Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06665


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Full Text
I
*
i
i
/
ANUO XXXIII X. H.
Por 3 mezes adiantados 4$000a
Por 3 mezes vencidos 4$500.
OSYIA .Un. I : H.: .o,]
Poi ii no adi I 0 .
Poi i franco para n subsc ipti ..
NCAtUEtiADOS OA SI'USVIIIPCA'O NO NORTE
Parahiba o 8r. isas Rodolpho Goma ; Nat.il, o gr. Joa-
nia I. Pereira Jnior ; Araeaty, > Sr. A. de Lemoi Braga ;
eart, o Sr. J. Jos* de Oliveira i Maranhao, o Sr. Joaquim Har-
nea RodriguM ; Mauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Pessoa
Cearense : Para', oSr. Justino J. llamas; Amazonas, o Ir. Jer-
nimo da (.mil.
PAHTIDA DOS COKHKIOS.
l>linil : lod.f as dlaa. la 9 e sitia tora do da.
Ifraarassa, i...'.u.! I'ji.iI,'!..' : naa seguada sevas-Taira*.
S. Ai"*... II... m.... II.........Clamara, llidiho t-aranhaiia- "., terca-relra.
s. I...iir.-i,.;.. I".....rilfco, Kaiaresa, Limo.-iro, Bkjo. l'-i........ .*-
eir-a. Florea, Vil i-lli ... BoaVViaU, ih-iciiri ,. K....... .p,.ui i--i..u..s.
Cabo, 'a-yaca, berjikaara, Rio-Pon.....o. i m. Barreiros, Agua-Prea,
'imi'i.i '! eNalal : alBlas-tetrae.
Toilni o eorraiod panem ed lo ii.ni* .1.1 nardiia.
AUDIENCIAS DOS TMIIUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segundas a quintas.
Reiacao ; tenas-feirai e sabbados.
Fazenda : quarlag e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas a quintas ao melo-dia.
Jujzo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do eivel ; segundas a senas ao meio-dia.
Segunda vari do civel: quarlas a sabbados ao maio-dia.
BPHEMERIDES DO HEZ DE MARCO.
3 Quarto cresceme as 2 horas e 11 iiiinutosda tarde.
III La cheia a 1 hora e ."> minutos da larde.
1S Quena minguante asG horas c 41 minuto da manhaa.
23 La nota ast huras e '.i minutos da larde.
PKEAMAR DE IIOJE.
Primera as 10 horas e ">i minutos da uianhaa
Segunda as II horas e IM minutos da tarde.
HAS DA SEMANA.
lli Segunda Ss. Cvriacoe Taciano llm. ; Ahraham crniila
17 Serca S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18 Quaria. 8. ivarciso are, m. s. Lduardo rei.
19 ".imilla Ss. Cosme e Daraiao, S. I i-;. -. .]. N. S.
20 Sexta S. sjallinho Domience are.
21 Sbado S. Brillo ab s. Birillo b.
22 Domingo. 4. da quaresma. S. Bazilissa c Calcosina Mm
ENCUtREGADOS DA Ss i:m:iIi- :.\ti \i si i.
Al.i-.-oas. o Sr. Claudino Faleoo Dias ; Babia, o Sr. D. Duprai
lo de Janeiro, o Sr. Joao PeseiSO Mariana.
EU ri WAiii tu
O propietario do DIARIO Manuel Figueiroa de lana, na sus
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTS Of FICAL
MINISTERIO DA FA/.ENDA.
Krptdienle do da H de fecereiro de 18.Y7.
A Ihesouraria do Espirito Sanio, declaraudo, que,
lods a vez que os culleclore* ou administradores de
mesas da rendas recebem do juizo complanle os em-
Prasliraos de orphios, e, por iusullicieocia de receita,
os empragam em despezas para qne foram autorisa-
dos, n.io taren la reraessa a Ihesoiiraria stimo dos
documentos com que enroprovam as metmas despe-
gas, nao lem direilo ao aliono de 1 0|0 estabel*cid
no arl. .>, das instrueres de 12 de mato de 181-2. por
ser expresso que esse abono m> lie devido pela remes-
sa de la'es dinheiros, tiendo enlendido que, em se-
melhdole caso, lambeta nao compele aos esciivies
respectivos a parle do dilo I Ouj, que Ihcs foi conce-
dida pala orden, n. 19 de 12 de marco de 1831.
10
A recebedoria, cora mullicando que o tribunal do
ihasouro indefeho o recurso de Joa Mari* Candido
Ribairo, interposlo da decisab, em virlude da qoal
leve de pagar 'D.'SXH) de mulla, per nao ler matri-
culado em lempo, 10 escravos ; illeiidcnilo : 1, que
a matricula dos escravo que enlram as cidades c
villas, elleclua-se provando-se que vicram de luear
isento da taia, ou que eslaudo a ella sujeilos, acha-
vam-se matricolados, e pana a mesma laxa, fazendo
aun lodo o caso constar de um modo aulheiilico o da,
mes e anuo de ebegada para se fazer edecliva, em
raso de iofraccilo, a mulla, do arl. 23 do regulamen-
lo de II de abril de 1812 ; 2' qae a deliberaran do
tribunal do Ihesonro, communicada a resebedoria em
23 de junho de 1833, lomaudo por fundamento pa-
ra relevarlo da mulla Dio ser extensiva a hvpolhese
cima indicada o prazo do arl. i. do regulaiaentn
nio allerou nem podia alterar a dispo3c.o do art. !l
a respeilo das decl.nacoes que devem ser feilas as
eslarue- (iscles nos 1, 2, 3 e i, anno do quinquenuio
que ile\e durara matricula, havendo-se os precisos
certificado- das ditas e.-lacOes ; declaiacOes e ceilifi-
eadoa a que se refere espres'amenie o ait. 12 ; 3, fi-
nalmenle, qae a malla do referido art. 23 deve ser
calculada com reanlo ao numero dos esernvos maio-
res somente, a vi-la das diposirAes do arl. 3, do de-
creto de 4 de jonho de 1813, como se fez na prsen-
le especie na recebedoria.
11
A Ihesouraria do Espirito Sanio.--JoSo Mauricio
W anderley, presidente do tribunal do lliesouro na-
cional, declara ao Sr. inspector da tliesoarUAa Es-
pirito Mulo, em resposU ao seu oflicio n. 87 de 17
de julh i do anno passado, que nada lem o tliesooro
com i fazeudaCery, situada no termo de Ilape-
merim. e que foi rifada por Joaquim Ferreira de 01 i -
veira ; por quanlo, emhora esliveste alsum lempo
de licenra por tres mezes.A informar lliesoura-, plana n Jornal do Cummercio, cabetn em vista
ria de fazenda.
Jos dos Santos Torre*", porteiro dos aoditorios,
requerend,o o pagamento do fornecimenlo que lem
feilo para a sala das audiencias, na {importancia de
ris 132;l0.A informar a Ihesouraria de fa-
zenda.
I.ourcnro da Silva Araujo Amazonas, gerente da
companlna peruambucana, requerendo o pagamento
do frele de bagageui do oilavo batallijo de iufautij-
ria, na importancia de rs. l38?33.-Maudou-se pa-
gar pela ihesouraria de fazenda.
Coronel l.uiz Jos Ferreira, pede que se mande
pagar a remonta a que lem direilo.Manduu-se re-
querer Ihesouraria de fazenda.
Manuel Claudino de Oliveira Cruz, major do 1er-
ceiro hatalhao da guarda nacional, requerendo qui-
se mande sobr'eslar no pagameulo que, a titulo de
emolumentos, exine a iccchedoria de rendas in-
ternas. Mandou-se recorrer, ao governo impe-
rial.
Manoel Fraucisco AlveM, calafate, quer ser desem-
barcado.Mandou-se requerer por intermedio do
respectivo commandanle.
Manoel da Rocha Lima, requerendo liceuca para
cortar IINI duzias de pranches de amarello.A in-
formar ao cipilo do porto.
Pedro l.eile de Albuquerque, arrematante, pede
prorogae.ao de prazo por (i mezes.Mandou-se pas-
sar parlara de proroya^ao.
Ollicio do jaiz municipal do termo da Escada, pe-
dindo providencias stbre o conllicto que acaba de
ler lugar com a juiz municipal da villa do Cabo.
A informar ao juiz municipal do larno da
Cabo.
iHTEHISR
rio de mmeiro
18 de fovereiro.
- A QUETO KERTK.
A mprensa.diaria, eeora ella a curiosidade publi-
ca, lena maniaslaiio um nolai.-l empenho sobre a
quesiao kerlh ; mas infelizmente apenas o libello hr
que lem sulolo:n.i'lo ern corradera^ao. No do Rio de Janeiro do dia 13 appareceu om artiga
de contrariedade, mis, anda mal, pnssou qoasi des-
afercebido.
A imprensa, que lem lidiado esla questao sem ari-
duzir ou sem estudar o direilo da igreja as sua-
relsrfles com o estado civil, lem conlrahido urna gra-
ve responsabilidade moral, porque lem chamado a
auimadvorsao sobre o ministerio da religiflo calhi.li
ca, que,como lodos akbeaa, e embora alguns desco-
iihrcBn, he a religiAo du Estado.
Para o mencionado ariico remellemos as pessoa-
que prcliidcrcm examinar a qoeslao pelo lado iheo-
forma o administrador da mesa de rendas de Ilape-
merim, no sendo a rifa meio reconhecido em di-
abaodonada, em conseqneuria de nao ler apparecido lgico e cannico, sol o ponto de vista dos eatranlio1
o billiete qae a obteva em premio. Mando hoja oc- | a' igreja ; as pres'!!' reflexf>e- vamoa 1:1o soinenl
capada pelos herileiros de dilo Olvcira, segundo in- protestar contra algu'iias | roposir^Oea que se n.ideen
no artigo editorial do a Jornal do Commercio d<
dia Wi'c lauto mala urge fize-lo pea r.rsJo d'
om terceirn,-r)to^jaiai teui paiiUai Jjzet..i
veneravel 1. -; que sabemos estar gravemente en-
fermo.
Diz o articulista que, na hxpolhce Kerlh, honre
um ataque ao ca-ameul dos protestantes fritos pe.
autondade eccle-ia>tica.
Oude e como, cannica ou civilmente fallaodo, h.
no raso vrteme um ataque ao f a-a nenio dos pro-
leslaiiles'' O I n-lo em i;ue-t" he sim>l(S e inluiti-
vj. .Margarida kerlh chrcou ao alrio da igieja ca-
lholica, e om boa ou mi consciencia, o que so Den-
pode jolgiri pedio ser ndinittida a' commanhao dus
seus neis. A igreja, quesempre (em is bracos aber-
tos para receber os transviados, e que he me*mo da
aua constituirlo e do exemplo do seu divino funda-
dor attrahir almas, que se querem remir da inlide-
lidade ou heresia, rerebeu jubilosa a Margarid-
Kerlh ; e pelo faci da sua conversao, e em vista
do direilo e da leuislajio da igreja, a convertida 0.-
cou desligada de um contrato conjugal que contra-
har clandestinamente na heresia, e que seiia ab-
sardo ser considerado valido por quem s reco-
nhece valido o casamento no matrimonio-sacra-
menlu, e no no casamento civil, propriameote
d'lo.
Se kerlh e Schopp seu marido no protestantismo,
quizessem coniinuar a viver como mando e mulher,
a' igreja catholica tolerara essa uniao ; mas a convi-
vencia tinha-se torna vel, porque a convertida e o dissidenle arh,vam-si'
civiliuenle desliglos, e com nena senaiados, desde
lli de maio de 1833. v
Civilmente por esle acto, e rananicanreVite pelo
fado da cland-slinidale do pr'meirn casameulo,
Margarida kerlh preiendcu casar com om catholi-
co ; a autondade ecclesiaslica nao reconheceii nesta
(iretenrao impedimento alium cannico, porque u
primeirn casamento era uullo, e porlanto os ligou no
malrimniiio-sairamenlo. Ht esla a doulnna crren-
le, he esle o direilo recebido.
(Joe culpa, que ataque commelleu nisto a aulori-
dade ecclesiaslica ? Moralisasse-se muilo eiubora o
procedimenlo pesso il, convenienle ou inconvenien-
te de Margarida K r 111, mas nunca o da aulunda-
de eccleiiaslica, Unjo dever, como ji dissemos, he
receber e attrahir as almas ao gremio da igreja uni-
versal.
O qoe nao se di'.ia do sacerdote calholico, contra
o qual ha lauta ainmadver.ao, se um infiel ou her-
tico Iha fosse supniicar ser admiilido a' communhao
da igreja, e se esse sacerdote, em vez de deixar cem
ovclhas no aprisco para ir buscar uina, que andav.
tresmalhada do relianho, o que nao se dina, se e 11 -
repellisse o tocado da gracaj, e comerasse a dovi-
dar da sua inltuc.i". e a repellisse com dillicul-
dade I
Parece que ns follias, que se teem manifestado
em aberla opposicio a' autondade ecclesiaslica, pre-
tendiain que e-t fosse denunciar Margarida k-rlh
a sua familia, ao seu cnsul ou em s'jimna aos in-
leressados na matiulencao e proiressu do protes-
tantismo !... Como sena edificante para os calho-
licos e para os dissideoles, ver o sabio e veneravel
bispo do Rio de Janeiro transformado, de apostlo
de Josas Chrisl i, em protector da* seil-.s dissiden-
Its, e em dennucianle de una alma que se queria
couverter a' f a* graca e douln la da igreja ca-
tholica '....
Pois he islo o que em rigorosa lgica se de-
pieheude "las premisias que se achain e-labeleci-
dos nos arltgo" de o|i|> i-icau, a qae nos estamos re-
fenndo.
(lu a igreja he ou n.lo ama soried.nle perfeila, in-
l'illivel apar lelOB. Se O he, corno devenios nao so
cierconioca lioliros, masneeiUr pelo fado rootti-
luciontl de sai a relisio lo Eslado, entilo devere-
mos aceitar a rpcouhecer a direilo a a legislado
dessa igreja ; o dir.-ilo e le^. i ic,i dessa i^rej,
lie lernuua ite as siia^ d8posiros a esle res-
fieiiiiuiti poder i im] o pode mo-
lar pelos <" dcvi.ios e inipie-cnp-
de orna coneossfto punliliria, nos
o possa permittir o carcter da
do direilo eslabelecido pela igreja e acejlo pelo Ba-
lado. Para tratar a principal das especies apontadas,
o casamento civil, como o cnncebeu o aclual mi nutro
da juslic.a, levar-nos-hia um tal empenho a largos
Jesenvolvimeutos, improprios deste lugar e desla oc.
casiao. De certo, que nem o projecto a que se allu-
de, nim as Iheorias do artigo a que nos estamos re-
feriinlo, lulo de vir a Inumphar n'um paiz de h-
bitos calholicos, c re.-ommei lavel por seu espirilo
essencialmeule calholico, nao obstanle o carcter de
ndiITcrenlismo de qae se lem resentido uestes lti-
mos anuos ; e pois descansamos a esle respeilo.
Se o legislador aceitar o matrimonio sacrQmetil
na raia da igreja, e regular os direilus de proprieda-
de e de familia, que provm do aclo religioso, l>m
vai ; se regular as reanles de prophedade e de fa-
milia, das familias calholicas, lamben) ir coiifurme.
mas se invadir os direilo. e as allnbuires da igreja,
enlao por cerlo ha de commetter erros imprudentes.
D-as a Dos o que he d" |)eo,, e retenha Cesar o
qoe he de Catar ; he urna mxima evanglica que
mu,ca se deve esquecer em lal conjunctora.
Em '-"iicii-a '. Nao havendo inatrimouio valido
entre kerlh e Schopp, a autoridade ecclesiaslica pro-
cedeo conforme aos cnones e aos principios theolo-
gicos. Eis-aqui o ponto culminante da questao ; eis-
aqui o poni de partida para urna discussao jundico-
canonica, guardando-se a* devidas conveniencias da
igreja, a cuja sombra repousa o Eslado.
Se em presenra da h\ polliese Kerlh, a imprensa, e
com ella o publico, comparlilha a necessidade de
urna lei civil que regule os malr,imotiios herticos ou
millos, nos lambem senlimns essa necesiidade.
M is como '.'
Guardaodo-se as devidas conveniencias de um
Estado que he, sim,, tolerante, mas principalmente
calholico.
Mas por quem '.'
Indubilavelmenle por quem tem o poder de dis-
pensar nos caueoes.
Anda a gvestiio Kerth.
Ilepois de escripias as coosideraces que acabam
deler-se, viio-uns s maos dous documentos, que,
comqoanto nao seja uecetsaria a sua mcneSo ao
nosso ponto de visla cannico, comtudo nos vamos
referir ao sea contexto, para allenuar a impressilo
entimental e a appreheusao que pode (ases receiar a
reproduccilBjda factos que tendam a turbar a pat do-
me-tica das amilias catholica.
A muitos lera parecido que Margarida kerlh he
urna destas organisac,oes romanescas que, em virlude
Je ama desvairada paixao, abandona o thoro nupcial,
leserta do lar domestico, e vai abosar da religiao
catholica para se entregar ao gozo imperturbavel de
ma uui.lo reprovada.
O nosso plano, tracando eslas con-ideracoes, era
considerara Ihese em si, e nunca descer hjpollie-'
i-in mais circunistaucia-
O concilio de Trehlo he urna lei local, ou paro-
chial, como llie chamam os theologos, e ohrigam
as suas ilisposiroes, nos lugares em que foi recebi-
do, trinla dias depois da sua pabliracao. O conci-
lio foi recebido no Brasil : logo todo o rasamento
celebrado no Brasil, sem ser pela forma prescrlpla
no concilio tridentiua, he millo como clandestino.
fVide Poutas, Dicl. Tom. II, pag. 250, edi. de
Veneliis de 1757 ; Montes Hispo Cuide.1 comp.
de Thaol. Mor. tom. HI.Trat. IV, secc. Vil, addit.
cap. I. Parisis, Inttit. Jur. Can. tom. II, pag 51 e
seg. Perrone, Prclect. Theolog. tom IV. Comp.
pag. 313.) '
Para vir a questao Kerth deveria primeramente
considerar-se esta deutrina, que he a receida e
aceita. Em presenra della he fr de duvida. he de
dizagem em Eoropa, estabclereo a academia de mi l.nidos, ou no Pacilico, operara por rerto urna io-
rinha no imperio. ; verso satisfactoria nos conlieciinentns pralicos dos
11 m i ..in lia que entilo lano ae desvaino,"com nossos ofliciaes, halnlilando-os i competir besla par-
esia e nutras medidas, em preparar os aheerces de le com os das prnoeiras potencias marilimaa. do
nossa futura grandeza martima, houve por bem or- globo.
denar nessa poca que visorasse na academia as dis- j u A realisar-ao desle peusamenlo exige, senhor.
nosIcBea do regnlamento do I." deabril de 171IG. ; p*escrever aqui o principio da economa, por mal
o Escnptus em lempos que Porlngal florescia, lio- I enlendido.
mers alialisados e dolados de inlelligencia superior Sob a egide econmica operou-se a completa
confeccionaran! aquelli' i. -ai .menlu. extracto de ou- ile-lr inc.lu de lodos os nossos grandes cascos,
tro menos porfeilo e s.'> proprio para sua poca. a Decorri lameiilii, o lempo mulrou. comn he natural, a ne- : talmente de rima das aguas ; nao como emlrafal-
cesaidade de ra-lhorar o plano de estudos nelle prca- gar, onde os fundamentos dos poderes martimos de
cripta. E em harmaiiia com essa necessidade, leve duas realezas loram aruquillados ao esforc da bala
vi^or a reforma indicada as direcces do 1. de ou- ; inimia, mas Gomo no antro horrivel do sepulcro,
tulirodo IS07. m I onde o lempo, su a acr.io do lempo, corroe o ca-
K Se a exemplo daquelles obreiros, hoavessemo. i daver.
nos aconipanhado, as disposiroes regiilamrnlares! "em allenua o prejulzo proveniente da citada
que herdam >. o aperfjioameno das sciencias, e as; a opinilo que julga a existencia dos grandes
urna evidencia lgica, que o casamento de Schopp descobertas feilas uleis i guerra de mar, eu me jul- <^*r;* para "os, um luxo, urna uslentar;ao desneces-
e Kerth he uullo comn clandestino, porque foi ce- i -aria dispeos uto de srnnda parle das reflxes que em s
lehrado em urna parocliia, onde foi recebido u con- ""heSS de ininha Ihese lenho de expenJer.
ir Nao arouttceu pnreni assim, por causas e cir-
eomslanctaa que me nao cumpre iuvestignr.
a E pois, data de SOaai....." orgaoiaacoo Io pla-
no de eslo.los que. rom diminuas allerarcs, regula
ainda boje o entino dos aspirantes.
o Eu creio, Senhor, nao ser precisa ponderaran
ser. sempre um autor recommendavel entre os ma.s ,,,, ,,, ,ira Wl,.re.Ur a y. M. |.,, vicio ,.r-
dislinclos escriptore* sagrados, pesou milito c mallo ganieo .lo aclual rgimen de estudos, e o quanlo se
torna urgente a reforma detl*.
o Se ne-la parle o natural e gradual desenvolv- :iw "loe,
ment "le nossa marinha 1-m sido sen-iveliu 'Ule ron- I "DS :'''
Carga, voiome d'agaia que desloca, e mais cirruins-
lancias i .ni lu-ion ,, d, marrha do na\i i, indi.pen-
saveis ao necessario roiiliecimenlu que os < lliciaes
devem ler ao inonlarem os baluartes que Ibes -a
confiados. Embircam ellea sem levar es precisos
ciinhecimenlos das ma. limas de vapor, qae o. |-
berlem ao menos da Manearla do chele da machina;
embarcara sem conbecer i exercicnis de fugo, s. m
conhecer o inoao-pratico de usar daa esladvas e dos
brulotes, sem roiihercr emliin o ceo qoe os cobre, o
ar que os rodeia e a agua qae debaito de seus ts
oscill.
Ha manifest, Senhor, o deleito que arabo da
referir.
Fina radeirs de conslruecao naval, oalia de
machinas, urna terceira que rena o casino dv-fJc.
Iic.i e manobra, roiilieriinentns geraesd^ jrfivsira,
exerriciot ilit.u,- e um obervalorio annexo a aca-
demia, onde o alumnos se exercitem lias observa-
res astronmicas e melecrologicas, sao medidas in-
dispensavei a precisa instrurrao dos aspirante.
Opimes diferentes e-l.ihelerem a quolao de
tal opiniuo he um erro. E nesse erro lemos saber, ae um lal en.iuo deve ser fcilo no elemento
cilio tri'Jeulino, e oude se na guardou a forma do
inesmo concilio.
O Sr. bispo do Rio de Janeiro, que indubilavel-
menle he nm dos primeiros Idelogos do Brasil, e
reilo para a Irammisslo da propritdade, nao pode a
inesma fazenda ser consiilerada bem vago.
I(i *
A do Espirilo Sanio.Joao .M>uririj Wanderlev.
presidente do tribunal do lli^arSuro narional, loman-
do em coosid -rarii o qo jAp-nde o Sr. inspector da
Ihesouraria do EspiiUySanto. em seo ollicio n. 101
de 18 de agost i do ano,,, paseado, scerea do procedi-
menlo do ex-administrador da mesa de rendas de
Kapemerim, Paole, Ferreira de Andrade, qoe ileixou
de rerolher aos Cafres da Ihesouraria, naos a qoan-
Ua de 1:000^>JH>'% do empreslimo do coie de orphaos
feilo em 9 de n gollo ae i8Wi como to,| 0 mljs d.
nheiro de "ei.'nelhante origem qoe arrecadou dorante
i annm stra.; i >. declara ao mesmo Sr. iuspector :
I' que^deve pedir ao juiz da orphaos do termo de
leinerim, por cerlidao na forma do estvlo, ums
relardn de lodas as quanlias que eulregou ao sobre-
dito et-administrador para ser confrontada com a
escriplura;ao di Ihesouraria, e, depois de verificada
a verdadeira importancia dos empreslimos qoe dei-
zaram de ser recolhidos aos seus cofies, proceder-se
judicialmente contra os responsaveis ; 2* qoe sobre o
valor do alcance que vier a conhecer-se, '.onlar-se*
ha por ora somente o juro de II 0|n, desde a dala da
publicarlo da lei de 28 de outubro de I8it> '. por-
quanto, na forma da ordem de 21 de Janeiro de 1818
s pode ser carregsdo ao exactor omisso o joro qne
o Ihesouro paga por taes empreslimos na livpothe-e
prevista na mesina ordem, dada a qual, no caso em
questao, se contara' cntao o dilo juro desde a d-ta
em que os dinheiros recebidos pelo ex-adminislrador
deviam ler sido entregues a Ihesuuraria, al a em
le comer;* a correr o juro de '. 0|n, observandn-se
'einpre o que dispoe n art. 2K ilo cdigo criminal e
a ordem de 7 de maio de 181!); .'! qae, emhora lt-
nha mudado de residencia o iudividuo conlra qoem
se vai proceder, deve o Sr. inspector, na forma do
arl. 3. do decrclo de S de de/embro de IS'.l, requi-
sitar a sua prisa> a autoridade jodiciaria compet-n-
te em Itpemarim, a qual cumpre proceder segundo
a* leis em vigor, para que se verifique a mesma pri-
su, he.nido u Sr. inspector na inlelligencia de que,
anida quaudo sejam de promplo recolhid.is i Ihesou-
raria as qoautias indevidamenle delidas, deve-se tor-
nar effectiva a responsabilidade criminal do ex-exac-
lor.
17
Ci'rculor.Joao Mauricio Wanderlev, presidente
do tribunal do lliesouro nacional, em addilamenlo a
c reular de de ontohro ultimo, e de ennformidade
eom o aviso do ministerio da marinlia de 2li do mez
(indo, declaro aos Srs. inspectores das Ihesouraria
de fazeoda, alim.de o fazerem constar as alfandegas
e mesas do consulado, que os transportes da armada
quando ata liverem carga da fazenda nacional, ou
esta nao fr sufli-iente para alastra-los, podem coo-
duzir objeclos do commercio, que devem ser mani-
festados, depois de pagos os respectivos direitqs ; nao
podendo porm fazer uso deala faculdde, fura da
corle, sem pedirem o coiuenliinento do ollicial da
armada chefe da estaca i, se a houver. ou da repar-
tirlo da marinha, se e-'.e fin superior em graduarfio
ao commandanle dos ditos transportes.
"c ; mas orge que eulre'iiu
las eiplicares.
a sua concessao ao casamento de Kerlh com Janeen
Lima.
Esta especie se achava ja por elle resolvida, em
consulla de 15 de Miembro de 188, e que se acha
no lomo III da sua theologia pag. 22!l. E para ver-
se o escrpulo, com que o sabio e veoeravel prela-
do proceda neslas malerias, alii esla' o caso 9, a pag.
101.
Dous prolestanles, naloraes e resMeole, em cm
paiz, tambera protestante onde foi publicado o conc-
tndent. ahi se casaram em conformidade das lais ci-
vis. E como essas leis admitlissem o divorcio, ou a
dissolujao do vinculo cunjungal por certas e deter-
minadas causas, a moldas intenlou e cousrguio di-
vorciar-se do marido pelos Iributiaes do paiz ; e e(-
'ecliramenle casoo-se com outro. O pnmeiro ma-
r'do, qne veio para este imperio, ajuslou casamento
com urna catholica, esolicilou a respectiva perniWsao
na cmara ecclesiaslica.
F'oi Ihe esla denegada, porque no primeiro casa-
mento nao se ti tilia dado o impedimento nclandesti-
nus :n imha elle sido celebrado em um paiz onde nao
loro aceito, nem recebido o conc. Iridenl.
Eis precisamente em rssumo a questao no seu ver-
dadeiro fuco de luz.
Cerliss mmenle que o Sr. Caslelio-ranco nao
milita nas alas onde o eslu lo do assiimpto he trocado
pela impensada excilarau das paixOea ; o pois, eooti-
dirando a questao no terreno em que agora a collo-
camos, estamos certos que nao hesitara' um s mo4
menlo em vir postar M lies raias da isreja, que hot
mens, que se dizem calholicos, querem ceder aoi
Hunos das seilas disiidenles.
A questao, em geral, tem andado deavalrad i t
porque'.' Porque em materias desla ar em n.lo se iml
vivido
Abandonemos emhora o soccoiro que nos forne-
cem os exemplos lao cloqueles das marinhs regu-
lares.
Aquelle erro he manifest, ponderando nica-
mente o que de proverbial lem o caso para us ho-
meos da prouaado.
<" lie delles, que nao sao os pequeos navios os
mais proprios para as longas navega";es ; aasim co-
iar* a juventud* pnn-ip.luiente, a man-1 estado, de srienri
liseiplini rigorosa nao he cimpalivel com zes daciinhecero.
inuvel, se noesiavel.
> Unja principalmente, alenlo os conhecimeulos
indispensa/eis a ollicial de marinha. crcio qoe nao
poda haver he-it icio na escolhd do ulliin j. por ne-
cessario.
o .Na Inglalerra e na Franca, o rgimen de eslo-
dcs n.io he o mesmo. A maaaa dos uflidaes de ma-
rinha em Franca lie mais instruida que na Inglater-
ra, entregando-ee us Meces da m-nnin trancen a
que os guaidas-iuarinlias ui^lc-
trana.lo, anida a muilos oiitrns respeilos de estrela Ia 'olimidada que deriva da proseara comanle.
ligaran com a instrncclo dos olhciaea, a manila d s do rommodus acanhadoi e do viver em comrauui-
acoiiieciuientos fez como por antitheaeva apotheose
de principios opposlos ao grandioso paiHaminto >o
augusto an'i de \'. M.
Iide.
rasco-, e mais, cum a asaisleneia das altas uradua-
Rrovisa. l'oma-se a
-ipedio l um exj-
Marganda Kerlh esla lio l'.rntil desdo o id.idu de 6^ puaiinr; l-se e eslnda-SO* a sua applcaclo, ou a>
iu .i anuos; foi educada em collegios cnlholicos, e
(...o- os actos o pralicas da sua vida religiosa eram
o Cerlo. Ainda se acham em Europa nossas es- cues, pode a forja moral da autoridade ejercernos
colas de construcfSo naval c il iMcliinislai; edej jovens ofliciaea > maii siluiar iiiio disciplinar,
lempos a esta palie tem em larga escala Irabalhado I goar tan lo as convcnitiicias da distancia, da ordem,
liara aos os estaleiros, as fun lices. as ollicinas de I do respeilo o da subordinaran.
trem bellico ilaqaeila parle do mundo. <" Poder-so lia ubj-clar, quanlo a' instrucro pra-
n ,1.a tem sida construidos os navios reputados os tica das manobras, que a vela nao bo ja o primeiro
nielhores de nossa esquadra ; la age fundidos o* ca- elemento da* esquadras, preleiidendo-se, como se
ulules que guarnecen! nossoa vasos; de la vem a iiretemle, que umi maiinha tol.duiuii(e a vapo
maior parle de nosso armndolo de mao ; de l.i as | numero que comporte os recursos d erario nacio-
nal, sera' a iiielhor lorra naval p ira allendei aos
reclamos do servir e ai emergencias prasariplns nas
nossas clironicas, ou na poltica externa.
Teuho anida por menos be>n fundada esla as-
seredo*
o lloje, os verdadeiros navios a vapor para a goer-
ra slo os mistos o movidoi a' hlice, e eses nao
pre|iidicam na sua maslreac.lo e veame as dnnensOei
''?'Sifldo o rilo calholico, enviudo a missa romana, e
mandando no lelimo dia da morle de sua mai celex l'ara se ser Lulero ou Caltlno, he preciso ler si-
recunliecc o escabroso da emprezav i se recua enm
pn ciencia, eu enlao e siilimeller .imidas couside-
racoes a quem as pode jolgar ou decidir.
brar o augusto saciriicio pelo repouso eterno de sua
alma.
Margarida Kerlh foi violentada no su
cem Schapp, c.is.iiuenl-.i que he reronhecidamente
clandestino, e porlanto Tiullo; e qoasi umpre nao
viviam bem, a ponto de por mais de ama vez ver-sa
a sapposta e-posa obrigada a refugiar-seem casa de
seus pas oo de seu irmao.
N'uma dessas separarfies Schopp escrevea i sua
molher reconhecendo as sem-razoes de a molestad
reconaeetodo que ella era vtrtoosa e honesta, e pe-
lindo-lhe tornarem-se a reunir.
Margarida Kerlh rennio-se cum eBaito a Schopp,
mai no'coiiiiuuaudo a dar-se bem, aecordaram sa-
parar-se para iodo o sempre; e com effeilo, por es-
criptura publica, nas uolas do talielliao Fonles, ejn
16 de maio de 1855, aecordaram haver-se por di-
vordsdos e dissolvido seu casamento, independeule
le recorrerem ao juizo ecclesiastico, visto que, como
-rolsslantcs que eram, e, segundo os principios de
soa religiao, eslava de lal forma celebrado o casa-
