, e se aproximaran] do altar mor, dame do
qual >e ajoelh iram.
Depois de ler resido a orarao pelos dcfunlo, o
celebrante levai.lou-se, e fazendo com a mao dtreila
o str^ual da cruz paia a iureja e para o altar, pro-
nunciou im alta voz a seguiule oraco :
- O' meu Dos O antlgo peccado nos Huta me-
recido tima beraura de morte, que toda- as geranios
transiiiittiam timas as oulras ; vos o lizesles cessa
pela paixao de Jess Chrsto, vosso Fililo, Nosso
Senhor. Sede-nos propicio, rtt.icedei-nos qtie.seme.
Ihantes a este mesmo Salvador, assnn como nm
Irouxemus pela necessidade da ualure/a a iinagem
de nosso p.t lerrestre, tragamos, santificados pela
graca, a ima^em de nosso Pai celestial. Nos vo-lo
pedimos pela virtude do mestno Jess Chriato, vosso
Filho, Nosso Senhor, que vive c reina por tojos os
seculos dos seculos. n
Depois o celebrante lornou a ajoelhar, c canlnu
tres vezes, levantando cada vez'mais a voz o Se-
nhor, ajadai-rne ; Senhor. apressai-vos a sqccorrer-
me ; gloria ao l'a He, ao Filho e ao Espirito San-
io ele. "~*-
Etli seguida ii a/a i a agua, o s i, a cera e o vi-
nho, recalo.i as oracOesda s.iiiira'jao da tuna igreja,
e acabada a nltiina, etilo.... .. paalino t..', .' lu orcle-
slis benedicite Deo Domino ele. s
F.mquantu o ero canlava e.'le psalmo. o celebran*
um rapaz, que ja a desfruclaVB lia alguns anuos ;
uta que nao arhando-sc com dispo-iro -
pendar na ociosida-Je, occnpva o lugar de caiveiro,
cojos reiidimenlos percebia.
I m cerlo numero d jorinlislas he empregadn no
ofimes, p. es qm.es nflo obslanle nao fornecerem ar-
tijos lodos os das, rerelicni rom ludo por atino t.'id
libras esterlinas(3,7.">0 francos' cm que tenhanaa
l.e.-se no Jornal do* Debata :
Por decrelo com dala de ii de Janeiro, e sobre
relalorio du ministre da initmccio publica e dos cul-
tos, acaba de ser Horneado aieebtspo de Pars Mr. o
cartleal Morlol, arcebispo de Tours.
Applaudinios de lodo o nosso coracaoesla cscollta.
Faz honra ao gnvernof A opiuto publica, detxentos
di/e-lu, linha j designado Mr. o cardeal Morlol
para a alia e dtllicil postrao de arcebispo de Paria.
O goveruo ratdirou esta especie de accIamarSo po-
pular ; e se mis fazemos est ob-ervaeao nao lie em
verdade para diminuir a parle que o governo leve
nesla esculla, e lirar-lha o inere.iinenlo ; p-lo con-
trario nada he mais digno de utn goveruo illuslradu
e sabio, cm quesl.'.es desta nalureza sobretodo, <|ue
cunsullar a opiuiuo publica e toma-la por seu guia ;
porque o poder do episcopado, csse poder lodo mo-
ral, reside esseacisliiicote na conlianca, e no cora-
cao daquelles, sobre que deve exercilar-sp. p;,ta
conlianca poema-a d'aiilemAo Mr. o cardeal Morlol.
Adquiri justos ttulos ella |>ela sua pie.lado sem
OSlentaetlo, pelas suas virtudes modeslas, pelas lu'.es
du seu espirito e pela candada do seu coraeaa. 'Fo-
llas as classes da popolarao parisiense acolberam pots
com benevolencia a rtoineac.au de Mr. o cardeal .Mor-
lol. Os pobres (em a certeza de encontrar nelfo um
bemfeilur e um pai, os sabios, e os hoiueus de lel-
tras um guia tolerante e pacifico, um amigo, dira-
mos quasi um eonfradfl ; a s 'Ciedade um modelo das
virtudes mais doces e trais asnaveis. Repelimolo
anida urna vez, o ojevern > mosiro.i se verdadeira-
ineule digno da sua alia e dedicada miss.lo, dando a
Mr. o cardeal Morlol por Miccessor aos piadosos e
veneravets prelados, que bour.irain a sede ai.hiepis-
copal de Pars.
S. de Sar//.
( Period'fO ttM /'itlirc O l'urln.
fazer o menor Irabalbo :so considerados como auxi-
liares ou supranomerarios na ipeelalivi de que na
redscc3o ralrja dispouvel algam lagar : mas seus
venoimenles, nao Ibes sao contados seltao sol a con-
dicao c de eslarcm a bula a hora a dispnsico da redaceao;
de sorle que surcado algnmas vezes recebcreni
mesmo a noria ordem de partir immediatamente
para tuna ci.la.le mais ou menos remola, onde ella
enUu.lc precisar d'um correspondente n'um momen-
to dado ; e estas missOes mo sempre retribuidas ;c-
nerosamenle.
A a imissao ao numero dos rcdaclores citeclivoi
lem logar ;.or meto do antisoidade, sendo a d.srri-
m.i a /l,
mu que reina como soberano no
que be a le
un das abo.
berdade de ootrem, que
veilo.
iprema das sociedades livre-, que he seilas uascerio aso in.lliares, as mas se enchera.. da
iberdade, que influencia a II- i prophelas a de meatres, rada pat.lclauuliasera'pon-
eonlisea ein seu po- j libre de tuna religiao dlereole.
Assim, se a piulosopha exerre o tn.ui-lcti. e-pj-
O ..l.aile.. leve nm drama em .. arlos de M. Den- ritual, lora mistes quo lul.issc contra esta auarchia
merv que se denomina a ..falso adull"ri, c que be do rrensas indis idsaaea, que desee aasa homen~ un
lomado a um lvro que Iota a genio lem lido, as|}nsbolede Ir, um calliecismu. Ouem o cuuiprehen-
deria Fin eoacilis de philaaapliae '.' Qoem Ibes de-
eansaa celebres
0 Ambico Comkjoe.a leve um drama Inglez, o
Segredo do* ravnllcirosa por M. Baaehardv, um
drama de saque c de -aligue, o nCaiuinbo de lircl
por M. lirishart.' .
1 Hilas eslas tiovidades leriio para srmpre desappa-
recido dos carteles antes que eslas lindas tlieguein
ao seu destino. A nica honra que r-e Ibes pode fa-
zer he as ler Hornead. Ficaremos aqu, pois que a-
lienas a, citamos do memoria, e na p oxinia oea ismo
'allare na comedia do dr^niaturo realista desta e-
cao una con.eao a Iranho he licito entrar no eseript-^rio da redarcao.
Ningoem conbece os-aolures dos artigoi de fun-
do, sabe-se Minenle que oceupam posircs impor-
lantes, e rjue vencem -ominas eonsideraveis. Tal ar-
ti-o lem sida altriboidoaos autores mais diversos,
a Tliakerey, llaeanlay, etc., -e.o que se saina anda
quem d'elle be o vcrdadciri. ; rm Inglaterra guar-
nas filho.
Em materia demo sica assignalsreroos a appar-
e.la sobre 0 lliait-o da Academia im< erial dn i ro-
vadori. de Verdi e a apparicao no lliealro italiano
de negoletlu do inaesir... lia Ires anuos que o Tro-
vador vai sempre crescendo em gloria e em Irium-
pbos, e nao lemosojoe analysar una moaica coja re-
pttlarao he universal. Digamos o brilhanlismo de
uma esplendida deeoracAo, o nolavel compleso daa
dam-se perfcitamenle esses segredos llllrarios, ser-1 harmonas vocses e instrumeutaes, rexecu.-a. bri-
P..r qaanio esll re-onl.erido ...:o om.t iva aspe. tf por lre, vcz vo|u ~ ., ,,;,, ja.
ce desoperstijdes surgi dos phenomecos magneli- Di primeira vez lancou atgna nenia sobre a parte
eos a que hoio >e da., mollas pessoas, nao com o lim
de esclarecer as icienMas physicas, como devia ser,
mas para sduz.r es hnmens ruin a pertaasaa .1" que
se pmlein descobrir as causas oceulUs, ou ajilante*,
ou futuras por mtio de magnetismo e do prestimos,
a sobre ludo por intermedio de mulhercs nervosas
que eslao em eoinplet.i depenJcncii do magnelisa-
dor.
Ja por varias vezes a Simia S, consulada sobre
casos particulares, deu resposta* quo ronderan.im
como ilbcllas as experiencias faltas para obter nm
elleilo fora da ordem natural, ou das rearas da mo-
ral, ou sem einpregar os meros regulares ; assim. em
casos sementantes, decldo-se quarta feira 21 de a-
brl de 1851, que o uso dn magnetismo, lal como e
exponba o requerimento, nao he perasillido. Igoal-
mcnle a sants Congrcgarao. jnlgen dever prohibir
alcilura de serlos livros, que espalliavam lystema-
alramenle ocr.o nesla materia.
Mas como alem dos casos particulares, era preci-
so pronunciar acerca Ja praltca to magnetismo em
geral, eslabsleceu se como renra cm 2S de jnllio de
1M17 que, pondo de parle lodo c qualqucr erro, sor-
tilegio, invocaran implicila ou explcita do demonio
o uso do magnetismo, islo he, o simples acto de
empreg-r meiw physicn, nao prohibido*) nao he
m.'ramenle vedado, com lano que nao seja p,ra
um lim Ilcito ou ma'o. Quanto a ipplieaeao de
principios e meios puramente physcot a ciu-ase ef-
fellos verdadrirainenle sobrcnaloraes pira explicar
pbyaiearnente, isso nao he sena urna illusSo con-
demnavel e urna pralica hertica,
Com ajiianlo esta decrelo gcral esplique uflieien-
lemenls o que ha de licito ou ve lado no u>o ou a-
\m .nio Mara de Miranda '"'"" ''" mi,2"cl'"m". P'rversidade lium.'ina lem I fincado, guardai-o drptns de o ler possaldo, para
' chegado a um lal auge, que abandonan lo o estu lo '''"' ',a'"' '""" "ia",,! 'icnbuma macula mais veaha
superior das paredes ; ..asegunda, sobre a parle
inferior, ea terceira, sobre o pavimento da Igreja,
o principalmente -bre o Ingai em que o erime foi
comiiiellido. Depois volta&do para o ineio ,1o clero,
e com o roslo pira o altar, dist :
Amados irroaos, oremos humildemoiile ao Dos
que per.loa os eriales, ao Dos que apaga as inan-
citas, ao Dos que com a sua viuda purifican .. mun-
do da compelo do necead i original, peeamos-lha
que nos aju.le, que nos defevda com Corea' dos taco-
do demonio, como inimgo eucarnreado, ali:n de que
se a sua habilidade em espaldar o veneno, se os
seus ataqaes de lodos os dtas mancharan] e corrom-
pera! alguma cus i nesle lugar, a misericordia di-
vina o purifique. Coir.i he tambem obra do demo
nio abalar o que esla' solido e perfeil, pe tenes ao
que nos creou. feviiHar o que esta' eahido, lorlale-
cer o que vacill., o purificar o que esla manchado,
a Dos que v ive e roma por lodos os seculos dos se
culos. I)
Depois o ct lehranlc, rom as nidos levantadas para
o co cantn o seguim* prefacio:
a Na verdade be disno e jtis'tt, he devido e salu-
lar, que sempre c cm loria a parle nos v. rendamos
gre.ras, Senhor lieos Sanio. Pai lodo poderoso, lieos
/Isruo. A vossa hondada he sem iue.li.1., e assim
como nao leve principio, tambem nao lera' lim. Ins-
pirado por esle amor divina e natural, v.s prefers
levantar em nos o que lem parecido, antes lo que
fazer perecer o que tem de acabar ; e se por causa
da nossa negligencia, alguma mancha a;.parece em
nos, sea colera nos arrasla e una arela uta', a a
embriagues nos domina, se a paixao nos perlu*be,
vos o supporlaes, Senhor, na vossa clemente pacieu-
eia, esperando que* a vossa graca nos purificara',
antes que o vosso furor nos castigue.
..Operario cheio de solieilodc pela vossa obla,pre-
fer* antes levantar o que e>la' em ruina-, da que
punir o que lie condcmnavel. Nos VOS -implicarnos
boinildeineiile, Senhor, olhai com vistas favoravet.
para este tabernculo ; purifieai pela intusoda gra-
.;a eeleatial, esle aliar, qie a malicia de um inimign
enrarnieado manchn ; possui-o depois de <> ler pu-
regular da sciencia.os homesn que se dao a ind.igacao
do que pode salisfazrr a eariotidl le, com grande
detrimento da salvaclo das almas e al com prejui-
10 db sociedade civil, se galiam de ler encentrado
um meto de predzer e e a livinhar.
Daqn vem essas inntl.eres de lemperamenlo rle-
bil, que entregando-so com scslos a que ncm sem-
pre acoir.panltajo poder.a..s prestigios do somo .inlni-
lisnla, o do que se chama clara inluicin, prelcudein
ver rousas nvisiveis, e se arrogam, na sua lamera-
ria audacia, a faculdade de fallar sobre a relgiao,
de evocar as almas dos morios, de rece.'icr rcsposlis,
le descobrir cousas descenbecidas ou di-(antes, e de
pralicar oulras -uper.lenos desta nalureza, para li-
rarem para s e para seus amos lucros considtraveis
com o teu dom de adevinhacao.
Onalqiier que seja a arle, ou illiir.an que entra
em lodos estes actos, como odies se empregam meea
pltxsicos para obter efieiloi que nao sao nalurac,
ha frauda inicuamente rotidemnavel, herelira, e
escndalo contra a pureza dos costamos, Assim. pa-
ra reprimir efileizinanla m lao grande mal, sobe-
ranamente funesto a relgiao e a sociedade civil,nun-
ca ti dimita excitar a solxHude pastoral, a vigilan-
cia e o zelo de lados os bispos. Portento Os ordina
ros dos lugares, lano qeanlo cslver no seu poder,
devem, com auxilio da greca divina, emnregar ora
as advertencias da sua eardide paternal, i severi-
dad! .las reprehensoes, ora finalmente lodos os mei-
osde direMo, eonforme jolgarim til ao serxicodo
senhor, leudo attenoAo as cTrcum-taucias re luuar,
lempo e pessoa;e devem por lodo o seu cuidado em
! ifaslir esl^s atiusos do magnetismo e faze-los ces-
I sar, aliqi tle que o rel.anlio do senhor si ja defend -
I do contra os alaqaes do homein inimigo, que o ilc-
i pO'ito da fe seja guardado salva e intacto, e que os
fiis confiados sua s dluitude sajan preservados da
i corrupesjo dos cor-tumi *.
Dado em Roma, ni chancellaria do lano ofllcio
do Vaticano, cm i rio agosto de I i,
V. Cardeal alacelii.
p.ofaua-lo. 1,'inge daqn para o futuro todos os es-
pritus inaos. Oue se eslinga o cume da intiga ser-
pele, e que o exercilo rio demonro com todas as suas
mentiras, sr;a repcllidu para longe de nos. Que elle
leve romslRO a macula que linha Ira/. lo, e elle qne
lem re sollrcr utnilia lupplicies eternos, que reco
Iba o que as suas obras produsiraffl de corrupiivel.
One daquj perdanle o contagie da falla panada nao
seja mais para temer aqu, que na-, fique aqu nada
minchado pela malicia do inimigo, porque a mfusao
do vosso espirito ludo purifican. Fazei renasrer a
pura simplicidade da vossa igreja, e que a candara
da sua innocencia, puf um momento maculada, se
levante pela clona. Poas* o povo fiel, que.vier aqu
orar e trazar seus votos, ve-Ios cumpri.ltx. Por J-
sus Chrsto, vosea filho, ele.
O celebran!! subi depois ao altar, c entona a
antiplioua Intraiho od altare Dei, em algaida reel-
loii o psalmo }2, Indica me, eui ele., a por ulti-
mo reclino a sermmle orarao :
o O' Dos que resids em lodos os locares do vos-
so dominio e qoe a todos cousasraes, chelo de cle-
mencia e de bou-ladc, nuvt-uos e perintitt que para
o futuro a consagraran rlesle luuar se Conserve m-
VOlaVel: que todos os liis que vos suppliram, me-
reeam receber os beneficios da vossa liheralidade.
P.ir Jess Chrsslu, N >ssn Senbur. Amen.
o O' Dos, que dissrsle que a vossa igreja, forma-
da de liis viudos' de lonas as parles do mundo, e a
mai de todas as naces pelo admiravel sacramento rio
vosso lati, veis que a pintaste das cores dos mais di-
versas povos, que a ornaste cain os meiccimetilns
dos sanios marlv res, alieueoa os sulTragioa dos vos-
IOS sanios, nossos auxiliares, c esle altar ornado com
reliquias suas, e fanlilicai os votos que boje vos of-
ferece a pieda-le de vossos liis...
(-.un esla otacao (erimnou a ceremonia ca recon-
ciliacao ; imme .latamente repicaran! os sinos, o al-
iar r|ue e-lava desadornado, foi cohetto com ledo*
os seus ornamentos, e as velas foram accesas. O ele-
ro foi em proeiss.io buscar O Santtssima Sacramenlo,
que linha sido Iransj.orlado depois d- crime para
una capella viziulia ta icreja, e o hispo de Evreux,
M. de Bonn^cbuse, Irouxc-o solemiieineiite para o
aliar in.'.r. Ghegendo a entrada da igreja, o prelado
vollou separa o povo, e lancou a beni.o uo Saulis-
nmo Sacramente,
Al. Sural, archidicono de Santa Genovevo, co-
rneron a musa do dia da oiiava da Epiphenia. Sa-
guiulo a> presen;.; .es dos igirios geraes capitula-
re*, esta mima_ fui* celebrada rita annuai. I)e-
poi da misM o Sr. hispo de Bvr,eus laueou a licuado
ponlilical.
C-ta cerenioui.i^queiiao liulia til.. Inir em Pa-
rs ,| sle o dia, em que um lioinem ~" -.ru'i.'.ou em
Saint Gervais ha UM poneos de ana os, linha attra-
a Saint Elienne du
O TIMES, OQUE FOI, OQUE HE.
Esle jornal be urna prava viva do qtianlo podetn
aclividade e a constancia, unidas ao talento do apro-
vcilar certas circuti'lacias.
O Times cojo formulo be aclnalinnile .'una
diincns.lo gigantesca, no lempo do ana apparro a
luz nao linha matares proporroes do que as rio (.Jour-
nal tle Francfort, (en lo enl.lo a denominaco de
'eUniverael Registcr :>. a qual, anuos depois, vcio a
ser convertida em o l'iinrs. .
N'essa poca era o sen editor e preprelario o im
pressor 'iValler, e boje anula o be o seu nelo.
Temi olido a permi-ai de compulsara biblio-
llieca do i.'1'irnes oilice, de falhcar os primeiros
anuos da publcaeto d'aquella jornal, ron Ir- o quo
nanea vi tao viva imageai .la admiravel dcsenvvl-
vimenl.. das reloces dos |,u>*os sume rorretn!.. s.-sas
fallas aniarelladas pelo lempo I'ma noticia viuda
de Braudebourga It de abrils era publicada as
columnas Jo Times a -;n do mesmo mez, assim
como a correspondencia de Vaisovia de I!) desse mez
nio apparecia aenaa no numero de de maio, que
conlinia lamben) as novulades de Cunslamtinopla de
22 de marro ; estas rorresnondencias, pois, nao iran
inseridas lingo tais semanas depois das respietivas
ralas, nas paginas d'um jornal, que boje lastima
amargamente levarem as occurrcncias ra Crimea
mais de seis das no trajelo Londres !
Por veze* lein-se de*rripto, com inaior ou menor
xactidln, a olllrim de que salte todas ,s minhlase
ma'or jornal do mundo ; niasjulgo que as-de-rrip-
St.es mais vivas do grande nuineio re eomposilorea,
de Impresiona, de macbinslas a vapor, ele. ele. i|iie
"ella funccionan, nao dara anda ao lerlor urna
idea lio exacla da exlensao vcrdailejramcnle predi
rxresa de semelbaule eitabelecimenle, como alsuns
delallies colhiJos em lonle pura, rjual he o escrjplo-
rio respectivo.
O "limes orcupa consla-iterneule, para si so,
dnas fabricas de papel, pagan lo animalmente ao cs-
lado a quantia 93,000 libra, esterlinas, equivalale
a de 2,375,000 traneo, da laxa sobre o papel c sello.
Suas pren.as a vapor coiisomem diariamenle vinte
quiulaes de Carvlo, assim como ga-lam por auno
cenlo c vinte de Ij pos liovos, sendo empregados r.....-
lamntente na eomposiofo cenlo e dez.aseis artistas,
cujo algarismo da Ingas a nlgar-se sobre o de to-
llas as pessoas occuiia las n ; cnifeccao material do
jornal, as quaes sao em qoantidadc le mil.
(Juando o isaigaanli l commodamenle, ao almo-
r., as grandiosas rohimuas do lima*,! he raro que
rcilicia na immen-i la ie;de penla que lem Iriba-
lliado, durante da c nmle, em ledas as parles do
mundo, para p.'.-lo a par das navidades; do dia. Des-
de o (rapeiro, qu! rerollie a malcra puma do pa-
pel pelas ras mais intuan las, ale o homein de es-
lado, que escreve o artigo de fundo, quinlaa grada-
roes diversas, rpianta aclividade '.
I'ma folba como o .- Times .. nao pode na-'rcr e
tibsislirsenao cm Inglaterra, n'um paiz ruja influ-
encia he ejercida sobre (oda* as parles do mundo ;
n'um paiz onde reina a liberdade ilmil.nla de im-
prensa ; n'um paiz, emlim, onde ludas as emprizil
commerciaes assentam por habita un bases colossais.
O uTiineso d;i a conhecer aos Icitoies os lceos-
los des recanes do uinn lo os mais remlos, porem
tambem he Itdo cm lodos os angulas do universo :
porque por toda a parte, onde trmula o pavilhAo
ingle/., lite*he, ai cinco paites do mundo, lem elle
nao sement MSlgnantCS, mas anda cobabora.iorts :
ha correspondencias reculares de Madra.le e Syd-
ney, de Hong-Kong a Santa Helena, de Gibraltar e
-Malla.
O uliines porrin nao d indicias que digam ies-
vin lo de prova essas coilas de janlos cojo escrip-
lor permanece ineogurto anda, ipezai de todas as
solicilaees.
A respailo das rpinines polticas dn ., Times,
deltas nao se pode di/.ei mull, bem, sabendo-se que
os seus sentinienlos alo reslrictos e variaveis.je que
elle reeonheec cxplicila e roiuplelamcute o direilo
do mala foi te.
Suas antigs sympathia* para romos Bussos eram
proverbian em Inglaterra, e pretendiam que elle
eslava ao sold da Rus-ia, impulaclp a que a redic-
ea i iil: ai de sua dignidad*'ngo respunder.
pode-so dizer do Tmela que, de lodos os jor-
nacs inglizes, he elle o que tem mais leilores; pu-
rera he lambe o que de menos lympathias goza.
Monitor.
COKBESPONIIEX'CIA DO DIARIO Itv:
PEUXAMBOCO.
PARS.
ti de fevereiro.
Silencias,cllras, Thealro.-Su. /.Panam.
Telegraplna Iransatlanlica.
A empreza que se prepara no Egypto he ehain ida
superar uma nvolur.lucompleta nas condicoes do
commercio. Deve ii'irir-lhe is portas de lodo o 0-
ii.inle dos irlislas, o Inumplio de M. d.l.aute
lora al cnl poaco ootavel, equ. acaba de reve-
lar urna voz magnfica e um latelo prodigioso ao
contacto da obra do grande compositor.
Em lim, aRegolello. parlicio escripia solneum
ibrello lirado do 'rama lio r.iuiecidoo Kei se tli-
vcrlei. de Viciar Hogo, conten be.lesas re...... as
.unes Mario. Coral, .\,ad. Fre/zulini. Mai Alboni
emprestaran a iutriprelaeo do sen lalenl... Tem
continuado em Frauda .. bam xito que leve do ou-
Ir lado dos Alpe-.
Doui nutres mostrea v.io ler a sua vez nas solemni-
dades dala isarau : falla-se na Grande opera das
reprsenla .lies prximas do nAfticaoonde Meyerbcer
e tli icMigci de Ualevy.
A opera cmica dril |de M. Ambroiso Thomaz,
l'sjchc : sobre a fbula eterna o i Ilustre cumpwu-
lar escreveu urna iiifautsdora parliclo delciosainen-
!e caula la por alad, val le e Lelebori. Os r.u.-er-
lesaril os seos poderes t,uem promulgara as suas
deeisoe* .' E.la trova igre|ase declaiaria inlallixrl "
lena um papa. Oue horneas, lbenla que nao lie
mais do que um hornera, ousaria di/er aos setta ae-
ui"l!ii"les : eis aqu o evaugcllrj, eis aqu o hvr
da vi la e da veidadc.e se liouve-se um bastante -
gulbo-o para di/e lo. a. liarla oiilio que o quircsse
acreditar '.'
Assrri, he uma causa palpavel, evidente a lodos,
que a piulo.oolna be incapaz de se rnc.ure.ar do
minislerio espiritual a-nlre os houiens. Mas dir-xos-
ll* alguem. a relgiao e a piulosopha nao <-. nlinuarii
urna a verdade e oulra o erro, nao s- eirluem. ast
rouipaliveis, e .on-idera veis como sendo do.s larml.
alrave de caja vartadode, a verdade permanece
ama. lelo alo he^imn objerrao que sC dtacnla, e
so queremos nina prova ; o homein nao pode pas-
sar sem mu rollo ; qual sera' o dos pbilnsopho 1
II. Julio Slni.ll 1101 dn : l'raln-a n d.-vr-i, la/rr
o bem be adorar, amar. Irabalhar, detot.r-te, he *-
darai, be orar.orar be alada elevar < ]ien.-iiuriiln r n
craeao para Dco-, auralecer-lbe os benefieioa.padir-
llte a tunea graca que iinpnria.a grara de andar tem-
ple no verdaesro canuuho, e ata tr um rulada., i-
uiil ueste inunde. Esle culto einirenlerornle abs-
Iraclo so pode cuiiurfilar a aleuns lettrados. a bu
niatiidade n.lo se rouleolar.i rom elle, c se a l.oina-
nidadc nao se liiigai a i-lo, (uranios condolidos a
erar jase nao he vardidadiiro, ouquea i.uinam-
da.le lie condernna a a um fatal e elemo arre.
-elizmente nina cu-a salva eslas .rllirii.t (albas
do livro ei.t que le mo.lr- o epiriluall ro e mal elevado, di e da nossa epoea, he um sentimenlo cbn-lao imidi-
Cllo e aleule, que dcixa mao grado seo. maoifrslai-
se francas sysnpaUliaa alravez das sevendadea da l-
gica. I'.ailirii. um -i iilmicntn cli.islao qar na na ts?.
I eilosa independencia se exprima ein termos mu
I recises, ei-los.- Sejaiasrem f i/..r gasail ao rhrs-
lianisiao, u'.'in ,rs jiijin-..s.:o> aseas inimcaa, mm a
bis v.a. continuar e c,perlinos sondar nos primeiros colora lalvez. mai, diici! de sopporlar de> n -n-ami-
dias estes grandes inslrumenlislas devotados a arle
como os pro.it ios cantores.
A (ilieligi.i Natural, ulna pililosopliicj i!e '.'., .i-
llo Simn.
Dizem qcecm neuhuma poca mais do que a nos-
sa houve necessidade que se Ine desse, sob todas a
i armas, as grandese saa- verdades que sao o ali-
mento il'alnia, he muitu justo
^o mero d .s gil ico rs de llfread ia .! i indu Ira,
o scnlune ilo do divino ;.' um perig iivino i lo sin perigo, be ai i im>: i que
CUS, n;io me obrgaiao a eoinhalar urna doolrina.qae
proclaina a um ia.te.de l)-os, a Providencia, a esps-
riloilidade, e liberdade, a iinraorlalidade a'alma e
c;:a moral s le-un" nas su.., palmas : Faz* a au-
Irem o qaequareras,.. q i foi feilo i h mesmn, e
nealas : meas lilh>>> amai-Cos reriprorsmeule.
Ao terminar, dismil que esto hvro impiegna.b.
em lo a*as paginas d* nata elequeava .....en ia ie,
i ni responde na medida a farras .11 Inda a vrirnria
humana ao sublime iastiactaau .-onioz o ht.niem
'. seinqui dar com o m-. iIitm da sai ongem du seo
..mr.ierrio. t.-ve a.r ir-me as po-iis uc toiiu u o-i........." i "-' .-,..:.. uiisnn .- a se inquietar rom o m I* rs* .I. -i i sartsaanj du sen
ieute, derraria o civilisa-no sobro mais de qallthell '' '' hi o nivel tl-i il : qt..' eli.ile i. stin... ,i elevar ..- -.-.i. ..laoSatrinM das OOaaB* da
as legos ruslasnfr nas-, r.. I.-.:.-.' um i i arle ha o prncipto desinleie ......- irandes r ,., ,,, ,s.; mi .r -. u.UI'i.,; priseniimen-
irm lluuil .. ._u 'elermiuou ouw'ura a Je ia" '.'' enerva na* ce.-.uncas. Ir dg-
ita du -.:.:.. .:.i :: .a : p- ranea. A commaniea- nl'd* que se abate a vontad* livr.j qu.; b lira, a
eo.l.,1 ..i., nares, sjra* o orgulho e a gloria do fcesaco, que Iriumphi- o isa-lia, l.a em lim a
ni-s.t aeeolii, honrar.,'as pcisaiia^ens i'lu-res c os.,"w ''ri d' le ,i,- ., pcrlurb' s* cxlincoe
que .liverain a iiiieiiiliva, ou a isloae consa- ''aduainieni na, aliara- ,!.. -httetllijswirr', ...eji
Ive urna cresrenl obscoridadr. Veij!ica-e
graram, fara1 brilhar ira Insto i o nnic do principe
0 r! rec do, qne v,.r restituir ao Egj pto a cvilisaj.lo
ea vola. As resistencias qoe retardarain p r nm
mmenlo a respecliva realisacflo eraiu apenas fun-
dadas em uiiirc-s.s mal eoinprehenilidos ;. nao star-
dar m a ceder anlr o podi r da oplllo publica.e per-
miltrain a execurlo .leliniliva de um dos irihilhos
mus fec.indas e mais ctviliaadore* em que os ho-
inens lenbam jamis posto as aiaoa.
A commilsflo dos ouiros dous mares, do ocano
Atlntico e do Pacifico, deve effectuar-sc simullauea-
ineule. lie o paralelio indispensavel dista grande
mefl-, e he diser urna verdade qaasi banal o dizer
envulve nina creseenl obscoridadr.
geraHiiente a ausencia de car?rlerea, o o sesre te dos
cara 'leresenergfpiis he a energa lis eonviccoas : a-
pudeos principios inri governain, a vontuda he
dirigida pelo Intereses,
F.nlao, elevar a le em Dos c no ideal, farlifica-la
onde esla intraquecida, combater ,is deulrnis que
corrompeo o baincm pur apottienses-insoiisalas, as-
snn cuno as que o desanimara |
lanimes, lealabilecer a razio nai sua fo
lerendo-i na sua verdadeira medida e
pilera, he a larefa gloriosa dos -r... os esni
L'm '
sr-rupulos ptlsll-
laii:-
sua es-
los.
n'ra ern s. pniprio;; diceru" oue apeer da-
as.-. rveisis i;., i, (ai pro lzalo, rer*'.a-
aa por sua grande eleva.'.io unta das urgente ni-
--:'-. da hor.. prcifnl*. Sala' me nanaui lu- -
litar 'i-i..
<;. .i/.
liTESR,
que toda a eivilisaro se inleressa nesla obra ntlinl- ei"1" causa ispiriluallsla, n autor ic um livro cuja
ravel do dnpice rasgunenlo dos Islhmos il- Suez I r**ordacl.....nda mm, mu presante, o escriptor do
de Panam'. D*deqlie,um bom resultado cerlo "''-''' -"'r. Julio Siin.ui, tcain da fascr tuna obra
pareen resolvere prubl ina propollo pelos Pilaran-,"a | nov'" 'V"; publica \t'ii poncaa temais, ja cunta
tres mil aui
la
pergunla-se se o stliino do l'arianr i
de verdades relativas a Daos, que a razao
descubre pelas sua- proprias lu/i-, u que se costa-
mava chamar sirapteament* theodic*.
Assim, releva que nos nao asmistelTIOS por esle
chrisllaniimo eteriiamenle joven e novo,.]ue sempre
e iocessanteraenli eiivangelisari os pobres, e nao
esquecamoa a bella phrase de Baeo* : penca pililo.
p!iia afasia da relgiao, multa pililos pilla a ella
condaz; oa ao iiicnos, so nos .levemos assoilar, be
Saint Efienne du
r.ECOM.II.IACAO DA IGREJA DESAINT-
ETIENNE DI MONT.
Conforme as preicrspcjea ordenadas pelo manda-
menln do cabrio nr-lmpulilano do Pars, a sede hido oral mullidjo imti^.,
vacante, com dala de '. de Janeiro de lx">7. verifi- Moni. -
cou-se esta u.anhaa peas IQTinr.-,. .. re.- n>rila;.lo | Depois da iniaaa, a greja
igraja le Saml Btienm da Motil, foliad, .e-nii- Moni foi unir vez. fechada.
do la regras cioonica ein conieqoeiieia da um ai- Desde amanhaa Urca-fira, o clero das parochU.
lenla.lo sarrileao. de Pars vira'sucessivaineuie, duas vezes por da,
As J horas e meia, o cabido metropolitano, preii-1 a dez hora* da manlila ea quilra da tarde, fazer
dido pelo Sr. arre,liago de Sania Genoveva, aeom- procisscs expiatorias e cantar 01 spalmns peniien-
panhado de todo* oa caras da dtocese, ( excepriio I ciaes de jnelhossunre o luuar em que o crime foi
do cara de Saiol Elienni du Moni) reveslido das | coramitlido. De mauhaj canlar-se-ha o Miserere, o
be
pois d algum lempo, e aguardando este resultado
f-liz, um eamillho Me ferro fura cralo rom esa* au-
.lacia acastiiNiarra dos Americanos, que calumba ob--
Iruiudo os pantanos, desviando os nos, .travo-san.!,i
as trrenles costeando as montanhas, lobindo, des-
eando, sorpenlean lo, indo sempre direilo.
Depois miilures de viajantes fazem em qualro ho-
ras um Ir.ijerio que exiia lidos das com desne/ is
enormes e fadigaa inaudita)*; apenas 'lo subleva
terrores. A g'tite e-lremece, quando veos i ilhos
sol.rc as quaes eseorrega, sustentados em allu
di.'iosas por andamies mal escora.dos e
sobre um solo niovel, que as rhuvas alluem
rain devastar. -
A hora presente ja nio evin a dilQcqldade,
ve-a. vai unir poi meio de m ranal de
os dons ocanos. M. Kelly, americano de um
lir chelo de audacia e de energa se e-eha a
dula empresa. Agora esla'em Pars onde pr|
obter a approvagao pissoal n as animaret do
radorNapoleao III, qoe se inieretsa vivamenl
se silbe, por um projeclo sobre que so lem Aadien-
do, de q.i.tud em quando, duianle centenas lie an-
uos, a alleucu das estado* ni'linos ra Corl.p.i.
A semellianra do oautor Bullen, .11. Kellj qaer
que o eanal seja aera comporta* be este o sen projec-
lo. I'rope roineear os Irabalbos sobro a margim
du Atlntico, sobre a Babia da Candelaria. O ranal
encontrara' o rio Atraso cm uma distancia de li:l Hu-
illas ate a sua jancego rom o rio Truando, e u'ahi
seguir' n'uma eslensio de 38 militas ; eolu pene-
trara' alravez rio passo de K lii'rm 2 militas mais
liing., e iia' ale o o '.'all Pacifico.
Com todo, este plan, neceisila, que se considere
orna difiicuMide, Islo be um lunnel-de tres miihaa
de coinpnmento ; mas be em cealidade urna cousa
de pooea conseqoenciu, quando se cotts.dcra a im-
mensa importancia e o raracler gigantea o delta em-', Vfl* """" ro">"l* da congregara i db Ind i.
preza. I.'m canal que permiti, a navios atravessar Artigo I, emisora a fe e-tej.. cima da religigo,
o iilluno de um Ocano a outro, poopai.do dcst'ar- "*? ''* "lrc e"as "issidencia alguma verdadeira, c
le es .1 niaras e s perigo* de vlagim un lomo lo J'J" "*f'* "'' I1'1'"1 '" ""' l,ll,"> apoio, por que
e apoiam igual-
ro de Janeiro
IJlietlaa .vi/lo/./' I.
Tres or^.ios da imprrusa diana, o Carino da
larda, o Jornal do Commerrio e o Correio Menaii*
lestes qoe ni acluilidade mais se' bao dedi- DI manifeslann-sc ein .iberia opnosir.io ao lar!
do casamento de Mrruairdi Ksrih, que abjurara a
proleslaii.mo e coutrahira o s.cram-nto do mitn-
maaie com o Sr. JJaatau Uma. ,
Estas fulhas enrararam a que-la i asa | uto de
vala das eouvenicii las moraes e religo-as. em que
repaaia o futuro e a nacionalidadr ib. imperio ; na.t
enii-'iillaram ncm rc-petl^ram a lc:is!aelu da isra|
a esle respetto ; e por 'laso deaagararaai c disloca*
i lerceira ei! ..To : em tima bella lnguai firme u-i sua
i ser..' rasgado par um canal martimo. De- l!"vi'.ilidade, cheia de Infagens na sua preciiilo, es-
creyeti elle a /leligio Satura!.
Esle titulo uiiu ucculla a renovaco do vcllio sys-
b'iii.i pliilosophico rio scrulo XVIII. que seia *p-
pondo as teIlg6M positivas, romo a verdade
precon.'eib'-, ci nio o bom ssnso yo fanatismo, h-tc I r .
titi.i....-.. i....... i i rjn o laclo du aeu pimo de si ;(a Iheo uzim nara
iitr.iu ii io designa outra cousa mais da que esle com-
plexo
sacrificar a ansa wppoata, utas ronlr-lada rnnvc-
aiencia p..i.ii.-i ou d* ea^raaaadaeaaa material
para um paiz, cujas Ira Hijeas, cija le fundamenlal
e cujo fataro lie es,cn.-ialmenl falholice.
Segunde nos compre, pr.ilesl.iin-.s conlra catas
su pl.iii tais ,i,-s caraveaic acial da aal(aaa**~p* :
e palame* a Iaz-r Kgeiras repai..-. par,ir l do
omrnte uo lim do livro, romo vamos ver. j'f.iiucipio desermo- urna nar"o calliobca,c de qoe a
I rara lo cu-., plena boa fe, o plano desta t.'.ra he greja he nina soeed I.- perfetta, cm < s rararirrr-
vastoa simples, c .mprelinide lodos o, grandes pro- ae vsibilid*j*. deuaMado, de
.a,'i:i; ,.,i i,,.-.,.!!-ea e da 11101..I re igiosa, auuestaoi a .
existencia i......i..r... ., n ... ..i.i.-i......i |er*alidad a.....lolictdade.
lisi olida -' r r
lidaile, de iiti-
l!u
la nalureza de Des. eitabelerida,
nlv.a com ama ntr pides original, a
nergicaininte desenvolvida da nenmpreben- !
iiiihdade .le Utos, ama lefulaejla laminosa du pan-
Ihcisino, icduzdo a tres ionios fondameulaes r
combatida por uma dialtclica inlrcpi >a nos seus
ui-iis charos argameiitos, a der.ionstraeao da provi-
dencia, e .1 modo de aceu de Dos, que he o no-
verno do mundo, por lea g raes, o mame <** objee-
jue* lirada- da ezisleneiadojnal e I- immutabilidade
divina ; as prova- ua imiiiorlili.la.e .'aluia, urna
curiosa indagarlo do destino .i'alun depois da mor-
le, omfim, a i loa pliosopliica de im culto fundado
sobre a razan, e um esludo pioftin lo S' lite o papel
da pbilosophii religiosa na lociedade moderna eM
luda o livro.
Coll.rciu frente do livro a larga parle feila i r. -
/Ao na ii'opiia (loma, no -oro da igreja universal,
Gano llora, he urna obra de .un interesas universal
e a que ludas as potencies martimas da Europa da
America devem dar toda a eapeci* de animara-., e
se f'.r mees ario o seo concurso pre-litncso. O res-
pectivo irinmpbo comporta uma importancia ruin- |
memal e uma iiilloeiicra poltica enormes, tem um
alcance Incalculavel.
Pretenden! reun.r os ...ares lmenle par roelhor
den
or
lile
[juntaros continentes, e os Icle^rapltossiibinarinhos
pctlo lmenle dos dincreuti-i graos ie longiiudc e complelain a soecila das Isllimos. Aehamos em uma
lalilude, de manetra que nao ded'gna-se de abrigar! eorrespondeneta Ingleza, que as experiencias que de-
em sus* paginas o* menores iconleeimenlos. o |. o*tdir ita projeeio de um lalegrapho iranaai-
,,_____..j, ... laulico loram lillas rereutcmenle. e ilerain os m<-
-lezqnc na cidade do Cabo, ou e.n Bombay, pega lllores re,alt.dos. Eslas experiencias vern......mi-
li esle jornit, ah vai deparar, qne houve urna dis-1 plmente sobre 3 pontos : I- a possibilida le de
pula n'uma (averna dq (joswcl-lrceli|ue um se-1 l'ncar eommunicafe* leleqraphica*em ama disl
nhor Jones fui ismagado pur um mnibus em !!i-
minghamque a joven Belsx Smith esposara ao se-
nbor Joe 'Crner ; e aesim, anda no cnnlo mais (lis-
iante da Ierra, elle se arha em sua patria, quan.lu le
o ..Times..i
Sem embargo de que uenliuma oulra fullta lenlia
lautos annuticius como esla, loilavia nao he ella uma I ino o futuro commercial da empreza encarreuada de sauelusnea fatalmente abaurd
em'teza brilhanle sob o aspecto eoromercill. o| P-.'.* execucle.
ca li" romideravel como a que separa ierra Nova
da co-la da Irlanda ; 2. a dirnen-ao du conductor,
qu se leve empregar ; 3" un l'nn. a rapidez com
que urna mensagem trinspo* o eipicu mire o pon-
to de pailida e o ponta de rhcgnla. Desles 3 pro-
blema- que parecom ler sido re-otvidos rom a salis-
lacao romplela dos engenheiroa dependa, com ef-
felo, o bom xito desta mime
amlias nem da me-mi origem,
r:."lile-ubre a palavr, de D "-
Artigo 2, puda-se prover com cerl-za por va do
ra ,o inri, a existencia de Deo-, o spiiluilismo da
Imae libordado do I......em. A le he posterior
a ramo, .: por conseqiiencia ua pode ser iostamen-
le allegada para provar a existencia de Daos aos
all.eos. a -spirilualidade d'a'nia ai- lintel lalrsta-. e
a liberdade ao- fatalistas.
Arlieo 3, o uso da razan precede a f rom o aoc-
rola revelaran e ta fura. E lie com esle pu-
atiMli.tr. cujas farras slodesl'arle verificadas,
se poe corajosaments en marchar; mas
qoanilo arha ao rali,, do caima in eoconlra esla
ungular couclusao. que a forma religiosa e a forma
ptiili-i,piuca permanece.io sempre sen iradas c nun-
ca se alisot vean nm;.....arha.
Se, cuino eile diz, a phil.....phia m\p dispensar i
relgiao, heimpossive idmiltirquc teaqui seen-
comri a verdade, ihi nio esli er^w. lie Impormi-
veladmiltli que a pintos, pina qne tem toda- assxm-
palhias, nio deva absorver urna pe o rhri-li.iiiis'iun, ', sum"" ";l magWral
Y.tula rrudieao ie pod-r. aqu .id.lurii pala fun-
damentar e instruir en* ve leal*. Mi. re-ui.ntt I,.,
peaTgunlaransiei :
o Pode um conjuga infiel;ron-.-eifl I a* lilaila
catholie.i, conlrahii o Sa -ramelo da malrimomn
com oulro calholiee, nasvaaaeeaada o pnmeuo n>n-
juge nas Irevas da Mili lelldide ? a
Sim.
S. Paulo diz. aos r.orvnlhios no eaaj| 7* a :.e
nuil mulltir fiel taa*marida, que he iilxiH, r c-la
cnsente >m cohabitar rom ella. na*sav*JMaM
marido.
a parque o man |o infiel he laatifirad pela rnn-
Iher fiel, n a roolher infiel he sanlilira la pata man-
da fiel; de oulra sarta as vossa* lllita. n.vi setiain
limpos, mas agoaa sao sanie*.
o Porem, se *'-1irrl m Tiln, que m nlsie .'**
que, ite-e raso, ja u no-so trina ou a nosea uinaa
nao Mil > rrr. DJeiltM a' es.-t .vlH.tr *
Djesle texni de S. Piulo, seguade a ialclli.-nin
que dalle e colbe do decrelo de Gr-rian.., part. ||,
cania NWIII, quc-l. II cap.si inliUlis, |nno-
cenciu III formulen a di-riphna njuri-prn1en<-ia
que boje rege nos aanreta*; itt. \l\it. .Ii-.,i,-
tis.,-ap.o uni.e cap.Gau sanaja,
llispocm esta doulrna que, rinrialjanla ai a i.
utn de dous coujtige- i'iifi-is, c nSa < rieren lo neu-
tro col,abitar com elle ou qucien lo ...habita!, ina
com injuria .U verdadeira reMcil* ; mola ras...
deixado .. ronjuge infiel, pesaa o lirl ra-ai ron,
outru.
lia ca riotltrna da unja rvplirsda i. Ion
Cornos do direilo pontificio, iin.llanujni. i aaa
abra di BeniUrta \l\ lie
ininias rtionnes, mas
-vio nao sao menos
Times., produz na verdade
o* que sao absorvirfas no se
avulladas. *
Nao recua o seu proprietario auto Iraballi
sacrifirio algum, afira de suslcnlar esij folba
em ijue est, c I..ruar mpossive! toda a conc
cia, de modo que den, por e-.emplo, a nm
liberto distinclo duran! algUIM anuos um
livo para a inveocSo d'umprensa mecnica, diffe-
___,j,. ...- nissem eiiire ella-, durante horas ,d ,UH\,. ,., ,.,,
Male dM existentes; e alguns annos se paswrain 0 Irabalbo lu iniei romp lo. dezda* linha* snbter-
anles que elle conseguisse acabar a prensa encem-
iii-nd.i.l-., que na verdade lo evlraordrnaria pela ta-
i n ni
no po
r:, n -
enga-
itan .
un como o ehrsliansmo absorviu outr'iira a re- Syuodo IKeceaaao,lb. VI, cap. I.
o projeclo assim co- | "* l'JI- Xasle poni M. Julio Simn chega a I Qaasi todos os Irisados de Iboalogia icol vem e-l-
coitclii-nes fatalmenlo ab-nrd s. .. p iibi-opina i.ode La ... a .
coadjuv.r. relgiao, ma. nunca a deve lupplamar! '*M """*. nto aceMd* eaaataaax, De-.a
Alem das circunstancias novas em que se xao a-! \phllosophia. que alias depois de longo* seculos '' a o;.mu. he o nene saino diocesano no aaa
cliar riii exlenslo inleramente inslitas sobre que se ei"'r" se csclareceu e eresceu. embora digam o que
propunham operar legitimancenle Indis as dundas qoizerem, com os luminosos refiesos do chrisliims-
a esta respeilo, liuliam que preceupar-se com um '''-empre sera a niilriea da- espirites delicados*
phenomeno observsdo, ha alguns annos. '' Inlelllaencl rs retinad,... ao passo que o rhrislia- ;
A dimriiuieao >le celeridqde, alguna al diz-:u, .
voli.t sobre si propria dl corrale eleclrira, rb' la ''
-o
i.','-
n conduclor mi ecrla distancia, ,1'ari escla-
recer completamente eslas queaUtes, arianjaram- .-.
em uma dai principaes admiiijslrarles de ( I ra-
grapliia elctrica de Londres, de inaneira que reu-
nlelligenri
,n nipn......
mai -. -i clin
uppn i i irnar-se
laH :i aos i. neos o -en
. ; nm i obraran)
il un .:-, ..,!. mo
'' P i i, pe :. i-nos.
ui i da
pMez com que fiinecieni, ldo valido ao sea In-
toda forrada de preln. | venlor tima brllhaale reeompeuia.
Naa ie possivel ve-la coi i suas rodil e -pus cy-
lindrns innumeraveis sem aimirarlOi loo complicada
paiecc ella ao observador, aobre ludo quando est
em movimento, distribumd* sem cessar para lodos
os lados as fallas gigantescas do uTimes.o
lliipolenle para
li ii". e i seu divino
ilosophoa pi i i i,i-
in.ii e (...... iriuvii'-i .io mili lerio e ituil
nas i l..: :... lernas :
"*" .. |uida : i ni isou menaicoraeem,
raneas que runcciou.uii no- diflerinle* p mos do re- porem de ler mar. ou menos bum sem .. couiu e oa
no-anido', equecida uma tem nmaeilcnsi oda 1 nao cmliecei a nalureza huinana, brr oa i is -
milhis; desl'arle obtivenm nm fio elctrico nao u>- ber o qne pude,a plnlosoplna, equaes iscondi-
lerrompido de 2000 milba* de comprima.....ni .- Oes du seu >i .....im-'u,,.,.,.',. .; ... .. ,.,._ pspri ! lensMi :.. que na -era a lint.a Irantallanllca prep earreguemw ..- philosuphoa ..- lali.. ,-.- ., ., eica- '"a narlonali I ide .- influ m I d -.. al
la. a qo.il deve apenas ler 1640 mullas ponen mnis Inanias de De... e a.i v. i., futura ; i i-b,s em preain-
oe menos, e collocada nas condicOes de i idntico. nicenidada rcMosa, honra e |nrmnlo da natareza
[armiada la m.tallarn, os roalos nodem eo-1 humana, o mais universal, o mai
enejar. Os resultados oblidos, apezar do que os ap- todoi.
compendio de Theologia Moral e i:iemeit!ns de -
reilo eecle-ias; co, rajo lobuthi i i r-mpul- ,n .-
Mai e ii-se mazistralmestle irasali. na-
t'r-r|,., -.::-. i ba." --e.-- ;, ,., ans|S>JMaaa*
I I '" ,!l" ''' '-: n Ir i ,-ra He.
. \ III, pa:. .. '. : leR ,; |si, na
': : "' '" I : -- i lir.de lima
i-, .
Km : lo 'i pre.i.... rtn inda -. aajataaa
tambem .<: '.., que apreciene.s a ., ibes* em reaa-
a as rnnvenienciat moraes e diiira- aaaaja,
lamo n r aclaaldade, como n* sen talan Unta na
Das Libas que lomos I m13i lomaremos o lexlo
do .. Correio Mrranlil, .. p ataja* no.-pin ce o mais
ieno-0 de j a****" Oala que nao leiiham-s de arrepender-
uos por levaular a lava, qu* ancmestou oconl*
parelhos empregados liuham de provisorio e de ne-' As almas escolladas nao sao as nicas em que o' poraueo. Toniamo-ta. nos deudos limites de Halar

