Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06664


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AUO XXXIII N. S.
Por 3 mezes adiantados 4S000.
Por 5 mezes vencidos 4500.
MULTA im .8 hi MARIO DE 1857
Por anuo adiantado 15<000.
Porte flanco para o subscriptor.
KiVCAHIlfcXiADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE*
Parshiba o Sr. Joo Bodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joa-
fluirn 1. Ptreiri Jnior: Aracaty, o Sr. A. ds Lentos Braga ;
CeaIt o Sr. i. Jote da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Sues Rodrigues ; Fiauhy, o 8r. Domingos Herculano A. Pessoa
carota : Para', o Sr. Justino J. Ramos : Amazonas, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
niinili :
hsumi
8. Ani .
S. I ......
.-ir. Flu
PARTIDA DOS CORREIOS.
,.. ,|., .1;
Vll,nliui-I
<;>ii>
11
i oil > oa alas, a 9 tala
i, Goianaa a 1'ai.ilnli,-.: .na
, I;.-*.,ti, iliijio, Oaraara
B(0 P.....,1 \M,o. .\.i...r.l(i
:... Villa-Bella, Boa-Vi.Ia
jara, ScitaUaca, Iti.i-F.
> e N*ii i aialas-falras.
i co-rci.i- parlera as lu tioi,
"O,
-.vai',.u.-.
,ir.onn,n-:.....arfa-Trira
lliiju. Prsqacra, In-'.i-
K< ,..,- .,....rl.. r.ir...
Ilarrairm, Agua-Prala,
AUDIENCIAS DOS TIUBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio .- segundas quintas. a'
Relacao ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda .- quartare sabbados s 10 horas.
Juizo do commereio: segundadas 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orpbos: segundas e quintas as 10 horas.
'Tiraeira rara do eivel : segundas a sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas a sabbados ao meio-dia.
EPHEUERIDES lio MI./ DE MARCO.
3 Quarto crescente as 2 horas e II minutos da tarde,
lo La cheia a 1 hora e 58 minutos da /.rde.
18 Quarto minguante as t llorase 41 minuto da manhs-
23 La nova as 8 horase 9 minutos da tarde.
PREAMAR DE llo.lE.
Primeira as 10 horas e minutos da manhaa
Segundeas III horas e 30 minutos da tarde.
aham ermita.
DAS da semana.
lili Segunda Ss. Cyriaroe Taciano Mm. : Abra
17 Serta S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18 Guara. S. \arciso are, m. s. Kduardo re.
19 (Jniuia Ss. Cosme e Damiao, S. J ose- esposo Je N. S.
20 Sella S. M. .iinliii Doniieuce are.
21 Sbado S. liento ab s. Birillo b.
22 Domingo. 4. da quaresma. S. Bazilissa c Colensina Mm.
ENCARREGADOS DA SI llSCKIPiAO no MI.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias : Baha, o Sr. D. Duprai
Bio de Janeiro, 0 Sr. Joeo Pereira Minias.
Eli PERNAMIII.CO
O proprietariodo DIARIO Manoel Figueirot de reiia.oa sua
livrana. praca da mdependenria os. 6 e 8.
PARTE OPPICIAL
OOVEHNO DA PROVINCIA.
Expediente ds da II da marco
Ollicio.Ao commandanle da estarlo naval, com-
rounicaudo-lhe ter proferido no requerimenlo de
Miguel Filguera Galvao o seguale despacho :Pro-
va o que allega com as tormalidadee adoptadas em
casos semelhaiitr-.
DiloAo cliefe de polica, inteirando-o'de ter e\-
lieJuio ordem para o pagamento das conla9 das des-
lelas feilas com o suslenlo dos presos pobres das
cadeias de Caruan'i e Pao d'Alho, sendo a primeira
relativa aos mezes de Janeiro e fevereiro ltimos, e
a sequoia aos mezes de oulubro a dezembro do an-
uo passado.
DitoAo mo-ii)n. Iransiniltiudo para seo conhe-
eimenlo c expc dirn das necessarias provideucias,
copia dooQicio em que o juiz municipal de Caroa-
' ni comrotioica o criine horroroso perpetrado no Alli-
nho, na pessoa de Juliana Mara, e as medidas que
se tomaran) para a captara e punidlo dos autores e
cmplices de setnelhanle allenlado.
HiloA Uioniziu Rodricues Jacobina, juiz de
paz mals votado do Aninhn.Ka-pon ten lo ao olli-
cio que Vmc. me dirigi em :~. do mez passado.
> (eolio a declarar-lite, que designo o dia Uti de abril
para iusiallacao da uula qualitieadora uessa fre-
goezia.
Compre, que Vmc. um roez antes desse da, con-
voque por meio de editaes, os eleitores e eupplen-
"tes eleilos em 18.">2, que teem deorganisar a referida
jonta.Commomcou-sa o' cmara municipal du
Bonito, recommeiidando o cumprimento na parle
qoe Ihe loca, das decists coudas no supradilo
ofllcio. p
DitoA Romn da COnha Amaral, juiz de paz
mais volado de Ilamaraca'.Recebi o oflicio de 7
do enrrente, em que Vmc. pede e designarlo de no-
vo dia para nslallajao da juma qualitieadora,
cujos trabalhos deixaram de comerar na lerceira
dominga de Janeiro, por nao ter a enmara munici-
pal respectiva remettido a Vine, o livro da qonli-
fica(ao e a lisia dos eleilnres e supplenles da fre-
guezia.
. Em resposta tenlio a declarar, que designo o ilia
26 de abril prximo vindouro para a insUllar.no da
referida junta ; comprimi que, com a anteceden-
cia de um mez, determinada no art. 4- da lei de 19
de agosto de IMti, Vmc. convoque para aquel le fim
us eleitores e supplenles eleilos em 1838.
Nesta data ollicio a* cmara mrmiciptl compelen-
te, para que providencie sobre o cumprimento desla
tiiinhci decsjo.Ollicou-se a' enmara municipal de
Igoarass, recnmmendando o fiel cumpnmenlo das
decises conlidas no oflicio supri, e a remessi do
livro de que traa o referido juiz de paz.
DitaA'cmara municipal do Cabo.loleirado
de quinto essa cmara me cummiinira em seu ofli-
cio de 9 do corrate, n.-ll, lenlio a declarar-Ibe,
qua designo o da (i de abril prximo vndouro pa-
ra inslallaca i da junta quilificdora, na freguazie
do Cabo.
Compre, qse essa cmara eipeca neste scnlido as
ordens necessarias, recommendaudo ao juiz de paz
competente, que nm mez anles da referida nslalla-
cao, convoque para ella os eleitores e supplenles
eleilos em 1852.
DiloA'' Ihesonraria prnviocial, remetiendo as
clasulas para a arrematarlo da conelu< Ao da obra
do raio do sul da casa de delenrao, alim de serem
ellas anonada* ao oflicio da directora das obras
publicas, cm jqae se tem laucado o despacho desle
governo de 7 do correte.
Dilo.V roesma, commonicaodo haver por des-
pacho desla dala mandado passar a Jos Maria da
Croz carta de pusenladoria, nu lugar de contador
daqoella Ihesouraria, e bein assim a Joaquim Fran-
cisco de Mello Santos, no lugar de secretario da
rep.irtc,So das obras publicas. Communicou-se
lambem a assemhia legislativa provincial, e ao di-
rector das obras publicas, quaolo a este.
Portara Demilliodo a Maria Marliniana de
Campos e Uliveira do cargo de profesora de pri-
ineiras ledras do colle^io das orpllas.l;izeram-se
as necessarias rommouicace*.
DitaMomeando a Anlonin Cardozo de Queiroz.
lomee, para u lidiar de contador da Ihesouraria
de Tazeuda provincial.Communicoo-se a e'la.
DitaMomeando o liacliarel Antonio Mara de
Faria Neves, para o lugar de esrrivao da receila e
despeza da Ihesouraria de l.i/.e.nda provincial.
Coiornuocon-se a' esta.
DilaRomeando para olliciaes do 9' balalliilo re
infaotaria da goarda iicumuI do municipio de Olin-
da aos eidadaosabaixo declarados :
:i.a coinpaiilii.i
AlteresJos Elias de Vasconcellos.
7.a companhia
AlteresJos Dias da Silva Jnior.Commonicou-
se ao respectivo commandanle superior.
DitaConcedendo 30 das da licenra, para tratar
de u.i sande, ao majur do 3' balalho da guarda
nacional do Recite, Manoel Claudino de Oliveira
Croz.(". miinuiiKoii-se ao commandante superior
respectivo.
DilaConcedendo a Manoel Josu de Albuquer-
que, licenca para corlar em malas particulares entre
Ponta de Pedras e Maria 1-arinha, lli cavernas e
10U liames de sicupira, alim de serem empreadas
na conslrucco de urna barcada.
DilaCreando duas barreiras, sendo urna na pon- ] Oflicio do commandanle da eslacao naval, pedin-l V. Exc. foi servido coaltar-rae, que obrara acera-
AISIIV K0S\.
Lembrancas das margena do
Bosphoro.
l'Oli PACLO DE .MOLfcNKS.
I
t-alle-me di coosa* elernas, dizia urna noile
a pooco lempo a um homem, que pouco amei ero-
heci muito, nina mollier neise esladp de corarao e
esse momento da vida em q.ie urna patio* fica'sus-
*nsa entre oam>r divino e o oulro amur.bem romo
>pasaros que segueni os navios liram aaspeoso ro-
le o mar e o reo. De quaintu em quamlu os vemos lo-
ar comas azas essas ondas sombras, das quoes pare-
en) Moafaalar-M senflo com Jor; drpms a realo
elele o* allrahr; e elles deappa:e'em mi azul do
m para deseprem novamente. He asun que ella U-
ia, e que tara lalvez por muilu lempo man grado
u. ijunrin> a elle, jolgaem os leilore* de sua exis-
iicia e de seus iien-ameiilos pr.'a Ma resposta.
lia oousas elernas. di-ie-lhe c-io. que nJVi I-
I lalvez a f-irmi lavel felicnlad* de rtinhecr. bem
ue lenha ja.'gadn enlrcvc-l s um atlante. Se ellas
ie hoiivesseni sido reveladas, en nao fallara a -en
ispeilo. olire.'ii lo rom voss, ne*le lu^ar. e a esla
ora ; min ha las divina que nm me oeeoltasse -en
orpo, apezar ile^ua dehcmleza. .Mas conliero efion-
a i e-s-i rfe admirar cou*;i- ao mniit lempo im-
lortaes e fugilivas, assim como o m li/.ivel prazer de
ue sua presenca me anche, e que m uilu lempo de-
iois de n* ser i inspirado por mulheres como voss
homenscomn eu. Fallemos desalaeoosat.
Mais ama historia de amores.
Ilavia as margeos do Bosplioro urna mull:rclia-
nava-se Aisha Rosa. ateara na Asta, donde tirara
primsiro mue. Depoia fez-se chrisl.la e luniou o
e Rosa, linha apenas dez.es^ta afinos. Aqu ns an-
ua n.lo opprimem as mulliere- com oseu peso ; pelo
onlrario rrem in- minias vezes Ihe augmei'lam a
lelleza, tornan lo-as animadas e harmoniosas como
s arvoresemqua seaninham passariulio*. Vos rides,
eitores, qoe queris l joro-vos qoe peoso assim. Nao
le do Manguiulio, e oulra na estrada ra Capuuga
contigua a mesma ponte, e ordenando que os peda-
gios dessas barreiras sejam expostos em hasta publi-
ca. -vr\ in.ln de base a esla arrcmalacau a quantia de
159 diarios.
i:.rpediente do secretario da provincia.
Secretaria do governo de Peruambuco, cm II de
marro de 18j".
Illro. Sr.De ordem de S. Exc. o Sr. presidenta
da provincia lenho a hunra de commomrar a V. S.,
alim de que o faca constar a assemblea legislativa
provincial, que S. M. o Imperador, conformando-se
com o parecer do cunselho de estado, sobre Consulla
da secro de juslira do memo consclho de 2.) de
janeiro do anuo passado, a respeilo das dnvlas que
tem occurridolquanlo a;creac,ilo e supprcso, anne-
tl<*Jia e desannex.irao dos oflicios de Justina : houve
por hein, por sua imperial e immediala re-nluc.m
de 17 de Janeiro ultimo approvar o dilo parecer,
menos na parle relativa a' annexac.m.'c dc>annexa-
ejla por depender de interpretado legislativa. Da re-
ferida consulta, qoe corre impressa, resullam as se-
guinles decisfie, em que ella se resume
l.a A faculllade que teem as assemblas provin-
ciaes de legislar sobre a crearlo e suppressln do*
oflicios de jolir;a, comprehende nao sii os oflicios
existentes ao lempo do aclo addicional. mas tambera
os creados depois delle [primeira quesilo da con-
sulta.
2." Pelo principio de qoe compete ao poder geral
a organisarilo jodiciana, e mo poderem as assem-
blas provincias crear ou siipprimir os oflicios de
justica, alterando a sua nalureza atlriboirOes, se-
gue-se : que quandu o numero fnr annexu, oa es-
sencial a organisarilo, alo podem ellas tornar priva-
tiva de urna to pessoa um ollicio que lie cumulati-
vo, ou ciimulalivo um ollicio, que he privativo de
urna pes soa. 3- e 4- quesilos.,
3.' Pelos mesmns priucipios nao pudem ellas
crear ollicios especiaes, ou destinados exclusivamen-
te para certa especie de cousas, pesoas ou aeres,
porque esla ciearao cercea atlribuisOes de oulros
oflicios, altera-lhes a nalureza, da' existencia a em-
pregos de nalureza nova. (2* quesilo.'.
5.a Pelea mesinos principios nao podem as assem-
blas provinciaes toppritair absoliilamente os olli-
cios de jutlica, porque a suppressflo absoluta im-
porla a S'ippressau das allribuires. (5- quesilos.'
5.a Ouando as assemblas provinciaes nao desig-
oarem o numero dos oflicios, deve elle regular->e
pelo decreto de 31) de Janeiro de 183i. 8- que-
silos.',
Huanlo a' annexarao e desaiinexarao ilos olli-
cios, a'visla da imperial re-olurao, fica entendido,
que at haver interpretarlo legislativa, deve ser
reapeilada a pose em que esiao as assemblas pro-
vinciaes de aislar a este respeilo srm prrjirz.o das
regras eslalielecdas oas decises anlecedenie'.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, lendore-
cehido esla commiss.1o por aviso .lo ministerio ila
jusja do :tl ifc Janeiro ultimo, julga conveniente
lie-la IransiiiiUilr' a assemh!a-~ajJBjBjs['.(tiva pTvfr^
ciat, afim de que esla, na deliberar.es que hoover
de lomar sobre a crearao ou soppress.ao, iDneiajao,
ou desannexatap dos ollicios de justica, lenha cm
vista as decises coulidas na referida consulta, coja
doiilrina se funda no art. 2' da lei da interpretarlo
do aclo addicional.
Despachos do dia 15.
Antonio Pereira de Oliveira, pedindo que se Ihe
mande dar por ccrlidao as infnrmares exigidas so-
bre o terreno de mirlara no .'orle do Malo, re-
querido pelo supplicanleMandou-se passar.
Bernardo Jos da Silva provando nao estar no ca-
so de ser remtalo.1 o negado visla da nfor-
marilo.
Francisco Xavier Carneirn da Cunha, pedindo li
cenra para (orinar particular primeiras lellras.
Mandou-se juntar documentos.
Indios da al lea do lirejo dos Padres, peden) a
nomeacao de um ;novo director. A informar ao
direcior geral.
Josc Baplista Pereira, alferes moneado pan o lia-
lai:.,"i i n. 3li da guarda nacional de lirejo, pede pa-
tente.Mandou-se passar.
.l.'i .nim Lucio Monleiro da Franca, quer cortar
as mala desla prprinla maileira de con-lrucrao.
A Informar ao cabillo do porto.
Jos Lucio Mnnteiro da Franca, Man lou-se pa-
gar pela Ihesouraria'provincial.
Joa'quirn Lobato iferreira, requrren.ln que se Ihe
mande restituir o terreno que fica em frente de sua
casa, o qual fui dado como terreno de marinbaa
Domingos Jos da Coi.la. Foi negado a vista da
informaran.
Jos da Silva Ooimaraes, Iciienle-coronel, reque-
rendo que se mande pagar o excesso de cavalgadu-
do esclarecimentos sobre o decreto de 12 de setein
bro de 1834. A informar ao juiz de direlo da 2."
vara crime.
Dilo do commandante superior da guarda nacio-
nal do Brejo, apresenlando para ser paga a relarao
da torca da guarda nacional destacada.Mandou-
se pagar pela Ihesouraria de fazenda.
O mesmo sobre o mesmo objeclo. Mandou-se
pagar.
Oflicio do commandaule superior da guarda na-
cional de Cai-anhuus, apresenlando para ser paga a
conla de objeclos, que secompraram para se fazer
a qualilicac.lo. A informar a Ihesouraria de fa-
zeuda.
Dito do presidente da commissan de hygienp pu-
blica, dizendo que se mande pagar a gralilicaco
devida aos membros da referida commitaSo.A iu-
formar a' Ihesouraria de fazeuda.
Dilo do direcior das obras publicas, di/endo que
se mande por em prara o empedramenlo do 22.
la uro da estrada da Vicloria. A informar Ihe-
souraria provincial.
O Fxm. general commandanle das armas, dizen-
du que se mande pagar ao lenle Ignacio domes
de Ss nucir,i/ a gralilicacao que Ihe compele.Foi
remettido Ihesouraria de fazenda para pagar.
O mesmo que se mande indemnisar ao balalhao
11 de infantaria da quantia, que despendeu com a
ciiinliirc.il! de objeclos para o qoartel do hospicio.
Foi remetlido Ihesouraria dt fazenda para pa-
ga-
O mesmo do chefe de policia, dizendo quo e pa-
gue i mezes de aluguel da casa que serve de cadeia
no termo de Barreiros.Maudou-se pagar pela Ihe-
souraria provincial.
O mesmo que se pague as dispezas feilas com o
sustento dos presos da cadeia do Brejo.--Mandou-
se pagar pela Ihesouraria provincial.
O mesmo apresenlando por copia o ollicio do de-
lcgaooplos lermos.de Iguarassn e Nazarelh, alim de
que se d as providencias pelo dilo delegado pedi-
das.Foi devolvido ao Dr. chefe de policia para
iodicar as providencias.
Relatorioapresentado pelo E\m, Sr. com-
mandante das armas, Jos Joatjuim
Coellr* 'aoExm. Sr.conselheiro presi-
dente i pi ovinciti, acerca do presidio
de Feri ando de Noronlia.
Illm. e Exm. Sr.Chrgando a ilha de Fernando
no dia 21 do inel passado, fui meu pnmeiro cuidado
informar-me do estado de su adiniitistracao.
Das iuvpsliga(Oes que proced, posso cm verdade
assegurar a V. Exc, que o major do corpo do esta-
do maior de segunda classe Sebasliao Antonio do
Reg Barros, nao lem desempenliado mal o cora-
rnaiido que Ihe foi cunlaao. Ha procurado inanter
damei.te uomeamlo urna cornrnis-ao, que tomando
coiiheciineiito o estado do llmeiarifado, infolmasse
' esse respeilo com o resultado do seu exame. As-
sim preced, e o parecer da ommissao, que, com
lodos os papis que Ihe servir.im de fuuilaiueulo, ile-
poi.ho as maos de V. Exc, confirma o juizo que
cima fnrrnei dos referidos empregados. A falta re
nslrueces, deflnindo as obrigaces do alnioxarife e
do esenvao, lem acarretido conflictos de jurisdirrao,
e concorrido para desliarmonisa-los. Nao psso
comprehender como se servein os empregos de almo-
xarife e de esenvao de um presidio, romo o de Fer-
nando, mediante os ordenados de 2'rS e 20> rs., a
menos qoe os serventuanos se queiram valer dos lu-
gares para defraudaren a fazemla, ou cuidaren! de
negociar, o que llics he prohibido.
Nomee urna cooimissao para examinar asdez for-
tificares do presidio, e a V. Exc. lenho a lioura de
traiismillir o relilorlt que me fui prettate. De sua
Miara vera' V. Exc. que he pessimo o estado da
maior parle dellas, e as qu apresenlam aspecto
mais lisongciro, rarecein de grandes reparos, qur
relativamente sobre as obras de delezn, quer .ubre a
irlilbaria e pelrecliot de guerra. Cuidar da reedi-
ficarlo ou dos reparos de todas, seria na actualidade
impralicavel, seno imp ovel, alenlas as grandes
sommas a despender. o entretanto a reedilicarao
pelo lado do mar o de Ierra esta' em parlao esta-
do; da principal fortaleza denominada Remedios,
que esla' a cavalleiro da villa, dominando a barra e
aldeia, ou alojamento dos senleuciados, lie de ur-
gente e absoluta neressidade. Convm arma-la, es-
colhendo-se das nutras lorlilcarfles a arlilliaria que
esliver erh perfeilo estado, montando as em novos
gens. Em meu huinil 1e pensar a popularao suhsj- alimentados, e que a diaria deve ser elevada. Com
diada pelo Estado, podara ser convenientemente a- quanto a prohibir/io absoluta da venda de bebidas
limenlada com os productos da ilha, sem que para i espirituosas, seja, como no principio disse, una
lauto seja preciso onerar os cofres pblicos. Qua- medida ulilissima, acho nao obstnole que se pude
diariamente dar aos sentenciados e a tropa, debai-
Irocenlos tentenriadot empregados na cultura da
mandioca, feijao, milho e gerimtius, oblarla em re-
sultado do seu trabaltio a sufliciente quautidade de
laes gneros para o consumo animal do IoIhI da po-
pularan da ilha, uiando-me Be>te calculo pelas in-
formaces que exig e iniiii>lroii-nie o roinmaudante
xo de forma, um calii de agoank-nte como rarao,
perdendo-us os que nao esliverem presentes, bem
como urna rarao de fumo. Me necessaro que de al-
guma manen a se d a esses intolizes algum confor-
to, e que o governo commiserando-e de sua m sor-
do presidio, sobre este e oulros objeclos, as quaes le, Mies proporcione o meio de viverem mais cora-
vao appensas a este relalorio. Alm desles principies, modameute.
gaoarat, a ilha produz. oulros ; como sejam a caona I Se for adoptada a medida do ser a popularao do
de :. Pa-sa como certo, que o milito eo feijao depois jsequente que a tropa seja arranchada, e assim
de all rolludos, sao em pouens mezas deteriorados I tambera os sentenciados empregados no trabalho.
pala inseclo deuomioado gnrgulho ; mas esle mal | Da alimenlarao em commum res jltaro vantageus,
podera' ser sanado, veiideudo-sc uo mercado desla que nao carecem de demoiislrac,ao.
capital o excedente .lo que la for de misler para o Para que se possa levar a efleilo os melhoramen-
consnmo em Ir. mezes,applicaodo-te a imporlaocii. los etoosloi, ou oulros que ao governo em sua sa-
em res eamprt peridica de iguaes gneros, on-
de os houver em bom estado, e lazndo-se delles
reniessa para o pretidio,
A colheila resultante do trabalho rural a que me
reliro, deve ser carregada ao almnxariladocornofon-
te de receila, lazendoe a neressaria escriptoracao
em livros especiaes. Nao sao sii os generas de pro-
ducrau da ilha, aauelleide que sua popularao ne-
crssita ; pois que tainbein carero de outros, que os i
oblm dos negociantes volantes, ou vivandei.ros, a a I
bedoria parecer adoplavcis, he de misler qoe o com-
mamlaiiie do presidio recaa em nm ollicial probo,
, mlelligenle e laborioso, que sendo enrgico, nao
deixe de ser ao mesmo lempo prudente e com-
passivo.
Recapitulando as providencias qoe ledho indicado,
sao ellas :
1. Rgimen do presidio, que deve t*r puramente
militar.
2. Modinca & entrega do enramando do mesmo presidio ao Sr. ca-
ronel do referido corpo Antonia Gomes Leal a 13
do rorrete, da em que tamben) entraran) no* coro-
mandos, para que retasa Humeados, os Sr. capilar.
Caudidn Leal Ferreira do destacamento, e Antonio
Mara de Caslro Delgado da fortaleza do. Remedio-,
sendo removido para o do Rcdnrlo d> Coacetrao
Sr. alferes reformado Joaquim dos Saalrai Nune-,
conforme c disposlo lias ordena do dia do qoarlel
general ns. 421, e 423 do mez de levtreiro praiime
lindo.
Jasas Joai/uim t'oeUiu.
ERRATAS NA PASTORAL DE Ib DO CHR--
RE.NTE. a
Na 2." columna, linhas'Jl, leil-sc sle Ue ad-
ni'ra veis.Na mesma columna, Italia* 102, leu-te__
alllicoes em lugar de afleiret.
EXTERIOR.
aproVeiladas. Convm mais que essa arlilharia, re-
paros, balas e ferragens jejara de conformiilaile rom
as urdens em vigor, pintadas emeslralinenle para
preserva-las da acr.iu deslruidora do lempa. A obra
de alvenaria pouco pode custar, purque na liba ha
cal sullicienle. pedras em grande quautidade e ser-
ventes. Alguns olliciaes de pedreiro sb a admiuis-
IratSa de um eugenheiro ou ollicial de arlilharia jn-
lelligeute e aclvo, sao, no meu eiilcnder, bastantes
para execularem esse imporldiile trabalho.
U edificio em que se aclia eslabelecida a euferma-
ria, sobre nao estar Ingieuicaineiile collocado, fal-
lam-lhe as necessarias propor^es para o coiiiinodo
Iralainenlu dos enferinos sentenciados da ambos os
sexos e das pracas do deslacanienlo. Esla' a enfer-
mara de-prvida de roapa, al mesmo da que ha
absolulamenle indispensavel para Irazcr os doeutes
em aceo. Fui informado pelo cominanlame do
presidio, que urna requi-ic.lo de roupa e oulros ob-
jeclos para a enfermara foi para aqai en lere-sada
ha mezes: asalisfacao desle pedido he urgenlissima,
e eu peco a V. Exc. se digne de activar a compra e
reinessa dos objeclo-requi-ilauo. Doexposuoedepre-
hende aicooveiitencia de Irausferirse a^enfermaria
para oulro local, e a isto se presta a casa que pre-
sentemente serve de qoartel ao destacamento, por
estar situada em noticio vaiilajo.a, e que com um
pequenu augmento podera' mui bem aruiiinioJar os
dcenles. 1
A realisacao desla medida esta' dependente .le ou-
lra, que cousidero de importancia, e vem a ser
edificaran de um qoartel para a tropa, que, nu meu
entender, deve ser Dila na foitaleza dos Reme.lios,
que pouco i.la ata rule, ero s porque as.iiu lica-
a ordem e Iranquillidade do presidio ; acaulelar, e 'ra ,ss" lorlilicacao inelhormeDle guarnecida, e a Iro-
P'r termo a' abusos que prejudicavam a tropa e us Pa col" 1ue segregada da populacao, e mais anJa
-nlenciado-, e zelar aa inleresses di fazenda. .Neste ^^ razao de estar a abrigo de qualqtier sorpieza
inpenho lem, durante o seu enramando.evla(lo cui- '"" ontenciados. c em atildo de rep-llir as Bggrea-
etperiencia lia mostrado qoe es.es negociantes, ver
dadeirns traficantes, sao, nao so o llagello da cla.se
consumidora do presidio, mas anda o foco, donde
parlera as intrigas que constantemente ocrupam a
atlencao do governo. Me parece que a populacho [ medios,
reparos, nte romo os existentes se acham arruina- | do presidio ser melhor abastecida, se porvenlura o ."). Completo reparo da mesma fortaleza pelo lado
dos, e a lal ponto que nem as ferragens pudem ser i governo se constituir o seu I' mecedor. O m"io do mar. sen lo convenientemente armada.
3. Transferencia di enferiniria 'que deve ser con-
siderada hospital para a casa que presentemente
serve de alojamento a tropa.
1. Elicacau de um quarlel na fortaleza dos lle-
na aloj.iiuei.il> dos sen-
pratico "le reali.ar esta medida consistir em calcu- i li. Aug.neulo de ald
lar-se a quautidade dos generes cunsumiveis pelos lenciados.
habitantes du presi iio em tres mezes, compra-lo. e 7. Domolicao do armazera qoe serve de deposito
faze-los carregar ao respectivo almnxarifado com I dos eereae. e outros gneros do pre.nlio, edilican-
12 par eeiilo tabre oa precie da laclara pira indem- do-se outro raais afaslado pelo la o do mar, para
ladosamenle a ialrodaccllo, por coalribaudo, de be-
>idas espirituosa', fonle primordial de rilas e gran-
Idesdesirdens entre os sentenciados, e inesino entre
Tviopa i^ejssorle que a' iso se deve a paz e quiela-
eao que, de ceno lempo, ha reinado na ilha. Re-
gulou us descont, que se faziam a Iropa e aos sen-
tenciados, para pagamento dos gneros cwnpndot .'"u,Jero "e l!" "'
a'crdito e por meio de vales ans vivandeiros, des- _,,_!?,ai"lm>
conloa prat ra lo. em lo grande escala, que os ven-
ciraenlos de uus e de ou'r '
iiilegralmenle do poder. ,_., ,.a encarregado de
fazer ns pagamentos, para as maos dos msmos vi-
vandeiros. Segundo a ordem queestabelereu, os des-
conlos s;io tollos proporcioialmente para lodos os
vivandeiros, e por lal gui-a, que o sold das pragas
do deslacamenlo, e p.rle do quanlilalivo em res,
que diariamente percehem os sentenciados, licam li-
vres para paderera occorrer suas mais urgentes pie-
cisoes ; e uesia couformidade os vivandeiros regulam
as suas transacriVs commerciaes. Of preros fabulo-
sos po'que oulr'ora se compravam os gneros ali-
menticios e objeetns de ve, uno. decahiram de al-
guma maneira ante a salular medida de laiar-se os
valores dos gneros sobre oa das facturas, asseguran-
do aos uegurianUs om lucro razoavel, sublrahindo
assim a popolaclo da ilha das exlorses com que era
llagellada nesta parle, l'roruroii atlenuar os sollri-
menl.is daquelles que a le condeiniinu ao desierro,
harmuiiisando o rgimen presidial rom i s senlimeii-
tos de humatiidade. Permiltio-lhes a plaanle de
cereaes, e a creaban de aves e animaes de raja soina,
de que liram o necessario para veslircm-se, e melhor
se aiimentarem. Nao se descuiduu de melborar a
ediOeafli do presidio, e de dar desenvolvimeulo a
Cultura, nao obstante a inconstancia da estaran, e da
secra resollante da paraljsarau das cliuvas desde ju-
lho do anuo passado.
O capitao do nono halalhau de infanlaria Jos Joa-
quim de Barros, conservara o destacamento subor-
dinado, e com regular asseio nos seo> uniformes.
Olvidou-se, porm, de exercilar a Iropa, e de passar-
Ihe frequenles revistas no armamento e roupa da or-
dem, como era de seu dever. Por esla falla de zelo
nesle ramo do servieo militar, e por pesar sobre elle
inculpacoes de fazer desenlos as prieta para paga-
mento dos vivandeiros, medanle uos lanos porceu-
lo, que reverliam em seu prnveilo, tomei a resolu-
S3o de faze-ld regressar ao serv
sars desles nos casos de revolla ou sdican.
casa que ora serve de eufermaria, enllocada ao
la vc.squerdo da igreja do presjdio^iservira' para u
al .amento do capello e do sachri-^*j.