mento, que lieava dissolvido pela prsenle escriplura
lese obrigi\am a registrar no consolado suisso, de
cuja nae...i eram subditos.
Desla data do casameulo vio cerca de quasi dous
innos; eje se v que motivos ponderosos de familia-
e u.lo urna paixao romanesca, levcrain Margarida
kerth a separar-ie de Schopp, que recebra clan-
lelu .ii enle no Brasil, e que foi a educu^ao e rei-
teradas praticas du ralholicismo quem a levoo ao
gremio da igreja universal.
.Mallr.il ida, divorciada c abandonada por Schopp,
qoal achais vos mais louvavel, que essa misera lo-
masse por esposo a um moco calholico. honesto e
trabalhador, ou qne ahi Qeassa osposla ao abandono
e s s-'iiucciies'.'
Os horneas imparciaes que nos respoudam.
/.'. d e.l.
Jornal do Commercio do Rio.
do e ser grande llieologo, emhora combalendo com as
armas da heresta.
Ha c. rea de um anno que eslodamns, quasi qoe
exclusivamente, as generalidad de direilo cannico
ccom quanlo pessoas competentes nos digain com ni-
mia generosid.-nie que com algom successo. nos esta-
mos certos na immensa di-lanria que ainda nos res-
ta a percorrer para cheg.ir a prulundar essss dilliceis
materias.
Ha cerca de 15 dias que uoclnrna, diurna, manu,
temos versado a espMialidada da materiamatrimo-
nio, como sacramento, comn vinculo e como contrato,
epor lim somos classihcados de declama lores pala-
vrosos, e nao sabemos >|ue mais obsequios; e islo por lo vp|n nos encargos pesados e pouco uralivoi.
machinas para os no-sos vapores ; la vamos eugajar
o pessoal do nosso corpa de eugenlieiros machinislas,
e at em vasos das esquadras eurupis lem idn of-
ciaes nossos adquirir o conhecimento pralico das ma-
nobras.
"' I ni tal estado docousas, Senhor, noprodu/. id
mal i|oe resulta, de que a conslroeelo desses vasos,
dessas machinas, desses armamentos derramar o di- i
nheiro invertido nelles em ms estraohas, em vez de
reverter para a de nossos concidadaos empreados (
em nina industria tilo enlacada com o engr.vn leci- i
ment do paiz, c que lauto COQVioha desenvolver e
animar.
A falla na academia de urna aula de con-lruc-
efio naval, e bem assim a de engen'veiros inacliims-
tas ; a falta no paiz e nos arsenaes do Estado dos tra-
halhos de eslaleiros e de doca, dos de preparativos
bellicos, de assentainenlos de machinas e oulros ; e
mais a falta de estaeSes nossas por maros do naijoea
martimas adianladaa, o por mares louginquos, ilei-
xam grandes e sensiveis laeonas no ensillo e uislruc-
cao da Intalldadedol 'pirantes e guard-s-manulia-,
ainda hoja impossibililados da aoxiliarbm a Iheona
eom a praliea e constante iQODae slt is 19o provellosos aos verdadeiros eonhecirovnlos
prol ssionaes, e indispensaveis aa esludo experimen-
tal da mecnica eda chimica, applioada as cousas do
mi r i- i arle da ou-rri .
< O governo de \'...'! presentindo laei inconv- "rso urna man
niente, niaiidou ha s-i.-t i regres'ar da Eoropa dous |aarm oscauaesde Bristi
oliiiaes que allihaviam complel ido o estado das ma- ;'' vielorias pira a baodeira da patria ; victorias
chiuas. E eom a acertada eso iba que fez.goza baje o 1:" ajeanearam m nto pequea es .<'-.\, e que legs-
palz dos articos de doos eoneldadioo nossos, empre-1 nn> a> America do Norte urcuonr^e a gloria que
gados na direerflo da oliicina de machinas do arsenal [da hojegoia.
do marmia da curte. Se assim iuvestig lei vste as-uniolo, abrangendo
i" Crelo, quo desses serviros, e do reconheci-lo me- i fl'e iIS opiuifl !S e as objecedea, lie porque eotoado,
recimeato daquellesofficiaes, poleo governo colhar senhoi, que como a instrorrio Ihroriea, praticd e
vanlagena jaem heneiicio da utitlialms e indispon- Ia dlscialina coii-lilue urna das forras coinooneiiles
savel creacao da escola de cugenheiros mscMmstas, Ja "*>r no mar.
salislazendo nesla pirle a urna das exigencias do He dos nossos dias os desastres de San Vicente,
lerviro publico. ;: Abookir e da Tratalgar. E se me remonto mais
o Como esla, todas as medidas tundentes a melho- (onw so consulto as instituales navaes desposo,
rar as condires .;u rgimen em vigor reclamara a flo oceuparam o primeiro logar oa escsla das po-
possivel urgencia, toneias marilimas, presioto naquellasqae eoiisagram
o 'O* maos metilo.los de en-ino e de edocacao mi- menos esmero aos couheciinenlos pralicos, o germen
litares, iisim como a fallados elementos pro'pi ios qae ''e-lruclor que um dis alluio os aneerces da graude-
Por aotia parle a auristas ingiera cnnls eicel-
lenles iioinens d? mar. o. priineiroa. na mais lata
accepeo da pilavra, como he menie-lo poi cem
a......* de supremaca. Alosa di-to, tonta bjdaossia
phos, afflciaea de arlilharta e engenheiros con-Uoc-
lorea do maior ment. Da marinha ingle saneas
t.unbem diplomlas.
liesulla daqui, o que parece, ums anomalis.
EHa porem ezpliea-ss farilmenle, atlendendo-se ao
numero los olliciaes de menlo das duas iiariles.
o A educaran dos nlliriaes inclezes, lirilo Ihea-
rieo como praliea, he Ma bordo e a' vela, e he
n ', dirigida cun-tanl-meiite para as especialidades, li-
mitaado-sa nes-as aspeeialida les sasaoMS ao quedr
estricta ligarn euleiide rum os principios geiaes do-,
cnnhecim-iilos de fpplicarao. Fica psra iladem-
Conveaieniente, para lumia lo numero de melhore*
iotelligeocias e.a volitado do esda om, o esludo, sem
base, das atceesarias Ihootios dos variados conheci-
mem.is do ollicial de m-rinlia.
o (.enfrentando os dous melliodos da edoeace,
ve-se que resulla vanlage n em adop'ar-sao sysl-s
le longs dala eslahelecnlas para os navios paramen- ** quanlo a inslruccao praliea. iNo que cnteme
te a' vela. I porem a llieorij, reseute-se elle de deleito ; por-
a Considero que um c oiitro elemento sao alislo- quauto aiiaudona os jovens oficiaes quasi aos pro
lamente indispensaveis. torios recursos, larrarroada es apenas com nocoea
a S, o vapor sem o auxilio d.i vela, n.lo pule incompletas, cesas sao as qoe se p lem dar abordo
prestar, ainda om lempo de guerra, os serviros de-
ijados, sem gran e dependencia .le dep.,iios de
cumbu-liiel, e sem despezas ruinosas. E em largas
campeonas, em lungos cruzeiros de operae-s man-
mas, nossas viagens de paz que, eai proi.'crao do
commercio de om paiz e romo guardas atrancadas
de inleresses porameute econmicos, pacilicoii e mes-
mo polticos, nnpr-hendein os navios de guerra, a
vela he sem luvida o elemento mais econmico e
que preenclie lodos us liu; que se tem eui vista.
o Ndeos, pois, da educacAo disciplinar, os j-an-
iles cascos e a vela sao lambem as inellioies escures
de inslr crio praliea.
a'Nelie. os Estados Cuidos educa.a in e'in-'.ruiram
es-es ufliciai i i marinheiios, que om 1(112, com os
:. i.i
e .la >.
devem aoiiliar o mesmo ansloo e edkea{So, qoanto
a m m, Senhor, conlribuein mu to polerosoinenlc
para o enfraquecimonto da principal forca d >s ex-
ercilos de mar e Ierra : a forra iatellOClual. Coulri-
buem mesmo par.io desanimoe dosgoato,qoe pruinp-
qoem '.'
Por quem talvez ainda nSo abri um compendio
de Ihaologia ou direilo cannico, nem um volunte "la
historia do papado ; por quem eonfesson alto e bom i
som que preseeniia das dispoaiCiSts do Concilio Iri-
deotino, que alias he a lonna e a lei disciplinar!
Ilojs o paiz inlciro lamenta o desanima que
ha mu|to lavra no pessoal do |eatado-maior de
nessa marinha, inclusiva nos nossos proprios ofliriaoa
modernos, embarcados a hor>io dos va-os do esjado.
E lia da parle do governo de V. M. e da de lo lo-, o
desejo sincero de arre.lar o mal; so mi se condece
ainda bem lodos os motivos que o prodozeffi.
r Alom de oulras ponderosas circoin-tanci.is qua
oa igreja; por quem riuaimcnle abusada sua po- promovem um tal effeitu, e qae nao he da minha
aecusacao, e dillicullando a de-
sieao sssoslhau lo a
feza.
Aqui terminamos urna questao, em que nos em-
peabamos por amor da vardade, e por amor da ver-
dade, havemis sollnd > nao s invectivas,mas al in-
sullos : embara. Com o Sr. Caslello llranco nos sap-
p unos desde ja reconciliados, e o ronlamos do nosso
lado, uasse onde sempre o temos vislo consagrando
a sua erudirio e disliucla intelligencia ao triumpho
do calholicismo.
Sentimos nao poder dizer oulro lano da impren-
sa mahometana do er ou morra ; mas he i-so
moralmeute impossivel; porque uao pode dar se
conciliario cutre opioies e doulrinas que se repel-
iera.
!'. M. Baposo de Almeida.
{('orreioda larde.
SOVERSO DA PROVINCIA.
Despacho do da Ki.
Auna l.uiza Pessoa de Mello, requerendo que,
em visla do arl. 5(i dos estatutos do collegio dos or-
phaos, seja recebido no referido collegio das orphias,
sua filha menor lt"lmira Castolina Pessoa de Mello.
A informar ao cposelho sdmioiitrativo do patri-
monio de orphaos.
Braz Jos dos Uei', segundo ten uta d'armada,
reqoerende por cunta do seo*sidos, a qoanlla de
-JiKI^MHI ris.A informar A Ihesouraria de la-
zenda.
Padre Joao Capistrauo de Hendonra, profean d
geographia do Gymoasio, pede 15 dias de licenca.---
.V informar ao regador doGymDWio.
Joaquina Marta da Couceicgo, requerendo qne se-
ja posto em liberdade seu marido rccruta-lo, l.au-
renlino Pereira da Cruz.A informar ao Dr. chefe
da polica.
Joaquim Arcenio Cintra da Silva, podiodo a ad-
iii, i-i no collegio das orphaas, para soas sobrinhas
de nome Marianna e Arcelina.Maudou-se ad-
miltir.
Joio Francisco Regis Qainlella, primeiro escrip-
lorario da mesa do consulado, pedindo prorogsrao
ni!.; e, pul-,
lilicar a Lio
It veis tram.les
casos i in que
igreja.
- as -
He para salisfazer a orna divida de cortezia e a
um sentimenlo de gratidlo, que varaos ainda acres-
centar algomas lioba ao que havemos escripto a
propos lo da clandf stinidade do primeiro casamen-
to de Margarida kirlh, e da respecliva validadedo
Segando.
1 in e-T-plur, alias orlhodoxo e eslimavel, e que
por mais de ama vez tem exhibido provas de sua
dedieacio icreja catholica, pareceu dissenlir nesta
quesillo, nio poslando-se no campo adverso, mas
collocando-se n'uma raia de bem intencionada lie
sitaco. '
Pelo u Correio da Tarde foi-uos por elle diri-
gido um appello, e, segundo nos cumpre, vamos
prcstar-lne alienta consider.irao.
Agradecendo primeiro que ludo ao Sr. Castellu
llranco a delicada urbanidade, com que se digna re-
iciir o nosso uomc, permitanos o eiudilo esenp-
lor, que antes de precisar a nossa ODlDiiS na ques-
lao suscitada, Ihe refiramos o que succedeu com a
nessa pohlieaeao acerca da quesl.lo kerlh.
Depois de h.ivermos compulsado a materia res-
pectiva, jnlgamos que deveriamns chamar a alten -
guO dopublic" para o legilinu e mais importanle
poni da quesl.lo : c, porque entendes-emus dever
popularisar o|fructo dos nossos esludus, dividiino-lo
em tres paites c d-.lineamos ties arligos. No pri-
meiro, Iralavamos a questao em relacau a todas os
BStranhos da igreja ; no segundo, a tiiese verlenle
ni ii-lac'iu bjpolhese kerl : no terceiro, a colo-
aisacao sob o poni de vial i dos inleresses eslholi-
salves i|ue e-la jurisprudencia ccandalise o lal
espirilo de loleraucia, que lano se alard"-. ; mas
he doulrina recehida e preponderante qoe o Eslado
pode, sim, regular os direilus civis, provenientes do
acto matrimonial, mas a' igreja he a quem compele
regular a validade do matrimonio.
Al outras especies e considerables em que se tx-
As diOlculdades quo encontramos, oa publiear-o
ie nossos artigo-, nos obrigaiam a baralhar -ua de-
duccao, cortando de um e oulro signos trechos, que
aiiual sahiram no oliiariu e no Jornal do Cuiu-
mercio ; mas sem a deJurrao couvenienlc.
E com lodo a que-tao be de inamfcsta simplicida-
le, eucaraudo-a pelo nico lado que pode ser en-
carada.
IVrcunl.i-ie :
S llm matrimonio qualquer feitu n'um lugar,
onde foi recebido e aceito o concilio de Trenlo, he
valido, nio sendo segundo as formas preseSjbta!
oesse mesmo Concilio ?
Nio.
RIO DE JANEIRO.
(> de roarr;o.
Escola de pplicaelo do exercilo.lloje pelas III
horas do dia, S. M. o Imperador honrara com sua
augusla presenca a asela de applieagfo do eaefeltd,
assislindo ao acto solemne da abertura animal das au-
las na fertaleza da Praia Vermelha.
O digno general director da escola mandn cons-
truir pelo corpo acadmico urna obra de forliftca-
cao passageira e um pequeo abarracamenlo no
campo exterior da fortaleza.
E-se eiitrincheiramento ser guarnecido pelos a- a
competencia disculi-las aqu, a meu ver euteudem
rom o syslema de eiiocacilo. cansas que cone.irrein
para que os ullieiaes se sinl-im poucos salisfeitos da
vida, do posto e das lilo armas larefas inherentes ao
servieo da prolisiio, e niaiiiite ao dos pistos lubal-
lerooa.
o O regulamento actual dison, qoe os aspirantes
mediante o examadr preparatorios sejam, como sa,
ailmiiiides .i malricuas "las aulas da academia al a
idade da iti annos,
"< No lim de tres annos de eslodos tnallicmalicos
he que com o posto de guarda marinha, verdadera-
mente embaream os alumnos de melhor applicerio
e inlelligenca, sen'do e**esua maior parios que ja
dobraram a virilidade. Os uniros ou sBo expolsoa por
nao veneerem as materias, ou s depois de i e 5 an-
uos he que van residir a bordo.
o Embarram os nossos gu ir las-marinhas, pola,em
ilade qoasi nunca menor de l'.lanmis.sendo Irequen-
les os esos de 20 e 21.
" lie nesta idade que os nossas jovens oficiaes
vio a Iqnirir os hbitos da profissSo martima !
ii l'ara os que nio liverem urna vocario muili
pronunciada, nao ser natural a avenad e aps ella
i desanimo'.'
Ainda mais, he naquells idade. depois de o Es-
tado haver costeado as uespezas "le uiaiiiilencao e de
ensino Iheorieo, e do res snnos de Irsbalho, adquirido um aceaso e
abracado nina carreira, que o goveroo de V". M. vai
conhecer e clles lem vocaclo para a vida do mar !
i< Aqui, prejuizo para o oOlcial, prejaizo para o
estadi.
Ouem, Senhor, nio envergara' em scmclhaiite
lystems eaogas miosas, defoilos palpaveis '.'
.Nos paitesosseneialmaoto inaniimos, oshomens
experimenlados da profissSo 'le que se oceupam rom
toe ellas fundarani.
a tjue o governo de V. M. consiga dar a' armada
a instrncclo praliea, indispaosavel aos ollicines ue
todas as utsrinhas regulares, c do reinado de V. M.
se inaugurara' urna nova era para a marinha brasi-
letra.
o Oulra forca componente da victoria no mar de-
riva da artilhsria.
<> csluilo e man jo desla arma importanle nos
combalea navaes, com quauto esiejnn prescriptos no
actual regiilaniento ; cum tuda, alienta a falta de
compendio apropriado ; alienta a falta da escola
praliea respecliva, b-,u assim a I illa "le outros re-
cursos indispensaveis au perfaito cuiiheciineulo del-
la ; aliento mais o Irab Mo demasiado de que se a-
c brecarrega lo o lome respectivo, nao lem sido
possivel fazer tecoin a precisa ragularidade.
-' Aquello lente lula c.un dillicul lades, que mo
esl i ,i sen alcauc reinove-las.
" Bnlrolanto, senboi, como combinar estas duas
circ (instancias ; torios os nossos navios sao guarne-
cidos eom arlilliaria moderna j lodue os uossus ofi-
ciaes lem o direilo de desconhece-la !
" 'igur.* \'. M., em um simples cmbale parcial,
om v so do eslado, costado a cuslad-i cun uuiv.su
illimigo, Ue igual e-l-cao, cun igual numero de po-
cas de fugo do mesmo rahhre, guarnecidas pelo in-K-
.....numero Me lioineiis, igu'.lmeirle possanles, Igosl-
meote bravos. F2m um lempo del raninadoe i^ual
para amb s, o adversario mais adestrado e instruido
empreaara* indulntavelmente sobre a nave inimiga
maior numere de libras de project'l.
ir A eonseqoencia que resulta I,e obvia; ou le o
cen ecJmeola da anua e seu man jo, onde a mes-
Ina, alii a victoria ; para aquees qoa na paz de
cuilaram o cunheeimenlo de Ido importante inslru
ment, ah a profusio de sangue ii til, ahi o desas-
ir o odezards necio com lodosas cOoseqoeDcias
da derrota.
> Pese-nos as reeordsijbes de Trafalgar. Alli de-
cidi a orlilharia, s a arulliana, do menor numero
contra o maior.
o O menor numero venceu. Venceu Nelson, ou
sua
los navios sem n isoiameolo a liberdade que recia-
mam o estudo las abslracces.
u Salas de estudos, collerces de inslrosaenlos,
archivos, bibliolliera e oulros" acecs-onot indispen-
saveis ao estudj da- alistrac^oes, so podem com van-
I a ge m ser eslibeleridas fm Ierra, a Sao patavras
que cito, rendciido homenagem a seu illustro salxr
Chrisliaiio Ollcui, e que permiten Iuver-ase oa
opima.i que ellas represenlam.
svslem.i, e cure. Ii.,... de prover remi-dio a adi.
Sa a vanlagem da ara lenna em Ierro ho mapi-
festa, a escoUsa do lagar e do edificio propaios ato
deve ser esojooclda.
i O local em_qiiese s.ia aclzl.iiei.I? a academia
.n Duraee, ora [be ; inconveniente, o reclama prmnpu
ha em emeo- mudenca pira outro, iu- roana BsassssMas enn-
dirile-.
k De leve indiquei a uecessidade do esloo da liv-
drooraphia e da meteorologa.
a Importa insliucraoneressaria dos elrirlaes de
marinha ; importa aos recursos da guerra, 00 cotu-
inercio, as conveniencia, BaetsssOOS O em geral a hu-
iiiamdade, o levanlaravnlo le cartas hjrlrogiaphiras
exactas ; sead i alcm ili-so,de itiiiue lala oaeossl I I -
para iu'h, a recllfiraola dos pontos do lilor-l .te aoo-
sa coila, c bem as-un a dos das margeos do no fre-
a e seu confluentes.
ii As cartas hvdrograpbi.-as do nosso lilari.1, le-
vantadas lodas por eslrangeiros, cslau incidas de
crm-.
o Esle genero de Irab din orenle a atlender, aT-
lecto a oejlra elasso do dsassspi non ainda nio rea-
lisados at boj-, sem duvida "levi lo a falta de dad
e do elemento) oeeomtioe. ResVo-OSO ao rrl.vlorio
sobre os pharcea de nossa tosa, que annuslmenle
lleve ser confeccionado, em proveilo do mesa com-
mereiO e do de Indas as naciles martima' qoe dr-
maadam nossos partos.
Cum oesiu lo-la hydrpgraphia fito ni andeui.a,
Irriam os aspirantes em suas tiafeas de ioslrociao
dorante SS ferias um arovailoso Iraliallm para exerri-
ci ; til a sus inatrateia, otil aa pair.
o Se em f..\or da aavesaedja aproveilam os con!ie-
CimenlAflda hvdrograpaio, nio n.enns imprtanle
pera ella sao os da luel-orologia. in li-pelvuvri- a
cnr.feccao da- CSiloa sosal ares dos venios e correales
reinantes nas diversas estonias do anuo e em t"da>
as portea aavegavets dn gluiio, com que se nrrupa
sctoalmenle r. mando Inleire.
".Sabe-so que em lodos os tempes, bem romo liaie
lem sido e h- uso, par aeeeasidade Mhsrssa do por-
to os navios da vela em demanda de veaites e ri.rrtn-
I-s ignorados: oavogaresa mullas vase psra salios
in 'i- urna e ostra 4a cuneros los a direcr>> e destino
delles, o ahi rcluctarem com leinp-stade-.emquanlo
que a algomas milbaa da distancia reiaam valos
propicios e lempo diverso.
" Com a Carta aaslloK asaile se inndifirar.i sen.
duvida, estes inconvenientes. Caoo piloto ou rom-
maa ante po iera' no p "rio iniciar rom vanlagem, a
derrota que r lelhnr ronvm fazer para eiilar w ven-
lOI, ai -'irr-ules e as leinpesladrs prnvavei, qoe em
seo eaminho -nnlern eaourartas e retardar a viagem.
ro a lese desl'arla a caria auxiliar opresta mu-
antes a maestra das gasinicoes de
das par ofileises com ellas longo lempo oceupados
no mane|o dos caobvcs.
(i As uleis e importantes modilicaces por que
tem pissado a artilhsria, de ha trinla annos a esla
parte, perderiam toda .i vanlagem, se as naedes se
limilasaem nicamente au cuiihcctotenlo ria exislen-
cia dallad,
Saber pelos livros que esislem as alcas e as ma
Jo ocano.
" Refleclindo em taes vanlagem, impoiv>-l he
descoiiheter que ellas por si si rerommendam a ra-
da nacAa o seu contingente .le Irabalho.
" Depois do acc. ido de Bruxellas, as iiarts mar-
timas europeas e os Estados l'nidos einprrgra-se nas
oliserv ices prescriplas no imppa combinado niqnel-
le accordo.
i Eiutiregiiemo-nos limbsm em l.io niil genero
de Irabalho. Como OS uavi >s de tot.s aa nac,-. ,.-
IrangJn,.. se am o no-sos tainl em observatorio*
naos, dirigi- meteoroloicos volantes. Presten eir.fim o-nossos of-
iciaes a hiirp lOidede irtervico que ao paiz |a lu pres-
lado .i incausave'l e iutelligenle dirr-tnr de as..a
ohservaii.no astronmico ; o serv.ro que no (aturo
a ellos messass ba de OproveMsr.
A raspeito das leal s, sesmas, sajo sao, licito ama
indicabas
A po'irao que a nrleninca vigente Ibes a-i;n>
rM riiuip tente, nem Com O grao de con-ilera-
lumnos da e-cola, por um, forra do balalhac de en-
imporlaole qoestio da edacacao dos oleieea de iras de mira ; e bem assim os precursoras e as maca-[ -'"' 1r I""" eqltara do eculo rodos hoja
marinha, admitiera geralmenle como principio fun- cavadas ; saber que esislem os eanhes oboz
, dameulal, que para uina vida l.lo excencinnal como
nheiros, e por urna batera de artillara, ooe dar ., ,,0 ,;, ecessara urna educarlo ta"o excepcio-
as salvas.
lis alumnos prelenlem Iluminar i noite o acam-
pamento se o lempo permittir.
A's !l horas da maoliia partir' da ponte das bar-
cas da praia de |i. Manoel um vapor que eooduzl-
ra" para a Praia Vermelha as pessoas qae teem de
as-i-tir ao acto da abertura.
Assim qti" a Inglaterra, embarcando os e?us as- f que trata da theorin "I
s
Com a presenca de S. M. o Imperador leve hnn-
lem Incas as II horas da manhaa a abertura em aclo
lmenle da academia de marinha.
Coocorrerem os oflleidea generacs da armada, ot'.i-
ciaes superiores e subalternos da corporaedo, minia- I pela profis-do que jamis os abandona, e ,|u
tro de marinha, semanarios e varias oolraa pessoas.. ,-, |e c,.,^ tendencias
ti Sr. Jernimo Pereira de Lima Campos, lente
nal romo eda.
u As condiees da natureza humana, poi-, nao
podem aqui ser desprendas, assim como a- da econo-
mis n.lo podem ser consultadas.
a lie todas as impresscs da vida, as recebidas na
infancia s.lo sem duvida as mais duradouras e asmis
vivas.
ii C*la verdade dispensa prnvas.
o Mais racis de adquirir, as impressxes recebidas
na Infanoia em a durar o de u na esistenca inte ir a,
cuino os lacios rcvelain nos eoslumos patrios, nos
hbitos de familia, no amor das localidades.
canhes ionsos para arremessarem as balas ocas pelo
mesm i augolo qoe as rasas ; que silo classificad -
por nomeros onae outros estar i ilormedo de que
OXislem lodos estes e oolios inventos modernos, e
deseoiihecer ao mesmo lempo os incuoveuientea pra-
licos das rearas de ponlaria 00 mar, pela folla de
exercicie cuulinuado no elemento le sua proprieda-
de, no elemento movel, he, Senhor, retroceder :io
arnns, he nio conhecer a arma principal, o, guada
Dupiu, a ar.na nnica dos cmbales navaes.
." O esludo a balstica naval qua se faz os ai -
demia, e bem sssim .-. leitura do manual do rlilhei-
ro, sao e-se: ci ils, -. i mesmo in l ispensaveis aos eo-
eciuieiitos !o ofli ial de marinha ; aquelle, por-
cia seathetnatiea, nem rom a ii ;. 11 un-i.i relati-
va e prestigio das fiiucce- de -eu magisterio, fon-
te da forra Otellectoal "la corpurario da armada.
"U-'Uinin lo asitpiniues que venlio deemit'.ir soaao
ii'eiira a V. M. pan lodicar por ordena as medidas
que julgo coiiienljiea- com a melhor loslracc.iu t e-
ducar.lo militares dos aspirantes.
" Carao orafico.
ll|..l\IUI"ll'u
phanl cadets na i ia.le de 12 auno-, e fazenJe-M I .,r ; e e,te. porque inieis o qne concerne "a s'rliharia
viajar conslanlemeule em largas campanhas, conse-1 moderna ; islo s, purm, nio comporta
gue imprimir em seus jovens oflleides
suhstilulo da nir-ina academia, em nomo da eongre-
gacao. recitoo o segoinle dlseorso :
a Senhor A augusta presenca da V...il. Impe-
rial, solemnisando n arto da abertura de nos... aea-
iim am >r
limito
po le ei.nira us tendencias momentneas inspiradas
pelo despeilo uu mesmo pelo amor do lucro.
" Seria porventura prejudicial para nos ,1 adopcio
de 'im systema igual '.'
ii I m lal --tenia s-ria por ventura prejudicial
para mis, lilliu- om pala ouie atmn la n reenrs) -
/. irase 1
demia, condnz respeilosamenle meu primeiro pensa- de iurlustrlas mais lucrativas, que raras \
menlo a expressin de I101111 n igem. qoe me compre
rentler, e que a congregacao por sua parle roe ent regou de manifestar.
o Pur uina razio de ordem, coobe-me no presente
anno o deaempenho de lio asradavel missdo.
o A oulra qoe me inbomb, concerne indicqrio
dos nietos proprios a melhorar a edoccio militar e
ICieotiliea dos aspirantes e guardas inariulias, pres-
cripia im aclual regulamento,
o Ardua, |W ju'la eompenacjlo, he esla tarefa
de magnitude lal, lilo superior ao alcance de muitia
inlelligencia, que su o dever teria a Torra de violen-
tar in u- escrpulos.
11 Subiinsso a esse dever, supplico 1 V. M. toda a
indulgencia.
o Senhor Antes de dia 7 de selembro de IH22. o
primeiro de nossa historia, houve um dia memora-
das a-
vanlagem do embarque previo a' matricula
lomos nas-aulas da academia em Ierra.
" Esse embarque previo, que eu limitara a dous
anuos de visgens por campanhas em mares largad,
suuiiado pelas viagens de tnslrure.io dorante as fe
vel ; aqaelle em que o augusto av de V. M. I, por rias, e mais pela inslrucc,io praliea adquirida aps o
amor da sci(ocia,e forrando-nos ao tributo da apreo-1 curso em t9taroes nossa9 aa Europa, nos Estidos-
los projeclia mi
lilhai
quo a
resucito da arlilharia naval deve sil.rr o olcia! da
armada.
o Drge pas tom ir effectiva a creatio da escola
praliea da irlilhai. 1 naval.
Ue defeilos nio n.enos sensiveis reaet s
plan dasm ::. s que r, nstiluo aclualmeule o en-
sino Iheoric d academia.
' .'.In-.;._ sino ... .... lie 1, .1.- o-
met ta, I Ira, ihe na lias eun -. 1 ..'. > 111-
u < arrependmenlo lar-ho ? finilesimal, ica e 1 vi
" Ninanciii o .lira rali la estas ni tena poi tro ca.lei-
lal syslema, ha muilo adoptado pela loglslerra .i-li1 snuprim tro lempn.
e pe Estados-1 ni In-, uina vez abracado pnrni'x, !*o un 1 lempo
permilliria, com eco- omia de temno......Inirmoa n 1 loceOea ouln Irc
ensino dos alumoos materias in lispensav is qne ac-
lualmeule se mi dio ; porquanlo, soppr
aisla de apparclho. que 11 ssaria n ser a bor lo do na-
vio esrola, e aprsveilado o segundo lempo das aulas
"lo primeiro e 'efundo anuos, licaria espaco para ser
einpregado coinenn-nlemeiile.
E chegoei ao ponto de manifestar a V. M. a
" Devem ser eiigl I coma prep.-iralnnos para a
prara de aspirantes a gaardas-assriMna o ronlieci-
mrolo das lingual portasjaeM, fiaaim. isanlsaa,
geographia, e as oriasesrae ateos le iiltsimiHia
"Serlo frito, ns evam-sde-ias materias asa tapa-
res actual e posleriormoalc desagales pela eseMtssS-
sao da in-iiu'ca publica.
A idade dos eandidolos ole divrra" exceder le
12 annos.
So sei.londr.iit: ;<,.;, ale. li dato', sania
preferidos os Trillos dos uUteia** qia Ihrerom bem
-ir-, lo om c- rio noreer > rio saaos,e o- qoe apresea-
lerein melhores documeotos do ctame das distioli-
oas.
Satisf. ,t.. ,;.-. ;;.,. .,, eligid e m. i- M
' hysieas pr**-ri| no : :. ngsslassssa-
1 asscnl 1.0os ndi a praa :raassaatsa,e
raliari io immedialanii i- esa asna i- gata a asa,
.....":"..... e i|. deimnii,,,!.,'
"''' '' mi r. cuiislaiili
"i';1 '......""; asDr- manlenain n.cc. ,.r......loaesrraolev, .omoit
' ,d ........ "menlo torna oeteasarso., ,; 1 ....,... .,r|, ,
doporlolag que ns candi latos idileoham a pra-a
ile aspirantes.
Emqaaate o goverw ala puder dispof de traga
servirio nravi.ariamenlc Juas corvetas das maia-
do api ir dhu .. .....oh 1 i arlilh ira n i\ ti,
" II.i no. r-,mu- que compem o ensino i Ire
primeirai cad'iras ba-tiule laceria, mas conten
o les poneos conhecimentos 10 applicario, como ae- tas
jam, por esemplo, os de h)drographia.de machinas I res da esquadra imiverial
de lctica ems......re, de con.troccaoo.val, de phy- 1 Em viagens rsiilssilii sawtos remotos, rao
o aspirantes commari lados |>elo commandanle do
ica. observates astronmicas e me|eorologic8s
a He a-siiu qne, liado o curso, os nossos euaidas-
marinha- vio ,ara o mar ignorsodo o modo de le-
ventar as cutas hv Irograpbicaa, uesconhecendo as
regras mais comesiohas de calcular a eapeeidedo dos
novio escole, eselaido pelo g.vernn d'eotre o. 0IT-
tiaes mais illusirados dos posios correspondentes ao
commando'do referido navio.
prara, de canhoes, e bem assim de determinar eos.no do, aspirau.es a bord do nm" col
o grao de estabtl.dsde, cenlro vlico, eipoenl. da I Lm oincUl P,r. m.s.r. de ,,"pclo
- '
MUTILADO