MUTILADO

' .
.
ILEGIVEL
*



DIARIO J-E PERNAMBUCO 9XTA PE1HA o DE MAR ^ODE 18 57
a materia em si, e nlo ele provocar personalidades,
he rara cerUme e n3o n'um pugilato, que 1109 vamos
mpenbar ; be assim qoe desojamos e espetamos ser
recebidos.
Nao lie exacto, e por iuo protestamos conlra a
assercsio cle.queem nome ila reliai.i.1 ealliolira e
busque crear proseiv los 111 bigamia, ni dissolurao
de locos respeilaveis, 110 quebrntenlo de lodos as
cunsideraces lociaes.
O rontemporaneo sem querer c em o pensar disse
una flagrante heresia. Nunca em lempo algum e
em qualquer lugar, a panuca religue de Chrislo,
nem autoridad da sua groja, que lie a eetholiei,
apostlica, romana, allrahio proselytos ao seu gre-
mio por yia de meios reprovado*. S 'en' havtdo
abusos como um, e enserado como cem. ole deve
inculpar-s e-a celestial doulriu, que lia dezoilo
aeculos alravcssa as geraees, triumpha das revolu-
cies e dos calaclysmassuciaes, e nos apparere agora,
cada vez m>is resplandecente e mais Iriomphante
pelo prestigio e pelo poder sulireuatural dos seus
dogmas e da sua moral.
t)ual a disposicAo do direilo portuguez, que, se-
gando diz o contemporneo,manlinlia a tortura
e a fogueira como meios suaves de cunverler I fe
catholica '.'--Convidamos, inslamos e desaliamos a
que se nos aprsente una s disposieao do direilo
poriiigiiez, ,e por.consequencia do lirasileiro, aceito
e recebido na lundac.au do imperio'., em qoe a tor-
tora e a logaeira fossem manlidos como meios de
proselytismo.
rrovavelmente allusao be feila ao tribunal ec-
clesiislico, encarregado dos crimes de beresia, e qoe
s* denominavaInquisic.Au do santo olTicio,deno-
minacao horripilante, que be o mole inexgotavel dos
declamadores contra o catholicismn. Itemellemos
o sonleraporaneo para o imparcial historiador da
igreja, o famoso Bohrcachcr, tambera para o erudito
llonrion, para a Enciclopedia catholica de Glaire e
Walsh, e especialmente para o Sr. Alexandre ller-
cujauo, que por cerlo nao pode sersuspeilo de oltra-
moulanismo. Uessa leilura feita com calma e de
boa fe, dopreliender. o contemporneo que do fac-
i em si, ao ponto de exageradla a que n levaram,
ai urna immensa distancia ; e que, nmil distancia,
a falsidade e a calumnia tomaram proporees mflns-
truosas.
Com o contemporneo lambem pensamos, que o
'ficto em queslAo do casamento de Kertb, levado ao
poni de these, he da niais grave importancia, c so-
breludo qneslao de moralidade no seio de milita-
res de familia ; mas olhando-o pelo futuro pre-
nbe rie inconvenientes pela nnporlicao dentes.
Se he corto que o paiz inteiro, desde o imperador
al ao ultimo dos lavradores e an menor do opera-
rlos, reclama a colouisarAo, lambem nAo be menos
certo, que toda a parle sAa, pensadora, Bel, illuslra-
da e renle desse mesmo paiz quer a inlegridade ila
religin de seos maiores, da religin que jararam no
dia da sua emanciparlo polilica, querem em ludo e
por ludo a pura observaocia das leisda igreja catho-
lica, apostlica, roraaaa, de que lodo o paiz he lilbo,
embora baja um ou oulro lilho prodigo qoe eileja
eivado dessa perniciosa coulaminaran de um racio-
nalismo eslerilisador.
Sempre qoe se falla era colnnisarao estrangeira,
os homens pensadores, os horaens que esludam o fu-
turo que lem penhores que llie slo caros, penlio-
res que lem de experimentar a accao das boas ou
mis inslituiciJes, das tas ou pestilentes .loulrinas
que agora fondarmos ou emearmo, eses horaens
iremem de receio.
Sabemos que vamos provocar orna estridente, e
descomposta gargalhada contra orna llieoria de colo-
ni-ac.n. de que somos, se insensatos partidarios, pelo
menos sinceros e cordiaes, Ouerci colnnisar o paiz '.'
Com vosco remulliremos essa-necessidade.
Mas "queris que essa colonisarao inllua na na-
coniidera o vinculo conjugal clandestino como per-
feito concubinato.
ti aclual sunimo pontfice na sua carta au re d.
Sardenha, e que traduzmos e copiamos no n. :','.! da
Semana. >> lie mullo cxplicilu a este respeilo : ;
sua deeitlo be a doulrna'eorrente da igreja, ecomo
tal m deve respailar.
Disponha o poder civil; decide o sabio ponlin.ee,
lisponba livremeule dos elTe'los civis provenientes
das nupcias, t deixe i igreja regular entre chrislos
a validado dellas.
A hx podarse supposta pelo cunlemporaneo. de vi-
rem as pessoas reaes de diversos lisiados protsten-
les, e nao seren receladas no palacio imperial, sob
o pretexto de seren conculmiados, nao nos parece
ler tpplicargo para o caso verlenle ; mas sempre
diiemos qot nos pan raaas dos monarebss calho-
leoe as familias dos monarchas protestantes serilu e
deverln ser rercliidas como familias legitimas, mas
pcranle a igreja catholica, que comidera o matrimo-
nio como Sacramenta, easai familias sai considera-
das imperfeilas, porque a igreja nao considera as ge-
rareMaa civis. lie pois noaso parecei que o casnnten-'
lo de .Margarida Kerl, por isso que f)i clandestino o
primeiro matrimonio, lie legtimamente coiilrabido
a face da igreja e por ronsequenria face dos esta-
dos calholicos.
Oue o Sr. hispo do llio de Janeiro, Ipplicsndo a
este caso a uispensa especial que 1be conliou o sanio
padre Pie I\, abroa segundo o direilo da igreja e
segundo as suas conveniencias que, be fura de du-
tlda, devera prevalecer is da colunis.iru deleitas
dissidcnles.
Qoe, linalmenle, be mais impnlitico c perigoso le-
vantar orna celeuma conlra o direilo da religiAo do '
Estado e faculdades dos seus ministros, julgando
nullo um matrimonio clandestino do que a applica-
cao desasa leis a um fado solado, e sem ronsequen-'
cias, de que possa rceeiar-se.
/-'. M. Ilaposo de llmeida.
(lia Semana do Kio.
ASSEMBLEA LEGISLAIIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Seas 10 ordinaria em 10 de mar90 de 1857.
/'residencia do Sr. Ilnro de Camaraailie.
ORDEM lio IIIA.
Entra em primeira diseotsslo, o be sem debate
apprnvado o projeelo n. S de '1835.
O .Sr. (.'. Citimariics icqucr a dispensa de inters-
ticio para ser dado para ordem do dia seguinte o
projeelo n. S.
lie approvado o requerimenlo.
Enlra em segunda disesusHo o projeelo 11. tl) do
.uini pastado, que approva o compromisso.
lie approvado sem disrussAo.
lie lambem approvaito sem dbale o projeelo 11. |
Continua a segunda discaasao do art. I. do pro-
jeelo n. 1/ .lo auno passado, sobre a crearlo de
urna escola de commercio, o qual Picara adiado da
anterior tselo e rom a palavra
O Sr. Suuza Carrallio .-- Nao reslitoio o scu
discurso, i
1 Sr. Somm f7artvil/io : Nao devolveu o scu
diseuiso.)
O Sr. Se* l'ereira : Principiara dizendo, qoe
son inleiranieiil opposlo a opmiAo do nolire depu-
tado qoando claasifica as eomsnissOes de aemilerios,
aonde van morreros projeetn. que IhesAo remeltidos.
n.lo s pela nenhiiiiia siiiiilituile que descubro, como
porque 11A0 me cnnsla que esislara remtenos, para
nelle se bir mnrrer ; os cemitenos sA para os de-
fuiilos,e quando bein organisados c com boas condi-
ees. lem restituido a vida a mais de urna pessoa
qoe sem ellas teriain morrido : ora se o nobre ds-
puladoqoer comparar o liin dos crmilerins com os
das cominissoes, hade concordar que das commisses
so 11A0 vollam os projectos defuntos ; assim como que
projeclossem una forma regular e que l.riam de
morrer, lem sabido vivilic ido das commissries, devi-
do isso soineiiie aos seus esfireo'. I'ortantn eu nao
emendo que as ccwdmissdes lenham esse deleito que
o nobre deputado Ibes nota
Agora. Sr. presidente, entrando na diseoto, ve-
eionalidade, na inlegridade, no espirito publico de I J 1ue "ol>"! deputado nao fez rigoroso estado so-
asa grande naca,, como tem de ser o Brasil, enlAo | Z^SfSlH^ u" ^"'^ ""' ""
'es-e iiavia itc ver que se lhe deve dar urna me-
orge lomar por ponto de partida a unidade, a inle- I Ihor forma.
gridade, a nacionalidade e o espirito bsnefleo da rc-
ligiAo ealholica.
Mas, nos dirao, da Allemanba he que lem de nos
vir os breen., e u la podemos obler esses bracos nos
sectarios de seitas dissidenles.
Lm dos primeiros ilefeitos que eu nilei, foi n >
ler esse encjannos marcados |>,ra o seu esludo, o
que nao he objeclo de regolamenlo vislo que esl
pode marcar um siuio. dous. tres ou qualro ; pata
lie, mas eu nao concordo que se d es-a smpliludr
na autorisacAo para o regulamcnln.
Pois ainda nao estis escarmentados da rolonisaco .''m 'ogondo logar nolei, que as daos cadeiras alo
alleinVi'.' A colonia do lineaba 00 senador Vergoei-
ro, que lem sido lomada por modelo, que lem sido
um continuado foco de insubordinarlo, que ainda
ha dias, pela decima vez, se pronunciou em forma
contra os proprielarios da colonia, nao deveri dar-
nos om exemplo frisante e irrespondjvel dos ineon-
venisules que temos a esperar de um pessoal que.
alcm de nao se poder ageilar liugua, aos coslumes
e ss leis do paiz, professam seitas reprovaas, e que
estao em completo antagonismo com a religiao do
Est.do
Eis-ahi ai pois a nossa theoria, o nosso program-
ma de colonisacAo. .
Se dos seis mil conlos, qoe lao generosamenle se
Vntaram para a colonisacAo, nos pudessemos dispor
da sexta parto, a nossa Allemanha seria P.oma. Abi
supplicariamos ao sanio padre e aos geraes dos Je-
sutas, dos Cspuchinbos e dos Franciscanos, algu-
mas dezenas de missionarios; e depois de aporlarem
ao nosso litoral c de nos rirmos muito e muilo das
suas barbas, das suas sandalias, do grosseiro borel,
do seu fanatismo intere-seiro, mis os manda-
riamos em diversas direcees do interior do paiz, s,
sem mais soccorro, sem mais aoxilio do que a am-
pia liberdude da sua f e do seo zelo apostlico ; e
nos vos juramos-que, ao cabo de dez annos, esses
frailes do que nos ludamos rido, nos dariam dezenas
do aldeas com militares de pacficos cidadAos. com
umitas e muitas leg&as arrntcadas e cultivadas. El-
les fariam com o seu crucilicio o que nunca farle as
espadas de generaos subjugadores, elle coma pala-
vra, cheia embora de barbarismo de lingo.igem, mas
ungida da uncAo divina, conseguiran-i o que nunca
ha de conseguir a aclual le das trras e da colo-
nisacAo.
Agora que ti liaveis lomado fulego da risada que
vos provocamos, permilli-nos que prosigamos.
Ha com effeito liherdade de culto no Brasil, mas a
raligiAo do Estado he a catholica, apostlica, roma-
na. He essa a sjue predomina; be essa a que acla ;
ella pode attrabir proselvlos as seitas dissidenles,
sem qoe por isso n,corra n'um crime'; mas as selas
dissidenles nao poderao fazer oulro tanto para com
os ealholico). Em vez de reprovarmos, eslranhamos
e sentimos que o clero nao esleja as circunstancias
de chamar, pelos meios pacficos da palavra e do
exemplo, nAo so aos dissidenles, mas ate os renles
Iransviados do abrigado aprisco da igreja.
Oxala (pie o nosso sacerdote pndesse exercer a
missAo apaslolica (o que esperamos succederi em
breve, convidado ou obrigado ; mas nao esla elle
neslas circumstaucias, e por isso he injusta a allnsao
do contemporneo, quando avauca que elle pro-
legendo paixes destegradas, e iproveilando-se del-
las, zomba das leis do paiz e falsea r.s contratos do
Koverno : o pobre clero brasileiro zomhar das Jis
do paiz e falsear os contratos do governo '.'... llave-
ra declamacao mais Hagranteniente injusta '.'
E entendarho-nos a respeilo dos deveres do padre
em relacTto ao Estado como sacerdote. No scu estado
natural da homcm e cidadao, o padre est sujeilo :i
eonsliluicAo do e-lado civil ; mas como ealholico e
avam dentudas (10 proj-. 1 1. porque diz elle as-
ne^criptiiracAo; por priidas dobradss, apbliea-
eslavam deliuidas
sim
3o do calculo as operae-s commeiciae--. gcogra-
phia e historia do pommeicioqtial de-tas materias
pertenee a urna cadeira, qual a oulra, he o que nAo
esl definido,ainda nveamo que se Junle a eonjunc-
cao e coma diz ora dos nobres dcptitados que esla
em frente n3o tica assim definido, lauto mais quan-
lo.eomo o nobre depulado lia de notar lambem o en-
sillo da Matarte: do commercio deverii estar ligado
ao ensino da cadeira de eseriptaraclo commercial.
do que ao da de geograpbta. NAo apoiadosJ
A historia commereial traan da serie de cam-
mercios de om paiz, e que desenvolvimeiilo turnara
esla industria, nesla ou naquella po-a ; a geogra-
phia eommercial pelo contrario, trata dos paizes em
qoe se di este ou aquelle commercio pela sua pesi-
c.o lopographlca, pela industria th saos habilanlc
pela nalurezado sido ele, he muilo difireme pois
a geographia eommercial la historia eommercial.
Paranlo se esle projeelo fosse a urna commissAo que
eslivesse ao ficto de-las qucslcs, sem duvida ne-
nhonta aconselltaria a cas., qu'e a historia do com-
mercio fosse separada do ensino da geographia eom-
mercial.
O Sr. Souza Canalhn :Eu nao pens como o
nobre depulado.
O Sr. fia' l'ereira :Porlanto. nAo estando defi-
nidas as duas earlrirae, e as materias que lhe devem
corresponder estando confundidas, julgo.que se deve
propor algitma altera(Ao.
Ainda outra quettao.
Disse ja que ess^s duas cadeiras cu esse curso nao
be de uliliilade, se a le eslabelece que os individuos
que a frequentar D80 licam habilitados para o com-
mercio 011 n.lo leem-titulo de liabilttac.lo ; he isso o
que se deduz dn art. .V onde se diz que ni os que,
alem das materias deseas duas cadeiras, souberem
ccooomia DOlilla e lucilo eommercial lingiias le-
rao um titulo de habilitados : logo os que nAo live-
rem esludado essas materias, nAo asilo habilitados
nos estiidos commereiaes.
/JH .Sr. Deputalii :Segue-scque nao lem o di-
ploma.
0 Sr, Sa' l'ereira :O diploma indica que o in-
dm Iuo que o pjMsaa esta' habilitado, logo u que o
nao liver, be juntado nAo habilitado ; be por isso que
disse que me pareca haver urna conlradtccAo entre
o art. 1- e o .">-, porque o I- jolga bastante as duas
cadeiras e julga o individuo habilitado; o ."> diz o
contrario, porque elige economia polilica, direilo
eommercial c at lingua francesa c ingleza.
r'ailei lambem no art. i- que exige o exame de
lingua e lilteratura nacional, algebra e geometra em
referencia ao I- c me parece que ha una su-
perabundancia -, porqne'tendo o individuo conheci-
menlos de algebra e geomelria, saliera fazer as appli-
caces do calculo ao commercio, sem precisar tuna
cadeira especial, como exige o sea artigo.
\r prtanlo V. Exc. que seas roiulias observacOes
permatiecessem, e que se o nobre depulado estud'as-
sc bem o projeelo, me fall jos'lira, apoiando-as
lambem.
^ Eu di-se (amlieiii que dgava mao qoe se prefe-
rissem para os cnjireges ..j tbesouraria provinrtal os
individuos,que frequeiilas-em as dutis cadeiras I ou-
tros quaes qoer individuos devidameule habilitados.
Todo o mundo sabe, que nos cursos sempre apa-
recer capacidades maiores ou menores ; que indi-
viduos ha que pela sua posicao, pelas suas relaeoes
e pela sua moral, sAo approvados s-m que eslejam
muilo haliililados nos cur-os que Irequenlaram ; e
he provavel que oulro lauto se d 110 curso eommer-
cial : e neslecaso como preferir-sc laes individuos a
outros que se propeni a mostrar suas nabililaefies
Eu achava pais que conviria que esses individuos
solTresscm exame alini de vr-e, se esla' ou nAo no
caso de seren adinilulos aos empregos pblicos, e
"'-" -"-'' 11,.,a vvillll tdlUOIICO C .----------- -----...... "---- -...,-.^_..- ,....,....w, r
como minislro da igreja, elle lem urna coiislittiicAo I!'*V ***"T*e* ocmia, qoe no obslanle
;m-r,.. i ,- ."*"" lerem os prelei.deutes a qualquer radeira. nina car-
r um imperante sobrenatural. Como os c.dadaos em la de barbare! soflrem com lodo om exame ; o mes-
rclaeAos autoridades, como as autoridades em re-
laeao aos presidentes de provincias, como os presi-
dentes de provincia em rclaeao ao imperante ou ao
poder infallivel supremo do Estado, assim os liis
era relac.io aos Inspos, assim os bispoe em relarao
ao vigario de Chrislo que, como scu rcprcsenlanle,
he arbitro supremo e infallivel da doutrina da
igreja.
SAo esles os principios elementares, nao so da
Ideologa, como do direilo cannico e do direilo pu-
blico ccclesiaslico, mas anda os do catbcrisnu ea-
lholico que aprendemos ou daramos ler aprendido
na escola.
O contemporneo chama ,'a aliento do governo
para o faci em questao. E o que e o como pode
nislo influir a aceao puramente civil do governo'.',
iNAo sao as disposieocs cannicas e Ibeologicas que i
cima citarnos, n direilo constituido c aceilo da |
igreja '' E nAo be a igreja urna sociedad? '.' Y. pois
com que direilo um governo qualquer pode iinpor '
ou obrigar a oulro a aceitar urna legislaran de sua
conveniencia '.'
Os estados c.lboHcos esle na igreja e nao a i-reja ; millirfl"qee vil 'nwstrTndo' alaus^eWlM'* ora'
110 Estado. I.evar-iios-lua muito longo o descnvol- \ |tclo : vislo que a (speranra que nutlia, ds que elle
vimcnlo desle principio, que he pr..ie........ na( "" fommi'sao do instrurrAo publica, esla' per-
nossas faculdades de direilo; mas se para liso no.i"''!? .......
, I r;ila-se do art. J.. o qt.-.il dn que ca.l. um in
emprazamos. fa-lo-bemos como pdennos. 1 nIrif,.res deltas materias lera' m c.,, "..,_
O ealholico su considera valido o m.ln.nonio co- IlllCMtS mil r (le urtel]aan. So arl. eMA?,_
m sacramtnlo ; futa do sacramento, o ealholico | dicadas as materias, que sAo .- escrlpluracAo com-
ino se devera exigir para a llu-souraria, lima prova
de habitarlo lie paranlo neeessaria.
') ^r. I!, de Lacerda :.Mais que o diploma '.'
O Sr. Sa' Pereira :Embora baja um diploma;
0 patronal* pode ler concurrido para que elle fosse
(lado, nos cur-os dAo-se mu tos.
lia um apeale.
Poramestas as nimbas idea- ; ,< nolire depilado
Ciimprebriuleu-as mal ;omeu voto he que M cu
um cur-o de eommcrcto para a mocidade (pie se de-
dica a esle ramo de vida, na qual se conla Brande
numero de pes-oes em diversas pc.siee-; por?in lodas
sem conliecimenlos especi.es ; e cuino 00 projeelo $'
iinti-im estas larunas, desejava asiles que lusse elle t
commissflo de inslraccAo para refondi-li, i!n que
apre.-eutar un oulro em -ubslitnie.lo ; respeilo mili-
to o irahalho do sen nobre aolor.
Encerrada 1 discassi e poslo .1 votos oarLI*
lie approvado, leudo silo rrgeitado previamente o
requeriinenlo de adiamenlo.
Entra eti diicosso o art. :
Vo a mesa apoiam-se as secuinlos emendas ;
Em lugar de um cont (rquinhenlos de ordenado
Idiga-seum eunlode n.i- de ordenado equinhen-
K;s mil rus de gr.ililicaro. S. K.A. d'tlliveira.
Em ve/, deialcrias, diga-sec.deiras.Macha-
I do da Silva.
mercial, applicatao do calcla is operacoea eom-
oiernae- e geographia e historia do commercio.
(i Sr. Amarim : Mes diese que llavera'duas
cadeiras.
O Sr. Sn,,:a Carcalho : Pois enlAo o nobre
deputado podo acrescenlar liara cada una das
cadeiras.
O Sr. Sti Pereira :- Eu nao quero emendar,
apenas quero mostrar algumai ronsas qoe nao sao
regulares, e que po tenain *er melhor organisadas.
Eu j.t disse, nao ;ie opponho ao curso do com-
mercio, mas qui/era que fosse elle organisad de
outra tnaneira : nn rtico em dueuasao, deseabro
e-le riiibaraeo, e do o corrijam.
Val a masa, lie leda c epoia-ta urna emenda do Sr.
Sa l'ereira.
Encerrada a discamo, lie a artigo pesio a volos,
c approvado com as emendas.
Entra em discussfio 11 arl. :[
11 Sr. Xa Pereira : Sr. presidente animo-ine
anula a roiilinuai a lazer algvinas coosideracoes ao
projeelo, abm de ver n elle inelhora de forma :
visto que, como ja dis.e, cabio o requeiimutu que
o levava .. cummissao .le insIrnccSo.
llnei, Sr. presidile, que nes'te artigo :!. ha urna
stiperlluidadc, e me parece que se deveriam exigir
musas mais importantes para o ensino do commer-
cio. Eu nao sei, Sr. presidente, se pode haver nin
homem versado em lingos e lilteratura nacional
que nao seiba caligraplna. Caligraphia he a arle de
esrrever cerlo, mas saber lillcrattira e luigua nacio-
oal sem escrever certa, he o <|Ue eu nao emendo,
porlanto cxigir-se caligrapliia, lilteratura e lingua
nacional be tuna redundancia.
(I nobre depulado sabe que o Irabalho do com-
mercio interno, no que diz respeilo a escrioturacAo
he fanl, he muco ; oulro lano nao se da' no com-
mercio eslrangeiro, o qual exige mais Irabalho pela
diversidade de lingual ; c be sabido que sem o co-
nbeciiiieiito da lingua Iranceza ou da italiana, ps-
eos passos se podeni dar as relaeoes conimerriaes
Ora aos individuos que vUe applicar-sc ao commer-
cio exige-se lingua e lilleratura naribnal, entretan-
to que se Ibes nSo exige o conliecimenlo da lingua
fraoceza, lingua qnasi universal, e que entra ale
na educacao primaria Paranlo, parece que se de-
via exigir o conlieeinieiiio desla lingua, nAo s pe-
las relaeci.-s comiiierciaes. como pela faeilidade de se
obler muda instrurcao com o conliecimenlo delta :
e neslc sentido pero que o nobre depulado mande
una emende^
O Sr. Sonsa Carralh'i :NAo vollou o seu dis-
curso.)
\ai n mesa 1 seguidle emenda, que .heapoi-da :
tapis de geomelria, diga-te, e traducir francez.
'tarros de l.acerda.
Entra em discusso o arl. !
i ai a' mesa a segunde emenda, que se apoia :
Supprima-se o arl. I.Rege Barros.
Mohaveodo qaemlome a palavra, 'sulimcllc-'e
a volelo a emenda suppretsiva, que lio piiro-
vada.
Entra em discussAo o arl. .">.
O Sr. Sa' l'ereira : Sr- presidente, vu V. Exc.
e a casa, que segundo a ledra do arl. .">, aquclles in-
dividuo* que Ihcrcm esludado as duas cadeiras in-
dicadas no arl. t; e cursado as aulas de direilo eom-
mercial, economia polilica e fi/eiem exame de fran-
cez Cinglen, oblerao o diploma de habilita los em
estudos cominereiaes : pcrguula-sp, f,', rom esses co-
nhecimentos te pode dizer que um individuo se acha
h diilit :1o em estudos commerciaes, por cerlo que
ninguem o dir' : porlanto o termo habilitado em
commerciohe improprio para exprimir o que quer
a iei ;deve-se antea dizer obrera o titulo de guar-
da livros. m
as diversas operaees do commercio, as dill'e-
renles especies de industrias, cada objeclo lem seu
leiino proprio e rada colisa pds ser utilisada para
ajudar a forja do homem : lie importante coiilteccr
seus iiomes e seus usos, para tornar fcil sua arqui-
sirAo, alenla sua vaniagem : c a esle grupo de ro-
nbeeimenlos se da' o nome de leclinologta, be elle
imporlanli-simo para o commercio e por isso deve
ser exigido.
Agora, *ir. presidente, chamarei a allenrao da ca-
sa para outra questao.
He justo que um homem qu se applica ao com-
mercio, tnba cotilieciinenlo de ludo que se refere
.10 commercio ; mas se esses individuos forem ouvir
um auno direilo eommercial, se jalearlo por isso hi-
bililatlos em urna materia, que lem relaeao rom as
nutras partes do difeilo'.' e que exame far'o '! Dese-
jaria ouvir os nobres deparados, que na malcra sao
profes-ionaes: jalgo 11A0 ser islo |iossive!.
Sr. Ijicrrda : lie poetlvl.
O Sr. Sa' l'ereira :lie parece que nao, porque
110 direilo eommercial se apreseolam tantas quesles
que lem relaeAo com as oulras parles do direilo, que
nao he possivel exigir-se qu um individuo que ou-
vir um anuo, faca exame em quesles importantes de
direilo. Entretanto que nao setexigcm os conlieci-
mentos, tan importantes da l'chnologia.
O Sr. Amonta: Mas nao temos ca eir dessa
SCielleia.
O Sr. ja' Pereira : Qaemlo for na lerceira dis.
cussA 1, quando tralar-se de dividir as materias co-
udas no primeiro artigo, pedire este ensino.
Sr. .imorim : I ma ternera cadeira ?
(I Sr. Sa' l'ereira : NAo Sr., mas sim hiende
parto de orna dellas.
I'orlauto. ja' ve V Exc. que o diploma de habili-
tado em eeludoi commerciaes nao be mu eenforme;
que, alem drssas materias, mullas faltam ainda para
ter-se conbecimentot eompletot em commercio."Eu.
porlanto, pedera aos nobres deputados que muilas-
sem esl-.lermo de habilitado em commercio para o
de guarda livros. que lie niellior e mais significativo.
O Sr. l.acerda : Diga-se diploma da pouco ha-
bilitado.
O Sr. Sa' l'ereira : Vqu lambem vera ainda a
preTerenca para os lugares da tbesourana. Creio
que esta idea ja' cabio...
O Sr. l.acerda : Se a' se cxigem ennhecimen-
los de direilo, de economiapolitica, Sr., para que
mais um examesinho '.' ,
O Sr. Sa' l'ereira : Sim, mas na thesouraria se
exige lambem conheciineiilos de linancas.
O Sr. I'.pnminonrias : Nem na geral,
O Sr. Sa' l'ereira : ileqtiaoln lenlio a dizer
sobre o an. .*>: e resiimiiido dire, que as provas de
conliecimenlo as materias desle artigo, com as pro-
vas do primeiro, augmentadas dos couhecimeiilns
teclinologicos, darlo o direilo u um deploma de
guarda livros.
Vai a rr,esa' e apoiam-se as seguiutes emendas :
Em lugar de lugares da thesouraria, diga-se las
reparliees de faienda previneiaet.lipnininnndas.
Supprima-se a preferencia, para os empregadpi da
(liesouraria..1 Cacalcaui.
O Sr. Amorim : ir. presdeme, 11A0 be por
modestia que multas vezes deixo de tomar parle as
disru.ses desla casa..
o Sr. S l'ereira : Apoiado.
(I Sr. Amorim : ... be sun porque pouco aros-
lumado as lides parlamentares, recelo do fatigar a
alleueao da ca-a e dos meos illuslres collegas
t'elo que acabo de di/.er a asscmbla lem piovas
evidenles te que nAo procurare! despertar em seu
espirito a conviceao dt^boiidade, (fe utidade do meii
profecto ; naVa mais farei, senbor presidente,do que
apreseatar os meos argumenlos de una forma clara
e concisa, .le mentira que esta assemblca posta pro-
porcionar a provincia um dos inelhorainenlos que
eu coniiaero de grande necessidade.
. Pareosme (|oe o noble deputado irapugnnu o ar-
tigo "1.0 do meu projeelo,porque 11A0 jul_ga suflcieules
os estados que nelle rao consignados.
Eu nao leudo pretenees de ter preparado um
projeelo com todos os requisitos neressarios, in'as
me parece, senil r presidente, que leudo o nosso c-
digo do cammercij instituido tribiinacs aonde os ne-
gociantes sAo chamados a lunccionar como seus dele-
gados, irlbonaes que boje fonecienam sem homens
que lenham conbecimeuiu algiiin do direilo eommer-
cial adquirido em urna escola, mis fazemos algoso
bem a provincia, se nal ililarmos o nosso commer-
cio a poder apparecer nesses Iribunaes com alcguus
conliecjmenlos, parece-me, digo, ser um passu dadu
para a sua prusperidade.
Eu nao d. va entrar na apreciacao dos arl'gos (|je
nao eslao em discosslo, mas de alguma maneir.i
ai bam-se cllcs ligados com a materia que se con-
ten nesle artigo, pnris*o 11A0 posso dcixar de f.izer
algumas consideraeoes solire elles.
Ilouve lempo em que,para ser negociante em nos-
sa provincia, basi.iva sab.r ler, escrever e ter fracos
eonbecimentos de conUbllidade....
O Sr. Su l'ereira : E mesmo sem so.
> Sr. .luniiim : ... m,s boje os tempos mu-
dariun : os dados e-lali>! eos e o relalorio do Sr. pie-
sidcnte, Oemonslram que o commercio de l'ernam-
buco tem lomado proporees muilo glgantesras c he
preeitu que nH marchemos a par das oulras naciies
lAo eivllisadat como mis somos, por eonsequeaeis
quando eslabeleei os estados que sj consignam no
I. artigo do projtclo, foi por que esses individuos
que boje exeieem o commercio sem ler conlieci-
menlo neiibum.e por attim dizer apenas saliendo ler,
escrever e contar, toubeseem ao m-nos ascriptorai
leus livros por partidas dobradas, soobesMn orgaui-
sar os s.'iii, clculos sobre cambios, soubessem atuii-
ma roma de g'Ogrsphia eommercial ele. Me pare-
ce que islo sempre sepia urna vaniagem gratule da-
da a esses individuos.
Iloje, tenhor pretidenre, qoe mis vemos a cada
piso insiituir-se um eslabelecimento de crdito,
que, por assim dizer, snrgem a cada momento as
r mpaiiliias de seguros immensas empresas aonde
esto envolvidos os uossos capitaet, he oecestariol
lambem que os nossos negociantes edqoiram alga- I
mas noe.ies de ecunomii poltica, que tus prepara-
remos por estudos superiores, para gozarmos das
vanlagens de estabelecimfoloi tao importantes.
O nobre depulado aehoa deteituoso > mea projee-
lo, porque no I. artigo nao exigi o conliecimenlo da
lingua francez. Eu quiz facilitar estes estados,
qiti que iis 111 lvida, s que lioje por a-sun t/.er nao i
lecm conheciroi nlo algum, llvesaem algumas noeles i
d esciiplur.iclo, de conlabilidade etc., c por islo 1
nao quiz| tornar mais difllcallosa a edmissio des-
ses individuos nts aulas : he a razAo porque nao es- !
Libelen o estado ds lingua francez 1, mas a'milli al
emenda.
lia maneira poique 110 projealo se exige o estada
das lingua* Iranceza e ingiera, nao lie nal, ir.i-
dnztr, be para fallar correctamente cst,., nous 1 di 1-
11111 la. neeesserios boje em qu as nossas relaeoes I
com essas narres lio esclarecidas, van de lia em dia
augmentando. Quero que nos habilitemos a entrar
em concurrencia e m ot estrangeiros. porque boje
qualquer casi etlrangeira faz vir um moni do se,,
paizeom grandes ordenados, pira poder escriptaiar
os livros e de cerlo ells as nao msndariam buscar se
enconlrassem lilluis do paiz com as......mis habilita- 1
jes, e que servtriain por muilo menos, mormeiilel
Ihor disposl
materias co
Sr. presid
agora qua.todos receiam os estragos do citolera e da
febre amawlla.
l'.u, sensjnr presi Irador da MlsBcia, de cuja illusIrarAo esperava ma-
nara o t'om dcsenvolvimenlo das
s no projeelo.
e, sAo estas as poucas reflexoes que
mu perfunctoiiamente me forain soggeridat por esla
discnssle e espero dos meus honrados collegas des-
COlpa por ler abusado da sua paciencia.
" Sr. iMrerda : Oppoe-se a preferencia
para os lugares da Ihesourarta, porque acarretaria
essas (lispi.sirfTcs trilles eon*eqnenelta; mas en-
leude que se ,ieve dispensar u exame, por haver
nacesaidade de algum incentivo, que anime a con-
currencia das aulas, e seren os prelendenles j.< exa-
minados nenias materias, rila algara exemplos em
poiodestl sua assercAo.
Vai a" mesa e he apoiada a segninle emenda
Em lugar de sero preferidos, diga-se : licarao
dispensados do came para serem empregados as re-
parliees provinriaes dd fozenda.Ilarrut de La-
cerda.
Encerrada a disenssao e posto a volos o artigo, he
approvado o artigo com a emenda do Sr. Epaminoii-
dst e regeiladot as de man.
Enlra em discussAo o art. ti."
He approvado sem discussAo.
liada a hora, o Sr. presidente designa a ordem do
dia, e levanta a ttalo.
Scssao ordinaria em 17 de narco de iS.">7.
/'residencia do Sr. Jone Pedro da Silva. '
Ao meio-dia, feili .1 chamada, presentes lscnho-
res depulado, abre-se a sessAo.
He lida e approvada a acta anterior.
O Sr. 1." Secretario da' cunta do segtiiule
EXPEDIENTE.
1,'m requerimenlode Jos Anacilo Ha Silva, san-
gra.ior. pedindo um quota para ir a Pars aperfei-
eoar-se na Sua arlesA' comiiusan de petiees.
dem dos empiegados do cerailerio, pedindo ang-
mento de vencimenlos.A' commissao de orde-
nados.
dem de Joao Francisco Antunes,arrematante da
illuminacAo de Olinda, pedindo a prorogacAo do
scu controlo por mais (i anuos.A' commis'sAo de
petiees.
dem de Joaqoim Cavalcanli de Allmquerqae,
propietario do engenho Caulista, pedindo orna pro-
videncia, para qoe sejam conservadas as porleras,
que resguardam o cercado do seu engenho, e que
roram mandadas arrancar pela repartidlo das obras
pohlicas. A' eonuaUsle de obras publicas.
lie lido e julgado objeclo de deliberarAo um pro-
jeelo do Sr. Ignacio de Berros, alterando' alguus oos
arligos do regiment.
O Sr. /.i: FHippe juslilica c manda a' mesa o
seguinte requerimenlo :
liequeiro que o projeelo seja remetlido a' com-
Itslo de polica, para iilerpr solire elle o seu pa-
recer.Luiz l'ihppe. i>
llepois ds breve discussAo de ordem solire o des-
uno do projeelo, em que Inmarnm pane os Srs. I. de
Barros, Antonio Cavalcanli, Silva Braga e l.uiz It-
lippe, poe-se a volos o requerimenlo, qoe he ap-
provado.
Vai a' mesa e apoia-se o seguinte requeri-
menlo !
" liequeiro que se pee;* ao Exm. presidente da