A aldeia ou alojamento dos sentenciados, lal como
xislw, mal pdejacommodar 2IH), ao paita que. o seu
numero he de 577, sendo 566 do sexo masculino e
I do leijnjnirro, sem contar com os 34 que ull ma-
oenle-para all Kguiram no brigoe de guerra Cea-
eiise.o
O commandante do presidio propoz o augmento
ni-dr.io das queliras e delcriorarcs. Isto fel
ninguem sera licito negociar, somenle o ilmoxa-
rifado podera' vcodor csses gneros pelo prero por-
que esliverem carregados.
E, (iois, que o aliuoxarifado por esta forma vira
a licar sobrecarregado oe afazeres, elevado devora
sei o seu pettoal, e prop.Tciooaiineoie os ordenados.
A esrripliiraro desle ramo de conlahilidaile. a seu
rargo devera, como o da cultura, ser feila em livros
especiaes.
C'jinmisses nomeadas pelo governo em Janeiro
de cada auno, examiuarao o estado do almoxarif.ido
nos seus diversos ramo, e darn coula circum-liin-
ciada du resultado. Se no decurso do anuo circuios
(anclas se derem, que exijan) providencias promp-
lat, o commandanle do presidio as solicilara' moli-
vadamoule.
A ilha nao he somenle adaplavel a'agricultura,
olerece eulras fonles de receila, que compre sejam
aproveiladas, e entre ouiras, suliresahe a pesca, ru-
ja industria podera' ser vanlajosameute ejercida per
viole dos sentenciados ja afleilos a e'te Iralicu, Era
dous poulosda ilha Alalaa.e ilha Ralase po lem
eslabelecer salinas, e della lirar-se o sal necessario
para o ineimq Iralho. Em cerlos periodos do 1200
as baleias aviziuhavam-se das cosas do presidio, e
eoiao a pesca dellas, por contado governo, ou por
meio de associacao, dar' graude< lucros. O com-
mandanle do pre.i lio estima a pesca de cinco ba-
leias em 2O:00(0U0 Oulr'ora o coronel Francisco
Jos Maitiiis, rjue rommaudou o pre-idio, fez pro-
posices a e.sj respeilo que mm fnram llleu-
didas.
-}o marro denominadoFranceilem-se eneon-
Irado carvod.i pedra, qu o eammandante do pre-
sidio fez experimental na oflleiua de torrarla, com
lioin retallado. Conviria mandar pessoa habilita.la
explorar essa mina, que pode vir a ser de grande
primlo uiilidade.
dar regularnlaile e aforinoseamenlo villa.
S. Eitinccao do negocio pjr vivandeiros, abas-
leclroenlo do presidio por conla da fazenda.
II. Regulari.acau da cultura em maior escala,
para que della lire a popularao ubsidiada da ilha ..
precisa subsistencia, sem oneri.cao dus cofres p-
blicos.
IU. Mellioraineulo das rieat cav.illar e langera.
11. Estabelecimento da pesca evereida por aen-
lenciailus como me, > de industria ou lote de recei-
la, e o de s linas.
12. l'-.ra da halea por conla do governo ou por
meio de a-sociaeao, como ramo de receila.
1..' Fcilura de acudes que stipprari) no verao a es-
cassez o'agua polavel.
li. Lxplurarao da mina de carvao de pedra, que
se'ia encontrado no morro Francez.
1 ">. (^ui lar-se rtu melliorainenlo da edilicacao do
presidio para eommodidade das reparlicips e de seus
empregados.
Hi. .Melhiiramenlo da escola clcnietilar do pre-
sidio.
17. Aogmeiilo da forca do deslacamenlo ; rouve-
niencia de ser arranchada.
IS. Necetttdade de conservar-se eslaccionudo as
agua, do presi to um vaso de guerra.
19, Elevarao da diaria dos sentenciados, e neceo*
idade de arranchar os que forera empregados no
trabalho, fornecendo-se-lhes uina ias?a<> de agur-
denle e nutra de fumo ; bem romo a [ropa.
2). QualiJades que deve ter n cummaudanle do
presid...
21. Acera*cimo de vanlagent para o mesnucom-
mandinle e .li, iaes de*lacadot.
Clrrnm-M ne-las as medulas i(iie lenho n honra
de propor a \'. Exc, que por sua nimia lioml.ide se
dignara de relevar o desahiiho e as lacinias que ne-
Cetsariaraaale envergara' na exposiniu de minhas
ideas, larnnes que pudem ser fcilmente precnchl-
A ilha se resenle de falla d'agua potavel no lem- i das por V. Exc. em quein abeodam couherimentos
*~ -. ______... .-._ ..._...__ _._ .:. ...... I 1-.^...^ J.. f .__^ ^._______ ____J_.___.!._-
e vontade lirrne de f,*er prosperar um dos melhorcs
eslalielcriinentos da provincia.
Se algumas das providencial cxpo-las mcrecercm
o Itseotlmenlo de V. Exc. e do governo, e torera
poslat em eitcocio, eu me darei per aalitleila di
po .lo ver.lo, e quandu este se prolonga por rnais
alguns mtxet, romo ora succede, a da el.lerna da
fortaleza dos Remedios, boa no invern, (orna-
,...,._..----------------. se nm pooco grossa e Salobra. A dos poros, he
desse alojameulo. e eu ja uve a honra de informar | anda ma's salitrosa, e escassa a ponto de ser dilli-
av. me, por ollicio de 28 de Janeiro prximo finito | cil da-la a beber aos animaes. A l'eilnra de anides i haver roncorridn com o meu fraco contingente para
sot> o o. .1.1, pronunciando-me pela feilura da obra em lugares apropriadr.s remediara esse grande' in-1 lomar raaisinleressaiite aqnelle puulo.e colher delle
irao indicada pelo direcior | conveniente. O commandanle iio presidio esla' oa j "s vaulageus que o governo lem da esperar, suavi-
DIencio de dar all principio a feilura de um aru-1 saudo de algum modo a sorte de seus infelizes ha-
de, llave.ido, como iia, na ilha cal. mulla pedra', c hitantes.
traballiadores, essa ubra podera'ser em pouco lem- Deus guarde a V. Exc. Huarttl general do com-
po concluida. niamlo das armas de Peruambuco, em I i de feve-
Para que a edificaran dn presidio augmente con-1 r""> de IX.">7. Illm. e Exm. Sr. conselheiro Dr.
sideravelmenle, e r! todas as coinm.nlid.ides aos SergioTeitetra de M .cedo, presidente da provin-
riparlicSes, basta
ABERTURA DO ISTIIMO DE SLTy.
Depois da lisia que ja demos dos diversos E-lados
europeos que (oncederam soa adhesao ollicial ou sea
concurso moral ao pmjeclo coocehido pin o ritga-
meuto do islhmu de Suez, reta-nos fallar da Oupo-
srao que esto projeclo cncontrou em ama t" das
grandes potencias, lela he, a Inglaterra 1 Aprct-
semu-nos em observar que i Inglaterra iqai nao lie
a nieto ingleza ; sao uuicamenla doas oa tres esta-
distas que teem, he verdade, a vantagetn .le presidir
neste momento aos conselhos do P.eino-i nido. Sa-
bemos qoe o esclarecido principe que hoje governa
o i'-.-M'ln, decretando a con-lrucrao do canil qaa
deve junlar o Mediterrneo e o mar Vermelha, con-
ccleu a cvecuc.i.i desla emprezi i noste honrada
compatriota, Mr. Ferdmand de l.essepi. O vice-re
lo Eg) ala loroou esla decis.to na pleailnde das di-
rciljs que Ihe inrombem em viilode dos Inladses
sjbre o territorio que deve alravessar o canal nre-
jectadode Suez a Peluse. Todava, em um espirito
de leal e voluntaria derrencia para com a aulori-
dade da Porta, antes do que pelo senlimeolo de ama
ubrigarao rigorosa, o vissallo jolgoo dever dirigir-
se a seu sozerano, e sultao, para reftir-lha a sancrao
de decrelo que Invia publicado, lia todas as rices
possiveis para crer que a Porta, rntregae as -uai
proprias iuspirares, se apre.s.iria em ratificar um
projecto que ella approva como principio, a caja ali-
e para o governo ollomano ja recoohecea ler-
:l l.l
das obras publicas, qu.nt ao lugar em que devein
ser collnca las as privadas.
Convm demolr urna casa que serve de armazera
eu deposito, pela roa' posico em que se icha, edifi-
cando-te oulra um pouco" mais a retaguarda, alim
de tornar regular o paralellogrammo que lem por la-
dos, esse armazera. o allojair.enlo dos sentenciados a
casa da puarda e ollicina do. carapioas em concert,
e a casa de residencia do commipdanle do presidio.
A escola de pnmeiras ledras, frequentada por l!l
alumnos, inclusive seis do sexo leininiuo, e snrneiile
I mecida de penuas, papel e lnl,, gearece tuoo o
mais que conslituc nina e-cola de<-e genero, com es-
pecialidade ne traslados e oe compendios elemenla-
res. V. Exc. pravideariindo de modo a ulisfazer
essas necessidadts, com a urgencia que tor pnssivel.
fara' un inipnrlanle servieo aos balotantes do pre-
sidio.
O gado vacnni e langero, nao he sullicienle para
consumo da popolaclo, que por esle motivo se ali-
menta com pcixe e aves.
A cavalhada he. lao diminuta que mal pide salis-
fazer o serviro a que he destinada. Sera' de grande
conveniencia melborar as raras du gado cavallar e
langero, e crea-lo em rnais ampia escala.
Al aqu lenho expo.lo a V. Exc., se bem que
sucriiictamenl9..u estad do presidio, segundo o que
empregados e as reparlirijes, tiasla qoe o governo
mande para all madeiras de conslriicrao. ferragens
e lelhas, que na libase na podem fabricar, par
nao se ler oescoberto ainda bario que sa preste a es-
le fabrico.
Dos sentenciados, .",1 sao ai lisias, e desles Hi pp-
dreiroi, (> carpinas, i torreirot, 11 alfiiatet, 11 sa-
pateros, 3 lanoeirut, 2 fanileiroi, I abridur, I ou-
nves e I pintor, cup-s serviros medanle lima gra-
lili.-acao razoavel podem ser aproveiladot, forne-
cendo-lhes o Estado as materias primas.
A forra do destacamento nao esta' em relarao
cora u servieo que lem de parlier no presidio e
menos cora o numero dos criminosos rouliados a sna
guarda e vigilancia. He de necessidale que seja
ca. -- Jos Joaquim Coelho, general roiiimandaue
das armas.
Illm. e Exm. Sr.Em addilamenln ao relalorio
que msl.i dala livo a honra de endererar a V. Exc
sobre u estado do presidio I Fernando, rumpre-
me ponderar a V. Exc. a conveniencia, cuno me-
dida policial, de ser augmentada a illuminaciin da
povoarao ou villa do mesino presidio cun ir.ais sei.
lanipene., que comidera iadiipentateii para aeren
cjllocados em determinado! pona*.
Se por ventura se liver de executar a medita in-
dicada m recapilolacan do aabraditn relatorio, sob
i. II, sera' de equil..de, que do producto do Iraba-
llio dos senlenciados, sa reserve um quanlilalivo e.D
res equivalente a um dia de Irabalho por semana
.. .ico do balalhao, li-
ra que deixou de receber.Mandou-se requerer i rando-lhe ocommando do deslacamenlo, que ad-
inlerim, conliei ao lenle M.iuorl Carneiro Machado
Freir, posto que sobre laes inculpares n3o me fosse
pnssivel colher provas concluden'les.' Por essa occa-
sao tive por acertado determinar que absolutamente
cessassem us desconlos a Iropa para indemnisieao
dos negocaules, mandando que os pagamentos dos
veiicimentos fossem tolos debaixo de forma, e por
iuleiro.
O almoxarifado do presidio DSo marcha regular-
nienle. Os seus empregados esiao em completa des-
harmonia, e nao podem continuar sem quebia dos
inleress-i da fazenda nacional. O almoxanfe, se
bem que enlendidu as suas obrigaeSes pela tonga
pralica que lem, he allaneiro, rixoso, e de algum
modo pouco escrupuloso. O ccriv.lo novel, i des-
conhecedor de seu deveres, he dado ao deleixo. En-
lendi, em vista das represenlares e mais papis que
Ihesouraria de fazenda.
Joaquim Antonio Dias, alferes ajudanle, pede o
pagamenlu de urna civnlgadura. Mandou-se re-
querer a' Ihesouraria de fazenda.
Manoel Joaquim Ferreira da Cosa, alteres no-
meado para o balalhao de guarda nacional u. 36,
pede patente.Mandou-se passar paleule.
Mariaiiuo de S e Albuquerque, arrematante
pedindo prurogaro de prazo.-A Mandou-se pas.ar
portara.
Manuel Filguera Galvje, reqoerendo a enlrtga de
seu escravo rilippe, recrula de marjnha.A infur-
mir io commandanle da estacao naval.
aconlecp o mesrao no Oriente. \'inte anuos curvara
nina miillier nes.e pai/. No meio de um rollo alvo,
levemente ro.ado, e le urna delicadeza e frescura
que sao o orgulho e o segredo do hornera, ella linha
olhns 13o chelos de elaridale, que, quan lo illoroim-
vam-lhe de repente u semblante, era como a ova-
sao do sol em um busque de muras. Agora pira
que a emitierais oleramanle, he preciso que eu vos
ralle ja de um homem, cujo retrato poderia emha-
racar-me rauln ; mas nao embaraca-me.
O mirquez deClaresford lurnou se Inglez por aca-
so eulre us dezoito e os vinle anuos. Ctlemavi-M
Mugues d'ileriville, e passava em um canto da Fran-
ca nma vida das mais retiradas, quandu acouleceu-
Ihc a romntica aventura de ser-Uve deludo o paria-
de Claresfort por tira seu prenle, que remonlava
aos lempos heroiros dos Normandos. A/lim o litbo
do Calharina Cordn vio-se amtlla lord Bvron. Se
fallo de Itvron he porque Claresford Ihe" lera sido
comparado algumas vezes, s.ein que eu saiba a raz.ao
dis.o. lie ver 'ade qoe um e outro liveram o pre-
vilegio de ser de quando'emquaii.lo dilacerados pelo
velho abulre de Pruinelleu ; mas Bvron era cerla-
inenle um manjar mais precioso para esta ave IvH-
pica, Mugues nunra fez umsu vm.u, e as obras, que
lembrou-so umdia de etcraver em iugl-z, e era um
dos etlylot mais exlravaganles, niao tem outro inte-
re.se seii.r a sinceri ailedeiim espirito indeuendea-
ie de ludo, a excepcao de seu- raprirhos p de suas
paisee, ICm tnoimt sao pe-simo, livros. '1
entre os ho.s.ros de lord Cirdigan, oi alacadu de
urna Insleza profunda, e che^iu a ter saudades at
desse betrivel campuleChertonesu, onde depois que
o canlian ae calara, somenle os morios liaban o di-
relo de nao enfadar-se.
No barco que o afa.lava dessa (erra devaslada lie
(ulia pensainenti'S triste*.
One imprudencia e que desgraca, repela a si
me.ino, he vullar a urna vida que liveraos a tolici-
dade de deixar. O -upremo encanto da guerra he
que suspende, bem como o somnn, todos os enfados
desle mundo. Separar-se delle he o supplieio que
lautos denlre mis experimentan) todas as inanhes no
mutlenlo de reeomerar sua larefa diaria.
Depois respoiidendo com urna sinceridade'rheia de
amarguea a esta pergoata, a tneslla de (odas asvol-
las : Que vou icbtr i elle dizia cora sigo :
Nao vou adiar, pessoa alguina a quera leve urna
alegra real.
NesM viagem, que arablM de fazer alravs do
lempo, du etpace, e do perigo, quantus o liiihain
abandonado! Elle Conhecil a curia respirarlo desses
pensamenlos que devem seguir-nos a leda a parle,
anda mesmo a oulra vida. Dessas aiTeires que Ihe
gnlavam : a Espera por mini, eu le sigo n como a
viuva de La Fuilainc ao es|>o.n, bem poucas (er-se-
blam postea caminhu, nenhuma lena parado. Como
elle vira a
KIZ ,,TJ V" ""* l"n".'0i '"',S ,,ue ,,e|- l"'l"'l""s, e ja porque em algnma eme-g-iica ex-
medPn?.;eL,-'"S'1'''" "," '"" de "*">*>" i raordinar.. o rommandan.e do presidio ...i, ,
.,..?.. -J BC v "*'' "*M *"*** e re- auxiliar, e ao m.smo lempo um meio de poder sera
man .mT T' u' Jf'V***-* "o demora faze-la chegar ao conhecmenlo do gover-
mcu exame, cojo re.ulla lo del a V. F.xc cunta nos co.
mena oiricios marcados cmn o. nmeros SC a >
S a SU. Passarei.
elevaJa o 2KI prara., logo que isso seja potsivel, e P*r s,r aiiiiualraenle dividido por lodos os que lo-
que se nielburein *us vcnciineulus dos olliciaes des- re. el'ipregados na cultura e oulros misleres do
lacados. (iresdio, ti,.indo em cana,--que chainarei economi-
Conviria que um dot vasos de guerra perman-1M''' importancia relativa aoa que compren) seu-
cesse estacionado as aguis do presidio, ja porque le":l leoiporariaineiile, para Ibes 'cr entregue no
ifundiria leinor e conleria os senlenciados raais ;lclu sollura, e a que diz re
e A eufermaria dve perder essa denominaco, o
paranlo a farer nlgumas co.isi- wn,,r a dc hospital : porque nella s3o (ra(ado's nao
lericae. .obre is providencial que conven adoptar : s,. o- mililiret, como t.s enleneiadot de amo.
no locante aos inelliurainentos, que o pre.idio pi.de
receber era dillereqtes seulidus. Fall.ire a V. Exc.
com o resultado das inlormaces que procurei ubter,
e com a franqueza que me lie propria.
Sendo a ilha o receptculo de centenares de cri-
minosos, que por forra da le foram arrancados do
meio da sociedade. que polloiraro, enlendu que s-
mente pode ser ellicazmenle administrad! sob o r-
gimen militar, asseule as inconcussas bases da obe-
diencia e do respeilo. .V esse rgimen devem estar
sujeilos lodosos seus habitantes e emi regados, in-
clusive os du almoiarifade, ainJa quandu paisanos
sejam.
os os
sexos, em diversas enfermiriai. O l.icutuiivn rpie
a tem a seu cargo, nao exerce as liincccs de ci-
rurgiao de da nos hospilaes ; receila e visita dia-
riamente u eslabelecrnenio, e nao tem sub-lituto.
O Irabalho a que se acha adslriclo, he equivalente
ao que preslam ns eucarregados di 'hospilaes mili-
lares al mesinn no expediente.
Aos tenteneiadoi eivit se abona 10 res diarios,
e de III em 1(1 dias. 3|S do alqueire de farioha, me-
dida vellia, em virludc de deliberaro da junla de
fazenda e portarla do cominandanle do presidio de
10 de oolol.ro de |SJ7. Os senlenciados militares
perrebein i.m.i diaria de 11(1 rs., da qual deduz
O solo da ilha, que lias eslares regularos presla- a familia que recehem na razao de (9500 o alquei-
se a urna vegetaran sem igual, encerra as necesa-
rias proporres para delle se tirar grandes vanla-
re, resta-Ibes apenas 30 n. diarios. Ja se v que
os enle'nstados, quer cvs, quei militaret, sao mal
dade, que, graras a graodetgelosias nao pode (ornar-
se desagrailavel. F.s.a habilarao Irauspareiiie alte-
mellia-se lo vidrot aerios. destinados ao v julio rlaro
e leve. Assim pensou lord Claresford, o qual per-
correndu a pela primera vez disse cun sigo Con-
ccJa-ine Dos aqu, ao menos por alguns lias a vida
osquecida e lacil que lano desojo
s cartas Inruarem-se raras e depois .lesap-
parecen) passamln por lo la a especie de pha'ts ex-
"S; ex^r: ^^tf^Mz
torenca Iratida pela monotona de um mesmo peri-
Ko ; depois etta indiflerenca converlla-se quasi em
amargura, e mais de urna vez elle oovlra alguein ili-
.zcr-lhe : aOh! anda nao marren? lora nseim
quedes litteiarias. A unir ri larao que ha entr
lvri.n e tjs.V's'uid h^que retpeilindo o pensamenlo,
'intus recusaran) o.'-,'."'au'a""'"lR 0rer ten domi-
nio exclusivo ; ambos procO>".'r-1" acra i. ambos
amaram-na ; porm devo dizer .,',le petqoitade
Claresford foi m,i.,eria, e seu amor ma verdadei-
ro. raais aplixooido.
Mas voUeinos|u ,.,s s.us detoitot. Tendn Indas
t apparancrit da nm humor acil, nada> saiistoa.
L'ieci religiosamenle nesltt palavrat do Genetit:
lieos arrep.....eu-sc de laver creado o hornera.
Coinoqne.eisqoee,,t.|cja(ranqoillo,diz elle, s soo o
remnrsieW, Dos ? Astiio, lie para lodosaquelles rpie
acohlieeem um pouco orna iasnpportivel incarnirao.
Lm de stoidetollot mais irritantes e mais d'eplo'ra-
veis l.eler de repente e ii.cessaulemenle urna terno-
ra cheia de transporte, doenlios para com Indo o que
deixa ; entes, cousas, lugares, lltimamenle quandu
acabuu-ie a guerra da Crimea, na qual elle tigorou
profunda e repenlira. lia momentos em que a na-
lureza parece Iralar-nos com indillereiira, lia uniros
pelo Contrario era que ella parece ci lar em nos.
Claresford julgou que o Oriente lila va sobre elle seus
olhos oe ouro. Nunca ess regan lio celebrada Ihe
parerera mals deliciosa. O da chegava ao seo lira,
0 mar eslava lumia .to como o eco ; a Europa e a
Asia, que neese lugar uiii.o do globo coiilempl.m-
se ao mesmo espelho, parecan) rivalitar em belleza.
Via-se em urna e oulra margen] o esplendor da rel-
va, a grar;a altiva das irvoret, en.lim a gloria Has
montinhit.
Certamenle dis.e Claresford com sigo, eit aqu
om lugar que au dexarei, emquaulo i.a> elevar-se I nhuin cutio ha podido aniquilar, em que Venus he
do fiiinlo de meu corac.ao um de-ses venios malditos i adorada com mais transporte, e entre os adoradores
que impeliera me vida aos qoilrocintos do co. des-a deosa polerosi-sima, nao ha neiihum mais con-
h lancou a vitla como pira etcolher orna hibila- vencido, mais fervorlo, mais absoluto em tui de-
cae sbreos palacios amonlo.idos, que parecem reu- ..rao do que o principe Strezzi. Assim guzava elle
iiir-se para lazer honra au sul, e aproveilir seus fa- I do bem precioso, de que apagar de nina inlelligen-
que diz respeilo aos condemua-
dos a gdes perpetuas, culregiie I elles no lim de
cada anuo. Uetta medida 0 Cnlliera' a grande vau-
tagem de melhorar a orle deles, e de habilitar
aquellos a viverem honestamente, qiiaiido restitui-
dos a' sucicdade.
Dos guarde a V. ICxr.Ouartel general do cum-
mindo da. armas de l'emamburo I i de fevereiro
de 1857.Illm. e Exm. Sr. conselheiro Dr. Sergio
reiteiri de Mieedo, presidente da provincia.
Joa Joaquim Coelho, general commtodinte das
armas.
COMMA.MJO DAS ARMAS.
Qnartel general do commando das armas de
Fernambaco na cidade do Beclfe, cm I 7 de
maca de 1857.
ORDEM DO DIA N. i.t.
(I general comrr.an ante das arma- declara, para
os lint convenientes, que liouiem fez a taa apreseu-
"ac.io, vindo do presidio de Fernando de Noronha, o
malincr.tr. Mas as boas di seu g.verno vienm esburar contra a oppcsirao de
lurd SlralTord de Rcdclifle. lia dous aunas, a en-
baixidor de luglalerra em ('. jusantinopla emprega
a uillueucia quasi illimdada que aierca sobre o Di-
vati para impedi-lo de conceder i sanecao requerida
pelu vice-ret do Egyplo.
O* motivos, os vcrdadctros motivos desla opposi-
c,lo sao anda um problema pin a Europi. Teme-
ramos tazer luna injurii a lurd SlralTord de Red-
clille e aos esla lisias de quem elle recebe as iastruc-
ees, suppoudo-ui animados de om sentiment) de
ciume e de rivalidade nacional contra um projeela
rujo nico incunveiiitnle i seus nlhc- sena tai ri- .
gem Craaceaa. Baatarla recordar queso a iniciativa
desle projeclo perleuce Franca, o icio.di eatxes-
Ifa e os eslalulns da cumpanhia furmada para Iteca-
(a-la Ihe dia um carcter europeo, universal, e quo
os registros de subs.ripjln sao iberios aos cipilaet
inglezet cumo aos de todas as nac., s inlerestidas.
l'orm ligimos mulla imporlaucu as relieves da al-
lianca e de amizade que hoje une.-n os dous pava*
paro adiniliir que nossos viziuhos hesilassem om mo-
mento em sacrificar urna pi eoccupai.au de vaidada
pueril ao nileresse geral e bem estatuido da civisacaa
europea. Deve-se suppor que esles esladislat sejam
dominados por vistas miis profundas, por nm iute-
rc-.e superior oc poltica mcioual, c que o motiva
de soa oppo-icao abertura do islhmo de ^aci
desla nova commuiiicar io sej a apprehensao de ver
dahi surgir orna revoluc.io fatal a grandeza e prae-
peridade eummercial da Graa-Brelanha Para fal-
lar claramente, esles estadistas preveem que, em
um futuro man ou menos remoto, o usgameute da
iillimo de Sem pudena prodozir a decadencia da
Inglaterra, como a dcscuberta do Cala da Bea-Es-
peiciira acabuu por pioduzir a decadencia de Ve-
neza '.' Eis o que te diz mu m baito, e o que nao ta
deve leiner examinar mirto de rama. Se a periga
que sa indica hoovesse o menor fundamento, se na
fusse rumplelamenle ciumerico, pode-se nnacioar
que houvesse c.capado completamente a soliriiu.le
e a perspicacia da na,; .o iogleta, sempre Ui vigi-
lanle, lao susceplivcl e Uo sombra em ludo quinto
pode locar nos iniere.se> de seu commereio e de sna
dominarao no cunto ? Ora, a mcao ugleza nao he
"pposla a abertura do islhmo ; ao conlrarit, a ep'~
niao publica alera du eslreilo be to toverivel este
projeclo como sobre o continente ; a metropole e ai
coiouias pronunciaran) se igualmente nesle senliue ;
.n grandes compiiihias, qoe sao os orgaos regalares,
e por assiui dizer, olliciaes do commereio inglez, *
cumerar pela rompaulua das India-, recoahecea a
ulilidade da empreza ; tudos o orgaos di impn i-.i
o, i la nuil,i, a exceprao de um ni, procuraran! que a
Inglaterra era mais inleressada na reali-ario desle
pensamenlo do que nrnhoma das uares europeas ;
sao lalvez os joiiiaes inglezes que mais viclariosa-
inenle pleitearam a rausa do canal martimo e qur.
o defenderam pelos argumentos mais decisivo- e
mais irresisliveis. O baal seoso a o espirito pralica
do povo inglez comprehenderain admirivelmenta
que o principal resultado de urna empreza destinada
i;
.. O escripiur refere-te a um artigo de que esle
sr. major do corpo do estado maior de segunda cas- he como o c mi demento, qoe foi transcripto em s.m
se Sebaslito Anlouio do Kegu lluros, u qual fez dos nmeros do mez qoe passoa.
Lora Mugue..
| landre Strezia,
liaba
ruja
II
por vizinhu o principe Ale-
elle mil influencias passateras, na. paites -uccessl-
vas de sin existencia. Se amanbaa elle iltelcoar-
se a algum espirilo asctico sera' digno, durante oj-
io da., de habitar a cela de San Bruno. Se encun-
Irar h je ilgami alma que ame o praxer rom eleva-
clo eslnceridade, como acha-se as \*/e*, ti.dos os i Voss lem encontrad
verao andar com os liirz.-guins de Alribiades. De-I cha, vestido de nalil
ar.ibou de failar, devo declirar-llre que eu na li-
nha pensado de maueira alguma em rmalo contra
n repona de eu banquelrn. Deixe-rae condoii-lo.
rorao eu dizia, a casa da .cubara Fiatzini, a la vosr
era nina das niiravlhas eslc muuilo, Aitlu Rosa,
algumas vezes esse velho pa-
co r de casimba, cuj > palacio
pois le lodos cs-es papis que elle aceita desdenho- lic.i vizinho ao tea. Me om personaieni rrii cari .-
sanenle dos acoiilecimen|.,s e dos hi.meiis. deixa i so de coiihecr-sc, e que reprsenla a Turqua rivili-
reipparecer centtaatemente a mesma nalureza; de- mda. Tem sido encarregado de mi.sOes importantes
memoria hucl.arcsl guardara por, da mascar, rilaaba oa austera, elle mos.ra o I., I -ranea ; ,.. leu a> obras de Voll-ire. hele v'n ,T
pul inulto lempo. Buchare-I he certamenle a oda-I mesmo semblante, es-a r.onto na qual ja' fem-se '
le em que reina a gran le diviinl.de paga, que lie- iceumulado lanas sombras, e>.e olhar que parece
que u tratan aquella mesma. cujo olhar e Cojo sor-
riso, rnuhecidos de nossos leilores, parecern fazer
sempre promessas immorlaes, aquella que segundo
;dle tem dito mais de urna vez, deilindo se levar da
temar raystca, foi-lhe enviada por Daos !
Dos loi"C?w almala, dir algorra. Oh!
francamente nao creij !a' cnus^. Era antes o velho
monarcaa do mundo, unci ..'" arj/eblque, .> pai da
mentira e do egosmo, o inimign de .'.'do 0 que lem
azas, parlindo de todos os grandes amare?, cm urna
palavra, u demonio ; mas rallemos somenle de Cla-
resford ; do qual parejo na verdade ler compaUSo
Elle va pois Iotas as cousas humanas dchaixo das
rres mus lgubres, quandu entrn nu Bosphoro.
Esse logar que j conhecia, cauoo-llie uuia emoclo
vnres.
Tem-se dito muln mil dos palacios do Bosphoro.
Pela minha parte acho-ll.es una edneedo mnravilliu-
>a. Minios sao de mannure tan puro"cuino as deo-
sas de nos.os parques, lia inais de um de madeira
pintada, e certamenle mi he des..- que a imagina-
cao tem raais dc queixar-te. Gosto multo de urna
habitaran que surri au homem, e que nao .nsulla
era a fragili.la ,e de tea ser. nem a rapidez de seus
dias. Alera di.lo o palkelo de madeira dlere e circ-
uais brilhaules aos olhos e ao espirilo. 11c sobre
lude lm interior que convm ve-lo : que cuusa he
mais bella du que essas va-l i talos com innumera-
veis jauellas, cujo ledo he adornada de loda a sorli
de llores perlenrcnles a jardn. impoHiveia '.' Nada
vem a poni ne.te Mundo. Eu qoizera g,,/ar do
Oriente quandu aprenda a vida ideal nos cmilos de
fadas. O isyloque Claresford etcolhen para si pon
tomara dos Inglezes a boa qualidada de por em pra-
lica todas as suas phantsatas era ao mismo lempo
alegre e my-terio-o. Imaginera os leitoiesiima ha-
bitaban cr de rosa rodeada de pequeas columnas
e somenle separada do Beiphoro por um canto alca-
tifado de relva, no qual elevara-te algumas arvores
que lerminam formando va-las cpulas sempre b.i-
nhadas de luz. Eis ah o exterior dessa morada. No
interior veem-se vaslas salas que succe.lcin-se sem
neulajm.i lgica, que era vez das sabias dislribinces.
das exactas combntedes de mis.as cmaras apresen-
lam umi desordem cheia deallraclvo. Iionprefaiaa
de jauellas deixa entrar por luda a pane orna clari-
Maastaa tlotenvolvida, e que leril piulido como qua I-
quer nutra ler sua- inqiiielace., a vida ole Ihe olle-
recia iienhuiii prohlema a resolver. Era Inda a par-
era que se encoiilrasse uina iihiIIut. que seus de-
lancar cada da a' vida nina inlerrugai.-au mais r-
deme e miis afilela. Quero dizer tiuipicsnienle que
elle resolveu por algum lempo deiiar-se dirigir por
Slrezza.