DIARIO DE|PEKNAMHUCO QUINTA FEIKA 19 DE MAR CODE18 57
" 1 m olllri.il para instructor de ulilhirll. de in-
f.mlaria e tabre ;
. t ni professor de desenlio.
a Dos gaardas-mariuhas embarcados a bordo do
navio-escola, o malt auligo ser uumeado chele de
classe dos aspirantes.
Na falla de gaarda-marinha, exercera' le car-
jo o 2 teneule ruis moderno.
I I) oflieial eno.nrra.nl.i da oavegarao a bordo do
navio-escola sera incumbido de instruir os aspiruu-
lot no conhecimeolo dos rumos da agulha ; uo ser-
vido da barquinha ; as inarcac.ues dos pontos das
rosta-, ilhas, ele., felas com a agulha 'de marear ;
io modo piatico de graduar o liil da Ii.ih|uiiiIij ; no
modo pratico de marcar pontos as cartas, e em lo-
dos os oulros misleres de tua iucumbeucia que este-
jaro 10 alcance de compreheusao dos aspirantes.
Aquelle oflieial sera por isio dispensado doi qaarlos
a vela e Tundeado.
u incumbe ao inslruloi de arlilliaria euiinar aos
asprame os nones, figuias, usos e lugares das dif-
ferenles parlas da peca, carreta, palameuta, vesti-
dura e niais inslrumeulos relalivos ao exercicio c
manejo desta arma, quer posla em batera, quer
a mek> Divio, montada em carreta ou em colissa.
Ensillar o mudo prutico de usar das alcas de mira,
tanto fraocezas como iogleza ; astim como o modo
de redutir a graduarlo de un syslerua para o de nu-
tro, dttalhando este eusino quanlo ser possa, para
liem fazer coinpreheuder aos ^aspirantes o einprego
que da mesma alca cumpra fszer em suas vanadas
applicacoes para cada calibre, para cada projeclil,
para eada distancia, para cada forra balislica de pl-
vora. Ensillan mais o modo da reduzr gradua-
rlo da bala oca, tambem para suas diversas appli-
cacoes, fazendo uso da verruma graduada ; e bera
assim exercilar no uso commodo da mar cavada.
Especialisara' os inconvenientes pradcos das re-
' .'ras de pontana, alim de o projeclil sempre etliogir
o alvo. Incumbe tambem ameslrur as tabellas que
indican), pela diraensao e pelo peso, o calibre do ca-
, nhan e seu respectivo numero quando obuz e quan-
do lougo ; amis exercitar uo modo de (tzer a divi-
slo da gente para guarnecer toda a batera de um
bordo, ou metade da cada bordo ; fazer conliecer a
laboa do alcance do poni em branco natural das
boceas de fogo da marraba, e bem assim a que en-i-
na a conliecer a distancia do inimigo pur meio da
altora angular, entinar o modo pratico de lomar a
-.mesma altura, exercitar eiuliiu os aspirantes no mo-
do de^ucartuxar a plvora, de armaa brulotes, de
servir nos escaleras das eslalivas e Das lanchas das
bombardas, pralicar Irequeiuemente o eiercicio de
logo, tanto de arlilliaria como de infanlaria, tanto
de plvora tecca como de bala, assim como o de
embarcar, collocar, vestir, atracar e desatracar,11110-
lar c desmontar as pecas. Em das determinados
ensillara' o mesmo instructor o manejo de ftil e de
sabr, astim como as dezenove manobras de infan-
tera.
a A academia fornecer ao instructor de arlillia-
ria ot compendios e raanoaes iudispensaveis ao eu-
-ino pratico cima proscripto.
o Ao mesire de apparelho cabera ensinar aos as-
pirantes ludo quanto diz respeilo a esta arle, segun-
do as indicarea prescriplas no regulamenlo do 1-
de abril de 17%.
O profestor de desenho entinara' os aspirantes
a representar as vistas de ilhas, cabos, costas, for-
talezas, e tambem dos navios em di Serenes posires
e manobras, e mais misleres do deseuho pralico.'que
lenha relac.'i com as cousas do mar e com os ata-
ques de prar is ou combates de navios.
Duraule as viagens e nos portos fundeados, o
aspirantes farao qoarlos, divididos para esse lim em
turmas, segundo as indicares do commaudaule do
navio-eicola.
r arSo tambem os aspirantes o servico dos esca-
leres nos portos.
* Fofa das horas destinadas aos exercicios e Ira-
baihos aqui delineados, o> aspirantes se empregarao
na leilnra do Manobreiro, e bem assim farao a le-
tora e a tradcelo escripia da historia das marinhas
ingleza, franceza e americana,e tambem a das guer-
ras martimas escripia oaqaelles idiomas, a aca-
demia fornecer' para tal lim as obras de James.de
Cooper, de Le Boucher, de .lorien de la Craviere,
de Lapeyroase-BooGI e outras.
Serao recreios dos aspirantes, msica, passeios
pelo porto, representares a bordo e visitas aos ar-
senaes e navios estrangeiros.
' Aprenderao a nadar.
No fim de dous anuos, contados da partida, que
leven terminar a 15 de fevereiro, o navio-escola
devera achar-sc tundeado no Rio de Janeiro.
(segundo as ioformacues do commandante do
navio-escola, cobrindo as du meslre de apparelho,
do instructor de arlilharia e do professor de desenho
e segando mais os traballn.s respectivos felos pelus
aspirantes no decurso dos dous anuos de vingeos,
ludo remetlido ao director da academia e lubmelli-
do ao Mame da congregarlo, decidir" esla quaes
ns aspirantes que deverao ser matriculados as au-
las da academia em trra.
Em proposta enviada pelo director subir ao go-
verno a escolha teila pela congregacio. O governo
approvar.i a citada proposla, mandando admiltir os
aspirantes a matricula, e promovendo-os a guarda-
marinhat de 2 classe.
Com autoritario do corpo legislativo o governo
designara o uniforma e o sold deste novo posto, as-
sim como marcara' o sold dos aspirantes embar-
cados a bordo do navio-escola.
Cano theorico.
a Constara' de (res annos o curso acadmico.
ic O ensino feilo na academia sera' dividido do se-
guinte modo :
a: 1' anuo.
f lempo : Arithmetica, algebra al eqoaces
romposlas, geometra e trigonometra rectiliuea.
2" lempo : Desenlio pratico de arclnleclura na-
val, de machinas, de diques* de sinos hydrauli-
cos, etc.
. Mas quinlas-feiras :
a I' lempo : Machinas.
2- lempo : Exercicios em escaleres e visilas aos
navios no inveruo ; e as eslarues calmosas, visitas
as casas do apparelho e das velas, .e a oflicina de
machinas, todo do ai seal.
aos curso de pilolagcm ; viagens igualmente aiiiheu-e.lava por si mesmo acabado. E porque nao ser
liradas.
o Os candidatos a pilotos que l embarcarem dous
anuos depois de serem approva-.los ua academia, per-
derem o direito a caria conferida pelo presente pla-
no, e s poderao ohle-U sollrendu iiovameule exa-
rue, <|ue e Lira' eniao pelo modo aclualmeute em
0"0.
ii Ficarao em vigor ludas as outras duposires
.lu-a.-lu.il re.ul.iiui-nto, nao previstas aqui.
o Tmi-flo, seohor, as medid s que ini_o prove-
losas a Meeaaarlt inslrurcilo e e.lucarao militares
dos no'sos jovens ofllcaet.
u Oulros coneeberau melhurcs, e a csses caber,lo
glorias que iiiinha frnra Dlelligeucia uao leiu o di-
reito de ronquislar.
a Que se apressoro, porem, em ollereeer o serviro
que o paz reclama.
A diguid.ide da coroa de V. M., a inleeridade
nacional ; adefeta desle dous sagrados eleineulos,
e a da nos.os crescenlss inlerebses, iiistain por una
(rea naval hein constituida.
Iteorganise-se a Dona, infiltrando-se-lbe a seiva
e a vida que deriva das instiluircs.
(i Compete a obra as imelligencias e aos poderes
cou-lilnidos.
Invoeando-lhes o auxilio, e mal expon I as ne-
cessidades, altiujo ao meu mclhor descmpeulio. >
assim
reino lamben) o uosso Tamberlik. .- Que voz
que garganta, que peito Mas uo canta como oulro
uo theatro, porem Da roa : era no meio das gran-
des reuluues Otas la' pela Bolle velha na inior sole-
dade. He |isllia que Dio i>uivainos todos us das atea
sonoros berros (juan.lo de'algum pagoda volla e
Tamberlik Iraz as vezes eumtgo alguna de sua com-
panliia eolio lorua-se insopporlavel : lie a de-liar-
mouia a mais bem calculada para iucommodar a
quem ja dorme. I m julga-te na Franca as vespp-
ras da revoluto e grita o : a Allont enfanls de
la patrie!da Maraallien, oulro entoa o hwnno
hetpanllul, a mas o Tamberlik eleva-se acuna de lo-
dos com o seu : llrulaut d'amour. Meu se-
nhor. qaemlht disse que Vine .canlava bem, quem
fui que tal esse mal ao Sr. e a mis Se assim
he que pronuncia Vine, o lati) de Valdeck vai....,
va i longe.
Ilizem que ja lia licenra para fumar-se omui-
bus ao mallos o tacto |iruva.
Ja sari, aluz o cdigo commerci.il do llrasil. an
o illu.lri-suno senhur lir. Ilraz I lorenlim
notado
llenru .s de Sou/a com as referencias aos diversos
artigos uo mesmo coligo e aos respectivos regula-
memos entre si, assim como com os decretos e avi-
sos expedidos ale o prsenle, explicando ou adiando
algumas de suas ditpotie,oM ; seguido do regulaineo-
los D. ii!7 e 7.18 de 2J de noveinliro de IKVI, lam-
bem auuolados ; e de um appeudice eooleodo a in-
tegra de luds as leis.decretos e reglamentos publi-
cados ale eila dala, lie um Irabalho mporlanlissi-
mo e de grande esforro, he mais um serviro que o
carece de conlirmagao a noticia dada por una carta H|m. Sr. r. Braz presta a mocidade e as lellrai da
provincia e do paiz.
MINAS-tiEKAES.
oro-Prelo, 28 de fevereiro.
Sinlo dizer-lhe, mea charo redactor, qoe anda
' 2 anuo.
a I" lempo : Theoria das curvas, calculo infini-
tesimal e mecnica.
< 2- tempo : Phystca e liyJrographia.
u Mas quinlas-feiras :
l- lempo: Conslraccao naval.
a 2- lempo : Visitas aos trabulhos de eslaleiros do
arsenal.
3' anno.
a I' lempo : trgnonietna esplierca, navegara e
observatorio,
ir 2- tempo : Balstica e arlilharia naval.
as quintas feras :
lempo : Tctica naval e manobra.
2- tempo : Visitas aos trabalhos da oflicina de
pvroteclinica no ver Jo,e lias e-la roes menos calmosas
exercicios' de fugo a plvora seca, e de bala rasa e
bala oca ao alvo, feitos a bordo da escola pralica .:e
arlilharia naval ; lau(amenlos de tugeles a coDgre-
ve feitos dos escaleres a pontos deshabitados da cosa
ou de ilhas.
n O superintendente encorregado do observatorio
anneox a academia exercitara' os alumnos no cuuhe-
cimenlu do eco durante as uoiletlimpas.am vesperas
de do mingos e das santos,e sempre que laes trabalhos
nao interrompam os esludos ou aulas dos guardas
marinhas. Ao mesmo superintendente inbumbe ins-
liuir os guardas mariolias nos trabalhos pralicos de
oliservaroes e ie.lucc.lo meteorolgicas, e no de re-
galar a marcha dos c'irouoinelros.
a No lim da cada auno farao os guardas marinhas
de seguoda classe os exames respectivos. Os ap-
provados serao admittidos a matricule do anno se-
guinle, depoit da viagem de inslrurr.io durante as
ferias.
a Aos reprovados sera' concedido repeticao de an-
no -em axcepao, tambem depois da viagem de ins-
trueco das ferias.
" A reprovac.lo em qnalqaer das aulas do 2- tem-
po obrigara a assittencia novamenle das materias do
V lempo, e s a repetirlo das do 2- tempo du anno
respectivo.
Coulinuara o liternalo para os alumnos milita-
res, t a repetir de auno, derivada de reprova-
cao ou por motivo de molestia,uao caso algum o mesmo iuterualo nem a praca dos a-
lumnos militares. *
Ot alumnos externos gozarau das isenroes e fa-
vores concedidos aos internos, na parle que diz res-
pailo a repelir.io de anuo.
a No fim dos -T annos o> guar.los marinhas de se-
gunda classe que houverem obtido approvar.au em
todas as materias, serao promovidos a guarlas-inan-
nhas de primeira cla^e, eiinniedialaiente Hornea-
do para servirem nos uavios de guerra que o gover-
no mantera aseslares da Earopa e dos E-tados-
li nidos.
Depois de um anno de eflecliv embarque nos
referidos navios, os guardas marinhat de primeira
classe que melhores luformacoes ubliverem dos roin-
maudanles respectivos, a respeilu de sua applirarao
c boa conduela discipular, poderau ser promov jus
a tenantes ; n?o podeudo o governo demorar tal pro
niuc.iii alem de 2 anuos.
.i Convira' sopprimir o posto de 2- lenle, subs-
hlumdo-o-pelo que actualinenle se denomina I- te-
nenle.
Curso de pilolagom.
lormara'ocurso de pilolagem o i- a3' auno-
da academia.
I Os preparatorios exigidos para os candidatos
pillos reduzir-se-hao ao conliecimenlo da lingoa
portugueza, geographia, noroes de arilhmelica e
generalidades de apparelho, adquirido este ultimo
conheciruenlo em dous anuos de pralica a bordo dos
navios dj guerra ou mercantes naciouaes.
I Unan,lo por excessivo uumero tenli, o goveruo
de fazer exclusao de algons candidatos para a admita
sao a matricula, serao preferidos os can ndalos
que houverem praticadoa bordo dos navios de guer-
ra, e os que melhores documentos apreieutarein do
exaroe da disciplinas.
Os exames das materias de instrucc/io primaria
exigidos aqu para os candidato a pilotos serao fe-
I03 no logar actual a posteriormente designa lo pela
commissao de iuslrucc,au publica. O de generalida-
des do apparelho, tambem exigido aqui, aera' feilo
Da academia.
o Os candidatos approvaria nat materias do 1* e
3" annos da academia nao podera* obter caria de
piloto, tem contaren) doot aonot da viagent, de na-
vegajao alta pos]o curso de pilulagem, leilasem na-
vios oacionaes; viagens autlienlicadat pelas derro-
tas apretentadas na academia, e por documentos da
eapitaoia do porto.
desta cidade, e publicada no seu jornal de 1 i do cor-
rente, sobre a descoberlo de carv.lo de pedra em
l'ilangui. O cerlo he que por lei provincial esla o
presidente aulorisado a coucede, al 20 conlos de
ris de premio a quem descubrir na provincia urna
mina de carvjo de pedra ; que muitas amostras, a-
presenladas por pessoas que deiejam obter esse pre-
mio, teem sido competentemente analysadas, e des-
de logo reconhecidas como producios mu diversos
daquelle precioso mineral, e qoe em ama dellas
descobrio finalmente o eogenheiro civil Ileorique
Dumont as propriedades do verdadeiro carvao de
pedraconbecido na industria pelo nome de uhouille
aeche loogues flammesu, mas a procedencia desta
amostra nao esta ainda averiguada.
A pessoa que a apresentou ao presidente da pro-
vincia nao s Ihe disse que fura exlrahida de cerlo
lagar do muaicipio do Bomlira ou de l'iltngui; mas
tambem compromelteu-se a trazer a esla capital
muito maior qoanlidede do mesmo mineral, se S.
Exc. o exigisse ; ha porm quem assevere que viera
de Inglaterra.
O Sr. couselheiro l'enna, lomando o caso na con-
siderado que realmente merece, apresson-sea pres-
tar ao que sedix descubridor lodot os auxilios pie-
cisos para proseguir na explorara.), recommendan-
do-Jhe que trooxesse algumas arrobas daquelle pro-
ducto ; mas o resultado destas diligencias u3o he
ainda couhecido.
No sei se amostras idnticas ou de diversa qua-
lidade foram remanidas para a corle, como er o
autor da carta ; mas posso asseverar que se houve
algoma oulra descoberla aliudaquella de que aca-
bo de fallar, nao se divulgou al boje a noticia nesla
capital.
Fallando das riquezas naturaes desta provincia,
do acolhimento e vaulagens que nella poderiam
encontrar alguus railhies de colonos e emigrados
intelligenlea e laboriosos, conclue o aulor da carta
este trecho com urna pergunla que envolve, a meu
ver, urna grave lo'asliea, daudo a entender que
para serem aproveilados os recursos com que a Pro-
videncia dolou o uosso paiz. falla o impulso e ac-
9,ao do goveruo.
Nada ha certamenle mais fcil do que avanrar
semelhanies proposnjes quando quem o faz Daooa
jalga obr.gado apontar (actos que as abnnem, mas
eu creio que se o propr.o autor da caria quizesse al-
lender as c.rcumstaueas de um paiz lia vaslo e lao
novo como o no*, e a ludo quanto l.m feilo, prin-
cipalmente uestes ltimos anuos, o governo impe-
rial eseus delegados, com o lim de promover os
melhoramenlus de que elle carece, reconhecera que
a falta,de impulso da publica adininistrarao nao po-
de ser justamente allribuido o alrazo em* que ainda
uos nchamos a mullos rspedes.
l'assundo a dar-Uva, meu charo redactor, algu-
mas oulras noticias, comerarei por dizer-lhe que
coiuii.ua sem alterar/m alguma a traoquillidade ge-
ral da proviocia. Em virlude de ordem da presi-
dencia parti ha poucos dias para a comarca do Itio
das Vellias o chela de polica r. I.uiz Josa de
Sampaio, acompaiihado de diversos olliciaes e 40
praras de liuha, sendo o objeclo de sua commissao
como ja declaren o Correio Ollicial, dar as con-
venientes providencias para a captura de um famoso
assassiuo, geralmeule conbecido pe alcu- ha de
Veneao, e de oulros reos de graves chins, que ale
agora teem escapado ;rs diligencias do r. Francisco
Leilo da Costa Belm, digno juiz municipal e de-
legado de polica do termo de Sabara.
A irregularidade da marcha dos correios entre
a corle e esla capilal tem-se tornado laoregular,
anda mesmo quando uo chove, qu- nanea deixam
de cliegar uos dias impares, como determina o con-
trato ; mas sempre gastando em viagem o dobro do
lempo marcado uo mesmo contrato. Arrian, por
e ven i po, as malas despachadas da corle as 10 huras
na ii.anliaa do da 20 para serem aqui entregues as
7 huras da tarde de 2:1, s chegam a 83 a noilc, '-
cando porlanlo o publico privado das v.iolagons que
promellia o novo svstema, os einpregadus da ad-
ministrara e agencias do correio sujeilos i obriga-
So de esperar a p queJu os estfelas a trazados,
visto que nao ha certeza d dia e hora da sua clie-
gada.
Pide a juslira que se reconhera que as extraordi-
narias cliuvas dos mezes anteriores oppozeram por
mullos das invencivel obslacolo a regulandade des-
te serviro ; mu agora que a eslac,ao lem melhorado,
devemos esperar que o Sr. commeudador Ferreira
Lage, que o tomn a leu cargo, corresponda con-
fianca que nosjiuspira o seu zelo a actividade, dan-
do as providencias necessarias para que assim nao
c Ollllll
Para que esla' meu moco toda a noile encosta-
do nesa esquina '.' Diga. O dono da casa Ihe pedio
que fizese senlinella em sua porta .' Ketire-se ho-
mem, isso lie tolice, isso he desfrucle.
Os habitantes de Ipojnca Dieran) um numero-
ssimo abaixo assiguado em qoe pedem a assemblea,
provincial, qoe eleve a povoar,ao de Nossa Sanhora
do O' a categora de villa. Ollerereram.alem dsso.a
qoanta de tres conlos di res, para ajudar o governo
uas desperas que for abrigada a fazer. Taulo pa-
triotismo revelado pelo accordo de lautas v. nladcs,
deve ser levado em cotila pela assemblea. lie urna
aspirado jusla a dos Ipojucanos, ola conven), nao
he generoso mala-la. Ellts pedem a elevarao de seu
lugar e como o goveruo precisa gastar com isso, elles
o ajodam ;que mais pode fazer um povo ".'
O senhor assim cabe da ponte, Uto pensalivo,
13o distrahido ; isso he para passar por apaixonado,
pois meo amigo, assim nopassar seuao por... por...
l; olhando para a mare, e ao menos se fotaa la para
o meio da ponte, mais lao perlo da praia, e lio de-
brurado ;isso he fome '.'
Na vale a eneigia e actividade da polica, nao
vale loda sua vigilancia para reprimir a funesta pai-
xao do joto, que entre nos vai lomando vollo e pro-
duzindu suas luevilaveis cousequeocias. O exemplo
do assallo da rasa de labulagem do becco do Sarapa-
tel DIO bastou para cohibir esses homens de sacrili-
careni ao mais lerrivel vicio suas noiles, que o re-
poaso devera oceupar, e seus rditos que talvez u-
lliem para despezas urgentes. Ili/em-nos quehaem
l.MA LENBRANC QUE NAO FAZ MAL. "
Tiveiuos honlem o grande prazer de assislir um
dos actos m.i- edificantes que (einot presenciado em
nossa vida, o exemplo de caridade qoe foi dado pelas
mullo respeilaveis excellenlssimas senhoras inspec-
toras do collegio das orphaas pur occ.isijo do espec-
tsculo uo theatro de S. Isabel em beneficio das
mismas.
F'allam nos expresses com que pos-amos descrc-
ver as diversas seusaresqoe experimentamos ao ver
seuhoras lao respeilaveis e da primeira ordem da
provincia desprezarem; prejuizos por demais infun-
dados e Insensato! e Irem pelos camaroles rereber o
que a geiicrosiilade de rada um quizesse dar em fa-
vor de um eslabelecimeiilo de candada digno alo-
dos os respeitos da maior cousider.irao o patrocinio :
com elleilo, o exemplo nao poda ser mai,|signica-
livo, e oxida que seja repelidas vezes mlado, por-
que -. assim podera' prodoxil benficos tUeilos, como
he preciso para a inaiiulenrAo de um eslabeleeimeu-
lo onde se ampara a orphaudade, onde se Ihe da'
ducajao, e de onde podem esperar essas desvalidas
om futuro pro-pero, que as defenda da ignorancia,
da infamia, e da proUlloiCge emlim.
Ninguem cerlamente deixara' de olhar com pro-
funda veneac.ia para urna casa destas ; ninguem
deixara' de abeuroar mil vezes aquelle que leve a
feliz lembrauc.a de a fundar, Por mais prospero que
seja o seu estado actual, niugueui se pode julgar se-
guro para o futuro, elle he lao incerlo qoe nitilium
homem de bom sonso pudera' suppor bstanle cn-
Inncheirado contra os golpes da fortuna, Uta falaes
sao elles, e lao Iraroeiros qoe mesmo aos mais acao-
Marcos A. Mimoa.
Tuan Vidictle.
Migl. A. Mmica.
Juan de la l-'ierral.
Ferdinand Storrei.
C. E.
A. I.C.E.
./iir/ial da Haliu.,
Eleirfio das pessoas que teem de festejar a Virgem
Seuliur.i da Coureirao do Mouteiro, no mer de de-
/euibio do andante anno de 18.')7.
Juiz por eli-ii-.lo.
O Illm. Sr. (icrvaio Jos da Cusa.
Juizajporeleir,ao.
I \ Exma. Sra. Felisbella F.i e-lin.i Wilsou.
Juizes por deve-ao.
Os lllms. Srs. :
Francisco de Paula Silva Jnior.
, Jo F'raucisro Pires.
1'raDrisco Antonio Coelho.
Juizos por devorao.
As I .ni.a- >ras. :
II. Julia, esposa dolllm. Sr. iNarcisu Mana Car-
neiro.
.Ceuoveva, esposa do lllm. Sr. Aulonio Marques
de _\fimi un.
. lilla de Catsia Monteiro da Cruz.
Juizes prutectores.
Ot lllms. Srs. :
Jos Camello de Barros.
Itevereudissimo Fre Lino do Motile Carmello.
Jorge Viclor Ferreira Lopes.
l-.-rriv.-,o por eleiriio.
O lllm. Sr. Vicente Tiburcio Corueho Ferreira.
Eaerivla.
A Exma. Sra. Auna Margarida Turres.
Thesoureiro.
O lllm. Sr. Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior.
I'rocui adores.
Os lllms. Srs.:
telados podem apanhar desaspercebidot, e assim a- Nicolao Machado Freir,
quelles que se arham boje na opulencia c no gozo Joaquim Monteiro da Ou/.
de (odas as vaulagens, que podej minislrar urna ri-
queza consideravel, pode amaiihaa ver-se reduzidos
a indigencia e a procurar osoccorro de um estabelc-
cimenlo d'esles : a forlana he como um tufao de
veulo, que da mesma forma que eleva a grandes al
turas urna palha, oo um pedazo de papel, laura pur
Ierra urna arvore secular, ou um edificio colossal ;
assim vos orgulhosos da riqueza que possais, nao
olkeis com desdeui para estas meninas pobres qoe se
Joaquim Cuitodio de Oliveira.
Manoel Antonio F'erreira tii.mes.
Polxcarpo Jos l.avme.
Ceciliano Kodrigues dos Passos.
Anslides Daaila Coelho.
Joao I.uiz Viclor Lieulhieur.
Mauoel Isidoro Lobo.
Mordomos.
0< lllms. Srs. :
r. Benlo Jos da Costa Jnior.
r. Sebastiaodo liego Barroi l.acerda.
acham a expenjas dos cofres de caridade, lembrai- R[' )",0"i Cala Ribeiro.
, .. Ur- Iheodoro Machado 1-reir,
vos qoe alguin Jia podereis vos adiar as mesmas ( r. Antonio I.uiz Cavalcauti.
circum-laucias, e em vez da esbanjardes| iuultlmente i Dr. Candido Aulran da Malla e Alboqtierque.
o que vos sobra das vosias reodas, fazeis melhor em Antonia Francisco Pereira.
vos privar de prazeres inoleit, e qoe a maior parte \osf l?""ci",}'"e"\ d'eUea concorrem para arromar vos-a saude, e en- J^TritoKl"'^" E,"S-
viar essas sobras aquellas que lano d'ellas precisam:' Joaquim Correa Lima Wanderlex.
Francisco Antonio de Oliveira.
alguma parte mais alguma cousa do que caf e bi- lie um grande serviro a eos e a vossos semelhante.
Ihar ; di/.eiii-uos que alta noile se vem vullos bem A vista pois d'esse exemplo 15o bello, 13o edilican-
couheciilos sahircm por certa paria lateral, e que ha' i ,
la dentro fervirosoiiiesquinnclDou a iunocenle aban- '|ue ",l'1Xi"n s,as """oas, cujos uomes devam
ca. E o que mais he, somos informados qoe o dono
da cusa tem tirado um lucro espantoso, ganhaudo
mil reis, per caita terceira sorle.
Porque o senhor d'ese pobre aacrava que leva
as noile- a herrar pela ra de S. Francisco, com o
ferro ao pescoro, oao o hade reler cni casa '.'
Temos por duas ve/.es fallado sobre a procisao
dot Passos de Olin ia.e escii|inu-uos ama observado,
que entre tamo nao queremos deixar em silencio.
Folgamos por ver quito bem coroados ho tido os
ser gravados em leltras d'ouro em um monumento
iiiiinuie u.uru, para a todo lem|io.constar quem fo-
ram aquellas, que sallaram por cima de precoucei-
los fuleis e parvos ; e cerlos de que algum proveilo
bao de tirar as desvalidas orphaas d'esse beneficio,
aveulurauo-uos a lembrar as mesmas excellentissi-
mas seuhoras, que se podem servir de om oulro al-
vilre .ilini de oblerem alguus favores em beneficio
etforros dos Srs. cuinmaiidante superior, chefe de J cs"e eslabclecimeuio po : um concert poderia ser
eslado-maiore lenle coronel do 9.- balalhao da I dado pelas uossas patricias, I So amtete e lao dignas
rio', a^roem. aTL^SS!? ^!"'' de *>> -l-K que saben locar e can-
asseio e a ordem, que na sobredila procissilo osteo-
lou esle balalhao sao dignos dos maiores elogios. A
msica que marchou pela primeira vez, esteve sollri-
vel ; smenle o uniforme nos parece de poaco gosto.
O vapor Paran, vindo do Kio de Janeiro e
porlos intermedios, couduzio a seu bordo os seguin-
tes passaseiros :
Para esta provincia : r. Julio Augusto da Cuaba
GulOiarlet, ua seuhora, i lilho menor e 2 escravo-,
Francisco Marlins de Almeula, Joaquim Pereira Ke-
bello Braga, escrivlo da armada Joan Evangelista de
llneles, oniiugos Palricliuo de Albuqucrque, Mi-
guel da Silva Moraes (iuerra, Francisco Teixeira
Barbosa, Jos Joaquim ornes de Abreu, segundo
sargento Jaques Prisco de Oueiroz, lenle Antonio
Piulo da Silva Brrelo, II. i'uckness, Jos Candido
du Matetmento, Joao Vasco Cahral e I e*cravo, Fran-
cisco Maria da CouceicJo, Virgolina Mana da Con-
ceicjto. liaimundo Pereira d i Silva, Joaquina Mana I
de Jess e 1 lilho, Antonio Jos de Siqueira V. lente, I
Julio da Silveira Lobo, sua senliori e 1 escravo, pa- |
dre Joaquim Manejo Maciel, seu irmao e 2 e-cravo-,
Krneslo Augusto de Albuqucrque Campos, alferes
Joao Caelano dos Sanios, CaeUno Augusto de Oli-
veira, r. Joao de Souza Res, sua senhora, (i lilho-
e 3 escravos, Viceule Ferreira Cidrao, padre Uomln-
gos Jos da Silva, I subriuha e 1 escravo, Joaquim
lar : lemos varias seuhoras, qae sen3o podem com-
Jos Joaquim Aulunes.
Eogemo .Marques de Amnrinl.
Juvencio Augusto Alhayde.
Victorino Jos de Souza Travasso Jnior.
Jos Burle Jnior.
Ednardo Boile.
Narciso Maria Carneiro.
Claudio cbeux.
Jos Moreira Lopes.
I loriano Correa de Brilo.
Victorino de Castro Moura.
Jos Paulino.
Antonio de Moura Itolim.
Manoel Antonio de Santos Ferriira.
.lose Joaquim Jorge.
Manoel Amonio dos Sanios Monteiro.
r. I.uiz Antonio Pires.
Joaquim Kibeiro da Costa.
pelir com os grandes pianistas ou caulores da Eu- ) Coucy Juvenal do Reg.
de Mesquita, leuetiie-coroiiel ionizio Kndngaes viudo dizer : nu
ropa, uao deixam todava de ler bastante mereri-
meolo arlistieo para poderem exesutar satisfactoria-
mente qualquer peca de msica : escinado he desig-
na-las pelos seus nonios, pois nao sao descouheci-
das, estamos convencidos que nenhoma so deixara'
de contribuir para una obra tilo meritoria, alcm de
que esle aivilre pode servir de incentivo ao desem-
Volvimeulo de lanos e lao grandes talentos que en.
tre uos exisleui, acauhados, entesados mesmo, por-
que nao ha emulara, nem esse desejo de primar,
porque uao lem havido occasio de mostrar cada
uiu o que sabe.
lemus, alm disto, varios pianistas amadores ou
que fazem prussao de en-ino, lemos rabequistas,
flautistas, etc.. etc., que reunit'os s excelieotissimas
podem em urna noile ntrelo.- aquellas que amam
as li.iiii.mu rousicaes, os quaas em compensadlo
dar alguma cousa para a casa das orphaas ou oulro
qualquer estabv lerimeiii? po. Mas ja estamos ou>
No dia 20' desle mez resolveu o presidente da
provincia adiar para 2( de abril prximo futuro a
abertura da sessao ordinaria da assemblea provin-
cial, que deveria ter lugar a 25 de marjo.
A uecessidade de mais algum tempo para con-
cluir diversos trabalhos que leem de ser presentes
mesma assemblea, e que nao poderiam estar j
proroplos tem detrimento de urna inliuidade de ou-
tros negocios urgentes a cargu da presidencia, ex-
plica e justifica esse curio esparameulo da sesso le-
gislativa, que nenhum prejuizo ou embararo pode-
ra trazer a marcha da ndminisli-arJo, achando-se
promulgadas as lea do urcainenlo provincial e mu-
nicipal, e de fixarao da torca policial, para o anno
linai.ci-iro de 18.77IS.78.
arei linalmenle milicia de um fado que me
parece pode ser justamente contemplado eulre ot
progressosda narao. L'm primeir ensato das tes-
tas proprias do Carnaval bastou para fazer desappa-
recer inleiamcnle da enliga Villa Rica o aindamis
antigo e perigoso jago do enliulo.
UuraDle essas testas, para as quaes concorreu a
gente mais grada da cidade, nao houve o menor in-
cidente que perturbarse a geral satisfazlo, e ludo
induz a crer que cada anno loruar-se-ho ellas mais
animadas e brilhaut.-s.
(arla particular.)
Jornal dii Coniinerclo do Rio.;
IL3-... flDI^o
O Sr. Franklim Americo de.Mcnezes oria reci-
tou urna bella poesa ao Sr. Jo.lo Caelauo. Foi mais
um trbulo que a setnela e a poe.io renderam a arle
A poesa era pequea porem muilo bella ; era um
dos cautos mais mimosos do joven poeta. O pu-
blico applaudio as estionhes que o genio inspi-
roo, mas o oV-lfeBo Caelan cliegou a ei.lhusiamar-
se pelo mancebo, iv.iem que, oracando-o, elle Ihe
dissera : nuuca em miiiha vida sent tanta emorao
como durante a vosea poesa a e contuiuava a abra-
ea-lo. Como se entendem : le justa a homena-
gem do pela ao ailisia, mas he devido lambeui ao
poeta o eulliusiasiuo do artista.
Ai
de Mello Catira, Mana Rosa du Espirito Santo, Jos
Antonio de Aaje Jnior, Joo Paulo Ferreira ias,
lleruab Elias da Rosa Calheirot e 1 escravo, ioge-
nes Joaquim Caelano, leuente Beruardo Joaqoun
Correa, 2 lilhos e 1 escravo, Jo3o l.oiz Pereira Luna,
Frcderico Wllliam Aikewykl, 2 mulheres de solda-
dos, I cadete. 1 ansperada, 1 cabo, I corneta, il sol-
dados, 1 sargento, 1 desertor do exercilo.
Seguem para o norte : Joso Pereira dos Sanios, 1
irm.lo, 3 sobrinhos e I escravo, segundo cirurgiao
Antonio Manuel de Medeiios, r. aniel I.niz da
Rosa, sua senhora e I escravo, Jaime Candido de
Freilas, Americo Marqaes de Sania Rosa, Auolino
lavares de Macedo.
Ir amatiha.
REP RTICA O DA PODIGIA
Occurrenciat do dia 17 de marro.
F'oram presos : pela subdelegada da rVesoezia do
Recite, os pardo Manoel da Cuoha Mesquila e
Francisco de Souza Pires, por briga, o marujo in-
clez Ceorge llounelles, a requisiro do respectivo
cnsul, e o prtlo escravo Joaquim* por fngido.
E pela subdelegara da freguezia de Santo Aulo-
nio, o porluRDC* Antonio Italiuo Raimundo e fran-
cisco Antonio de Mello, para averiguar/es em cri-
ine de furto, Saturnino dos Santos e Jos Ignacio
de Souza, por briga.
Tralando-se hnolem na assemblea provincial do
projerlii, que eleva a categora de villa a povoarao de
Agua Prela, fallaran) os Srs. l.oiz Filippe.Barros La-
cerda, Theodoro Silva, e Silva Braga, (cando adiado
em uaiiln se ouve o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
Aprovnu-se em segunda discussao o projeclo que
desmembra da freguezia de Bezerros, e erige em
malriz, a capaila de Sania Anna da povoarao de
Grvala.
Passaudo-se a terceira disrusslo do projeclo que
concede varas loteras, appareceram emendas, por
cuia causa lirn elle dependente de novo dbale.
Ilrje apreciar-se-ha cm terceira discussao o pro-
jeclo n. 28 do anno passad, as emendas olterecidat
em lerccira disenssao do das loteras, e a conliuuarao
da materia antecedente.
O vapor Paran' foi portador de jornaes do Rio
rom datas al 10, da Bahia al II, e de Sergige at
7 do correte.
Dizia-at que havia sido nomeado presidente da
provincia de Sergipe o Ur. Joao Jos de Oliveira
Juuqueira lilho.
Foi nomeado Ihesonreiro do Banco do Brasil, o
Sr. Antonio Joaquim Bernardes, enipiegado do
me-mo.
No di.i 7 do corrente foi recebido por S. M. o Im-
perador, em audiencia publica, oSr. U. Manuel Ran-
ees y Vill mueva, na qualidade de ministro residente
de llespanha junto a, uosso governo. Ao apresentar
suas rredenciaes, leu elle o -rgiiinle discurso:
" Senhor. V rainha de llespanha, minha augus-
ta soberana, 'ignou-se coiitiar-me o honroso encar-
go de reprsenme sua augusta pesaoa e seu governo
junto de V. M. Imperial.
l.uici ii lo o dever de elevar s maos de V. ftfa
Imperial a caria regia que acredita o carcter de
que me achn investido, devo tambem trantmillir a
V. SI., por incumbencia expressa da raiuha iniuha
senhora, o evpr. ao dos seiitimentos de alie,-in-,,
benevolencia que S. M. nutre pela pessua de V. M.
Imperial e sua aagosla familia, e dos votos que faz
por sua ventora e pela prospendade da naefio l,ra-
sileira. a>
Se, no dasen>penhar: n delicado encargo qae se
me confian, alcanro mererer a benevolencia de V.
M. Imperial e a eooflanca de
trihuo para que se lirmein
'dos
leu.liiinca Irisle .'! us uto
a isso, e ha de ser reparado
estamos acoslu
por muita geuU Nao, seuhor, o que pode ser 'e-
parado he u que lie indecente, indecoroso ou cojiii.c-
iio.i honia o'digoidade ; e locar oo cantar urna
I.uiz Jos Rodrigues de Souza.
Flix Venancio de Canlalicio.
Alvaro Pereira de Sa\
Caelano Jos Mendet.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade.
Anpelino do Santo! Audrade.
Alcibiaues Cabral Raposo da Cmara,
r. Leocadio Soares Raposo da Cmara.
Manoel Ignacio da Oliveira Lobo.
Manoel Bastos Teixeira de Abreu e Lio
Manoel dos Santos Azevedo.
Manoel Marlins Fiuza.
Manuel Jos AITonso.
r. IV lio i,audiano Ralis e Silva.
Pedro Caadiann Kalis e Silva Jnior.
Jos l.oiz Pereira.
i. -millo Augusto Ferreira da Silva.
Arcemo Fortunato dn Silva.
Joaquim Juvencio da Silva.
Jos Euzebin Alvea da Silva.
Tli.-i.pl,iio Alves da Silva,
i Jos Felisherlo da (ama.
FraDcisco Uarle Coelho.
Joao Pacheco de Queirnga.
Aulonio Jos Gomando Crrelo.
Manoel de Horros Brrelo.
Francisco de Paula do Reg Barros.
Frei Pedro da l.ni da Paz.
Fre Jorge de Sanl'Anna I.ocio. ,
Frei Manoel de Santa Clara dot ujos.
Mas nao precisas ; la voz resona
Alia bastante para uovida ser :
Verbo ineflavel vai de zana em zona
e leu tlenlo o teduclor poder.
e (eu (tenlo a deslumbrante chamma
Lavra, se espalhi... que prodigios faz !
rdeme o povo liia-ileiro le ama ;
O povo lece-le um laurel vivaz.
Preilos ruidosos o que ha r| conquista
A emla as Tetra de infantil lemor ;
Mas a iimienagfm consagrada ao arlisla
Sosenle he un,. de ..acero amor.
F.s tu, arlisla, ,,B,m revive M e
Ouera reanima pallidot perlis
(ionio, elevados ideaes |u gerut
t.enio J esle nome quanto vales diz 1
Nao diz ; de longe se acompanlia a vull.)
Oue pelos campos do sobhme vai
J.iuera quer qoe o lila Ihe tribu, ,'lm raila
(ira culto estril ; de ossombrado rai !
Vejo-to : e sinlo,semimenln bello
l'm novo homem renascer em ti :
Sempre na serna es o fiel modelo :
Oovi-le : atpiro, eslremeci, viv!
Ouvi-le : e espero nessa audaz cohorte
Oue visa a gloria romo sen pharol ;
Oue pelas arles lem fel.nl transporta :
Oue julga a scieucia deleilavel (0|.
Tu es p'ra ella Iraniparenla espalba
e quanlo vale do tlenlo a luz.
A arle tambem tem seu evan&elhn :
Feliz quem pode carregar-lhe a cruz !
Ouvi-le : e a esle poderoso imperio
Felicilei por ser leu berro, ador !
Ouvi-le : eiichi-me de um or&ulho atrio,
Oue n dot monarchas,a meu ver,maior !
E enlao ? he puuco a lao robusto engenho
Dar o appellid angelical de n m,i .'
Poder dizer : na iniuha Ierra lenhu
Um grande artista,o nuebim poucos sao'.'
l'm grande artista rara vez despoula
Por eolre as glorias de qualquer paiz :
Este, lao novo que milhares conla,
lao bem fadado, nao sera feliz '.'
Vi-te : tomei-nie de prazer e pa.-nw,
E mais seguro no leu geulo cri :
S quem deuha-se em lelhal marasmo
Prtenlo n'arte nao vislumbra em li !
I'ranl.lin merino de Mentzet noria.
RESPOSTA AO ESPECTADOR 1NV1SIVEL
SONETO.
Aquelle que s lem mordacidade
Ka bocea, de veneno sempre cheia :
Aquelle que blasphema, e te recreia
e ferir, ultrajar \ humanidaJe :
Aquelle que adeslrado na maldide,
Nal escalas do vicio o col ltela :
Aqaelle que oas praras alardea
e llagello Diorlal da lioiiestidade :
Aquelle que do peito arroja, exhala
Fim trrenle de espuma slxgio fel,
Levando o proprio pai, c tudo a e-cala : .
Aquelle que rastrea Architotel
Na iuveja, na amlnrio. que o peilo rala,
Nao he lilho de eos, be de Lotbl.
le: 4,480 taceos com 22,400 arrobas de auucar
mascavado.
KCEBEUOKIA HE HUNDAS INTERNA t.t-
RAES DE PERNAMBLCO.
Ilendimtnto do dia I a 17. 28:6K:|;nij
dem do dia 18........ 7.>brH
29:439^.111
CONSLT.AO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I
dem do dia ]K
wnmn
2.772, i. tm$$n
PAUTA
do ;>rer. ,rrcnle.< do atturar, nlyodo, e mv
arnera, promerde$ nacionaes i/e te > rAtlM H'i meta da roniulad'i ate l'rruambu..
jta remana de loa 21 de murro d 18.77.
Assucar lo, i.......;)
masravado.....1 .... a
refinado........ .
Algodao em pluma del.-''orla
" a 2.a a a
" > II.1 a a
em carneo......
Aguas ardentcsalroul, ou espirite
d'aguardenle. caada
de raedura....... (
u de raiimi....... m
dislilada e do reino.
'
ij'.Vl
Cl
7Man
7-..V.
SK-at
0mt*ittn0.
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 :lpi.a 60 d. ,
Paris, 330 rs. por fr.
Lisboa, 9o por % de premio.
Rio.de Janeiro, 2 por Ouj de descomo.
Acedes do Banco, 40 a 4o de premio.
companhia de Beberibe 549000.
compauhia Perrmmbucana ao par.
a L'lilidade Publica, :iO por ceuto de premio.
i e Indemuisadora. 52 idera.
isconto de leltras, de;8 a 10.
Uilo do banco8 a 10.
duro.Onras liespaiiliolas. 28S a 28800
Moedat de tisioo velhas .... ?C?rJWO
bsoo novas .
45000.....
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos columoarios. ...
mexicanos. ....
I in-l.l.l