provincia informaees sobre o acude de Bom J>r-
dira, cuja planta foi mandada tirar pelo engeiiheiro
Francisco Bapliael de Mello llego.S. B.lionral-
ves oimarHes,
O Sr. I.ui:. FiUppe pedeao honrado aulor do re-
querimenlo expliraces sobre o mesmo.
O Sr. <;. Gtn'mare explica os motivos que o
ohrtgaram a apresenlar o reqoerimente, e im segui-
da be posto a volos e approvodo.
He lidn, julgado objeclo de deliberarlo, e manda-
do imprimir o projeelo que lina a tarca de polica
para o ajine seguale, concebido pela forma seguin-
te, e hem assim o voto era separado do Sr. Flo-
rencio.
" A astembls legislativa provincial de l'ernam-
huco decreta :
" ).'-' \ ^"'1 P0'"0*3' para n anuo linanreiro
de 1857 a 1S."i8 constara' de qualrocenlas praras,
com a organisacAo prescripla pelo regulamenlo'dc
2 de dezembrn de 1853 ; pudendo, em circumstau-
cias eitr(ordinarias, ser elevada a telteentaa.
Arl. Cada urna das praras de prel lera' mais
lili rs. diarios sobre o sold, que actualmente
vencen!.
(i Arl. 3. Os ofliriaes perceberao mentalmente
mais ama gralilicacao addicional, a soher : de 21
o rommandanie, de 159 o major, de I2j os cap!lies
e de 10? os lenles e alferes.
Arl. i. Os offieiaes destacados lerAo as metmai
vanlagens, que leriam, se eslivessem recolbidos ao
corpo.
Arl. .">. Para o curativo das pracas enfermas se
observara'o disposto no arl. 6 da lei provincial 11
259 de II de junbo de IH5I.
Art. 6. Fica anlorisado o presidente da pro-
vincia a aproveilar-se da disposieao da lei geral de
bxacao de forras de Ierra de i.ide jolhu de I81,
qoe aulorisa o governo .a conceder a'provincia o
numero conveniente de recrutas para preenchimen-
lo dos corpos de, polica.
o Arl. 7. Ficam revogadas as leis c disposicoes em
contrario.
Paco da asscmbla Jegislaliva provincial de
Pernambuco 1(1 de marro da 1857.Antonio Jos
de Olivera.Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.Florencio Jos Carneiro Monteiro, ven-
cido.
o A assemblca legislativa provincial de l'rnam-
huco decreta :
Art. I. nico. A forja policial para o anno -
naneeirs de 1807 a iSVs sera' de seiscenlas pracas,
Picando derogadas as disposicoes em contrario.
o Paro da assemblca legislara provincial de
Pernambuco 17 de mareo de I8.">7.Florencio Jos
Caruciro Monleiro. o
l> Sr. II. de l.'f-er-la uslili.-a o seguinte reqoe-
rimenlo :
o Kequeiro que o projeelo de forca policial va' i
commissao de ornamento provincial.Barros de l.a-
cerda. o
O Sr, Theodoro Silva
menta.
I so, se a impiedade de seos inestres Ibes nao uzease
1 descrer das penas e recompensas ; be misler que os
pas to familias auxilien! essa acc.lo civilisadora do
nosso governo ; entregue a' sena pruprius recursos.
elle sem o concurso poderoso 'dos cidadaos, podera'
fazer alguma cousa.mai fara' cerlauenle muilo pou-
; co em Visls do que he preciso. Os pas de familias
' se nao coubecem o estado de moralidade de seus li-
lho, 11 uciiiom conlicce-lo, e se nao ignorara, corri-
Ijam-nos. A moral publica ganliara' com isso, e o
! governo e vossos lilhos vos agradecerlo.
I Parece q>ie as reclainaroes que temos feilo 1-
j cerca de alguns abusos, vai echoaiulo nos ouvidos de
quem pode preveni-los, lano que, segundo nos
j consta, algumas riledidas se tem lomado, acerca das
carnes verdes ; se |assim he, congralulanio-nos por
haver de algum modo contribuido para e ramenln da povo. Assim fosse allendido ludo quan-
lo temos dito.
Ilontem a noite (15 foi bastante maltratado,
por um carro de llagad, um prelo que pttsivs pela
Iravestl de Carino ; urna pancada da lauca deu ruin
elle em Ierra, c u holeeiro deixou-lbe pastar o carro
por cima e foi seu cainiuhn a' salvo. He muilo pa-
ra lamentar que casos desta ordem lodos os das a-
qni se reproduzam. Chamamos, pois, a allenrao da
polica, para que nAo consulta que lAo pouco caso se
faca da vida de um humera, probihindo essas carrei-
ras lio rpidas que se do por essas ruai, como se
fosse um campo largo e despovoado.
pon do Diurno espnriaculo do santa l-atiel,em q
represenlou o Joas em sshhailo de alleluia ;
um das que mais applaudio o cabo Joso l'iinenta em
suas perseguiees aos soldados da guarda nacional,
era lambem gurda, e por infelicidadc linha arad
liherdade e tua rida na palrona de um cabo Jos
Pimenta, mas como nao leve nem um galn,nem Ma-
ncla, nem um Judos, com quem trucaste roupa e
posicao. o no-so Faiislino so sabir do tbealro cncon-
trou-se com o Pimruta, e nlo havendo ah barril de
paios. o cabo foi inexoravel e Irancaticn-o.
lia muita queixa contra Vine, senhor iuspee-
lor do Barro Vermelho ; dizem que Vmc. esptica
Ilegal e descomedidamenlc a' quem lhe parece, e
falla-se muilo du que se passou entre Vine, e o es-
cravo do Sr. Francisco Maria das Chagas. Ouere-
inos crer que os motivos que o levaram a dtr dez
(iuzias de bolos e a rapar a cabera desse e-cravo e
nutras consas que nos consta e improprias da aulori-
dade, nlo lotam os que nos refenrara, e que nos por
delicadeza uccullamos; queremos cier islo, para
nAo julgarmos que una auinridade policial ssrve-se
de sua posifio para exercur vingan{at, e realisar im-
pos desejos.
' Anda um pobre suisso a' vgar por essas ras
da cidad, sem arrimo, sem amparo, ou lendo poi
amparo a arrimo a caridad* publica e s calcadas.
Ha ainda um consol cm soflrer-se, na Ierra natal ;
mas longe da palria, repousar a cabee no chao dos
outros, recostar o peito parlido de saudades na pe-
(Ira dora, romo os coraees que n.io se compadecem
de tanto sollrer, he padecer duas vezes : pedimos au
Sr. cnsul da Suissa que lance suas vista para esse
homem, que nos allirinam estar em seu perfeilo jui-
zo, e ser om ptimo pedreiro. A caridade evauge-
lica 11AO distingue naces ; basta ser homem para
merece-la. mas ao lado da caridade, he preciso ad-
inillir o patriotismo.
NAo llavera' orna postura qoe prohiba o em-
prego tic cavallos de carros leridos e lie fondos co-
mo os de orna cocheira bem prxima do Catato? Be-
volla ver como se obriga a' pinar um carro sobre os
peilo profundamente bagados a' dous cavalliuhos
magros, que para esquecerem a dor que lhe causa n
peiloral, aggravando as (endas, he misler que u chi-
cote 11A0 pare. Ofjerece-se assim um lernvel espe-
ctculo so publico, e moslra-se um perfeilo conlieci-
menlo das nossas relaeoes com os ammaes. Iguora
ra' rsie senhor que tem deveres a' cumprir para com
os aniases, e que deve r -pett u o creador na crea
tura '.'
Becebemot um faceto requerimenlo assignado
0. leiuircs do Diario em que se nos pede que
aos --libados n.iu concluamos a Pagina com o Al
amanhaa mas sim com Al depois da ma-
ii/iiia ; esla' chistoso, esta' bem bom, met senhor
rigorista, goslo disso. Eolio he serio ; entre o Ma-
nado e a segunda-feira ha o domingo ; e por isso he
que quer o senhor que quebremos a nossa regulan-
dade '.' Infurmem os que nlo Irem o Diario e
Ale amanhaa.
COMARCA DO JJOMTO.
1.11 mu, 1! de marco.
VI
llisse na primeira missivs qoe lomava a pesadsi-
ma larefa de notietciador desla localidade, para ver
se conseguira a extinccAo dos abusos das autoridades
e o desapparecimento dos excessos dos particulares ;
por certo que procurando dar publicidade aos lac-
ios que chegassem ao meu conliecimenlo, e da ex-
isleucia dos quaes eslivesse convencido. Em cum-
primenlo, pois, a semclbante promessa, ou antes 0-
brigsclo, vqu^onlar-lbes um tacto que se deu nesla
villa.
Sanio Antonio, Manuel Ferreira Jo Nascimeuto, por,
desorden!.
E pela subdelegan,! da fregui-za dos Afogados,
Jos Negrlo Vilella e Antonio Caelsao Tavares.am- .
bol por jogos prohibidos.
oppoe-se ao requeri-
Eucerra-sc a disenssao, e poslo a votos o requeri-
me-ito, he regeitado.
lie lido e apprnvado sem debate o seguinte reque-
rimenlo :
o Bequeiro que se peca ao governo da provincia,
que nos remella os relatnos dos cheles da repaf-
ticties e annexos. a que se refere o Sr. presidente 110
seu relaluro.Barros de l.acerda.
ORDEM DO DIA.
Enlra em segunda disenssao e he approvado sem
disenssao, o projeelo n. Ndo anno passado, que igua-
la o ordenado do professor de lalim da rreguezia de
S. Josc, ao dos prole-- tos da mesma lingua no
livmnasio.
Enlra em lerceira discussAo o projeelo n. do
anuo passado, que regeuU a aposenladoria ;do col-
lector de Olinda, Salgueiro.
Os .srs. l.acerda e Theodoro Suva apresenlam
algumas consideraeoes cm sentido contrario ao pro-
jeelo. '
Ds Srs. Castro l.eao e Jos Pedro suslenlam o
projeelo, olTerecendo o ultimo dos mencionados se-
nbores a seguinte emenda addiliva :
o Os dous ter;os de que trata a le cima rilada,
serlo dedozidos da porcenlagem calculada para o
vcncimenln do colleciur no oreamenio para o exer-
cicio de 1857 a IXjlS.Josc Pedro.
Encerrada a disenssao, fica a volacAo adiada na
forma do regiment.
Dando a diera, levanla-se a sessAo, lendo o Sr.
pre-idenlc designado a ordem ao dia.
Sess o' ordlnadia em IS de narcn do 1857
Presidencia do Sr. Bario de Camaraaihe.
Ao meio dia. feita a chamada, presentes \ Srs.
deputados, abre-se a 'essAo.
I.ida a arla anterior, lie approvada.
0 Sr. Primeiro Secretario da' conla do seguinte
EXPEDIENTE.
1 m ollieio do secretario do governo, remetiendo,
de ordem do S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
copia do ollieio em que o director geral da inslrur-
eAo publica, de accordo com o conselho director,
priipe a crearle de 7 cadeiras de iustrucran pri-
maria. A's commisses de iiisiruccAo publica e or-
ramelitn.
Fin requerimenlo de Francisco Vaz Cavalcuiite e
outros, pedindo a creacAo de urna nova parochia 110
Curato de Nossa Sealiora da' Conceiao da l'edra
Iregiiezia de S. Pelll do liuique.
dem de Manuel Antonio de Jess e nutras pro-
pietarios de padarias cstahelendos no centro desla
cida e, pedindo a revogfecAo do arl. da lei pro-
vinrial n. 372. A* commissao de negocios de en-
maras.
lie lido e approvado o segninle parecer :
A commissao de negocios de cmaras, leudo s-xa-
ntiitt lo as posturas addicionaes da cmara munici-
pal do flccife, pennillindo edificar casas nos arr.i-
baldes da cidade com -11 palmos de freme e oites
singlos, he de parecer quei sejam delinilivam-nte
Spprovadtt com a seguinte emenda, que sera enllo-
cada no ultimo artigo : depois Ja palavra Barrea-
ras acre-cenle-se e Santo Annro das Salinas.
Sala das commisses da sssembla legisleliva pro-
vincial de l'ernambtico, IN de inano de 1857.
Oliveira.Itego Birros.
Conl i iiuar-sc-ha.
Fficir
&VUISJ.
2S)l_'iSsJ3
.\,io podemos reprimir 1 repugnancia c o pezar
que sentimos ao ver urna crianea, as vezes com me-
nos de dez anuos, com as algibeirai cheias de charo-
lo!, e fumando pelo meni da ra, com um di tem-
bararo qoe admira .- como sustentarlo elles esse cus-
toso vicio'? He o que nao se pode explicar seolu
de un modo para elles muilo desfavnravel. Nlo he
esle um indicio que revele moralidade publica, mas
sun qua cidadAos formados nossa escola, nao olbarao
o dever romo liarreira insuperavel. Oiiando se v
mu governo dar tanta importancia, como o nosso a
estacarlo da mocidade, esforcarse tul,, para prepa-
ra-la, nlo be seiLlo porrjue elle sabe que a educa-
ran decide moito do (linio dos liumeiis, e que as
ideas e us vicios (la infancia to queal empre os vi-
cios e as ideas do homem. A revoluclo fianteza.
na opinilo de M. Nodier e do padre Ventura, nlo ru
seno a .ppbcaeo das incas pagles do collegio *' so-
ciedade, de maneira que esses franceies de SU 11,10
teriain sido to criminosas se as ceolas as palavras
do Vultaires Ibes nAo apagssse o seolimcnlo religio-
(om-ttiuticaDvi.
AMIMIA VIACEM.
I.
Escrever c narrar ama riegan com todas as suas
circunstancias, com lodut os seu- episodios, foi lare-
fa que eu nunca empiheodi.
Descrevcr e reproduzr os fjrlos que inaior im-
pressao produzem no meu espirita, foi o que sempre
costaste! fazer, e lie isso mesmo o que fazem lodos
us bonicos criados para o futuro os tienes do pass.-
do, e experimentados com destreu no potMfrismo
do presente.
Viajar e correr Ierras desconheeida, pur moras
nunca d'anles navegados, he o qoe conslitae a ver-
dadeira vida do homem, porque nao ha quem dnvi-
de que a experiencia instructiva esla em toda a par-
le do mundo.
Praliramcule fallando, a viagem entina ao homem
m'Z'm\vMVm?lZ!rZEtT&'2^* umalicao Imnortanto no grande litro da aelareu.
,s do ultimo espectculo do Santa l-ahel,em que se ,, ,
ene saiie, sem explicar como, aqullo mesmo que
gnorava aulerinrmeiile, e que nao lhe era pessnel.
ou demasiadamente dillicil de comprebender en>
Insoria.
Clil e sobremodo vantajosa foi pois para inim|a
viagem que Di o anuo provino findo 110 vapor inglez
Thamar, onde a ordem he maravilbosamente obtasn]
vada, eos coslumes diversilicam segundo o paiz d'011-
de cada passageiro he originario.
o inglez, o italisno, o ru-so, o portugus, ohes-
pauliol, o francez e assim outros Mtlidlos das de mais
naces conversam all em idioma proprio, usam de
hbitos differenles, distinguera-se pelas qualidades, e
sao csraclerisados por certas especialidades, qoe a
nossa educac.io nao adopta, e algoma vez reprova.
Mas essa variedade .le otee o que indica, se nAo a
lm (si l.ide dos p" s'. que existem longe de nos, e
dos quaes flternot urna idea iniperfeila, que nos he
subnini'-adsjbiel.i leilura de livros historeos sem a
doraeai sOmidos, que (eslemunham e vivamente
desperlsm os scntimenlos da alma, segundo as m-
pres.es que o espirito doremenle recebe.
Enlrelanln homens ha, que viajam smenle por
pnsseio, alim de busraretn o rcereio cm paites de con-
tinuas distracees, ou'que vao cm busca de vigorar
a saude em nevos climas, respirando a pureza de
um ar que-ns scolbc. e (ortia-lhes a vida meigamen-
te suave.
E pui, pde-te dizer sem conliavcrsia, qpe at via-
gens nAo aproveitam Indos ; uns ts olham rom iu
lilTerenca, outros com aversao ; uns as en ara-n de-
bjxn de um ponto de vista puramente material, ou-
tros pelo contrario as encaran! sob ootio aspecto, e
nAo perdem um so momcnlo, sem que tomen) um
apontamento, sem que facam ama bella rellex.in, ou
inspirada pela immensidade de nuvens que robre
sua cabeja, ou pela vaslidAo do nceano que os cerra
por todos os lado, agilando-se em marulbosas
vagas.
Para o nnsccnle e para o puente, para o nortee
para o sol, o homem nAo ve se nao ceo e mar.
Esta mesma scena reproduzida aqui e all, obser-
vada em Indas as parles para rale a vita se dirige,
-tiesta a magnificencia divina, e faz com queacons-
cicneia proclame no roracao do homem o mais in-
crdulo a exisleacia de um Creador.
Mas en fallara na viagem, que o anno passado li
no magnifico Thamar; cumpre-me pois refer-la,
sem deixar todava em olvido a barca e scu nolavel
accio.
Desde os ullimos dias de fevereiro.qaando o chole-
ra-morbos maiores estragos fazra nesla cidade.que eo
prnjeclei ir ao llio de Janeiro, logo depois qoe lites-
se acto das materias do quarlo anno de Direilo, que
enlAo cursava, para dalli passar-me a nova provin-
cia da Paran, unto ha 1 annos completos a l'rovi
delicia destinou o horco do meu nascunenlo.
Por duas vezes debatime nos padecimenlos d'esse
horroroso llagello, e approuve ao co conservar a mi-
11I11 existencia, fazendo-me anda depois inartvr de
oulra epidemia nAo menos de-traidora ;reliro-me as
bexigas. das qoaes a medicina lambem consegaio
e com mais lres\assagciros, meas collegi. an acade-
mii, que comigo aiqui rmbarcaram ; sub em aaaa
caileinnha a uigrcme ladeira da Vi-enrordn, cm
ellet dirigi-me ao psits-io publict, onde nlo respira-
I va mais o eojoalivo c'arvAo de | edra, e tus deli-
cioso per I u me de aromticas Hareaossi cusfa
  • goslo c lymetrie, sem que com lado a for{S da arle
    deslrua a belleza da nalureza.
    Curio foi o meu pasadla, regressx-i para lnsrta, e
    depois de S bola, de demora o vapor un ia at rt la.
    com prodigiosa rapidez, a levando o rumo do Rio de
    Janeiro despeda dos tumegaiiles tubos densas ovent
    de escura fumaca.
    \ mouUihosa cidade di Babia vollava as,!*>.
    c seus culminantes eADetas pcrdciaiue lugo de
    vista.
    No dia U de ouvciiibrn ao meio dia em .noto,,
    I humar dar.i a sua viagem pur eosmtsmln, < nssHt-
    ravs por Ir.z ds. Iba. das Entada-v teatro ,1., T4S.
    la e luda baha, donde desembarraran! reir de jm
    passageiro.
    A viagem foi divertida e magnifica, pois qoe nao
    excedeu de qualn, da. c dezoilo hora*.
    lie impossivel viajar-as com mais presteza !
    Nato tica, porcm. aqu a mmhs viagem : ia rota
    deslno ao Paran, e era forroso pro.egor ao lalarin
    de btijar as raaos de meus iirogeoitorc, e de abracar
    os prente, e amigos.
    E de fado, lendo eu noliria de qae o Tapar I'*-
    IharincKe <\ linha intermediaria entre Sania Olha-
    rina e o llio de Janeiro, KavU .iludo desse porte na
    vespera da mmha r ..g,,da. rotelvi oto ,.r forra da.
    rirciimslsncas a partir d'ahi em orna barca ingiera
    conhecida pelo nome de trlhur Puede., nmr .
    alenle cumpri 110 dia ."i do in-mn mez por voiit o
    O hora, da m.inhaa, e depois de um Iratamento rpw
    nAo be eslranho pessoa, que teem viaja lo om na-
    vios de vela, principalmente inglezt cnegkti em
    Paranagua 110 dia K com ums viagem de :( 4iat e teii
    huras.
    Asim, pois, complelei .1 iiiinha viagem em oa/a
    lias, o que he singular, (auto mais porque pareca-
    me uirrivel faze-la em menos de l.'i da.
    Proseguire na segunda parte, e entanocronatt-iae-
    hei com a minha chegada ao Paran, e tarea orna
    breve desciipcAo da cidade de I aranagua.
    Becife \-2 de marro de 1X.YT.
    /'. Ferreira Corrfm.
    O juiz municipal reeuou a um loovado da cora- ,,'umPl,.ar-
    loria, porque a louvacAo recahio em nm individuo t Npsle Ponlo> porcm, exige a gralidAo que eo faca
    do qual he boje credor por ceso e Iraspasso o mes-
    mo juiz. A razAo da recu.a be nao ler o louvado
    pago os dbitos que por tessAo e Iraspasso hoove-os
    odilo juiz. Supponbo que lendo-se Pereira de Car-
    vallio, folha por folba, nelle se nAo encontrara se-
    melianle arbitrio concedido aojuiz.
    (Jando o proced ment do juiz nAo he firmado m
    lei, degenera em arbitrio, he um aboso, infelizmen-
    te nem sempre ha remedio promplo para reprimir
    ccrlos abusos.
    A saude publica caminba sem novidade, continu-
    ando de qonndo em quando a dar-se um ou oulru
    caso de bexigas, que lizeram urna visita a cadeia desla
    villa.
    Estamos sem subdelegado na villa pois o lenculc
    Pita, que o era, foi dispensado, e nao havendo sup-
    ptcnles nomeados, est mephala a subdelegada.
    A u lima feira foi mus concurrida do que as ante-
    cedentes, e os gneros soflreram urna pequea baixa
    nos prceos.
    O amigo do estro luminoso pede-me encarecida-
    mente a publicarao desta produccao. que 00 meu
    fraeo peusar muilo o acredita
    Charo mi, lhe remello,
    Para sua dslracc,ao,
    Esta pobre producto
    Do meu estro.
    Oue maguado se ve ;
    Com proceder palifiqme,
    Do rocliunchud caciifuet
    Oue neslas Ierras se le
    -V lopc.
    Era um dia, e uesse dia,
    Por signal que sol bavia,
    Certo puvo em romaria .-
    A barra Cedrense ia.
    Pomada lomaram lodos,
    ('.llegados que foram all,
    l'ra rancho ganbador,
    Cacique, eina, zumb.
    Legitima prucedrr,
    ttepulsa encontrar v,i,
    Era rancho gauhador
    Cacique, eina, zumb.
    NAo sendo neeessaria
    A prsanos deltas all.
    Era rancho ganbador,
    Cacique, orna, zumb.
    O repllenle corou,
    Ao dizerrecuso...
    Mostroii ter gracaliiiha,
    E ler venias de luso.
    .\e-la Ierra
    Tudo >e ve,
    \ lepe
    A insultar,
    No |ulgar.
    Sem peu.ar
    fio proceder,'
    Dcsprczando
    O cumplimento
    Dodever.
    Sem prever
    No laturo,
    oue iluiu !...
    >a vigiara
    .Se lauca
    Cun furor,
    Para haver'
    Do rfevedor,
    O minoro
    lie comprador.
    Iiuonhacel
    !le razan
    Patiliqoe
    Do cacique, '
    Oue repelle
    A piobidade,
    Acccila at-U
    l.i'siandade.
    Por causa ds...
    (.'iimmciisalidade.
    iyotrc&ponbtnci*.
    Ale a primeira.
    ' Caria particular.
    REPARTIQAO DA POLICA.
    Occurrenciaa do dia IS de marro.
    Foram presos : pela subdelegada da freguetia de
    aima pausa de momento, p'ara agradecer.80 libalas
    simo c muilo dlaliorte medico o Sr. Dr. Carolina
    PrancitCO de l.iina Sanios, o zelo, os cuidado, c a
    delicadeza com que Iralou-ine dorante a enf-rmida-
    de ; pois cerlo eston deque .1 Heos, elle e aos meus
    boni prenles,cujos ames onitlto por conhecer-lhes a
    modestia, devo a minha vida, e um reconlieciinenlo
    que jamis se apagara do meu coraeao, fiel deposita-
    rio de lAo nobre seiilimento.
    Aborta a matricula no dia 1. de marro, pude
    con conl'ormidade com o arl. b, cap. :).- dos estatuios
    que actualmente regemas Faculdades de D.relo dea-
    la cidade e de S. Paulo, e deliberando a congregaran
    dos Srs. lentes, que 0 quarlo anno fosae examinado
    em tormas de tres, consegu fazer o meu acto no se-
    gunda da, viudo a ser o segundo da turma.
    EHeclivamente leve lugar o aclo as 10 horas da
    manliAa do dia 27 de outuhro do anno pretrito, e
    urna hora e meia depois j eu sabia do feliz resulta-
    do do meu exame, e so me relava enlao realisar a
    viagem, ou 110 Thamar que era esperado dos per-
    las do autigo continente, oa no vapor nacional S.
    Saltador, que devia eiiegar do norle do imperio com
    incerteza ds dias.
    Na maiibAs do dia seguinte ~2H, nolei pelos sig-
    naos, que o lelegrapho desla cidade anounriava a
    chegada do vapor inglez, que neese mesmo da devia
    seguir a sua vi'ag?m para o Bio de Janeiro, com es-
    cala pela pruvincia da Babia ; lembraudo-ine eulau
    do etado pouco animador do velho S. Salador, c
    leudo viajadopnr.differentes vezes em diveisos vapo-
    res hrasilciros, lomei repentinamente a feliz resolu-
    eao departir uo vapor inglez, c de pajampta recebi
    na respectiva agencia o competente bilhele de pa-
    sagein ; feilo isto aluguei um escaler, que com se-
    guranza me coudiizisse 30 l.ameirao, onde eslava an-
    corado o Thamar, inconteslavclinenle a primeiro
    vapor dos que eslao empregados no serviro da linha
    entre a Brasil Southampton.
    Ao atracara bordo o mar inquietas.! o escaler, mas
    eu nAo recras a o menor perigo, vislo como a esca-
    da do vapor olleiecia-me mu commoda e fcil sa-
    bida.
    Eulre para a embarcarae sem costo, c cqnfesso
    que as,soas grandes dimenscs me causaram alguma
    admiracMau
    l.evantalN t ancora as libaras da (arde desse dia,
    recouheci logo a vaniagem de viajar em um excel-
    lenle vapor, com ama marclia extraordinariamente
    veloz ; pois he cerlo que lala regularmente doz,
    milbas por hora.
    Oluxo da embarcara >, a decencia dos passageitns,
    as maneiras alteooiottsdo commandanle, o aceio dos
    ciiados, a regularidade do serviro, a disciplina cx-
    emplar da Iripolacao, as lanas mesas que se apre-
    senlavam aos patnageiroi com variadas e exquisitas
    iguanas, os espinosos carlaroles rom commoda dor-
    midas ou belichcs ; ludo em urna palavra exceden a
    minha eipeclativa, e hem le pressa ronvenci-me da
    injustira com que enlre outros vapores Ingleses era
    lambem acensado o Thamar.
    Com ca declararlo exponho a verdsde, c sinto
    profundamente nao poder dizer oulro lauto de alguns
    vapores nacionaes, por isso que viajan 1o eu. como ja
    disse, por varias vezes em seis vapores das carreras
    do norle e sul du imperio, tslves que de alguns te-
    lilla justo motivo para arre censura.
    Dcixa-la-hei todalia de fazer, porquanto sou brssi-
    leiro, e lenho decidido mor pela mlnllt palria, nAo
    devo concorrer jamis rom a minha assignalura para
    o descrdito da mariuha brasileirs.
    Capacilo-mc, porcm, de que em breve o sovemo
    imperial dar um impulsos companhias de'vapor e
    novo, vssot visitarlo notas plagas.
    Esla be por cerlo uina medida que a prudencia
    aconsellia, o bem oublico exige, e o Commercio slla-
    mcule reclama.
    Aguardaran la, porcm, que a poca Ir dos melbo-
    ramcnlos materiar-.
    An despontsr o rutilante asir......dia :lll do refe-
    rido mez de oolobro do auno prartataito, divisava-se
    em pequea distancia as bailas costos da Ierra de I
    lulos os Santos, bordando 11 horisonle.
    I.argoo ferro o vapor as s ti, ras da manblareea-|
    mecou enlao a slmotplieraa loldlr-se com mu agua-
    cetro Uto importuno, que qutsi priva-me do prazei '
    de passeiar em lerrs.
    Felizmente e romo por encanto e-, auvens negras
    dissiparam-se, e duas horas depois o tein|io eeavida-
    va os passageiros a desembarraren!.
    Resolvirae enlAo a deixar por momentos o vapor,
    Sis. redactores*Ouan.1i, soppunha pasmar o resto
    dos das, que a IVovid-nna Divina me iinMir-e
    conceder, tranquillo, e tora do rampo das descompo-
    neuilas e invectivas, porque cansado das talas potin-
    cas em qae me envolverim. e bastante adoeola lo
    de enfermidades adquiridas no servica da igeia. vi-
    vo silencioso, cuidando Mmenle em reger a fregue-
    zia, que me foi confiada ; he quando o genio da mal,
    um ente, que vive para servir de atorragae, e qoe!
    ambicionando a pequea podri de seo de solicito procura iajeria-ta, apesenlando-o ao patti-
    co como tfin mlvalo, usurpa lar de suas evelhas, sa
    ,ii.....cuta uo o Liberal Pernamliocano de laoaalrm
    cavilosamente injuriando-me, da maneira raaais desa-
    brida.
    Srs. redactles, he forroso ronfesear, qae ao prio-
    cipin, leudo esse promontorio de injuria, ctaj-H o
    proposito de nada responder, em regando ao topete
    como sempre tenlro feilo a sea autor ; esas refl-xu,-
    nando melhor, vendo que iiiiub. honra he infamada
    injustamente, e que o silencia cm laes cato poda
    ser tomado, pelos que me nlo mohecen de parto,
    porqui lacil consentir videlarjnlguea de meo ri-
    goroso dever dar um formal desmentido a e-ss ca-
    lumniador, como o fajo.
    A tabella dos diieilos paro, biae-,que rege ela be-
    guezia, he a que se observa em lodst as demai Irt-
    guezias da dioree, e por ella rubro i^liO rt. na*
    enlerros do adultos, e :l-st(j rs. nos dos parvatan,
    segundo a espec licacao seguinte :nos de adallos,
    eneommen Jarlo160 r.. matta parorhialMSI r.,
    cera I.-^IIK) rs fabricalila) rs., saerisllo rom assis-
    lencia de nuz i(KI rs., cera do m-.mo Vil r___
    Bs. iNMMI ; e nos de prvuloscncommendarl*
    li'lr., cera-|.->i)tlr.. fabrica-311 r., laensiae
    com cruziOO rs., cera d 1 mesmo500 rs. Somas
    3gOa>l r.
    O arl. f* $ s da referida tabella diz : enromaaen-
    dacao de adultos c prvulos -Jsva rs.Diz mais a
    tabella no 5 i'l das disposicoes geraesDrve r.nli-
    naar se a dar cera ao parocho.ao clero os ollieio de
    .noi.i ,. enterro e man funrrie em qae seansola-
    111.1 a dar, alem dos emnlum-nlcs marcados para a
    mesma tu ,ce ,es do modo que sempr* -e lem orali-
    cado, sendo a cera dogy irochu d ibrada, e lendo sailo
    cobrada no valor de 1^(100 rs., d, -de qoe lomei coa-
    la desta frrguezia, por assim acliar-se r|abelcrido, o
    a do saerisllo siugels, com o.valor de HM rs. ata
    mesma coafornudade, juntan o- < valor da cora di
    parueho, e o da do sacn-lo o cada 0111 da omma.
    declarad., piefaz i>Mi(l rs. nos enleiros dos Van-
    los, e :tg060 rs. nos de prvulo.A' vista drt, fara
    claramente demonstrada a e-rao,I,lo. >|eisia ten-
    se meo gratuito iiiimigo, como esta, sao todas av.
    mais que cantem aquelle hbello infamatorio, rom
    continuo a demonstrar.
    A mesma lah-lla me faz recebedor da m-ia fabrara
    para sos applicada a de-pez.is nuudas da sacrista
    compra de livros para iam; ment dos .--atoad*
    baplisinas. bitos e casamento., o qae tem tilo por
    inuii ciimprida. sem qoe deixasst de sslislazer qoal
    quer requisirAo a respeilo, artiando-sc sempre a sa-
    crista provid do oocessario ; convindo declarar qoe
    montando a muito pouco o que se arreraala do ataou
    abriea. alenla 11 pobreza dela fregoezu, -lfflo nlo
    ha quem o ignore, c ningu-m melhor o abo do qoo
    a trinandadtjjda Paz, esta pasundo s cobrar valor
    das e-mili is Ms tepolluras. I,,111011 a seo coi-lado f-
    zer Itc. lespeSia, leando eu d'enllo at agora bo-
    gado as do archivo e oulras supervenanla-*, estando
    o archivo pruvido de livros, lmpamente esrraptora-
    dos, como ha hem pouco lempo vio o Rvm. r Tal-
    lador da provincia, quando teve de visita acola fre-
    guezia, e asun os ennsidernu.
    Itecebo lambem Stlil rs. de missa parorhial para
    celebrar, ou man lar celebrar pelo parorliiaoos. o
    que lenho rumprido. talando s-mpre com a con-
    veniente de nlo aehar qaem as qaeira eelehrar com
    casa i-in .1,1, por acharem-na damela. O Rvd. ad-
    minislrador da Bda-Viagem l.ndrenrn l.npet de Car-
    vallm, sendo in-lado p r dill-r-nles vezes ixsr mam.
    nlo pude conseguir delle ce brar as qaae iba oeTe-
    reci. O mesmo aconlecea cm' o Hvd. Joaqoim Mau-
    ricio Wanderley, que ha pi> o se retiroo daala fre-
    gtieza, e com o Kvm. Sr. p ire mostr Fr. I.ino i,
    Moule Carmello, ponderan lo-ane acbar-so ainda or-
    en pido cem le ni s de missas qoe outrem lhe dora,
    e em urna das entrevistas que live iillimamenle rnavi
    o Us I. >r. l.uiz Barbosa, ha poeeo rhegads atesta
    freguezis, fateudo-lhe igual oll-recjment, osase me
    que eslava embarazado rom muita mamas.
    O II v I enadjnclor desta freguezi.-a, qae al* aleve
    ignorar de tudo quaulo levo dito, a qaem ha pata-
    co dei ama poroso de missa para celebrar pelos fre-
    gaezes fallecidos, deve uersariamoule lambem
    achar-se (barbado com misas ; porque, alem das
    que de momento lhe appareeem, he elle quem actual-
    mente celebra todas as missas das alma da lanheri-
    beira, as qoaes lhe devem atwcrver os das atoas 4a
    semana, acrescendo ser elle rapelllo dts irmaatdede-s
    do Sanlissimn e da Pa*. E poalanlo fica lambem 4a-
    montrad.i a injaslira de-a lal parnrlio devo sustentar os direitos de mettt rrtrs-o-
    res, ainda com prciuizo meu, e jmai dJJIxarei 4a
    exigir a missa parorhial, e faze-la celebrar apporta-
    namente.
    Ooanto ao pretendido impelimealo phyatea per-
    peluo.em que a forra e estpidamente me quer con-
    siderar ese gratuita c rancoic-o inimicn, larra qoe
    as miabas eufermidades temio-ane impasoibililodo
    rnenle de eslar do pe por algum lempo, e ale itjoo-
    lar a ravsllo, pela fraqoeza de urna da pernos, le-
    nho deixade de celebrar mia por algiam 1-ani. a
    nao por rinco snnos, celebrando em moa legar a
    mea roadjuetor, calmo lhe compre em vitlade de oa
    provisAo, e porque o grstiliro rom I .Ves asi rs., al-m
    de nutras vanlagens que llae don, para fazem
    viro que me compela fazer da administrarte das
    Sacramentos.
    Sr. rtj tactores, j me orinlo fatigado, aio ma
    oecbiarei com snalvtar mais a faUdades drroe mea
    ingrato inimign, pois qoe lie elle bem roahan
    pelos seos tollo, e porque dando-lhe um formal 1
    menudo, hca-mr entretente n sentimrnlo de
    aerarlo de ser elle too leviano.
    Protesto nlo renonder a qeinlet produc-et.
    ordem elle anreenlar, mIvo -c tirar a mise
    morder-me de Irru
    Sou seo velho sssignanle
    r V'SI"'0 Joo Antonio Torres.
    Alagada l!l de maraco de IKj".
    iiiMaia e