Ora, una minhai emquaulo fumava sepull.ido
entre ns eolios, e rudeadu pelo fumo e pela medita-
ran, nuvens que accullavam-lhc auradavelmeule as
realidades desle mundo, Valaquiu enlruu, assen-
too-te a seus pe., e falluu-lhe, pouco miis no menos,
desle modu :
Na verda-le, meu charo Mugue
voss pas iiliter, que I
sejos podessera [.....unir e alrancaV, elle ecbtrs
nico alvo que se houvera propo-lo, Infelizmente iqui urna vida inspida, mense criminota. Deque
u pobre Sirena por urna cru-l irona da orle esla- Ihe serve ese bello eco, sua saude, sen lempo, se '
va deslilu ln desde ramio lempo da quali >ade que | mo a-sncia-e au monos por alguns das a al'urna
ei-gem raais imperiotamenie as reiigioea anligas. A creaturi Bella e affivel,capaz de'ieuar-lhe nma boa
-mpanheira indispensavel do praxer, a tanda e II-1 leinbr.nca T (i deixeinc conduxi-lo esla ...mea
nha abandonado. Slr-zza era lentamenl.......namido
por nina di.ene i dc peilo, da qual pedia a linios reos
serenos e bjenetlcot que u livrassem. Es dnciica r.o illeravateo humor. Nenlium dos pansa-
meiilus qui detcem i omi alma chriaUla com as som-
bras da raorie peaetrav neauj nalureza, unde re-! lizeram as mus tom. Creio que nascea em U
lo que nunca a lei dos sentido.. Que lio- | lha. e acho ulna cruel analoga enlre
os ha
inda, (ue eu quileri aplarar por
Infelizuienle lian teve em i.in ultimo arto da -u
vida a finura e a di-rcrnimenln de que se jtcla. Ella
coininetteu um rmilio harh.irn, c lao grosseiramenle
rnariifeslo, que inrorreu uo desagrado do ull.lo. t
rorda > lie era nos-n. dia romo a virtorle desde mul-
to lempo, una palavra va. O-man Pacha esta poi.
com Vida, c lalvez sera substitu lo depon ; porm
gara habita melanclicamente ai margeni do IU--
plinro em um p-lario que deseja venJer, e era com-
panhia de umi (ilha...
A qual elle vendera hem cuno sea palaoo,
disse (.lare-ford lomamlo uina allitudc alienta.
Creio que sin), contiounu Slrezza, e a raen ver
seria uina acquisi.au pretor.vel .i da mus ha-lla olera
6 alarmare, dn quadro mais vivo e espen lid
Couleroplindeaquella isertoiu bell-za lenho anda
um prazer. e do certa ata Ib'a lera revelado, meu
chara Mugos ipezaf da ail-icao que voasa- me ius-
pira, te o desune ai taa hiavemii rattaaiata a aata
elido. Nio snu inleiram-me amigo d Mminm.
lapa, acretcesitaa elle sorrinda com a sali.larl de
um rstrangeiro venado n i iitlaWiai.....l de novias
casa da aenliora razzini.
O seuhot Iraizini ha meu hanqueiro, diste
' su -. ( v o visita-lo li.i-niii preciso de dinhei
mas ni. quero pedir nada sua molher. Posto que
se|a tormota ella detagrada-me mais do que nunca o
se-l.ohras prunas; n,a-lenlio ooslo de toxer-lhe um
mero liorri vel ,'dirao alguns leilores. "lWaertaratj|aeBatoT"^^^ crntalquc nao m. cl. mais deque.,.
nao quiten astemelhir-me a Re a lodos es respe.- nina viveza derai
los; todava atsevero-lhei que nao era homvel,
Em prime ro lugar era mancebo de temblante aina-
vel; linha phyaionomia ao mttmo lempa grasa a
slavt. Suas eic*ea regulares como as de uina ma-
las, erara illuininadas por um olhar que a medita-
(So do norte, essa mednai-aa pallida e laminosa, a-
nimava com oseo.brilho myslerioae. Atora disto
linha innilu etplrita, espirilo Irtoeex, ou pelo me-
tas o que assim chama-se, e creio que com razao.
No lodo meamo da vida Clirttford lem-se tablra-
hido, e lia le sublralur-se sempre a loda a domina-
ra con.elho.
Caiesford licoi. mui nens.-livo. Posto qoe -ua vi-
. raoraenlo. Alm de qoe, ella perienre cierne da sei., -na asqeellatema devem ilillWit a mais
dMCasquiihas qoe ctuamtomno, quinde esTarcam- rude provacao a pureza do. aojos de nossa goarda.
se para causar a mais viva excitaclo. Adormec por elle leve iceapre uina repugnaucia I lili lili I a rer-
fira des.gradavelmenle ao rumor de suas palavras los amores. Ain :.i ha pouco lempo que as ve/r. de
micas, e sobrclodo desse riso iiisupporlavel, que a- noile era sua barraca, ouvmdn com dislrarrlo o ra-
eompaahl incessintemeate ludo quanto se Ihe diz, e mur longinquo d i ranino-, ella cria ere,
ludo qaanlo ella diz. Alt meu charo Slrezza. se myrieriea de' Itbiurt : One iropoita -
quer turnar deleitosas para mili] as margen, do Bos-
phoro, nao Dt'ai fara perenrrer com a scuhora Fraz-
zini.
.Nunca inlerrompo as pessoas que dizem mal I Frazzini.
em io-> diviro,.
esse lempo
nao etislia mais. Depois de alguns monieulos de me-
dilaclo, dis'e emlim a Slrezza :
* Pois bem, eu o acompanharei a rasa da senhora
MUTOaTXTi
esa, mis oiuguein sollre mais cooiplelaraeuti do que I do prximo, lornou o Valaquio. Agora qui vos.
,CjKl
.
ILEGIVEL


DIARIO DE PEBNAMBUCO QARTA FEIKA is DEHABOO DE 1857
a supprimir a estreita lingua de Ierra de 2!1 leguas
i|ue a nalureza collucou como urna ba.reira enlrea
Europa e a Asia devo pertencer i naco que poisue
oa Asia os mais extensos eslabeleciraentos, os mais
consi leraveis, e que esla opf rarao 13o simples deve
subminilrar-lhe um immenso acrese.mu de forra,
de poder e do riqueza, abreviando quasi melade ila
distancia que boje a separa do vasto imperio que
fundou na ludia, aproximan.lo-se lambem do no-
vo imperio que ella Irabalha por fundar na Aus-
tralia.
Verdade he que ptra apreciar ai vantagens desta
derrota abreviada entre o Occidente e o Oriente, u
povo inglez nao esta reduzido a ufoinin.es a
clculos puramente especulativos; elle pode buscar-
se em una experiencia qoe ja fez. lia dezo.toauuus
que l'uucci jna regularmente ama linti.i de vapores
sobre o mar Vermelho para o transporte da mala
dn ludias atravez do Egvplo, e a empreza leve (3o
feliz cuito que ora se oceupa de organisar urna linha
do metmo genero para a mala da Auslr.dia. Que
progreseo, que nnmensa vantagem para o con.mer-
cio inglez, se se podesse apropriar grande nave-
gado e ao trauspoite das mercadoris o camiulio
mais curto e mais directo que a inlelligenca e a
resologao do lugar-tenenle Wbagern abriram para
0 transporte das cartas e dos viajantes Que Imite
de proveitus incalculaveis, se se chegasse a suppri
mir o embarazo doi desembarques e dos embarques,
e se os maiores navios podessern passar livremenle
de um para oulro mar por meio de um Boaphor*
cavado pela man dos bomens! Sobre tal quesillo
nada be mais coneludenle do que as cifras, lloje, a
distancia que separa Londres de Bomba y, pela der-
1 od do Cabo, he de 5,930 leguas ; pelo canal ma-
rtimo de Suez, nao ter de mais de_ 3,100 leguas ;
era puis abreviada era 2,850 leguas. Accelerando"
se as vagens, os freles deeeerao a menor preco, e o
movl.iesdo das Iransaccea entre a Europa e as In-
dias aogmeotar-sa-ha consideravetmente. Eis o que
deveria locar todos ..s espritu, els o grito da opi-
ma publica na Inglaterra e as colonias inglens.
T3o positivas palpaveis sfie ai vanutgens que a
Inglaterra deve recolher da nova passagem,, quilo
falsos e iuverosimeis .o os perigos que parecen) a-
lerrar certas imaginarles. Dizeroo-lo sein pretender
Catar um epigramma on urna aHus3a malvola : a
Inglaterra mostrara urna abnegacSo, que se nao
comporta com seo carcter e com sua fortuna se
desconlicces-c sua propria forra e suas proprias van-
lagens ao pouto de tremer peante as cousequencia
evenluaes d'umt empreza europea, que perfeitamen-
le se caraclerisou, dizendo que deve aprove.lar a
todos os povos sem a nenbum prejudicar. (Jue se-
ria a primeira narao martima do momio, a que
com razan se ufana da superloridade de sua mari-
Dba militar e de sua raannlia mercante, do numero
e extensa de suas possesses colonaes, seria a In-
glaterra que temera ver seu poder abalado, enfra-
quecido, arruinado, por um aconlecimeulo, cujo re-
sultado deve ser augmentar e melhorar em propor-
rea inapreciaveis, duplicar, triplicar talvez os re-
cursos, as facilidades, os beneficios do commeicio
universal I Ha pouco lempo, o principal orgao da
imprensa brilannca.em um transporte milito legiti-
mo de enlhusiasmo e de orgulbo naeional Irarava
oro qoadro magnifico, magestoso da siluarao cm que
boje esl enllocada no mondo a Iuglaterra. Moslra-
va as vastas regioes da Asia, que cncerram os doyjs
trros da raca hnmana, invadidas pela iufaligavel
entrgia da rara britanoica ; os sectariosdeVIaliomet
e de Braharaa sobmeltido ao sceptro da raiulia Vic-
toria ; a nacao ingleza clavada a gerarchia de pri-
meira poteneia mussolmana, mas adiante, nu fon lo
do Oriente, a China posta em enmmunicarao com o
resto dos homens e movida pelas doulrinas dos ms-
sionarios inglezes; a lingua e a civilisarao da In-
glaterra trasplantadas para as margens de res des-
conhecidos e no fondo desertas fechados sciencia ;
os raminhos de ferro e os lelegraplios inglezes estn-
drodo-se m breve desde o Ocano e o Mediterrneo
al ao corac.no d'Asia. A paz do Ewv pto j eivilisn-
do pela passagem do correin inglez, este jornal as-
tignalava em um futuro pioximo a f/urquia Asi-
tica e o liolpho Prsico regeuerado pela mesma in-
lluencia ; os viajantes ingltzes atravesando a fri-
ca d'om Ocano a oulro ; as illias immensas dos
U miren indio convertidos em estates navaes sobre a
derrota d'Australia ; suas populares etrilieadas, e
soa industria, suas prodceles, seu solo, poslos ao
servir.* da homanidade !
Qaandose esl 13o forte, 13o poderoso, 13o sli-
damente eslabelecdo no mundo, qoando se reina
sobre osdous tercos da especie humana, qoe perign
se pode temer do oulro terco'! Longe de temer a
concurrencia, pode-se chama-la e provoca-la por
toda parle, porque tem-se cer teza de sustenta-la e
de vence-la umversalmente.
Os nicos rvaes serios, qoe a Inglaterra pode hoje
encontrar nos mares orientaos, sao os Estados-Uni-
dos. Mas se os Estados-Unidos oceupam nelles o se-
gundo lagar, s. vem bem longe depois da Ingla-
terra, longo sea proximus iutervallo. O pavilhi.o
americano apenas oceupa urna quarla parle na cifra
total das Iransacces commcrciaes, qoe so fazem
com o Oriente ', a Inglaterra por s su oceupa me-
lade, emquanln que todas as oulrai nac-s reunidas
ah flguram somenle ua quarla parle. Os Esladus-
l'nidus, eis, porlanto, os onicos rivaes possiveis da
Inglaterra nestas paragens; nao lem nem pode le
nolros. Ora, .1 qaem mais deve aproveilar a nova
passsgem que se trata de abrir eulre a Europa e a
Asia, Inglaterra ou aus Estados-Unidos ? Seria o
anda so ele'ou cm Cavord e um projerln concebido,
pierisameute para facilitar e moltiplicar as relaees
''uinnieiciaes entre os povos, e cujos autores lomaram
por divisa.
A parir lerram genlibu.Assim como ju.licinsa-
menle o estabcleceu M. Itarlhulcmy de Sainl-Hitai-
re no jornal intituladoII islhmo de Suez,-- a- II-
berdsde do commercio compreheiide ilnas causas: a
baixa dos impostas que paira ai permutas, o aper-
feirnamcnlo las vias de coinmuiiicac3o que facililam
estas permuta*, lorn/i.d-as mais rpidas e mais lu-
cravalivas. I'orque Irauslnrno de ideas.porque Mirar
as de Dota veneraveis iiii.hh Pedro, hispo de llua-
dalaxara.a Pairo, hispo de San Luizfde Potos que
empeuharam-se lauto como poderain para fazer
abrogar estes decreto-. I'orem o govemn mexicano,
6em levar em canta estas lao justas nrlaruaces, fo
anda mais lonce e, prosegu.ndo o cum. de suas le*
morarlas e Mcrilegai emprezas, fez baixir a' 25 de
junlio do mesmo -uno, um decreta, por elle promul-
gado i28 do me-ino DKZ, pelo qual nao lenes des-
pojar a igreja de lodos us bens e propriedades que
ella i- "ii,a na Repblica.
- Nosta reneraveis unaos, Lzaro, arcebispo do
nha inronsequencia a naf.lo que supprimio as liar- [ Mxico, lilemente, hispo de Mechoacan e Pedro
reirs arliliciaes, que as tlfandegM linham elevado In-pu de liuadalaxara, elavaram a voz contra est
nlre os povos, obstinarla em rnaiiler e em perpetuar talo injusto decreta, e pela resistencia que que llie
esperar que o lieos riou em miserirurdia laucara ara
olhor favoravel para esta porr3o de sua vinliae a li-
vrara' de lodos os males que 13o cruelmente allli-
gem.
" Nao menor alllic3o nos contrista, veneraveis ir-
O oulro incnn.veiiienle lie que o nobre depulailn
nao di-se em (|uautos annos ou em qiiaulns mezes
se deviam dar os esludns des-as iluas eadairaf.
O Sv. MAc .linorim :Admiti qualquer emen-
da quo o nobre depulado queira mandar.
O Sv. Sn Pcreira -.Balan ceitu que o nobre de-
a. barreara, que o ualurez, collocava enlre a, difie- | oppnzeram, pelas represen.aees qu- liieram ouvir, pos'ao'po'en"codmna"r 'hvr'-neta'os'e.'cripta Sr- *"' Pt""f* :~Nau ,nB u <-'*"-'1-- l,e
m3os a vista dos 13o grande males peles quaes. em I"1'*11' admillira' qualquer emenda que possa Irazer
_ t bast.inte esctarecimenlo ao nrnieclo. ni"S ilii:n aue
mor parle das regiesd America meridional ou r ora ,,. ..... ', l""J111"- "'.- '- 1
6 '-" lie um inconveinenlo que no seu projeclo n3o e
obmeltidas ao reino d'Ilwpanha, a igreja be op- declara quantos annos ferio precisos, para que ama
priinida e atormentada d'nm modo lio doloroso pe- poasoa frrqqeute essas cadeirai de comruercio, falta
I poiler civil. i porlanla esla parle imporiante.
N-esles paiz.s. o poder lelgonlo lame arrogar-seL, *,|d",i'l|[0p"?"^'"*'"! V**" '",' *"T l'
,. o i|ual manda crear iluas rad'iras sein ilizer quaes
o direilo da presentar bispos eexicn! driles que cu- ,, materias que ilcvem prrlenrrr a esla radeira, e
Irera na dminUlr*c>8o de soas diosMse antes de lar i quaes aquella ; paranlo naoestao divididas as ma-
recebido d'esla Santa So a iu-liluiran cannica c as lirl-s-
cartas apostlicas. Nestas mesmas regies. o. bis- \ (' Sa-'TeterT^
15
Ficaram em observaiao dona tripolanles a burdo
do patacho franrez aGeornes.a
No dia 13 desmleclouse u patacho braaileire
Kmola^io e no dia I i a barca Ingleza Snovtdoa.
@orte$>onnctoi.
rentes parles do globo'.' Quederisao, que tscan-ialo, sustenlarain rom coragem os inlerisses da igrejs. Po-
visse a Inglaterra destruir a derrota das Indias Orien- rem governo mexicano n3o so lilimou despre-
memo iustanle em que proclama, quo o zar e rejeitar as re.-laniarfs destes veneraveis pon-
cuminercio he livre com ludas as possesses hrian- tili-es, fez baixar um decreto d'cxiliu, contra o hispo
nicas:' M. LiarllilemySaint-ltaire, lem racto : se i liuadalaxara e fez proceder por esle decreto a
o .;i ando estadista, cujas lradi;es libera a nae3o prompta e severa execui;3o da lei. E para que esta
ingleza recolbeo ainda presidisse aos destinos de seu sacrilega espolnc3o se lizes-e com mais facilidade e
paiz, pode-se aflirmar que a qoestao qa nos oceupa
ja estarla rasolvida na Inglaterra como uo resto da
Kuropa ; sir llobori Peel.teria cerlamenle reconhe
cido sea propria psnsamenlo no project concebido
pira a reuuiao dos dousmares; teria vista.nesla ope-
racao om dos metas mais segaros e mais eflieazes pa-
ra desenvolver e para coroar sna poltica iuielligenie
patritica.
E porque os sueeessores de sr Hobert Peel, que
tanto se ufanara de continuar sua' poltica,sdo oppos-
los a esta empreza? Ja o dissemos: ah esta' o seu
segredo, e elles parecer decididos a guarda-lo em
quanto poderem. Os prejoizos c as preocupaees
palas quaes ensaiamos explicar sos oppcsicJo, nao
sao allestados por nenhum acto ofllcial; a Justina nos
obriga mesmo a reconhecer que ellas foram negadas
pelo unieo orgao da irnpreosa brilannica. que se op-
one a empreza. Sn ha nm fado que sejd publico e
notorio na Europa : he que ha dous annus a execn-
cao desle grande trsbalho, he impedida pelo velo
omnipotente de lord Slrallor.l deKedclifle. Alm dis-
to, e como se o embaiador uglez qoizesse provar
que o crdito de que goia em Cnnstanlinopla, nao
e restringe ao velo suspensivo, fallase a alguns me-
menos lenlidAo, elle nao temeu estipular diversos
gneros de alienaran e permitlr as aisembleas divi-
dir fundos de Ierra som seguir a regra posta pelo
proprio governo, com lano que se pagasse os direitos
de routacao que o governo se arrogou e qne se ob-
servassem certas condicoes eslabelecidas pela mesma
lei.
a E o qoe ha de mais duloroso, meus veneraveis
raos, he que religiosos houveram que, completa-
mente infieis a' soa vocarao, a' sea dever e a' sua
regra, violando a disciplina regalar, nao se enver-
goubaram de escandallar ao mais alto pooto os fiis
e de aOligir todas as posoas de bem, resistindo e np-
pondo-se impudentemente visita apostlica por
nseslabelecida sobre os regulare', c confiada a"
.nosso veneravel irmao obispo do Mvchoacan, favo-
recendo os criminosos projeclos dos iaimigos da igre-
ja, mostrando-so partidarios da lei de que fallamos,
a al vendendo os bens de sua propria communida-
de, em desprezo de lodas as regras e das penas mais
severas impostas pelos sagrados caones.
a lie com igaal dr que somos obrigadns a' :dizer
que (amhem se encnitraiam 110 clero secular ho-
mens lio esquecidus de sua dicnidade, de seu dever
I prensil pola que o nobre d-pulado divida as male-
nlo ealholicoa ncra promulgar as cartas apostlicas rias. Anda ha oulra questAo, Sr. presidente, o
sem con-enlimenln do governo. A liberdade de projeclo manda que se ensine smente a cscripiura-
adquirir propriedade, he roubad, a igreja. a exeru- ttS^f1^J22 V" ^ ""
r.1o das graras oulnrg idas pela Se apostlica he im- OSr.IH.de Ammm :Al jolgo redundancia
pedida ; o melhodo ilos cstudos <|i'e se devt; etupre- I quandn se d-z un projeclo escripturarao cnmnierrial
gar nos seminarios be sobmetti In i auloridade rivil ; "'ir P,1r,'ltas dobrada, porque quandn se diz escrip-
o poder leigo abol.u completamente ou adjudicoa ao 2?L5on--Be'i eniende-se qae he ppr patalas
hesouro publico os dizimos ecta-i i-iiro
em scttucia,
las de ama decisaoque elle loria oblido da Porta pa- e d;is presrripres cannicas para ousar abandonar
ra aotorisar una companhia ingleza para construir um a causa da ijreja, prcvalecer-se d'esla lei lao injusta
caminhii de ferro, que deve unir o Mediterrneo ao
an liolpho Prsico, alravesanilo o valle do Euphras-
le e a Turqua da Asia. Os apontamentas qae temos
sobre esle uovo projeclo, sao aiuda muilo|vagos para
eos permitlr apprecia-loj sem si mesmo e as vanta-
geus que pode olTerccer a Turqua, a que elle nipo-
na, segundo dizein, o enorme eoni de uln Inlaraaae
a O por IDO do capital qoe deve observar a empreza.
M, de Lesseps e os defensores de seu projeclo s3o os
primeirus a reconhecer que i> caininho de ferro do
Euphrates e o canal de Suez, padem etabelecei*-so e
funecionar igualmenle sem crearem urna concurren-
cia prejudicial um ao outro, elles uhervam cum ra-
zan que o camiuhu de ferro, por caus* dos mbllipti-
-ados transpones de qoe iiecessitara.nao pone supprir
o canal para transporta das mercadorias.
Anda mais derramando a vida e a civilisarao nes-
tas regios, boje desertas e semi-sclvagens, fazenjo
all penetrar o c immercio, a industria, os capitaes
europeos, o caminho de ferro, n3o pode deixar de
augmentar o inoviinento da navegarHo sobre o canal.
Mas qualquer que possa ser a ulilidade desta nova
empreza, esta' bem claro o pensamenl em que ella
tai concebida, c os motivos que levaran) lord Slra-
llonl ile RcdclifTe, a toma-la sob seu patrocinio, lie
impussivel descolirir ah nutra cousa, que nu urna
lctica, urna diverso misou meaos habil,Hnaginada
para lazcr baquear o projeclo da abertura de islhmo
de Suez.
E'ia opposirao que em silencio se Iba lem feilo at
aqui, lem colindo bom evita ; mas a questao he si-
her se ella ganli ira' a causa. Em Conslantinnpla.
ella vive em liberdade; ada um ponta de apoio nos
hbitos e costumes locaes ; obra a sna vontade e em
plena linerdade. Mas nao lbe correr' 13o feliz so; le
[nanita ella fr tarrada a sabir do recinto em que se
acanla para cahir na discussao publica, e ser sub-
mellida ao exame parlamentar. E-la' prestes a che-
gar.o momento da reuniao ao parlamento inglez ;
lod Clarendon e lord Palmerston. ser.lo cerlamenle
dobradas.
c impez-1 a sr. So' l'ereiru ;Mellmr ainda, e de oais a
se aos bispos e os ecclcs-.i-licos a nbrigaco de jurar escripturarao por paitidas simples nao sendo exclui-
muitas coasas cnntiarias aos direitos da igreja, que ;' ,lu ,-'0<',B,> commercial, creta que se nao a deve
contera a con.tluicao civil. Em um destes paizes, nlL*JTM! c,,n''"""" .
" '' sr- de Mtorim :bssa nao te
nao so Tez-se tudo isto contra o poder e os direitos 1,,-,,, tem impnrlanria nenliuma.
da igreja, mas anda o governo civil pre>creveu,ps- O Sr. Su' Partir :Se au lem Importancia pa-
ra a escotha dos bispus, um novo modo do eleirao noDr* depnlado qoe lem morios conbecimenkw,
qae distraheta disciplina eslabelecida pela igreia e -^"^"Kf,!!:^ p,r1 ,""1r'', '"ie 4 lem em
, v r menor desenvulvimenlo ; alem de que, a escnplura-
sinrcionou|urna le que sapprirne o privilegio do co cummercial por parlidassimples pude serem-
foro ccclesiastico, os dizimos e o- emolumentos dos pregada nos negocios que exiuein pequeos tan tas,
curas. 1 e at mesmo nos negocios particulares, entretanto
veste mesmo paiz, o direito natural da igreja de lurarflo do seu prnjecln.
adquirir propriedades tai completanienle roubadn : O Sr. M. dr Amorim : .Joalquer pessoa pode
lodos os impedimentas para casamento eslabelecdo* sa!,l'r l"/e' e*ta aaoripluracjlo,
pela igreja ao sao recunhecidos ; as gracas e con- : f'?? ''rretra !TM" ,le'",,a'1,0 eli"
' l 1 iniimu esa aaeripinracAOi que he mais simples, e
cessues outorgadas peta pontfice romano s3o deca- qae esta ao alcance de" todas as inteUigenciu cumo
rados 1.olase sem efleiln, a menos que leuhamsido aeaba de dizer.
exigidos peta governo. ?p" O Sr. Sa* l'ereira :Vpobj o nobre depulado
Mudou-se arbitrariamente a idada Osada pela igre-' que o legislador permilliu, que qualquer negocame
ja |>ara a prollssao religiosa, quer das mulheres.quer i podesie ler sua ecripluracan por partidas simples.
dos homens, e nenliuma enmmunidade religiosa po- Sr" de Am0<>1 :Ms para essa n3o he ne-
i ( cessana nina escola.
de sem a perm,ss3o do governo, admlir ninguem ; QSr. Sa' Ptmra .lie uecessaria urna escola
a pronunciar osvolos solemne, Em outras parles da ; pralica em que o discpulo aprenda a escrever se-
Amerira meridional, u poder leigo levou a lemeri K""dn as regras cominerciaes.quer por partidas alin-
dada ao ponto de submclter a sna -ntoridade as cea- |,le'' qu" "ur ,lol,raaa- N rl- ;:- *" '''""
lllui. Sr. Ilr. Juao da Silva Hamos.Como V. S-
11a sua secunda carta, que li 110 Diaria de 1.1 ducr-
renle, insiste na inju-la aggressSo que me tez pela
pr.mei.a, vou pela mesmo vehculo eemprir mi- E.l( ,, ein loiv^TttS "r.
nha promessa. .Mas, aou s de lulo, declaru-llic que, | mu
aqaallr homem sem lirio, qoe eu v quaulo oli,
pagar-lhe una quaalia a qual de rerlo nA lbe des. .
prnneiro, porque nao esla por em quaulo vrrilicadu
o ser 111 deseil-.r do casal de mea taller .i,1 nm3n
egiinilo. purque o inventario pemle no Inbunal su-
perior ; lerreiro, porque san rredor do casal de urna
quanta mullo -uperior aquella, e mesmo seu con.-
lliuiute lambem me be devednr, e quindo ludu esll-
vesse concluido, teriamns um ajuste de conlas ce
deve e a de haver, cuja liquidarao nao poderia se
fela pelos jornaet, au menos nao 3o es-es es oiei >
que empiegain n* tiomeiis de benra !
en* cem-
lllesouri-
que por to.los os vapores elle espera. Son etc.
'ao Anlulllo domes liuimar.ies

-.

.
proprias ^indignas d.i gravidade, que pnncipnlrneu-
le cm publico deve guardar um medico, membru
d'uma corioirarilo ISo ilisliucta.o curan diz V. S. eeu
recoulieco ; e anida mais impropria da l'mgeridadr
que V. S. me atlribuiu, n.r. admitliudo meio termo
enlre cita e a juienlude de que V. S. lauto se uta-
lia, emquantu eu desoja atrancar aquella. No mes-
mo caso emendo estar a arma da intriga, de que V.
S., talvez nan confiando muilo as outras. lanrou I Cotaffiee f
inao para na- lenr, quando disse que cosiumuu>s- Frota para o Itio da Frea1 1,1 Sja-, harric
arredilar uealmeiite os meus collegas, etc. elr. Mas Cambio sobre Londres r. :i,| di a dihiru
COOlia que se quebrara no bnm senso desses ; nnico Dita sobre dito27 :l|t IKIdiv a nraru
escudo que por ora jolgo sullicienle para repellila. ^rederco ff-rflIlaT nr.,d.nl.
Uirigir-me-Lei pois tmente a V. S. psra nao en-1 /.. Rur' ,.,,-,-,-
lercuirn ue-ta no.sa cuiitenda. __________ rreieno.
.ilACA DOUCiri 17 HEMAKtOAS '
.1 MOKAS HA TAKUK.
se urna cnnferenc.a con,,- So|,re |.ondret 07 i._V" j
a a qual guardara as suas ,..,_ gj > |r
c sujeitar-se as vontades do governo.
a Depois de se haver apoderados dos bens ecclesi-
asticos.o governo mexicano publican nutras decretos
am dos que abroga nma lei que chamara ao Mxico
urna ordem religiosa ; e por oulro este governo de-
clarava que prestara leda especie de socenrro e de
apoio a' lodos os mcmhrns das rommuniriades regu-
lares de um c de oulro sexo que quizessem renunciar
a vida religiosa que haviam abracado, deixar seu
claustro e substrahir-sc a' obediencia devilla aos seu,
superiores.
o Ainda nao lie Indo. A assemblea nacional 110
rano das invectivas e dos ultrajes que ousar, a lau-
car a nossa santa rrligio, contra lene ministros sa-
arados, e contra o vigario de Jess Corista sobre a
Ierra, propoz urna nova consliluirao cimpusla de
um grende .numero de arligos mullos dos qacta-
eam ahertamente a religiao, sna divina doutriu 1,
suas santas insiiluires e seus direito-.
a Com elleitn, "eulre outras disposicoes oonlidas
n'sle riovo projeclo de consliluirao, he abolida taita
privilegio do foro ecclesia>tico ; eslalue-se que nin-
guem pode absolutamente gozar de emolumentos
que sejam om onus para a aoeiedade, interdiz-se 1
lodo iulividuo ligar-.e por urna obrigac3o resalan-
le de um contrato, de uina promessa ou de um voto
religioso ; e para mais fcilmente corromper os eos.
turnes e os espiraos dos povos, para propagar a peste
abominare! e desastrosa ,10 udiflereiilismon e aca-
bar de detlroiir nossa santa religiao, admilte-se o
livre exercicio de todos os cultos e cnnceJe-se a rada
u:n faruldade plena e completa de manifestar abor-
ta-e publicamente toda especie de opinies e .le pen-
samentos.
E como o clora de Puebla sobre lodo, e seu vi-
gario gcral, pediram com instancia e supi lir.icao a'
esle cuugre-su de depulados qoe ao menus nunca
fosee sanecionadoo artigo que respeila ao exerricio
de loas as religies. minios homens dos mais dls-
sas por sua nalureza mais sagradas mais espirituaes
e que nicamente dependen) da auloridade dos his-
po*.
Todas estas coosas Derivis, qae na dor de nos-
sa alma acabamos ile expr-vos rpidamente, veis
urna questan importante.