Licor ,
Arroz piladi.............
cm casca..........
A/eile de mamona ......,
mcudobim e de coco. .
de pcixe.......
Aves araras; ........
papagaios........
Periquitos..........
Bolachas .....' .".'.'.'.'.'.".
Biscoitos.......
Cacan..........
1,1. Iilllllio-.......,....'
Caf bum.............
em gro reslolho ....
cora casca ..........
moido............
(.aun- secca...........
Cera de carnauba em pao. .
em velas..........
Charutos bous ..........
ordinarios.......
regala e primor .
Cucos seceos...........
Couros de boi salgados.....
o verdea...........
seceos ou espitados. .
de ouea .........
a cabra cor! idos .
carneiro........
Uoce de calda..........
o i) guiaba.........
soco...........
jalea .......
F-p.madores grandes.......
| pequeos......
Esleirs de prepon........
Eslpa nacional.....'. .
eslnrageira, m.lo d'obra .
Firinlia de arar na........
a milho........
n III,Mil oca.......
Feijao..............
Fumo em rolo bum ......
n ordinario.........
i. em lollia bum.......
ordinario......
o reslolho.......
encibre............
ranada
lulija
ranada
garrafa
arroba
sjKVii
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alqaeire lelil
ranada
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23500
255B0
8311',
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V**
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ALFANKtiA.
Raudtmento do dia 1 a 17. .
dem do dia 18.....
Detr.arregam hoje 1!) de marre
! Rarcu inglesaCajmferj-- .'v.t-r-ss.-voT
li
pera de inii-ici em ama reuoifto'de pessoas capazes f ^ sario Francisco Luiz de Carvalbo.
e distoctas por suas qualidades e posico toctal, | JIenr!?ae d.e Mir8Da Henriques.
nem he indecente, nem indecoroso, e meuos lie cou-~
trario a diguidadt das familias: tambem oao esta-
mos acosluuiados a ver as senhora de primeira or-
dem e diitiiiri_,io irem aos camarotes receber diuei.
ro em beuelicio de um estabelecimentu po, mas
hontem vimos, c estamos cerlos que pessu alguma
de bom seus repararla nisso, antes a admirarlo fui
geral avista de um aclo de caridade e philautropia
digno de loda a eslima.
Terminaremos dizendu que nem ao menos pensa-
mos que a lembiaiira teja boa : he urna lembranra
como oulra qualquer ; se acharen) que vale alguma
cousa, aproveilein-a, quaudu nao, nada se perde,
tanto nial- que uao pedimos alviraras por ella.
Ja que fallamos em theatro, e em beneficio de
orphaas, etc., nao sabemos se ser una i lus.lo nos-
sa ou so algueiu mais observuu um cerlo tacto pa-
receu-nos que cerlus sujeilos que vo ao thealro de
grara lodosos das, a titulo de irem para cellos ca-
uiaioles, e que nuiles se aggloiueram, faltaram do
dia do beuelicio : parece-nos que os laes morceijoi
tiveram medo e que se Ibes pedisse alguma cousa...
Pedimos liceura ao Sr. commeudador Joao Cae-
lano dos Sautns para Ihe dingirmos duas palavra*
em recouhecimeulo ao muilo subido favur que S. S.
acaba de prestar.
O homem nunca se acha l.m sublimemente ele-
vado sen.lo quando exerce a virtude da caridade :
nem era de esperar oulra cousa do artista primaz du
Brasil, recoiihecido e respailado por pessoas enten-
didas, e coja opiniao nao pode ser duvidosa, visto
cumu sau pessuas que teudu viajado a Europa e as-
sistido aos melhores arlistas, collocam S. na or-
dem desses que teem feilo admirado da mesma Ea-
ropa, onde sabe-se dar valor ao ment : e como S.
S. nao he egosta, pedimos permissao para dnigir-
iiins om voto de gratidao ao primeiro artista do Bra-
sil, aquelle que Das pude ser excedido ua natura-
lidade com que reprsenla os seus dilliceis papis.
Queiram relevar o mal aliuhado destas tuscas ex-
presses, que apeuas sao seulimeulos puros de um
corai;,1o sincero. II.
los Concalves da Perciuncala.
iHHede
oral.
ovte&p0nbencia.
Senhom redaclores : Com nlar.ni a corres-
pondencia do lllm. Sr. Ur. Luurenro i'ngu de Luu-
reiro, publicada ulliiuaiiieute nesle Diario, cunipre-
me declarar, tm abuuo da verdade, uevida ao carc-
ter honrado do meu collega, que elle nunca leve de
humilhare peranle ni un por amor de preleiieao al-
guma, sendo que nao existe o ti que foi inven-
tado como caosa do meu suppo-( resenliioeulo.
r. bandeira de Mello.
Nos abaixo assignados, passageiros abordo do pa-
quete sardo a Genova em viagem do Rio de Ja-
a de seu governo, eron-j neiro pura niguas portes do imperio e para enlrot da
. .aros de reciproca amiz^teq.^unem ambos"; | ^T' ^'"^ ma'S P-Sie' """ "" Mr'
nae:-., lerei a s.itisfarao de haver inlerpreladu fiel- "aP"> cominandanle do mesmo paquete', pelas m-
menle os detejos da rainha minha senhora e I "eiras atleuciosas e urbanas com que nos poucos
de-en governo, verei lamben) as-im cumpri.ios dias de viagem nos lem tratado, como de om ver-
os que particularmente me inspirara minha profuu- > j;, ......n;__. ...
, \< ki ,' dade ro ravatleiro, entendemos desde la pr ii, nos
da eonsideraSo por V. M. Imperial, e mullas svm-1 .. uesue ja ser no nos-
palhias por e-la joven oac*-0, cuja imporlancia eres- '" d,'ver lle "les lrlbularmos este publico leslemu-
la lodo o da por essas ras um pibre meni-
no chorando e pedindo diuheiro a lonas quautos eu-
conlra ; lao crianra e lao infeliz, eiibrutereiido--e
nese viver de tilo lerrivois provo(;e, nunca seri um
homem de hein ; a miseria so eucarregani de tirar
ao pobre menino lo lo oque se chama diguidale
altivez, e bro.
Eulao at com risco de vida viva a roata prohi-
bida, nao, lenhores ven le.i o- de garapa '.' Nao!
Ihet basta mulla, querem tambem....... p. Mas quai
mulla; se Vms. tofressein mulla, e lamas vezes
q..aulas infringissem as posluras da cmara mu.ii-
| cipal, com o augmento que reclamsMe a reinci len-
So obtero carlaiger.il os candidatos appruvados i c'a aeabavam com isso, e mo he clara vendem
Sni,0i"-?,B Pe' mea' ou,l,via8n < cabos a I garapa para gauhardinheiro, m.t logo que esse ne-
dentru, fettas tu, navios oacionaei on eslrangeiros 'gocto liie cutlatse man diuheiro de qae Ibes rende, Rio, obrlgae D.Auonso.
ce lao rapidameala ,i' sombra de suas inttitoictJei
inonarciiicii-coiisliliicionaes. n
Este disciiisi do >r. minis'ro de llespanha, alem
de ser um modelo^le corle/.ia, lvela os senliineu-
lus de liberalitmo do Sr. Vlllanoeva. Folgamos de
ver em nina pera diplomtica desla ordem o -logio
da- Instlluicdes representativas. Nao e-la' isso nos
e-I;, lo- do diplomacia, paulados quasi sempre por
una reserva, que nao he propria do "tculo em que
vivemos.
Bem viudo seja o Sr. ministro de llespanhn, e
possa elle demurar-se no Bratil, porque augurarnos
que sera' um digno representante da uova gerarao
despalillla.
a Babia, Sergipe, e Maceiu, nada ha digno de
meurao. Kstas.partes do imperio gozavam de tran-
quillidade.
Chegaram. preredcnles dc-le porlo :
Ao Rio, a' l,o patacho inglez a Envov ; n a' 9, os
bngues Firma e Almirante,|d ;o pfimeiro com
8 das c o segundo com 12.
Sahiram, para esle porto :
Do Rio, a o brigue Adolpho, e a 7, o brigue
il.i.'l I.0/1.1 11
Achava-sc a' carga para esle porlo nicamente, oo
nho de nossa gralid.lu e de o fazer publico pela nn-
prensa no primeiru porlo, em qoe locamos por es-
cala.
Bihia II de marco de 1877.
r. I -on.ir I.
S. P. Vereker.
Aulonio Aguello Ribeiro.
Jos Alexamlre Sjeiro de Paria Jnior.
Jo-c V. M ni 11.
M. J. de Sousa Viaiiua. .
Augusto Fraucisco de Vascoucellot Caldas.
Micliele Masscua.
A. Rousquel.
Aulonio Carlos soares.
Ed. Marico!.
tirme luerin.
Edouareg ubuseq.
Jo3o e Cux.
runillen Joseph.
Ramor /.chala.
Belirend.
Marinho
Francitco (jera Ido More
Francisco de Mello Marinho.
r. Jos Rodrigue! do Pasto.
Tttomax Antones.
1). Miguel Itnan Vermore.
Joao Antonet.
I ranrisco Rodrigues do Passo.
Herculano Alves da Silva.
Mordomas
As Exmas. senhoras :
. Mana Venaneia Bastos.
D. Carlota Joaquina de Albuquerque Cmara.
U. Josepha, Sra. do Sr. Fraucisco de Mello Mari
. Josepha Paolina Coelho.
I). I mlieliiia CoedesAlcoforado.
. Clara Luiza Coelho Layme.
I). Pumpolina Amalia Ferreira LopesJJ
D. Cecilia Librala de Oliveira Sanios.
U. Carolina Filippa de Oliveira Lopet.
I). Maria Barbota Ferreira Lobo,
. Francisca Felismina Ferreira.
I). Isabel Ferreira Comes da Silva.
1). Auna Rodrigues do Passo.
I). Maria Rosa Ferreira do Reg Barros.
I). Anglica Rosa do Passo Aniones.
. Maria Luiza do Reg Barros domes Correio.
li. Josephina ebeux.
I). Constancia Perpetua do Reg.
. delnquela, espusa do Sr. Juvencio.
I). Maria, espusa do Sr. Jos Ensebio.
I). Carolina Douilia Ferreeira da Silva.
. Maria, esposa do Sr. Antonio Jos Rodrigues de
Souza.
.Seiihorinha, esposa dn Sr. Malinas.
I). Anua, esposa doSr. r. Aulran.
I). Joaquina, esposa doSr. Andrade.
I). Anna, esposa do Sr. I- lorianno Correia de Brilo.
. Maria, esposa do Sr. Jos Moreira Lopet.
. Celicina, esposa do Sr. Antonio de Moara Rolim.
I). Mana Helena do Reg Barros.
. Eogeuia Carolina do Passo.
I). Firmma Rosa do Pasto.
I). Maria Aml.ro/iua Lobo.
. llerm.na Rosa do Passo.
. Amalla Carolina Rosa do Passo.
I). Margai ola Julia Ferreira.
I). Isabel Tcrtuliaiio Ferreira.
. Anna Rpsa Pereira.
I). Clememina Ro-a Ferreira.
I) Maria Candi ia Cavalcauli.
D. Antonia Rosa Ferreira.
I). Mana, irma do Sr. Antonio Jos Teixeira Bastos
. Francisca de Paula Cavalcauti.
I). Flora Cavalcauti.
I). Julia Josephina de Mello Marinho.
I). Jusepha Leopoldina de Mello Marinho.
I). Carolina Augusta de Mello Marinho.
. Maria Amelia de Mello Marinho.
. Luiza do Reg Barros.
I). Emilia Carolina da Cosa.
O. Sophia Seraphina Prisca da Co>ta.
I). Elyaia Angelina da Costa.
. Isabel da Cosa.
D. Thereza de Jess Oliveira.
I). Francisca da Pureza Oliveira e Silva.
I). Amia Lieulhieur.
. Isabel Liiuthieur.
. Adelaide Lieulhieur.
POESA
o gsiinic mustie niistii o Sr. Joao
i aelDiin dos Simios : rcriflltlil
O llH.lll'O ilr Slllltll Is.iIm-I mi ni,ii,
de 17 ate inarro de IH5J.
ie hansl, o Menscli, hasl
du allein I
Sehiller.
Homem, s dono i.io somenle da arta !
Trai.
Vi-te : tomei-me de prazer e pasmo,
E mais teguro no mea genio cri :
Su quem definha-seem tethal marasmo
l'oiieulu n'arte nao vislumbra em li!
Ouvi-le : ergni-me as regioes sonhadas,
Onde nossa alma longe o inundo ve ;
Onde se abraca com croes doiradas
Ouem deposita no que he grande a fe.
On.l dos homens o ardil nao chega ;
Onde o gemido dos morlaes se esvai
Onde o relelo do Senhor nos cega ;
Onde o mv -lerio ao scismador altrai,
Ouvi-le : e cresce meu amor anligo
Pela arle, casia, varonil vestal,
P'la arle, do pobre sacrosanclo abrigo,
E do rico o mais farlo cabedal.
Ouvi-le : e invejo a inspirarlo homrica
Para em meu canto arrebalar-le aos ccot !
Para arrancar aa gerar,oes da America
P'ra ti mil benjaos, e immorlies tropheos!
larca ingle/aLindaferro.
Barca iuglezaConhealhirilhos de trro.
Bngue inglezMelinabacalho.
Barca francezaOlmdamercadorias.
Brigue hamburguezAmazonascalas de velas e
vidros.
Polaca hespanholaArdiladiversos gneros
Brigue sirdoMaria Elisaidem.
Hiato americanoFlyng Ealefarinha, baoha c
cha.
IMPORTACAO".
Brigue ambarguez Amazona,, vindo de llambur-
go, consignado a Luiz Antonio de Siqueira, maoi-
e tou o segoinle :
108 caixas vidroe, 2 ditas fazendas de laa e de al-
-godao e seda, 1 fardo dita de lila, 2embrolhoi amos-
tras ; a J. Kelli-r c\ C.
1 caixa cartas de jogar ; a liaac Curio A Com-
panhia.
4:1 caixas papel, I dita tapetes, 5 ditas espingar-
das, 13 ditas e 7 barricas lima, serras, verramas, te-
souras, troqnezo, bracas de balanra, facas e obra
da cobre ; a llraiider n Itrandis.
27 caixas velas ; a .1. Praeaer ex- C.
;l caixas fazendas para calcan, :| ditas dita de linho
2 ditas rendas. 2 ditas hnlachinha, 1 dita ferro em
Irem de cotiiih.i. I dita durlos, I dita um e-pelho
com moldura. 8 ditas e 2 fardos malas de couro e
mercadorias. I, .hlo- e Id caixas papel, 2 entornilles
amoslras ; a Luiz Antonio de Siqaerra,
1 caita conservas ; a Olear esiiheax.
120 caixas velas, 5 ditas espingardas e caivetes,
i ditas ubras do marmore ; a \. O. Bieber A Com-
panhia.
2 fardos fazendas de lia ; a Tiram Monsen A Vi-
nassa.
caixas cartas de jugar, li dilat mercadorias, 2 cm-
brulhos arausli.is ; a II. Brunu CV C.
a ? fi[dJfl"l,,i*dB lr"' embrulho amoslras a
schauhiMlin, i\ C.
,.1 .c'.h.i, obra8 de fe" batido, :i dilas miodezas ; a
Feldel Pinto d .
ii barricas pregos de ferro, I csxa fazendas de
algodao, 1 dita mercaduras e obras de vidio, 10 di-
ta perfumarlas, 1 dita ohieclos de vidro, 5 ditos e
fardos papel, 250 caixas velas, 1 embrulho amostras:
a ordem. '
100 caixas velas ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
Patacho inglez Goldenage, vindo de Halifax, con-
igntdo a Saunders BroUlen & C., mauifestou o se-
gura te :
1,203 barricas debacalhao ; aos meimos.
Vapor nacional Paran' procedeule dos portos do
s.ul, uiaiiili-ton o segu ule:
I caita ignora-se ; a Souwage A; C.
I dito e 2 caitas ; a Joao Piulo Regs.
1 embrolho ; a Comes A; Oliveira.
I volume ; a Antonio Lopes Rodrigues.
1 dilo : a Novaes & C.
1 caitote ; a Jao Concalves Ferreira.
I volume ; ao Bar.to de Camaragibe.
1 dito ; no major Luiz Jos F. dearvtlho.
I embrulho; a Severiano tj. de Rarro.
1 calite ; ao r. Joaqoim A. C. de C."
I caixao ; a F. Maeslralx.
1 caixote ; a Ferreira r Araujo.
I lata ; a Aogusto de Castro.
1 caixao e 2 caixas ; a uidem.
Bacana nacional Linda, rinda do Am, consi-na-
d a Antonio Pedro das Neves, manifeslou o"se-
goiole :
3 snccosrom 17 arroba 16 libras de cera de car-
nauba, 1 cana com 30 libras de velas de cera de
diti, 22courinhos de eabN, 2 meios de sola, I Ma-
ro salgad, I harnea sal de espuma do mar ; a Ma-
noel Florencio Alves de Moraes.
933 '. alqoelres du
carnauba ; a ordem.
uONSULADO GERAL.
Rendimanto do da I a 17. ,
dem do dia 18. ... .
[icacuanlia.......
enha de adas grandes .
> > p -quenas..... a
aun loros......, a
Prauchoes de amarello de 2 costados um
louro......... *
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 'j a 3 de I.....
de dito u-uaes....... a
Costadinho de dito ...... a
Soalho de dito........... a
- Forro de dilo........... a
16r-<)00 Costado de louro......... a
'lyHJO Costadinho de dito....... a
2S0OO Soalho de dito........... a
2COO0 Forro de dito.........., a
n cedro .
loro- de lalajuha .
Varas de pereira .
o aguilhaJas........ a
a a .(ou i-.......... a
Em obras rodas de sicupira para c. par
u eixos a n a ai a
Mel......
Milho
Tinnlar
I5S6O
345:735ttN>2
28:8075.162
374:5425-1114
i.oninia
I
urna 20ii
. vV I'
, a l|M|
oj) sijtWO
a 2-Hll
Alqneire 29500
1 alqucire 79OUII
. a- lojutai
a bjaJOli
a l2-.kl
a 83OO"
. a 71
ato..
23tl
11900
-Jlaouii
ib>un
:ilj<0
llINNI
mm
. quintal
. duzia
. caada
rilra iR
liliTar..........
l.-lloU-.........
Piassava em mohos........
Ponas de boi .*\........
Sabao....../Vj......
Salsa parrilba /\.....
Sebo em rama......^ .
Sola ou vaqueta...../v
tapioca........ a .
I'nhas de boi........7
Vinagre............-^.
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A
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meio
cenlo
pipa
RAIMA, 14 DEMARCO.
C'iunoiof.
Londres a mi das de vista.
Paris.......
Ilamburgn......
Lisboa i> a .
obroes hespanhoet .
i> da patria .
Peras de (l-iOO velhas. .
de la.....
Soberanos. .
Paleces bratileirot. .
Mexicanot .
Ilespanhoes
28 d.
343 a 3S" !*
050 (*(>?''-
9H 00 por c.
21l>tJ0
85800 a
13S20 a
1J8I0
1520 a
, Frelei.
("..nial a ord. para o Reino luido :tO s. a 33 net
F^ntre Havre e Hambnrgo 40 s. a 15 uoin
Ballicu.
Liverpool 30 s. assuc. nom.
3|8 por libra alg.
Londres 30 s. nom.
Hainhiirgo on Bremen 10 s. a 4.'.
Triesle 45 t. a 50.
Havre ou Marselha (iO nom.
Omrit da a**.
mtm ^^
!l3tMi
laWl
tfM
Movimto io poni..
ferina entrados 00 dia 18.
Rio de Janeiro e portos intermedio7 dias e 21
hora', e do ullimo purlo 15 hura-,vapor brasileiro
'Paran,, commandante Fraocisco Ferreira Br-
ges.
Camaragibe3 da-, hiate brasileiro "Santo Luna,,
de 21 toneladas, me-tre Eslevio Ribeiro, equip 1-
gem 3, cirga asaocar ; .1 Manoel Jue l.-itr. ps-
ageiros, Jos Mara Teixein, Joaiuint Jete do
Nascimenlo, O.miao Alexamlre Pereira, Jo
Nicolao Pimenlel. Perleore a Pernamboco.
Kio ,le Janeiro12 din, barra brasileiro "Amelia
de 21.1 toneladas, rpita,, Joaqoim Tararea Tei-
xeira, equipagem 12, carga900 barricas cara fa-
rinha de trigo, e mais gneros ; a Amonio I m,
de Oliveira Azevedo. Perlenee ao [.orto da Baha.
Naviot sabidos mi mesmo dia.
CotingubaPalacho brasileiro "Constoncia,, mr
tre Jos Joaquim Pereira, carga lastro de ama.
.anal pela ParahibaBrigoe inglez "Anne Lne-
re,, capiiao Heorv Walter, carga astorar.
Ceara e AcaracoPatacho brasileo "Emaltr.,, .,
meslre Antonio Comes Pereira, rarsa la/eu.ia. r
mais gneros. Pa-sageiros Frederir Kedrigoes
I imentel, Miguel Francisco do Moni, Firmm.i
iiontalves Freir, omingos dus Pa-sos Miranda
Juoior, Francisco Freir Napolelo.
t
&PUt*.
al, 150 raolhos de palha de
O cidadao Joao Iranei'co Bastos, juiz de paz do-r-
guudo dislrirlo da (rrgoe/.ia do S. S. Sacrameam
du bairro de Sanio Antonio da cidade do lenle
de Pernamhuro ele.
Faro saber aos qae 11 prsenle carta de editas vi-
ren, qoe Jos da Fouseca e S Iva, me [ez a petiran
da -canille maneira:
lllin. Sr. jai/, de paz do segundo districlo.Diz
Jos da roiisrca t Silva, que quer chamar a coor--
liac.io a Manoel Joe Freir de Andrade para Ihe
l.agar a quanlia de 50;, preveniente de charolas, c
como ale o prese He o soppliaca -o nao tem pago. sr
acha ausenle em lugar nao sabido, por ..... reqoer a
i-'l VERSAS PROVINCIAS suppl.caniei.n % >, ,e ,lle ttmm\ |, u%tlUrjr
Rendimenlo do dia I a 17. V lilist'.T a au"J"c",,du ""l'plicado, pan que provade pa.se
dem do dii 18. ... si 'i-.i ir,-,|pe'lll,comopraio de qomze da., firand..
rilado para ledos n, tormos da roncil.arao, eoiidein-
nando as cusas a no pedido.
66:05811932
:i:uSO872
70:O3'J^SO4