    tpithicacto HsVfMi)!).
    Para ronliccimetilo alo ptaMico e rabal
    restos-ta aosjannainctos publicados neste ln-
    ano cm os tis 6:1 e fii de 18 c 1 do ra.r -a,-
    tc, se laz a publM SOC: o uililico sensato que aprecie c veta
    quem It o devedor.
    Mavimiano Francisco loarle eavalleiao da ordem de
    Chrislo, major refirmado do terrena lialall.lo da
    guarda nacirnal desle muniripio do Recito, r e-
    riivao vitalicio do jmzo espocM do r inirnefrao
    dexla.ridadr do Brrife rspilal da provincia la
    Pernamboro e .cu termo | or >. M. imawraol o
    rnaasliliicinnal, oSr. D. Pedro II, que l)c. cotr-
    dc ele.
    Certifico, a viaU atas uto- ne exerarln eoleaii
    cm qoe he exeqotmle Miguel Jeequtm ata saale k
    Compsnhia, e etouala I... Jo ,, Jo.qaaim rVreira de
    Mello a oulro, ser o Iheor da tollas ,did. aor m-
    lidlo da I ima. mudo o muieira e>ouilr :
    Pernaiuburo I i de abril de iHiBa. :l'''">-tlMl__
    Aos Ir. mezc prerisi < pagra' vos, roer. por ela
    minha unir va de letra, a mina o a aa.tnb ordem
    a qoanlia .)g .- ran moeda legal, valor de nuui aere-
    1,1 :o nn roblas, am di. ,| ,rrimraal I.' roatao
    c.....>"* promplo pag.mento onde lhe f. ^j
    aprcenlada, e nlo o fazendia pag.r.' o jaro de um
    e meio por cerno ao mez. ale qae ea qea-irs epe-
    rar.Ao Sr. Jete Joaqoim Pereira de Meto.Leu
    MUmTTOlT
    ILEGIVEL