I ni Sr. Dcputado :Mas nao esta' cm disrus-ao.
O Sr. Sa' Pereira :Mas eu falta do primeiro
artigo em referencia ao que os outros arligus llie pu-
deni restringir ou ampliar.
/'i Sr. lieput'ido :Mas o que b?que se discute?
O Sr. Sa' Pcreira :O arl. 1", pois lambem nao
comprehendeis, veneraveis irmns, ruin, que forra esta em barmonia com o :|-, havendo de inaisa mais
llevemos reprova-las e detesta las por ellas, o pe- a ex'Rnc'a du exame em lingua e lilteratura na-
der civilesforr.i-.se para atacar, destruir e calcar !F,i? q0' h",8m ,mbr0 exlraordinarin para
. 1 oa aiacar, uesirun e calcar alumnos que foreni irequeiites ne-sas duas cadei-
ao pea a divina inslituirSo da igreja, soa -anta ras ; sau vasios ns conliecimento de litteraluia na-
doulrina, sua auloridade veneravel, sua disciplina, cional e nao he cuiisa secundaria exigirse um ale-
lados, os s?us direitos e a suprema dignidade, o po- I me "" m,',er'i, 'lo profunda ; e li
der soberano desta sede apostlica.
a No meio de 13o grandes sollrimentos, acharaos,
entretanto, nma ronsolarao na virtude, na religiao,
na admiravcl piedadc dos bispos dcslas regioes da
America meridional que, sustentados pela grata
divina e Comprimi os deveres de sen cargo, raere-
cendn para seu neme e para sua rdem immorlae*
loovnres, n3o se cansam de resistir com firmeza aos
esforcos do poder stculer, ora pela sua palavra, ora
|ior seus escrptos, de defender e de reivindicar a li-
berdade, o direitos da igreja lao injustamente nsur-
pur is-o qne eu
volarei para que o projeclo vii a cummissao de ins-
Iruccao publica cuj membro relator he bastante
hbil e pudera' dar boas informaresa respeito.
Nesle sentido voto pelu requerimeulo do nobre
depulado.

arulda-
Porlella
linctos, quer o'e.itre o clero, quer d'eutre os leigos
inierpellados a respeilo da. instrucees que envia- j ,, ,.,,|,|a e 0 proprio vigario ge.al, nao obstante
ram a lord Slrattard de RedcUffe sobre uro. quesl3,>Ud 1V,ria Wade, taram exilados, outros pudres
130 alto grao lodos os Estado, en- rcsr,ei|;.veisde Mxico foram presus e deportados
mesrau qne perguntar e he a Inglaterra ou os Es-
lados-Luidos que possue Gibraltar, as Ibas Jonias,
Malta e Aden. Seria mesmu que perguntar se New-
Vurk esla mais prxima de Soez que Londres e Li-
verpool. Mas se be verdade que a Inglaterra esl
menos distante de Suez que os Estados-Unidos, em
compensado esl mais apartada delles que as na-
c/ies que oceupam a hacia do Mediterrneo. au be
isho, dizem, uina verdaileira deavaolagem, um ver-
dadeiro perigo para ella '.' Sim, se a Inglaterra es-
quecesseque he a Inglaterra, se esqaecesse que he
a primeira martima, a primeira poteucia oriental.
Mas a Inglaterra lem em que fundr-se contando
seus navios de guerra, seus n.r. un mercantes, seos
iiinuraeraveis partos, seus escriptonos, suas feto-
ria, suas estares navaes que foniuin uina cad'eia
conlnna sobre n grande :aminha da Eurupa para as
Indias. Sao vanlagens mais qa,e sullicientes para
i-oiilr.dalanrar as vautagens que a jiroximidade du
fuloro canal deVe dar s nares mediterrneas. A
Inglaterra jalera a parte do leao na Asia e lera lo-
dos os meios com todas as probabilidades de conser-
va-la.
Desconhece-se pos, calumnia-sc a iiaro ingleza
quando se a julga dominada por estes terrores chi-
mericos ; comniettc-se a sea respeito um verdadeirn
ropos, comprebendida a mesma Inglaterra. Enlgo
alo sera' mais possivel o sileucio; sera' preciso fallar
nao s para a Inglaterra, como para a Europa, e jo-
gar as cartas sobre a mesa. Os bomens respeitaveis,
que emprehenderam o rasgamento do sthmo de Suez
s esperam este momento, e lem direifo delespera-lo
com coofianra. Ja as ultimas noticias de Constanti-
nopla assisnalam nma reeecjra favoravel a seu pip-
jecto nos eonselhos da Porta. A linguigem qoe a
este respeito empresa n Jornal de Constaolinopla,
depois da volta de Kcschid ao poder, pode ser censi-
derado como uina publica eondemnac.3o petante a o-
pini > ]u.i-i 111iMiime.1l i'I-'.-.iro.M. Mas qiie vai di-
zer e o que vai fazer lord Stralford de Kedclifle'.'
Aproveilamo-nos desta necasiao para annunciar
um novo volume de documentos que acaba de appa-
recer sobre a abertura do islhmn de Suez. Este vo-
lme, que forma o lerceiro da coliecrao publicada
por M. de Lesseps, contem o reUlorio da enmmis-an
internacional sobre Indas as questOes que se agilam a
respeito da exerurao do canal prnjecladn para a jne-
nlo dos dous maies. O relalorie be seguiio de. ta-
llas as piras que podem completa-lu e esclarece lo.
principalmente do orctmeolo das despezas approv.i-
da pela commiss3u.
Loois Allouiv.
ITALIA.
liorna i de Janeiro.
Eis-aqui a allncucao proferida pelo papa Pi 1\
no consistorio secreto de I5 de dezembro :
o Veneraveis irmaos.
Nunca pensavainos passar pela extrema dor do
sermos abrigado M fazer-vos ouvir nossos lamentos
e nossos gemidos pela triste situarao que esta re-
duznla a igreja catholica na repblica mexicana.
Nunca pen-avamos ler de faze-lo, porque depois
que este giverno nos fez conhecer, desde o nnun de
185:1, que desejava concluir uina concordata com a
S apostlica, couforta logo no anuo sectale os po-
deres necessarios seu- representante em Roma
nomo chara filho mmanuel Larrainttr, a fez a este
respeito as mais vivas instancias. Por nossa parle
desojando ardentemeuta prover ao bem espiritual
dos calmbeos mexicanos e regular os negocios eecle-
siasticos da repblica, demo-nos presas emsalisfazer
esle pedido, c lizemos com que ihmcdiatamente
para Vera-Cruz, para d'ali; seren enviados para fora
da repblica. E para que os bispos,que em razie de
seu dever pastoral, nao poderiam guardar o silencio
no meio de semelbanle perseguieau suscitada a' igre-
ja, nlo podessem fazer chegar suas vozes e seas sa-
lotarescunselbosaos pavos fiis, o governo mexicano
rcrommendou muilo expresamente a Indos os go-
veruadores de provincia que vigiassein cuidadosa-
mente para impedir por todos os meios possivais,qije
as cartas pastoraes dos hispo* nao fossein nem dudas
a' publicidade, nem cmnmunicadas ou lidas as igre-
jas. Ao mesmo lempo nnpuzeram se as mais severas
penas contra todos os ecclesiaslico, que nao obede-
ces-em a' esla ordem injusta, elles detento ser apar-
tados de sua residencia e enviados, quer para o exie-
rinr, q'er para o Mex.co. Alem disto, esle governo
ja reduele a um estado quasicompleto de exlinccao a
religiosa familia da ordem de S. Francisco do Mxico;
os productos que elladevie empzegar em ubres pa
taram allribuidos ao thesuoio publico, a casa con-
ventual Coi em grande parte destruida e algons dos
religiosos foram presos. Ernlim, por ordem do mesmo
geveruo, i.ussuvencravM irmau Cleinenlc. hispo de
Mechoacan, preso e arrestado a' forca para tara de
sua diucese tai relegado dorante alguns annos para
o Mxico, l'raza ao eco que outros venerados pont-
fices, outros ecclesiasticos ou leigos n.io linham de
sofirer igual tormenta
11 Por lodos estes pactos lao deplorareis que
dolorosamente tus expusemos, bem vedes, venera-
veis irmaos, 'uanlus ataques e males lem solTrido
nossa sabia religiao da parle do governo meiicano e
quantas violencias e ultrajes se bao feito a igreja ra-
Iholica, a seus sagrados direitos, a seus ministros, a
seus pastores, a nossa suprema auloridade e a da S i,e-:' e apostlica. Heos nos livre de nunca deixar de cum-
prir nosso ministatio apostlico era presenta de sc-
mellinte perlurbacao laucada as colisas santas e
de uina (al opreeMO de icreja, de seu poder e de sna
liberdade !
consistorial de 2ti de julho do ultimo auno, indica-
mos rpidamente os innumeraveis perigos que nes-
le paiz o poder lei^o causa a lgroja, sua sagrada
auloridade, seus direilos, i seus bens, seus
bispos e a seu ministros. Temos a ntencuo, quan-
do julgarmos oppnrluno o momento, de tratar mais
particalarmenle deste tri-te sjuampto, pois que nes-
le paiz os ataques mltiplos e intciraraenledetesta-
veis contra a igreja,tornam-se cada dia mais nume-
rosos e mais violentos. He lambem para nossa alni
um alvio e um consolo, saber que no meio de to-
das estas diffi.iuldades, o fiel clero desle paiz m-
pre com zeta, m imoiensa matara, os devt. de
seu ministerio, -.ombalen lo com todas as suas ta;r;as
os cmbales do Seulior. Nao podemos, enrielan!*,,
retar a expressao da dor que nos causa a conducta
perversa de nm pequeo numero de eceksjsslh \
que reprovaraos c condcmnainos, os quaes, no TeC
sin sobretudo, nao se envergonliam de se prestar
aos esforros criminosos de poder leigo, de se torna-
ren) objectos de escndalo para lodos os bons callio-
licos o de chamar sobre si a cholera de Dos. Con-
servamos, entretanto, a esperanra de que aquelles
que presiden) ao governo destes paizes quererao, em-
fim, alien.ler a melbores eonselhos, c reconliecer3o
que a verdadeira prosperidade dos povos n3o pode
subsistir sem possa divina religiao, sem sua doutrina
salular, sem o respeito aos veneraveis direitos da
igreja. O qae anda augmenta esla esperanra he
que soubemos, que o bispo ia ser chamado de seu
exilio. Permita lieos que- uossas esperanzas nao
sejam frustradas!
Com o soccorro de lieos nao faltaremos uun-
ca a nosso dever c n3o lidiaremos de supporlar lo-
dos os Irabalhos de empregar ludas os cuidados, de
(udo envidar para proteger e defender virilmente,
segundo o dever de mielo cargo apostlico, a causa
da igreja que Heos nos conltau. Eis porque, unido
a vos, veneraveis irmaos, elevando o comean e os
ollios para a moutanl.a sublime e sania, donde, con-
fia ios, esperamos o soccorro, nao dcixareinos noite
e dia de implorar c de soppllear por uossas orares
e nossos gemidos, au Dos pal das misericordias e de
(oda consolarn, para que, por sua virtude omni-
potente, deftnda-Bua sania igreja, e a livre de todas
as calamidades que a aligem nos paizes de que fal-
lamos e em outras regioes e para que digne-se por
soa celeste grara esclarecer e anbjegar os espiritas
e as alias desta mesma igreja, conduzindo-os das
estradas da impiedade e da perdicao para as da jus-
auacliionisruo mostrando-a entregue a clculos d'om ,e enlras" m '"'rWiac'es esle respeito com o mi-
nistro dn Mxico. Ja estas nesoriares haviam sido
egosmo eslreitu, ininteligente, igualmente contra-
rio actis loieresses bem entendidas e aos grande*1
principios da poltica liberal, qae ella proclamou
como a lei das relaees cnmmerctaes entre lodos os
povos civilisadus. S os Inglezes beque sabem ex-I
primir l'orlemente, eloquentemcntj! as ideas ingle-.
zas ; e nao pudemns resistir ao desejo de deixar
aqu fallar o jornal que inda ha pouco lavamos.
Vendo, diz o Timesn, esla concurrencia que de
" todas as partes se augmenta, vendo a Frenes Irana-
n parlar sua iuimensa energa da poltica para as
it especularles commerciaes; a America espalbar aa
seus dolais sobre o mundo, lano por peccisao de
aclividade, como pelo amor do ganho, a Rumia
uceupar-sc de augmentar sua mariulia e de es-
tender sea commercin, vendo nossa proprias co-
Innias desenvolverem-se lauto quanlu a m'i pa-
tria, um poltico medroso poderla inlerrogar-se :
o O que sera de nos daqui \n alguns annos'.'
A.r4sposta n.lo est muilo longe. Anda quandi
11 fosse perigosa a concurrencia commercial, a lu-
ir glalerra, cujos mercados lem lana claslicidade
comec.adas.rnas nopoderamser terminadas e levada
k A'sim, para que saibam lodos os liis que habi-
tara estes paizes ansini como lodo o universo calhii-
lico, que reprovjinos quanlo em mis cabe lulo quan-
lu fizeram os governanles da repobitaa merieana em
prejuizo da religilo calholica, da igreja e de seus
ministros, de seus pastures, desua leis, de seus di-
reitos, de suas propriedades e contra a auloridade
da Santa Se, elevamos, con; toda liberdade apost-
lica nossa voz pontificia no meio de vosea augusta
no resultado desejadu por causa da demora das ex- mMea e condemnamos, reprovamos, e declara-
Aberlo o concurso para substituto la
de le Direito, apresentaram-se o* Sr. Or
e ApriKiH, ambos fillio* da nip*ii.;. Faculdade. lie
i;i urna l-. n.i paru Ha. E quno helio nao Iir o
pados, confesando corajosamente sua fe sem temer combata en. que a arma he a inlelliuencia Lma
nenhum perigo. pessoa entendida, que a elle tem assistido, diz-nos,
1 a Vos n3u ignoris, veneraveis irmaos, quanto a 1ue a '",a '""in sido igual. Dous tlenlos visoro-
Irsle situarao a que se acha ledazida nos
rmMiaim .... ciu- .__,.11 a pulma, mas de forra igual, um tem dulo impe-
religa,, ua Suissa, excita dolorosamenle nossa sol.- d,r ao outro o seu tnumpho. Espera ,spelojuizo
(.Ilude, e vos deven lembrar de que na allocncao sabio e prudente dos illuslrados lentes
limitara cumerou a fuucciunare I-arnldade de
Direito.
Dizem que am empreado publico cosiumava
despachar papis sera as formalidades prescriplas
n'um artigo de lei; algncm faieodo lbe ver is'o, o
homem assentOO emendar a m3o, mas como ? Veja-
se. Lma parle traz-lne o seu papel na forma do
coslume, sem as taes formalidades, mas o homem,
que ja sabia da existencia do artigo, responilcu-lhe :
he laslnnavel que o Sr. ignore o artigo tal :
ique bobage! i< Perdue-me, Sr., lbe diz a parle,
en(3o era V. S. quem o ignorava, ou do contraro
i.3o o quera execular, porque eu sen.pre apre-
sentei os meus papis nesla forma, e nunca V. S. me
fez a menor refleZSo, apezar do artigo. Qne tal'.'
Va' .. quera loca.
--liin individuo, dono de ama halza de cari/71,''
e qne muilo a zelava, linha tonos oeolas o trabe-
ll.o ue in ,1. !..r metler na estribarla os seas ravnllos,
que se sollavam e am estragar u capim, mas fi-
nal perdeiioo a paciencia e:o urna das vezei, eha-
mou testemunhas e mandou entregar os sests pro-
||IMpmii^hjh|BjBical. suppundo que iriam elles
soller iinipeiTsWsmjj)Erl'al deiXuu-OS passar ll!. S
quiltro das e mandaniJo-os busatr depuis, repli
con-lhe o fiscal, que elle s linha direitn au paga-
mento do daino causado, e nao aos cavados. Ini .-
ginc-se como licaria o pobre tolo ; dirigio-se furioso
a casa do subdelegado e lbe pedio que ordenasse ao
fiscal a entrega de seas cavallos, emtim, depois de
grande barulho, he que chegna-se a verificar que o
lemelo era o soffredor e a causa do ilainno, e nu
meio de risadas de lodos que presenciaran! o tacto,
conduzio elle os seus cavallos,cando-lhe o appellido.
de aecusador e reo.
Nao ha remedio a que certas cocheiras faram a
limpeza prprjsa para evitar a pulrefacc,3o da ourina
dos cavallos ; parece quede proposito,00 por deleixo,
ou por urna ecouomia prejudieialissims ao publico
conservan) elles em depusilu e-e elemento precioso
de salubridade publica. Sera' pnssivei que luis, que
n3o somos fiscal, saib..mos pelos romes de seus li-
nos as ruclii'iras onde islo se da, e que os Srs. lis-
caes n ignorem?
Fo despachado promotor para o Itio l'ormoso,
o birharcl Avres de Albuquerque liorna, filho de
Buidos painaiclias de nossa Independencia poltica,
o clebre visconde de (ieiauna, Temos cuuviccau
de que esse moro que rene a nm bello caracler,
iuleliigcncia nao vulgar, satisfar' plenamente aBsua
misado.
Lina noite dessas a policio sorprendeu em II;*-
grante a clebre rasa de labulageirr do hecco do Sa
rpale!. Fenccionava ella tranquillaraente >topa-
va-se ludo e abouava-se o qaando se apresenlaram
os agentes da polica, tai urna deCepelo horrivcl'.
De semblantes lvidos e Iremulos so dous pede-
ram dizer : he um serviro que nos faz a poli-
ca ; livra-nos da ruina em que o jogo nos ab)s-
ma. a Ao menos u3o odiam a mo que Ibes taz
u bem. O Sr. subdelegado apprelirndeu a me-
sa, us cupos e os rlados, ivdizem que falsificados ,
elementos indispsBsaveis dn indlspensavel cagan, e
vai instaurar centra o dono da ca-a o competente
proceaso, como ja' a outros tem feilo. f.ouvor a'
vigilancia e aclividade da polica de Santo Anto-
nio, louvor e honra a auloridade que nao ptelua
com n rrime. e que sacrifica no aliar do dever ludas
as consideraees pes-oaes.
Em a nossa Pagina di dia l'J do passado,
tratando mis do hricuu eAlbiona, dissemos que o
primeiro lenle o Sr. Jos llodriguesde Suuza fnra
a primeira pessoa qu 'concorrera para salvar o na-
vio. Entretanto boje, que nos echamos i.dhor iu-
forraadus, a vista dos documenlns que temos debai
xo dos olhos, vimos corregir nina Inezactldao que
houve na noticia, que entilo demos: com elleito, a
primeira pessoa que appareeeu a bordo douAlbioni)
foi o Sr. primeiro leueule da armada Iticardo da
Silva Naves, e dea todas ds providencias qne esta-
vam au seu alcance,para salvar o navio, na qualida-
! de de ajud.Mile da capitana. Depois foi que chegou
ndrigues de Suuza, que psssou a
Journal- des Dbala
plictiles que o ministro plenipotenciario residente
em Rema, linha de pedir sen governo : c logo de-
pois elie foi chamadusao Mxico, cm rousequencia
da revolueau que se conhece e a ininlanra de go-
verno, que a repblica mexicana leve desgraciada-
mente de sofirer.
o Alienas o novo governo comern i existir de-
claruu omagueira das mais violentase igreja, a
seus inleresses sagrados, 1 seus direitos e i seus mi-
uislros. Depois de ler privado o clero de lodo di-
reito as eleiros populares, tez baizar, i I de no-
vembro do ullimo anuo, una lei pela qual aboli o
foro ecelesiaslicn, que sempre eslivera em vigor em
loda a repblica mexicana. Nosso veneravel irmSa
Lzaro, aictbispu du Mxico, nan deixou de prole.lar
contra esta tai, lano em seo nume come en. nome
de lodos i.s bispos e do rlero da repblica j foram
iuuleis todas as reclamacoes e o governo nao temen
declarar qie nunca submetleiia seus actos a aulori-
Ibsololemenle nalloa e de nenhum effeito Indos es
decretos cima mencionados e todos os actos que e
poder civil do mexico fez com scmelh nte desprezo
da auloridade ercle-iaslica. e da S aposlolic. e com
lao grande prejuizo para a religiao. para os pontfi-
ces e para os ecclesiasticos em particular. Alem dis-
to, advertimos a todos quantos lomaram parte n'ealea
actos por seus passos, seus conse Ibes 011 suas ordena
que rcllictam seriamente obre as penas e' censuras
que as eonstiluieoB apostnlicasvj oj sagrados cao-
nes dos concilios tem inlligido contra os violadores e
os profanadores das pess tas eomo das cousas sagra-
da, da liberdade e do poder ecclesiaslico c conlrj
ns usurpadores dos direitos da Santa S.
o Todava agora nao podemos dispensar-nos de fe- esl*' ****&} Pe' arl. I*.
licitar e de louvar Como lao bem o nao merec !o n. '
nomos veneraveis irnnlus,
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL HE
PEHNAMBLCO.
Discurra do Sr. depuladn Sn Pcreira, pronunettdo
uasessSo de l.li/r rneri-o.
<; Sr. S' Pereira : Sr. presidente a casa es-
tara certa de qne eu n3o posso votar contra o pro-
jeclo, que esla em ilisrusso, mo s por ler sido o
seuobjeclo orna das minhss lemhrantas, cumo por
enxeruar urlle bastante ulilidade para a provincia,
todava sobre sen cantead lenll algumiis duvi.las
pelo que muilo de-eare que a raa permita que
sea elle reconsiderado peta commissao de instruecRj
publica. Por um lado arlio muilo restrictas as ma-' o Sr le'nenle
apreriai.au
coadjuvar o Sr. Neves.
No dia IB do Brrenle, pessoa viuda do llecife,
quasi as seis horas da tarde, nos disse que a mal do
vapor iiComte Cavonr. nao linha sido ililnhaida,
no entretanto limiten) recebemos o seguinle allesla-
do, que prova o contrario, e que muilu noscoin-
lerias nelle conlldaa, c por omro um pouco conluii-
didas c be por isso que julge, que n commissao de
insiriiccao publica inslrni la como he medhor pesando
esta questao, pudera' dando o sen parecer, Ilustrar
iievi Lmenle a casa, e assim facilitar a
deste projeclo.
Para n.io deixar estas ideas em abstracta e fazer I Mazlmapubliearl
alguma .ppticarao. dire qoe o projeclo en. um dos I Nos abalzo assigna.los declaramos, que nos foi
artigas tiuae, lie minio mais es-encial do que ao ar- j entregue hontem a larde pelo rarleim da adminis-
F lerM 'e VT-' r'"U "i",aL "aan
r.u el10 arl. I- le correspondencia viuda da Europa, pelo vapor sarda
_fciai|ui o principal poni dni#ojecloem disens- uCoiul. Cavnur. Reeife, 17 de marco de 1857<-
sao, masseos iiol.res depulados quueicm ler o ar- .iru. Cardoso Avres.Manoel Jo.iquim llamse
ngu .. ver3o qae as .dees nelle comidas sao mu.to Silva.F.idel Pinto .V Compsnlue.i. Kellerjj
mais ampia, do qiie as do I- artigo. Comnanliia.-C.la & Irmof.-Pelo cnsul irance,,
r. /.ni. tuippt: Isto heque-tao de reilac .1. Faehinetti.Antonio de AlmVlda Gomes.Vin-
cao.
1) Sr. .1/. Amorim : E alm disto,
Insp 1
I va Amorim & Kilhos.Restron Rooker i\ Cumpa-
escola ubi...John Roslron.Lemus Jui'i r A; Leal liis.
Timm Mousen A, Viuassa.J dinslun l'alcr A
Mi / cmra : >8o he ama questao de O.mpai.bia.
Idicci ^"' ",',:"1- 'lne he Pnnnpal nhjectr do O vapor sardo Co.ule Cavour... tendo sabido
s 1 proiectO como diz o seu autor, qner que se creen. para o Itin de Janeiro e Babia, cnndnzio a sen I. r-
volver
Multo sii.li> que V. S. pedisse ao (lenle a que se
refere, que lbe n cuncede
gu e 1.:11ro. collegai, par
que vas e defeca ; que elle se recusa-se a isso, e que
V. S. se visseohngado a recorrer iraprei.se Mas
hein vr que diese nao fui eu o culpado.
Mas, ja que V. S. leve a simplicidade de dar au-
vidos a enredos e mexiricus, e de acreditar que en
fallasse em seu de alguem abusuu de sua creduli tade.
Aa verdade, jnlgava-me rom direito a esperar de
V.S.qnc de m.n. formasse meli.nr runceilu;se alten-
dese as maneiras auaveis e urbanas Com que o le-
nho tratado, ludas a ve/es que hei tido a honra de
eiu'ou'i.11 -me cun V. S., assim como ro-lumu tratar
a lodos us nossos colleg.is, e mais tamil.rmenle aos
meus amigos ; se. altende-se a que nunca live a ta-
ca pretenro de iinpr minlias humildes opinies a
alguem, e que eiilreleubo relaees de amizade com
inultos meinbros disliMtOS da numerosa familia de
\ S., do que iniiilo me honro
Se loinei cunta du seu dornle, foi a instancias de
alguns amigoa e do mesmo iloeule, do que invoco o
lesleniuubo do Sr. Uanoel jse l.eite, que ale man-
dn por .1 miaba porta um cairo no da II de feve-
reiro passado, para ir visitar aquellc duenle.
Quando cheguei a cabeceia du seu leilo, depois
deliave-lo examinado, persunlei-llie porque nao con-
tinuava a Iratar-s Con. V. S., e ua respusla taique
s estando em oso dos medicamentos reemledos por
\ S. havia mais de qoatro mezes, j eslava cansado
de sofirer, e que por esta e outras razos que nao
qmz declarar-n.e, eslava resolvido a mudar de lr.i-
lan.enlo e de medico, etc. etc.11 Pedi-lhe qoe me
moslrasse ns medicamentos de qne estava usando, e
entilo me foram apresentadas .! caixas com pulas e
uina porc.au (ta ungenta. Vendo eu puim, que
tanto ne-le cumo uaquellas, n piiucipioaclivu deque
V. S. se servio para basear o seu (ralamenlo, era
lodo mercurial combinado com o opio ; declarci-lhe
que julgava prudente usar de oulro. Keceitei-ltie
pois o xaropc de iodurado de Rirord, e banbus :
mantei cortar-lhe os longo- cabellos que linha na ca-
llee,, causlcrisar as ulceras com solujao de nitrato
de prata, cobn las dpois de cerni, appltrar-lhe
bizas na ciirumferenr.a das ulceras c mais inllara-
maees, e seguir por ultima o li al.menlo ant-phlo-
gislico.
Nesle estado, se scha j com algnma melhora.
IJoaulo a dizer a V. S. qae ficam impre.sa em sua
uiemoria as miulias palnvras : etiquetas e mes-
qutnhas constileraces de colleguismo, procorarei
rectificar essas expresses, que tao ingrata impreasle
lbe causaran,, asseverandn-lbe que lambem sel guar-
dar as conveniencias e devidas nltenrOes de rolle-
guismo quando nao implicara cora deveres humani-
tarios, que reputo mais sagrado para o median cons-
ciencioso.j tanto quanlo o pernnttem as cireumstan-
cias do nosso paiz ; e V. S. tanto lem rcconl.ecido
a verdade desle principio, que j receitau a doenles
meos como ao Sr. seu primo na eii.eohn Rosarle, a
avo ua esposa do Sr. Qaeirez Fonseca na Iba do
Retiro, e a oulros de cejos ..ornes nao me record
agora, dos quaes u primeiro voltou aos mens coi la-
dos, deizando de o razar a doente ilo Sr. Queiroz
talvez por ler succumbido a sua greve enfermid ide ;
e lien, por ssu me que.xei nunca do meu collega.
Mes se obrei mal, mo liz mais do que seguir o seu
exemplo !
Passarei agora a dizer alguma cousa, como pro-
melli em juslilicacao ao meu procedirnenlo quanto a
deixar de seguir o Iratamei.l prescriplo por V. S.
ao nosso doenle, com quanto repilo) moilo respeito
os profundos e aballsadoa rouheclmei.tos Iheorievs de
V. S. em quem leonhero talento ecapacidadelrans-
c..ifenre. 't> fanpraz-nie mal* eirar fff** nnlnea
pruleso.res nao menosabaliwdos,qne adiante citarci.
do que acertar com V. S. que lambem se recunliece
ainda uovo.
>3opreleudeiidoprevalecer-me dos resultados ob-
tidos na iniuha clnica particular para demonstrar
que n3o tenho sido feliz coni a applicar3o do mer-
enrio no Iralaraenlo da syphilis, porque reconhe;
igualmente fraca a niinha" auloridade, inlicareide
passagem o que tenho culhita de alguns esciiptores
a esle respeito, e que muito se coaduna com as mi-
aba ideas.
.Mr. Ilenergis, tratando da sv pinlis diz, que muitos
mdicos applicatn o mercurio no maior periodo da
111 il-iinmi..i; ,.<; mas que dessa applicar3o resullain de
ordinario graves accidentes, como dres osleocopa,
appareren. as exosloses. piolonga-sc a cura, e com-
plica-se o estado mrbido. As ulceras da garganta,
a caria do nariz, as dores osteocopas e outras salera
apresenlado cora mais euergia nos Iratamcnlos raer-
curiaes.
Desle mesmo pensar he Mr. Frite, o qual lam-
bem diz'que a duierilo do Ira Mnenlo lorua-se mais
longa ; e acresceula que os sv mptomas secandarfos
s3o mais frequentes, c os a'ccidenles da alivarao
quasi sempre seguem ; e que por isso S se deve
lanrar m3o delle mu raras vezis, quannn o Irala-
mento simple teuha falhado, visto como sempre
Iraz iiiroiivenicnles, de modo que a prudencia e
bom seisn acoiiselbam que sejaraos cautelosos, e que
sn o appl.quenins em casos excepcionaes.
AL ons medicas, por causa da acc3o eslimulanle
quo lem este metal em grao subido, lbe allribuem
urna virtude especifica no tralamei.ta da syphilis ;
oulros, purem, cujn. nomes respeilamos pelos seo
tlenlos e lopga pratica. mi cnnconlam nisso, e al
negam essa especialidadc ao mercurio. ,
Denlre oulros mallos rernrdn-me de Broussais,
Chaussier. Rlchand, llubleit, Cullerier, Desmalles,
e Jourdan que assnn pensam.
Se o mercurio fosse um especifico para a syphilis,
dizem elle-, n3u seriara necessarias essas co.nbiria-
cis mulliplieadas, essa variedade de formulas com
que ahundam as ptarmaeopeas; o que nos faz crer
que nada tem de especifico.
Mr. Aslrue, que considera o mercurio como um
medicamento miraenloso, Van-Swielen que com lo-
do o enlhusiasmo fez do mercurio sublimado um an-
tidoto da syphilis, bem depreesa reeonhecetam sua
l.ll'bl.nl.iil
-MM. Ilarbier, Pryrille, Thompson, Asile; Coo-
per, Galhrie, Kerneu, l.anleuuis, Svvediaur, Mor-
garn e Hunter |ien I)s males uccasionados pelo mercurio, se notam,
logo que se poe em contacto con. qualquer parte do
corpo.
Se o individuo ^ bem organizada, observa-se-ll.e
urna exaltarse da frao anual 10 estomago, cujas
funrees s3u exeiculas com mais promplido e e-
nercia.
0 appelile lorna-se mais activo, e a digcshlo se
opera com mais ellicacia.
Fjsle augmenta de exaltaco, porm, bem depres-
sa ullrapasssa u estado phvsialogico, dal.i segue-se
nina en-ac,ao nu calor 110 estomago, e a perda de
appet.le nAo torna a apparecer.