5:4128506
Pede a V. S. deferi,nenlo.-K R. M.-(.omo pro-
curador, Domingos Barbota Rodrigues,
F. mais .e nao coiilinha c nem ..uiri algoma cou-
sa se declarav a em .lila pelira... na qoal dei o dis-
parho da maiieira seguale :
Ju-tiliqiie. Segando di-tr.rlo da freguezia dos .
Sacramento do llerife 2 de marro de 857.Ba
H mais se n.'.o roiilinha. c nem oulra algaraa cau-
sa SB de. tara a ni dilo mru li-.i.irl.o, Pm v.ilu do qual o sopplir.nle produiio suas le-lenuinlo.-,
DE>PaCI!OS E EXPORTACAO Pr-i.A mesa
DO CNSULt.DO DESTA CIDADE NO DIA
18 DE MARCOl UE 1857.
PorloBarca porlugoeu "llracliarenson, diversos
carregadores, (7 cascos mel.
PorloBrigoe brasileiro o Despique de Heiriz, Fer-
reira A; Carneiro, ili sacros eo.nma.
LiverpoolBr.gue InglezaSprajra, llenrj Cibsun,
1,200 sarcos .socar mascavado. .
MarselhaPalacho franre/. ..(leorgeii, N. O. Bieber '" ''"". ". T"....."," '""*""' le.len.onha,
& Companhia, 2,300 saceos assucar mascando ? "" v," 'poimenlo. dei a minha Na).
Exnortarnn ,e"l' ''" m,ne,r" e ,heor wguinto :
11 *"x,50"aca0 Julgoporsei.lenral, presento justil,raro em ,-
lliienns-Axrrs rom escala por Montevideo, brigue ta dos depoimeulos de fl ( 11. ", ,rto one ma
lietpaohol oFcliz... conducto o seguinle : 26 pipas do.se pissecarjas .de edil.a forma' reque.i ,lT
agoardenle .Idi.as espirito, l,,0 sarcos, 100 me.a. qo.i.ze dus, pn. pelo jo.lisliranle coito.. I\l .
barricas e I,l'.HI barricas com I0,:l7!l arrobas e 25 fe :l de marro de l787.-Jotc Francco Batios
libras de assucar bronco e mascavado. E mai. se nao cont.nha e nem ool.a .,,,. ,r.u.
Liverpool, bngue inglez ultosalie... endozio o se- se declarava em dita mino ,e,,i,ea, em vino to
gointe: ISmolhoscom ..4 arrobat e i libras de co- daqaal o.escriva.iqu. ella etcr.veu.p^, Dr '.!
brevelho. 2,000 saecoi com 10,000 arrobas de assu- (e caria com o prazo de qniute di.< pelo irWi.
earm.wav.do, 783 sacras com algodao. qn.l se chama, la, e he por ciado ao miSLZ
Canil, barca inglez Stellao, condutio o sesnin- ausente Manoel Jote Freir da Andrade, para ti lu

MUTILADO
V. a


\
r*
a eipen.iido, a p'iijao supra aqu transcripta, pa- fandega tiesta mcsma provincia, a queni por
mt ana n ml.lIU! llf IllP (MiliIIlar Pi* i ai. ir o ai nttr >._ C____. __. "I
DIARIO DEPERNAMMICO, QUINTA FEIRA 10 DEMARCO DE 1857.
ra qoe o rnesmo auarnle comparec por si, ou por
neo bstanle prucurador, ni priineifa audiencia desle
JHI/.U. que lera' lugar depoia de fndo dilo prazu, a
lim ile coii'-ili ,r-se cotii >o aopplicanle ubre o que
declara o mesmo si.pplicaule em sua pelirAo.
com i pena de ser condemnado na quintil1 pedida
e rusias. Pelo que luda e qualquer pessoa, pren-
les, amibos, uu conhecidos, do sopplicado per,o o
facam scienle do que cima Pica dilo.
O porleiro dos auditorios desl cidade, allixara' e
publicara'a* prsenle no lugar de cosluiue, u sera'
lambem publicado pela imprensa.
Dada e pastada ueste segunde dislricto da trege-
nla do S. S. Sacramento do bairro de Sanio Antonio
da cidade do Recite i de mareo de 1N57. Eu Inno-
nocencio da Cunha Coiaiinn, escrivao o esrrevi.
JoSo Francisco Bastos.
Temi esta repartirlo, em consequencia de ao-
lon-.ir.'ii) do Exru. Sr. presidente da provincia, de
faer a ericottim.-nda e compra de i a 5,000 barricas
de bom cemeulo viudas da Europa, para as obras d
rnelhoramenlo do porto, entregues-i..>un ale o lim
de junlio prximo e o restante dentro das poclias
que conveuciunar-sp, convida o Illm. Sr. inspector
a quem possa coovir uin contrato a semelhanle res-
peito a a presentar uesla secretaria a sua proposla em
caria fecha 'a at o da 23 do correle, pelas II ho-
ras da inanhat.cm que eflecluar-se-ha o mesmo con-
trito.
Inspecrao do arsenal de marinha de Pernamburo,
em II de marro de ls.77.O serrelario, Alejandre
Kodrigv.es dos Anjoa.
O cidadSo Joao Francisco Kaslos. jaiz de paz do se-
gundo districto da freguezia do S. S. Sacramento
do bairro de Sanio Aulonio,da cidade do Kecife de
l'ernarobuco, ele.
Fajo saber aos que a prsenle carta de edilos vi-
rein, que Francisco Xavier da F'onseca Coulinho me
fez a pelicao da secutle maneira :
Diz Francisco Xavier da Fooseca Continuo, que
quer faier citar Mauocl Jos Freir de Audrade,
para na primeira diencia deste juizo, depois de ci-
tado, pagar ao sopplicanle a qoanlia de 5J73-V22 rs.,
importancia de duas notas promisorias que se acham
vencidas, e mais os joros que se contaren) al real
robolso, as cusas, e porque o supplicado se acba
ausente, em parte o3o sbila, requer o supplicanle
a V. S. se rtigue de o mandar citar por edilos por es.
paro de 10 das, visto a urgencia, pois que o suppli-
canle lera, de propor a acejlo competente pelo juizo
do coiurnerrio dentro de 15 das, justificando o sup-
plicanle previamente a ausencia do sopplicado : ues-
tes termos pede a V. S. o admita a ju-liliraro re-
querida para ser citado o sopplicado, sob pena de
revelia.Pede ao Illm. Sr. juiz de paz da freuuezia
de Santo Antonio do segundo districto Ihe delira.
E K. Me.Fonseca.
E mais se uAo coulinha e nera oulra alguma cousa
se declarava em dita pelicao, na qual dei o despacho
da maneira seguinte :
Justifique. Seguudo dislrirlo ra freguezia do Sa-
crameuto do bairro de Sanio Antonio do Kecife 10
de marca de 1837.Itaslos.
E mais se na conlinha e nem oulra lign cousa
se declarava em dilo meu despacho, em virlude do
qual o supplicanle produzio suas teslemiinhas, e em
/isla de seus depoimenlos dei a miuha senlenra da
forma e maneira seguinte :
Julgo por enleura a presente joslilicaro em visla
dos depoimenlos das teslemunhas de fls'. 5 a fls. .">,
pelo que se deva passar carta de edilos na forma re-
querida, seudo as cusas pagas pelo justificante. Re-
cifell de marro de IS">7.Joao Francisco Itaslos.
E mais se nao conlinha e oem outra alguma cousa
se declarava em dita minha senlenra, em virtud* da
qual o escrivao que esla escreveu, passou a presente
caria com o prazo de 10 das, pelo llicor da qual se
chaina, cita, e hei por ciljido ao supplicado auscule
Manuel Jos Freir de AnuTMla nara todo o exnen-
dido ua pelirao supra aqu transcripta,"p'TS'que o
mesmo ausente comparera por si, ou por seu bas-
tante procurador, na primeira audiencia deste juna,
que lera' lugar depois de lindo o dito prazo, alim de
conciliar-se com o supplicanle sobre o qoc declara o
mesmo em sua pelicao com a peoa de revelia. Pelo
que a toda e qualquer pessoa, prenles, amigos, ou
conhecidos do supplicado pero o tarara scienle do
que cima fica dilo. O porlei'ro dos auditorios desla
caidsde aflUara' e publicara' o prsenle no lugar do
eoslume, e sera' lambem publicado pela imprensa.
Dada e passada nesle segundo districto da fregoe-
xia do S. S. Sarramento do bairro de Santo Antonio
da cidade do Kecife aos II de marro de 1857. Eo
Inuoceucio da Cunha (joianua, escrivao o escrevi.
loAo Francisco Itaslos.
ttofMOl
CORRF.IO GERA1..
As malas que tem de conduzir o vapor Pa-
ran para os portos do norte, priucipiam-se
a lechar boje IS1 as 6 horas da tarde", e de-
pois dessa hora at se lacrar, recehein-se
correspondencias com o porte duplo.
helaran das cartas segura, viudas do sol, pelo va-
por a Paran', paraos senhores abaixo decla-
rados :
Amonio da Silva Dallro.
Broas*. Antonio Serpa Branda.'
llerculano Sancho S. Pedra.
Joaquim da Suva Pereira.
JosCerqueira Lima.
Lu/ de Carvallio Branda.
Viuva Bslo & Companhin.
- Pela administracuo da mesa do consu-
lado desta cidade faz-se pulilico, que no dia
21 do correntc, a t hora da tarde, se bao de
arrematar em hasta puhlica, n porta da mes-
ma reparticao.e n conformidade do disposto
uo art. 291 do rcgulamento de 22 de junho
de 1836, por sor genero sujeito a deteriora-
cao e derrama ment, pipas, 15 barris de
quarto, 18 ditos le quinto e 1 dito de oilavo,
todos com mel,vndos do l'aco de Camara-
gibo na barraca Guilhermina ou Francelina
Flor do Mar, mestre Domingos Manoel de
Abren ou Domingos Antonio Alves, leiMoo
dito genero sido snbtrabido ao respectivo
dizimo provincial das Alagos, c por isso ap-
prehendido por o guaraa a mesma mesa
Basilio Baptista Furtado, importai.do o va-
lor na quanli de 9499120, estando o ja ci-
tado genero depositado no trapiche do Cu-
nha. Mesa do consulado de l'ernambuco 18
de marco de 1857. O lministrador,
Joo Xavier Carnciro da Cunha.
D ordem do Illm. Sr. insnerlor do arsenal de
niarioha.faco pubhco>e no dia 23 do crreme mez, I mo, '"'""l". "? nonti do oe-te de (
menos (izer ; maiures ou melhores vanta-
gens otTerecer em favor da lazanda, c que
nos termos do art. 64 do rcgulamento de 22
dejunho de 1836, o referido contrato anda-
r em praca por 30 dias consecutivos conta-
dos do |. de abril prximo futuro em Uian-
te, esera arrematado no dia :to do .lito mez
de abril, albora da tarde, perante a tho-
Soura< ia. Os prelendentea comparceam com
seus Dadores Icgalrrenle habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda do
Periiambuco 2 de marco de 1837.O ollicial
maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
Avisa-se ios devedores do imposto de
declinas do bairro de .-auto Antonio, no
qual se coinprehendo lambem a Ireguezia
de S. Jos, relativamente aos annos de 1833 i
a 1852, que a relacSo de suas dividas ja veto ;
remellida para juizo, mus que, antes do!
qualquer proced meato judicial dse-lbes]
o prazo de 30 das para pagamento esponta-
neo tle seus debitos.sem dependencia de no-
nhunia despeza de cus.as, para o que pode-
rao procurar as guias em casa dt> abaixo us-
signado, ua ra tyova n. 44, segundo andar,
das 9 horas da manliaa as 3 horas da tarde.
Recilu II de margo tle 1837. Cypriaiio l'e-
nelon G. Alcoforado, procurador fiscal da
thesouraria provincial,
Tendo o conselho de Administraco
>aval no dia 24 do correnle mez, pelas II
horas da manha, oSo so de contratar o for-
Qecjciento de carne verde, pao, bolacha, a-
guardente, azeile doce de Lisboa, cal, as-
sucar, arroz, vinagre, carne secca, bacalbo
faritiba de mandioca, leijSo, sal, loucinho,
azeile de carrapato, vellas Stiarinas, e ditas
de carnauba, para os navios da armada, bar-
ca de excavacao, enfermara de marinha,
pravas do arsenal tle marinha, e africanos
livres ahi existentes, mas tambem de l'azcr
a compra de 13 bonetes com chapa, 136 ditos
sem ellas, 38 calcas de panno azul, 234 ditas
de brim branco, 56 caltjas de algodiio azul,
219 camisas de brun ranco, 9 dilasdealgo-
dSo azul, II cobertores do ia, II capotes de
panno, 178 lencos de seda preta para grava-
tas, 38 lardas de panno azul, 13 ditas de
brim branco, 11 moxilas, 24 pares de polai-
nas, e 123 ditos de sapalos, tudo compondo
fardamenlo das pracas embarcadas nos refe-
ridos navios ; manda convidar a quem con-
velida aquello contrato, betu como a venda
destes objecios, o apresentara &ua proposta
no indicado dia, no qual se devera l'azcr
menean nicamente do menor preco, porque
se pretenda fornecer ou vender o genero,
sendo que depois do passada a hora, igual-
mente indicada, nao sera recebida mais ne-
nhuma.
Sala do conselho de adminislra/'ao naval
de l'ernambuco 12 de 1857.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
O Sr. capttao do porto, cumpriudo a ordem do
Exia. Sr. presiaente da provincia, datada de 3 do
corienli, refenn.lii-se a cuntida no aviso imperial
de 17 de fevrr*iro ultimo, manda dar publicidade as
tradorrii*s de axisos. anuuuciando aos navegantes o
eslabelecimenlo de pharoes na Europa e nos Esta-
dos l'nidos da Amenca.
Capitana do porto do l'ernambuco em i de mar-
co de 1857.O secretario, Aleandre Rodrigues dos
Aujos.
TRADUCCAO".
Aviso aos uavegaoles.
>.- 29. *
Estados l'uidos da America.
A commissao directora de pharoes nos Estados-
Lindos, acaba de fazer publico o seguinte:
Itoia no baixo CroaiLedege, na baha Delaware.
1 na boia aun ila leireira rls-e, piulada de en-
carnado, Toi collorada em sete ps d'agua para in-
dicar a rondaran do pharol sobreest baixo.
A fundarao demora ao NNE. distante 15 jardas.
A einbarcacao pliarol Ladee df mora ao SSO.
A boia l.edge demora ao S. por O. 1|2 (1, distao-
le 3|V n,.li..i7
Pharol sobro a ilha l'.handelciir, na cosa da
l.ousiaua
O novo pharol sobre a ilha Cl.andeleur esla' con-
cluido, escra' aceso no dia 15 de agosto.
Esta' situado na eilreinidade do norte da ilha,
prximo ao I cal da interior casa de pharol, e apre
Matara' una luz branca lixa por meio de una len-
lilni da qoitta mil m.
A turre be branca o Iem50 pos de altura.
A luz leve ser visivel na distancia de 13 milbas
Dioneas.
Pode obler-se um ancoradouro seguro em I bra-
jas, iiiii ii.e lamparles de leste, por sotavento desla
luz. cosleaialii Ivrra.do nurftele-le-da Oha, na-
quelle;fundu dauua.iii vnlla |iaro O. e S. lUM
a luz. demore ao NK. como em di.lancia de duas
milbas.
A luz de iSbip lalands he visivel desle ancora-
douro, nemorando a luz da ilha de l'.han leleur qnasi
NO. (miguelico distante 17 millias.
Por unlrm dt suas senliorias, assignado John
Washington, hydrograpbo.
Keparticio uydrographiei do abniranlado, Lon-
dres seleinbro de S5H.
Esle avisa alferia Hgninlai inappas do almirao-
Udo. Folhas n. G. Amertea do Norle u. 269, e map-
pa geral d s ladil llccideirtaes n. 392 d. NO. (o-
Iha ; assim como a lisia ile pharoes.
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
N. 27.
MEDITERRNEO.
I.uzes nos Dardanellos uo cabo Helias e Glllipoli,
Araha de receber-se do cipill i Sprall R. N. C. B.,
eominandaiile da embarcarao exploradora de S. M.
Medina de Conslintinopli om despacho lelegraphi-
co, datado de honlem. participando que em virlude
de ordeus do vicc-almimile lord Lxons G. C. B.,
ele, as segrales luzes se arham perinanenlcnienle
eslabeleridas em operacio nos llardaneilns, a ab-r :
1." Urna lo/, revolvenle de cor natural erlipsada
uina ve/ em cada minte, sobre o cabo Helias, for-
mando 'pona do uotle da entrada do irchipllgo.
2.- Lma luz ravoUenl* de cor natural e eclipsada
duas ve/es e:n coda minuto, ou urna vez em cada
llipoli, em Iu-
!e lele daquelle cabo.
(lim
< ii-
offerece boas acomodables para passagetros, fererido. visto que, no lia lmite de prero algum :
e aos quaes seu commandanle prometi bom
tralamento, por conseguinto, quem qutzer
engajar passagem, se pode entender com.os
consignatarios Amorim Innos, ra da Cruz
n. 3.
Sociedade
DE
ii-vt ti v por ain-
-BrMsii
iiri'T'''6 lle s""ll|i,"'Plnn o vapor bainhurgurz
PETKOi OL-., que devia sahir no dia 21 de feve-
relro, a depois da demora do eoslome aegue para
Babia e Rio .le Janeiro : qualquer inforniarau, com
os agentes N. O. Ilicberi\ C, na ra da Cruz n. i.
sexIa-L-ira 20 do correnle, as 11 horas cm putilu da
mauhaa,
Leiiil dequeijos
>D8.
O agente Pestaa far Iciliio poi conta de
quem pertencer, de 10 caixas com qucijos
flaroengos, desembarcados esla semana :
quinta lena lodo crrante as ii horas da
manhSa, na porta da alfandega.
O agente tiliveira far letlao. por ordem
dos Srs. .1. Keller iv c, por conta c risco
de quem pertencer, e em presenca do Sr.
cnsul bamburgiiez, ou de seu chancoller,
de i.CCP n. 6, 115 cnixascom velas de com-
poslrao, avariadas abordo do navio hambur-
guez, Cubarme, capitao .1 Von Boslel, na
sua recente viagetn de llamburgo para esle
porto : sabbado 21 do frrenle, ao meio dia
em ponto, no armazem dos Srs. Gui maraes
Cv Alcoforado, ra d.i Aniorini.
tt*i&i ^>*50.
si
e
FiiA.\i!i-AiIfchCA:Vl
vap res IV .ncez^s J
Havre.
Jos Soares de Azcvedo, profossor de
lingua elitUralara nacional no Gymnasio
desla cidade, ntlldou a sua residencia para a
praca da Boa-Vista n. 2, esquina da ra do
Hospicio, e ah tem aberto om curso de i'lli-
I.O'-OI'HIA coutro de LINGUA FBANCBZA: as
i pessoas que desejarem seguir urna ou outra
I dcstas disciplinas, podem drlgir-se a indi-
cada residencia, de mauhaa at as 8 horas,
e de lardo a qualquer hora.
k
5
* man-