    Antonio Annes Jacome.Aceito, JoscJoaquim Pe-
    reira de Mello.Antonio Anies Jacome Pires.__
    Estafa o sello das armas irupejriaes cora a verba do
    theor secuinte : N. 73.-fVugou 200 rs. Rccif,
    1*de abril de 1855.dr.valho. l.imneiro.__ E
    maii troto nontioha em dula lellra, aqui hem'e fil-
    mente copiada do proprid original, ao quai me re-
    porto, e i prewute vai nal verdad aero coosa que da-
    vida farj, por mim dito escrivao no principio desla
    declarado, subscripta e assienada.conferida e concer-
    tada ni forma do estilo.
    Cidade do Kecife, "capital de I'ernamhoco, aos 19
    dias do mez de marco do auno do Natcimento de
    Nono wnlior Jess Chriolo ile 1857. Irisesimo sexto
    da independencia e do imperio do Brasil.. Subscre-
    vi e asMgnei.Daarte,
    Em fe de verdade.Maaimiano Francisco Duarte.
    DiAKIO DEPERNAMBUCO, SEXTA FEIBA 20 DEMARQO DE I*;...
    .-t*r-

    HACA 1)0 BKCIFK 19. HE MARCO AS
    StlORAS l>A TARDE.
    Cotaces oiliciaes.
    Conros seceos saleados.11(1 por libra.
    Cambio sobre
    9o d|V.
    Londres 27 :l|i til) d|v.
    rreierico llobMiard, presidente
    /'. Unrgei, secretario
    |8
    __________ .CAMBIOS.
    Sobre Londres, -27 .([4 a lio d. e 27 7iS a !K d
    Paris, 3j rs. por fr.
    Liaboa, 95 por J de premio.
    Rio.de Janeiro, 2 por do de descont.
    AccOes do Banco, 40 a 4 de premio.
    companhia de Beherihe ."49000.
    companhia Pernamhucana ao par.
    t Utilidade Publico, :l porceulo da premio,
    t i Inilemuisadora.52 idea.
    di Irada de ferro 20 por 0) de premio
    llisconto de lellras, de;8 a 10.
    Dilo do bance8 a 10.
    Ouio.tiu.as hespauholas. .
    Mnedat de figiOO vellias
    o (>>00 novas
    45000. .
    Prata.Palacdcs brasileircs. .
    Pesos columnari s. .
    a meiiranos. ,
    28 a 2.X?0
    . IfioOO
    . 169000
    . 95000
    . 2>.HJ
    . 2*000
    i(ia
    zia do S. S. Sarranienln do b.iirro de Sanio Antonio
    da cidade do R-rVu aos 11 de mareo de 1857. Eu
    Inuoceneio da Camila (oianna, escrivSo o eacrevl.
    loto Francisco Bastos.
    O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commen.ladur da
    Imperial Ordem (la Rosa, uii dedireilo especial
    de eeamereio, desla cidade do Rmfp, capital da
    provincia de Periiambucn, a Sea lermo por S. II.
    I. e C. o Sr. U.Pedro II. que llcus qnardo ele.
    Faro saber aos qoe o prsenle caria d editoa vi-
    rem, que Hanoel Pereira Caldas, me fe/, a peinan
    do Iheor seguale:
    lllm. Sr. I)r. jail de direio do roinmercio.Mnno.
    el Pereira Col las, quer faier citar a Uanael Jos
    Freir deAndrade morador e eslabeltcido com ta-
    berna ni raa direila de-la cidade pora na primrira
    .iu liencia desle jui/o \ir (asignar os dez mos da le
    a ola pronaistoria junta da ojuaolia de 3899025, a
    qual teodoside pasuda a 1 de agosto do auno patea-,
    do a p,nzo da I ;s diaa se cha vencida. Iteqaer a V.
    Ese. dlgne-se de o mandar eilar com a pena de rc-
    velin.tendo olinal cndemnado no-principal juro, c
    que o
    Unidos, acaba de faier publico o seguin
    Hoia no bailo Cro. U-dege, no boina
    inte:
    i Delaware.
    , '..... da tereeir classe, piulada de en-
    carnado, f,u collocada
    lina Ijoi
    .. em sele pea d'agua pora in-
    dicar a fundarao do pliand sobreest bailo.
    A fondaeoo demora ao UNE. disunte 15 laidos
    \ einutreac.ao pharol l.odge demora ao SSO
    A bola Ledge demora ao '
    le 3|1 milita.
    S. poro. l|O. distan-
    cusios qnando nao allegue e prove embargos
    releven.
    n
    Al.KAN TUSCA.
    Keudimento dodia 1 a 13. ,
    dem do dia 19. .
    374:5429361
    115:7644490
    f
    V
    i
    i
    V
    <
    .*
    j
    Ottearreiam hoje 20 de mano :
    Barca iuglezsCouhealliIrillios de ferro.
    Barca inglezaLindamcrcadorias.
    Barco inglesaCambriacarvo.
    Brigue inglezMeliuabacalhun.
    Barca francetaOhndamercaduras.
    Hal americanoFTynj Ealefarinha, banlm e
    cha.
    Brigue sardoMara Elisaladiilho de marmorc.
    Itiale porluoeiS. Manoel Idiversos gneros.
    Brigue portu-juezLaia IIIpipas va.ias, batatas e
    ceblas.
    Bngue porluguez llom Suceesso barricas com
    sa raninas,
    Barca brasileiraAmaliafarinha de trigo.
    OINSULAIIU iiKUAi.
    Keudlmenlo do da la 18. .
    dem da dia 19......
    BI VERSAS
    Keudlmenlo do di
    dem do dia 19.
    a 1 a
    PROVINCIAS.
    18. .
    "SfSHS tE EXPORTACAO PULA MESA
    0 CONSULADO OBSTA CIOAE .NO UlA
    19 UE MARCOI UE 1837.
    Exoortacao .
    LisboaBrigue porluguez Viajante, diversos car-
    regadores, 72 couros, 320 taceos Btsocar.
    LiverpoolBrigue inglez.Spray, diversos carre-
    teadores, 1,600 saceos assucar.
    PorloBarca purfugueza oBrarharense, diversos
    , carregadores, 24 cascos gomma, 200 ditos c 100
    barricas assurar.
    LiverpoolBarca ingleza Lancaslria, N. O. Bic-
    * ber & Companhia, I0Q harneas o-sucar.
    KansoBrigne sueco ajnno, N. O. Bieber & Com-
    panhia, 600 sacros assur.ir.
    Buenos-AvresBares ingiera Couhealli, Isaac,
    Cano & Componhia, 30 pinas agurdente.
    KChBiStlUItlA DE RKM'AS t.MKRISAS
    RAES DE PERNAMBUCO.
    Hondimento do dia 1 a 18. X)i'l')--l)4t
    dem do dia 19........' ''.)7-:;,'i
    Pede a V. E\c. aalslan defira.E R. M.Joaqun!
    Josa da lonseca.
    Nada oais se cnnlinh em dila policio aqui Irans-
    cripla a qual sen lo-ine aprescnladad'ei o mcu des-
    pacho do theor seguinle :
    Distribuida,cite-sc. Kecife 3 de morro de 1857.
    A, I. Perelti.
    Nada maisse conliulia em dito men despacho e-
    qui trauseriplo, em virlude do qual leva-a dislrihui-
    cto do Iheor seguinle : A. Bou.leira, Olivcira.
    Nada mais se eontinba em rlila disrihuirto aqui
    Iranscripla.depois do qual me fez o sopplicanle a re-
    plica do Iheor aegainlc IMm. e Exea. Sr. Dr. jai/, de
    dneilo. -O supplicaule IM.uoel Pereira Caldas, ej-
    poe a \ fcje. que o seo devedor Manoel Jos Fre-
    re de Andrade, se ausenloa de,la cidade para lu-.r
    n;lo saludo, pelo que, nio podando ser citado pelo
    olli.-ial de justija, reqaer a V. Exc. se digne permil-
    lir que a citacao seja por editos. jostilicada previa-
    nie.ile a ausenria, e incerteza do lus^r.E ii. M.
    Joaqolm Jowi da Foiiseca'.
    Hada mais se coolinlia em dita replica aqui Irans.
    cripta o san lo-me a me.ma apresentada, dei o meo
    despacho d [laonr seguinle : Sun. Kecife ."> de mar-
    jo de 1857.A. I". Peretti.
    .Nada m.is se conliiih i em dito mea despacho aqui
    lianseripto nr. virtude do qual passou o supplicaule,
    aiasliuearcom (res lesleiuuulias a auaaucia du sup-
    pilcado, depois do que preparaodojHIbrivAo os au-
    41:225I2(> los "s fea sellar, cuja verbo he do'sella e do theor se-
    ,------------I guile : Eslavoin imprimidos os rilus n onaes, n.
    112,560. Pagua 580 res. Kecife tlde .marro de
    1856.Carvalho. Colloro,
    Nada mala se tonlinha em Sita verba de sello aqui
    Iranseripta depois do que o eserivto fez-mc os aolot
    conelosos e nelles dei e proleri a iniuha tenlenca do
    iheor segainle A visU da inqu-.m-ao de folhas li.
    hei par juslifleada a amencia de Mnnuel Jos i-'rcire
    de Andrade, em logar nao sabido, pelo qne mando
    qoe seja citado por etilos, passaudo-se a respectivo
    carta com o prazo de 3(1 dios, lindo o qual
    e sendo jhavido por cila lo o atutnta se lile im-
    mearo curador pora rom este correr a Canta os seas
    deudos termos. Recite II de marco de 1857.Ansel-
    ma Francisco Peretti.
    Nada nois se eontinba m dila sentenca aqni (ran-
    cripla, em virlude da q-ial o earrivio que osla subs-
    creveu. inaudou pastar a presente caria de editoa em
    o prazo de 30 lias, pelo q.i.d e sea iheor se chama
    " indina,e hei por intimado, ao tnpplicado devedor
    ou/i'iiie acuna declarado de iodo o conteu lo na pe-
    licilu, e replico cimo transcripta. -
    Pelo que loda e qiialqucr pesaos, prenle on ami-
    gos do aapplieado o peden roz-r tcienle do que
    acuna fica expi.slo : e o porteiro do jnizo affixara' a
    presente nu luga, de coslume, c sera' publicada
    pela imprensa.
    Dada e pernada nrsi.i cidade do Recita ao |fi de
    mar^o de 1SJ7. Eu Francisco Ignacio de Torres Ban-
    fieira, esenvo do joizo especial do coiumercio o
    subscreri.
    70:0:!9}n
    i:ll7sirl
    i:2fij9"i2
    5:4189506
    152}220
    5:570#I26
    Anselmo Francisco Perelti.
    ID*. > Sttg 0,
    30:4149298
    De ordem do lllm. Sr. inspector d< ai.i_.ial de
    mariulia.foeo pablico^que no da 21 do coriei i jes,
    as li horas da manbta, seefleeloara*as oi,.ra de
    lineo em lencics Brandes, para provimento do al-
    moiarifado, em vsia de propostas apresentadas at
    a indicada hora, as qaaea tomrniH se deve declarar
    o menor preco, porque se pretenda vender esse uli-
    jecto.
    Iatpec(i0 do arsenal de marinia de Pernainlnico,
    em 16de muco de 1857.O secretario, Alevindre
    Rodriaiies dos Aojos.
    Por esta subJelegacia foi mandado ro-
    (iH_;cnlheri!>n dt.posito hoiiti;m a tardo um Ca-
    va lio com cangallia quo an lava vagando seta
    condurtr>r4pcla na da l'raia do santa lita,'
    ao lado doestabelecimeoto do lenenie-co-
    ronel Tranca
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendlinenln do dia I a 18.
    Mein do da 19.....
    16 569981
    3:496(638
    50:tMH| 52
    ^"Dit^nriRtp ,s potto
    Novios cntradns no dia 19.
    Lisboa22 lias, briaue porluguai Laiallla.de
    281 toneladas, rapiMo Jos J.inoaiio da Costa
    equipagem 17, carga vinho c mais gen tros : a
    Francisco Severiaim Kabello \ I ilhos. Perieuce
    ao p,rrio de Lisboa. Passaseiru.. I). Joaquina
    (oucalves Torres Cos, tduardo .Marques, Ma-
    noel Rodrigues, Minoel Pereira.
    Lisboa26 dias, brigue aBom Sueeessoe, de 195
    toneladas, cnpiloo Carlos Jo Monteiro Carneir'o
    equipagem 13 carga vinho e mais gen-ros a
    Tliomaz de Aquiuo Fonseca A; I llios Perteuce
    ao porto de Lisboa. Passage.ro, R Carlos de
    iInveir.i Moars. ^*
    T*_ fw-jB as, barca inclez, Oberon-, de
    'eladas, pao i,. l.earce> C(11,in,em u
    carga ,b0fj barricas com bacalhao ; a James Cra-
    hiret & Companhia. Perteuce Liverpool Pos-
    sageiro, Eduardo Kenny.
    Bueuos-A\re<35 das, barca ingleza Londres,.,
    de 239 toneladas, capUto Wm. Shermen, eqo-
    pagem 11, coma couros e mais gneros ; ao Cnpi -
    Ho. Ven com .gua aberla. Seu destino lie para
    Londres Perlence a Londres. '
    Baha10 dias. briaue escuna de guerra inglez
    vSprav,, commiudante Alfr-e l.ucrafl
    Navios sabidos no mesmo dia.
    LiverpoolItrigoe inclez "Rosalie,
    Poller. carga assuc.ir e algodao.
    CanalBarca ingleza Slellao, capilto James Kovd,
    carga assurar.
    capitn Hanrv
    &0U. .',&
    rendo esla reparricSo, em conseqoencia de au-
    lorisa5.o do Exm. Sr. presidente da provincia, de
    fazer a encommenda e compra de 4 a 5,000 barricas
    de bom cemento viudas da Europa, para as obras do
    rnelhoramento do porlo, entregues 2,500 al o lim
    dejando prosimo e o rstame dentro das pochas
    que eonvenciunar-se, convida o tllm. Sr. inspector
    a quem possa convir um conlr.lo a semelhanle res-
    peilo a apresenlar nesta secrelaiia a sus nioposla em
    caria fecha-a ale o dia 23 do corrale, pelas II llo-
    ros da uianhSa.ern qae ellectuar-se-ha o mesmo con-
    Inspacrtodo arsenal de mannha de Pernamhuro
    emll demarco de 1857.-0 secrelario, Alejandre
    Rodrigues dos Aojos.
    O cid.dao Joao Francisco Baslos, jara de paz do se-
    gundo dislriclo da fregaezia do S. S. Sacramenlo
    do bairro de Santo Antonio.da cidade do Recile de
    Pcrnamburo, etc.
    Fajo saber aos que a presente caria de editos vi-
    ran, qoe Francisco Xavier da Funseea Coutinho me
    fez peli;aii da segumte maoeira :
    Diz Francisco Xavier de Foasaat CotjRnho. m,s
    quer fazer citar a Manoel Jota Mire de Andrade,
    para na pnmetra audiencia desle joizo, depois de ci-
    lado, pagar ao sopplicanle a quaulia de ...Y>> rs
    imporitnea de duas notas promisorias que -e acham
    vencidas, e mais os joros que se conlarem ale real
    embolso, e ai cusas, e porque o supplicado se cha
    anenie, ero parte nao sabida, reqoer o supplicaule
    3 j *?,. "6 de m"ndar citar por edjlos por es
    paco de 10 dios, vislo a urgencia, pois que o suppli-
    caate lera de propor o tccAo compleme pelo juizo
    ^cC,'nT.,,'e,^C,0 d""r d" 1:> di"- JustiDcando o sup-
    Plcame p.ev,,.Ble a ausenc. do sopplic.do : nes-
    les termo, pede a V. 8. o admut. a oslilicacao re-
    querida para ser citado o supplicado, sb pena de
    revelia.-Pede ao lllm. Sr. jora de p da fregaezia
    de Santo Anlonio do segundo dislriclo i|. d.ra
    E R. Me.Fonseca. ><-
    E mais se iio eontinba e uein outra alguinalroosa
    M declarava em dita. petita0, H quM ,,,. ,," ,
    do maiieira seEoinle : '
    Jusldiqne. ^Segondo dislriclo da freguezia do Sa-
    cramenlo do h;irro de Santo Antonio do Recile 10
    de marcu de 18o/.Baslos.
    E mais se nao eontinba e nem oulra algnma consa
    se declarava em dito mcu despacho, em viilude do
    qual o supplicaule produziu suas leslemuuh s e em
    vist de eus depoimeotos dei a miuha sentenca da
    forma e maneira seguinle :
    Jnlge por sentenca a prsenle justificara,, em visla
    dos depoimrnlos ds leslemunhas de lis". ,, n,s. ."i
    pilo que se deve passar carta de edilos forma"re-
    qoerida, sendo as cusas pagas pelo ioslificanle. Ke-
    cife II de marco de 1857Joao Francisco Bastos.
    E mais ie nflo conluiha e uem onlra algnma couso i sala uo COtiseillo de a
    se declarava em dila miiiliasenlenfa.ein vii tuda da: de PcrnanilluCO 1> ,,,. is,-'- >ij
    qual o earrivto que esla escreveu, passou a prsenle | Alcsan.iic Rodrisues ,1 ,"'"" bC"cta" I
    caria com o prazo de 10 dias, pelo'lheo, da qn.l se ( S c i d ,r J"S-
    chama, ctla, e hei por citado ao supplicado ausente l Em. Sr wtdenle d l i:l'i"'" '" ur'i''111 rto i
    Manoel Jos Fre.ro deAndrade para lodo o eipcu-1 c ,,.,llB r'rJrlll. 7 ,"'ni'- ''< < :> "
    .lulo na pet.cSo topra aqui transcript. para que o | de 17 de fevereiro ultimo, manda d nl'f? 1",'l''nal !
    mesmo auseme COmpareca por s, ou por seu has- I, odor,-,,., do avisos ,,,,, c P''l"Cldada a.
    lanle procurador, no prioierra audiencia deste joizo, eMabeecimeiilo d ,',.', > .. LJk... n,vB"!
    que lera1 lunar depois de li,,,;,, dito prazo. al.m de ,1,. Unidad, America P" C """ E,,a-
    conciliar-se com o supplicaule sobre o qoe declara o Capitana i noria de IVrruiml.n'e ., t j
    me.mo em sua pelicto con, p.oa de rvlia. Pelo ro de 1857 O elari lie, ., L^t"' """-
    que a loria e qoalquer pessoa, parales, amigos, ou | ujos. "10, Aleandre Rodrigues dos
    ijiioin for seu dono, prove-o
    para Ihos-r entragbe. Subdelegada de po-
    lica de S. Jos dolRecife 14 du marco >ie
    1857.Manoel I-'eucira Accioli, subdelegado
    stinplente.
    O rocurador da cmara iininicipal desta
    cidade, declara aos iscnliorcs donos de esla-
    belecimontos sugeilps ao iaiposio anoual de
    2>e 4-j rs., (jue no ultimo do crrante me/,
    linda-se o prazo, paia o pagamento do mes-
    mo imposto ; Micorrcmlo na pona o disposi-
    cesdo arl. 32 do rgulamento n. 360 de 15
    dejuniiode 1844, aduellea que deixarcm de
    salisl'azcr seus dbitos al a dala supra ; as-
    sim como que devem os inesnios senliores a-
    pre-enlarcm o coiiliecimeiilo do imposto ge-
    ral, sobre lojase ca?as de disconlos, relati-
    vamente ao primeiro semestre de 1850 a 1857
    sem o qual nSo podera ser recebidoo impos-
    toTnumcipal.
    lor^n \ Mor Ferreira Lopes.
    O lllm. Sr. inspector da lliesouraria de
    Fazenda dcsta provincia, manda fazer publi-
    co, que, em cumplimento do determinado
    em ordem do tribunal do tbesoitio nacional,
    tetn de ser arrematado de um a tres annos,
    que comecavam a correr do i.- de julbo pr-
    ximo futuro, o servico da capatazia da al-
    randega esta mesuia provincia, a quem por
    menos lizer ; maiores ou melliores vauta-
    gens offereccr em iay.r da lazanda, e que
    nos lemos do arl. 64 do regula ment de 22
    de juobo do I83, 0/ llorido contrato anda-
    r em praca por 30 dtt s consecutivos conta-
    dos do I. de abril prximo futuro em dien-
    te, e sera arrematado jio da 30 do itilo mez
    de abril, albora da tarde, perante a Ihe-
    souraria. Os prclcndenle comparceam com
    seus fiadores legalmente habilitados no lu-
    gar do costum.
    Secretaria < thesouraria de fazenda de
    Pernambuco 2 de marco de 1857.O ollicial
    maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
    Avisa-se aos devedores do impoato de
    decimas do bairro de saqto Antonio, 110
    qual se comprebende tambetn a freguezia
    de S. Jos, relativamente aos anuos de 1833
    a 1852, que a relacao de suas dividas ja veio
    remellida para juizo, mas que, antes de
    qualquer procedimento judicial dase-lhes
    o prazo de 30 dias para pagam, uto esponta-
    neo de seus debitos.sem dependencia de ne-
    tiliuma despeza de eus,as, para o qye pode-
    riio procuraras guias em casa do abaiso as-
    signado, na na Aova n. 4*, segundo andar,
    das 9 boros da manlia ks 3 horas da Ur.te
    Recile II de:i arco de l:,7. CvpriMm 1 ,--
    nelon G. Alcoforado, procurador (iscal da
    lliesouraria provincial.
    Tenda o conselho de AdministracSo
    Naval no tita 2* do correte mez, pelas u
    lloras da manlia, nao so de contratar o for-
    iieciir.cnto de carne verde, po, bolacba, a-
    guardente, azciie doce de Lisboa, cale, as-
    sucar, airo/, vinagre, carne secca, bacalbio
    tarinlia de mandioca, feijao, sal, loucinlin,
    azeite de carrapato, vcllas stiarirtas, editas
    de carnauba, para os navios da armada, bar-
    ca de excavaco, enfermara ,,e marinba,
    placas do arsenal de marmita, e africanos
    livres abi existentes, mas tamben) de fazer
    a eompra de 13 bonetes com chapa, I3t> ditos
    st:m ellas, 38 calcas de panno azul, 234ditas
    de brim branco, 56 calcas de algodao azul,
    219 camisas de brim branco, 9 ditas de algo-
    dao azul, II cobertores dtala, li capotes de
    panno, 178 lencos de seda pela para grava-
    tas, 38 lardas de panno azul, 13 ditas de
    brim branco, II moxilas, 24 pares de polai-
    nas, el23 dtos de sapalos, ludo compondo
    Ini dair.enlo das praeas embarcadas nos refe-
    ridos navios ; manda convidar a que-n con-
    venha aquello contrato, bem como avena
    (lestes Objectos, b apresenlar a sua proposta
    no indicado dia, no qual se devora fazer
    Charol sobre a ilha Cliaodelcor, na cosa da
    l.onsiana
    O novo pharol sobre a ilha Chandelenr esta' con.
    ctuido, esora' aceto no dio 1", de agosto.
    Btta situado na eilremidade ,i., norte da illu
    prximo ao 1 ,eal da anleriof casa de pharol, e ame'
    u.lio da ipioito ordem.
    .'. torre be bronca e lemSO pea de altara
    A luz deve ser visivel na disUucia de 13 milhai
    nantices.
    Pdeobter-sa nn ancoradoore seguro em ; bra-
    cas, durme (empinaos de lale, por sotavento dosl 1
    luz, costeando a lrro do mirle e lol,- da ilha, no-
    quelle.luiido d'aRnaem \olla pala o e S. ale que
    a luz ileuiore o NE. Gomo em distancia de dnas
    inillias.
    A luz de aSbip blanda be visivel desle .mcora-
    donxo, demorando a luz da ilha de Chandelenr quasi
    1M1. magntico distante 17 milhas.
    Por ordem de suas senliorias, assignado John
    VA asbingtoo, hydrographo.
    Repariiciu bydrographica do almiranlado, Lon-
    dres selembro de 1858.
    Este aviso aflecla tagnioles mappas do almiran-
    lado. Folhas a. o. America do Noite n. 369, e map-
    pa ger.d dos Indias (Iccidenlaes u. 392 d. NO. fo-
    Iha ; assim como a lisia de pharoes.
    TRADUCCAO.
    Aviso oos noveganles.
    -N. 27.
    HBUITERRANEO.
    I.u/es nos Dardanellos no robo Helias a (iallipoli.
    Acaba de receber-sc do capilao Spralt ft. N. C. I!.,
    commaiidanle da embarcacao exploradora de S. M.
    Medina de Conilantlnopla om despacho lelegraphi-
    co, dalo,lo de lioulem, participando que cm virtude
    de ordena do vice almirante lord Lyons G. V. I!..
    ele, as seguiotes Inzes seachain permanentemente
    tttabelecidaa em operacSo nos Dardanellos, a saber :
    I." Urna loz revolvete do cr natural eclipsada
    urna vez em cada minuto, sobre o cabo Helias, for-
    maudo a punta do norte da eulrada do arehipelago.
    2.- Lina luz Tevolvente de c,',r natural e eclipsada
    dr.aj ve/es ein cad, niiiiiilii, ou limo ve/ encola
    meio minuto, na pona do oeste ,1c Gallipoli, em lu-
    gar ,ia que esta' na pona de lesle daqnelle cabo.
    As dentis parliculanda e. logo que recebldat se-
    jam, scrao publicadas para o l'uluio, a respeilo dee-
    sas lotes, segando se jul,.ar neces.-ano para conheci-
    uieiiio dos navegantes.
    Por ordem de S-. tanheriaa.
    Assignado.Jobo Washiugton, hydrograplio.
    Repartiese bydrographlea d<> almiranlaae. Lon-
    dres 4 de selembro de 1856.
    .Es!,- aviso aflecla os segaiules mappas do alroirao-
    lado: mor do Mediterrneo n. 2158 ; Arcbipelago
    mappa indico n. 1650; Arcbipelago, lolhas*, n.
    10,1 ; entrada para os Dardanellos, n. 1608; mar
    Je .Mormuro n. 22 ; inslrurc.'es para navegar para
    os Dardanellos c Bosphoro, e livio de pharoes do
    Medilerraneo para 1856.
    De ordem do lllm. Sr. director do arse-
    nal de guerra desta provincia, se faz publi-
    co, que se a usen tou lioulem, leudo sabido
    com hcenca, o africano livre de nome Jorge,
    cue se achava ao servico do mesmo arsenal ;
    0 referido africano, tem os segaiules sig-
    naos cor preta, idade 17 para is annos, as
    faces tem diversas cicalrizes de golpes pro-
    pnos da letra ; assim como cm ambos os
    peitos, esla vestido de calca de algodao azul
    presa por urna correia a cintura, e camisa d.-
    algod&ozinbo branco americano com colla-
    rinlio de ganga escarale, guarnecido de
    duas ordena de fita branca, da largara de
    quatro liabas cada urna, o ac ,de pelo no-
    me de Zazo : Roga-se portanta a lo las auto-
    ridades policiacs, c a qualquer pessoa, a
    captura do mencionado africano, e entrega
    delle no roleiido arsenal, onde sera gratifi-
    cado.
    Arsenal de guerra de Pernambuco todc
    margo de 1S57. O escfipturario interino
    Antonio Francisco de Suuza .viagalbaes.
    -A cmara-municipal do Recile, manda
    publicar, a lim de que se/a observad i, a pos-
    tura addicioual, abaizo tranenpu, approva-
    da provincia, probibilUo o trafico de se i
    rem c prepararem forguras dentro
    dade.
    Pagoda cmara municipal do Recifc era
    sessauord:uaria de 18 de marco da is7."-
    Manoel Jo.ujuim do Reg e Albuquerque,
    presidente- -Manoel Feireira Accioli, secre-
    tario. '
    Postara addicional.
    Ai ligo nico Pica prohibido as orcurci-
    ras, ou qualquer pessoa que usar .leste tra-
    nco, o lavar o preparar as forguras, dentro
    da, Adado, sen fo-.hes aoraenle permuta
    laze-lo as immedtacfieado mala muro, o na
    ra Imperial, ao Sul da rabrica de sabs n*
    contravenlores sollVera,, dez mil rea de
    multa, na relnidencia.-oito dias de pnsao
    laco da cmara municipal do eee, 'eu
    sessao de II de marco ae 1S57. Manoel Joa-
    quim do neg e Albuquerque, presidente?
    raneiscol.u.z Mac-j Via..a,j,aquim Mon-
    tetrodi I-rauca, Antonio Valeutim da Silva
    Barroca, (,s,Vo Jos do Kego, liololpho
    Joao Bni-oU deAlmeida, Simplicio Jos de
    .ello. Approvo tempurarilmeute .
    Pa.ano do goveruo de Pernambuco 17 de
    mareo de I857.-S. de Ifacedo.-Conforma
    Antonio l.ciie de Pinho. -""orme,
    jJLJL pessoa qil,c nnuniou precisar de
    5008000 a juros sob bypolneca cm um escra-
    vo Ue 28 annos, sen,ib que anda precise,
    dinja-se a rlla Bella, sobrado novo usito a
    mare, que achara com quem tratar.
    lo dous tercos d seu carresamciuo promp-
    to. o escravps a fete, para os qiiaes tem ex-
    cellenles comino los, ti ala-so com o seu con-
    signatario Antonio l.uiz defliveira Azeve-
    do, ra da t.ruz n. 1.
    Para Lisboa sahir com toda a brevi-
    dade, par ler parte da carga prompta, 0 bri-
    gue porluguez Laia III; quem ncllequizer
    car regar ou ir de passageai, para o que Icm
    encllenles com modos, trata-se com os seus
    consignatarios Francisco Severiano llabcllo
    i\ l'ilho, ou com o capilSo na praca,
    PARA o \-si;'
    seguc na presente semana o hiato Exbala-
    c.lo para o roslo da carga, iraia-se com
    Caetano Cyriacn da Cosa Horcira, na ra da
    Cadeia do Recife 11 2.
    ue
    mmu i marte
    FBAUl-ApKIlASA
    va) ros fnH4*eZr39 (io
    Havre.
    - Aderacot de brilhanles, '4
    ,, diamantes a perolas, pul-
    i .i-irjs, allindcs, brincos
    * e rozetas, botos e anneis
    ,( de diflferenlea (talos e I ,
    diversas podras de valor." '"
    ". Compran), vondrn ru T
    ! Irocan [a ala, ooro, bl I
    - Ihanle.s, liainanlcs, ps 1- .
    ? la*, > oulras qiiacsi|ue> '
    t joiasdo valor, a dinbeiro '
    r nu por obras.
    *> ... ... ?^
    LSJA US MMW
    Slii do Cabula' n. 7.
    P.IIMH,
    .:.-
    IS i V. _
    '-'.';
    S(|
    lJll-
    -
    loi i i
    i tt, Un-
    to tf V'--\i_.. ..-
    - -.* -r,-:i i--- mm.
    OURO KI'KAIA-
    Aderemos completos de 4
    ouro.ineinsdilos, puleci- ?
    ras. a'flncles, brincos e j
    rzalas,eordoee, tranca- *
    lins, mednlhas,eorrantas ?
    e enfades para reloaio, e *
    ontroamuitosobjectosde
    ooro. .
    Apparelhoa con,plclos.
    da prata, para cha, han- *
    dejas, salvas, easli^aes, *
    rolheresdesopaedech, ?
    e muilos oulros olijerlos *
    le prata.
    I Anna Cordciro, Flix JosC ria Silva. Manoel
    Ignacio de Carvalho, Candido Kngenio 1 rar
    do Amaral, Joo <.ualber:o de Olivcira,
    Francolino Claudino da C.oiiccig5o, Josa- Ru-
    ino do Oliveira, Francrscn de Jess Mana
    Jse, I lorencio Conduru Serna.
    GABINETE PORTUGEZ
    DE
    leitarl
    i
    :
    iv ^itsiioa, asquacs se venclem por
    tv&vo cmmnmio como eostumam.
    ...
    . v
    Kspera-sc d 1 Kuropa o vapor francei BARCEIy
    I.O.Yv, capilSo i.emari, o qual. depois de peqae-
    cnioia, seanir para o RO, rom escala ,)Cla
    para Irelu e paasageisae, na roa do Trapiche
    II1I111
    n. I
    K
    1 coi 11 pan na
    qu es inglez s ;i
    Ue
    pa-
    va por.
    .
    .