1 11. estado febril demonstrado pela ptauilu le e
(requcncla do pulso, excesso de calor animal e da
perspiracilo cutnea logo -e niaiiifeslam ; e as vezes
dures, nauseas, evacnares'alvinas.
Se aperar disto se nilesle na applicarao do mer-
curio, as ncjecre alvinas augmentam-se, e lege-
le lugo a infiammsrlo do canal digMIivo anuuncia-
de por tenesmos, ele., ele., as erupcoes da pelle,
le-es do lecido OSHO, fibroso, congestoes sanguneas
nu svslema nervino, cerebro, medula espinlial, pei-
to, al.dumen ; e as vezes a spoplexia, paralysia, es-
carns de saUnue, etc.
Vamos ao apio, lambem por mira suspendida no
11 ai..n on in dn II, O opio, os odorferas, assim
ro.no mudas outras substancias medicamentosas leu.
uumerosus'parlidasios: aquelles, porm, que enca-
ratri a pbviiulogia como a verdadeira Li: -oa da me-
dicina pratica, jiilgam que os auliphlogislicos apro
puados a' nalureza d'i mal devem occupai n primei-
ro lugar.
.'. 1 Kola que ruta medico faz do melhodo que
emprega. he firmada em tactos c resultados; mas
nem ludes us inellindns s3o sempre ellicazfs, e a
CAMMOS.
P<
Lisboa, ll. por ';, de premm.
llio de Janeiro, i por tip. de descont.
Accoes do llanca, ifl a 15 de premio.
companhia de Bel.rnbe 5*3000.
o companhia l'en amhucana an par.
I l'.li.tale Publica, Wlporcealo de premio.
Indemi.isadora. H dem.
e por 0|,) de pren. ..
Discouto de lellras, rle.S a |l).
Dito do hanc^.Ka 10.
()uro.Oncas hesnannnlas. .
Moedas de SniW velhas
a li-jiOO novas
a 4^000. .
Prata.Palares brasileos. .
I'esos cnlun.nar.es. ... -Jjtinti
mexicanas...... UMS
C'aixa Filial tiu lifiit;o do
Brasil
EM I" DE MAl!(;OI)EI8o7.
Directores da semana, os seulior e:Ju.io Piale de
Leinos e Antonia .Marques M Amorim.
laxa dedescoulos para lellras.ateli mezes de praze
o por ceulo.
J89 *j>-i
. tnatsM
. 169000
. SJJOO
-M'AM'l-.i.A.
Kendimeutn do dia 1 a Iti. .
dem do dia 17.
:Ul:lo3il7l
U:K13yi:ll
en-lo sempre presenta o dever que Ibes corra em cadena, urna de escr.plurarao commercial por par- do ,!rl provincia, rs pas.ageiros Koherl Otell e anlagens que se atliibue a aleuns delta, nao cum
como os de nenliuma oulra nacilo do mundo, na- Jai!e aoperier da Se apostlica. .
da tem absolutamente que temer. Se ha entre Ks'e mesmo governo. irritado por vera iodig-
nos ero alguma parle ahatimenlo e marasmo, nao ; nacao qoe o fiel povo de Puebla de Los Ansalis prin-
he ao raenos em noaso ctunmercio. Elle reuns ta-i ciprlmenle mostrara p:.r oecasifto d'asla lei fez
s da a vitalidade da mocidade com loda a sulidezl baixai dous decretas, um dns quaes submellia loilos
I da dada madura, e provoca a concurrencia antas os beu da igreja de Los Angelis ao poder ds euto-
" de que a teme, porque lie a gloria da concurren- ridade civil, dexandu-us a sua livre disposiego ; o
' da commercial ser tanto intil para luis quanlu oulro eslabelecia de que modo estes bens deviam ser
o he mais evidente. Aqui au se da' como as ca- administrado. Cuino quer que u nosso veneravel
a vaiiadas em que a viciara de um he a derrota do mnu Penga, bispo de Puebla, pereilarnenle fiel,
" unlro. Ao conlrario, o pruveito d'nm negociante I* '*,,wes de seu Cnrgo, elevaste sna vas episcopal
1' he o proveito de torio, e a prosperidade cresceu- c ntra docretoa Uto injustos qu.io sacrilegas, o gu-
tu d'um Estada vizinlio, langa de diminuir nossa I veruo uau temen pr
II ba situaran, a augmenta, dainlo-llos mais uin \ DUIP0i persOBUi-lo, faze-lo agarrar pala forra publica '
rico cuuiuraiilor. Assim, prosperen! a Franca, a -, *uva-lo para o exilio.
v U'is.ia, a America, e a Inglaier.a prosperara" a.Ue nenbuma mifteira sequa alien ler nema
a mais. 11 rcpreseularocs de nosso veneravel iimlo l.uiz, are-
Estss bellas palivras sao o mais vigoroso esleio que i bispo de Daraascu, uosso delegado apuslolicu, uem
Virio ta de sea carga episcopal, elles rombateran
cum perfeita intrepidez, com lirme/a c constancia
pela cansa da igreja e poderao glorificarse de ler
victoriosamente avflrido todas as especies de penas e
de Irbularfifi em dtlVza da igreja calholica.
o Hendamus tan.bem justa homeuagem a luds es-
1-s bomens. ecclesiasticos c seculares, que venia lei-
cainei.le animados do espirito ealholico e irgeindo
os illustres exemplosde seos pontfices, a preasarani
se am eoiiearrer rara o mesmo fim cum todos os es-
lorros que e-lavan, em seu |iader,u;"o obstante torios
- -- ,-- .... ....... ,'.ui...t.ii, r. |> 3-nt. ......
Odas dobradas e oulra de geographia e bistur,, du Silvano Comes dos Santos Porl .
commerco, parece porlanto ser isla a qneslo prin-
cipaldo projeclo ; mas se o nobre depolado lr o
arl. ") vera' qne lie muiio mais unpurlaiite a inate-
'rii dese que a do I",
O Sr. So;a Cartalho : ouid i me *
O Sr. Sn' Pereira : Le o arl. ."i.
Conclue.sedaqui, que naque estudarem as duas |r presos peH delegacia dn segundo ilislric-
t: I- nao merecem confian- l0 rlesie termo. Euzebto Pereira, p..r aspancamento.
Pela subdelegara da freguezia do Itecife, Josc
.li ainanitoa.
BEPABTIQAO DA POLICA.
Ocenrreneias do da !( de marco.
pensara os desastrosos revezes que se Ihes seguem e
de que nunca -e falla.
(.reio, 1 o, que o niellmr melboilo he aquellequc
:ij:73|ij(fc
Deicarregam koje is de marro.
Barca inglezaLindararvao.
Barca inglezCoi.t.ealhmercadorias.
Bsrca inglezaLunami o.
Barca inglezaHambra- lanas e rarvao.
Singue inglezMel.uabaralhan.
Brigue inglezColdenhagebacalliao.
Escuna inglezaAsacarv3o.
Barra fraurezaOln.damercadorias.
ltale americanoI-l>ng Ealefarinha de Irigo
Pulacd l.e-nauliolArdil (.versos gneros,
Briaue sanio.Mana Elisadem.
Brigue portoguezS. Manuel I c.deiras eazeilr.
Iliale Orasiie.ioDous Amigofum.i e charuto
IMPORTACA'O.
\apor brastleiro ulguara-iu'.uprecedent dos |mr-
tos do norte ; consignado a' agencia m.irn (e.lou ,, se-
grate :
li" cauros salgados, 1:1 sarcos cera de carnauba ; a
Jos- Antonia Beata.
173 rouro n.iudos ; a Lima Jnior f C.
I Lt c.ioros salgados, .'Ul meios de sulla 10 sac-
eos feijao, di,us ,0111111,1 ; a Jos Rodrigues Ferrci-
ra. ,
j garajaoa pene ; a Jee l.uiz de Soaza.
78 saceos, cera de c-rusuba, 2 dito dita de ibe-
Iha, II molho coi.ro corlidns, III coures Migado,
11 ditos de cabra com cabello ; a Antonio Comes da
l.unha e Silva.
I barrica pa'o campeche ; a Jesss Soom 4 C.
7 saceos cera le rarnauba.ii'.l molliut rour. de
cabra, I fardo pennas de emma ; a Jos Antonio da
Cunha& limo.
300 meios de.olla ; a Jo-e Laarenco da Silva.
10 molhos crranos cnrldus, um roli.10 usado,
I mesa osada, e -J jarras dita ; a Jos SI. d. Cunba
Carvalho.
- ."". .-i.-... no.; 1,0 ; r.uilheruie f. de iooza llar-
val.o.
17 coums salgadas, '.) mullios ditas curtidos, I bar-
rica cebo, M saceos cera de carnauba ; a Luiz Bor-
ges de Siqueira.
I5( meios de sola ; a Manoel ( inrlve s da Silva.
U/ meios desala, 58 couros curtidos ; a F. T.
de Souza Neves.
1 "i."CCc "" < carn,ub' i Francisco Cerne
da Silva Sara.va.
i molhos couros curtidos, barricas cera de abe-
Ina. 1 saceo buxo de peixe, 1 pipa vazia : a Joa-
qoim l-r-iici--.. Alem.
Li dazias de tahuas : a Antonio S. Maciel Jnior.
103 meios de sola, li saceos gamma ; a Sebastian
Jos da Silva.
-!.l meios sola', > barlicas cera ; a Antonio I jrva-
la 1 A.
1 calza fazenda, 1 dita pho*plioros, 3 ditas rape.
> catioes um piano usado, 2 banquinhas de aiig.cn
e I maequeza de vinhallco usa.Idos, 1 barrica estu-
car, -21 saceos cera de rarnauba, 12 dilu gamma
l.llliS couros sainados, 1,310 arrobas vilele; a
ordem.
Hiato nacional EvhalacSo, n vndo do Aracalv,
consignado a Caelanu C. da Costa Morena, manife.-
tou o seguinle :
13 saceos cera de carnauba ; a Tama .& IrmSo.
112 rouros -algalio, .',0 meios de salla. 21 mecos
com b.l quartas de eijao, 9 ditas com 27 ditas de
-.iinii..i. 7 ditos rom 27 arrobas de cera de c; rnau-
ba ; a Cruel & Irmaos.
(i meios mita, 7 sacos com 2i arrobas e 18 li-
bras de gamma ; a J. F. Prenle Vianna.
t couros salgados ; a I). R. Andrade \ C.
70 saceos cm 210 quirtas de gomma, 25 coums
Migados ; a H. J. de Sa' Araujo.
21 saceos c m nm errenaslde cera de carnauba;
a A. Lope l'ereira de Mello & C.
."II couros s-lga ios, 1,300 pellesde cabra, lotc-
eos com 10 arrobas de cera de carnauba. 27 molhos
com li,.i esleirs ; a Luiz Barajes de Squeiri.
II) canas vela defrarnauba ; a'ordem.
Calera frauceza cOltoda, vinda do Havre, con-
signada a Las-erre A. L.ssel freres, mauifeslou o ic-
goiule : ,
100 cixas velas, i ditas sebs, 2 ditas estnfos de
13, 2 ditas couro, ib ditas eTlr, tardos fazendas de
algodao. de 13. de seda, mixta, Schaffeiilin rj 1;. "
21 caixas I,zondas de algodao, de seda e mizla, 1
ditas fazendas de algodao e ruuparia, 1 dita exile-
les de velludo. 1 dita chales brdalos de seda, 10
d.las chapeos, 3 ditas panno de la. 2 ditas movis, I
dita rarlnnagem. 2 ditas mcrceiria ; a Timm Moa-
sen i\ \ mana.
22 ditas fazendas de algodao, de 13 e mixta, 1 dita
chales de camhraa e fazendas de algodao bordadas,
1 ditas roiipa fela, 1 dita e 1 fardos pannos. 3 cai-
xas malas de viagem, 32 d.las chapeos, 1 dita ditas
de sol, de seda e .le algodao, S barricas qoeijos ; a
J. hellcr A; f2.
3 caixas fazenda de algndao. 75 barris e 75 metas
ditos manltifta ; a laac. Curio 4 C.
10 raix.s fazenda de aigodilo, 2 ditas dHas de
seda, 1 dita roupa fela. 2 dita len{os,de ltda, S
dHas pelles iiiarroquinadas; a- S. (Vllieber A. C.
I cana r.i/.endas de seda, 2 ditas espelltosc qua-
dros, li ditas 1 hapeos e coi.ru, 5 dita chapeos para
homem : a Chrisliani frere & C.
1 rana candelabros ; a M. J. II. c Silva.
liO raixas queijq*, 11) ditas -ai linha-, -"hl barricas
ceraeuto, IDO Larris e iOO meius ditos manleiga ; ais
consignatarios.
100 meios ditos manleiga ; a 'l'asso freres.
2 ranas licores ; a F. Itadich.
30 gigu rli.i.npagi.e ; a Paln Nash o C.
.".O barris e 30 meius ditas manleiga, 31 caixas li-
cores, 1 dita instrumentos de phoiographia. I dita
litro phiispioiico, I dita sal pli'ig.hc I dita .-
dreae pasta dejujuba, I dita bolues, 12 dita lico-
res, ."i ditas amenas, 3 ditas censervns, I dita in
Irumentos de, msica e perfumarla, 1 dita ubraale
vm.e, 1 dita carrafas vasias, I d la moldura diluci-
da, 1 dita mercadorias ; a .irdem.
I caixa chapeos, barretes etc.; a J. de Olivera
SI: Wl.
1 il la fazendas, 2> Larris e '."i meios ditos na -
leiga : a V. Alvos de Souza Carvalho.
20 Larri, e lo meios ditos manleiga ; a Forrea
* Lourairo.
I baho calcado ; *. O. Ilrslibeiix.
I caixa f'/eu'i.is de la mesial, 1 dita cbap.s
ra alsom
OSr. .)/. d'Ainorfm : Apoiado.
O Sr. Sa' Pereira : Luga v a nobre de: utadu
qae creoo duas cadeiraa easenclaes era curso de
commercin,qna nao cun-egoe u lim que u nobre de- 1
us peng is c dainm.s que d'alu para Ibes reiult.ir.iin.i pnta lo quer, porque isso depende de oulros etludos,
Pinalmonte praslamoa os maiores lonvores a e-le 11"" nobre depuledo nao jnlga secundario.
iel povo da repblica do Mexico une em mui grans' '.! Sr' ''' '!' 'wmjPara obler um diploma.
Joaquim de Sanl'Anna, por desordera.
Pela aubdelegacia da fregu/..,, de Santo Anto-
nio, Ant.n.o Kibeiro, e o pardo escravo Mercal,
in.-oii. por de-urdem.
de urna raanena mins rpida e certa .le.lr.ie os a?c- d ';,'" """ 1 ,' ..'cTta.u 'l 225
iiJeiirs, .- l 11 trina, t itil-i m-friporf. '2 nila* nan>?| \\\t. 1 lita-
lesrulpe o me, nobre collega, se. me torne, pro- p(., escrever. 12,l.las queij. /idita chapeos n
uhennl n IUHP,0f,'ra5'e ?*"*'* ?""*' ""'^"1. I .lila cbapellaia. I dita movis, 1 ,.
.. nhein a,, po. d,p: desilo lempo vago, .... 0|,jfcios de csrieira^lilas nmsrsaaeeees, 2d,.as q-
w\ Se ainda assim na,. Dr saliiieito c nao ,u,|fr.a., I dita mercadoria., i d.ta calcad... | o,
da P-
pela sublelegacia da freguezia do Por.,
nell.i, .. pretoearravu Halmundn, por biiga.
Pida subde'egac.a tta frecuMil da S'uribera, l'ru-
edur cruelmente contra este departo, nao vio senao" co"nY'magua" e"inlligr3 ^mLt 7lZ[^'\,ltWvt"''' fon*"le." <1"e de'""'
------......-le fraureza, dueilo ----------
lano acto .e.graca.tas e m.quos co.nmMli.los ron- i comm-rcial e economa pulilira ; de nia.ieira que
Ira sna regiio e seu pistare,que de cnrarSo s faz i ainda que os e-luda..les aprenda] o qoe so eusina PKON EUORIA DA SAI DE DO POETO,
protestar sua fe calholica, obedecer con. tubmissao "** dui adeiras de qoe trata u projeclo, nf,. te- 's cle ""
o >-mir -i.. lo.n.. o- ,, ,. ,. rao *aulagem da serem considerados liablil.dos, Febre amarella.Fui encontrado a burdo da bar-
e amor a seus Impo. e permanecer (irme e constante-. ,,oriJue M cou, uao ,|e mu: ca ,,, Blhebelba um doenle, o qual tai reme-
cieole ligado a nos e a cadena de Pedro. Praz-nos i ntcipal. ; vido para o hospital do Pina.
l
I
imi
quizer later mo juslija o publico que sabe mi
bern quaes os mdicos que tem que fazer pela sua
prr Bssgo, e a reputara de que cada nm goza, por
que elle he > noaso juiz, .. m'a fara' ; e com o su.
ju.zu ilicin tanta, e ron. ser de V. S. ltenlo col-
lega,
Dr. Ignacio Aery da honteca.
r, 17 de marro .le 1S-77.
I'.eci
m
.lila llore, | d.ta i*ua de Colonia.
iras, .1 ditas e 3 pacotes mercadun.,
lo : a Burlo i\- Souza,
ardinhas, I", barris e 30 meios il.i'
l. I.. de llveira.
30 meios ditos manleiga ; a Amnru
Srt.Medacloret.Detesto as polmicas pelos j..r-
naea, mas Jo-e Antonio de Araujo (..maraes p >z-
me na rigorosa necessdade de .ecorrer a seu con-
ceitnado jornal, ptra dar una aalisftfle ao re-pei-
tavel publico e nao reposla aquello sei.hor,cajo r-
Jicalu proceder t merece desprezo. Aotiuncia de ouro, 1 dita tabico, I ditas bonets d
eslampas. I
diu perfum
:l ditos cale o
'.) C.IIX^ .
manleiga ; a
I", bar.., o
A, Irma...
2 canas papel. I d.H calcado ; a E. II. Wytl
I cala m da-, I d.ia ol.ierlo oe ca, 2 babu
roopa deernbora e novidades; a ||. M.Hachea.
2". cana velas .Iran as. 13 Larris e 2"> rricns di
to manleiga ; a BoMoe i.V l.emrs.
."> ranas movis ; a J. V.gnes Aine.
20 caixa mercadorias. 1 d.ta movis,! dita obr..
algodao,!
ILEGIVEL


1HAKI0 DK PEBNAMBUCO, QUARTA FEIRA IS DEMARCO DE 1857.
ililas vi.lros, S ditas perfumaras, > dilas ferro Mi-
do, i dila obras de ferro, 1 dita q.iinquilharia*. 2
dilas papel, 5 dilas a(ua de Colonia, Vi dilas espe-
taos pequeos, 1 dita loara, II dilas cestas, 1 fardo
roldas. 8 barris tintas, 18 ditos pregos ; a Feidel
Pinto 4 C.
i cmas chapeo* para senhora, I dila ci.fe.tc*. 1
dila vellidos de seda e modas, 1 dita llores, chapeo*
para meninos ele. ; a Madama Thcar I.
I barril a.vaiade de lineo, caiva drosas e livros
t dila solalo de qaiuino, t dita alcanlra ou olicn ;
a J. Soam & C.
1 barril verde france?, ."> caitas garrafal de vidrn,
I dila drusas, pinceii, rolhas, papel ele.; a Morcira
li Fragozo.
H eai\ i*tTBMM, -2 ditas 'palle* preparadas ; a ti.
A. Ho.ll L- !-.
> eaisas pelles preparadas, I H'l' cooros enverni-
sados, I dita calcado ; a D. Lerlere.
i caija clwpos psra hamem, 1 dila medcame.,
tos, 2 dilas alfii'l. I dila panno*, 1 dila hiendas
de aljo kki, -2 dilas chales de crep da China, I dila
sedas e chapeos para senhora ; a Cals-frere.
1 barrica colla. 1 caia vidros, > ditas medii-amcn-
los, t fardo llores medicnaos; a tf. F. de Sorna.
12 caias vidros ; a J. I!. Friigozo.
1 caica chapeo de Sol ; a ti.da Silva tioimarSe*.
1 cana calcados, 1 dila livros, I dila hiendas de
lila, t dila perfumara* ; a Luiz Antonio de Siqucira.
2 eaisas livios ; a Miur| Jos Alves.
Ili eaisas chapeas de s(d de algodao, 1 dila couros
para seltim, 1 dita sellas, 1 dila quinquil 'aria, 1 di'
ta livros, t dila couros, 1 dila armarte* para chapos
deso, S ditas pnrcellaua, I dila perfumara, dilas
cryslaes, I dila panno*. t> dilas roiipa feila, I!. Jilas
faiendas de alcudilo, 2 ditas omisas, I dila sedas, 2
dilas brreles, t lita candieiroj. I dila hienda de
13a e seda. 2 dilas dila de Ida, I") dilas vidros. 2 dilas
malas vasias, I dila cliaprliul.os de sol ; a F. Sou-
vage & C.
I caixa inslrumenliis ije msica ; a II. Ilemonl.
' cana* papel. 1 dita tinta, 2 dilas calcados ; a L.
I.L'Ciunle Feron oV C.
I caisa lisro* a K. de Fraila.
12 caicas sidra*, I dita purcellana, I dila agua de
Colonia, I dila llore* aililiciaes, 2 dilas vidros em
painel, I dita fundas, 2 ditas caslirscs ; a T. Koherl.
y eaias vidros, ditas cr\slaes, 1 dila perfuma-
ra. 2 dila* r.'^i-i (-, '' il .1 as e*|ielho*, I dila armas ;
.i A. Robcrl.
I cauca fazenda de algodao, I dila chapos, 1 dila
ruup i feila ; a A. I., dos Sanio* & Kolim.
72 barris e 83 moios ditos manleisa ; a Schramm
W. & I..
1 camas chapeos, 1 dita couros, I dita carlona-
gem, 1 dila eapelnoa, 2 dita* papel, 1 dita arlisos de
chapellairo, I dita quinquilharia, i dila fazenda*, LI
dilas cano* : chumbo, '.I praocbH de madeira, I
(acole lanra* de bano, l ca.xa livros. 1 dila bom-
bas, 7 ditas c 11,; a 11 (, 1 dila pndula*, l dita* porcel-
idii'.. I dila perfumara. 2dita*qninqailbaria, i di-
las pello* smarroiiuiuadas, 1 dila cryslaes, I dila
calcado e chapelhiria, I dila chindas oe 13 a ; a J. V.
Adoor & C.
I cana sedas ; a A. I. de Fana Jonior.
2\ calas fazenda de algodlO, de lia, de seda e
mista, I dila chicotes para menino*, I dila roopa
feila, :t ditas couros. I dila chale* de seda, I dita le-
souras, 2 ditas pasamanara de seda, dilas Dnela
de c .uro, l dita lilas de soda e alsoda, 00 caicas ve-
las, 1 dita lio de lliiha. 7 Illas mercadura, ti ditas
chapeos para homem ; a II. ttrunn & C.
3 caicas papel, I dita agua de Colonia, 1 dila chi-
cotes, ti dilas mere i I .. i i- ; a l.elellier & C.
1 caica livros e perfumaras ; a .1. d'Aquino Fon-
ceca.
6 caicas redaoca*, 5 dila* cryslaes, I dila drogas
e boles, 1 dita liiscnito*. 1 dila charutos, conservas,
etc., I dila clcheles ; a l.ll. l)--nckr.
1 caixa boles e lunetas ; atihapruiil ^\- Berlraud.
Iliale brasileiro u Dpus Araiaos. viudo da ti-ina,
consignado a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ma-
nilettou o seguiole :
1 e.in.in ac para espellio, I dilo juias ; a Kabe
S. & C.
1 caio obras de diamantes ; a i iuiiu M. & Vi-
uassa.
2 caitas pclucia ; a Schaffheitlin ij C.
I cauo coin 2.000 charolos ; a Meuron rVCom-
panhia.
100 pecis piassava ; a Manoel Antonio da Coga e
Silva.
IG volunte* ir.issau_.ts. tul ditos piroenta, .1 dilos
penenla, 3 dilo* chapeos de fellro, 17 velumes ob-
jeclo* usado*. 4 saceos li i de *lgod_ OS fardos u-
ioj. 2 caicas velas de earoaubi, 1 calcio com i iina
gen*, 7 duziasde loros de jacarando, 1 sacco com i I
libras de fio de licum, 8 pacote* com 2 du/.ias de
V. mais se au conlinha e neiii oulra alguma eousa
sedeclarava em dila,senlanra, em virlnde da qual
o esenvan que esla e*creveu, pa**ou a prsenle com
o prazo ile :0 diaa, pi-lo llieor da qual se eliami rita,
e^ hei por ciladn ao supphcado anuente l.ino Jos de
Calro Arauju, para o eonloudo na policial mpra
aqui transcripla, alim de qn comparec por si, ou
por sen bastante procurador, na piimeira audiencia
desle jizo, que lera' limar depois de liit 1 o o dilo
prazo, conciliar-se com o supplicanle sobre o que i
me*uio declara em *oa pelira". com n pena de rp-
velia. I'elo (pie lo.la e qualqnar passoa, prente*,
amigos ou eonhecido* do *opplicado peen o faram
scienle do que cima fiea ecposlo. i) porlriro dos
auditorio* de-la ei lada, afliiara' e publicara' o pr-
senle no Ingar do eoslntna, c aera1 publicado pela
imprensa.
Dado e pastado ne-te segando d slrieto da frap.no-
zia do S. S. Sacramento do baiiroda Santo Antonio
da cid.Klfi do Recife aos '.I de mareo de 1857. Eu
Innocencio da Canba Uoianna, escnv.lo o *screvi.
Joo Francisco Bailo*,
(i cidadO -lo.io Francisco Basto*, miz tle paz do se-
cundo dislncio da fregoezla da S S. Sacramento
do bairro oe Sanie Antonio da cid.ide do liecife
de i'ernamhco te.
Faco saber aos que o prsenle caria da edil os vi-
rem, que Jos da Fonseca e Silva, me fez a pelie;io
ila seguin'.e maneia
nelon C. Alcoforado, proruraor cal da
inesouraria proviociai.
Teiida o consellio do AdmDstracS0
Naval no da 2f dd crreme mez, pelas ti
horas da manliaa, no so de contratar o for-
necimonlo de carne verde, pSo, bolacha, a-
Siiardenle, azcile doce de l.tsln'ia, cale i<
socar, arroz, vinagre, carne sueca, ..acalhao
larmlib .le mandioca, |'ej;r,t SaL toticinho,
azeite de carrapnto, vellas s'.iariojL e-lilas
Ue carnauba, para os navios da armada, bar-
ra le excavara, enlerniana de mahnlia,
pracas doatsenal livies ah existentes, mas Umbetn de lazcr
a comt.ra de 13 bonetes com chapa, 136 ditos
seo ellas, a8 calcas de panno azul, 23ditas
debrimbranco, m,^\^ dealgodo azul,
-1! camisas de bnm ..raneo, n dilas de algo-
dao aiu 11 cobertoroa le i.,a, n capotes de
panno, ,s lencos d- seda prela para grva-
las, 38 lardas de panno azul, |: dilas de
bnm Inane.., II moxilas, 24 pares de polai-
nas c 123 ditos de sapalos, ludo compondo
lardamculodas pracas embarcadas nos refe-
ridos navios ; manda convidar a quein con-
.t;uni.tr iiniiiriin i ..*
Illm. Sr. jo .ie paz da sesiiudo dislricloDiz ve"lla "tl"W Contrato, ben como a venda
Jos,- da Ion.cea e Silva, que quer chamar a conci- i aest*s ODjectOS, o apresenlar a sua ptoposla
hacloa Mmoel Josi Freir de Anin.de para Ino!00 ""dicado da, no qual se devera fazer
pagar a quanlia da 50*, preveniente de charuto*, a mencao nicamente menor prCCO, pcniue
5HS?'.-2.Pl!??i" _*PP"*B.o nao tem|pago,e*e | se pretenda fornecer ou vender o geneio,
sendo que depois do passada a hora, i-;iial-
acha ausentuein lagar nao sabido, por i*.*o requer
supphcanle a \ S, se digne admilli-lo a joslilicar
a ausencia do lupulieado, para que provad,. se passe
caria de edil..* com o prazo de qoinze .lias, licando
rilado para le.li s os termo* da conclla(So, condem-
nando na* costas e no pedido.
I'e.le I V. S. defer.inenlo.K U. M.'.'
curador, Domingos Barbosa Itedrigu
F: mai
orno pro-
nao sera recebida mus ne-
ma.* *e nao conlinha e nem oulra alsolma con- i publico que amani.ia 18 do corronte pr
'tt2i!?'m**t* dCS" i;'-'"'i,s .nieras sessoes otutiattas .
mcnie indicada
nbuma.
Sala do consellio de admini Irarao naval
de Pernambuco 12 de 1857.-U sccreUrio,
Alexan.lre Rodrigues dos Anjos.
Acamara municipal desla .'ida.le, faz.
mei-
lesle
aun.
Paco da cmara municipal do Recite, 17
le marco de 1837. Manuel Joaqun, do lie-
Manoel Fer-
ia sen-
THEATRO
*.,( j
'
I i (alha* e i barricas louea, 2,200 quartinhas, .".
paeoles, :17 caicoes e 2,2")i caixiuha* charutos ; a
ordem.
l*olaca hespanhola .. Madrona, viuda de Itoenos-
Ajre, consignada a Bailar & Oliveira, maoifestoo
o s-uninle :
2.6S0 quintues de carne de charque; aos eooiig-
natarjoa.
Birca ingltza Latan, vinda de Uqndee, consig-
nada a Scott Wilson e Companhia, manife*lou o se-
guinte.
110 toneladas inglezas de carvo de pedra ; aos
consignatarios 'afri' ~
*SJ)NSUr;Al>0 tiF.AI..
Iteiidininlo do da t a lt>. 6t:313gB28
dem do dia 17...... I:7:id0
:0.)S;!i:!2
sa se
pach
Juslflque. Segundo .hsiriclo da fregoeiia do S. S.
Sacramento do liccifo 2 de mareo de 1857Bat-
i*.
E'mais *e nao conlinha, a nem oulra algnma ou- g 6 Albuqueiqtie, presidente.
sa se deelaravaem dilo mea despacho, em viriu.ie I reir Accioli, secretario.
do qual supplic.iiie prodoiio suas le.lemunl...-,
e em virlude deteai depoimenloa dei a mu
lenca da maueira e (heor ,s.-guinle :
Julgo por euleoeala prsenle juslifieaea,) din
la do* depoimeatos de 11*. i. e II*. ."> pelottm man-
do, se passe carja*;.le edito*na forma requer a por
quinzn dias, pana* pelo |..stis!icaule as coalas. Baci-
la .1 de mareo de 1787.Jos Francisco llaslos.
V. mais se na. conlinha e nem oulra alsiinla cu-
sa se .lerlarava em dita mlnba seolenca, e.n viriade
daqu.l o.escrivo que esla escreveu.passou a prsen-
le caria com 0 prazo de quima dias, pelo llleor da
qnal sa chama, cila, e hei por citado ao snpnlieado
ausente .Manuel Ju- 'reir de Andrade, para todo
o expendido, na p ii.;".o supro aqu Ir..escripia, pa-
ra que o moMIO aus ule compare;.) por si, Ou por
seu bstanle procurador, na primeira audiencia desle
joixo, ipie tera' lunar depois de lindo dito prazo, a
lim d-conr.liar-se ro.n |o sopplicanle Sobre o que
declara o menino snpphcanle em sua pelicao.
com a pena de ser condemnada na qunulia pedida
e cusas. I'elo que toda e qualquer pes'oa, pren-
les, amifios, un conheci'o*. do supphcado peeo.o
fafam Miente do (pie cima lira dito.
t porleiro dos auditorio* de-la cidade, alliiara' e
publicara'a'prsenle no lugar de coslum-, e sera'
tainhem puhlica.lu pela imprensa.