t.EDRAS PRECIOSAS-
Aderernsde brilhanlcs,
diamantes e perolu, pul-
.eir.is, alfinelea, brineoa
? rozelis, boinas e innels
de dill'ertnles gosb.se de
diversas podras ile valor.
mum & DOalRTE
lija ni m\w
Rna do Cabula
n. 7.
*' Compram, vendem ou '
,; Imram pnli, ooro, bri- *
; llianles.riiamantesepero-
$ las, e oulras ijuaesquer *i
,' joiasde valor, a diulieiro '_
. ou por obras.
A
?
' SSBI
iecchti'j por to-
tosos yapires \-d a-
P [l;i isobrHs lio niRis
i. nderiitr ot*to,
to di3; Fraila ,
OUROEPRAI'A-
_^
S Adtreros completos de .
K oaro,meiotdilu, padec- ,
: ras. atiucles, brincos e "
... lo/.elas, rt.r.les, trance- *
lins. medalhas,crrenles (.
e enlcites para reluci, e
'. oulrosinuilosobjeclosde J
- ouro. *
Apparclhos completos, ^
d prala. para cha, lian- J
dejas, salvas, casliraes, -
collieresdesoi'aedech.i, '?
r muit.is oulros objectos
i de prala. <>
Lisboa, as quaes se
em por
l>i*efH> cooiinodo como costuiuatii.l
____
Espera-se da Europa o vapar francez BARCEL-
I.ONA, capilar. Lamin, o qoal, depois o:e peque-
a demora, aasuir para o Rio, rom escala pela
Rabia : para lele e passageuos, ua ra doTraDirlie
n.ll. r
q iftes
cumpanl
lia
va por.
No dia 2 desle mez espera-se do sul o vapor
MED WAV, commandanle Parkers, o qual depois
da ilemora dos costme seguir' para Snolhampton,
tocando nos portos de San-Vircnte, I enerilf, Ma-
deira e Lisboa : para p.ssagens, etc., Irala-se com
os agentes Adamson llonie v C, ra do Trapiche
Novo n. (2.
Companhia
rnami cana.
O vapor l'ERSINCNGA, acha-se a' carga para
rimandarc, IlarraGrande e Macelo, para onde sa-
lara a's :i horas da larde de 2S do correnle:
recebe lambem passageics, proporclouando-lh
ptimos commo los; .', carga sera' rerebida ate ao
meio dia antecedente, e ao da sabida fechado no ex-
cediente.
I
ni
PIBA 8B7.
Acbam-se a venda as bem conhecidas fo-
Ihinhas impressas nesla typographia, das
seguintes qualidades :
DITA SIMPLES, conleudo alt-m dos meszc,
a lei dos circuios e varias tabellas de im-
posto* geraes, provinciaes e municipaes;
I>re?o.................^',o
DITA DE PORTA, a qual al.-tn dos mezes,
lem explicares das indulgencias e es-
communbo s. etc.; prcc.o......160
1)11A DE ALMANAK, a qual alcm dos mezes,
conten o almanik civil, administrativo,
commeicial e industrial da provincia,
Por.................. 500
Todas estas folliinlias sao impressas cm
bom papel e escolenle typo, c vondem-se
em porcaoea ratalho : na livraria da praca
da liiiicpeudencia na. t e 8.
Sasitcrrcorimoa i
3 SYSTEMA NOKTE-AMtKICANO. 1
M Aterro da Boa-Vista n. V,
M *- andar.
iPara
neiro
respondis ao rcclamo|que de vs exig, em cntnpri-
menlo da vo_^a suleuiue pruiuessa, de ,ue nao ilev-
ainpararieis aniitiha euipre/a. ua poblicarao do
DESPERTADOR CUMMBKCIAL DO NORTE .'
Moje ja lem sido gerilmenle aclludo pelos meas
benignos asignantes o accresrjmj que Ibes ped pa-
ra poder realisar a pnblliario do meu referido dia-
rio ; gralo em extremo ao Illm. Sr. Manoel l-'igoei-
roa de l'aria, proprielano do Diario de l'crnambu-
co, ea algnmas di.huelas pessoas, que se tem pres-
tado e promelleni alo desamparar me, lenlas as
minina circunstancias, puso lirmar-vos, que ja
leudo oliudo peno de mil aasignantea a 3$000 reta
por Iriine-ire, leudo tres pretor, o superabundantes
Iypos distribuidos, s resta que me acreditis, que
au deixarei do comprir os mana deveres. saUsflzena
do-vos o que enlao \os dever, e que por isso coii-
vm de rosal parle : primeiru, que >ejais isridaM
nos Irabalbot ; segundo, que deveis niiiuer a har-
mona la.i necessaria entre lolos os empregides de
laes eslabelecimenlos, e que sem seis Ijpographos
Inlellifientes e pentos.o meu diario n^o podera' con-
liuuarsem inlerrupcao. Cmivcm mais que vos af-
liruie, que depois da publicarlo do referido diario,
veris a dill'ereura que llavera' no meu eslabeleci-
menlo, pois que preterido modl-lo para a ra da
l'raia, onde se manifestara' em grande escala, ,
c ilao requintaras) ..s irabaHio* o Urois completa ga-
r illa e melbores vlnlicen'l.
- A mesa regadora da ironndado do Senhnr
Jesns .1 -lyrioi do Pobres, leudo de expor
dos" -.-..,ue |,,0Ci,sa. a sacrosanta
i
CNSLTORlO HjMEOPATHIC
DO
ore
emrrTf!hMi;,Cap,tirS'jm^e0Sma'SaCredH ta,Uu eln t'''t!' como
cm Oiobulos, e prepara os com o maior escrpulo e por procos bastante commodos
HUECOS FIXOS.
Botica de 19 tubos grandes. ,
hila e 24
Dita de 36 [
Dita de *8 a
Dito de 60 o \ \
Tubos avulsos a.....
Frascos de tintura do mcia onca.'
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenrv.
rratamento do cholera morbus .
Repertorio Jo Dr. Mello Moraes
10/000
15;000
20>ooo
25^000
303000
15000
25000
Fugiram
da Boa-Vista,
205000
10/000
2/1)00
6|00 hontem
a pe?b0a V > I tuguez. retira-se para Portuga
siros da praca JoS(. JOTqaim dos Sanios7, subJito por-
os acbou, qiierend.) entrega-Ios, os poder
evara pra?a ,la Roa-Vista n. :12, terceiro an-
Scott Wilsoo & Compahia, consigna-
tarios ,i bague dinaoarquez Hanamark,
capitao r. Hansen, rogara a todas as pessoas
que tivere.ii contas com o dito navio ou ca-
pito, de apresent-las no seu escriptorio
na ra do Trapicho u i, al 0 dia 21 do cor-
s julgarSo
las mesmas
.\o da 21, as II horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se ha de arrematar o terreno sito
na ra Imperial, perteocente a heranca ja-
cenledo lutado Antonio da Trindade, com o
Compram-se-i escravos, sendo 1 preta abate ..'a sexla parte do valor ultimo, edtvi-
moca qoeengomme heme cosa, 1 dita de i dido cm lotes menores, como consta do es-
meia ida le, que saiba cozinhar, e 2 escravos | cripto em poder do porteiro do juizo Tai a
praca a requerim nto do Dr, procurador lis-
dar.
PU'BLICAQAOLITTEIURiA.
Acha-se a venda ua loja de livros do Sr.
Nogueira, junto ao arco de Santo Antonio,
exemMares da traduccao do direito publico ] rent ao meiordi7: ,
ecclestaslico. (.memo, que serv Me. compen- resjonsaveis pelo pagamento
dio no segundo anuo da faculdadc de direi-
to, pelo prego de 2, cada exemolar.
(Juem precisar de urna ama para casa
de honiem solteiro: dtrija-se a Boa-Vista,
ra do Aragao n 20.
mocos pecas para servico de campo : na ra
da Cadea do Rocife, loja n. :>0 del'rnnte da
ra da Madre de leos.
"- i\o da 16 do correle, do silto das Rc-
seiras, to lenle coronel Joaquim Elias de
Moura, fugiram :t earneiros, sendo dou< era
grflo, e urna ovelh, prcta com uina malha
branca, mocha, e com um cabrilinho.os ear-
neiros, urn ua mcstna cor da ovelha c outro
branco, ambos com chil're : quem os pegar,
lenha a bondadede aniiunciar por este Dia-
rio, ou manila, ao uilo sitio,que sera recom-
pensado.
Aramzeiu ;{?. fajeadas bu-
ratas na rila co Queima*
cal da razenda nacional, assith como II* ps
de coqueiros com o mesmo abate.
AOSSENIIORES ESIT DANTES DO PRIMEIRO
A.N.NO.
Iva ra do l.ivraineuto n. IS vendem-se dous com-
pendios novoa de Direito Ifonuno, .por Waideck, a
i-'MtMl cada asa.
B Necessila-se de um liom-m senudo dcapencio-
nado de lamilla, para lomar canta de um Mlabeleei-
meulo fora da provincia ; e que sua con "acia s-ia
abonada : na ra da Croa n. :'i 2.- indir.
I'recisa-se de 51103000 rs. a JU,. dandtM por
iixpoiheca una escravo de 28 annos : quem tiver
anniinrie.
Iu~l Jlj"e Ja Sllva ''reir retira-se para Por-
clo ;;. 27,I ; jifto losdt
bordados supe-
preta linos com
milito linos a
aa II horada manla'a, se eu-ocloar*- a compra de ^'V* f|ue ""' n" ""!'
-\s aeui'is narticulari.laJes, logo que receladas se-
jam, sarao pabliadM para o futuro, a respeito des-
ziuco em lencocs orandes, para provimeolo do al-
moxarifa.lo, em vista de propostas apresenladasfll
a in ticada hora, as quaes sement se. deve declarar
n.menur pre.'o. porque se pretenda vender esse oh-
jecto.
Insp i -ra. do arsenal de marinha de l'ernnmbuco,
cm 16 d* marro de IS-YT.-^O secretario, Alexsndrc
Rodrigues dos Anjns.
Tendo o conselho econmico do bata-
Hio 10 .le infanta ra, de contratar os gne-
ros de primeira qualnade, abaixo declara-
dos, para o hospital regimental, a' cargo do
mesmo batalbao, c para o rancho geral de
suas piaras no segundo trimestre do presen-
te anuo ; sao convidados os licitantes, a di-
rigirem suas propostas em carta fechada, a
secretaria do referido batalbao, no quartel
do hospital, at o tita 28 do torrente, as 10
horas da manhaa, em que ter lugar a arre-
matado.
Para o hospital regimental.
Arroz, pilado, assucar rclinado, dito bran-
co redondo, haladlas de.araruta, dita de l'a-
rinha de trigo, cha, cafemoido, carne ver-
de, doce de goiada, familia de mandioca la-
vada, l'arinha de ararula, l'rangos, gallinhas,
leitode vacca, inanleiga ingleza, pues del
oncas, sal, toucinhn de Lisboa, vinho do
Porto, vinagre tle Lisboa, e lenha em achas.
Para o rancho do batalbao.
I'aes de 4 enras, ditos de 6 oncas, cafe cm
grao, assucar branco redondo, farinha de
mandioca da torra), arroz pilado, feijSO pre-
to, branco e mulatinho, carne verde, carne
secca, loucinho de Lisboa, azeitedoce, vi-
nagre de Lisboa, haoalhao, inanleiga, e le-
nha cm acha.
O mesmo conselho contrata alavagemde
ronpa rio mesmo hospital.-Uiiilhermc dos
Santes Sazes Cadet, lenle secretario.
Por esta subdelegada fo mandado re-
colherem deposito hontem a.tardo nica-
vallo comcangaiha queandava vacando sem
conductor pela ra da) l'raia de Santa I.ita,
ao lado doestabelecimento do teneiile-co-
ronel Franca : quem loi seu dono, prove-o
para Ihe srr enlregue. .Subdelegara do po-
lica de S. Jos do Recite 14 de marco de
1837.-Manoel Ferreira Accioli, subdelegado
suoplente.
O rocuradorda cmara municipal desta
cidade, declara aos scnborcs dono^ de esla-
belecimenlos sugeitos ao imposlo annual de
2-"-e is rs., que no ultimo do correnle me/.
sas lates, segundo se jalear necessario para conbcci-
menio dos navegan! -.
Por ordem de S'. senliorias.
Assiena lo.John Washington, hxdrographo.
lteparlirao hydroariphle do almiranlsdo. LonV
dres 4 ,ie selemhro de 1856,
hste aviso atlerta os seguidles mappas do almiraii.
lado: mar do Mediterrneo n. 2I.">8 ; Archipelago
mapni ndice i.. 1630 ; Archipelago, foli.as i, a.
Ili ; mirada para os Dardanellos n. 16118; mar
de Marinera n. 221 ; inslrucroes para navegar para
os Dardanellos e Rusphoro, e livro de pharoes do
Mediterrneo para 1836.
THEATRO
QUINTA-FEIKA li DE MAltCO.
Oiliva renta da asaigaatnn.
Keprcsenlar-se-ha pela uiliina vez em repeli.ao
para os Srs. assigaaiiles, o bello e iiileressanle dra-
ma em ." icios e um qua.lro
.iUWW A YIY4NDEIIU.
Joao t. i. la.... fara' a parle de Bernardo, por rile
creada.
Itcmaiara' o espectculo a jocosa comedia em 1
acto
0 CHAPEO DO EL0J0EIR0
Sdguc cm poucos dias o brigu
LeSo, capitao Faria,_parp sArr a carga u
frete, traa-se cornos consignatarios Isaac
r.uriox* Ctmpanhia, ra da Cruz n. 49, pri-
meiro andar.
p O patacho brasileiro Esperance segu para
o llio de Janeiro nesics'B das ; tem promp-
to dous tercos de seu carregamento promp-
to. e escravos a rete, para os quaes tem ex
cellcntes commodos, trata-se com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Azeve-
do, na da Cruz n. 1.
jPara a Baha.
Pretende sabir nestes oitodias oveleiroe
bem cotilleado palhahote nacional Dous A-
mtgos, lem piompto dous tercos de seu car-
regunieiito, para o restante, trata-se com o
seu consignatario Autonia Luiz de Oliveira
Azcvedo, ra .la Cruz n 1
Para o Rio ce
Janeiro
A veleira c bemconoeCida |jarcu nacional
Amelia, pretende seguir Oestes oilo das,
tem prompto metade de seu carregamento,
para o resloe c-cravosa rete, para os quaes
tem escolenles commodos : trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de. Oliveira
Azcvedo, ra da Cruz n. I.
MI)
1>S0O
lrn r Rom Jesi.'' no domingo
-"- e meia be- is da larde em
o e aa dignas autoridades e
le concorrer para o bnllian-
so aclu, o obsequio de compare-
ja de Nossa Senhora do Rosario do
.uto Antonio as horas indicadas. Espe-
amos l a un.mu a concurrencia dos nossos carissimos
un,ii- e suas coadjuvarftes e de lodos os fiis. A
praesasJs percorrera' as roas do costume e mais as
do Rangel e Agoas Verdes. Joaquim da Silva Li-
ma, provedor. Joao Pedro do Espirito Sanio, es-
crivao.
Precisa-sa de um moleque activo, para
o servico de urna familia ingleza : na ra do
Trapiche Novo n. 18.
Acham-se nesla cidade do Recite, pro-
vincia de l'ernambuco, dous pardinbos me-
nores, viudos da Parahiba como escravos, doccdearac ,ur\Z'{n''" '" """~,'w
) dei2al anuos de|SilW.fc^ nonanhoGuerra
sOUveta.
Chales de Touquiui
rior qualidad" a
Ditos .ie casemira
franja de relroz a
Veos de linho branco
Colleles degurguro de seda muito
finos, bonitos padroea a 4^ouu e tijooo
Ditos do cas:- .ir i pela, bordados 7J e 8.*uU0
Chitas fraticezas muito linas, imiian'-
do mussulina o in a
Lencos da seda da ludia muito linos
Ditos de cores proprios para senho-
ra s a
Molas de seda pratas de peso o par a
Barretes de seda preta, proprio para
pa iros a
Cuardanapos de linho boa fazenda
duzia a
Ditos de algodSo alcohoadoa
Toalhas de linho para rosto urna
Chapeos de palha americanos a
Bonetes de panno lino c de casemira
decorosa 639600
e oulras muitas fazcnd.-n qUC se vendem por
dcminulo preco.
D>Ce de arac< a oOO
Sr. tteiaetortx.Detesto as polmicas pelas ior-
niea, mas Joie Antonio de Ara..... UalmirSea piz-
. me na rgorosi oeeearidade de recorrer a seu con-
.ceiluado ju-i.ai. p adr um., ,,,,,.,B a j.
i lavel publico e nao respnsli aquella .-nliur.ruio n-
idiculo proce-ier s merece despreo. Annaneii
-('linn a1Ja sem bro, que en va quinto tul'
' i Pr-lhe uina qnaota a qual de rerlo nao Ihe tle
- -on l)r""e,r. Porque nao esln por om qoanto verii'
j?jlltl i o ser cu devedor do casal de meo fallecido ir
lOfUOO ondo, porque o inventario peude no Inbn/
| perior ; le cerro, porque sou i redor do casal
quanlia minio superior aquella, e mesmo
matute lamtai me ha devedor, qaandf
vesse con:luido, lenani.s nm ajuste .le
deve e a de baver, cuja liquidara nio
leila pelos jomaes, ao menos nao
vo
ado
.na ;
itlso-
i urna
sen cons-
ludo esli-
conlas de
poderia se
escs os ineioi.
qu- empregam os bonieus de h nra
E-le limnein em qaem nivea Mis .,' ,., .
1.#li0 ; mi"n. e q'm lenlio f,,!o inBr '".g". >
fOMO l algn com haslante sacnOclos] r 'V ol,,e,q"",s1.'
" 5UU ; em querer receber o que II......, "?,r,-,e ""*
l^'WAVfir
importa donde'! os ili-- un..-
..ores elle espera. Sou ele.
o Anlunio Gomes liiiiinaraes.
liilll
27000
rhegar do sul;ou nao
que por lodos os var ,
UlS.
Chegou a ra do Collegio n. .i. o superior
idade, e o outro de nomo Manuel, de 12 a 14
annos ; os quaes tem carta de librrdade na
provincia da Parahiba, onde coi re litigio sua
liberdade. Ninguem os compre, pois arris-
ca-sea perder o dinheiro, quem o lizer, vis-
to que a carta he regular e legitima.
A pessoa que estiver autorisada para
alugar urna cas defrontn do convento do
Carmo em Oltn a.teniia a bondade tle aiinun-
ciarsua morada para ser procurada, epo-
der-sc contratar.
Attenc :!
i^Ia loja das seis
Na ra da (' ... ..
andar, s encou. ?* jf P"me,r"
compradores, ,'"*\S P ^ ^ 1?1 ""
ha -,,la (,.! seSul,"es gneros : cera de cantea-
barricas' es' i0 lnuU,i"11...... Ernma, sebo em
clieeai .i .'"" c ttuV*^ J l'alha : estes gneros
mudo iT ul,l,rn;1";ei'lc do.Aracalv e sao todos de
muito usaqoahdade.
Km )
portas
ent- :Jo
iviiiiii.'nio
Vende-se pe;ai de algodSo trat.c-ado comilof:'3'
toque da avaria a cinco patucas
liso a qualro patacas c meia.
a 1'eca, dito
Os bili.eles de plalt
no dia do espertando no
Priocipiara' ass horas.
quarU ordem vendem-se
cscriplono do Ihealro.
de ltiieii^.
Segu nestes dias o palhabote Piedade, a-
inda recebe carga, passageiros e escravos a
hele: a tratar com Caelano Cvnaco da C.
M., na ra da Cadeia do Recite li. 2.
'

i\a oja das seis
Em
Vende-seuma preta de 17 a 18 annos tle
idade, bonita figura, e sabe cozinhar o dia-
rio de urna casa, engmala e faz labyrinllio,
matea de l ..las as quali.ia.les.costura chao ;
na lua.da Cadeia do Recite n. :;5.
Fug.o de bordo do vapor Iguarassu', o
esetavo pardo de nome Amaro, idade de 32
annos, altura regular, e fot canouirodo por-
to da ra Nova : quem o apprehender levan-
do-o a seu scnhoi j0s Francisco da Costa, Iitff tttiaan < "^J"
na roa do Trapicho n. H, primeira andar, DlLUKTES D f.OfEMI M
sera generosamente recompensado. "* *
Quem aununciou uo Diaiio >!e bontem
que a pessoa que propSe-se a ensinar a lu- '
gua nacional, efnnceza, declare sua resi-
dencia e nome, pode dirigir-se a travessa del
porhtt
fien?*: .'{', Livr-.tiento
Vende-se ri-.cado fvauce/, de cor-s escuras,
a 60 o corado. ChUjis de todas as cores a 120
e 160 o corado, ce.rtes do cassa com 6 varas
e meia a U280.1'mcos brancoscom barra de
cores a '.20 ca i ,i um.
S. Jos, segundo andar, que
quem tratar.
Precisa-se
pouca fomilie :
segundo andar.
achara com
de una ama para casa de
na ra to 0.ueunado n. 28,
RO DE
os 20,000,?, O.OOOs?,
JS.
3'Mei
ara o rio
de Janeiro.
Segu com brevidaJe o patacho Tamega ;
,, para o resto da carga e escravos a fete, para
Duda-se o pra/.o, para o pagamento do mes- os qua.-s lem excellenles commodos, U-la-
mo imposto ; incorrondo na pena e disposi-i se CCm os consgnala, tos Kovaea v Compa-
nhi a, ra do Trapiche n 34.
^ar o i ,;;. di do ul
$oea to art. 32 do regulamenlo n 360 de i.->
to junho de 1844, aquelles que deixarem de
satislazer seus dbitos at a data supra ; as-
sim como quedevum os nipsmos senhores a-
presentarem o conheciineutT>-do imposto ge-
ISahe com brevidade o briguc Melampo, por
Iter [ artu da carga prnmptu : quem qui/er
ral, sobre lojase casas de discontos, relali-|carregar ., rosto entenda-se com o capitao
vamente ao primeiro semestre'vde 1856 a r8j"
sem o qual niio poder ser receido o impos-
to municipal.
Jorge Vctor Ferrcjra Lopes.
O Illm. Sr. inspector da bhesouraria de
fazenda desla provincia, mand'a fazer publi-
co, que, em cumprimer.to do determinado
em ordem do tribunal do Ihesuuro nacional,
tem de ser arrematado tle um a tres annos,
que comecavam aconerdo t.-jde julho pr-
ximo fuluro, o servico da calpalazia da al-
do mesmo, Jos Uonteiro de Almcida, ou
com o seu consignatario Manoel Alves Guer-
ra, na uia do Trapiche n. 14.
AVISO.
Do Rio de Janeiro, pretenda sahir ate 12 diveraos eaer*vi m ..... de ambos
do presente mez, o vapor portuguez D. Pe-1 b''dade, proprioa ,.ar.-i lodot
dro 5.", commandanle Jos Dias dos SaQtuS,
e tenciona entrar nesle porto, e seguir de
prompto para o Porto com escala por S. Vi-
cente, Madeira, e Lisboa, o mesmo vapor
he esperado at o dia 20 do crrente mez,
F. Souvage, estando i reUrar-se para
a Eoropa, tara leilt, por iiilervencao do a-
gente Oliveira, de loda a mobiha tl Casa do
sua residencia, consistiodo em riquissimos
sofas, consollos, cadeiras lano usqaes de
bracos, como de balanco, mesas de meio de
sala, o diversas oulras, espelbos, quadros
histricos e de phanlasia, enfeiles de porce-
lana, esleirs di alcatifas de sala, l esplen-
dido piano, relogios tle cima de mesa, es-
tante para msica epara Irnos, guarda-rou-
pas, um bello guarda vestidos cercado de
espelbos, aparador, toucadores, mesas de
Jaatar clstica, ditas paraalcovas. comino-
das, almarios, marquezas, leilos diversos de
madeira, e de ierro, can.as de vento, lavato-
rios, eabides, appaieibos ao porcelaua para
mesa., e sobre-mesa, para cii 1 caf, diver-
sos cryslaes de goslo,banuejas g Ibcteiros
garr.ilas e facas, colheres, espingardas, pis-
tolas, treni de coziuha, utencilios de jar-
uun.c, alcm de um luido cario de 4 rodas,
umcibrioiet com arelos, selins, carallos
etc., innmeros oulros arligos para meliior
arranjo do qualquer casa : sexl-feira 20 do
crranle, as 111 horas da mauha, no Mtio do
Sr. Carnciro, estrada novamenle concertada
no Manguind, defronte da casa nova o r-r.
rcixeira Baslos.
O agente liorja, em 86(1 arina/.ini na ra do
tiollrgiou. 15, laia leilao Se un esplendida sorli-
lunento tle obraa de inareineiria nova usadas.
inclusive um.. iip'.im 1 mobiha .le |acarandn,uma dita
de aiuarello. diversos movis, e iii-;is uteuaia ile casa,
perlencenles a ama familia que se 1.111a para fora
.1. provincia; urna porglo de vasos, ealdiigiae
mais enfeitea de pureelnna para sala, xanas quin-
quilhana-, e oatroa moitot objeclos, que fora anf-
o^piiho meneioni-lua, os quaes st. com visla se po-
lem apreciar : Mtim como lambem fara leille .le
!; .^x.is, com ha-
ervico: quinla-
leira I!) do crenle as 11 hor a da nwnhai.
O agenle Borja 1,1ra leilao em seu aima/.em na
ra do Cullecio u. 15, da 600 barrida com cemen-
ta, um pouco avanado. proprio p.iia enlulbo de
al ir. ir de caes, casas, ele, eom loies a vonude dos
compradoras; e se eulregarao pelo maior pre^o of-

'