    --' -' ,1-': *.'',
    moi;'1;1.-'',le<1'' ""' enra-sed...... .1 or
    MUWA\, eommandante Parkers, o nnaldepois
    da demora dos cosame legaira* para Soathampton
    tocando nos porlos de San-Vicente, Teneriff, Ma-
    : liara paasaaeus, -Ir., irala-sc com
    rna do 'Irapiel,;1
    ava-
    da ci-
    THEATRO
    >
    Si

    IS
    SAlillAO, 21 DEMARCO.
    Mona recita da asaianalnrar
    Represenlar te-ha o drama de
    (rand
    espcctacnlo
    (SETEffimBEURt
    a paile de Genrato, por elle
    Joao Caetano tara
    creada e eteeutada.
    Dar' lim ao divertimenlo
    I arlo
    a graciosa comedia em
    0 JUDAS
    EMSABBAIiODEUELl...
    is hilteles ,ic lele
    venia no da ,1
    Iheatro.
    l'riocipiara' a.-S horas,
    1'>rla ,11
    espcclsclt, no
    lein csiarSo a
    rsciiptorio do
    DOMINGO, 22 DE Al :i >.
    Dcima recitada assianalora.
    RepresanUr te-ha o drama de gr.....I
    cun em "1 actos
    especia-
    OSSETEWFAJTESDSLARA.
    J0S0 Caetano lara' a
    creada.
    Fermina
    acto
    parle de Uonralo,
    por ello
    e-pci-linlo .1 jocosa comedia em I
    0 CHAPEO DO HELOtJOEiRO
    I, hdiieli-s de pa
    Vende no dia do e
    Iheatro.
    Principiara' as N horas.
    e qnkrla ordem estonio a
    ctaeulo, o,, eripl ni,, do
    .
    ira i\ uo
    (iliuiua.
    sala do conselho de
    am
    os agentes Adainson llov.ie C,
    Novo 11. 'ij.
    C o ipan
    ^rnam
    aa,
    Onde se a
    CONSULTORIO HHEPATHICO
    DO
    1 ate as-es. al aj^. r-ajaj ex js> %/ /*_ ii-at>ttra>
    gionuios, e prepara los coro o maior escrpulo e por presjos bstanle commodos :
    r'l*l'.t_.tjD l'l\tlc>.
    Boluca de 12 tubos grandes. ,
    Dita de -2\ i> i)
    Dila de 35
    Dita de 48 a a
    Dita de 60 .
    Tubos avulsos a......
    rseos de (inlura de meia onca.
    lOOOO
    15;00d
    ancooo
    25;000
    3D?000
    10000
    23000
    M mual de medicina homeopalhica do Dr. Ja.ir com o dic-
    cionario dos termos de medicina .
    Medicina domestica do Dr. Menry. ..:..'
    ratamento lo cholera morbus .
    Re ei torio do Dr. Mello lloraos .
    09,100
    IffOOO
    2*900
    6IOOO
    I) abaiKo
    nella.
    assignado, faz publico une
    acaboucom a sua taberna une tinlia na es-
    ada do Arraial, rregnezia do Poco da l'a-
    desde o lia 5 de Janeiro do 1857, tendo
    pago todos osdireitos que ineorria a dila ta-
    berna, em dezembro de 183(>. como or-ivn
    SIMPLES, cometido ali-m dos mesze, tanTri!!t^.*sut0J^ policiaes, eapi-
    a le dos circulse vanas tabellas de im- ,.'' TP' u^aaoaa ,ln P"vo, que pe-
    PABA 1857.
    Acbam-sc a venda as b
    loinhas impressas tiesta
    seguintes quali ladea:
    DITA
    m conbeeidas lo-
    a
    "ina

    O vapor
    Tamanden
    ERSINUNGA, acha-sa
    Barra Urande Maceid,
    lura a s |,ras da tnrde de, -
    recebe tambem passageiros,
    ptimos
    a caica para
    para onde sa-
    do crranle :
    proporcionando-Ibes
    minios; ararla sera' recebida alo ao
    meio diaauleccdenle, e ao da sabida fechado no cx-
    pedieote.
    Para o Rio de
    Janeiro
    posto geraes, provinciaes e municipaes:
    Preso............. osfj
    dita di-; PORTA, a qual alm dos mezes,
    lem explicares das indulgencias e ex,
    commuiihoes. ele; proco. ..... iGO
    DITA Di, AL.UNAK, a qual Mitra dos mezes,
    contcm o almanak civil, administrativo,
    commercial e industrial da provincia,
    P.or;................500
    ludas estas folliiiibas
    guem o escravo Joo poralcunna mulatinho,
    hp pedreiro, catador e calcador de ras, tra-
    balbaya com o mostr UgericSo, no beiro
    superior, debaixo dos cabellos, tem nos cau-
    tos, dous signaos grandes, de um lado bus-
    cando o queixo lem oulro, cabellos carapi-
    nhailos, pes chatos ; o qual Rigi a 7 do cor-
    rento : quem o pegar leve-o a Soledade n
    *-, que se recompensara ; protcsta-se con-
    tra quem Ihederagasalho.
    papel e excellenle' "y^WsSmImT,^ Cajabussif, sito
    em porcao e a reUlho : na llvaria da praca eiSs It ? P^rtccenle ao mos-
    ndependencia ns. es < e de s" "onto da Cldl"le da Paralnba, e
    da
    Boa-Vista n.
    '!" an-lar.
    fequeno numero desta ii mor
    , na da Cadeia do ltecife'n. 3g.
    Prccisa-se de urna ama para tratar de
    m menino que tem mais desuno; uo pa-
    teo do Terco 11. i.
    A directora do gabinete fmtmrnt de
    leiluia nesta cidade, atlendeiulo ao pi-dido
    de grande numero de saahoras arriaiialaa.
    resolve que nos domingos t dias santilica-
    dos se conserve iberio o obtabclecimcntrr
    ate as 2 horas, e chegadas d vapor al as rt
    da noite, o (|ne faz corto p;,ra inlclligeoria
    dos senliores assoeiados le 18 de marco do 1857.--01. secretario,
    I marte das >cve.
    Atteneo!
    l'recisa-se de um cai-
    voiro para mua loja desr.-
    l>atos, qae seja fiel ou d
    idor sua conducta :
    pessoa que estjver nestas
    circu listan cas drija-Q
    ua dos ouareis, loja u.
    *0, que adiar com quem
    tratar.
    Fugiram liontcm t carneiros da praca
    da Boa-Vista, a pessoa que os encoutrou ou
    osaehou, querendo entrega-Ios, os poder
    levar a praca da Boa-Vista n. IS, terceiro an-
    dar.
    lU.nLICACAOLITTERAHIA.
    Acba-se a venda na loja de livros do Sr.
    Aogueira. junto ao arco de Santo Antonio,
    cxemplaresda traduccHo dn direito publico,
    eec.esiastico, Gmenio, que serve de compen?
    dio no segundo auno da faculdadc dedirei-
    lo, pelo preco de cada cxemplar.
    --- Quem precisar de urna ama (tara casa
    de homeni soltciro : dirita-se a Boa-VisU.
    ra do Arago n 20.
    - No dia 16 do rorrente, do sitio riasRo
    Miras, do lente coronel Joaquim Klias dn
    uoura, fugiram 3 carneiros, sendo dous em
    pao, e urna ovclba preta com urna malba
    Dranea, mocha, e com um cabritinlio.os car-
    neiros, um da mesma cor da ovellia oulro
    branco, ambos com clnfrc : quem os pegar,
    leona bondade de annunciar por este Uia-
    no, ou mandar ao dilo sitio.que sera recom-
    pensado.
    BILHETES DI LOTERA DO
    RIO DE JHEIRO.
    os 20,000s>, fMM,
    i.OOO.s- c 2,000.s-.
    Fol vendido na prac la In.lcpcndeiieia.
    loja 0 M a sortede 10:IM10/em meo. bilhe-
    teu. 873 da loleria terceira do Cabo Krio.
    a lem de. oulros muitos de tOO.-, 20o e loo
    >a dita loja acliam-se a venda os novos bi-
    Seguo.em poucos
    Ledo, capitao Paria,
    frete, lrata -se
    das o brigue nacional
    para o reslo da carga c
    com os consignatarios Isaac
    Compaiirria, na da Cruz n. V.i, pri-
    nieini andar.
    ira
    ama.
    I relende sabu oestes oito dias o veleiro c
    nem cmuiecido i.alliabote nacional Dous A-
    mtgos, lem prompto dous tercos de sen car-
    regamento, para o resUnte, trata-se com o
    seu consignatario vuIonio Luiz de Olivcira
    Azevedo, ra da Croi n. i.
    &^J
    Segu nestes dias o palhabote l'iodade. a-
    nda recebe carga, passageiros eoscravnsa
    lile
    cravosa
    airalar com Caetano Cyriaco da C.
    ., na ra da Cadeia do Recife n. 2.
    ' -: M*&
    - P. eouvage, estando a relirar-se para lueaP
    a '-"ropa, rara loilf.o, por inlervenco do a-!SUil "
    LirnlO. I hl.M.i ./i 1,^.1,........ lilanoii. ,
    mobiliad casa do|5en-C*,. ",)l"1'-
    I",
    a
    gente Olivcira, de toda a
    sua residencia, consistindo em riquissimos
    solas, consollos, cadeiras tanto usuaes de
    bracos, como de balanco, mesas do meio de
    sala, o diversas oulras, espelbOS, .uadros
    nloricos e Ue pbanUsia, onfeites de porce-
    lana, esleirs de alcatifas de sala, i esplen-
    dido pa no. relogios do cima de mesa es-
    ante para msica upara livros, guarda-rou-
    pas, um bello guarda vesdos cercado de
    \^m' !POT!r' toucadres, mesas de
    jantar clstica, ditas piraalcovas, comino-
    Hoque activo, para r<,s- declarams que, leudo si lo arrematadas
    o semeo de ama familia ingleza : na ra do om 'i publica, por ns*. as divida, desta
    ' raptaba Novo n. 18. casa, somos os nicos que tomos direito a
    vioio' ,',i,m"s,! "t-sta Cldade ,, ltt''l"<-'- pro- have-las dos competentes devedores, proles-J
    ; Pernambuco, dous pardinhos me- la"d contra o Sr Jos "
    notes, viudos da Parabiba como esclavos,
    um de nomo Antonio del2aKl annos de
    ida Je, c o nutro de nome Manoel, de 12 a I*
    anuos ; os quaes tom caria de liberdado na
    provincia da Parabiba, onde cono
    liberd
    ciada Parabiba, onde corre litigio sua mesm qantia. .\pprovciumos esta
    aue. Ninguem os compre, poisarris- 8,aoPra rogarmos aos senliores deve
    i perder o dmliciro, quem o lizer, vis- satishcao de seus dbitos ja ha muiti
    !II carta lie regular e legitima. culS : o para esto lim podom diriet
    I.ourenco da cruz
    por querer o que nao Ihe perlence; e bem
    assim avisamos aos devedores que nao se
    jieixem illudir por este seabor, sob nena de
    Jesgoslo (le pagar duas vezes a
    occa-
    ea-sea perder o dinheiro, qum o 'lizer, vis- a.satisfcao de seus debitos'iaT.a"muito ren-
    to que a carta |le regular c legitima. c"os : c para este lim podem dirigirse a
    Ouem annun-1011 no Diaiio de honleni ru* do Cabuga, na loja de Jos Alvos da Sil-
    que a pessoa que propOe-se aensinar alin- Gmaraes, ou na ra do Oueimado, na
    ial, efrenceza, declare sua resi- '.' "neujco Jos Ai ves di silva Cuima-
    . pode dingir-sea travessa de ''es.Jose Alves da Silva CuimarHes, i-ran-
    >. Jos, segundo andar, que achara com c,sco Jos<; Alves GuimarSes.
    quem tratar. A pessoa que butou na administraeo
    Deseja-se alugar um sitio porto da pra- d" correio um maaso de jornaes para Manoel
    ca, que tenoa as seguintes commodidades :.<'0calvcs da Cunha Uimna, no Par' uuei-
    casa deviveiida boa, prelerindo-so sobrado, ril Vlr "lender-sc com o respectivo admi-
    xa para capim, para um a dous cavalfos, nislradttr.
    boira, arvores de l'ruclo : quem o livor
    baixa
    coc
    |uem o livor
    com oslas circumstancias.annuncie cara suj-
    procurado.
    I'recisa-se de una ama para casa del
    _ pouca Tomillo : na ra do Uueimado n. 28,:
    almarios, marquezas, leitos diversos de! segundo andar.
    ra, e de Ierro, camas de vento, lvate- | ~ ''ergunta-se aos influentes da irmanda-
    de de S.Jos da Agotlia, se appareceu o
    liontaifiiuiido, e no caso de negativa, quem
    o responsavellpor semelliaoto estravio?0
    cavados
    para melbor
    leira 20 do
    ; -"noiet fo,;r^;u v
    etc., innmeros oulros arlitros p
    arranjo de qualquer casa : texta-
    eorrcnlc, as 10 horas da mannaa, no eltio do
    ; ><,'ur"u,r rixc',fi:,,,,10' derr0nt0 a "va dosr
    .lAt.iit* Htalos.
    "TailKS.%h Snt em ,e" Hr"mem na
    aHeere,.' o eUc-aa.^yTTi !"' e"lu""' "e
    tnanliaa. "' ,s'-*a em ponlu da
    iiaa,
    liac
    dossrs::i;"^;.|;!;v'i^'!arloiiao'^oror',>n,
    sequen, ^;::,;c;:-r;;r-^--
    cmisulbamhur.m, ou llePsotJ *
    ler,
    Uo ciixsscom Vas de c
    Kjuez, t...l|anne,a capiUoj Vou Boatnl na
    :;,:;:M!"!^.....ta>S;
    c^ Li',' ~"i" c'"ie.a meio dia
    <^ Aicoloiado, nn duAmorm.
    --- Oagente P stana r.r |eil3o por cont
    erisco de quem pertencor, delcalxaade
    "(-i -s ue composicao com loque de avaria do-
    >e.i,,,,-,aas ultmenlo do navio iohamm,
    s quaes sorno vendidas cm lotes, :l ontade
    uu-. compradores : sexu-feira a do cot
    teas II luirs ila
    dega
    manilla, na porla
    re-
    a alfan-
    - -

    viga.
    L
    fca
    DA
    orre
    tere feir
    24
    de
    Riia l\ova
    N. 34
    Madama liosa llanly recebeu um grande
    sortimentu de chapaos de seda para senbora,
    blancos, cor de rosa, amarellos, pelos, com
    lila e llores encarnadas, ricos enfeitos de ca-
    beca para senbora, grosdenaples InrU-co-
    res, pretos e amarellos para vestidos, cortes*
    de seda preta e de coros, cortes de seda para
    noiva, mana de blondo, capella e luvas,
    mantas pretas de lile e'de garca a ImiUcSo
    de blonde, ricas caixas de costura para se-
    nhora, franjas de lodas a cores e sortidas
    le largura, e tranca de .oda, chapeos de
    montara, llores, lila, ales ricos de tou-
    quim, hia, bici, chapeo o vestidos de hap-
    liMido, chapeos de soda de palha para me-
    ninos ale a idade de 7 anuos, c'muilas ou-
    lras lazendas que so vendein
    cotila.
    multo cm
    O ahaixo assignado ainda lem um reslo de
    seus lehzes bilheles da quarta paite da -sti-
    ma loleria da matriz da Boa-Vista, as
    do coslume; os quaes uo estilo si
    descont dos h por <-ent. da lei. I> r Salus-
    tiano de Aquino Forreira, Jos Fortunato
    dos santos Porto.
    Precisa-se
    saia pan
    "jas
    jeitos ao
    JOHN GATIS,
    corretor gcral
    Ji AUEMTE DE I.KII.O'ES CO.MUERUABS
    li. ^0. ra do Torres,
    I PHIMEIRO ANDAR,
    prava do Corno Sanio
    KECIFE.
    Ausentou-se no dia do correle, da
    casa deJo.se Goncalves Ferreira Costa ,, un
    nouea faminaT SSSffWt r^JTSAVSr)SS
    omme oomperfe.cao.nair.-an bem agr- tanto^corpolento. cTra ratt.'uralrb."
    ii. J, se-:serrada, fugio com um fono 10 p, he um
    n ~; Pe; s, prest, a ensi-, &?\Ztt^%E!' US?1** '>'^ =
    naremalgum ongcnbo pnmeiras lellras e autoridades policiaes. I>,m como a ?,. L* ,. i
    silsMil SsssI..............- -
    mesmo
    dan lo
    Sondo
    erieiC/U), ijaga-se
    : tratar na rna do Torres
    miar.
    Quem annunciou precisar de um <\ii-
    xeiroqoeaaibaoiagtes, |-je ir i ruada
    Alegra n. o, que achara <;om quem tratar.
    Jos Joaquim do* .lautos, subdilo'imr-
    luguez. relira-se para Portugal.
    i.2! Sc1"u,Wilsn Companhia, roiisigna-
    tarios do brigue du.amaiquez lianauark,
    capitao l. Hansea, rogam a todas as pessoa
    que livcrom conlas com o dito navio ou ra
    pilao, de apreseiita-las no seu escriplono,
    ni ra do Trapiche n. 4, ale o da 21 do cor-
    rele ao meio dia ; alias nao e luliarao
    rosponsaves pelo pagamento das mesmas.
    No da 2, as II horas, na sala das au-
    diencias, denota de linda a do Sr. Dr. jun de
    ausentes, se ha de arrematar o terreno silo
    na ra Imperial, pertenecnte a beranca ia-
    ceu edo Uado Antonio da T.iudadc, com a
    abate da sexta parte do valor ultimo, e divi-
    dido em lotes menores, como consta doos-
    cnpioem |foder do porteiro uo juizo :'vai a
    praca 11 rcque.-imVnlo Jo Dr. procurador lis-
    cai da lazcnda nacional, assim como IU M
    ue coqueiroa com o mesmo abale
    .Manoel da Silva
    laga!.
    t'ereira rclira-se para l'at-
    AVISO.
    ron," s>e?Ufl'Cia da v,i,Sen'.q"e ^ loX
    ropa, o sr. Antonio Augusto da ronseca, li-
    "T! '".or,ne augusto Rodrigues Selle eu-
    caragado de todos os nego-.os perlencentcs
    aosr. |.rancisco Manoel da Silva Tavares Je
    Lisboa de que o sr. ronseca, era procura-
    dor os ifiquilmos, c mais pessoas que ti-
    verem de tratar a respeilo. pudem d rigir-
    se ao mesmo Cuilherinc Selle, n
    l'raia, travessa do Carioca n. II.
    a ra da
    AVISO.
    I.ento 1-ernatides do Passo. que relira-se
    ara | orlug | lraUr ^ ^ ^
    loa.nada dover, e se algue.n se acn.r com
    .r VCU',\receucr "esles Mdias.assi^
    como os que Ihe sao devedores, lia.ain de
    toe pagar logo.al.as asara dos raeios que Ibe
    compete.e ent.egar ao seu procurado, em sua
    ausencia, pois esta resollido dcsTazer-se de
    ludo que aqu possuir, ate que si
    Portugal. '
    No da 17 de tarareara prximo passa-
    uo, a noito, eulregaram na roclieira, Mta
    bonsel.?r01 "-,25"' ""S. ruVo pom-
    bo, sollado a enlreado, para tratar, e com.
    ate ao prsenle iiinguem tonaw viud,, rucla-
    mar o dito <:avallo, e nem se Conbece o do-
    no avisa-sj para qu.) no prazo de 8 das.
    que,,, for seu dono, venha busca-lo, e pa-a,'
    a despeza que tem Teito e Vara', d contra-
    tras
    illietesde visita:
    ttravaaa-ta a imprisneni^a nata nartatt
    la visita, letlrai *-*-
    cnnliprntos do supplica.:,, pejo o faeam tcienle rio
    que cima Tira dilo. O porieiro d, andilorios ilesla
    ri'i.nle aullara' e publicara' o prescnln no lugar do
    custums, e sera' tambem publicado pela imprensa.
    Dada e passada neste segundo dislriclo da fregue-
    TH AIHCCAC.
    Aviso aos navegantes,
    N.- 29.
    lisiados luidos da America.
    A commissao directora de pliaroes>os Eslados-
    .ue cm brcv:,la,le o patacho '.aniega
    para o resto da cari;a e cscravos a frete, para i a
    os quaes tem excellentes commodos, trata- roa
    se. ct.m os consignatarios Ni.v;..-:; ,\ Compa-
    miia, na ,i,i Trapichen :V.
    a- i o Rior. .; ;
    Salio com brevidade o brizne
    ler arte da carga prompu, :
    carrrgaro resto en:etidu-e
    Pedro Antonio de Carvalho Baiano,
    tira-se para I ira da provincia : a tratar
    - negocios que Ihe dizem respeilo
    'f-^ A pessoa dolada de verdadeiros senti-
    -.-------- metilos religiosos, que quizer possuir tres
    ..., "u8"Slo .arueiro Monteiro da Sil- r,cas magens A i pedras, Nossa Senbora \li-
    va santos, agradece aos amigos de seu lio o: "eos San Jos
    ur. Hanoel Caetano Soaies, as honras Tune- ''" :-"'-,,o n. iG I
    J-Mque. se dignaram fazer-lha ; o protesta
    eterna jrralid.10 por l,. solsnuio
    .'anlaleo no Monteiro, queiem-
    s., quci-a apparacer na ra braram-se de soccorre-los no dia da mesma
    "nr.-o ,.,, Kceife, ru,, da Madre de !),, ,,7
    na uLfreale a mairi- UJi,;.
    'leampo, por
    i q-cni quizer
    - com o capilo
    do mesmo, Jos Monteiro de Almeida, ou
    com o seu consignatario Manoel Alvos Guer-
    ra, na ra do Trapiche n, 1*.
    ' ra o iii.> de .nuitiro
    0 patacho brasileiro Esperancji segu para
    oltiodcJan.iro nestes 8 das tem promp-
    lin
    de
    prac
    los
    LOSOI
    pessoas que desejarem seguir u
    destas disciplinas, podem dirigir
    cada residetici
    zes, pateo do Hospital, e
    :rte-se que s se troca
    -se a indi- na? "^J" '"'' lu porca, ou esln