Dada e pastad* nesie segunde dislriclo da fregoe-
zia do S. S. Sacramento do bairro de Sanio Auiouio
da cidade do Beeifa de marco de ,87. Eu Inno-
ocenejo da Cunha Goianna, aserivAo o escrevi.
Jo.Id Francisco Basto*.
Para o Rio de
Jayeiro
Sdgue em poucos -dias o brigue nacional
l.eao, c.-ipiliio I ai la, 'para o reslo da cano e
fete, traa-se rom fes consignatarios Isaac
Curio & Companbia^ua da Cruz, u
lucilo andar.
49. pri-
*
o pai.icbo brasileiro Esperanca segu para
o Itio de lu
lo dOUS ere
lio
de
testes 8 das lem protnp-
s.'u carregament. prome-
to oscravos a frote, para os quaes lem ex-
cellentes commodos, trala-se com o seu con-
signatario Antonio Luiz do oliveira Azeve-
do, ra da t.ruz n. t.
*"-a a Batiia.
l'reler.de sabir uestes oito dias ovelciroej
bem eonhecido pallubolo nacional Uous A-'
migos, lem prompto dous l"rcos ile sen car-1
regamento, para o reslante, Irala-sc com >.
seu consignatario AOtoaio .Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
> INKDRAS PRECIOSAS. *
V >
;
Aderecni de brilhanles,
y diamaulea a parolas, pol- *
i veiras, alliueies, brincos *
a rselas, botos e aunis "
, de dil.'er. ..te* goslos e de
. diversa* pedral .ie valor.
i
_ Compram, venden 011 -
... lloran, prala, ouru, bt
lhaoles,diamanlese iv...-
K la*, e nutras quaesqoer "
* joiasde valor, .. din ;: J
.. OU por ..ira..
SOREIRA BtJaIRTE.
BtUR do G^auK^' n 7.
t
i:'
Lisboa
' i 1 . por .: -
-i >s tis | . !S < i H ill-
; -i.si;- . \ot\ i::'
. ': -. : i ;
.. V. - H CO 01)
... ..
OURO BPRATa-
., Aderejoseompleloi de
"uro.meios lilos.polcej.
ras, alfineles, brinco* e
rozla*,cordiei,trance- ^
lins. medalhas,correnic*
* e enfeiles fiara reocio. c *
oulrosmuitosobjeetosda S
uuro. >
'ipp irelhos completas,.-'
prala, para cha, han- *
lejas, salvas, ca*ticaes, ^
ci.lheresdesopaedech.i,
. r mullo* ouiros objeclos J
. de prala. i
;.! a;*..> (-.,',
-
ivaz
c
aes se vendem pop
como costuniao..
CUDLT0R10 HjISOPiTHKO
x
irm.
QUDiTA-FKIKA |9 DE MAKQO.
(lilava recita da assignalura.
Representar s.--lia pela uiii.ua vez em repetirn
para us Sr*. assignanles, o hallo e interessante dra-
ma em ., actlo* e un quadro
MARIAWl \ VIY.WaElR..
Joao Caetanofara'a parle de Bernardo, por elle
creada.
lie.nalara.' o espectculo
aclo
a jocosa comedia em I
^'._-:.-''-.C. -
De ordem do Illm. Sr. inspector do arsenal de
marinha,faco publ.c.'que no da 2^1 do correle mez,
as lt horas da ItMHt, e eOecluara' a compra ue
lineo em leneoe* grande*, para provimenlo do al-
mpxarifado, em visla de propo*tas npresenUda* l
a ni lirado hora, na* qu.es smenle se nev declarar
o menor prejo. porque *e pretenda vender es*e ob-
jecto.
lospeccao do ar*enal de marinha de l'crnambacn,
em 10 .1; m,reo de 1837.O secretario, Alecaud.
Kod '
OCHAPEODOEEL8JOEIR0
Os bili.eles de platea e qoarta ..r.lem venlem-se
no da do espectculo no esenptorio do llieatro.
I'riucipiara' a*8 hora*.
t;
i&v
ara o rio
o
1
Segu com brevidade o palacl,
para o resf da carga eescrav
os quaes li n cxcellenles comnimi.
a clip Tamega
os A frote.
para
I rata-
o nmlSabe com brevidade o hriptie Nelampo, por
[.ocha-1 ler arle da carga prompia : quem quizer
ligues do* Aojos.
leudo esta rcporiico, em coiiscquericia deau- so c01" os consignatarios Novaes IV Cotr.pa-
librovla oleo de r.ei (.rlsacSodo Ecm. Sr. presidente da provincia, da >>>>>, ruado Trapichen 34.
fazer a ei.comin.-nd.. e compra da 4 a 5,000 barricas .... ,. -; .i1,, ,A I
debomcemento vindasda Europa, paia asowa* dnl '" *>i
OMlhorameolg do porto, entregaos'2,500 al
dejunho prximo e u restante denlru .la* p
que oonveacion*r.*e, convida o lilm. Sr. .nspecuri carregar o resto cntenda-so c
a q.ic.ii poxaeonvir um conlralo a semelhanl* res-1 ,in .^. i .. *., .-i .' '
peo a -presentar esla secretan, a sua proposla em '""""' J,)M. ""leiro de Mmeda, ou
carta fecha m ate o dia-23 do correte, pelas II bu- i con!ignstariO Manoel Airea Uuer- |*nanhas,
ras d.i manhaa.em que edecluar-se-ha .. mesmocou I ril' "'* r""- do Trapii he n. 14.
Iralo. A \ ISO.
Inspecc.lo do arsenal da marinha da l'eniainl.uro, Do Rio de Janeiro, pretenda saiiir ate 12
em 11 de marco
Kod
- 0 agente Pestaa far leilSo de grande
quantidadedo mobilia,consistente em cadei-
ras, consolos.sofas,mesas redondas espelbos,
marque/as, qundros.lou^as, vidros, rciogios
de ouro prala, lambem vender no mesnio
da i mulaiinha de idade 12anuos pouco
mais menos,minio bnnita Ogura, seiu acha-
ques a 1 fum,i negra de nacuo.eladina,ligura
proprta para ven lar na roa, po s be muilo
boa quilaiidcira, e que ludo acha-sc a exa-
mo dos compradores, em seu armazn), na
ra da Cadeia do iiecil'e n. 53 : qaarU-ara
i do crrenle, pelas 11 botas da mantiSa.
F. Souvage, eslaudo a relirar-se pata
a Europa, tara leilf.o, por interven?ao do a-
genle Oliveira, de toda a mobilia da casa do
sua residencia, consistindo em riquissimos
sofas. consollos, cadeiras tanto usuaes de
bracos, como de b-ilanco, mesas de nieio -:e
sala, e diversas outras, espelbos, ijuadros
histricos o de phaiitasia, enfeites de porce-
lana, esleirs de alcatifas de sala, 1 esplen-
dido piano, relogios de cinta de mesa, es-
tante para msica epara livros, guarda-rou-
pas, un bello guarda vestidos cercado de
espelbos, aparador, toucadores, mesas de
janlar clstica, ditas paraalcovas, coturno-
das, almarios, marquezas, leitos diversos de
madeira, ede ferro, camas de vento, lavato-
rios, cabido-, appa.cilios de porcelana para
mesa, e sobre-mesa, para cha ccafc, diver-
sos cryslaes do gosto,banaejas; g.Hilenos,
garrafas e facas, colheres, espingardas, pis-
tolas, Uteni de coz.iulia, ulcneilios de jar-
diin.c, alem de um lindo carro de 4 rodas,
utn cabnolet com arreos, selins, cavailos
etc., innmeros outros arligos para melhor
atraillo de qualquer casa : sexta-letra 20 do
crrante, as 10 horas da manbaa, no.-ilto do
Sr. Carneiro, estrada novamenie concertada
no Manguinho, defronle da casa nova do Sr.
reixeirs Bastos.
" agente Borjs, em seu arinazein na rna lo
Collagio 11.15, ..id lejiao le um esplendido sorii-
liiiienlo de obra de ...airinci. la novas e asadas,
inclusive ama ptima mobilia de jaearaada.uina dita
do amarello, diverso* movis,.- inaii teosla de e isa,
parlencenles a urna familia queso lelira para fora
.ta provincia; urna porreo .leva*..*, calaa**e
mais onfeiles de poreebfiu para sala, \ar.a* quin-
quilhariai, e ootros muilns objeclos, que fura tnfa-
donlio menciuua-los, DI qu le l com 'a vista se po-
lem apreciar ; astim con... lambem faro leiUo -'<
diverso* es.-r,:Mis tnoi;o de a.ni... ..* dess, com ha-
bilidsdes, e proprios para lodo o eervico: quarta-
leira l!l do correte as I hnr, da manbaa.
O auenic Borja fam leilo em eu ariii.i/.eui na
roa do Uillesio n. 15, de (OU barrica* comcemsn-
lo, um p.iuco avarlado, propriq para aotolbo .le
alicrrcei de caes, casas, ale, eom lote* a voniude dos
comprador** : e se r: IregarUo pelo maior preco uf-
reri el... visto ,p. .. i,,., |,l;. do precoalgum :
ira 20do coneiile, .-:* II horas empouloda
fe*
Onde seacham semore os mais acieditados medicamenios,~taui(i"m tinturas Vomo
glbulos, e prepara los coTn o maior esccupulo. por preeos' b.slanircommd(- '

.! 12 tubos grandes.
Uiu de-24
Dita de S6 s
DiU de 48 D
Hita de60 '''.':
Tubos avussos a .
Faascos de tintura de tueia onca!
M.tiual de mediciua homeopatbica da l)r. Ja.ijrcom o'd"
conano dos termos de medicina
NlcdlciaS domestica do Dr. Henry..........
"I a meneo do cholera morbus *
10/000
000
AO
256000
303000
19000
23000
!
Re ertpriq Jo D-.
Maraes'
209000
lOfOOO
2/1)00
6/000
-~ loga-so aosenbor que no Di'riode
2. de levnreiro declara que propoe-se a en-
sillar em alSum eugenho a Iingua nacional
e Iranceza, que declare seu nomo n residen-
cia, o por quanlo se sujeiu a ensinar annu-
aimente.
- Precisa-sede um criado para comprar
orazer o svrvloo interno de
pouca familia
*
cililo
,1
dos, para o hospital tcgimental,
.......tilo vapor
fie esperado ste. o da 20 do crrenle mez
mesmo bUalliao, e para o rancho geral de offcrete boas ..comodaracs tara ,.assaP.ro?
:|YEIl.SA> pkovim'.IAS. suas pracasno segundo tnmaslre -lo presen- aos quaes seu comman-.-'te ... ,..? '
Uendiinaniodcdia I a lt.. fvl27 te innn ; sao convidados os licitantes, a di- traiainento nnr ,,m.w ,,,,,
OKSt'.cCHOS I)F: lXPOKTACAO l'Kl.A mesa
IX) CNSUL\ 1)0 IHSTA l'.IDADK NO I)IA
17 DE MARCO DE 1857.
LiverpoolBarca inglcza iStella, James Crablreo
i Coinpanha. 2:10 saceos ..--..car.
Buenos-Ayre*B moe iiespanhol Felisa,. Bailar
c-: Oliveira, 101. barricas aaaucar.
llarcellniuPolaca he*pauhola ..Therezina.', Ara-
nasa i\ Bryau, MU) couros.
i.MiuaBrigue porlugoez -.Viaj-nle, diversos car-
regadores. 72 couros, 2S:l saces alinear.
PortoBrigue brasileiro ..Despique de Beiriz, Fer-
reira ,\ Araujo, 52 cascos mcl.
LiverpoolBrigue ingles nAlbioua, Ssiinders ltro-
thers iV Compsnhia, 600 saceos assucar.
CaualEri^ue dinam^rqn9/ Danmark, Jonnslon
Pater .V; Companhia, 700 saceos asucar.
KausoBrigue sueco ..Juno, N. O. Bieber c* t^om-
pauliia, 200 sacco* as*ucar.
MarselhaPalacho franec;. ..ti-orge... N. O. Bieber
c\; Lampan!...., bOO sarcos a-sucar.
Ezoortaoao .
Cear.i, pataclio brasileiro Emulacaou, de Ll'i lo
horas da manbaa, em que lera lugar a are-
nla lae.ao.
Para o hospital regimenlal.
Arroz pilado, assucar retinado, dito bran-
co re londo, babichas de ararula, dita do fa-
rinlia de trigo, cha, caf muido, carne ver-
de, doce de goiada, farinha de mandioca la-
vada, lamilla de ararula, l'rangos, gallinhas,
leite de vacca, rnunleiga ingleza, pies de 4
onras, sal, toucinho de. Lisboa, vinho do
Porto, vinagre de Lisboa, e lenha em achas.
Para o rancho do batalhSo.
I'acs de 4 ancas, dilos de 6 oncas, caf em
grio, assucar branca reion.io, farinha de
mandioca da Ierra), arroz, pilado, feijao pre-
to, branco e mulalinho, carne verde, carne
secca, toucinho de Lisboa, azeite doce, vi-
nagre de Lisboa, bacalbo, martteiga, c le-
nha i tu acha.
O mesmo conselhp contrata a lavagem .le
roupa do mesmo hospital Cuilherme dos
neladas, couduzio o seguinie : li2 volumes Rene- Sanies Saz.es Cadet, lenle secretario,
rus eftrangeiros, 228 ditos dito* nacionac por esla subdelegada fot mandado re-
.^aParah.ha, brigiic ingle/. Aunie Lao- ,.0||,er ,!tn deposito lioiitcm a tarde um ca-
vallo comcangalba queandava vagando sem
Socedade
iidvc DE
t V
bu
f?
>or Ha iii-
sileii'a.
? tjueijKs laiucn-
agente Pestaa fara loilio oor cotila de
qu rlpertencer, de 10 caixas om queijos
rUvneiigos, desembarcados esta semana
'(<' a lena i:ido earronio as li borssda
niauiia, na porta Ja alfaiadoga
: gcn'e (iliveira fara leilao. por ordem
"s Srs. J. Keller <*; C, por conta e risco
dequem pertencer, eem presenca do Sr
cnsul hambiirguez ou de seu chancellar,
de CCCP n. o, 115 caixas com velas de com-
posieo a variadas abordo do navio bambur-
guez, >C ibanne, capitSo J Von Bostel, na
sua recente viagem de llamburgo para este
porto : sabbado 21 do crreme, ao meio dia
empunto, no armaze.n dos Sis. Cuima-aes
v Alcoforado, rua do Aniorim.
/
SaJ &V$
Dttjerdoi*,
ni
-luga-se una prela
cioula, ptima cozinbeira ; quem a preten-
der, poje dingir-se a mencionada casa, que
achara com quem l'alar.
I'ugio no dia 24 do fevereiro lindo, da
Attencao!
Precisa-se de um cai-
xeiro para uiiij iVt.jft den-
patos, que seja iel ou d
f'idor .sua conducta : a
pessoa que estiver instas
circuiustaucias dirija-se
rua dos ojtar.ois, Toja u.
iiO, que achara com quem
tratar.
I'rccisa-se de urna ama livrcou eseta-
va, para o servico de un.a familia, que ape-
nas consta de duas pessoas : a tratar na rua
das Cruzes n.26, segundo andar.
(1 abaixo assignado pede ao Sr. Joao Antonio
Comes Cuimaraei, que quai.to aules baja de vir ou
mandar pagar na praca da Independencia n. 111, ou
na rua do Hospicio n. !), a quai.lia de !:285s"8 rs.,
por letras ja vencidas, alem dos premios al real
embolso, qoe esla a dcver-lhe, como procurador de
se |.ai o Sr. Benlo Antonio Gomes Gnimaraes, alim
de avilar qoestao judicial, por essa cubranra.
Jssii Antonia de Araujo Gnimaraes.
Francisco Jorge de Souza, arrenda o
sen sitio do Arraial.o qual sitio fara conta A
quem o pretendrmelas grandes proporcoes,
inifo-se ver a qualquer bota do dia.
"7" Precisa-se de utn caixeiro que saiba o
inglez, anda mesmo que nao seja com per-
feicSo : annuncie por esta lollia para ser
procurado.
Deseja-se alugar um sobrado, ou cas-
terrea no.ba.ir.ro da Coa-Vista com ac.ointr.o-_
oacOes para-das pessoas : quem a iiv<
rija-sc aojaterro da Boa -Visla n. 44, -que
pagara alQiilento.
Joaquim Jos de Mello, por adiar outro
de igual norte, de hoje em diante se assig-
nara por Joaquim Jos de Mello Andrade
e Lima,
Procisa-sede um caixeiro com pratica
de taberna^ no lar%o da P.ibeira de S. Jos ti.
i, taberna que faz quin. para a rua de San-
ta Rita.
IFurtaram um relogio bori*ontaI,caixa
de ouro, com cavallciro na lampa de cima,
moslador de prata.lellras c bordado emvollo
euro ; quem o appreliender leve ao padre
de Jos.- Antonio dos Sontos Lcssa em palacio
do -Sr. hispo que sera recompensado
Precisase de urna ama para casa de
pouca familia : na rua daj Trmcheiras ti 8,
loja de tarlarugueiro.
Graudee^labele-
O^I II- caM de seu sanhor FranltlTi. Alve's dBTouz
ment de fd/fMi.ls_>; .,..__= m.;a/, i.c,^adede """w"" i ua. um
lUCIIIJJ ue ia/eillias pre^aS m<)>>Uaho de nome Silvestre, de 14 anuos
proprias para a i\\\w-
resma
tucas mana* !: blood prelai e branca-.
Los de lilil. ca-i le, e pequeos,
lirosdenaple prelode laniaacm, cov.il... .
Hita dito liso tnailo encorpado, evado .
S.rja prela verdadeira b-spaiihola, eovado!
Sel.,.1 prelo maco para ve ti i... eovado .
Pana
2?GO0
:- KM1
M
de idade, pouco mais o
naes segutntes : altura a da idade, cabellos
almelados e pelos, nao lem minio cabello,
rosto redondo e carnudo, beicos grossos,
i lem urna cicatriz na cova do pesquerdo.
pesemos bem feitos, ha pouco den um
pequeo taino em urna das ra_o_ olhos rc-
gulares ; sabio levando camisa azul, calca
dao de listra c chapeo de
RU ;
'I1-i
Nova
l P1AWS.
li 27. egquiii
uuhoa do Carino
Vo;oley tetn a honra de parlici-
<1 .
J- P.
par ao respeitave publico, que ter abarlo,
o seu deposito de pianos terea-feira. 17 do
correte em dianle, onde se pndera encon-
trar os mais bellos esolidos pianos, os me-
mores apparecidos nsle mercado de mgni-
licas vozes, construccao a mais moderna, c
apropriada paroste clima, sendo todos es
instrumentos fabricados
ni
ii
ii
i)
Chales de merino com franjas da la. .
Dilos de l,":a adamasca :.s prela* e de c<.r.
Ricos corles de 1.1a de ramagein malisad*
com ',.', covados.......
Grosdenaple decores .ara vestidos, cnvaJo*.
-Mauritana Jo di com vara do largura,
eovado .........
Chalj .le seda r un llores malisa las, catado
I rsalini do seda com lislras malh. ta-, ca-
vado.........
Sedas -le ,1.1a lr_u d i vos p lri
Kfondelina de seda da quadrcs.c
Uuqaeca de se.a de ramagem, cov.do .
It.cas lilas para vestid .* de senhora, eovado
Mussalina de cn.es mui linda
Lhtlas rance/as linas. .
france/as de cor
l.HI
1 >0II
;i.ni:>
"-' ni
--I0
IjSGOO
, eovado.
vado* .
vado
. lilas, vara
Palitos de alpaca prela lina o de cor.
Gndolas de alpaca prela e de cor. .
Km frente do becco da l.n.._re_aefin,
botica, a segonda loja do faiendas.
A .3000 Ks OALOLEIKE.
A bordo da barcaes Sword l-ishe... fondeada no
caes do Hamo*, Vende-, para acabar, arr../ d cas-
ca a WOO rs. o al.pi.-ii '.
a mesa regadora da irmandade rio Se-
mo mez.
Hdame Buessard vai Franca, le-
vando comsigo dous meninos meiior.-s
Precisa-se de d.ius relina lores, pa^a-se
';''"' :, ,la r"a Imperial, defronU da fabrica
de sabSo n. 17;;.
arijo ,T *nhjnio Dias de Brito/portuguez, vai
Precisa-se de um porluguez, dos lti-
mos chegados, que tenba de idade lt a Ib
anuos, e que saiba ler o escrever, para ser
caixeiro de urna taberna : procure no leci-
le, rua do Codorniz n. 5.
! Aluga-seuma escrava para o servien
oiario de urna casa : quem a tiver e quizer
"ugar, dirija-se a rua da Cruz, sobrado n.
-f, que achara com quem tratar.
Procissao do Senhor Bota
esus d,.s Pobres AHic-
, tos, e.tu _.. Gonc lo
O abaixo ass
I-e"!
1300(1
ilOO
so:i
T20
.120
280
00
1. fcIOO
- 39300
pasiiad* a
imesma pessoa, mas como algumaa pessoas
penaam que lia engao de serJoSoenJo
Jos, o abaixo assignado declara que nada
deve aquello senhor.
Joao Amonio Comes Gnimaraes.
Precisa-se de um tortor de campo, que
tenba pratica, seja solteir'o, e d conbect-
nieiito de sua conduela : na rua do Collegio
n-,2j, primeiro andar, ou noengenho Novo
oe Aluribcca.
Quem precisar de um preto cozinhei-
ro para homem solteiro, duija-se a rua da
Alegra n. 15.
Aluga-se o sitio da estrada do Rosari-
nho, juiloa ponlczinha, que se divide com
(> becco do sitio das lioseiras, com casa para
ramilla, boas trras para plantac.as, e a'rvo-
redos : 1 iralar na
qualquer hora.
Na
Jos Soares de Azevedo, professor de
Iingua c liitr-ratina nacional no Gymnasio
desla cidade, mudou a sua residencia para a
praqa da Boa-VlsU ... 2, esquina da rua do SSl^oilo-^nS.V'T' .' e la,Dbe,
Hospicio, c ,!,i tetn aberlo un. curso de Pili- \ testadas daquellas rua, do e
LOSOPHlAe outro de LI.NGUA FltANCGZA: as AVISO.
pessoas que desejarem seguir urna ou oulra B*lo Fernn tes lo 1
jdestas disciplinas, po lem dirigir-se a indi-
icada residenci de manhSa ate as 8
nhor lom Jess dos Martyrios. da inreia m. 1 V "s? 8s:'-,,:"io' escrivSo da irmanda
va desla cidade, convida a todos otrmSos 1 r Pm .esu8ds ores, de ordem
para no .lia 20 do curente, pelas > horas il t?" reSe,Jora. "2 scicnte ao respeilave
tarde se acbarem reunidos na icreia damv pub,.,co c c,n Particular aos devotos, .|uc .
ma irmandade para o acompanhamento da P!__f- 7 .* <,,raca quinte : saheda
j.st'ime.
as sitas
rua Augusta n. 08, a
lloras,
re, de _i. lonalada, eondutto o seutnle : StlO
sacco-, c 1,000 arrobas de assucar.
KCEB-rTJKIA l)B KKMJAS IMEKNAS E-
Uend.i- Jnlo do
dem ifodia 17.
raes he i'i.knamki;<:o.
lia I a Ib.
27:V>U~i!'.l
1:1338683
CONSULADO l'KOVLNLIAL.
Ue11.l11ne.1lo do da I .1 II..... 0-7I7.2S2
IJamdodiitT........ 3:07905.17
13.7969819
*v"-0_-J9 -/'
%W..
>avio entrados no dia 17
Terra Nova2 dia*, hriaue Ingle* ...Melinao. de 10!
laneladas. capiblo Ricliaid Kenny, equipa_em 10.
carca 2,oOO barricas com bacalh'.o ; a Saunders
Brothers \ Cempanhia. I'erleice a Terra Nova.
Kal..i33 das, barca trancan Baraehoisa, de 166
toneladas, pilol-. i^rosper, equipaaem 9, em las-
tro ; ao cnsul france/. I'eilrnce a Marselha.
l-'allecea na viaye.n o capilao desta barca l-'ran-
_ois Jourdan e um Iripolanie.
Amo'20 das, escuna bcisileira ..Linda, de 133
toneladas, rapililo Ca.cillo Lelis da l-'ouseca,
equipaaem 13, cr_i sal: a Antonia l'edro das
Novel. P^rlence a Petnambuco.
conductor pela rua da l'rata de .santa lit.i.j
ao lado do estabeiecimeato do tenente-co-l
ronel Franca : quem l'or sen dono, prove-oi
para Ule s-r entregue. Subdelegacia de po-
lica de s Jos do Recite H demarco de
2S:6!s:i_>so2 ,187.Manoel Keireir Accioli, subdelegado
supplenic.
Pela subdelegacia de_S. 1-rei l'edro Gon-
calves do liecil'e, l'oram apprehendl :os em a
noite de hontcm, 2 cavailos com cangalhas, '
qnevagavam pelas ras : quem diieito tiver
aelles, apresenle-se, que provando seiem
scus ibes serfio entregue.-Domingos Al ves
Uatbeus, subdelegado snpplenle.
O procurador da cmara municipal desta
cidade, declara aos senhores,donos de esla-
belecimentos sugeitos ao imposto annual de
2> e -i; rs., que no ultimo do correte me/,
Qi.da-se .. prazo, para o pagamento do mes-
mo imposto ; incorrendo na pena jdisposi-
cesd art. 32 do regula memo n. 3o de ij
de junl.o de 1844, aquellos que detxarem de
sat.sfazer seus dbitos al a dala supta ; as-
sim como que devem os tnesmos senhores a-
presentarem o conhecimeato do imposto ge-
ral, sobre lujase casas de disconlos, relalj-
vamei.le ao prlmeirosemestre de I8t> a 1837
Espera
de boailiamploii o vapor bamburgoezIc de larde a qualquer hora
POTRO. OLfe, qu- .levia sabir no .lia 2 do leve- '______________ _____ ____
!,!im:1,.'1'1"".'"1,' ,le"""i' ''',' <<"-"<"-<* pata a(issi;nh.p,i;s i-shiuant* do primeiko
Baln e Rio .le .laen,. : qoalqucr informa.So, com I INKO. wauaao
os agentes K. O. UieberL. C, na rua d.. Cruz. ... i. Na ma do l.ivramenlon. 18 vendem sa doni com-
pendio* novo de Direilo Romauo, ,por Wldeck,
I i?30(l cada um.
Polo .Km., de Daos, senhor .....'-. da rna do
( r .(. qna.i \-.... |, ., Uiealro ai'usoe on ,.r-
n -|e alsuem qoe Un abra a porta da roa. p..i> mo
he possivel que por sen respeilo s- incomode un.a
ru.i inleira, e ito por veles, e .... secunda reir eom
mai r escndalo, se \ me. evitar lo lo iirar.i bem ao
culurio o paira.) devsrn ser eonliecedor de n-sa
jusia razflo.
Com
de
vapores u-tv, s (
avre.
i.
.
.onip a-se um reloci. de miro plente insle:
na roa da C....- n. :i. _.- andar.
Neesssila-se de mu bom m s.-2udi> de
; nado de familia, para lomar conta da nm 1
ment f.ia da provincia ; e q.ie
jabonad;. : n.i roa da Croa n. 33 2
Compra
. -
E-pera-se da Europa o vapor francei
LONA, eapiMo Lemari, o qual, depon
na demora, Msoua pura o Rio, eom
Babia : pala tr.-le e pausgeiiOS, na roa
11. II.
BARCEL-
-le peque-
-chU pela
'lo Trapiche
Navios sahideS no mesmo dia. i ,,.,., ,.i ,,,-.. ,
Rabia Rtode Janeiro-Vapor sardo ..Comte de ; ^'".p.U1'-1',''" ladera ser reccbdoo .tupos-
(_avourt, r.Mi'ii in ;\\\i- Jacomc <1e Nppre.
Canal pela ParanlbaItriuue ingles Caroline Sch-
M.k>\ rpii:i i James |,e Mi*stin, ern l-stro.

to municipal.
Jorge Victor lerreira Lopes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de
fa/enda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
lis-1 tem de ser arrematado de um a tres anuos,
.". S. Sacramei.io do bairro que comecavaru a coner do !. de julbo pro-
simo futuro, oservigo dacapatazia daal-
faudega desta mestiia provincia, a quem por
menos lizer; maiores ou melnores va na-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos lemos do art. 64 do regula metilo de 22
dejunho de 1886, o referido coWato anda-
r em praga por ::-i .lias consecutivos conta-
dos do !.' de abril prximo fotuto em dien-
te, e sera arrematado no dia 3 do .uto mez
de abril, albora da Urde, peante a ibe-
soura ta. Os prlendenies compare_am com
abilttados no lu-
Real
quetois
0O'-}>aii!ii.i
itltZ s a
(!
s: qe
letra coi os seus peit.-urcs:
np'_rinia
ra, e eom principia
de idade
e costura :
5)1 .
Joao l'ranc seo Ras, j,iiI de pal do Kgundo
trelo d* freiue/..a_lo .-. S. Sacramenlo do Du-
de Santo Antonio da cidade do Reeile de i'eriiam-
liuco, ele.
taco saber aos que a presente caria de -tilos vi-
ren, que Dominen] Jos,- rerreiri Cuunaraes me Tez
a pelic.. do Ibeor leitointd :
Dominaos Jos/'- l'-nira Cuiraarae* qaer chamar
a COOcHiaclO \\?*\e jui/.o a Li>m Jo-c ile La.|r., \rm-
j.. para que linigavelmenle Iba pa_oea quanlia de
l:70l9U->3 '.. que Ihe deve, sendo lli-|iin, inipor-
laoefa de ferrasen, e I:.*i98s893 de dos* letlrai que
ellegaran.io Joaqaim Lu, do Rege j.,,,,,,,,,
Jo-e do ..asr.m.-nto. Requera V S. digne-so do o
mandar nol.cir para 1 p.nue.ra aadieucia com -i i
pena de liaver
_...-*--.
nao comparec.nenio, dando o escrivio a cotlidSo d
resultad... Y. p-nqueelle estejs ausente, em luaar
l.flo .abi'f.i, leq-r.-r a \. S. so s.iva -le mandar que a !
aotiflcacJe s-ja por edito-, juslilicada previamenle ;
ausencia < incerlea do logar. l'eteaV. S. Illm.'
Sr. joil de paz as-in delira.E R. Me.FoMeea.
li mais se ndo conlinha e nem oulra alguma cusa |
se derlarava em dita pslicje. na qual df i 0 despicho j
sezoinle :
Juslilquc. Segando dislriclo da freeueiia do Sa-
rramente do Recife 7 de mareo de 1X77.Basto*.
Bsnals se na contiuha e nem nutra alaoma cusa '
-,.> ,''--'-.
No di.. 21 de-te inei espera-se ilorul vapor
MEI.W.W, >omn.andnnte !'..ikers. o qual --_.
di demora dos cosamesesuira' (ira Soulhamplnn
locando nos porto* de San-Vi ente, TeneriflT "!,
deira I..-I.... : pura p.ssagens, ele, Irala-se eom
o< a/--..: Adamson ll.wie t. C, rua do Trapiche
Nov. n. J.
Conip; isa
ar ,o costume.
Secretaria da
apenei -
i.di'leci-
e indocta seja
u lar.
ma carr..:;.i para ras alio, que soja
nov mi em bom estado, com arreios ...i >.:.. ^it.--
na rua Imperial n. 171 ...i annuncie.