..;
Tj
la
AVISO.
Fin consequencia da viagem.quc faz a Eu-
ropa, oSr. Antonio Augusto da rouseca, i-
ca Guillierme Augusto Rodrigues Selle eu-
carregado de todos os nogoi.s pcrlencentes
Sr. francisco Manoel da Silva lavares (de
de que o Sr. Fonseca, era procura-
os inquilinos, e mais pessoas que ti-
verem tle ira lar a respeito. podem dirigir-
se ao mesmo Ciiilhermc Solt, na ra da
Praia, travessa do Carioca n. 11.
AVISO.
Rento Fernandos do Passo. que relira-se
para Portugal, a iralar de sua saude, e sup-
poe nada dever, e se alguem se achar com
direito, venha receber nestes 30 .lias, assi...
como os que Ihe sao doradores, hajam de
Ihe pagar logo.alias usara dos meios que Ihe
cotnpelc.e eut.egar ao seu procurador em sua
ausencia, pois esta resolvido desfazer-se de
ludo que aqui possuir, at que' saia pan
i Portugal.
I ~ ,^' f"a 1'de fevereiro prximo passa-
do, a' noiie, entregaram na cocheira, sita
! nr ra do sol n. 25 II, um ca vallo, rugo pooi-
bo, sellado e enfreiado, para Ira lar, e como
at ao presente ninguem lenha viudo recla-
mar o dito cavallo, e nem se conbecc o do-
Ino; avisa-se para quo no pra/.o de 8 dias,
quem lor seu Joo, venha husca-lo, e pagar
a despeza que tem feito o fara', do contra-
A CIM'UO!
Preeisft-se d um cai-
xeiro para mua lojudes*-
patos, que seja iel ou d
fiador sua conducta : h
pessoa (uo estiver uestas
circuuiKtauciag dirija-so
roa dos (Hartis, loja u.
!O, (jue achara eom quem
tratar.
Prccisa-se de urna ama de leile: na
ra da Saudade, quaila casa terrea de soUo.
Aluga-sc urna escrava para ama de lei-
le, tem muito bom leile, esta parida de 15
dias, sem o menino, por itsooo mensacs .
quem quizar, dinja-se cidade de (Jinda,
alraz do Amparo n. 11.
unan precisar de urna mulher para o
servico de urna rasa de pouc familia, din
ja-sc a t-asa do fallecido Juliao Portella, na
ra do l.ivramento, que la achara com quem
tratar. '
Ha ra do Crespo n. 16 B, troca 111-se
tres ricas imagens de pedia, Menino fleos, S.
Jos, c Nossa Senhara.
O ahaixo assignado cotnprou a Sn. D.
Marcelinda Carolina de Almeida Cuedes,
urna casa de sobrado ua cidade de Olinda,
sita na ra deMathias Ferreira n. 8 ; se al-
guem se julgar com direito a mcsma, dirja-
se ao abaiso assignado, na ra da Mocda u
15. no prazo de 3 dias. _
Manoel Marques de Oliveiraf
AO PATEO DKS PEDRO!
No deposito de massas linas do pateo de
S. Pedro 11. 6, he chegido urna porcr.o de.
doco de goiab, que faz admirar o preco por
que se vende, visto sua b Na ra da Cadeia de Sanio Antonio,
n. 7. alugam-se dous caizoes edificados na
mesma ra junto a ponte Nova, para cocriei-
ras, ou estribaras, para cavallos, e latr.bem
se vende urna porcao de pedras de cai'.uria.
- A pessoa que annunciou precisar de
um caixero que saiba inglez, anda .uc nao
seja com perfeicao, ou outra qualq'jCr pes-
soa que tambem precise, pode d'.rigir-sea
travessa de S. los, segundo anda'.-,
Uuem annunciou querer rl(D caizeiro
que saiba um pouco o oglcz : d .riia-se a ra
do Hospicio, casi de Thomaz d' Aquino Fon-
seca. '
Quem annonciou precisar um caizei-
ro que falle o inglez, pode procurar na ra
do Trapiche 11, :26 para ver Sc bl ajusU, pro-
pondo-lhe o que sabe, e conducta.
- Precisa-se no er,genho Jussara', em
Serinbaem, de nana pe ssoa piopria pin fe-
tor, c exige-se queso', portuguez, com pre-
le.-encia se lor ilbo |,em forte, c que nSo
seja muito rapaz.
--- Roga-se ao senhor que no Diario do
7 'le revereiro dr ,c|aril qU(; pr0poe-se a en-
sillar em algum engaito a litigiu nacional
e Iraoceza, qu< declare seu nome c residen-
cia, e porqu* nt se sujeita a ensinar annu-
aimenle.
r~~ Ilec ,sa-se de um criado para comprar
o lazer o servigo interno de urna casa de
pouca la ,nillu alraz da malriz da Boa-Vis-
"' fjucm precisar de urna ama para cn-
80 Pr detraz da roa do Fagunles n. 2*.
Madama liuessard vai a tranca, c-
'/atiJo coinsigo dous meninos menores.
Precisa-so de dous relinadores, paga-so
iem : na ra Imperial, defronte da fabrica
!c SabSo u. 173.
Anlunio Dias de lrito, portuguez, vai
a Portugal.
- i'recisa-se de um portuguez, dos lti-
mos ebegados, que teuha de i lade 11 a IH
antii.s, a que saiba ler o csciever, pira ser
caizeiro de urna taberna : procure no Rcct-
fe, rua do Codorniz n. 3.
- Aluga-sc una escrava para o servir,!.
diario de uina casa: quem a tiver c quizer
alugar, uirija-se a rua da Cruz, sobrado 11.
-'3, quo achara com quem tratar.
Procissao do Senlior Bom
Jess dos Pobres Afilie-
tos, em S. (ou,; ilo
Oabaizo assignado, escriv.lo da irmanda-
dc do Senhor Rom Jess das Dores, de ordem
da mesa regedora, faz scienle ao respeitivcl
publico, c cm particular aos devotos, que a
procissao tera a dircego seguinte : sahe da
igreja em Ircute a rua da Santa Cruz, Rosa-
rio, ConceicSo, praga da Roa-Vista, Hospi-
cio, rua tortuosa, Aurora, Aterro, atraz da
malriz, rua da 1 .loria, Colovcllo. rua da l'o-
eir, rua Velha, alraz da matriz, ruado Ara-
go, em frente a recnlher-sc, onde termina
o mesmo acto com o sermSo do costume.
iiecife 17 de marco de 1837. Jeito Marce-
lino liibciro, escriv.lo.
l.OOQg < 2,000 Foi vendido na prac da Independencia,
loja 11 i0, a sorle de 10:000/em m"io bilhe-: ."' Vt,|der-so-ha para pagamento das oulras
ten. 87a da lotera terceira do Cabo Fru : desl>e/as-
alm de oulros muilos de 100-, 2i)os e loos'i ''^lar'a-se que a execuciio de que tra-
\a tlita loa acham-se a venda os novos hi-'.ta "elltal. Pel u,?'> do commercio, publi-
letesda lotera 31 da casa da correucSo da I no *" ** '* do correBte, contra Ali-
corte, qt.e devia correr a 16 to presente :: t0"'u A,l"cs J'come Pires, nao he por divida
ha aempre um graade aoriuneulo .ios laaaintaa o!i-
jaclO!. tle niora.i-.isinosproprios paraeu-.enliosa sa-
ber : mocadase metas moends, da mais mo.lerna
coDStriccao ; laixasda rerra rundida e haiitlo, e
superior qnahdatle e .1, lodoso lamaoiu; rodaa
aeotamas para a^ua ou animies, .le lo lia as nronor-
rofs; envose nocas de lomallia reaialroa de ho-
eiro, asuilhoe,. broDzes.parifusos e cavilhoes.moi-
nhs tle man.linca, ele. Ir.
NA MESMA FUNDIDA O.
e r-xecutam lo.lasas eucommendu
riijatle ja conheri.ia euro a deviJa
ni Kliila .' em
BoaVista,com algunscouhecimentosde ale..
mas e algum dinheiro, o 1 bllhetn da loteril
prec
eom a loperio-
iir:.lj/.a ec>lil-
Socteoiade de Ensaio Francez.
O primeiro secretario l'.u .cicnir a lodos ua bo-
cios, qoe hoja, 19, havera sessa as lo horaa .la mi- '|ue correa mosmoajia sabbado 14 lo eor-
nhaaem paolo, na ruadas Aguas-Verdea o. tii, rcllle' sendo que nao queia ublicar sua
pnmeiro indar. lachada, podera bot r estes couhecimentos e
i.ni virlude uc urna divergencia que mais papis, por debaizo da porta, no aior-
appareceu cutre dous anjos, precisa-se quo ro da Boa-VisU, casa de funiltiro n. 7a e im-
o oigno hscal da Boa-Vista teuha a bondade mediata a matriz ua boa
de declarar por esta folha, qual foi o vizinbo
doSr. Arantes, com sitio na Capunga, que
dcnnnciou do mesmo Arantes, para que o
Sr. Hscal Ihe embargasse sua obra, isto para
Fugio 110 dia Iti do correnle mez o prcto
Justino, crioulo, com os signaos seguintes .
'. isla.
Dep ito di
ruana .-r z:>..$0

u
cobertos e descoberlus, pequeos o grandes.
de ouro patente inglez. para bomem ese-
nhora tle um dos melbores fabricantes do
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Southall Hellor & C., rua
do Torres n. 38.
Vende-se superior linhas de al;
brancas, e de cores, e 11 111.vello, para
iranceza geograp-ua, plniosoiihia c rhetori-
ca, se propfla 1 lecci
desta cidade: ir.
O abaiso essigoado pede ao Sr. Jo?o Aal mi
Gomes GoimarSaa, que quanto antes taja .!- \ir ou
.../.er "'andar paaar na |.ra:a ..., Indci.cn.l :. 1 n.!3,ou
: quem prctend-r p-\n* r"* d" Uoapicio u. !>, .,., 1*1.1 ., e ;:.. -v.,s,,.,
por letras ja vencidas, alem dos premia- ale real
acciona! c: algum collegio
ncumbe-se outro sim de fazer
AtteocAo.
ia li do correnle
lo, com os signa
altura regular, cheio do corpo, sem barba,
com falla de denles na frente, calvo de'car-
regar peso na cabeca, muito regrisla, Im
bem conhecida por andar entregando assu-
car pelas tabernas, lem sido encontrado por
diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o man Jem prender e levar rua DireiU n. 76,
que seriio generosamente recompensadas.Q
Iia-se dinheiro a juros sob penhores
ou li rias que agradem : ua rua Nova, loja
n. 12.
Previdencia.
Compahia de seguro ctm-
Ira a mortalidade don es-
cracos, eslubelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL-2.000:000.000.
Agencia (ilial em Pernamliuco, rua do
Crespo n. 15.
Os sezo'ns sao nalisadns no escriptorio di com-
pahia ou mcsino fura, sob piopostas dos proprwla-
rios dos escravos. lodos os dias olis: aa parlicipa-
ees de rallecinieulos e as pr.iposlas, podem ser re-
metalas jt rom.auliia todos os dias, ale as cinco llo-
ras da larde.
As condiroes impressas pdenlo ser proeirada nn
escriplorio da campanilla.
Dar-se-tia cnnsollassratis aos escravos sesoros.las
9 iiiia lnhorasea inanliaa, no esrriplorm .la ronip.
PROICCO'ES LIITARUS
IDO
Dr. Mello Monta
do
Hio de Janeiro.
Pbysiologia das ii-iixo-s, I volumes '11,-iiu.i
Educadurda inocula le hrasilcira, I
volme ........ 2-tHHi
Ensaios corographieos, 1 volnie.. : Memorias diarias da guerra do
I asil, 1 voIiitc...... 4^Ht
Ta 1' ^:n se recebem aa asaigaaisvaa para
sua ultima producco Iliterariatis l'or-
tuguezt perapte o inun lo 1 volumes 6?0iMi
rs., avulso 10;0')ll.
Luvas de varas quslidritJU^j
Vendem-se ricas l iras 1.
sacia de loaba
res, cobordadaa e com boMaa a i;- o para
litas sem ser bordadas '------ n maiaitlM
para homens senhoras a 1, Ijctari o i-;m o
einliolro. qoo cala a ilever-lhe, coiiii |irocuradoi le ditas le lio .la l.sfoea I.raucas de core-,
>dao I os seus fieguezes que sua sala de caliBiuT ?" p" '*n,u ^"'iiio 'mes Cnunatae-, atim para bomena c senhoras a 3M, vm, SM
..COStU- reno na rua do Queimado n aeI, ." "** qa^lSo jadicl, por es.arabranra. 600, litas brancas e de ,-ores, de algajalio!
?.'.??! ?"L6 Soulha Mellorii t: a, rua do | aberta das 7 horas da manhSa aa9d unit'r, I i.,,.d '''^''"''r. \r-<">-_ <"">'>*; proprias para monUria a .'1U eW eoulia.
de annunc ir
S.|\ ro los tle
oraesparticipa a tolos
iones 11. 38.
Pergunta-se aos ionuentes da irmanda-
de de s. Jos da Agona, e appareceu o
frontal sumido, e no caso de negativa, quen
Jos Alves*Barbosa embarca pan
do imperio seu lillio Jos de menor idade
A pessoa que precisa do um caij
!iotte.| Francisco Jorge de Souza, arrenda n qualidadajl mais que s randa na
de aucm nnrp..rr..,.a.! I! ''"al "".'" ''""' co"1" a "'"''ooa bem oafeb idr. loja de
ue quem o pratender.pelas grandes projiorcoes, zas da boa fama n. 3aV
ixeiro indo-severa qualquer hora do dia. ,- ""
Viga.
rna dn
miude-
MoeniHs s.i(je itiros.
senta as va.ilagei.s que"ierec""e"m caria as co^tVijT.luas ""'! .Ialn'l,la'1 ,l"! a'":- fundicHo de C. Starr A Companhi.i. em
- Desejavse alugar um sitio perto da pra- fechada, con, OSubscriptoTJ T. Wi aAt- das < r es n se'/ur. : lr"U "a Mia Sanl An,aro- ham-ae pan Te..der moen-
I-11 Lm innS.1 f'uar. ,|as de canna todas do ferro, tic um modcllo 1
1 u,ir,im loi|iiini-.i| Ja tasa a rua do,
Aragao 11.1, 4 earneiros, no
Ca.que teuha as seguintes commodidades : i tara na oja de'lvroT'drTsr FiBueiroa" ^^
casa de vi venda boa, prefertndo-se sobrado, a.cha.d Wioder retira-se para oela-
baixa para capim, para um a dous cavallos,; trra. "
cocheira, arvores de fructo : quem o livor Quem aununciou precisar de um cai-
co.n estas circuinstaiicias.a.iuunce pan ser xeiro quesiibi o inglez, pode ir ruada
procurauo. 'Alegra n. 3, que achara com quem tratar.
Ha iti do cor-
rentc, e quem os pegou, queira aununciar
para se mandar buscar ; ou mande levar na
mencionada, que so pagarao as despezas e o
trabalho do quem os pegar.
r.iii-li .iiv."..i mullo superiores
Compra-ae elTertivamente bronze, ila-
13o e cobre velho :.no deposito da funJicOo
da Aurora, na rua do Krum, logo na entra-
da n. 28, e ua mesma,lundico, cm iranio
Amaro.
MUTIOT"
ILEGIVEL

-
1


DIVU) DE PERNAMBUO, QUINTA EIBA 19 DE MAR f.O DE 1857.
SEGURO CONTRA FOliO.
Companhia Altiance. .
Esiabelecida em Londres, em margo, de 1324.
Capital cinco miihoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mai convier que eslo plenamente au-
torsados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da |
tllu e igualmenw sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobili* ou
fazendas de qualquer qualidade.
Subsluieo do
arcano a tolano
pelo barato prego fie 5,00
por unta lata de 10 libra:
no armasen) de Ti <>.Bie-
ber <& C, ra d ; 1112
n. 4.
Repartigao da vaccina.
O coiamissario vaccinador vaccina ;nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
lorreSo da Alfandega, e as tergas-feiras na
casi de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as :i horas da mannSa.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta lypographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6c8 da praga da In-
dependencia.
DENTISTA FRNCEZ^S
^,^Paulo Gaignoul oculista, ra Nova n. l .
" .* ua mesmo casa leio agua e pa deutrilice.
.'...c-:.--*.-.:: : ,; s tfS ''"- -';-: '
? ti<.- i. s..- i.x \tf 'Ur vys -.>' ti? -.i? --sk u>
STFjAD DE FERRO
Lotera d pro-
vincia.
O Sr. Uiesoureiro manda fazer publico
que se acbam venda oeste escriptorio, ra
da Aurora n 26, primeiro andar, grande
porfi do bilheles, meios e querlos da
quaiia parte da stima lotera da matriz da
Boa-Vista, cojas rodas andam no illa ido
crrenle mez. O Sr. tbesoureiro manda de-
clarar aos genitores jugadores, que exis-
tein iiunierares surtidas, como tambera
os bilhetes vendidos ueste e&friplono nes-
gas ultimas loteras tem sido milito afortu-
nados, por isso espera que ellos concorrerao
para que otnlioiiadatiietilc nSo liquem ta-
manlias porpes de bilheles por vender, co-
mo semprc tem BcadO. Thcsouraiia das lo-
teras 14 de marco de 1857,-(Je-eriv:o,
Jos Januaro Alves da -Maia.
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
o itere ce-se un mogo brasitairo, Hlho \Zf,^iri "W f,1 P il LPU(\Q
do Rio Grandedo Norte, para caixairo delo-l f fillL'^lU' til 3LHU
ja ou oulra qualquer anuinaco, menos la- I pintados, comprados o redondos a 700 e 800
Vinho do Porto
tierna ; lillio de ba lamilla : qucu. o pre-
tender procure na ra eslicita do Rosario,
taberna u 1.
-mW: *-!!'. > k>< .?* -jjsis
O Dr. IgoacD Funio Xavier ../ puhliru, ;-.;
j que uiudiu saja residencia para o seu litio, *
i na Paasagem oa Magdalena, que lica ao uur- &
33 te da estrada eulie > punle uran e e a lu ,-
S$ Chora-lleoiuu), e ah tem preparada nina ,.
. casa iic nada, coin lodoi us euminotiM, para 5
9 u IraUucnlo ile eacravos, cujus senhures re- 'i
y lidain lora da praga, ou i|ue nao u, punam ;j
S/> curar ein suas prupi las esas : quem p.ua is- _,
. lo quizar se aliliaat detieai se,-\ico. med- ..,
i 5 cu-, que serio deteinpeuhadug cu..... maior ._
. m zelo, dirija-se au pateo du Carina n. 9, pr>. ;j
$ meira andar, un no referido sitio da .Magua- ,.
leiid.
I:ma pessoa bastante habilitada, lano
I por saber escnplurar por partidas dobladas,
como por saber a lmgua nacional, traduzir
o dance/, e sabe ariUimelica, contabilidades
meiCdiitis, ele. ele leudo h competente boa
rs ; na ra do Queimado loja da boa l'i aia
n 33.
jiiet.'a f 'iintt'K-S
Vendem-se bonecas francezas ricamente
resudas e de varias qualidades a 19200,
lSOii e 29, na ra do Queimado Toja de ntiu-
d' zas da boa lama D. 33.
Mv
.h
de
totia
(i .tif
s qiij
Vendem-se muito boas meias de seda Mu-
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
ijo de -JjI'o, diias de laia para padres a i 800,
ditas de lio de Escocia pintadas para honiem
pelo baralissimo pre^o di: 4uo e 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200,240 e
281 rs., ditas piuladas e blancas para meni-
nos a 240 e 300 rs dita8 brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 3UD e 400 rs., ditas prelas de
Na ra da Madre de leos, loja n. 3t, ven-
de-se vinho do Porlo, branco e tinto, de to-
das as qualid'des, a das marcas mais acre-
ditadas que vem a este mercado, em barra
e engarrafado.
Vende-se um piano bom para apren-
der, por preeo commodo: na ra do Ara-
. gao n. 1.
tfuzeiid '- i ralas
c
Stl
Publi
i.j,
lio
II.
Pas-
11.
Lentos paia miinas a loo rs bonetes
piulados para menino atOOis., cassas chi-
tas de crese preUsa issuo e ooo a peqa,
chales de la a 800 rs., cambiaias li*as finas,
cintas linas verdadeiras, madapolfias de to-
das as qualidades, ludo por precos comino-
Vinho do Porto
de 1857.
Tachas de fe m.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
etambem no deposito na ra do Brum. logo
na entrada, e defronte do arsenal de man-
No armazem de Jos Joaquim Das Fernn- "acb'as'Mn'uT'de wJKJ frumento de
des. becco da Madre de Dos n. 12. vende-se Sj&J"S&FSSEfmiST Z
SUpeflOr v.n ,o ve||,o do Porto, en, C.iX.S de qiie^S( MMlf c fuml,s e em t '1 ? "
urna e duas duz.as, por preeo commodo. ,arc Mtm ftimtZmlS carrea i.1
noas ou canos, livres de despeza. Os precos
sao os ma is commodos.
Deposito
rapt princeza da fabri-
ca de E. Gasse,. no Rio
ineiro.
de
Vende-se a precio commodo rape lino,
grossoe meio grosso, da acreditada labrira
cima, eliegado pelo vapor S. Salvador ; na
? *** % ;?>
dos aos freguezes, moeda, e outraa muita ra da Cruz n. 49,
pregos que Vendem-se terrenos para edificagSo n
estrada do.Manguinniliu, do do l'.ecilc, lado
fa/endas, que se venderao por
agradarSo aos compradores.
lettra, olerece-se para qualquer lugar uu algodo para padres a 00 rs., e outras mais
guara-livros, ajudaulc do mesmo, ou oulra qualidades que so vendem barato na ra d
qualquer arrumacSo leiideule a esse lim :
quem de seu preslimo quizar se ulilisar, di-
nja-se a ra do queimado n. 43.
Precisarse de um sacerdote de bons
coslumes, para servir de coadjutor, na lrc-
uezia do l'ao d'Albo, com a condic^o de
do ReciJ'e S. Francisco:
LIMITADO.
.C:;t':ri cjamofc.
(> direcliires da Cumpaobia da Estrada de l'erro
do Recife ao San-Francisco, limitado, lem feito a
qaarla chamada da duas libra, esiarlioai, ou res
17-7,1, sobre cada a.-.;."ic, na dita companhia, a qual
ileve|sex paaa lc n da !) de abril do corrente auno
de 1857, na Baha, em casa dos Srs. S. S. Daven-
port d 0., na corle, em casa dos Srs. .Maua, Mae.
lregor C, cen Pernaiubuco, no escriplorio da
Companbj.
O acciataita que nao realisar o pagamento den-
tro do lenno indicado, podera perder lodo direilo
a* acroes sobr"s quaes o duo pagamenlii nao llver eOectnado, e em lodo caso lera de pagar juros
ua raijo de 5 por ceiito ao anno, de nAo receber
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo qua
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
soa realisacflo.
Neiihum aulo de transferencia pode ser registrado
depoia do dia '. do crrenle, aulea do pagnenlo da
chamada.
Por iiniam dos directores.S. P. VEREKER,
theeooreiro.
Recife 3 de marro de18~.
Na ra larga do Rosario, esquina do
beceo do Peise Frito, no segundo andar do
sobrado n. 9, contiou'a-se a dar comida para
lora com todo o aceio, e por pre^o muito
em conta.
O abaixo assignado declara aos deve-
dores de Aureliano & Andrade, que nSo pa-1
guem seus dbitos senao ao abaixo assigna-
doi do contrario terao de pagar seguuda
vez. Recife 13 de fevereirode 1857.
Manoel Jos Leite.
Refinaria de
Reg & Brreto, no M.|1"
teiro-
No deposito desta reQnaria, na ra da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
coitio em torroes e em pies, por pre?o mais
commodo de que em oulra qualquer parle.
- Pfecisa-se alugar urna prela captiva,
boa eugommadeira, e que lave de sabao ;
'paga-s bein : no aterro da Boa-Vista loja de
bilhetes n. 56. .
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, que cozinlie para casa de familia : a
tratar no aterro da Boa-Vista, loja de bilhe-
les n. 56.
Precisa-se de urna ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na ra do
Coilegio n. 21, lerceiro andar. Paga-se be i.
Roga-se ao Illm. Sr. B. A. C, senhor do enge-
nlni M., que digue-se de mandar pagar a quaulia
de 1009 rs. qae aata deveudo ha maii de cinco anuos,
a Manoel todrigues Cos Mazalhaei, villo nao ter
dado resposla-as carias, que se Ihe tem enueressa-
oo ; e seoao o fuer lera' de ver o seu uome por ex-
tenso nesla folha, al real embolru.Manoel Rodri-
gue Cosa Magalhies.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
faca compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
GABIMTE PORTUGUEZ
DE
PLELAS iiollowav
Este inestimavel especifico, composto in-
teiramente de hervas mediciuaes, no con-
ten mercurio, ncmalguma outra substancia
delecteiea. Benigno a mais lenra inlancia,
e a compleigao mais delicada, he igualmen-
te prompto o seguro para desarreigar o mal
na comp!cic,ao mais robusta ; he inlcira-
menie innocente em suas operaQoes ceei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie o rao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com \ qualquer hora,
este remedio, minias que ja estavain as por- -^a ra da Soledaue n. 70, aluga
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e forras, depois
de ha ver lentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mais afilelas nao devem cntregar-se a
desesperatioj facam um competante ensaiu
dos ellicazes ell'eitos desla assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
saude.
Nao se perca tem; o em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
Accidentes epileplicostFebres intermitientes
Queimado,
dezas da boa fama n. 33-
Venle-se Bina negriiiha rerolhida, de dada
1 aiiiK. Donita liuura, e coin principio de coslura :
na ra Uiretla n. 7:2.
Vende-fe nma mesa elstica e um guard.i-lou-
ca lodo envidraeade. ludo em bom uso c oreco mui-
trabalhar da mesma maneira que o respectivo m commodo : ua ra da Roda n. 52.
Paracho, daudo-se-lhc una gratilicagao de
0O;UU0, urna capellana para celebrar missa
de madrugrada, dentro da villa, com a por-
Qiio de 240;00 annuaes, e assevera-se que
todos os seus lucros nioserSo menos de.....
1:0003 dentro do auno : a fallar na ra da
Guia n. i>'i segundo andar.
Aluga-se o silio da estrada do Rosari-
nho, junio a ponteziuha, que se divide com
o becco do sitio das lioseiras, com casa para
familia, boas trras para plantaOOes, e arvo-
icjos : a tratar na ra Augusta n. 68, a
CHAPEOS FP.ANCEZES.
Vende se na ra Direita n. 61, chapeos
liancezesmuio superiores, chegados ulli-
na bem contienda loja de miu-1 mmente de Pars, muito baratos, a 79500,
' 8:000 e 83500.
Alporcas.
Ampolas.
Areas mal de).
Asinina.
Clicas.
Convulsocs.
Uebilidade ou e\te-
uuagao.
ebilidade ou falta de
torcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Our.de garganta.
de barriga.
nos ruis.
Dureza no veulre.
Lnfcrmidudes uo ven-
tre.
Eufermidades no liga-
to.
Ditas venreas.
lEnxaqucca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Febretii da especie.
Colla.
Ileuiorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
I nlla m magues.
Irregu la ri da des da
nienslruaqau.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas lia cutis.
UbslruCQo do venlre.
Phlisica ou consump-
q.'io pulmonar.
Ilcioiieu de ourina.
Kheumalismo.
Sympluuias secunda-
rios.
! tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.4
urna cuziubeira, forra ou captiva.
Precisa-se de urna ama e de um criado
para o serwgo ue urna casa de pouca fami-
lia : na ra liireita o. 36, segundo andar.
Jos Antonio Comes Culinarios e Jos
Antonio de Araujo Cuimares he tima e a
moma pessoa, nas como algumas pessoas
pensam que lia engao de ser Joao c nao
Jos, o abaixo assignado declara que nada
deve aquello senhor.
Joao Antonio Comes Cuimaraes.
Precjsa-se de um felor de campo, que
tenlia pratica, seja solteiro, e de conlieci-
meulo de sua conducta : ua ra do Coilegio
n. 25, primeiro andar, ou uoengenho .Novo
ue Munbeca.
Attencao.
6
A pessoa cjue ti ver para
vender uns caxilhos e ua
baicao pequeo, dirij;t-s
ra o;-s Quai teis, loja O.
!0, qne achara com quem
tratar.
Grande estabele-
A 6->l00 RS. 0 ALQEIRE.
lundeada no
arroz de cas-
Veudem-se estas pi I illas uo eslaheiccimeu-
to geral de Londres nj ->i. Strand, e na
roja de todos os boticarios, droguistas e ou-
1 ras pessoas cucanegadas de sua venda em
toda a America do sul, llavana e llespanha.
Vendem-se as bocetinlias a 800 rs. Cada
nma della.s contiu urna inslrucQiio em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las plalas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pliarniaceutlco, na ra da Cruz n. 2-2, euu
Peina m buco.
C. STARR & C
respeilosamenle aiinuucian, que no seu ex,
tenso estabelecimeulo, em Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior perleigao
e promplidao, loda qualidade de machinis-
rno para o uso de agricultura, navegacao e
manufactura, e que para maior cummodu de
seus numerosos fieguezes e do publico em
geral, tem aberlo em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mesquila, na ra do Brum, atraz
do arsenal de marinlia, um
DEPOSITO UE MACHINAS,
construidas no dilo seu" estabelecimento.
Alii acbarSo s compradores um completo
sortinieiilo de inoeudas de canna, com todos
os melhorainenlos (alguna deljes novos e
originaos a que a expeiiencia de muilos an-
uos tem moslradu a ncccssidadc. Machinas
de vapor de baiza e alia pressSo, lachas de
todo lamaulio, lauto batidas como fundidas,
carros de mao e ditos para conduzir formas
do assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, fornos de ferro" balido
para familia, arados de ferro da mais appro-
vada con.slrucc.5o, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e urna iulini-
dadede obras de ferro, que sera enfadonho
enumerar. No mesmo doposito existe urna
pessoa intelligenlee habilitada para receber
todas as encommendas, etc., etc., que os
annuneiiintes contando com a capacidade de
suas olliciuas o machinismo, e pericia de
seus olliciaes, se comprometiera a fazer exe-
cuiar com a maior presteza e perfeicSo, e
exacta confonnidade com os modellos ou
desenhos, e insiruc^oes que Ihe forem tor-
nee idas.
Bilhetes de visita.
liratam-M e impriinem-se com perfeieiTo bilheles
niivi!
Nova u. '7. esquina
Muuboa do Carino
Vogelev tem a honra de partici-
Rua
da
j. i
par ao espeitavel publico, que tera aberlo
o seu deposito de pianos lerqa-fcira, 17 do
conenle em dianle, onde se podera encon-
trar os mais bellos e solidos pianos, os mc-
lhores apparecidos nesla mercado de magui-
licas vozes, construcc,ao a mais moderna, e
apropriada para este clima, sendo lodosos
instrumentos fabricados por eucommenda,
dos melhores autores al noje conhecidos na
Europa, como Carlos Sebe, b, W. Sassinhalf,
Luiz Sanee e outros muilos por pregos ra-
zoavcis. iNo mesmo deposito se enconlrarao
lindas pegas de msica para piano, ue afa-
mados compositores. O estabelecimento es-
tara aberlo ale a 8 huras da noile para com-
modidade das familias que quizerem expe-
rimentar, e escoilier os instrumentos,
Joaquim Jos de Mello, por acbr outro
de igual nonie, de boje em dianle se assig-
nara por Joaquim Jos de Mello Andrade
c Lima.
Precisa-se de um caixeirocom pralica
de taberna, no largo da Kibeira de S. Jos n.
I, taberna que faz quina para a ra de San-
ia Rila.
Precisase de urna ama para casa de
pouca familia -" na ra das Trincheiras n. 8,
loja de lartarugueiro.
Precisa-se de um caixeiro que saiba o
ingle/., anda mesmo que nao seja com per-
l'eic.,io : anniiueie. por esta folha para ser
procurado.
A bordo da bareaca uSnord l"iln-,i
caes do Ramo-, vende-se, para acabar.
ca a i.-iM'i rs. o alqueire.
Pecliincha para os alfaia*
Na ra do Crespo, esquina que volta para
a ra da Cadcia, existe urna porcHo de algo-
dSotrancado muito encorpado, proprio de
entretelas, pelo baralissimo prego de 120 b
jarda.
Por 40 rs ocovado.
Vende-se chita franceza larga c fina, com
pequen > toque de ava la : na ra do Crespo,
loja de Campos & Lima.
Vende-se um cavallo de carro c t.im-
bem desella, por ser andador, muito novo,
gordo e grande : na ra do Hospicio n. :,
sobrado.
Peixe.
Vende-se ua ra Direita n. 27, peixe cha-
mado lieruo, vindo da ilha de S. Miguel, a
libra 160 e 200 rs., cavalinhas a retalhu 60
rs-, em barra de 200 cavalinhas 8000, la-
vas vindas da nicsma ilha, a cuia 560, mau-
teiga nigleza a 800 rs. a libra, dita franceza
a 800 rs., e queijos novos a 1/700 e 2000,
chegados uo ultimo uavio de Lisboa, doce
de guiaba em caixes de 5 libras a irOOo, di-
tos mais pequeos a 800 rs. c oto.
Vende-se urna boa escrava da Costa,
com 20 anuos, com habilidades e quitandei-
ra; um iiiulalinha com ltannos: na rea
da senzala Velha n. 70, terceiro andar, se
dir quem vende.
Na ra larga do Rosario n. 29, vendem-
se btalas do Porlo a 1500 cada urna canas-
Ira de arroba, de muito boa qualidade.
\endem-se duas moradas de casas
terreas na ra Augusta, grandes e moder-
nas, com gabinete, salas, cozinha fura e
quartus : a Halar na ra do Itangel n. 56.
Attencao.
Vende-se um escravo pega, de nacSo, com
idade de SO e tantos annos, por prego com-
modo : na ra Dneiu u. 76.
Vendem-se dous escravinhos pardos :
no paleo do Carolo, taberna que foi do
campos.
1
A directora doCabiuelc porluguez de lei-
lura nesla capital, por ueberagSo tomada
em se.ss.M) de do crrente, scientifica -os
i i ........... >u.|....... m-9C ..... VCI ICIIilU Hllll.lb.
senhores associaJos do gabinete, que d'ora de vnila, lellrai de commcrcio e lodosos objeclos da
ule nao llavera expediente nos do-'arlecali^raphica, regislros, vinhelasequaesqner de-
niingos e dias santificados.
U primeiro secretario,
Uuarte das Neves.
N'a ra da Pome-Velha, junto a serra-
ra (casa do lampefio precisa-se de urna ama
e de urna engommadeira.
Paga-se lOgOOOa quem adiar c quizer
restiluir um cozmho novo, branco, a exce-
po.ao das orelhas que sao grandes, penden-
tes, e amarelladas, felpudo, sem cauda, que
su deseacaminhou da ra das Cruzes n. 18,
no dia 11 do crrenle.
.-jari+i.,i publico em l'er-
uaitibuco, ra .(Jade ii. 70.
Neste jardim ha muito grande varedade
de rosai, dalias e outras aiuitas qualidades
de llores, assim tambem muitas qualidades
de uvas muscaleis e outras, varias qualida-
des de figos, sapotas e sapotis, Tructa-pao,
etc., ele. Apromptam-se encommendas pa-
ra o centro desla provincia e as mais do sul
sentios. Aurcm-se firmas, sineles, lauto a Idilio do-
ce como em relevo, ornamentos com objectos'deouro
c prala. l;azem-se riscos lindos e oricinaes para
bordados de lab\rintho. Admille-sc a recusa de
quaesquvr desles objeclos uo caso de nao licarem a
conteni das pessoas que os eucommendaraoi : que .
pretender dinja-se a qualquer desles lugares: no
bairro do Kccife, ra da Madre da Dos n. 32, pri-
meiro aud.r; em Sanio Antonio, na livraria classica
do paleo do Coilegio n. 2 ; as Cinco Puntas, sobra-
do da quina ciiiifronle a matriz uova.
mxmmi&wKmm-Kmw mmmmn m
3 \0 PIBLICO.
i^ No armazem de fazendas baratas, ra do j^
Coilegio n." 2,
vende-se um completo sortimento de fa- ?'i
M zendas finas grossas, por aais barato '0.
^ rregos do que em oulra qualquer parte, -
io barato.
Na aala de barbeiroda ra da Cruz n. 5t,
primeiro andar, vendem-se as mais moder-
I lias bichas de llamburgo, tanto aos ceios
| como a rclalho, e alugam-se mais barato
do quo em oulra parte.
islanta da cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
sous arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
inede Alves l-'crreir, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8da pr.ga da Independencia.
.iuj)j).t das distancias da
provincia.
Na livraria(n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das difireme villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma, a muris.
'"''l LYfiufc
Os melhores relogios de ouro, patente in-
gle/., vendem-se no escriptorio do agente
Uliveira, ruada Cadeiado Itecil'e n. ii, pri-
meiro andar.
eiide-sea planta da
cidade do Recite e seu* ai"
raba des: na nn do Cres-
po, junto ao arco de balito
Antonio, loja de livros de
Jos NOgueira de Souza.
Polassa refinada em latas de seis
libras.
0 anligo deposito da tuadaCadeia do Ke-
cife n 12, recebeu agora urna porgao de po-
lassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
FAZESDA8 BARATAS.
No armazem'de fazendas da ruado Queima-
do n. 27, de Joo Jos de Gouveia, ven-
dem-se as seguales fazendas, a saber :
Crosdeuap'e de soda preta o co-
vado 23600 e2?500
Sarja preta lavrada o covado 25,29*00e25800
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a- lar na ra da Cadeia do liecfe n. 9, ou com
Jos Baptisla Kiheiro de Fara, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se a verdadera graxa ingleza n.
97, dos afamados labricanles--l>av c; Mar-
tn em barricas de 15 duzas de potes:
em casa de James Crablrec i\ Companhia,
ua da Cruz n. 42.
O CIIAliiU-I.IVP.OS BRASII.EIRO, ou arte
da escripturagflo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
Relogios de patente
njjlezesdeouro, desabnete edevidio:
vendem-se:i preco razoavcl, em casa de
AugnstoC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife, arma/.cm n- 50.
No dia l'i do rurrenle deaapparerea) d. >iIm
Chacn, ama estiava, rri. na. a. >uin, jn.,|U ,...
que reprsenla ler ;2 annoa de idade, alia,,..,,,, ,
rio |>ara o eugeolio Carda iro, e turnea diritra,, n..
, l-.-lracid Nova, eala' uraviria de aeil pata tr\t Man.
, letou vealido de chita itaja veitva, tea oa eo-'t
dea |ies arrehilados de bichos qoaadn anda, n.uil.
j resrisla. pon in inando eala' vetada Ac ora paan
i s.iK.i, ha noticia que ella pateou para Kemen,
ATosadoa : quem -pesar levo ao meemv >ilio oo a
ra das C.ru/es u. 21. qoe otra' bem gralificdn.
Acha-se fgido, desde o dia II do core
renie, o escravo Samuel, pardo escara, d-
iii a de de 17 para 18 annos ; tem sido visto
nesla cidade, e na de Olind., donde be na-
tural, e tanto all como aqui, bem condeci-
do : roga-se a quem o encontrar, o favor de
o pegar e levara seu senhor morador na roa
oa Aurora n. 12, que recompensara divda-
nteme.
. Fugio;no da 9* de evereiro lindo da
casa de seu senhor Franklin Alves de So'uza
Paiva, da cidade de Nazareth da Main um
mulatinho de nome Silvestre, de u anno*
de idade, pouco mais ou menos, com os sie
naes seguintes : altura a da idade, cabellos
anneladose prelos, nSo tem muito cabello
rosto redondo e carnudo, beicos grossos'
tem urna cicatriz na cova do pe esquerdo'
pes e m3os bem fetos, ba pouco deu um
pequeo talbo em urna das niaos. olbos re-
gulares ; sahio levando camisa azul calca
de algodSo de lislra, e chapeo de Daiiu
1315'
juicas
'"a a
&0tttyft#4
Coropia-se um reloeio de ouro palele inglez :
na ra da Cruz n. 36 2.' andar.
Compra-s Ulna carraca para cavallo, que soja
nova ou ein bom ealado, com arreios ou seni elles :
nj ra Imperial n. 1711 ou annuncie.
Compra-se uina lileira com os seus perleuces:
quem livrr annuncie.
Compra-se papel em diarios a 35200 a
arroba : no pateo de S. Pedro, deposito de
massas finas n. 6.
Compra-se urna porgao de caihros para
andaimes de urna obra, na ra Direita n. 82.
Compra-se urna escrava mus'a, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Gotnpram-se palaces brasileiros e hes-
panbes a 29010 : na ra da Cadeia do Reci-
fe loja de cambio n. 38.
382--:-
im%
mantas de filo prelas : rja ra do Crespo loja
n. 16 esquina da ra das Crn/es.
-Vend-sc um cabriole! moderno com
bonito Cavilo : na ra Nova cocheira do Sr
Adulfno.
Na ra mperial. ---
da fabrica i .-aabao, ,
nas ali tus, 'nina de lo'
e oulra de 1,21)0 ; a quei
du ija-se ao lugar indicado, ,
quem tratar.
Vende-se um moleque de 16
nos, pre o, bonita pega-: na ra estrellado
Kusario n. 1, taberna.
vendem-se 25 aegoes da estrada de fer-
ro : na ra da Cadeia do Itecil'e n. 36, pri-
tner andar.
Vende so por prego commodo urna ma-
china de firmar papel, com typos de diversos
caracteres, varios emblemas, e celes para
carimbar papel para as seguintes rearli-
ges : secretaria do governo, consulado pro-
vincial, secretaria da cmara municipal do
Itecil'e, secretaria do goveiuo da Parahiba, e
cmara municipal de Goianna, e lodos os
mais arranjus perlcnceiiles a mesma machi-
na : na loja de livros n. 6 do pateo do Coi-
legio.
Vende-se urna linda mulalinha de 12
anuos, sem o menor vicio nem achaque,"co-
se chao, lio diligente o muito propria para
boa mucamba, prefere-se vender para esta
cidade : na ra do Cabug n. 9, ao segundo
andar.
VINHO IR) PORTO GENUINO.
Vende-se ptimo vinho .o Porlo ein barris da
quarlo e oilavo, por prego razoavel: na ruada Ca-
dia do Recite n. 13, escriptorio de bailar \ uli-
veira.
CEAHA E ACARACr
sesue no dia 2."> do correule o palhabole (Sobralen-
scn, para o resto da carga e p.issageiros. lrala-*
coin Caetano Cyriaco da C. M., na ra da C-jd.ia do
Recife n. 2.
Hita preta de lista o covado
Hita hespanhola, o covado
Dita de seda ingle/a, ocovado
Chales de chaly de cores com listas
de seda'
Ditos de ditos de cores bordados a
Ditos de dito bordados a matiz a
Ditos de casemira lisos a
Ditos de relroz bordados >"
Damasco de 13a eseda rom 6 palmos
de largura, o covado a/
Panno de linho superirJr qualidade
| e largo, a vara -*
|Onp- arella da India.muitolina,
nho branco entrefino, a
alhado com 8 palmos de
j||Vara
uo. tes ue catnbi tnataa^cetos com ba-
2V00
syi20ti
250011
6.000
lo'tioo
11000
4JI500
20:000
3.-so,i
8r'
300
1
' 500
tanto em porges como a retalho, affian- E
55 cando-se aos compradores um s prego
^ para todos: este estabelecimento abrio-se a
* de combinagao com a maior parle Jas ca- %
sas commerciaes iaglezas, francezas, alie- %
niaos e suissas, para vender fazendas mais
u norte, havendo sempre qualidade novas i-> em conta do quo se tan vendido, e por islo M
vindas de I-ranga. Alugam-se 2 prcto-., ou
i Compr.i-se o Diario ^ 19 de de/emhro de 1835, e lambona a col- ,.'
^ leeeBaa das leis braiilalrai de 1839 a 1819 : jtk na roa do Coilegio n. 15, primeiro andar. -''
Compra-se urna casa ierra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : Irata-se na
ra Augusta 11. 17,
Compram-seeiTectivamento oa ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica' e da divida provincial, assim
como aegoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Corapram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jo-e Joa-
quim Dias Fernandas, ra da Cadeia do Re-
cife.
13500
19600
25800
800
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Momhos de vento
comhomhas derepuiopara reas rhorlas eba-
i de capin : na (undigao de D. W. Bowman
na ra do Brum os. 6, 8 e 10.
FARINHA
Pe Trieste.
Vende-se em casa He Saunders llrcthers A; C. n
praga do Corpo Santo n. 11, a muito mperior ebera
oouhecida farinha da Triesla, da marcaprimeira
qualidadechaaada em 9 do correnle na escuna
Pfeila, em porcoesgrandes e pequei as.contornie e
vonladedo comprador.
TAIXAJ PARA ENGEXHO.
Ma fundieo de .erro da O. W. Bowmans o*
ra da Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver|um completo sortimerto de taixus de ferro f un
dido e batido de 3 a 8 palmos de becea, as quaes
acbam-se a venda,por eprego coremodo a com
promptido: erabarcam-s oucarragaa-sa emear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de ijaunders Brothers C., prag
do Corpo Santo o. 11,ha para vendar o se uiote
Ferro inglez. *
Pixeda Suenia.
Alcalro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizo para saceas.
Oiio entraacado igual ao da Babia
E uai completo sortimento da fazendas proprio
para este mercado : ludo por prego commodo.
r PiaDOS.
Em casa de Rabe Schroettau Companhia,
ra da Cadeia o. 37, veudem-sc elegantes
danos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
IOS
Ricas titas tinas e muder
as dos melhores gostps
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
uueimado 11. 33e por pregos que nao deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
Sai muiiondos par.i pn-
nhos.
Vendem-se muito bonitos botOes para pu
nhos pelo baralo preco a 500 e 800 rs, cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miodezas da boa fama n. 33.
hades para luto
Ditos de dita brancos
cor a
Cortes de collete de f uslao finos com
barra a
Cortes de casemiras de algodo de
bom gosto a i?00
IVctnhas de breUnha de linha de 6
jardas a 3*000
Pecinhas de cambraia, branca bor-
dadas a 2/800
Lengos brancos de cambraia de li-
nho, a duzia 3/400
Chapeos de castor branco, fino, ca-
hega graode a 10/000
Dilos prelos finos, francez para me-
nino a 5?000
Camisas de meia finas a 900
Completo sortimento de obras de
ISa para meninos, epnr 1 000
Grvalas de diversas qualidades 600, 800 e 1^
l.uvas brancas de algod^u para ho-
mem o par 260
Pannos de bonitas cores para mesa 3)000
Redes grandes de Tocun a 2*000
Ricos bonetes para cabeea tanto de
panno como de ganga a 2*000 e 3^000
M110 bom c ba-
rato. BANDEJAS FINAS E BARA-
Na taberna grande ao lado da igreja da So-1 T ? '
ledade, vendem-se saceas grandes com mi- 1 1J,
Ido novo, por prego conmodo. Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
maitos pelo barato prego de 1/500, 2J500,
39500 e 4o : na ra do' Queimado loja de
miudezas da boa fama 11. 33.
LEQES FINOS.
Vendem-se leques muito finos com ritas
tente inglez que euslem no mercado; pinturas, espelhoe plumas a 2*, 3*500 e 4/ :
a venda 110 urmazeo de Roslron; na rua fo yueimado loja de miudezas da
Rooker .C., esquina do largo do |)0a ()ma 33.
CorpoSauto n. 18.
negras velhas ou alejadas, que anda pos-
si rn dar algum servico.
AVISO
Precisa-se de officiaes do alfaiate de obras
grandes., e para caigas do casemira, c coslu-
reiras para calga-> e colletas : na rua da Ca-
deia do Piccife, primeiro andatvu. 40.
No dia 20 do correnle, depon da audiencia do
Dr. |.'iiz de orejo.iS, eacrivo (iuimaiacs. lem de ir
a pra<\i um siairada 1I1 3 aodarea e -ct'io, sito na
tua do ".olieeiu n. IC.avaliadoem 14:1009rs.; per-
Ivnceute ij caaal to finado Jacinlho Soare liolollio.
Hotel inglez.
RMB0T& PICHE.
Tendo sido contratado para o mesmo ho-
tel um perfeilo cazinheirp francez, Izaugoise
Pauppeirlle,convu.'a-se4^ s. uhores amado-
res dos bous peliscos.a visitar o dilollaLe-
lecimenlo. Quaesquer ordens para iaut.'.rcs,
pstesele, serflo a Hendidas com ^oaipli-
do e aceio. Admtticm-se alguns escravos
mogo, como sprendizea.
Quem precisar, ilt urna boa engomma-
deira com todo o aceio possrel, uirija-se a
rua das Cruzes n. 39, primeiro aodar. a
mesma engommadeira offereee-se para en-
liar a engemmar a qualquer escrava.
ien-v*3.
Vendem-sc saceas com lannha da ler
ra : no caes da alfandega, armazem n- 7.
Vcodem-se 2 escravos, sendo 1 negro e
1 negra : ua rua da Cruz n. 62.
Ballas novas c salino de massa.
Estes dous arligos venden>-se sc?r!8 ne
armazem de Barros c* Silva.
Vende ..-si no escriptorio
das liias de mnibus
velas estearinas superiores, para cano e pa-
ra sala, por prego commodo.
S ollerecem. elle maiores vantagens do que W
-*- outro qualquer; o proprietario deste im- ra
portante estabelecimento convida todos *|
, os seus patricios, e ao publico em geral, -g
' i "ira qoe venham (a bem dos seus inle- JJ
|;^ resses) comprar fazendas baratas: no ar- jgg
j iLazera da rna do Coilegio n. 2, deAn-
^ touio Luiz do Santos & Rolin. |^
O doce do
A.
Avisa-sc as pessoas que encommendaiain
doce, queso recebeu seis arrobas dalle; por-
tento venham ver antes que se acabein :
coufeilana confronte ao Rosario cm Santo
nlouio n. 39 A,
Oll'erecc-se un:a mtilher para ama, a
qual sabe fazer o seivigo ordinario de ua
casa : na rua Augusta, casa n. 15 11.
-- Precisa-se de urna nma para casa de
pouca familia : na rua do Flores n. Z\.
'". A'."ga_se urna escrava moga, para o
servigo interno de urna casa de familia : as
pessoasique?pretenderen, lugar dirijam- U(lose eito, pa araono:cor8 fl0 ,coqueuche
se a rua do Coilegio, sobrado n. 23, primei- br0nchite, dr na garganta, e luda as moles ta
ro andar, que achara com quem tratar. doeorgospulmouares.
iailo
Veiidem-ie as seguinles faiendas, mtiilo em con-
ta : crosdenaple prelo, covado a l^fiOO, 2- e 29200,
elini lavrado .lilo, covado a 1>9|K|, -J- e 2&I0U, Al-
harieza prela co-o mais de vara de largara, fazenda
propria para mantos, laiaa, hbitos, ele, al?o co-
vado, sarja prela lina a 2* chal de llores solas,
111! 1 -: -- a SOO rs., corles de laa de quajros a
39, cambraia! traneexai mudo linas a i80 e 1;n a
vara.seliin trelo marao a 2*, 3? c 4.5 ocovado, se-
das dequadiinlins miudos, lindos sollos a 1 o ro-
yado, duqueza de quadios achamaiolada a 900 rs. ;
do-se as amostrai coin penhor.
Vende-se um meleque, de 9 a 10 an-
uos : na rua da Madre de Dos, loja n. 34.
.a
de ouro, de patente inglez ; vendem-sc no
armazem de Rostron Rooker iV Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo 11. 48.
N. O. Bieber S Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Itrinzo.
I Brins da Russia.
i Vinho de Madeira.
Algudao para saceos de assucar.
Aluo- fto/.inlio da Baha
para saocos de assucar: vende-sn em casa
de N. O. Ricber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vendem-se dzias de facas e garfos de ca-
bo de marlim
dilos de cabo
di las dilos
zias deco
ditas de metal mais ordinario a"800 e 1*400,
e outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
prendendo a caiga com cinturSo de sola usa
a camisa por cima da calca ; foi comprado
a Pimo Augusto Cavalcanti de Albuquer-
que, do engeiiho Culinguba da comarca de
.Nazareth: quem o pegar, leve-o a seu se-
nhor, ou nesta praga na rua do Uueimado au
8, ou na Solcdade n. 33, ao captto Antonio'
Alves de laiva, que ser* generosamente re-
compensado. Protcta-se desde ja contra
qualquer pessoa que Ihe de couto. Consta
ler sido visto, e por pessoa que o conhece
na rua do Crespo, na sexta-feira, TI do mes!
ino mez.
No dia 27 de fevereiro prximo pasea-
do ugio o escravo pardo, de nome Jeronv-
mo, com idade de 38 annos, pouco mais u
menos, de eslatura baixa, aecco do corno
bem parecido, barbado e conserva auissa>'
lem olhcio de carapina e tamben de marci-
neiro, o qual foi escravo do >r. Manoel < v-
rillo Wanderley, rendeiro do engenho R-
him, lia freguezia de Scnnhaem : quem o
apprehi-nder, leve-o no Recife a rua das Flo-
res a entregar ao Sr. Joaquim Francisco
Torres 1,alindo, ou no engeubn Morenos a
seu proprietario Antonio de Souza Leao que
recomuensara com cem mil res.
No da 16 de fevereiro, fugio do enw-
nho I-avagem, ua comarca do Pao d'Albo
um cabrinha de cor acabocolada, de nome'
Febx, idade 16 anuos, que nao parece ter es-
ta idade, pelo tamaito que he pequeo ca-
bellos caxiados, fornino do corpo, qua'ndo
falla he com a bocea cheia de lingua e meio
gago, e quando alguem falla com elle tem
por coslume abaixar a cabega.tem os denles
largos, bocea grande, olhos e nariz pequeos
mages altas, ps c mSos chaboqueiras as
uohas irregulares,asn>aos callejaiidas.d en-
xada, os pes com cravos-seccos ou calor de
ligado.com as costas cicatnsadas de chicote
barriga grande, umbigo um pouco crescido'
bem leilo de nemas, levou camisa e serolo
de algodao azul, a camisa e cirola branca
foi encontrado por nns malutos.que vinham
de cimaj no lugar da Picada, comarca do Li-
raoeiro, que ia conduzido por um homem
branco, barbado, em um cavallo de .ella
julga-se ter sido furlado, ou levado a titul
de forro ; recommenda-se aos senhores de-
legados do centro desla provincia, e ca pitaes
decampo, que onde for encontrado o dito
jabrmha, mande-o agarrar e conduzi- k> ao
dito engenho Lavagem, e quem o irouxer
sera generosamente recompensado, ou enlSo
nesla praga, na rua da Guia, em casa de Mau-
ricio francisco de l.iuia.
-7 Continua a estar rugido o preto Jos
cnolo de tainos as cosus e lornoielos bo-
tados para lora, por causa de bobas.com
panos no rosto dos dous lados, sunaoe-
se ter seguido o lugar de Jngazeira aond Hle
lem mu : quem o pegar leve-o a rua da
Guia n. 99, que sera recompensado
- Pede-se a apprehensSo da escrava Qui-
tea, de nagSo Cassange, cor preta, baixa
idade de 30 annos, segundo representa, e
lido de cbita ja desbolada, panno chamado
da costa, com lislras encarnadas, e missau-
gas no pescoco, a qual desapprreceu no dia
13 do correnle: sera recompensado quem
della der noticia, ou leva-la a rua eslreita do
Rosario n. 42, segundo andar.
No dia 4 de leve eno do correitc anuo,
desappareceu um negro de nagSo, m-s que
parece c.ioulo, por ter viudo muito peque-
o, anda mamando, o qual representa Ur
de 26 a 32 anuos e idade, de nome Maihias,
cozmhejro, estatura ordinaria, magro, roalo
comprido, pouca barba, olhos grandes, so-
brancellias ruchadas, nariz chato e ponludo,
beigos grossos, hoce regular e com denles,
lem urna pequea cicatriz era urna das fa-
ces, e outra
de boa qualidade a 10*, ditas 's,e oulra em urna orelha, pela parle de
1 de balanco muito Unas a 6/, jhaixo, de um talbo que levou, bem como
s cabo rolico e oitavado a 3*, du- i outra no pescogo, que por mulo leve, talvcz
Ihcres da metal principe a 3* e 6*: !it'J* pouco visivel ; foi encontrado em Santo
^elliiis.
Os mais bemacahados scllins de pa-
la paiM vestidos.
Vendem-se cortes de lia para vestido, de
muito bonitos padroes, e com 15 covados
cada corle, pelo baralissimo prego de 5;000:
oa rua do Queimado o. 22, na bem conheci-
da loja da boa fe.
V
pe-
Algodo monstro
iluda.
v'cnde-se algodao monslro,.com 8 palmos
de largura,
otassa e cal
virgem,
No antign c ja bt)m conhecido deposito da
rua da Caaeia do .Hecil'e, escriptorio li. 12,
na para vender muilo superior potassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa ein pedra, tudo a precos muilo fa-
voraveis, rom os quacs ficaro os compra-
dores salisteitos.
AnlSo, seguindo a estrada, com um bauzi-
nho de (landres novo na cabega, e um gallo
nobrago, suido muito dado abriga deates
aninraes ; acta escravo pertence a Cuslavo
Jos do Reg, no Reare, rua da Aurora :
quemo apprehender sera bem gratificado.
JNu da J do correule niel, dosapporeceraan da
| engenho Lastro-na freguezia da Lacada, > rscra.o.
de iiHr.io Angola, que parecem cnoolos, aabao tio
earreiros, um da uome Joao qoe representa ler 35
aunos de idade, pouco inaia oo menos baile, meio
banzeiro do corpo, falla meio gaso, pe. ben la-
los : o oulro de neme Antonio, alia, groo, cara
larga, nariz chalo, cilr prela, pea bem felot, aoilo
rhelonco, reprsenla ler 2"> annos, poaca ma oa
ineiio,; consla lercm subido para o serlao, em eom-
paohia de alfiuem; nao lem si-oaes de caalico: qoeea
os pegar, leve-o nesla praga a Keraardiao fra-
cisco de Azevedo Campos, na rua dat I nnrheira. a.
i0, ou ao seu senhor 'Jote Caruillo Cataloaali m
mesmo eugeuhc, quesera Sutroiameole recomnea-
sado.
Nc di.-, 6 do correnle, 2 escravos, Isido-
no> Cnolo, que reprsenla ter 30 annos, es-
tatura alta, corpo regular, pemas groases,
pes grandcs.pouca ou upiihnma barba, Josc,
poiem o veidadeiro nome he Malheus, esta-
tura alia, reprsenla ter 50 annos tem os
ps cheios de cravos, que precisa andar de
aplcalas, quebrado de urna vanlha, ambos
sahiiam com a roupa do servico que senao
sabe de que usam, lodos dous sahiram ar-
mados a clavinote roga-se as autoridades
policiaes, (-apilaos decampo, queospren-
muitopropiio para, toalhas c j >....., n 11 Alt O! VA1> rl fllln di"".ou ri,Va"' prender, leva-Ios a sua scnlio-
lengoes, pelo diminuto prego de 600 rs. ai "' ,l 1UC*U CBIIVCI UC UlU. ra, viuva eSehasliao Antonio P. Brrelo no
vara :
u. 22.
no loja da boa fe, rua do Queimado
OSTANHAS ASSADAS
Na rua esreita do Rosario n. 11, vende-se
a toda a hora do dia castanhas assadas e
cruas.
A/.eite retinado muito superior, pro-
prio para candiciros de todas as qualidades:
commodo, na rua do

.<
ri.
I oi Irausferidoodeposiiodcste \arope puta a hn
tica de Josc di Cruz Sanios, na rua No\a n. 53*
SSte ''r'0"i' r ",cii'V.1r0"',seul'l Wf" ,od,0- bem s recbe'mTroc''agVu p''teii
iIIPORTANTl PARA 0 TLBLICO.
Para curade phlysicaem lodoiosseusdilleren
iegros, quermofivada por conslipages, tosse
I aslhma, pleuriz. escirros de sangue, drde cos-
rua ao vueitnado se-
gunda ioja u- S
VEND-SE :
Panno fino preto provadelimno.o mais su-
perior que ha, casemira a mais lina, col lates I vende-se por prego
de casemira bordados de lloros solas,e linos,' Trapiche n. 16.
cohetes de velludo de cores,lengos e grvalas ,\a rua da Cruz n. 50, armazem de San-
de superiorsetim preto.seiime gurgurao pre- ta Barbara & Companhia, vendem-se elTecti-
to para colletes.grosdenaple preto.sarja preta | vamenle caixoes vasios de lodosos tama-
lisa u lavrada para vestidos, meias prelas a
brancas de seda, chalts ricos de loquim bor-
dados, ditos de marin lisos e bordados, pre-
los c decores, cambria de linho linissitiio ;
e outras muitas fazendas por pregos com-
modos.
Vcndc-se um relogio de ouro patente
inglez, com um correnl.ioou sem elle, tam-
te suis-
no pa-
lillos.
di
fea
anguesugas
Vendem-se ou alugam-se bichas por lodo
prego, e qualquer porgao, e garante-s a boa
qualidade na rua da Cadeia do Recife n.i7.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co- [engenho Kodizio, freguezia de S. Lourengo,
uiiecida loja de miudezas da bea lama n. 33, | nrsla P'aga. rua da Cadeia n 28, queso-
voltas prelas linas e ordinarias, ricos allme- j r'"> geiicrosaincnte recompensados.
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do I t.ontinu'a a calar fgido o escravo
melhor gosto que se pide encontrar e por Antonio, Cassange, de idade 36 annos, pou-
prego que nao deixara de agradar aos se '" n.ais ou menos, com os siguaes seguin-
nhores compradores :les : altura regular, cangueiro no andar, cor
CERA DE CA UNA IBA. preta, rusto redondo, sem barba, costas lim-
Vende-se cera de carnauba le boa quali- l'as cheiodo corpo, conversa pouco, foi es-
dade : na rua da Cadeia do Recife, lojalcr'TO do atoado Caetaoo t.ongalves da Cu-
n. 50. | "!'* e lugio no mez de julho do anno pro-
iy -i i simo passado, suppe-.-e actiar agasalliado
C#CO\aS Je tOaS asquail" por alguem, para aa partas do Mi aata sjao-
#J,i!a.s ll.-?fS-:_ P**8* <|uc o apprehender, sera
[i 1 S
Agencia
(undiccio Low-.Hoor,
rua da -Senxa.H Nova
n. 4.
Neste estabelecimento conlinu'a a haver
um completo mu tmenlo de moeudas emeias
mo-ndas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dilo.
Em casa de llenr. Brunn 6 Compaidiia, na ,
rua da Cruz u. lo, vende-secoguacem caixiLhai da 320, 400, 500 e 600 rs., na rua lo Uueimado
duzia. na loja de miudezas da boa fama n. 33"
inca :
; gratificada com losoon, qu os recebera na
Vendem-se ricas escovas inglezas para ocrasiao da entrega do dilo escravo, no oaf-
roupa, o melltor que pode havtr e de nova Benho Curgaf i da comarca de Peo d'Allio,
invenajao a 3-3, ditas francezas muito boas ou lecife, na rua da Cuia u. 64, segundo
a 1, SOOe 2?000, ditas para labelo ingle- ;lndar ; tambem se. gralilicara a quem dei
zas e francezas a 15^00 e 2;, ditas para den- uolicia do mesmo escravo com HtOTt.
tes inglezas efranoezas a 400, 500 e 600 ra., fugio de bordo o brigue brasileiro
ditas para unhas dita lila a 240, 500 e 1?, e Melampn, na noite do da 8 do correnle, um
ouirasqualidades mais baratas, que ludo se nca"ro ue nome Marcelino, nagSo ('.alnada,
rua do Queimado na bem conheci- i a'lura regular, secco do corpo, rosto
vende n.
da loja
miudezas da boa rama ti. 33.
riTiSDEVELDO.
_ coan-
prido, barba serrada c cria suissa, com falla
de denles na lenle, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
, a bordo do dito navio, junto ao caes do l'as-
Vendem-se litas de vellido prelas e de co-|se,0 Publico, ou a casa de seu couMenalano
res.estreitas elargas, Usase abertasde mu-i Maooel Alves 'Cuena, na rua do lrapichc n
.bu"?.g'=n:?\.Jnlei0 b*ra.. prfs".. ?J. 1,4' (>ue sera ^en recompensado.
PEKN. : 1 V.PDE 11. r. UE FAKIAI857
I
MUTILfiDD"
ILEGIVEL


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