    -sada : quem bemleilores. u re^eretile
    de manha ale as 8 horas,! 'jvru,n,.n,. .? ,", oca' flT'J?'8? u." a rua du Ju-'10 Gomes Bezerra
    e do lardo a qualquer hora.
    ----- -J-- va < i un KAKI rfV
    niento n. ;i2, ou a rua do Padre Tona- Li
    us
    da informarla
    le Mello, Caetano de
    i no n. 21 segundo andar.
    Lima, Upiano Pedro Bezerra de Mello Vc-
    tor da Silva Campos, Jos Domi ugos de San-
    araiid s e grades,
    L'm lindo e variado sortiment de modcl-
    los para varandas e gradana>, de goslo mo-
    dermssimo : na fundicao da Aurora em den-
    lo Amaro.e nj deposito da mesma, na rua do
    bruiti. '
    MUTILADO
    ILE6IVEL


    DIARIO DE PEHNAMBUO, SEXTA i-ElKA 20 DE MAK QQ DE 1857.
    SEGURO- COINTHA FOG0.
    Compartida AUiauce.
    Esiabolecida cm Londres, em marro de 1324.
    Capital cince milhes de libras esterlinas.
    Sauuders Brothers C., tem a honra de in-
    formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
    a a-quem mais convier que eslo plenamente au-
    iorisados pela di companhia para effectuar segu-
    ros sobre edificios de *tijolo e podra," cobertosde
    tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
    os mesmos edificios quer consista em mabilia ou
    ara fazendas re qUalquer qual'nlade.
    Bcparli<;fto da v'arcina.
    O coinmissario vacciuador vaccina tas
    quintas domingos de todas as semanas, uo
    torrean da AlfanUegaf c as lercas-feiras na
    "asa de sua residencia, primeiro andar do
    sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
    7 as M lloras da man'.a.
    Precisa-se alugar um preto possante,
    enibora seja hrulo, para trabalhar monsal-
    menic nesta typogrnphia, dando-se o sus-
    tento : na liviana ns. 6e8 da praca da In-
    ti t-in-.ii i 11 i -
    DENTISTA RiCEZ. 1
    Paulo aignoux deolU, rnaNova n, il : K
    $3 na mesma can lem IgUI e po* ilenlrilire. K?
    ESTRADA DE FERRO
    REMEDIO UICO.UPAKAVEE.
    .: "' -
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Militares de individuos ile todas as uacAcs
    podeni teslemunbar as virtudes deste reme-
    dio ineoinparavel, e provar em caso necessa-
    no, que, pulo usoqucdclle iizeram, lem seu
    corpo e membros inteiramente saos, depois
    do baver em pregado intilmente oulros tra-
    lamontos. Cada pessoa poder-se-lia conven-
    cor deasas curas maravillabas pela leilura
    do> peridicos que ili'as teialam lodos os
    das lia inultos anuos ; e a maior parle dl-
    as sao Uo sorprendentes que admiram os,
    ebres. Quanlas pessoas re-
    de soberano reuio.lin Y>
    &
    rMlquigM'iiiiifi'yui
    do liecife S.
    , [ i.v .*/- r-M
    LIMITADO.
    ranc*sco
    mdicos mais celebr
    ronrarani com es., o
    de 3tus bracos c pe as, depois de ler per-
    manecido longo lempo nos hospitaes, onda
    aeriam soffrer a ampulacSo I Dolas lia mui-
    las, que havendo deixado cssesasylos de pa-
    dec ment, para se nao subuicllcrcm a essa
    operaco uolorosa, foram curadas completa-
    mente, medanle o uso desse precioso re-
    medio. Aigumas das tacs pessoas, na efusSo
    de seu rcconheciracnlo, declararan! esles re-
    sultados benficos dianto do lord correge-
    dor, eoutros magistrados, alini de uiais au-
    tenticaren! sua aflirmativa.
    Niognem desesperara do "estado de sua
    saudeselivesse bastante confianza para en-
    satar este remedio constantemente, segiun-
    do algum lempo o Iratainenio que nocossi-
    lasse a uaturezadu mal, cujo resultado seria
    provar inconleslavclnienle : Que ludo cura.
    O ungento he Mil, mat particularmente
    nos seguintes casos.
    O directores da Cuinpaiitiia da Estrada de Ferro
    do-Kecife ao San-Francisco, limilado, tem fetto a
    quarla chamada de duas libra esterlinas, ou res
    175/77, sobre cada accS.0, na dita companhia, a qual
    rejser pana al o rila 9 de abril do crrente anuo
    1857. na Baha, em caa dos Srs; S.- S. Daveu-
    |>orl & C., na cirle, em casa dos Srs. M.iu, Mac.
    regor ,\ i;., e i'in Pernamouc, no escriplorio da
    Companhia.
    O accionista que nao realisar o pagamento den-
    Int do termo indicado, podar perder Indo direilo
    a* aerAes sobre as quaes o dllo pagamento uao se
    tiVer cflecluado, e em todo caso lera de pigal juros
    na raao de 5 por cento ao anno, e de nao receber
    juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
    .lecorrer ntic u da indi-ado para o pagamento e a
    sua realizaran.
    Neuhura auln de transferencia pode ser recislrado
    depojs do da 1) do corrate, lotea do pagamento da
    chamada.
    l'or ordein dos directores.S. 1*. VEKEKEIt,
    Ihesoureiro. *
    Becife 3 de marro de 1857.
    - iva ra larga do Rosario, esquina do
    boceo do.Poixe Frito, no segundo andar do
    sobrado u. 9, coiitinu'a-sc a dar comida para
    lora nim ludo o aceio, c por prego mullo
    em cunta.
    0 abaixo assignado declara aos deve-
    .loro.no Aureliano (V Andrade, que nao pa-
    gnein seus debjtos seno ao abaixoassigoa-
    do, do contrario ferio de pagar segunda
    vez. Recife 13 de feverciro de 1857.
    Manuel Jos l.eile.
    Retinara de
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras.
    Dores de cabera.
    das costas.
    los inembros.
    Eulenuidadcs da cu-
    lis eui geral.
    Eul'ei'midades do anua
    Erup<0es escorbticas
    fstula* uu abdomen.
    Frialdado ou talla de'
    calor as extremi-
    dades.
    Frionas.
    Ceng vas escaldadas.
    lnchac.oes-
    lnnamma?aool'gado
    da be&ig*-
    InflammacSo da ma-
    triz.
    Lepra.
    Males das pernas.
    los pellos.
    - le ollius.
    Mordeduras de raptis.
    Picadura de inusqui-
    los.
    PulmOes.
    yueimudelas.
    Sarna.
    Supura$Oes ptridas.
    linha, em qualqunr
    parle que soja.
    l remor ue nenros.
    Ulceras na bocea.
    - do ligado.
    das arliculacucs.
    Veias lorcidas ou no
    dadas as pernas.
    Antonio Dias de lrito, porluguez, vai
    a Portugal.
    Precisa-se de. um portuguez, dos lti-
    mos ebegados, que leuba de idade 14 a 1G
    anuos, oque saiba 1er e esetever, para ser
    caixeiro de una taberna : procure no Reci-
    fe, ra do Codorniz o. 5.
    Aluga-se una escrava para o servigo
    diario de urna casa : quem a liver e quizer
    alugar, irija-se a ra da Cruz, sobrado n.
    ^3, ne achara com quem tratar.
    Precisa-se de un; criado para comprar
    e fazer o service interno de una casa de
    punca familia ; atr.iz da matriz da Roa-Vis-
    ta n. iti.
    yucm precisar de urna ama para en-
    gommar e cozinhar, procure na ra da Prafa
    por delraz da ra oo Facundes n. ^.
    Ndame buessard vai a Franca, le-
    vando comsigo dous meninos menores.^
    Precisa-se no engenho Jussara*, em
    Serinbaem, de urna pessoa ptopria para l'ei-
    lor, e exige-so que seja porluguez, com pre-
    ferencia se l'or illn'O, bem forte, e que nao
    seja omito rapaz.
    lioga-se ao senhor que no Diario de
    5 de feverciro declara que propc-se a en-
    sillar em algum engenho a lingua nacional
    e franceza, que declare seu nome e residen-
    cia, e por quanlo se sujeita a eusinar anuu-
    almeuie.
    AO PATEO DES. PEDRO '.
    No deposito de massas linas do pateo de
    S. Pedro n. 0, he chegado una porcSo de
    doco de guiaba, que faz admirar o prec,0 por
    que se vende, vislo sua boa qualidade.
    Na ra da Cadeia de sanln Aulonio,
    n. 7, alugam-se Bous caixes edilicados na
    mesma ra junlu a ponte .Nova, para cochei-
    ras, ou estribaras, para cavallos, c tanibcoi
    se vende urna porcao de pedras de cantara.
    Uuom precisar de una mullier para o
    servido de urna casa de pouca familia, din-
    ja-se a casa do fallecido Juliao l'orlelia, na
    ra do Livrameulo, que la achara com quem
    tratar.
    0 abaixo assignado comprou a Sra. D.
    Marcelinda Carolina de Almeida Cucdes,
    urna casa de sobrado na cidade de Oliuda,
    sita na ra de.Malillas Ferrcira n. 8 ; se a!-
    guem sejulgarcom direilo a mesma, dirja-
    se o abaixo assignado, na ra da Moeda ti.
    15. no prazo de 3 das.
    .Manuel Marques de Olivcira.
    Precisa-se de una ana [de leile : na
    ra da saudade, quarta casa terrea de sotSo.
    Aluga-se una escrava para ama do lei-
    le, lem mullo bom leile, esla panda de 15
    Vende-se superior linlms dealgodao,
    brancas, e de cores, em novcllo, para costu-
    ra, em casa ce Soutbail Uellor *;'('.. ra do i
    Torres n. 38. .
    Dce de arar : o00 re*.
    Cbegou a ra do Collcgio n. 5. o superior
    docedearacja, fabricado no engenho Cuerra
    a 50 rs. cada caixo.
    7
    el
    loja das seisl"^
    Boiiec^f fianctzas.
    . Vondem-se boecas franeczas ricamente
    vestidas e de varias qualidades a 19900,
    1>S0" e 2-, na ra do Qucimado loja de miu-
    dezas da boa fama n. 33.
    RIS!
    SHO.
    i) !!!:;o
    m3

    >t<
    Bhi
    portas
    frente do Livi ;'-
    lo
    Veile-se percas de algodSo trancado cun
    oque de avaria a cinco patacas apecha, dito
    iso a qualro patacas e niela.
    H
    HTiOS
    >
    L.J
    cobcrlos e deseohcrlus, pequeos e grandes,
    de ouro patente inglez, para bomem ese-
    iihora de um dos mclhores fabricantes de
    Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
    gle/. : em casa de Soutbail Mellor o C.', ra
    do Tonos n. 38.
    Aitene o!
    Vende-so urna preta do 7 18 ranos de
    idade, bonita ligura, e sabe co/.mhar o dia-
    rio de urna casa, engomuia e faz labyrintbo,
    marca de todas as qualidades.costura chao ;
    na ra da Cadeia do Recife n. 35.
    Vendem-se 2 escravos, sendo 1 negro o
    1 negra : na ra da Cruz a. 62.
    Batatas novas e sabio de massa.
    Estes dous artigos venderc-se smenle no
    armazcm de Barros c Silva.
    Veiiein-se o
    das licitas de umnibus
    velas estearinas superiores, para carro c pa-
    ra sala, por preco commodo.
    Mcias de todas as qual i;
    da des.
    Vcndcni-sc muito boas meias de seda pro
    ias, sem o menino, por 161000 mensaes : tas o brancas fiara sen horas pelo barato pre-
    quem quizer, dinja-se cidade de Olinda, l atruz do Amparo n. 11. ditas de lio de Escocia piuladas para bomem
    Fuguaui do quintal da casa da ra do Pelo baratissimo prejo de 400 e 5("), dilas
    AragSo u. i, 4 caraeiros, no da l do cor- brancas e cruas para bomem a 200, 2*0 e
    reate, e quem os pegou, queira aiiuunciar 28 rs- dilas pintadas e brancas para meni-
    para se mandar buscar : ou mando levar na s a 2W c 300 rs., dilas brancas, Unas para
    mencionada, que se pagario as despezase o meninas a 2*0 rs, ditas brancas parase-
    de. n.ie.n ns not-ar. 'oras a 840, 3"" c *"u rs., d.tas prcUs de
    scriplorio
    steg"o& Brrelo, no
    , tiro.
    l\o deposito d sta relinaria, na ra da Ca-
    deia do liecife u. 3", ha sempro Bssucar re-
    hilado ile superior qualidade, tanto em p
    conio em torros e em pues, por preco mais
    . commodo de que cm nutra qualquer parle.
    Precisa-se alugar una piola captiva,
    boa cngomniadcira, e que lavo de sabao ;
    paga-se bem : no aterro da Boa-Vista loja de
    bilhclcs n. 56.
    ' Precisarse alugar urna ama forra ou
    captiva, que cozinhe para casa de familia : a
    tratar no aterro da Boa-VisU, loja de bilhe-
    les u. 5G.
    Precisa-se do nina ama de lcit3 para
    criar a una menina de 3 mezes : na ra do
    Collcgio u. 21, terceiro andar. Paga-se bem.
    Raga-M (o I lint. Sr. B. A. C, senlior do eiise-
    ulio M., que iliipie-se de maii'iar pa^ar a quoiilia
    de 1003 rs. que e*t. devendo ha mai de cinco anuos,
    a Mauoel Rodrigoea Coila gallea, visto nio ler
    tla do : e senao o fixer lera' ila ver o seu nume por ex-
    lenso nesla folia, at real cmhulru.Mauoel Kodri-
    -ues Cusa Hagalhftes.
    Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para casa do pouca familia, e que
    faca compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
    sito de charutos.
    GAB1MK PORTUGUEZ
    DE "
    Vendes^ est* ungento no estabelecimcn-
    to geral de Londres n. 2*4, uSlrand, e na
    loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
    tras pessoas encarregadas de sua venda em
    toda .i America do Sul, llavana e Hespanha.
    Yende-se a 80o rs. cada boccliiiha.conlem
    tima inslruccSo em porluguez para explicar
    modo de fazer usodeste ungento.
    O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
    pharmacoulico, na ra da Cruz n. 22, cm
    Perbambucb.
    E&TABELECIMENTO
    EiQTQGRPHIGO
    RL'a NOVA N. 21.
    Ilclralos dexodos os lamanlios tirados se-
    gundo os ltimos e mais aperfeicoados pro-
    cessos.retocados a oleo, aquarella ou a fumo.
    Kspecialidade de retratos para alfineles,
    cacoltilas e muras obras de unuialura colori-
    dos coiy toda a perfeic,iio.
    Retratos para earta's a 140000, a meia du-
    zia .) aparelhu sempre prompo para tirar
    retratos de pc.-soas fallecidas.
    IteproduccSo em ponto maior de retratos a
    daguerreolypo como lainbem copia de qual-
    quer obra artstica.
    Vistas da cidade e seus arrabaldcs, sitios,
    tmulos e oulros monumentos.
    Crande sortimento de molduras, passepar-
    tous e i-aixinhss do ultimo goslo.
    Esterescopos e vistas estereoscpicas :
    pequeas e purtaleis cusmoramas espressa-
    mente fetos para recreio dos saines o reu-
    nios familiares, coulcndo una mu,lo varia-
    da escollia de vistas de Pars,Londres, Vene-
    za.Suissa ele., como la ni bem vistas anima-
    das.
    Um esterescopo com 12 vistas, ludo ar-
    ruinado em um elegante cofrezmho comfe-
    chadura ao mdico prec;o de 203000.'
    Uabaliio de quem os pegar.
    Deposito ue ciirtitosda
    ruada 1,4-uzii. SO.
    lie chegado a este deposito, os excellentcs
    chaiulos Oa Baha, com as acreditadas mat-
    eas : lanceiros, Apngio Jos de Souza, rega-
    la, regalos do llavana, dopulados, coneoi-
    Qu. colovellos, Rio Cande.
    Declaia-se quo a execucao de que tra-
    ta oedilal pelo juizo do comniercio, publi-
    cado no da l*e 16 do coi rente, contra An-
    tonio Aunes Jocome l'ircs,,uao he por divida
    por este conlraliido, e sim por endosso leilo
    do favor a Jos Joaquim Pereira de Mello, e
    Luiz Antonio Aunes Jacomo.
    -T- -Na ra da Cadeia du Kecde D. II. primciio.
    SDOar, se eucuutiara', por prero qae auimard' aos
    cuiupradores, o_s leguinlea genero : ceia de carnau-
    ba, sola, leijo mulalinho, novo, goinma, sei' oiu
    bdiiicas, esleirs e chapeos de palha ; este5 ^cuetos
    cbegarain ltimamente do Aracal) e silo ludos de
    mullo boa qualidade.
    ?tecessila-se de um liomem sezudo dcsapencio-
    liado de familia, para lomar unta de um estaueleci-
    inanlo fora da piovinciu ; e que sua cun.lucla seja
    alionada : na roa da Cruz n. 35 2.* andar.
    Precisa-sc de 5110^0(10 rs. a juros dando-se por
    hypollieca uuia escravo de 2S aunos : qucui tiver
    lioauncif.
    algodo para padres a 60'> rs., e outras mais
    qualidades que se vendem barato ha ra di'
    Queimado, na bem condecida loja de miu-
    dezas da boa lama u. 33.
    Veiidc-se tu.i aaRrinha recolhiaa, de idade
    12 anuos. Iiouila liuora, c com principio de costura :
    na ra Direila n. 72.
    Vende-se urna mesa clstica e um Kuarda-lou-
    5a lodo envidracado. ludo em liom uso e preco inui-
    lo commoilo : ua ra da Ruda n. 52.
    reciiinclia para os alfaia
    tes.
    & Na ra do Crespo, esquina que volla para
    a ra da Cadeia, existe una porcao de algo-
    do trancado minio encorpadu, proprio de
    entretelas, pelo baratissimo preco de 120 c
    jarda.
    por -10 rs. o covado.
    Vcude-se chita franceza larga c lina, com
    pequeo tuque de, avaria : na ra do Crespo,
    loja de Campos & Lima.
    Vende-se um cavado do carro eUm-
    bem de sella, por ser andador, muito novo,
    gordo e grande : na ra do Hospicio n. 3,
    sobrado.
    . Peixe.
    Vendo-so na ra Direita'-n. 27, peixecha-
    JNDICAO DE FERRO DO ENGE-
    SIR DAVID W.BOWMAN, .>.\
    KL'A 1)0 BRUM, PASSANDO O ollA-
    FAR1Z,
    lis aempre um grande oruaenlo do seuuinlps ob-
    ji.-tos ilciiiprlianismosproprios paracii'.enlios.a sa-
    ber : moen.Iae meias mnenda*. da mais moderna
    eonslroeeao : lai\'as de ferro fundido e balido, de
    superior qualidade c de lodosos tamaitos; rodas
    dentadas para asna ou aninaes, ^le todas a~ propor-
    rfies ; erivoso bocas ile fornallia o resislros de bo-
    eiro, leuillioes, bronzes.parafutos e eavilhdes.moi-
    nlios de mandioca, ele. ele.
    NA MESMA FU.NDICA'O.
    se exceulam ludas as encommendas com a superio-
    ridada jeonhaeida com a devida presteza ecom-
    modidade em prej *.
    Vinho !o Porto
    Na ra da Madre de Daos, loja n. 31, ven-
    de-se vinho do Porto, branco e tinto, de to-
    llas as qualidades, n das marcas mais acre-
    ditadas que vem a esle mercado, cm barra
    e engarrafado.
    CHAPEOS FRA.NCEZF.S.
    Vende so na ra Direila n. til, chapeos
    francezes muito superiores, chegados ulli-
    mamcule de Pars, muito baratos, a 7:500,
    89000 e 8S500.
    AO barato.
    Na aala de barbeiroda ra da Cruz n. SI,
    primeiro andar, veudeinse as mais moder-
    nas bichas de llamhiirgo, tanto aos ceios
    como a rctalho, e alugam-so mais baralo
    do que em oulra parto.
    Planta da cidade do lie-
    cife
    Vende-se a planta da cidade do Recife e
    sous arrabaldcs, l'eita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
    mede Alvos Ferrcira, por dez mil reis : na
    livraria n. 6 eSda prac,a da Independencia.
    Alappa das distancias ti a
    provincia.
    Nalivraria)n.6e8 da praca da Indepen-
    dencia, vende-so o mappa das distancias
    das dillerentes villas da cidade entre si, e
    rclac/io a Capital da mesma, a muris.
    MTffiB mi'tl .
    Os inelhores relogios de ouro, patento in-
    gle/., vendem-se no esenptorio do agente
    Olivcira, roa da Cadeia do liecife n. 61, pri-
    meiro andar.
    Polassa relujada cm latas de seis
    libras.
    O antigo deposito da ra da Cadeia do lie-
    cife n. 12, receben agora urna porc/io de po-
    lassa refinada de superior qualidade, cm la-
    las de 6 libras, que se vende por preco ra
    zoavel
    EMS BARATAS.
    No irmazem de fazendas da ra do Queima-
    do n. 27, de Joo Jos de Couveia, ven-
    dem-se as seguintes fazendas, a saber :
    Grosdenaple do soda reta oco-
    vado 2J000 e 29500
    Sarja piola lavrada o covado 29,3t(00e39800
    Vinho do Porto
    de 1857.
    NoarmazcindcJos Joaquim DiasFcrnan-
    des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-sc
    superior viuho yelbo do Porto, em caixas de
    umae duas duzias, por pre(;o commodo.
    Deposito
    de rapo prime/a da fabri-
    Rio
    ca de \L. Gasse, no
    YEHDEM- SE CAPACHOS
    piulados, coinprid v.s e redondos a 700 e goo
    rs ; na ra do Queirnado loja da boa f.i fAt
    n.33.
    XAfOPr]
    DO

    #>W>|
    I
    de i aneiro.
    Vende-se a prero commodo rap'i lino,
    grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
    cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
    ra da Cruz u. 4'J.
    Vendem-se terrenos para edificarlo na
    estrada do Mangumniho, do do liecife, lado
    esquerdo, junto as casas do Sr. Vanocl Pe-
    reira Teiseira, com 250 palmos de fundo e
    de frente os que o comprador quizer a tra-
    tar na ra da Cadeia do Recife n. 9, u com
    Jos liaptista Itibeiro de Faria, no seu sitio
    da Estancia.
    ~ Vende-se a verdadeira grasa ingloza n.
    97, dos afamados fabricantes--Day c Mar-
    tin em barricas de 15 duzias de. potes:
    em casa do James Crabtrce <\ Companhia,
    ra da C ruz n. 42.
    Foi Iraaifarido adepoaiu dslc aropc paia !<
    lira .1. Jase da Cruz Sanios, na ra Notan. :>V.
    tarralai 5*500, e incias.ljOtHI, sendo al>c lado
    aquclle' qac nufor Tendido nesle depoMla.pa'o
    quesefa/ n | IMPRTAME TAIA OPIBLICO.
    Para cura de phl\>icaero todornMcn>4iflerrn
    essraos, que motivada por conslipar;<>af ii.-r
    asllima,picaril.acarra* dasancue. Naba
    ladose pello, palpitarloa corar.., roquelarhr
    hronchile, dorna sariama, r lo'das aiBalesti^
    ajosoruaof [.ulmonai i >.
    Tachas de fe ro.
    Na lundir;no da Aurora cm Santo Amaro-
    e'lamlicm uo deposito na ra do Brum. logo
    na entrada, c defronte do arsenal de man-
    tilla, ha sempre um grande sorlimento de
    lachas, tanto de fabrica nacional como es-
    trangeira, Latidas, fundidas, grandes, pe-
    queas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
    gares existen) guindastes para carregar ca-
    noas ou carros, livres de despeza. O prcos
    sao os na is commodos.
    n*. *if>*f ur.jt
    2cW0
    2/200
    29000
    "" ~) -~ ". v- a Mi*
    A directora do Calimete porluguez de lei-
    lura nesta capital, por deliboracSo lomada
    cm sessao do 5 du correle, scienliiica >os
    senhoresassociados do gabinete, que d'ora
    em diaulo nSo llavera expediente nos do-
    mingos e dias santificados.
    O piimoiro secretario,
    Duartc das i\tvcs.
    - Na ra da l'onle-Velha," junto a serra-
    ra ;casa do lampe&o precisa-se de urna ama
    o de urna engonnnadeira.
    Paga-so lOtOOOa quem adiar c quizer
    restituir um eoziuho novo, branco, a exce-
    ptu das orelhas (|uc sao grandes, pruden-
    tes, o amarelladas, Tclpudo, sem cauda, que
    se desencaminhou da ra das Cruzes n. 18,
    no da 11 do corronte.
    AVISO
    fJPrecisa-se de ofllciaes de alfaiate de obras
    grandes, c para caicas de casemira/ ecoslu-
    roiras para calcas e colletes : na ra da Ca-
    deia do liecife, primeiro andar n. 40.
    No dia 2u do trrenlo, depois da audiencia de
    Hr. ni/, .a- ni|_.,'i,i .. csrrivAo Cu.maraes, lem de ir
    i praja um sobrado de ,'l andares e clan, silo na
    ra do Collejio n. Kl.avaliado em 1 i:000r> rs.; per-
    Ifiiceule ao cual do linado Jaciulho Soares llotelho.
    Hotel Inglez.
    RA DO m PICHE.
    Tendo sido contratado para o niesmo ho-
    tel um perfeitn cozinheiro francez, Izaucoise
    Pauppeirlle,convida-se aos senhores amado-
    res dos bous peliscos.a visilar odiloeslabe-
    leciineulo. (juacsi|uer ordens para janlares,
    pstesete., sero allcudidas com prompii-
    do e aceio. Admillem-so alguns escravos
    mogo, como a'prcndizes.
    Quem precisar de um boa engomma-
    doira com lodo o aceio possivei, dirija-sea
    ra das Cruzes n. 39, primeiro andar. A
    mesma ongomma.ioira oSerece-se para cn-
    iuar a engommar a qualquer escrava.
    Lotera vincia.
    Auguslo Slabi, lem a satisfacSo de par-
    ticipar aossedsamigos efreguezes, que no
    ullimo paquete viudo da Europa, cbegou u
    segundo pintor que elle havia mandado en-
    gajar para o seu estabelecimento. Com a
    c<|iiisicao deste artista que acaba de sabir de
    nina das primeiras ollicinas de phoiographia
    em Pars, elle se acha actualmente habilita-
    do para darainda mais andamento c regula-
    ridade a execugao de todos os trabalhos de
    sua protlssSo. Assim agradecendo ao pu-
    blico, cuja confianza espera merecer sem-
    pre, o ac.dhimcnto favoravel com ([uo al a-
    gora o tem Honrado, roga as pessoas que
    desejain possuir o seu relalo ou o de algum
    praente, ou amigo, que SO apressem em man-
    do-lo lirar, nao so porque precisa algum
    lempo para que um relalo seja cuidadosa-
    mente colorido ; como tambem porque o
    annunciante pretende em breve retirar-sc
    para oulra provincia do imperio ; e por isso
    sera bom que as pessoas que se desejam re-
    iralar nao esperem pelos ltimos momen-
    tos. Para maior comodidade das pessoas (pie
    quizercni visitar a sua galera, e sobreludo
    das Senboras ; o proprielano deste estabele-
    cimento, propoe-se abri-lo,competentemen-
    tc. Iluminado, as noites de la, c deste
    modo facilitar anda mais aocoiiliecimeulo
    do publico os Iraballiosda phoiographia.
    ,i O Dr. Ignacio Firmo ?vavier lai |iuhlii'u,
    S& qu.-iou.lt u sua residencia para o seu sitio, &
    tg) na PusiigeBI da Magdaleaa, que lica ao uur-
    ,y le .U eslradu entro a ponte graime e a do -:
    ej) Chora-Menino), e ah lem preparado urna w
    jj3 casa de sude, cor lodos os commodos, para 3
    .:; o Ualantealo de < ravos, cujos seuhores re- *
    3 sidam Itira da pra ou que nao os possam ii
    ., curar cm suas pro, is casas : quem para is- a
    @ lo quier se nlil-. os seus lervifo, med- va?
    eos, que serao desiita^.en1iados como manir Q
    aj r.i-l-i. dirijarsc ao pateo do Carino n. 9, pri- at
    sa) inciro audar, ou no referido sillo .... Magda- @
    3 lena. ;^
    9& 6#Cjia-81#MI*^-i.'J,^
    Comprani-sci escravos, sendo 1 preta
    moca queougomme bem e cosa, 1 dita de
    meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
    mocos pecas paia servil,"' de campo : na ra
    da i adeia do liecife, loja n. 50 defronte da
    ra da Madre de lieos.
    Couipia-se um relogio de ouro palcr.le inglez :
    na ra ta Cru/. n. 3 2." andar.
    Compra-s urna crnica para cavallo, que soja
    nova ou.em hom ciado, com arreos ou sem elles :
    n ra Imperial n. 17:1 ou auiioi'..'ic.
    Compra-te urna bieira com os seus perleocei:!
    tjuem ti ver aiiiiuucie.
    Compra-se una escrava mo^a, que
    cosa bom, engomme e cozinhe : a Datar na
    ra do Ttapicne D. li, primeiro andar.
    i Cumpfrt-e o Diario 'le l'emainburo de
    6JW0
    ioC,ooo
    11,000
    Ajsno
    20;000
    89800

    19 de dezeinbro de IS-V, e lamlirin as col-
    ~ lect;es das Ii hrasileiras de 1SI9 a I SI
    -'i na roa do Colleaio u. 15, primeiro andar.
    @@#-$@@$
    Compra-se urna casa ierra com com-
    modos para familia, as freguezias de Santo
    Antonio, S, Jos e Boa-Vista : trata-sc na
    ra Augusta n. 17,
    Compram-scefTectivamente na rundas
    Flores n. :57, primeiro andar, apoliecs da di-
    vida publica c da divida provincial, assim
    como acces das diversas cuinpanhias auto-
    risadas pelo governo.
    Compram-se 2 escravos do 14 aalfi an-
    uos : a tratar no escriplorio de Jos Joa-
    quim Dias Fernandos, ra da Cadeia do lie-
    cife.
    mado licruo, vindo da ilha de S. Miguel, a
    libra 160 c 200 rs., cavalinhas a rolalbo 60
    rs., cm barns de 200 cavalinhas HjfOitO, la-
    vas vUu'.as da mesma ilha, a cuia 560, man-
    teiga ingleza a 800 rs. a libra, dita franceza
    a 800 rs., e queijos novos a 1/700 e 2jSiOtlO,
    chegados no ultimo navio do Lisboa, doce
    de goiaba em caixes de5 libras a 1~0l)u, di-
    tos mais pequeos a'800 rs. e 6*0.
    Vende-se urna boa escrava da Costa,
    com 20 anuos, com habilidades e quitandei-
    ra ; urna nula linha com lannos: na ra
    da Seuzaia Velha n. 70, terceiro andar, se
    dir quem vende.
    Na ra larga do (osario n. 29, vendem-
    se batatas do furto a 13500 cada urna canas-
    Ira de arroba, de muito boa qualidade.
    Vendem-se duas inoradas de casas
    terreas na ra Augusta, grandes o moder-
    nas, com gabinete, 2 salas, cozinha fra c *
    quartos : a tratar ua ra do Uangel n. 56.
    Attenca ..
    Vende-se um escravo peca, de ncelo, com
    idade de 30 e lautos anuos, por preco com-
    modo : na ra Direila n 76.
    \cudoin-se dous escravinbos pardos:
    no paleo do Carolo, taberna que foi do
    Campos.
    Grande estabele
    MAM
    n
    l
    Rll
    SET;
    Nova
    IF.
    Ricas
    ii 27. tsquin-,
    J. P. Vogeley lem a honra de partici-
    par ao respeitavel publico, oscu deposito de pianos trea-feira, 17 do
    crrante em diante, onde se podera encon-
    trar os mais bellos esolidos pianos, os ine-
    lhores appare.-idos ueste mercado de magni-
    ficas vozes, Construcco a mais moderna, c
    spropriada paroste
    Vcndeni-sc 2 cavallos de sella bous an-
    dadores : na cocheira do Sr. Cuedcs, ra do
    Cano, a tratar com o mosmo.
    - Vendem-se 5 caixoes grandes, pro-
    prios para padaria ou reGnicSo : nos (ualro
    caulos da Boa-Vista n. 95.
    Vende-se um sitio na Ponte de Cchoa e
    um sobrado uo alerroda Boa-Vista: na ra
    do Crespo n. 9, dir-se-ha quem vende.
    Vende-se um escravo de meia idado,
    forte e proprio para qualquer servico, sem
    molestia alguma : a tralar na ra da Scnzala
    Velha D. 96.
    Arsiiuzesn de fazendas ba-
    ratas na i*un tio (iieinia*
    do ii. 27, de Joto Jos de
    -Oiiveia.
    Chales dcTouquim bordados supe-
    rior qualidade a 3",?000
    Ditos de casemira preta linos com
    franja do relroz a 55500
    Vaos de liulio branco muito linos a io'ooo
    Colletes de gurgorao do seda muito
    linos, bonitos padres a 9000 e OjIOoO
    Ditos de casemira preta, bordados 7; o S/OOll
    Chiras l'rancezas muilo linas, imitan-
    do mussulina o covado a 360
    Lencos da seda da India muito linos 15800
    Ditos de cores proprios para senho-
    ras a 100
    Meias de seda prelas do peso o par a 25500
    para
    mantas de lil prelas : na rua do Crespo loja
    n. 16 esquina da rus das Cruzes.
    [Na rua Imperial, segunda casa alcm
    da fabrica de sabao, vendem-se duas ca-
    noas abertas, urna de lote de 1,000 lijlos,
    e oulra de 1,200 : a quem convier comprar,
    dirija-sa ao lugar indicado,*que achara com
    quem tratar. .
    VINHO DO PORTO GENUINO.
    Vcnle-e ptimo vinho .o l'orlo cm barril da
    quarloc oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
    deia do Kecifc n. 13, escriplorio de bailar ^ Oli-
    veirai
    CEABA' E ACAItACf
    sesuc no dia 25 do correnle o palhabole SobralfB-
    sei>, para o reslo da carga e passa^eiro-, traa-te
    com Caelano Cvriaco da C. -M-, ua rua da Cadeia do
    Itc.ile n. J.
    Kichs fitas linas e tuoder
    as dos inelhores gostos
    (|uc nc pode encontrar
    se. vendem na loja da boa faina na rua do
    Qnaimado ti. 33epor prcQos que nSodeixam
    de agradar aos compradores, porque real-
    mente se vende baralo e ha muilo onde es-
    colhcr.
    'Sa-.; mnno lindos para po-
    lillos
    Vendem-se muito bonitos botoes para pu
    nhos pelo barato prcc,o a 500 e 800 rs. cada
    abotoadiira na rua do Qucimado na loja do
    miudezas da boa fama n". 33.
    Hila piola de lista o covado
    Hita bespanbola, o covado
    Dita do seda ingleza, o ce vedo
    Chales de chaly de cores com listas
    do seda
    Ditos de dilos de cores bordados a
    Dilos de dito bordados a matiz a
    Dilos de casemira lisos a
    Dilos do retroz'bordadoB a
    Damasco de 19* c seda com "i palmos
    de largura, o covaco a
    Panno de linho superior qualidade
    o largo, a vara
    Canga amarella da india,muito lina,
    o covado
    l'.rim de linho branco entrelio, a
    vara a
    fauno aloalhado com 8 palmos do
    largura, a vara
    Cortes de cambraias prelos com ha-
    llados para luto
    Ditas de dita branros bordados de
    cor a
    Corles d.c collclc de fustao finos com
    barra a .
    Corles de casemiras de algodo do
    bom goslo a
    Pecinhas de brel&nha de linha de 6
    jardas a
    Pecinhas de cambra i a branca bor-
    dadas a
    Lencos brancos de cambraia de li-
    nho, a duzia
    Chapeos de castor branco, lino, ca-
    bera grande a
    Dilos pretos finos, francez para me-
    nina a
    Camisas de meia linas a
    Com-loto sorlimento de obras de
    liia para meninos, e par
    Grvalas de diversas qualidades 60o, 800 e 15
    Luvas brancas de algodo para lio-
    mem o par
    Pannos do bonitas cores para mesa
    Redes grandes de Tocun a
    Ricos honoles para caheca lano de
    panno como de ganga a 25000 c 3?000
    *illio bom e ba-
    800
    300
    '600
    15500
    15600
    39800
    800
    19800
    35000
    2800
    3^400
    10/000
    55000
    901)
    1 000
    260
    35000
    3-7000
    O CI.'ARDA-IJVROS BRASILEIBO, ou arte
    da escripturaeo mercantil apropriada ao
    eommcrcio do Brasil : vende-sc na rita da
    Cadeia Velha ti. 22. Prego8/000.
    Jaiejogios de patent
    njjlczc/^'ioiiro, desabnete edevidio:
    vendenfHIea preco razoavel ,em casa de
    AirfjustoC. de Abren, na rua da Cadeia
    do Recife,armazem n. 6.
    ti ffeafl
    Vende-se cal de Lisboa nlti mmenle chc-
    gada, assim como potassa da Kussia verda-
    deira : na praca do C.orfio Sanio n. 11.
    Moinho- de vento
    ciin bombas de reputo par a recar hortasel.a-
    >a de capim : na (undicao de 1). W. Bowinan
    na rua doBrumns.6.8elO.
    h\\ INHA
    I
    Vende-se em casa de Sauuders Brothers o C. n
    praca do Corpo Santo n. II, a'muito superior ebem
    condecida farinha de'l'riesle, da marcaprimeira
    qualidadechrsada em 9 do correnle na escuna
    Pfaila, em porcoescrandes e pequeas,conforme c
    vontadedo comprador.
    TA1XAS PAMA ENGENHO.
    Rt fundipo de ferro de D. W. Bowmann a
    rua di Brum, passando o clinfariz, contina ha-
    vei|uracompleto sortiraepio de laixes de ferro fuo
    dno e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    ac'iam-se a venda,por eprefo commodo c com
    promptidao: cm barca m-s ou carr*gaBI-sa em ca
    ro senulospeza ao comprador.
    Era casa de Saumiers Brothers C. prafa
    do Corpo Sanio a. 11,ka paia vtndaro sa uints
    Ferro inglez.
    Pixe da Suecia.
    Alcatro de carvo,
    Eonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas. ( .
    Algodolizopara saccas.
    Diioentranfado igual ao da Babia
    E'um completo sorlimento ds fazendas proprio
    para sie, mercado ludo por prer,o commodo.
    v
    sanos.
    Km casa de Rabo Schmollaii < Cninpanhia,
    rua da Cadeia n. 37, vcudem-sc elegantes
    p;anos do afamado fabricante Traumann de
    la m burgo.
    RelO!
    vendem-sc no
    \ Companhia,
    da
    Baha
    IV lo.
    .Na taberna grande ao lado da groja da So-
    ledade, vendem-se saccas grandes rom mi-
    Ibo novo, por proco commodo.
    eiiis.
    .
    Os mais beniarabados scllins de pa-
    lenle inglez ipieemstem no mercado;
    a venda no armazem de Boslron
    Hooker t\ C, e Corpo Sanio u. 1H.
    ? J
    de ouro, de patente inglez ;
    armazem de Rostron llooker
    esquinado largo do Corpo Santo n. 48
    H. O. Bicber ,i\ Companhia, rua
    Cruz ii. 4, vendem :
    Lonas da Kussia.
    dem inglezas.
    Rrinzo.
    Ilrins da Kussia.
    Vinho de lladeira.
    Algodo para saceos de assurar.
    Algorfaozinho da
    para saceos de essurar : vende-se em casa
    de N. 0. Biebcr c Companhia, rua da Cruz
    ii. 4.
    He Eniiito barato.
    Vendem-se duzias de lacas e garlos de ca-
    bo de marhm de boa qualidade a IOS, ditas
    ditos de cabo de halan<;o muito linas a 6/,
    ditas dilos cabo roli<;o e oitavado a 3s, du-
    zias de coiberas de metal principe, a 35 eCfc
    dilas de metal mais ordinario a 800 e 15400,
    e outras muitas cousas que se vende barato,
    na rua do Queimado na bem conhecida loja
    Je miudezas da boa fama n. 33.
    BANDEJAS FINAS BARA-
    TAS.
    Vendcin-sc bandejas linas c de varios ta-
    manhos pelo barato.preco de i/soo, 3*500,
    355011 c 4-5 : na rua do' Qucimado loja dr
    miudezas da boa fama n. 33.
    1QS FINOS.
    \ eudofaV-se loques muilo linos com ricas
    piilurasvjtspelbo c plumas a 2#, 35500 e 4/ :
    na rua do Queimado loja de miudezas da
    boa lama n. 33#
    ' Sr. thesoureiro maula razer publico
    quo se acham a venda neste escriplorio, roa
    ta Aurora u -a, piiinoKO andar, grande
    pnren do billietss, ineios e quartos .la
    quarta parte da stima lotera da matriz da
    Boa-Vista, cujas rodas andam no dia 21 do 1 rimenlar,
    correnle mez. O Sr. thesoureiro manda de-!
    cl.ira'r nos senhores jogadores, que exis-
    leni DumcracAes sortidas, como tamben
    os bilbetes vendidos neste escriplorio nes-
    sas ultimas loteras tom sido n. lito afortu-
    nados, por SS0 espera que ellos oncorrcro
    para que continuadamente nao liqicm ta-
    manhas purcs de bilhelcs poi vender, co-
    mo sempro tem loado. Thesouraria das lo-
    teras 14 de marco do 1857, Oe.-cnvSo,
    clima, sondo lodos os
    iiislruuieutus fabricados por oncommeiida, I Barretes do seda preta, proprio
    dos melbores autores al hoje conhecidos na j padres a
    Europa, como Carlos Scbe< b, W. Sassinliaff, i Cuardanapos do linho boa fazenda
    duzia a
    Hitos de al
    3.000
    Luiz Sanr.e e oulros muitos por | rogos ra-
    zoaveis. No niesmo deposito se cnconlrarSo
    lindas pecas do musir para piano, de afa-
    mados compositores, o estabelecimenta os-
    lara aborto at as S horas da noite para com-
    ledas familias quo quizercm expe-
    c c.-codier os instrumentos,
    2^800
    2-100
    600
    250C0
    A pes.-oa <
    iiei

    odSo alcohoado a
    Toalbas du linho para rosto urna
    Chapeos de palha americanos a
    Bonetes de panno fino o de casemira
    do cores** -, e 2J6O0
    e outras muitas fazendas que se vendem por
    deminuto preco.
    Na loja das seis
    a a para vestidos.
    Vendem-se cortes de Ia para vestido, do
    muilo bonitos padrees, e com 15 covados
    cada corle, pelo baratissimo prego de 55000:
    na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
    da loja ta boa lo.
    AJgtfo monstro, lie pe
    chincha
    Vende-sc algodfio monstro, com S palmos
    de largura, muilo propiio para toalbas e
    lencoes, pelo diminuto prec. do 600rs. a
    vara : no loja da boa fe, rua uo Queimado
    II. 22.
    I
    ver
    >;:cV;>
    {).. ra
    einn
    na-s
    iis axillios
    p^queifu, dir m
    JoseJanuaro Alvesda Uaia. I SUi OS Oiia ,S, ioa-II,
    .Na rua .a So|eda .0 n. 70, aluga-se ... r "
    .acoziuli.-ira, forra ou captiva. -U, (JltU'ltTii 1*4 C'Oill CIUCIll
    - Precisa-se de um fetor de campo, que .
    tonha pratiea, seja solteiro, e do conbeci- *'"'* ai*. |
    monto de sua conduela : na rua do Collcgio Precisa-s! de. dous refinadores, paga-se
    11. 25, primeiro andar, ou no engenho .Novo bem : na rua imperial, defronte da fabrica
    do duribeca. .' de Sabao u. 173.
    um
    |H>rlas
    frente do aivramento
    Vende-se riscado francez de cores escuras,
    a 160 o covado. chitas de todas as cores a 120
    e 160 o covado, corles dojpassa com 6 varas
    c meia a 11280. loncos brancos com barra de
    cores a 120 caa um.
    AOSSEMlUKESaESTI DAMTES DO PRIMEIHO
    ASMI.
    Na roa do l.ivramento 11. Is vendem-se dous com-
    pendios novos de Direilo Humano, .por \\ alcck, a
    5-J00 cada um.
    \ en.lem-*? as scsninles l'.i/.enda>, muilo em cil-
    la : grosdtoaple prelo, cova.loa 18800, 23 e 28200,
    chin lavral.i lito, covado a I^OOO, 2- e 9I00, Al-
    lianeza prela coa, mai* de \ara de largara, la/.ciula
    propria par.a man.'os, saia-, lialnlos, ele, a I5 o co-
    vado, sarja prela lina a 5 chal de llores solas,
    lindos eoslos a SOO rs., corlea tle Ia ilc qoa.lrns a.
    39, cambraias francezas muilo linas a .mi ,. 610a
    vara.selim nrelo macao a 25, :5 e '15 o covado, se-
    das de quariruihos miudos, lindos costos a I5 o co-
    vado, .luipnva de qnadros achamalolarla a '.IIKI rs.
    .lao se as amostras com penhor.
    Vende-se um meleque, de!)a 10 an-
    uos : na rua da Madre de Dos, loja n. 34.
    a ||ia do Queitnao se-
    gunda Jola n. 8
    VENDE-SE :
    Panno fino prclo prova de liiiiao.o mais su- i
    perior que ha, casemira a mais lina, colletes !
    Ue casemira bordados de lloros sollas.e linos,
    Golletes de velludo do cores,lencos e grvalas
    de superior selim preto.setimc gurgurao pre-'
    topara colleles.grosdenaple prelo,sarja prela !
    lisa c lavrada para vestidos, meias pretasel
    brancas do soda, chales ricos do toquiin hor-
    dados, ditos de merino lisos o bordados, pie-1
    tos e de cores, cambria de linho liuissimo ; 1
    e oulras muilas fazendas por presos com-
    modos. I
    G4STAHH4S ASSADAS
    assa c ca
    virgeia.
    No antigo c j bem conhecido deposito da
    rua da Cadeia do Recite, escriplorio n. 12,
    ha para vender muilo superior polassa da
    Itussia, dita do Io de Jineiro, e cal virgem
    de Lisboa cm podra, ludo a presos muilo fa-
    voraveis, com os quaes (carao os compra-
    dores salisfeitos.
    Ftigo de bordo do vapor Iguarassu', o
    csrravo :>ardo de nome Amaro, idade e 22
    anuos, altura regular, e foi canoeirodo por-
    to da rua Nova : quem o apprehender levan-
    do-o a seu senhor Jos Francisco da Costa,
    na rua do Trapiche 11. 14, primeiro andar,
    sera generosamente recompensado.
    Attnyao.
    l'ugio no dia 16 do correnle mez o prelo
    Justino, crioulo, com os signaes seguintes -
    altura regular, chein do corpo, sem barba,
    rom falla de dente* na frente, calvo de car-
    regar peso na caheca, muito rcgrisU, hr>.
    bem conbc.ido por andar entregando assu-
    rar pelas tabernas, tem sido encontrado por
    diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
    que anda em servico de seu senhfir ; por is-
    so roga-se as pessoas que o encontrar, que
    o maiideni prendere levar a rua DireiU n. 7
    que sero generosamente recompensadas. '
    Aoha-sc rugido, desde o dia ti do core
    renic, o escravo Samuel, pardo escuro, d-
    irtade de 17 para 18 annos ; tem sido vate
    tiesta cidade, e na de Olinda, donde he na-
    tural, 1 lano all romo aqui, bem enalteci-
    do : roga-se a quem o encontrar, o favor de
    o pegar c levar a seu senhor morador na rua
    ua Aurora n. 12, que recompensara devida-
    mente.
    . l'ugio no dia 24 de levereiro lindo, da
    casa de seu senhor Franklin Alves de Souza
    Pai va,.,a cidade de .\azareth da Malta, um
    mulalinho de nome Silvestre, de 14 annos
    do idade, pouco mais ou menos, com os sig-
    naes seguintes : altura a da idade, cabellos
    almelados e prelos nao tem muito cabello,
    rosto redondo e carnudo, bcicos grossos,
    lem urna cicatriz ua cova do p esquerdo
    pes c iiiao.s bem feitos, ba pouco deu um
    pequeo talbo cm urna das mitos, olaos re-
    gulares ; sahio levando camisa azul, calca
    de algodo de lislra, c chapeo de palha..
    pi endeudo a calca com ciulurao de sola, usa
    a camisa por cima da calca ; foi comprado
    a Plinio Augusto Cavalcanti de Albaqucr-
    que, do engenho Culinguba da comarca de
    Nazareth: quem o pegar, leve-o a seu se-
    nhor, ou nesla praca na rua do Qucimado n.
    8, ou na Soledade n. 33, ao capito Antonio
    Alves de Paiva, que ser generosamente re-
    compensado. Protcsta-se desde ja contra
    qualquer pessoa que Ihe d couto. emula
    ler sido visto, c por pessoa que o conliece,
    na rua do Crespo, na scxia-feira, 27 do mes-
    mo mez.
    .\o dia 27 de fevereiro prximo pasma-
    do rugi o escravo pardo, de nome Jeronv-
    mo, com idade de 38 anuos, pouco maisu
    menos, de estatura haixa, seceo do corpo,
    bem parecido, barbado a conserva suissa>,
    tem oliicio de carapina c tambem de man 1
    ueiro, o qual ro escravo do *r. ftlauocl iv-
    rillo Wandcrlcy, renden o do engenho la-
    bial, na freguezia de Scruihaeni 1 quemo
    appreh nder, lovc-o no r.ecife a rua das Flo-
    res a entregar ao Sr. Joaquim Francisco
    Torres Galindo, ou no engenho Moreno a
    seu propnctario Antonio de Souza Le3o, que
    recompensara rom cen mil rea.
    Continua a estar fgido o preto Jos
    eiiolo le tajbos na costas e lornozelos li-
    la, ios paSF'fora, por causa de bobas.com
    panos no rosto dos dous lados, suppoe-
    se ler seguido o lugar de Jngazeira aonde elle
    lem mili : quem o pegar leve-o a rua da
    Cun 11 0!l, que sera iccompeusado.
    No dia 4 de leve- eiro do concite anuo,
    desappareccu um negro de nacHo, ms que
    parece c. loulo, por ter viudo muito peque-
    o, ainda mamando, o qual representa ler
    de 26 a 32 anuos de idade, de nome Malhias,
    cozinheiro, csiaima ordinaria, magro, rosto
    comprido, pouca barba, olhos grandes, so-
    li raneo i I ia.s fechadas, nariz chato e ponludo,
    beicos grossos, liocc regular e com dente.
    tem urna pequea cicatriz cm urna das fa-
    ces, contra em una orelha, pela parle de
    baixo, de um lalho que levou, bem como
    oulra no pesenco, que por muilo lave, lalvez
    seja pouco visivel ; foi encontrado em Santo
    Anlao, seguindo a estrada, com um hauzi-
    ulio de (landres novo na'cabera, a um gallo
    no braco, su,,1,) multo dado a bnga dates
    anii: aos ; este escravo pertcnce a Gustavo
    Jos do llego, no Recife, rua da Aurora
    quem o apprehender sera bem gratificado.
    No du do correnle roer, detappaferaras* S
    engerido l-aslro na fregueiia da EacaSa, < otra*
    dr nafao Angola, que parecen cri.ylo-, nuil.
    carienos, um da n.ime Juao qae reprneaU Mr X,
    aunos .le idade, pouco niaia oa.aana*, baila, meia
    lia lucir o do corpo, ralla meio gago, pe bem f*i-
    to> : ooolrode mine AiiUi.i, alia, graaw, cara
    larga, nariz cbalo, cor prela. pee beaa leNae, aaaiia
    rlieloi ..-, reprsenla ler 25aaaa, paoca amn
    menos; consta lerem subida para a aetlaa, tm caaa-
    panhia de alguem; nao lem sigaaetda ...ii^o: aacaa
    os pe jai. leve-o nesla prafa a BeriM.idi*a I r.m-
    cisco de Aievedo Campos, na raa das 1 nackeira. a.
    50, ou ao sea senlior Jete Camilla CavalcaMi. jm
    inesmo engenho, qoe sera geiieroeameale f,
    sado.
    \

    aa
    No dia 6 do correnle, 3 escravos, Isido-
    rio, crilo, que representa ler 30 annos, es-
    tatura alta, corpo regular, pernas grossa,
    pes r> ndes.poura ou ncnhnma barba, Josc,
    poicni o verdadciro nome he Malheus, esta-
    tura alta, reprsenla ler 50 annos tem os
    ps cheios de cravos, que precisa andar de
    aplcalas, quebrado de urna vanlha, ambos
    sahiram com a roupa do servico que seoao
    sabe de que usam, lodos dous sahiram ar-
    mados a clavinote roga-se as autoridades
    policiacs, (apilaos de campo,
    hora do dia caslauhas assadas c
    a toda
    cruas.
    Azeite relir.ado muilo superior, pro-
    prio para Candieiros de todas as qualidades:
    vende-se por preco commodo, na rua do
    Trapiche n. 1C.
    Na rua da Cruz n. 50, armazem
    la Barbara A t-omnanhia, vcudem-se clToct-i
    -, queospren-
    P, dain ou laram prender. leva-Ios m ua u.u|u,
    ara quem estiver de luto.U^y.L^^'SSf.ZmtL
    Vende-se na rua do Queimado, na bem ro |engenlio Bodizio, freguezia de S. Lourcaco,
    nhccida loja de niiudezas da boa lama n. 33, j "esta prac.a, rua da Cadeia n 2K, que sc-
    voltas prelas linas c ordinarias, ricos alhnc-1 ra pcncrosamenle recompensados.
    les, ricas pulcciras, e ricas rozlas, ludo do Conlinu'a a estar rugido o escravo
    I melhor goslo qne se pudo encontrar e por 1 Antonio, Cassange, de idade Manos, pou-
    rua estrella do Rosario 11. 11, vende-se lir(,co (iue nSo ricjxar,, ,ie agradar aos se Cl> mais ou menos, com os signaes srguin-
    nhores compradores. les : allura regular, cangueiro uo andar, o'at
    CEBA DE CUfN.W HA. pret, rosto redondo,sem barita, coalas lim-
    Vende-se cera de carnauba de boa quali- Pas> chcio_do corpo, conversa pouco, toi cs-
    dade : na rua da Cadeia do Becife, loja 1 cravo do finado i.aciano Concalve da G
    n. 50. "!' e lugio no mez do julho do anuo pro-
    l, t i simo passdo, stippde-se acbar agasalhadn
    de San- BwCOVaS Qc lOtlS as qiUl 11 por alguem, para as partes do sul desla prp-
    flalisje vincia: a pessoa que o apprehender, sera
    uniitrr gratificada com IOO50OO, que os recebera na
    Vendem-se ricas escovas inglezas para "ecasiSo da entrega do dito escravo, no en-
    roupa, o melhor que pide baver e de nova gento Curcahi da comarca de Pao d'Albo,
    invenco a 35, dilas francezas muilo boas ou n,J Becife, na rua da Guia n. 64, segundo
    a 15, 15500 c 29000, ditas para cbelo ingle- andar ; tambem se gratificar a qoeoidcr
    zas e francezas a I$200 e 2?, dilas para den- noticia do mosmo escravo com OzSJOO.
    les inglezas e franoeza; a 400, 500 e 600 rs.,' Fugio de bordo ao brigue brasileini
    ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 15, e Mclampo, na noite do da 8 do correnle, um
    ouirasqualidadesmaisbaraias, que ludo se' negro de nome Marcelino, naci Cabinda,
    vende'na rua do Queimado na bem conbeci- altura regular, seceo do corpo, rosto com-
    da loja de miudezas du boa rama n. 33. P"do, barba serrada c cria Misan, ralla
    de denles na frente, e consta andar vestido
    rom paleto, e calcado : quem o pegar leve-<>
    a bordo du dilu navio, junto ao caes do l'as-
    seio Publico, ou a casa de seu consignatario
    .Manuel Alves Cuerra, na rua do Irapichc n
    14, que sera bem recompensado.
    PERM. : TY.P DE~M. F. DE FARIA lrT
    vaueiile caixoes vasios
    nhos
    de lodos os tama-
    Agencia
    da fiiitiiVa Low->5o>>r,
    ; u 11. 42.
    Neste cstabelccinicnto conlinu'a a haver
    um completo sorlimento do mnendase meias
    mo,11.las para engenho, machinas de vapor
    e laixas de Ierro batido e coado de lodosos
    lamanhos para dito.
    Km casa de Unir, ilruiin ,V Companhia', na
    FITAS D TELDDO.
    Vendem-se lilas de vellido prelas e de co-
    res, cstreitas, c largas, lisas e aberlasde mui-
    to bons goslos, pelo barato proco de 100,
    ruada Cruz n. 10, vende-secogoaceiucaij.io.lias de i 320, 400, 500 e e00 rs., na rua do Qucimado
    duzia. na loia de miudezas da boa fama n. 33'
    MUTILADO
    p
    ILEGIVEL
    . .


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