Precisa-se de .ino-io'! r*. a joros dndose por
hjpolheca umi escravo .! 28 lino* : quera tivoi
annuncie.
Compra-w ama lil
qoem v- r annuncie
Veule.se urna ne-.rinlia reclh ia,
12 -nnos, bonita lij
na rua Direita ... 7
Manoel d. Suva Pernira relira -so para l'or-
tneal. '
\ ende-se orna mesa elstica e um guardn-loo-
rx lo i., envidra.ado. ludo em bom aso c preco mui-
lo e.imiue : na rua da Roda II, 72.
Na roa da Cadeia .1.. Recife i.. II, prmeiro
andar, se ene.....rara', p,,r preco que animara' a ,s
compradores.......Ku.nles ceneroi : cera de earnao-
.a,-.,|i, feijao molatinho, novo, gamma, sebo em
harneas, estere, e chapeo* de palha ; estes cenen
cliegarnm ltimamente do Aracalv e sao lodos .c
u.uiln ma qualidade.
No da 15 do correnic dcapparecen do sitio
: i nina ci'rava, crioula te nomo Joaquina,
que reprsenla le 2 am.....!e i lade, ilravexou <>
no para o u_p,hn Cordeiro. e ..., llir.( r- ,,..
Estrada Nova, .-i..' grvida de seis para sete t-ze,
levo., vestido de chita r.ia ja velho, temos dedos
d.w ps arrehilados de bichos quando anda,
reansij. porin qoi...... esla' vetada li.-a om pi
naga, ha noticia que ella es.-,,,, ,.,I;) |, ;
.trogados: quem ., pegar i v .... mmo sitio
rua das l.ru/..-s n. 2, que sera' bem gratifica I
AClia-se rugido, i!e-..|- odia 11 do coto
recle, oascravo Samuel, pardo escara il-
uta le de 17 para 18 .-itiflc;
11.11.lo
SO,
para Portugal, a tratar de sua
que retira-so
saude, e sup-
poe nada dever, e se a I gera se adiar com
direilo, venha receber uestes 30dias, assi ..
como os que Ihe s_o devedores, haj'am de
Ihe pagar logo.alis usara dos mcios qiin Ihe
oompeie.e ent egar ao sen procurador em sua
ausencia, pois esla rcsblvido desfazer-se de
ludo que aqu possuir, atjquefsaia
Portugal,
para
;'' ......"'."i (>:o_a na i.oa-vtsla, Hospi-
cio, rua l'Oitnosa. ..tora, .Ierro, atraz di.
matriz, rua da Clona, Colovello, rua da Po-
aira, rua Velha, atraz da matriz, rua do Ara-
gao, em trente a recolher-se, onde termina
o mesmo acto coa o sermao do costume.
iectfe 17 de marco de Is7. J08o Marce-
lino Ribeiro, escriv.
Am. ni;;io.
I'ugio no dia 16 do correnie me/, "o prelo
Justino, crioulo, com os signaos seguintes
.solar, ebeio do corpo, sen. barba.
rua da Soledaie n. 70, aluga-se
urna cozinbeira, forra ou captiva.
Precisa-se de urna ama e de un. criado
para o servido de unta casa de pouca fami-
: na rua Dircila n. 36, segundo andar.
No dia 17 de leven iro prximo passa- C01" do rtantO > frente, calvo de car-
o, a'noite, entregaram na cocheira, sita ?8*' |,>s" "a l',l,'-:'C muito regrista, he
r rua do -ol n 2.7 um cava lio, ruco pora-' m c?nhe 'Io por a'"':ir entroando assu-
d
nr
b'>, selladoe enfreiado, para tratar, cromo
aieao presente ninguem tenha vindu recla-
mar o dito cavallo, c nem se conhecc o vita-se para .pa no prazo de 8 dia
quem for seu ono, venha busca-lo, c pagar
: despeza que tem feilo e fara", do contra-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas onh-cidas, e diz a elias
que anda em servico de seu sciilnr ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o man lem prender e levar a rua Direita n. 76,
queserSo generosamente recompensadas,
no vender-se-ha para pagameiito das outras! "V- Da"se "nheiro a juros sob penbores
despozas. Hrmas que agradara: na rua .Nova, loja
Beclara-se que a esocu.ao de que ira- n' ,2'..
ti oedital pelo jui/.o do o.ii.ii.Tcio. publi- "". ':ir:l;n '" quintal da casa da rua do
cado no dia lie 16do crrante, contra *n-1 Ar>,8**0 n* *carnoiros, no da ftl do cor-
tonio Aunes J .come Pires, n.io he por divida r,'"l"> B 1uem pegou, queira miounciar
por este contrabido, e sim por endosso feilo ~'r'' s'' ",an'li,r buscar ; ou mande levar na
mencionada, que so pagarioas despezase o
trabado de quem os pegar.
Prccisi-se de. urna ama de leite: na
rua da Saudade, quarta casa terna de sotSo.
Aluga-se nina escrava para ama d lei-
te, lem u.utlo bom leite, esta parida de 15
das, sem o menino, por tb.-oiio mensaes :
de favor a Jos Joaquim l'cteita de Mell..,
Luiz Antonio Aunes Jai om -.
Perdeu-se, no dia I i do correnic, nmi
carleira j 1 tssaifti, de marroquim encarnad.),
daprscinbi do Livraraeito, at a ponte da
BoaVista,com alguns coiihocimentos de dci-
mas e algum dinheiro.-e I btlhete da lotera
que corten 110 mesmo da sabbado lid., cor-
rente, seo.lo que nao queira publicar sua
echada, poder* bol r este, coj.lieclmeutos e __f _rk__?
mais papis, por debaiso da poru, no ater- Zftl!_)
ro da iio,i-\ isi;:, casa de funileiru 11. 73 e im- 1
mediata a matriz na boa-Vista. e li;?(
D'-posito A" -jI'UZ 11. of> Hojeas7
deposito, os cxcellenles ac,a "M'.'.ta o que recebe assignaates dando ou-
a_ ira viagem as !. logo que baja numero su-
licienle pata esta hora ; a volla .-.era a hora
quem quizer, dirija-se > cidade de (liinda,
atraz do A.npa.o 11. II.
ps lente
rua :ia
lie chugado cslt
charutos da Baha, com as acreditadas mar-
cas : lanceiros, Aprigio Jos de Souza, r
regalos dellavana, depulados, concei-
lemicos moradores
em (Juncia.
pailita para a
iotas da mai.hfia
lia
cao. cotovellos, Rio c ande.
AO PATEO DES PEDRO
No dc.iOAtln de massas linas
S. Pe !-.. 11. t, !n- chegado urna
lo paleo do
- porcSo de
ona doce le giiiah, que faz a luiirar o preeu ..1
que se vende, visto un I. i* qnalt lade
S* rua da Cadeia de Santo Antonio,
. 7. alugam-se dous caixoes edilicados na
Pernambucp -2 de mateo de 1837.O olli
maior, Emilio Xavier sonreir de Mello.
Avisa-se aos devedores do imposto de I
dcimas do bairro de .-sanio Antonio, no
qual se comprehende lambem a freguezia
de S. Josc, relativamente aos anuos a 1S3_, que .-. relaco de suas dividas ja velo!
rcuiellitla para jizo, mus que, antes de
qualquer procediinei.lo judicial dase-lhosl
so. dfclara., em dilo n.eu despacho, em virlude do o ..fazo de 30 das para ..a-amenlo eSDOl.U-
qoal pro.iunoo .upplieonu. sua, lealoHmhas, que i neo de seus debito. M_Ke_ai!t__B.^
em v.-l. de .cus d.po.m.nlo* doi a m.nba senlen.a nbuma da .naoer. egmete : "" espeza decusUs, para o que pode-j
Juico or tenlanca a juslilicarao de lis. 1 a II. .7 i .?" f''(,culi"' 's guias em casa do aliis.) as-
mando que se passe a caria de'edilo* requerida na I slSOia". "a rila .Nova n. ti, segundo andar,
forma da le, pagas pelo justificante as cmtai. Re- "as 'J "or>t:i Ja >nanh_a as 3 horas da tarde,
cifa 9 de marco de 18-77.Joao Fraocisco Bastos. Recife 11 de marco de 1837. Cy priano t'e-
thesouraria de fazenda de l^ePi .H4.SI1 .
nnnfts ; ipiri sido visto tnesraa rua jiint.. a ponto Nova
tiesta cidade, e na de Olinda. d'onde he na- ras, ou eslribarias
tural, o Cuto all como _qu, .-.j eonheci-
do : roga-se a quem o encontrar, o favor de
o pegar e levar a
na Aurora u. I_,
men le.
seu senhoi morador u na
.^e recompensara devida-
fj
L
Il__%
n EGVEL
O vapor PERSINLNCA, acha-mj a' rarga'pari
Unan lar:-. IJ.rr.; Cr.n.r ;,,,-...... ,,ar.......|e ,,,.
I.ira as 3 hora* da larde de Jt ilo crenle:
r-c-be lambem pa-..-in.s, prop.,mo..(.ii.lo-l!ies
ptimos commo los; a cama sera- lecebida al ao
meio da anlccedet.le, c ao da :abida fecbaoo lio ci-
pediente.
i.m consequencia da viagem.quc la/ a Eu
ropa, oSr. Antonio Augusto .!-. fonseca li-
caGuilherrae Augusto UodCigues Sette en-
carregado de todos os neg ios pertencenles
ao Sr. Francisco Manoel da Silva Ta vares le
Lisboa!, deque o Sr. Fonseca, era procura-
dor;; osinquilinos, e mais pessoas que ti-
verem de tratar a respeilo. po.iem diar-
se ao mesmo Guilherme Sette, na rua'da
Praia, travessa do Catioca n. u.
. para cavailos, e lambem
se vend urna .rcSn d edms d cantara.
--- a ,. -:.ki qu annunciou precisar de
un calxt ro que saiba iiulez, ainda que nao
s.jacom perreicHo, ou oulra qualquer pes-
soa que tambera precise, p>i- dirigir-saa
travessa de S.J s, segundo andar. '
Quem annunciou querer um caixeiro
que saiba um pouco o inglez : dirija-se a rua
do Hospicio, casa tle I homaz de Aqui no Fon-
seca,
Que
. Jampa de cima quebrada, j quem
lleude., leve i rua .\ov> n. __
combinada entre os assignanles.
Uucm precisar do tima mullier para o
servico do uma casa de poiici li nitia, diri-
!-*.....asado fallecido Juli_o Porlelli, na
rua .!o Livramenlo, que la chara com u'icm
Iralar '
Furtaram um relogio |de ouro patente
iglez. cohn-, de n _i4:)i, tem a mola .i.i
o appre-
quo seta re-
compensado.
OabaisoTtssignado comprou a Sra. D.
Mi r el tu. la Carolina de A.ineida Cueles,
urna casa de sobrado na cidade .;.! Ul.uJa,
.sita na rua de Malinas Fcrreira n. 8 se al-
guem sejulgar coin>dircilo a mesma, dirija-
se ao abaixo assignado, na roa da Moed.i u
13. no prazo de 3 das.
.Manuel .Marqu -s de Oliveira
Precisa-se um bom amassador: na
nadara do Forte do lalo; paga-se bem a-
gradando.
ti annunciou precisar utn caixei-
loquealle.iinghv, pode procurar na rua
do rramcb n, S6 para ver se f.z aiusla, pro-
pondo-ihe o .ue sal.-, e conducta.
- Precisa-se no engenho Jussara', cm
senniiaem, de moa pessoa piopria para le- sar annuncie.
e.^nca se'for ?Z,fJ .\^rr',.''''Z, C0'n pre" ~, >a rua do CresP ,;. Irocam-se
2S isip.'60',,e,,,f,ie' quenais:^orsr,a'Men,n,,,'8os's'
Um moco brasileiro que sabe ler, es- .
crever e contar, deseja ser caixeiro dees-i a Auro_raamado Urom, logo
crila, ou .ie oulro quatquer eslabelectmenlo,
pois da liador a sua conduela que:., prect-
P31 1857.
Acbarr.-sc a venda as bem conhecidas fo-
Ibmhas impressas ncsla lybograahia. das
seguintes qualidades :
DITA SIMPLES, contendo tlm Ais nene,
a le dos crculos e varias tabellas de im-
postos geraes, provinciaes e municipaes;
preco..................240
DITA DE PORTA, a qual alem dos mcze.s,
lem explicaces das indulgencias c ex-
comtnunho-s, etc.; preco......160
!>llA DE ALMANAK, a qual alm dos mezes,
conten o alinai.al civil, administrativo,
commerctal e industrial da provincia.
Por.................50o
Todas estas follunhas sao impressas en.
bom papel e excellentc typo, 0 venden.-so
em porcaoea rclalho : na^ivraria da praca
da Independencia ns. 6 e 8.
Precisa-se de um sacerdote de bous
COStumes, para servir de coadjutor, na l'rc-
guezia do Pao d'Albo, com a condiccao de
trab.illia.-da mcsina maneira queo respectivo
Paracho, dando-se-lhe uma graiilicacilo de
O.dOO, uma capellana para celebrar missa
de madrugrada, dentro da villa, com a por-
pao de atiiooo annuaea, e assevera-se que
lodos os seus lucros nao serSo menos de ....
1:000- dentro do auno : a fallar na rua da
Cuta n. 6t segundo andar.
Uma pessoa bstanle habilitada, tanto
por saber escripturar por partidas dobradas,
como por saber a iingua nacional, ttaduzr
o liancez, e sabe arilhmctica, contabilidades
meicantis, etc. etc tendo a competente boa
leltra, olTereco-se para qualquer lugar de
guarda-I i vros, ajudante do mesmo, ou oulra
qualquer arrumacao ledenle a esse lim :
quem de seu preslirao quizer se utilisar, di-
rija-se a rua do Qeimado n. 43.
O O Dr. Ignacio Firmo Xavier fax publico, :
S qoe iuuJoii sua residencia para o seu s.lio, ja
& na Pauaqem da Magdalena, qoe li:a ao or- c;i
:', le .la Mirada tulre a paule grande ,. .i. _
^ Chara-Menino), e abi tem preparado uma d
casa de saude, com tolos ... cunmodo, para
ij o Iralsinento de escravos, cujos .culiores n- )
S -id.uii b.ra da pra,a, ou que nao os possam }
:_) oararom ios* propria* casas: qii"ii para ls> o
v lo quizer se oliliur dos *eos leivi.*-, medi- 5
.; eos, que ser-o desempenhadoi como maior ?_
., tela, dirija-se ao pateo d Catn., n. 9, i..-S
, muro andar, ...i norelari le -u.o .1, a..^.m- S
lena. Z
- OCFerecc-se um moco brasileiro, Glho
' do Rio Grande do Norte, para caixeiro de lo-
ja "'i oulra qualquer arrumacao, menos la-
i Lerna ,- fi I lio de boa familiar quem o pre-
tender procure na rua estrella do Rosarki
taberna n *
'Jllercce-se uma muliier para ama, a
qual sabe fazer o servico ordinario rte uma
[casa : na rua Augusta, casa n. 13 ||.
-- Precisa-se de urna ama para casi de
. pouca lamilla : na rua do Flores u. _V.
Aluga-se uma escrava moca, para .,
|servico interno de uma casa dtt familia : as
I pessoas que a p.etenderem alugar, dirijam-
, se a tua do Collegio, sobra.fo n. 23, prmei-
ro andar, que acitara com quem tr.ilar.
j t.ompra-se ellectivaMiente brouze, lla-
LSo .' cobro velho : no deposito da fiinuicao
do llri.in, ogo na entra-
da n. -2h, e na mesma raudicrlo, em .santo
Amaro
VINHO DO POSTO GENUINO.
Venlc-se oplimo viudo .o Porto etn barris da
quartuc oitavo, por preco raoavel: na rua da Ca-
deia do Kecife o. 1J, escriptono de Bailar 4 Oli-
MUTIL ADO


blMUUE il.UNAMin o, QtAUTA M.iKA i* DE MAR C DE 1851.
SEGURO COMRA FOGO.
Companhia Alliaoce.
Estabelecida cm Londres,' em marco de 1324.
Capital cinco milhoes d libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
Janiiin publico em i*er-
naiubuco, rui dade n. 70.
Neste jardim ha muitu grande varicdade
i* quem mais convier que estao plenamente au- de rosa*, dalias o oulras muilas qualidades
torisados pela dita companhia para elteciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
llha e igualmenU sobre os objecios que contiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
m fazendas de qualquer qualidade.
Substiluicao co
arcano a polnssa
f elo barato preco por una iata de 10 libras:
ao artitazein de N. U.Bte-
bt r >S C, ra da Cim
u. 4.
fiepartic,ru da vaccina.
ti coiamissario vaccinador vaccina 'as
quintas o domingos de todas as semanas, no
torrc5o da Alfandcga, c as terras-feiras na
casa de sur residencia, primeiro andar do
sobrado da roa Nova, esquina da do Sol, das
7 as !) horas da mannaa.
I'recisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensai-
mentc nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 608 da praga da In-
dependencia.
::;:;:QC<:-0&&& OS&-33$@
I DENTISTA FRAHCEZ. |
* Paulo 1. lignoui deuliaU, maJSoflfcr^l : "*
\3 uaMnesro caa lera agua e pos danlrtUice. %
ESTRADA DE FERRO
; "/Wi\iir>a:i'.-i < yjfl
do Hecij'c S. JFrancisco:
LIMITADO.
.Cuiuru tiiiiiiuiba.
Oi directores da Cumpaulua da Estrada de Ferro
do Recite ao Sao-Francisco, limitado, lera feilo a
quarl.-i chamada de duas linrai esterlinas, oo reis
I7S7 77, obre cada achilo, na dita companhia, qual
devefser paga al o da !l de abril do correnle anno
da 1857, na Bahia, em casa dos Srs. S. S. Daven-
porl & ti., na corte, em casa dos Srs. Mauai, Mac.
(iregor & C., e em Pernarubiicu, no escrtptoro da
Companhia. '
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo iudicado, pintora perder todo direilo
.n croes sobre as quaes o duo pagamento nao se
liver ollecluado, e em todo caso lera de pagtr juros
na razo de 5 por cent au anno, e de nao receber
juros ou dividendo da Companfia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
su reali-acSo.
Nenliuiii auto de transferencia pode ser registrado
ilepois do dia 9 do correnle, antes do pagamento da
chamada.
Por ordem dos directores.S. P. V-EUEKEK,
Ihosoorciro.
Itecife :t do marro de 1X37.
Na ra larga do Rosario, esquina do
beceo do Peixe Frito, 110 segundo andar do
sobrado n. 9, continu'a-se a dar comida para
lora com todo o aceio, c por prego muito
cm conta.
O abaixo assignado declara aos deve-
lore-kde Aureliano & Andnide, queniiopa-
uea seus dbitos seno .10 abaixo assigna-
contrario terio de pagar segunda
13 de fevereiro de 1857'.
.Manuel Jos Leite.
*..** -- -' .-- .<>**%
lo, do con
vez. liecilo
<&
pro-
de llores, assiin tambera muilas qualidadeg
de uvas muscaleis eoutras, varias qualida-
des de figos, sapotas e sapotis, fructa-pSo,
etc., etc. Apromptam-se encomraendas pa-
ra o centro desla provincia e as mais do sul
e norte, bavendo sempre qualidades novas
viudas de Kranca. Alugamse 2 preto*., ou
negras velhas ou alejadas, que aiuda pos-
s:nn dar algum servico.
Lotera da
vincia.
O Sr. tliesoureiro manda fazer publico
que se acbam venda neste cscriptorio, ra
du Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcSo de bilhetss, meios e qurlos da
quarta parte da stima lotera da matriz da
Hoa-Vista, cujas rodas andam no dia 24 do
correnle mez, OSr. tbesoureiro manda de-
Clarar aos senhores jugadores, que exis-
te numerarnos sorlidas, como tambem
os bilheles vendidos neste escriptorio nes-
sas ultimas lotci tas lem sido muito aforlu-
ludos, por isso espera que ellas concorrero
par que continuadamente h3o fiquem ta-
manhas porcOes de bilheles por vender, co-
mo sempre lem ficado. Thesoirraria das lo-
teras 14 de marco de 18W,-Oscriv3o,
Jos Januaro Alves da *laia.
AVISO
Tiutas
w de varias qualidadea e alvaiadeem barricas "<
jji pequeas : vende-se na roa da Cruz n. 0, V."
9i em casa de J. Praeger S C.- r V%
o abaixo assignado avisa a ludas as
pessoas que tem penhores em seu poder, na
ra da Penha n. 25, o que ha muilo lempo
nao tem pago os juros vencidos, tenham a
hondade de vir pagar no espac/0 de 15 das,
a contar do dia 9 do correnle ao dia 24 do
mesmo mez, e quem assim nao o lizer.serao
vendidos os ditos penhores para pagamento
do principal e juros. Recife 9 de marceo de
1857.Joaqutm Jo: Pereira.
Refinaria de
Reo& Barreto, no Mu"
te TO-
NO deposito desta relinaria, na ra da Ca-
dea do Recife 11. 3", ha sempre assurar re-
tinado du superior qualidade, tanto em p
como em lorroes e em pues, por preco mais
commodo de que em oulra qualquer parle.
~- I'recisa-se alugar una preta captiva,
boa cugommadeira, e que Javo de- sabao ;
pagt-se bein : no aterro da Boa-Vista loja de
bilheles n. 56.
"Prccisa-se alugar urna ama torra 011
captiva, que cozinbe para casa de lamilla : a
tratar no aterro da Boa-Vista, loja do bilhe-
les n. 56.
Avisa-sc as pessoas que tintn ni penho-
res na ra estrella do Rosario 11. 7, das Cal-
(adas'n. 10, e boje da I'raia n. 43, venham
tira-Ios dentro de 10 das, do contrario seriio
vendidos os daquellas que devem juros.
Oft'erece-e-uuia pessoa comasbabili-
l.iQoes necessarias,para caixeiro de qualquer
eslabelecimento, menos de cscriptorio, ou
mesmo para l'eilor de algum sitio, ou enge-
nho, dando abonadores a sua conducta, vis-
to n3o ser til lio desta provincia,porem sim de
urna das provincias do noite : quem precisar
aununcie para ser procurado, ou dirija-se a
ra da Alegra casa n. 9.
Precisa-se alugar urna ama do leite
sem tillio : na pra^a da Independencia 11. 36
o 38, ou na Capunga, na casa confronte a do
>r. .li.irtlioloiiii'o.
Precisa-se do nma ama de leite para
criar a urna menina de 3 motes na rita do
Collegio n. 21, terceiro andar. Paga-se beoi.
Precisa-se de um menino de 12 annos,
pouco mais ou menos, que queira servir de
criado : no aterro da Boa-Vista, loja n. 56.
.No segundo andar do sobrado n. 67 da
ra Imperial, precisa-se de urna criada lona
ou captiva, para "b servido de urna pequeua
familia, c paga-se bom aluguel.
Roga-se ao IIun. Sr. 11. A. C, seuhor do cuge-
nho M., que dJgBe-M de mandar pairar a quantia
de ttHi- rf. qae est> devendo ha mais de cinco anuos,
a Manuel Rodrigues Coila Magalhcs, visto nao ler
dado resposla ;w cartas, que se llie lem eimeres>a-
do; e -en,11. o licer lora' da ver o seu nome por ex-
tenso nesta olia, at real eiDbolco.Mauoel Rodri'
gue Costa Magalhaes.
Precisa-se de urna una forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, c que
faca compras : na ra da Cruz 11. 50, depo-
sito de charutos.
Por toios os vapores para a Luropa
sacca-se sobro o Porto qualquer quantia a
prazo ou a vista : no escriplorlo de T. de
rana, ruu do Trapiche n. 40.
GABIMTE PORTGEZ
# DE
l\
Precisa-sede ofhciaes de alfaiate de obras
grandes, e para calcas de casemira, ecostu-
reiras para caigas e colletes : na ra da Ca-
deia do Recife, primeiro andar n. 40.
AOS SRS. FAZENDEIROS, NEGOCIANTES,
ETC., QUE .MORAM LONGE DA CORTE
Cautela contra os falsificadores das pilulas depu-
rativas do r. Alian.
Ha anno e meio, mais ou menos, fez urna
mudanca geral as caisinhas, rtulos etc,
destas pilulas, subsliluindo vidrinhos, ou
caisinhas de vidro azul com lampas doura-
das, em lugar das hcelas de l'olna, pensan-
do que desta manen a impedirei as falsifica-
cales ; em parte alcancei esse fim, porque,
embora os falsificados zessem vir de Paris
os vidrinhos zues, uo pdenlo imitar o
papel das direcc,es, embrulhando as suas
pilulas as direccGes antigs anda mal imi-
tadas, e desla maueira ctiganaram e talvez
anda enganam o publico.
Vendo que o nico meio ao mcu alcance
para impedir que o publico esteja continua-
damente engaado poresses especuladores
(que uo consideran) como crtme, assig-
nar meu nome as suas preparac.ocs). tenho
rosoivido fazer urna mudanza, seja geral 011
parcial, e auno em anno ou todos os semes-
tres se lor preciso ; as quaes mudanzas sc-
rao debidamente annunciadas nosjoinaes.
Portaulo desde hojeaeham-se os vidrinhos
azues substituidos, por os mesmos brancos
cor de leite ou opala, com as tampas dou-
radas : as dirececs so as mesmas, mas le-
vam um papel avulso, citando as mudancas
que tenho feito.
As duziaa e meias du/ias sao em caxinhas
de papclao, embrulhadas n'um papel aver-
melhado, tmpresso e feilo de proposito. Os
Ictreiros sao riscados, branco, azul e viole-
la, levando 10 oval do centro minliu assg-
nalura escripia a nio com leltras brancas
sotre um tundo azulado Tanto este como
as direccoes, e o papel dos cinbrulhos sao
COb.erlos com llores ou desenhos em relevo.
N. K. As antigs hcelas de l'olha sao sup-
primidas.
Antigo deposito.
botica, ra dos Ourrves, n. 81.Rio de Ja-
neiro, levereiro de 1857.
tf Palmer.
Recomaiendamos ao publico as pilulas de-
purativas do r. Alian, quehoje aununcia-
nios.
As pilulas deparativas do Allon inlrcduzi-
dasno Brasil desde 1846,4o precisam da
nossa spulogia para ser reconhecida a sua
importancia. Por todo o imperio os mdi-
cos, que usam dcllas no curativo dos seus
uentes, sao os primeiros a elogia-las e 1
propagar os seus ir.aravilhosos ell'eilos.
.A ap, he,icio das pilulas depurativas nada
em de restricta. Servem para todas as mo-
esltas ; os seus resultados mais lisongei-
jos sao os seguintes :
Indigestoes, como preservativo e preven-
tivo, feores malgnas, ou sesocs, molestias
chronicas e contagiosas, ncmorriioidas. hy-
dropesia, rheiimalisino, escrfulas, lombn-
gas, molestias dos olhos, dores de cabeca,
molestia de pellc, leten^oes das ouriuas.
Aos atacados a febre amarclla lambem
essas pilulas devem ser ministradas, porque
a experiencia mostia que o respectivo uso he
milito prove lo, quando convenientemente
applicadas. No Rio e Janeiro he que o seu
emprego he mais vulgar, e em diversos jor-
naes daquella capital leen: appar^cidos elo-
gios,que muito honram o ir. Alian,
A vista do que acaDamos de expor,no va-
cilamos cm recommendar ao publico as pi-
lulas depurativas.
Pilulas depurativas c anli-hiliosas do
r. Alian.
Menibro da socioJade Real de medicina, e
da academia Real de cirurgia de Franca, ci-
rurgiao-mor do amigo hospital de-S. Cosme
e de vanos estabelecitncntos decaridade de
Pars.
Examinadas e approvadas pela junta de
hygiene publica de Monte-Vdeo, na sessao
especial de 17 do juuho de 1850
Deposito : no cscriptorio de Vicente Fer-
reira da Costa, no Recife, largo da assemlila
n. 9 ; a |a cada vidro, c 103 por duza.
CONSULTORIO HOMEOPTICO
1)0
Dr. Mello Moraes,
DO
RIO DE JANEIRO.
NIGO
deposito em Peroansbuco, na ruadoQuei-
mudo n. '21, armn/.em
de fazendas de Joo .los de
Gouvea.
Neste eslabelecimento se encontra sempre
um completo sortimenlo de cartel ras homeo-
palbieas deisaUVl24glbulos, bem como
carteiras com tinturas de 12 at 60 frascos,
sendo todos os medicamentos da uielbor
preparacio, e se vendem por presos muito
mais haxos doijue os propinados aqu.
Tambem se vendem ueste estabelecimenlo
o .repertorio do medico iionieopalhico a
63 rs., e novas platicas elementares a 4> rs.,
publicadas no Rio pelo mesmo autor.
- Precisa-se de um caiseiro que tenha
pfatica de taberna e que d fiador a sua con-
duela : na ra do Raugel n. 10.
O doce do
59 a.
Avisa-se as pessoas que encomniendaram
doce, que se recebeu seis arrobas delle; por-
tanto venbam ver antes que se acabem :
coiifcitaria confronte ao Rosario em Santo
Antonio 11. 39 A,
* Custodio Jos Alves vai Europa.
Attencao.
A pessoa que tiver para
vender ns caxilhos o um
balco pequeo, dirija-se
roa ilos Quar teis, ivja u.
O, qne achara com quem
tratar.
YNDM-S CAPACHOS
pintados, cominillos e redondos a 700 e 800! gao n. 14.
i Vende-se um piano
, der, por prec,o commodo :
bom
na
para apren-
1 na do Ara-
rsyia ruado Queimado loja daboaf./.ia |-t,aZC,,(las baratas, HO S5iS-
Bonecis frailee zas seio Publico, loja n. 11.
Vendem-so bonecas franeczas ricamente Lencos para meninas a1*00rs., bonetes
vestidas e de varas qualidades a 19200,1 Pintados para menino alOOrs., casaascni-
13600 e 2-3, na ra do Qoeimado loja de uiiu- las de e0lcs e '"'cUs a '"8,,ft c #000 a peca,
dezas da boa fama n. 113. chales dajjla a 800 rs., cambraias lisas linas,
| chitas lints ver>iadciras, madapoloes de to-
ias (le ferr.
'*! I
i .-i
Na fundicQoda Aurora em Santo Amaro-'
e tambem no deposito na ra do Rrum, logo !
na entrada, c defronte do arsenal de mari-1
nha, ha sempre um grande sortimenlo del
lachas, lano de fabrica nacicnal conloes-'
trangeira, batutas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares exislein guindastes para carregar ca-
noas OU carros, Iivres de despeza. Os presos |
sao os mais commodos.
( arts para jojarar.
das as qualidades, tudo por preCOS coinino-
dos aos freguezes, a moeda, e outras muilas
fazendas, que se venderSo por prcros que
agradarSo aos compradores.
CHAPEOS FIUNCEZES.
Vende se na rua Direlta' n. 61, chapeos
liancezes muito superiores, chegados lti-
mamente de Pars, muito baratos, a "7-3500,
83000 e 8-500.
Ao barato.
Na aala de barbeiroda rua da Cruz o. 51,
Viuho do Porto
de 1857
No armazeni de Jos Joaquim Di*sFernan-
dos, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior viudo velho do Porlo, em caixas de
una e duas duzias, por preco commodo.
oeposito
di
rap princeza da f
ca de E. Gasse, no
de raneiro.
Vende-se a preco commodo rap
l)li-
Vcndcui-se baralhos decurias fraiice/.as! primeiro andar, veudem-se as mais moder-
muilo linas e de bom papel a 500 rs. o bara-
lho, ditas portuguezas muito linas a 320 rs.:
na rua do Queimado na loja de miudezas da
boa faina n. 33.
r
Ricas
Lotera
DA
provincia.
Primeira parte da sexta
lotera do Gimnasio.
ti abaixoassgr.'ado ven-
deu as seguintes surtes:
7945K)0O> quirlo-.
1308 2lKl--l)il|leie.
10)2 IOO32 quarlos.
3338 1011b2 ditos.
2:t!l 502 dilos. '
t 12 5012 meios.
2110 ."id.;}2 quartc-.
2lil)S 5u>billiete.
R J.
Foster Urlliam Nash.
ua brevidade inesperada, da sua parlida para
a Europa, nflo podendo despedir-se pessoal-
menie dos seus amigos nesta cidade, v-se
obngado a cumprir esle dever, pelo presen-
te annuncio, e oflerece os seus fracos servi-
dos cm qualquer lugar em que se adiar.
Hotel Inglez.
RUA DO TEI PICHE.
Tendo siuo contralado para o mesmo ho-
tel um perfeito cozinheiro francez, l'zaucoise
Pauppeirlle,convtda-se aos senhores amado-
res dos bons poliscos.a visitar o dito estae-
lecimento. (Juacsquer ordens para jantares,
pstesele, sero atlendidas com prompti-
daoeaceio. Admitlcm-se alguns escravos
moco, como aprendizes-
i.iiicni precisar de um boa engomma-
deira com todo o aceio possivel, dirija-se a
rua das Crnzes 11. 39, primeiro andar. A
niesma engommadeira otFerece-se para en-
sillar a engommar a qjpalquer escrava.
La vine.
cm consequciicta
maulas de lil prctas : na rua do Crespo loja
n. 16 esquina da rua das Ou/.es.
Vendo-se um cabriole! moi'.erno com
bonito cavado : na rua Nova cocheira do Sr.
Adolpbo
Vendem-se saccas com milito muilo no-
vo, e ditas com l'arinha propria para cria-
C'io, -por preco commodo : na rua do Sol
l). -21.
iNa rua Imperial, segunda casa alcm
da fabrica desabSo, vendem-se duas ca-
noas abertas, urna de lote de 1,000 tijolos,
e oulra de 1,200 : a quem convier comprar,
dirija-se ao lugar indicado, que acbarS com
quem tratar.
Vendem-se saccas com tarinha da t er
ra : no caes da alfandega, armazem n- 7.
Vende-se um moleque de 16 a 18 an-
nos, preio, bonita peca : na rua eslreila do
Itusario n. 1, taberna.
Vendem-se 25 acepesda estrada de fer-
ro : na rua da Cadea do Recife n. 36, pri-
meiro andar.
Vende se por prego commodo urna ma-
china de lirmar papel, com typos de diversos
caracteres, varios emblemas, e cinetes para
carimbar papel para as seguintes rcnarli-
Qoes : secretaria do governo, consulado pro-
vincial, secretaria da cmara municipal do
Recife, secretaria do governo da l'arabiba, e
cmara municipal de Coianna, e lodos os
mais aria ojos pcrlencentes a mesma machi-
na : na loja de livros n. 6 do paleo do Col-
legio.
Vendem-se 3 negrinhas de 13 annos :
na rua do Queimado n. 3.
Vende-se urna linda mulatinha de 12
anuos, sem o menor vicio nem achaque, co-
se chao, DA diligente c muito nropria para
boa mucamba, prefere-se vender para esta
cidade : na rua do Cabug n. 9, no segundo
andar.
as bichas de llamburgo, tanto aos ceios
como a rctalho, e alugam-se mais barato
do que cm oulra parte.
Planta da cidade do Be*
c'e
Vende-se a planta da cidade do Recite e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ua-
medo Alves I'erreira, por dez mitris: na
livraria n. liesa pra<;a da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria|n. 6e 8 da prar^a da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das iliilercntes villas da cidade cnlre si, e
relacSo a capital da mesma, a mil reis.
i,i\ \(LIZ
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se no cscriptorio do agente
Uliveir.i, ruada Cadeia do Recife n. 64, pri-
meiro andar.
lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Sal/ador ; na
rua da Cruz 11. *9.
Vendem-se terrenos para edificarlo na
estrada do Manguinoiho, do do tlecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. i'knoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fuTrrio e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Itaptsta Riheiro de Paria, no seu sitio
da Estancia.
~ Vendc-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay & Mar-
tin, cm barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crahtree i\ Companhia,
rua da Cruz n. 42.
Arados de ferro.
Na fundido de C. Slarr& Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e construccSo muito
superiores.
Boa fama.
Ven de se superiores mscas para condu-
; Ca,, de roupas em viagem, pelo bsralo preco
ue i, 7 e 8 cada una, galbeteiras com
ouos s vidros necessarios a 9f, ricas car-
v ,lp Jacaranda e mogno par. se esrre-
nar, vKUilr,iar ,odos os Pertences, proprlos
' ,?"' H 8* ,0' e ,2"d" urna, costu-
nartm,P'l,u,!'s.',l'"s ,le, Jacaranda com os re-
-osloai }orradoS com muito
" alisar nf,' -7 e Pen,es muil ,inos P>-
sas a'320 ,s prnl,'.Spar*crianc,sou Par* 8uis-
as a J^o rs., nii,,,,, j _.lkn. *.__,______
t.S
Srs.
acadmicos doJdoWife.a
to auno'.
ticas it:js iuas e moder
as dos melhores gosos
que se pode encontrar
se vendem 11a loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33eporprec<>s que naodcixHm
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
SSku mimo lindos para pu-
nhos
Vendem-se muito boni.os botocs para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja d%
miudezas da boa fama n 33.
({til
Existe um pequeo numero de cxempla-
res do compendio do Dr. Francisco de Pau-
la Jiaplista, os quaes se vendem a 53em bro-
chura e 6/ encadernados : na loja da rua do
Queimado 11. 10.
Vende-se a planta da
cidade dollecie e seu** ar-
rabaldes: na rin do Cres-
po, junto ao arco de feanto
Antonio, loja de livros e
Jos NOgueira de Souza.
Polassa refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porc/10 de po-
lassa n tinada de superior qualidade, em la-
tas de C, libras, que se veude por prec,o ra
zoavel
FAZEMAS BARATAS.
No armazem de fazendas da rua do Queima-
do n. 27, de Joo Jos de Couveia, ven-
dem-se as seguintes fazendas, a saber :
GrosdenapU de seda preta o co-
vado 2 '00 e 23500
Sarja preta lavrada o covado 23,2 -400 e 23800
26*00
2#200
2-000
0<;iARDA-L|VR0S RRASILEIRO, ou arte
da escriplurar;ao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha 11. 22. l>rer,o 8/000.
Melogios de patent
nf;lezesdeouro, desabnete e de vidro:
vendem-sea piecorazoavel.em casa de
AtigustoC.de Abren, na rua da Cadeia
36.
encontrar, sinetes com todas as leltras do
abced.no, s.netes proprios p'ara namorJdos
ricos Irascos para cima de mesa toulras
muitiss mas galantari... mtt&SSi
de mu o bons gostos, .sseverando-se a
quem vter ver o neo sortimenlo, que sem-
pre existe nesle eslabelecimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
S.U,hhe!10 "a.rUa- d, -nadona
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma o 33.
<$ it \m$ *tift&0
Compra-se papel em diarios a 39300 a
arroba : no pateo de S. Pedio, deposito de
tnassas linas 11. 6.
Compra-se urna porc/ao de caibros para
andaimea de urna obra, na rua Direila 11. 82.
Compra-se urna escrava moa, que
cosa bem, engmate o coznhe : a tratar na
rua do Trapicho, n. 14, primeiro andar.
Goiipram-se palacOes brasileiros c hes-
Danbes a 39010 : na rua da Cadeia do Reci-
fe loja de cambio n. 38.
S&4b.S&@-& ^3&@SS
-. ..... _.- -.- .- -.' -^ .- J-Jk.-
H$ Cinpra-*e o Diario de l'entamlmco de 3Q
Rita preta de lista o covado
l>ila hespanhola, o covado
Dita de seda ingleza, o covado
Chales de chaly de cores com listas
de seda 6J>00
Ditos de dilos de cores bordados a 10*000
itos de dito bordados a matiz a 11000
Ditos de casemira lisos a 40500
Ditos de retro/, bordados a 20&000
Damasco de 13a eseda com 6 palmos
de largura, o covado a 8&8U0
Panno de linho superior qualidade
elargo, a vara 800
Canga amarella da India,muito lina,
o covado t 300
Brini de linho branco entrefino,"a"^
vara a 600
Panno atoalhado com 8 palmos de
^j^l^Jiru, a vara 1-500
lUi ^feWBb
.'.
I') de iiczembro de 1835, e lulinrlll as eol-
'^' leccP'* das It-is brasileiros ile 1S39 a 18411
Previdencia.
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
cravos, estabelccida no
RIO D JANEIRO.
CAPITAL-2.000:000.000.
Agencia (ilial em Pernambuco, rua do
Crespo n. 13.
(ls sesu'os silo realisados no escriplorio ila coin-
paiilua on mesmo fra, sob pioposlas dos propriela-
rios dos escravos, lodos os dias uleis: as parlicina-
{5m de fallecimeiitus e as propostas, podein ser re-
melliilris a companhia lo:!os os das, alo as cinco lio-
ras da larde.
As condircs imprussaspoderao sr procuradas do
escriplorio da eompaobU,
Uar-se-ha consultas gratis aos fjter&VOl seguros das
U para lohoraa da mantilla, no escriplorio na comp.
I'UODLCCOES LITTERARIAS
no
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
I'hysiologia das paixoes, 3 volumes
Educador da mondado brasileira, 1
volume ........
Ensaios corographicos, 1 volume..
Memorias diarias da guerra do
Brasil, l volume..
Tambem se recebem as assignaturas para
sua ultima prodcelo IliterariaUs Por-
'Ji rua do C'illeeio n. !.">, primeiro andar. ^
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antoirio, S. Jos e Boa-Visla : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-seeffectvamenle na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como accoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos : a tratar no cscriptorio de Jos Joa-
quim Dias remandes, rua da Cadeia do Re-
cife.
&tlt>f&.
105000
SaOM
2;000
4-000
A directora do Gabinete porluguez de le-!
luraneita capital, por deliberacSotomada
cm sessao de Sdocorrenle, scienlilica -osi
genitoresadsociados do gabinete, ijuedora
emdianle lio llavera expedieno nos do-1
mingos e dias santificados.
O primeiro secretario,
Duartc das Neves.
Na rua da l'onte-Vclha, junto a serra-
ra rcasa do lampiO: precisa-sc do urna ama
e de urna engommadeira.
Paga-se lO?0QOa quem adiar c quizer
restiiuir um cSoziuho novo, branco, a exce-
PCo das orelhas que sao grandes, penden-
tes, e amarelladas, felpudo, sem cauda, que
se dseucaminliou da rua das Cruzes n. 18,
no dia 11 do crrenlo.
I tuguezes peranle o mundo '1 volumes 6-000
rs, avulso IOsOOO.
No dia 2o do correnle, depois da audiencia do
Dr. joii da orpbaot, esenvao Guiaran, tem de ir
j a j-r.i i um sobrado le 3 andares e olAo, silo na
. rna do Collesio n. 10.avahado ano 14400$ rs.; per-
leneenle no casal do tinado Jaeinlho Soare llotcllio.
IIEINECCIO EM l'OKTT.GI K/.
Keceliem-su assignaturas para a tradocrau do pri-
meiro volme a 7?O0il jis, pasos a vista-:" no nlei-
ro da lloa-Vista n. (i, de Mr. Dubarry e oa rua da
Saudade emeasa do lllm. Sr. I.arerda.
Arrenda-se o engenho Cajabussu" silo
na freguezia do Cabo, e pertencente ao Mos-
leiro des. liento da cidade da l'arabiba, e
moe com agua a tratar no Mosteiro de S.
Benloda cidade de Olinda com Fr. G.Idilio
de Santa Ignez.
No terceiro andar <1o sohrailo n. 0 da rua do
Canelo precisa-so de ,.....ama boa coxiabeira.
Ro'.eiro dos colleclores ; resta um pe-
queo numero desta importante obra : na
rua da Cadeia do Recife n. 36.
Pecliineia para os aaia-
tes.
Na rua do Crespo, esquina que volta pars
a rua da Cadeia, existe urna porcJJo de algo-
dSo trancado muito encorpado. proprio de
entretelas, pelo baratissimo precio de 120 e
jarda.
por '40 rs. o covado .
Vende-se chita franceza larga c fina, com
pequeo toque do avara : na rua do Crespo,
loja de Campos & Lima.
Vende-se um cavallo de carro e tam-
bem de sella, por ser andador, muilo novo,
gordo e grande : na rua do Hospicio n. 3,
sobrado.
Vendem-se 2 moleqiiinbos proprios
para quem quizer criar, um de idade de 7
annose outro de 5 : na rua do l.ivramcnto
n. 16.
Vende-se una boa escrava da Costa,
com 20 anuos, com habilidades e qulandei-
ra ; um mulclinha com 12annos: ua rua
da Senzala Velha n. 70, terceiro andar, se
dir quem vende.
Na rua larga do Rosario' n. 29, vendem-
se batatas do Porto a 19500 cada urna canas-
Ira de arroba, de muito boa qualidade.
Vendem-se duas inoradas de casas
terreas na rua Augusta, grandes e moder-
nas, com gabinete, 2 salas, cozinha lora e 4
quarlos : a tratar na rua do Rangel n. 56.
3*300
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na pra^a do Corpo Santo n. 11.
Moinhos de vento
combombas derepuxopara rec? r hortas eba-
*a deeapim : na fundiejode 1). W. Bowman
naraa do Brum ns. 6. 8e 10.
FARINHA
e Trieste.
Vende-se em rasa de Saonders Brolhers & C. o
prara do Corpo Sanio n. II, a muilo superior ebem
conliecida farinlia de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechecada em !) do correnle Da escuna
Pretlii, em porcoessrandes e peqaenas,conforme e
vontade do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
H fundipo de ferro da D. Wf Boirmano u
rua d Brum, passan^do o chafurir, contin h-
ver|umcompleto sortmepto da taitas de ferro f un
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as tjuaes
icham-se a venda,por epreco commodo e com
proniptido: embarcam-s oucarrsgam-so mear
ro semdospeza ao comprador
Em cata de Saunders Brothers C. prac
do Corpo San too. 11, ka para vender o sa uinie
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcairo de carvo,
Eonas de linho.
EspoDJas.
Drogas.
Algodo lizo para saccis.
Dito entrampado igual o ds Babia
E um completo sortimenlo da fazendas proprio
para tste mercado tudo por prero commodo.
&
i?
Vendem-.e a- Mguialet flUDdll, milito em ron.
la : i;rosdenaple preto, co scliiu lavrado dito, oavado a 15000, S;.e_2i00v Al-
liaoeza prela coro nuis de \ara de Urmlr), laarnd^
propria para mantos, saia, liabitos, etc., a ISo^Bj
vado, sarja prela fina a 23, chati de llores 'solas!
lindos aoalof a WO rs., corles de lia de quadros a
35, canilirai-s froncezas muilo finase 180 e (iiOa
vara, selim preto macao a 2, 35 o '13 o covado, se-
das de quadriuhos miudos, lindos Rotlos a 13 o co-
vado, duque/a de quadros achamalotada a 900 rs. ;
do se as amostras com penlior.
Feijo.
Vendem-se saccas com fejao ultimamenre
chegado do Aracaly : na rua da Cadeia do
Itecife n. 57.
Vendc-se 1 travo de 34 palmos, boa
para coberta de casa, urnas pedrss para
obras de calcada, 1 porta de 12 palmos, i ro-
tula, unscaixilhos para alcova, eoutros pa-
ra pequea janella, e 2 ensarnes de boa ma-
deira- na rua do Kangel n. 21.
Vende-se urna preta crioula.de 17 a 18
annos.bonita figura, com principio de habili-
dades, que engomma, cose chao e cozinha
algum i cousa ; assim como dous moleques
para embarque ou odicio, sendo um do 8
aunse oulro uje 9 no aterro da Boa-Vista,
loja n. 10, se dir quem vende.
Vende-se um meleque, de o a 10 an-
uos : na rua da Madre de. Dos, loja n. 34.
Na rua do Queimado se-
gunda loja n. 8
VENDE-SE :
Panno fino preto prova de limio.o mais su-
perior que ha, casemira a mais fina, colletes
de casemira bordados de lloros sollas.c linos,
colletes de velludo de cores.lencos e grvalas
de superior selim preto,selime gurgurao pre-
to para colletes.grosdeiiaple prelo.sarja prela
lisa c lavrada para vestidos, meias pretas e
brancas de seda, chales ricos de loquim bor-
dados, ditos de merino lisos e bordados, pre-
tos e decores, cambria de linho tinissimo ;
e outras muilas fazendas por pregos com-
modos.
Vi ni io do Porto,
Na rua da Madre de Dos, loja n. 31, ven-
de-se vinho do Porlo, branco e linio, de to-
das as qualidades, e das marcas mais acre-
ditadas que vero a esle mercado, em barris
e engarrafado.
Vendem-se caixOes com 4 libras de
doce de guiaba muito lino a 1^200. sement
de coentro nova a 320 a garrafa, carnes de
touciiiho de Saniosa ISO a libra, sardinbas
tanto a rctalho como em por^ao. por prego
commodo ; na taberna da esquina da tua
dos Martyrios n 36.
- Vende-se um relogio de ouro patente
inglez, com um correnlaoou sem elle, tam-
bem se recebe em troca algum patente suis-
|so ou hiiiisontal, de piala ou ouro : no pa-
i leo do i'araizo n. 14
Anloiiio Luiz de Oliveira Azevedo tem
para vender no =eu escriplorio, rua da Cruz .Na rua es,reila do Kosario n. 11
n. 1, superior Jacaranda, cola da Baha mui- a toda a hora do dia castanhas
to boa, piche da Suecia cm barris, linhaga
de Lisboa, mustarda, vidroa com roiha de
l|2, I 0|0 e 2 010, agua dos amantes para
lunpar as sardas ou pannos.
--- No dia 27 de fevereiro prximo passa-
Uo lugio o escf avo pardo, do nome Jeronv-
mo, com idade de 38 annos, pouco maisou
menos, de estatura baixa, secco do corpo.
bem parecido, barbado e conserva suissas
lem olhcio de carapina e tambero de marci-
ne.ro o qual oi escravodo sr. Manoel Cy-
rilio Wanderley, rendeiio do engenho Ru-
bim, na freguezia de. Sennliaem : quemo
apprehf nder, leve-o no Recife rua das Flo-
res a entregar ao Sr. Joaquim Franjeo
Torres Calmdo, ou no engentan Morenos a
seu propnetario Antonio de Souza LeSo, que
recompensara com cem mil res.
No dia 16 de fevereiro, fugio do ence-
nhoUT.gemda comarca db Po dVtliio
un. cabr.nha de cor acabocol.de, de nomo"
Felix, id.de 6 annos, que n3o pa'rece terTs
a ,d.de, pelo tamanho que he pequeo, ca-
bellos cax.ados fornino do copo, quando
falla he com a bocea cheia de lig'ua emeio
gago, e quando alguem falU coro elle, tem
por eos ume abaix.r a cabeca.tem os dem^s
argos, bocea grande, olhos a.iz pequeos
nacaes alias, ps c mijos chaboqueiras, s
unhas .rregulares,.smSos callejandas.de en-
xada, ospescomcravos-seccos ou calor de
bgado.com as costas cic.trisadas de chicote
barriga grande, umbigo um pouco crecido
bem fe.to de pernas. levou camisa e sero?o
de algodao azul, a camisa e cirola branca
oi encontrado por mis matutos.que vinham
de cima no lugar da Picada, comarca do ??-
h'run^' .qUer ? co"duzido Por uro horneo,
branco. barbado, em um cavallo de teliT
J..lga-se ter sido furtado, ou levado a Ululo
U^lln0 reco.,nmf"da-se os senhoresT
legados do centro desta provincia, e capilfles
decampo, que onde for enconado o dito
cabnnha, mande-o agarrar e conduzi-lo ao
dito engenho Lavagem, e quero o trouW
sera generosamente recompensado, ou enl5o
nesta prsca, na rua da Cu.a, em c
ricio Francisco de Lima.
-m_retos cora ba-
bados para luto -
Ditos de dita brancos bordados e"
cor a
Cortes de collete de fuslao liaos com
barra a
Cortes de casemiras do algodSo de
bom goslo
Pecinhas debretsnha delinha de
jardas a
Pecinhas decambraia branca bor-
dadas a
Lencos brancos de cambraia de li-
nho, a duzia
Chapeos de castor branco, lino, ca-
beca grande a
Ditos pretos linos, francez para me-
n i n 11 a
Camisas de meia finas a
Completo sortimenlo de obras de
la para meninos, epar
Grvalas de diversas qualidades 00, 800 e 1
l.uvas brancas de algodo para ho-
rnera o par 26o
Pannos de bonitas cores para mesa 35000
ROHes grandes de Tocun a 4000
llicos bonetes para cabeca tanto de
panno como de. ganga a 2-00(
Milho bom e ba
rato.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
Icdade, vendem-se saccas grandes com mi-
lho novo, por preco commodo.
SeUiis.
15600
25800
.800
15a00
33000
2/800
3/400
10/000
53000
900
1 000
Ve-T-Jtl
Attencao.
ILEGIVEL
Vende-se um escravo perja, de uaco, com
idade de 30 e tantos aninis, por preco com-
modo : na rua llireila n 70.
Vendem-se dous escravinhos pardos :
no pateo do Carmo, taberna que foi do
Campos.
Peixe.
Vende-se na rua Direita n. 27, peixe cha-
mado tierno, viudo da illia de S. Miguel, a
libra 160 e 200 rs.. cavalinhas a retalho 60
rs em barris de 200 cavalinhas 8/000, la-
vas viadas da mesma Iba, a cuia 560, man-
t-ign Ingleza a 800 rs. a libra, dita franceza
a 800 rs., e queijos novos a 1/700 e 2J000,
chegados no ultimo jiavio de Lisboa, doce
de goiaba em caixes do 5 libras a 13000, di-
los mais pequeos a 800 rs. e 640.
-
Os mais bemacabados scllins de pa-
lele inglez queeiitlem no mercado;
a venda no armazem de Koslron
Itooker C, esquina do largo do
Corpo Saulo n. 18.
iS,a para vestidos.
Vendem-se cortes de 18a para vestido, de
muito bonitos padres, e com 13 covados
cada corte, pelo baratissimo preco ''c 59000:
na rua do Queimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa fe.
Algodao monstro, lie pe-
chincha.
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
de largura, muilo proprio para toalhas e
lencoes, pelo diminuto pregu de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, roa do Queimado
n. 22.
G STANHAS ASSADAS
vende-se
assadas c
Lm casa de liabe Schmettao cv Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traunvann de
llamburgo.
Relogios
de ouro, de patente inglez ; vendem-se no
armazem de Koslron Kooker & Companhia,
esquinado largo do Corpo Sanio ... 48.
N. O. Bieber ;& Compan.ia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos fie assucar.
Algodaozinho da Bahia
para saecos de assucar vende-se em casa
de N. O. Itieber c< Companhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos d ca-
bo de marfim de boa qualidade a 105, ditas
ditos de cabo de balanco muito linas a 6/,
25000 e 3-?000 ditas dilos cabo roligo e oitavado a 3?, du-
zias de colheres de metal principe a 3o e 65:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 15400,
e outras minias cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fam n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS. m
Vendem-se bandejas finas e de varios la-
manhos pelo barato preco de 1/500, 2/500,
35500 e 43 : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se leques muito finos con. ricas
pinturas, espelbo e plumas a 2/, 35500 e 4/ :
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 33-
Potassa e cal
> casa de Mau-
Continua a estar fgido o preto Jos
crilo de lalbos as costas8 e tornelos fc
tauos para lora, por causa debobas.com
panos no rosto dos dous lados, ZT
SSLSP' ,U6ar de W3MBS
&V?a qUem pe6ar lev-o a rua da
Guia ii. 99, que sera .ecompensado.
ter ^e friA \ ?. n0S' se6undo represenU, ves^
d.co?u cnJi esblaJ-. panno cta/meo
oa costs, com iislras encarnadas, e missau-
SKS!?S* de8'EP"ceu n d?.
dtlTTS e"le: sera "-ecompensado quem
c ,C,a' ou'*- rua eatreua "o
uosai 10 n. 42, segundo andar.
No dia 4 de fevereiro docorreite anuo,
ZE* um negro de naca0r m.i Se
nn T?,hI'0U|0' pr "* vind0 HhJ Peque-
no, anda mamando, o qual renresenta* ler
cozinheiro, estatura ordin'eria, n
compr.do, pouoa barba, olhos grande, so
brancolhas fechad" '
^P/'do, pouoa barba, olhos
as, nariz chato e pontudo,
outr, no pescoco, que por muit'o leve, I
sija pouco v.s.vel ; oi encontrado em
...?' *fBu'n1 a estrada, com um b
tem nmg l bCC rCgU"r e COm den*
reT ^i rP. qUea C'C'inZ m um d" f-
hatin h emiUIBB orelb*' Pe" Parte de
'O, de um talho que levou, benV como
talvez
Santo
bode Ha-ndres nv'o-nrca'beT.: eTm^g..o
no braco, sendo muito dado a hr.g. dites
Wrfn e'l escravo perlence a Gustavo
Jos do llego, no Bec.fe, rua da Aurora
quem o apprehender ser', bem gratincado".
No
do
ra.
inbof a.
que
ou ineno-, bji\
meio gago, pi,
-^A^U, que "";"*SS* L?'"
que parreero rnoolos.
-noxeir, do corpo, r.ll. meio ggo? JsXlS
Krom>, c.r.
.ubi j -P.r.os san. z'"
pan na d. a,sueni; nio lem JSmffSCiS
isrT-r:S---5,SH
os : o oulro de nume Antonio," ,||o,",
riS";,"*"1 Cbi"' P'a.p.b.m
rhelorico, repr......, ., -, .",,. '"
rerompen-
Nt dia.6 do corrente, 2 escravos ftaUa.
;r.o.cr,oo.que representa ter 30 nnos -
atura alta, corpo regular, pern.s Jroisal
pe> gr.ndes.pouca ou nenhnro. barba, Ze.
.PuaT.uVe,da tur. alta, reprsenla ter 50 annos lem os
pes che.os decravos, que precisa sndw Se
aplcalas, quebrado de urna var.lha ambo,
oS Si* ^^ de SSJS
OUl nesta prai'a, rua da Cadeia n 28, que se-
rao generosamente recompensados.
virgem.
No antigo e j bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do Kecife, escriplorio n. 12,
ha para vender muito superior potassa da
Russia, dita do llio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a precos muito fa-
voraveis, coin os quaes ficaro os compra-
dores satisfeitos.
Continua a eslar fgido o escravo
Anlonto, Cassange, de idade 36 annos, pou-
co mais ou menos, com os sijjnaes seguin-
tes : altura regular, esngueiro no andar, crtr
prela, rosto redondo, sem barba, costas lim-
pas, cheio do corpo, conversa pouco, foi es-
cravo do finado Caetano Connives da Cu-
nda, e fugio no mez de julho do anno pr-
ximo passado, suppoe-.-e achar agasalhado
por alguem, para as partes do sul desta pro-
l'ara(lUen eStlVer de lutO. v,nc,: quo apprehender, ser.
1 gratificada com 10C-"""
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas prctas linas c ordinarias, ricos alhne-
tes, ricas pulceiras, c ricas rozlas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
prepo que nao dcixara de agradar aos se-
nhores compradores
OERA l)E CARNAUBA.
, que os recebera na
8a ng le su gas c
Vendem-se ou alugam-se bichas por lodo
prefjb, c qualquer porijo, e garanle-se a boa
qualidade : ua rua da Cadeia do itecife n.i7.
Vende-se o engenho Larangeiras, dis-
tanle da cidade de Santo Anlio legua e
meia, muilo bom d'agua e copeiro, com 3
acudes para moer mais de 4,000 piles, com
boa casa da engenho e de purgar, de Vi ven-
da e de estribara, com boa dislilacfio de
agurdenle, a qual se vende toda na porta,
bom cercado para mais ile cem cabecas, com
urna safia para se moer este anno de 2,300
a 3,000 pues, ede mandioca. O terreno nSo|
pode ser melhor porque he muito frtil, e
da ludo qnaiilo se plaa ; quem o quizer
comprar dirija-se a rua larga do Rosario n.
36, lercero andar, que achara com quem
tratar; ou no mesmo engenho.
mira
cruas.
Azeite refinado muito superior, pro-
prio para Candieiros de todas as qualidades:
vende-se por preco commodo, na rua do
Trapiche h. 16.
Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-i E.S'CO Vas de todas a., niia
ta Barbara A-Companhia, vundem-seeirecti-! .1.. .i...
van:cntc caixoes vasios
nhos.
de todos os lama-
Agencia
da l'undicao Low-.VSo
rua ii. 42.
Neste eslabelecimento coulinu'a a haver
um completo sorimento de mocudas c meias
mo'iidas para engenho, machinas de vapor
e Uixas de ferro batido e coado de lodosos
taVaiihos para dito.
Em casa de Henr. Brunn & Companhia, na
rua da Cruz u. 10, veodc-tecogoacemcaitinhat da
dutia.
occasiSo da entrega do dito escravo. no en-
genho (.iircaln da comarca de Po d'Alho
ou no Itecile, na rua da Cuia n. 64, segund
andar; tambem se gratificar a quem der
noticia do mesmo esciavo com 50:>O00.
Kugio do bordo do brigue brasilciro
alampo, na noite oo di. 8 do correnle, um
Vende-se cera de carnauba de boa quali- negro de nome Marcelino, oacSo Cabind.
dade : na rua da Cadeia do Becifc, loja altura regular, secco do corpo, rosto com-
i n- 50- aTa' ljarl,a serrada e cri. suisu, com lalt.
de denles na trente, e conste andar vestido
com paleto, c calcado : quem o pegar leve-o
dadeS abordo do dito navio, junto ao ca sdo l-as-
....j___ ,:..... ,. _, se' Publico, ou a casa de seu consignatario
Vende.n-se rices cscovas inglezas para :.Manoel A Ivs Cuen a, na ru. do Trapiche a
r%.?30rn?Ue f',e haVe' 6 6 '.Va U-16 seril 1,em recompensado P
inve.iQo a 3;, ditas liancezas mullo boas.
a 19, 15500 e 29000, dita-, para cbelo ingle E*ta fgido o moleque Antonio, bem
zas e franeczas a USOOe, ditas para den- conhecido por ter eslado alugado em algu-
', tes inglezas efranoezas a 400, 500 e 60 rs., I n,as casas, e agora quando fugio esteva no
ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 1, e servico do Sr. Soares, que tem casa de sor-
outrasqualidades mais baratas, que tudo sei vet0 lla rua eslre'la do Itos.rio, e tambem
vende na rua do Queimado na bem conheci- no Poco da l'.nella, o qual escravo repre-
da loja le miudezas da boa fama n. 33. *** ter ,8 nnos, e falla bem que parece
crioulo, cosluna inculcar-se por lorro, o
lem sido visto ronduzindo carrinhos, tanto
i com carregamento do bacalhao como de as-
sucar, o portaulo pedo-se a quem o pegar,
leve-o a travesea d. Trempe n. n.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se filas de vellido pretas e de co-
res, estreitas e largas, lisas e abertas de mui-
to bonsg-islos, pelo barato preco de 160,
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33a
l'EKN. : TY.P DE Al. F. DB FAKIA 1857


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EP6PQSUZH_JI8QYR INGEST_TIME 2013-04-24T19:25:51Z PACKAGE AA00011611_06664
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES